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REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES


DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA
INFRA ESTRUTURA DE TRANSPORTES
SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO DNIT NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

PROJETO EXECUTIVO PARA RECONSTRUÇÃO DE PASSARELA PARA


PEDESTRES E PARA RECUPERAÇÃO DE INFRAESTRUTURA DOS
ENCONTROS DE OAE’S E RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DETERIORADAS
DA MESO E DA SUPERESTRUTURA DAS MESMAS.

Rodovia : BR-101/RJ
/RJ
Trecho : Div. ES/RJ – Div. RJ/SP
Subtrecho 1 : Entr. RJ-149
149 (p/Rio Claro) – Entr. BR-494
494 (A) (Angra dos Reis)
Subtrecho 2 : Entr. BR--494 (B) - Entr. BR-459 (B) (Paratí)
Segmento : Km 478,4; Km 503,7; Km 505,56;
505,56; Km 529,3; Km 551,3 e Km 570,7
Extensão : Pontos Localizados
Código SNV : 101BRJ3350; 101BRJ3390 – 101BRJ3410

VOLUME 1
RELATÓRIO DO PROJETO E DOCUMENTOS PARA LICITAÇÃO

Agosto/2014
REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA
INFRA ESTRUTURA DE TRANSPORTES
SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO DNIT NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

PROJETO EXECUTIVO PARA RECONSTRUÇÃO DE PASSARELA PARA


PEDESTRES E PARA RECUPERAÇÃO DE INFRAESTRUTURA DOS
ENCONTROS DE OAE’S E RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DETERIORADAS
DA MESO E DA SUPERESTRUTURA DAS MESMAS.

Rodovia : BR-101/RJ
/RJ
Trecho : Div. ES/RJ – Div. RJ/SP
Subtrecho 1 : Entr. RJ-149
149 (p/Rio Claro) – Entr. BR-494
494 (A) (Angra dos Reis)
Subtrecho 2 : Entr. BR--494 (B) - Entr. BR-459 (B) (Paratí)
Segmento : Km 478,4; Km 503,7; Km 505,56; Km 529,3; Km 551,3 e Km 570,7
Extensão : Pontos Localizados
Código SNV : 101BRJ3350; 101BRJ3390 – 101BRJ3410

VOLUME 1
RELATÓRIO DO PROJETO E DOCUMENTOS PARA LICITAÇÃO

Supervisão : Diretoria de Planejamento e Pesquisa


Coordenação : Coordenação Geral de Desenvolvimento e Projetos
Fiscalização : Unidade Local de Angra dos Reis
Elaboração : PACS – Planejamento, Assessoria, Consultoria e Sistemas Ltda.
Contrato : ST-7-0830/13
0830/13-00
Processo : 50607.003.060/2010-11
50607.003.060/2010
Edital : 035/2013--07

Agosto/2014
1. ÍNDICE

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
1
PROJETO EXECUTIVO PARA RECONSTRUÇÃO DE PASSARELA PARA
PEDESTRES E PARA RECUPERAÇÃO DE INFRAESTRUTURA DOS
ENCONTROS DE OAE’S E RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DETERIORADAS DA
MESO E DA SUPERESTRUTURA DAS MESMAS

1. ÍNDICE .......................................................................................................................... 1
2. APRESENTAÇÃO ......................................................................................................... 3
2.1. MAPA DE SITUAÇÃO .................................................................................................. 6
3. SITUAÇÃO ATUAL E SOLUÇÕES PROPOSTAS ......................................................... 7
3.1. CARACTERIZAÇÃO DAS OBRAS DE ARTE ESPECIAIS .......................................... 8
4. ESTUDOS REALIZADOS ........................................................................................... 14
4.1 ESTUDOS TOPOGRÁFICOS ..................................................................................... 15
4.2 ESTUDOS HIDROLOGICOS ...................................................................................... 16
4.3 ESTUDOS GEOTÉCNICOS........................................................................................ 34
5. PROJETO DE RECUPERAÇÃO DAS PONTES .......................................................... 36
5.1. CRITÉRIOS DE PROJETO E PROPRIEDADES DOS MATERIAIS ........................... 37
5.2. PONTE SOBRE O RIO SÃO ROQUE - BR 101 ......................................................... 37
5.3. PONTE SOBRE O RIO DO SACO - BR 101 .............................................................. 40
5.4. PONTE SOBRE O RIO PEREQUEAÇÚ - BR 101 ...................................................... 44
5.5. PONTE SOBRE O RIO MAMBUCABA - BR 101 ....................................................... 47
5.6. PONTE SOBRE O RIO GRATAÚ – BR-101/RJ ......................................................... 50
6. PROJETO DA PASSARELA PARA PEDESTRES ....................................................... 53
6.1 DESCRITIVO DO PROJETO ESTRUTURAL ............................................................. 54
6.2 PROJETO DE URBANISMO ...................................................................................... 58
6.3 PROJETO DE ILUMINAÇÃO ..................................................................................... 59
6.4 LANÇAMENTO DAS VIGAS E LAJES....................................................................... 60
7. PROJETOS AUXILIARES .............................................................................................. 61
7.1 PONTES ..................................................................................................................... 62
7.2 PASSARELA .............................................................................................................. 62
8. QUADRO DE QUANTIDADES DE SERVIÇO .................................................................. 64
8.1 QUADRO DE QUANTIDADES ................................................................................... 65
8.2. QUADRO DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE SERVIÇOS .......................... 81
8.3 QUADRO RESUMO DE DISTÂNCIA DE TRANSPORTES ...................................... 104
8.4. DIAGRAMA DE LOCALIZAÇÃO DAS FONTES DE MATERIAIS ............................ 106
8.5 INSTALAÇÃO DO CANTEIRO, MOBILIZAÇAO E DESMOBILIZAÇÃO .................. 107
9. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS .................................................. 108
10. PLANO DE EXECUÇAO DA OBRA ........................................................................... 110
10.1 PLANO DE EXECUÇÃO DA PASSARELA.............................................................. 111
10.2 PLANO DE EXECUÇÃO REFORÇO DOS ENCONTROS DAS CINCO PONTES ... 113
10.3 CRONOGRAMA DETALHADO DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS ......................... 116
11. ESPECIFICAÇÕES ................................................................................................... 118
11.1 LISTA DE ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS PREVISTOS NO PROJETO ........... 119
11.2 LISTA DE ESPECIFICAÇÕES PARTICULARES ..................................................... 120
11.3. ESPECIFICAÇÕES PARTICULARES ..................................................................... 120
12. TERMO DE REFERÊNCIA ........................................................................................ 147
13. TERMO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA .......................................................... 169
13.1 EQUIPE TÉCNICA.................................................................................................... 170
13.2 ART .......................................................................................................................... 171
13.3 DECLARAÇÃO......................................................................................................... 182
14. TERMO DE ENCERRAMENTO ................................................................................ 185

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
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2. APRESENTAÇÃO

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
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2. APRESENTAÇÃO

A PACS - Planejamento, Assessoria, Consultoria e Sistemas Ltda. é detentora do contrato


ST-7-0830/13-00, cujo objeto é a elaboração de Projeto Básico e Executivo para Reconstrução de
Passarela para Pedestres e Recuperação de Infraestrutura e Encontros de Obras de Arte
Especiais na rodovia BR-101/RJ, trecho Divisa ES/RJ - Divisa RJ/SP, cujos principais elementos
são:
Tabela 0.1 Localização e a descrição das OAE que são objeto de projeto deste relatório.
Localização - BR-101/RJ
Pontos Descrição da OAE
Km Município
Angra dos Reis
01 478,40 Passarela para Pedestres.
(Bairro Sapinhatuba)
02 503,70 Ponte sobre o Rio do SACO.
03 505,56 Angra dos Reis Ponte sobre o Rio GRATAÚ.
04 529,30 Ponte sobre o Rio MAMBUCABA.
05 551,30 Ponte sobre o Rio SÃO ROQUE.
Paraty
06 570,70 Ponte sobre o Rio PUREQUEAÇU.

Constitui o presente, o “Volume 1 – Relatório do Projeto Executivo e Documentos para


Licitação”, é constituído pelos seguintes volumes:

Volume 1: Relatório do Projeto Executivo e Documentos para a Licitação


O Volume 1 apresenta um informativo do trecho do Projeto Executivo,
Resumo das Soluções Propostas, Estudos realizados, Itens de Projeto
Elaborados, Quadro de Quantidades e Cronograma Físico, Diagrama de
Localização das Fonte de Materiais, Especificações de Serviço, Termos de
Referência, Atestado de Responsabilidade Técnica (ART), Relação dos
Profissionais e Termo de Encerramento.

Volume 2: Projeto Executivo


O Volume 2 apresenta o Projeto Executivo para Obras de Reforço, contendo
desenhos, plantas, perfis e seções transversais e típicas, para fins de
visualização e esclarecimento, da solução estrutural da obra-de-arte.

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
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Volume 3: Memória Justificativa
O volume 3 apresenta a memória descritiva do Projeto Executivo elaborado,
descrevendo de forma ampla e abrangente os estudos realizados e os itens de
projeto executivo elaborados, bem como suas conclusões e recomendações,
sendo detalhados os critérios adotados na elaboração do projeto, os
procedimentos metodológicos empregados para tanto, os cálculos efetuados e
as soluções para a execução das obras.

Anexo 3A: Estudos Geotécnicos


Apresenta sondagens geotécnicas realizadas para coleta de dados para projeto,
também apresenta certificados de ensaios de insumos.

Anexo 3B Memória de Cálculo das Estruturas


Apresenta o cálculo detalhado das estruturas projetadas para alargamento e reforço
da ponte.

Anexo 3E: Meio Ambiente


Apresenta os Aspectos Ambientais observados antes da Execução das Obras e a
Recuperação Ambiental.

Volume 4: Orçamento das Obras


O volume 4 apresenta o custo de todos os serviços e obras necessárias para a
execução do Projeto Executivo a que se refere, Quantidades e Preços,
Composições de Preços Unitários, Especificações dos Serviços e Metodologia.

Rio de Janeiro, 15 de agosto de 2014.

_____________________________________________________________
PACS – Planejamento, Assessoria, Consultoria e Sistemas Ltda.
Rogério Barros de Souza
Conselho de Administração - Diretor
CREA/RJ nº 851056688/D

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
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2.1. MAPA DE SITUAÇÃO

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Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
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3. SITUAÇÃO ATUAL E SOLUÇÕES PROPOSTAS

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
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3. SITUAÇÃO ATUAL E SOLUÇÕES PROPOSTAS

3.1. CARACTERIZAÇÃO DAS OBRAS DE ARTE ESPECIAIS

De acordo com o Termo de Referência do Edital e o Contrato estabelecido entre o DNIT e a Pacs
Engenharia, o objeto da licitação refere-se à elaboração de projetos com a finalidade da
reconstrução de passarela para pedestres e recuperação de infraestrutura dos encontros de OAE
e recuperação de áreas deterioradas da meso e da superestrutura das mesmas que apresentam
problemas de patologia na rodovia BR-101/RJ, trecho Divisa ES/RJ - Divisa RJ/SP, subtrecho 1
Entr. RJ-149 (p/Rio Claro) - Entr. BR-494 (A) (Angra dos Reis) e subtrecho 2 Entr. BR-494(B) -
Entr. BR-459(B) (Paraty).

O segmento vai do km 478,4; km 503,7; km 505,56; km 529,3; km 551,3; km 570,7 localizado no


Litoral Sul do Estado do Rio de Janeiro. A Figura 1.3.1 mostra uma visão geral na imagem de
satélite dos pontos de projeto objetos deste relatório.

Figura 0.1- Vista geral da localização dos pontos de projeto. Observa-se à esquerda a sede do município de Paraty/RJ
e à direita a sede do município de Angra dos Reis/RJ.

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Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
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A rodovia translitorânea BR-101 estende-se de Norte ao Sul do Brasil. Seu ponto inicial está
localizado na cidade de Touros (RN), e o final perto do Arroio Chuí (RS). Atravessando 12 estados
brasileiros.

Existe uma grande variabilidade das condições físicas de trafegabilidade ao longo do seu
percurso. No subtrecho em questão, que vai do município de Angra dos Reis até o município de
Paraty, a rodovia encontra-se em pista simples, porém ora com faixa adicional (terceira faixa)
devido a presença de um terreno bastante acidentado.

A seguir, serão caracterizadas as OAE vistoriadas para levantamento de patologias estruturais


para o embasamento dos projetos.

3.1.1. Passarela para Pedestres, km 478,4 (Bairro Sapinhatuba I, Angra dos Reis/RJ).

• Sinistro com a Passarela Existente

No dia 01 de janeiro de 2011, fortes chuvas causaram a destruição da passarela sobre a BR-
101/RJ na altura do Bairro Sapinhatuba I, Angra dos Reis/RJ. O talude que dava sustentação à
rodovia cedeu levando consigo parte da passarela que existia. Isto contribui, ainda hoje, para a
insegurança dos pedestres e condutores, no local.

Destroços da passarela foram armazenados na Unidade Local de Angra dos Reis.

Na pesquisa de projeto realizada pela PACS, nada foi encontrado que revelasse, com segurança,
as condições do projeto estrutural original.

Do estudo das NBR 9050:2004 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos


urbanos), onde é informado uma inclinação máxima limite, e que a cada 10,0 metros de projeção
deve ser construído um patamar de descanso, e considerando o gabarito a ser atendido de no
mínimo 5,50 metros de altura sobre a rodovia, in loco, concluiu-se parcialmente que as partes da
passarela armazenada não poderiam ser utilizadas para acomodar as rampas, tendo em vista não
atenderem ao especificado nas normas NBR 9050.

• Comentário às observações contidas na “Análise de Projeto nº 015/2013”.

A Fiscalização do contrato solicitou um estudo técnico e comparativo de custos entre a solução de


reconstrução com reaproveitamento da partes da passarela sinistrada e a solução de um projeto
de uma nova passarela.

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Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
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Considerando o curto espaço de tempo entre a expedição de tal análise, 17 de dezembro 2013, e
a data limite de conclusão das atividades a serem incluídas neste relatório, 20 de dezembro de
2013, esta empresa solicitou o prazo de cinco dias úteis, a contar de 07 de janeiro de 2014, para
definir diretamente com a Fiscalização o escopo dos estudos solicitados.

Em reunião realizada na Superintendência Regional do DNIT no Estado do Rio de Janeiro


(SRERJ/DNIT), em 07 de janeiro de 2014, com a presença dos Engº Gabriel de Lucena Stuckert,
Chefe do Serviço de Engenharia SRERJ/DNIT, Engº Alberto Gomes Morais, SRERJ/DNIT, e Engº
Rogério Barros de Souza, Coordenador Geral do Projeto e Representante Legal da Pacs
Engenharia, foi deliberado que, considerando que as estruturas da passarela sinistrada
remanescentes passíveis de reaproveitamento não atendem à NBR 9050:2004, a Pacs
Engenharia elaborará um projeto executivo para a construção de uma nova passarela de
pedestres, sem elevação de custo ao projeto contratado.

3.1.2. Passarela para Pedestres

Figura 0.2 - Detalhe da passarela destruída pelas chuvas de janeiro de 2010

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Figura 0.3- Detalhes das rampas da passarela armazenadas.

3.1.3 Ponte sobre o Rio do Saco

Figura 0.4 - Vista da Ponte sobre o Rio do Saco no km 503,7 BR-101/RJ.

Nesta ponte foi projetado reforço dos encontros conforme Projeto Executivo.

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3.1.4. Ponte sobre o Rio Grataú

Figura 0.5 - Vista da Ponte sobre o Rio Grataú no km 505,56 BR-101/RJ.

Nesta ponte foi projetado reforço dos encontros conforme Projeto Executivo

3.1.5. Ponte sobre o Rio Mambucaba

Figura 0.6 - Vista da Ponte sobre o Rio Mambucaba no km 529,3 BR-101/RJ.

Nesta ponte foi projetado reforço dos encontros conforme Projeto Executivo

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3.1.6. Ponte sobre o Rio São Roque

Figura 0.7 - Vista da Ponte sobre o Rio São Roque no km 551,3 BR-101/RJ.

Nesta ponte foi projetado reforço dos encontros conforme Projeto Executivo

3.1.7. Ponte sobre o Rio Perequeaçu

Figura 0.8 - Vista da Ponte sobre o Rio Perequeaçu no km 570,7 BR-101/RJ.

Nesta ponte foi projetado reforço dos encontros conforme Projeto Executivo.

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4. ESTUDOS REALIZADOS

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Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
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4. ESTUDOS REALIZADOS NA FASE DO PROJETO BÁSICO

4.1 ESTUDOS TOPOGRÁFICOS

Os serviços de campo executados nos Estudos Topográficos tiveram por objetivo o levantamento
planialtimétrico cadastral das OAE e do segmento de rodovia na qual esta se localiza. De modo
geral, buscou-se uma caracterização do relevo existente bem como o cadastro dos principais
elementos interferentes nos acidentes geotécnicos.

Para tais levantamentos utilizou-se como equipamento a estação total com precisão de três casas
decimais. Nos pontos com facilidade de acesso utilizou-se o prisma reflexivo. Já nos os pontos de
difícil acesso foram feitas medições com laser.

Tomou-se como referência os marcos RN (Referência de Nível) homologados pelo IBGE (Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística) descritos em coordenadas UTM. Sabe-se, portanto, que
estes pontos de referência apresentam coordenadas E (este) e N (norte) precisas, descrevendo
coordenadas georreferenciadas.

Foram elaborados os seguintes trabalhos:

a) Locação e nivelamento do eixo de referência da plataforma incluindo a OAE existente -


locação, estaqueamento e nivelamento pelo eixo e pela borda da pista de forma a permitir a
sua perfeita identificação no campo, além de edificações e postes da rede de transmissão
elétrica;

b) Levantamento de todas as partes e dimensões das obra de arte especiais existentes - largura
e comprimento, amarradas ao eixo de referência de projeto e nivelado topograficamente - de
forma a poderem ser desenhadas;

c) Levantamento de seções transversais em cada estaca e seções batimétricas dos rios - foram
levantadas seções batimétricas transversais ao curso d’água (no mínimo três seções
localizadas no sentido do seu curso, à montante e à jusante) -, para permitir a determinação
da declividade do curso d’água nos locais das pontes;

d) Levantamento da cota da máxima cheia de vestígio;

e) Levantamento dos dispositivos de drenagem existentes junto e nas proximidades de cada


OAE - canaleta, sarjeta, descida d’água em degraus, caminho d’água etc;

f) Elementos do terreno natural - pé de talude, crista de talude, acesso local, limites de ruptura e
erosão, limites de vegetação fechada, árvores de grande porte e regiões de matacão.

g) As plantas de topografia estão apresentadas no Nr 2 do Volume 2 - Relatório Básico de


Execução.

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Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
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4.2 ESTUDOS HIDROLOGICOS

4.2.1 Regime Pluviométrico da Região

4.2.1.1 Coleta de Dados

No estudo da região da restauração das cinco pontes, compreendendo o segmento da rodovia


BR-101/RJ entre o km 503,7 e km 570,7, foram obtidos dados do banco Hidroweb da A.N.A.

Esses dados proveem de três postos mais próximos ao segmento em estudo: posto Mangaratiba
(código 2244083), Angra dos Reis (código 2244013) e Parati (código 2344007).

O histórico de chuvas diárias do posto Mangaratiba se apresenta no intervalo entre maio de 1949
e dezembro de 1960, com dados na consistência 1 (dados brutos).

O posto Angra dos Reis tem histórico de chuvas diárias entre janeiro de 1961 e dezembro de 1998,
em nível de consistência 1, mas com falha no intervalo entre fevereiro de 1980 e março de 1982.

O histórico de chuvas diárias do posto Parati tem intervalo entre agosto de 1962 e dezembro de
2005. É o único entre os três postos com dados em nível de consistência 2 (dados consistidos) e
histórico bem mais longo (44 anos) com falha apenas no ano 2000, mas extensão até 2005.

POSTO Precipitação Média Anual Trimestre chuvoso Trimestre seco


janeiro - março junho - agosto
MANGARATIBA 2147,1 mm
892,3 mm 247,7 mm
novembro - janeiro junho - agosto
ANGRA DOS REIS 2042,4 mm
791,0 mm 231,2 mm
dezembro - fevereiro junho - agosto
PARATI 1766,1 mm
681,5 mm 161,5 mm

4.2.1.2 Características do Regime Pluviométrico

As características do regime pluviométrico dos três postos se apresentam nos quadros e gráficos
a seguir.

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16
Posto Mangaratiba
400
342,4
350

300 284,9 279,4


265,1
Precipitações (mm)

250
207,6 217,2
200
156,5
150
120,3 111,8118,7
100 74,3
61,6
50

0
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

OBS: No gráfico acima os meses do trimestre mais chuvoso estão indicados na cor laranja.

Posto Angra dos Reis


300
276,2
262,5
252,3
250 235,2

200
Precipitações (mm)

178,0
164,8
150,1
150
127,4
109,8
100 83,4 83,3
64,4
50

0
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

OBS: No gráfico acima os meses do trimestre mais chuvoso estão indicados na cor laranja.

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
17
Posto Parati
300

248,4
250
221,3 224,4
208,7
200
Precipitações (mm)

174,1
154,9
150
143,6
112,7
100
74,6
51,9 57,3 52,3
50

0
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

OBS: No gráfico acima os meses do trimestre mais chuvoso estão indicados na cor laranja.

4.2.1.3 Chuvas Intensas

ALTURAS DE PRECIPITAÇÃO - Angra dos Reis


560
540
520
500
480
460
440
420
400
380
360
Precipitação (mm)

340
320
300
280
260
240
220
200
180
160
140
120
100
80
60
40
20
0
120
180
240
300
360
420
480
540
600
660
720
780
840
900
960
0

1020
1080
1140
1200
1260
1320
1380
1440
60

Duração (min)

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ALTURAS DE PRECIPITAÇÃO - Parati
560
540
520
500
480
460
440
420
400
380
360
Precipitação (mm)

340
320
300
280
260
240
220
200
180
160
140
120
100
80
60
40
20
0

1020
1080
1140
1200
1260
1320
1380
1440
60
120
180
240
300
360
420
480
540
600
660
720
780
840
900
960
0

Duração (min)

ALTURAS DE PRECIPITAÇÃO - Lídice


280
260
240
220
200
180
Precipitação (mm)

160
140
120
100
80
60
40
20
0
1020
1080
1140
1200
1260
1320
1380
1440
60
120
180
240
300
360
420
480
540
600
660
720
780
840
900
960
0

Duração (min)

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• Estudo Comparativo das Precipitações Intensas dos Postos

Das quatro equações selecionadas apenas o posto Lídice não dispõe de histórico de chuva, por
outro lado o histórico do posto Mangaratiba é pequeno e já bem antigo. Em conclusão, para esse
estudo foram selecionados os postos Parati e Angra dos Reis.

• Posto de Projeto

A equação IDR de Parati apresenta-se com intensidades acima das de Angra dos Reis. Em
conclusão definiu-se o posto de Parati de equação IDR como de Posto de Projeto para as pontes,
a favor da segurança.

4.2.3 Cálculo das Descargas de Projeto

4.2.3.1 Métodos de Cálculo

Para todas as pontes, a descarga de projeto foi calculada para 100 anos usando o Método do
Fluviograma.
Os rios do Saco, Grataú e Mambucaba tiveram suas descargas de projeto calculadas pela
equação do posto de Angra dos Reis.
Os rios São Roque e Perequeaçu tiveram suas descargas calculadas pela equação do posto de
Parati.
Na região há uma só estação fluviométrica, Parati. Os dados gerais dessa estação estão no
quadro a seguir.

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Seu histórico é extenso, desde 1962 a 2005. As quatro maiores vazões foram 175,6 m³/s em
1963; 94,04 m³/s em 1973; 89,68 m³/s em 1992 e 84,73 m³/s em 2005. A vazão média é de 49,77
m³/s. As quatro menores vazões foram 18,16 m³/s em 2000 e em 1999; 18,94 m³/s em 1997 e
20,14 m³/s em 1995.

Aplicando-se o método estatístico Log-Pearson III se obteve para 100 anos de recorrência 164,35
m³/s para toda a área de contribuição (79 km²), valor bem aquém dos demais, 2,08 m³/s por km².
Em anexo se apresenta também o processo de cálculo pelo método Log-Pearson III.

Considerando o porte das cinco bacias aplicou-se o Método do Fluviograma Unitário Sintético do
Soil Conservation Service conforme se apresenta no Manual de Hidrologia Básica para Estruturas
de Drenagem.

4.2.4 Cálculo das Descargas de Projeto nas Pontes

Apresenta-se a seguir todo o processo para estabelecer a descarga de projeto de cada ponte,
começando com o mapa de situação junto com os parâmetros necessários ao estudo e o Cálculo
Hidráulico de cada ponte, para descarga de projeto.

