Você está na página 1de 37

Top 10 Mais Lidos – E-Consulting

Top 10 Mais Lidos – E-Consulting Corp.

A E-Consulting® Corp. (www.econsultingcorp.com.br), empresa do Grupo ECC, é uma Boutique de Projetos e Conhecimento 100% brasileira, especializada nos setores e práticas de TI, Internet, Mídia, Telecom e Contact Center, líder na criação, desenvolvimento e implementação de estratégias e serviços profissionais em TI, EBusiness e Comunicação Digital para empresas líderes em seus mercados.

Atuando no tripé Consultoria de Negócios, Análise e Desenvolvimento Tecnológico e Comunicação 360o., a E-Consulting® Corp. desenvolve seus projetos e soluções a partir de metodologias proprietárias associadas às metodologias golden-standard de mercado. A empresa é, atualmente, formada por cerca de noventa profissionais multi-disciplinares, com vasta experiência em bancos de investimentos, agências de publicidade, empresas de consultoria e tecnologia. Seu modelo de negócios e atuação reúne somente cliente preferenciais, parcerias duradouras, metodologias comprovadas, experiências únicas, serviços exclusivos, atendimento personalizado e foco em resultados.

Top 10 Mais Lidos – E-Consulting Corp.

O grupo ECC é formado por empresas de tecnologia, consultoria e investimento comprometidas com a criação e disseminação de conhecimento autêntico em prol do desenvolvimento nacional. O grupo ECC é constituido por 5 empresas de destaque em seus segmentos de atuação, interligadas através de sua vasta rede de valor, contribuição e conhecimento.

A E-Consulting Corp. é o braço tecnológico do Grupo ECC, desenvolvendo e implementando Projetos e Serviços Profissionais em TI, Internet, Telecom, Mídia e Contact Center.

A DOM Strategy Partners (DOM/SP) é a primeira consultoria integralmente nacional focada em Estratégia Corporativa, com ofertas metodológicas golden-standard e proprietárias.

A Knowledge For Business (K4B) tem como objetivo vender para o mercado Produtos de Conhecimento gerados pelas empresas da Holding e seus parceiros.

O Instituto Titãs é uma organização do 3º Setor formada por brilhantes cérebros universitários, cuja missão é Capacitar ONGs e Governos a Serem Mais Eficientes, a partir da transferência de conhecimento e recursos da iniciativa privada.

A InVentures é uma VCC com o objetivo de Apoiar Start-Ups e Idéias Inovadoras ligadas ao corebusiness do Grupo ECC.

Acesse: http://econsultingcorp. consultores e analistas da E-Consulting Corp. como no artigo sobre o Paradoxo do Valor da TI. a visão histórica e comparativa traz consigo muitas reflexões e aprendizados. É com ele que apresentamos o novo projeto gráfico de nossos E-Books.. Sendo assim.com. Além disso. Artigos como Mobilidade Corporativa: Prós e Contras ou A Web 2.wordpress. a coletânea demonstra o quão atuais nossos artigos continuam sendo. Conheça também os demais E-Books publicados no site http://www.br/E-Consulting/cadastro-newsletter e receba em seu e-mail as newsletters produzidas pelos sócios. Em vários casos fomos pioneiros no Brasil em discutir e apresentar temas que estão hoje entre os principais desafios dos gestores.0 Acelerando e Desgovernando a Convergência apresentam tendências e apontam caminhos. fundamentais para a compreensão do futuro próximo.net/econsultingcorp. em função da relevância dos temas apresentados e de sua aplicabilidade no dia-a-dia das organizações.com . Razões para a Leitura Inicialmente. o timing de lançamento dessa coletânea não poderia ser melhor. auxiliando a tomada de decisão dos gestores. Em outros casos.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting Corp.e- consultingcorp. Carta ao Leitor Embora estejamos já em meados de 2010. cadastre-se na página http://www. Desejamos uma ótima leitura! Após ler os artigos. como no artigo Google e Nokia: Novatos e Centenários Liderando a Inovação Digital. visite nosso blog e participe de nossas discussões.slideshare. é com muito orgulho que organizamos essa coletânea dos 10 artigos mais acessados no 1o trimestre de 2010 pelos internautas. O orgulho se dá ao perceber que estamos cumprindo nosso papel de ajudar a inserir o Brasil no mercado global de conhecimento de negócios e também de conquistar o respeito e o reconhecimento de nossos clientes e parceiros. Saiba mais Caso esteja interessado.

....................................... 3 A WEB 2.... 1 CIO: CUIDE DO SEU JARDIM! ................................................................................. 9 COMO ALCANÇAR DESEMPENHO SUPERIOR NAS AÇÕES DE CROSS CHANNEL MARKETING .............................................. 23 DESENVOLVENDO ESTRATÉGIAS B2B EFICAZES ...................................................................... 16 GOOGLE E NOKIA: NOVATOS E CENTENÁRIOS LIDERANDO A INOVAÇÃO DIGITAL ..................................................................0 ACELERANDO E DESGOVERNANDO A CONVERGÊNCIA .................................................... 30 .................................................. A TI É COMO SAL .......................................................................................... 26 REDES SOCIAIS S................0: MUDANÇA INEXORÁVEL .....Top 10 Mais Lidos – E-Consulting Sumário SOBRE A E-CONSULTING CORP............... 7 O PODER DO EFEITO VIRAL – INVESTIGANDO SUA DINÂMICA ..... 12 WEB 2.....................A ........................................................................................................................................... 5 MOBILIDADE CORPORATIVA: PRÓS E CONTRAS .................................................................................................................. I O PARADOXO DO VALOR DA TI............................

sobre as mesmas bases e plataformas. Seja pela falta de métricas e metodologias apropriadas para a captura e mensuração dos resultados obtidos pela Tecnologia da Informação. trazendo resultados diferenciados..Top 10 Mais Lidos – E-Consulting TI é uma daquelas grandezas que mesmo sendo implementada de maneira comum. mas não ter TI é fácil de mensurar. econômicos ou mesmo estratégicos. que se diferenciam entre si. os resultados e outputs tendem a ser altamente diferentes. Isso porque. Apesar dos questionamentos acerca da produtividade gerada pela TI e seu retorno para os negócios.. quando analisada sob a ótica da produtividade. tornando a análise exclusiva dos montantes gastos na 1 . do retorno sobre os investimentos e da capacidade de geração de vantagem competitiva real.. a TI É como Sal Data de Publicação: 13/05/2009 A Tecnologia da Informação. como commodities. o fato é que nem sempre é possível se fazer uma correlação direta entre os investimentos feitos na TI e o desempenho organizacional “bottom line” da corporação. Isso porque a adoção e utilização da Tecnologia da Informação possuem escopos de possibilidades de aplicações tão amplos quanto particulares. pois o bottom line é ficar fora do jogo competitivo.. igual. mas muito poucos conseguem prever como sai a lei formatada (output). em empresas absolutamente similares. ter TI pode ser difícil de mensurar em termos de resultados. o que se torna premente é a capacidade de analisar. é fato que existe uma imposição mercadológica-competitiva que torna sua incorporação fundamental à capacidade evolutiva das empresas. Em outras palavras. A comoditização das ofertas de TI – produtos e serviços ligados a hardware e software – mesmo com seus apelos de sofisticação e a promessa de trazerem valor agregado às empresas. sobre as mesmas bases e plataformas. seja pela particularidade que cada organização possui em relação à importância e aos impactos que a TI gera em sua performance de negócios. a partir destas reflexões. o que chamamos de paradoxo de valor da TI. sejam eles financeiros. É como lei no congresso: todo mundo sabe como entra o projeto de lei (input). reforça o paradoxo do valor. o que praticamente anula seu caráter diferencial de valor pela exclusividade de posse e uso. priorizar e gerir as tecnologias mais importantes para a geração e proteção de valor das empresas. identificar. produtos e serviços de TI podem ser adquiridos e copiados pelos concorrentes. Tem-se.. TI é uma daquelas grandezas que mesmo sendo implementada de maneira comum. igual. Diante deste fato. Paradoxo do Valor da TI. ainda instila sérias controvérsias quanto à tangibilidade dos resultados proporcionados às empresas. os resultados e outputs tendem a ser altamente diferentes. em empresas absolutamente similares.

seu potencial estratégico.. 2 . armazenamento e acesso do que sua estrutura em si. vale ressaltar que uma estratégia mal formulada em hipótese alguma será salva pela Tecnologia da Informação. utiliza e gerencia a TI o seu grande valor diferencial para os negócios. sua capacidade racional de processamento. “o potencial da tecnologia para diferenciar uma empresa das outras. ainda assim é muito difícil afirmar que a TI subiu degraus rumo ao patamar de valor estratégico nas organizações. pois sua aplicação nos níveis operacionais e táticos – grande foco atual de suas aplicações corporativas . apenas o melhor investimento para a necessidade estratégica.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting sua aquisição e propriedade uma variável inadequada para a mensuração do seu retorno estratégico para a organização e econômico para os acionistas. Ou seja. Por fim.. opera. saber o que se tem. Igualmente. Contudo. sua capacidade de construir conhecimento útil e replicável do que suas caixas de dados dispersos e desordenados. aqueles ligados à diferenciação competitiva e às competências exclusivas. implementa. Por isso. do que no T. está na forma como se modela. Nem muito nem pouco. o que se precisa e qual a melhor tecnologia para viabilizar uma necessidade claramente identificada que. Tecnologia é como sal. É o uso correto e eficaz da Informação que pode gerar diferenciação perene e percebida. Isto quer dizer que é mais importante a arquitetura lógica da TI do que seu parque tecnológico. é o que vai trazer resultado real e racional para os gestores. a informação sem a tecnologia se deteriora. ou seja. o verdadeiro valor da TI parece estar mais no I. é estratégica ou derivada dela em seus níveis táticos e operacionais. pois seu escoamento e compartilhamento são afetados negativamente pela falta de uso (ativo intelectual perdido). É a eficácia na abordagem e a inteligência e visão de negócios que alavancarão os resultados de Tecnologia e não o contrário. Como prega Carr.pode não refletir de forma bidirecional os resultados gerados nos âmbitos mais estratégicos e de negócios das empresas. integra. Assim. Realmente nos parece verdade que a tecnologia sem a informação de qualidade não traz valor sustentável. inexoravelmente diminui à medida que se torna acessível a todos”. via de regra. mas gastos.

