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Escola Profissional de Setúbal

RELATÓRIO

UFCD 4538 – Caudais e válvulas

Válvula de diafragma

Realizado por:

Nome: Débora Alves, n.º7

Turma: TCL-TQI 2016/2019

Disciplina: Tecnologia Química

Professora: Mª de Fátima Santos

Ano letivo: 2017/2018

Data de realização:08-05-2018

Data de entrega: 23-05-2018


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Índice
1. Introdução.............................................................................................................. 2

2. Termómetro .............................................................................................................. 3

2.1. História do termómetro ....................................................................................... 3

2.2. O que é? ............................................................................................................ 3

2.3. Temperatura ....................................................................................................... 3

2.3.1. O que é? ...................................................................................................... 3

2.3.2. Como se mede?........................................................................................... 4

2.4. Escala termométrica ........................................................................................... 4

2.4.1. O que é? ...................................................................................................... 4

2.4.2. Princípios gerais .......................................................................................... 4

2.5. Termodinâmica................................................................................................... 5

2.5.1. Conceito ...................................................................................................... 5

2.5.2. Capcidade térmica ....................................................................................... 6

2.5.3. Equílibrio térmico ......................................................................................... 6

3. Termómetro a gás..................................................................................................... 7

3.1. Com volume constante ....................................................................................... 7

3.2. Relação do termómetro com temperatura .......................................................... 7

3.2.1. Como medir uma temperatura T desconhecida............................................ 8

3.3. Constituição de um termómetro .......................................................................... 8

3.4. Funcionamento................................................................................................... 9

3.4.1. Tipo de gases utilizados............................................................................. 10

3.4.2. Como fazer uma curva de calibração ......................................................... 11

3.5. Aplicações ........................................................................................................ 11

3.6. Caracteristicas principais .................................................................................. 11

7. Conclusão ............................................................................................................... 13

Bibliografia .................................................................................................................. 14

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1. Introdução
O corrente relatório, referente à disciplina de Tecnologia Química, tem como tema o
termómetro a gás. Este tema é interessante, visto que usamos termómetros no
quotidiano para medir a temperatura no corpo das pessoas, equipamentos industrial,
sala de aula, motor de automóveis e outros. O objetivo deste relatório é apresentar o
termómetro a gás.

Durante este relatório, na primeira parte iremos falar um pouco sobre a história do
termómetro, o que é, a temperatura e como se mede, a escala termométrica e os
principios gerais, o conceito de termodinâmica, capacidade térmica e equilibrio
térmico. Na segunda parte iremos falar sobre o termómetro a gás com volume
constante, a relação do termómetro com a temperatura a sua constituição e
funcionamento, as várias aplicações e caracteristicas principais e por fim uma breve
uma conclusão e bibliografia.

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2. Termómetro

2.1. História do termómetro


Atribui-se a invenção do termómetro ao matemático,
físico e astrônomo Italiano Galileu Galilei (Figura 1).
Em 1592 usando um tubo invertido, com água e ar,
criou uma espécie de termómetro no qual a elevação
da pressão exterior fazia com que o ar dilatasse e, em
consequência, elevava o nível da água dentro do tubo.

Inicialmente se fabricavam os instrumentos com base


na dilatação, com preferência nos materiais com
elevado coeficiente de dilatação, assim com o aumento
da temperatura, mesmo sendo pequeno, sua variação
no comprimento era facilmente visível.
Figura 1 - Galileu Galilei
2.2. O que é?
É um aparelho usado para medir a temperatura ou as variações de temperatura. É um
instrumento composto por um elemento sensor que possua uma propriedade
termométrica, isto é, uma propriedade que varia com a temperatura. O termómetro
(Figura 2) é um sensor de temperatura.

Figura 2 - Termómetro

2.3. Temperatura

2.3.1. O que é?
A temperatura é, talvez, a grandeza física mais considerada no dia-a-dia. No domínio
científico a temperatura está presente em quase todos os fenómenos naturais e quase
todas as grandezas físicas dependem da temperatura. Contudo a sua compreensão
não é fácil e requer uma reflexão demorada.

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2.3.2. Como se mede?


A temperatura é medida através do grau de agitação das moléculas de um sistema,
sendo assim não podemos medi-lá diretamente, precisamos estabelecer padrões
observando as alterações dos objetos analisados, como os efeitos da dilatação
térmica e a resistência elétrica.

2.4. Escala termométrica

2.4.1. O que é?
Uma escala termométrica é definida por conjunto de valores atribuídos a um mesmo
corpo em diferentes temperaturas, mediante a correspondência de uma equação
termométrica ou uma lei de dependência.

A escala mais usada na maioria dos países do mundo é a Celsius (°C). Nesta escala,
o parâmetro é a água congelada, com 0 °C para o ponto de congelamento e 100 °C
para o ponto de ebulição. Outras escalas são a Fahrenheit e Kelvin.