4.2.4.1 Bacia da Ponte Sobre o Rio do Saco

• PONTE DO RIO DO SACO


Método do Fluviograma Sintético do Soil Conservation Service

− Parâmetros e Descarga de Projeto:


Área (km²) = 5,64
Tc (min) = 22,8

− Método do Tempo de Concentração


O tempo de concentração para o cálculo utilizado foi de Kirpich:
Tc = 57*(L³/H)^0,385
Tc = 22,77

− Outros Parâmetros do Fluviograma Unitário


DU = duração de precipitação unitária em min = 3
CN = coeficiente de Mockus (coeficiente de infiltração) = 50
FA = fator de área = 1
Qproj = descarga em m³/s = 164,63
Q/A = descarga por km² = 29,19

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4.2.4.2 Bacia da Ponte Sobre o Rio do Grataú

• PONTE DO RIO GRATAÚ


Método do Fluviograma Sintético do Soil Conservation Service

− Parâmetros e Descarga de Projeto:


Área (km²) = 21,28
Tc (min) = 46,2

− Método do Tempo de Concentração


O tempo de concentração para o cálculo utilizado foi de Kirpich:
Tc = 57*(L³/H)^0,385
Tc = 46,2

− Outros Parâmetros do Fluviograma Unitário


DU = duração de precipitação unitária em min = 5
CN = coeficiente de Mockus (coeficiente de infiltração) = 50
FA = fator de área = 1
Qproj = descarga em m³/s = 427,10
Q/A = descarga por km² = 20,07

4.2.4.3 Bacia da Ponte Sobre o Rio do São Roque

• PONTE DO RIO SÃO ROQUE


Método do Fluviograma Sintético do Soil Conservation Service

− Parâmetros e Descarga de Projeto:


Área (km²) = 14,69
Tc (min) = 32,2

− Método do Tempo de Concentração


O tempo de concentração para o cálculo utilizado foi de Kirpich:
Tc = 57*(L³/H)^0,385
Tc = 32,2

− Outros Parâmetros do Fluviograma Unitário


DU = duração de precipitação unitária em min = 3,75
CN = coeficiente de Mockus (coeficiente de infiltração) = 50
FA = fator de área = 1
Qproj = descarga em m³/s = 532,69
Q/A = descarga por km² = 36,26

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4.2.4.4 Bacia da Ponte Sobre o Mambucaba

• PONTE DO RIO MAMBUCABA


Método do Fluviograma Sintético do Soil Conservation Service

− Parâmetros e Descarga de Projeto:


Área (km²) = 712,40
Tc (min) = 430,3

− Método do Tempo de Concentração


O tempo de concentração para o cálculo utilizado foi de Kirpich:
Tc = 57*(L³/H)^0,385
Tc = 430,3

− Outros Parâmetros do Fluviograma Unitário


DU = duração de precipitação unitária em min = 57
CN = coeficiente de Mockus (coeficiente de infiltração) = 50
FA = fator de área = 0,86
Qproj = descarga em m³/s = 3780,18
Q/A = descarga por km² = 5,31

4.2.4.5 Bacia da Ponte Sobre o Perequeaçu

• PONTE DO RIO PEREQUEAÇU


Método do Fluviograma Sintético do Soil Conservation Service

− Parâmetros e Descarga de Projeto:


Área (km²) = 108,97
Tc (min) = 144,5

− Método do Tempo de Concentração


O tempo de concentração para o cálculo utilizado foi de Kirpich:
Tc = 57*(L³/H)^0,385
Tc = 144,5

− Outros Parâmetros do Fluviograma Unitário


DU = duração de precipitação unitária em min = 19
CN = coeficiente de Mockus (coeficiente de infiltração) = 50
FA = fator de área = 0,94
Qproj = descarga em m³/s = 1459,53
Q/A = descarga por km² = 13,39

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4.2.5 Cálculo Hidráulico das Pontes

As planilhas a seguir apresentam as descargas de projeto (QProj.), o gradiente hidráulico e o


coeficiente de rugosidade.

H é o tirante hidráulico, A é a área molhada e P é o perímetro molhado, correspondentes a H,


além do raio hidráulico e demais parâmetros de cálculo.

Vh e Qh são respectivamente velocidade média e a vazão correspondente ao valor de H.

CÁLCULO HIDRÁULICO DA PONTE: Rio do Saco Qproj.(m³/s): 164,63

Gradiente hídráulico: 0,280 % Coeficiente de rugosidade: 0,040

H(m) A(m²) P(m) R= A/P (m) R^(2/3) Vh(m/s) Qh(m³/s)


1,00 13,35 9,31 1,43 1,27 1,68 22,46
2,00 22,65 16,45 1,38 1,24 1,64 37,08
3,00 45,49 35,65 1,28 1,18 1,56 70,80
4,00 80,46 39,41 2,04 1,61 2,13 171,30
5,00 117,46 42,32 2,78 1,97 2,61 306,88
6,00 155,35 44,56 3,49 2,30 3,04 472,51
7,00 194,12 46,97 4,13 2,58 3,41 661,34

Tirante de Projeto: 3,93 m Velocidade de Projeto: 2,11 m/s

A cota do fundo do Rio do Saco é (-1,148), e o NA normal é (- 0,15). O Gradiente Hidráulico foi
calculado a partir da cota de fundo (- 1,148).

Somando-se 3,93 a cota de fundo tem-se a cota da máxima cheia para TR=100 anos de (+2,782).

A seguir apresentamos o desenho da batimetria e curva chave do rio que esclarece os dados do
projeto e prova que a capacidade hidráulica da sessão consequentemente da ponte, é suficiente.

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CÁLCULO HIDRÁULICO DA PONTE: Rio Grataú Qproj.(m³/s): 427,10

Gradiente hídráulico: 0,445 % Coeficiente de rugosidade: 0,045

H(m) A(m²) P(m) R= A/P (m) R^(2/3) Vh(m/s) Qh(m³/s)


1,00 8,09 14,83 0,55 0,67 0,99 8,01
2,00 40,00 46,67 0,86 0,90 1,34 53,50
3,00 98,54 67,39 1,46 1,29 1,91 188,19
4,00 171,47 77,58 2,21 1,70 2,52 431,30
5,00 249,93 81,61 3,06 2,11 3,13 781,33
6,00 331,84 85,84 3,87 2,46 3,65 1211,68
7,00 419,60 95,78 4,38 2,68 3,97 1665,37
8,00 520,84 123,62 4,21 2,61 3,87 2014,11

Tirante de Projeto: 3,98 m Velocidade de Projeto: 2,51 m/s

A cota do fundo do Rio Grataú é de (1,14) e o NA normal é de (2,340). O Gradiente


Hidráulico foi calculado a partir da cota de fundo (1,40).

Somando-se (3,98m) a cota de fundo (1,140) tem-se a cota de máxima cheia para TR-100
anos de (5,120m).

A seguir apresentamos o desenho da batimetria e curva chave do rio que esclarece os


dados do projeto e prova que a capacidade hidráulica da sessão consequentemente da
ponte, é suficiente.

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CÁLCULO HIDRÁULICO DA PONTE: Rio São Roque Qproj.(m³/s): 532,69

Gradiente Hidráulico: 0,490 % Coeficiente de rugosidade: 0,045

H(m) A(m²) P(m) R= A/P (m) R^(2/3) Vh(m/s) Qh(m³/s)


1,00 20,13 28,60 0,70 0,79 1,23 24,78
2,00 58,34 47,03 1,24 1,15 1,80 104,77
3,00 113,89 62,98 1,81 1,48 2,31 262,96
4,00 177,65 74,06 2,40 1,79 2,79 495,19
5,00 257,09 94,23 2,73 1,95 3,04 780,85
6,00 346,53 107,36 3,23 2,18 3,40 1177,31

Tirante de Projeto: 4,13 m Velocidade de Projeto: 2,83 m/s

A cota do fundo do Rio São Roque é (0,840) e o NA normal é (1,30). O Gradiente Hidráulico
foi calculado a partir da cota de fundo (0,84).
Somando-se (4,13) a cota de fundo (0,84) tem-se a cota de máxima cheia para TR=100
anos de (4,970m).

A seguir apresentamos o desenho da batimetria e curva chave do rio que esclarece os


dados do projeto e prova que a capacidade hidráulica da sessão consequentemente da
ponte, é suficiente.

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para
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CÁLCULO HIDRÁULICO DA PONTE: Rio Mambucaba Qproj.(m³/s): 3780,18
H(m) A(m²) P(m) R= A/P (m) R^(2/3)
Gradiente hídráulico: 0,150 % Coeficiente de rugosidade:
0,030

H(m) A(m²) P(m) R= A/P (m) R^(2/3) Vh(m/s) Qh(m³/s)


1,00 29,94 48,26 0,62 0,73 0,94 28,12
2,00 86,95 62,99 1,38 1,24 1,60 139,16
3,00 151,87 67,90 2,24 1,71 2,21 335,32
4,00 221,19 72,50 3,05 2,10 2,72 600,68
5,00 294,34 76,74 3,84 2,45 3,16 931,09
6,00 371,21 80,97 4,58 2,76 3,56 1322,54
7,00 451,81 85,21 5,30 3,04 3,93 1773,61
8,00 536,28 89,95 5,96 3,29 4,24 2276,37
9,00 629,58 110,72 5,69 3,19 4,11 2589,36
10,00 737,07 113,67 6,48 3,48 4,49 3308,83
11,00 846,80 117,57 7,20 3,73 4,81 4077,19
12,00 960,36 122,03 7,87 3,96 5,11 4905,35
13,00 1077,88 126,48 8,52 4,17 5,39 5805,78

Tirante de Projeto: 10,61 m Velocidade de Projeto: 4,70 m/s

A cota do fundo do Rio Mambucada é de (-7,819) e o NA normal é de (0,537). O Gradiente


Hidráulico foi calculado a partir da cota de fundo (-7,819). Somando-se (10,61) a cota de
fundo (-7,819) tem-se a cota de máxima cheia para TR=100 anos de (2,791).

A seguir apresentamos o desenho da batimetria e curva chave do rio que esclarece os


dados do projeto e prova que a capacidade hidráulica da sessão consequentemente da
ponte, é suficiente.

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CÁLCULO HIDRÁULICO DA PONTE: Perequeaçu Qproj.(m³/s): 1459,53

Gradiente hídráulico: 0,760 % Coeficiente de rugosidade: 0,045

H(m) A(m²) P(m) R= A/P (m) R^(2/3) Vh(m/s) Qh(m³/s)


1,00 43,90 29,82 1,47 1,29 2,51 110,06
2,00 71,85 33,70 2,13 1,66 3,21 230,58
3,00 104,59 39,98 2,62 1,90 3,68 384,69
4,00 144,84 47,91 3,02 2,09 4,05 586,67
5,00 190,79 54,81 3,48 2,30 4,45 848,95
6,00 243,60 60,93 4,00 2,52 4,88 1188,78
7,00 300,54 67,10 4,48 2,72 5,26 1582,04

Tirante de Projeto: 6,69 m Velocidade de Projeto: 5,16 m/s

A cota do fundo do Rio Perequeaçu é de (-2,865) e o NA normal é (0,75). O Gradiente


Hidráulico foi calculado a partir da cota de fundo (-2,865).
Somando-se (6,69) a cota de fundo (-2,865) tem-se a cota de máxima cheia para TR=100
anos de (3,825).

A seguir apresentamos o desenho da batimetria e curva chave do rio que esclarece os


dados do projeto e prova que a capacidade hidráulica da sessão consequentemente da
ponte, é suficiente.

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4.3 ESTUDOS GEOTÉCNICOS

4.3.1. Sondagens realizadas junto aos encontros

A caracterização do terreno junto aos encontros foi feita com base nos resultados de duas
sondagens á percussão (uma por encontro), cujos resultados são apresentados no Volume 3A.

4.3.1.1 Rio Grataú

As sondagens foram executadas próximo aos encontros, no nível da plataforma, cuja elevação é ∼ 9,5 m.

Na zona das contenções das contenções, tem-se:

• Furo SP-01: argila arenosa com pedregulhos, consistência muito mole (aterro).
• Furo SP-02: areia fina e média argilosa, pouco siltosa, fofa a pouco compacta (aterro)

4.3.1.2 Rio Mambucaba

As sondagens foram realizadas antes da execução dos aterros de acesso à ponte.


Na zona de contenção da cortina, tem-se, predominantemente, areia silto-argilosa fofa a pouco
compacta (sedimento aluvionar). As figuras a seguir indicam as seções representativas de cada
encontro.

4.3.1.3 Rio Perequeaçu

As sondagens foram realizadas antes da execução dos aterros de acesso à ponte.

Na zona de contenção das contenções, tem-se, preponderantemente , areia silto-argilosa fofa a


pouco compacta (sedimento aluvionar). As figuras a seguir indicam as seções representativas de
cada um dos encontros.

4.3.1.4 Rio do Saco

As sondagens foram executadas próximo aos encontros, no nível da plataforma, cuja elevação é ∼ 6,0 m.

Até 4 m de profundidade foi identificada a presença de aterro, constituição variada: areia fina e média
siltosa, fofa, sobre argila arenosa mole a muito mole;

Abaixo de 4 m, foram identificadas camadas argilosas (sedimento aluvionar), consistência mole a


muito mole, sobrejacentes a solo residual (silte arenoso / areia siltosa).

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4.3.1.5 Rio São Roque

As sondagens foram realizadas antes da execução dos aterros de acesso à ponte.

Na zona de contenção das contenções, tem-se, abaixo dos aterros, solo aluvionar
redominantemente granular (areia/silte arenoso, fofo a pouco compacto).

4.3.2 Materiais de Construção (Pedreira e Areal)

Os materiais abaixo especificados são para o uso de concreto estrutural, estando dentro dos padrões
estabelecidos pela NBR 7211/2009 – Especificações de Agregados para Concreto.

• Pedreira

A Pedreira a ser utilizada no trecho é de propriedade da VALLE SUL Construtora e Minerado


Ltda., no km 4 localizada na RJ-155(SN) à 5 km do km 495,2 da Rodovia BR-101/RJ.

Esta Pedreira tem Licença de Operação LO Nº IN023883 do INEA e realiza atividades de


extração e britagens de rocha (Gnaisse) com produção de 30.000 t/mês em área de 49,2 ha.

• Areal

O Areal a ser utilizada no trecho é de propriedade da VALLE SUL Terraplenagem Ltda., no km 2,7
localizada na RJ-155(SN) à 3 km do km 495,2 da Rodovia BR-101/RJ.

Na Ficha de Ensaio referente ao Areal observa-se que o “Teor de Matéria Orgânica >300ppm” desta
forma durante a execução das Obras será necessária a Verificação Técnica através de ensaio de
resistência a compressão do concreto a ser utilizado. Tal ensaio deverá ser efetuado, pela
construtora, através de corpo de prova e se necessário o ajuste do traço do mesmo para atender a
resistência a compressão especificado no projeto estrutural.

No Volume 3 – Anexo 3A (Estudos Geotécnicos) estão apresentados os croquis de localização da


Pedreira e do Areal com respectivos ensaios

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5. PROJETO DE RECUPERAÇÃO DAS PONTES

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5. PROJETO DE RECUPERAÇÃO DAS PONTES

5.1. CRITÉRIOS DE PROJETO E PROPRIEDADES DOS MATERIAIS

Concreto

Classe de agressividade ambiental: IV;


Concreto classe C30 (fck ≥ 30 MPa), relação água/cimento ≤ 0,45;
Massa específica = 2,50 tf/m³;
Cobrimento ≥ 4,5 cm
Coeficiente de Poisson = 0,20;
Coeficiente de dilatação térmica α=10-5/ºC
f 2

 ct,m = 0,3 fck 3 = 2,90MPa 
Resistência do Concreto à tração  fctk ,inf = 0,7fct,m = 2,03MPa 
 
 fctk ,sup = 1,30 fct,m = 3,77MPa 
 

Aço

Aço CA-50 com Patamar de Escoamento: fy ≥ 500 MPa (NBR 7480:1996)


Módulo de Elasticidade = 210 GPa

5.2. PONTE SOBRE O RIO SÃO ROQUE - BR 101

Neste item é apresentado o dimensionamento estrutural das contenções projetadas para os


encontros das pontes sobre o rio São Roque.

As contenções compreendem cortinas ancoradas apoiadas sobre estacas tipo raiz justapostas.

5.2.1. Contenções Laterais

Foi selecionada a configuração do Encontro 1, lado L1, por configurar-se o pior caso dentre os dois
encontros. A figura 20 indica a situação do Encontro 1 e as posições das contenções. Na figura 21
apresenta-se uma seção típica da solução e na figura 22 a vista lateral do lado L1.

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Figura 20 - Rio São Roque - Encontro 1 - Planta

Figura 21 - Rio São Roque - Seção típica das contenções nos encontros

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Figura 22 - Rio São Roque - Vista lateral do Lado L1 - Encontro 1

5.2.2. Contenção Transversal

A figura 23 indica a situação do Encontro 1 e as posições das contenções. Na figura 24 apresenta-se


uma vista frontal do muro atirantado entre os lados L1 e L2.

Figura 23 - Rio São Roque - Encontro 1 - Planta

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Figura 24 - Rio São Roque - Vista frontal do muro atirantado entre lados L1 e L2

5.3. PONTE SOBRE O RIO DO SACO - BR 101

Neste item é apresentado o dimensionamento estrutural das contenções projetadas para os


encontros das pontes sobre o rio do Saco.
As contenções compreendem cortinas ancoradas apoiadas sobre estacas tipo raiz justapostas.

5.3.1. Contenções Laterais

Foi selecionada a configuração do Encontro 2, lado L3, por configurar-se o pior caso dentre os dois
encontros. A figura 15 indica a situação do Encontro 2 e as posições das contenções. Na figura 16
apresenta-se uma seção típica da solução e na figura 17 a vista lateral do lado L3.

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Figura 15 - Rio do Saco - Encontro 2 - Planta

Figura 16 - Rio do Saco - Seção típica das contenções nos encontros

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Figura 17 - Rio do Saco - Vista lateral do Lado L3 - Encontro 2

5.3.2. Contenção Transversal

A figura 18 indica a situação do Encontro 2 e as posições das contenções. Na figura 19 apresenta-se


uma vista frontal do muro atirantado entre os lados L3 e L4.

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Figura 18 - Rio do Saco - Encontro 2 - Planta

Figura 19 - Rio do Saco - Vista frontal do muro atirantado entre lados L3 e L4

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5.4. PONTE SOBRE O RIO PEREQUEAÇÚ - BR 101

Neste item é apresentado o dimensionamento estrutural das contenções projetadas para os


encontros das pontes sobre o rio Perequeaçú.

As contenções compreendem cortinas ancoradas apoiadas sobre estacas tipo raiz justapostas.

5.4.1. Contenções Laterais

Foi selecionada a configuração do Encontro 1, lado L1, por configurar-se o pior caso dentre os dois
encontros. A figura 10 indica a situação do Encontro 1 e as posições das contenções. Na figura 11
apresenta-se uma seção típica da solução e na figura 12 a vista lateral do lado L1.

Figura 10 - Rio Perequeaçú - Encontro 1 - Planta

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Figura 11 - Rio Perequeaçú - Seção típica das contenções nos encontros

Figura 12 - Rio Perequeaçú - Vista lateral do Lado L1 - Encontro 1

5.4.2. Contenção Transversal

A figura 13 indica a situação do Encontro 2 e as posições das contenções. Na figura 14 apresenta-se


uma vista frontal do muro atirantado entre os lados L1 e L4.

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Figura 13 - Rio Perequeaçú - Encontro 1 - Planta

Figura 14 - Rio Perequeaçú - Vista frontal do muro atirantado entre lados L1 e L2

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5.5. PONTE SOBRE O RIO MAMBUCABA - BR 101

Neste item é apresentado o dimensionamento estrutural das contenções projetadas para os


encontros das pontes sobre o rio Mambucaba.
As contenções compreendem cortinas ancoradas apoiadas sobre estacas tipo raiz justapostas.

5.5.1. Contenções Laterais

Foi selecionada a configuração do Encontro 2, lado L3, por configurar-se o pior caso dentre os dois
encontros. A figura 5 indica a situação do Encontro 2 e as posições das contenções. Na figura 6
apresenta-se uma seção típica da solução e na figura 7 a vista lateral do lado L3.

Figura 5 - Rio Mambucaba - Encontro 2 - Planta

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Figura 6 - Rio Mambucaba - Seção típica das contenções nos encontros

Figura 7 - Rio Mambucaba - Vista lateral do Lado L3 - Encontro 2

5.5.2. Contenção Transversal

A figura 8 indica a situação do Encontro 2 e as posições das contenções. Na figura 9 apresenta-se


uma vista frontal do muro atirantado entre os lados L3 e L4.

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Figura 8 - Rio Mambucaba - Encontro 2 - Planta

Figura 9 - Rio Mambucaba - Vista frontal do muro atirantado entre lados L3 e L4

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5.6. PONTE SOBRE O RIO GRATAÚ – BR-101/RJ

Neste item é apresentado o dimensionamento estrutural das contenções projetadas para os


encontros das pontes sobre o rio Grataú.

As contenções compreendem cortinas ancoradas apoiadas sobre estacas tipo raiz justapostas.

5.6.1. Contenções Laterais

Foi selecionada a configuração do Encontro 2, lado L3, por configurar-se o pior caso dentre os dois
encontros. A figura 1 indica a situação do Encontro 2 e as posições das contenções. Na figura 2
apresenta-se uma seção típica da solução e na figura 3 a vista lateral do lado L3.

Figura 1 - Rio Grataú - Encontro 2 - Planta

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Figura 2 - Rio Grataú - Seção típica das contenções nos encontros

5.6.2. Contenção Transversal

A figura 3 indica a situação do Encontro 1 e as posições das contenções. Na figura 4 apresenta-se


uma vista frontal do muro atirantado entre os lados L1 e L2.

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Figura 3 - Rio Grataú - Encontro 1 - Planta

Figura 4 - Rio Grataú - Vista frontal do muro atirantado entre lados L1 e L2

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6. PROJETO DA PASSARELA PARA PEDESTRES

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6. PROJETO DA PASSARELA PARA PEDESTRE

Dos estudos realizados pela equipe de projeto, concluiu-se que a nova passarela deverá ter sua
estrutura em concreto armado, fundações de estaca raiz e bloco de coroamento para a elevação dos
pilares. O projeto da nova passarela está apresentado no Volume 2 - Projeto de Execução.

6.1 DESCRITIVO DO PROJETO ESTRUTURAL

6.1.1 Objetivo

O presente estudo visa apresentaram um descrito sucinto do Projeto desenvolvido para a passarela,
localizada no km 478,4 da Rodovia BR-101/RJ, trecho "divisa ES/RJ - divisa RJ/SP", subtrecho entre
BR-149 – ENTR. BR-494 (Bairro Sapinhatuba).

A superestrutura será pré-moldada, sendo a travessia em concreto protendido e as rampas de


acesso constituídas de elementos pré-moldados de C.A. As peças das rampas terão comprimento de
até 13m e largura de 2,3m.

A meso estrutura (pilares, blocos e encontros) será moldada no local em C.A.


A infraestrutura será em fundação profunda.

Nos trechos iniciais das rampas, existem muros de arrimo de concreto armado, com alas inclinadas,
com a função de conter os aterros que constituem os inicio das rampas

6.1.2 Memória de Cálculo

A memória de Cálculo do Projeto Estrutural da passarela é apresentado no Volume – Anexo 3B,


seguindo orientação das normas para apresentação de projeto do DNIT.

A sequência do calculo apresentado seguiu a itemização abaixo:

• Critérios de cálculo
• Cargas Atuantes
• Cálculo da Travessia
• Cálculo das Rampas
• Cálculo dos Pilares
• Cálculo dos blocos de fundação
• Cálculo das travessas
• Cálculo dos aparelhos de apoio
• Cálculo dos muros de Arrimo
• Cálculo das Estacas

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6.1.3 Esquema
• Vista Superior

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• Elevação

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• Seção Transversal da Travessia

• Seção Transversal da Rampa

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6.2 PROJETO DE URBANISMO

O projeto de urbanização compreende apenas o espaço limite de acesso à passarela e ao abrigo da


parada de ônibus nos dois lados da rodovia, dessa forma apresenta o tratamento da área com
calçadas em concreto e jardins com cobertura vegetal tipo grama em placa e a baia de
estacionamento de ônibus às margens da rodovia com pavimento em blocos de concreto
intertravados assentados dobre camada de areia de 4cm e base de solo brita a 25% de brita
graduada. A área total de abrangência da proposta é de 528,69 m².

• Projeto da baia de ônibus

• Projeto da calçada

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6.3 PROJETO DE ILUMINAÇÃO

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6.4 LANÇAMENTO DAS VIGAS E LAJES

Para que a construtora vencedora da licitação possa elaborar seu plano de Rigging é necessário
especificar a carga para qual os guindastes e a carreta deverão ser dimensionados.

O transporte das Rampas pré-moldadas, deverá ser efetuada por carreta especial capaz de carregar
até 26t de carga e esta deverá ser alugada com operador por 04 (quatro) dias.

Os guindastes para Montagem das Rampas de acesso terão que ter a capacidade de 70t e deverão
ser alugados em número de 02 (dois) para montagem das Rampas de acesso à passarela principal,
em 04 (quatro) dias, devendo as mesmas serem executadas e transportadas.

O guindaste para Montagem das Travessia terá que ter a capacidade de 130t podendo ser devera
ser alugado em número de 1(um) para montagem da travessia, em um dia, devendo a mesma ser
executada ao lado do local onde será implantada.

A mão de obra necessária ao serviço deverá ser: 1 encarregado durante um dia de 10 horas, um
pedreiro durante 1 dia de 10 horas e 2 serventes durante 1 dia de 10 horas.

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7. PROJETOS AUXILIARES

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7. PROJETOS AUXILIARES

7.1 PONTES

7.1.1 Pavimentação

Não foi elaborado projeto para esse serviço por se tratar de recuperação apenas dos encontros e
patologias das pontes não tendo afetado o tabuleiro.

7.1.2 Drenagem

Não foi elaborado projeto para esse serviço, pois continuarão sendo utilizados os dispositivos
existentes da drenagem, indicados nos desenhos de Estudos Topográficos Cadastral apresentados
no Volume 2.

7.1.3 Obras Complementares

Não foi elaborado projeto para esse serviço por se tratar de recuperação apenas dos encontros e
patologias das pontes não tendo afetado o tabuleiro. Porem a sinalização de Obras apresentada no
Volume 2 foi computada dentro do preço do Canteiro de Obras.

7.1.4 Terraplenagem

Não foi elaborado Projeto de Terraplenagem por se tratar somente do restante da escavação manual
(cerca de 17,5m³ por Ponte) e material de destocamento e limpeza. Todo o material de 1ª Cat. Será
depositado em área junto ao canteiro de obra no Km 529,90 da Br-101/RJ e recoberto com o material
de desmatamento dos aterros nos encontros das Pontes.

