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Manual do Utilizador

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• EFACEC Sistemas de Electrónica, S.A.
k9 EfACEC Sistemas de Electrónica, S.A.

c. P. u.
Comando Programável Universal

Manual de Montagem

MOD. SE/SA 014-04/97


(;J EfACEC 8evadores, SA

c. P. u.
COMANDO PROGRAMÁVEL UNIVERSAL

MANUAL DE MONTAGEM

1
~j
íNDICE:

1. INSTRUÇOES DE SEGURANÇA ................................................................................... 3


1.1. Perigos ......................................................................................................................3
1.2. Cuidados ...................................................................................................................4
1.3. Terra 4
1.4. Simbolos Utilizados ...................................................................................................4

2. CONOIÇOES NECESSÁRIAS PARA INICIO DE MONTAGEM ..................................... 5


2.1. Quadro eléctrico de entrada ...................................................................................... 5
2.2. Coluna de alimentação .. ............................................................................................ 5
2.3. Terra ..........................................................................................................................5
2.4. Casa de máquinas .................................................................................................... 5

3. RECEPÇÃO DO MATERIAL ........................................................................................... 6

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem

N° documento I Rev. 4 EL 960024A


Ficheiro INSTALAC.DOC
mUACEC Bevadores, S.A.
4. CONSIDERAÇOES GERAIS SOBRE O COMANDO C.P.U ........................... ~ .............. 6
4.1. Generalidades ...........................................................................................................6
4.2. Tipos de Accionamentos ........................................................................................... 7
4.3. Tipos de comando ................................................................ '" .................................. 8
4.3.1. Sinalizações do comando colectivo à descida sem setas .............. 9
4.3.2. SinalizaçOes do comando colectivo à descida com setas .............. 10
4.3.3. Sinalizações do comando colectivo à descida e à subida .............. 13
4.4. Tipo de portas previstas ............................................................................................ 15
4.5. Protecção térmica do motor..................................................................................... 16
4.5.1. Quadro CPU 2V - xx ....................................................................... 16
4.5.2. Quadro CPU HIDR - xx ................................................................... 16
4.5.3. Quadro C.P.U. VF - xx .................................................................... 16
4.5.4. Funcionamento da protecção térmica ............................................. 17
4.6. Ventilação .................................................................................................................. 17
4.7. Dimensões das caixas .............................................................................................. 18

5. MONTAGEM DO QUADRO DE COMANDO ~' .................................................................. 19


r-'- ~

(t..'i 5.1. Montagem - fixação do quadro de comando ............................................................. 19


5.2. Electrificação do quadro de comando ....................................................................... 21
5.3. Electrificação da casa de máquinas .......................................................................... 22
5.4. Montagem da botoneira e da calha de conservação ................................................ 22
5.5. Ligação à cabina .......................................................................................................23
5.6. Condições mlnimas para colocar o elevador em conservação ................................ 24
5.7. Instalação dos interruptores de fim de curso, de redução de velocidade e de
suportes de obturadores ........................................................................................... 25
5.8. Colocação de obturadores ........................................................................................ 25
5.9. Electrificação da caixa e do poço .............................................................................. 26
5.10. Electrificação das botoneiras e sinalizadores de patamar. ....................................... 26
5.11. Electrificação da cabina ............................................................................................27
5.12. Colocação do elevador em serviço" normal n ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••••••••••••••••• 27

6. ANEXO A - Funções especiais I adicionais ................................................................... 28


6.1. Bateria de elevadores com pisos mancos ................................................................ 28
6.2. Display alfanumérico para a cabina e patamares ..................................................... 29
6.3. Limite e excesso de carga ........................................................................................29
6.4. Detecção de cabina vazia ......................................................................................... 29
6.5. Serviço de incêndio e bombeiros .............................................................................. 30
6.6. Comando de fora de serviço ..................................................................................... 30
6.7. Comando de intrusão (de segurança ) ..................................................................... 31
6.8. Comando de prioridade ............................................................................................. 31
6.8.1. Comando de prioridade de cabina .................................................. 32
6.8.2. Comando de prioridade de patamar. ............................................... 32
6.9. Comando de acesso restrito ..................................................................................... 33
6.9.1. Chave de acesso restrito ................................................................ 33
6.9.2. Código de acesso ............................................................................ 33
6.10. Programação de retornos automáticos ............................................ ,........................ 35
6.11. Ligação a rede de emergência .................................................................................. 35
6.12. Ascensorista hospitalar ....................... '" ... '" ............... ,............................................. 36
6.13. Ligação a centro de comando ( utilizando os programas MCC ou WINMCC ) ......... 36
6.14. Ligação a Centro de Gestão Técnica por contactos secos ...................................... 37

7. ANEXO B - Esquemas eléctricos .................................................................................... 38

8. ANEXO C - Mapas de multiligações ............................................................................... 39

9. ANEXO O -Indice alfabético de abreviaturas ................................................................ 40


Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem
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N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor maio, 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou Data : 1~/..9.J.
(;J EfACEC Bevadores, SA

1. INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA

.•. ",;.tsÓ'TéêNlê0S,AUtb;Rh~ABH)SrR0·dSM;;~:IT~êfuAR,0Ü',"
,A4TERI\~ ·Ai~,§bTRJFICAÇÂ8~;'8~',INq~~UAçÃ():';':.:' "

1.1. Perigos

1 Alguns componentes e a carta de circuito


impresso estão ligados a 220 V ou 380 V. Estas
tensões são extremamente perigosas.

2 Com o quadro alimentado é conveniente não


tocar nos bornes do motor e do travão pois uma
ordem de marcha faz surgir um potencial
elevado.

3 À carta de circuito impresso chegam as três


fases de alimentação do quadro. Não tocar na
zona inferior esquerda da carta com o quadro
alirpentado.

~
~'

4
...
~ -~

"-"';':-'
A série de seguranças está isolada da
alimentação da rede, contudo usa o potencial de
125 Volt.

5 Os bornes das saldas por relés podem estar


ligadas a potenciais elevados.

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N° documento I Rev.
Ficheiro
4 EL 960024A
INSTALAC.DOC
Autor
Aprovou:
:
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\/.....::..
~ ~.L
~
maio, 96
'It:;,6/
Data :2:l/....J!.-'~
t]
• EfACEC Elevadores, S.A.
1.2. Cuidados

1 Não se devem fazer ligações com o quadro de


comando ligado.

2 Não mexer nas ligações da carta com esta


alimentada.

3 Nunca curto-circuite a série de seguranças em


funcionamento normal. Admite-se o curto-
circuito da série apenas durante a montagem.

4 Antes de ligar o quadro confirme que não


existem condutores ligados apenas num dos
lados. Tal pode provocar curto-circuitos e
mesmo pOr pessoas em perigo.

5 Não toque nos IC's das cartas de circuito


impresso. Podem avariar por descarga de
energia estática.

1.3. Terra

o quadro de comando tem que estar sempre ligado à terra através de um condutor de terra
( verde e amarelo) ligado ao bome @ P E.
1.4. Símbolos Utilizados

Para segurança do operador, por favor tenha atenção a todas as instruções marcadas com
os simbolos:

& =PERIGO =CUIDADO

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(;J IfACEC 8evadores, SA
2. CONDiÇÕES NECESSÁRIAS PARA INICIO DE MONTAGEM

2.1. Quadro eléctrico de entrada

Para inicio de montagem do quadro de comando é necessário garantir a existência na casa


de máquinas do quadro eléctrico de entrada conforme o plano 4EL940172.

A !'Ião existência do quadro de entrada definitivo obriga a utilização de um quadro eléctrico


de entrada provisório que deve seguir no mínimo as especificações:
1. um disjuntor diferencial monofásico de 300 mA para alimentação dos circuitos de luz
de cabina, alarme, etc.
2. um disjuntor diferencial tetrapolar de 300 mA para a alimentação do quadro de
comando, dimensionado de acordo com a corrente nominal do motor principal.
3. uma tomada de corrente protegida por disjuntor de 16 A.
4. bornesde ligação da coluna da alimentação e do quadro de comando.

2.2. Coluna de alimentação

A coluna de alimentação é constituída por três fases, neutro e terra.

A coluna de alimentação definitiva deve garantir que no momento de arranque do motor


principal a queda de tensão, medida nos bornes do quadro de comando, não ultrapasse 5 %
do valor nominal ( 400 Vac ). Nas instalações em que se utilize uma coluna provisória este
valor não pode nunca ultrapassar 10% da tensão nominal.

2.3. Terra

Ter em particular atenção à existência na instalação de uma terra dentro de valores


regulamentares.

A existência de uma terra eficaz é indispensável mas é particularmente importante nos


quadros de comando por variação de frequência ( VF ).

2.4. Casa de máquinas

A casa de máquinas deve obedecer aos requisitos da norma EN81. No momento da


instalação do quadro de comando deve estar conclulda e vedada.

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N° documento' Rev. 4 EL 960024A Autor : ~ \Q.s<&~\:\.-~ata: maio. 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou: r G:1 Data: ,..1J.,jJ
R,:J EfACEC Elevadores, SA
3. RECEPÇÃO DO MATERIAL

Todos os quadros do comando C.P.U., são sujeitos a testes de funcionalidade na fábrica.

Depois de desembalar o equipamento confirme que não apresenta sinais de danificação e


que se encontra completo, de acordo com a instalação.

Se o quadro tiver que ser armazenado, assegure que as condições atmosféricas no local de
armazenagem são aceitáveis ( temperatura de -15 0 C a +600 C, nível de humidade < 95%, e
que não exista condensação).

4. CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE O COMANDO C.P.U.

4.1. Generalidades

o quadro de comando C.P.U. cumpre integralmente com a norma EN81.1/2.


o quadro de comando C.P.U está protegido da entrada de corpos sólidos de diâmetro
superior a 2,5mm e da projecção de água em chuva com direcção que pOde variar desde a
vertical a um ângulo igualou inferior a 600 . Estas características conferem-lhe o grau de
protecção IP33.

o comando C.P.U. abrange uma ampla gama de elevadores permitindo diferentes tipos de
accionamento e de comando .

. ",:)
As características gerais deste comando são:

•,,',i';;; ";(i:"· CARACTERfSTíCA.$i!~::>; ., ••.. ·,,;s· .•..• ,: ..• ;>.d'';n;;;g~:. :.,.<;?, ....::., :
NÚMERO MÁXIMO DE PISOS 32
NÚMERO MÁXIMO DE APARELHOS EM BATERIA 8
ANÁLISE DA INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DO ELEVADOR a) Editor de teste e de programação
incorporada na carta base.
b) Computador portátil
SINALIZADOR DE POSiÇÃO. Programáveis na obra
ESTAT(STlCA DO N° DE MANOBRAS, N° DE MANOBRAS HORA, TEMPOS a) Editor de teste e de programação
MÁXIMOS E MÉDIOS DE ESPERA. incorporada na carta base.
b) Computador portátil
PREVISTA A LIGAÇÃO A CENTRAL DE TELEMANUTENÇÃO.

TitulO do documento: Comando CPU - Manual de montagem


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N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor : \-\!:>.w.!:>. \1lw-..t>Q-..~ Data: maio, 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou : Y T -="'2 Data :,JA.I~/..!i..J,
l;J &ACEC Bevadores, SA
4.2. Tipos de Accionamentos

Dependendo do tipo de máquina ( eléctrico ou hidráulico ). da velocidade e potência do


elevador assim se usam diferentes tipos de accionamento. Na tabela seguinte representam-
se todas as hipóteses disponiveis com o quadro de comando C.P.U.

NOME .' TIPO DE ACCIONAMENTO VELOCIDADE N" DE PESSOAS

C.P.U. 2V - 4,5 KW UMA OU DUAS VELOCIDADES 0,6 ms- 1 40u6

.' 1,0 ms-1 4

.:j C.P.U. 2V - 8 KW UMA OU DUAS VELOCIDADES 0,6 ms- 1 8

1,0 ms- 1 6 ou 8

C.P.U.2V++ UMA OU DUAS VELOCIDADES Todos os casos não abrangidos pelos

outros comandos C.P.U. 2V.

C.P.U. VF 4 KW VARtACÃO DE TENSÃO E FREQU~NCIA 1,0 ms-1 4

C.P.U. VF 5,5 KW VARIAÇÃO DE TENSÃO E FREQU~NCIA 1,0 ms- 1 6

C.P.U. VF 7,5 KW VARIAÇÃO DE TENSÃO E FREQU~NCIA 1,0 ms- 1 8

C.P.U. VF++ VARIAÇÃO DE TENSÃO E FREQU~NCIA Todos as outras situações, onde seja

exigida variação de frequência. Por

exemplo, monta cargas com

micronivelação, elevadores rápidos

( velocidade maior que 1,2 ms- 1 ).

C.P.U. HIDR. - 11 KW HIDRÁULICO ( ARRANQUE DIRECTO) 4 ou 6

C.P.U. HIDR. ++ HIDRÁULICO ( ARRANQUE ESTRELA TRIÃNGULO ) destinado a potências elevadas

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N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor :~S>. \9.N!~~~ Data: maio, 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou : 7 _~..::?
, Data :.j.JJJ!.J.!'l1
fi) EfACEC 8evadores, S.A.
4.3. Tipos de comando

Da necessidade de rentabilizar o funcionamento dos elevadores surgiram os comandos


colectivos selectivos.

o rendimento de um elevador é função de vários factores, no entanto, os critérios básicos


destes comandos são minimizar o tempo de espera nos patamares, minimizando o consumo
de energia da instalação.

Dependendo do número de (;Ievadores em bateria, os comandos podem ser:


Simplex - Um elevador a funcionar independente. As chamadas de patamar são
atendid8s por apenas um elevador de modo selectivo.
L.r'___ ..,: Duplex - Dois elevadores dividem entre si as chamadas de patamar, minimizando os
t..:'_~ . :, -:

tempos de espera e o consumo de energia.


Multiplex - Três ou mais elevadores ( no máximo oito) dividem entre si as chamadas de
patamar, minimizando os tempos de espera e o consumo de energia.

Cada um destes comandos, pela existência ou não, de botões de chamada nos patamares
para subir e descer, s6 para descer acima do piso principal e para subir abaixo do piso
principal, inclusive, e ainda em função da existência ou não de sinalizadores de sentido nos
patamares, classificam-se em:
Colectivo selectivo à descida sem setas ( COSS ).
Colectivo selectivo à descida com setas ( COCS ).
Colectivo selectivo à subida e à descida com setas ( CSO ).

Cada tipo de comando limita a carta base para um determinado nO de pisos. Para instalações
com maior número de pisos ( máximo 32 pisos) acrescentam-se cartas de expansão.

TIPO DE COMANDO LIMITE DE UTILIZAÇÃO DA NO DE PISOS POR CARTA

CARTA BASE DE EXPANSÃO

Colectivo selectivo à descida sem setas até 8 pisos + 8 pisos

Colectivo selectivo à descida com setas até 5 pisos + 5 pisos

Colectivo selectivo à descida e à subida com até 4 pisos + 4 pisos

setas

Para cada tipo de comando são previstas diferentes sinalizações e botões na cabina e nos
patamares.