A baixo temos representada uma imagem com a comparação das escalas (Figura 3).

Figura 3 - Comparação das escalas

2.4.2. Princípios gerais


A maneira mais fácil de estabelecer uma escala termométrica é achar uma substância
que possua uma propriedade que se modifique de modo a regular a temperatura e que
seja de uso fácil. Por exemplo, o comprimento de uma barra aumenta (dilatação),
quando esta se torna mais quente. Ao aquecer um corpo, ocorrem em simultâneo três
dilatações:

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 Linear;
 Superficial;
 Volumétrica.

Existem vários tipos de termómetros que diferem um do outro pela grandeza


termométrica. Nos termómetros de líquido, como os de mercúrio (Figura 4) e de etanol
(Figura 5), a grandeza termométrica é o volume do mesmo que, ao variar, faz mudar a
altura da coluna. Nos termómetros de gás a grandeza termométrica é o volume do
gás. O modelo mais comum é o termómetro de mercúrio.

Figura 4 - Termómetro de mercúrio Figura 5 - Termómetro de etanol

2.5. Termodinâmica

2.5.1. Conceito
Atualmente a palavra termodinâmica é utilizada para referir todos os aspectos
relacionados com a energia e as suas transformações. Encontra-se na literatura várias
definições de Termodinâmica. Para além da já referida, podemos referir outras:

 É definida frequentemente como a ciência que estuda a dependência com a


temperatura, de certas propriedades da matéria;
 A termodinâmica pode também tratar das transformações energéticas dentro
de um sistema e das transformações energéticas, sob a forma de calor e
trabalho, entre um sistema e o exterior.

A termodinâmica clássica, ou simplesmente termodinâmica, ocupa-se do estudo das


propriedades macroscópicas dos sistemas, não assumindo um modelo para a
constituição da matéria.

O que distingue a Termodinâmica de outras áreas são, basicamente, os seguintes


aspectos:

 A variável tempo não é considerada explicitamente em termodinâmica;


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 As coordenadas espaciais não são relevantes, ou seja, a termodinâmica não é


uma teoria de campos;
 A variável temperatura é essencial em termodinâmica para descrever os
sistemas e as suas propriedades.

O conceito de energia é, sem dúvida, o conceito mais unificador em Física,


obedecendo ao Princípio da Conservação da Energia. Este princípio estabelece que
durante uma interacção, se levarmos em conta todas as transformações, verificamos
que há uma grandeza que permanece constante - a energia.

2.5.2. Capacidade térmica


A capacidade térmica refere-se à quantidade de energia por calor necessária para que
a temperatura de um sistema de massa (m) aumente de uma unidade (1K). Quando
um sistema recebe energia por calor, uma mudança da sua temperatura pode ou não
ocorrer, dependendo do processo que o sistema sofre.

2.5.3. Equílibrio térmico


O equilíbrio térmico é atingido por dois sistemas depois de estes estarem em contacto
através de uma parede diatérmica (permite a troca de calor com o meio externo)
(Figura 6). No equilíbrio térmico as coordenadas termodinâmicas de ambos os
sistemas não podem ter valores quaisquer, pois a condição de equilíbrio térmico impõe
uma relação restritiva para os seus valores. O conceito de equilíbrio térmico traduz
uma relação de equivalência com as seguintes propriedades:

 Reflexiva: todo o sistema está em equilíbrio térmico consigo próprio;


 Simétrica: se um sistema A está em equilíbrio térmico com sistema B, então B
também está em equilíbrio térmico com A;
 Transitiva: verifica-se experimentalmente que, se A está em equilíbrio térmico
com B, e se B está em equilíbrio térmico com C, então A está em equilíbrio
térmico com C (Lei Zero da Termodinâmica).

Figura 6 - Parede diatérmica

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3. Termómetro a gás
3.1. Com volume constante
Quando aquecemos um gás mantendo constante o volume, a pressão aumenta e,
quando arrefecemos o gás, a pressão diminui.

A relação entre pressão e temperatura em volume constante é dada pela lei de Gay-
Lussac. De acordo com esta lei a pressão e a temperatura são diretamente
proporcionais, se uma aumenta, a outra também.

Os materiais do termómetro não podem sofrer dilatações apreciáveis no intervalo de


temperaturas que vão medir, para que o volume não se altere e não se introduzam
erros na medição. Este termómetro proporciona um dos métodos mais rigorosos para
medição de temperaturas no intervalo de 2,5K a 1300K. Nestes termómetros usa-se
como ponto de referência a temperatura do estado em que coexistem, em equilíbrio os
três estados físicos da água- gelo, água líquida e vapor.

3.2. Relação do termómetro com temperatura


Ao alterar a temperatura de um gás, haverá mudança do volume se a pressão for a
mesma. O mesmo acontece se mantiver o volume constante, ocorrendo uma alteração
na pressão do gás.

