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Formas de Governo
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15 de Agosto de 2024
Formas de Governo
Breve analise sobre as formas de governo.
Publicado por João V S Santos há 3 anos
Formas de governo
As formas de governo são mutáveis e só podem ser estuda-
das a partir de um ponto de vista geral, analisando aspec-
tos que se confundem nos Estados que apresentam formas
semelhantes, visto que os Estados possuem costumes dis-
tintos uns dos outros. Com o sucesso de um Estado com de-
terminada forma de governo, outros passam a utilizar esse
modelo, seguindo suas linhas fundamentais. Assim surge
as formas clássicas de governo e possibilita o estudo e a
classificação delas.
É de fundamental importância compreender a existência
de duas características essenciais no que tange os gover-
nos. Essas características são as formas normais de go-
verno e as formas anormais, as normais dizem respeito a
evolução natural dos fenômenos políticos, ou seja, as mu-
danças políticas são realizadas naturalmente a partir das
necessidades do Estado e das pessoas, por meio do inte-
resse geral. As formas anormais tem como fundamento o
controle do Estado e das pessoas por meio de força, utili-
zando estruturas como a ditadura, o totalitarismo e a tira-
nia, para impor sua vontade.
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Muitos estudiosos classificaram as formas de governo, ana-
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lisando as particularidades de sua época e as relações hu-
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manas de poder. A mais antiga classificação é a de Aristóte-
les. Segundo ele existem três modos de governo, os quais
são:
A monarquia ou realeza, que é o governo de apenas
um sobre todos os indivíduos, onde o poder fica con-
centrado nas mãos desse único governante.
A aristocracia, governo de um grupo de indivíduos,
que para Aristóteles são os mais evoluídos da socie-
dade em que estão inseridos.
A democracia que é o governo da maioria, na qual go-
verna a partir do interesse geral.
Aristóteles também disserta sobre as degenerações dessas
três formas de governo e classifica degeneração como o in-
teresse particular dos governantes acima do interesse geral
de todos, tornando as formas ditas por ele pura em impu-
ras e extremamente prejudiciais para a população. As dege-
nerações são as seguintes:
Quando a monarquia ou realiza se degenera vira tira-
nia, que tem a força como característica principal para
o controle do povo.
A aristocracia se torna oligarquia (governo de poucos
que detém o poder econômico e por consequência o
político), onde os poucos governam a seu favor.
A democracia acaba se tornando demagogia, sendo o
poder nas mãos de pessoas rudes e despóticas.
Após Aristóteles dissertar sobre as classificações das for-
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mas de governo, Maquiavel manifesta-se com uma nova
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classificação abordando o Estado Moderno e suas caracte-
rísticas particulares. Ele apresenta a existência de ciclos de
governo, que tem início no tempo primitivo com o Estado
Anárquico (a convivência dos seres humanos é conduzida
pela vontade e razão de cada um), com o passar do tempo
as relações humanas se tornaram complexas e conflitos co-
meçaram a eclodir entre os indivíduos e com o intuito de
preservação da espécie, os homens elegeram o mais forte
de sua população como chefe, subordinando todos a ele.
Em seguida notaram que as características que elegeram o
chefe não eram propicias para o cargo, mudando assim
elas e elegendo mais o justo e sábio como seu governante e
denominando esse modo de controle da sociedade como
monarquia. A monarquia se tornou hereditária e não so-
fria mais influência direta de sua população. Assim como
Aristóteles, Maquiavel também acreditava na degeneração
das formas e com a análise de casos, aponta que a monar-
quia hereditária com o tempo começava a se degenerar,
por conta de seus herdeiros, ocasionando a tirania. A no-
breza insatisfeita com a tirania do monarca, se unia e com
conspirações retirava-o do poder, apossando-se do controle
e implantando a aristocracia. Com o passar do tempo os
herdeiros dos aristocratas que não possuíam as atribuições
de seus antecessores, utilizavam do poder par realizar suas
fantasias individuais, tornando a aristocracia em oligar-
quia, ou seja, degenerando a aristocracia. E então o povo
que sofria com todas as formas, cansados da tirania e da
oligarquia, resolveu retirar do poder os oligarcas e gover-
nar por si só, com o intuito de preservar as necessidades
gerais, surgindo assim a democracia. A democracia no co-
meço apresentava fortes indícios de dar certo e não sofrer
degeneração, porem com o tempo o próprio povo que antes
lutou para que as necessidades gerais fossem cumpridas,
desviou o poder e começou a utilizar ele em benefício pró-
prio, degenerando a democracia e gerando novamente a
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anarquia.