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N° documento' Rev. 4 EL 960024A Autor ~~~ISlI:lO~~~ Data: maio. 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou Data: ,J.; 9(,
tI
• EFACEC Elevadores, SAI
4.3.1. Sinalizações do comando colectivo à descida sein setas
Na cabina:

"STANDARD" OPÇÕES

L( Gong de dois tons )


:;;> ( LAmpada de luz de lIf'IMlIVência )
( Sinatizador de posiçIo
..----?> .OispIay duplo de 7 segmentos } .'

~
iBBl: :;;> ( Setas de sentido de movimento ) .'

---- -- :;;> ( Caracterfsticas do elevador )


----
--

--
00000
00000
:;;> ( Entidade COI1SeIVadonI )
:;;>
SinalizaçAo aajstica de
excesso de carga e lou
00000
intercomunicador
:;;> ( Alarme de cabina )
c> C? )
a

í-. 1->
'. ->
:;;> ( Botao de abertura de portas
I
"r :;;> ( Excesso de carga )
I
,
->
-- (>-
-
( Botao de fecho de portas )
--
I -> (.-/
'.- - -
c> c> f-7 ( lIotOes luminosos de envio )
c> c>
c>
c>
\------,
,(j)
c>
c>
(j)
'_ _ _ _ _ _ ...1
:
-

>
Chave de bombeiros

( Chave de ventilador
/
h )
)
( Chave de prioridade )
( Chave de acesso noseIVado )

a - Sempre que seja pedido sinalização de excesso de carga é obrigatório colocar botão de fecho de porta. Se
se pretender colocar botão de fecho de porta não é obrigatório sinalizar o excesso de carga contudo é colocado
um sinalizador inactivo no rasgo.
b - Em elevadores com chave de bombeiros é obrigatório colocar botão de fecho de portas ( ver a ).
c - Podem ser colocadas de 1 a 3 interruptores de chave.

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Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou Data :..JJLiJ-.2J
~ EFACEC 8evadores, S.A.
Nos patamares:

"STANDARD"

f--+---) ( Botão luminoso de chamada "descer" )

Setas de sentido de atendimento

Sinalizador de posição.
Display duplo de 7 segmentos

f---t---) ( Botão luminoso de chamada "subir" )

\. //

a - Sinalizadores de alarme de cabina só são obrigatórios para baterias com 2 ou mais elevadores. Para uma

bateria simplex esta sinalização não é "standard".

1 - Abrir rasgo na construção civil com 75 mm de largura, 180 mm de altura e 70 mm de

profundidade. Tendo o cuidado, de colocar o centro desse rasgo a 1200 mm do chão. No caso de

existir mais que um elevador a funcionar em bateria centrar o rasgo entre as duas portas de

patamar.

2 - Abrir rasgo na construção civil com 180 mm de largura, 75 mm de altura e

70 mm de profundidade. Colocar esse rasgo por cima da porta de patamar centrado

com a mesma.

4.3.2. Sinalizações do comando colectivo à descida com setas


Titulo do documento : Comando CPU - Manual de montagem
\.\) ----- í\.. Página 10 de 40
N° documento 1 Rev. 4 EL 960024A Autor :~® \"<S>C>9..~k~. (~...oata: maio, 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou: )Ç~..._'"7 Data :1..11 {,1:i1
mEFACEC Bevadores, SA
Na cabina:

I "STANDARD" OPÇOES

181 I

L( Gong de dois tons )


::» (LAmpada de luz de emergência )
~
~
[ de posiçIo
)
~
,DispIay duplo de 7 segmentos

iBBJ,1 ::» (Setas de sentido de movimento )


a ___
- - ::» (Caracterfsticas do elevador )
a ___
:» (Entidade COf1SeIVadora ) SinalizaçAo acústica de
00000 excesso de carga e' ou
00000
00000
::» Intercomunicador

::» (Alarme de cabina )


c>-- C?
(-) :» (Botao de abertura de portas )
a

( ,.>
'. í' . ,.,~ .
:» ( Excesso de carga )
--
( ,.>
'.' ,
() ,
-
( Botao de fecho de portas )
( ') ( ')
, ' , '.' ,

c> c> ---?> ( Botões luminosos de envio )


c> c>
c>
c>
1-----,
,(i)
c>
c>
(i) :
-

>
( Chave de bombeiros /'
h
'_ _ _ _ _ _ ...J
( Chave de ventilador )
( Chave de prioridade )
( Chave de acesso reservado )

a - Sempre que seja pedido sinalização de excesso de carga é obrigatório colocar botão de fecho de porta. Se se
pretender colocar botão de fecho de porta não é obrigatório sinalizar o excesso de carga contudo é colocado um
sinalizador inactivo no rasgo.
b - Em elevadores com chave de bombeiros é obrigatório colocar botão de fecho de portas ( ver a ).
c - Podem ser colocadas de 1 a 3 interruptores de chave.

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Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou : '.?<Il~ ~'7 Data :.l1/--Í.I!ij
fij EfACfC Bevadores, SA
Nos patamares:

"STANDARD" OPÇÕES

l..!..._,;!..r--7--) ( Setas de sentido de atendimento )


Sinalizado< de po$içAo.
Oisplay duplo de 7 segmentos

_ _ _) ( BoIAo luminoso de chamada "desce(' )

Sinalizador de posiçao.
Oisplay duplo de 7 segmentos

, - - - ) ( Botão luminoso de cnamada "subir" )

a - Sinalizadores de alanne de cabina só são obrigatórios para baterias com 2 ou mais elevadores.
Para uma bateria simplex esta sinalização não é "standard".

1- Abrir rasgo na construção civil com 75 mm de largura, 180 mm de altura e 70 mm de

profundidade. Tendo o cuidado, de colocar o centro desse rasgo a 1200 mm do chão. No caso de

existir mais que um elevador a funcionar em bateria centrar o rasgo entre as duas portas de

patamar.

2 - Abrir rasgo na construção civil com 180 mm de largura, 75 mm de altura e

70 mm de profundidade. Colocar esse rasgo por cima da porta de patamar centrado

com a mesma.

Titulo do documento Comando CPU - Manual de montagem


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N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor ~'W,.~-\'~ilII""',~....>\.:a... c&~m
...~ Data: maio, 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou Data :.J1.J.1.../ 7
mEfACEC Elevadores, SA
4.3.3. Sinalizações do comando colectivo à descida e à subida

Na cabina:

"STANDARD" OPÇÕES

L( Gong de dois tons )


~(l.Mnpadadeluzde""""ll6nda )

r - 1
t--?>
( Sinalizador de posiçAo
Display duplo de 7 segmentos )
> ( Display allanumérico ) .'
iBB1 ~( Setas de sentido de movimento )
---
-- - - ~( )
---
C8rader1sticas do elevador

~( Entidade conservadora )
--
00000
00000 ~( Sinalização acústica de excesso de carga ) ~ ( e Inten:omunicador )
00000
~( Excesso de carga )
c> C?

r
~( Alarme de cabina )
C? ~( 8otAo de fecho de portas )
~( )
• ( -> (-> -
Bollio de abertura de portas

.;
- " -.
"
(
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-- , '>
(
--
.' .e c> c> f-?> ( BotOes luminosos de envio )
c> c>
c> c> a

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c> c> -

í------, ( Chave de bombeiros )


,G> G> : >
' - _____ ...1
( Chave de ventilador )
( Chave de prioridade )
( Chave de acesso reservado )

a . Podem ser colocadas de 1 a 3 interruptores de chave.

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


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N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor :~c \o~~ Data: maio, 96
Ficheiro INSTALAC,DOC Aprovou: -' ~ Data :.11-'_'-../$
Dt EfACEC Bevadores, SA
NOs patamares:

"STANDARD" OPÇÕES
( setas de &entido de atendimento )
SlnaIiudor de poslçlo.
PISO lli$pIay d<lpIo de 7 oegmentos
SUPERIOR ou dispIIy allanumérico
( 80110 luminoso de chamada "desce(' )

l..'...-_~'---r--)( setas de &entido de at~o


Sinalizado< de posiçlo.
PISO lli$pIay duplo de 7 _ntos
ou display oHanumérico
INTERM~DIO ( BoIIo.l':mlnoso de chamada "1UIJi('

ç~J ( BoIIo luminoSO de chamada "desce('

~1?i
'0-'

!ãiõ~;;;~--:--~~===========~I--)( Disptay oH,numérico )


PISO

PRINCIPAL

Sinalizador de posiçlo.
Display duplo de 7 segmentos
PISO
ou disptay atfanumérico
INTERM~DlO )

l!..:._.::!.JF--t-'=-) ( Setas de sentido de atendimento

SinalizadO( de posiçAo.
PISO Display duplo de 7 segmentos
ou display alfanumérico
INFERIOR
80110 luminoso de chamada "subi" )

a - Sinalizadores de alarme de cabina só são obrigatórios para baterias com 2 ou mais elevadores.
Para uma bateria simplex esta sinalização não é "standard".

75 ....
1 - Abrir rasgo na construção civil com 75 mm de largura, 180 mm de altura e 70 mm de
profundidade. Tendo o cuidado, de colocar o centro desse rasgo a 1200 mm do chão. No caso de
existir mais que um elevador a funcionar em bateria centrar o rasgo entre as duas portas de '00 ....

patamar.

2 - Abrir rasgo na construção civil com 180 mm de largura, 75 mm de altura e 70 mm


de profundidade. Colocar esse rasgo por cima da porta de patamar centrado com a
mesma.

Titulo do documento Comando CPU - Manual de montagem

~
_ (\, Página 14de40
N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor :~,~~ata: maio, 9~
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou: _ _ _ _ Data :.AJ./...kJ-.2.t
(;J EFACEC Elevadores, SA
4.4. Tipo de portas previstas.

o comando C.P.U. permite a utilização das seguintes combinações de portas de cabina e


de patamar:

1. Elevador sem porta na cabina e portas sem i-automáticas nos patamares.

2. Elevador com porta automática na cabina e portas semi-automáticas nos patamares


(com carta de comando de portas).

-j 3. Elevador com porta automática na cabina e portas automáticas nos patamares ( com
carta de comando de portas ).
§
':...;."'t

4. Elevador com porta automática na cabina e portas sem i-automáticas nos patamares
(sem carta de comando de portas, portas comandadas directamente pelo comando
C.P.U.).

5. Elevador com porta automática na cabina e portas automáticas nos patamares ( sem
carta de comando de portas, portas comandadas directamente pelo comando C.P.U.).

Os tipos de portas descritos nos pontos 4 e 5 estão previstas no quadro C.P.U. "standard"
indepentemente do tipo de operador de portas ser equipado com motor monofásico ou
trifásico.

Para as portas definidas nos pontos 1, 2 e 3 são necessárias algumas alterações ( a efectuar
'.~~ pela montagem) no quadro de comando, conforme esquemas em anexo.

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


. (\ (\ Página 15 de 40
N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor :~N.c-~'-.1~"ata: maio. 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou : ~~ ~ .-- Data :lJ./.-'-'5.J
t]• EFACEC Elevadores, S.A.
4.5. Protecção térmica do motor.

4.5.1. Quadro CPU 2V - xx

Na sua versão "standard" o quadro de comando C.P.U. 2V protege o enrolamento da


grande velocidade indirectamente através de um relé térmico instalado no quadro.

A protecção do enrolamento da pequena velocidade é efectuada directamente


através de bimetálicos colocados nas testas da bobinagem da pequena velocidade.

Caso o motor não esteja equipado com bimetálicos na pequç'na velocidade é


necessário colocar no quadro um relé térmico de regulação adequada para protecção
do motor, conforme o esquema 4EL950382 página 4 ( a efectuar pela montagem ).

Poderá ainda ser necessário substituir o relé térmico da grande velocidade (a


efectuar pela montagem) nos casos em que o relé instalado não dê a regulação
necessária.

4.5.2. Quadro CPU HIDR - xx

A protecção térmica do motor principal da central hidráulica é efectuada directamente


pela conjugação de PTC's colocados nas testas da bobinagem do motor e de um
módulo de detecção de temperatura ( SM110 ) colocado no quadro de comando.

4.5.3. Quadro C.P.U. VF - xx

A protecção térmica no motor dos quadros de comando C.P.U. VF é efectuada


indirectamente através de um relé térmico.

Em opção, se for necessário proteger o motor directamente, é possível a utilização da


combinação de PTC's montados nas testas da bobinagem do motor com um módulo
de detecção de temperatura montado no quadro de comando.

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


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N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor :~ "\"\'$>00'--Z~~Data: maio, 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou: Y l' 7r:.L Data:,.MJ 61!1J
~J
• EFACEC Elevadores, SA.
4.5.4. Funcionamento da protecção térmica

A protecção térmica efectuada por relé térmico, em conformidade com a norma


EN81, implica um corte nas seguranças do elevador. Este tipo de protecção
necessita de rearme manual. Assim sendo, quando actuada imobiliza de imediato o
elevador nao permitindo o seu funcionamento enquanto nao for rearmado o relé
térmico.

Na protecção térmica directa ( PTC's ou bimetálicos) o elevador pára no piso mais


próximo onde fica imobilizado de portas abertas, passando a funcionar normalmente
após o arrefecimento do motor, à excepção do funcionamento para manutenção.

-J
Em funcionamento para manutenção o elevador funciona 10 segundos, pára 5
segundos voltando a andar 10 segundos, e a parar 5, assim sucessivamente dando
indicação que se deve parar o elevador e esperar por o arrefecimento do motor.

4.6. Ventilação

A caixa do comando possui duas grelhas de ventilação laterais as quais devem permitir a
circulação de ar no seu interior. Não devem portanto ser tapadas ou ficarem demasiado
próximas de outros equipamentos ou paredes.

Titulo do documento : Comando CPU - Manual de montagem


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N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor: ~~:::: \"'ts>CX>\)-....~Data: maio. 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou :~ Data :).JJ~ ?t
(;J EfACEC 8evadores, SA
4.7. Dimensões das caixas

Dependendo do tipo de comando a caixa possui dimensões diferentes. Na tabela seguinte


dão-se as dimensões das caixas para cada tipo de comando:

,
..... ..' '""...
.. ....
:
.. '::.
.....
'.' . a(mm) b( mm) c( mm)
C.P.U. 2V - 4,5 'rWIJ 700 500 200

C.P.U. 2V - 8 'rWIJ 800 600 200


C.P.U. 2V - 15 'rWIJ a} 1000 600 250
C.P.U. 2V - 22 'rWIJ a} 1000 600 250
C.P.U. 2V - 35 'rWIJ a) 1000 600 250
C.P.U. VF 4 'rWIJ 1000 600 300
C.P.U. VF 5,5 'rWIJ 1000 600 300
C.P.U. VF 7,5 KW 1000 600 300
C.P.U. VF 11 'rWIJ a} 1000 600 300
C.P.U. VF 15 KW a} 1000 600 300
C.P.U. VF 18,5 'rWIJ a} 1800 1200 400
C.P.U. VF 22 'rWIJ a) 1800 1200 400
C.P.U. HIDR.- 11 'rWIJ b} 1000 600 250
C.P.U. HIDR.-14,5 'rWIJ a} c} 1000 600 250
C.P.U. HIDR.- 22 'rWIJ a} c) 1000 600 250
C.P.U. HIDR.- 30 'rWIJ a} c} 1000 600 250

'-.\
C.P.U. HIDR.- 40 KW a} d} 1800 1200 400
b
" j
1i'õ1 a) Quadros fabricados segundo encomenda.
"'"
~
~ . '->.

