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KPBM033304

MANUAL
DE OFICINA
®

WA200-5

MODELO DA MÁQUINA NÚMEROS DE SÉRIE:


WA200-5 B10001 e acima

• Este manual de oficina poderá fazer referência a implementos e opcionais não disponíveis em sua área.
Caso necessite de algum desses itens, consulte o distribuidor Komatsu de sua região.
Os materiais e especificações expressos na presente literatura estão sujeitos a alterações sem prévio
aviso.

• A carregadeira de rodas WA200-5 vem equipada com o motor SAA6D102E-2


Detalhes a respeito desse motor você encontra no Manual de Oficina dos Motores da Série 102

© 2007 ®

Todos os direitos reservados


Impresso no Brasil em 01/07
ÍNDICE GERAL

01 GERAL................................................................................................... 01- 1

10 ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO...... 10- 1

20 TESTES E AJUSTES............................................................................. 20- 1

30 DESMONTAGEM E MONTAGEM.......................................................... 30- 1

90 OUTROS................................................................................................ 90- 1

00-2 WA200-5
(2)
01 GERAL

Diagramas de montagem geral......................................................................................................................................01-2


Especificações...............................................................................................................................................................01-3
Tabela de pesos.............................................................................................................................................................01-7
Lista de lubrificantes e líquidos de arrefecimento..........................................................................................................01-9

WA200-5 01-1
GERAL VISTAS COTADAS E ESPECIFICAÇÕES

VISTAS COTADAS E ESPECIFICAÇÕES

Símbolo Item Unidade WA200-5


Peso operacional (com Boc) kg 9.470
Carga nominal kN {kg} 31.4 {3.200}
Capacidade da caçamba (empilhamento) (com Boc) m³ 2,0
KOMATSU SAA6D102E-2-A
Modelo do motor –
motor a diesel
Potência no volante kW {HP} / rpm 92 / {123} / 2.000
A Comprimento total (com Boc) mm 6,895
B Altura total mm 3,110
C Altura total com a caçamba mm 4,885
D abaixada mm 2,375
E Largura total mm 425
F Altura livre do solo mm 2,550
G Altura de despejo (Ponta da borda cortante/Ponta do BOC) mm 2,820 / 2,760
H Alcance de despejo (Ponta da borda cortante/Ponta do BOC) mm 975 / 1,000
I Ângulo de despejo da caçamba graus 45
Raio mínimo Ponta da borda cortante/Ponta do BOC mm 5,625 / 5,650
de giro Centro da roda externa mm 4,880
F1 km / h 4,0 – 13,0
F2 km / h 13,0
F3 km / h 20,0
Velocidade de F4 km / h 34,5
deslocamento R1 km / h 4,0 – 13,0
R2 km / h 13,0
R3 km / h 20,0
R4 km / h 34,5

01-2 WA200-5
(3)
GERAL ESPECIFICAÇÕES

ESPECIFICAÇÕES

Modelo da máquina WA200-5


Nº de série B10001 e acima
Peso Operacional (com Boc) kg 9,470
Distribuição (dianteira) da postura de deslocamento SAE kg 3,795
Peso

Distribuição (traseira) da postura de deslocamento SAE kg 5.,675


Capacidade da caçamba (empilhamento) (com Boc) m³ 2,0
Carga nominal kN {kg} 31,4 {3,200}

Velocidade de deslocamento 1ª AVANTE km / h 4,0 – 13,0


2ª AVANTE km / h 13,0
3ª AVANTE km / h 20,0
4ª AVANTE km / h 34,5
1ª À RÉ km / h 4,0 – 13,0
Desempenho

2ª À RÉ km / h 13,0
3ª À RÉ km / h 20,0
4ª À RÉ km / h 34,5
Direção máxima AVANTE kN {kg} 86 {8,800}
RÉ kN {kg} 86 {8,800}

Rampa máxima graus 25

Raio mínimo de giro (Centro da roda externa) mm 4,880

Raio mínimo de giro [postura de deslocamento SAE] mm 5,625 / 5,650


(Ponta da borda cortante/ponta do BOC)
Comprimento total (com BOC) mm 6,895
Largura total (chassi) mm 2,375
Largura da caçamba (com BOC) mm 2,550
Altura total (caçamba suspensa próx. ao máximo) mm 3,110
Base da roda mm 4.885
Bitola mm 2,840
Altura mínima do solo mm 1,930
Dimensões

Altura máxima do pino de dobradiça da caçamba mm 425


Altura de despejo (ponta da borda cortante/Ponta do BOC) mm 3,635
Alcance de despejo (ponta da borda cortante/Ponta do BOC) mm 2,820 / 2,760
Ângulo da direção mm 975 / 1,000
Ângulo de inclinação da caçamba (postura de deslocamento) graus 40
Ângulo de inclinação da caçamba (altura máxima) graus 48
Ângulo de despejo da caçamba (altura máxima) graus 67
Profundidade de escavação (despejo de 10º) graus 46
(ponta da borda cortante/Ponta do BOC) mm 285 / 320

WA200-5 01-3
(3 )
GERAL ESPECIFICAÇÕES

Modelo da máquina WA200-5


Nº de série B10001 e acima
Modelo SAA6D102E-2-A
Tipo 4 ciclos, arrefecido à água, em linha, 6 cilindros, injeção di-
reta com turboalimentador, pós-resfriador arrefecido à água
Nº de cilindros – diâmetro x curso mm 6 – 102 x 120
Cilindrada ℓ {cc} 5,88 {5,880}
Potência no volante kW / rpm 92 / 2,000
{HP / rpm} {123 / 2,000}
Motor

Torque máximo Nm / rpm 576 / 1,400


{kgm / rpm} {58,8 / 1,400}
Taxa mínima de consumo de combustível g / kWh {g / HPh} 224 {167}
Velocidade em marcha lenta avançada rpm 2.225
Velocidade em marcha lenta reduzida rpm 825
Motor de partida 24 V 4,5 kW
Alternador 24 V 35 A
Bateria (*1) 24 V 88 Ah x 2 pcs.
Bomba HST Bomba de pistão do tipo placa de variação do ângulo de
inclinação da bomba de cilindrada variável
Motor 1 HST Motor de pistão do tipo eixo curvo de cilindrada variável
Motor 2 HST Motor de pistão do tipo eixo curvo de cilindrada variável
Trem de força

Transferência Tipo de composição de planetárias de eixos múltiplos,


engrenagem de dentes retos em tipo de malha constante, 2
sistemas de força alternativos
Engrenagem de redução Engrenagem cônica espiral, tipo de lubrificação por salpico
Diferencial Tipo de engrenagem cônica direta, passagem de torque
Acionamento final Engrenagem das planetárias de 1 estágio, tipo de lubrificação
por salpico
Tipo de acionamento Acionamento da roda dianteira e traseira
Eixo

Eixo dianteiro Fixado à armação, tipo de semi-flutuação


Eixo traseiro Suporte de pino central, tipo de semi-flutuação
Tamanho do pneu 17,5 – 25 – 12PR
Tamanho do aro 25 x 13,00
Pneu

Pressão de inflação Pneu dianteiro kPa {kg / cm2} 294 {3,0}


Pneu traseiro kPa {kg / cm2} 294 {3,0}
Sistema de freio Frenagem nas 4 rodas, sistema de controle indepen-
dente nas rodas dianteira e traseira
Freio principal Tipo de freio Tipo de disco múltiplo encerrado em banho de óleo
Método operacional Controlado hidraulicamente
Método de controle Freio assistido pela servo de força hidráulica
Freios

Sistema de freio Freio do eixo de saída da engrenagem da transmissão


Freio de esta- Tipo de freio Tipo disco múltiplo em banho de óleo
cionamento Método operacional Tipo mecânico
Método de controle Tipo alavanca manual

*1: A capacidade da bateria (Ah) refere-se ao consumo em 5 horas.

01-4 WA200-5
(4)
GERAL ESPECIFICAÇÕES

Modelo da máquina WA200-5


Nº de série B10001 e acima

Tipo Direção articulada


do sistema
direcional
Controle

Controle Controle hidráulico

Tipo engrenagem
• Tipo Tipo de engrenagem
• Entrega ℓ / min 95
Bomba do equipamento de trabalho
Bomba hidráulica

• Tipo Tipo de engrenagem


• Entrega ℓ / min 61
Bomba do ventilador de arrefecimento e
dos freios
• Tipo Tipo de engrenagem
• Entrega ℓ / min 19
Tipo engrenagem
• Tipo Tipo de engrenagem
• Entrega ℓ / min 22
Sistema hidráulico

Tipo Tipo pistão reciprocativo


Diâmetro interno do cilindro mm 70
direcional
Cilindro

Diâmetro da haste do pistão mm 40


Curso mm 453
Comprimento máximo entre pinos mm 1271
Comprimento mínimo entre pinos mm 818

Tipo Tipo pistão reciprocativo


Cilindro de

Diâmetro interno do cilindro mm 120


elevação
Cilindro

Diâmetro da haste do pistão mm 65


Curso mm 673,5
Comprimento máximo entre pinos mm 1.817,5
Comprimento mínimo entre pinos mm 1,144
Tipo Tipo pistão reciprocativo
Diâmetro interno do cilindro mm 130
Cilindro da
caçamba

Diâmetro da haste do pistão mm 65


Curso mm 493
Comprimento máximo entre pinos mm 1,447
Comprimento mínimo entre pinos mm 954

WA200-5 01-5
GERAL ESPECIFICAÇÕES

Modelo da máquina WA200-5


Nº de série B10001 e acima
Válvula de controle

Válvula de controle do equipamento de trabalho


• Tipo Tipo 2 carretéis
Sistema hidráulico

• Pressão de ajuste MPa {kg / cm2} 19,9 {203}


Válvula da direção
• Tipo Tipo Orbit roll
• Pressão de ajuste MPa {kg / cm2} 20,6 {210}
Motor do ventilador de arrefecimento
Motor

• Tipo Tipo cilindrada fixa


Equipamento de
trabalho

Tipo de elo Elo simples


Tipo de borda da caçamba Lâmina plana com BOC superior

01-6 WA200-5
GERAL TABELA DE PESOS

TABELA DE PESOS
a Essa tabela de pesos é um guia a ser utilizado ao transportar ou manusear componentes.
Unidade: kg
Modelo da máquina WA200-5
Números de série B10001 e acima
Motor (sem líquido de arrefecimento e óleo) 608
Conjunto do sistema de arrefecimento (sem líquido de arrefecimento) 54
Motor do ventilador de arrefecimento 6
Amortecedor 3
Bomba HST 60
Motor 1 HST 34
Motor 2 HST 34
Transferência 187
Eixo de acionamento dianteiro 15
Eixo de acionamento traseiro 4
Eixo dianteiro 522
Eixo traseiro 492
Pivô do eixo (eixo traseiro) 79
Roda (cada) 77
Pneu (cada) 103
Válvula orbit roll 7
Válvula de prioridade 6
Conjunto do cilindro da direção (cada) 18
Válvula de freios 10
Reservatório hidráulico (sem óleo hidráulico) 54
Unidade da bomba de 4 engrenagens 21
Válvula PCC do equipamento de trabalho 3
Válvula de controle do equipamento de trabalho 19
Conjunto do cilindro de elevação (cada) 77
Conjunto do cilindro da caçamba 76
Capô do motor (com painel lateral) 120
Armação dianteira 750
Armação traseira 680

WA200-5 01-7
GERAL TABELA DE PESOS

Unidade: kg
Modelo da máquina WA200-5
Números de série B10001 e acima
Braço de elevação (incluindo a bucha) 540
Caçamba (2,8 m³, incluindo BOC) 785
Alavanca angular 140
Elo da caçamba 23
Contrapeso 1.140
Contrapeso adicional (1 peça) (opcional) 153
Reservatório do combustível (sem combustível) 79
Bateria (cada) 33
Cabine do operador (incluindo o condicionador de ar e as peças interiores) 755
(condicionador de ar: opcional)
Assento do operador 41

01-8
(3)
WA200-5
LISTA DE LUBRIFICANTES E LÍQUIDOS
GERAL DE ARREFECIMENTO

LISTA DE LUBRIFICANTES E LÍQUIDOS DE ARREFECIMENTO


a Para obter detalhes sobre as notas (Nota 1, Nota 2, ---) apresentadas na tabela, consulte o Manual de
Manutenção e Operações.

Temperatura ambiente Fluidos


Reservatório Fluido -22 -4 14 32 50 68 86 104 122ºF recomendados
-30 -20 -10 0 10 20 30 40 50ºC pela Komatsu

Komatsu
SAE10W30 EO10W30-DH
API CH-4
API CI-4

Komatsu
Cárter de óleo do motor Óleo do motor EO15W40-DH
SAE15W40 API CH-4
API CI-4

SAE30DH Komatsu
EO30-DH

Caixa de transferência Óleo do trem de força (nota 1) TO10 TO10

Komatsu
Sistema hidráulico Óleo do motor SAE10W30DH EO10W30-DH

Óleo do eixo (nota 2) AXO80 AXO80


Eixo
Óleo do motor (Nota.3) EO50-CD

Graxa hyper (nota 4) G2-T, G2-TE G2-T, G2-TE


Graxeira
Graxa EP lítio G2-LI G2-LI

Sistema de
arrefecimento
AF-NAC super arrefecimento AF-NAC (Nota.5) AF-NAC

Nº2-D ASTM Nº2-D


Reservatório de
Diesel
combustível
Nº1-D ASTM Nº1-D

Unidade: l
CAPACIDADE Especificado Refil
Cárter de óleo do motor 20 19,5
Caixa de transferência 7,0 5,5
Sistema hidráulico 120 58
Eixo (cada) 18 18
Reservatório de combustível 175 –
Sistema de arrefecimento 17,0 –

WA200-5 01-9
(4)
10 ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO
E PADRÕES DE MANUTENÇÃO
Montagem do motor e montagem da caixa de transferência.... 10- 2 Válvula de bloqueio............................................... 10- 107
Amortecedor.......................................................... 10- 3 Válvula E.C.S.S..................................................... 10- 108
Sistema de arrefecimento..................................... 10- 4 Acumulador (para E.C.S.S.).................................. 10- 110
Resfriador do óleo da caixa de tranferência.......... 10- 5 Tubulação hidráulica do sistema de arrefecimento............ 10- 111
Trem de força........................................................ 10- 6 Motor do ventilador de arrefecimento.................... 10- 112
Diagrama do sistema do trem de força................. 10- 8 Válvula de controle do equipamento de trabalho.............. 10- 114
Eixo de acionamento............................................. 10- 10 Válvula PPC do equipamento de trabalho............ 10- 127
Diagrama da tubulação hidráulica HST................. 10- 11 Válvula PPC de implemento.................................. 10- 134
Bomba HST........................................................... 10- 12 Articulação do equipamento de trabalho............... 10- 138
Válvula de alívio de alta pressão........................... 10- 14 Caçamba............................................................... 10- 140
Válvula de alívio de baixa pressão........................ 10- 16 Posicionador de caçamba e limitador de lança................ 10- 141
Bomba de carga HST............................................ 10- 17 Cilindro do equipamento de trabalho.................... 10- 147
Válvula relacionada à velocidade (válvula DA)................. 10- 18 Ar condicionado..................................................... 10- 148
Válvula de corte de alta pressão........................... 10- 19 Sistema de monitoramento da máquina................ 10- 150
Motor HST............................................................. 10- 20 Monitor da máquina............................................... 10- 159
Servoválvula EP.................................................... 10- 23 Lista de itens exibidos no monitor......................... 10- 160
Servoválvula HA.................................................... 10- 24 Sistema elétrico (sistema do controlador HST)................. 10- 186
Válvula bidirecional avante-ré............................... 10- 25 Controlador HST.................................................... 10- 190
Caixa de transferência.......................................... 10- 26 Circuito de partida ................................................ 10- 191
Válvula solenóide da embreagem......................... 10- 37 Circuito de parada do motor.................................. 10- 193
Eixo....................................................................... 10- 38 Circuito de preaquecimento.................................. 10- 194
Diferencial............................................................. 10- 40 Circuito do freio de estacionamento...................... 10- 195
Diferencial com limite de patinagem..................... 10- 46 Sistema da suspensão controlada eletronicamente.......... 10- 198
Comando final....................................................... 10- 50 Sensores............................................................... 10- 199
Pino de articulação central e montagem do eixo.............. 10- 52
Tubulação do sistema direcional........................... 10- 57
Coluna da direção................................................. 10- 58
Válvula de prioridade............................................. 10- 59
Válvula orbit roll..................................................... 10- 62
Válvula de restrição de duas vias.......................... 10- 70
Válvula de coxim................................................... 10- 71
Cilindro da direção................................................ 10- 72
Tubulação do sistema direcional de emergência.............. 10- 74
Válvula do sistema direcional de emergência.................. 10- 75
Tubulação dos freios............................................. 10- 78
Válvula dos freios.................................................. 10- 79
Válvula de controle de aproximação..................... 10- 83
Válvula de carga.................................................... 10- 84
Acumulador (para os freios).................................. 10- 88
Ajustador de folga................................................. 10- 89
Freios ................................................................. 10- 92
Controle do freio de estacionamento.................... 10- 95
Freio de estacionamento....................................... 10- 96
Tubulação hidráulica............................................. 10- 98
Articulação da alavanca do equipamento de trabalho........ 10- 100
Reservatório hidráulico.......................................... 10- 101
Unidade da bomba de 4 engrenagens.................. 10- 104
Acumulador (para o circuito PPC)......................... 10- 106
WA200-5 10-01
MONTAGEM DO MOTOR E MONTAGEM
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DA CAIXA DE TRANSFERÊNCIA

MONTAGEM DO MOTOR E MONTAGEM DA CAIXA DE TRANSFERÊNCIA

FRENTE

10-02 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO AMORTECEDOR

AMORTECEDOR

Unidade: mm

No. Item a ser verificado Critério Solução


Distância entre a face de montagem da bomba Tamanho padrão Limite de reparo
1 Ajustar
HST e a ponta do ressalto 75,1 ± 0,8
Desgaste dos dentes internos do acoplamento
2 Limite de reparo: 1,0 Substituir
(plástico)

3. Acoplamento Perfil
4. Ressalto • O amortecedor reduz a vibração torcional cau-
5. Eixo de entrada da bomba HST sada pela flutuação do torque do motor para
6. Tampa proteger o sistema de acionamento do motor da
7. Volante vibração torcional.
• A força proveniente do motor é transmitida pelo
volante (7) ao acoplamento (3), que absorve a
vibração torcional, e em seguida retransmitida
através do ressalto (4) para a bomba HST.