Para certa massa de gás dentro de um bulbo com o volume mantendo-se constante,
haverá um acréscimo ou decréscimo na pressão, alterando-se a temperatura. Ou seja,
a pressão possui uma relação linear com a temperatura. De acordo com a figura 7,
pode-se retirar também, que a coluna a esquerda mantém fixa e a coluna de mercúrio
da direita varia. A diferença entre esses dois valores, resulta no valor de pressão que
será medido, quando o bulbo é colocado em contato térmico com o sistema cuja
temperatura se quer medir.

Figura 7 - Termómetro a gás

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A temperatura é, provavelmente, uma das grandezas físicas mais medidas e


controladas. A temperatura está de algum modo presente nas mais variadas
situações, desde o nosso dia-a-dia até à investigação científica. As grandezas e os
fenómenos físicos dependem quase sempre da temperatura, o que a torna um
parâmetro da maior relevância. Além disso é uma variável importante na
Termodinâmica, a qual é parte importante dos currículos do ensino básico e
secundário.

3.2.1. Como medir uma temperatura T desconhecida

Enche-se o bulbo do termómetro com uma quantidade arbitrâria de qualquer gás, por
exemplo azoto, e mede-se p3, (usando uma célula de ponto triplo) e p, a pressão do
gás na temperatura que está a ser medida. (Mantém-se constante o volume do gás.)
Calcula-se a razão p/p3. Repete-se as medidas com uma quantidade menor do gás no
bulbo e calcula-se a nova razão. Repete-se o procedimento usando quantidades cada
vez menores de gás até poder extrapolar para a razão p/p3, que seria obtida se não
houvesse gás no bulbo. A baixo pode-se observar a fórmula 1 para medir uma
temperatura desconhecida (a temperatura é chamada de temperatura de gás ideal.)

𝑙𝑖𝑚 𝑝
T = (273,16 K) ( ).
𝑔á𝑠 → 0 𝑝3

3.3. Constituição de um termómetro


É de constituição praticamente idêntica à dos termómetros de sistema preenchido de
líquido.

Um termómetro de gás de volume constante é composto de um bulbo preenchido com


uma quantidade fixa de um gás diluído que é anexado a um manómetro de mercúrio
(Figura 8). Um manómetro é um dispositivo usado para medir a pressão. O manómetro
de mercúrio tem uma coluna parcialmente preenchida com mercúrio que é conectada
a um tubo flexível que tem outra coluna parcialmente cheia de mercúrio, chamada de
reservatório, presa à outra extremidade. A altura do mercúrio na primeira coluna é
ajustada para um ponto de referência ou pressão P na qual ele deve permanecer,
enquanto o mercúrio no reservatório pode se mover para cima e para baixo em
relação a uma escala ou régua.

O termómetro de pressão a gás compreende um elemento de medição de pressão,


como o tubo bourdon (Figura 9) através de um tubo capilar ligado a um frasco que
está exposto à temperatura a ser medida.

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Esses termómetros devido a sua precisão, são muitas vezes utilizados para calibrar
outros termómetros.

A partir da Lei de Gay-Lussac, sabemos que quando a temperatura de um gás ideal


aumenta, há um aumento correspondente na pressão. Por outro lado, quando a
temperatura diminui, o mesmo acontece com a pressão. Termómetros de gás de
volume constante operam no mesmo princípio, com as restrições de que o gás está
em baixa pressão e a temperatura dele está bem acima da de condensação.

Figura 8 - Manómetro de mercúrio Figura 9 - Tubo bourdon

3.4. Funcionamento
O termómetro de gás (Figura 10) a volume-constante mede a pressão do gás contida
num frasco imerso no banho. O volume do gás no frasco é mantido constante
aumentando ou diminuindo o reservatório B para manter o nível do mercúrio constante
(na marca zero da escala).

Uma amostra de gás enche um bulbo e um capilar ligado a um manómetro de tubo


aberto com mercúrio. O bulbo é colocado em contato térmico com o sistema de teste,
cuja temperatura quer determinar.

Um tubo flexível permite levantar ou abaixar um reservatório com mercúrio, fazendo


com que a superfície do mercúrio no ramo esquerdo do manômetro coincida sempre
com o zero da escala. Assim, podemos manter constante o volume da amostra de gás,
apesar do aumento oudiminuição da sua temperatura. É utilizado para medir baixas
temperaturas. É muito usado em laboratórios de pesquisa.

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Figura 10 - Termómetro a gás

Estes termómetros têm a vantagem sobre a coluna de líquido, que a medição pode ser
feita remotamente, alongando o tubo capilar. O comprimento do tubo capilar tem um
limite, porque se for muito longo, a quantidade de gás contido nele pode ser
comparável à do bulbo e introduzir erros na medição com mudanças na temperatura
do ambiente ao qual o capilar é submetido. Isso significa que, para um termómetro de
gás ser preciso, a quantidade de gás no sensor deve ser muito maior do que a do tubo
capilar.