Formas de Governo Assim o clico ficava completo e se repetia diver-
sas vezes entre todos os povos. Para quebrar o clico Maqui-
avel denota que somente é possível a república e a monar-
quia como formas de governo do Estado Moderno.
Montesquieu, posteriormente aponta a existência de três
formas de governo: o republicano, monárquico e despótico.
O republicano tem como característica o povo como
possuidor do poder soberano (democracia), ou so-
mente parcela do povo (aristocracia).
O monárquico tem a característica de um só gover-
nante, porém com leis prefixadas e respeito a
população.
O despótico em que uma só pessoa governa sem leis e a
partir de sua própria vontade, realizando seus desejos
e colocando eles acima dos desejos da população.
A monarquia é uma das mais antigas formas de governo
que existe, foi muito utilizada na antiguidade, pratica-
mente todos os Estados daquela época eram monárquicos e
até os tempos atuais existem monarquias pelo mundo
como exemplo a da Inglaterra e Espanha. Vale ressaltar
que elas apresentam particularidades, sendo caracteriza-
das como monarquias somente pelo fato da existência de
um representante descendente de uma família real. Essas
monarquias atuais são chamadas de monarquias constitu-
cionais, visto que o rei é limitado pela constituição não
tendo mais o poder que tinha na idade média, ele apenas é
uma figura representativa, atua de forma simbólica e não
influencia muito na política e nas decisões do país.
Para ter uma melhor compreensão do que é a forma de go-
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verno denominada monarquia, é necessário entender as
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características fundamentais que a formam e são elenca-
das da seguinte maneira:
Vitaliciedade, o monarca não tem tempo limitado de
governo, podendo ele escolher até quando governar;
Hereditariedade, diz sobre a sucessão, quando um mo-
narca deixa de governar sua linha de sucessão é anali-
sada e o próximo de sua linhagem escolhido para o co-
mando, geralmente é o filho primogênito;
Irresponsabilidade, ele não tem nenhuma responsabili-
dade política, ou seja, pode agir do jeito que entender
melhor sem necessidade de explicação ao povo sobre
suas ações.
Monarquia apresenta alguns pontos positivos e negativos
que foram elencados durante sua história. Os pontos positi-
vos são:
A preparação do rei desde sua infância para assumir o
poder, tornando ele capacitado para governar com
eficiência;
Sendo ele o ponto onde as correntes políticas conver-
gem e estando fora da disputa política, garante a esta-
bilidade das instituições.
Por outro lado os pontos negativos aparecem mais e são os
seguintes:
A concentração do poder em uma única pessoa, de-
mandando a ele a responsabilidade sobre a vida da
população.
A população não escolhe seu representante, ou seja, a
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democracia
Formas de Governo não existe, o que se torna fator de perigo,
visto que tudo é imposto e somente será realizada a
vontade do rei.
Com o tempo a monarquia acabou sendo deixada de lado,
muitos a abandonaram por conta das necessidades e da
complexidade da sociedade atual, tornando ela inviável e
adotando novas formas de governo ditas melhores e mais
eficientes.
Há indícios que na antiguidade existiam republicas, como a
denominada ´´Republica Romana`` que apresenta sua
origem no de 509 A.C, depois que o último rei é deposto e o
senado assume o governo, ocasionando mudanças gerais
na forma de governo, onde o poder não ficava mais con-
centrado nas mãos de um pessoa só e sim nas mãos de duas
pessoas ou mais, que eram chamadas de cônsules. É nítido
a transformação que ocorreu em Roma que foi de uma
forma de governo chamada monarquia a outra forma de
governo que é a república.