""l- ...
b) Central hidráulica de arranque directo.

Q • c) Central hidráulica de arranque estrela I triângulo.

d) Central dupla 20 + 20 KW de arranque estrela I triângulo.

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


~ Página 18 de 40
N° documento' Rev. 4 EL 960024A Autor :~ ,~~ Data: maio, 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou: '?'. ~ Data :l.1J ( ,!iJ
t]
• EFACEC Elevadores, S.A.
5. MONTAGEM DO QUADRO DE COMANDO

5.1. Montagem - fixação do quadro de comando

A montagem deve fixar o quadro de comando na parede o mais próximo possivel do


alinhamento da máquina respectiva. A figura da casa de máquinas 1 mostra a regra geral de
distribuição dos quadros de comando na casa de máquinas. Quando nao fOr posslvel colocar
os quadros segundo esta regra, e se tiver que seguir para uma solução tipo a casa de
máquinas 2, a regra de distribuição dos quadros de comando na casa de máquinas deve ser
a representada ( ao quadro mais à direita corresponde a máquina mais à direita ).

CASA OE MAQUINAS 1

Quadro de comando Quadro de comando


AP1 AP2

CASA DE MAQUINAS 2 .

esquerda
direita
direita

TItulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


S\ r---- Página 19 de 40
N° documento / Rev. 4 EL 960024A Autor :~ \~ Data: maio, 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou : e
yD?çj ;;z Data: /JL/-2J
tJ
• EFACEC Elevadores, S.A.
Com o quadro de comando o instalador recebe também:

- buchas e parafusos para fixaçao da caixa á parede;


- 6 bucins;
- 1 metro de tubo flex!vel.

A uma distância m!nima de 100 mm da face inferior da caixa deve ser colocada uma calha de
electrificaçao. Os condutores dessa calha devem ser distribu!dos pelos buc;ns, como se
mostra na figura seguinte, não esquecendo que dos bucins á calha os condutores devem ser
protegidos com tubo flex!vel.

Quadro de Comando Electrificação da caixa,


do poço e patamares

Saída de potênci
minimo
100 mm

ligação à cabina

Calha de Electrificação
~.
i
-~.

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem

N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor


Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou
tJ• EFACEC Elevadores, S.A.
5.2. Electrificação do quadro de comando

o instalador ao electrificar o quadro na obra, deve usar s6 as calhas representadas a


cinza nas figuras seguintes que representam dois quadros ( C.P.U. 2Ve C.P.U.vF ).

ffi •
As calhas representadas a branco destinam-se apenas à electrificação de
fábrica.

pY\/W\/íN
EXPANSÂO
1 1

VARIADOR
II EXPANSÃO
1

DE

EJ
+.t o) FREQ~NCIA

PONTES
RECTIFI CAOORAS
EJ~~ I I
I CONTACTORES
I TRANSFORMADOR
CONTACTORES

;;
TRANSFORMADOR

~ /

~I SORNES
10;

Ao electrificar o quadro o instalador deve ter os seguintes cuidados:

1 Ligar o motor e os cabos de comando aos terminais e


bornes correctos.
,.
j

2 Confirmar que nenhum condutor faz contacto com a


platine ou com o armário.

ffi 3 Confirmar que a terra está convenientemente ligada.

4 Nos comandos por variação de frequência usar


sempre cabo blindado para ligação ao motor.

5 Em todos os comandos ( 1V, 2V, hidráulicos e


variação de frequência ) ter sempre o cuidado de
separar os cabos do motor dos outros cabos ( evitar
grandes trajectos em paralelo) .

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


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N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor : n;oAA:-ç:D~~ Data: maio, 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou . ~~......;. Data :..l.1J_b.-'~
~]
• EFACEC Elevadores, S.A.
5.3. Electrificação da casa de mãquinas

A electrificação da casa de máquinas comporta todas as ligações do quadro de entrada ao


quadro de comando e do quadro de comando à máquina do elevador e ao limitador de
velocidade, se existir.

Ter em particular atenção a separação dos condutores de potência e condutores de sinais.


Nos elevadores com comandos VF é obrigatória a utilização de cabo blindado entre o
comando e a máquina como se pode ver no plano 4EL950383 página 4.

5.4. Montagem da botoneira e da calha de conservação

A botoneira de conservação, conforme o plano 4EL950532, é constituída por:


- interruptor de "STOP" com um contacto NF.
- comutador de "INSPECÇÃO" com dois contactos fechados na
posição de "NORMAL" .
- botão de inspecção para "DESCER" com dois contactos NA.
- botão de inspecção para "SUBIR" com dois contactos NA.
- botão de "ABRIR PORTAS" com dois contactos NA.
- botão de "FECHAR PORTAS" com dois contactos NA.
- tomada de corrente.

A calha de conservação, conforme o plano 3EL950598, é constituída por:


- carta de cabina referenciada nas listas de ligações por "CAB-CPU".
- régua de bornes referenciada na lista de ligações por "B-CAB".
- bateria para alimentar a luz de emergência situada na botoneira de
cabina, assim como o alarme.
- altifalante do alarme de cabina.
- altifalante do "gong".

Fixação da calha de conservação à arcada da cabina:


- utilizar os dois parafusos referenciados no plano 3EL950598 pelo
número 18 para fixar a calha de conservação no centro da travessa
superior da arcada.

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


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N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor :~C\ \0NiPt\ ""-~ Data:
u .... maio, 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou : )::. Y""b.-." ."-"7 Data :d!J~/.1.6
til EfACEC Bevadores, SA
Ligação da botoneira de conservação à calha de conservação:
- retirar a tampa da calha de conservação
- ligar o cabo da botoneira de conservação à calha de conservação
conforme o especificado no documento "COMANDO CPU - Lista de
ligações para electrificação da cabina" (verifique que a lista
corresponda ao tipo de comando que está a electrificar). Havendo
dúvidas, consultar o plano 4EL950490 "COMANDO CPU -
Electrificação da cabina". 00

5.5. Ligação à cabina .

oo-c! A ligação à cabina é efectuada por cabos de manobra de 30 condutores x 0,75 mm2 . É
obrigatória a utilização de cabos de manobra homolgados, por exemplo da marca ISOLA.

Em instalações até 11 pisos são necessários dois cabos de manobra. Acima de 11 pisos
utilizam-se três cabos de manobra.

Conforme o tipo de comando a ligação entre a casa de máquinas e a cabina deve ser
efectuada segundo os planos:
comandos colectivos selectivos à descida sem setas - conforme o plano 4EL960012.
comandos colectivos selectivos à descida com setas - conforme o plano 4EL960011.
comandos colectivos selectivos à subida e à descida - conforme o plano 4EL960009.

Conforme se pode ver nestes planos as ligações dos cabo de manobra fazem-se não só a
bornes mas também ás fichas das cartas electrónicas. Tal implica que na casa de máquinas
se deve decapar os cabos um comprimento suficiente de modo que os seus condutores não
precisem de ser emendados.

Estes planos devem ser rigorosamente seguidos para um bom funcionamento do elevador. É
particularmente importante seguir todas as indicações que dizem respeito aos condutores de
potência

Na cabina o condutores dos cabos de manobra ligam directamente aos bornes da calha de
conservação e à botoneira da cabina. Do mesmo modo, os cabos de manobra devem
também em cima da cabina ser decapados um comprimento suficiente de modo a que não
existam emendas.

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


\ {\ - - (\ Página 23 de 40
N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor :~o.":"(l. \'l~,l....~ Data: maio. 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou: é 'Õ>a'C Data: ,(tf,-.f':lJ
~J
• EFACEC Elevadores, S.A.
5.6. Condições mínimas para colocar o elevador em conservação

Para que o elevador possa funcionar em conservação é necessário programar através do


editor de programação e teste presente na carta base o tipo de accionamento.

Se as portas e as seguranças não estiverem electrificadas deve-se colocar um "shunt" na


calha de conservação entre o borne 125 V e o borne 81, e um "shunt" no quadro entre o
borne 82 e o bome B4 e um outro entre o bome 85 e o borne 88. De notar que nesta
situação o pára-quedas está fora de serviço, devendo a montagem começar,
obrigatoriamente, por o colocar em serviço.

Depois de colocar o limitador de velocidade e o pára-quedas em serviço deve retirar o "shunt"


,)
na calha de conservação entre os bornes 125V e 81 e substituir o "shunt" no quadro entre os
bornes 82 e 84 por um "shunt" entre os bomes 83 e 84.

Ter em atenção o facto de todas as seguranças estarem fora de serviço e que o único
recurso para parar o elevador em emergência é o botão de STOP colocado na botoneira de
conservação.

Ao alimentar o comando do elevador verificar o "estado" de funcionamento do elevador,


utilizando o editor da carta de comando. Se o "estado" se encontrar em 3 deve verificar a
existência das três fases ( falta uma fase ), se o "estado" for 4 deve trocar a sequência de
fases, se o estado for outro qualquer abaixo de 8 deve substituir a carta de comando.

Em conservação verifique que o "estado" do elevador é 8.

O elevador não funciona em conservação se a carta de comando estiver avariada, caso isso
aconteça deve ser substituida.

TitulO do documento: Comando CPU - Manual de montagem


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N° documento' Rev. 4 EL 960024A Autor :~ "<s6»>'-6~ Data: maio. 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou : ~n _. . . . / Data :L.i'.L-,2i
~ UACEC 8evadores, S.A.
5.7. Instalação dos interruptores de fim de curso, de redução de
velocidade e de suportes de obturadores

Para a fixação dos interruptores de fim de curso e de redução de velocidade foram criados
novos suportes de forma a que a sua instalação passou para as guias.

Para a instalação de interruptores de fins de curso de segurança e de redução de velocidade,


assim como as fixações do cabo de aço para suporte de obturador!'!.; consultar o plano
3EL950388 com o título" Suporte para a aparelhagem eléctrica de comando".

A sua localização na caixa, referente às guias, será do lado -3squerdo t(aseiro conforme o
plano 4EL950631. A sua localização em altura deverá obedecer também ao estipulado no
referido plano.

Como se deduz dos planos, referidos anteriormente, a localização dos interruptores de fim de
curso e de redução de velocidade estão situados do mesmo lado que os cabos de aço de
fixação dos obturadores. Ter em particular atenção em que não haja interferências entre
diferentes equipamentos. A folga mínima admissível entre partes fixas e moveis será de 20
mm. Por exemplo, distância entre as células e as hastes dos interruptores "GERVAL".

Em elevadores com velocidade até 1 m/s, inclusive, serão utilizados dois interruptores
"GERVAL", um em cima e outro em baixo na caixa do elevador. Em elevadores a cima de
1rn1s serão utilizados quatro interruptores "GERVAL".

/
j 5.8. Colocação de obturadores

Os obturadores são colocados segundo o plano 4EL950631.

Ter em atenção a particularidade da colocação dos obturadores no piso extremo superior e


no piso extremo inferior. A paragem do elevador nos pisos extremos é controlada pelos
interruptores de redução de velocidade e pela conjugação dos obturadores de zona de portas
e de paragem.

Mesmo em conservação é importante ter as células de zona de portas e de impulsos em


funcionamento, assim como os obturadores colocados. S6 assim é possível o funcionamento
do elevador em conservação sem perigo de o elevador atingir os interruptores de fim de curso
de segurança, onde ficaria imobilizado.

Titulo do documento : Comando CPU - Manual de montagem


,\) _ Página 25 de 40
N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor :=t$.... \2W.:A\)~~ Data: maio, 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou : ~ yt,,' "7 Data : 1,/~/2.i
ii)
• EFACEC Elevadores, S.A.
5.9. Electrificação da caixa e do poço

A electrificação da caixa e do poço comporta a electrificação dos contactos de encravamento


e fecho de portas de patamar, os fins de curso de segurança, os interruptores de redução de
velocidade, o interruptor de corte de covete, o interruptor de corte do limitador de velocidade
e, se existir, o interruptor do amortecedor hidráulico.

A electrificação destes circuitos.é efectuada com cabo H05WF. Os interruptores de redução


de velocidade são electrificados com cabo de 4 condutores mais terra de 1 mm2. Os
restantes circuitos são electrificados com cabos de 2 condutores mais terra de 1 mm 2 ,
conforme o plano 4EL950631.

5.10.Electrificação das botoneiras e sinalizadores de patamar

As botoneiras e os sinalizadores de patamar são electrificados em cabo TVHV de 2, 3 ou 6


pares de condutores como se refere nos planos respectivos.

Os comandos colectivos selectivos à descida sem setas deverão ser electrificados


segundo o plano 4EL950626 com o título " Comando C.P.U.- Lista de ligações para
electrificação de patamares ". O esquema de principio referente à electrificação dos botões I
lâmpadas das chamadas de patamar é o plano 4EL950493. O esquema de principio referente
aos sinalizadores de posição e setas do piso principal é o plano 4EL950514.

Os comandos colectivos selectivos à descida com setas deverão ser electrificados


)
segundo o plano 4EL950628 com o título " Comando C.P.U.- Lista de ligações para
~~ electrificação de patamares ". O esquema de principio referente à electrificação dos botões I
lâmpadas das chamadas de patamar e setas é o plano 4EL950492. O esquema de principio
referente aos sinalizadores de posição e setas do piso principal é o plano 4EL950531.

Os comandos colectivos selectivos à subida e à descida deverão ser electrificados


segundo o plano 4EL950629 com o título " Comando C.P.U.- Lista de ligações para
electrificação de patamares ". O esquema de principio referente à electrificação dos botões I
lâmpadas das chamadas de patamar e setas é o plano 4EL950491. O esquema de principio
referente aos sinalizadores de posição e setas do piso principal é o plano 4EL950531.

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


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N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor :~s:o. \S5'9<:AQ~Data: maio. 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou : J?~~ -, Data :J1/~-,-1.6
mEFACEC Elevadores, SA
5.11.Electrificaçio da cabina

Conforme o tipo de comando a electrificaçao da cabina deve ser efectuada segundo o plano
"Lista de ligações para electrificaçao da cabina" respectivo:
comandos colectivos selectivos à descida sem setas - conforme o plano 4EL960012.
comandos colectivos selectivos à descida com setas - conforme o plano 4EL960011.
comandos colectivos selectivos à subida e à descida - conforme o plano 4EL960009.

o esquema de principio das entradas de cabina multiplexadas é o plano 4 EL950489. Este


plano representa as ligações do equipamento da cabina à carta colocada na calha de
conservação referida como "CAB-CPU".

