Você está na página 1de 3

Teorias sobre a agressividade

1- Concepção de Freud
2- Concepção de Lorenz
3- Concepção de Dollard
4- Concepção de Bandura

Renato Morais
Factores para comportamentos agressivos: frustração, competição, sofrimento,
violação de normas, cólera, personalidade, estímulos violentos, cultura

Para explicar a origem da agressão há várias teorias que procuram identificar as


causas dos comportamentos agressivos.

A concepção de Freud – a agressão teria origem numa pulsão inata, a pulsão da


morte, disposição institiva, primitiva (e inconsciente) do ser humano.
A concepção de Dollard – a agressão é provocada pela frustação.
A concepção de Lorenz – a agressão estaria programada genéticamente sendo
desencadeada em determinadas situações.

Intimidade – as relações de intimidade são um tipo particular de interacção social


que se manifestam em diferentes níveis relativamente às diferentes pessoas com
que nos relacionamos. A possibilidade de se manterem relações de intimidade
varia também de pessoas para pessoa, estando ligada à história pessoal, à
personalidade e à experiência de vida de cada um. A intimidade implica
comunicação que se pode manifestar de diversas formas, tais como, interacções
verbais e interacções não verbais. É o contacto social que condiciona através das
convenções sociais, as relações de intimidade e as suas expressões.
A amizade é uma das manifestações de intimidade que envolve relações em que
estão presentes elementos como a confiança, cooperação, lealdade, etc
O amor – quando se fala de amor há que distinguir a que tipo de amor nos
referimos:
O amor companheiro, (relações com pais, filhos, avós, familiares, amigos íntimos)
e o amor apaixonado que se caracteriza também pelo desenvolvimento sexual.

Estereótipos – são crenças que dão uma imagem simplificada das características
de um grupo ou de membros de um grupo. Têm uma função socioafectiva, porque
dão um sentimento de identidade ao grupo que os partilha. Reforçam o
sentimento de “nós” por oposição a outros. Os estereotipos aprendidos no
decurso da socialização, correspondem a um processo de categorização social,
tendo por função simplificar a interpretação do real.

Preconceitos – são atitudes que envolvem um pré-juízo, um pré-julgamento, na


maior parte das vezes negativo, relativamente a pessoas ou grupos sociais. Os
preconceitos tal como os estereótipos, aprendem-se no processo de socialização
nos grupos a que se pertence, família, comunicação social, etc.
Nos preconceitos predominam a função socioafectiva, assumindo,
frequentemente posições radicais contra grupos sociais, na sua expressão mais
activa podem conduzir a actos de discriminação.
A discriminação – é o comportamento que decorre do preconceito, no limite pode
conduzir à eliminação física do objecto de discriminação. Na base da
discriminação está o preconceito que a fundamenta:
- Racial, sexista, religioso, étnico, etc.

Conflito/Cooperação

O conflito é uma tensão que envolve pessoas ou grupos quando existem


tendências ou interesses incompatíveis, ocorre em relações próximas e ou
independentes em que existe um estado de insatisfação entre as partes.
Sem omitir os aspectos negativos, actualmente considera-se o conflito como um
factor de mudança e desenvolvimento social, dado que a vivência e a
ultrapassagem dos conflitos respondem a processos de desenvolvimento pessoal e
grupal, depois de ultrapassados os conflitos, favorecem respostas mais
adaptadas.
Assim, conflito e cooperação são elementos integrantes a que se recorre para
mediação e negociação para ultrapassar as diferenças conflituais.
Actualmente, a psicologia encara o conflito numa perspectiva positiva,
contrariando a perspectiva pessimista e negativa que dominava.