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Administração e Planejamento Financeiro

Prof. Ms JAIR ANTONIO FAGUNDES


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ADMINISTRAÇÃO e
PLANEJAMENTO FINANCEIRO

DOCENTE: Ms JAIR ANTONIO FAGUNDES

DISCENTE: .............................................................................................

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Unidade I – Introdução a Administração Orçamentária

– Definições Previsão, Planejamento e Orçamento

Previsão – Antevisão de fatos futuros mediante premissas técnicas ou intuitivas.

Planejamento – Definição de objetivos, estratégias, políticas e diretrizes para gerir fatos


futuros previstos. Desdobra-se em planos de ação

Orçamento – expressão quantitativa de planos de ação.

– Níveis de Planejamento: Estratégico, Tático e Operacional

Planejamento Estratégico – definição por parte da Assembléia dos donos, dos objetivos
que desejam ver alcançados, quanto ao retorno do investimento, não só nos aspectos
financeiros, mas também seu posicionamento ético, moral, político-social, mercadológico
e de recursos humanos, de forma a expressar claramente a missão que deseja ver
cumprida.

Planejamento Tático – definição do conjunto de políticas e diretrizes por parte da


Direção Executiva, quanto a forma como deverão ser alcançados os objetivos dos
proprietários, regiões de atuação, as pessoas responsáveis por cada etapa, o período de
tempo necessário e o estudo da viabilidade econômico-financeira do que se pretende
atingir.

Planejamento Operacional – definição por parte do corpo gerencial das ações de


marketing, de produção, de suprimentos de materiais e serviços, de recursos humanos
necessários e de captação e aplicação de recursos financeiros, a serem desenvolvidas
conforme as políticas e diretrizes traçadas em busca dos objetivos fixados.

– Tipos de Planejamento: Período e Projeto

Planejamento por Período – elaboração de planos de ação dentro de um determinado


período de tempo, podendo ser de curto, médio e longo prazo. Geralmente segue a
freqüência ou periodicidade que a Entidade divulga sua demonstrações financeiras ou
declara seus rendimentos tributáveis.

Planejamento por Projeto – tem por finalidade definir para cada plano de ação as etapas
que compõem do início até a conclusão do empreendimento planejado.

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– Objetivos, Características e Vantagens de um Orçamento

– Objetivos
a) Demonstrar necessidade de mão-de-obra e formas de recrutamento, seleção,
registro, treinamento, avaliação e benefícios sociais para o corpo funcional;
b) Determinar volume de compras de matérias-primas e materiais secundários;
c) Fixar estoques mínimos e volume de produção em função de venda
pretendida;
d) Projetar níveis de liquidez, endividamento, lucratividade sobre vendas e
rentabilidade sobre investimentos;
e) Mensurar volume de investimentos fixos necessários para manutenção do
nível atual ou futura expansão de atividades;

– Características
a) Engloba todas as atividades da Entidade;
b) Estabelece de forma detalhada, relações entre receitas, custos e despesas;
c) Predetermina operações a serem realizadas na consecução de um determinado
objetivo definido pelos donos.
d) Procura analisar possibilidades futuras, mostrando oportunidades e ameaças;
e) Materializa em números físicos e financeiros cenários projetados;

- Vantagens
a) Introduz o hábito do exame prévio e cuidadoso dos fatores relevantes que
envolvem decisões importantes.
b) Mantém a Alta Direção da Entidade com atenção adequada aos efeitos
eventualmente causados pelo surgimento de novas condições externas;
c) A integração dos orçamentos de diversas áreas, força todos os membros da
administração a fazerem planos de acordo com os planos de outras unidades
da Entidade, aumentando o grau de participação e de envolvimento nos
objetivos gerais.
d) Obriga administradores a quantificarem e datarem as atividades pelas quais
serão responsáveis, em lugar de se limitarem a compromissos com metas ou
alvos vagos e imprecisos;
e) Possibilita delegação de poderes e de autoridade por parte dos altos
administradores para os níveis de gerência abaixo.
f) Identifica pontos de eficiência ou ineficiência no desempenho das unidades da
Entidade e permite acompanhar em progressos ou retrocessos na execução
das atividades diárias.
g) Possibilita evitar desperdícios, dando visão global do negócio, mensurando
em números situações prioritárias e aspectos relevantes, minimizando
subjetivismos e todo tipo de “chutometria”.

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Distinções Orçamento Público e Orçamento Empresarial

Orçamento Público Orçamento Empresarial

– Objetiva o equilíbrio orçamentário, - Objetiva estabelecer nível de lucros futuros;


aplicando Superavits e cobrindo Deficits;
- Define primeiro as vendas que pode realizar;
– Define primeiro os gastos a serem efetuados,
que podem ser: Despesas Correntes e - Define a margem operacional bruta, que
Despesas de Capital. determina o limite dos custos operacionais.

– Despesas Correntes são todos os gastos - Custos Operacionais são todos os gastos
necessários para manter em funcionamento a diretos e indiretos, necessários para produzir e
prestação de serviços à população, tais distribuir os produtos e/ou serviços que se
como: Despesas com Pessoal Próprio, pretende vender.
Despesas com Materiais, Luz, Gás, Água e
Esgoto, Telefonia e Comunicações, - Define a margem operacional líquida, que
Aluguéis, Limpeza e Conservação, determina as despesas operacionais.
Terceirizados, Juros e Encargos da Dívida
Pública, Administração e Serviços Gerais.
- Despesas Operacionais são todos os gastos
com a comercialização e administração do
– Despesas de Capital são todos os gastos
negócio, para dotar a Entidade da infra-
necessários para formação ou aquisição de
estrutura necessária a produzir e distribuir os
um bem ou direito permanente
produtos e serviços vendáveis.
( investimentos e imobilizados ) e os
pagamentos de amortizações de dívidas.
- Apura o resultado após a quitação de impostos
– Com base nas Despesas orçadas, e avalia a rentabilidade do capital investido.
estabelecem-se o volume de Receitas a
serem obtidas, que podem ser: Receitas - Retoma o processo continuamente até obter a
Correntes e Receitas de Capital; viabilidade econômico-financeira do negócio,
com taxa de retorno adequada ao volume de
– Receitas Correntes são os valores recursos em risco.
arrecadados das Receitas Tributárias
( Impostos e Taxas), de Contribuições
Sociais e de Melhorias), Patrimoniais,
Agropecuárias, Industriais e de Serviços.

– Receitas de Capital são as recebidas em


decorrência de operações de crédito ( tomada
de recursos), alienação de bens, dividendos e
bonificações de estatais, amortização de
empréstimos ( retorno de empréstimos
efetuados a terceiros) e doações recebidas.