A electrificação da botoneira de conservação, células, bateria, alarme de cabina, luz de


emergência e "gong" pode ainda ser analisada no plano 4EL950490.

A electrificação dos envios de cabina depende do tipo de comando, assim existem três planos
de esquemas de principio:
comando colectivo selectivo à descida sem setas - plano 4EL950519
comando colectivo selectivo à descida com setas - plano 4EL950518
comando colectivo selectivo à subida e à descida - plano 4EL950515

A electrificação dos circuitos de iluminação de cabina, iluminação de emergência, tomada de


cabina, ventilador de cabina e alarme estão representados no plano 4EL950468.

5.12. Colocação do elevador em serviço normal II II

Chegado a este momento o elevador encontra-se completamente electrificado.


Antes de passar o elevador a "normal" na botoneira de conservação é necessário:
1. retirar todos os " shunts" colocados nos bornes do quadro ou outros.
2. testar fisicamente o corte eléctrico de todas as seguranças, nomeadamente todos os
encravamentos e fechos de portas, fins de curso de segurança, interruptor de pára-
quedas e interruptor do limitador de velocidade. Este teste pode ser efectuado
visualizando o estado dos leds da carta base do comando D50 e D51 em que a série de
seguranças ou portas interrompida corresponde aos estado desligado desses leds.
3. programar utilizando o editor da carta de comando toda a instalação, correctamente
( ver manual "Editor de programação e teste" ).
4. colocar o interruptor de conservação na posição de "normal".
5. verificar que o elevador efectua a reciclagem correctamente.
6. testar envios de cabina e chamadas de patamar para todos os pisos.
7. verificar o funcionamento correcto de todas as sinalizações.

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


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N° documento I Rev.
Ficheiro
4 EL 960024A
INSTALAC.DOC
Autor
~
:~r-~Data:
Aprovou : _ . _== - Data :
maio. 96
I~J:1i
(;J EFACEC Elevadores, S.A.
6. ANEXO A - Funções especiais I adicionais

6.1. Bateria de elevadores com pisos mancos

Uma bateria é, em principio, um conjunto de elevadores com a mesma velocidade nominal,


que servem os mesmos pisos, com portas de patamar simultaneamente vislveis ou próximas,
interligados electricamente e que dispõem de cOlné:lrídos de patamar comuns. Mas nem
sempre isto acontece. Assim, por vezes, surgem baterias em que para um ou mais
elevadores alguns pisos não existem ou não tê.m acesso, chamam-se a esses pisos, mancos.

A figura seguinte representa um exemplo de uma bateria duplex, que pretende mostrar um
caso passivei de pisos mancos.

AP 1 AP2 Na programação dos parâmetros do elevador deve ter


atenção:

P02 - N° de pisos ou nO de acessos da bateria tem de ser


igual para todos os aparelhos que a constituem.

P02

P07 - Piso inferior do aparelho.

P07 I A~ I A~
1 2

( ) Na programação do atendimento deve programar em


ambos os comandos os pisos mancos dos dois aparelhos:

AP 1 AP 2
100 OFF OFF ATENDIMENTO DO AP 1 PISO o
101 CSD eSD ATENDIMENTO DO AP 1 PISO 1
102 OFF OFF ATENDIMENTO DOAP 1 PISO 2
103 CSD CSD ATENDIMENTO DOAP 1 PISO 3
104 OFF OFF ATENDIMENTO DO AP 1 PISO 4
105 CSD CSD ATENDIMENTO DOAP 1 PISO 5
-_:.: ....... : ...
200 ATENDIMENTO DO AP2 PISO o
Piso da instalação
201 CSD CSD ATENDIMENTO DO AP2 PISO 1
202 CSD CSD ATENDIMENTO DO AP2 PISO 2
203 CSD CSD ATENDIMENTO DO AP2 PISO 3
204 CSD CSD ATENDIMENTO DO AP2 PISO 4
205 CSD CSD ATENDIMENTO DO AP2 PISO 5

Titulo do documento : Comando CPU - Manual de montagem


,\\ _ _ ( \ Página 28 de 40
N° documento t Rev. 4 EL 960024A Autor: :y~ \",,=9...'-~~ Data: maio, 96
Ficheiro INSTALAC. DOe Aprovou : ~q~ -:::2 Data :J.jj...Lt:lJ.
~J
• EfACEC Elevadores, S.A.
6.2. Display alfanumérico para a cabina e patamares

Matriz de 88 leds verdes com ãngulo de difusão de 1200 que permite a visualização de
mensagens de dois caracteres alfanumérico.

Programar em P10 o tipo de display como sendo de código programável ( P10 = 2 ).

No menu d-- programar os códigos para as mensagens pretendidas piso a piso.

6.3. Limite e excesso de carga

o elevador para ter estas funções activas necessita de ter montada uma balança
devidamente afinada para a carga especifica do aparelho.

Em limite de carga, normalmente 75 % da capacidade nominal do elevador, o elevador


apenas funciona por envios de cabina não atendendo chamadas de patamar.

Ultrapassando a carga máxima admissível, o elevador se em movimento pára no piso


seguinte, e enquanto se mantiver em excesso de carga permanece parado ao piso
respondendo apenas aos botões de abertura e fecho de portas. Nesta situação se fechar
portas ao piso, e como não responde a chamadas de patamar, só volta a abrir portas com
ordem do botão de abertura de portas. Por este motivo em elevadores monta cargas é
conveniente programar o limite igual ao excesso de carga. Se assim não for corre-se o risco
de ficar imobilizado ao piso sem hipótese de no exterior um operador poder abrir as portas
)
para retirar a carga excedente.
';,;.»
, . ....
.\.-

o excesso de carga é sinalizado na botoneira de cabina por um sinalizador luminoso e por


um sinal sonoro ( rala ).

6.4. Detecção de cabina vazia

Em instalações em que se pretenda a detecção da cabina vazia ( sem carga ) têm que
possuir uma balança não "standard" que permita detectar a carga O e que se faça a
electrificação respectiva.

Se o comando tiver esta entrada activa todos os envios de cabina são anulados.

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


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N° documento / Rev. 4 EL 960024A Autor ~,.".,......".,.><>..:::~~~ Data: maio, 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou Data: /JL/!lJ,
eJ UACEC Elevadores, SA
6.5. Serviço de incêndio e bombeiros.

A manobra de incêndio é desencadeada por actuação do interruptor de chave que se


encontra no piso principal do ediflcio.

Dada a ordem de incêndio todas as cabinas são enviadas para o piso principal ( programado
no editor da carta do comando C.P.U. no parâmetro P16 ) onde permanecem com portas
abertas e luz de cabina acesa.

Em regime de incêndio o elevador cancela todas as chamadas e envios de cabina existentes


e não permite a entrada de novos envios e chamadas. Apenas respondo aos Sotões de fecho
'\
','~.J e abertura de portas.
(~)
Depois de se ter completado a manobra de incêndio os elevadores ficam no piso principal
disponlveis para serem usados apenas para serviço de bombeiros.

Por actuação da chave de bombeiros na botoneira de cabina o elevador fica reservado para
funcionar em serviço de bombeiros.

Durante o funcionamento para bombeiros o elevador aceita envios de cabina mas as portas
ficam a funcionar por actuação dos botões de fecho e abertura de portas. Por este motivo é
obrigatório colocar na botoneira de cabina estes botões. Os botões de portas devem ser
actuados até a porta estar completamente fechada ou aberta, se se libertar o botão antes da
manobra completa a porta inverte a manobra.

, )
("i;if)
6.6. Comando de fora de serviço

A ordem de parqueamento é proveniente de um interruptor de chave geralmente colocado na


sala dos seguranças ou do porteiro.

Depois de ter sido dada ordem de parqueamento o elevador atende todos os registos de
cabina existentes, não atendendo mais chamadas de patamar.

Quando livre, faz retorno ao piso programado como piso de retorno de parqueamento
(parâmetro P17) onde permanece de portas fechadas e luz de cabina desligada
respondendo apenas aos botões de abertura e fecho de portas.

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


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N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor : ",:;'5:>. 'IRes&» ~~Data: maio. 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou: ~_ Q 'l::::7 Data ji-,-'--,í6
tJ• EfACEC Elevadores, S.A.
6.7. Comando de intrusão (de segurança)

Esta manobra permite quando um passageiro indesejável entrar na cabina, obrigar o elevador
a fazer retorno imediato a um piso pré definido (programado no parâmetro P19) onde
permanece bloqueado de portas fechadas.

Quando a manobra de segurança for desactivada as portas de cabina abrem


automaticamente naquele piso.

6.8. Comando de prioridade

A manobra de funcionamento em prioridade pode ser desencadeada do interior da cabina ou


de um patamar.

Podem existir em simultâneo uma chave de prioridade na cabina e seis chaves de prioridade
em patamares distintos. O comando de prioridade de cabina sobrepõe-se a todos os outros.
Os pisos onde se encontram as chaves de chamada prioritária são programados no editor e
caixa de teste por ordem de prioridade. Estes registos entram na carta de comando pela
combinação das entradas de prioridade, intrusão, bombeiro de patamar e parqueamento em
código binário.

A tabela seguinte representa a correspondência de todos os códigos possíveis e as funções a


eles atribuidas, em que, entrada ligada corresponde um 1 e entrada desligada um O .

ENTRADAS
PRIORIDADE INTRUSÃO BOMBEIROS PARQUEAMENTO TIPO DE PRIORIDADE
DE PATAMAR
1 o o o Prioridade de cabina

1 O O 1 Chamada ao 1° piso de prioridade.


Programado no pllrámetro E41
1 O 1 O Chamada ao ~ piso de prioridade.
Programado no parámetro E42
1 O 1 1 Chamada ao 3° piso de prioridade.
Programado no parámetro E43
1 1 O O Chamada ao 4° piso de prioridade.
Programado no parámetro E44
1 1 O 1 Chamada ao 5" piso de prioridade.
Programado no parámetro E45
1 1 1 O Chamada ao 6° piso de prioridade.
Programado no parámetro E46
1 1 1 1 Prioridade de cabina

Titulo do documento : Comando CPU - Manual de montagem


~ _ Página 31 de 40
I
N° documento Rev. 4 EL 960024A Autor :~ç!,c;,. \9Si>~~~ata: maio, 96
Ficheiro I NSTALAC.DOC Aprovou : e <fi::b~ Data :J1I--Í-'.2t
(;J EfACEC 8evadores, SA
No esquema eléctrico de ligação das chaves de prioridade ( plano incluido no anexo A deste
manual ), foi salvaguardado a não interferência do regime de prioridade com a entrada real
por chave dos regime de bombeiros, intrusão e parqueamento. A entrada por chave destes
regimes corta, através de um relé, a entrada de prioridade. No esquema eléctrico também se
pode notar que existem relés que não permitem a existência em simultâneo e a sobreposição
de mais de um código de regime de prioridade.

6.8.1. Comando de prioridade de cabina

Ao entrar a ordem de prioridade de cabina o comando anula todos os envios de


cabina existentes e as chamadas de patamar para esse aparelho. Terminada a
manobra em curso o elevador pára ao piso de portas abertas.
~
A chave de prioridade de cabina permite ser retirada nas duas posições de
~f})
funcionamento ( ligada e desligada) permitindo ao passageiro portador da chave sair
e entrar no elevador tendo-o sempre para uso privado.

Em regime de prioridade de cabina o comando permite a entrada de um, e um s6,


envio de cabina. Ao terminar a manobra de atendimento desse envio se se pretender
fazer novo envio de prioridade deve-se rodar, momentaneamente, a chave para a
posição de desligado e voltar a ligar.

6.8.2. Comando de prioridade de patamar

Ao entrar a ordem de prioridade de um patamar o comando anula todos os envios de


cabina existentes e as chamadas de patamar para esse aparelho.
( )
~%J Terminada a manobra em curso o elevador parte para o patamar onde a chave de
prioridade está ligada. O elevador pára no piso de chamada prioritária de porta
aberta.

Para atender novos envios e chamadas tem que ser desligada a chave de prioridade
nesse patamar. Assim sendo, as chaves de prioridade de patamar apenas podem ser
retiradas na posição de desligado.

Titulo do documento : Comando CPU - Manual de montagem


'l\) ----- (\
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N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor :~ ~~~Data: maio, 96
Ficheiro INSTALAC.DOC e
Aprovou : '('Pp:? Data: ~ 'fI..!..J
tJ• EFACEC Elevadores, S.A.
6.9. Comando de acesso restrito

Sempre que se pretenda restringir o acesso a um, ou mais pisos a partir de um envio de
cabina, o comando C.P.U. oferece duas soluções seguras e de fácil utilização:
- a utilização de uma chave.
- a utilização de código de acesso

6.9.1. Chave de' acesso restrito

Ao fazer envio a um piso de acesso restrito na botoneira de cabina, o sinalizador


permanece apagado indicando qu~ esse envio não foi aceite.

As pessoas autorizadas a fazer envios a esses pisos tem que possuir uma chave.

Só com o interruptor de chave ligado é permitido fazer envios aos pisos de acesso
restrito.

6.9.2. Código de acesso


Outra hipótese, menos violável que a anterior, é a utilização de código de acesso.

Ao fazer envio na cabina a um piso só permitido a pessoas autorizadas, o sinalizador


desse registo fica a piscar durante um tempo, considerado o necessário para
introduzir o código de acesso. Só depois de introduzido o código correctamente é que
o envio é aceite ( lâmpada acesa ).

Em primeiro lugar, os pisos permitidos só a pessoas autorizadas têm que ser


programados na programação do atendimento como de acesso restrito por cabina.
Para tal, utiliza-se o editor de teste e de programação incorporado na carta base ou
um PC portátil.

No menu A-- de programação do atendimento tem de programar o piso como sendo


de acesso restrito por cabina. Existem quatro opções de programação possiveis ( A-,
AS-, A-d ou ASd ) que além de limitarem o acesso por cabina a pessoas autorizadas
restringem o atendimento por patamar:

A- -+ piso atendido só por cabina a pessoas autorizadas.


AS- -+ piso atendido por cabina a pessoas autorizadas e por chamada de subida.
A-D -+ piso atendido por cabina a pessoas autorizadas e por chamada de descida.
ASD -+ piso atendido por cabina a pessoas autorizadas e por chamada de descida e
subida.

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


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N° documento I Rev. 4 EL 960024A maio, 96
Ficheiro INSTALAC.DOC ILI2:t
fi) EFACEC Elevadores, SA
o código de acesso é programado no editor de programação e teste nos parêmetros E31,
E32, E33 e E34 pela ordem de introdução desse código.

Obrigatóriamente o código de acesso é uma combinação de quatro envios de cabina.

