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Recursos Tecnológicos

Fernando Duque Barros


Introdução
• Nunca houve tantas mudanças (medicina,
ciências, comportamento e educação) como as
que ocorreram neste último século (XX).
– Mudanças nos processos de gerenciamento, de avanço
do particular e reorganização do público.

• A partir da promulgação da Lei 9394/96, (LDB), o


MEC instituiu o período entre 1997 e 2010 como a
"Década da Educação", estabelecendo que após o
fim desse período somente poderiam ser admitidos
professores habilitados em nível superior ou
formados por treinamento em serviço.
• A perspectiva de se contratar somente professores habilitados
em nível superior ou formados por treinamento em serviço,
levou uma verdadeira corrida pela “formação em nível
superior”.

• Uma questão que surgiu foi a dificuldade dos estados e


municípios em atenderem a determinação legal uma vez que
um grande número de professores que já atuava nas séries
iniciais do Ensino Fundamental não tinha a habilitação mínima
exigida pela nova lei.

• Com o intuito de sanar as deficiências na oferta do número de


vagas para os cursos de formação de professores para a nova
demanda, e de tornar os cursos universitários mais acessíveis
inclusive para populações mais longínquas; algumas
Universidades criaram e implantaram projetos de educação à
distância (EAD).

• Essa modalidade trouxe consigo um novo profissional no curso


de formação dos professores.
Problemas modernos da
educação
• educação contínua
– sistemas de informação,
– avaliação e
– diagnósticos precisos

• educação à distância
– como realizar uma educação inclusiva com
qualidade que atenda as demandas da
população
Educação: dias atuais
• Começam a se aproximar
– metodologias,
– programas,
– tecnologias e
– gerenciamento,
• tanto dos cursos presenciais
• como dos cursos à distância ou
• totalmente virtuais.

• Aos poucos a educação vai-se tornando uma


mistura de cursos, de sala de aula física e também
de intercâmbio virtual.

• Há um processo de aproximação.
• Daqui a alguns anos falar de educação à distância
e de educação presencial, não vai ter tanto sentido.

• Em alguns cursos, predominará o presencial, em


outros o virtual, mas tudo será híbrido nesses
próximos anos e será possível com facilidade fazer
cursos em vários lugares.

• Estão surgindo consórcios de Educação a distância,


públicos como a UNIREDE e particulares.

• Uma série de propostas novas estão surgindo. Isso


nos obriga a redimensionar, a reorganizar o
conceito de aula presencial.
Educar com tecnologias
• A questão fundamental não é a tecnológica.

• As tecnologias podem nos ajudar, mas,


fundamentalmente, educar é aprender a
gerenciar um conjunto de informações e
torná-las algo significativo para cada um de
nós, isto é, o conhecimento.
• Temos inúmeras informações e um conhecimento bem
menor, porque estas nos escapam, estão soltas, não
sabemos reorganizá-las.

• Além de gerenciar a informação, é importante aprender a


gerenciar também sentimentos, afetos, todo o universo
das emoções.

• Educar é um processo complexo, não é somente ensinar


idéias, é ensinar também a lidar com toda essa gama de
sensações, emoções que ajudem a equilibrar e a viver
com confiança.

• O professor que tem uma atitude de equilíbrio e que


inspira confiança, ajuda muito os seus alunos a
evoluir no processo de aprendizagem.
• Educar é aprender a gerenciar processos onde, de
um lado, você caminha em direção à autonomia, à
liberdade. E, de outro, você busca sua identidade.

• Você deixa uma marca e, ao mesmo tempo, você


interage, você consegue viver em sociedade,
trabalhar em conjunto.

• Educar também é aprender a gerenciar


tecnologias, tanto de informação quanto de
comunicação.
– Ajudar a perceber onde está o essencial, e a estabelecer
processos de comunicação cada vez mais ricos, mais
participativos.
• O educador revela na hora em que entra em
contato com o aluno, mesmo que não fale,
pela postura, pelo olhar, pela inflexão de
voz, em que estágio de desenvolvimento e
aprendizagem se encontra.