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Representação gráfica analítica da composição do Orçamento Público

Orçamento Público

Pessoal
Tributárias
Materiais
Serviços
Despesas
Administração Receitas Contribuições
Correntes
Correntes
Serviços Gerais Patrimoniais

Juros e Encargos Agropecuárias


da Dívida Pública Industriais
Serviços
Investimentos
Financiamentos Recebidos
Despesas
Imobilizados Receitas Alienação de Bens
de
de Dividendos e Bonificações
Capital Empréstimos para Terceiros
Capital Retorno de Empréstimos
Amortização de Dívidas Doações

Representação gráfica analítica da composição do Orçamento Empresarial

Orçamento Empresarial

Matérias-Primas

Materiais Auxiliares
Custos
Operacionais Mão-de-Obra
Despesas Indiretas de Fabricação
Vendas de Produtos
Impostos sobre Vendas Receitas
Operacionais
Administrativas
Despesas
Comerciais
Operacionais
Financeiras
Tributos sobre Provisão para Imposto de Renda
Resultado Provisão para Contribuição Social Vendas de Serviços
Dividendos
Lucro Receitas Receitas de Dividendos
Esperado Extra- Receitas de Aplicações Financeiras
Reservas
Operacionais Alienação de Bens

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Representação Gráfica Sintética das distinções


entre Orçamento Público e Orçamento Empresarial

Orçamento Público Orçamento Empresarial

Custos
Operacionais

Receitas
Operacionais

Despesas Correntes Receitas Correntes

Despesas
Operacionais

Tributos sobre Resultado

Despesas de Capital Lucro Desejado


Receitas de Capital Receitas
Extra-Operacionais
– Tipos de Orçamento
a) Orçamento Contínuo – é o orçamento que é refeito a cada término de período de orçamento
anterior, pela adição de um mês, trimestre ou ano, a medida que um mês, trimestre ou ano se
encerram.
Exemplos: Orçamento mensal de fevereiro é refeito ao término do mês substituído pelo
orçamento de março e por aí em diante. Orçamento do 1º trimestre será substituído pelo
orçamento do 2º trimestre, que será substituído pelo orçamento do 3º trimestre, que será
substituído pelo orçamento do 4º trimestre, que será substituído pelo orçamento do 1º
trimestre do ano seguinte e assim continuamente sendo elaborado.
b) Orçamento Incremental – orçamento baseado na experiência anterior, tomando-se como
base dados de períodos passados, ajustados conforme mudanças esperadas em preços, custos e
níveis de atividade econômica.
c) Orçamento Base Zero (OBZ) – orçamento que ignora experiências anteriores e começa do
zero.

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d) Orçamento Flexível – também chamado de orçamento variável, ajustado pelas mudanças no
volume, baseando-se no conhecimento de como receitas e despesas deverão variar em
determinado nível de atividade.
e) Orçamento Estático – elaborado com base em um único nível de produção e não é alterado
ou ajustado após ter sido estabelecido, mesmo em divergência com o nível de produção real.
f) Orçamento Participativo – método orçamentário em que os indivíduos envolvidos
participam da fixação do orçamento global.
g) Orçamento Autoritário – metodologia orçamentária em que a alta administração impõe o
orçamento a todos os gerentes sem a aprovação dos mesmos.
h) Orçamento Geral – é o orçamento que consolida e resume as projeções financeiras de todos
os planos e orçamentos de todos os departamentos da Entidade. Deverá exprimir, de forma
abrangente, os planos operacionais, os investimentos a serem efetuados e a forma de captação
e de aplicação de recursos que possibilitem viabilidade financeira de tudo que se objetiva
alcançar.
i) Orçamento de Caixa – programação de entradas e saídas de recursos monetários.
j) Orçamento de Capital – proposta de gastos com bens e direitos permanentes e as suas fontes
de recursos.
k) Orçamento Operacional – detalhamento de valores das Receitas de Vendas, bem como dos
valores de Custos Operacionais, Despesas Operacionais, Tributos e Lucro ou Superávit
Esperado pela operação das atividades da Entidade no período.
l) Orçamento Kaizen – orçamento que incorpora o conceito de melhoramento contínuo,
mediante aprimoramentos futuros, a serem implantados, em vez de simplesmente orçar com
base em práticas e métodos atuais.
m) Orçamento por Atividade – orçamento elaborados por cada tipo de atividade exercida.

– Processo Orçamentário
A elaboração do orçamento deverá envolver todos os níveis de decisão da organização.
Quanto maior a participação, maior a probabilidade de obter-se uma visão mais aproximada das
ações futuras necessárias para alcançar os resultados desejados.
O processo orçamentário deve seguir um roteiro de procedimentos encadeados, interativos e
ordenados da seguinte forma:
1º - Definição de uma carta estratégica emitida pela Alta Direção que sintetiza os objetivos a
serem alcançados, definindo as políticas e diretrizes gerais para toda a Entidade, clarificando seus
posicionamentos político, social, econômico, financeiro e operacional que nortearão todos os seus
Dirigentes, Gerentes, Empregados e demais colaboradores para o cumprimento de sua missão
perante Proprietários, Investidores, Financiadores, Governo, Mercado, Clientes, Fornecedores,
Concorrentes e demais interessados.

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2º - Com base na Carta Estratégica, caberá ao corpo gerencial elaborar a planificação das políticas
e diretrizes específicas de cada departamento ou setor, que se transformarão em unidades
orçamentárias, detalhando a forma de agir no futuro ( respondendo a pergunta : como?), os
locais onde se desenvolverão os projetos ( respondendo a pergunta: onde?) , o período de tempo
que será necessário para cumprir as metas desejadas ( respondendo a pergunta: quando?) ,
determinando os responsáveis pela execução e cumprimento das tarefas ( respondendo a pergunta:
quem?).
Nessa etapa é fundamental que os gerentes tenham pleno conhecimento dos cenários de diversos
aspectos que possam afetar, no futuro, as atividades da Organização, como o cenário político, o
cenário econômico, o cenário social, o cenário legal, o cenário fiscal, o cenário demográfico, o
cenário mercadológico, com as novas tecnologias, movimentos dos concorrentes, situação de
fornecedores, procurando antever oportunidades e ameaças no transcurso do tempo do período a
ser orçado.
3º Após definição de como, onde, quando e quem, como elementos básicos e essenciais para o
detalhamento e fechamento de um planejamento, cada unidade orçamentária deverá orçar as
quantidades físicas e os valores monetárias que demonstrarão a viabilidade econômico-financeira
dos objetivos esperados a serem alcançados com base nas políticas e diretrizes definidas. Nesse
estágio utilizar-se de métodos quantitativos para projetar valores no tempo, de forma a
materializar numericamente previsões que antevejam fatos futuros que possam vir a envolver a
participação da Entidade.
4º Consolidam-se os números físicos e financeiros de todas as unidades orçamentárias para
avaliação da viabilidade do planejado. Refaz-se o processo de cada etapa anterior até obter-se o
resultado adequado e possível ao desejado pela Alta Direção.
5º Com base no Orçamento Geral consolidado divulgam-se os orçamentos específicos de cada
unidade orçamentária aprovados pela Alta Direção e que orientarão os gerentes na execução das
tarefas no período orçado, para que toda a Organização possa agir de forma integrada e orientada
no mesmo sentido de atingir os objetivos fixados.
6º Todos os níveis gerenciais deverão dispor de mecanismos de controle da execução dos
orçamentos, avaliando as aproximações e os afastamentos dos valores orçados, para manutenção
ou correção dos rumos e em tempo de fazer ajustamentos necessários que possibilitem atingir o
esperado.