Por exemplo, se na instalação ao lado representada, o cliente pretender o código de acesso:

4 023

Então o montador deve programar no editor os pisos da instalação respectivos:

E31 = 5
E32 = 1
E33 = 3

E34 = 4

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Piso da instalação Envios de cabina

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


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N° documento I Rev. 4 EL 960024A maio. 96
Ficheiro I NSTALAC.DOC 1...fJ.2k
tl
• EfACEC Elevadores, S.A.
o código de acesso é programado no editor de programação e teste nos parêmetros E31,
E32, E33 e E34 pela ordem de introdução desse código.

Obrigatóriamente o código de acesso é uma combinação de quatro envios de cabina.

Por exemplo, se na instalação ao lado representada, o cliente pretender o código de acesso:

4 023

Então o montador deve programar no editor os pisos da instalação respectivos:

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Piso da instalação Envios de cabina

TItulo do documento : Comando CPU - Manual de montagem

N° documento I Rev.
Ficheiro
4 EL 960024A
INSTALAC.DOC
Autor:
Aprovou:
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Data:
Data
maio, 96
:J1t...Lt:lk
mEFACEC 8evadores, SÃ.
6.10. Programação de retornos automáticos

Se se pretender posicionar os elevadores quando livres em pisos conhecidos do edificio o


comando tem a possibilidade de programar até oito pisos de retorno ( para uma bateria de
oito aparelhos ).

Os pisos de retorno são programados por ordem de prioridade sendo o primeiro o mais
.' prioritário no editor de programação e teste no~ .parâmetros E21, E22, E23, E24, E25, E26,
E27e E28.

Um elevador ficando livre, ou seja, sem'envios na cabina e sem chamadas de patamar a ele

f:~ atribuídas espera um tempo, também ele programável no parâmetro E20 ( em segundos ), e

<ii9 se durante esse tempo as condições não se alterarem o comando procura o primeiro piso de
retorno livre na bateria e envia o aparelho para esse piso.

Se um elevador já em retorno sair do retorno o comando procura um aparelho livre ou num


retorno de menor prioridade para o enviar para retorno que ficou desocupado.

Um piso de retorno programado acima do piso mais alto da instalação retira esse retorno e os
retornos seguintes de funcionamento, mesmo que programados correctamente. Por exemplo,
numa instalação com 8 pisos ( de O a 7 ) se programar E21 = 8 então não existem pisos de
retornos programados.

6.11. Ligação a rede de emergência

A ordem de comutação de uma bateria de elevadores para funcionamento em regime de


emergência é proveniente de um contacto livre de potencial do grupo gerador. Esse contacto
desencadeia o retorno automático dos elevadores ( de um modo escalonado, s6 trabalhando
um de cada vez ) para o piso de evacuação, programado em P18, onde permanecem
bloqueados. No piso de evacuação ou de retorno em emergência os elevadores ficam
bloqueados com as portas abertas e a luz de cabina acesa.

Depois de completada a manobra de evacuação um elevador é colocado em funcionamento


normal com corrente de emergência.

Para ligação a rede de emergência o quadro tem que possuir uma carta de expansão para
funções adicionais, ver esquema de ligações no anexo A deste manual (programar o
parâmetro P12 = 1 e P13 = nO total de cartas de expansão).
Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem
~ Página 35 de 40
N° documento' Rev. 4 EL 960024A Autor :~ \~~ Data: maio. 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou: ~ ~"-7 Data :)j) , ,.:ii
t]
• EFACEC Elevadores, S.A.
6.12. Ascensorista hospitalar

Esta manobra é activada por um interruptor de chave na botoneira de cabina.

Se o elevador estiver a trabalhar em regime de ascensorista hospitalar, as portas, se


automáticas, permanecem abertas enquanto a cabina estiver estacionada ao piso.

Se o ascensorista actuar o botão de viagem directa o elevador passa a funcionar por envios
de cabina, não atendendo chamadas de patamar:

o sentido de atendimento das chamadas de patamar pode ser imposto pio ascensorista
pressionando o botão de sentido de marcha respectivo.

As ordens de viagem directa e de sentido de atendimento são retiradas voltando a carregar


nos botões respectivos.

Para ligação do funcionamento em ascensorista hospitalar o quadro tem que possuir uma
carta de expansão para funções adicionais ver esquema de ligações no anexo A deste
manual ( programar o parâmetro P12 = 1 e P13 =n° total de cartas de expansão ).

6.13. Ligação a centro de comando ( utilizando os programas MCC ou


WINMCC)

Para ligação a um centro de comando centralizado de elevadores a carta do comando C.P.U.


possui uma porta de comunicação série RS232 .

Para ligação a um PC central é necessário colocar por cada aparelho um MODEM e um outro
junto ao computador.

A porta de comunicações com o centro de comando é também utilizada para ligação do PC


portátil de teste, para ligação a este computador é apenas necessário desligar o cabo que liga
ao centro de comando e ligar o portátil à carta de comando.

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


J l - (\. Página 36 de 40
N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor :!\,,';"t> \ \S'SIo;;,,~ k ~ Data maio, 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou : ~ Clb.....:7 Data :.J.J.I..i...-'li
~]
• EFACEC Elevadores, S.A.
6.14. Ligação a Centro de Gestão Técnica por contactos secos

Sempre que solicitado o quadro de comando poderá possuir uma pequena caixa anexa, com
réguas de relés e de bornes e uma carta de expansão para funções adicionais, ver esquema
de ligações no anexo A deste manual ( programar o parâmetro P12 = 1 e P13 = nO total de
cartas de expansão ), que fornecem e recebem do Centro de Gestão Técnica Centralizada as
seguintes informações por contactos secos ou livres de potencial:

a) Comandos possíveis provenientes do centro de comando:


- ordem de inibição do elevador.
- comando d~ incêndio.
- comando de intrusão.
b) Informações que o comando do elevador fornece ao Centro de Gestão Técnica.
- Posição do elevador, piso da instalação ( de O a 31 ), código binário de 5
contactos.
- Estado do elevador, código binário de dois contactos.
00 - estado normal.
01 - elevador em manutenção / conservação.
10 - elevador em reciclagem ( acerto ao piso ).
11 - erro fatal ( imobilizado ).
- Indicação do regime especial em funcionamento, código binário de três contactos.
000 - ausência de regime especial.
001 - funcionamento em regime de incêndio.
010 - funcionamento para bombeiros.
011 - funcionamento em regime de emergência.
100 - funcionamento em regime de intrusão.
101 - elevador parqueado.
110 - funcionamento em regime de prioridade.
111 - funcionamento normal com energia de emergência.
- Estado da série de seguranças.
- Estado da série de encravamentos e fechos de portas.
- Sentido do elevador, código binário de dois contactos.
00 - elevador parado.
01 - elevador a subir.
10 - elevador a descer.
- Estado do alarme de cabina.

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


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N° documento I Rev, 4 EL 960024A Autor ----'i~"'--'""""'''"'"'--y, ""'~ Data: maio, 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou t..-Lt2.1
Data: .(J
ri• EFACEC Elevadores, SA.
7. ANEXO B - Esquemas eléctricos

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Titulo do documento : Comando CPU - Manual de montagem

N° documento' Rev.
Ficheiro
4 EL 960024A
INSTALAC.DOC
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Aprovou : '.? ~ . -'"7
Página 38 de 40
maio, 96
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CIRCUITO OE ILUMINACAO OE CABINA


A LAMPADAS FLUORESCENTES OU OE INCANOESCENCIA 230VAC LAMPADAS OE HALOGENE O t2V12011
APARELHOS PORTAS AUTQMATICAS APARELHOS PORTAS SEMI-AUTDMATICAS APARELHOS PORTAS AUTDMATICAS APARELHOS PORTAS SEMI-AUTOMATICAS.

OeRIGATORIO V" TRANSFORMADOR


B
DeRIGATORIO UMA LAMPAOA
LIGADA EM PERMANENCIA
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TRI -e--
f LIGADO EM PERHANENCIA

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L _23:J:G~~A ~L~ flCS
- MINIMO DUAS LAMPADAS - - MINIMO DUAS LAMPADAS - - MINIHO 0015 TRANSFORMADORES - - MINIHO DOIS TRANSFORMADORES -

F CIRCUITO ALARHE E ILUMININACAO OE EHERGENCIA


CIRCUITO VENTILADOR OE CABINA
ELECTRIFICACAO VENTILADOR A LIGAR ELECTRIfICACAO VENTILADOR A LIGAR F "~--------------iJFKl.9
MANUALMENTE COM INTERRUPTOR NA EM SIHULTANEO COM ILUMINACAD OE CAeINA FKJ.8

G
eOToNEIRA OE CAelNA SEM INTERRUPTOR NA BOTONEIRA OE CABINA NLC "~---------------iJ FKl. 10
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Nl.C.
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5A - SINALIZAoOR DE ALARME NO PISO PRINCIPAL


o9RIOAToRIo P/MAIS UM APARELHO NO MESMO PATAMAR
B - ALT, ELECTRIFICACAO SINALIZADOR ALARME 29/03/95 I.MADEIRA I
CIRCUITO TOMADA OE CABINA A - ALTOF. ALARME PASSOU P/CABINA t5/03195 I.MADEIRA
EFACEC EJevadores. S.A.
,I
F .------( TC, ..... - PORTUGAl.

Nl.C. • C 230Y50Hl NO.ele pleno


rl7 ELECTRIFICACAO DOS CIRCUITOS: ILUMINACAO CABINA. 4EL950468
ILUMINACAO EMERGENCIA. TOMAOA CABINA. VENTILADOR
CABINA. ALARME CABINA.

______~___~_~2~_~_~3~_ _ L _ _~_ __ L_ _5~_~


950"6e.001
____6~__~_ _~7___~_~8_ _~_~g___~___1~O~__________ ___
.""'tI tu leio:
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B - ACRESC. ELECT. 10/05195 I.MADEIRA


A ."03195 I.MADEIRA
EFACEC Elevadores.S.A.
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C. E - EM APARELHOS HIORAULICOS COMANDO C.P.U. "'.IM "1_
4EL950489
A - BlP-2/BfP-2 Ha BOTOHEIRA OE CONSERvaCAO O - EM APARELHOS ELECTRICOS OU VF ELECTRIFICACAD DAS ENTRADAS MULTIPlEXAOaS
BAP-J/9fP-J NA BOTONEIRA OE CABINA ESOUEMA OE PRINCIPIO
IN~007 - OIOOOS MONTAOOS NOS BOTOES
B - PRESENtA OE CONTACTORES 950~B9.001 .ullStI tu t 110:

3 4 5 6 7 8 9 10
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CC-CPU o~ ...
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BOTONEIRA DE COMANDO EH CONSERVACAO
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MAIS Df 8 PISOS fK7.7 5
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c• CORRIGIDA DESIGNACAO FKB.6IRGONGI f2/04196 a.MADEIRA
B • ALTERADA ELECTRIFICACAO 00 SINALIZAOOA AlARME f5/03196 a.MADEIRA
A . COLOCADA ENTRADA NIVELACAD AlTERADO BORNE GONG f5/03196 a.MADEIRA.
CAP 24V 0 - - 1 - - + - - + - - - - - - - - - - - + - - - - - - - - - 0 I'K8.11 IRGONGI
ov 0--+-_...... rDI. ~; a..:r~I~ ~"CE EFACEC Elevadores, S. A.
J C Q- p. •• n .. 1i!111[~:lIB.MADEIRA • ... •• _ _ 'UOA\.
1v"'lflC~l'Y1'~ '~~, '7
A
I' C COMANDO C.P.U. No.". pleno
ELECTAIFICACAO DA CABINA 4El950490
CAATA DE Ct9INA;BDTONEIRA CONSERVACAO;CELUlAS;
GDNG;BAr~AIA ALARME E LUZ EMEAGENCIA
950490.002 lultSUtuldO:
2 3 5 6 7 8 9 tO
PISO O PISO I PISO 2 PISO 5 PISO 6 PISO 7
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PISO 12 PISO 13 PISO t. PISO 15


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C - SEGUNDA CARTA EXPANSAO EXP-CPU G - SEXTA CARTA,EXPANSAO EXP~CPU COLECTIVO A DESCIDA C/SETAS PATAMAR
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CC-CPU CARTA COMANDO NO.ele pleno


D - TERCEIRA CARTA EXPANSAO EXP-CPU SIN-CP SINALIIAOOR PATAMAR NOS PISOS DEFINIDOS
E - QUARTA CARTA EXPANSAO EXP-CPU COMO TENDO SINALIZACAO E OU SETAS
ELECTRIFICACAO REGISTOS PATAMAR E SETAS
4El950492
F - QUINTA CARTA EXPANSAO EXP-CPU COLECTivO A DESCIDA ATE 32 PISOS
G - SEXTA CARTA EXPANSAQ EXP-CPU PATAM.OO~ ESQUEMA OE PRINCI~IO P80 2 de 2
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5UOSUtuldo:
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Elevadores. 5."
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CC-CPU CARTA COMANDO
8 - PRIMEIRA CARTA EXPANSAO EXP-CPU No.lle plano
C - SEGUNDA CARTA EXPANSAO EXP-CPU COMANDO C.P.U.
O - TERCEIRA CARTA EXPANSAO EXP-CPU 4EL950493
ELECTRIFICACAO REGISTOS PATAMAR S/SETAS
COLECTivO A DESCIOA ATE 32 PISOS
ESQUEMA DE PRINCIPIO
PATAM.DD5 SuO!t HuIIlO:
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5INALIZAOOR NA CABINA 51NALIZAOOR NO PATAMAR PI50 PRINCIPAL


A - CORRIGIDA ELECTRIFICACAo 01 / 02 a.MADEIRA 22/02/96

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EFACEC Elevadores,S,A,
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COMANDO C.P.U. No.a. pl.no


ELECTRIFICACAO SINALIZ. DE PATAMAR/CA9INA
4EL950514
COLECTIvO A DESCIDA S/SETAS
PATAM,D06 ESOUEMA DE PRINCIPIO
SUOSU tu t 110:
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SINALIlAOOR NA CABINA
__________________________ _

SINALIlAOOR NO PATA~AR
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A. - CORRIGIDA ELECTRIFICACAO 01 / 02 e.MADEIRA 22/02/96


EFACEC Elevadores,S.A.
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..... - POOO'UO"L
ELECTRIFICAR SINALIZACAO OE POSICAO SO
NOS PATAMARES DEFINIDOS COMO TENDO POSICAD No.". pJeno
ELECTRIFICACAO SINALIZ. OE PATA~AR/CABINA
4El95053t
APARELHOS CI SETAS+POSICAO EM TODOS OS PISOS
ESOUE~A OE PRINCIPIO
PATA~.007 sullStltulClO:
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MONTAn DOIS 010005 tN4007


o
11 JUNTA'LOS, SOLDA-LOS A LINHA OUE
IRA LIGAR A TODAS AS LAMPAOAS OE
SINALIZACAO OE APARELHO EM MOVIMENTO,
E
E LIGAR 24V A TODAS AS LAMPAOAS

F
o SORNE 24V SO DIZ RESPEITO
AO APARELHO A SINALIZA~ NAO
, F
INTERLIGAR COM OUTROS APARELHOS
-
ESTf CIRCUITO RfPETE-SE NOS APAnELHOS G,
COM SINALIZACAO OE MOVIMENTO
G

INTERLIGAR OV DOS ArARELHOS


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4EL96014t
5INALIlAAO OE MOvIMENTO '1 ..