Compreender a essência e dinâmica da Web como rede e como expressão dos interesses. ser carregado nas ondas da Web pelas requisições das áreas de negócios. construir muros (firewalls) e cercas (necessários. Afinal. desenvolvimentos. tais como: qual a topologia e padrões característicos da Web? Como as estruturas de navegação são construídas? Como maximizar a usabilidade dos sistemas que nela operam? Quais as leis que regem sua expansão e funcionamento: Leis de Potência. a miopia do CIO surge em meio ao paradigma da Internet como geração de valor vs. porém em escala planetária e com riscos e ameaças proporcionalmente maiores. Rewiring? O que significam? O que são redes colaborativas. as diretrizes de TI e Segurança . proteção de valor. informativa e até transacional em todas as camadas e níveis corporativos. Na tentativa de se estabelecer fronteiras. alguns CIOs – como jardineiros aprendizes – podam em demasia e sufocam o que em tese deveriam cultivar com responsabilidade: a disseminação da Web produtiva.. os CIOs deverão gradativamente assumir responsabilidades para as quais não há profissional mais habilitado na empresa do que ele. a 3 . Em suma.. Conexões Preferenciais. sistemas. Uma rede como qualquer outra intranet ou extranet. e como podem ser adotadas para maximizar o trabalho na empresa? Home-office funciona? Mobilidade e convergência de que jeito?. A balança historicamente pesa para o lado de cá. Frente a um mundo tão desconhecido e potencialmente ameaçador.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting Assim como a miopia de marketing acontece quando o cliente se torna o “rei”. outsourcing. aplicações. afinal. Assim como a miopia de marketing acontece quando o cliente se torna “rei”. pois cada vez mais a Internet está assumindo papel deveras estratégico e disruptivo nos modelos de negócios e práticas corporativas (processos e rotinas) e o principal responsável por sua viabilização e gestão não pode estar à parte da discussão e muito menos. perímetros. porém com escala e proporção adequadas). colaborativa. Sistemas Dinâmicos. Hubs. potencialidades e comportamentos corporativos no mercado e dos indivíduos na corporação. etc) a Internet costuma ser considerada mais uma das derivadas de todo arcabouço tecnológico desenvolvido. Diversas são as questões atualmente “abandonadas”. integrações. mais do que gerenciar e desempenhar suas tradicionais atividades..derivadas do mindset da maioria dos CIOs (e boa parte dos C*Os) postulam o óbvio bloqueio corporativo à Web para grande parte do escalão hierárquico e áreas de negócios. da proteção.. porém os resultados e oportunidades derivados da inovação web-based são mais do que suficientes para determinar uma mudança de curso. conceito e metodologia para o CIO têm seu motivo de ser. Tanta filosofia. não há nada “lá fora” que seja tão essencial para o trabalho “aqui dentro” que não se possa abrir mão. CIO: Cuide do seu Jardim! Data de Publicação: 29/07/2009 Para muitos CIOs habituados a tratar dos temas críticos e estratégicos de TI (infra.

skills competitivos digitais e sinergias entre as ações. 4 . porém os resultados e oportunidades derivados da inovação webbased são mais do que suficientes para determinar uma mudança de curso. distantes da realidade das áreas de negócio. A balança historicamente pesa para o lado de cá. práticas. Em momento de maturidade. associada a TI em modelo shared services. um alerta: cuidado para a Web não “brotar” sob seus pés. mas com caráter funcional e de business). recursos humanos. 2. provendo a visão estratégica de Web para a corporação (está aí uma parte da tal visão e papel estratégico que a área de TI tanto reclama!). serviços. Para tanto. Aos CIOs incautos ou céticos. no futuro. proteção de valor. que se apresenta a um click de decisão. etc – para as áreas de negócio interessadas em potencializar suas ações através da Web. etc) possam criar suas próprias conexões. etc e explorar as possibilidades de negócio que a Web traz. marketing. atividades. A primeira delas é o alinhamento com a estratégia corporativa. recomendações e resultados projetados. comunicação. funcionalidades transacionais. responsável por prover suporte consultivo – menu de soluções. portais. ambientes. algumas iniciativas são necessárias para permitir que o jardim do CIO floresça novamente. Como em qualquer crescimento desordenado. cuja conceção estão nas áreas de negócios ou usuárias (a Web também deve estar presente nas áreas de negócios. Em sua atribuição e convocatória digital. ambientes e demais elementos virtuais relacionados à Web costumam surgir organicamente. não seja mais possível apenas podar ou replantar algumas mudas para organizar o jardim. as empresas conscientes da necessidade de renovar e inovar seu mindset competitivo e modelo de negócios devem estruturar suas estratégias corporativas de Web e modelos de gestão e governança digital para consolidar o movimento bottom-up da Web e ganhar musculatura. da proteção. com raízes e arbustos intrincados de tal forma que. gratuita. a arquitetura que faz mais sentido em grande parte das empresas é a existência de uma função com convocatória de Web. projetos e práticas existentes e pulverizados. comercial. Adicionalmente (e essencialmente). Cuidado com a contra-governança! Porque a governança tradicional da TI já se provou incapaz de evitar que os usuários – as áreas de negócios mesmo – desenvolvam suas atividades.0. bem como a gestão e mensuração dos resultados e desenvolvimento dos planos de ação. instantânea (e muito mais rápida que o FIFO da área de TI). o CIO se torna o suporte consultivo para se compreender os meandros tecnológicos da Web e sua potencialização nos modelos de negócios. produtos.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting miopia do CIO surge em meio ao paradigma da Internet como geração de valor vs. o CIO (em seu job description tradicional) deverá garantir a infraestrutura de conectividade e diretrizes de acesso necessárias para que as áreas de negócios (produtos. a função é responsável por garantir o alinhamento das múltiplas frentes de atuação na Web. Como parte do movimento corporativo de oficialização da Web. projetos e interesses na Web aberta. os processos. conforme as demandas dos diversos stakeholders atravessam as fronteiras dos canais tradicionais e as imposições competitivas (a grama do vizinho é mais verde!) movem as engrenagens corporativas. Porém.

inclusive. Exemplo? Quando as companhias aprenderam a bloquear os comunicadores instantâneos. vir de um agente.. o conteúdo vem de todos os lugares. de dentro ou fora da empresa.0. a adoção dessas novidades é ainda lenta. Não há como ser de outra forma. Softwares de voz sobre IP (VoIP) se misturam com instant messengers. etc. entretenimento e negócios. Algumas empresas barram seu uso. entretenimento. mídia. o microblogging Twitter. demandar uma infra-estrutura proprietária para o fornecimento de conteúdo. A Web 2. Com as demandas crescentes sobre ampliação dos negócios. convergência essa que. para as companhias. conteúdo. as empresas decidirão que o melhor é gerenciar com alguma liberdade essa demanda de comunicação pessoal em vez de proibi-la. colaboração e outras tantas atividades nobres do ser-humano. mas aponta para o conceito de ampla troca de informações e colaboração dos usuários dos serviços. contudo.0 acelerando a convergência. sob a alcunha da segurança da informação e da governança de TI. diferentemente da infra-estrutura conhecida. Há uma miríade de ferramentas que estão invadindo as empresas e estão no rol da Web 2. como o Facebook ou o que existir de hype até lá. É a Web 2. São novas fronteiras para a inovação que estão se apresentando para serem conquistadas. conhecimento. de fornecedores tradicionais ou de consumidores e parceiros de negócio. inclusive concorrentes e clientes. tecnologia. se alimenta de estourar a sucessivas bolhas que ela mesmo incentiva. termo criado por Tim O’Reilly. aumento das demandas de colaboração entre 5 . no final do dia. conquista de novos clientes. surgem novidades que burlam a vigilância da TI e servem de novo canal de comunicação e interatividade para os funcionários e destes com os diversos agentes externos.0 Acelerando e Desgovernando a Convergência Data de Publicação: 15/07/2009 Na Web 2. acreditamos. traduzidos por conteúdo. usando de insumo o conteúdo alheio misturado com o próprio. A Web 2. que nunca participou da cadeia de negócios da empresa. Em breve. mashups começam a ser encarados como uma nova camada na infra-estrutura de TI. no fundo. não traz quase nenhum paradigma tecnológico novo. em um lugar qualquer. porém por pouco tempo. Entretanto.0.. surgiu para acentuar a dor de cabeça dos gestores corporativos.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting A Web 2. mas. sem. Pode. a todo momento. Novas versões de aplicativos de escritório prometem ligação direta com redes sociais. É o mundo da produção em massa de conteúdo. relacionamento. como o MSN Messenger. feito em HTML.0. o fermento da nova bolha causada pela convergência agressiva entre internet. dando-lhe finalidade e propósito.0 é. telecom.