Exemplo de Carta Estratégica


Rocha Pereira Consultoria e Serviços Ltda.
Carta Estratégica
Missão
A missão da Rocha Pereira Consultoria e Serviços Ltda., é tornar-se reconhecida pelo Mercado
Brasileiro em geral, como uma empresa de prestação de serviços, de qualidade, flexível, ágil, cobrando
preços justos, que remunere adequadamente o capital investido e o esforço despendido, nas
atividades de consultoria de negócios e de organização financeira, especializada no atendimento a
médias e pequenas empresas e a pessoas físicas, em especial profissionais liberais.

Deverá exercer suas operações dentro dos princípios éticos e morais, zelando pelo meio—ambiente,
voltada para o aprimoramento de seus serviços e processos, utilizando tecnologias de ponta,
estimulando empregados e colaboradores com a participação nos resultados obtidos, reinvestindo
parte e distribuindo lucros aos proprietários na proporção de suas realizações financeiras em

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disponíveis.

Objetivo Principal
Orientação de negócios, de planejamento tributário, de organização financeira, execução de serviços
de assistência técnica contábil e de assessoria de departamento de pessoal, especializada para
Empresas de Pequeno e Médio Porte, Pessoas Físicas e em especial para Profissionais Liberais, tais
como: Médicos, Dentistas, Veterinários, Advogados, Engenheiros, Arquitetos e Outros.
Serviços para todo o Brasil
- Consultoria on-line, via portal próprio na Internet, para Planejamento Tributário, com resumos
sintetizados do Imposto de Renda de Pessoas Jurídicas e Físicas, do Imposto de Renda Retido na
Fonte, do PIS, da COFINS e da Contribuição Social, visando redução de carga tributária,
estritamente dentro dos princípios legais.

- Consultoria Trabalhista on-line, via portal próprio na Internet, mediante orientação através de
resumos sintetizados da legislação e dos principais procedimentos sobre Encargos Sociais e
Encargos Trabalhistas incidentes sobre remunerações de Assalariados, Empregadas(os)
Domésticas(os), Estagiários, Autônomos, Diretores e Sócios.
Serviços apenas no Grande Rio (Rio de Janeiro e Baixada Fluminense)
- Serviços informatizados de registros contábeis e fiscais, com apresentação mensal de Balancete de
Verificação e demais demonstrativos de controle gerencial e tributário, e apresentação anual de
Balanço Patrimonial e de Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica.
- Serviços de orientações no preenchimento e entrega de Declaração de Ajuste Anual de Imposto de
Renda Pessoa Física e para recolhimentos de Carnê-Leão, Ganhos de Capital e de Renda Variável.
- Legalizações de aberturas e alterações contratuais, certidões negativas e serviços de despachante.
- Assessoria de Departamento de Pessoal para registro e pagamento de assalariados, empregados
domésticos, empregados rurais e autônomos.
-Consultoria de Organização Financeira completa, para elaboração de Fluxo de Caixa ( Cash-Flow), de
Controles de Faturamento, de Contas a Receber, de Contas a Pagar e de Tesouraria.
- Auditoria de Controles Operacionais e Financeiros, com emissão de Relatórios e Pareceres.
- Perícia Contábil, Judicial e Administrativa.
- Arbitragens de Negócios, com avaliações patrimonial, financeira e econômica, para negociações e
acordos.

– Controle Orçamentário

Controlar é essencialmente acompanhar a execução de atividades da maneira mais rápida possível,


e comparar o desempenho efetivo com o planejado.

O Controle Orçamentário vai além disso, por que deverá avaliar, analiticamente para cada unidade
orçamentária e sinteticamente sobre o todo da Organização, as diferenças encontradas, verificar a
relevâncias das distorções, localizar as causas e gerar informações precisas e atualizadas para dar
alternativas de tomadas de decisões pelos diversos níveis gerenciais e de Alta Direção.

Em resumo, controle orçamentário é um sistema de feedback ao Planejamento, que possibilita


comparar desempenho com objetivos almejados.

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Observe o exemplo a seguir, de um controle orçamentário de uma Projeção de Resultados que é um
Orçamento Sintético de Vendas, Custos, Despesas, Tributos e Lucro Esperado.

Controle Orçamentário da Projeção de Resultados - Empresa X - Mês de xxxxxxxx de 20xx

Previsto Executado Diferenças


Discriminação
R$ % R$ % R$ %

Receitas de Vendas 500.000,00 100,00% 538.526,55 100,00% 38.526,55 7,71%

(-) Impostos sobre Vendas (115.000,00) (23,00%) (133.877,70) (24,86%) 18.877,70 16,42%

= Receita Operacional Líquida 385.000,00 77,00% 404.648,85 75,14% 19.648,85 5,10%

(-) Custos Operacionais (154.000,00) (30,80%) (187.191,83) (34,76%) 33.191,83 21,55%

= Margem Operacional Bruta 231.000,00 46,20% 217.457,02 40,38% (13.542,98) (5,86%)

(-) Despesas Operacionais (75.000,00) (15,00%) (68.123,61) (12,65%) (6.876,39) (9,17%)

= Resultado antes de I.de Renda 156.000,00 31,20% 149.333,41 27,73% (6.666,59) (4,27%)

(-) I.Renda e Contribuição Social (53.040,00) (10,61%) (47.592,56) (8,84%) (5.447,44) (10,27%)

= Resultado Líquido Final 102.960,00 20,59% 101.740,85 18,89% (1.219,15) (1,18%)

Avaliação do Aprendizado

1 – Enumere os conceitos da segunda coluna conforme a ordenação numérica das nomenclaturas


da primeira coluna:
1.Previsão ( ) Despesas Indiretas de Fabricação
2.Planejamento ( ) Dividendos
3. Orçamento ( ) Receitas de Aplicações Financeiras
4. Planejamento Estratégico ( ) Orçamento incorporando aprimoramentos futuros
5. Planejamento Tático ( ) O Orçamento materializa os cenários em números
6. Planejamento Operacional ( ) Expressão quantitativa de planos de ação
7. Planejamento por projeto ( ) Receitas Tributárias
8. Objetivo de Orçamento ( ) Gastos para aquisição de bens e direitos permanentes
9. Característica de Orçamento ( ) Antevisão de fatos futuros
10. Vantagem de Orçamento ( ) Feedback do planejado
11. Orçamento Público ( ) Etapa em que é divulgada a Carta Estratégica
12. Orçamento Empresarial ( ) Orçamento que ignora experiências anteriores
13. Receitas Correntes ( ) Proposta de gastos com bens e direitos permanentes
14. Receitas de Capital ( ) Provisão para Contribuição Social