Esta série de termómetros é adequada para aplicações na indústria de processo,


fabricação de máquinas e equipamentos. Termómetros à expansão de gás com capilar
são utilizados em montagens onde existam pontos de medição de difícil acesso ou em
montagens remotas onde os pontos de medição estejam distantes do local da
indicação.

3.4.1. Tipo de gases utilizados

Comercialmente o azoto é o gás é o mais utilizado por ser mais barato. Além do azoto
outros gases são também usados, tais como:

 Hidrogénio;
 Hélio;
 Neon;
 Cripton;
 Oxigénio;
 Dióxido de carbono;
 Entre outros.

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É ainda utilizado em algumas indústrias, principalmente por apresentar resposta mais


rápida que todos.

3.4.2. Como fazer uma curva de calibração

Se quisermos medir a temperatura de uma substância, colocamos o frasco de gás em


contato térmico com a substância e ajustamos a coluna de mercúrio até que o nível na
coluna A retorne a zero. A altura da coluna nos informa a pressão do gás e podemos,
então, encontrar a temperatura da substância, a partir da curva de calibração (Figura
11).

Figura 11 - Curva de calibração

3.5. Aplicações
As principais aplicações deste termómetro:

 Adequado para uso em meios corrosivos nas indústrias química,


petroquímica e indústria de processo em geral;
 Uso universal em plantas, máquinas, embalagens, tanques construção
de equipamentos e indústria de alimentos;
 Medição da temperatura sem nenhum contato com o meio;
 Montagem em placas, painéis e gabinetes de controle.
3.6. Caracteristicas principais
As principais caracteristicas deste termómetro são:

 Correspondem a altos padrões na tecnologia de medição;


 Têm a caixa e a haste em aço inoxidável;
 Podem ser de montagem externa em tubulações e tanques;
 Têm diversos modelos de conexão ao processo e montagem à caixa;

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 Estão disponíveis versões com ajuste da inclinação da haste, mostrador


rotativo, com capilar para monstagem remota, com bulbo de contacto para
medição tempertura em superfície, com flanges de montagem e versões para
montagem em painéis (quadrado).

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7. Conclusão
Este relatório teve como objetivo dar a conhecer o termómetro a gás. As alunas
tiveram imensas dificuldades ao realizar este trabalho principalmente para estruturar o
mesmo, visto que sobre o tema em si não havia muita informação, para contornar essa
dificuldade procuraram informações em espanhol e inglês.

Poderam também melhorar as capacidades de pesquisa, de trabalho em grupo,


organização e interpretação.

Poderam concluir então que a temperatura não é um conceito fácil, quer na sua
compreensão ao nível fundamental, quer na sua medição. A temperatura aparece
ligada a uma enorme diversidade de fenómenos físicos e é uma variável especial em
termodinâmica. De acordo com a lei de Gay-Lussac a pressão e a temperatura são
diretamente proporcionais. A temperatura é, provavelmente, uma das grandezas
físicas mais medidas e controladas. Podemos também concluir que estes
termómetros são adequados para aplicações na indústria de processo, fabricação de
máquinas e equipamentos.

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Bibliografia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Term%C3%B4metro (consultado no dia 17/04/2018 pelas
9:25)

http://fisica.utad.pt/escolherciencia/pec115/pdfs/A2-T-PEC115.pdf (consultado no dia


17/04/2018 pelas 9:55)

https://pt.slideshare.net/fridasaavedravilla/termometro-de-gas (consultado no dia


17/04/2018 pelas 10:03)

https://mc2h2o.blogspot.pt/2008/12/termmetro-gs.html (consultado no dia 17/04/2018


pelas 10:04)

http://www.dcc.fc.up.pt/fcup/contactos/teses/t_000355002.pdf (consultado no dia


17/04/2018 pelas 10:31)

http://slideplayer.com/slide/4347659/ (consultado no dia 17/04/2018 pelas 10:48)

https://pt.slideshare.net/BrunoDeSiqueiraCosta/escalas-termomtricas-
16390127?qid=90ca11eb-b98b-47f0-ae84-31811eb0b6f1&v=&b=&from_search=1
(consultado no dia 17/04/2018 pelas 11:06)

https://www.brighthubengineering.com/hvac/26627-constant-volume-gas-thermometer/
(consultado no dia 17/04/2018 pelas 11:27)

https://www.collinsdictionary.com/pt/dictionary/english/gas-thermometer (consultado no
dia 17/04/2018 pelas 11:34)

http://www.thermopedia.com/pt/content/1197/ (consultado no dia 17/04/2018 pelas


11:52)

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