em sua grande maioria. são inegáveis. envolve pessoas. Mas cá para nós. portanto. comunidades e reputação. relacionamento. podemos perceber que Web 2.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting funcionários e da utilização de meios e tecnologias ecologicamente sustentáveis (menos papel e menos hardware). segredos industriais. Essa tecnologia. não é tendência. Talvez. Dizem os mais céticos que. seu real diferencial se traduz em como é utilizada..0) ou ambientes colaborativos protegidos podem surgir com valor corporativo evidente. Essa troca intermitente de informações nesse novo cenário convergente. contratos. a distribuição e o uso de conteúdos dispersos pela Internet estão intimamente ligados às questões de proteção da propriedade intelectual. As companhias precisam começar a produzir juízo de valor sobre seus conteúdos proprietários (tais como metodologias. não são? 6 . a inovação e a gestão de projetos nas empresas. tecnicamente ainda não foram resolvidas sob o ponto de vista jurídico. até novos profissionais ou sistemas que surjam dessa necessidade. mas imperativo das empresas vencedoras.. documentações em geral. projetos. como foi a TI até hoje. a Web 2.0 em ambientes covergentes. por isso. fazer melhor. para o aumento da distribuição e coleta de conhecimento de valor. Dentre outros fatores. escolhida e de que modo são extraídos dela benefícios para as organizações. esses benefícios são intangíveis e. a propaganda. sistemas e eventos externos que estão longe do atual controle dos departamentos de TI e seus modelos de governança. fazer com mais eficiência e produtividade. implementada e gerida é capaz de assegurar vantagem competitiva sustentável às empresas. como marca. demandando.. não há como não visualizar com alto grau de certeza a concretização dessa tendência. como curadores de conhecimento corporativo.).0 tenha ganhado mais corpo para o marketing. Novos tipos de profissionais. modelos de gestão convergente do conhecimento distribuído (GC 2. bancos de dados. Contudo. que. gestores de componentes de softwares ou validadores de conteúdo adquirido valioso para a empresa podem se tornar importantes num futuro próximo. princípios.. fazer mais rápido. talvez.0 traz para as empresas um olhar especial aos chamados ativos intangíveis. esse avanço impossível de se conter abre também um perigoso caminho para o aumento do risco operacional traduzido em questões como segurança da informação. Entretanto. bases de dados. Se não para uma automação de processos braçais. Contudo. permissão. capaz de mudar a forma de fazer. dentre outros. Aprender a usar corretamente uma tecnologia de ruptura e inovação tão rica como a Web 2. em grande parte aberto e desgovernado. visando a otimização das atividades e rotinas organizacionais. secundários. Por exemplo. quando corretamente compreendida.

Embora a sua utilização seja reconhecidamente benéfica para os negócios pela grande eficiência e flexibilidade que conferem ao seu trabalho. segundo a pesquisa. disponibilidade e acesso a informações muitas vezes fazem a diferença no aumento da capacidade e da eficiência profissional das pessoas. suportada pela tecnologia e pelos avanços dos dispositivos de comunicação (celulares. 75% dos participantes da pesquisa citaram a falta de limites entre o horário de trabalho e a vida pessoal como o principal aspecto negativo trazido pelas facilidades da comunicação móvel. especialmente porque.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting Com o aumento da complexidade dos negócios e da necessidade de se trabalhar cada vez mais conectado em redes produtivas de colaboração e relacionamentos. tanto o conteúdo. De acordo com pesquisa realizada pela EIU (Economic Intelligence Unit). 7 . transforma não somente a forma de se comunicar dos profissionais. fornecedores. o conceito de local de trabalho deixou de ser. agregando redução nos tempos de resposta aos acontecimentos do dia a dia. Ainda. seja com colegas de trabalho. smartphones. Mobilidade Corporativa: Prós e Contras Data de Publicação: 01/07/2009 Ferramentas de comunicação móvel. há que se considerar. seja com clientes ou colaboradores de projeto. home-office e outros modelos). Os participantes da pesquisa consideraram uma desvantagem estar "disponível" 24 horas. exclusivamente. já que funcionários e executivos cada vez mais usam ferramentas de comunicação móveis para atender ao crescente volume de trabalho realizado fora do escritório (com escritórios móveis. PDAs. Esses números sugerem uma demanda crescente por ferramentas melhores que permitam que os trabalhadores aumentem a eficiência enquanto estiverem em trânsito. etc). em que atributos como velocidade. o pessoal. o outro lado desta moeda. temos um cenário em que a mobilidade. como também a maneira de se trabalhar. notebooks. onde a diluição dos limites entre os horários de trabalho e aqueles dedicados à vida pessoal se tornam tênues. paulatinamente. A solução para este desafio é fundamental. confiabilidade. praticamente 1/3 dos entrevistados da pesquisa passam 40% ou mais do seu horário de trabalho longe do seu principal local de produção (que seria a mesa do escritório para 88% dos entrevistados) e aproximadamente a metade diz que passa de 20 a 40% do seu horário produtivo fora do seu principal local de trabalho. também. são cada vez mais importantes e mais utilizadas nos meios profissionais. como e-mail e telefones celulares. parceiros. sinônimo de mesas de trabalho e telefones fixos em endereços fixos. como as ferramentas que devem estar disponíveis para melhorar o processo de produção em trânsito das pessoas também têm sofrido demandas por melhorias e upgrades. Numa época de competição acirrada. em função da acessibilidade 24/7.

parceiros. seja com clientes ou colaboradores de projeto. juntamente com a liberdade ou modelo de trabalho mais dinâmico e versátil. Entretanto. Elas podem facilitar a comunicação. As ferramentas e as tecnologias móveis têm a capacidade de afetar todos os aspectos das nossas vidas profissionais. manter os funcionários informados em tempo real e reduzir as horas passadas na mesa de trabalho. 8 . como as ferramentas que devem estar disponíveis para melhorar o processo de produção em trânsito das pessoas também têm sofrido demandas por melhorias e upgrades. 59% dos entrevistados consideram a maior rapidez em responder aos colegas como sendo o principal benefício da mobilidade. fornecedores.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting Dentre todas as ferramentas de comunicação eletrônica disponíveis para realizar negócios. Um total de 75% dos entrevistados considera as ferramentas móveis muito importantes ou cruciais para o seu sucesso (menos de 2% não as consideram importantes). seguido de acesso a informações em tempo real (57%). o correio eletrônico (e-mail) é a preferida. Um total de 82% dos entrevistados responderam que. seja com colegas de trabalho. Depois da comunicação por voz (segunda ferramenta de comunicação mais popular em viagens de negócios). porém os contras ainda são um assunto sem limites pré-definidos. vem o serviço de mensagens curtas (SMS). quando estão fora de suas mesas. onde espera-se que o bom senso seja o grande fiel desta balança. querem que o seu e-mail esteja facilmente disponível. tanto o conteúdo. enquanto 49% preferem o acesso à Internet e 44% querem ter acesso ao telefone do escritório. não importando o local de trabalho. a mobilidade constitui-se num assunto em que os prós são tangíveis e claros. Com o aumento da complexidade dos negócios e da necessidade de se trabalhar cada vez mais conectado em redes produtivas de colaboração e relacionamentos. tomada de decisões mais rápida (56%) e maior flexibilidade em relação a quando e onde trabalhar (53%). mas ainda no escritório.

Fóruns e Blogs. Conclusão: A lei dos 10% mobilizados A cada post negativo ou positivo (desde que relacionado a temas relevantes e materiais. portanto em redes e comunidades) publicado por um usuário sobre algum produto. seja esta qual for (cancelar uma assinatura. comprar um novo produto. reclamações. proferir críticas. desde Sites e Hot-Sites de Empresas. Os outros 90% impactados escutam/lêem a mensagem. marca ou fato. emitir opiniões. Mais interessante ainda é saber que a cada usuário direto da rede impactado. Twitter. para os usuários em questão – e. MySpace. 1ª. denominado “O Poder do Efeito Viral”. Consideramos “efetivar um post” a essa atividade de emitir/ouvir opiniões e enviar/ler mensagens dos usuários na Internet. mas não necessariamente acreditam. Organizações e Sites Abertos (como os Sites de Reclamação). Conclusão: A lei dos 90% impactados Os outros 90% impactados escutam/lêem a mensagem. 3ª. preferencialmente colocados por atores conhecidos. do primeiro semestre deste ano. desde que tenha materialidade e relevância razoável aos membros das redes que o recebem gera o seguinte efeito viral: 9 . Semestre. Conclusão: A lei da materialidade E relevância A cada post colocado por um usuário. por participarem das redes e comunidades destes usuários diretos pertencentes à rede daquele que colocou o post inicial. em certo grau. até Redes Sociais e Comunidades Online (Orkut. seja esta qual for (cancelar uma assinatura. etc). Linkedin. trocar de empresa.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting 10% do total de sua rede de relacionamentos tenderá a absorver a mensagem deste post e se mobilizar para a ação. ou se mobilizam a ação O Poder do Efeito Viral – Investigando sua Dinâmica Data de Publicação: 10/09/2009 Estudo do XPLab (Experience Lab) da E-Consulting Corp. define 3 tipos de impactos virais ligados a esse processo contínuo realizado por usuários-consumidores em sua atividade de gerar mídia. comprar um novo produto. 5 outros indiretos têm contato com essa mensagem. juízos de valor. 10% do total de sua rede de relacionamentos tenderá a absorver a mensagem deste post e se mobilizar para a ação. mas não necessariamente acreditam. lançar elogios e postular dúvidas. etc). Universo do Estudo: Este estudo foi conduzido ao longo do 1º. trocar de empresa. ou se mobilizam a ação. em mais de 150 marcas. etc). em cerca de 500 ambientes online brasileiros ou em língua portuguesa. monitorando mais de 100 temas ligados ao consumo. 2ª.