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15. Despesas Correntes ( ) Definição do conjunto de políticas e diretrizes
16. Despesas de Capital ( ) Orçamento que visa o equilíbrio.
17. Receitas Operacionais ( ) Orçamento baseado na experiência anterior
18. Receitas Extra-Operacionais ( ) Definição de objetivos, políticas e diretrizes
19. Custos Operacionais ( ) Definição dos objetivos dos donos
20. Despesas Operacionais ( ) Detalhamento das Receitas de Vendas.
21. Tributos sobre Resultado ( ) Documento divulgado pela Alta Direção
22. Lucro Esperado ( ) Definições de ações de marketing, produção e etc...
23. Orçamento Incremental ( ) Determinar volume de compras de matérias-primas
24. Orçamento Base Zero ( ) Define do início ao fim, etapas de cada plano de ação
25. Orçamento de Capital ( ) Tomada de recursos por operações de crédito
26. Orçamento Operacional ( ) Venda de Serviços
27. Orçamento Kaizen ( ) Define primeiro as vendas que pode realizar
28. Processo Orçamentário ( ) Gastos com a administração do Negócio
29. Carta estratégica ( ) Gastos para manter funcionando o atendimento.
30. Controle Orçamentário ( ) Possibilita evitar desperdícios

2 – Com base na Planilha de Controle Orçamentário apresentada, resuma em breves palavras, sua
avaliação sobre os principais aspectos nos quais o desempenho na execução é relevantemente
divergente do esperado.

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Unidade II – Orçamento Empresarial

Conceito: Orçamento Empresarial é a expressão quantitativa dos planos de ação de uma Entidade
visando a obtenção de resultados na exploração de uma atividade econômica de venda de bens e/ou
serviços.

2.1 – Previsões e Planejamentos Empresariais

Previsão Empresarial é a antevisão de fatos futuros que poderão influenciar os resultados da


Entidade, no período a ser orçado, seus efeitos nos campos político, social, meio ambiente,
macroeconômico, mercadológico, operacional e financeiro.

Planejamento Empresarial é a definição pela Administração Superior da Entidade, dos


objetivos, estratégias, metas, políticas e diretrizes que nortearão as ações de todos os
dirigentes, empregados e demais colaboradores durante o período orçado, de forma a integrar
os esforços e recursos de todos para obtenção dos resultados desejados pelos proprietários.

Base de dados Sistema de


do Informações
desempenho Gerenciais

Expectativas
dos interesses
internos Missão,
objetivos, Planos de Orçamento Controle
Empresarial Orçamentário
estratégias, curto,
Expectativas metas, médio e
dos políticas e longo prazo
interesses
externos
Avaliação
prévia:
Riscos, Realizado
Forças,
Oportunidades
, Ameaças

Fonte: Figura desenvolvida por George A. Steiner ( 1979)

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Elementos da Visão Estratégica do Negócio

Filosofia Negócio da
Empresarial Missão Organização

Objetivos de curto, médio e


longo prazo

Análise do Ambiente Análise do Ambiente


Externo Interno

Estratégias

Fonte: Figura desenvolvida por Fábio Frezatti ( 2000)

Missão – é a primeira diretriz estratégica, que define o que se espera da Entidade, delimitando
expectativas de longo prazo e orientando as operações. Tem como característica fundamental
expressar o desejo do proprietário imposto para cumprimento por todos em seu âmbito interno.
Deve ser simples, clara, concisa e não deve ser alterada com freqüência.
Basicamente responde às seguintes perguntas:
• Que atividades serão exercidas?
• Que tipo de produto/ serviço oferece ao Mercado?
• Em que Mercado pretende atuar?
• Qual o perfil do cliente que deseja atender?
• Que retorno deseja como proprietário ?

Objetivos de curto, médio e longo prazo – definição dos períodos em que devem ser alcançados
os objetivos definidos pelos proprietários. Têm como características:

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• Serem negociados entre proprietários e executivos;
• Terem uma delimitação temporal para cada período, definindo o que seja curto, médio e longo
prazo;
• Dividem-se em:
• Atributos – é o elemento escolhido para medir desempenho. Exemplos: retorno sobre
investimento, geração de caixa, distribuição de lucro e etc.;
• Padrão – é a escala com que se mede o atributo. Exemplos: retorno médio sobre
investimento; geração mensal de caixa, distribuição trimestral de lucro e etc.;
• Meta – é o valor específico que se deseja medir. Exemplos: retorno médio de investimento
de 15% a.a., geração mensal de caixa de R$ 1.000.000,00, distribuição trimestral de 30% do
lucro e etc.

Análise do ambiente externo – é a maneira pela qual a organização avalia no ambiente externo
identificando oportunidades que pode conquistar e ameaças que deve enfrentar. Baseia-se em
cenários, em previsões, em projeções e visões empresariais para definir o espaços existentes
ocupados, espaços existentes vazios e novos espaços a ocupar, para definição de um
posicionamento estratégico. Deve-se considerar então:
• Cenário Político – o quanto pode afetar os negócios, de forma favorável ou desfavorável.
• Cenário Econômico – os ciclos previstos para crescimento ou para recessão no setor
específico que a Entidade está inserida.
• Cenário social – tendências esperadas, quanto a participação das mulheres, dos idosos,
ascendência de classes antes excluídas, impactos sobre os negócios de movimentos sociais.
Avaliar o peso do crescimento demográfico na composição da pirâmide social.
• Cenário legal – existência de perspectivas de mudanças nas leis e normas de direito que
possam afetar a Entidade.
• Cenário fiscal – alteração na tributação que possam influenciar no resultados finais para
retorno dos investimentos.
• Tecnologia – mudanças tecnológicas que possam trazer oportunidades ou possam tornar
obsoletos os produtos e serviços atuais.
• Concorrência – movimentos dos concorrentes que possam tornar a organização vulnerável.
• Ecologia – movimentos ecológicos que possam provocar aumentos ou reduções na
rentabilidade.
• Fornecedores – como serão afetados pelos cenários estudados.

Análise do ambiente interno – avaliação dos pontos fortes e pontos fracos da organização na
situação atual e frente aos cenários apontados no ambiente externo. Definir as formas de
preservação dos pontos fortes e eliminação de pontos fracos.