• Aprende-se, hoje, muito pela interação, mas


o conhecimento só se faz forte quando o
reorganizamos dentro da nossa própria
perspectiva, do nosso universo, do nosso
repertório, do nosso contexto.
• Temos muita informação e pouco conhecimento.

• As pessoas procuram informações, navegam nos


sites.

• O conhecimento não se dá pela quantidade de


acesso, se dá pelo olhar integrador, pela forma de
rever com profundidade as mesmas coisas.

• Para conhecer o mundo, não é preciso viajar muito.


Basta enxergar o mundo a partir de onde você está,
com um olhar um pouco mais abrangente.

• O conhecimento se dá pela interiorização e pela


observação integradora.
• Um dos desafios é como transformar a informação
em conhecimento e em sabedoria.

• Sabedoria é um conhecimento integrado com a


dimensão ética.

• A universidade prepara para o conhecimento.


– Mas o conhecimento pode ser usado para explorar o
outro, para manter a desigualdade.

• Então, na universidade, muitas pessoas se


preparam para servir aos grupos que tem mais
dinheiro, esquecendo-se da maioria.
– falta-lhes a visão social.
• O conhecimento parcial não integra a
competência intelectual, a emocional e a
ética.

• Esse é o desafio.
– Como juntar tudo isso numa sociedade tão
desestruturada, onde estamos voando e não
sabemos para onde?

– Como juntar o intelectual com o emocional e o


ético, e não ver o ético como uma espécie de
carga, mas como um desafio de crescimento
pessoal?
• Outro desafio é integrar as tecnologias em projetos
pedagógicos, inovadores e participativos.

• Aqui também, o mundo das tecnologias envolve muitos


grupos empresariais que querem ganhar dinheiro, que só
querem vender, que vendem tudo como solução.

• Temos também muitas ambigüidades no uso das


tecnologias.
– Tecnologicamente, somos como que deuses, enquanto do ponto de
vista humano, ainda somos como primatas (Arnold Toynbee).

• Nunca tivemos tanta informação disponível, tantas


tecnologias, mas nunca tivemos também tanta dificuldade de
comunicação.
– Comunicar significa interagir de verdade, todos nós que estamos
envolvidos no processo.
O computador na escola
• Ao invés de memorizar informação, os
alunos deveriam ser ensinados a buscar e
a usar a informação para a construção de
um novo conhecimento.

• E para essa busca de informações as


novas tecnologias podem ser importantes
aliadas, tanto para os alunos quanto para
os professores, de maneira a ajudar a dar
sentido, significado e agilidade aos
conteúdos curriculares.
• A implantação da informática na educação
consiste basicamente de três ingredientes:
– o computador,
– o software educativo, e
– o professor treinado para o uso do computador na sala
de aula.

• O computador deve ser uma ferramenta de


complementação, de aperfeiçoamento e de
possível mudança na qualidade do ensino.

• Para que de fato se possa fazer esse uso


indicado, é necessário que o professor assuma
uma teoria pedagógica que lhe dê sustentação
ao trabalho de orientar o aluno na construção
do conhecimento.
• Na chamada sociedade do conhecimento (séc.
XXI) são exigidos cada vez mais profissionais:
– críticos,
– criativos,
– autônomos,
– reflexivos e
– com capacidade de trabalhar em grupo.

• Certamente essas atitudes não podem ser


transmitidas ou ensinadas ao aluno, mas podem
ser construídas e desenvolvidas por cada um.
– A educação deve oferecer condições para que o aluno
vivencie situações que lhe permitam:
• construir e
• desenvolver essas competências.
Tecnologias na educação
• As Tecnologias tanto servem para reforçar uma
visão conservadora, individualista como uma
visão progressista.

• A pessoa autoritária utilizará o computador para


reforçar ainda mais o seu controle sobre os
outros.