Com esse feito novas instituições foram criadas em Roma
para melhor administração do poder e mais efetividade na
aplicação da justiça. Essas novas instituições se apresentam
da seguinte maneira: o senado que era composto por patrí-
cios (pessoas que faziam parte da aristocracia), cumpriam
funções na política internacional, supervisionavam as ma-
gistraturas, eram consultados pelos cônsules, pretores ou
tribunal da plebe. Os senadores tinham cargos vitalícios,
chegaram a ser em torno de trezentos e eram os mais pode-
rosos de Roma, ocupando o topo da hierarquia das institui-
ções. Logo abaixo vinha a magistratura, para fazer parte da
magistratura, ou seja, ser um magistrado, era necessário
ser cidadão romano e ter uma renda de acordo com o
cargo a ser desempenhado, os magistrados possuíam privi-
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légios,
Formas de Governo e sua função primaria era de editar leis que envia-
vam ao senado para serem aprovadas, possuíam mandatos
de um ano e eram divididos em: cônsul, pretor, edil, censor
e questor e possuíam as seguintes atribuições:
O cônsul era chefe do comando militar e possuía poder
absoluto sobre todos os cidadãos romanos.
O pretor, administrava a justiça, os cidadãos apresen-
tavam suas queixas a ele e ele decidia a partir das leis
positivadas no senado, como a justiça seria feita.
Edil era responsável por fiscalizar o comercio e admi-
nistrar a cidade.
O censor fazia a contagem da população, fiscalizava os
candidatos a edil e controla a moral da população
romana.
O questor que cobrava os impostos para financiar os
senadores e magistrados.
Havia uma última instituição romana, os chamados comí-
cios que organizavam as eleições dos magistrados e as vo-
tações das leis feitas pelos senadores. Ao se notar toda essa
mudança, onde o poder passou a ser dividido em institui-
ções e a não ficar somente nas mãos de uma só pessoa, per-
cebe-se que a forma de governo republica se contrapõe a
monarquia e torna-se muita próxima da democracia, visto
que o povo passa a modificar o poder, mesmo sendo de
forma ínfima no início. No entanto a definição que se dá a
republica romana difere da definição dada a republica mo-
derna, a republica romana faz referência ao estado e a re-
pública moderna a uma forma de governo que compõem
um estado.
Com o passar do tempo a ideia republicana foi se dissemi-
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nando pelo mundo, por meio de confrontos contra as mo-
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narquias absolutas e também pela vontade do povo em
afirmar sua soberania. Muitos teóricos e líderes, a datar do
século XVIII, começaram escrever e propagar a ideia do fim
da monarquia, visto que consideravam um mal e que ela
demonstrou ser totalmente ineficaz e irresponsável no
trato da administração dos Estados, e como não somente
satisfizesse abaliza-la, era necessário sua abolição.
A partir de então houve um aumento considerável no que-
sito de maior participação da população no governo, sur-
gindo ai a republica moderno que tem suas bases na repú-
blica romana, como divisor entre a concentração do poder
e a disseminação dele para a população. A republica re-
primi o poder dos governantes, atribuindo responsabili-
dade política, podendo assim certificar a liberdade indivi-
dual de cada um.
As propriedades primordiais da republica moderna, con-
servadas desde o século XVII e que foram aceitas com cla-
mor são apresentadas da seguinte maneira:
Temporariedade: O chefe do governo, obtém um man-
dato com durabilidade já determinada (quatro ou
cinco anos). Com o intuito de não perpetuação no po-
der dele, as reeleições sucessivas ficam proibidas.
Eletividade: A sucessão hereditária é proibida e o chefe
do governo é eleito pelo povo, em votação democrática,
sendo vetado qualquer tipo de obtenção do povo de
forma não eletiva.
Responsabilidade: O chefe do governo tem responsabi-
lidade direta sobre suas ações, devendo ele prestar
contas ao povo ou a algum órgão de representação do
povo, sobre suas atitudes. Sendo assim o governante
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pode perder seu cargo caso aja de forma irresponsável.
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Essas propriedades, no entanto, foram modificadas, por
conta da cultura, das relações de cada sociedade com o go-
verno e mudanças que ocorrem no mundo diariamente,
porém as modificações não chegaram a adulterar a forma
de governo e sim somente atribuíram peculiaridades em
cada Estado.
Existem dois meios de governo na república que são carac-
terizados a partir das relações entre a função do poder de-
nominada legislativo e a função do poder denominada exe-
cutivo. Surge daí os sistemas parlamentarismo e o presi-
dencialismo, onde a diferença mais expressiva se dá na
forma como chefe do executivo assume seu posto, sendo no
presidencialismo por eleição direto da população e no par-
lamentarismo, por eleição entre os deputados mais votados
quem compõem determinada sigla.