Estratégias – Definição de ações a serem implementadas no futuro de forma a obter o máximo


proveito das oportunidades e dos pontos fortes da organização e minimizar os efeitos de seus
pontos fracos além de proteger-se das ameaças que possam tornar a Entidade vulnerável às suas
conseqüências.
Segundo Mintzberg (2000), as estratégias podem ser classificadas em 10 escolas:
• Escola do Design – formulação de estratégias como um processo de concepção;
• Escola do Planejamento – formulação de estratégias como um processo formal;

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• Escola do Posicionamento – formulação de estratégias como um processo analítico;
• Escola Empreendedora – formulação de estratégias como um processo visionário;
• Escola Cognitiva - formulação de estratégias como um processo mental;
• Escola do Aprendizado - formulação de estratégias como um processo emergente;
• Escola do Poder - formulação de estratégias como um processo de negociação;
• Escola Cultural - formulação de estratégias como um processo coletivo;
• Escola Ambiental - formulação de estratégias como um processo reativo;
• Escola de Configuração - formulação de estratégias como um processo de transformação;

Posicionamento Estratégico
Modelo das 5 Forças
( Porter, 1980)

Ameaças de Entrantes Potenciais

Poder de Barganha Rivalidade entre Empresas Poder de Barganha


de Fornecedores de Clientes

Ameaças de Produtos Substitutos

Posicionamento Estratégico – Modelo das 5 forças – (Porter, 1980)

Determinantes da Rivalidade entre Empresas


• Crescimento econômico lento
• Altos Custos fixos ou de armazenamento
• Excesso de capacidade ociosa
• Pouca diferenciação entre os produtos concorrentes
• Falta de identidade da marca
• Alterações de custo
• Concentração regional ou
• Complexidade informacional
• Diversidade de concorrentes
• Barreiras à saída

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Determinantes de ameaças de Novos Entrantes


• Inexistência de barreiras à entrada
• Economias de escala
• Acesso a canais de distribuição
• Política Governamental

Determinantes de ameaças de Produtos Substitutos


• Vantagens tecnológicas
• Downsizing
• Upgrade

Determinantes do poder de barganha de Fornecedores


• Fornecedores mais concentrados que compradores
• Inexistência de produtos substitutos
• Produto do fornecedor é importante para o comprador
• Comprador não é importante para o fornecedor

Determinantes do poder de barganha dos Clientes


• Clientes que compram em grande volume
• Produtos padronizados ou facilmente substituídos
• Pequenos custos de mudança para outro produto ou concorrente
• Baixa lucratividade dos clientes
• Clientes concentrados ou integrados com intercâmbio de informações

Estratégias Genéricas de Porter


( abordagens para enfrentar as cinco forças competitivas básicas)

•Liderança em Custo

•Estratégia que visa tornar a Empresa conhecida pelo baixo preço de venda.

•Precisa ter baixo custo de produção, através de:

• Maciços investimentos em instalações e equipamentos industriais que possibilitem uso de


produção em grande escala, com grandes volumes para cada tipo de produto.
( Economia de escala);

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• Ganhos na experiência, na repetibilidade eficiente de processos, na monitoração cuidadosa
de custos variáveis e fixos, em constante downsizing, reduções de quadro, e permanente
gerenciamento de qualidade total;

• Diferenciação
• Estratégia com base na imagem, na marca e na lealdade do cliente , mediante
desenvolvimento de produtos e/ ou serviços únicos, com alta qualidade, melhor desempenho
ou características de exclusividade.

• O Cliente precisa identificar essas características, de forma clara e entendê-las como


vantajosas para si, dispondo-se a pagar um preço maior para obtê-las.

• Custo é importante, mas não é o aspecto principal.

• Enfoque
• Estratégia que procura atender segmentos de mercado, estreitos.

• Tende a focalizar determinados tipos de clientes, linhas de produtos ou mercados


geográficos.

• Pode ser foco na liderança de custo para determinado Mercado que deseja dominar.

• Pode ser foco na diferenciação pela qual as ofertas são diferenciadas para o Mercado
almejado.

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Fluxograma de Elaboração de um Orçamento Empresarial


(adaptado do original de Glenn A. Welsch, 1983)

Plano Amplo de Operações

Objetivos Gerais
Objetivos Específicos
Estratégias
Políticas e Diretrizes

Plano de resultados a médio e longo prazo


• Projeção de Receitas, Custos e Despesas de médio e longo prazo;
• Detalhamento de investimentos permanentes;
• Fluxos de Captações e Aplicações de médio e longo prazo;
• Políticas e Diretrizes;

Plano Anual ( Plano de resultados de curto prazo)


• Orçamento de Vendas
• Plano Operacional • Orçamento de Produção
• Orçamento Administrativo

• Orçamento de Investimentos Permanentes


• Plano de Investimentos
• Orçamento de Imobilizações Permanentes
Anuais
• Orçamento de Gastos Pré-Operacionais

• Orçamento de Entradas de Recursos


• Plano Financeiro
• Orçamento de Saídas de Recursos

Projeção das Demonstrações Financeiras

• Projeção da Demonstração de
• Orçamentos do Plano Operacional
Resultados

• Orçamentos do Plano Financeiro


• Orçamentos de Contas a Receber
• Orçamentos de Estoques
• Projeção do Balanço Patrimonial • Orçamentos do Plano de Investimentos Anuais;
• Orçamentos de Contas a Pagar
• Orçamentos de Subscrição e Integralização de
Capital

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Detalhamento de etapas para elaboração de um Orçamento Empresarial


(adaptado do original de Glenn A. Welsch, 1983)

1 – Plano Amplo de Operações da Empresa, detalhando:

• Objetivos gerais da Empresa, definidos em sua Missão;

• Objetivos específicos de curto, médio e longo prazo;

• Estratégias: ações a serem implementadas no futuro;

• Políticas e Diretrizes: formas de agir para cada área específica:

• Políticas e Diretrizes para Marketing e Vendas;

• Políticas e Diretrizes para Produção;

• Políticas e Diretrizes de Estocagem;

• Políticas e Diretrizes de Manutenção;

• Políticas e Diretrizes de Recursos Humanos;

• Políticas e Diretrizes de Compras;

• Políticas e Diretrizes Financeiras;

• Políticas e Diretrizes de Informática;

• Políticas e Diretrizes de Planejamento e Controle;

2 – Plano de Resultados a Médio e Longo Prazo

• Projeção de Receitas, Custos e Despesas de longo prazo;

• Detalhamento de investimentos em projetos de Ativo Permanente;

• Fluxos de Caixa e financiamentos;

• Necessidades de recursos humanos;

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3 - Plano de Resultados a Curto Prazo ( Plano Anual de Resultados)

3.1 - Plano Operacional

• Plano de Vendas
• Projeção de Vendas por quantidades ( Orçamento Físico de Vendas) e Projeção de
Vendas em Moeda Corrente ( Orçamento de Vendas):
• Projeção de Vendas por região;
• Projeção de Vendas por produto;
• Projeção de Vendas por período;
• Orçamento de despesas com vendas ( comissões, impostos, publicidade,
propaganda, descontos, inadimplências, devoluções e etc...)