WA200-5 10-03
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO SISTEMA DE ARREFECIMENTO

SISTEMA DE ARREFECIMENTO

1. Resfriador do óleo hidráulico 4. Tanque do reservatório


2. Pós-resfriador 5. Ventilador de arrefecimento
3. Radiador 6. Motor do ventilador de arrefecimento

Especificação

Resfriador do óleo
Radiador Pós-resfriador
hidráulico
Tipo de colméia AL WAVE-4 CF40-1 –

Passo da aleta (mm) 3,5 / 2 3,5 / 2 4,0 / 2

Total da área de irradiação de calor (cm²) 27,9 4,67 7,23

Pressão de abertura da válvula de pressão 68,6


– –
(kPa {kg/cm²}) {0,7}

Pressão de abertura da válvula de vácuo 0 – 4,9


– –
(kPa {kg/cm²}) {0 – 0,05}

10-04 WA200-5
TREM DE FORÇA,RESFRIADOR DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO ÓLEO DA CAIXA DE TRANFERÊNCIA

RESFRIADOR DO ÓLEO DA CAIXA DE TRANSFERÊNCIA

Especificação

Resfriador do óleo da caixa de transferência

Tipo colméia CF40-1

Passo das aletas (mm) 4,5 / 2

Altura total na área de troca de calor (m²) 1,42

WA200-5 10-05
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO TREM DE FORÇA

TREM DE FORÇA

1. Motor
2. Amortecedor
3. Bomba HST
4. Unidade da bomba de 4 engrenagens
5. Mangueira de alta pressão
6. Motor 1 HST
7. Motor 2 HST
8. Caixa de transferência
9. Eixo de acionamento dianteiro
10. Eixo dianteiro
11. Eixo de acionamento traseiro
12. Eixo traseiro

10-06 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DIAGRAMA DO SISTEMA DO TREM DE FORÇA

DIAGRAMA DO SISTEMA DO TREM DE FORÇA

10-08 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DIAGRAMA DO SISTEMA DO TREM DE FORÇA

1. Motor • O freio de estacionamento (14) está instalado no


2. Amortecedor lado traseiro, na caixa de transferência (12). Ele
3. Bomba HST opera o disco a freio múltiplo em banho de óleo para
4. Bomba do sistema direcional parar a máquina segundo a operação da alavanca
5. Bomba do equipamento de trabalho do freio de estacionamento.
6. Bomba do ventilador de arrefecimento e dos freios • A força do lado dianteiro é transmitida através do
7. Bomba de óleo lubrificante da caixa de transferência eixo de acionamento dianteiro (15) para o eixo
8. Mangueira de alta pressão dianteiro (16). A força do lado traseiro á transmitida
9. Motor 1 HST através do eixo de acionamento traseiro (21) para o
10. Motor 2 HST eixo traseiro (22).
11. Válvula da direção de emergência (opcional) • A força transmitida para os eixos (16) e (22) é redu-
12. Caixa de transferência zida em velocidade pelas engrenagens de pinhão
13. Embreagem da caixa de transferência dos diferenciais (17) e (23), para ser transmitida em
14. Freio de estacionamento seguida pelo eixo da engrenagem solar para a en-
15. Eixo de acionamento dianteiro grenagem solar.
16. Eixo dianteiro • A força da engrenagem solar é reduzida em velocida-
17. Diferencial de pelos mecanismos de planetárias dos comandos
18. Freio a disco múltiplo em banho de óleo finais (19) e (25), e em seguida transmitida através
19. Comando final do eixo e das rodas para os pneus (20) e (26).
20. Pneu dianteiro
21. Eixo de acionamento traseiro
22. Eixo traseiro
23. Diferencial
24. Freio a disco múltiplo em banho de óleo
25. Comando final
26. Pneu traseiro

Perfil
• A força do motor (1) é transmitida para a bomba HST (3)
através do amortecedor (2) que está instalado no volante e
absorve a vibração torcional da força.
• A força do motor (1) também é transmitida à bomba HST
(3), à bomba de carga HST incorporada à bomba HST,
bomba de direção (4) conectada à bomba HST (3), bomba
do equipamento de trabalho (5), bomba do ventilador de ar-
refecimento e dos freios (6), e à bomba de óleo lubrificante
da caixa de transferência (7).
• A bomba HST (3) é equipada com a válvula de mudança
avante-ré e com o servopistão, que altera a direção e a taxa
de descarga da bomba HST (3) continuamente, alterando
o ângulo da placa de variação do ângulo de inclinação da
bomba.
• Os motores HST (9) e (10) são instalados na caixa de
transferência (12) e conectados à bomba HST (3) pela
mangueira de alta pressão (8).
• O sentido de rotação e a rotação dos motores HST (9) e
(10) são alterados pela força hidráulica da bomba HST (3)
para controlar a direção e a velocidade de deslocamento
da máquina.
• A força do motor 1 HST (9) é transmitida pela embreagem
da caixa de transferência (13) na caixa de transferência
(12) para o eixo de saída.
A força do motor 2 HST (10) é transmitida pela en-
grenagem na caixa de transferência (12) para o eixo
de saída.

WA200-5 10-09
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EIXO DE ACIONAMENTO

EIXO DE ACIONAMENTO

1. Eixo dianteiro Perfil


2. Eixo de acionamento dianteiro • A força do eixo de saída da caixa de transferência é
3. Caixa de transferência transmitida através do eixo de acionamento dianteiro
4. Eixo de acionamento traseiro (2) e do eixo de acionamento traseiro (4) para o eixo
5. Eixo traseiro dianteiro (1) e eixo traseiro (5).
• Quando a máquina é articulada ou recebe um im-
pacto do caminho durante o deslocamento, ou um
impacto de trabalho, as posições da transferência e
dos eixos dianteiro e traseiro se alteram. Os eixos de
acionamento podem ter seus ângulos e comprimen-
tos alterados por meio de juntas universais e juntas
deslizantes, para que a força seja transmitida sem
danificar qualquer peça, mesmo quando as posições
dos componentes se alteram em função dos impac-
tos.

10-10 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DIAGRAMA DA TUBULAÇÃO HIDRÁULICA HST

DIAGRAMA DA TUBULAÇÃO HIDRÁULICA HST

1. Reservatório hidráulico
2. Bomba HST
3. Válvula solenóide da embreagem
4. Filtro de óleo do HST
5. Motor 1 HST
6. Motor 2 HST

WA200-5 10-11
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO BOMBA HST

BOMBA HST
a HST: Abreviação de Transmissão Hidrostática (Hydro Static Transmission)

1. Válvula solenóide de mudança avante-ré Especificações


2. Válvula de corte de alta pressão Modelo A4VG125DA
3. Válvula relacionada à rotação (válvula DA)
Bomba do pistão do tipo placa de varia-
4. Bomba de carga Tipo ção do ângulo de inclinação da bomba
de deslocamento variável
5. Válvula de alívio de baixa pressão
6. Servocilindro Capacidade teórica
0 – 90
(cm³ / rev)
7. Válvula de alívio de alta pressão
Pressão de ajuste da válvula de alívio
8. Prato de controle de alta pressão (MPa {kg/cm²})
44,1 {450}

9. Bloco do motor Pressão de ajuste da válvula de corte Pressão efetiva do diferencial


10. Pistão de alta pressão (MPa {kg/cm²}) 41,2 {420}
11. Placa de variação do ângulo de inclinação da bomba Pressão de ajuste da válvula de alívio
2,45 {25}
de baixa pressão (MPa {kg/cm²})

10-12 WA200-5
(3)
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO BOMBA HST

Operação Fluxo de óleo


• À medida que a placa de variação do ângulo de in-
Fluxo de força clinação (11) da bomba HST é inclinada, os pistões
• A bomba HST está instalada no acoplamento, que (10) entram em contato com a sua superfície alter-
está instalado no volante do motor. nadamente e trabalham como bombas para sugar e
• A força do motor é transmitida do volante através descarregar o óleo no bloco do motor (9).
do acoplamento para a bomba HST. • Com isso, o óleo à alta pressão flui em uma direção
• A bomba HST é equipada com a válvula solenóide constante para o motor HST.
de mudança avante-ré (1) e o servocilindro (6). • Se a placa de variação do ângulo de inclinação da
Quando o operador executa as operações para bomba (11) se inclinar em direção oposta, as dire-
deslocamento da máquina avante ou à ré, a válvula ções de sucção e descarga serão invertidas, ou seja,
solenóide de mudança avante-ré (1) atua e a placa o óleo fluirá também em direção oposta. Enquanto a
de variação do ângulo de inclinação da bomba (11) placa de variação do ângulo de inclinação da bomba
na bomba HST se inclina para inverter o fluxo de (11) estiver neutra, os pistões (10) não se alternam,
óleo. e assim não há nenhuma descarga de óleo.
• O bloco de motor (9) e os pistões (10) nele presen- • Os cursos dos pistões (10) se alteram para controlar
tes rotacionam junto com o eixo de acionamento a velocidade de deslocamento, aumentando ou dimi-
(12), e as pontas dos pistões (10) deslizam na nuindo a inclinação (o ângulo) da placa de variação
placa de variação do ângulo de inclinação da bom- do ângulo de inclinação da bomba (11).
ba (11), que não é rotacionada. A bomba possui 9 • Se a quantidade de óleo no circuito de baixa pres-
pistões (10). são (o circuito de retorno do motor para a bomba)
se tornar insuficiente em função do vazamento da
bomba HST, do motor HST e da válvula de controle,
a bomba de carga adicionará óleo através da válvula
relacionada à rotação (3) e da válvula de retenção da
válvula de alívio de alta pressão (7).

Sucção

Entrega

Entrega

Sucção

Neutro

WA200-5 10-13
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE ALÍVIO DE ALTA PRESSÃO

VÁLVULA DE ALÍVIO DE ALTA PRESSÃO

1. Porca Função
2. Contraporca • A válvula de alívio de alta pressão está instalada na
3. Mola de gatilho bomba HST. Se a pressão do óleo no circuito de alta
4. Mola de retenção pressão entre a bomba HST e o motor HST se tornar
5. Pistão principal maior que a pressão de ajuste, a válvula de alívio de
6. Sede da válvula alta pressão drenará o óleo para o circuito de baixa
7. Gatilho piloto pressão.
8. Parafuso de ajuste A válvula de alívio de alta pressão controla a pressão
máxima no circuito para protegê-lo com essa fun-
ção.
• Se a quantidade de óleo no circuito se tornar insufi-
ciente, a válvula de alta pressão irá direcionar o óleo
da bomba de carga HST para prevenir cavitação.

10-14 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE ALÍVIO DE ALTA PRESSÃO

Operação • Se a pressão de óleo na porta A e na câmara B


• A porta A está conectada ao circuito de alta pres- alcançar a pressão de ajuste da mola de gatilho (3),
são da bomba HST e as portas C e D estão co- o gatilho piloto (7) é aberto e o óleo na câmera B flui
nectadas ao circuito de baixa pressão da bomba pela câmara D para a porta C e, em conseqüência, a
HST. pressão de óleo na câmara B diminui.
O óleo preenche a câmara B através do orifício Quando a pressão na câmera B diminui, é criada
do pistão principal (5). uma diferença de pressão entre a porta A e a câme-
O gatilho piloto (7) está assentado na sede da ra B pelo orifício do pistão principal (5). Com isso, o
válvula (6). pistão principal (5) é empurrado até abrir e o óleo na
porta A flui para a porta C a fim de aliviar a pressão
anormal.

• A pressão de ajuste pode ser ajustada pelo aumento


ou pela diminuição da tensão da mola de gatilho (3).
Para se definir a pressão de ajuste, remova a porca
e afrouxe a contraporca. Se o parafuso de ajuste for
apertado, a pressão de ajuste será elevada. Se ao
contrário, for afrouxado, a pressão será menor.
• Se a pressão de óleo na porta A for inferior à da por-
ta C, a mola de verificação (4) empurrará de volta o
pistão principal (5) e o óleo na porta C fluirá através
da câmara D para a porta A, para que a quantidade
de óleo na porta A não se torne insuficiente.

WA200-5 10-15
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE ALÍVIO DE BAIXA PRESSÃO

VÁLVULA DE ALÍVIO DE BAIXA PRESSÃO

1. Contraporca
2. Parafuso de ajuste
3. Pistão
4. Mola

Função
• A válvula de alívio de baixa pressão está instalada
na bomba HST. Se a pressão do óleo no circuito de
baixa pressão entre a bomba HST e o motor HST se
tornar maior que a pressão de ajuste, a válvula de
alívio de baixa pressão drenará o óleo para o reser-
vatório hidráulico.
A válvula de alívio de baixa pressão controla a pres-
são no circuito de carga da bomba HST para prote-
gê-lo com essa função.

Operação
• A porta A está conectada ao circuito de carga da
bomba HST e a porta B está conectada ao circuito
de dreno. Se a pressão de óleo for inferior à pressão
de ajuste, o óleo não fluirá para a porta B.
• Se a pressão de óleo na porta A alcançar a pressão
de ajuste por algum motivo, o pistão (3) se abrirá e o
óleo na porta A fluirá para a porta B e, em conseqü-
ência, a pressão de óleo na porta A diminuirá.
• A pressão de ajuste pode ser obtida pelo aumento
ou pela diminuição da tensão da mola (4). Para se
definir a pressão de ajuste, afrouxe a contraporca
(1) e gire o parafuso de ajuste (2). Se o parafuso de
ajuste estiver apertado, a pressão de ajuste será ele-
vada. Se ao contrário, estiver frouxo, a pressão será
menor.

10-16 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO BOMBA DE CARGA HST

BOMBA DE CARGA HST

Sucção

Entrega

1. Parafuso da tampa Especificações


2. Engrenagem da bomba
3. Chaveta Bomba de engrenagem
Tipo
4. Acoplamento (tipo inscrita)
5. Eixo de acionamento
Capacidade teórica
6. Prato 19,6
(cm³/rev)
7. Tampa da bomba de carga
8. Placa divisora crescente

Perfil Função
• A bomba de carga HST está construída na bomba • A bomba de carga HST está conectada ao eixo de
HST e é acionada junto com a bomba HST para for- acionamento (5) da bomba HST e rotacionada pelo
necer óleo à válvula relacionada à velocidade HST e acoplamento (4).
à válvula de alívio de baixa pressão da bomba HST. • A bomba de carga HST possui a engrenagem da
• A bomba de carga HST suga o óleo do reservatório bomba (2) e a placa divisora crescente (8), e suga
hidráulico. e descarrega o óleo na direção mostrada na figura
acima.

WA200-5 10-17
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA RELACIONADA À ROTAÇÃO (VÁLVULA DA)

VÁLVULA RELACIONADA À ROTAÇÃO (VÁLVULA DA)

1. Contraporca
2. Parafuso de ajuste
3. Mola de gatilho
4. Sede da mola
5. Gatilho piloto

Função
• A válvula relacionada à rotação está instalada na
bomba HST e é utilizada para dividir o óleo prove-
niente da bomba de carga HST em duas partes. Uma
parte flui através de uma válvula de estrangulamento
para a válvula solenóide de mudança avante-ré da
bomba HST, e a outra parte flui para a válvula de
alívio de baixa pressão da bomba HST.

