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PIC DVE DVP

PIC DVE DVP

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Componentes

Curso: Enfermagem Turma: 7 BM Disciplina: Enfermagem na Saúde do Adulto II Docente : Olga, Vitória e Elaine Componentes: Juliana Toneto Laricia Menezes Lucas Xavier Terezinha Laudano

TEMAS QUE ABORDAREMOS

MONITORIZAÇÃO DA PIC
DERIVAÇÃO VENTRICULAR EXTERNA DERIVAÇÃO VENTRICULAR PERITONEAL

MENINGES
O SNC E A MEDULA ESPINHAL SÃO COBERTOS POR 3 CAMADAS DE TECIDO CONJUNTIVO DENOMINADAS DE MENINGES;

ESTAS TEM A SUSTENTAÇÃO .

FUNÇÃO

DE

PROTEÇÃO

ARACNÓIDE: INTERMÉDIÁRIA . PIA MÁTER: É A MAIS INTERNA E ENVOLVE INTIMAMENTE TODA A SUPERFÍCIE DO ENCÉ FALO. A RESPONSÁVEL PELA PRODUÇÃO E ABSORÇÃO DO LÍQUOR.MENINGES DURA MÁTER:É A MAIS EXTERNA RECOBRINDO TODO ENCÉFALO E MEDULA. .

MENINGES .

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.LÍQUOR  É PRODUZIDO NOS VENTRÍCULOS LATERAIS E BANHA TODA A SUPERFÍCIE DO ENCÉFALO E DA MEDULA.  SUA COMPOSIÇÃO É SEMELHANTE A DO PLASMA MAS SEM AS GRANDES PROTEÍNAS E TEM ASPECTO LÍMPIDO E INCOLOR.

Movimentação do Líquor .

1400Kg  Sangue.PIC-PRESSÃO INTRA CRANIANA É o resultado das relações volumétricas entre o crânio rígido e os componentes de seu conteúdo:  Tecido cerebral.75ml  PIC normal depois da cirurgia 15 a 20 mmHg .75ml  LCR.

Teoria de Monro-Kellie  O aumento em qualquer um dos componentes. . com aumento da absorção do LCR ou diminuição do VSC. provoca alterações no volume dos outros.  Sem essas alterações a PIC se elevará.  A compensação é realizada mudando a posição do LCR. devido limitação do espaço para expansão craniana.

HIPERTENSÃO INTRACRANIANA É o aumento da PIC.PRESSÃO ARTERIAL MÉDIA:normal de 80 a 115 mmHg(evitar PAS<90mmHg) PPC=PAM-PIC .Valor Normal: >70 mmHg PAM. PPC-PRESSÃO DE PERFUSÃO CEREBRAL: É uma estimativa da adequação da circulação cerebral para fornecer oxigênio ao tecido encefálico.

 Vômitos em jato. .não precedidos de náusea.SINAIS DE HIPERTENSÃO INTRACRANIANA  Cefaléia que piora pela manhã quando a PIC atinge seu valor máximo.  Paralisia do VI par craniano ou abducente responsável pela motilidade ocular resultando em extrabismo convergente com pupilas preservadas e fotorreagentes.

Reflexo de cushing Hipertensão arterial +bradicardia No coma profundo pode ser acompanhada por alterações respiratórias É um indicativo de hipertensão intra craniana grave .

.HIPERTENSÃO INTRACRANIANA Na hipertensão grave surge o rebaixamento do nível de consciência podendo chegar ao COMA. Como enfermeiros devemos estar atentos para um controle rigoroso da PIC pois um descuido pode ser fatal.

toxoplasmose e tumores Hidrocefalias congênitas ou adquiridas(edema intersticial) Hipóxia : pa O2 menor que 60 mmHg determina vasodilatação cerebral Estímulos dolorosos Crises convulsivas . Encefalopatias tóxicas e virais) Lesões expansivas cerebrais : Hemorragias.O QUE ELEVA A PIC ? Edema cerebral vasogênico ou citotóxico(TCE.abcessos.

Complicações: Herniação do tronco cerebral Diabetes insípidus SIADH Vasoespasmo Hiponatremia Arritmias cardíacas Pneumoencéfalo .

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS  Alteração do Nível de consciência  Respostas vasomotoras  Respiração anormal  Inquietação. . confusão ou sonolência crescente.