• Plano de Produção
• Projeção de Produção por quantidades (Orçamento Físico de Produção) e Projeção de
Produção em Moeda Corrente( Orçamento de Produção) composto de:
• Demonstrativo de Estoques;
• Orçamento de Matérias-Primas;
• Orçamento de Mão-de-Obra Direta;
• Orçamento de Custos Indiretos de Fabricação;
• Orçamento de Produtos em Processo;
• Orçamento de Produtos Acabados;

• Plano Administrativo

• Orçamento de Despesas Administrativas ( incluindo Pessoal, Materiais


Administrativos, Serviços de Terceiros e Gastos Gerais de cada setor)
• Orçamento de Despesas por Departamento Administrativo;
• Orçamento do Departamento de Recursos Humanos;
• Orçamento do Departamento de Suprimentos, Materiais e Compras;
• Orçamento do Departamento de Informática
• Orçamento do Departamento de Finanças;
• Orçamento do Departamento de Planejamento e Controle;
• Orçamento do Departamento de Serviços Gerais e Manutenção;
• Orçamento das Gerências Administrativas;
• Orçamento das Supervisorias Administrativas e de Apoio;
• Orçamento das Unidades Administrativas e de Apoio;

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3.2 – Plano de Investimentos Anuais

• Plano de Investimentos Financeiros

• Orçamento de Aquisições de Participações Societárias;

• Plano de Imobilizações Permanentes

• Orçamento de Aquisições de Terrenos;


• Orçamento de Aquisições de Edifícios, Lojas, Salas;
• Orçamento de Construções em Imóveis Próprios;
• Orçamento de Benfeitorias em Imóveis de Terceiros;
• Orçamento de Instalações Industriais;
• Orçamento de Instalações Comerciais;
• Orçamento de Instalações Administrativas;
• Orçamento de Móveis e Utensílios;
• Orçamento de Máquinas e Equipamentos de Produção;
• Orçamento de Hardware;
• Orçamento de Aquisição de Licenças de Uso de Softwares;
• Orçamento de Aquisições de Veículos;
• Orçamento de Aquisições e Licenciamentos de Marcas e Patentes;

• Plano de Gastos Pré-Operacionais

• Orçamento de Gastos em Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento;


• Orçamento de Gastos em Projetos de Mudanças Operacionais;

3.3 – Plano Financeiro


• Projeção de Entradas de Recursos Financeiros ( Captações):
• Orçamento de Contas a Receber de Vendas a Prazo;
• Orçamento de Recebimentos Extra-Operacionais;
• Orçamento de Dividendos de Participações Societárias;
• Orçamento de Venda de Resíduos e Sucatas;
• Orçamento de Receitas Financeiras

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• Orçamento de Juros Obtidos;
• Orçamento de Rendimentos de Aplicações Financeiras;
• Projeção de Saídas de Recursos Financeiros ( Aplicações):
• Orçamento de Encargos Trabalhistas a Pagar:
• Orçamento de Salários e Ordenados a Pagar;
• Orçamento de Provisão de Férias a Pagar;
• Orçamento de Provisão de 13º Salário a Pagar;
• Orçamento de Provisão de Indenizações Trabalhistas a Pagar;
• Orçamento de Contas a Pagar a Fornecedores:
• Orçamento de Contas a Pagar a Fornecedores de Matérias-Primas;
• Orçamento de Contas a Pagar a Fornecedores de Materiais Auxiliares;
• Orçamento de Contas a Pagar a Fornecedores de Materiais de Consumo;
• Orçamento de Contas a Pagar a Fornecedores de Imobilizações Permanentes;
• Orçamento de Contas a Pagar a Fornecedores de Mão-de-Obra Direta ou
Indireta Terceirizada;
• Orçamento de Contas a Pagar a Fornecedores de Serviços Administrativos
Terceirizados;
• Orçamento de Contas a Pagar a Fornecedores Concessionários de Serviços
Públicos;
• Orçamento de Tributos a recolher
• Orçamento de IPI a recolher;
• Orçamento de ICMS a recolher;
• Orçamento de ISS a recolher;
• Orçamento de PIS a recolher;
• Orçamento de COFINS a recolher;
• Orçamento de Imposto de Renda – Pessoa Jurídica a recolher;
• Orçamento de Contribuição Social a recolher;
• Orçamento de INSS a recolher;
• Orçamento de FGTS a recolher;
• Orçamento de IPTU a recolher;
• Orçamento de CPMF a recolher;
• Orçamento de Empréstimos e Financiamentos a Pagar
• Orçamento de Juros sobre Empréstimos e Financiamentos a Vencer;
• Orçamento de Amortizações de Empréstimos e Financiamentos a Vencer;
• Orçamento de Prontos Pagamentos
• Orçamento de Fundos Fixos e/ ou Orçamento de Caixa Pequeno

3.4 – Projeções das Demonstrações Financeiras

• Projeção da Demonstração de Resultados do Exercício


• Projeção das Receitas Operacionais;
• Projeção das Deduções sobre Receitas Operacionais;
• Projeção dos Custos Operacionais;
• Projeção das Despesas Operacionais;
• Projeção das Receitas Extra-Operacionais;

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• Projeção das Despesas Extra-Operacionais;
• Projeção de Tributos sobre Resultados;
• Projeção de Dividendos;

• Projeção do Balanço Patrimonial


• Projeção do Ativo Circulante:
• Orçamento de Disponibilidades ( Fluxo Financeiro - Cash-Flow);
• Orçamento de Contas a Receber;
• Orçamento de Estoques;
• Projeção do Realizável de Longo Prazo;
• Projeção do Ativo Permanente:
• Orçamento de Investimentos Permanentes;
• Orçamento de Imobilizações Permanentes;
• Orçamento de Gastos Pré-Operacionais;
• Projeção do Passivo Circulante:
• Orçamento de Encargos Trabalhistas a Pagar;
• Orçamento de Fornecedores a Pagar;
• Orçamento de Tributos a Recolher;
• Orçamento de Empréstimos e Financiamentos a Pagar;
• Projeção do Exigível de Longo Prazo;
• Projeção do Patrimônio Líquido:
• Orçamento de Subscrições e Integralizações do Capital Social;
• Orçamento de Resultados do Período ( Projeção da Demonstração de
Resultados);
• Orçamento de Constituição de Reservas de Lucros;

Avaliação do Aprendizado

1 – Enumere os conceitos da segunda coluna conforme a ordenação numérica das nomenclaturas da


primeira coluna:
1. Planejamento Empresarial ( ) Escola Empreendedora
2. Missão ( ) Cenários
3. Objetivos ( ) Economia de escala
4. Análise ambiente externo ( ) Definição dada pela Administração Superior.
5 . Análise ambiente interno ( ) Custo é importante, mas não é o aspecto principal.
6. Estratégias ( ) Rivalidade entre Empresas.
7. Força Competitiva ( ) Segmentação de mercado.
8. Liderança em Custo ( ) Atributos, Padrão e Meta.
9. Diferenciação ( ) Primeira diretriz estratégica.

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10. Enfoque ( ) Pontos fortes e pontos fracos.