Operação
• A porta A está conectada ao circuito de carga da
bomba HST. A porta D está conectada ao circuito da
válvula de alívio de baixa pressão. A porta C está co-
nectada ao circuito da válvula solenóide de mudança
avante-ré.
• O óleo da bomba de carga HST flui sempre pela
válvula de estrangulamento do gatilho piloto (5),
câmara B e porta D para a válvula de alívio de baixa
pressão.
À medida que a pressão hidráulica da bomba de car-
ga HST é aplicada, é gerada uma pressão diferencial
entre a porta A e a câmara B, em função da válvula
de estrangulamento do gatilho piloto (5). Já que essa
pressão diferencial movimenta o gatilho piloto (5),
o óleo flui da câmara B através da porta C para a
válvula solenóide de mudança avante-ré.
• O gatilho piloto (5), a mola gatilho (3), e a sede da
mola (4) são utilizados como um conjunto. Para alte-
rar a pressão de ajuste, afrouxe a contraporca (1) e
gire o parafuso de ajuste (2). Se o parafuso de ajuste
estiver apertado, a pressão de ajuste será menor. Se
ao contrário, estiver frouxo, a pressão será elevada.

10-18 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE CORTE DE ALTA PRESSÃO

VÁLVULA DE CORTE DE ALTA PRESSÃO

1. Parafuso de ajuste
2. Contraporca
3. Mola
4. Carretel
5. Pistão
6. Corpo de bomba
7. Carretel bidirecional
8. Sede da válvula

Função
• A válvula de corte de alta pressão está instalada na
bomba HST. Se a pressão de óleo no circuito de alta
pressão entre a bomba HST e o motor HST se elevar
acima da pressão de ajuste, a válvula de corte de
alta pressão drenará o óleo do circuito do servoci-
lindro servo para o reservatório hidráulico, a fim de
controlar a pressão máxima no circuito da bomba
HST.

Operação
• A porta A se encontra conectada ao circuito de alta
pressão durante o deslocamento à ré. A porta B
se encontra conectada ao circuito de alta pressão
durante o deslocamento avante. A porta Pc está co-
nectada à válvula relacionada à rotação, e a porta T
está conectada ao circuito de dreno.
• Se a pressão no lado da porta A se elevar por algu-
ma razão, o carretel bidirecional (7) será empurrado
para baixo e o circuito no lado da porta B será fecha-
do. Simultaneamente, o pistão (5) será empurrado
para cima pela pressão hidráulica no lado da porta A,
a mola (3) será comprimida, e o carretel (4) também
empurrado para cima.
Em seguida, as portas Pc e T se abrem e o óleo hi-
dráulico no circuito da válvula relacionada à rotação
flui para a porta de dreno.
Com isso, a pressão do óleo na porta Pc diminui e o
ângulo da placa de variação do ângulo de inclinação
da bomba HST é reduzido, conseqüentemente redu-
zindo também a descarga e diminuindo a pressão
anormal no circuito da bomba HST.

WA200-5 10-19
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MOTOR HST

MOTOR HST
a HST: Abreviação para Transmissão Hidrostática (Hydro Static Transmission)

Motor 1 HST

1. Eixo de acionamento Especificações


2. Pistão Modelo A6VM80EP
3. Bloco do motor Motor de pistão do tipo eixo curvo
Tipo
4. Placa da porta de deslocamento variável
5. Servoválvula EP Capacidade teórica (cm³/rev) 0 – 80
Pressão de ajuste da válvula de alívio de
alta pressão (MPa {kg/cm²})
44,1 {450}

Pressão de ajuste da válvula de corte de Pressão efetiva do diferencial


alta pressão (MPa {kg/cm²}) 41,2 {420}
Pressão de ajuste da válvula de alívio de
baixa pressão (MPa {kg/cm²})
2,45 {25}

10-20 WA200-5
(3)
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MOTOR HST

Motor 2 HST

1. Eixo de acionamento Especificações


2. Pistão
Modelo A6VM80HA
3. Bloco do motor
Motor de pistão do tipo eixo curvo
4. Placa da porta Tipo
de deslocamento variável
5. Servoválvula HA Capacidade teorética (cm³/rev) 43 – 80
6. Válvula bidirecional avante-ré Pressão de ajuste da válvula de alívio de
alta pressão (MPa {kg/cm²})
44,1 {450}

Pressão de ajuste da válvula de corte de Pressão efetiva do diferencial


alta pressão (MPa {kg/cm²}) 41,2 {420}
Pressão de ajuste da válvula de alívio de
baixa pressão (MPa {kg/cm²})
2,45 {25}

WA200-5 10-21
(3)
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MOTOR HST

Princípio Operação
• Suponhamos que um eixo de um disco esteja fixo em • O óleo hidráulico enviado da bomba HST flui pela
suporte e que o disco possa rotacionar livremente. porta de entrada do motor HST e confere pressão
Se a força F for aplicada obliquamente ao disco, ela hidráulica ao lado posterior dos pistões (2). Conse-
será dividida em força componente F1 perpendicular quentemente, o eixo de acionamento (1) é rotacio-
ao disco e força componente F2 na direção periférica nado em função da inclinação dos pistões (2) e do
do disco. A força componente F2 rotaciona o disco bloco do motor (3).
para a direita. • O óleo proveniente da bomba HST flui entre a válvu-
• Se a força F’, não a força F, for aplicada ao disco, ela la solenóide de mudança avante-ré e o servocilindro
será dividida em forças componentes F1’ e F2’, simi- para a válvula bidirecional avante-ré (6) do motor
larmente ao descrito acima, e a força F’ rotacionará HST. O óleo advindo do lado de descarga de alta
o disco para a esquerda. pressão do motor HST flui para a válvula bidirecional
avante-ré (6). Se for aplicada uma carga ao motor
conectado à servoválvula (5) no motor HST, o óleo
fluirá para o servocilindro do motor HST, em função
da diferença de pressão proveniente do lado da
válvula bidirecional avante-ré (6), e assim o bloco do
motor (3) sofrerá uma inclinação maior.

Estrutura
• Há 7 pistões (2) instalados na porção do disco do
eixo de acionamento (1), como se fossem juntas
esféricas. São ajustados no bloco do motor (3) em
um determinado ângulo em relação ao eixo de acio-
namento (1).
• À medida que a carga externa no motor HST é acres-
cida pela servoválvula (5) e pela válvula bidirecional
avante-ré (6), ocorre o aumento da inclinação dos
pistões (2). Como resultado, a velocidade de rotação
diminui, enquanto o torque aumenta.

10-22 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO SERVOVÁLVULA EP

SERVOVÁLVULA EP

1. Válvula solenóide do motor 1 Operação


2. Servoválvula EP • A força de sucção F1 da válvula solenóide do
3. Mola motor 1 (1) e a força F2 da mola (3) são aplicadas à
4. Servocilindro servoválvula EP (2).
• Se a corrente dada à válvula solenóide do
Função motor 1 (1) for pequena (F1 < F2), a servoválvula EP
• A servoválvula EP está instalada na parte posterior (2) conduzirá a pressão hidráulica do circuito de alta
do motor 1 HST e é utilizada para alterar o desloca- pressão do motor ao lado de menor diâmetro (S) do
mento do motor de acordo com a corrente dada à servocilindro (4), aliviando a pressão hidráulica no
válvula solenóide do motor 1 (1). lado de maior diâmetro (L) para o reservatório (alo-
jamento do motor). Com isso, o servocilindro (4) se
move para o lado de menor diâmetro.
• Se a corrente dada à válvula solenóide do motor 1 (1)
for grande (F1 > F2), a servoválvula EP (2) conduzirá
a pressão hidráulica ao lado de maior diâmetro (L).
Assim, o servocilindro (4) se moverá em direção ao
lado de maior diâmetro em função da diferença da
área entre o lado de menor diâmetro (S) e o lado de
maior diâmetro (L).
• A força da mola (3) é alterada de acordo com a posi-
ção do servocilindro (4) (o deslocamento do motor).
Conseqüentemente, o deslocamento do motor é
controlado pela corrente dada à válvula solenóide
do motor 1 (1) para que a força de sucção F1 seja
equilibrada com a força da mola F2.

WA200-5 10-23
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO SERVOVÁLVULA HA

SERVOVÁLVULA HA

1. Válvula solenóide do motor 2 Operação


2. Servoválvula HA • Quando a carga na máquina é pequena, a servo-
3. Servocilindro válvula HA (2) conduz a pressão hidráulica no lado
selecionado pela válvula bidirecional avante-ré para
Função o lado de menor diâmetro (S) do servocilindro (3) e
• A servoválvula HA está instalada na parte posterior libera a pressão hidráulica no lado de maior diâmetro
do motor HST 2 e é utilizada para controlar a posição (L) para o reservatório (alojamento do motor), a fim
do servocilindro (3) (o deslocamento do motor) a fim de minimizar o deslocamento do motor.
de atender à saída do motor para a carga externa no • Quando uma carga maior é aplicada à maquina
motor. O deslocamento é controlado com a pressão na subida de um aclive, etc., a servoválvula HA (2)
hidráulica no circuito selecionado pela válvula bidire- conduz a pressão hidráulica para o lado de maior
cional avante-ré. diâmetro (L). Com isso, o servocilindro (3) se move
em direção ao lado maior em função da diferença de
área entre o lado de menor diâmetro (S) e o lado de
maior diâmetro (L). Nesse momento, o deslocamen-
to do motor torna-se máximo, produzindo um torque
maior.
• Se a válvula solenóide do motor 2 (1) for energizada,
a servoválvula (2) conduzirá a pressão hidráulica
para o lado de maior diâmetro (L) e o deslocamento
do motor aumentará ao máximo, independente da
carga aplicada à máquina.

10-24 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA BIDIRECIONAL AVANTE-RÉ

VÁLVULA BIDIRECIONAL AVANTE-RÉ

1. Válvula solenóide de mudança avante-ré Operação


2. Válvula bidirecional avante-ré • Os sinais elétricos enviados para a válvula solenóide
de mudança avante-ré da bomba HST são utilizados
Função para a válvula solenóide de mudança avante-ré (1) e
• A válvula bidirecional avante-ré está instalada na vinculados ao mecanismo de mudança avante-ré.
parte posterior do motor 2 HST e é utilizada para • A válvula bidirecional avante-ré (2) altera a pressão
prender e alterar a posição da válvula solenóide de hidráulica aplicada à servoválvula HA de acordo com
mudança avante-ré, controlando a direção à qual o comando de mudança avante-ré.
será conduzida a pressão hidráulica para a servo-
válvula HA. Conseqüentemente, são reduzidos os
choques gerados pelas mudanças de pressão de
óleo nas mudanças de marcha.

WA200-5 10-25
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CAIXA DE TRANSFERÊNCIA

CAIXA DE TRANSFERÊNCIA

a. Porta da embreagem Relação entre a embreagem da caixa de transferência e a


b. Porta de entrada do óleo lubrificante pressão da embreagem da caixa de transferência em cada
c. Porta de sucção do óleo lubrificante marcha
Embreagem da caixa de Pressão da embreagem da
Marcha
transferência caixa de transferência
1. Caixa de transferência
2. Alavanca do freio de estacionamento 1ª Engatada DESL.

3. Montagem do motor 2 HST 2ª Engatada DESL.

4. Montagem do motor 1 HST Velocidade de Velocidade de Velocidade de Velocidade de


deslocamento deslocamento deslocamento deslocamento
5. Tubo do bocal de abastecimento de óleo 3ª 0 – 10 km/h 10 – 20 km/h 0 – 10 km/h 10 – 20 km/h

Engatada Desengatada DESL. LIG.


Perfil Velocidade de Velocidade de Velocidade de Velocidade de
• A caixa de transferência é equipada com 2 motores deslocamento deslocamento deslocamento deslocamento
4ª 0 – 10 km/h 10 – 34,5 km/h 0 – 10 km/h 10 – 34,5 km/h
HST. A rotação do motor é alterada para as marchas
Engatada Desengatada DESL. LIG.
1ª – 4ª avante e 1ª – 4ª à ré, combinando-se a saída
e a direção de rotação do motor HST e da embrea-
gem da caixa de transferência.
Observação: A velocidade de deslocamento quando
são utilizados pneus de tamanho
17,5 – 25 é a mostrada na tabela.

10-26 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CAIXA DE TRANSFERÊNCIA

1. Motor 1 HST 8. Engrenagem do motor 1 (número de dentes: 43)


2. Eixo de entrada 9. Engrenagem solar (número de dentes: 28)
3. Embreagem da caixa de transferência 10. Freio de estacionamento
4. Transportador 11. Acoplamento traseiro
5. Engrenagem anelar (número de dentes: 80) 12. Engrenagem de saída (número de dentes: 58)
6. Engrenagem planetária (número de dentes: 24) 13. Eixo de saída
7. Eixo das planetárias 14. Acoplamento dianteiro

WA200-5 10-27
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CAIXA DE TRANSFERÊNCIA

Porção do eixo de entrada

Unidade: mm

N° Item a ser verificado Critério Solução

Tamanho Tolerância Folga Limite de


Folga entre o eixo de entrada e o padrão Eixo Orifício padrão folga
1
mancal (F)
+0,011 0 -0,023 –
Ø 50 -
-0,005 -0,012 0,005
0
Folga entre o mancal do eixo de +0,013 -0,006 –
2 Ø 80 -0,013 -
entrada e a gaiola (F) -0,006 0,026

Folga entre o eixo de entrada e o +0,011 0 -0,023 – Substituir


3 Ø 50 -
mancal (M) -0,005 -0,012 0,005
Folga entre o mancal do eixo de 0 +0,013 -0,006 –
4 Ø 80 -
entrada e a engrenagem anelar (M) -0,013 -0,006 0,026
Folga entre o eixo de entrada e o +0,011 0 -0,023 –
5 Ø 45 -
mancal (R) -0,005 -0,012 0,005
Folga entre o mancal do eixo de 0 +0,013 -0,006 –
6 Ø 75 -
entrada e o transportador (R) -0,013 -0,006 0,026

10-28 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CAIXA DE TRANSFERÊNCIA

N° Item a ser verificado Critério Solução

Folga entre o eixo de encaixe por +0,039 0 -0,054 –


7 Ø 55 –
pressão e o mancal +0,020 -0,015 -0,020

Folga entre o mancal do eixo de en-


0 -0,016 -0,038 –
8 caixe por pressão e a engrenagem do Ø 100 –
-0,018 -0,038 0,002
motor 1

-0,085 +0,040 0,085 –


9 Folga entre o pistão e o espaçador Ø 177 –
-0,125 0 0,165

-0,550 +0,046 0,550 –


10 Folga entre o pistão e a gaiola Ø 222 –
-0,650 0 0,696

Folga entre o alojamento da embrea- +0,061 +0,046 -0,061 –


11 Ø 200 –
gem e a caixa frontal +0,015 0 0,031

Tamanho padrão Tolerância Limite de reparo


Espessura do prato separador
12 1,7 ± 0,05 1,6

Distorção do prato separador – 0,05 0,15

Espessura do prato de fricção 2,2 ± 0,08 1,8


13
Distorção do prato de fricção – 0,02 0,25
1,010 N ± 101 N 804 N
14 Carga na mola ondulada (altura: 2,2 mm)
{103 kg} {±10,3 kg} {82 kg}
Diâmetro interno da face de contato do +0,021
Ø 25 Ø 25,1
anel retentor 0
+0,15 Substituir
Largura da ranhura do anel retentor 2,5 2,7
+0,10
15
-0,01
Largura do anel retentor 2,5 2,3
-0,03

Espessura do anel retentor 1,2 ±0,1 1,05

Diâmetro interno da face de contato do +0,030


Ø 70 Ø 70,1
anel retentor 0
+0,15
Largura da ranhura do anel retentor 3 3,3
+0,10
16
-0,01
Largura do anel retentor 3 2,7
-0,03

Espessura do anel retentor 2,9 ±0,1 2,75

Diâmetro interno da face de contato do +0,022


Ø 120 Ø 120,5
anel retentor 0
+0,1
Largura da ranhura do anel retentor 4,5 5,0
0
17
0
Largura do anel retentor 4,36 3,9
-0,1

Espessura do anel retentor 3 ±0,1 2,7

Folga entre a engrenagem do motor 1 e


18 0,170 – 0,453
a engrenagem de saída
Folga lateral da engrenagem planetária
- 0,35 – 0,80
(em ambos lados)

WA200-5 10-29
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CAIXA DE TRANSFERÊNCIA

Porção do eixo de saída

10-30 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CAIXA DE TRANSFERÊNCIA

Unidade: mm
N° Item a ser verificado Critério Solução

Tamanho Tolerância Folga Limite de


Folga entre o eixo de saída e o padrão Eixo Orifício padrão folga
1
mancal (F)
+0,030 0 -0,045 –
Ø 60 –
+0,011 -0,015 -0,011