• Por outro lado, uma mente aberta, interativa,


participativa encontrará nas tecnologias
ferramentas maravilhosas de ampliar a interação.
• As tecnologias de comunicação não substituem o
professor, mas modificam algumas das suas funções.

– A tarefa de passar informações pode ser deixada aos bancos de


dados, livros, vídeos, programas em CD.

– O professor se transforma agora no estimulador da curiosidade do


aluno:
• por querer conhecer,
• por pesquisar,
• por buscar a informação mais relevante.

– Num segundo momento, coordena o processo de apresentação dos


resultados pelos alunos.

– Depois, questiona alguns dos dados apresentados, contextualiza os


resultados, os adapta à realidade dos alunos, questiona os dados
apresentados.

– Transforma informação em conhecimento e conhecimento em


saber, em vida, em sabedoria
• o conhecimento com ética.
Evolução dos Equipamentos
Tecnológicos
• Máquinas de escrever • Vídeo DVD

• Câmaras Fotográficas
• Lousa digitalizada
• Rádio e Televisão
• Notebooks
• Calculadoras
• Projetor para computador
(Data show)
• Projetor de Slides e retro
projetor
• Robôs
• Vídeo Cassete
• Projetor 3D e Holográficos
• PCs
Meios de ensino
• Livros, apostilas e • Internet
encartes – E-books (scribd)
– Aplicativos de imagens
• Programas de áudio e (google earth)
vídeo – Chats educacionais
– Programas ao vivo via
internet
• Livros digitalizados (CD)
– Home page
– Plataforma educacional
• Programas com
aplicativos • Robótica

• Jogos educacionais • Tecnologias EAD


informatizados
Livros, apostilas e encartes
Calculadoras e Máquinas
Fotográficas
Da máquina de escrever aos 1º
computadores
Do rádio à televisão
A era da informática
Projetores e lousa digital
Robótica educacional
Imagens Holográficas
Prática Pedagógica
• Um conjunto de atividades pedagógicas que
hoje já começam a fazer parte do cotidiano
da sala de aula universitária se refere à
mídia eletrônica.

• Imagem, palavra e música integram-se


dentro de um contexto comunicacional de
forte impacto emocional, que predispõe a
aceitar mais facilmente as mensagens.
• A mídia eletrônica envolvendo
– o computador,
– a telemática,
– a internet,
– o chat ,
– o e-mail,
– a lista de discussão,
– a teleconferência
pode colaborar significativamente para tornar o processo e
aprendizagem mais eficiente e mais eficaz, mais motivador
e mais envolvente.

• Ela rompe definitivamente com o conceito de espaço "sala


de aula" na universidade para afirmar sua existência desde
que haja professor e aluno estudando, pesquisando,
trocando informações, em qualquer tempo, tendo entre eles
apenas um computador.
• Os recursos eletrônicos facilitam
– a pesquisa,
– a construção do conhecimento em conjunto ou em
equipe,
– a intercomunicação entre alunos e entre estes e seus
professores.

• Apresentam um novo modo de se fazer projetos,


de simular situações reais, de discutir possíveis
resultados ou produtos esperados, de analisar
diversas alternativas de solução.

• Facilitam grandemente o contato com


especialistas através de e-mails ou tele-
conferências.
• A teleconferência
– nos coloca a possibilidade de entrar em contato com
algum professor ou especialista que se encontra em
local fisicamente longínquo, mas que poderá dialogar
conosco sobre determinado assunto.

– Realização de estudos sobre o tema, bem como


informações sobre o conferencista e suas posições
científicas antes da conferência ajudarão a
compreender melhor as informações, fazer perguntas
mais adequadas e proveitosas, e aproveitar mais do
contato com o especialista.

– Uma teleconferência sempre precisará ser seguida


de outras atividades que a aprofundem.
• O chat ou bate-papo on - line

– Funciona como uma técnica do brainstorming.