7.2 PASSARELA

7.2.1. Pavimentação

Não foi elaborado projeto para esse serviço por se tratar de passarela a ser implantada na calçada.
Embora exista baia de ônibus esta também foi implantada no local de antiga calçada.

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7.1.2. Drenagem

Foi elaborado projeto para esse serviço, apresentados no Volume 2, constando da inclusão de meio
fio tipo MFC-05 entre a nova calçada e a baia de Ônibus projetada, a remoção do tento do meio-fio
existente e a conservação do sistema de drenagem existente. No sentido Rio de Janeiro existe uma
caixa de ralo com boca de lobo que deverá ser desobstruída e 3 tampas de concreto removidas para
dar lugar a baia de ônibus, conforme foto a seguir:

7.1.3. Sinalização e Obras Complementares

Foi elaborado projeto para o serviço de Sinalização de Obras apresentado no Volume 2,


contemplando, sinalização horizontal, com faixa no local das baias de ônibus e remoção de pintura
da faixa para a travessia de pedestre.

A sinalização Vertical contempla a indicação de passarela com altura limite de 6,0m.

Verificou-se que não era necessária a implantação de defensa metálica pois os pilares, postes e
demais obstáculos fixos estão afastados da rodovia, pelo menos 2,0m (a largura da calçada). A
colocação de alambrados, não é adequada por se tratar de local com ponto de ônibus dos dois lados.

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8. QUADRO DE QUANTIDADES DE SERVIÇO

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8. QUADRO DE QUANTIDADES DE SERVIÇO

8.1 QUADRO DE QUANTIDADES

DMT
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANTIDADE
(Km )

1.1 PASSARELA PARA PEDESTRES

FUNDAÇÕES

2 S 03 000 02 Es cavação m anual de m at. de 1ª categoria DNIT 106/2009-ES m³ 219,68

1 A 00 002 00 Trans porte local c/ bac. 5m ³ rodov. pav. 51,5 t x km 5125,28

2 S 03 940 01 Reaterro e com pactação DNIT 108/2009-ES m³ 126,70

Execução de es taca raiz diam etro de 40cm incluindo furação em s olo, injeção
PACS 01 DNIT 121/2009-ES m 761,70
de argam as s a de cim ento areia, arm adura e m ontagem

2 S 03 370 00 Form as com uns de m adeira DNIT 120/2009-ES m2 300,99

2 S 03 580 02 Fornecim ento, dobragem e colocação de arm adura CA-50 DNIT 118/2009-ES kg 7266,00
3
2 S 03 329 50 Concr.es tr.fck=25MPa-c.raz.c/adit.conf.lanc.AC/BC DNIT 117/2009-ES m 87,16

2 S 03 510 00 Aparelho de apoio em neoprene fretado - forn.e aplicação DNIT 091/2006 - ES kg 10,23

2 S 03 300 51 Confecção e lançam ento de concreto m agro em betoneira AC/BC DNIT 117/2009-ES m3 5,82

SUBTOTAL

MESOESTRUTURA

2 S 03 371 01 Form a de placa com pens ada res inada DNIT 120/2009-ES m2 246,28

2 S 03 580 02 Fornecim ento, dobragem e colocação de arm adura CA-50 DNIT 118/2009-ES kg 6075,00

PACS 02 Cim bram ento m etálico DNER-PRO 207/94 m ³/m ês 384,00


3
PACS 03 Concreto es trt.Fck=35 Mpa bom beado DNIT 117/2009-ES m 49,30

SUBTOTAL

Observação: Data base: Novembro/2016


RODOV IA : B R-101/RJ
PASSARELA DE PEDESTRES
TRECHO: Div. ES/RJ - Div. RJ/SP
SUB TRECHO: Entr. RJ-149 (p/ Rio Claro ) – Entr. B R-494 (A ) (A ngra do s Reis)
DEMONSTRATIVO DE ORÇAMENTO
SEGM ENTO: Km 505,56

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e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

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DMT
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANTIDADE
(Km )

SUPERESTRUTURA

2 S 03 990 08 Confecção e colocação cabo 12 cordoalhas D=12,7m m DNIT 119/2009-ES kg 1404,00

2 S 03 999 08 Protensão e injeção cabo 12 cordoalhas D=12,7mm NBR 6118/2014-18.6 unid 6,00

2 S 03 580 02 Fornecim ento, dobragem e colocação de arm adura CA-50 DNIT 118/2009-ES kg 15208,00
3
2 S 03 329 53 Concreto estrt.Fck=35 Mpa - c.raz c/adit. confecção e lançam ento DNIT 117/2009-ES m 431,35

2 S 03 371 01 Form a de placa compensada resinada DNIT 120/2009-ES m2 827,55

2 S 03 510 00 Aparelho de apoio em neoprene fretado - forn.e aplicação DNIT 091/2006 - ES kg 150,00
2
PACS 04 Contrapiso desem penado em Argam assa (esp. = 5 cm) cim ento-areia 1:3 m 352,00
Transporte de ram pa pré-m oldada de concreto, C ≤ 13,03m ; p=26t do
PACS 05 51,74 unid 13,00
canteiro de obras ao local de im plantação.
Lançamento e m ontagem de rampa pré-m oldada de concreto C ≤ 13,03m;
PACS 06 51,74 unid 13,00
p=26t
PACS 07 Lançamento e m ontagem de travessia de concreto C=27m ; p=48,5t. 51,74 unid 1,00
SUBTOTAL
DIVERSOS
PACS 08 Dreno de PVC D= 100 mm DNER ES OA 36/96 m 4,80
PACS 09 Guarda corpo de aço galvanizado Ø1.1/2" , inclusive pintura EP 04/2014 m 440,80

SUBTOTAL

DEMOLIÇÃO E REMOÇÃO DA PASSARELA EXISTENTE

5 S 04 999 08 Demolição de dispositivos de concreto armado DNIT 081/2006 - ES m3 13,91

1 A 00 002 00 Transporte local c/basc. 5m³ rodovia pavim . 51,5 txkm 1719,00

2 S 04 000 00 Escavação m anual em m aterial de 1a cat DNIT 106/2009-ES m3 14,44

Observação: Data base: Novembro/2016


RODOVIA: B R-101/RJ
PASSARELA DE PEDESTRES
TRECHO: Div. ES/RJ - Div. RJ/SP
SUBTRECHO: Entr. RJ-149 (p/ Rio Claro ) – Entr. B R-494 (A ) (A ngra do s Reis)
DEMONSTRATIVO DE ORÇAMENTO
SEGM ENTO: Km 505,56

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s
Contrato: ST-7-0830/13-00
e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

66
DMT
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANTIDADE
(Km )

PACS 10 Desm ontagem de pilar metálico EP-05/06 m 11,70

PACS 11 Desm ontagem de viga m etálica EP-05/06 m 135,25

5 S 09 002 90 Transporte com ercial com carroceria - rodovia pavimentada 51,50 txkm 340,00

PACS 12 Dem olição de alvenaria m³ 2,84

5 S 04 999 07 Dem olição de dispositivos de concreto sim ples m³ 17,03

1 A 00 002 00 Transporte local c/basc. 5m ³ rodovia pavim . 51,5 txkm 10741,50

SUBTOTAL

URBANIZAÇÃO

PACS 13 Demolição abrigo de ônibus (alvenaria, estrutura de madeira e telhas) EP - 07 unid. 1,00

PACS 14 Execução de Calçada de concreto fck=25 Mpa, esp= 5 cm EP - 01/2014 m2 257,52


2
2 S 05 100 00 Enleivamento DNIT 102/2009-ES m 99,18
2
2 S 02 700 51 Execução pavim . c/ peças pré-moldadas concr. DNER 327/1997 - ES m 170,28
3
2 S 04 000 00 Escavação m anual em material de 1a cat DNIT 106/2009-ES m 34,05

5 S 02 220 50 Base estabilizada granulométricam ente (solo/brita) DNIT 141/2010-ES m3 25,54

SUBTOTAL

ILUMINAÇÃO

Fornecim ento e instalação de poste de concreto com H=15m inclusive


PACS 15 EP - 08 unid. 4,00
luminaria, lampada, caixa e cabo para aterramento para Ilum inação pública

PACS 16 Cabo PP cobre flexível 1kV - 3#6m m² EP - 08 m 100,00

SUBTOTAL

Observação: Data base: Novembro/2016


RODOVIA : B R-101/RJ
PASSARELA DE PEDESTRES
TRECHO: Div. ES/RJ - Div. RJ/SP
SUB TRECHO: Entr. RJ-149 (p/ Rio Claro ) – Entr. B R-494 (A ) (A ngra do s Reis)
DEMONSTRATIVO DE ORÇAMENTO
SEGM ENTO: Km 505,56

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s
Contrato: ST-7-0830/13-00
e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

67
DMT
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANTIDADE
(Km )

DRENAGEM
2 S 04 910 55 Meio fio de concreto - MFC 05 DNIT 020/2006 - ES m 81,08
5 S 02 909 00 Arrancam ento e rem oção de m eio fio m³ 2,02

5 S 04 999 08 Demolição de dispositivos de concreto armado DNIT 027/2004 - ES m³ 0,30

SUBTOTAL

SINALIZAÇÃO

PACS 17 Remoção de pintura (pintura de faixa - tinta preta) m² 65,76

4 S 06 200 02 Colocação de placa de sinalização de advertência m ²' 3,56

PACS 20 Placa de sinalização sem suporte m² 1,28

4 S 06 100 21 Pintura de faixa, tinta base acrílica para 2 anos m² 4,19

SUBTOTAL

TOTAL PASSARELA

Observação: Data base: Novembro/2016


RODOVIA: B R-101/RJ
PASSARELA DE PEDESTRES
TRECHO: Div. ES/RJ - Div. RJ/SP
SUBTRECHO: Entr. RJ-149 (p/ Rio Claro ) – Entr. B R-494 (A ) (A ngra do s Reis)
DEMONSTRATIVO DE ORÇAMENTO
SEGM ENTO: Km 505,56

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s
Contrato: ST-7-0830/13-00
e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

68
DMT
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANTIDADE
(Km )

RECUPERAÇÃO DA ESTRUTURA E DOS ENCONTROS DAS


1.2
PONTES (PONTE SOBRE O RIO GRATAÚ)
TERRAPLENAGEM

5 S 01 000 00 Desmatamento e limpeza DNIT 104/2009-ES m2 600,00


3
2 S 04 000 00 Escavação manual material 1 categoria DNIT 106/2009-ES m 236,00
3
2 S 03 940 01 Reaterro e compactação manual DNIT 108/2009-ES m 128,40

1 A 00 002 00 Transporte local c/bas c. 5m³ rodovia pavim. 24,34 txkm 5354,80

SUBTOTAL

DIVERSOS

3 S 08 402 00 Caiação m2 121,00

PACS 18 Dreno de PVC D= 50 mm DNER ES OA 36/96 m 13,80

PACS 08 Dreno de PVC D= 100 mm DNER ES OA 36/96 m 9,60

PACS 19 Colchão de areia média (filtro) EP-03/2014 m³ 33,63

5 S 04 999 08 Demolição de dispositivos de concreto armado DNIT 081/2006 - ES m3 6,06


3
5 S 02 905 01 Remoção manual de concreto segregado DNIT 081/2006 - ES m 6,26

SUBTOTAL

TRATAMENTOS/RECUPERAÇÕES

PACS 21 Lixamento mecânico de superfície de concreto m2 0,80

PACS 22 Apicoamento manual da s uperfície de concreto DNIT 080/2006 - ES m2 0,20


Andaime metálico tubular de encaixe tipo torre, com largura até 2,00m, altura
PACS 23 EP 02/2014 m²/mês 1346,00
1,00m

Observação: Data base: Novembro/2016


RODOVIA : B R-101/RJ
PONTE SOBRE O RIO GRATAÚ
TRECHO: Div. ES/RJ - Div. RJ/SP
SUBTRECHO: Entr. RJ-149 (p/ Rio Claro ) – Entr. B R-494 (A ) (A ngra do s Reis)
DEMONSTRATIVO DE ORÇAMENTO
SEGM ENTO: Km 529,3

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s
Contrato: ST-7-0830/13-00
e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

69
DMT
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANTIDADE
(Km )

PACS 24 Montagem e des m ontagem de andaim e tubular EP 02/2014 m² 673,00

PACS 25 Perfuração de concreto e tratam ento com Injeção de res ina epoxi em fis s uras m 3,80

3 S 03 950 00 Lim peza de ponte DNIT 116/2009-ES m 84,00


Perfuração de concreto com injeção de calda de argam as s a de cim ento-areia
PACS 26 EP-10 m³ 9,60
1:6
SUBTOTAL

CONSOLIDAÇÃO DOS ENCONTROS

Execução de es taca raiz diam etro de 40cm incluindo furação em s olo, injeção
PACS 01 DNIT 121/2009-ES m 456,00
de argam as s a de cimento areia (6,00m )

2 S 03 371 02 Form a de placa com pens ada plas tificada DNIT 120/2009-ES m2 220,31
3
2 S 03 329 50 Concr.es tr.fck=25MPa-c.raz.c/adit.conf.lanc.AC/BC DNIT 117/2009-ES m 30,86

2 S 03 580 02 Fornecim ento, dobragem e colocação de arm adura CA-50 DNIT 118/2009-ES kg 4548,00

5 S 05 900 01 Tirante protendido para cortina D= 32 m m , aço GEWI ou s im ilar NBR 5659:2006 m 56,00

PACS 27 Tirante protendido para cortina D= 25 m m , aço GEWI ou s im ilar NBR 5659:2006 m 65,00

Perfuração para tirantes em m aterial de 1º categoria com diâm etro de até 120
5605938 NBR 5659:2006 m 115,50
mm

2 S 05 302 03 Muro gabião caixa 100x100x50cm , m alha 8x10 D=2,4 m m DNIT 103/2009-ES m3 175,50

2 S 03 300 51 Confecção e lançam ento de concreto m agro m3 2,56

PACS 29 Manta de Geotextil não tecido Bidim RT-14 ou s im ilar m² 84,50


3
PACS 28 Concreto projetado fck=25 Mpa DNIT 087/2006-ES m 1,13

PACS 30 Tela eletros s oldada Q61 m alha 15x15cm , fio 3.4m m NBR7481/1990 m² 19,38

PACS 31 Junta Jeene JJ3040FW DNIT 092/2006-ES m 20,00

SUBTOTAL

TOTAL RIO GRATAÚ

Observação: Data base: Novembro/2016


RODOV IA : B R-101/RJ
PONTE SOBRE O RIO GRATAÚ
TRECHO: Div. ES/RJ - Div. RJ/SP
SUB TRECHO: Entr. RJ-149 (p/ Rio Claro ) – Entr. B R-494 (A ) (A ngra do s Reis)
DEMONSTRATIVO DE ORÇAMENTO
SEGM ENTO: Km 529,3

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s
Contrato: ST-7-0830/13-00
e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

70
DMT
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANTIDADE
(Km )

RECUPERAÇÃO DA ESTRUTURA E DOS ENCONTROS DAS


1.3
PONTES (PONTE SOBRE O RIO MAMBUCABA)
TERRAPLENAGEM

5 S 01 000 00 Desm atam ento e limpeza DNIT 104/2009-ES m2 600,00


3
2 S 04 000 00 Es cavação manual m aterial 1 categoria DNIT 106/2009-ES m 178,00
3
2 S 03 940 01 Reaterro e compactação manual DNIT 108/2009-ES m 128,40

1 A 00 002 00 Transporte local c/basc. 5m ³ rodovia pavim. 0,6 txkm 132,00

SUBTOTAL

DIVERSOS

3 S 08 402 00 Caiação m2 121,00

PACS 18 Dreno de PVC D= 50 m m DNER ES OA 36/96 m 12,00

PACS 08 Dreno de PVC D= 100 mm DNER ES OA 36/96 m 7,20

PACS 19 Colchão de areia média (filtro) EP 03/2014 m³ 19,53

5 S 04 999 08 Demolição de dis positivos de concreto arm ado DNIT 081/2006-ES m3 11,08

5 S 02 905 01 Remoção manual de concreto s egregado DNIT 081/2006-ES m3 11,28

SUBTOTAL

TRATAMENTOS/RECUPERAÇÕES

PACS 21 Lixamento mecânico de superfície de concreto m2 0,80


2
PACS 22 Apicoam ento m anual da s uperfície de concreto DNIT 080/2006-ES m 0,20
Andaime m etálico tubular de encaixe tipo torre, com largura até 2,00m, altura
PACS 23 EP 02/2014 m²/m ês 1346,00
1,00m
PACS 24 Montagem de andaime tubular EP 02/2014 m² 673,00

PACS 25 Perfuração de concreto e tratamento com Injeção de resina epoxi em fis suras m 3,80

Observação: Data base: Novembro/2016


RODOV IA: B R-101/RJ
PONTE SOBRE O RIO MAMBUCABA
TRECHO: Div. ES/RJ - Div. RJ/SP
SUBTRECHO: Entr. RJ-149 (p/ Rio Claro ) – Entr. B R-494 (A ) (A ngra do s Reis)
DEMONSTRATIVO DE ORÇAMENTO
SEGM ENTO: Km 529,3

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s
Contrato: ST-7-0830/13-00
e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

71
DMT
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANTIDADE
(Km )

3 S 03 950 00 Lim peza de ponte DNIT 116/2009-ES m 120,00


Perfuração de concreto com injeção de calda de argam as sa de cim ento-areia
PACS 26 EP-10 m³ 9,60
1:6
SUBTOTAL

CONSOLIDAÇÃO DOS ENCONTROS


Execução de es taca raiz diam etro de 40cm incluindo furação em s olo, injeção
PACS 01 DNIT 121/2009-ES m 336,00
de argam as s a de cim ento areia (6,00m )
2
2 S 03 371 02 Form a de placa com pens ada plas tificada DNIT 120/2009-ES m 208,16
3
2 S 03 329 50 Concr.es tr.fck=25MPa-c.raz.c/adit.conf.lanc.AC/BC DNIT 117/2009-ES m 19,10

2 S 03 580 02 Fornecim ento, dobragem e colocação de arm adura CA-50 DNIT 118/2009-ES kg 3981,00

5 S 05 900 01 Tirante protendido para cortina D= 32 m m , aço GEWI ou sim ilar NBR 5659:2006 m 45,00

PACS 27 Tirante protendido para cortina D= 25 m m , aço GEWI ou sim ilar NBR 5659:2006 m 130,00

Perfuração para tirantes em m aterial de 1º categoria com diâm etro de até 120
5605938 NBR 5659:2006 m 169,00
mm

2 S 05 302 03 Muro gabião caixa 100x100x50cm , m alha 8x10 D=2,4 m m DNIT 103/2009-ES m3 13,00
3
PACS 28 Concreto projetado fck=25 Mpa DNIT 087/2006-ES m 1,92

PACS 29 Manta de Geotextil não tecido Bidim RT-14 ou sim ilar m² 39,00

PACS 30 Tela eletross oldada Q61 m alha 15x15cm , fio 3.4m m NBR7481/1990 m² 40,00

PACS 31 Junta Jeene JJ3040FW DNIT 092/2006-ES m 12,00

SUBTOTAL

TOTAL RIO MAMBUCABA

Observação: Data base: Novembro/2016


RODOV IA : B R-101/RJ
PONTE SOBRE O RIO MAMBUCABA
TRECHO: Div. ES/RJ - Div. RJ/SP
SUB TRECHO: Entr. RJ-149 (p/ Rio Claro ) – Entr. B R-494 (A ) (A ngra do s Reis)
DEMONSTRATIVO DE ORÇAMENTO
SEGM ENTO: Km 570,70

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s
Contrato: ST-7-0830/13-00
e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

72
DMT
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANTIDADE
(Km )

RECUPERAÇÃO DA ESTRUTURA E DOS ENCONTROS DAS


1.4
PONTES (PONTE SOBRE O RIO PEREQUEAÇU)

TERRAPLENAGEM

5 S 01 000 00 Desm atam ento e lim peza DNIT 104/2009-ES m2 600,00


3
2 S 04 000 00 Es cavação m anual m aterial 1 categoria DNIT 106/2009-ES m 178,00
3
2 S 03 940 01 Reaterro e com pactação m anual DNIT 108/2009-ES m 128,40

1 A 00 002 00 Trans porte local c/bas c. 5m³ rodovia pavim . 40,8 txkm 8976,00

SUBTOTAL

DIVERSOS

3 S 08 402 00 Caiação m2 121,00

PACS 18 Dreno de PVC D= 50 m m DNER ES OA 36/96 m 10,80

PACS 08 Dreno de PVC D= 100 m m DNER ES OA 36/96 m 7,20

PACS 19 Colchão de areia m édia (filtro) EP 03/2014 m³ 20,81

5 S 04 999 08 Demolição de dis pos itivos de concreto arm ado DNIT 081/2006-ES m3 11,88

5 S 02 905 01 Remoção m anual de concreto segregado DNIT 081/2006-ES m3 12,08

SUBTOTAL

TRATAMENTOS/RECUPERAÇÕES

PACS 21 Lixam ento m ecânico de s uperfície de concreto m2 0,80


2
PACS 22 Apicoam ento m anual da s uperfície de concreto DNIT 080/2006-ES m 0,20
Andaim e m etálico tubular de encaixe tipo torre, com largura até 2,00m , altura
PACS 23 EP 02/2014 m²/m ês 1346,00
1,00m

PACS 24 Montagem de andaim e tubular EP 02/2014 m² 673,00

Observação: Data base: Novembro/2016


RODOV IA: B R-101/RJ
PONTE SOBRE O RIO PEREQUEAÇU
TRECHO: Div. ES/RJ - Div. RJ/SP
SUB TRECHO: Entr. RJ-149 (p/ Rio Claro ) – Entr. B R-494 (A ) (A ngra do s Reis)
DEMONSTRATIVO DE ORÇAMENTO
SEGM ENTO: Km 570,70

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s
Contrato: ST-7-0830/13-00
e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

73
DMT
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANTIDADE
(Km )

PACS 25 Perfuração de concreto e tratam ento com Injeção de res ina epoxi em fis suras m 3,80

3 S 03 950 00 Lim peza de ponte DNIT 116/2009-ES m 64,00

PACS 26 Perfuração de concreto com injeção de calda de argamas sa de cim ento-areia EP-10 m³ 9,60
1:6
SUBTOTAL

CONSOLIDAÇÃO DOS ENCONTROS

Execução de estaca raiz diam etro de 40cm incluindo furação em solo, injeção
PACS 01 DNIT 121/2009-ES m 408,00
de argam as sa de cim ento areia (6,00m )

2 S 03 371 02 Form a de placa com pens ada plastificada DNIT 120/2009-ES m2 214,88
3
2 S 03 329 50 Concr.estr.fck=25MPa-c.raz.c/adit.conf.lanc.AC/BC DNIT 117/2009-ES m 31,09

2 S 03 580 02 Fornecimento, dobragem e colocação de arm adura CA-50 DNIT 118/2009-ES kg 4197,00

5 S 05 900 01 Tirante protendido para cortina D= 32 m m , aço GEWI ou sim ilar NBR 5659:2006 m 45,00

PACS 27 Tirante protendido para cortina D= 25 m m , aço GEWI ou sim ilar NBR 5659:2006 m 104,00

Perfuração para tirantes em m aterial de 1º categoria com diâm etro de até 120
5605938 NBR 5659:2006 m 143,60
mm

2 S 05 302 03 Muro gabião caixa 100x100x50cm , malha 8x10 D=2,4 m m DNIT 103/2009-ES m3 72,00
3
PACS 28 Concreto projetado fck=25 Mpa DNIT 087/2006-ES m 1,92

PACS 29 Manta de Geotextil não tecido Bidim RT-14 ou s im ilar m² 89,50

PACS 30 Tela eletros soldada Q61 m alha 15x15cm, fio 3.4m m NBR7481/1990 m² 20,00

PACS 31 Junta Jeene JJ3040FW DNIT 092/2006-ES m 12,00

SUBTOTAL

TOTAL RIO PEREQUEAÇU

Observação: Data base: Novembro/2016


RODOV IA: B R-101/RJ
PONTE SOBRE O RIO PEREQUEAÇU
TRECHO: Div. ES/RJ - Div. RJ/SP
SUB TRECHO: Entr. RJ-149 (p/ Rio Claro ) – Entr. B R-494 (A ) (A ngra do s Reis)
DEMONSTRATIVO DE ORÇAMENTO
SEGM ENTO: Km 503,7

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s
Contrato: ST-7-0830/13-00
e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

74
DMT
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANTIDADE
(Km )

RECUPERAÇÃO DA ESTRUTURA E DOS ENCONTROS DAS


1.5
PONTES (PONTE SOBRE O RIO DO SACO)
TERRAPLENAGEM

5 S 01 000 00 Desm atam ento e limpeza DNIT 104/2009-ES m2 600,00


3
2 S 04 000 00 Escavação m anual m aterial 1 categoria DNIT 106/2009-ES m 178,00
3
2 S 03 940 01 Reaterro e com pactação m anual DNIT 108/2009-ES m 128,40

1 A 00 002 00 Transporte local c/basc. 5m ³ rodovia pavim . 26,2 txkm 5764,00

SUBTOTAL

DIVERSOS

3 S 08 402 00 Caiação m2 121,00

PACS 18 Dreno de PVC D= 50 mm DNER ES OA 36/96 m 12,00

PACS 08 Dreno de PVC D= 100 mm DNER ES OA 36/96 m 7,20

PACS 19 Colchão de areia m édia (filtro) EP 03/2014 m³ 17,36


3
5 S 04 999 08 Dem olição de dispositivos de concreto armado DNIT 081/2006-ES m 24,32