twitter de famosos. Além disso. Conclusão: Sobre o Racional da Dinâmica de Viralização de Posts Opinativos de Usuários na Web Tipos de Posts: Pode-se dizer que há 2 categorias centrais de post: positivos e negativos Categorias de Posts: Estes posts podem ser genuínos ou não. podem ser ligados a reclamações junto à assistência técnica de uma empresa que simplesmente não fazem sentido sob o ponto de vista contratual. mais serão abertos. Os negativos não genuínos. o interesse em abertura 10 . então 100 destes (os impactados diretos e mobilizados) devem seguir seus conselhos. por exemplo. processos ligados à comodidade de serviços e atendimento eficaz à reclamações e trocas. Estes posts possuem maior o menor grau de atratividade de leitura em função da relevância e materialidade do tema para quem o recebe ou lê. etc) ou mais evitar dor (encontrar empregos. mas o consumidor age desta forma por ignorar as condições deste contrato. novos remédios.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting Simulando. tendências. Natureza dos Posts: Em geral. etc). outros 5000 usuários (os impactados indiretos) terão acesso a este conteúdo. Quanto mais prometer gerar prazer (sexo. dicas que se sabe do interesse do usuário. por ingenuidade ou mesmo má-fé. se o usuário inicial possui em suas redes e comunidades em torno de 1000 membros. enquanto os outros 900 absorverão em alguma proporção sua opinião ou mensagem (os impactados diretos e alertados). a atratividade dos temas dos posts está ligada às seguintes naturezas motivacionais de quem os lê: aumento de prazer e/ou fuga da dor. 4ª. lidos e repassados. Conclusão: Sobre a Matemática das Redes para o “Usuário Comum”   Valores médios que desconsideram posts de grau elevado ou insuficiente de materialidade X relevância Valores médios que desconsideram posts colocados por “âncoras de credibilidade” 5ª. piadas. dicas de como evitar pedágios e impostos. Impressionante este efeito viral. Portanto.

etc)  Colaborativos (dinâmica).por um chamado "âncora de credibilidade" . abertos (natureza) e técnicos (finalidade). em função dos ambientes em que ocorreram.alguém sabidamente respeitado ou envolvido com o tema (ex. igualmente. como redes e comunidades sobre carros. proprietários (natureza) e relacionais (finalidade). como o Site da empresa X  Colaborativo (dinâmica). Orkut. etc (ex. os ambientes podem ser categorizados em função de dinâmica. maior ainda sua capacidade de alcance e penetração. ou a opinião de um grande jogador de futebol sobre o futuro de um time na competição). credibilidade e o efeito real destes posts variam. 11 .ou avaliado . como os sites de trocas e leilões do tipo E-Bay e Mercado Livre  Colaborativos (dinâmica). marcas. como redes e comunidades de amigos (ex. o técnico Mano Menezes para o tema Corinthians no Twitter ou o jornalista Noblat para o tema Política no seu Blog). Se este “âncora de credibilidade” for um nó de rede – ou seja. como o Blog Corporativo da empresa N  Colaborativos (dinâmica). fechados (natureza) e genéricos (finalidade). natureza e finalidade da seguinte maneira:  Colaborativos (dinâmica). Os Tipos de Ambientes e seu Poder de Influência: O poder. um grande oncologista para um post sobre novas drogas para câncer. alguém com alta capacidade de mobilização em certa temática (ex. MySpace. Blog sobre a Tendência Z. abertos (natureza) e genéricos (finalidade). MySpace da Marca Y. como fóruns sobre engenharia e biologia  Controlados (dinâmica). abertos (natureza) e temáticos (finalidade). doenças. Orkut da Empresa X. como a rede que só aceita pessoas ricas ou bonitas  Colaborativos (dinâmica). mais chances de viralizar com maior rapidez este post tem. Por exemplo.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting de mensagens e colocação de posts varia em tons de cinza em função. abertos (natureza) e instantâneos (finalidade). etc)  Colaborativos (dinâmica). abertos (natureza) e transacionais (finalidade). como o Twitter de fulano de tal  E assim por diante. proprietários (natureza) e institucionais. O Papel dos Âncoras de Credibilidade: Se este post original for colocado .

segmento ou cluster de cliente/consumidor. a preocupação com consistência da mensagem e coordenação das mídias. Essa mudança ocasionou um aumento da dificuldade das empresas em otimizar as ações de suas campanhas online e offline. não há preocupação com a consistência da mensagem e nem com a coordenação entre as diferentes mídias. principalmente os digitais.  A abordagem Cross-Channel está relacionada à capacidade de conduzir uma determinada campanha em diversas mídias (mesma campanha.  Multicanal é a capacidade de executar diferentes campanhas em diversas Mídias. esse vasto leque de opções criou um novo desafio para o marketing das organizações: garantir que a informação correta seja entregue no tempo certo e através da Mídia** preferida/mais adequada a cada perfil. se traduzem em perdas institucionais e reputacionais e gastos de verbas desnecessários e ineficazes. Para eles é tudo uma coisa só. no final do dia. A razão disso é que os consumidores não fazem mais distinção entre o mundo real e o virtual quando de suas interações com as marcas. desafios e limitações. incluindo-se aí orçamentos. foram complementados por outros Canais e Ambientes. e todas as interações contribuem para a formação de sua experiência com as marcas. Diferenças entre Multicanal e Cross-Channel Marketing É preciso compreender que as diferenças entre cross-channel e multi-channel marketing (ou multicanal) não são apenas semânticas. cada um com suas peculiaridades. desde que os veículos tradicionais. Há. mesma mensagem e várias mídias). Como Alcançar Desempenho Superior nas Ações de Cross Channel Marketing Data de Publicação: 17/11/2009 A possibilidade de meios que as empresas podem escolher ou combinar para melhor se comunicarem com seus clientes tem crescido rapidamente na última década. Além disso. Rádio e Mídia Impressa. expectativas e proporções. Mensagens dissonantes e mídias não alinhadas reduzem a eficácia das campanhas ao comprometer a percepção do consumidor e. Aqui. portanto. em tese. 12 . busca por informações ou pesquisas sobre produtos. tais como TV.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting As campanhas de marketing hoje devem abranger diversos canais. Essa preocupação com a consistência das mensagens e a coordenação entre as mídias se relaciona principalmente com o impacto disso na experiência do consumidor – portanto sua percepção.

em especial: 1. Além disso. Inconsistência dos temas e mensagens das campanhas nas diversas Mídias. essas empresas têm encontrado algumas dificuldades. Essas empresas compartilham algumas características na execução de suas campanhas: 1. Porsche e Accor têm se destacado em seus respectivos setores e obtidos ROMIs (Return on Marketing Investments) superiores à média. Marketing. Fnac. Ausência de integração entre as Mídias. é muito importante que as diferentes áreas da organização tenham uma visão única do cliente (Visão 360º. Customizar o conteúdo das mensagens em função do segmento de cliente. EMI. organizações de diversos setores têm buscado executar campanhas e ações sob uma visão de cross-channel marketing. 4. Operações e constantemente atualizam os cadastros desses clientes baseados em suas interações multicanais. testar aeficácia de algumas mídias para alguns segmentos de clientes e entegar mensagens de Soluções A solução para problemas como esses está na execução de uma estratégia de cross channel marketing que combine a centralização das atividades e tecnologias de coordenação às ferramentas que permitem gerir as informações sobre o comportamento e performance dos clientes e sobre o desempenho das campanhas. Medir e comparar o retorno das ações de Marketing (ausência de comparativos e cases de sucesso). 13 . 2. 3. 2.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting Dificuldades Em todo o mundo. As empresas reconhecem a importância da mensuração da performance das campanhas e as utilizam. Essa informação é utilizada para otimizar campanhas. algumas dessas empresas centralizaram as informações sobre seus clientes para garantir que a mensuração da performance e a visão única do cilente em toda a organização sejam praticadas pela organização (do CRM aos diversos canais de contato presenciais e remotos com os clientes e consumidores). Melhores Práticas Empresas como a Virgin Megastore. Atualizam os cadastros dos clientes baseados em suas interações multicanais Essas empresas centralizam as informações de Vendas. Sephora. 3. São obsessivas na utilização de métricas de performance e as utilizam para otimizar as campanhas futuras. ou Visão Única do Cliente). Centralizam informações Apesar da grande dificuldade envolvida. No entanto.

como e-mail marketing. Em tempos de Consumidor 2. A razão disso é que os consumidores não fazem mais distinção entre o mundo real e o virtual quando de suas interações com as marcas. games e webadverstising.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting marketing relevantes. a abordagem Cross-Channel estará cada vez mais relacionada à geração de valor para as empresas (Resultados Financeiros + Ativos Intangíveis). campanhas ou temas em várias mídias. Identificam dos Clientes de Alto Valor As melhores empresas são mais eficientes que a média em identificar e se comunicar com seus clientes de alto valor. e todas as interações contribuem para a formação de sua experiência com as marcas. enquanto que nossas pesquisas sugerem que uma abordagem Cross-Channel (mesma campanha x várias mídias) pode levar a retornos superiores. campanha ou tema em várias mídias. otimizam o ROMI. está na otimização da campanha. 14 . portanto. (2) a gestão do desenvolvimento da campanha e (3) a medição da performance da campanha. A abordagem Cross-Channel otimiza a gestão das campanhas. Temos observado as dificuldades que as empresas têm tido em gerir campanhas que abrangem várias mídias de forma integrada e com mensagens consistentes. busca por informações ou pesquisas sobre produtos. Jornais. aplicativos interativos. Na prática. 6. Padronizam os processos relacionados à execução do Cross Channel Essas empresas utilizam processos padronizados e tecnologias que permitem automatizar: (1) o processo de aprovação de suas campanhas de marketing (para manter a consistência de branding).0. pois é mais barato efetuar cross e up-sell com esses clientes. 5. conteúdo multimídia. desafios e limitações. mais impactantes e 4. Para eles é tudo uma coisa só. ao contrário da entrega de várias mensagens. O foco. cada um com suas peculiaridades. canais e ambientes) disponíveis para se interagir e comunicar com os consumidores aumentou significamente nos últimos anos. Executam a mesma campanha de marketing em várias mídias (consistência) Preocupação em entregar a mesma mensagem. ao contrário de foco puramente centrado nos veículos tradicionais offline (TVs. etc). com isso. 7. As campanhas de marketing hoje devem abranger diversos canais. Mudam o Foco do Offline para o Online Essas empresas têm buscado desenvolver competências relacionadas às mídias digitais. Conclusão O número de mídias** (veículos. as empresas utilizam-se de uma abordagem Multicanal (várias campanhas x várias mídias). social media. entrega mensagens e temas de marketing de forma consistente e promove uma visão unificada do cliente em toda a organização.