Folga entre o mancal do eixo de 0 -0,015 -0,040 –


2 Ø 110 –
saída e a gaiola (F) -0,018 -0,040 0,003

Folga entre o eixo de saída e o +0,030 0 -0,045 –


3 Ø 65 –
mancal (R) +0,011 -0,015 -0,011

Folga entre o mancal do eixo de 0 -0,015 -0,040 –


4 Ø 120 –
saída e a caixa traseira (R) -0,018 -0,040 0,003

Folga entre o vedador de óleo e a +0,170 +0,054 -0,170 –


5 Ø 100 –
gaiola (F) +0,080 0 -0,026
Substituir
Folga entre o vedador contra pó e a +0,400 +0,054 -0,400 –
6 Ø 100 –
gaiola (F) +0,200 0 -0,146

Folga entre o retentor de óleo e a +0,170 +0,054 -0,170 –


7 Ø 100 –
gaiola (R) +0,080 0 -0,026

Folga entre o vedador contra pó e a +0,400 +0,054 -0,400 –


8 Ø 100 –
gaiola (R) +0,200 0 -0,146

Diâmetro interno da superfície Tamanho padrão Tolerância Limite de reparo


9 deslizante do retentor de óleo do 0
acoplamento (F) Ø 75 74,8
-0,074
Diâmetro interno da superfície
0
10 deslizante do retentor de óleo do Ø 75 74,8
-0,074
acoplamento (R)

Folga entre a gaiola e a caixa Tamanho padrão Folga padrão Limite de folga
11
dianteira 0,7 0,1 – 1,3 –
Ajustar calço
Torque de rotação livre do eixo de
12 3,9 – 5,9 Nm {0,4 – 0,6 kgm}
saída

WA200-5 10-31
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CAIXA DE TRANSFERÊNCIA

10-32 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CAIXA DE TRANSFERÊNCIA

1. Motor 2 HST
2. Engrenagem do motor 2 (número de dentes: 43)
3. Filtro de tela
4. Bujão de dreno
5. Sensor de velocidade

Unidade: mm
N° Item a ser verificado Critério Solução

Tamanho Tolerância Folga Limite de


Folga entre o eixo de entrada e o padrão Eixo Orifício padrão folga
6
mancal (F)
+0,030 0 -0,045 –
Ø 55 –
+0,011 -0,015 -0,011
Substituir
Folga entre o mancal do eixo de 0 +0,022 -0,013 –
7 Ø 90 –
entrada e a gaiola (F) -0,015 -0,013 0,037

Folga entre a engrenagem do motor


8 0,170 – 0,453
2 e a engrenagem de saída

WA200-5 10-33
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CAIXA DE TRANSFERÊNCIA

Operação da embreagem

Quando a embreagem está ativada (engatada) Quando a embreagem está desativada (liberada)

• Quando o fluxo de óleo da válvula solenóide da em- • O óleo proveniente da válvula solenóide da embre-
breagem é interrompido, o pistão (2) se move para a agem é enviado pela força da pressão para o lado
direita pela tensão da mola (1). posterior do pistão (2) e empurra de volta a mola
Os pratos (3) e discos (4) são presos entre si e a (1), enquanto o pistão (2) se move para a esquerda.
rotação dos discos (4) é interrompida pela sua força A força de fricção dos pratos (3) e discos (4) deixa
de fricção, e a engrenagem anelar (5), engatada aos de existir e a engrenagem anelar (5) é colocada em
dentes internos, é presa. posição neutra.
• As molas onduladas (6) instaladas entre os pratos (3)
fazem o pistão (2) retornar rapidamente, e separam
os pratos (3) e discos (4) a fim de evitar um aumento
de perda de deslizamento quando a embreagem
estiver desengatada.

10-34 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CAIXA DE TRANSFERÊNCIA

Modo de baixa velocidade

Operação
• No modo de baixa velocidade, a embreagem da
caixa de transferência (1) está presa e a força do
motor 1 HST (2) e do motor 2 HST (3) é transmitida
conjuntamente para o eixo de saída (11).
• A força do motor 1 HST (2) é transmitida através do
eixo de entrada (4), da engrenagem solar (5), engre-
nagem planetária (6), transportador (7), engrenagem
do motor 1 (8) e pela engrenagem de saída (10) para
o eixo de saída (11).
• A força do motor 2 HST (3) é transmitida pela engre-
nagem do motor 2 (9) e pela engrenagem de saída
(10) para o eixo de saída (11).

WA200-5 10-35
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CAIXA DE TRANSFERÊNCIA

Modo de alta velocidade

Operação
• No modo de alta velocidade, a embreagem da caixa
de transferência (1) é liberada e o motor 1 HST (2)
pára. Conseqüentemente, apenas a força do motor
2 HST (3) é transmitida para o eixo de saída (11).
• A força do motor 2 HST (3) é transmitida pela engre-
nagem do motor 2 (9) e pela engrenagem de saída
(10) para o eixo de saída (11).

10-36 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA SOLENÓIDE DA EMBREAGEM

VÁLVULA SOLENÓIDE DA EMBREAGEM

P: Da bomba de carga HST Operação


A: Para a embreagem de transferência • Quando a corrente do sinal de entrada é grande, o
T: Para a porta de dreno óleo hidráulico da embreagem da caixa de transfe-
rência é drenado.
1. Válvula solenóide da embreagem • À medida que a corrente do sinal de entrada é redu-
2. Êmbolo zida, eleva-se a pressão da embreagem da caixa de
3. Bobina transferência.
4. Pino impulsor • Assim que a corrente do sinal de entrada for reduzi-
5. Mola da até a pressão hidráulica da embreagem da caixa
6. Carretel de transferência atingir a pressão hidráulica enviada
7. Corpo pela bomba de carga HST, a pressão hidráulica da
embreagem da caixa de transferência irá se manter
igual à pressão hidráulica enviada pela bomba de
carga HST, mesmo que a corrente do sinal de entra-
da seja reduzida ainda mais.
Pressão de óleo da embreagem

Corrente

WA200-5 10-37
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EIXO

EIXO
EIXO DIANTEIRO

1. Diferencial
2. Comando final
3. Eixo
4. Acoplamento do eixo
5. Freio de discos múltiplos do tipo em banho de óleo
6. Acoplamento
7. Eixo
8. Orifício do bocal de abastecimento de óleo / bujão de nível
9. Ajustador de folga
10. Sensor de temperatura do óleo
11. Bujão de dreno

10-38 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EIXO

EIXO TRASEIRO

1. Diferencial
2. Comando final
3. Eixo
4. Acoplamento do eixo
5. Freio de discos múltiplos do tipo em banho de óleo
6. Acoplamento
7. Orifício do bocal de abastecimento de óleo / bujão de nível
8. Ajustador de folga
9. Bujão de dreno

WA200-5 10-39
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DIFERENCIAL

DIFERENCIAL
DIFERENCIAL DIANTEIRO

1. Engrenagem do pinhão (número de dentes: 9)


2. Eixo
3. Engrenagem cônica (número de dentes: 43)
4. Eixo da engrenagem solar
5. Pinhão cônico (número de dentes: 12)
6. Engrenagem lateral (número de dentes: 12)

10-40 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DIFERENCIAL

Unidade: mm

Nº Item a ser verificado Critério Solução


7 Folga da engrenagem do diferencial 0,1 – 0,25
8,82 – 20,58 N {0,9 – 2,1 kg} Ajustar
8 Torque inicial da engrenagem cônica
(na superfície externa da engrenagem cônica)

Espessura da arruela da engrenagem de Tamanho padrão Tolerância Limite de reparo


9
pinhão 3 ± 0,08 2,8 Substituir
10 Espessura da arruela da engrenagem lateral 2 ± 0,05 1,8
Espessura do calço no transportador do man-
11 0,50 – 1,35
cal no lado do diferencial (cada lado) Ajustar
12 Folga da engrenagem cônica 0,20 – 0,33
13 Folga terminal do pinhão cônico 0,002 – 0,162 Substituir
Espessura do calço no alojamento do diferen-
14 0,50 - 1,23 Ajustar
cial e no conjunto do calibrador

Tamanho Tolerância Limite de


Folga padrão
padrão Eixo Orifício folga

Folga do mancal na lateral +0,025 -0,004 -0,054 –


15 Pista externa Ø 112,713 –
do diferencial 0 -0,029 -0,004

+0,066 +0,013 -0,066 –


Pista interna Ø 69,85 –
+0,045 0 -0,032

0 -0,048 -0,088 –
Pista externa Ø 130 –
Folga do mancal no lado -0,018 -0,088 -0,030
16 da engrenagem do eixo do
pinhão +0,039 0 -0,054 –
Pista interna Ø 60 –
+0,020 -0,015 -0,020

0 -0,041 -0,076 –
Pista externa Ø 120 –
Folga do mancal no lado -0,015 -0,076 -0,026
17 do acoplamento do eixo do Substituir
pinhão +0,039 0 -0,054 –
Pista interna Ø 55 –
+0,020 -0,015 -0,020

Folga entre a engrenagem do pinhão e a -0,06 +0,10 0,11 –


18 Ø 28 –
cruzeta -0,11 +0,05 0,21

Folga da porção de encaixe do pistão do alo- -0,110 +0,081 0,110 –


19 Ø 261 –
jamento do diferencial (alojamento e pistão) -0,191 0 0,272
Folga da porção de encaixe do pistão do 0,100 –
-0,100 +0,072
20 transportador do mancal (pistão e trans- Ø 241 –
-0,172 0 0,244
portador)

0 0 -0,035 –
Pista externa Ø 110 –
-0,015 -0,035 0,015
Folga entre o eixo de aciona-
21
mento e o mancal da gaiola -0,030 –
+0,018 0
Pista interna Ø 50 –
+0,002 -0,012 -0,002

WA200-5 10-41
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DIFERENCIAL

DIFERENCIAL TRASEIRO

1. Engrenagem do pinhão (número de dentes: 9)


2. Eixo
3. Engrenagem cônica (número de dentes: 43)
4. Eixo da engrenagem solar
5. Pinhão cônico (número de dentes: 12)
6. Engrenagem lateral (número de dentes: 12)

10-42 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DIFERENCIAL

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critério Solução
7 Folga da engrenagem do diferencial 0,15 – 0,35
8,82 – 20,58 N {0,9 – 2,1 kg} Ajustar
8 Torque inicial da engrenagem cônica
(na superfície externa da engrenagem cônica)

Espessura da arruela da engrenagem de Tamanho padrão Tolerância Limite de reparo


9
pinhão 3 ± 0,08 2,8 Substituir
10 Espessura da arruela da engrenagem lateral 2 ± 0,05 3,8
Espessura do calço no transportador do man-
11 0,50 – 1,35
cal no lado do diferencial (cada lado) Ajustar
12 Folga da engrenagem cônica 0,20 – 0,33
13 Folga axial do pinhão cônico 0,002 – 0,162 Substituir
Espessura do calço no alojamento do diferen-
14 0,50 - 1,23 Ajustar
cial e no conjunto do calibrador

Tamanho Tolerância Limite de


Folga padrão
padrão Eixo Orifício folga

Folga do mancal na lateral +0,025 -0,004 -0,054 –


15 Pista externa Ø 112,713 –
do diferencial 0 -0,029 -0,004

+0,066 +0,013 -0,066 –


Pista interna Ø 69,85 –
+0,045 0 -0,032

0 -0,048 -0,088 –
Pista externa Ø 130 –
Folga do mancal no lado -0,018 -0,088 -0,030
16 da engrenagem do eixo do
pinhão +0,039 0 -0,054 –
Pista interna Ø 60 –
+0,020 -0,015 -0,020
Substituir
0 -0,041 -0,076 –
Pista externa Ø 120 –
Folga do mancal no lado -0,015 -0,076 -0,026
17 do acoplamento do eixo do
pinhão +0,039 0 -0,054 –
Pista interna Ø 55 –
+0,020 -0,015 -0,020

Folga entre a engrenagem do pinhão e a -0,06 +0,10 0,110 –


18 Ø 28 –
cruzeta -0,11 +0,05 0,210

Folga da porção de encaixe do pistão do alo- -0,110 +0,81 0,110 –


19 Ø 261 –
jamento do diferencial (alojamento e pistão) -0,191 0 0,272
Folga da porção de encaixe do pistão do 0,100 –
-0,100 +0,072
20 transportador do mancal (pistão e trans- Ø 241 –
-0,172 0 0,244
portador)

WA200-5 10-43
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DIFERENCIAL

Perfil Durante a manobra


• A força transmitida para os eixos dianteiro e traseiro • Quando se altera a direção da máquina, a velocidade
é rotacionada em 90º e reduzida em velocidade, de rotação das rodas esquerda e direita é diferente,
sendo transmitida em seguida pela engrenagem do assim a engrenagem do pinhão (4) e a engrenagem
pinhão (4) para o eixo da engrenagem solar (2). lateral (3), dentro do diferencial, transmitem a força
• A força da engrenagem solar é reduzida mais pelo do transportador (6) para o eixo da engrenagem
comando final do tipo engrenagem planetária e é solar (2) enquanto a rotação está de acordo com a
transmitida ao eixo e às rodas. diferença entre as velocidades de rotação direita e
esquerda.

Durante o deslocamento em linha reta


• Ao se deslocar em linha reta, a velocidade de rota-
ção das rodas direita e esquerda é a mesma, assim
a engrenagem do pinhão (4), dentro do conjunto do
diferencial, não é rotacionada. A força do transporta-
dor (6) passa pela engrenagem do pinhão (4) e pela
engrenagem lateral (3), e é transmitida proporcional-
mente aos eixos esquerdo e direito da engrenagem
solar (2).

10-44 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DIFERENCIAL

Diferencial de torque proporcional Deslocamento em terreno irregular (quando as resis-


tências do caminho sob os pneus forem diferentes)
Perfil • Quando os pneus patinam sobre um terreno macio,
a engrenagem lateral no pneu no lado de menor
• Um modelo de carregadeira de rodas acionada por
resistência ao caminho gira para a frente. Como
4 rodas, como uma máquina de construção, deve
resultado, os pontos de engate da engrenagem do
trabalhar naturalmente em locais que apresentem pinhão (4) e das engrenagens laterais se alteram.
condições de solo ruins. Se os seus pneus patinarem • Se a engrenagem lateral esquerda (7) girar um pouco
nesses lugares, sua função é diminuída e a vida útil para a frente, a distância “a” da engrenagem do pinhão
dos pneus, abreviada. A fim de resolver esse proble- até o ponto de engate da engrenagem lateral esquerda
ma, o diferencial de torque proporcional é utilizado. se tornará maior que a distância “b” até o ponto de
• A engrenagem do pinhão do diferencial (4) deste engate da engrenagem lateral direita, equilibrando
diferencial possui um número ímpar de dentes. Os “a” e “b” no mesmo ponto onde a x TL = b x TR. A razão
pontos de engate da engrenagem do pinhão (4) e as a:b se altera para até 1:1,38, dependendo das condi-
engrenagens laterais (3) se alteram de acordo com a ções de engate.
• Conseqüentemente, a engrenagem do pinhão não
diferença da resistência do caminho.
gira em falso e a força de acionamento é transmitida
Conseqüentemente, as forças de tração dos pneus
para ambas as engrenagens laterais e os pneus não
em ambos os lados são alteradas. patinam até que a razão entre a:b se torne 1:1,38,
ou a diferença entre as resistências do caminho sob
ambos os pneus se torne de 38%.
• A vida útil dos pneus é prolongada em 20 – 30% e
a sua capacidade de trabalho também é aumentada
pelo efeito descrito acima.

Direção de rotação da cruzeta

Diferencial comum

Direção de rotação da cruzeta

Operação

Deslocamento em linha reta (quando a resistência do


caminho sob os pneus é a mesma)
• Quando as resistências do caminho sob os pneus
são as mesmas, a distância “a” do pinhão do diferen-
cial (4) do ponto de engate da engrenagem do lado
esquerdo (7) e a distância “b” do ponto de engate da
engrenagem do lado direito (3) também são iguais.
• Com isso, a força de tração esquerda TL e a força de
tração direita TR se equilibram.