5 S 02 905 01 Rem oção m anual de concreto segregado DNIT 081/2006-ES m3 24,52

SUBTOTAL

TRATAMENTOS/RECUPERAÇÕES

PACS 21 Lixamento mecânico de superfície de concreto m2 0,80


2
PACS 22 Apicoam ento m anual da superfície de concreto DNIT 080/2006-ES m 0,20
Andaim e m etálico tubular de encaixe tipo torre, com largura até 2,00m , altura
PACS 23 EP 02/2014 m²/m ês 1346,00
1,00m
PACS 24 Montagem de andaim e tubular EP 02/2014 m² 673,00

Observação: Data base: Novembro/2016


RODOVIA: B R-101/RJ
PONTE SOBRE O RIO DO SACO
TRECHO: Div. ES/RJ - Div. RJ/SP
SUBTRECHO: Entr. RJ-149 (p/ Rio Claro ) – Entr. B R-494 (A ) (A ngra do s Reis)
DEMONSTRATIVO DE ORÇAMENTO
SEGM ENTO: Km 551,3

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s
Contrato: ST-7-0830/13-00
e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

75
DMT
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANTIDADE
(Km )

PACS 25 Perfuração de concreto e tratam ento com Injeção de res ina epoxi em fis s uras m 3,80

3 S 03 950 00 Lim peza de ponte DNIT 116/2009-ES m 40,00

PACS 26 Perfuração de concreto com injeção de calda de argam as s a de cim ento-areia EP-10 m³ 9,60
1:6
SUBTOTAL

CONSOLIDAÇÃO DOS ENCONTROS


Execução de es taca raiz diam etro de 40cm incluindo furação em s olo, injeção
PACS 01 DNIT 121/2009-ES m 384,00
de argam as s a de cim ento areia (6,00m )

2 S 03 371 02 Form a de placa com pens ada plas tificada DNIT 120/2009-ES m2 217,18
3
2 S 03 329 50 Concr.es tr.fck=25MPa-c.raz.c/adit.conf.lanc.AC/BC DNIT 117/2009-ES m 31,09

2 S 03 580 02 Fornecim ento, dobragem e colocação de arm adura CA-50 DNIT 118/2009-ES kg 4334,00

5 S 05 900 01 Tirante protendido para cortina D= 32 m m , aço GEWI ou s im ilar NBR 5659:2006 m 42,00

PACS 27 Tirante protendido para cortina D= 25 m m , aço GEWI ou s im ilar NBR 5659:2006 m 130,00

Perfuração para tirantes em m aterial de 1º categoria com diâm etro de até 120
5605938 NBR 5659:2006 m 166,00
mm

2 S 05 302 03 Muro gabião caixa 100x100x50cm , m alha 8x10 D=2,4 m m DNIT 103/2009-ES m3 11,00
3
PACS 28 Concreto projetado fck=25 Mpa DNIT 087/2006-ES m 1,92

PACS 29 Manta de Geotextil não tecido Bidim RT-14 ou s im ilar m² 36,00

PACS 30 Tela eletros s oldada Q61 m alha 15x15cm , fio 3.4m m NBR7481/1990 m² 40,00

PACS 31 Junta Jeene JJ3040FW DNIT 092/2006-ES m 12,00

SUBTOTAL

TOTAL RIO SACO

Observação: Data base: Novembro/2016


RODOV IA : B R-101/RJ
PONTE SOBRE O RIO DO SACO
TRECHO: Div. ES/RJ - Div. RJ/SP
SUB TRECHO: Entr. RJ-149 (p/ Rio Claro ) – Entr. B R-494 (A ) (A ngra do s Reis)
DEMONSTRATIVO DE ORÇAMENTO
SEGM ENTO: Km 551,3

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s
Contrato: ST-7-0830/13-00
e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

76
DMT
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANTIDADE
(Km )

RECUPERAÇÃO DA ESTRUTURA E DOS ENCONTROS DAS


1.6
PONTES (PONTE SOBRE O RIO SÃO ROQUE)
TERRAPLENAGEM

5 S 01 000 00 Des matamento e limpeza DNIT 104/2009-ES m2 600,00

2 S 04 000 00 Es cavação manual material 1 categoria DNIT 106/2009-ES m3 178,00

2 S 03 940 01 Reaterro e com pactação manual DNIT 108/2009-ES m3 128,40

1 A 00 002 00 Trans porte local c/basc. 5m ³ rodovia pavim. 21,4 txkm 4708,00

SUBTOTAL

DIVERSOS

3 S 08 402 00 Caiação m2 121,00

PACS 18 Dreno de PVC D= 50 mm DNER ES OA 36/96 m 12,00

PACS 08 Dreno de PVC D= 100 mm DNER ES OA 36/96 m 8,40

PACS 19 Colchão de areia média (filtro) EP 03/2014 m³ 12,81

5 S 04 999 08 Demolição de dis pos itivos de concreto arm ado DNIT 081/2006-ES m3 43,35
3
5 S 02 905 01 Remoção manual de concreto s egregado DNIT 081/2006-ES m 43,55

SUBTOTAL

TRATAMENTOS/RECUPERAÇÕES

PACS 21 Lixamento mecânico de superfície de concreto m2 0,80


2
PACS 22 Apicoamento m anual da s uperfície de concreto DNIT 080/2006-ES m 0,20
Andaime metálico tubular de encaixe tipo torre, com largura até 2,00m, altura
PACS 23 EP 02/2014 m²/mês 1346,00
1,00m
PACS 24 Montagem de andaime tubular EP 02/2014 m² 673,00

Observação: Data base: Novembro/2016


RODOV IA : B R-101/RJ
PONTE SOBRE O RIO SÃO ROQUE
TRECHO: Div. ES/RJ - Div. RJ/SP
SUBTRECHO: Entr. RJ-149 (p/ Rio Claro ) – Entr. B R-494 (A ) (A ngra do s Reis)
DEMONSTRATIVO DE ORÇAMENTO
SEGM ENTO: Km 503,7

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s
Contrato: ST-7-0830/13-00
e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

77
DMT
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANTIDADE
(Km )

PACS 25 Perfuração de concreto e tratamento com Injeção de resina epoxi em fis suras m 3,80

3 S 03 950 00 Limpeza de ponte DNIT 116/2009-ES m 72,00


Perfuração de concreto com injeção de calda de argamassa de cimento-areia
PACS 26 EP-10 m³ 9,60
1:6

SUBTOTAL

CONSOLIDAÇÃO DOS ENCONTROS


Execução de estaca raiz diametro de 40cm incluindo furação em solo, injeção
PACS 01 DNIT 121/2009-ES m 408,00
de argamas sa de cimento areia (6,00m)
2 S 03 371 02 Forma de placa compensada plas tificada DNIT 120/2009-ES m2 228,32

2 S 03 329 50 Concr.es tr.fck=25MPa-c.raz.c/adit.conf.lanc.AC/BC DNIT 117/2009-ES m3 30,00

2 S 03 580 02 Fornecimento, dobragem e colocação de armadura CA-50 DNIT 118/2009-ES kg 4646,00

PACS 27 Tirante protendido para cortina D= 25 mm, aço GEWI ou s imilar NBR 5659:2006 m 60,00

5 S 05 900 01 Tirante protendido para cortina D= 32 mm, aço GEWI ou s imilar NBR 5659:2006 130,00

Perfuração para tirantes em material de 1º categoria com diâmetro de até 120


5605938 NBR 5659:2006 m 183,00
mm

2 S 05 302 03 Muro gabião caixa 100x100x50cm, malha 8x10 D=2,4 mm DNIT 103/2009-ES m3 13,00

PACS 28 Concreto projetado fck=25 Mpa DNIT 087/2006-ES m3 1,92

PACS 29 Manta de Geotextil não tecido Bidim RT-14 ou similar m² 54,00

PACS 30 Tela eletross oldada Q61 malha 15x15cm, fio 3.4mm NBR7481/1990 m² 40,00

PACS 31 Junta Jeene JJ3040FW m 12,00

SUBTOTAL

Observação: Data base: Novembro/2016


RODOVIA : B R-101/RJ
PONTE SOBRE O RIO SÃO ROQUE
TRECHO: Div. ES/RJ - Div. RJ/SP
SUBTRECHO: Entr. RJ-149 (p/ Rio Claro ) – Entr. B R-494 (A ) (A ngra do s Reis)
DEMONSTRATIVO DE ORÇAMENTO
SEGM ENTO: Km 503,7

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s
Contrato: ST-7-0830/13-00
e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

78
DMT
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANTIDADE
(Km )

MURO DE GABIÃO

2 S 05 302 03 Muro gabião caixa 100x100x50cm , malha 8x10 D=2,4 mm DNIT 103/2009-ES m3 55,92
3
2 S 03 940 01 Reaterro e compactação DNIT 108/2009-ES m 88,80

PACS 19 Colchão de areia média (filtro) m3 14,48


3
2 S 03 300 51 Confecção e lançamento de concreto m agro m 2,56

PACS 29 Manta de Geotextil não tecido Bidim RT-14 ou similar m² 68,96

2 S 05 100 00 Enleivamento DNIT 102/2009 - ES m² 45,20

SUBTOTAL

TOTAL RIO SÃO ROQUE

Observação: Data base: Novembro/2016


RODOV IA: B R-101/RJ
PONTE SOBRE O RIO SÃO ROQUE
TRECHO: Div. ES/RJ - Div. RJ/SP
SUBTRECHO: Entr. RJ-149 (p/ Rio Claro ) – Entr. B R-494 (A ) (A ngra do s Reis)
DEMONSTRATIVO DE ORÇAMENTO
SEGM ENTO: Km 503,7

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s
Contrato: ST-7-0830/13-00
e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

79
DMT
CÓDIGO DISCRIMINAÇÃO ESPECIFICAÇÃO UNID. QUANTIDADE
(Km )

1.7 CANTEIRO DE OBRAS

CANT INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DO CANTEIRO 1,00

MOB MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO 1,00

TOTAL CANTEIRO PASSARELA E 5 PONTES

TOTAL DOS SERVIÇOS (SOMATÓRO 1.1 A 1.7)

Observação: Data base: Novembro/2016


RODOVIA: B R-101/RJ
PASSARELA E 5 PONTES
TRECHO: Div. ES/RJ - Div. RJ/SP
SUBTRECHO: Entr. RJ-149 (p/ Rio Claro ) – Entr. B R-494 (A ) (A ngra do s Reis)
DEMONSTRATIVO DE ORÇAMENTO
SEGM ENTO: Km 503,7

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s
Contrato: ST-7-0830/13-00
e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

80
8.2. QUADRO DEMONSTRATIVO DE QUANTIDADES DE SERVIÇOS

8.2.1. Passarela de Sapinhatuba

• Fundações
Escavação manual de material de 1ª categoria
Bloco Área (m2) Prof. (m) Vol. (m3) Bloco Área (m2) Prof. (m) Vol. (m3)
B1 9 1,5 13,5 B7 11,4 1,5 17,1
BE1 10,5 1,5 15,75 B8 15,05 1,5 22,575
B2 6,7 1,5 10,05 B9 11,6 1,5 17,4
B3 12,6 1,5 18,9 B10 9,6 1,5 14,4
B4 9 1,5 13,5 B11 9 1,5 13,5
B5 12,2 1,5 18,3 BE2 10,5 1,5 15,75
B6 19,3 1,5 28,95
TOTAL: 219,68 m3
Reaterro compactado
219,68 – (87,16 + 5,82) = 126,70m³

Transporte para o Bota Fora


Volume a ser descartado: 62,2 m3 Comprimento de estacas tipo raiz (φ = 40 cm)
Fator de empolamento: 1,25 Quant. Z Perfuração
Bloco Estacas
Estacas (m) (m)
62,2 m3 X 1,6 t/m3 x 51,5 km = 5125,28 t x km. B1 E1 a E4 4 8,00 32,00
BE1 E5 a E8 4 8,38 33,52
B2 E9 a E11 3 8,38 25,14
B3 E12 a E15 4 8,06 32,24
Estacas Raiz Ø40cm B4 E16 a E19 4 7,84 31,36
B5 E20 a E23 4 16,97 67,88
Execução de estaca raiz diâmetro de 40cm incluindo
B6 E24 a E27 4 23,01 92,04
furação em solo, injeção de argamassa de cimento B7 E28 a E31 4 20,31 81,24
areia, armadura e montagem. Comprimento variável. B8 E32 a E357 4 20,40 81,60
B9 E36 a E39 4 20,39 81,56
Total: 761,70 m. B10 E40 a E43 4 15,40 61,60
B11 E44 a E47 4 23,40 93,60
BE2 E48 a E51 4 11,98 47,92
total (m) 761,70
Formas comuns de madeira
Blocos:(1,80x4x0,80)+{[(1,547x3)+(0,346x3)]x0,80}+{[(1,80+3,00)x2]x0,80}+(1,80x4x0,80)+{[(
2,50+2,10)x2]x0,80}+{[(3,40+3,00)x2]x0,80}+{[(2,35+2,00)x2]x0,80}+{[(3,50+2,00)x2]x0,80}+{[(
2,30+2,10)x2]x0,80}+{[(1,80+2,00)x2]x0,80}+{[1,80x4]x0,80}+{[(2,30+1,80)x4]x0,80}+{[(2,30+0
,60)x1,53]x2+[(2,30+0,29)x0,60]x2}+{[(2,30+0,60)x1,03]+[(2,30+0,29)x0,60]x4}=89,88m²
Muros:(12,72x1,985)+(12,37x1,985)+[(1,00x0,20)+(0,30x0,35)+(0,30x1,435)x2]+[(10,75x1,865
)x2]+ [(1,00x0,20)+(0,30x0,35)+(0,30x1,365)x2]+(9,50x1,28)+(9,15x1,28)+
[(1,00x0,20)+(0,30x0,35)+(0,30x0,78)x2]+ (4,62x1,85)+(3,92x1,85)+
[(1,00x0,20)+(0,30x0,35)+(0,30x1,35)x2]+(11,79x1,23)+(11,44x1,23)+

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
81
[(1,00x0,20)+(0,30x0,35)+(0,30x0,73)x2]+ [(10,96x1,23)x2]+
[(1,00x0,20)+(0,30x0,35)+(0,30x0,73)x2]+ (4,62x1,63)+(3,92x1,63)+
[(1,00x0,20)+(0,30x0,35)+(0,30x1,13)x2]+(0,83x1,63)+(0,485x1,63)+
[(1,00x0,20)+(0,30x0,35)+(0,30x1,13)x2]=211,11
Total = 300,99 m³

Fornecimento, dobragem e colocação de armadura CA-50


Blocos: 5.422,00 kg
Muros: 1.844,00 kg
Total - (5.422,00 + 1.844,00) = 7.266,00 kg

Confecção e lançamento de concreto magro em betoneira AC/BC


Blocos:(B1=3,24m²x0,05)+(B2=2,01m²x0,05)+(B3=5,40m²x0,05)+(B4=3,24m²x0,05)+(B5=5,25
m²x0,05)+(B6=10,20m²x0,05)+(B7=4,70m²x0,05)+(B8=7,00m²x0,05)+(B9=4,83m²x0,05)+(B10
=3,60m²x0,05)+(B11=3,61m²x0,05)+(BE1=4,18m²x0,05)+(BE2=4,18m²x0,05) = 3,11m³
Muros:(M1=10,82m²x0,05)+(M2=7,54m²x0,05)+(M3=8,00m²x0,05)+(M4=4,51m²x0,05)+(M5=1
0,00m²x0,05)x(M6=9,93m²x0,05)+(M7=5,02m²x0,05) = 2,73m³
Total = 3,11 + 2,73 = 5,82 m³

Volume de Concreto Estrutural – fck = 25 MPa


Blocos:(B1=3,24m²x0,80)+(B2=2,01m²x0,80)+(B3=5,40m²x0,80)x(B4=3,24m²x0,80)x(B5=5,25
m²x0,80)+(B6=10,20m²x0,80)+(B7=4,70m²x0,80)+(B8=7,00m²x0,80)+(B9=4,83m²x0,80)+(B10
=3,60m²x0,80)+(B11=3,61m²x0,80)+(BE1=4,18m²x0,80)+(BE2=4,18m²x0,80)=(E1=1,10
m²x2,30)+(E2=0,79m²x2,30) = 53,19m³
Muros:(M1=0,60m²x12,73)+(M2=0,58m²x10,78)+(M3=0,46m²x9,50)+(M4=0,54m²x4,62)+(M5=
0,45m²x11,90)x(M6=0,45m²x11,05)+(M7=0,53m²x4,62)+(M8=0,53m²x0,83) = 33,97m³
Total = 53,19 + 33,97 = 87,16 m³

• Mesoestrutura
Forma de placa compensada resinada
Pilares:
5,25x0,80x4)+(7,84x0,80x4)+(4,13x0,60x4)+(1,21x0,60x4)+(2,81x0,60x4)+(1,59x0,60x4)+(6,3
2x0,60x4)+(6,96x0,60x4)+(5,36x0,60x4)+(7,76x0,60x4)+(4,65x0,60x4)+(3,55x0,60x4)+(2,05x0
,60x4) = 153,22m²
Travessas dos pilares das rampas (dupla):
[(2,20x2)+(0,30x0,70x2)+(2,30x0,70x2)]x2=16,08m²
Travessas dos pilares das rampas (simples): [(1,15x2)+(0,30x0,70x2)+(1,15x0,70x2)]x8=34,64m²
Travessas do P11: [(1,14x2)+(0,90x0,70)+(1,70x0,70)]=4,10m²
Travessas dos pilares da travessia: [(2,82x2)+(2,97x2)+(1,53x2)+3,66+0,82]x2 = 38,24m²
Total = 153,22+16,08+34,64+4,10+38,24 = 246,28 m²

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
82
Armação CA-50
Pilares: 505,00+1670,00+1770,00 +170,0= 4115,00 kg
Travessas dos pilares das rampas (dupla): 273,00 kg
Travessas dos pilares das rampas (simples): 632+77=709,00 kg
Travessas dos pilares da travessia: 978,00 kg
Total = 4115,00+273,00+709,00+978,00 = 6075,00 kg

Volume de Concreto Estrutural – fck = 35 Mpa


Pilares:
0,80x0,80x(5,25+7,84)+0,60x0,60x(4,13+1,21+2,81+1,59+6,32+6,96+5,36+7,76+4,65+3,55+2
,05) = 25,08m³
Travessas dos pilares das rampas (dupla): (2,20x0,70)x2 = 3,08m³
Travessas dos pilares das rampas (simples): (1,15x0,70)x8+1,14*0,7 = 7,24m³
Travessas dos pilares da travessia: [(2,05m²x0,80)+(3,72x2,30x0,40)+1,53]x2 = 13,18m³
Total = 25,08+30,8+7,24+13,18 = 49,30 m³

• Superestrutura
Protensão
Confecção e colocação cabo 12 cordoalhas D=12,7mm: 12x6und= 72und;
72x25m=1.800,00m;
Total = 1800,00m x 0,78kg/m = 1.404,00 kg
Protensão e injeção cabo 12 cordoalhas D=12,7mm: cabos C1+C2+C3
Total = 3x2 = 6 unid

Armação CA-50
Pré-moldado da travessia PM5 = 317,00 kg
Pré-moldado da travessia PM1 = 6.125,00 kg
Pré-moldado da travessia PM2 e PM4 = 3.928,00 kg
Pré-moldado da travessia PM3 = 1.946,00 kg
Pré-moldado da travessia PM5 e transversinas = 2.888,00 kg
Total = 317,00+6.125,00+3.928,00+1.946,00+2.888,00 = 15.208,00 kg

Volume de Concreto Estrutural – fck = 35 Mpa


{[(0,54m²x9,60)+(0,62m²x1,14x2)]x7}+{[(0,62m²x1,14)+(0,54m²x9,60)+(0,57m²x2,30)]x2}+{[(0,
62m²x1,14)+(0,54m²x9,60)+(0,57m²x2,30)]x2}+{[(0,62m²x1,14)+(0,54m²x9,60)+(0,57m²x2,30)]
x2}+{[(0,96m²x1,00)x2]+(0,82m²x20,50)} =
Total = 46,18+14,40+14,40+14,40+18,73 = 108,11 m³

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Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
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Forma de placa compensada resinada
{[(0,40+0,37+1,10+0,60)x2,00]x2+(0,40+0,22+1,14+0,60)x20,50]x2+(1,56x22,50)} +
{[(0,40+0,37+0,60+0,10)x1,14]x4+[(0,40+0,22+0,50+0,10+0,10)x9,60]x2+(1,56x11,88)}x7 +
{[(0,40+0,37+0,60+0,10)x1,14]x2+[(0,40+0,22+0,50+0,10+0,10)x9.60]x2+[(0,40+0,37+0,50)x2,
30+(0,40+0,37+0,60+0,10)x2,30+(1,56x13,04)}x2 +
{[(0,40+0,37+0,60+0,10)x1,14]x2+[(0,40+0,22+0,50+0,10+0,10)x9.60]x2+[(0,40+0,37+0,50)x2,
30+(0,40+0,37+0,60+0,10)x2,30+(1,56x13,04)}x2 +
{[(0,40+0,37+0,60+0,10)x1,14]x2+[(0,40+0,22+0,50+0,10+0,10)x9.60]x2+[(0,40+0,37+0,50)x2,
30+(0,40+0,37+0,60+0,10)x2,30+(1,56x13,04)}x2
Total = 141,74+353,89+110,64+110,64+110,64 = 827,55 m²

Contrapiso
Contrapiso desempenado em Argamassa (esp. = 5 cm) cimento-areia 1:3
Total: 220,00x1,6 = 352 m²

Guarda corpo
Tubo de aço galvanizado Ø1.1/2” - 3,77kg/m = 1.807,28m
Total = 1.807,28 x 3,77 = 6.813,44 kg
Chapa de aço galvanizado 140x140x9,53 ; 75,84kg/m² ; 660,0und ;
Total = 0,14x0,14x75,84x440 = 654,04 kg
Barra de aço para ancoragem da chapa Ø 10,0mm x 560mm ; 0,63kg/m ; 496,70m
Total = 493,70 x 0,63 = 312,97 kg

• Demolição e remoção da passarela

Escavação manual material de 1ª categoria


Volume = 14,44 m³
Transporte local c/basc. 5m³ rodovia pavim.
Volume = 14,44 m³
Demolição de dispositivos de concreto armado (blocos, rampa e lajes)
1,3x0,12x(15,5+10,7+10+9,3+27,5)x1,07+(0,6x0,6x1,2)x4=
Total = 13,91 m³
Remoção manual de concreto segregado
Total = 13,91 m³
Desmonte de pilar metálico
5,5+3+1,7+1,5=
Total = 11,7 m
Desmonte de viga metálica
2x(15,5+10,7+10+9,3+17,7)x1,07=
Total = 135,25 m

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• Demolição e remoção do abrigo de ônibus
Demolição alvenaria
Paredes: [(2,70x2)+(0,40x2)+4,40] x 1,00 x 0,15 = 1,59 m³
Banco: 4,10x0,40x0,40 = 0,66 m³
Total demolição = 2,25 m³
Remoção dos pilares de madeira
Total: (3,50x2)+(3,20x2) = 13,60 m
Remoção das terças de madeira
Total: 2x4,50 = 9,00 m
Remoção das vigas de madeira
Total: 2x2,70 = 5,40 m
Remoção das telhas de fibrocimento
Total: (3,20x0,50)x9 = 14,40 m²

• Memória de Urbanização

O projeto de urbanização compreende apenas o espaço limite de acesso à passarela e ao abrigo da


parada de ônibus nos dois lados da rodovia, dessa forma apresenta o tratamento da área com
calçadas e cobertura vegetal e a baia de estacionamento de ônibus às margens da rodovia. A área
total de abrangência da proposta é de 528,69 m2.

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• Execução de calçada de concreto Fck 25Mpa, espessura 5cm – Área = 257,52m², sendo:

Volume de Concreto - fck = 25 MPa


Area da calçada: 257,52m²
Espessura do concreto: 0,05m
Total = (257,52 x 0,05) = 12,87 m³

Volume de Argamassa cimento e areia 1:3


Area da calçada: 257,52m²
Espessura da argamassa: 0,015m
Total = (257,52 x 0,015) = 3,86 m³

Lastro de Brita
Area da calçada: 257,52m²
Espessura do lastro: 0,03m
Total = (257,52 x 0,03) = 7,72 m³

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Compactação manual do sub leito
Area da calçada: 257,52m²
Espessura do sub leito: 0,20m
Total = (257,52 x 0,20) = 51,50 m³

• Quantitativos para grama – Enleivamento:

Plantio de grama (enleivamento)


Area total = 99,18 m²

• Execução de pavimento com peças pré-moldadas de concreto

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Execução Piso Intertravado
Area de piso: 82,77+87,51m²
Área Total = 170,28 m²

Escavação Manual em Material de 1a Categoria


Area de piso: 170,28m2
Profundidade de escavação: 0,20m
Total = (170,28 x 0,20) = 34,05 m³

Base em solo/brita
Area de piso: 170,28m2
Espessura da base: 0,15m
Total = (170,28 x 0,15) = 25,54 m³

• Drenagem

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Meio fio de concreto - MFC 05
Comprimento: 42,29 + 38,79 m
Total = 81,08 m

Arrancamento e remoção de parte superior do meio-fio


Comprimento: 80,78m x Area 0,025m²
Total = 2,02 m³

Demolição de dispositivos de Concreto


3 tampas de concreto com dimensão de 1,0m x 1,0m x 0,10m cada
Total = 0,30 m³

• Sinalização
Vertical
NOTA DE SERVIÇO DE SINALIZAÇÃO VERTICAL

Estaca Lado Código Dimensão Área (m²) Quant. Total Observação

VER PROJETO - A-37 L=0,80 0,64 4,00 2,56 IMPLANTAR


EXISTENTE - A-32a L=0,80 0,64 2,00 1,28 REMOÇÃO
PASSARELA - R-15 Ø 0,80 0,50 2,00 1,00 IMPLANTAR

ÁREA TOTAL REMOÇÃO = 1,28 m²


ÁREA TOTAL IMPLANTAR = 3,56 m²

Horizontal

NOTA DE SERVIÇO DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL


Estacas Extensão Faixa Continuidade
(m) Branca -LCO (Cad 1:1)
Início Fim
(0,10 m)
PISTA
VER PROJETO 45,05 2,25
VER PROJETO 38,80 1,94
TOTAL(m²) 4,19

Remoção : 5,76 + 60 = 65,76

REMOÇÃO DE LINHA DE RETENÇÃO


Estacas
Lado Extensão Largura Área (m²)
Início
VER IN LOCO - 7,2 0,4 2,88
VER IN LOCO - 7,2 0,4 2,88
Total (m²) 5,76

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REMOÇÃO DE TRAVESSIA DE PEDESTRE (FTP)
ESTACAS
LADO EXTENSÃO LARGURA ÁREA (m²)
INÍCIO
VER IN LOCO - 15 4 60
TOTAL (m²) 60

• Iluminação

Fornecimento e instalação de poste de concreto com H=17m inclusive luminária,


lâmpada, caixa e cabo para aterramento para iluminação publica.