Top 10 Mais Lidos – E-Consulting Anexo: ** Procuramos definir Mídia como o conjunto de Veículos. hot-sites. blogs. o que o usuário acessa (ex. ou seja. extranets. e-marketing. * Canais: Relacionam-se a vendas e transações (Ex. 15 . etc). mobile. Lojas Físicas. TV interna. intranets. twitter. etc). * Ambientes: Está ligado presença/atuação/interação do cliente/usuário (seja este qual for). wikis. portal corporativo. * Veículos: Aquilos que leva a mensagem de forma unilateral a algum público (TV. Vendas Diretas. Ambientes e Canais à disposição de uma organização. Vending Machines. outdoor. etc). sites. revista.

o colaborador 2. 16 . A 2ª Onda da Internet. representada pelas ferramentas.0 representa as novas características dos consumidores surgidas a partir da utilização das ferramentas digitais nos processos de tomada de decisão de compra. A 2ª Onda da Internet. infidelidade de consumo e simpatia ao conceito de gratuidade da Web à geração de mídia e conteúdo de consumo como forma de influenciar outros consumidores. Atenção: cuidado com pesquisas e análises sobre os perfis de seus clientes e consumidores. Por exemplo. Perceba qual chapéu ele está usando em cada momento.. Afinal.. trouxe um novo panorama e perspectivas para os aspectos cruciais do mundo dos negócios. tecnologias e ambientes colaborativos. que variam da busca pela experimentação. trouxe um novo panorama e perspectivas para os aspectos cruciais do mundo dos negócios. empresas de telefonia celular e bancos têm nos seus colaboradores uma malha enorme de clientes. o consumidor 2. representada pelas ferramentas. destacamos alguns que deverão ser olhados com atenção pelas empresas e organizações de forma a identificar e explorar as oportunidades latentes e se proteger dos riscos e ameaças surgidos: Usuário 2. Não obstante.0. ele não tem a obrigação de ser coerente. a onda colaborativa e social. Em cada chapéu que veste.0.0. Web 2. emite opiniões e gera informações muitas vezes discrepantes. em cada interação ou cluster que participa. ao mesmo tempo.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting A Internet é uma (re)evolução contínua. o Usuário Multi-Chapéus: Qual Chapéu Ele Está Usando em Que Momento?  O usuário 2.    Consumidor 2. com impactos profundos e disruptivos em todos os campos e práticas humanas. o cidadão 2.0  O conceito do Consumidor 2. tecnologias e ambientes colaborativos.0. são esses colaboradores – com o chapéu de clientes – os maiores responsáveis por divulgar problemas e inconsistências de produtos e serviços (e o fazem com conhecimento de causa – do lado de dentro) ou mesmo atacar a reputação das marcas e de pessoas ligadas à organização. Dentre eles. com impactos profundos e disruptivos em todos os campos e práticas humanas.0 é. a onda colaborativa e social.0: Mudança Inexorável Data de Publicação: 17/06/2009 A Internet é uma (re)evolução contínua.

aceitando colaborar (participar da cadeia de valor) e trabalhar “gratuitamente para a empresa” Se engaja em comunidades de temas que lhe interessam.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting  As principais características que compõem o perfil do Consumidor 2. acionista. mas a clusterizações dinâmicas (ex. consumidor da Classe C. pode se comportar como consumidor da Classe A para o produto Telefone Celular) É simpático aos conceitos de gratuidade da Web Compara elementos racionais de compra através das ferramentas 2.0: consumidor. cidadão. nas Marcas e na Gestão das Empresas  17 . explorando canais oficiais e não oficiais da empresa Gera mídia e conteúdo.0 no Consumo.0 Considera qualidade e preço justo para início de relação Sua fidelidade é um estado de espírito: está sempre aberto à experimentação de outras marcas e produtos Por outro lado. inclusive para trocar informações sobre marcas e produtos antes da compra ou recomendações Aproveita todas as possibilidades da realidade mutimídia e multidevice trazidas pelo barateamento das novas tecnologias e canais de comunicação e relacionamento Conhece e exige seus direitos. ampliando seu poder de atuação e influência sobre outros consumidores pertencentes à sua rede Não liga para propaganda. colaborador. ex-colaborador etc Não está atrelado a classes sociais e segmentações estáticas. pode se tornar defensor de marcas e produtos em que acredita.0 são:  Veste múltiplos chapéus 2. por faixa de renda. Conheça na íntegra o estudo O Impacto 2. mas exige relacionamento e transparência Interage e exige feedback qualificado e rápido das empresas e seus representantes              Compreender a natureza deste novo consumidor e formatar novas proposições de valor e ofertas é o grande desafio atual das empresas e organizações.

0: blogs. MSN. conteúdo para replicabilidade e aceleração de produção. aeroporto..Top 10 Mais Lidos – E-Consulting  Colaborador 2. etc) é radical e abre novas possibilidades para os modelos de trabalho e colaboração. maior ativo estratégico das empresas. Skype. este novo colaborador fruto da reformatação dos modelos de emprego existentes? Como manter a empresa atrativa para que estes colaboradores queiram continuar trabalhando. customizado e organizado para a aplicação e obtenção de resultado. comunidades. ganhos de escala e aceleração de aprendizado? Auto-Gestão: a autonomia e o empowerment concedidos ao colaborador exigem novos deveres e responsabilidades individuais. Como obter tais resultados? Como sistematizar a gestão deste conhecimento e torná-lo útil e aplicável aos colaboradores? Como componentizar lições aprendidas. wikis. passa a ser personalizável. Ambas olham o indivíduo inserido nos ambientes colaborativos sob sua ótica específica.0 é análise derivada do Consumidor 2. O Colaborador 2.A. Qual o novo norte do colaborador? Como ele aprende e evolui? Como gerenciar o colaborador EU S. processos. mas também abrem portas para novas formas de evolução e desenvolvimento profissional.0 . etc) estão alterando a forma como o trabalho e a interação profissional acontecem? Como as equipes se beneficiam das redes sociais e colaborativas? Como este processo de aprendizado contínuo agrega valor à produção dos indivíduos e times? Como este processo redefine os modelos de trabalho e formatos de interação colaborador-empresa? Conhecimento: o Conhecimento.0 é resultado de 3 grandes tendências que impactam os modelos e práticas de Recursos Humanos:  Colaboração: como as novas tecnologias e ferramentas na Internet (Web 2. agregando valor e maximizando sua performance?     Conheça na íntegra o estudo Colaborador 2. produzindo.0. metodologias. modelos.0  O Colaborador 2. etc) na realização das atividades profissionais bem como a interação remota com os demais colaboradores da empresa ou projeto a partir de qualquer local (casa.A Redefinição do Modelo de Gestão de Recursos Humanos 18 . O impacto da utilização das diversas ferramentas digitais (e-mail.

serviços. Utilizar tais conhecimentos.    KM 2.    19 . etc será o principal vetor de diferenciação no médiolongo prazo. os modelos corporativos de relacionamento e tecnologias de suporte devem prever a integração com o ambiente colaborativo 2. Conheça a metodologia Knowledge & Innovation Management (KIM) voltada à disseminação do conhecimento. Os modelos de Gestão do Conhecimento das empresas devem incorporar as práticas colaborativas e os ambientes 2. contínua. fóruns e projetos colaborativos online revolucionaram a forma como os seres humanos se engajam para a construção de conhecimento.0 e dos canais e ambientes móveis e convergentes à sua matriz de gestão de canais e informações. mensagens. segura e adequada para cada stakeholder.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting  CRM 2. Tais ambientes digitais abarcam uma vastidão de temas e campos do conhecimento disponibilizados de forma pública para quem desejar.0 ao seu framework de gestão.0  O Customer Relationship Management surgiu com a prerrogativa de registrar e analisar todas as interações empresa-cliente como forma de possibilitar a adequação do relacionamento e experiência. trocar informações e consumir. experiência. Conheça a metodologia Customer Relationship & Experience Management (CREM) voltada a gestão do relacionamento e experiência do cliente. A partir do momento em que a vida virtual dos clientes se torna uma realidade e ele passa a buscar estes canais para se relacionar.0  Comunidades virtuais. informações e dados nas atividades cotidianas das empresas para possibilitar a adequação de seus produtos. melhores práticas e lições aprendidas de forma consistente.