WA200-5 10-45
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DIFERENCIAL COM LIMITE DE PATINAGEM

DIFERENCIAL COM LIMITE DE PATINAGEM

1. Prato
2. Disco
3. Pinhão (número de dentes: 12)
4. Arruela
5. Engrenagem lateral (número de dentes: 24)
6. Pinhão cônico
7. Eixo
8. Anel de pressão
9. Engrenagem cônica
10. Caixa

10-46 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DIFERENCIAL COM LIMITE DE PATINAGEM

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critério Solução
Tamanho padrão Tolerância Limite de reparo

11 Espessura do prato 3
± 0,02 2,9
3,1
+0,04
12 Espessura do disco 2,5 2,45
-0,03

13 Espessura da arruela 2 ± 0,05 1,8

Folga entre o disco e o prato (total de ambos


14 0,20 – 0,6
os lados)

Folga terminal (uma extremidade) da engre-


15 0,13 - 0,36 Substituir
nagem lateral na direção axial

16 Folga entre a caixa e o prato 0 – 0,5

17 Folga entre a engrenagem lateral e o disco 013 – 0,32

Tamanho Tolerância Limite de


Folga padrão
padrão Eixo Orifício folga
Folga entre a cruzeta e a engrenagem do
18
pinhão do diferencial
-0,110 +0,05 -0,110 –
Ø 25,4 –
-0,160 0 -0,210

WA200-5 10-47
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DIFERENCIAL COM LIMITE DE PATINAGEM

Operação do diferencial com limite de patinagem Durante o deslocamento em linha reta


1. Quando não há desequilíbrio entre a força de acio-
A força é transmitida da engrenagem cônica (9) para a caixa namento das rodas direita e esquerda [a condição de
(10), anel de pressão (8), eixo (7), pinhão (3) e para a engre- superfície do caminho (coeficiente de fricção) e carga
nagem (5), e é dividida para os eixos direito e esquerdo. para as rodas direita e esquerda são uniformes e a
O sistema de freios, consistindo de 2 discos (2) e pratos (1) carga na caçamba está perfeitamente centralizada]
está instalado na face posterior da engrenagem lateral (5). A força é dividida com igualdade para a esquerda e
Um torque de freio é gerado de forma proporcional ao torque direita pela engrenagem do diferencial. Neste caso, o li-
transmitido pelo anel de pressão (8) ao eixo (7). mite de patinagem das rodas direita e esquerda é igual,
Esse torque dos freios atua para limitar a rotação em relação assim, mesmo que a força advinda do motor exceda o
à engrenagem lateral (5) e à caixa (10), por isso é difícil para limite de patinagem das rodas, ambas as rodas patina-
as engrenagens laterais direita e esquerda (5) rotacionarem rão e o diferencial não entrará em atividade.
mutuamente, limitando a operação do diferencial. Não há carga nos freios na face posterior das engrena-
gens laterais.
Mecanismo de geração de torque dos freios das engre-
nagens laterais direita e esquerda (5).
O eixo (7) é suportado pela superfície do came cortada em
superfícies dos anéis de pressão direito e esquerdo (8).
A força (torque) transmitida dos anéis de pressão (8) para
o eixo (7) é transmitida à superfície do came, mas a força
Fa separando os anéis de pressão esquerdo e direito (8) é
gerada proporcionalmente ao torque transmitido, de acordo
com o ângulo dessa superfície do came.
Essa carga de separação Fa atua sobre os freios na face
posterior das engrenagens laterais direita e esquerda (5) e
gera o torque dos freios.

Visto a partir de Z
Da caixa de transferência

10-48 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DIFERENCIAL COM LIMITE DE PATINAGEM

2. Quando não há desequilíbrio entre a força de Diferença na força de acionamento da roda para cada
acionamento das rodas direita e esquerda [a tipo de diferencial quando há o deslizamento da roda em
condição de superfície do caminho (coeficiente de um dos lados
fricção) e a carga para as rodas direita e esquerda
não são uniformes, possibilitando a patinagem de Força de acionamento das rodas
(com a patinagem de uma das rodas)
uma roda em algum dos lados]
Exemplo 1. Ao escavar, e uma roda em um dos la- Roda em Roda Total
patinagem bloqueada (rotação)
dos está sobre uma superfície macia.
Diferencial com limite de 3,64
Exemplo 2. Ao remover a neve, e uma roda em um patinagem (opcional)
1 2,64
(1,53)
dos lados está sobre a neve e a do outro lado está
Diferencial de torque propor-
sobre o asfalto. cional (opcional)
1 1,38 2,38 (1)
Exemplo 3. Ao trabalhar em um declive, e houver
Diferencial normal 1 1 2 (0,84)
desequilíbrio entre a carga nas rodas direita e es-
querda.
A força é igualmente dividida para a esquerda e direi-
ta pela engrenagem do diferencial. Contudo, quando Em caminhos cuja superfície pode propiciar a patina-
a força de acionamento excede o limite de patina- gem da roda em dos lados, o diferencial com limite de
gem da roda, a quantidade de força excedente ao li- patinagem aumenta a força de acionamento em uma
mite de patinagem passa pelos freios e pela caixa na proporção 1,53 vezes maior que o diferencial de torque
face posterior da engrenagem lateral e é transmitida proporcional.
aos freios no lado oposto (lado bloqueado) e enviada
para a roda no lado bloqueado. Durante a manobra
Se essa porção de excesso da força de acionamento As engrenagens do diferencial embutidas em um diferen-
se tornar maior que a força de frenagem, o diferen- cial com limite de patinagem são as mesmas das utiliza-
cial passará a trabalhar. das em um diferencial normal, de forma que as diferen-
ças na rotação entre as rodas internas e externas ao se
girar a máquina possam ser geradas com suavidade.

Torque de freio

Lado de pa- Lado de blo- Pneu externo Pneu interno


tinagem da queio da roda (rotação mais rápida) (rotação mais lenta)
roda

Da caixa de transferência

WA200-5 10-49
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO COMANDO FINAL

COMANDO FINAL

9JY01482

1. Engrenagem planetária (nº de dentes: 26)


2. Transportador planetário
3. Eixo
4. Engrenagem anelar (nº de dentes: 69)
5. Eixo da engrenagem solar (nº de dentes: 15)
Unidade: mm
N° Item a ser verificado Critério Solução

Tolerância
Tamanho Folga Limite de
Folga entre o mancal da engrenagem do pinhão padrão padrão folga
6 Eixo Orifício
e o eixo
+0,025 +0,013 -0,025 – Substituir
Ø 33,338 –
+0,013 0 0
Folga entre o alojamento do eixo e a engrenagem +0,100 +0,100 -0,060 –
7 Ø 276 –
anelar +0,030 0 +0,070

8 Folga entre o retentor de óleo e o alojamento Máx. 0,2 Ajustar

+0,400 +0,063 -0,400 –


Alojamento Ø 140 –
Porção de encaixe por pressão +0,200 0 -0,137
9
do vedador do eixo 0 -0,200 -0,0400
Eixo Ø 105 –
-0,054 -0,400 -0,146
0 -0,028 -0,068 –
Folga na porção de encaixe por Pista externa Ø 130 –
-0,025 -0,068 -0,003
10 pressão do mancal do aloja- Substituir
mento do eixo +0,045 0 -0,065 –
Pista interna Ø 85 –
+0,023 -0,020 -0,023
0 -0,028 -0,068 –
Folga na porção de encaixe por Pista externa Ø 125 –
-0,018 -0,068 -0,010
11 pressão do mancal do aloja-
mento do eixo +0,030 0 -0,045 –
Pista interna Ø 80 –
+0,011 -0,015 -0,011
Folga terminal do eixo 0 – 0.1
12 Ajustar
Torque de partida do eixo Máx. 10,8 Nm {1,1 kgm}
+0,025 +0,207 0,120 –
13 Folga do pino guia Ø 12 – Substituir
+0,007 +0,145 0,200

10-50 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO COMANDO FINAL

Perfil
• O comando final reduz por fim a velocidade da força
transmitida pelo motor HST através da caixa de
transferência para o eixo, aumentando a força de
acionamento.
• A engrenagem anelar (4) é encaixada por pressão
ao alojamento do eixo e presa na posição por um
pino.
• A força transmitida pelo diferencial e que atravessa
o eixo da engrenagem solar (5) tem sua velocidade
reduzida pelo mecanismo da engrenagem planetá-
ria, aumentando a força de acionamento.
A força de acionamento aumentada passa pelo
transportador planetário (2) e pelo eixo (3), sendo
por fim transmitida para as rodas.

WA200-5 10-51
MONTAGEM DO EIXO E PINO DE
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO ARTICULAÇÃO CENTRAL

MONTAGEM DO EIXO E PINO DE ARTICULAÇÃO CENTRAL

10-52 WA200-5
(3)
MONTAGEM DO EIXO E PINO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DE ARTICULAÇÃO CENTRAL

1. Eixo dianteiro Perfil


2. Parafuso de tensão • Já que o eixo dianteiro (1) recebe a força diretamen-
3. Chassi dianteiro te durante o trabalho, ele permanece fixo ao chassi
4. Pino de articulação central dianteiro (3) pelos parafusos de tensão (2).
5. Eixo traseiro • O eixo traseiro (5) oscila ao centro do chassi trasei-
6. Chassi traseiro ro (6), para que cada roda se mantenha em contato
7. Contrapeso adicional (opcional) com o solo mesmo quando a máquina se desloca
8. Contrapeso sobre uma superfície macia.
• O chassi dianteiro (3) e o chassi traseiro (6) são
conectados pelo pino da articulação central (4) com
o mancal entre eles. Os cilindros da direção em
ambos os lados conectam o chassi dianteiro (3)
e o chassi traseiro (6) e se movem para ajustar o
ângulo de curvatura, ou o raio de giro.

WA200-5 10-53
MONTAGEM DO EIXO E PINO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DE ARTICULAÇÃO CENTRAL

10-54 WA200-5
MONTAGEM DO EIXO E PINO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DE ARTICULAÇÃO CENTRAL

Unidade: mm

N° Item a ser verificado Critério Solução

Tolerância
Tamanho Folga Limite de
padrão padrão folga
Folga entre o pino de articulação superior e Eixo Orifício
1
o chassi dianteiro (pequeno)
-0,038 +0,100 -0,038 –
Ø 50 –
-0,068 0 0,168
Folga entre o pino da articulação superior e -0,038 +0,250 0,038 –
2 Ø 50 –
o espaçador -0,068 0 0,318
Folga entre o pino da articulação superior -0,038 0 0,026 –
3 Ø 50 –
e o mancal -0,068 -0,012 0,068
Folga entre o chassi traseiro e o espaçador -0,073 0,023 –
4 Ø 66 ±0,050 –
(grande) -0,103 0,153
Folga entre o chassi dianteiro e o mancal 0 -0,020 -0,120 –
5 Ø 105 –
da articulação superior -0,015 -0,120 -0,005 Substituir
Folga entre o pino da articulação inferior e -0,050 +0,067 0,077 –
6 Ø 69,85 –
a bucha do chassi traseiro -0,060 +0,027 0,127
Folga entre o pino da articulação inferior e -0,050 +0,053 0,078 –
7 Ø 69,85 –
o mancal -0,060 +0,028 0,113
Folga entre o chassi dianteiro e o mancal 0 -0,050 –
8 Ø 88,9 ±0,050 –
da articulação inferior -0,020 -0,070
+0,084 +0,054 -0,084 –
9 Folga entre o chassi traseiro e a bucha Ø 80 –
+0,059 0 -0,005

Tamanho padrão Tolerância Limite de reparo


Altura do espaçador da articulação superior
10
(pequeno)
23 ±0,1 –

Espessura do calço padrão da articulação


11 1,3
superior e do retentor
Espessura do calço padrão da articulação
12 0,8
inferior e do retentor
Ajuste
3,92 – 5,88 Nm {0,4 – 0,6 kgm} (ao ajustar o calço)
Torque de aperto para o parafuso de mon-
13
tagem do retentor da articulação superior
59 – 74 Nm {6,0 – 7,5 kgm} (valor final)

WA200-5 10-55
MONTAGEM DO EIXO E PINO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DE ARTICULAÇÃO CENTRAL

Unidade: mm

Nº Item a ser verificado Critério Solução


Tamanho
Tolerância Limite de reparo
padrão
1 Espessura do prato de escora
0
10 –
-0,15
+0,3
2 Espessura da arruela de escora 5 –
-0,1
Tolerância Substituir
Tamanho Folga Limite de
Folga entre o orifício e o eixo na padrão Eixo Orifício padrão folga
3
extremidade do suporte dianteiro
-0,043 +0,550 0,093–
Ø 170 –
-0,106 +0,050 0,656
Folga entre o orifício e o eixo na -0,043 +0,550 0,093 –
4 Ø 170 –
extremidade do suporte traseiro -0,106 +0,050 0,656
Espessura padrão de calço da
5 0,2 -
temperatura de escora

10-56 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO TUBULAÇÃO DO SISTEMA DIRECIONAL

TUBULAÇÃO DO SISTEMA DIRECIONAL

1. Cilindro da direção (direito)


2. Válvula Orbit-roll
3. Reservatório de óleo hidráulico
4. Válvula de prioridade
5. Bomba da direção
6. Válvula de restrição de 2 vias
7. Válvula do coxim
8. Cilindro da direção (esquerdo)

WA200-5 10-57
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO COLUNA DA DIREÇÃO

COLUNA DA DIREÇÃO

1. Volante da direção
2. Coluna da direção
3. Válvula Orbit-roll
4. Alavanca de inclinação

Unidade: mm

Nº Item a ser verificado Critério Solução

Tamanho Tolerância Folga Limite de


Folga entre o eixo da direção e a padrão Eixo Orifício padrão folga
5 Substituir
bucha da coluna
0 +0,15 0,05 –
Ø 19 0,4
-0,08 +0,05 0,23

10-58 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE PRIORIDADE

VÁLVULA DE PRIORIDADE

P: Da bomba da direção LS: Da válvula orbit-roll


CF: Para a válvula orbit-roll T: Para o reservatório hidráulico
EF: Para a válvula de controle do equipamento de trabalho

1. Corpo da válvula de alívio 7. Bujão


2. Sede da mola 8. Corpo da válvula
3. Mola 9. Carretel
4. Gatilho 10. Mola
5. Sede 11. Bujão
6. Tela
Unidade: mm

Nº Item a ser verificado Critério Solução


Tamanho padrão Limite de reparo
Comprimento Comprimento Carga Comprimento Carga
12 Mola de controle livre instalada instalada livre instalada
187 N 187 ± 14,7 N Substituir
63,4 47,6 63,4 ± 1
{19,1 kg} {19,1 ± 1,5 kg}
146 N 146 ± 14,7 N
13 Mola de alívio 31 26,9 –
{14,9 kg} {14,9 ± 1,5 kg}

WA200-5 10-59
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE PRIORIDADE

Perfil Operação
• A válvula de prioridade está localizada no circuito 1. Volante da direção na posição neutro
entre a bomba da direção e a válvula orbit-roll. Ela Quando o motor pára de funcionar, o carretel (3) é
atua para dividir o fluxo de óleo da bomba dire- empurrado totalmente para a esquerda pela tensão
cional e o envia a valvula orbit-roll ou o circuito de da mola (4). O circuito entre as portas M e N é
arrefecimento de óleo. Além disso, ajusta a pressão completamente aberto, enquanto o circuito entre as
de óleo no circuito da válvula de prioridade para a portas M e Q é totalmente fechado.
válvula orbit-roll em 20,6 MPa {210kg/cm²}, a fim de Nessa condição, se o motor for acionado e a bomba
proteger o circuito. da direção rotacionada, o óleo proveniente da bom-
ba fluirá da porta M para a porta N, e em seguida irá
penetrar na porta A, para a válvula orbit-roll.
Quando isso acontece, a passagem de óleo através
do orifício m no carretel (3) penetra na porta P,
comprimindo a mola (4) e movimentando o carretel
(3) para a direita, na direção da seta.
Isso estabiliza a condição de forma que o circuito
entre as portas M e Q fique quase totalmente aberto
e o circuito entre as portas M e N seja fechado
quase completamente. Assim, praticamente todo o
óleo proveniente da bomba flui para o circuito do
equipamento de trabalho.

Ranhura
do carretel,
orifício
Orifício Para o circuito do equipamento
da luva de trabalho

Da bomba
da direção

10-60 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE PRIORIDADE

2. Volante da direção girado para a esquerda Se o operador tentar girar o volante da direção
Quando a o volante da direção é girado para a um pouco mais quando o cilindro de direção tiver
esquerda, gera-se uma variação angular entre o alcançado o final de seu curso, o circuito da porta
carretel e a luva da válvula orbit-roll, e o fluxo de M através da porta N para a porta S será mantido
óleo é invertido. (Para maiores detalhes, consulte a aberto e a pressão será elevada.
seção VÁLVULA ORBIT-ROLL.) Quando essa pressão é elevada acima da pressão
O óleo advindo da bomba flui da porta M para a por- necessária, a válvula de alívio (10) se abre e o óleo
ta N, e penetra na porta A. O grau de abertura da é liberado para o reservatório hidráulico. Graças a
luva (porta A) e do carretel (porta B) cria uma dife- esse fluxo de óleo, uma pressão diferencial é criada
rença entre a pressão acima da porta A e a pressão em ambos os lados do orifício r. Assim, o equilíbrio
além da porta B. Parte do óleo da porta B flui para é perdido entre a carga da mola (4), a pressão
o girotor, e segue para o cilindro direito dianteiro. O acima da porta A e a pressão além da porta B. Com
óleo restante passa através do orifício b, flui para a isso, a pressão acima da porta A se torna relativa-
porta J, penetrando por fim na porta R. mente maior.
Quando isso acontece, o carretel (3) se estabiliza Por essa razão, a pressão na porta P movimenta o
em uma posição onde a pressão diferencial entre o carretel (3) um pouco mais para a direita, pela con-
circuito acima da porta A, o circuito além da porta B dição mostrada no item 2. Ela estabiliza a condição
(pressão da porta P – pressão da porta R) e a carga em uma posição onde o circuito entre as portas M e
da mola (4) sejam equilibradas. Ele é responsável N seja fechado quase por completo, e o circuito en-
pelo ajuste do grau de abertura da porta M para tre as portas M e Q fique quase totalmente aberto.
as portas N e Q, e distribui o fluxo para ambos os
circuitos.
A proporção desse fluxo distribuído é determinada
pelo grau de abertura da porta A e da porta B ou,
em outras palavras, pela variação do ângulo entre
a luva e o carretel da válvula orbit-roll. Esse grau de Para o cilin-
Do girotor
abertura é ajustado sem etapas intermediárias pelo dro direito

ângulo de giro do volante da direção.