– É um momento em que todos os participantes estão


no ar, ligados, e são convidados a expressar suas
idéias e associações de forma livre.

– Esta técnica permite conhecer as manifestações


espontâneas dos participantes sobre determinado
tema, aquecendo um posterior estudo e
aprofundamento desse assunto.
• Listas de discussão

– Esta técnica cria a possibilidade de grupos de pessoas


poderem se manifestar sobre um tema que vem sendo
estudado pelos grupos.

– Seu objetivo é fazer uma discussão que avance os


conhecimentos e experiências para além da somatória
de opiniões do grupo.

– Esta lista pode ficar no ar por uma ou duas semanas,


até que se entenda que o as contribuições já se
esgotaram.

– Durante esse tempo, o debate entre todos os membros


dessa lista é contínuo, em qualquer tempo.
• Correio eletrônico

– Pensando no processo de aprendizagem e na interação


professor-aluno e aluno-aluno, o correio eletrônico se
apresenta como um recurso muito forte para favorecer a
multiplicação desses encontros entre uma aula e outra,
para sustentar a continuidade do processo de
aprendizagem e se realizar um atendimento e orientação
que se façam necessários antes da próxima aula.

– Da mesma forma, o professor pode achar conveniente


comunicar-se com um ou todos os alunos antes da aula
com informações novas.

– Este recurso é fundamental para o processo de


aprendizagem porque incentiva a inter-aprendizagem
entre os alunos, a troca de materiais e a produção de
textos em conjunto.
• Internet
– Com a Internet dispomos de um recurso dinâmico,
atraente e atualizadíssimo, de fácil acesso que
possibilita a aquisição de um número ilimitado de
informações e dá oportunidade de contatar várias
bibliotecas de universidades.

– Aprende-se a criticar as informações acessadas,


escolher o melhor, organizar informações, e fontes,
produzir textos pessoais e trabalhos monográficos.

– Mas, para que isto aconteça é fundamental a


orientação do professor.
Ensinar e aprender com a Internet
• A Internet é uma mídia de pesquisa, cuja
palavra chave é BUSCA.
BUSCA

• É também uma mídia de comunicação,


com ferramentas como:
• chat,
• e-mail,
• Fórum.
• As ferramentas de comunicação virtual até
agora são predominantemente escritas,
caminhando para serem audiovisuais.

• Por enquanto escrevemos mensagens,


respostas, simulamos uma comunicação
falada.
– Esses chats e fóruns permitem contatos a
distância, podem ser úteis, mas não podemos
esperar que só assim aconteça uma grande
revolução, automaticamente.
– Depende muito do professor, do grupo, da sua
maturidade, sua motivação, do tempo
disponível, da facilidade de acesso.
• É importante ir planejando e construindo,
transformando uma parte das aulas no processo
contínuo de pesquisa e de comunicação no qual
equilibra o planejamento com criatividade.

• Não pode deixar a aula totalmente solta, tampouco


totalmente amarrada.

– Prever as coisas e, ao mesmo tempo, ir sentindo o


momento, as circunstâncias, ligar o conteúdo à vida.

– Planejar as aulas é, ao mesmo tempo, construí-las com


processos participativos.
O processo de avaliação
• a) O processo de avaliação deverá estar integrado
ao processo de aprendizagem, de tal modo que
funcione como elemento motivador da
aprendizagem, e não como um conjunto de provas
e/ou trabalhos que apenas verifiquem se o aluno
passou ou não.

• b) Uma característica básica da avaliação é seu


caráter de feedback ou de retro-alimentação, que
traga ao aprendiz informações necessárias,
oportunas e no momento em que ele precisa para
que desenvolva sua aprendizagem.
• c) Tanto no uso de técnicas presenciais como no
uso de tecnologia à distância, encontram-se
embutidas informações que permitem ao professor
e aos alunos se avaliarem com relação aos
objetivos pretendidos.