96014\ ,001 suCISUtuldO:

I I 5 6 I 7 I 8 9 I 10
I 2 I 3
Ind. Correcções sem mudança de número de plano Dala Nane
A AL TERACOES DIVERSAS 1996-01-23 BMAlIR J .
B ALTERADO TPO DE PROTECCÕES 1996-06-01 B.MAlIRJ
DESIGNAÇÃO DOS CIRCUITOS
@- CORTE GERAL ENTRADA
CD - SINAlIZADORES OE PRESENÇA OE FASES DISJUNTORES USADOS OE ACORDO COM CONSUMO DOS ELEVADORES
<V @ - PROTECÇÃO DO QUADRO DE COMANDO DISJUNTOR
INTENSIDADE DE CORRENTE NOMINAL (A)
DO ELEVADOR (MOTOR). Ar( ~ lO /J I~ I$/J~ 120 /J 14A 1$ /J JIA J1/J~ 40/J UA 4J" ~ 79" ~ 100 " 114A 11$ " I$tA lle" lltA

@ ®- PROTECCÃP 00 CIRCUITO OE CABINA ~@ Ill4 16A ~ 2~ J2A 4114 6J4 804 1004 12SA 1604 2004
(ILUMINAÇAO, TOMADA, VENTILADOR).
@ 16A
@- PROTECÇÃO CIRCUITOS CASA MAQUINAS E POÇO.
(j) - DISJUNTOR DE PROTECCAO CIRCUITO TOMADAS ® Ill4 .
"

DA CASA DE MAQUINAS E POÇO.


@ /6A
@- DISJUNTO.,R DE PROTECCAO CIRCUITO DE
- IL UMINAÇAO DA CASA DE MAQUINAS. (/) /6A

® - DISJUNTO_R OE PROTECCAO CIRCUITO OE


IlUMINAÇAO DA CAIXA E POÇO. @@ /ll4

ESCOLHIDO PARA o VAlOR EXISTENTE IMEDITAMENTE ACIMA DA SOMA DAS CORRENTES NOMINAIS DE TOOO5
@ OS ELEVADORES (MOTORES) NA MESMA CASA DE MAQUINAS.
nro Dr ArAR[UIAG[M
@- INTERRUPTOR lETRAPOLAR.
®- INTERRUPTOR DIFERENCIAL TETRAPOLAR 300mA.
PARA MAIS DE UM APARELHO REPETIR CIRCUITOS 2,3,4, E 5 (VER PAG. SEGUINTE)
@- DISJUNTOR TRIPOLAR. DE ACORDO COM O NUMERO DE APARELHOS NA MESMA CASA DE
MAQUINAS .. MANTENDO-SE o
MESMO GERAL (CIRCUITO O) PARA TODOS.
@-@-INTERRUPTORES DIFERENCIAIS MONOFASICOS 300mA. O CIRCUITO 9 SO E REPETIDO SE AS CAIXAS DOS ELEVADORES FOREM INDEPENDENTES
@--<V-@-®- DISJUNTORES UNIPOLARES. A PROTECÇÃO 00 CIRCUITO DE CABINA FICA SEMPRE JUNTO DA PROTECÇÃO DO CIRCUITO Df COMANDO. '

R:fj
Data Nome
NOS C4S0S EM QUE A CASA OE MAQUINAS TEM MAIS DE Projecto 1994-07 B.M./T.oIAS IFACIC Elevadores, S.A
UM ACESSO OU QUANDO O QUADRO OE ENTRADA NAO t Desenho 1994-07-21 B.MADEIRA
fi1CILMENTE ACESSML 1.l4 ENTRADA. t
NECESSARIO MONTAR
tM SUBSTITUIÇÃO DO INTERRUPTOR TETRAPOLAR UM CONTACTOR,
t3~ Verilic.
[scala
~LI:L7J -r~~
W. de plano
Moía - PORTUGAJ
Fo
QUADRO DE ENTRADA
QUE SERA COMANDADO DE TODOS OS ACESSOS A CASA MAQUINAS
POR INTERRUPTORES.
CIRCUITOS DE PROTECÇ40 E CORTE
. 4[L940172
Toter.' A , BI
I
I I de
.. aENT1
Distribuição dos circuitos Subslihj:
Substituído:
Ind. Correcções SE:..mudança de número de plano Data Nome
R S T N PE

J_____ay~~~o_~_~~T_R~~~ ___B_________________~l:[_R~~O_~~_O~::~T~~(~S__ ---- -- -- ------ ~~~-- ~~


A AL TERACOES DIVERSAS 1996-01-23 BMAlI:l?"

r- -- -- -- -- -0- -} -} -1-
: - - - o IlJAORO OC ENTRADA DEVE ESTAR C(l(J(AOO NO MAXIMO A Lt1 t-lTRO 00 ACESSO A(ASA OC HAIlJNAS

1 (<5 R)0 - -- 1___ -- - r


-- - -- --r
I l ~ -l-~+---------·----~--~·-_--_o.o_--_-._--.--_--_'f-'__o _-0-l---_.-_-._-._.--_.--~----.
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[_~ S_ T_ ~~_ F NLÇJ


ImNlR 00 IlJAOOO OC C(J1AMJQ BORNlER 00 IlJAmo DE C(J1ANOO BORMER 00 IlJAORO OE COMANOO T(J1AOAISI T(J1AOAISI ILUMINAÇÃO n.lJMJNAÇÃO
APARELHO 1 APARELHO 2 APARELHO N oe PCX;O OA (ASA OA (ASA DA CAIXA E ro:O
00 ElEVAOOR DE HA!lJNAS OC HAOONAS 00 ElEVAIm

Data Nome

f:~
INTERRlPT(F(S ~T AOOS FORA 00 (lJAORQ OC ENTRADA.
(0)
Projecto 1994-07 B.M.lT.DIAS EFACEC Elevadores, S.A
Desenho 1994-07-21 B.MADEtRA
OfNlrT AOOS [ FA(lH[NTE A(ESSMIS DA ENTROA NA CASA [l HAWNAS

,
·El-@> Verilic.
[scala
S/ ii?!: ~~~ Moia - PORTUGAl
N" de ptaflo ro
I QUADRO DE ENTRADA
CIRCUITOS DE PROTECÇÃO E CORTE
4[L940172 •
, Toler. AIBI I de
Electrificação dos circuitos Substítti
... QENT2
Subsfiftído:
--~~--~--~-.--~ffiinl·
_---.l_ _.il5___-L-_~61oL__ __L_ ___!.7~(~,,-J--L-..JL--L--.JjL-------__,

A
APARELHO 1 APARELHO 2 APARELHO 3 APARELHO n

c ...g ... ... ...


8 8 8
•~ •~ •~ •~

n
AI AI

E
ov ~ [BP

o • /--0_----'
CHAVE NO PATAMAR
DE TOOOS OS APA~LHOS

G ~ ~

II

MONTAR UM RELE COM BASE EM CADA APARELHO


nELE COM UM INVERSOR BOBINA 24VOC rOI. I~ Elevadores.S.A.
~,
OS BonNES OV OE TOOOS OS APARELHOS ..... - POATUO","
DEVEM ESTAR INTERLIGADOS
No.II. Clleno
NOS CASOS OE BOMBEIROS NUM SO APARELHO ELECTRIFICACAO CIRCUITO BOMBEIROS 4EL960033
LIGAR IBP DIRECTAMENTE ENTRE M4 E FK5.20 MAIS DE UM APARELHO ACCIONADO PELA MESMA
CHAVE OE BOMBEIROS NO PATAMAR
960033.001 sullSUtuldO:
2 3 5 6 7 8 9 10
IV
-- .- ti}-
._~ --------------------"!.......,);.i>;~r
I.~

CALCO 180VCC CALCO 48VCC


fl I - MONTAR PncR NA PLATINE 00 QUADRO E B
ELECTRIFICAR OE ACORDO COM ESQUEMA.

2 - MONTAR Olono BY?55 NOS RORNES 00 CALCO.


TER E~ ATENCAO A POLARIDADE 00 01000.
c c
3 - FAZER INTERLIGACAO ENTRE BORNES B7 E BB.

PRCR - PONTE RECTIFICADORA CALCO RETRACTIL CR - CALCO RETRACTIL PRCR - PONTE RECTIFICADORA CALCO RETRACTIL CA - CALCO AETRACTIl
~ - ELECTRIFICAR STOP NA CABINA E PATIM MOVEL
o OE ACOROO COM ESOUEMA
16A'.OOV PARA ~ONTAGE~ E~ PLATINE) 16A1.00V PARA ~ONTAGEI4 EH Pl,AT INE) O
- LIGAR LINHAS OE CABO OE ~ANOBRA COI4 FICHAS - LIGAR LINHAS OE CABO OE I4ANOBRA COI4 FICHAS
FASTON NOS TERI4INAIS • E - OA PONTE. FASTON NOS TERI4INAIS • E - DA PONTE.
5 - ELECTRIFICAR FECHO PORTAS (IFPI A IFPn)
ENTRE BORNES B5 E B6. - LIGAR BORNES N/PI COI4 FICHAS FASTON NOS
E TERI4INAIS AC / AC DA PONTE.
6 - ELECTRIFICAR ENCRAVA~NTO OE PORTAS
(IEPI A IEPn) ENTRE BORNES B6 E B7.

r 7 - O BOTAO OE STOP NA CABINA E o PATIM MQVEL F


SAO LIGADOS ONOE ERA LIGADO o 80TAO OE ABERTURA
OE PORTAS NOS CASOS OE PORTAS AUTOMATICAS NOS B7 BB
PATAMARES E ou CABINA. 0 0
G
B - NAO LIGAR LINHAS 7 (BFP) E 8 (BAP) DA
801~IRA OE CONSERVACAO.
2
~
ASPECTO
J
SII4BOLO ELECTRICO
142
STOP NA CA8INA
'"
PATIM MOVEL
FI<7 •
G

00 01000
·0 ~ '-C o
II 9 - PROGRA~AR O ELEVAOOR PARA FUNCIONAR SEM PORTAS H
AUTOMA TlCAS (P05 • O) .