3. Cilindro da direção no final do curso

Para o cilin-
Do girotor dro direito

Ranhura
do carretel, Para
orifício girotor Do cilindro esquerdo
Orifício Para o circuito do equipamento
da luva de trabalho

Ranhura
do carretel, Para
orifício girotor Do cilindro esquerdo
Orifício Para o circuito do equipamento
da luva de trabalho

Da bomba
da direção

Da bomba
da direção

WA200-5 10-61
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA ORBIT-ROLL

VÁLVULA ORBIT-ROLL

P: Da bomba da direção LS: Para a válvula de prioridade


L: Para o cilindro da direção T: Para o reservatório hidráulico
R: Para o cilindro da direção

1. Terra 8. Eixo de acionamento


2. Corpo da válvula 9. Luva
3. Válvula de retenção 10. Carretel
4. Girotor 11. Pino central
5. Espaçador 12. Mola centralizadora
6. Tampa 13. Válvula anti-cavitação
7. Espaçador 14. Válvula de alívio de sobrecarga

10-62 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA ORBIT-ROLL

Perfil Estrutura
• A válvula orbit-roll está diretamente conectada ao • A parte superior (A) do carretel (3) está conectada
eixo do volante de direção. Ela alterna o fluxo de ao eixo de acionamento da coluna da direção e co-
óleo da bomba da direção para os cilindros es- nectada mais adiante à luva (5) pelo pino central (4)
querdo e direito da direção, a fim de determinar a (que não está em contato com o carretel enquanto
direção de deslocamento da máquina. o volante de direção está na posição neutra) e pela
• A válvula orbit-roll, falando em termos gerais, con- mola centralizadora (12).
siste dos seguintes componentes: carretel do tipo • A parte superior (B) do eixo de acionamento (6)
rotatório (3) e luva (5), que possuem a função de está engatada ao pino central (4) e combinada com
selecionar a direção, e o conjunto do girotor (uma a luva (5) em um único corpo, e a parte inferior se
combinação de rotor (8) e estator (9)), que atua encontra engatada com a chaveta do rotor (8) do
como um motor hidráulico durantes as operações conjunto do girotor (8).
normais da direção, e como uma bomba manual (na • O corpo da válvula (2) possui 5 portas, que es-
verdade, a força de operação do volante de dire- tão conectadas ao circuito da bomba, ao circuito
ção é muito alta, por isso não é possível operá-la) do reservatório, ao circuito da direção esquerda,
quando a bomba da direção ou o motor apresentam circuito da direção direita, e ao circuito LS, respecti-
falhas e o suprimento de óleo é interrompido. vamente. As portas no lado da bomba e no lado do
reservatório estão conectadas pela válvula de re-
tenção localizada no corpo. Se a bomba ou o motor
falhar, o óleo poderá ser sugado por essa válvula de
retenção diretamente do lado do reservatório.

WA200-5 10-63
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA ORBIT-ROLL

Operação

1. Volante de direção na posição neutra

Para o circuito do equipa-


mento de trabalho

Válvula de
prioridade

Bomba da
direção

Ranhura do carretel, orífico


Orifício da luva

Luva

Carretel

Luva Carretel

Girotor

10-64 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA ORBIT-ROLL

• Enquanto o volante de direção está na posição


neutro, o carretel (3) e a luva (5) permanecem fixos
em um local onde o pino central (4) é ajustado ao
centro do orifício oblongo do carretel (3) pela mola
centralizadora (12).
Nesse momento, a porta A da luva (5) da bomba, a
porta E do girotor, a porta F do circuito da direção
direita, a porta G do circuito da direção esquerda,
e as ranhuras verticais B, C e D do carretel (3) são
fechadas.
O orifício b da porta J para a válvula de prioridade
está conectado à ranhura vertical B do carretel (3).
A porta K da luva (5) conecta a porta L do carretel
(3) à ranhura vertical M.
• Como resultado das conexões e desconexões das
portas e das ranhuras verticais descritas acima, o
óleo definido para a pressão piloto da válvula de
prioridade é drenado através da porta J, passando
pelo orifício b, pelas ranhuras verticais M e K e pela
porta L até o reservatório hidráulico.

WA200-5 10-65
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA ORBIT-ROLL

2. Giro do volante de direção (giro à esquerda)

Para o circuito do
equipamento de trabalho

Válvula de
prioridade

Bomba da
direção

Ranhura do carretel, orifício


Orifício da luva

Girotor

10-66 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA ORBIT-ROLL

• Quando o volante de direção é girado para a es- 3. Volante de direção parado


querda, o carretel (3) conectado pelo eixo de acio- Quando a operação do volante de direção é inter-
namento da coluna da direção gira para a esquerda. rompida, a diferença na rotação entre o carretel (3)
Nesse momento, já que o carretel (3) e a luva (5) e a luva (5) é retornada para a condição neutra pela
estão conectados pela mola centralizadora (12), reação da mola centralizadora (12).
esta é comprimida pelo carretel.
Nesse momento, é criado um deslocamento angular
entre o carretel (3) e a luva (5) pela compressão da
mola centralizadora (12).
Inicialmente, a porta A se conecta à ranhura vertical
B. Em seguida, a ranhura vertical B se conecta à
porta E, que por sua vez está conectada à ranhura
vertical C, e a ranhura vertical C se conecta por fim
à porta G do circuito da direção esquerda.
O orifício b da porta J à ranhura vertical B e a
válvula de prioridade se mantêm conectados, mas a
porta K da luva (5) desconecta a ranhura vertical M
e a porta L gradativamente. Quando a porta A está
conectada à ranhura vertical B, a porta F do circuito da
direção direita, está conectada à ranhura vertical D.
• Como conseqüência da conexão e desconexão das
portas e ranhuras verticais descritas acima, o óleo
proveniente da bomba flui através da porta A para
a ranhura vertical B, e em seguida para a porta E,
a fim de rotacionar o girotor. O óleo descarregado
pelo girotor flui através da porta E pela ranhura
vertical C e pela porta G para a cabeça do cilindro
esquerdo da direção.
A pressão hidráulica na ranhura vertical M é trans-
mitida através do orifício b para a porta J e utilizada
como a pressão piloto da válvula de prioridade.
O óleo do lado da cabeça do cilindro direito da dire-
ção é drenado pela porta F, pela ranhura vertical D
e pela porta H até o reservatório hidráulico.

WA200-5 10-67
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA ORBIT-ROLL

CONEXÃO ENTRE A BOMBA MANUAL E A LUVA

• O diagrama acima mostra as conexões com as portas Assim, o volume de óleo descarregado é diretamente
da luva utilizadas para conectar as portas P de sucção proporcional ao ângulo de giro do volante de direção.
e descarga do girotor.
• Se o volante de direção for girado para a direita, as
portas a, c, e, g, i e k serão conectadas pelas ranhu-
ras verticais no carretel para o lado da bomba. Ao
mesmo tempo, as portas b, d, f, h, j e l se encontram
conectadas à extremidade da cabeça do cilindro direito
da direção, de maneira similar.
Na posição da Fig. 1, as portas 1, 2 e 3 são as portas
de descarga do conjunto do girotor.
Elas estão conectadas às portas l, b e d, de forma que
o óleo seja enviado para o cilindro da direção.
As portas 5, 6 e 7 estão conectadas e o óleo flui a
partir da bomba.
• Se o volante de direção for girado em 90º, as condi-
ções se alteram para as condições mostradas na Fig.
2. Nesse caso, as portas 2, 3 e 4 são portas de sucção
e estão conectadas às portas k, a e c. As portas 5, 6 e
7 são portas de descarga, e se conectam às portas d, f
e h.
• Dessa forma, as portas que atuam como portas de
descarga do girotor estão conectadas às portas que se
dirigem ao cilindro da direção, enquanto as portas que
atuam como portas de sucção estão conectadas ao
circuito da bomba.
• O ajuste do volume de descarga é realizado de acordo
com o ângulo de giro do volante de direção.
Para cada 1/7 de giro do volante de direção, os dentes
internos do girotor avançam um dente, e o óleo advin-
do da bomba é descarregado em um volume equiva-
lente a esse movimento.

10-68 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA ORBIT-ROLL

Função da mola centralizadora


• A mola centralizadora (12) é composta de 4 molas
de lâminas moldadas em X e 2 molas de lâminas
planas, e é instalada entre o carretel (3) e a luva (5),
conforme mostra a figura.
• Quando o volante de direção é girado, o carretel (3)
comprime a mola centralizadora (12) e um desloca-
mento angular é criado entre o carretel (3) e a luva (5).
Como resultado, as portas do carretel (3) e da luva
(5) se conectam e o óleo é enviado para o cilindro
da direção. Quando o volante de direção pára o seu
giro, o girotor também pára. Assim, o óleo não é
enviado para o cilindro da direção e a sua pressão
aumenta. Para evitar isso, quando o volante de dire-
ção pára de girar, é retornado pela força de reação
da mola centralizadora (12) em direção à posição
neutra pelo deslocamento angular do carretel (3) e
da luva (5).

WA200-5 10-69
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE RESTRIÇÃO DE 2 VIAS

VÁLVULA DE RESTRIÇÃO DE 2 VIAS

1. Tubo
2. Gatilho
3. Corpo

Função
• No circuito de retorno no lado do cilindro está ins-
talado um orifício com o objetivo de pressurizar o
óleo de retorno e controlar o movimento do pistão do
cilindro para que se consiga a redução dos choques
causados pela inércia do corpo da máquina quando
esta é manobrada.

Operação
• Quando o óleo flui para a esquerda (no sentido de
mover o cilindro avante), ele empurra o gatilho (3)
até abrí-lo, fluindo, então, através do orifício (a) do
gatilho (3) e do entalhe (b).

• Dando-se a vazão do óleo para a direita (no sentido


de recuar o cilindro), o mesmo atravessa o orifício
(a) do gatilho (3). Conseqüentemente, verifica-se a
restrição da proporção com que se dá a vazão do
óleo.

10-70 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA AMORTECEDORA

VÁLVULA AMORTECEDORA

A: Da porta de giro à esquerda do cilindro da direção Perfil


B: Da porta de giro à direita do cilindro da direção • Quando a pressão de óleo no cilindro da direção se
eleva ou recua, a válvula amortecedora instantane-
1. Sede da válvula amente permite que o óleo à alta pressão escape
2. Corpo da válvula para outra linha, a fim de evitar um choque.
3. Mola
4. Gatilho Função
5. Orifício • Se for verificado um fluxo repentino de óleo à alta
6. Bujão pressão na porta A, ele comprimirá a mola (3) e
7. Mola empurrará o gatilho (4) da porta A até abrí-la e fluirá
8. Carretel através da ranhura central do carretel (8), empur-
9. Bujão rando o gatilho (11) da porta B até abrí-la e fluindo
10. Mola pela porta B.
11. Gatilho • Ao mesmo tempo, o óleo à alta pressão fluirá atra-
vés do orifício (5) da porta A para a câmara de pres-
são do bujão (6), empurrando de volta o carretel (8)
para a direita, contra a pressão no lado da porta B e
contra a tensão da mola (7). Como resultado, o óleo
fluindo da porta A para a porta B é interrompido.
• Esse fluxo temporário de óleo possui um efeito de
amortecimento. Já que a válvula amortecedora não
atua após essa seqüência, ela não afeta a operação
normal da direção.
• Quando a pressão é alterada muito lentamente, a
ponto do efeito de amortecimento não ser necessá-
rio, o carretel (8) interrompe o óleo antes do gatilho
(4) ser aberto, e assim a válvula amortecedora não
trabalha com efeito de amortecimento.

WA200-5 10-71
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CILINDRO DA DIREÇÃO

CILINDRO DA DIREÇÃO

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critério Solução
Tamanho Tolerância Limite da
Folga entre o pino de montagem e a Folga padrão
padrão Eixo Orifício folga
1 bucha na conexão entre o chassi e
0 +0,180 0,042 –
a haste do cilindro Ø 40 –
-0,025 +0,042 0,205
Folga entre o pino de montagem e a
0 +0,180 0,042 –
2 bucha na conexão entre o chassi e Ø 40 –
-0,025 +0,042 0,205
o fundo do cilindro Substituir
Largura da Folga padrão
Largura do ressalto
Conexão entre o cilindro da direção articulação (a + b)
3
e o chassi dianteiro Máx. 0,5
50 53
(após ajustar o calço)
Conexão entre o cilindro da direção Máx. 0,5
4 50 53
e o chassi traseiro (após ajustar o calço)

10-72 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CILINDRO DA DIREÇÃO

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critério Solução

Tamanho Tolerância Folga Limite da


padrão Eixo Orifício padrão folga
1 Folga entre a haste do pistão e a bucha
-0,025 +0,132 0,031 –
Ø 40 0,519 Substituir o
-0,087 +0,006 0,219
pino e a bucha
Folga entre o eixo do suporte da haste do 0 +0,180 0,042 –
2 Ø 40 1,0
pistão e a bucha -0,025 +0,042 0,205
Folga entre o eixo do suporte do fundo do 0 +0,180 0,042 –
3 Ø 40 1,0
cilindro -0,025 +0,042 0,205

4 Torque de aperto da cabeça do cilindro 539 ± 53,9 Nm {55 ± 5,5 kgm}

5 Torque de aperto do pistão do cilindro 785 ± 78,5 Nm {80 ± 8,0 kgm} (largura entre faces opostas: 46 mm) Apertar
Torque de aperto do bujão de niple no
6 9,8 – 12,74 Nm {1,0 – 1,3 kgm}
lado da cabeça do cilindro

WA200-5 10-73
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO TUBULAÇÃO DIRECIONAL DE EMERGÊNCIA

TUBULAÇÃO DIRECIONAL DE EMERGÊNCIA


(Opcional)

1. Válvula orbit-roll
2. Válvula de prioridade
3. Interruptor de pressão (para detecção da queda da pressão de óleo da direção)
4. Bomba da direção
5. Motor 2 HST
6. Válvula direcional de emergência
7. Interruptor de pressão (para operação de detecção da direção de emergência)
8. Válvula de retenção

10-74 WA200-5
VÁLVULA DIRECIONAL
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DE EMERGÊNCIA

VÁLVULA DA DIREÇÃO DE EMERGÊNCIA


(Opcional)

PP: Da bomba da direção 1. Corpo da válvula de retenção


A: Para a porta A do motor 2 HST 2. Válvula de retenção
B: Para a porta B do motor 2 HST 3. Corpo da válvula
Y: Para a válvula orbit-roll 4. Válvula redutora de pressão
S: Para o reservatório hidráulico 5. Válvula seletora
G: Para o interruptor de pressão

WA200-5 10-75
VÁLVULA DIRECIONAL
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DE EMERGÊNCIA

Operação

Quando o motor e a bomba da direção estão normais

• Enquanto o motor e a bomba da direção estão ope-


rando normalmente, o óleo enviado pela bomba da
direção flui para a válvula orbit-roll, a fim de mano-
brar a máquina.
• Neste momento, o óleo proveniente da bomba de
direção flui pela porta PP e empurra o carretel (1)
para a esquerda, interrompendo o circuito do motor
HST para a válvula orbit-roll.

10-76 WA200-5
VÁLVULA DIRECIONAL
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DE EMERGÊNCIA

Quando o motor ou a bomba da direção está anormal

• Se o motor ou a bomba de direção apresentar um


problema e a bomba da direção não fornecer óleo
suficiente para a válvula orbit-roll durante o desloca-
mento, a pressão de descarga da bomba da direção
diminuirá e o carretel (1) será empurrado de volta
para a direita pela força de reação da mola (2).
• Neste momento, o fluxo de óleo proveniente do
motor HST sofre um aumento de pressão pelas
válvulas de retenção (3) e (4). Em seguida, tem
a sua pressão diminuída pela válvula redutora de
pressão (5) a um nível adequado para o circuito da
direção, e flui através do carretel (1) e da porta Y
para a válvula orbit-roll. Com isso, a máquina pode
ser manobrada.
• Se a quantidade de óleo no circuito HST se tornar
insuficiente em função de vazamento de óleo no
circuito da direção, etc, as válvulas de retenção (6)
e (7) adicionarão óleo ao circuito HST.

a As válvulas de retenção (3) e (4) trabalham para


que o sistema direcional de emergência opere inde-
pendentemente da direção de deslocamento.