Observação:estas quantidades são para 4 postes.

Cabo PP Cobre flexível 1kV – 3#6mm²


Comprimento total de cabo necessário para os dois lados = 330m

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• TRANSPORTE DE RAMPAS

O transporte das “Rampas” pré-moldadas deverá ser efetuado por carreta especial capaz de carregar
até 26t de cada do canteiro de obra instalado nas proximidades do km 529,90 até a passarela.
A Rampa mede até 13,03 m de comprimento, com largura de 2,30 m e carga de 26 toneladas. A
distância de transporte DMT de 51,74 km, a ser executada 13 vezes (7 rampas pré-moldadas para
cada lado).

• Calculo da DMT das Rampas


A distância de transporte é de 51,74 km para as rampas a serem implantadas do lado direito ou do
lado esquerdo da Rodovia BR-101/RJ.

• Tempo de Utilização da Carreta


Adotando-se o critério conservador de que somente serão montadas 04 (quatro) Rampas por dia,
tem-se a necessidade de apropriar o custo do aluguel da carreta por 04 (quatro) dias de trabalho,
consecutivos.

• Serviço de Carga das Rampas


As rampas serão içadas do canteiro de obras onde serão confeccionadas e colocadas sobre a
carreta com a utilização de 02 (dois) guindastes com capacidade de 70t que ficarão entre montagem
e canteiro durante 04 (quatro) dias em que estarão sendo transportadas as 13 rampas do canteiro à
pista da BR-101/RJ, logo a produtividade do guindaste por dia será de 04 (quatro) unidades de
Rampa para 02 (dois) guindastes.

A mão de obra necessária por dia de 10 horas será: 1 encarregado, 1 pedreiro e 2 serventes
Considerando que por dia serão montadas 3,5 rampas, a mão de obra por unidade será: 2,85 h de
encarregado e pedreiro e 5,7 h de servente.

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8.2.2 Recuperação da Estrutura e dos Encontros da Ponte sobre o Rio Grataú

• Quantitativos para a Terraplenagem


Desmatamento e limpeza
Área = 600,00 m²

Escavação manual material de 1ª categoria


Volume = 236,0 m³

Reaterro e compactação manual


Volume = 128,40 m³

• Quantitativos para Obras Complementares


Caiação
Área = 121,00 m²

Dreno
Dreno de PVC D= 75 mm, comp=60cm
Total = 23 x 0,60 = 13,80 m

Dreno de PVC D= 100 mm, comp=60cm


Total = 16x 0,60 = 9,60 m

Filtro vertical
Colchão de areia média (filtro):
(10,06+6,49)x0,20 + (11,95+6.51)x0,20 + (19,28+6,10)x0,20 + (11,93+8,43)x0,20 +
(68,0x0,20) + (19,38x0,20) =
Total = 33,63 m³
Demolição de dispositivos de concreto armado
(1.62x0,20x1,15)+(16,84x0,20x1,15)+(1,85x0,20x1,15)+(1,85x0,20x1,15)+(2,10x0,20x1,15)+(
2,10x0,20x1,15) =
Total = 6,06 m³
Remoção de dispositivos de concreto armado
Total = 6,06 + 0,20 = 6,26 m³

• Quantitativos para tratamento/recuperação


Lixamento mecânico de superfície de concreto
Área = 0,80 m²
Apicoamento manual da superfície de concreto
Área = 0,20 m²
Andaimes
Andaimes de madeira:
Volume: 12,00 m³
Andaime tubular metálico:
Total: 1346,00 m²/mês

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Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
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Montagem de andaime tubular metálico:
Total: 673,00 m²

Andaimes suspensos:
Total: 12,00 m²

Injeção de resina epoxi


Total: 3,80 m

Limpeza de ponte:
Total = 84,00 m

Injeção de calda de argamassa de cimento-areia 1:6


Furos de Ø =10cm em uma área de preenchimento de 2m x 2m
Volume = 2,0 x 2,0 x 0,30= 1,2 m³
4 furos por encontro x 2 encontros= 8 furos
Total = 8 x 1,2 = 9,6m³
• Quantitativos para consolidação dos encontros
Estacas
Encontro 1 – L1 = 15 und; L2 = 19 und
Encontro 2 – L3 = 23 und; L4 = 19 und
Comprimento das estacas = 6,00 m
Total : 76 x 6,00 = 456,00 m

Formas
Muros: L1/2: [45,8 +(0,594x2)]=47,0m²
L3/4: 0,4x12+0,4x0,18x2=4,94m²
L1:(10,10+6,44)x2+(1,12+0,65)=34,85m²
L2:(11,96+6,44)x2+(1,12+0,41)=38,33m²
L3:(19,15+8,34)x2+(1,42+0,51)=56,91m²
L4:(11,93+6,44)x2+(1,12+0,45)=38,31m²
Total: 51,91+34,85+38,33+56,91+38,31 = 220,31m²
Volume de Concreto Estrutural – fck = 25 Mpa
Muros: L1/2: 11,27x1,70x0,30=5,74m³
L3/4: 0,18x0,4x12,0=0,86m²
L1:(10,10+6,44)x0,30=4,96m³
L2:(11,96+6,44)x0,30=5,52m³
L3:(19,15+8,34)x0,30=8,27m³
L4:(11,93+6,44)x0,30=5,51m³
Total = 30,86 m³
Armação CA-50
Muros = 2303,0 kg
Estacas = 2245,00 kg
Total = 4.548,00 kg

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Protensão
Tirante protendido para cortina D= 32 mm = 56,00m
Tirante protendido para cortina D= 25 mm = 65,00m

Gabião
Muro gabião caixa encontro RJ 100x100x50cm: (1,00x1,00x0,50)x11 = 5,5m³
Muro gabião caixa encontro SP 100x100x50cm: (12x1,5+14x2,0+16x2,5+14x3,0+12x3,5)x1,0 =
170,0m³
Total = 175,5 m³
Manta de Geotextil
Manta = (1,5x11) + (12+14+16+14+12)x1= 84,5
Total = 84,5 m²
Projetado
Concreto projetado fck=25 Mpa =
Total = 1,125m³
Tela eletrossoldada Q61
Total =19,38 m²

Grampo aço galvanizado ø12.5


Total= 33,0 m

Junta Jeene JJ3040FW


Total = 20,00 m

8.2.3 Recuperação da Estrutura e dos Encontros da Ponte sobre o Rio Mambucaba


• Quantitativos para a Terraplenagem
Desmatamento e limpeza
Área = 600,00 m²

Escavação manual material de 1ª categoria


Volume = 178,00 m³

Reaterro e compactação manual


Volume = 128,40 m³

• Quantitativos para a Obras Complementares


Caiação
Área = 121,00 m²

Dreno
Dreno de PVC D= 75 mm, comp=60cm
Total = 20 x 0,60 = 12,00 m

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Dreno de PVC D= 100 mm, comp=60cm
Total = 12x 0,60 = 7,20 m

Filtro vertical
Colchão de areia média (filtro):
(8,57+6,10)+(8,57+6.10)+(7,28+6,10)+(7,28+6,10)x0,20=11,21
(20,77x0,20)x2 =8,30 m³
Total = 19,53 m³

Demolição de dispositivos de concreto armado


(2,50x0,25x0,50)+(2,30x0,25x0,50)+(2,30x0,25x0,50)+(35,95x0,50x0,50)+(2,50x0,25x1,00)+(
2,30x0,25x1,00)=
Total = 11,08 m³

Remoção de dispositivos de concreto armado


11,08 + 0,20
Total = 11,28 m³

• Quantitativos para tratamento/recuperação


Lixamento mecânico de superfície de concreto
Area = 0,80 m²

Apicoamento manual da superfície de concreto


Área = 0,20 m²
Andaimes
Andaimes de madeira:
Volume: 12,00 m³

Andaime tubular metálico:


Total: 1346,00 m²/mês

Montagem de andaime tubular metálico:


Total: 673,00 m²

Andaimes suspensos:
Total: 12,00 m²

Injeção de resina epoxi


Total: 3,80 m
Limpeza de ponte:
Total = 120,00 m
Injeção de calda de argamassa de cimento-areia 1:6

Furos de Ø =10cm em uma área de preenchimento de 2m x 2m

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
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Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
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Volume = 2,0 x 2,0 x 0,30= 1,2 m³
4 furos por encontro x 2 encontros= 8 furos
Total = 8 x 1,2 = 9,6m³

• Quantitativos para consolidação dos encontros


Estacas
Encontro 1 – L1 = 13 und; L2 = 13 und
Encontro 2 – L3 = 15 und; L4 = 15 und
Comprimento das estacas = 6,00 m
Total : 56 x 6,00 = 336,00 m

Formas
Muros:L1/2- L 3/4: (22,14x4)+(4x0,59)= 90,92m²
L1:(8,14+6,08)x2+(0,95+0,36)=29,75m²
L2:( 8,14+6,08)x2+(0,95+0,36)=29,75m²
L3:(7,70+6,08)x2+(0,95+0,36)=28,87m²
L4:( 7,70+6,08)x2+(0,95+0,36)=28,87m²
Total: 90,92+29,75+29,75+28,87+28,87 = 208,16m²

Volume de Concreto Estrutural – fck = 25 Mpa


Muros: L1/2-L3/4:(22,14x0,30)x2= 13,28m³
L1:(8,14+6,08)x0,30=4,26m³
L2:(8,14+6,08)x0,30=4,26m³
L3:(7,70+6,08)x0,30=4,13m³
L4:(7,70+6,08)x0,30=4,13m³
Total = 30,06 m³
Armação CA-50
Muros = 2298,00 kg
Estacas = 1683,00 kg
Total = 3.981,00 kg

Protensão
Tirante protendido para cortina D= 32 mm = 45,00m
Tirante protendido para cortina D= 25 mm = 130,00m

Gabião
Muro gabião caixa 100x100x50cm: (1,00x1,00x0,50)x26
Total = 13,00 m³

Projetado
Concreto projetado fck=25 Mpa =
Total = 1,92m³
Manta de Geotextil
Total = 39,00 m²

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
96
Tela eletrossoldada Q61
Total = 40,00 m²

Grampo aço galvanizado ø12.5


(39+33)x1 = 72,00 m

Junta Jeene JJ3040FW


Total = 12,00 m

8.2.4 Recuperação da Estrutura e dos Encontros da Ponte sobre o Rio Perequeaçu

• Quantitativos para a Terraplenagem


Desmatamento e limpeza
Área = 600,00 m²
Escavação manual material de 1ª categoria
Volume = 178,00 m³
Reaterro e compactação manual
Volume = 128,40 m³

• Quantitativos para a Obras Complementares


Caiação
Área = 121,00 m²
Dreno
Dreno de PVC D= 75 mm, comp=60cm
Total = 20 x 0,60 = 12,00 m

Dreno de PVC D= 100 mm, comp=60cm


Total = 12x 0,60 = 7,20 m
Filtro vertical
Colchão de areia média (filtro):
[(17,20+7,60)x2+(8,43+6,44)x2]x0,20=15,87 m³
(21,25x0,20)=4,25 m³
Total = 20,81 m³

Demolição de dispositivos de concreto armado


(1,16x0,20x1,00)+(1,70x0,20x1,00)+(17,96x0,63x1,00)=
Total = 11,88 m³

Remoção de dispositivos de concreto armado


11,28 + 0,20
Total = 12,08 m³
• Quantitativos para tratamento/recuperação
Lixamento mecânico de superfície de concreto
Área = 0,80 m²

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Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
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Apicoamento manual da superfície de concreto
Área = 0,20 m²

Andaimes
Andaimes de madeira:
Volume: 12,00 m³

Andaime tubular metálico:


Total: 1346,00 m²/mês

Montagem de andaime tubular metálico:


Total: 673,00 m²

Andaimes suspensos:
Total: 12,00 m²
Injeção de resina epoxi
Total: 3,80 m

Limpeza de ponte:
Total = 64,00 m

Injeção de calda de argamassa de cimento-areia 1:6


Furos de Ø =10cm em uma área de preenchimento de 2m x 2m
Volume = 2,0 x 2,0 x 0,30= 1,2 m³
4 furos por encontro x 2 encontros= 8 furos
Total = 8 x 1,2 = 9,6m³

• Quantitativos para consolidação dos encontros


Estacas
Encontro 1 – L1 = 21 und; L2 = 21 und
Encontro 2 – L3 = 13 und; L4 = 13 und
Comprimento das estacas = 6,00 m
Total : 68 x 6,00 = 408,00 m

Formas
Muros: L1/2- L 3/4: (21,25x2)+(2x0,59)= 43,68m²
L1:(17,83+9,10)x2+(1,42+0,46)=55,74m²
L2:( 17,83+9,10)x2+(1,42+0,46)= 55,74m²
L3:(7,83+6,44)x2+(0,96+0,36)=29,86m²
L4:(7,83+6,44)x2+(0,96+0,36)= 29,86m²
Total: 43,68+55,74+55,74+29,86+29,86 = 214,88m²

Volume de Concreto Estrutural – fck = 25 Mpa


Muros: L1/2-L3/4:(21,25x0,30)=6,37m³
L1:(17,83+9,10)x0,30=8,08m³
L2:(17,83+9,10)x0,30=8,08m³

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Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
98
L3:(7,83+6,44)x0,30=4,28m³
L4:(7,83+6,44)x0,30=4,28m³
Total = 31,09 m³
Armação CA-50
Muros = 2177,00 kg
Estacas = 2020,00 kg
Total = 4.197,00 kg

Protensão
Tirante protendido para cortina D= 32 mm = 45,00m
Tirante protendido para cortina D= 25 mm = 104,00m

Gabião
Muro gabião caixa 100x100x50cm: (1,00x1,00x0,50)x144
Total = 72,00 m³
Projetado
Concreto projetado fck=25 Mpa =
Total = 1,92m³

Manta de Geotextil
Total = 89,50 m²

Tela eletrossoldada Q61


Total = 20,00 m²

Grampo aço galvanizado ø12.5


11x3 = 33,00 m

Junta Jeene JJ3040FW


Total = 12,00 m

8.2.5 Recuperação da Estrutura e dos Encontros da Ponte sobre o Rio do Saco


• Quantitativos para a Terraplenagem
Desmatamento e limpeza
Área = 600,00 m²
Escavação manual material de 1ª categoria
Volume = 178,00 m³
Reaterro e compactação manual
Volume = 128,40 m³

• Quantitativos para a Obras Complementares


Caiação
Área = 121,00 m²

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
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Dreno
Dreno de PVC D= 75 mm, comp=60cm
Total = 20 x 0,60 = 12,00 m

Dreno de PVC D= 100 mm, comp=60cm


Total = 12x 0,60 = 7,20 m
Filtro vertical
Colchão de areia média (filtro):
[(10,47+6,44)x3]+(8,42+6,44)x0,20=13,11 m³
(21,25x0,20)=4,25 m³
Total = 17,36 m³

Demolição de dispositivos de concreto armado


(8,17x0,95)+(1,97x0,95)+(1,90x0,30)+(1,79x0,30) + (14,2x0,95)=
Total = 24,32m³

Remoção de dispositivos de concreto armado


24,32 + 0,20
Total = 24,52 m³

• Quantitativos para tratamento/recuperação


Lixamento mecânico de superfície de concreto
Área = 0,80 m²

Apicoamento manual da superfície de concreto


Área = 0,20 m²

Andaimes
Andaimes de madeira:
Volume: 12,00 m³

Andaime tubular metálico:


Total: 1346,00 m²/mês

Montagem de andaime tubular metálico:


Total: 673,00 m²

Andaimes suspensos:
Total: 12,00 m²

Injeção de resina epoxi


Total: 3,80 m

Limpeza de ponte:
Total = 40,00 m

Injeção de calda de argamassa de cimento-areia 1:6

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
100
Furos de Ø =10cm em uma área de preenchimento de 2m x 2m
Volume = 2,0 x 2,0 x 0,30= 1,2 m³
4 furos por encontro x 2 encontros= 8 furos
Total = 8 x 1,2 = 9,6m³

• Quantitativos para consolidação dos encontros


Estacas
Encontro 1 – L1 = 15 und; L2 = 17 und
Encontro 2 – L3 = 19 und; L4 = 13 und
Comprimento das estacas = 6,00 m
Total : 64 x 6,00 = 384,00 m

Formas
Muros: L1/2- L 3/4: (19,04x4)+(4x0,59)= 79,57m²
L1:(10,50+6,44)x2+(1,01+0,36)=35,25m²
L2:( 10,50+6,44)x2+(1,01+0,36)= 35,25m²
L3:(11,76+6,44)x2+(1,01+0,28)=37,69m²
L4:(8,43+6,44)x2+(1,01+0,52)= 31,27m²
Total: 79,57+35,25+35,25+37,69+31,27 = 219,03m²

Volume de Concreto Estrutural – fck = 25 Mpa


Muros: L1/2-L3/4:(19,04x0,30)x2=6,37m³
L1:(10,50+6,44)x0,30=8,08m³
L2:(10,50+6,44)x0,30=8,08m³
L3:(11,76+6,44)x0,30=4,28m³
L4:(8,43+6,44)x0,30=4,28m³
Total = 31,09 m³

Armação CA-50
Muros = 2426,00 kg
Estacas = 1908,00 kg
Total = 4.334,00 kg

Protensão
Tirante protendido para cortina D= 32 mm = 42,00m
Tirante protendido para cortina D= 25 mm = 130,00m

Gabião
Muro gabião caixa 100x100x50cm: (1,00x1,00x0,50)x22
Total = 11,00 m³

Projetado
Concreto projetado fck=25 Mpa =
Total = 1,92m³

Manta de Geotextil

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
101
Total = 36,00 m²

Tela eletrossoldada Q61


Total = 40,00 m²

Grampo aço galvanizado ø12.5


11x3 = 33,00 m

Junta Jeene JJ3040FW


Total = 12,00 m

8.2.6 Recuperação da Estrutura e dos Encontros da Ponte sobre o Rio São Roque

• Quantitativos para a Terraplenagem


Desmatamento e limpeza
Área = 600,00 m²
Escavação manual material de 1ª categoria
Volume = 178,00 m³

Reaterro e compactação manual


Volume = 128,40 m³

• Quantitativos para a Obras Complementares


Caiação
Área = 121,00 m²

Dreno
Dreno de PVC D= 75 mm, comp=60cm
Total = 20 x 0,60 = 12,00
Dreno de PVC D= 100 mm, comp=60cm
Total = 12x 0,60 = 7,20 m
Filtro vertical
Colchão de areia média (filtro):
[(10,47+5,25)x2]+(8,42+5,57)x2]x0,20=11,88 m³
(20,32x0,20)x2=0,93 m³
Total = 12,81 m³

Demolição de dispositivos de concreto armado


(5,71x1,70)+(17,48x1,70)+(2,31x1,70)=
Total = 43,35 m³
Remoção de dispositivos de concreto armado
43,35 + 0,20
Total = 43,55 m³

• Quantitativos para tratamento/recuperação

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
102
Lixamento mecânico de superfície de concreto
Área = 0,80 m²

Apicoamento manual da superfície de concreto


Área = 0,20 m²

Andaimes
Andaimes de madeira:
Volume: 12,00 m³

Andaime tubular metálico:


Total: 1346,00 m²/mês

Montagem de andaime tubular metálico:


Total: 673,00 m²

Andaimes suspensos:
Total: 12,00 m²

Injeção de resina epoxi


Total: 3,80 m

Limpeza de ponte:
Total = 72,00 m

Injeção de calda de argamassa de cimento-areia 1:6


Furos de Ø =10cm em uma área de preenchimento de 2m x 2m
Volume = 2,0 x 2,0 x 0,30= 1,2 m³
4 furos por encontro x 2 encontros= 8 furos
Total = 8 x 1,2 = 9,6m³

• Quantitativos para consolidação dos encontros


Estacas
Encontro 1 – L1 = 15 und; L2 = 17 und
Encontro 2 – L3 = 19 und; L4 = 13 und
Comprimento das estacas = 6,00 m
Total : 64 x 6,00 = 384,00 m

Formas
Muros: L1/2- L 3/4: (19,04x4)+(4x0,59)= 79,57m²
L1:(10,50+6,44)x2+(1,01+0,36)=35,25m²
L2:( 10,50+6,44)x2+(1,01+0,36)= 35,25m²
L3:(11,76+6,44)x2+(1,01+0,28)=37,69m²
L4:(8,43+6,44)x2+(1,01+0,52)= 31,27m²
Total: 79,57+35,25+35,25+37,69+31,27 = 219,03m²

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
103
Volume de Concreto Estrutural – fck = 25 Mpa
Muros: L1/2-L3/4:(19,04x0,30)x2=6,37m³
L1:(10,50+6,44)x0,30=8,08m³
L2:(10,50+6,44)x0,30=8,08m³
L3:(11,76+6,44)x0,30=4,28m³
L4:(8,43+6,44)x0,30=4,28m³
Total = 31,09 m³

Armação CA-50
Muros = 2426,00 kg
Estacas = 1908,00 kg
Total = 4.334,00 kg

Protensão
Tirante protendido para cortina D= 32 mm = 42,00m
Tirante protendido para cortina D= 25 mm = 130,00m

Gabião
Muro gabião caixa 100x100x50cm: (1,00x1,00x0,50)x22
Total = 11,00 m³

Projetado
Concreto projetado fck=25 Mpa =
Total = 1,92m³

Manta de Geotextil
Total = 36,00 m²

Tela eletrossoldada Q61


Total = 40,00 m²

Grampo aço galvanizado ø12.5


11x3 = 33,00 m

Junta Jeene JJ3040FW


Total = 12,00 m

8.3 QUADRO RESUMO DE DISTÂNCIA DE TRANSPORTES

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
104
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para

QUADRO RESUMO DAS DISTÂNCIAS DE TRANSPORTE


TRANSPORTE LOCAL TRANSPORTE COMERCIAL
PERCURSO
SERVIÇO MATERIAL (DMT) (DMT)

ORIGEM DESTINO NP P TOTAL NP P TOTAL


CIMENTO ANGRA DOS REIS CANTEIRO 0,24 48,50 48,74
AÇO ANGRA DOS REIS CANTEIRO 0,24 48,50 48,74
MADEIRA ANGRA DOS REIS CANTEIRO 0,24 48,50 48,74
AREAL JC PEREIRA (Km 495,2 DA BR-101/RJ -LD) CANTEIRO 0,54 37,40 37,94
AREIA
PRÉ - MOLDADOS/CONCRETO AREAL JC PEREIRA (Km 495,2 DA BR-101/RJ -LD) PISTA 0,30 35,10 35,40
RACHÃO/PEDRA DE MÃO PEDREIRA GRAMA CANTEIRO 0,24 39,70 39,94
PEDREIRA GRAMA CANTEIRO 0,24 39,70 39,94
BRITA
PEDREIRA GRAMA PISTA 37,40 37,40
CANTEIRO PISTA 0,24 23,40 23,64
CANTEIRO/DEPOSITO
REMOÇÕES/DEMOLIÇÕES MATERIAL METALICO PISTA 0,24 27,54 27,78
TEMPORARIO

REMOÇÕES/DEMOLIÇÕES OUTROS MATERIAIS PISTA BOTA-FORA 139,50 139,50

NP - NÃO PAVIMENTADA P - PAVIMENTADA

obs :Dist. Pista para o canteiro 0,24 km


obs :Dist. Pista para o areal pista 0,30 km NP e 2,70 P
obs :Dist. Pista para o pedreira pista 5,00 P
Contrato: ST-7-0830/13-00
105
8.4. DIAGRAMA DE LOCALIZAÇÃO DAS FONTES DE MATERIAIS

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da
Contrato: ST-7-0830/13-00
Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

106
8.5 INSTALAÇÃO DO CANTEIRO, MOBILIZAÇAO E DESMOBILIZAÇÃO

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Contrato: ST-7-0830/13-00
Meso e da Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.

107
9. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS

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Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
108
9. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS
120 150 180 210 240 270 300 330 360
DIAS
90
60
30

CANTEIRO DE OBRA, MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO


SERVIÇOS

PONTE SOBRE O RIO PEREQUEAÇU


PONTE SOBRE O RIO MAMBUCABA

PONTE SOBRE O RIO SÃO ROQUE


PONTE SOBRE O RIO DO SACO
PONTE SOBRE O RIO GRATAU
PASSARELA SAPINHATUBA

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Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
109
10. PLANO DE EXECUÇAO DA OBRA

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Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
110
10. PLANO DE EXECUÇÃO DA OBRA

10.1 PLANO DE EXECUÇÃO DA PASSARELA

A Passarela será construída na Rodovia BR-101/RJ, km 478,4, trecho "Div. ES/RJ – Div. RJ/SP",
subtrecho "entre BR-149/RJ – Entr. BR-494/RJ (Bairro Sapinhatuba), nas seguintes etapas
construtivas:

• MOBILIZAÇÃO: A Mobilização compreende o efetivo deslocamento e instalação no local onde


deverão ser realizados os serviços, de todo o pessoal técnico e de apoio, materiais e
equipamentos necessários à execução dos mesmos.

