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Caderno CCAP 2-Observacao

Caderno CCAP 2-Observacao

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ObservaçãO de aulas e avaliaçãO dO desempenhO dOcente
Pedro Reis

Cadernos do CCAP – 2

ObservaçãO de aulas e avaliaçãO dO desempenhO dOcente

pedro reis

Ficha técnica

TíTulo Observação de aulas e avaliação do desempenho docente AuToriA pedro reis edição ministério da educação – conselho científico para a avaliação de professores avenida 5 de Outubro, 107 lisboa , http://www.ccap.min-edu.pt colecção e Número cadernos do ccap – 2 revisão ediToriAl conselho científico para a avaliação de prof
ObservaçãO de aulas e avaliaçãO dO desempenhO dOcente
Pedro Reis

Cadernos do CCAP – 2

ObservaçãO de aulas e avaliaçãO dO desempenhO dOcente

pedro reis

Ficha técnica

TíTulo Observação de aulas e avaliação do desempenho docente AuToriA pedro reis edição ministério da educação – conselho científico para a avaliação de professores avenida 5 de Outubro, 107 lisboa , http://www.ccap.min-edu.pt colecção e Número cadernos do ccap – 2 revisão ediToriAl conselho científico para a avaliação de prof

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a observação desempenha um papel fundamental na melhoria da qualidade do
ensino e da aprendizagem, constituindo uma fonte de inspiração e motivação e
um forte catalisador de mudança na escola. infelizmente, o facto de alguns sis-
temas de ensino e algumas escolas associarem a observação exclusivamente
à avaliação de desempenho e à actividade inspectiva desencadeia reacções ne-
gativas relativamente a esta actividade. este trabalho pretende contribuir para a
eliminação da carga negativa e do stress associados à observação de aulas. para
tal, apresentam-se propostas de observação centradas no desenvolvimento pro-
fissional dos professores que podem, ou não, estar associadas a uma avaliação
formal do desempenho docente.

até à última década do século XX, tanto em portugal como no estrangeiro, a
observação de aulas restringia-se à formação inicial de professores – períodos
de estágio, de indução e probatório – sendo encarada pela maioria dos docentes
como uma exigência inerente a uma fase de demonstração de competências
profissionais, de carácter iniciático, que, depois de ultrapassada, raramente se
repetiria. Os únicos momentos em que os professores voltavam a abrir as por-
tas das suas aulas a observadores externos decorriam no âmbito de processos
inspectivos desencadeados pelo ministério da educação. nestas últimas, a ob-
servação de aulas tinha uma função fortemente sumativa e um alcance limitado
em termos de apoio ao desenvolvimento profissional e organizacional.

especialmente durante as últimas duas décadas, tem-se verificado uma ten-
dência internacional e nacional para encarar a observação de aulas como um
processo de interacção profissional, de carácter essencialmente formativo, cen-
trado no desenvolvimento individual e colectivo dos professores e na melhoria
da qualidade do ensino e das aprendizagens. para tal, a observação é integrada
em processos colaborativos e diferenciados, adequados às necessidades de de-
senvolvimento de cada professor, os quais são dinamizados por comunidades
de aprendizagem constituídas pelos próprios docentes da escola. nestas situa-
ções, costumam coexistir vários tipos de observação de aulas:

1. a observação destinada a avaliar o desempenho dos professores e da
escola. a observação de aulas constitui um óptimo processo para os
mentores ou supervisores recolherem evidências que lhes permitam
tirar conclusões e proporcionar feedback aos professores, e estabele-
cer, com estes últimos, metas de desenvolvimento.

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