WA200-5 10-77
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO TUBULAÇÃO DOS FREIOS

TUBULAÇÃO DOS FREIOS

1. Reservatório hidráulico 8. Acumulador (traseiro)


2. Válvula de freio 9. Válvula de carga
3. Bomba do ventilador de arrefecimento e dos freios 10. Filtro de tela
4. Ajustador de folga (direito traseiro) 11. Ajustador de folga (dianteiro esquerdo)
5. Freio traseiro 12. Freio dianteiro
6. Ajustador de folga (traseiro esquerdo) 13. Ajustador de folga (dianteiro direito)
7. Acumulador (dianteiro)

10-78 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE FREIO

VÁLVULA DE FREIO

P1: Da bomba HST A: Para o freio traseiro


T1: Para o reservatório hidráulico PB: Do acumulador (lado dianteiro)
T2: Para a bomba da direção (lado de sucção) B: Para o freio dianteiro
PA: Do acumulador (lado traseiro)

1. Haste 5. Corpo da válvula de freio (freio traseiro)


2. Carretel da válvula de controle de aproximação 6. Carretel da válvula de freio (freio dianteiro)
3. Corpo da válvula de controle de aproximação 7. Corpo da válvula de freio (freio dianteiro)
4. Carretel da válvula de freio (freio traseiro)
Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critério Solução

Tamanho Tolerância
Folga padrão Limite da folga
Folga entre o corpo e o carretel da válvula padrão Eixo Orifício
8
de controle de aproximação
-0,022 +0,033 0,020 –
Ø 22,4 0,096
-0,053 0 0,086

Folga entre o corpo e a guia da válvula de -0,022 +0,033 0,020 –


9 Ø 22,4 0,096
controle de aproximação -0,053 0 0,086

Folga entre a guia e o carretel da válvula -0,050 +0,050 0,050 –


10 Ø 12 0,157
de controle de aproximação -0,093 0 0,143

Tamanho padrão Limite de reparo


Substituir
Comprimento Comprimento Carga Comprimento Carga
Mola de controle da válvula de controle de
11 livre instalada instalada livre instalada
aproximação
24,5 N 20,8 N
34,7 16,7 –
{2,5 kg} {2,1 kg}
113 N 96 N
12 Mola de controle da válvula de freio 35,6 24,0 –
{11,5 kg} {9,8 kg}

Mola de retorno da válvula de controle de 19,6 N 16,7 N


13 50,0 49,5 –
aproximação {2,0 kg} {1,7 kg}
147 N 125 N
14 Mola de retorno da válvula de freio 114,9 52,4 –
{15,0 kg} {12,7 kg}

WA200-5 10-79
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE FREIO

Perfil
• A válvula de freio está instalada sob a parte diantei-
ra do assento do operador. Se algum dos pedais de
freio for pressionado, o óleo fluirá para o pistão de
freio para que o freio funcione.
• Ambos os pedais de freio estão conectados mecani-
camente entre si. Qualquer um que seja pressiona-
do, o outro também se moverá.
• A válvula de freio possui uma válvula de controle de
aproximação instalada para controlar a pressão de
controle da bomba HST.

Operação

1. Quando o pedal de freio é pressionado

• Quando o pedal de freio (1) é pressionado, a força é Quando apenas um dos freios funcionar (ocorrer
transmitida através da haste (2), do carretel (3) e da falha em um dos freios)
mola (4) para o carretel (5). • Mesmo que apenas um dos freios funcione em fun-
• Se o carretel (5) for empurrado para a direita, a por- ção de vazamento de óleo, etc, no sistema de freios
ta Ta será fechada e o óleo proveniente da bomba dianteiro ou traseiro, a força de pressão do pedal de
fluirá pelo acumulador e pelas portas PA e A para o freio (1) move os carretéis (5) e (6) mecanicamente
pistão de freio traseiro, ativando o freio traseiro. para a direita.
• Ao mesmo tempo em que o carretel (5) é empur- Dessa forma, o óleo proveniente da bomba flui nor-
rado para a direita, o carretel (6) também é empur- malmente para o pistão de freio do sistema normal,
rado para a direita, para fechar a porta Pb. Como ativando o freio e parando a máquina. Com esse
conseqüência, o óleo proveniente da bomba flui mecanismo, confere-se um aumento nas condições
pelo acumulador, pelas portas PB e B para o pistão de segurança.
de freio dianteiro, para ativar o freio dianteiro.

10-80 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE FREIO

2. Quando em equilíbrio

• Se o pistão de freio traseiro estiver cheio de óleo e • A pressão de óleo no circuito de freio traseiro (no
a pressão de óleo entre as portas PA e A aumentar, lado da porta A) é equilibrada com a força de pres-
o óleo fluindo através do orifício c do carretel (5) são do pedal de freio. A pressão de óleo no circuito
para a câmara E empurrará o carretel (5) de volta de freio dianteiro (no lado da porta B) é equilibrada
para a esquerda, contra a mola (4), e fechará as com a pressão de óleo no circuito de freio traseiro
portas PA e A. Já que a porta Ta é mantida fechada (no lado da porta A).
nesse momento, o óleo que fluiu para o pistão de Se os carretéis (5) e (6) se moverem para o final do
freio é mantido e o freio continua em operação. curso direito, as passagens entre as portas PA e A
• No momento em que o carretel (5) é empurra- e entre as portas PB e B serão totalmente abertas
do para a esquerda, o pistão de freio dianteiro é e a pressão de óleo nos circuitos de freio dianteiro
preenchido de óleo e a pressão entre as portas PB e traseiro ficará igual à pressão de óleo proveniente
e B aumenta. Com isso, o óleo fluindo através do da bomba. Conseqüentemente, o operador poderá
orifício d do carretel (6) para a câmara F empurra o ajustar a força de frenagem com o pedal de freio até
carretel (6) de volta para a esquerda pela distância que os carretéis (5) e (6) se movimentem até o final
de movimentação do carretel (5), fechando as por- do curso direito.
tas PB e B. Já que a porta Tb se mantém fechada,
o óleo que fluiu para o pistão de freio é mantido e o
freio continua em operação.

WA200-5 10-81
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE FREIO

3. Quando o pedal de freio é liberado

• Com a liberação do pedal de freio (1), a força de


pressão do pedal aplicada ao carretel (5) é perdida.
• O carretel (5) é empurrado de volta para a esquerda
pela pressão de retorno do pistão de freio traseiro
e pela força de reação da mola (7). Conseqüente-
mente, a porta PA é fechada e o óleo no pistão de
freio traseiro flui através das portas A e Ta para o
reservatório hidráulico, liberando o freio traseiro.
• No momento em que o carretel (5) se move para a
esquerda, o carretel (6) também é empurrado de
volta para a esquerda pela pressão de retorno do
pistão do freio dianteiro e pela força de reação da
mola (7). Conseqüentemente, a porta PB é fechada
e o óleo no pistão do freio dianteiro flui através das
portas B e Tb para o reservatório hidráulico, liberan-
do o freio dianteiro.

10-82 WA200-5
VÁLVULA DE CONTROLE
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DE APROXIMAÇÃO

VÁLVULA DE CONTROLE DE APROXIMAÇÃO

P1: Da porta Y da bomba HST Perfil


T2: Para a bomba da direção (lado de sucção) • A válvula de controle de aproximação é incorporada
à válvula de freio (2). Ela reduz a pressão de óleo
1. Pedal de freio de controle do circuito HST para reduzir a capaci-
2. Válvula de freio dade da bomba HST, de acordo com o curso (S) do
3. Carretel carretel (3).
4. Corpo

WA200-5 10-83
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE CARGA

VÁLVULA DE CARGA

10-84 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE CARGA

P: Da bomba do ventilador de arrefecimento e dos freios


T: Para o reservatório hidráulico
A: Para o motor do ventilador de arrefecimento
ACC1: Para o acumulador (lado traseiro)
ACC2: Para o acumulador (lado dianteiro)
S: Porta do sensor de operação dos freios
G: Porta do calibrador

1. Corpo da válvula
2. Válvula bidirecional inversa
3. Êmbolo
4. Válvula de alívio de descarga
5. Válvula de controle de fluxo
6. Válvula de descarga
7. Válvula de alívio

Unidade: mm

Nº Item a ser verificado Critério Solução

Tamanho Tolerância
Folga padrão Limite da folga
Folga entre o corpo e o carretel da válvula padrão Eixo Orifício
8
bidirecional inversa -0,006 +0,011 0,006 –
Ø 12 0,029
-0,014 0 0,025
-0,005 +0,009 0,005 –
9 Folga entre o êmbolo e o corpo Ø8 0,024
-0,012 0 0,021
Folga entre a válvula de controle de fluxo, -0,006 +0,011 0,006 –
10 Ø 18 0,032
o corpo e o carretel da válvula de descarga -0,017 0 0,028

Tamanho padrão Limite de reparo

Comprimento Comprimento Carga Comprimento Carga


Mola de retorno da válvula bidirecional
11 Substituir
livre instalada instalada livre instalada
inversa
9,8 N 8,3 N
21,6 18,3 –
{1,0 kg} {0,85 kg}
Mola de retorno da válvula de alívio de 188 N 160 N
12 35,9 30,0 –
descarga (interna) {19,2 kg} {16,3 kg}
Mola de retorno da válvula de alívio de 137 N 116 N
13 39,8 27,5 –
descarga (externa) {14,0 kg} {11,8 kg}
Mola de retorno do carretel da válvula de 49 N 42 N
14 51,6 45,0 –
descarga {5,0 kg} {4,3 kg}
4,9 N 4,2 N
15 Mola de retorno da válvula de retenção 11,5 9,0 –
{0,5 kg} {0,43 kg}

Função
• A válvula de carga mantém a pressão de óleo
proveniente da bomba igual à pressão de ajuste e a
armazena no acumulador.
• Se a pressão de óleo se elevar acima da pressão
de ajuste, o óleo da bomba será conduzido para o
circuito de dreno a fim de reduzir a carga na bomba.

WA200-5 10-85
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE CARGA

Operação 2. Quando há suprimento de óleo para o acumulador


1. Quando não há suprimento de óleo para o acu- 1) Estado de corte
mulador (estado de liberação de corte)
• O êmbolo (1) é movido para a esquerda, pela pres- • Quando a pressão do acumulador diminui, a pres-
são do acumulador, a fim de manter a válvula de são na porta E também diminui e o êmbolo (1) se
alívio de descarga (2) empurrada aberta. move para a direita, e a válvula de alívio de descar-
• O óleo na câmara da mola da válvula de descarga ga (2) fecha o circuito de dreno.
(3) flui através da porta F, pela válvula de alívio • Conseqüentemente, a pressão de óleo na porta F e
de descarga (2) e pela porta T até o reservatório na câmara da mola da válvula de alívio de descarga
hidráulico. (3) aumenta, e a válvula de alívio de descarga (3)
• Uma vez diminuída a pressão de óleo na porta F, se movimenta para a direita.
a válvula de descarga (3) é movimentada para a • Com isso, as portas C e B se conectam entre si e o
esquerda pela pressão de óleo na câmara B. óleo proveniente da bomba flui para a porta B.
• Simultaneamente, as portas C e D se conectam en- • Se a pressão de óleo na porta B for superior à pres-
tre si e praticamente quase todo o óleo proveniente são de ajuste da válvula de retenção (4), está será
da bomba flui através das portas P, C, D e A para o empurrada até abrir, e o óleo fluirá para a porta E, a
motor do ventilador de arrefecimento. fim de começar a elevar a pressão no acumulador.
O suprimento de pressão para o acumulador é defi-
nido pela pressão de ajuste da válvula de retenção
(4).
• Uma quantidade definida de óleo é fornecida para
o acumulador, independente da rotação do motor, e
o óleo excedente flui pela porta A para o motor do
ventilador de arrefecimento.
• O óleo fluindo para a porta E é fornecido pela
válvula bidirecional inversa (5) inicialmente para o
acumulador que possuir a menor pressão.

10-86 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE CARGA

2) Estado de liberação de corte 3. Quando a pressão de entrada da válvula se


• Quando a pressão na porta F atinge a pressão de eleva acima da pressão de ajuste
ajuste (pressão de liberação de corte) da válvula de • Quando a pressão de óleo na câmara B atinge a
alívio de descarga (2), o óleo na câmara da mola pressão de ajuste da válvula de alívio (6), o óleo
da válvula de descarga (3) flui pela porta F, pela fluindo da bomba através da porta P para a câmara
válvula de alívio de descarga (2) e pela porta T para B empurra a válvula de alívio (6) até abrí-la e flui
o reservatório hidráulico. através da porta T para o reservatório hidráulico.
• O êmbolo (1) é movido para a esquerda pela pres- Com isso, a pressão máxima no circuito de freio é
são do acumulador a fim de manter a válvula de limitada para se proteger o circuito.
alívio de descarga (2) empurrada aberta.
• Uma vez diminuída a pressão na porta F, a válvula
de descarga (3) é movimentada para a esquerda
pela pressão de óleo na câmara B.
• Conseqüentemente, as portas C e D se conectam
uma à outra e praticamente quase todo o óleo pro-
veniente da bomba flui através das portas P, C, D e
A para o motor do ventilador de arrefecimento.

WA200-5 10-87
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO ACUMULADOR (PARA OS FREIOS)

ACUMULADOR (PARA OS FREIOS)


1. Cilindro
2. Pistão

Função
• O acumulador está instalado entre a válvula de
carga e a válvula de freio. O espaço entre o seu
cilindro (1) e o pistão livre (2) é preenchido com gás
nitrogênio. A pressão do óleo de freio é armazenada
nesse espaço, graças à alta capacidade de com-
pressão do gás nitrogênio e utilizada como a fonte
de pressão para acionar os freios.

Especificações
Gás utilizado: gás nitrogênio
Volume de gás: 500 cm³
Pressão de carga: 3,43 ± 0,1 MPa {35 ± 1,0 kg/cm²}
(a 20ºC)

10-88 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO AJUSTADOR DE FOLGA

AJUSTADOR DE FOLGA

A: Da válvula de freio
B: Para o pistão de freio

1. Corpo
2. Válvula de retenção
3. Pistão

Unidade: mm

Nº Item a ser verificado Critério Solução

Tamanho Tolerância
Folga padrão Limite da folga
padrão Eixo Orifício
4 Folga entre o pistão e o corp
-0,065 +0,052 0,065 –
Ø 30 0,163
-0,098 0 0,150
-0,013 +0,015 0,013 –
5 Folga entre a válvula de retenção e o corpo Ø 10 0,048
-0,028 0 0,043

Tamanho padrão Limite de reparo Substituir

Comprimento Comprimento Carga Comprimento Carga


6 Mola de retorno do pistão livre instalada instalada livre instalada
11,8 N 9,8 N
87,5 48,2 –
{1,2 kg} {1,0 kg}
53,9 N 46,1 N
7 Mola de retorno da válvula de retenção 21,7 19,25 –
{5,5 kg} {4,7 kg}

WA200-5 10-89
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO AJUSTADOR DE FOLGA

Função Quando o freio é liberado


• O ajustador de folga está instalado na linha de óleo • O óleo mantido entre o pistão (1) e o pistão de freio
de freio, entre a válvula de freio e o pistão de freio, empurra o pistão (1) de volta para a esquerda. O
e utilizado para corrigir o retardamento da operação óleo em quantidade equivalente à distância de
dos freios. movimentação do pistão (1) é retornado através da
porta A para a válvula de freio e drenado para o
Operação reservatório hidráulico.

Quando o freio é aplicado


• O óleo proveniente da válvula de freio flui para a
porta A e movimenta o pistão (1) para a direita. O
óleo mantido entre o pistão (1) e o pistão de freio
aciona o freio.
• Já que o óleo mantido entre o pistão (1) e o pistão
de freio aciona o freio, o curso do pistão de freio é
fixado e o retardamento da operação dos freios é
reduzido.
• Se a quantidade de óleo entre o pistão (1) e o
pistão de freio se tornar insuficiente em função de
desgaste do disco de freio, etc, a válvula de reten-
ção (2) será empurrada até abrír e será adicionado
óleo.