de comunicação de massa por si só. Por decorrência.. que é a junção da amplitude da comunicação de massa com a profundidade da comunicação dirigida. alimento para seu progresso. avaliação interativa de benefício . elas tendem a aumentar o poder de seus membros. de forma interativa. Mas podem ser potencializadas. Twitter. venda. MySpace. Comunidades são grupos de pessoas que se unem espontaneamente em torno de assuntos. Grupos sociais são. dando ferramentas. Elas se auto-constroem. ganha o jogo aquele que entender que o papel do gerenciador de comunidades é criar condições para que elas se desenvolvam. Ao combinar elementos do novo modelo comercial como foco específico. incentivadas. Porém. Foruns. acesso direto a fornecedores e concorrentes e sentido comercial.. a possibilidade do alcance (permitido) dirigido e individual desses membros. o que. Sob a óptica do comunicador e do gestor de comunidades. 20       . facilita qualquer processo de comunicação. mercadologicamente nasce o conceito de mass one-to-one ou mass customization.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting  Redes Colaborativas de Valor  Muito já foi dito sobre a Internet. Comunidades não são construídas. troca. feedback. pouco se sabe. No mundo virtual.. Facebook.conteúdo e serviços gerados pelos membros. Messenger. Um executivo e um adolescente podem pertencer a uma mesma comunidade de interesses musicais. pouco efetivamente se faz. Que a rede tem alterado conceitos e padrões de negócios ninguém questiona. Lei na íntegra o artigo Compreendendo as Comunidades Online: Orkut. Comunidades são grupos sociais. vontades. com isso. acaba o conceito de massa de manobra. por definição. micro-cosmos complexos. a Internet maximizou a possibilidade de conhecimento de comportamento e valores dos membros destas comunidades e. interesses. pouco se consegue dimensionar.. O interesse e vontade (aceitação) das pessoas é mais forte que qualquer processo formal de agrupamento.. Isto quer dizer que pessoas "parecidas" podem pertencer a comunidades diferentes e pessoas aparentemente "tão diferentes" podem pertencer às mesmas comunidades. capacidade de alinhar conteúdo e estratégias de comunicação. por definição. Porém. Linked-in. etc. Blogs. e-commerce ou e-whatever é a existência de comunidades virtuais ativas e integradas. e sobre elas. especialmente nestes últimos 3 anos. como o número de membros de uma comunidade pode ser grande. pouca experiência se tem. São muitos os benefícios que as comunidades virtuais trazem a quem souber coordená-las. influência. a premissa mais importante que está por trás da validade econômico-comercial de todo processo de ebusiness. comportamento e atitudes comuns em relação a algum tema.

os grupos. gerar. Redefinir sua estrutura de processos e arquitetura de sistemas. A matéria prima desse conhecimento estruturado. comunidades e redes se alimentam de informação a todo momento. tanto interna. traduzir. modelar. não é vantagem competitiva.0  As arquiteturas das cadeias de suprimento não serão as mesmas a partir de sua integração das empresas com outras empresas em redes colaborativas cooperativas e transacionais. Gerenciar este conhecimento como diferencial corporativo significa organizar e sistematizar. flexíveis e adaptáveis. analisar. seletivas.       O Novo Mercado 2. a partir da compreensão profunda das pressões externas e das substituições (compulsórias e oportunistas) dos tradicionais frameworks e arquiteturas de processos. Este processo de transformação corporativa é capitaneado pela revisão dos modelos tradicionais de negócios corporativos (geralmente industriais e tangíveis). a partir desta visão de cadeias colaborativas de suprimento – ou cadeias de valor agregado – é condição fundamental para as empresas evoluírem em seu processo competitivo nos mercados em que atuam. implementar e gerenciar a informação que flui por sua organização. 21 . distribuindo-a (ou tornando-a acessível) de maneira personalizada para quem de interesse. pautados em novas arquiteturas de redes colaborativas.0: Transbordamento da Web 2.0. do conhecimento. transformar. sistemas e tecnologias vigentes por modelos mais soft.0 traz consigo uma porção social muito forte.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting  Supply Chain 2. As fronteiras das empresas devem ser como membranas. integrações em cadeia de valor eficientes e equilíbrio entre a gestão dos tangíveis e intangíveis. a informação. variáveis estas ligadas à Era do Conhecimento. o que passa por essa membrana. Com isso. O fluxo de informações e o seu alcance passam a ser cada vez mais pré-requisitos para as empresa do mundo global. o que permitirá a flexibilização e a prontidão única para o suprimento dos processos produtivos. em todas as suas relações. mas abertas. sejam eles de natureza tangível (produtos e bens) ou intangível (serviços. é a informação.0  Ao contrário da Internet tradicional. Leia o artigo A Gestão da Transformação Competitiva das Empresas e acesse a Metodologia ECi para mais informações sobre a aplicação prática do Supply Chain 2. transformando-a efetivamente em conhecimento. armazenar. Porém. a Web 2. quando externa. conteúdo e conhecimento). digital. por si só. a capacidade de uma empresa de captar. finas. disseminar. criar. relacionamentos e trocas. permitindo fluidez e renovação.

no trabalho ou em infocentros. consumo. seja pelo celular. como agentes passivos. saiu dos PCs e se tornou parte do dia a dia das pessoas. resta saber como as empresas.  Por estas e outras.. Como a Internet. não há como evitarem participar do jogo: elas já fazem parte. 22 . Estes usuários – geralmente mais jovens – levam às suas famílias as informações que circularam nas redes online diariamente nas oportunidades de convívio social. na visão mercado. irão compreendê-la em sua matriz estratégica e modelo de negócio.0 transbordou da Internet.0 chegou na Sala de Jantar das residências. agindo de forma reativa nos agora insuficientes meios tradicionais. Em outras palavras. D e até E hoje têm acesso à Internet. costuma enxergar a competitividade sob o mantra the winner takes it all quando mais cedo as empresas agirem..Top 10 Mais Lidos – E-Consulting  As classes C. para eu depois não ser tarde demais. Se a mudança é mesmo inexorável. Por mais que as empresas resistam a ela. cedo ou tarde. opiniões. influenciando escolhas. a Web 2. a Web 2. melhor. seja na escola.

Em seus discursos. que no fundo traz a convergência de negócios em sua garupa. a infra-estrutura tecnológica passa a ter valor pelo que ela gera e pelas possibilidades de inovação que podem ser criadas com ela. o HotBot (ligado à revista Wired). Os fundadores do Google não apostaram na busca. seus fundadores diziam claramente – publicidade. oferecendo um produto gratuito e pouco valorizado – as buscas na Internet. Aos poucos. Já em 2008. Internet e telefonia são praticamente sinônimos. grandes destaques na mídia nesse setor eram o Altavista. a comparação do noticiário do setor é exemplar para identificarmos as mudanças no mercado. há pontos de conexão com banda larga nos principais centros comerciais das cidades. fazia o balanço do ano. O tempo provou que todos estavam errados. Nessa intersecção. essencialmente. o presidente da Microsoft. criou-se a chamada convergência digital. e o Windows CE. mas colocaram suas fichas no algorítmo do PageRank. A empresa tinha acabado de lançar o Windows NT. Palm e Sun Solaris. Google e Nokia: Novatos e Centenários Liderando a Inovação Digital Data de Publicação: 03/05/2009 Quando a Internet se estabeleceu como plataforma comercial. Por exemplo. para ambientes corporativos. Em 1999. a mistura da TI tradicional com a rede mundial de computadores foi ficando evidente. o computador virou um storage de mídia e entretenimento e isso é só o começo. Gates se dizia preocupado com o Linux. o computador virou um storage de mídia e entretenimento e isso é só o começo. iniciou-se evolutivamente seu processo de entrada no mundo corporativo. A tendência é que essas misturas ocorram ainda com mais profundidade. Na época. Inovar constantemente tem sido a receita de empresas como Google e Nokia. A empresa de Redmond flertou para adquirir o concorrente direto Yahoo! e ser uma gigante de buscas e da publicidade online. Bill Gates. a caminho da ubiquidade e da computação transparente. Isso bastou para todo mundo encher os sites de banners e penduricalhos 23 . Quando a imprensa e o mercado da época perguntavam qual era o negócio em cima disso. Sem domínios físicos. a televisão está a um passo de ir para o celular.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting Em menos de dez anos. A tendência é que essas misturas ocorram ainda com mais profundidade. O Google era o patinho feio. o Ask. a televisão está a um passo de ir para o celular. O mecanismo de busca Google surgiu no meio da bolha pontocom com uma interface simples.com. após o estouro da bolha pontocom. há pontos de conexão com banda larga nos principais centros comerciais das cidades. a preocupação da Microsoft passou a ser concorrer com o Google. etc. Em menos de dez anos. a caminho da ubiquidade e da computação transparente. Internet e telefonia são praticamente sinônimos. para dispositivos móveis. tal cenário fortalece a possibilidade do tão falado escritório móvel e do trabalhador remoto. a comparação do noticiário do setor é exemplar para identificarmos as mudanças no mercado.