O anarquismo surge em meados do século XIX, na Europa,
seu surgimento está atrelado aos acontecimentos da época
(segunda revolução industrial, capitalismo emergente e
condições de trabalho impostas ao proletariado), e a insa-
tisfação de alguns pensadores com esses acontecimentos.
Naquela época o proletariado era extremamente explorado
visando o capitalismo e como ele estava em seu início não
existiam regras a favor dos trabalhadores, a única força de
trabalho eles, com isso muitos foram extremamente explo-
rados com o viés do Estado.
O Estado anárquico se opõe a monarquia e a república.
Apresenta uma forma de governo sem presença do Estado,
sendo contraditório dizer as palavras ´´Estado
anárquico``, visto que o anarquismo defende a ideia de
um povo sem controle dele. Para o anarquismo o Estado é
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um aparelho
Formas de Governo de coerção e limitação do povo, que dita como
as pessoas devem agir e rouba-lhes seu direito à liberdade.
O anarquismo acredita que existe apenas uma diferença
notável entre monarquia e republica, a qual se faz da se-
guinte maneira: na monarquia, o Estado oprime e abusa do
povo em prol do rei, de forma mais nítida e objetiva, visto
que o rei é o soberano e concentrador do poder, e nada a
ele pode ser contestado. Na república, o Estado oprime e
abusa do povo, defendendo a ideia fantasiosa de que tudo
que realiza é para o povo, levando-o a acreditar que são li-
vres e que seus direitos estão sendo garantidos.
A anarquia defende a não existência de dominação, seja
essa dominação, religiosa, política, econômica, de gênero
ou social. É crítica ao modelo de vida atual, por conta do
alto controle que essas instituições exercem sobre o povo,
de modo que ele não percebe e cria um sentimento de falsa
liberdade, onde acha que está liberto, porem se apresenta
preso por padrões exigidos pelas diversas instituições de
controle. Por conta disto o anarquismo anseia por uma so-
ciedade sem presença de Estado, que dá atenção para as
necessidades e vontades das pessoas que a compõem, ga-
rantindo liberdade e igualdade para todos e a não existên-
cia de pessoas mais influentes e que gozam de direitos a
mais.
As ideias que são defendidas pelo anarquismo e que torna
ele uma forma de governo singular são as seguintes:
Fim das relações de autoridade e hierarquia, visto que
o Estado utiliza desse vinculo para ter poder sobre os
cidadãos, tirando deles a liberdade individual e a
igualdade.
Defesa de uma organização social, a partir de democra-
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cia direta, ou seja, participação direta do povo na
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organização.
Defesa das liberdades individuais e da igualdade, a
partir do entendimento de que todas as pessoas são de-
pendentes umas das outras.
Não existência da propriedade privada.
Não existência do capitalismo.
Fim do Estado como instituição que representa a von-
tade do povo.
É necessário compreender também as características do
anarquismo, uma vez que perdura o entendimento de
anarquismo, como a defesa de uma vida sem regras e por
consequência uma sociedade totalmente desorganizada,
onde na verdade é uma defesa contra a autoridade estatal
como organização de controle social e é a favor de uma or-
ganização social livre com presença direta do povo. As ca-
racterísticas fundamentais e principais são:
Fim do Estado como controlador da sociedade.
Propriedade coletiva e não privada.
Incentivo a ideia que todos necessitam uns dos outros
e por isso a sociedade deve ser solidaria com todos.
Acesso a igualdade social.
Cidadãos autônomos e decisivos nas questões da orga-
nização social.
Estado autogerido, ou seja, Estado controlado pelos
próprios cidadãos.
Sistema de educação com ênfase no desenvolvimento
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do
Formas de Governo senso crítico.
Sociedade baseada na liberdade total, porém responsá-
vel e solidaria.
Desta forma, o anarquismo demonstra ser uma forma de
governo totalmente diferente das demais.
Muitos críticos denotam que é uma forma de governo utó-
pica, com base na ideia de quem o povo sem o Estado fica à
mercê de si próprio. E como o povo é diverso acabara en-
trando em conflito, onde uns irão apresentar o que é me-
lhor para todos a partir de suas ideias e concepção de
mundo e outros também irão apresentar o que é melhor
para todos, só que a partir de ideias e concepção de mundo
diferentes, levando ao caos e obrigando a surgir o Estado
controlador.
João V S Santos
Estudante de Direito
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