A - ALTERACOES OIVERSAS 1'/03196 a.MADEIRA

EFACEC Elevadores.S.A .
•1 J
.... 8 - PORTUGAL

COMANDO C.P.U. NII.'" pJ_


AOAPTACAO 00 COMANDO PARA FUNCIONAMENTO EM
4El960fff
APARELHOS 50 COM PORTAS SEMI-AUTOMATICAS
NOS PATAMARES (SEM PORTA CABINA)
1--5----r-~·--- - -960111.001
7 8 9 10
SUOSUtuIClO:
..
1 I 2 r 3 I :jf;h I 5 I 6 I 7 j~ 8 I 9 I 10
~~~- ,li, (

A A
..
l-

PE UO! YO! NO!


8 B
I - LIGAR MOTOR NOS BORNES 00 aUAORO U2/V2/W2

-
r;
89 810 811

C
2 - NAO ELECTRIFICAR IRVS-I E IRVO-I. ~ ~ C

3 - INTERLIGAR BORNE B9 COM BORNES BIO E BII. -


n H c
4 - ELECTRIFICAR IRVS-2 E IRVO-2 3"-'
,- MOTORIY I-

5 - COLOCAR os OBTURADORES EM IGUAL NUMERO E COM E


E A MESMA OISPOSICAO DOS APARELHOS 2 VELOCIDAOES.
- I-

6 - INTERLIGAR TERMINAL 96 TGV COM BORNE M~.


r FK!5.16 FK!5.17 FK!5 18
F

7 - MANTER ELECTRIFICACAO RESTANTE. f-

G
B - CALIBRAR TERMICO TGV PARA A CORRENTE NOMINAL
DO MOTOR (CHAPA DE CARACTERISTlCASI .
1
~ IRVS-2
1
~ IRVD-2 JL
9!5
7'TGY
911
(

-
H ~
9 - PROGRAMAR O ELEVADOR PARA FUNCIONAR COM
ACCIONAMENTO IV (P04 -01 .
~ M.

-
,
--",,-.. Nnll"
,.0, . 1996 B.M/T.OIAS rl\CEC EFACEC Elevadores. S.A. I

~
,J ••• "no IS.MADEIRA , I
.,.., se rFTfhl .... e - POATUOAL
~'i~ ,

COMANDO C.P.U. HO.lle plano


4EL960240
. I ~OAPTACAO COMANDOS lV2V A APARELHOS IV I I I I I
cuttctttUI'
9601.0.001 SutlSUtulllo:
1 I 2 I 3 I 4 I 5 I 6 T 7 T 8 "
9 I 10
"----.l...--->ot.,,----'-----"-;~~f)
--"'-------'L----'...

UTILIZAR A BOTONEIRA DE COMANDO DE EMFqGENCIA


EM TODOS OS APARELHOS COM POTENCIA IG_ .L OU
A SUPERIOR A 7,5KW.

ELECTRIFICACAO DA
BOTONEIRA OE CONANOO OE ENERGENCIA
8

ACS-I
~

c (
['-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'--'-'-'-'-,
I cc-cPU i
I
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II!lV
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II !IV
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ln 81 2; 82 82 =
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F't<!I.21 F't<!I.22
._._._._._. ._._._._.
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...
BCO-I
'-'-'- -'-'-'-'-'-' 2
_.-.-._._._._._._._._._._._._._._'- _.- '-'-'-'-
4
._._._._._.5 6
._.-._._._. ._-_.7 _._,
I E

BF'P-I
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I
1:. IE-2

1
F
BOTONEIRA DE CONANDO OE ENERGENCIA
,
I
I
F

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BAP-I
"' 1- __ ._ __ ~~ C~S~ ~E_N~Q~I~A': _______________________ ._._._. ___ ..J

G G
81

H H

Elevadores, S.A .
./
..... - _ruo","

IE INTERRUPTOR DE COl4l.llACAD HORNALlEMERGENCIA COMANDO C.P.U. No."e pleno


BES BOTAD DE SUBIDA EM EMERGENCIA
BEO BOTAO DE DESCIDA EM EMERGENCIA
CIRCUITO DE MANOBRA DE EMEnGENCIA -1EL960322
BOTONEIRA OE EMEAGENCIA NA CASA DE MAOUINAS
ELECTRIFICACAO
EMERGENC .OO! SUOSUtu IcJO:
2 3 5 6 7 8 9 10
3 :~',b'" 6 7
m~},.
1~ ~.; J B

I B20R IK2
02 6A
2

n E

I ___ _

c
DESLIGAR)

o IJ

F E
DESlliiAf'L---)

CAB9 BLINDAOO 3 • 0,5,. T • MALHA


F F
" CABO CONvERSOR/MOTOR

G MATERIAL NECESSARIO P/EXECUTAR ADAPTACAO: MOTOR LIGADO EM TRIANGULO '~fftf::t-


,-=-'
·V~ :,:
CAIXA DE TERMINAIS 00 MOTOR
LI/PIF - BORNES DE APERTO 2,5~.2 P/CALHA OMEGA. , ' LIGACAO EM TRIAHGUlO
LI/PIF - ETIQUETAS PARA BORNES.
INSTRUCAO PARA MONTAGEM CONVERSOR:
, W2 U2 Y2'
l _________ _ ,
RVA/RVF - 2 RELES ~vCC REF.~0.31.9.02~ FINDER
H CON BASES 95.63 FINDER (OU EQUIVALENTE) MONTAR CONVERSOR NO OPERADOR O MAIS PROXIMO H
POSSIVEL 00 MOTOR,
KAP/KFP(TENP.) - 2 BLOCOS TEMPORIZAOOS OKZT 1-30
STPONBERG (OU EOUlvALENTE) . FIXAR CALHA OMEGA AO LADO 00 CONVERSOR PARA
MONTAGEM DOS RELES RVA E RVF.
RI - RfSISTENCIA B20R/O.25M
(CINZA, VERMELHO, CASTANltO) EXECUTAR ELECTRIFICACAO OE ACORDO COH ESQUEHA.
R2 - RESISTENCIA IK2/0,25W
(CASTANHO,VERMELHO.VERNELHO)
10 C. CALHA DIH PERFIL OMEGA. EFACEC Elevadores,S.A.
CONVERSOR FREOUENCIA VACON CD2 DE ACORDO
CON POTENCIA DO HOToR DE PORTAS.
C. P. U. No •.,e pJeno
IN4007 - 2 DIODOS 1000V/IA,
AOAPTACAO DE OUAOROS PI FUNCIONAMENTO COM PORTA
30c~ CABO BLINDADO 3 • O,5~~2 • T • MALHA. COMANDADAS POR CONVERSOR OE FREOUENCIA vACON
TIPO C02 1208 • 2~OvAC)
960275.001 ELECTRIFICACAO APARELHOS C/UMA PORTA CA8INA subStltuldD:
2 3 5 6 7 B 9 10
c. " :Jtijr
.. ,.
QillLí'
J3 J3 FIeIl.2 F1e7. ! F1e7.:I
nO.1I
I
A
02 6A CLP CLP2
2
H _ _ __ 143
R
8 B
MJ
DESLIGAR
,
c C

B20R lK2 BZOR lK2


DESLIGAR
o o

I
r
l_._._._._-_._.- __ __ __
OUAoRo PARA COMANDO DUAS PORTAS COM v.r.
-- _. . . ._._._- --'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-'-
E

F F

PN

CABO CONvEnsoR/NOTOR

J ._._. --- '----,i


v~ :1:
G ,- PE VACoN CD (PQRT A 11
COM +IOV AIV COM .!OV AIV

I
:-ffff::I-
I -=- I l.:V--tFII--tRV _________ PE U V
w _________ _ !'EU
v w ___ .___ ._. _______ J
~
I
I
l _________
.. 2 U2 V2.!
.- I
I
~~.-+-
H

PI P2 PJ
CAIXA OE TERMINAIS DO MOTOR
I IGACAO EM TRIANGULO 1 I
t<rp
2
MOTOR LIGADO EN TRIANGULO MOTOR LIGADO EN TRIANGULO
CABO BLINDADO 3 x 0.5 + T + MALHA CABO BLINDADO 3 x 0.5 + T + MALHA
INSTRUCAO PARA MONTAGEM:
a.NIl .OIAS
a.MA EIRA
[~Cl

EFACEC Elevadores.S.A.
J
MO"IUR CADA CONvERSOR NO OPERADOR O
MAIS PROXIMO POSSIVEL DOS MOTORES.
FIXAR OUADRO COMANDO OUAS PORTAS. NUM LOCAL C.P.U. NO.lle .,J_
00 TECTO ONOE NAO DIFICULTE O ACESSO E NAO SEJA AOAPTACAO OE OUAOROS P/FUNCIONAMENTO COM PORTAS 4El960311
FACILMENTE DANIFICADO. COMANOAOAS POR CONvERS. FRED. YACON TIPO C02
ELECTRIFICACAO APARELHOS C/DUAS PORTAS CABINA
EXECUTAR ELECTRIFICACAO OE ACOROO CON ESOUEMA. 960311.001 PlIg.1 ellI 3 sUOSUtulelo:
2 3 5 6 7 8 9 10
A

MATERIAL UTILIZADO NO QUADRO COMANDO 2 PORTAS:


PA/Pf/OV/M3/CI/C2/C3/C~/C5/C8/C7/C8/C9/CI0/CII - "

80RNES OE APERTO 2. 5~.2 PARA CALHA OMEGA. ELECTRIFICACAO DAS SERIES DE PORTAS B
8
PA/Pf/OV/MJ/CI/C2/CJ/C~/C5/C6/C7/C8/C9/CI0/CII -
ETIOUETAS GRAVADAS PARA 80RNES. r--------------------------------------------
I
ELEVADORES COM PORTAS OE PATAMAR SEMI-AUTOMA TICAS
.
I
I
RVAT/RVFI/RVA2/nVF2 - 4 RELES 24VCC 40.31.9.024 PORTA 2 PORTA PORTA 2
110m A 1
c COM BASES 95.83 F INOm (OU EOUIVALENTES) . c
CONDUTOR FLEXIVEL 0.5 •• 2. õ:l
.... BIIA
RPI/RP2/RPJ/RP~ - ~ RELES 2~vCC ~0.52.9.02~ I
I
COM BASES 95.65 FINDER (OU EOUIVALENTES) .
J
n RI/R3 - RESISTENCIAS 820R/0.25W o
(CINZA. VERMEUICl. CASTANtlCl) 911 117

R2/R. - RESISTENCIAS IK2/0.25W


(CASTANHO. VERMELHO. VERMELHOl
,
PORTA 1 PORTA 2 E
r 6 - OIOOOS IN4007 (IOOOV/IA). I
I
CALHA OIN PERFIL OMEGA. I
I
CAIXA PLASTlCA 2~OXlgOXgO (GWEISS!. I
I I
F F
L ___________________________________________
I ELEVADORES COM PORTAS OE PATAMAR AUTOMATICAS JI
MATERIAL NECESSARIO P/EXECUTAR ADAPTACAO:
CONVERSORES FREOUENCIA VACON C02 OE ACOROO
COM POTENCIA 00 HQTORES OE PORTAS.
G OU ADRO PARA COMANDO DUAS PORTAS V.F. G
PIF/LI/P~/P5/P6/B5A/B6A - BORNES APERTO 2.5~~2
PIF/LI/P./P5/P6/B5A/B6A - ETIOUETAS PI BORNES.
KAP/KfP(TEM~~l - 2 BLOCOS TEMPORIZADOS OKZT 1-30
II STROMBERG (OU EOUIVALENTE! . H

60c~ CABO BLINDADO 3 x 0.5~~2 • T • MALHA.


CLP2 - CELULA EFACEC CON ACESSORIOS OE MONTAGEM.
(CLP CELULA PERTENCENTE AO MATERIAL STANDARD) .
OBTunAOORES 3 x No. ACESSOS PORTA 2.

EFACEC Elevadores.S.A. I

Me,. - _rUGAL J I

No.ere IIJlno
ADAPTACAD DE OUADROS P/FUNCIONAMENTO COM PORTAS 4EL960311
COMANDADAS POR CONVERS. FRED. VACON TIPO c02
ELECTRIFICACAO APARELHOS C/DUAS PORTAS CABINA
960311.002 PIO.2 III 3 IUOSUtuIIlO:
2 3 5 6 7 B 9 10
--------------------._----~
-- -~
-- - I: :,
~/
-----
ZONAS DE PORTAS
CLP CLP2 A
I- I-
l-

OBSERVACOES:
--------:) fUNCIONAMENTO OE rOmA I E rOf11A 2 a
n PISO n I I-
CLP - CELULA MONTADA AO LADO DA CELULA CIMP
ZONA DE PORTAS 1 t-
CLP2 - CELULA ADICIONAL - ZONA DE PORTAS 2
c
c NA COLOCACAO DOS OBTURADORES DAS ZONAS DE PORTAS I
GARANTIR A CONJUGACAO ENTRE ZONAS DE PORTAS ,.....',
E CELULA DE IMPULSOS COMO INDICADO EM 4EL950631
CLP FUNCIONA COMO ZONA DE PORTAS E AUTORIZA A o
(J ABERTURA DA PORTA ,.
--~) FUNCIONAMENTO OE PORTA 1 r-
I-
CLP2 TEM O MESMO FUNCIONAMENTO QUE CLP NO OUE
RESPEITA A SUA ACTUACAO NO COMANDO (FUNCIONA COMO I

ZONA DE PORTAS) E ALEM DISSO AUTORIZA A ABERTURA E


r DA PORTA 2.
r-
NOS PISOS ONDE SAO AUTORIZADAS AS DUAS PORTAS
CLP E CLP2 FUNCIONAM COMO UMA 50 ZONA DE PORTAS
AUTORIZANDO CADA UMA (CLP E CLP2) A ABERTURA DA F
r RESPECTIVA PORTA.
-

G
--~) FUNCIONAMENTO OE PORTA 1 E PORTA 2
G
r-

II

" l-

l-
i
--~) FUNCIONAMENTO OE PORTA 2
rOI. OlHA
1996 _NO'"'
a.MIl . DIAS ~
rl\CEC EFACEC EJevadores. S. A.
p_••• n,,01~!l/05196 B.MAõêIRi J,
Iv-;:';'~~ !;7ii9i;I~~ • "'.A - I'OA'UOAL
,

COMANDÓ C. P. U. No .111 plano


AOAPTACAO OE OUAOROS P/FUNCIONAMENTO COM PORTAS 4El960311 I

COMANDADAS pa~ CONVERS. FREO. VACON TIPO C02 I J I


COLOCACAO OBTURAJORES APARELHOS 2 PORTAS CABINA 15uD5tltul'

-====--'I__-'2c_ ___.lI_ _--'3~_ __'5~_ ...!,6~__1...L__9_6O...!.;:..-I_I._00_3_...l-I_-E8!...-_-...l-I_~9!...-_-.L.I_P-IIQ!.l1OL_ _ _3_'_uDS_t_lt_U_III_O_:_ _.-J


3 d1
---------1'-. __.lI_ _...:.4:!__ ___1.r_ _ __LI_ _
I_ _ _ _ _ _..A.-_--'_ _-'"-_ _ ""--_--><_ _-.L.--'::~~ .:. '.•'.·""-~·--....I-----"5<-.---'-
~,
~ . - _ _6._ __'__
- __"7___<~
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~~~1{'f-L..:-_~
.. _ ____L_ __ i l_ __JL...-_-oLX__ _ _ _ _ _ _ _ _..,

PORTAS COM MOTORES TRIFASICOS


r---------------------
1 PI P2 PJ PIA :
A A
B-QC 1
ELECTRIFICACAO DAS SERIES DE PORTAS

~-r:Z;R-L;G:C~O
r--------------------------------------~----,
1 ELEVADORES COM PORTAS DE PATAMAR SEMI-AUTOMATlCAS I
2~Y
- - - - ENTRE PI E PIA PORTA 1 PORTA 2 PORTA PORTA 2
8
CLP CLP2
r
-- 1- -
I
- r----'1
1 CAB-CPU
1 1 1
C L __ L _ !K}! J
r ,
I
CJ
------- PORTA 1 PORTA 2
n
OUADRO PARA COMANDO
OE DUAS PORTAS ..
a.
~
o

E 1
II
RP2
II
I, .
RP2
1
~ ______
1 ELEVAOORES __
COM _ _ _DE
PORTAS __ ____
PATAMAR _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ JI
AUTOMATlCAS
I

E
II

ELECTRIFICACAO DE ENTRADAS
_._._.-;'-'-- F

L
F :;ã~C;-'-'---'- _._._._-_._._.~.- ~
OV

'----
1
1

.... ov
~-h-
""
------. - -. -,'-
"" ~ ~

CRPI CRP2

T,
MATERIAL NECESSARIO P/EXECUCAO 00 QUADRO: MATERIAL P/MONTAR NA INSTALACAO:
RP1/RP2 - RELES 2~VCC REF.60.13.9.2~ FINOER, CLP2 - CELULA EFACEC COM ACESSDRIDS OE MONTAGEM
COM BASES REF. 90.23 FINDER (OU EQUIVALENTES). (CLP CELULA PERTENCENTE AO MATERIAL STANDARD)
rOI· EFACEC Elevadores,S.A.
J - RELES 2~VCC REF.~O.31.9.2~ FINOER,
np3/RP~ B5A/BSA - BORNES 2.5mm2 PAnA CALHA OMEGA. J
COM BASES REF. 95.63 FINDER (OU EQUIVALENTES).
OBTURADORES 3 X No. ACESSOS COMANDO C.P.U. No •• p'eno
U/V/"/tU/1V/I"/2U/2V/2"/CI/C2/C3C~/C5/M3/0V
BORNES OE APERTO 2.5mm2 PARA CALHA OMEGA. AOAPTACAD QUADROS PARA COMANDO DE 4El960229
DUAS PORTAS A IBO ou
A 90 GRAUS
MOTORES DE PORTAS TRIFASICOS
lN4007 - 2 DIOOOS 100V/1A
980229.001 PIO. 1 cri 3 sutlSUtulClO:
2 3 5 6 7 8 9 10
_ _ _ _ _ _ _""'-_ _....L.._ _..I2"--_ _J....._ _.l
_ _ _....L...-:',f.c;;r:!04_ _--lI-_~:Jl.__ _J....._ _:!J1ol.-_ _..1-_ _...!-.....,'!.::,.;;i)-L...!-_Jl._ _--1_ _~!-_.-.JL-_--.l.lL_ _ _ _ _ _ _ _ __,
r- ~ ~
PORTAS COM MOTORES MONOFASICOS
1------------------1
A 1 PI PI PIA I A
ELECTRIFICACAO DAS SERIES DE PORTAS
B-OC
_ _ _ _ _ _ -1
I
r-------------------------------------------,
I ELEVADORES COM PORTAS OE PATAMAR SEMI-AUTOMATlCAS I
.--_ _----+---+-...,Il"V PORTA 1 PORTA 2 PORTA PORTA 2
8 B
CLP CLP2

1- - - I
1
r cÃo-:'cPü ' 1
1 J

c
1
L __ I ____
L F1(7.11 JI c
----------------------------------------- ,