 Pode estar ocorrendo grave comprometimento da circulação cerebral .MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS À medida que a PIC aumenta:  Torpor. reagindo apenas aos estímulos auditivos ou dolorosos.

Tratamento Reduzir volume intracraniano com diuréticos osmóticos (manitol.uréia e glicerol) Drenagem liquórica Controle de convulsões Controlar temperatura Controlar dor com analgésicos prescritos (morfina .fentanil ) Restrição hídrica Craniotomia descompressiva .

Monitorização da PIC .

Monitorização da PIC .

Derivação ventricular externa (DVE) .

Pode ser realizada por : Cateter intraventricular Transdutores intraparenquimatosos Monitorização subaracnóide . Obtém registros contínuos da PIC.Derivação ventricular externa (DVE) Cateter conectado a um sistema externo.

Cateter intraventricular

Determinação da PIC invasiva por ventriculostomia sendo o padrão ouro para avaliar sua gravidade e realiza também drenagem terapêutica do LCR; Cateter inserido no ventrículo lateral, por trepanação, que é conectado por um sistema cheio de líquido a um transdutor o qual registra a pressão na forma de impulso elétrico .

Vantagens
Reproduz melhor a pressão da caixa craniana.  Drenagem terapêutica do LCR.  Obtém registros contínuos da PIC.  Acesso para administração intraventricular de medicamentos, instilação de ar ou controle na ventriculografia.  Drena o sangue do ventrículo.

Desvantagens
 Dificuldades na canulização do ventrículo.  Risco Infecção é máximo  Hemorragia  Obstrução dos sistemas por sangue ou tecido cerebral.  Risco de HIC iatrogência, pela conexão inadequada de um equipo de soro no sistema.  Risco de mobilidade inavertida do paciente que pode modificar os níveis de drenagem.

.

.

Transdutores intraparenquimatosos Cateter de fibra óptica introduzido através de um parafuso no espaço intraparenquematoso. . Após punção das meninges é avançado vários centímetros dentro da substância branca do encéfalo. por trepanação.

Transdutores intraparenquimatosos Técnica de Monitorização: Após ser zerado o cateter é introduzido no espaço intraparenquematoso.  Conecta-lo ao monitor .  Fixar a capa protetora que envolve o cateter ao parafuso.

 Sistema sem líquido ou e ar.  Elimina o efeito das pressão hidrostática sob as leituras. trações.  Minimiza artefatos. extravasamento e infecção.Vantagens  Correlaciona-se bem com as pressões ventriculares  Facilidade de inserção.  Não precisa calibrar e não há problema com a posição do monitor .

por curvatura.  Requer equipamento exclusivo.  Custo elevado . tensão ou manipulação grosseira.Desvantagens  Ruptura do cateter.  Não permite drenagem nem coleta de líquor.  Não permite calibragem após inserido.

2. Técnica de monitorização com parafuso ou cateter:  Montagem da rede de fluxo Equipo com soro Transdutor de pressão Torneira de 03 vias  Conexão da rede de fluxo ao parafuso ou cateter  Estabelecer ponto zero .  Parafuso ou Cateter de Polietileno ou Sensores de Fibra Ópticas.5 cm acima do meato acústico .Monitorização subaracnóide  Dispositivo oco. inserido através do crânio e da duramáter dentro do espaço subaracnóide.

.Vantagens Não exige punção ventricular. Evita complicações do deslocamento cerebral.

Desvantagens Bloqueio do parafuso por coágulo ou tecido cerebral Possível subestimativa da PIC quando elevada Entrada de líquido ou ar no espaço subaracnóide .

 Registrar as medidas da PIC de 01 em 01 hora.  Identificar complicações potenciais para assim preveni-las.ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM  Controlar a PIC e acompanhar os valores continuamente.  Identificar medidas de segurança para evitar quedas.  Realizar procedimentos com cautela para não elevar PIC. .  Calcular PPC de 01 em 01 hora.

. com técnica estéril mantendo-o seco .  Atentar para coleção líquida que aparece a partir do quinto dia.  Manter a faixa de compressão acima do pavilhão auricular.ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM  Abrir o curativo após 24hs de cirurgia e limpeza com clorexidina alcóolica a 2%  Trocar curativos diariamente.