• CANTEIRO: A Contratada deverá realizar e manter no Canteiro de Obras, durante toda a


duração do Contrato, por sua conta e responsabilidade, todas as instalações que se tornarem
necessárias para a completa execução dos serviços.

• LIMPEZA DO TERRENO E MOVIMENTAÇÃO DE TERRA: O serviço de limpeza do terreno


consiste na remoção da vegetação e/ou entulho depositado no mesmo. A movimentação de terra
consiste na conformação do terreno com a geometria e elevações de projeto.

• LOCAÇÃO DE FUNDAÇÃO: Proceder a locação das estacas baseada nas coordenadas e


elevações do projeto executivo.

• EXECUÇÃO DO ESTAQUEAMENTO: A execução das estacas do tipo raiz deve compreende a


seguinte seqüência: perfuração auxiliada por circulação de água, instalação da armadura,
preenchimento do furo com argamassa, e remoção do revestimento e aplicação de golpes de ar
comprimido. Proceder o arrasamento das estacas conforme projeto executivo.

• DEMOLIÇÃO: Proceder à demolição do abrigo de ônibus, rampa de acessos existente,


arrasamento dos blocos de concreto armado aparente da antiga passarela, desmontagem dos
pilares e vigas metálicas da passarela existente, conforme especificações.

• ESCAVAÇÃO E ARMADURA DOS BLOCOS: Proceder a escavação do terreno baseada nas


dimensões dos blocos detalhados no projeto executivo. Proceder o corte, dobra e montagem das
armaduras dos blocos conforme projeto executivo.

• FORMA E CONCRETAGEM DOS BLOCOS: Posicionar as formas e proceder a concretagem


dos blocos de fundação. Executar a desforma e reaterro do terreno.

• EXECUÇÃO DOS MUROS DE CONTEÇÃO: Proceder a escavação do terreno baseada na


geometria dos muros detalhados no projeto executivo. Proceder o corte, dobra e montagem das

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
111
armaduras conforme projeto executivo. Posicionar as formas e executar a concretagem dos
muros de contenção. Executar a cura e desforma após decorrido um período mínimo de 7 dias
da concretagem. Proceder o aterro das rampas conforme projeto executivo.

• EXECUÇÃO DOS PILARES: Proceder o corte, dobra e montagem das armaduras conforme
projeto executivo. Posicionar as formas e executar a concretagem dos pilares. Proceder a cura e
desforma após decorrido um período mínimo de 7 dias da concretagem.

• EXECUÇÃO DAS TRAVESSIAS: Proceder a montagem do cimbramento metálico e montagem


das formas. Proceder o corte, dobra e montagem das armaduras conforme projeto executivo.
Executar a concretagem das travessas. Proceder a cura e desforma após decorrido um período
mínimo de 7 dias da concretagem. A retirada do cimbramento metálico deve ser procedida após
decorrido um período mínimo de 21 dias da concretagem.

• EXECUÇÃO DAS RAMPAS E TRAVESSIA: Proceder o corte, dobra e montagem das


armaduras conforme projeto executivo. Posicionar as formas e executar a concretagem.
Proceder a cura e desforma dos pré-moldados após decorrido um período mínimo de 7 dias da
concretagem. A Cura consiste na manutenção de uma fina camada de água delicadamente
aspergida na superfície do concreto fresco. O içamento e protensão dos pré-moldados, só
devem ser realizados após decorrido o prazo mínimo recomendado pela norma ou especificado
em projeto executivo. Executar a protensão da Travesia com posterios injeção de calda de
cimento nas bainhas.

• TRANSPORTE E MONTAGEM DA TRAVESSIA: Executar o transporte dos pré-moldados na


sequencia definida no planejamento de montagem e de acordo com as condições de estocagem
na obra. Proceder a montagem dos pré-moldados de acordo com o planejamento de montagem
e plano de rigging.

• URBANIZAÇÃO e ILUMINAÇÃO: Proceder a execução das calçadas, baias de ônibus com piso
intertravado, iluminação (Implantação de postes , aterramento e cabeamento) e plantio de grama
conforme projeto executivo e especificações do projeto.

• SERVIÇOS COMPLEMENTARES: Executar o contrapiso desempenado da passarela,


montagem, fixação e pintura dos guarda corpos. Proceder aos acabamentos e reparos da
estrutura, que se façam necessários. Proceder a limpeza da obra e demais serviços
complementares.

• DESMOBILIZAÇÃO: A Desmobilização compreende a desmontagem do Canteiro de Obras e


consequente retirada do local de todo o efetivo, além dos equipamentos e materiais de
propriedade exclusiva da Contratada, entregando a área das instalações devidamente limpa.

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
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• LANÇAMENTO DAS RAMPAS PRÉ-MOLDADAS E DA TRAVESSIA:

Para a construtora vencedora da licitação elaborar seu plano de “Rigging”, é necessário especificar
a carga (peso) e dimensões das rampas pré-moldadas e da travessia (vigas principais acopladas a
laje).

No preço para o serviço de transporte e montagem de rampas, a consultora pressupõe que as peças
pré-moldadas sejam executadas no canteiro de obras próximo a Rodovia BR-101/RJ, apresentado
neste projeto, e transportadas por caminhões especiais até o local da obra.

As Rampas pré-moldadas são em número de 13 (treze) sendo a maior com comprimento de 13,03 m
e largura de 2,30 m pesando 26 toneladas. A Travessia tem comprimento de 27 m, largura de 2,30m
e pesa 48,5t a peça única, e devido ao seu peso e dimensão pressupomos a confecção da mesma,
em seu local de implantação na lateral da Rodovia, do lado direito onde há espaço para tal.

A distância média de transporte é de 51,74 km para as rampas.

10.2 PLANO DE EXECUÇÃO REFORÇO DOS ENCONTROS DAS CINCO PONTES

10.2.1 Plano de Demolição dos Muros

• Demolição de muros de concreto armado com os seguintes equipamentos:

Compressor de Ar – 400PCM
Martelete – Rompedor 33kg
Caminhão Basculante – 10m3

• Escavação, demolição e remoção manual de muro existente em concreto armado, carga,


transporte e descarga de mat. 3ª cat., até o bota fora;

• Reaterro e compactação manual em camadas de 0,20 m compactadas a 100%PN e o último 1,0


m compactada a 100%PN intermediário.

Resumo das Quantidades de Demolição

• Volume de demolição concreto armado:

Ponte sobre o Rio Grataú: Vc = 6,06 m3;


Ponte sobre o Rio Mambucaba: Vc = 11,08 m3;
Ponte sobre o Rio Perequeaçu: Vc = 11,88 m3;
Ponte sobre o Rio do Saco: Vc = 10,83 m3;
Ponte sobre o Rio São Roque: Vc = 43,35m3;
Volume total = 83,20m

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10.2.2- Plano de Construção Reforço dos Encontros das 5 (cinco) Pontes

• MOBILIZAÇÃO: A Mobilização compreende o efetivo deslocamento e instalação no local onde


deverão ser realizados os serviços, de todo o pessoal técnico e de apoio, materiais e
equipamentos necessários à execução dos mesmos.

• CANTEIRO: A Contratada deverá realizar e manter no Canteiro de Obras, durante toda a


duração do Contrato, por sua conta e responsabilidade, todas as instalações que se tornarem
necessárias para a completa execução dos serviços

• LIMPEZA DO TERRENO E MOVIMENTAÇÃO DE TERRA: O serviço de limpeza do terreno


consiste na remoção da vegetação e/ou entulho depositado no mesmo. A movimentação de terra
consiste na conformação do terreno com a geometria e elevações de projeto.

• LOCAÇÃO DE FUNDAÇÃO: Proceder a locação das estacas baseada nas coordenadas e


elevações do projeto executivo.

• EXECUÇÃO DO ESTAQUEAMENTO: A execução das estacas do tipo raiz deve compreende a


seguinte seqüência: perfuração auxiliada por circulação de água, instalação da armadura,
preenchimento do furo com argamassa, e remoção do revestimento e aplicação de golpes de ar
comprimido. A execução de estacas próximas (distância inferior a cinco diâmetros) não pode
ocorrer em intervalo inferior a 12h. Executar inicialmente as estacas com armadura (conforme
projeto executivo) e posteriormente as estacas secantes (não armadas). Proceder o arrasamento
das estacas conforme projeto executivo.

• ESCAVAÇÃO E ARMADURA DOS MUROS E CORTINAS: Proceder o corte do terreno


baseado nas dimensões do projeto. Proceder o corte, dobra e montagem das armaduras dos
muros de contenção e conforme projeto executivo. Proceder a execução do concreto projetado
das cortinas.

• FORMA E CONCRETAGEM DOS MUROS E CORTINAS: Posicionar as formas e proceder a


concretagem dos muros de contenção e cortinas. Executar a cura e desforma após decorrido um
período mínimo de 7 dias da concretagem. Executar a desforma, camada drenante de areia
atrás do muros, drenos e reaterro do terreno conforme projeto executivo.

• TIRANTES: Proceder a perfuração do terreno, conforme locação, direção e comprimento dos


tirantes constantes no projeto executivo. Fazer a montagem e posicionamento dos tirantes,
proceder a injeção da argamassa no trecho ancorado. Executar a protensão dos tirantes e
posterior injeção da argamassa no trecho livre. Executar os elementos de proteção das cabeças
dos tirantes.

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• DEMOLIÇÃO E REMOÇÃO DO MURO EXISTENTE: Proceder a escavação do solo atrás dos
muros e remoção manual do solo. Executar a demolição dos muros e remoção manual do
concreto segregado. Proceder o aterro ou corte do terreno e bota fora, com obtenção da
conformação topográfica do terreno prevista no projeto executivo.

• PLANTIO DE GRAMA: Limpar a área de plantio deixando-a livre de tocos, raízes e ervas
daninhas, nivelar e proceder à aragem com aplicação de abudo. Posicionar os rolos de grama ao
longo da área de plantio para facilitar o manuseio. Após o plantio rejunte todas as fissuras entre
os tapetes de grama com terra de boa qualidade, livre de ervas daninhas. Essa técnica irá ajudar
no processo de brotação, péga e enraizamento da grama. Irrigar em abundancia.

• SERVIÇOS COMPLEMENTARES: Proceder os acabamentos e reparos da estrutura, que se


façam necessários. Proceder a limpeza da obra e demais serviços complementares.

• DESMOBILIZAÇÃO: A Desmobilização compreende a desmontagem do Canteiro de Obras e


consequente retirada do local de todo o efetivo, além dos equipamentos e materiais de
propriedade exclusiva da Contratada, entregando a área das instalações devidamente limpa.

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10.3 CRONOGRAMA DETALHADO DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS

DIAS
CÓD SERVIÇOS
30 60 90 120 150 180 210 240 270 300 330 360
1 PASSARELA SAPINHATUBA
1.1 SERVIÇOS INICIAIS
1.1.1 MOBILIZAÇÃO E CANTEIRO
1.1.2 LIMPEZA DO TERRENO E MOVIMENTO DE TERRA
1.2 FUNDAÇÕES
1.2.1 LOCAÇÃO E EXECUÇÃO DAS ESTACAS
1.2.2 ESCAVAÇÃO E ARMADURA DOS BLOCOS
1.2.3 FORMA E CONCRETAGEM DOS BLOCOS
1.2.4 EXECUÇÃO DOS MUROS DE CONTENÇÃO
1.3 MESOESTRUTURA
1.3.1 EXECUÇÃO DOS PILARES
1.3.2 EXECUÇÃO DAS TRAVESSAS
1.4 SUPERESTRUTURA
1.4.1 FORMAS E ARMADURA DE RAMPAS E TRAVESSIA
1.4.2 CONCRETAGEM, CURA E DESFORMA
1.4.3 TRANSPORTE E MONTAGEM DAS RAMPAS
1.4.4 TRANSPORTE E MONTAGEM DA TRAVESSIA
1.5 URBANIZAÇÃO E ILUMINAÇÃO
SERVIÇOS COMPLEMENTARES E DESMOBILIZAÇÃO
2 PONTE SOBRE O RIO GRATAÚ
2.1 SERVIÇOS INICIAIS
2.1.1 MOBILIZAÇÃO E CANTEIRO
2.1.2 LIMPEZA DO TERRENO E MOVIMENTO DE TERRA
2.2 FUNDAÇÕES
2.2.1 LOCAÇÃO E EXECUÇÃO DAS ESTACAS
2.2.2 ARMADURA
2.2.3 FORMA E CONCRETAGEM DOS MUROS LATERAIS
2.2.4 FORMA E CONCRETAGEM DAS CORTINAS
2.2.5 EXECUÇÃO E CARGA NOS TIRANTES
2.3 SERVIÇOS COMPLEMENTARES
2.3.1 DEMOLIÇÃO E REMOÇÃO MURO EXISTENTE
2.3.2 PLANTIO DE GRAMA DESMOBILIZAÇÃO E LIMPEZA
3 PONTE SOBRE O RIO MAMBUCABA
3.1 SERVIÇOS INICIAIS
3.1.1 MOBILIZAÇÃO E CANTEIRO
3.1.2 LIMPEZA DO TERRENO E MOVIMENTO DE TERRA
3.2 FUNDAÇÕES
3.2.1 LOCAÇÃO E EXECUÇÃO DAS ESTACAS
3.2.2 ARMADURA
3.2.3 FORMA E CONCRETAGEM DOS MUROS LATERAIS
3.2.4 FORMA E CONCRETAGEM DAS CORTINAS
3.2.5 EXECUÇÃO E CARGA NOS TIRANTES
3.3 SERVIÇOS COMPLEMENTARES
3.3.1 DEMOLIÇÃO E REMOÇÃO MURO EXISTENTE
3.3.2 PLANTIO DE GRAMA DESMOBILIZAÇÃO E LIMPEZA

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DIAS
CÓD SERVIÇOS
30 60 90 120 150 180 210 240 270 300 330 360
4 PONTE SOBRE O RIO PEREQUEAÇU
4.1 SERVIÇOS INICIAIS
4.1.1 MOBILIZAÇÃO E CANTEIRO
4.1.2 LIMPEZA DO TERRENO E MOVIMENTO DE TERRA
4.2 FUNDAÇÕES
4.2.1 LOCAÇÃO E EXECUÇÃO DAS ESTACAS
4.2.2 ARMADURA
4.2.3 FORMA E CONCRETAGEM DOS MUROS LATERAIS
4.2.4 FORMA E CONCRETAGEM DAS CORTINAS
4.2.5 EXECUÇÃO E CARGA NOS TIRANTES
4.3 SERVIÇOS COMPLEMENTARES
4.3.1 DEMOLIÇÃO E REMOÇÃO MURO EXISTENTE
4.3.2 PLANTIO DE GRAMA DESMOBILIZAÇÃO E LIMPEZA
5 PONTE SOBRE O RIO DO SACO
5.1 SERVIÇOS INICIAIS
5.1.1 MOBILIZAÇÃO E CANTEIRO
5.1.2 LIMPEZA DO TERRENO E MOVIMENTO DE TERRA
5.2 FUNDAÇÕES
5.2.1 LOCAÇÃO E EXECUÇÃO DAS ESTACAS
5.2.2 ARMADURA
5.2.3 FORMA E CONCRETAGEM DOS MUROS LATERAIS
5.2.4 FORMA E CONCRETAGEM DAS CORTINAS
5.2.5 EXECUÇÃO E CARGA NOS TIRANTES
5.3 SERVIÇOS COMPLEMENTARES
5.3.1 DEMOLIÇÃO E REMOÇÃO MURO EXISTENTE
5.3.2 PLANTIO DE GRAMA DESMOBILIZAÇÃO E LIMPEZA
6 PONTE SOBRE O RIO SÃO ROQUE
6.1 SERVIÇOS INICIAIS
6.1.1 MOBILIZAÇÃO E CANTEIRO
6.1.2 LIMPEZA DO TERRENO E MOVIMENTO DE TERRA
6.2 FUNDAÇÕES
6.2.1 LOCAÇÃO E EXECUÇÃO DAS ESTACAS
6.2.2 ARMADURA
6.2.3 FORMA E CONCRETAGEM DOS MUROS LATERAIS
6.2.4 FORMA E CONCRETAGEM DAS CORTINAS
6.2.5 EXECUÇÃO E CARGA NOS TIRANTES
6.3 SERVIÇOS COMPLEMENTARES
6.3.1 DEMOLIÇÃO E REMOÇÃO MURO EXISTENTE
6.3.2 PLANTIO DE GRAMA DESMOBILIZAÇÃO E LIMPEZA

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11. ESPECIFICAÇÕES

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11.1 LISTA DE ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS PREVISTOS NO PROJETO

ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS PREVISTOS NO PROJETO

DNIT 020/2006-ES DRENAGEM – MEIOS-FIOS E GUIAS

DNIT 080/2006 - ES PREPARAÇÃO DE SUPERFÍCIES DE CONCRETO: APICOAMENTO E JATEAMENTOS

DNIT 081/2006 - ES REMOÇÕES NO CONCRETO

DNIT 087/2006 - ES EXECUÇÃO E ACABAMENTO DE CONCRETO PROJETADO

DNIT 088/2006 - ES DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA LATERAL: GUARDA-RODAS, GUARDA-CORPOS E BARREIRAS

DNIT 091/2006-ES TRATAMENTO DE APARELHOS DE APOIO: CONCRETO, NEOPRENE E METÁLICOS

DNIT 092/2006-ES JUNTAS DE DILATAÇÃO

DNIT 102/2009-ES PROTEÇÃO DO CORPO ESTRADAL- PROTEÇÃO VEGETAL

DNIT 103/2009-ES PROTEÇÃO DO CORPO ESTRADAL- ESTRUTURAS DE ARRIMO COM GABIÃO

DNIT 104/2009-ES TERRAPLENAGEM – SERVIÇOS PRELIMINARES

DNIT 106/2009-ES TERRAPLENAGEM – CORTES

DNIT 108/2009-ES TERRAPLENAGEM – ATERROS

DNIT 116/2009-ES PONTES E VIADUTOS RODOVIÁRIOS – SERVIÇOS PRELIMINARES

DNIT 117/2009-ES PONTES E VIADUTOS RODOVIÁRIOS – CONCRETOS,ARGAMASSAS E CALDA DE CIMENTO PARA INJEÇÃO

DNIT 118/2009-ES PONTES E VIADUTOS RODOVIÁRIOS – ARMADURAS PARA CONCRETO PROTENDIDO

DNIT 119/2009-ES PONTES E VIADUTOS RODOVIÁRIOS – ARMADURAS PARA CONCRETO ARMADO

DNIT 120/2009-ES PONTES E VIADUTOS RODOVIÁRIOS – FÔRMAS

DNIT 121/2009-ES PONTES E VIADUTOS RODOVIÁRIOS – FUNDAÇÕES

DNIT 141/2010-ES PAVIMENTAÇÃO BASE ESTABILIZADA GRANULOMETRICAMENTE

DNER 327/1997-ES PAVIMENTAÇÃO – PAVIMENTO COM PEÇAS PRÉ-MOLDADAS DE CONCRETO

DNER-ES-AO 36/96 DRENO DE PVC D=100 mm

DNER-PRO 207/94 PROJETO, EXECUÇÃO E RETIRADA DE CIMBRAMENTOS DE PONTES DE CONCRETO ARMADO E PROTENDIDO

NBR 5659/2006 EXECUÇÃO DE TIRANTES ANCORADOS NO TERRENO

NBR 6118/2014 PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO

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11.2 LISTA DE ESPECIFICAÇÕES PARTICULARES

LISTA DE ESPECIFICAÇÕES PARTICULARES


EP-01 EXECUÇÃO DE CALÇADA DE CONCRETO
EP-02 ANDAIMES
EP-03 COLCHÃO DE AREIA
EP-04 GUARDA- CORPO METÁLICO
EP-05 DESMONTAGEM DE PILAR METÁLICO
EP-06 DESMONTÁGEM DE VIGA METÁLICA
EP-07 DEMOLIÇÃO DO ABRIGO DE ÔNIBUS
EP-08 ILUMINAÇÃO PÚBLICA
EP-09 INJEÇÃO DE RESINA EPOXI EM FISSURAS
EP-10 INJEÇÃO DE CALDA DE ARGAMASSA DE CIMENTO-AREIA 1:6
EP-11 TIRANTE PROTENDIDO D=25MM
EP-12 TELA ELETROSOLDADA
EP-13 ESTACA RAIZ 40CM INCLUINDO FURAÇÃO EM SOLO, INJEÇÃO DE
ARGAMASSA DE CIMENTO AREIA(6,00M)
EP-14 REMOÇÃO DE PINTURA (FAIXA)
EP-15 EXECUÇÃO DE PASSARELA PARA PEDESTRE

11.3. ESPECIFICAÇÕES PARTICULARES

11.3.1 EP – 01 Execução de Calçada em Concreto

Generalidades - Esta especificação tem por objetivo fixar as condições exigíveis para execução de
calçada em concreto a fim de permitir a realização dos serviços durante a fase de construção.
A calçada deve ter superfície regular, contínua, firme e antiderrapante em qualquer condição
climática, executada sem mudanças abruptas de nível ou inclinações que dificultem a circulação dos
pedestres.
A execução da calçada tem a finalidade de criar as condições adequadas ao transito de pedestres
para acesso à passarela e ao abrigo da parada de ônibus.

Materiais – Concreto simples traço 1:4:8 (1 parte de cimento, 4 partes de areia, 8 partes de brita),
com resistência fck = 25 MPa; argamassa de cimento e areia traço 1:3.

EXECUÇÃO DE CALÇADA (P/M2) UNID QUANT

Argamassa cimento e areia traço 1:3 (acabamento) m³ 0,0150

Conc.estr. fck=25 Mpa - contr.raz.uso ger.conf. e lanç. m³ 0,0500

Compactação manual (sub-leito h=20cm) m³ 0,2000

Lastro de brita (regularização) m³ 0,0300

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Execução - Limpar, nivelar e apiloar o terreno com compactador tipo “sapo”; fazer lastro de brita nº 1
com espessura de 3,0 cm (regularização) expalhando-o uniformemente por processo manual.
Executar juntas de dilatação com ripas de madeira esp=2,0cm a cada 2,0m nos dois sentidos,
formando placas o mais quadradas possível. A concretagem da calçada será executada
alternadamente entre as placas com concreto fck=25 MPa traço 1:4:8 com espessura de 5,0cm,
Quando o concreto mostrar-se em condições de endurecimento inicial, as ripas de madeira das
juntas de dilatação devem ser cuidadosamente retiradas e, então, completa-se a concretagem das
placas restantes. Sobre o concreto nivelado e ainda úmido, lançar uma camada de argamassa com
espessura de 1,5cm, traço 1:3, dando acabamento final com o uso de desempenadeira de madeira,
garantindo inclinação transversal no sentido da sarjeta de 2%, manter o piso úmido por 4 dias,
evitando o trânsito sobre a calçada.

Medição – A medição será feita quando da conclusão da totalidade do serviço, observado o


cronograma de execução pela supervisora.

Pagamento - O pagamento será feito após a aceitação dos serviços pela Fiscalização levando-se
em conta a quantidade medida e o custo unitário apresentado para cada item de serviço, o qual
deverá incluir todos os insumos necessários à execução do mesmo, tais como: utilização de
equipamentos, mão-de-obra, encargos, materiais, ferramentas, transporte em geral e eventuais
necessários à execução plena dos serviços.

11.3.2 EP - 02 Andaimes

Generalidades – Esta especificação trata da descrição dos andaimes a serem empregados na


execução dos serviços.

Equipamento - A natureza, capacidade e quantidade do equipamento a ser utilizado, será em


função do tipo do serviço a executar, confrontado com o prazo de execução do serviço.

1. Andaimes Suspensos Mecânicos


Os sistemas de fixação e sustentação e as estruturas de apoio dos andaimes suspensos, deverão
ser precedidos de projeto elaborado e acompanhado por profissional legalmente habilitado.

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Os andaimes suspensos deverão ser dotados de placa de identificação, colocada em local visível,
onde conste a carga máxima de trabalho permitida.

É proibido o uso de cabos de fibras naturais ou artificiais para sustentação dos andaimes suspensos.
A sustentação de andaimes suspensos só pode ser feita por cabos de aço.

Sobre os andaimes suspensos somente é permitido depositar material para uso imediato.

Quando utilizado apenas um guincho de sustentação por armação é obrigatório o uso de um cabo de
segurança adicional de aço, ligado a dispositivo de bloqueio mecânico automático, observando-se a
sobrecarga indicada pelo fabricante do equipamento.

A sustentação dos andaimes suspensos deve ser feita por meio de vigas, afastadores ou outras
estruturas metálicas de resistência equivalente a, no mínimo, três vezes o maior esforço solicitante. A
sustentação dos andaimes suspensos somente poderá ser apoiada ou fixada em elemento estrutural.

Os andaimes suspensos devem ser convenientemente fixados à edificação na posição de trabalho.


Os dispositivos de suspensão devem ser diariamente verificados pelos usuários e pelo responsável
pela obra, antes de iniciados os trabalhos.

Os usuários e o responsável pela verificação deverão receber treinamento e manual de


procedimentos para a rotina de verificação diária.

2. Cadeira Suspensa

Nas atividades em que não seja possível a instalação de andaimes, é permitida a utilização de
cadeira suspensa (balancim individual).

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A sustentação da cadeira deve ser feita por meio de cabo de aço ou cabo de fibra sintética (corda de
poliamida).