• d) Os vários participantes do processo de


aprendizagem precisam de feedback: o aluno, o
professor, os colegas ou grupo de alunos, e o
programa que está sendo desenvolvido.
– Todos estão implicados na aprendizagem.
– Todos precisam saber se estão colaborando para a
consecução dos objetivos acordados.
• e) Desenvolver a auto-avaliação, quando o
próprio aluno aprende a diagnosticar o que
aprendeu, quais são suas dificuldades no
processo, e quais são suas capacidades
que lhe facilitam aprender.
– Estas percepções o ajudarão por toda a vida.

• f) A aula universitária passa a ser também


um espaço de avaliação: um espaço para o
diagnóstico da aprendizagem, bem como
de diálogo, discussões e sugestões para o
seu desenvolvimento.
Alguns problemas no uso da
Internet
• O aluno:

– tem propensão à dispersão,

– perde muito tempo com visual,

– abre muitas páginas ao mesmo tempo,

– faz uma navegação dispersiva e confusa,

– confunde quantidade com qualidade, e

– quantidade de páginas com conhecimento.


• Outro complicador é o alto grau de
consumismo de muitos jovens:

– consomem rapidamente a informação

– sempre procuram algo novo e diferente

• os torna superficiais, rápidos e dispersivos.


Como integrar tecnologia e
humanismo?
• Tentar chegar aos alunos por todos os caminhos
possíveis:
– pela experiência,
– pela imagem,
– pelo som,
– pelo teatro, dramatização,
– pela multimídia,
– pela interação real e virtual.

• Acontece que o professor, com freqüência, usa toda a


experiência que ele tem hoje como adulto e
descontextualiza totalmente a visão que o aluno está
construindo.
– Isso cria uma incomunicação profunda.
– É importante aproximar-se do aluno, conhecê-lo, valorizar seu
conhecimento específico e, a partir daí, ajudá-lo a crescer e a
problematizar mais.
• Integrar as tecnologias com a vida o
tempo todo, o real e o virtual.

• Projetamos nas tecnologias nossos


desejos, nossos medos e as utilizamos a
partir do nosso modelo de enxergar o
mundo.
– Precisamos aprender a integrar tudo, num
olhar abrangente e afetivo, que relacione
todas as dimensões da realidade.
• Desenvolver processos de comunicação
cada vez mais coerentes e autênticos.
– Procurar ser autêntico e compreensivo.

• Somos os profissionais da aprendizagem:


– que exemplo damos se não sabemos
aprender o principal, que é aprender a viver?

• Todos podemos aprender o tempo todo,


podemos transformar nossa vida em um
processo permanente, paciente, confiante
e afetuoso de aprendizagem.
Conclusão
• Que professores queremos ser?
– Passivos, ativos ou pró-ativos.

• As tecnologias não devem ser vistas como


inimigas (que irá pegar o seu lugar) e sim
como mais uma ferramenta no processo
ensino-aprendizagem.

• Como diziam os gregos:


“Começar já é metade de toda
ação.”
Atividade
• Desenvolva dois planos de aula:
um utilizando os recursos tradicionais;
e outro utilizando recursos tecnológicos.

Descreva:
objetivos,
recursos,
conteúdos,
estratégias e
formas de avaliação.
Bibliografia
• Moran, José Manuel. Novas tecnologias e o re-encantamento do mundo.
Revista Tecnologia Educacional. Rio de Janeiro, vol. 23, n.126, setembro-
outubro 1995, p. 24-26.
• ______. Novos desafios na educação - a Internet na educação presencial
e virtual. In: Porto,Tânia Maria (0rg.). Saberes e Linguagens de educação e
comunicação. Pelotas: Ed. UFPel, 2001, p.19-44.
• Chaves, Eduardo O. C.; Setzer, Valdemar W. O Uso de Computadores em
Escolas: Fundamentos e Críticas. São Paulo: Scipione, 1988. pp.5-67.