I
PORTA 1 PORTA 2 I
DUAORO PARA COMAN{)Q I
n OE DUAS PORTAS I o
I
I I

I"
IL ELEVADORES
______ __
COM _ _ _OE
PORTAS __ ____
PATAMAR _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ JI
AUTOMATlCAS
... ... E
RP2
II II II

F
lU IV lN OV
-·- ·_·_·-·_·_·_·_·_·_-_·_·_·-·_·-·_·_·_·_·_·
ELECTRIFICACAO DE ENTRADAS
CAO-CPU
N N -
F

. . . . . ...
L.
Oy .; ,.;,.;
L -_ _. . . . . ... "
'-'-'1==-'-'-'-'-'----- -_._._._.- '-'-' G
G
t CRPI
_t FCAPt rSEt

H H
rSE2

I
MATERIAL NECESSARIO P/EXECUCAO DO QUADRO: MATERIAL P/MONTAR NA INSTALACAO:
RP1/RP2 - RELES 24VCC REF.60.13.9.24 FINOER. CLP2 - CELULA EFACEC COM ACESSORIOS DE MONTAGEM
co~ BASES REF. 90.23 FINOER (OU EQUIVALENTES). (CLP CELULA PERTENCENTE AO MATERIAL STANDARD)
EFACEC Elevadores.S.A .
./ RP3/RP4 - RELES 24VCC REF.40.31.9.24 FINOER. BSA/B6A - BORNES 2.Smm2 PARA CALHA OMEGA. ... •• - _TUGA&.
CO~ BASES REF. 9S.63 FINOER (OU EQUIVALENTES).
OBTURADORES 3 x No. ACESSOS COMANDO C.P.U.
U/V/W/1U/1V/1W/2U/2V/2W/Cl/C2/C3/C4/CS/M3/0V AOAPTAC~O QUADROS PARA COMANDO OE
SORNES OE APERTO 2.Smm2 PARA CALHA OMEGA. DUAS PORlAS A 100 ou A 90 GRAUS
MOTORES OE PORTAS MONOFASICOS
lN4007 - 2 DIOOOS 100V/1A 9110229.002 Peg.2 dI J sUOttltuldo:
1 2 3 5 6 7 8 9 10
_ _ _ _---"'_ _-'-1_ _2'"--_---11_ _.....31-_-1-1 ~~{'--~;'_=4"--~~~~I~~~~~5~~~~_'TIL_-_-_-_-...>~6-_-_-_-_..,~I~~~::..L7~t'i.l.;1!f";;;oW}_/_'J~.__--'...>8=;::'====:1====;g====='=-I===-:. .11;.
. 0=====::::::::::::'-
ZONAS DE PORTAS
CLP CLP2

1-.
- - 4 ) FUNCIONAMENTO OE PORTA 1 E PORTA 2 OBSERVACOES:
B
CLP - CELULA MONTADA AO LADO DA CELULA CIMP
ZONA DE PORTAS 1
CLP2 - CELULA AOICIONAL - ZONA DE PORTAS 2
(
NA CDLOCACAO DOS OBTURADORES DAS ZONAS OE PORTAS
GARANTIR A CONJUGACAO ENTRE ZONAS DE PORTAS
E CELULA DE IMPULSOS COMO INDICADO EM 4EL9S0631
-
o CLP FUNCIONA COMO ZONA DE PORTAS E AUTORIZA A
ABERTURA DA PORTA ,.
-- --4) FUNCIONAMENTO DE PORTA 1
CLP2 TEM ~ MESMO FUNCIONAMENTO QUE CLP NO QUE
RESPEITA A SUA ACTUACAO NO COMANDO (FUNCIONA COMO
E ZONA DE PORTAS) E ALEM DISSO AUTORIZA A ABERTURA
DA PORTA 2.
NOS PISOS ONDE SAG AUTORIZADAS AS DUAS PORTAS
CLP E CLP2 FUNCIONAM COMO UMA SO ZONA DE PORTAS
r AUTORIZANDO CADA UMA (CLP E CLP2) A ABERTURA DA
RESPECTIVA PORTA.

G - - 4 ) FUNCIONAMENTO DE PORTA 1 E PORTA 2

1/

-
- - 4 ) FUNCIONAMENTO DE PORTA 2
- ",.01. Oel-
199!J_ B.NIT .01A5 ~
Nnlle r~C[[: EF ACEC Elevadores. S. A.
,I b ... n"o 1~/C"'/1I6 H.NADE RA • '
t- 1v."llIcC1·~/~/1~1 ~ "i."h.::J. - •• - IIOArUOAL

COMANDO C.P.U.
ADAPTA CAD OUAOROS PARA COMA!()() OE 4EL960229
, I
DUAS PORTAS A IBO ou
A 90 GRAUS I
COLOCACAO OE OBTURADORES
960229.003 Peg.] d.] lutlSUtuldo:
1 I 2
_ _ _ _ _ _ _--'-_---'_---'=--_-'--_~ _I 3 I 04
_1__-=-_ I
____L_ 5
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____'L_____!~_..l..__..!.__ 7 I
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__.JL____.!.lL_ _ ____ _
I I I I

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S S -
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L E
C C
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_.. ~ " O - -
N

I
I

I Dai2 Nome ~
"rojeclo 1993-11
I
I T-D/l[/B.M IfACEC EFACEC Elevadores, S.A.
~~
L:.J ~ ~ú~ese~n~~oT1~99~3-~1:-u23~I~B~.MA~OE~IR~A~~.~~
rieriflc I.L Y!1/fJsl L ri) ~ ____~~~~~~~
Moia PORTUGAL
Escala / ~t. de plano FOI~a

BOTONElRA DE CONSERVAÇÃO
4[L950532 1
i Ole~
- I I de2
ASP[CTO DI-. CA/XI-. SuoslltL!
S:J~stlTu::=
1--- 1

STOP INSPECAO

1

~
I
rr
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3

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2 4

SUBIR I
I
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TOMADA i
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C FECHO DE PORTAS
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i

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1 ABERTURA DE PORTAS
I
rn
I
II

. I
I
I

. 8

Ponta com 1,5 metros de cabo de manobra

I Dala Nome

i:~
Prolecto 1993-11 lO /TL/B.M. IFACEC Elevadores, S.A.
Oesenllo 1993-11-23 BMAOEIRA
G$ VeriflC
Escala
J3!,.({jt';S /- ";"J\ '_"'7
I
Maia - PORTUGAL
W. de plcr.: Folna

BOTONElRA DE CONSERVAÇÃO
4[L950532 2
i Ole~ I de 2
- i i

BTCONS~
Esquema eiectrico SubstltL:
Sunstltu!c:
. -- . _ _ .'W
.""""".",
I~-I
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r'- -
I

I I

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R R
GG
E E
N N
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C C
~':o:i: I Y - -
A

1
I

Data Nome

i:~
ProJecto 1996 BM/T.DJAS EJACEC Elevadores, S.A.
Desenho 19%-06-12 BMAOEIRA
G~ Ver~lc
Escala
112/t/1C ~~~7 /Jaio
N". de pIam
PORTUGAL
Folha
COMANDO C.P. U.
BOTONEIRA DE EMERCENCIA
4[L960477 1
100er
- I I I
1 de 2
960~77 ASPECTO DA CAIXA Substitui
SuoslltUlO:
lU ffACEC Elevadores, SA
8. ANEXO C - Mapas de multiligações

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Titulo do documento : Comando CPU - Manual de montagem


. ti - \\ Página 39 de 40
N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor :~ \~~ Data: maio. 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou:'Y ~
-. Data J4LL1.2..I
1m &ACfC 8evadores, SA
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Thulo do documento Comando CPU - Mapas de multiligações N' documento I Rev.: 4EL960030 Autor .-,-\""""--,,,,,,,-,,,~;--..,-<... Data: janeiro. 96 Página 1 de 2
Ficheiro :MAPAS.DOe Aprovou Data :~.LJ!Lj
IliIlfACfc 8evadores, SA

T(tulo do documento Comando CPU - Mapas de multiligações N' documonto I Rov.: 4EL960030 Autor Data: janeiro, 96 Página 2de2
Fichoiro :MAPAS.Doe Aprovou Data:1v...1..J ,-
I'lál Correcções sem muoanc;a ce níJ1Iero oe Dlaro 'I Cata Nome
A Alterado disposição de olguns compone~lles I 03/95 BMaQelra
SERIGRAFIA B Alterocões diversos 09/95 BMaQelra
257,8 •
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Prolecto
Data

Desenho 1995-07-03
Verl!c.
Nome
T.DIAS
B.MADEIRA
f:l EfACEC Elevadores, S.A.
Moio - PORTUGAL
Escala N°. de piano Folha
COMANDO C.P. U.
1: 1 3fL950009 8
TOler
PLACA OE COMANDO
de 11
. \950009A9
M/CRO-PROCESSADOR
rJ• EFACEC Elevadores, S.A.
9. ANEXO o - índice alfabético de abreviaturas

Titulo do documento: Comando CPU - Manual de montagem


40 de 40
N° documento I Rev. 4 EL 960024A Autor maio. 96
Ficheiro INSTALAC.DOC Aprovou: Data: 1..6...-'2.f
-~-----

,"Da)
• EFACEC Elevadores, S.A.

Indice alfabético de abreviaturas

t:le!va'lor de 1 velocidade
t-IA1i1::l0Inr de 2 velocidades

: •. j

Contacto aberto

emergência. c

Contacto aberto

~) --~~~~~~~~~~--~~~-pa~t-a-m-a-r-p-ar-a-d~e-s-ce-r-d~o-s-p~is-o-s~1~a~3~1~S~6-n-o-s-c-om--a-nd~0-s--~~--~~~
à subida e à descida
de registo de patamar dos pisos Oa 31 S6 nos comandos colectivos
à descida
de registo de patamar para subir dos pisos O a 30 nos comandos colectivos selectivo
subida e à descida

Localizada na calha de conservação

Loc:au:zaCla no comando

'''n"1,<>n"" colectivo selectivo à descida com setas


COSS - Comando à descida sem setas

Titulo do documento: Comando C.P.U. - Indice alfabético de abreviaturas


N° documento:4EL960139A Autor: ~ \q-ct:nCJw.~ Oata:J!.L.L_/4 6
Ficheiro: ABREVIAT.xLS Aprovou: ~ Oata:~.1.J~/...!1.L Página 1 de 6
R9 UACEC Elevadores, S.A.
mls

nos comandos com variação


frequência acima de 1 mls

de impulsos à subida e à
mls

de localizaçâo de portas todos os elevaQores, inclusivé


I eu'!valOOlres sem porta na cabina

colectivo selectivo à subida e à descida

itos diversos

Carta de expansão... do comando CPU ... referem o n° da carta de expansão (


1a7
de expansão de registos de cabina localizada na calha de conservação
em elevadores com mais de 20 pisos

Interruptor de fim de curso de porta a fechar

"""'''''Tr''"ica x=

ização sonora de chegada ao piso colocado na cabina

Interruptor de bombeiro de cabina


Contacto fechado obrigatório
Interruptor de bombeiros de patamar

Titulo do documento: Comando C.P .~~fce alfabético de abreviaturas


N° documento:4EL960139A Autor: ~ ~ Data:JL/~/..i6.
Ficheiro: ABREVIAT.XlS Aprovou: Y ru~7 Data:-.LlJLI--.!l:.L. Página 2 de 6
• JEFACEC Elevadores, S.A.
rACI
tC _ Comutador de fV\rl~"I"'''''''1!!o1'\
IC -1 _

Não atende chamadas corr


vazia

:~--------Im~~~~~~~~~~~~------~--------------------
'''':';'w'

de abertura de portas
KD _ Contactor de descida
KE _ Relé de detecção de falta de energia da rede para I
daUPS
KES _ Contactor de arranque em estrela Presente em elevadores hidráulicos de
arranque estrela triângulo

Titulo do documento: Comando C.P ~ - Indíce alfabético de abreviaturas


N° documento:4EL960139A Autor: No \oçsQfL...~ Data:.l2.-IÍ-ljL
Ficheiro: ABREVIAT.XLS Aprovou: L ~ Data:~.1..-'L-IJ..L Página 3 de 6
mEFACEC Elevadores, S.A.

arranque estrela U,."..,onto em elevacIOr€~s de


rranque estrela triângulo

KTR Contactar de arranque em triângulo nos elevadores


hidráulicos de arranque estrela I triângulo. Contactar do
travâo nos elevadores eléctricos.

Igual para todos os tipos de comando

LRD1 a LRD31 chamadas de patamar nos colectivos selectivos


á subida e à descida
S6 nos comandos colectivos self~ctl'VOS
á descida
S6 nos comandos colectivos selectivos
à subida e à descida

MPA Motor para accionamento da porta de cabina


MUX1 a MUX 4 _ Multiolexaaem de comuns das entradas Liaadas cada 2.5 ms em cada ms

MVC _ Motor do ventilador da cabina

normalmente fechado
NIV Bobina de actuação da rampa de renivelação

Titulo do documento: Comando C.P.~~bétiCO de abreviaturas


N° documento:4EL960139A Autor:' ",kG Data:J2..-'-~-'~
Ficheiro: ABREVIAT.XLS Aprovou: té
V2H' 7
Data:--L2.L.J_'-2..L Página 4 de 6
• J EFACEC Elevadores, S.A.
,"UACf

Rf!1r1jc::trlC:: de cabina dos pisos O a 31 Igual para todos os tipos


,,,-"'"7
P).
. :::...':;~ ..
-----=""~~..,....,......,-...,....---.,..-~----------+----------­

de patamar para descer dos pisos 1 a 31 nos comandos colectivos S81jeCtlVOS


subida e à descida

RNIV _ Relé de renivelação


) RPO a RP31 _ Chamadas de patamar dos pisos O a 31 S6 nos comandos colectivos selectivos
à descida
RS Relé de subida
RSO a RS30 _ Chamadas de patamar para subir dos pisos O a 30 nos comandos colectivos selectivos
à subida e à descida
RUN _ Relé de autorização
RV1 _ Relé de velocidade V1 ( 18 velocidade)

velocidade de conservação

ou de

Titulo do documento: Comando C.P. • - Indice alfabético de abreviaturas


N° documento:4EL960139A Autor: ,~ ata:jl..-'~/~
Ficheiro: ABREVIATXLS Aprovou: r
tà:??:l Data:...d.2L.i.....J.-2.L Página 5 de 6
lACE,
• EFACEC Elevadores, S.A.
de sinalizadores de posição e setas para a cabina

SM 11 O _ Módulo de detecção temperatura


STOP _ Botão de paragem de emergência Situado na botoneira de conservação

TC _ Tomada de cabina
Relé térmico protecção à velocidade
Relé térmico de protecção do motor.
Relé térmico de protecção à pequena velocidade

Elemento de paragem da máquina

Fonte de alimentação ininterrupta

Condutor de terra

Elevadores hidráulicos
Electroválvula de nivelamento Elevadores hidráulicos
Eletroválvula de arranque estrela triângulo Elevadores hidráulicos

Titulo do documento: Comando C.P. . - Indíce alfabético de abreviaturas


N° documento:4EL960139A Autor: , \ ~ Q ~\.Data:JL-,-_6:_I-..5::L
Ficheiro: ABREVIAT.XLS Aprovou: Z::..!dr';; Data:#!-.-L1 ? " Página 6 de 6