O sistema de fixação da cadeira suspensa deve ser independente do cabo-guia do trava-quedas.

Esta cadeira deve apresentar na sua estrutura, em caracteres indeléveis e bem visíveis, a razão
social e o número do CNPJ do fabricante. O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-
quedista, ligado ao trava-quedas em cabo-guia independente.

3. Andaime tubular

São aqueles cuja montagem é efetuada com travessas metálicas de encaixe ou com tubos e
braçadeiras, utilizando pranchas de madeira apoiadas sobre a estrutura do andaime, no nível onde
será executado o trabalho.

3.2 - UTILIZAÇÃO DE PRANCHAS:


As pranchas de madeira devem possuir encaixe para prevenir o deslizamento das mesmas sobre a
estrutura do andaime, devendo ainda ser amarradas, como medida de prevenção de acidentes.
A espessura mínima das pranchas de madeira será de 30mm (trinta milímetros).

Devem ser colocadas no nível de trabalho quantas pranchas forem necessárias para preencher toda
área livre, não permitindo que represente riscos de acidentes para as pessoas que trabalham no local.

Obs: As pranchas deverão ser confeccionadas em madeira de boa qualidade, sem rachaduras, não
devendo ser pintadas.

3.3 - PROTEÇÃO LATERAL:


A proteção lateral para o funcionário no nível do trabalho é obrigatória e deve ser prevista para todos
os andaimes montados.

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A proteção lateral poderá ser excluída na face do andaime voltada para o local de trabalho, desde
que a condição permita.

Para os andaimes cujo nível do trabalho esteja acima de 1 metro do solo, a proteção lateral deve ser
metálica, utilizando-se as próprias peças do andaime (travessas de encaixe ou tubos com
braçadeiras).

3.4 - ACESSO AO NÍVEL DE TRABALHO:


Para andaimes com nível de trabalho acima de 1,50m (hum metro e meio) do solo, o acesso deverá
ser feito utilizando escada montada no próprio andaime, com tubos e braçadeiras. Segtreinne

3.5 - ESTAIAMENTO DOS ANDAIMES:


Será necessário o estaiamento do andaime, quando o mesmo vier a ser utilizado como apoio de
cargas pesadas, que necessitam de utilização de equipamento de carga.
Neste caso, o andaime deve ser estaiado em quatro pontos, a 90° (noventa graus

3.6 - APOIO NO SOLO:


Para andaimes montados sobre pisos sem pavimentação, devem ser colocadas sapatas metálicas
adequadas.

Caso o andaime venha a ser utilizado para apoio de cargas pesadas que necessitam da utilização de
equipamento de carga para movimentação, as pranchas e as sapatas devem ser dimensionadas em
função do peso a suportar e a resistência do solo.

3.7 - DISPOSIÇÕES GERAIS:


Os andaimes não devem possuir inclinação em relação ao piso. Para efeito de nivelamento dos
andaimes, deverão ser utilizadas sapatas ajustáveis.

Os serviços específicos ou montagens, que necessitem a utilização de recursos técnicos


especializados, quanto a andaimes de grandes alturas ou apoio de cargas pesadas, devem ser
acompanhadas de um planejamento e cálculo estrutural adequados.

A montagem de andaimes e o acesso aos mesmos devem ser permitidos apenas a funcionários que
tenham conhecimento e estejam habituados a este tipo de trabalho.

A amarração dos andaimes em estruturas próximas ao local de montagem dos mesmos é obrigatória
em todos os casos.

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Medição - Para a totalidade dos serviços a medição será efetuada considerando a quantidade de
metros quadrados de andaime tubular metálico por meses de utilização m²/mês. Para os andaimes
suspensos a medição será efetuada considerando o tempo em meses por unidades de plataformas
de andaime suspenso de 1,5x3,0m.

Pagamento - O pagamento será feito após a aceitação dos serviços pela Fiscalização levando-se
em conta a quantidade medida e o custo unitário apresentado para cada item de serviço, o qual
deverá incluir todos os insumos necessários à execução do mesmo, tais como: utilização de
equipamentos, mão de obra, encargos, materiais, ferramentas, transporte em geral e eventuais
necessários à execução plena dos serviços.

11.3.3 EP – 03 Colchão de Areia (Filtro)

Generalidades - Esta especificação tem por objetivo fixar as condições exigíveis para execução do
filtro de areia vertical para drenagem dos muros de contenção das pontes, a fim de permitir a
realização dos serviços durante a fase de construção.
O colchão drenante de areia é a camada executada com areia selecionada, aplicada na parte
posterior dos muros a fim de evitar o acumulo e retenção de água.

Materiais – Deve ser utilizado na confecção do colchão, areia média isenta de impurezas que
possam ser prejudiciais às suas condições drenantes.

Execução – Deverá ser executado na parte posterior dos muros, atendendo as especificações de
projeto, em camadas com 20cm de areia média em toda sua extensão, imediatamente após a
construção da estrutura.

A execução dos drenos deve ser cuidadosamente acompanhada, observando o posicionamento do


colchão de drenagem e garantindo que durante o lançamento do material não haja contaminação
e/ou segregação.

Os muros com características drenantes, também requerem instalação de filtro vertical na face
interna do muro.

Para evitar a obstrução dos drenos, será fixada na extremidade do tubo uma tela de nylon #40 e brita
envolta em geotextil. Estes drenos estão dispostos transversalmenteao longo do muro espaçados a
cada 2,00m

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Medição – A medição será feita quando da conclusão da totalidade do serviço, observado o
cronograma de execução pela supervisora.

agamento - O pagamento será feito após a aceitação dos serviços pela Fiscalização levando-se em
conta a quantidade medida e o custo unitário apresentado para cada item de serviço, o qual deverá
incluir todos os insumos necessários à execução do mesmo, tais como: utilização de equipamentos,
mão-de-obra, encargos, materiais, ferramentas, transporte em geral e eventuais necessários à
execução plena dos serviços.

11.3.4. EP – 04 Guarda Corpo Metálico

1. Objetivo

Esta especificação tem por objetivo descrever o guarda-corpo metálico e estabelecer parâmetros de
fabricação e montagem.

2. Definições

FABRICANTE: Empresa encarregada do fornecimento das estruturas de aço e seus acessórios.


MONTADORA: Empresa encarregada pela montagem das estruturas de aço.
CONTRATADA: Empresa responsável pela execução global e mantém contrato de execução da obra
com a CONTRATANTE.
PROJETISTA: Empresa Responsável pela elaboração dos projetos.

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3. Detalhamento Guarda Corpo metálico

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4. Especificações Técnicas

4.1. NORMAS APLICÁVEIS

O detalhamento, a fabricação e a montagem das estruturas deverão estar de acordo com as


seguintes normas:

- Specification for the Design, Fabrication and Erection of Structural Steel for Buildings, AISC,
última edição.
- NBR 8800:2008 Projeto de Estruturas de Aço e de Estruturas Mistas de Aço e Concreto de
Edificios
- DNIT 088/2006-ES – Dispositivos de segurança lateral: guarda-rodas, guarda-corpos e
barreiras – Especificação de serviço

4.2. MATERIAIS

Todos os materiais deverão ser novos, de primeira qualidade e possuir certificados de qualidade e
procedência. Na falta desses certificados a CONTRATANTE poderá exigir realização de ensaios
para a determinação das características mecânicas do material. Os ensaios serão feitos por firmas
ou instituições especializadas, de acordo com as normas ASTM e ABNT, sem qualquer ônus para a
CONTRATANTE.

4.3 SOLDAS

Os serviços de solda deverão ser executados por soldadores qualificados. A qualificação dos
soldadores e dos processos da execução das juntas soldadas deverá ser feita de acordo com o
Método para a Qualificação dos Processos de Sondagem, de Soldadores e Operadores – MB-262 da
ABNT.

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Todas as soldas deverão ser feitas a arco elétrico, devendo-se proceder de modo a não causar
empenos nem tensões adicionais. As superfícies a serem soldadas devem ser isentas de escamas
soltas, escória, ferrugem, graxa e outros materiais estranhos. Não poderão ser realizadas soldas nas
estruturas expostas à chuva ou ao vento.

Na execução das soldas em várias camadas a superfície de cada uma delas deverá ser
perfeitamente limpa e isenta de porosidade, inclusões, fissura ou quaisquer outros defeitos. Se algum
defeito for averiguado, ela deverá ser removida e refeita.

Os trechos soldados não devem sofrer resfriamento brusco. Durante a soldagem e o resfriamento, as
partes soldadas não devem ser submetidas a vibrações e abalos.

O método e a seqüência dos serviços de solda deverão ser tais que provoquem mínimos esforços de
contração, e as peças apresentem a forma prevista nos desenhos, sem a necessidade de
desempenamento posterior.

Poderão ser escolhidas ao acaso, pela FISCALIZAÇÃO, soldas para serem ensaiadas sob o ponto
de vista de eficiência. Se qualquer uma delas não satisfizer aos padrões de qualidade e não seguir
os Métodos e Especificações da AWS, deverão ser removidas e substituídas por novas soldas a
contento da FISCALIZAÇÃO.

Nenhuma solda resistente deverá ser inferior a 5mm, a menos que a espessura do material exija o
uso da solda de 4mm, ou quando indicado nos desenhos do projeto.

As linhas baricêntricas dos membros da estrutura deverão concorrer e coincidir com os eixos de suas
ligações.

O comprimento dos cordões de solda de filete deverá ser, quando necessário, colocado de forma a
evitar excentricidade nas conexões e deverá ser de comprimento suficiente para resistir aos esforços
de projeto ou a esforços iguais a 90% da resistência efetiva da peça, usando-se o valor mais alto.

4.4 PINTURA

Para pintura dos guarda-corpos metálicos, empregados em ambiente agressivo, utilizar o


procedimento de pintura descrito abaixo:
– preparação de superfície: jato abrasivo quase branco Sa 2 ½;
– uma demão de primer epoxídico, espessura do filme seco, por demão, de 120 µm;
– duas demãos de esmalte epoxídico, espessura do filme seco, por demão, de 40 µm.

5 Medição

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Para o fornecimento, montagem e pintura dos guarda-corpos metálicos, a medição será efetuada por
metro linear de guarda-corpo a ser fabricado fixado e pintado em campo, sendo acompanhado pela
Supervisora

6. Pagamento

O pagamento será feito após a aceitação dos serviços pela Fiscalização levando-se em conta a
quantidade medida e o custo unitário apresentado para cada item de serviço, o qual deverá incluir
todos os insumos necessários à execução do mesmo, tais como: utilização de equipamentos, mão
de obra, encargos, materiais, ferramentas, transporte em geral e eventuais necessários à execução
plena dos serviços.

11.3.5 EP – 05 Desmontagem de Pilar Metálico

Generalidades - Esta especificação tem por objetivo fixar as condições exigíveis para desmontagem
dos pilares do trecho de passarela existente, com demolição de pilar metálico, formado por peças simples
de perfil de aço de comprimento médio, com equipamento de oxicorte. Incluindo parte proporcional de
limpeza, armazenamento, remoção e carga manual de entulho em caminhão ou caçamba.

Materiais – A tabela abaixo descreve os insumos necessários para desmontagem de 1m de pilar


metálico.
Un Insumo - Descrição Rend.
h Equipamento de oxicorte, com acetileno como combustível e oxigênio 0,113
como comburente.
h Oficial de 1ª soldador. 0,129
h Auxiliar de serviços gerais. 0,517
% Meios auxiliares 2,000
% Custos indiretos 3,000
Referencia:
http://www.brasil.geradordeprecos.info/reabilitacao/calculaprecio.asp?Valor=0|0_0|1|DEA030|dea_030:_0_1_2_590_0_0

Execução – Após a demolição das lajes de concreto e desmontagem ou demolição das vigas metálicas,
proceder a desmontagem dos pilares metálicos. Fragmentação do entulho em peças manejáveis, com corte
dos pilares com equipamento de oxicorte . Remoção e acumulação de entulho. Carga manual de entulho
em caminhão ou caçamba.

Medição – A medição será feita quando da conclusão da totalidade do serviço, observado o


cronograma de execução pela supervisora.

Pagamento - O pagamento será feito após a aceitação dos serviços pela Fiscalização levando-se
em conta a quantidade medida e o custo unitário apresentado para cada item de serviço, o qual

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deverá incluir todos os insumos necessários à execução do mesmo, tais como: utilização de
equipamentos, mão-de-obra, encargos, materiais, ferramentas, transporte em geral e eventuais
necessários à execução plena dos serviços.

11.3.6 EP – 06 Desmontagem de Viga Metálica

Generalidades - Esta especificação tem por objetivo fixar as condições exigíveis para desmontagem
das vigas metálicas do trecho de passarela existente, com demolição das vigas formado por peças
simples de perfil de aço de comprimento médio, com equipamento de oxicorte. Incluindo parte proporcional
de limpeza, armazenamento, remoção e carga manual de entulho em caminhão ou caçamba.

Materiais – A tabela abaixo descreve os insumos necessários para desmontagem de 1m de viga


metálico.
Un Descrição Rend.
h Equipamento de oxicorte, com acetileno como combustível e oxigênio 0,107
como comburente.
h Oficial de 1ª soldador. 0,120
h Auxiliar de serviços gerais. 0,480
% Meios auxiliares 2,000
% Custos indiretos 3,000

Referencia:
http://www.brasil.geradordeprecos.info/reabilitacao/calculaprecio.asp?Valor=0|0_0|1|DEA030|dea_030:_0_1_2_590_0_0

Execução – Após a demolição das lajes de concreto, proceder a desmontagem das vigas metálicas.
Fragmentação do entulho em peças manejáveis, com corte das vigas com equipamento de oxicorte
. Remoção e acumulação de entulho. Carga manual de entulho em caminhão ou caçamba.

Medição – A medição será feita quando da conclusão da totalidade do serviço, observado o


cronograma de execução pela supervisora.

Pagamento - O pagamento será feito após a aceitação dos serviços pela Fiscalização levando-se
em conta a quantidade medida e o custo unitário apresentado para cada item de serviço, o qual
deverá incluir todos os insumos necessários à execução do mesmo, tais como: utilização de
equipamentos, mão-de-obra, encargos, materiais, ferramentas, transporte em geral e eventuais
necessários à execução plena dos serviços.

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11.3.7 EP – 07 Demolição do Abrigo de Ônibus

Generalidades - Esta especificação tem por objetivo fixar as condições exigíveis para procedimento
de demolição do abrigo de ônibus situado no km 478 da BR-101/RJ na região de Sapinhatuba,
sentido Angra dos Reis.

Descrição de serviços - O serviço a ser executado se refere à demolição e retirada do entulho do


abrigo de ônibus com dimensões de 4,40 x 2,70 m, em alvenaria de blocos de concreto de 1,00 m de
altura, pilares e vigas de madeira e cobertura em telha de fibrocimento.

Quantidades – comprimento x largura x altura


4,40 x 2,70 x 3,00 = 35,64 m³ (*)
Inclusos no total a demolição da alvenaria de tijolos, demolição do banco e remoção das telhas de
fibrocimento e vigas e pilares de madeira.
(* As dimensões deverão ser conferidas no local)

Demolição e retirada - Antes do inicio dos trabalhos o local deverá ser devidamente protegido para
evitar danos e acidentes.

As paredes serão demolidas utilizando-se ferramentas adequadas e obedecendo aos critérios de


segurança recomendados. O material deverá ser transportado para local conveniente e
posteriormente retirado da obra como entulho pela empreiteira.

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Os serviços de demolição deverão ser iniciados pelas partes superiores da edificação, com a
remoção manual das telhas, evitando o lançamento do produto da demolição em queda livre. As
partes a serem demolidas deverão ser previamente molhadas para evitar poeira em excesso durante
o processo demolição. Os materiais provenientes da demolição reaproveitáveis ou não, serão
convenientemente removidos para locais indicados pela FISCALIZAÇÃO.

A demolição manual será executada progressivamente, utilizando ferramentas portáteis motorizadas


ou manuais.

Os serviços de retirada deverão ser executados de modo a proporcionarem níveis máximos de


aproveitamento. Todos os materiais possíveis de reaproveitamento deverão ser limpos, livres de
argamassa ou outros materiais agregados, selecionados e guardados convenientemente até sua
remoção do canteiro de serviços. A demolição será total e os materiais dela resultante serão
computados como entulho de obra.

A critério da FISCALIZAÇÃO e obedecendo às prescrições e posturas propostas pela


municipalidade, poderá ser utilizado, em área contígua à obra, caçambas de recepção e
acondicionamento de entulhos. Deverá ser verificado se a remoção do material demolido está sendo
realizada de forma satisfatória, não prejudicando as condições de tráfego das vias utilizadas.

A CONTRATADA deverá ao longo da obra manter o canteiro de serviço limpo e organizado,


removendo todo o entulho, periodicamente.

Medição – A medição será feita quando da conclusão da totalidade do serviço, observado o


cronograma de execução pela supervisora.

Pagamento - O pagamento será feito após a aceitação dos serviços pela Fiscalização levando-se
em conta a quantidade medida e o custo unitário apresentado para cada item de serviço, o qual
deverá incluir todos os insumos necessários à execução do mesmo, tais como: utilização de
equipamentos, mão-de-obra, encargos, materiais, ferramentas, transporte em geral e eventuais
necessários à execução plena dos serviços.

11.3.8 EP – 08 Iluminação Pública

Generalidades – Esta especificação trata da descrição da iluminação pública a ser implantada na


região de acesso à passarela de Sapinhatuba, Angra dos Reis, km 478,4 da BR 101-RJ.

Definições
FABRICANTE: Empresa encarregada do fornecimento das estruturas de aço e seus acessórios.
MONTADORA: Empresa encarregada pela montagem das estruturas de aço.
CONTRATADA: Empresa responsável pela execução global e mantém contrato de execução da obra
com a CONTRATANTE.

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PROJETISTA: Empresa Responsável pela elaboração dos projetos.

Quantidades:
• Item Poste de concreto circular e demais equipamentos para sua perfeita instalação e
funcionamento, inclusive aterramento, medidos por unidade:
LISTA DE MATERIAL

Item Descrição Quant. unid.


1 Poste de concreto circular 17m / 200 kgf. Ref: Cavan ou similar 4 unid
Luminária pública tipo pétalas, fechada, de 03 pétalas, lojamento para equipamento,
corpo, aro e tampa em liga de alumínio fundido, difusor em vidro plano temperado com
fixação ao corpo por meio de aro e junta vedadora resistente ao calor e ao envelhecimento
2 e fechamento com porcas borboletas, receptáculo de porcelana E-40, nicho para fixação 4 unid
em ponta de poste reto por meio de parafusos de travamento, acabamento em esmalte na
cor cinza martelado, para lâmpada a vapor de sódio alta pressão tipo tubular - ref.:
Techowatt ou similar.
Lâmpada a vapor de sódio de alta pressão tipo tubular 48000 LM / k temperatura de cor
3 4000 posição de funcionamento universal. 12 unid
Ref.: Osram - 50N-T 400W ou similar alto fluxo luminoso e baixo nível de ofuscamento.

Reatores de uso externo com alto fator de potência para lâmpadas a vapor de sódio de
4 alta pressão de potencia de 400W e tensão de operação igual a 220V, com fixação do 12 unid
reator, alojados no corpo da luminária
Quadro de comando para acionamento do sistema de iluminação com sensor para
5 4 unid
acionamento. Ref.: Siemens ou similar.
6 Haste de terra cobreada COPPERWELD 5/8" x 2,40m 4 unid

7 Conector cabo-haste em bronze natural para 2 cabos 4 unid

8 Caixa de inspeção em polietileno (PEAD) Ø300 mm 4 unid

9 Cabo de cobre nú 50mm² 80 m

10 Eletroduto PVC Ø1", PVC rígido 3,00m, Tigre ou similar 20 unid


11 Luvas para eletroduto PVC Ø1" 16 unid

12 Curvas para eletroduto PVC Ø1" 12 unid

13 Fita isolante 750V 4 unid

15 Fita alta fusão 2 unid

• Item Cabo PP cobre flexível 1kV -3#6mm² - 100m (medidos por metro linear).

Materiais – Todas as características citadas nesta especificação podem ser substituídas por outras
tecnicamente equivalentes, desde que qualidade do material seja comprovadamente igual ou
superior às especificações, e que a fiscalização autorize tal substituição.

Luminárias - As luminárias devem ser próprias para instalação em suporte para poste de concreto
circular. A luminária deve ser apropriada para iluminação pública de rodovias, para instalação ao
tempo, com grau de proteção mínimo para a vedação IP-65. Deve ser do tipo fechada, protegida com
vidro plano temperado, e deve possuir alojamento incorporado para abrigar os equipamentos
auxiliares de partida. Deve ser própria para alojar, em seu interior, uma lâmpada a vapor de sódio de
alta pressão, de bulbo tubular, de potência 400 W. O corpo e o aro da luminária devem ser de
alumínio injetado ou fundido, ou ainda de poliéster reforçado, resistentes à deformações e à
corrosão, abrigando a lâmpada e seus equipamentos auxiliares. A pintura final de acabamento deve

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ser na cor cinza RAL-7035. O vidro de proteção deve ser claro, transparente, temperado e do tipo
plano. Deve ser a prova de choques térmicos e mecânicos, não podendo apresentar fissuras, riscos,
bolhas ou opacidades que possam comprometer o desempenho óptico da luminária.

Refletor deve ser do tipo assimétrico, em chapa de alumínio de alta pureza, 99,85%, com espessura
mínima de 0,6 mm, superfície polida de alto brilho e anodizado. A vedação entre as partes fixa e
móvel deve ser de borracha de silicone esponjoso, devendo apresentar resistência ao calor na
temperatura de 150 ºC. O compartimento da luminária deve ser a prova de chuva e umidade com
grau de proteção para a vedação de IP-65.

A fixação do aro ao corpo da luminária deve ser feita através de fechos de pressão e dobradiças de
aço inoxidável, permitindo assim, o rápido acesso ao compartimento óptico e à lâmpada, facilitando a
manutenção e a limpeza.

O porta-lâmpada deve ser de porcelana reforçada, tipo E-40, com contato central telescópico e
dispositivo anti-vibratório. O seu isolamento deve ser de mica reforçado ou outro material similar.

A fiação interna deve ser feita com cabos de seção mínima de 1,5 mm², com isolamento de silicone e
sobrecapa de fibra de vidro ou amianto, resistente à alta temperatura, mínima de 130 ºC.

A luminária deve, obrigatoriamente, ser aterrada por razões de segurança do operador, mantenedor
ou usuário. A luminária não deve possuir base para relé fotoelétrico.

Lâmpadas - As lâmpadas para iluminação rodoviária devem ser lâmpadas de descarga de alta
intensidade, a vapor de sódio, conforme projeto, fabricação nacional, de potência 400 W. De formato
tubular, de forma a melhor se ajustarem às luminárias, proporcionando excelente rendimento do
conjunto. Devem ser compostas por um tubo, bulbo, de descarga, de construção robusta e
resistente, preenchido com vapor de sódio em alta pressão.

Devem ser de alta eficiência, elevado tempo de vida útil, e possuir a temperatura de cor em torno de
1950 K para vapor de sódio e de 4300 K para vapor metálico. O bocal deve ser com rosca do tipo E-
40. Devem possuir fluxo luminoso mínimo de 47000 lm, com sazonamento de 100 horas.

Para seu funcionamento, a lâmpada deve possuir, obrigatoriamente, os equipamentos auxiliares, tais
como: reator, capacitor para obter alto fator de potência e ignitor. Estes equipamentos devem ser
totalmente compatíveis com a lâmpada e, preferencialmente, do mesmo fabricante. Caso não sejam
todos do mesmo fabricante, o fornecedor deve prover, juntamente com o conjunto, um certificado de
compatibilidade deste, emitido por órgão idôneo e reconhecido pelo INMETRO.

Reatores - O reator é um equipamento auxiliar ligado entre a rede e a lâmpada de descarga, e ossui
a finalidade de proporcionar condições de ignição e limitar a corrente que passa pelo circuito.

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Os reatores devem ser compactos e apropriados para utilização em lâmpada a vapor de sódio de
alta pressão. A temperatura de operação não deve ser superior a 70 ºC. Específico para utilização
em lâmpadas de 400 W. Construídos com condutores de cobre. Deve possuir baixas perdas internas
e proporcionar alto fator de potência, de valor igual ou superior a 0,95.

Devem suportar oscilações de tensão de até + 10% da tensão nominal, sem causar danos internos e
nem desligar a lâmpada na qual está ligado. O reator deve seguir as recomendações da norma NBR
13593 da ABNT.

O reator deve ser compatível com a lâmpada e com o ignitor sendo, preferencialmente, do mesmo
fabricante.

Ignitores - Os ignitores são dispositivos de partida para lâmpadas de descarga. Durante a


ignição, fornece um alto pico de voltagem aos eletrodos da lâmpada, que é sobreposto à tensão
da rede, provocando a descarga inicial da lâmpada.

Os ignitores devem ser apropriados para utilização em lâmpada a vapor de sódio de alta
pressão. O pico de partida do ignitor deve se situar na faixa entre 3000 V e 4000 V.

Devem ser específicos para utilização, em conjunto com reatores, em lâmpadas de 400 W.
Deve, obrigatoriamente, ser usado em conjunto com reator apropriado para lâmpada a vapor de
sódio de alta pressão.

Deve seguir as recomendações das normas NBR 13593 e NBR 14305 da ABNT.
O ignitor deve ser totalmente compatível com a lâmpada e com o reator sendo,
preferencialmente, do mesmo fabricante.

Postes de Concreto - O poste deve ser de concreto armado vibrado ou centrifugado, reto, com
altura definida em projeto. O poste deve ser de secção circular, em peça única sem emendas,
com armadura feita por barras de aço de alta resistência.
Deve ser fabricado para resistência nominal mínima de 1000 kg, com diâmetro de topo de
aproximadamente 230 mm, e deve suportar ventos transversais de até 45 m/s.