Monitorizar oxigenação através da oximetria de pulso. Balanço hídrico rigoroso atentando para eletrólitos séricos e débito urinário. .ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Controlar sinais vitais: Bradicardia e Hipertensão =  PIC Hipotensão =  PPC Manter temperatura nos limites normais. Observar padrões respiratórios.

.manter ambiente tranqüilo.  Manter em decúbito contrário ao lado da cirurgia nas primeiras 24 horas e em semifowler  Evitar estímulos ambientais.ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Manter cabeceira elevada em torno de 30º e ensinar a família a sua importância.  Administrar medicações conforme prescritas.  Manter a cabeça do paciente em posição neutra orientando para que o paciente não lateralize a cabeça enquanto não retirar o monitor PIC.

Hiperventilar o paciente para diminuir a PIC. . Auscultar os campos pulmonares afim de detectar áreas de congestão. Hiperoxigenar o paciente antes e após aspiração traqueal Observar a clampagem de drenos Administrar líquido intravenoso lentamente com BI a fim de evitar hidratação excessiva.ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Manter vias aérea pérvias.

PCR e VHS.ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Avaliar gasometria. Rigidez de nuca(meningite) Administrar antibióticos prescritos Oferecer suporte psicológico e emocional Avaliar estado nutricional . Drenagem purulenta. Avaliar sinais de infecção: Aumento de leucócitos. Elevação da temperatura.

. reação a luz e simetria.  Evitar aumento da pressão intratorácica e/ou intrabdominal  Promover uma boa higiene desse paciente.  Avaliação neurológica frequente: nível de consciência.  Avaliar reflexos e movimentos involuntários tipo convulsões e espasmos.avaliar pupilas: tamanho.ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM  Manipular o sistema usando técnicas assépticas.  Verificar se existem conexões frouxas no sistema de drenagem pois podem contaminar LCR.

DERIVAÇÃO VENTRÍCULOPERITONEAL .

 Implica no desvio do Líquor em excesso para a cavidade abdominal. . por meio de um cateter .DEFINIÇÃO  Procedimento cirúrgico que estabelece uma comunicação permanente entre os ventrículos cerebrais e o peritôneo.Um dos tratamentos indicados para hidrocefalia.  Sistema de drenagem interno.

Sistema de derivação .composto de material siliconado e de plástico de polipropileno .

Hidrocefalia .

DVP Procedimento Cirúrgico .

Procedimento Cirúrgico Antissepsia da pele e marcação da incisão parietal .

Procedimento Cirúrgico Antissepsia da pele e marcação da incisão abdominal .

Procedimento Cirúrgico Exposição do peritônio .

Procedimento Cirúrgico  Introdução do fio guia na incisão parietal .

Procedimento Cirúrgico Introdução do fio guia pela incisão parietal até a incisão abdominal .

Procedimento Cirúrgico Catéter distal amarrado ao fio guia pela porção abdominal .

Procedimento Cirúrgico . Retirada do fio guia com passagem do catéter distal pelo túnel .

Procedimento Cirúrgico Conexão da válvula ao catéter distal .

Procedimento Cirúrgico Abertura de canal na região parietal .

Procedimento Cirúrgico Introdução do catéter ventricular pelo canal aberto na região parietal .

Procedimento Cirúrgico Retirada de líquor para realização de cultura .

Procedimento Cirúrgico Conexão do catéter distal à válvula .

Procedimento Cirúrgico Acomodação da válvula no tecido subcutâneo da região parietal .

Procedimento Cirúrgico Introdução de todo catéter distal na região abdominal .

Procedimento Cirúrgico Término da introdução do catéter distal na região abdominal .

Procedimento Cirúrgico Feridas operatórias pós-sutura .

Término do procedimento cirúrgico .

ed : Revinter.8ªed André.C.2.G.Condutas no paciente grave.1.1998 Manual de residência médica em neurologiaMEDCURSO.Bibliografia Knobel.E.São Paulo: Ateneu.2006 Brunner e Suddarth: Tratado de Enfermagem Médico Cirúrgica.Terapia intensiva em Neurologia e Neurocirurgia.Freitas.Ed.Zit .Artemed.ed.2002 .ed.

“E mesmo que eu falasse a língua dos anjos se não tivesse amor eu nada seria.” Renato Russo ...

880.2470:3. J3:.94#:884 .807./48.3488034 9../.  #03.208246:00:1.0880.

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