o Google também mostrou ao mundo como será a economia dos widgets e das API abertas. pequeno e dobrável. O conglomerado foi. seu sucessor. ultrapassou a Motorola como principal empresa de celulares do mundo. Foi Jorma Ollila. o site é a típica economia de escala na era da Sociedade em Redes. diminuindo custos e se aproximando de mercados regionais. a Nokia é o melhor exemplo. Logo após a Primeira Guerra. Foi na década de 90 que a empresa se tornou o que se conhece hoje. que ganhou o direito de construir uma rede de telefonia internacional para os países escandinavos. Nos anos 80. Mas. se dedicou a melhorar a interface pela qual o usuário controlava o aparelho. A esses.e dos próximos ciclos de planejamento . um sistema operacional para plataformas móveis. que botou a empresa nos trilhos. muitos não o levam a sério ainda. A empresa nasceu como uma iniciante no setor de celulose. Recentemente. em 1865. Por essas e outras. Tudo devidamente interligado por redes. introduzido a um novo mundo de máquinas chamadas computadores. E o que fez o Google? Criou um meio para que qualquer pessoa pudesse anunciar associando sua mensagem ao conteúdo que outros produziam na Internet. como a empresa é típica da bolha pontocom. Imitando a indústria automobilística. Nessa época. A década de 80 terminou com o suicídio do então CEO. Na década de 60. se preferir) atrelados às estratégias de marketing digital. Mas. a Nokia decidiu investir no gerenciamento e enxugamento de processos. a Nokia já há algum tempo aposta suas fichas no Symbian. por essa época.no mercado de telecomunicações e nas pessoas que pudessem promover esse lado da empresa. que pesava quase 1 Kg e custava mais de U$ 6 mil. desde toda a cadeia produtiva até qualquer profissional da empresa. o mesmo deve se dar para a oferta de aplicativos (SaaS. a empresa nunca foi o que é hoje. Também. é bom prestar muita atenção quando a empresa diz que o futuro é cloud computing. Assim nasceu o Adsense. quando se fala que não quer produzir um novo iPhone. Ele vendeu operações e investiu todo o dinheiro disponível . passou a fabricar botas e outros materiais de borracha. em meio a uma desvalorização surpreendente da companhia após compras insanas que a fizeram crescer. Nessa tocada. ancorada no sucesso do celular Star-tac. Hoje. Igualmente. a marca criou poucas plataformas para os celulares e adotou como estratégia central a diferenciação em features visíveis e de grande aceitação junto ao consumidor. A década de 70 foi essencial para a empresa. Foi aí que sua história de tecnologia da informação começou. a Nokia começou a tatear o mercado de comunicação por rádio. Não satisfeita. O Google é uma mostra de inovação constante. mas não menos que os prejuízos acumulados.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting propagandísticos de gosto duvidoso. é bom ficar atento. o Mobira Cityman 900. vemos uma convergência de mercado mais a 24 . Da mesma forma que foi democratizada a publicidade em cima da fartura de conteúdo. começou a operar de forma global. criou o que é considerado o primeiro telefone móvel do mundo. Kari Kairamo. mas sim ganhar o mercado com softwares pelo projeto Andróide. Sua maior concorrente à época era a Motorola. há muitos executivos que só não adotam uma estratégia de inovação constante porque acham que isso é uma ressaca do início do século e logo vai passar. Nisso. Ao mesmo tempo. Por incrível que pareça.

o que mostra a opção clara de inovação que se segue. essas plataformas são livres. Symbian e Microsoft Windows Mobile. De quebra. se comoditiza o principal produto do maior concorrente. a tecnologia não garante qualquer competitividade ou inovação. Contudo. Por si. 25 . é melhor esclarecer uma coisa antes. Os benefícios mais evidentes trazidos pela Internet estão no posicionamento estratégico. o SO da Microsoft. A idéia é utilizar o mundo dos desenvolvedores para que uma dessas plataformas seja a mais usada nos dispositivos móveis do futuro próximo. À exceção da MS. uma batalha entre Google Andróide. sempre com foco no mercado e se planejando o futuro. O real valor de toda a infra-estrutura de máquinas e servidores de aplicativos. É a mesma estratégia que Bill Gates usou com a IBM. todas as camadas de software e todos os links com parceiros de negócio é o modo como tudo isso opera. O que é tecnologia e o que é estratégia nesses dois cases de sucesso em inovação? Impossível separar. A tecnologia é nativamente o processo para a inovação e isso deve ocorrer de forma constante. desvalorizando sobremaneira o hardware e fortalecendo o software operacional e os aplicativos. otimização de processos ou mesmo no gerenciamento de conhecimento. é assim que tem que ser atualmente.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting frente. Mas.

3. 2. Por muitas vezes. cada setor de atuação. há múltiplos fornecedores similares de produtos e serviços. Desenvolvendo Estratégias B2B Eficazes Data de Publicação: 04/11/2009 Há algum tempo estávamos querendo escrever este artigo e achamos que o timing apropriado seria agora. A Internet nas empresas passa cada vez mais a adquirir um caráter mais independente em relação à tecnologia e marketing/comunicação. enquanto que no B2B existem poucos fornecedores qualificados. Nosso trabalho de consultoria vem nos mostrado que definitivamente as empresas passaram a incorporar a Internet em seu planejamento estratégico. Para atingir este resultado. deve-se analisar quais os pré-requisitos e dificuldades que uma empresa pode ter na adoção de um modelo operacional. cada empresa. onde a participação de um fornecedor leva à participação de outros concorrentes. Em nossa análise e experiência. Um modelo B2B gera maiores custos de transição por consumidor em comparação ao B2C. O management das companhias passa a perceber a importância de ter uma estrutura pensante que tire benefícios da Internet. Portanto. portanto. a empresa compradora (existe a compradora e a fornecedora 26 . seja B2B ou B2C. Mas quais são estes benefícios e quais os obstáculos necessários para se montar uma estrutura funcional e rentável para Internet? Vamos por partes. Outro ponto importante é que o desenvolvimento de soluções B2C na Web são relativamente menos complexos que as soluções B2B uma vez que o processo de compras é menos específico e complexo (compare processo de compras de livros na Amazon. num modelo de B2C. a fim de maximizar o retorno potencial do modelo transacional adotado. As empresas possuem diferentes níveis de “internetização” e dependem da Internet de maneiras diferentes.com). (Re)definição de posicionamento estratégico. Tipicamente. Cada país. como obter esses benefícios e quais as dificuldades para se atingir esses benefícios. passaram a alocar uma parcela do budget para desenvolvimento de alguma aplicação em Internet. Criação de valor intangível. As maiores dificuldades certamente estão na adoção de um modelo B2B. Redução de custos.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting Um outro ponto que deve ser ressaltado é a característica viral de crescimento do B2B . 5. os resultados aparecem de forma distinta para cada uma delas. em suas atividades funcionais e. possui especificidades que ditarão quais os benefícios.com e compras de aço no MetalSite. acreditamos que uma empresa pode extrair os seguintes benefícios a a partir da Internet: 1. Otimização de processos. 4. Aumento de receita.

Aspectos da integração vão desde a sintetização do processo de trabalho.  Simplificação das tecnologias aplicadas A algum tempo atrás qualquer empresa de ecommerce necessitava desenvolver internamente as soluções de comércio eletrônico. onde a participação de um fornecedor leva à participação de outros concorrentes. Outro ponto importante é que o desenvolvimento de soluções B2C na Web são relativamente menos complexos que as soluções B2B uma vez que o processo de compras é menos específico e complexo (compare processo de compras de livros na Amazon.com e compras de aço no MetalSite.  Inovações tecnológicas fazem parte da cultura da empresa.  Processos representando mais de 20% dos custos. Vale realçar que modelo de receitas de um B2B não é totalmente dependente do número de consumidores e visitantes. gerenciamento da cadeia de valores. compras e até integração da força de vendas.  Aumento de “stickness” Um desenvolvimento de aplicação B2B só ganha força quando está integrado com a infraestrutura da empresa e faz parte do dia-a-dia da empresa. alguns fatores se comportam como estimuladores na seleção do modelo ideal:  Maior experiência com tecnologias Web A experiência de certas empresas com a adoção de Intranet e outros meios de troca eletrônica de informação faz com que a confiança nas aplicações e métodos transacionais aumente. As empresas que são mais inclinadas a adotar um B2B possuem certas características-chave.  Consolidação de padrões em cada indústria (“Standardização”) A adoção e promoção de padrões e formatos em cada indústria é um pré-requesito para que a tecnologia ganhe a penetração desejada. Isto dá credibilidade e garante que os usuários vejam valor agregado.  Produtos complexa. possuem configuração Para a adoção de um B2B.com). Um outro ponto que deve ser ressaltado é a característica viral de crescimento do B2B .Top 10 Mais Lidos – E-Consulting no modelo de B2B) é encorajada a adaptar parte de sua estrutura para facilitar as transações. . etc. garantindo “stickness”.  Redução de custos 27  Intensa pressão por cortes de despesas. A “standardização” vem fazendo com que empresas se especializem no desenvolvimento de soluções possibilitando que as empresas que desejam praticar comércio eletrônico possam adquirir e customizar aplicações. Outro fatores que validam esta afirmação são o preço médio dos produtos vendidos (que é muito maior no B2B que no B2C) e o fato do relacionamento com os clientes dever objetivar maior fidelidade e longo prazo (uma vez que há maior custo de transição por consumidor e preço médio mais elevado para os produtos vendidos). dentre as quais:  Alta difusão na cadeia de valores na qual está inserida.