2 – Complete as frases com as palavras mais apropriadas ao texto ( 0,15 pt para cada acerto – totalizando
1,5 pt.):

objetivos; ambiente interno; receitas; planejamento; estratégias;


ambiente externo; público; despesas; previsão; empresarial;

O orçamento ..........................se diferencia do orçamento.......................por que fixa primeiro


as ......................................orçamentárias e depois estima as ....................................... orçamentárias. O
orçamento empresarial é precedido pela ............................empresarial e pelo ........................empresarial,
definindo primeiramente os..........................,as ......................., metas, políticas e diretrizes que nortearão as
ações de todos durante o período orçado. Nesse ponto, é preciso ter uma visão estratégica do negócio que
se compõe dos seguintes elementos: Missão, objetivos de curto, médio e longo prazo, análise
do .........................................................., análise do ...................................................e fixação de estratégias.

3) Com o mínimo de palavras sintetize o significado do conceito descrito na coluna da esquerda:


1. É o elemento escolhido para medir desempenho;

2. Estratégia que visa tornar a Empresa conhecida pelo baixo


preço de venda;
3. Definição dada pela Administração Superior da Entidade;

4. Ciclos previstos para crescimento ou para recessão no setor


específico que a Entidade está inserida;
5. Tem como característica fundamental expressar o desejo do
proprietário.
6. Estratégia onde o custo é importante, mas não é o aspecto
principal;
7. Rivalidade entre Empresas,Barganha de Fornecedores,Barganha
de Clientes,Ameaça de Entrantes e Ameaça de Substitutos;
8. Pequenos custos de mudança para outro produto ou
concorrente;
9. Tendências esperadas, quanto à participação de mulheres,
idosos e demais categorias de excluídos;
10. Inexistência de produtos substitutos;

Questões de Pesquisa

Estas questões deverão ser respondidas por todos os grupos, devendo ser
entregue uma cópia ao professor, para fins de avaliação.

a) Questões sobre Planejamento e controle de resultados e o processo de


administração
1) Defina em termos amplos os dois seguintes termos: (1.1) Administração; e
(1.2) Processo de Administração.

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2) Por que todos os tipos de atividades empresariais (privadas ou não)
possuem essencialmente os mesmos problemas de planejamento e
controle?
3) Defina em termos amplos o planejamento e controle de resultados.
4) Explique a essência da comunicação no processo administrativo. Por que é
particularmente importante?
5) Comente a seguinte afirmação: “Uma administração sem direção definida é
uma administração ineficiente”.

b) questões sobre Princípios fundamentais do planejamento e controle de


resultados.
1) Tem sido afirmado que técnicas, modelos matemáticos e métodos de
simulação não podem substituir administradores competentes. Em vista
dessa afirmação, explique o papel desses instrumentos no processo de
administração.
2) Faça distinções entre o mecanismo, as técnicas e os princípios de
planejamento e controle de resultados. Explique por que essas distinções
são importantes.
3) Discuta a seguinte afirmação no contexto do planejamento de resultados:
“Os objetivos devem representar metas que possam ser alcançadas e ao
mesmo tempo constituam desafios para os individuos.”
4) Em termos gerais, explique como o planejamento e o controle de
resultados ajudam a administração a avaliar alternativas.
5) Indique os principais passos a serem dados por uma empresa que deseja
estabelecer bases sólidas para a utilização de um programa de
planejamento e controle de resultados.

c) Questões sobre Descrição de um programa amplo de planejamento e


controle de resultados
1) Qual a finalidade de definir os objetivos específicos de uma empresa e de
que modo devem estar relacionados a uma definição de objetivos gerais?
2) Estabeleça uma distinção entre: objetivos X estratégias; premissas X
planejamento.
3) Explique as implicações da afirmação: “Ao se usarem relatórios de
desempenho é importante distinguir entre causa e efeito.”
4) Qual deve ser o papel do comitê executivo no programa de planejamento e
controle de resultados?
5) Distinga entre os dois aspectos do planejamento: (5.1) o plano substantivo
e (5.2) plano financeiro.

d) Questões sobre Planejamento e controle de vendas.


1) Explique dois fatores cruciais geralmente encontrados em empresas que
atingem um alto grau de realismo no planejamento de vendas.
2) Defina o plano de vendas e indique sua importância para o programa
orçamentário geral.
3) Faça uma distinção entre previsão e plano de vendas e, explique o por que
é importante fazer uma distinção entre previsão e plano de vendas.
4) Disserte sobre as etapas na preparação de um plano de vendas.

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5) Indique e comente os principais aspectos do controle das atividades
refletidos num plano de vendas.

e) Questões sobre Planejamento da Produção: estoques de produtos acabados


e produtos em elaboração.
1) Defina o orçamento de produção e explique por que é uma etapa
necessária da elaboração do plano de resultados.
2) Qual a relação entre estoques de produtos em elaboração e produtos
acabados e o plano de produção?
3) Que significa a expressão “política de estoques”? Quais os principais
problemas do estabelecimento de políticas de estoques realistas, no que se
refere aos seus efeitos sobre o plano de produção?
4) Disserte sobre a relação entre o orçamento de produção e a disponibilidade
de matérias-primas e mão-de-obra.
5) Indique os aspectos de planejamento, coordenação e controle do plano de
produção.

f) Questões sobre Planejamento e controle de utilização e das compras de


matérias-primas.
1) Quais os principais orçamentos normalmente exigidos pelo planejamento
de matérias-primas? Explique sucintamente cada um deles.
2) Faça distinções entre matérias-primas diretas, e materiais indiretos. De que
modo esta classificação afeta o planejamento e controle de resultados.
3) Quais são os principais métodos utilizados para determinar as taxas de
consumo de matérias-primas?
4) Explique os conceitos de lote econômico de compra e ponto de
encomenda.
5) Há duas tarefas básicas no controle de matérias-primas. Indique-as e
explique a abordagem do planejamento e controle de resultados para a sua
execução.

g) questões sobre Planejamento e controle de custo de mão-de-obra.


1) Defina o orçamento de mão-de-obra direta e situe-o no contexto do plano
anual de resultados.
2) Em geral, como deve ser estabelecido o número de horas de mão-de-obra
e, as taxas médias estimadas de MOD?
3) De que modo a preparação do orçamento de MOD contribui para o
planejamento administrativo?
4) Quais são as abordagens básicas que podem ser usadas para controlar a
MOD?
5) Quais os principais objetivos da preparação do orçamento de MOD?

h) questões sobre Planejamento de despesas –custos indiretos de produção,


despesas de vendas e administrativas.
1) Qual deve ser o foco de atenção da administração ao planejar despesas?
2) Disserte sobre a importância da classificação de custos por centro de
responsabilidade.
3) Quais as principais classificações de despesas que devem ser
incorporadas a um programa de planejamento e controle?