Sua conicidade deve ser de aproximadamente 1,5 cm/m.


Deve ser fabricado conforme as normas NBR 8451(5) e NBR 8452(6) da ABNT.

Eletrodutos e Acessórios

ELETRODUTO E ACESSÓRIOS - Os eletrodutos devem ser de PVC rígido, tipo antichama, nos
diâmetros indicados em projeto, fabricados conforme a norma NBR 6150(27) da ABNT.

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As conexões devem ser do tipo roscável, fabricadas em PVC rígido, conforme a norma NBR
6150(27) da ABNT.

CAIXAS DE PASSAGEM METÁLICAS


As caixas de passagem metálicas devem ser de alumínio fundido ou injetado e podem ser do
tipo condulete ou outro especificado em cada projeto.
A tampa deve ser fabricada com o mesmo material do corpo da caixa.
Os parafusos de fixação da tampa à caixa devem ser de aço inoxidável.

Sistema de Aterramento

CONECTORES E TERMINAIS - Os conectores e os terminais devem ser fabricados em latão ou


em bronze ou devem ser bimetálicos, estanhados, conforme indicações em projeto.
Os conectores podem ser próprios para conexões de cabos com cabos ou de cabos com hastes
de aterramento.
Os conectores devem ser do tipo aparafusados e os terminais devem ser do tipo a compressão,
com a utilização de alicate hidráulico.
Tanto os conectores quanto os terminais devem ser dos tipos e dimensões indicados em projeto.

HASTES DE ATERRAMENTO - As hastes de aterramento devem ser fabricadas com núcleo de


aço SAE 1045 ou superior, revestido com espessa camada de cobre eletrolítico do tipo com
camada alta.

De acordo com o projeto, podem ser fornecidas nos diâmetros 5/8”, e devem ter comprimento de
2,40 metros, abrigada em caixa de aterramento apropriada.

Deve ser fabricada seguindo as recomendações da norma NBR 13571(24) da ABNT.

Materiais de Fixação

FERRAGENS - Todas as ferragens utilizadas para fixação de equipamentos e peças, para


instalação ao tempo, devem ser fabricadas em chapa de aço galvanizada a fogo, nos tipos
indicados em projeto.

CHUMBADORES - Os chumbadores fixados em superfícies de concreto de alta resistência,


devem ser em aço SAE 1020, do tipo pino com rosca externa, de fixação à pólvora, ou parafuso
de aço inoxidável com rosca inteira e fixação com resina química. Os chumbadores fixados em
alvenaria ou concreto de média resistência devem ser fabricados em aço carbono ou aço inox,
do tipo de expansão, com rosca interna. As dimensões dos chumbadores devem ser adequadas
ao tipo e peso do material a ser fixado e devem ser definidas nos projetos específicos.

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BRAÇADEIRAS - Para fixações em geral, devem ser utilizadas braçadeiras em chapa de aço
galvanizado a fogo. Os tipos e dimensões devem ser definidos nos projetos específicos.

PARAFUSOS, PORCAS E ARRUELAS - Os parafusos, porcas e arruelas devem ser em aço


com galvanização eletrolítica. Quando o ambiente for mais agressivo, estes materiais devem ser
em aço com cadmiação eletrolítica ou de aço inoxidável.

Medição - Para a totalidade dos serviços a medição será efetuada considerando a quantidade de
metros quadrados de andaime tubular metálico por meses de utilização m²/mês. Para os andaimes
suspensos a medição será efetuada considerando o tempo em meses por unidades de plataformas
de andaime suspenso de 1,5x3,0m.

Pagamento - O pagamento será feito após a aceitação dos serviços pela Fiscalização levando-se
em conta a quantidade medida e o custo unitário apresentado para cada item de serviço, o qual
deverá incluir todos os insumos necessários à execução do mesmo, tais como: utilização de
equipamentos, mão de obra, encargos, materiais, ferramentas, transporte em geral e eventuais
necessários à execução plena dos serviços.

11.3.9 EP - 09 Injeção de Resina Epoxi em Fissuras

Generalidades - Esta especificação tem por objetivo descrever o método de Injeção de Resinas
Epóxi em Fissuras. A fim de reforçar a estrutura de concreto armado existente. A Injeção de Resina
Epóxi é recomendado para reforço de estruturas de concreto armado como Pilares e Vigas que
apresentam fissuras.

Materiais - Resina epóxi para injeção e reparo estrutural de trincas secas e úmidas.
Viscosidade:145mPa.s

Equipamento - A aplicação do produto deve ser efetuada utilizando:


• Bomba Monocomponente para injeção de resinas de poliuretano e epóxi. Compressor: 8 PCM;
• Bico de adesão para injeção: Para injeção resina epóxi em trincas secas.
Pressão Máx: 60 bar

Execução - Os procedimentos abaixo indicados são recomendados para fissuras com abertura maior
que 0,3mm: Colocação de bicos injetores espaçados de no máximo 30cm ao longo do desenvolvimento
da fissura, calafetando a mesma após a colocação dos bicos de adesão com resina epóxi.

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Após o posicionamento dos bicos injetores e da calafetação das fissuras deve ser feito um teste de
comunicabilidade do sistema dos bicos injetores por meio de injeção de ar comprimido.
De modo geral é muito difícil a injeção e mesmo a selagem de fissuras com aberturas médias
inferiores a 0,2mm.

Depois de feito o teste de comunicabilidade as fissuras são obturadas com resinas específicas
injetadas através dos bicos com a utilização de bombas de injeção.

O procedimento padrão é o de começar a injeção pelo bico mais inferior até que a resina purgue no
bico imediatamente superior. Obtura-se então, o bico pelo qual se iniciou a operação e transfere-se a
injeção para o bico por onde ocorreu a purga do material. O processo continua nessa seqüência até
que se consiga a obturação completa da fissura. Normalmente as resinas de injeção são grautes à
base de epóxi, auto-adensáveis, com alta fluidez e baixa viscosidade.

Medição - Para a totalidade do serviço de Aplicação da Resina Epóxi será adotado o critério de
pesagem em Kg do material utilizado.

Pagamento - O pagamento será feito após a aceitação dos serviços pela Fiscalização levando-se
em conta a quantidade medida e o custo unitário apresentado para cada item de serviço, o qual
deverá incluir todos os insumos necessários à execução do mesmo, tais como: utilização de
equipamentos, mão de obra, encargos, materiais, ferramentas, transporte em geral e eventuais
necessários à execução plena dos serviços.

11.3.10. EP - 10 Injeção de Calda de Argamassa de Cimento-Areia 1:6

Generalidades - Esta especificação tem por objetivo fixar as condições exigíveis para Injeção de
Calda Argamassa de cimento-areia 1:6 a fim de permitir a realização dos serviços durante a fase de
construção. Para efeitos desta Norma é adotada a definição seguinte:

Injeção de Calda Argamassa de cimento-areia 1:6 no solo abaixo da laje do encontro de ponte,
visando preencher vazios decorrentes de recalques ou vazios devidos a má execução do encontro.

Materiais – Argamassa de cimento-areia traço 1:6.

Equipamento: Perfuratriz (ou similar) de concreto para laje ate 300mm com diâmetro de 100mm,
Betoneira de 320 l,
Carrinho de mão 80 l,
Grupo gerador 32 kva,
Bomba para injeção de nata

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Execução – Após a limpeza do local, deve-se proceder com a perfuração do concreto com diâmetro
de 100mm. A execução do furo deve atender às fases previstas no projeto, inclusive localização;

Os trabalhos de perfuração de uma fase só devem ser iniciados quando as injeções da fase anterior
estiverem integralmente concluídas.

Será inserida a mangueira para injeção da calda de argamassa que terá sido preparada com a
betoneira, sendo o traço em peso:
Cimento:1,0
Areia: 6,0
Água: 0,6 a 0,7 – ( A água deve ser acertada de modo a dar fluidez necessária para a injeção).

As injeções de cada furo, em geral devem ser efetuadas em 3 etapas:

• A primeira etapa deve ser iniciada com baixa pressão;

• A segunda etapa de injeção somente deve ser processada após o intervalo de 12 horas da
primeira etapa;

• A defasagem entre a segunda e terceira etapa deve ser também de 12 horas;

• A sistemática adotada na injeção consiste em se impor um volume constante de injeção de


material, verificando o comportamento das pressões de resposta do maciço.

Em função das pressões observadas, são tomadas decisões de se prosseguir ou se interromper as


injeções. Nos critérios de interrupção das injeções, são levadas em conta as observações relativas
ao surgimento de material injetado na superfície ou eventuais riscos de comprometimento das
estruturas vizinhas.Volumes e pressões de injeção inicialmente especificados são ajustados durante
a execução dos serviços.

O volume máximo de calda ou argamassa injetada por furo deve ser fixado pela fiscalização.

Controle: Durante a execução dos serviços deve-se:


• Controlar a qualidade dos furos, suas profundidades, posicionamentos e diâmetros;
• Controlar as pressões de injeção através de registros progressivos;
• Controle dos volumes injetados em comparação com os previstos em projeto;

Medição - Para a totalidade do serviço de Injeção de calda de argamassa de cimento-areia 1:6 será
adotado o critério de m³ de argamassa aplicada. Foram projetados 4 furos por encontro e como são
dois encontros total de 8 furos;

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Pagamento - O pagamento será feito após a aceitação dos serviços pela Fiscalização levando-se
em conta a quantidade medida e o custo unitário apresentado para cada item de serviço, o qual
deverá incluir todos os insumos necessários à execução do mesmo, tais como: utilização de
equipamentos, mão de obra, encargos, materiais, ferramentas, transporte em geral e eventuais
necessários à execução plena dos serviços.

11.3.11. EP-11 Tirante Protendido D=25mm

Generalidades - Esta especificação tem por objetivo fixar as condições exigíveis para a Execução
de Tirante Protendido 25mm em solo. Descreve e fixa equipamentos, ferramentas e acessórios
mínimos necessários para executar os serviços.

Materiais – Barras: As barras a serem utilizadas serão GEWI ou Similar Aço ST 50/55 D=25mm,
dotadas de proteção anticorrosiva e bainhas plásticas.

Cabeça de tirante – Os dispositivos de fixação do tirante serão constituídos de placa de ancoragem,


porcas galvanizadas.

Calda de Cimento – A calda utilizada na confecção dos tirantes deverá ter a relação água: cimento
de 1:2, em peso, além de atender às prescrições da NBR – 7681.

Equipamento - A protensão dos tirantes deve ser feita com o uso do macaco de protensão. A
injeção de calda de cimento é feita com bomba elétrica de injeção de nata.

Execução - Os comprimentos dos trechos livres estão indicados no projeto.

Os tirantes deverão ser ensaiados de acordo com a NBR 5629/06, devendo ser executados em todos
os tirantes, o ensaio de recebimento, conforme prescreve a norma, arquivando-se todos os dados
dos tirantes.

A Execução dos tirantes também deve ser feita conforme NBR 5629/06.

Medição - Para a totalidade do serviço Tirante Protendido 25mm será adotado o critério de medição
em metros de serviço executado.

Pagamento - O pagamento será feito após a aceitação dos serviços pela Fiscalização levando-se
em conta a quantidade medida e o custo unitário apresentado para cada item de serviço, o qual
deverá incluir todos os insumos necessários à execução do mesmo, tais como: utilização de
equipamentos, mão de obra, encargos, materiais, ferramentas, transporte em geral e eventuais
necessários à execução plena dos serviços.

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11.3.12. EP-12 Tela Eletrosoldada

Generalidades - Esta especificação tem por objetivo fixar as condições exigíveis para Aplicação de
Tela Eletrosoldada a fim de permitir a realização dos serviços durante a fase de construção. Para
efeitos desta Norma é adotada a definição seguinte:

Tela de aço soldada – Armadura pré-fabricada, destinada a armar concreto, em forma de rede de
malhas retangulares, constituída de fios de aço longitudinais e transversais, sobrepostos e soldados
em todos os pontos de contato(nós), por resistência elétrica (caldeamento).

Materiais – Tela tipo Q-61 malha 15x15, Arame recozido nº18.

Equipamento – Para colocação do produto é necessário apenas mão-de-obra.

Execução - Para a instalação da tela a superfície deve estar limpa, seca, livre de impurezas,
pinturas, poeira, óleo, graxa, desmoldantes, nata de cimento, ferrugem, etc...

A tela será colocada na parede e soldada e logo após será lançado o concreto projetado.

Medição - Para a totalidade do serviço de Tela Eletrosoldada será adotado o critério de medição de
m² executado.

Pagamento - O pagamento será feito após a aceitação dos serviços pela Fiscalização levando-se
em conta a quantidade medida e o custo unitário apresentado para cada item de serviço, o qual
deverá incluir todos os insumos necessários à execução do mesmo, tais como: utilização de
equipamentos, mão de obra, encargos, materiais, ferramentas, transporte em geral e eventuais
necessários à execução plena dos serviços.

11.3.13. EP-13 Estaca Raiz 41cm incluindo Furação em Solo, Injeção de Argamassa de
Cimento Areia(6,00m)

Generalidades - Esta especificação tem por objetivo fixar as condições exigíveis para construção de
estaca raiz moldada in loco, em que a perfuração é revestida integralmente. A estaca raiz é armada
em todo seu comprimento e a perfuração é preenchida por uma argamassa de cimento e areia.

Materiais – Aço Ca -50, argamassa de cimento-areia 1:3, Arame recozido.

Equipamento – Compressor de ar, perfuratriz sobre esteiras,caminhão tanque, caminhão carroc.


c/guindauto, grupo gerador, conjunto moto bomba.

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Execução – Perfuração - A perfuração em solo é executada por meio de perfuratriz rotativa ou
rotopercussiva que desce o revestimento através de rotação com uso de circulação direta de água
injetada no seu interior.

Diâmetro nominal é o diâmetro acabado que serve como designação para projeto de fundação que
neste projeto é de 40 cm, para tal o diâmetro mínimo externo dos tubos de revestimento utilizados na
perfuração é de 35,5 cm.

Colocação da armadura - Após o término da perfuração e antes do início do lançamento da


argamassa, limpa-se internamente o furo através da utilização da composição de lavagem e
posteriormente procede-se à descida da armadura, que pode ser montada em feixe ou em gaiola,
que é apoiada no fundo do furo.

Injeção de preenchimento - O furo é preenchido com argamassa mediante bomba de injeção, através
de um tubo descido até a ponta da estaca. O preenchimento é feito de baixo para cima até a
expulsão de toda água de circulação contida no interior do revestimento.

Retirada do revestimento - Após o preenchimento do furo, inicia-se a extração do revestimento.


Periodicamente, coloca-se a cabeça de injeção no topo do revestimento e aplica-se pressão que
pode ser de ar comprimido ou através da bomba de injeção de argamassa. Após a aplicação da
pressão e retirada dos tubos de revestimento, o nível de argamassa é completado.

Sequência executiva- Não de deve executar estacas com espaçamento inferior a cinco diâmetros em
intervalo inferior a 12h.

Preparo da cabeça e ligação com o bloco de armadura – No caso de estacas com argamassa
inadequada abaixo da cota de arrasamento ou estacas cujo topo resulte abaixo da cota de
arrasamento prevista, deve-se fazer a demolição do comprimento e recompô-lo até a cota de
arrasamento.

O material a ser utilizado na recomposição das estacas deve apresentar resistência não inferior à
argamassa da estaca.

Na demolição podem ser utilizados ponteiros ou marteletes leves(potência < 1000w) para seções de
até 900cm².O uso de marteletes maiores fica limitado às estaacs cuja seção seja superior a 900cm².
O acerto final do topo das estacas demolidas deve ser sempre efetuado com o uso de ponteiros ou
ferramenta de corte apropriada.

Medição - Para a totalidade do serviço de Estaca raiz 40cm em solo será adotado o critério de
medição de metros de estacas executadas.

Pagamento - O pagamento será feito após a aceitação dos serviços pela Fiscalização levando-se
em conta a quantidade medida e o custo unitário apresentado para cada item de serviço, o qual

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deverá incluir todos os insumos necessários à execução do mesmo, tais como: utilização de
equipamentos, mão de obra, encargos, materiais, ferramentas, transporte em geral e eventuais
necessários à execução plena dos serviços.

11.3.14. EP-14 Remoção de Pintura (Faixa)

Generalidades - Esta especificação tem por objetivo fixar as condições exigíveis para execução de
remoção de pintura (faixa).

Materiais – GLP – Gás liquefeito de petróleo.

Ferramentas– Maçarico a gás; Espátula.

Execução – A remoção da sinalização horizontal deverá ser efetuada através de queima com
maçarico e posterior raspagem com espátula.

Medição - Para a totalidade do serviço de Remoção de pintura(faixa) será adotado o critério de


medição de m² de pintura removida.

Pagamento - O pagamento será feito após a aceitação dos serviços pela Fiscalização levando-se
em conta a quantidade medida e o custo unitário apresentado para cada item de serviço, o qual
deverá incluir todos os insumos necessários à execução do mesmo, tais como: utilização de
equipamentos, mão de obra, encargos, materiais, ferramentas, transporte em geral e eventuais
necessários à execução plena dos serviços.

11.3.15 EP - 15 - Execução de Passarela para Pedestre

Objetivo
A presente especificação visa apresentar um descrito sucinto do Projeto desenvolvido para a
passarela, localizada no km 478,4 da Rodovia BR-101/RJ, trecho "divisa ES/RJ - divisa RJ/SP",
subtrecho entre BR-149 - ENTR. BR-494 (Bairro Sapinhatuba).

A superestrutura será pré-moldada, sendo a travessia em concreto protendido e as rampas de


acesso constituídas de elementos pré-moldados de C.A. As peças das rampas terão comprimento de
até 13m e largura de 2,3m.

A meso estrutura (pilares, blocos e encontros) será moldada no local em C.A.


A infraestrutura será em fundação profunda.

Nos trechos iniciais das rampas, existem muros de arrimo de concreto armado, com alas inclinadas,
com a função de conter os aterros que constituem os inicio das rampas.

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O Plano de Rigging deve ser elaborado pela construtora vencedora da licitação para isso é
necessário especificar a carga para qual os guindastes e as carretas deverão ser dimensionados.

Materiais e Mão de Obra - Carreta com capacidade capaz de carregar até 26t de carga para
transporte de Rampas.

• Guindaste para montagem de Rampas com capacidade de carga de 70t.


• Guindaste para montagem de Travessia com capacidade de carga de 130t.
• A mão de obra necessária ao serviço deverá ser: 1 encarregado durante um dia de 10 horas,
um pedreiro durante 1 dia de 10 horas e 2 serventes durante 1 dia de 10 horas.

Transporte

Execução - Para que a construtora vencedora da licitação possa elaborar seu plano de Rigging é
necessário especificar a carga para qual os guindastes e as carretas deverão ser dimensionados.

O transporte das Rampas pré-moldadas, deverá ser efetuada por carreta especial capaz de carregar
até 26t de carga e esta deverá ser alugada com operador por 04 (quatro) dias.

Os guindastes para Montagem das Rampas de acesso terão que ter a capacidade de 70t e deverão
ser alugados em número de 02 (dois) para montagem das Rampas de acesso a Travessia principal,
em 04(quatro) dias, devendo as mesmas serem executadas e transportadas.

O guindaste para Montagem da Travessia terá que ter a capacidade de 130t e deverá ser alugado
em número de 01(um) para montagem da Travessia (passarela principal), por um dia, devendo a
mesma ser executada ao lado do local onde será implantada. Durante a Montagem da travessia e
colocação da mesma sobre os apoios haverá necessidade de utilização por 02 (duas) horas dos
02(dois) Guindastes de 70t , que já estarão no local , pois serão utilizados na montagem das Rampas
pré-moldadas.

Quadro Demonstrativo dos itens de Serviços

Transporte de Rampas- O transporte das “Rampas” pré-moldadas deverá ser efetuado por carreta
especial capaz de carregar até 26t de cada do canteiro de obra instalado nas proximidades do km
529,90 até a passarela.

A rampa mede até 13,03 m de comprimento, com largura de 2,30 m e carga de 26 toneladas. A
distância de transporte DMT de 51,74 km, a ser executada 13 vezes (7 rampas pré-moldadas para
cada lado).

Calculo da DMT das Rampas- A distância de transporte é de 51,74 km para as rampas a serem
implantadas do lado direito ou do lado esquerdo da Rodovia BR-101/RJ.

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Tempo de Utilização da Carreta- Adotando-se o critério conservador de que somente serão
montadas 04 (quatro) rampas por dia, tem-se a necessidade de apropriar o custo do aluguel da
carreta por 04 (quatro) dias de trabalho, consecutivos.

Serviço de Carga das Rampas- As rampas serão içadas do canteiro de obras onde serão
confeccionadas e colocadas sobre a carreta com a utilização de 02 (dois) guindastes com
capacidade de 70t que ficarão um na montagem e um no canteiro durante 04 (quatro) dias em que
estarão sendo transportadas as 13 rampas do canteiro à pista da BR-101/RJ, logo a produtividade do
guindaste por dia será de 04 (quatro) unidade de rampa para 02 (dois) guindastes.

Lançamento das Rampas Pré-Moldadas e da Travessia:

Para a construtora vencedora da licitação elaborar seu plano de “Rigging”, é necessário especificar
a carga (peso) e dimensões das rampas pré-moldadas e da travessia (vigas principais acopladas a
laje).

No preço para o serviço de transporte e montagem de rampas, a consultora pressupõe que as peças
pré-moldadas sejam executadas no canteiro de obras próximo a Rodovia BR-101/RJ, apresentado
neste projeto, e transportadas por caminhões especiais até o local da obra.

As rampas pré-moldadas são em número de 13 (treze) sendo a maior com comprimento de 13,03 m
e largura de 2,30 m pesando 26 toneladas.
A travessia tem comprimento de 27 m, largura de 2,30m e pesa 48,5t a peça única, e devido ao seu
peso e dimensão pressupomos a confecção da mesma, em seu local de implantação na lateral da
Rodovia, do lado direito onde há espaço para tal.

Para lançamento da travessia pré-moldada sobre pilares, no meio da rodovia , será necessário
interditar a rodovia dos dois lados, e a utilização de 01 (um) guindaste de 130t com contrapeso ( a
mobilizado deste equipamento será por um dia por 10 horas).
E o auxilio dos 02(dois) guindastes de 70t que já estarão sendo utilizados anteriormente no
transporte e montagem das Rampas.

A distância média de transporte é de 51,74 km para as rampas.

Medição - Para a totalidade do serviço de Passarela para Pedestre será adotado o critério de
medição de unidades de transporte de rampa pré- moldada de concreto, unidade de lançamento e
montagem de rampa e unidades de lançamento e montagem de travessia de concreto.

Pagamento - O pagamento será feito após a aceitação dos serviços pela Fiscalização levando-se
em conta a quantidade medida e o custo unitário apresentado para cada item de serviço, o qual
deverá incluir todos os insumos necessários à execução do mesmo, tais como: utilização de
equipamentos, mão de obra, encargos, materiais.

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12. TERMO DE REFERÊNCIA

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13. TERMO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA

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13.1

13.
RELAÇÃO E VINCULAÇÃO DA EQUIPE TÉCNICA

N.° de Área Técnica Proposta Códigos

EQUIPE TÉCNICA

TERMO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA


Nome
Ordem Função (l) Nível (ll) Vinculação (lll) Regime (lV)

1 Rogerio Barros de Souza Engenheiro Coordenador PO Sócio Tempo Integral

Engenheira Responsável pelos Estudos


2 Rosangela Monteiro Pinto P1 Empregado CLT Tempo Integral
Geotécnicos

Engenheiro Responsável pelos Estudos


3 Renato Cavalcante Chaves P1 Empregado CLT Tempo Integral
Hidrológicos e Projeto de Drenagem

Engenheiro Responsável pelo Projeto de


4 Luiz Antonio Briganti P1 Empregado CLT Tempo Integral
Estruturas

Data: Nome da Empresa: Identificação, qualificação e assinatura do responsável pelas informações:


Contrato: ST-7-0830/13-00
170
13.2 ART

• PACS Engenharia

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172
• Rogério Barros de Souza

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
173
Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
174
Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
175
• Rosangela Monteiro Pinto

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Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
176
Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
177
• Renato Cavalcante Chaves

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Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
178
Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
179
• Luiz Antonio Briganti

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Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
180
Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
181
13.3 DECLARAÇÃO

13.3.1 - Declaração de Rogério Barros de Souza

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Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
182
13.3.3 - Declaração de Renato Cavalcante Chaves

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Recuperação de Infraestrutura dos Encontros de OAE’s e Recuperação de Áreas Deterioradas da Meso e da
Superestrutura das mesmas na Rodovia BR-101/RJ.
183
13.3.4 - Declaração de Luiz Antonio Briganti

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184
14. TERMO DE ENCERRAMENTO

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185
14. TERMO DE ENCERRAMENTO

A Pacs Engenharia (Planejamento, Assessoria, Consultoria e Sistemas Ltda.) apresenta o


Volume nº 1 - Relatório do Projeto e Documentos para Concorrência para o Projeto Executivo
para Reconstrução de Passarela para Pedestres e Recuperação de Infraestrutura e Encontros de
Obras de Arte Especiais na Rodovia BR-101/RJ, trecho Divisa ES/RJ - Divisa RJ/SP. Este volume
contém 186 (cento e oitenta e seis) páginas numeradas sequencialmente de 01 à 186.

Rio de Janeiro, 15 de agosto de 2014

_____________________________________________________________
PACS – Planejamento, Assessoria, Consultoria e Sistemas Ltda.
Rogério Barros de Souza
CREA/RJ nº 851056688/D

Volume 1 - Elaboração do Projeto Executivo para Reconstrução de Passarela Para Pedestres e para Contrato: ST-7-0830/13-00
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