abertos à uma vasta audiência. estudem meios de também reduzir custos. Se um investimento não tiver retorno não há porque fazê-lo. Acreditamos que um modelo de B2B represente uma evolução tanto para compradores como para vendedores.  Tamanho do mercado.  Tecnologia. A adoção de um B2B é totalmente dependente de um modelo aceitável de ROI. Entendemos que os maiores obstáculos para a adoção de um B2B.  Gerenciamento e execução interna.  Tecnologia. hoje são:  Ceticismo em relação ao ROI Alguns empresários ainda se mostram céticos com relação ao retorno proporcionado por uma solução de B2B.  Marca e distribuição.  Morosa adoção tecnológica Em algumas indústrias.  Segurança Colocar uma cadeia de valores inteira na Internet sem que os processos-chave. Tecnologias de 28 .Top 10 Mais Lidos – E-Consulting A redução de custos é um importante “driver” para a implementação tecnológica. 2) pela crescente adoção do modelo por outras empresas e pela divulgação dos primeiros resultados. o limitado histórico de aplicações de sucesso na Web pode causar relutância quanto à adoção de uma aplicação B2B. A redução de custos atingida por uma determinada empresa de um setor forte faz com que outras empresas. dentre outros. estima-se que o setor de papel e celulose tenha uma economia de custos da ordem de 15 a 25% enquanto o setor químico atinja 10% e o setor de higiene 5%. Acreditamos que estas preocupações possam ser dirimidas de duas formas: 1) por um estudo do que uma solução B2B pode fazer pela empresa e pelo seu setor de atuação.  Time. O processo de redução de custos leva à uma análise de ROI (retorno sobre o Investimento). porém este benefício é diferente para cada setor.  Inércia Estrutural e Processual. Além disso. funcionando em missão crítica. Outros pontos impactantes podem ser ineficiências de rede. Além disso. Reduções de custo significativas impactam a empresa como um todo e compelem a administração da empresa a encarar o B2B como um elemento de vantagem competitiva. desejando maior competitividade. Exemplificando. Alguns desses fatores nos mostram que algumas empresas. aliviando possíveis preocupações com relação a investimentos em tecnologia e rentabilidade. em estágios diferentes. podem visualizar mais obstáculos que outras na adoção de um B2B.  Posicionamento da empresa. Podemos enumerar alguns fatores críticos que devem ser analisados por uma empresa no processo de adoção de um B2B. hosting e servidores. estejam vulneráveis aos competidores e aos hackers. a fim que obtenha sucesso na implantação e execução do modelo:  Modelo de negócios. as empresas estão visualizando reduções de custo também a longo prazo. largura de banda. a migração de compradores e vendedores para o B2B requer discontinuidade de soluções tecnológicas próprias já adotadas.

dos sistemas legados. portanto. O dilema consiste em implantar novos métodos e proteger processos já estabelecidos.  Relutância quanto às mudanças nos processos A dinâmica da introdução de uma nova tecnologia B2B necessita de uma reconfiguração dos processos internos e. receitas. mais a desconfiança dos empresários aumenta. espalhando conflitos nos canais de negociação e fazendo com que alguns participantes não suportem sua adoção. O B2B também introduz uma nova curva de aprendizado que pode ser frustrante para algumas empresas que não estejam visualizando todo o processo de mudança e o retorno a longo prazo. VR e Vale do Rio Doce. redução de custos e Internet são componentes perfeitamente alinhados em suas estratégias competitivas. Muitas empresas estão criando soluções que afetam diretamente a dinâmica do seu setor de atuação. este processo já pode ser visto em empresas como Votorantim. Cada vez mais. Bradesco. Gerdau. Acreditamos que as empresas já evoluíram consideravelmente quanto ao entendimento da necessidade da adoção de um modelo B2B de comércio eletrônico. apenas 9% de 114 empresas entrevistadas possuem um plano estruturado de Internet para ser implantado no prazo de 18 meses. reduzindo o ceticismo nos mercados. Este processo pode também pressionar os preços expondo ineficiências do setor. investimentos. porém. Felizmente. onde ROI.  Percepção da Indústria de que o B2B é uma ameaça Enquanto o B2B estiver crescendo em processo orgânico poderá estar canibalizando alguns participantes dos mercados tradicionais. Segundo nossa última pesquisa. 29 . O relacionamento duradouro entre compradores e fornecedores talvez não seja mais o mesmo após a adoção de um processo de leilão de compras que priorize preço e eficiência ao relacionamento entre compradorvendedor. vemos que ainda há muito espaço para maturação de entendimento do que é necessário e qual o retorno a ser esperado. Porém. Telefônica. Souza Cruz.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting encriptação e segurança digital são melhoradas a cada dia. a cada novo caso de invasão de sistemas conhecido. Ambev. partirá de grandes empresas capitanear o processo no qual os benefícios de um B2B podem se espalhar. Rhodia.

opinião ou relato pessoal de um fato positivo ou negativo que vivenciou com determinada interação com uma empresa. antes consumidores com pouca voz ativa. Todo este poder vem sendo gradativamente compreendido e utilizado pelas empresas em diversos formatos como bolgs corporativos. sua marca. A midia social mais popular e mais familiar para as empresas continuou a ser a de networkng (tais como Facebook.0 e ambientes colaborativos quase dobrou em 2008. Magazine) nos anos de 2007 e 2008. Redes Sociais S. Vídeos Online-52%. capazes de impactar gigantes corporativos com uma simples postagem de um vídeo. Linked-in e Twitter. Linkedin. agregando um crescimento de 44% em apenas 1 ano. quando comparada com 2007. dentre outras. etc). caíram no gosto dos internautas apresentando índices de crescimento e adesão assutadores. A familiaridade com ferramentas 2. Internautas. com as empresas da Inc. Orkut. Wikis-35% e Podcasts-33%. que em 2007 ocupavam o último lugar. mais notadamente no que se refere ao seu poder de disseminação de informações e promoção da comunicação multilateral entre diversos agentes. Comunidades Online como Orkut. em 2008 já ultrapassaram o podcasting com 35% dos usuários dizendo que eram muito familiares com a ferramenta. uma das grandes oportunidades que esta onda 2.0 propicia é a utilização do ferramental e modus operandi das redes sociais para usufruto de negócios da corporação. revelou que as midias sociais vêm alcançando altos níveis de penetração nas empresa em ritmo acelerado. O ranking de familiaridade segue a seguinte ordem: Social Networking57%. Recente pesquisa conduzida pela Universidade de Massachussetts Dartmouth. 30 . MySpace. 500 (publicado pela Inc. serviço ou representantes.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting A importância da utilização das mídias sociais para os negócios e estratégias de marketing das empresas nos EUA também foi pesquisada: 84% das pessoas pesquisadas consideram as mídias sociais como muito importante (44%) ou de alguma forma importante (40%). Os Wikis. sobre a utilização de mídias sociais nos ambientes internos das corporações.A. Blogs-52%. Multiply. Porém. Data de Publicação: 04/11/2009 A evolução da Internet em possibilidades de utilização. Fóruns-39%. com 57% dos respondentes dizendo ser muito familiar a elas (contra 42% em 2007). Youtube. com apenas 16% de usuários dizendo ter muita familiaridade com a ferramenta. contra 60% em 2007 (26% muito importante e 34% de alguma forma importante). twitters corporativos ou redes e comunidades privadas. produto. fez surgir ambientes e “ferramentas” que vieram para fomentar a capacidade nata do ser humano em se relacionar e interagir. Facebook. portanto. agora são mídia e.

mas sua utilização corporativa não necessariamente está ligada aos negócios.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting Já em relação ao uso efetivo das ferramentas de mídias sociais pelas empresas norte-americanas. processos. Blogs com 19% e Wikis com 14%. Quanto à penetração de utilização. Vídeos Online-58%. com 288 das 1000 maiores empresas do país. Social Networking apresentou nível de penetração de 49%. Ainda vale ressaltar que em 2007. seguido por Podcasts com 29%. Vídeos Online atingiram 46%. Blogs-32% e Wikis-21%. se revele o conhecimento individual e se potencialize o conhecimento corporativo e comunitário. 43% das empresas entrevistadas não usavam nenhum tipo de ferramenta relacionada a mídias sociais e. Social Networking com 24%. esse patamar cresceu de 11% em 2008 para 34% em 2009. A compreensão e o reconhecimento prático da sua utilidade como meio e/ou estratégia para melhorar os negócios. Fóruns-41%. Fóruns atingem 32% de penetração. animações e demais formatos passam mensagens e conhecimentos de forma experiencial sem. Blogs com 39%.br) A comunicação corporativa passa a ser uma atividade cross e não mais específica de uma área. temos um crescimento médio em relação a sua adoção (2008 em relação a 2007) de 77%. entre Março e Julho de 2009.0.com. áudio. (para saber mais sobre este estudo fale conosco em contato@eccorp. A importância da utilização das mídias sociais para os negócios e estratégias de marketing das empresas nos EUA também foi pesquisada: 84% das pessoas pesquisadas consideram as mídias sociais como muito importante (44%) ou de alguma forma importante (40%). 31 . Vídeos. Recente estudo da E-Consulting Corp. Podcasts-33%. apontou que o ranking de familiaridade no Brasil se comporta da seguinte maneira: Social Networking-69%. richtexts. O Twitter se configura na rede de maior crescimento entre 2008 e 2009. como organizações 2. contra 60% em 2007 (26% muito importante e 34% de alguma forma importante). games. perder em seriedade. assim como a colaboração em projetos ganha participantes multidisciplinares com visões e experiências complementares. em 2008. apenas 23% faziam parte deste grupo. Wikis com 27% e Podcastings com 21%. de forma a transformar sua prática diária em um modelo mais participativo e interativo com os diversos públicos de relacionamento (stakeholders) é fator essencial para que as empresas 1. foco e propósito. contudo. links. Videos Online com 45%. de forma organizada e “controlada”. atingindo 224% em aumento do nível de familiaridade da ferramenta no ambiente corporativo.0 se redefinam. de fato. Os ambientes colaborativos promovem o palco ideal para que. A crescente adoção das mídias sociais nos ambientes corporativos se evidencia como a migração bem sucedida de uma tendência que começou no mundo individual e chegou ao organizacional. relacionamentos e comunicações da empresa – internas ou externas. Fóruns com 35%.

e-consultingcorp. (www. . está sob licença Creative Commons.com.br) 32 Os artigos deste e-book. Os textos são produzidos pelos analistas do SRC (Strategy Research Center) do Grupo ECC e pelos sócios e consultores da E-Consulting Corp. assim como todo seu conteúdo.Top 10 Mais Lidos – E-Consulting Os artigos deste e-book fazem parte da série de artigos disponibilizados nas newsletters do Grupo ECC.