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4) Discuta o problema do rateio de custos em relação: (4.1) ao custeio da
produção e (4.2) ao controle de custos.
5) Os custos de promoção de vendas e publicidade normalmente são
planejados e controlados de maneira mais adequada com base em
dotações definidas. Explique esta afirmação.

i) Questões sobre Preparação e utilização de orçamentos variáveis de


despesas.
1) Por que são necessários orçamentos variáveis? Explique o principal
conceito implícito nos orçamentos variáveis .
2) Faça distinções entre custos controláveis e custos não-controláveis, custos
fixos, custos variáveis e custos semivariáveis, custos graduados e custos
curvos.
3) Há três métodos principais de análise de custos semivariáveis. Indique
cada um deles e descreva-os em termos genéricos.
4) Enumere os três métodos de apresentação de orçamentos variáveis e
explique, em termos genéricos, em que condições cada um deles é
preferível.
5) Enumere as três principais aplicações dos orçamentos variáveis e explique-
as sucintamente.

j) Questões sobre Planejamento e controle de Investimentos em Imobilizado


1) Defina e indique a finalidade do plano de investimentos em imobilizado.
2) Faça distinções entre investimentos importantes e secundários e indique
por que as distinções são significativas.
3) Explique o significado do conceito do conceito de valor de investimento e
relacione-o ao planejamento e controle de despesas de capital
4) Explique e avalie os métodos “payback”, métodos da taxa média de
retorno, método de fluxo de caixa descontado, para examinar projetos de
investimento.
5) Explique porque a depreciação não é considerada como custo e por que a
análise se baseia em conceito de fluxo de caixa na aplicação dos métodos
de fluxo de caixa descontado.

k) Questões sobre Planejamento e controle de disponibilidades.


1) Defina o orçamento de disponibilidades e indique a sua finalidade.
2) Quais os dois métodos principais usados na preparação de projeções de
fluxos de caixa? Descreva-os sucintamente.
3) Ao projetar saídas de caixa, as despesas orçadas devem ser “ajustadas”.
Explique o método geral e a natureza das projeções.
4) O método do fluxo líquido de caixa envolve o “ajustamento” do lucro líquido
determinado de acordo com o regime de exercício a um regime de caixa.
Explique a natureza do ajustamento exigido para cada um dos seguintes
itens: depreciação, amortização, variação de estoques, variações de contas
a receber, variações de despesas pagas antecipadamente, e variações de
despesas a pagar.
5) Pressupondo a existência de planejamento adequado, o controle contínuo
da posição de disponibilidades deve basear-se em dois procedimentos,
identifique e explique cada um deles.

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l) Questões sobre Utilização do plano de resultados e conclusões.


1) Por que é desejável que as demonstrações financeiras planejadas sejam
preparadas como parte do plano anual de resultados?
2) Que significa um teste de índices? Explicar sua utilidade em relação: (2.1)
à preparação do plano anual de resultados e (2.2) ao planejamento a longo
prazo.
3) Esquematize a distribuição do plano anual de resultados em uma situação
típica.
4) Disserte sobre as vantagens de duas alternativas em relação à distribuição
do plano anual de resultados: alternativa 1 – distribuir o plano pelo correio
interno da empresa. Alternativa 2 – distribuir o plano através da hierarquia
de comandos juntamente com reuniões.
5) Por que é essencial para a administração utilizar o plano anual de
resultados de maneira flexível?

m) Questões sobre as técnicas de análise do ponto de equilíbrio e sua


aplicação.
1) Esquematize as relações entre a preparação de orçamentos e a análise do
ponto de equilíbrio.
2) Disserte sobre o conceito básico de análise da relação entre custo, volume
e lucro.
3) Enumere e explique as oito hipóteses implícitas na análise do ponto de
equilíbrio.
4) Por que a hipótese da variabilidade linear do custo em geral é considerado
suficientemente válida para fins de análise do ponto de equilíbrio.
5) Quais as principais aplicações da análise das relações entre custo, volume
e lucro?

n) questões sobre Relatório de desempenho para o controle administrativo.


1) Esquematize e explique sucintamente uma classificação genérica da
estrutura de relatórios de uma empresa média ou grande.
2) Quais são os princípios fundamentais ligados aos relatórios de
desempenho?
3) Faça uma distinção entre relatórios internos para: (3.1) a alta
administração; (3.2) a administração de nível médio; (3.3) os escalões
administrativos inferiores.
4) Explique o que se entende por defasagem entre a preparação e a
apresentação de relatórios. Por que é um aspecto importante?
5) Que significa a noção de integração no relatório mensal de desempenho?
É importante? Por que?

o) Questões sobre Análise de Variações Orçamentárias.


1) Explique a relação entre a análise de variações em relação a valores
orçados e o relatório mensal de desempenho.
2) Quais são alguns dos enfoques mais importantes que podem ser usados
para investigar as variações significativas e determinar as suas causas?
3) Explique as variações de eficiência e da taxa de remuneração de MO.

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4) Defina: (4.1) variação em relação ao valor orçado ou variação de gastos;
(4.2) variação em termos de capacidade ociosa; e (4.3) variação de
eficiência.
5) Por que a análise técnica de variações de acordo com os procedimentos,
deve ser usada com cuidado?

p) Questões sobre Planejamento e Controle de Resultados e Sistema Contábil.


1) Por que o sistema contábil deve estar em harmonia com o programa de
planejamento e controle de resultado?
2) Defina custeio direto e indique as suas principais características;
explicando também as suas relações com o planejamento e controle de
resultados.
3) Analise custo-padrão e custos históricos.
4) Quais são as variações normalmente associadas aos padrões de custos
indiretos de produção?
5) Explique a integração de custos-padrão à preparação de orçamentos.

q) Questões sobre Planejamento e Controle Orçamentário de Empresas Não-


Industriais.
1) Há dois aspectos básicos na preparação de orçamentos de lojas de
departamentos que a distinguem das situações industriais, descreva-as .
2) Descreva os procedimentos genéricos utilizados na preparação de um
orçamento de vendas para uma típica loja de departamentos.
3) Diferencie “markup”inicial e “markup”mantido.
4) Um artigo que custou R$ 70 será vendido a R$ 100. qual será o seu
“markup”sobre o preço de venda e sobre o custo?
5) Por que o problema do controle de despesas é particularmente importante
em empresas não-industriais?

BIBLIOGRAFIA

WELSCH, Glenn Albert. Orçamento Empresarial, Planejamento, e Controle de Lucro. São


Paulo: Atlas, 1999.

SANVICENTE, Antonio Zoratto & SANTOS, Celso da Costa. Orçamento na


Administração das Empresas. São Paulo: Atlas, 2ª Edição, 1998.

FREZATTI, Fábio. Orçamento Empresarial, Planejamento e Controle Gerencial. São


Paulo: Atlas, 2ª Edição, 2000.

FIGUEIREDO, Sandra & CAGGIANO, Paulo César. Controladoria: Teoria e Prática. São
Paulo. Atlas, 2ª Edição, 1997.

PADOVEZE, Clóvis Luís. Contabilidade Gerencial: um enfoque em Sistema de Informação


Contábil. São Paulo; Atlas, 2ª Edição 1997.

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SOBANSKI, Jaert J. Prática de Orçamento Empresarial: Um exercício Programado. São


Paulo: Atlas, 1999.

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