10-90 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO FREIOS

FREIOS

1. Alojamento do diferencial 6. Eixo de engrenagem solar Unidade: mm


2. Transportador do mancal 7. Alojamento do eixo
3. Pistão 8. Anel externo
4. Mola 9. Discos (x2)
5. Anel interno

Nº Item a ser verificado Critério Solução


Tamanho padrão Tolerância Limite de reparo
10 Espessura do anel interno
6 ± 0,1 5,5

Espessura do disco de freio 6,5 ± 0,15 5,7

11 Profundidade da ranhura da lona 0,8 (min) - 0,4

Espessura da lona 1,0 0,8 (min,) –


Substituir
Desgaste da superfície de contato do disco Tamanho padrão Tolerância Limite de desgaste
12
do anel externo do freio 19,0 ± 0,1 0,3

Tamanho padrão Limite de reparo

13 Carga da mola Altura instalada Carga instalada Carga instalada

6,5 2,253 N {230 kg} 1,800 N {184 kg}

10-92 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO FREIOS

Perfil
• Os freios possuem uma estrutura de discos múlti-
plos em banho de óleo, e consistem de pistão (3),
anel interno (5), disco (9), anel externo (8) e mola
(4).
• O cilindro de freio consiste do alojamento do
diferencial (1), do transportador do mancal (2) e do
pistão (5), que são nele montados.
O anel interno (5) e o anel externo (8) estão juntos
na porção chavetada do alojamento do eixo (7).
• O disco (9) possui uma lona presa aos dois lados.
É montado entre o anel interno (5) e o anel externo
(8), unidos pela chaveta do eixo de engrenagem
solar (6).

Perfil Quando o freio é liberado


Quando o freio é aplicado • Quando a pressão de óleo é aliviada, o pistão (2)
• Quando o freio de pedal é pressionado, a pressão retorna para a sua posição original pela força da
de óleo P parte do reservatório hidráulico através da mola (8), uma folga é formada entre o anel interno
bomba e da válvula de carga do freio. Ela atua no (3) e o anel externo (5), tornando os discos (4) li-
pistão que está dentro do cilindro de freio, fazendo vres. São encontradas ranhuras em forma de treliça
o pistão (2) deslizar. na lona presa ao disco (4), e quando o disco (4) é
Assim, o pistão (2) interrompe a rotação dos discos rotacionado, o óleo flui pelas ranhuras, promovendo
(4) encaixados entre o anel interno (3) e o anel o arrefecimento da lona.
externo (5), e o freio é aplicado à máquina.

WA200-5 10-93
CONTROLE DO FREIO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO DE ESTACIONAMENTO

CONTROLE DO FREIO DE ESTACIONAMENTO

1. Alavanca do freio de estacionamento 4. Cabo de controle


2. Interruptor inferior da alavanca do freio de estacionamento 5. Caixa de transferência
3. Interruptor intermediário da alavanca do freio de estacionamento 6. Alavanca do freio de discos múltiplos

Perfil
• O freio mecânico de estacionamento é incorporado • Quando a alavanca do freio de estacionamento (1)
à caixa de transferência (5). Quando a alavanca do retorna à posição original, a alavanca de freio de
freio de estacionamento (1) é operada, a alavanca discos múltiplos (6) conectada pelo cabo de contro-
de freio de discos múltiplos (6) também é operada le (4) é empurrada para baixo e o freio de estacio-
para “aplicar” ou “liberar” o freio de estacionamento. namento é “liberado”.
• Quando a alavanca do freio de estacionamento • Enquanto o freio de estacionamento é “aplicado”,
(1), instalada no assento do operador, é puxada, a a corrente para a válvula solenóide avante-ré da
alavanca de freio de múltiplos discos (6), conectada bomba HST é interrompida e a placa de variação do
pelo cabo de controle (4), é puxada para cima e o ângulo de inclinação da bomba HST é mantida na
freio de estacionamento é “aplicado”. posição neutra.

WA200-5 10-95
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO FREIO DE ESTACIONAMENTO

FREIO DE ESTACIONAMENTO

1. Alavanca 5. Prato
2. Alojamento 6. Disco
3. Esfera 7. Mola ondulada
4. Pistão 8. Eixo de saída

Unidade: mm

Nº Item a ser verificado Critério Solução

Tamanho padrão Tolerância Limite de reparo


Espessura do prato
9 2,6 ± 0,06 2,5

Distorção do prato – ± 0,05 0,1


Substituir
Espessura do disco de freio 2,2 ± 0,08 2,05
10
Distorção do disco de freio – 0,02 0,25

Carga na mola ondulada 1010 N ± 101 N 858 N


11
(altura: 2,2 mm) {103 kg} {± 10,3 kg} {87,6 kg}

Perfil
• O freio de estacionamento é um freio de discos múl-
tiplos em banho de óleo que freia mecanicamente o
eixo de saída da transmissão (8).
• A alavanca (1) é conectada ao cabo de controle.
Quando a alavanca do freio de estacionamento é
puxada, a esfera (3) entre o pistão (4) conectado à
alavanca (1) e o alojamento (2) se movimenta sobre
a superfície inclinada da ranhura do pistão. Com
isso, o pistão (4) pressiona os pratos (5) e discos
(6) para frear o eixo de saída (8).

10-96 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO TUBULAÇÃO HIDRÁULICA

TUBULAÇÃO HIDRÁULICA

IRA
NTE
DIA

10-98 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO TUBULAÇÃO HIDRÁULICA

1. Válvula de controle do equipamento de trabalho Perfil


2. Cilindro da caçamba • O sistema hidráulico consiste de HST, direção,
3. Reservatório hidráulico equipamento de trabalho, freios, ventilador de
4. Válvula PPC do equipamento de trabalho arrefecimento, e circuito de lubrificação da caixa de
5. Válvula de bloqueio transferência. O circuito do equipamento de traba-
6. Arrefecedor de óleo lho controla a operação do braço de elevação e da
7. Válvula de reguladora da tamperatura do óleo caçamba.
hidráulico (baixa temperatura) • O óleo no reservatório hidráulico (3) é enviado pela
8. Unidade da bomba de 4 engrenagens bomba do equipamento de trabalho da unidade
• Bomba da direção da bomba de 4 engrenagens (8) para a válvula de
• Bomba do equipamento de trabalho controle do equipamento de trabalho (1). Se os
• Bomba do ventilador de arrefecimento e dos freios carretéis do braço de elevação e da caçamba da
• Bomba de óleo de lubrificação da caixa de válvula de controle do equipamento de trabalho (1)
transferência forem retidos, o óleo fluirá pelo circuito de dreno da
9. Acumulador (para o circuito PPC) válvula de controle do equipamento de trabalho (1)
10. Acumulador (para E.C.S.S.) (opcional) e será filtrado pelo filtro de retorno instalado no re-
11. Cilindro de elevação servatório hidráulico (3), até que finalmente retorne
12. Válvula E.C.S.S. (opcional) para o reservatório hidráulico (3).
(E.C.S.S.: Sistema de Suspensão Controlada Eletro- • Quando a alavanca de controle do equipamento de
nicamente) trabalho é operada, o carretel do braço de elevação
ou da caçamba da válvula PPC do equipamento de
trabalho (4) entra em atividade.
• O óleo proveniente da válvula PPC opera hidraulica-
mente cada carretel da válvula de controle do equipa-
mento de trabalho (1) e flui para o cilindro de elevação
(11) ou para o cilindro da caçamba (2) para movimen-
tar o braço de elevação ou a caçamba.
• A pressão máxima no circuito hidráulico é contro-
lada pela válvula de alívio localizada na válvula de
controle do equipamento de trabalho (1). O circuito
do cilindro da caçamba possui uma válvula de se-
gurança (válvula de sucção de segurança) para sua
autoproteção.
• O acumulador (para o circuito PPC) (9) está insta-
lado no circuito piloto PPC de forma que o equi-
pamento de trabalho possa ser baixado até o solo
mesmo com o motor desligado.
• O reservatório hidráulico (3) é pressurizado,
blindado, e equipado com um respiro que possui
uma válvula de alívio, também utilizado como um
bocal de abastecimento de óleo. O respiro confere
pressurização ao reservatório e evita a geração de
pressão negativa e cavitação.

WA200-5 10-99
(3)
ARTICULAÇÃO DA ALAVANCA DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

ARTICULAÇÃO DA ALAVANCA DO EQUIPAMENTO DE TRABALHO


Tipo de 2 alavancas
(Opcional)

DIA
NT
EIR
A

A
EIR
NT
DIA

1. Alavanca de controle do braço de elevação


2. Alavanca de controle da caçamba
3. Descanso do pulso
4. Válvula de bloqueio
5. Alavanca de bloqueio de segurança
6. Válvula PPC do equipamento de trabalho
7. Alavanca de ajuste da altura do descanso do pulso

10-100 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO RESERVATÓRIO HIDRÁULICO

RESERVATÓRIO HIDRÁULICO

1. Tampa do bocal de abastecimento de óleo / Respiro Especificações


2. Filtro de retorno
3. Reservatório hidráulico Capacidade do reservatório (ℓ) 83
4. Bujão de dreno Quantidade de óleo dentro do reservatório (ℓ) 58
5. Visor de nível Pressão de ajuste da válvula de derivação 0,2
6. Válvula de derivação do filtro de retorno (MPa{kg/cm²}) {2,04}

WA200-5 10-101
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO RESERVATÓRIO HIDRÁULICO

Respiro

1. Tampa do bocal de abastecimento de óleo


2. Caixa
3. Botão de destravamento
4. Luva
5. Gatilho
6. Elemento filtrante

Prevenção de pressão negativa no reservatório


• Já que o reservatório hidráulico é pressurizado e
blindado, é possível que uma pressão negativa
seja gerada quando o nível de óleo do reservatório
diminuir. Nesse momento, a luva (4) é aberta pela
diferença de pressão em relação à pressão atmos-
férica e o ar atmosférico adentra no reservatório
para evitar a geração de pressão negativa.
(pressão de ajuste da válvula de admissão de ar:
3,0 ± 0,3 kPa {0,03 ± 0,003 kg/cm²})

Prevenção da elevação de pressão no reservatório


• Enquanto o circuito hidráulico está em operação, o
nível de óleo no reservatório hidráulico aumentando
faz com que a pressão no reservatório aumente, de
acordo com a operação dos cilindros hidráulicos e
com o aumento da temperatura. Se a pressão no
reservatório se elevar acima da pressão de ajuste,
o gatilho (5) entrará em operação para aliviar a
pressão do reservatório.
(pressão de ajuste da válvula de exaustão:
0,1 ± 0,015 MPa {1,0 ± 0,15 kg/cm²})

10-102 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO UNIDADE DA BOMBA DE 4 ENGRENAGENS

UNIDADE DA BOMBA DE 4 ENGRENAGENS


(Sistema direcional / equipamento de trabalho / freios e ventilador de arrefecimento / óleo lubrificante da caixa de transferência)

SAR(2)50 + (2)32 + SBR(1)10 + 12

1. Bomba da direção Perfil


2. Bomba do equipamento de trabalho • A unidade da bomba de 4 engrenagens está instala-
3. Bomba do ventilador de arrefecimento e dos freios da na bomba HST e é acionada pelo seu eixo para
4 Bomba de óleo lubrificante da caixa de transferência fornecer óleo hidráulico para o sistema direcional,
equipamento de trabalho, freios, ventilador de arre-
fecimento e caixa de transferência.

10-104 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO UNIDADE DA BOMBA DE 4 ENGRENAGENS

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critério Solução
Modelo Folga padrão Limite de folga
SAR(2)50
5 Folga lateral SAR(2)32
0,10 – 0,15 0,19
SBR(1)10
SBR(1)12
SAR(2)50
0,06 – 0.125
Folga entre o diâmetro interno SAR(2)32
6 do mancal plano e o diâmetro 0,20
SBR(1)10 Substituir
externo do eixo da engrenagem
0,068 – 0,115
SBR(1)12
Modelo Tamanho padrão Tolerância Limite de reparo
SAR(2)50
12 0
Profundidade de inserção do SAR(2)32
7 -0,5
pino –
SBR(1)10 10
+0,5
SBR(1)12 7 0
Torque de rotação do eixo
8 9,8 – 23,5 Nm {1,0 – 2,4 kgm}
chavetado
Pressão de Volume de
Rotação descarga descarga Limite do volume
Modelo (rpm) (MPa {kg/ padrão de descarga (ℓ/min)
Volume de descarga cm²}) (ℓ/min)

Óleo: SAE10W SAR(2)50 138 127
– Temperatura do óleo: 45 – 55ºc
SAR(2)32 20,6 {210} 88 81
3000
SBR(1)10 27 25
SBR(1)12 2,9 {30} 32 30

WA200-5 10-105
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO ACUMULADOR (PARA O CIRCUITO PPC)

ACUMULADOR (PARA O CIRCUITO PPC)


1. Bujão de gás
2. Invólucro
3. Gatilho
4. Fixador
5. Balão
6. Porta de óleo

Perfil
• O acumulador está instalado entre a bomba de
carga HST e a válvula PPC do equipamento de
trabalho. Mesmo que o motor seja desligado com
o equipamento de trabalho elevado, a pressão do
gás nitrogênio comprimido no acumulador enviará a
pressão do óleo piloto para a válvula de controle do
equipamento de trabalho, para que a válvula entre
em operação e o equipamento de trabalho seja
baixado pelo seu próprio peso.

Especificações
Gás utilizado: gás nitrogênio
Volume de gás: 300 cm³
Pressão de carga: 1,18 MPa {12 kg/cm²} (a 80ºC )
Pressão máxima utilizada: 6,86 MPa {70 kg/cm²}

10-106 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA DE BLOQUEIO

VÁLVULA DE BLOQUEIO
1. Alavanca
2. Tampa da extremidade
Travada
3. Esfera
4. Assento
5. Corpo

Perfil
• A válvula de bloqueio está instalada entre a bomba
de carga HST e a válvula PPC do equipamento de
trabalho. Se a alavanca de bloqueio de segurança
estiver na posição TRAVADA, a válvula de bloqueio
irá operar para interromper o óleo no circuito PPC,
Livre impedindo a operação do equipamento de trabalho.

WA200-5 10-107
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA E.C.S.S.

VÁLVULA E.C.S.S.
(opcional)
(E.C.S.S.: Sistema de Suspensão Controlado Eletronicamente)

P: Da bomba do equipamento de trabalho


T: Para o reservatório hidráulico
A: Do fundo do cilindro do braço de elevação
B: Da cabeça do cilindro do braço de elevação
SP: Para o acumulador (para E.C.S.S.)

10-108 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA E.C.S.S.

1. Carretel principal
2. Válvula solenóide
3. Válvula de controle de fluxo
4. Válvula bidirecional
5. Válvula de carga

WA200-5 10-109
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO ACUMULADOR (PARA E.C.S.S.)

ACUMULADOR (PARA E.C.S.S.)


(Opcional)

1. Válvula
2. Tampa superior
3. Cilindro
4. Pistão livre

Função
• O acumulador está instalado no circuito do fundo do
cilindro de elevação e o espaço entre o cilindro (3)
e o pistão livre (4) é preenchido com gás nitrogênio
comprimido. Os pulsos hidráulicos gerados no lado
do fundo do cilindro de elevação durante o desloca-
mento são absorvidos pelo gás nitrogênio comprimi-
do, aumentando o desempenho no deslocamento e
o desempenho das operações.

Especificações
Gás utilizado: Gás nitrogênio
Volume de gás: 2000 cm³
Pressão de carga: 1,67 ± 0,1 MPa {17 ± 1,0 kg/cm²}
(a 20ºC)

10-110 WA200-5
TUBULAÇÃO HIDRÁULICA DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO SISTEMA DE ARREFECIMENTO

TUBULAÇÃO HIDRÁULICA DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO

RA
EI
ANT
DI

RA
EI
ANT
DI

1. Motor do ventilador de arrefecimento Perfil


2. Bomba do ventilador de arrefecimento e dos freios • O motor do ventilador de arrefecimento (1), instalado
3. Reservatório hidráulico no radiador, é acionado hidraulicamente pela bomba
4. Válvula de carga do ventilador de arrefecimento e dos freios (2).

WA200-5 10-111
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MOTOR DO VENTILADOR DE ARREFECIMENTO

MOTOR DO VENTILADOR DE ARREFECIMENTO

P1: Da válvula de carga Especificações


P2: Para o reservatório hidráulico
Modelo MSF-12-10
Dr: Para o reservatório hidráulico
Motor de pistão do tipo placa de variação
1. Bloqueio da passagem Tipo do ângulo de inclinação da bomba com
cilindrada fixa
2. Prato da válvula
3. Pistão Capacidade teórica
9,9
4. Sapata (cm³/rev)
5. Prato de escora Rotação nominal (rpm) 1,350
6. Eixo de saída
7. Caixa Capacidade nominal
13,4
8. Bloco do motor (ℓ/min)
9. Mola central
10. Válvula de retenção
11. Mola da válvula de retenção

10-112 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MOTOR DO VENTILADOR DE ARREFECIMENTO

Função
• O motor hidráulico é um motor a pistão axial do
tipo placa de variação do ângulo de inclinação da
bomba, que converte a pressão de óleo hidráulico
enviado da bomba hidráulica em rotação.

Princípio de operação
• O óleo enviado pela passagem hidráulica flui pelo
prato da válvula (7) até o bloco do motor (5).
O óleo poderá fluir por um lado apenas da linha Y-Y
Lado de
conectando o ponto morto superior e o ponto morto suprimento
inferior do curso do pistão (4).
Lado de dreno
• O óleo enviado para um dos lados do bloco do
motor (5) pressiona os pistões (4) (2 ou 3 peças) e
gera força F1 (F1 kg = P kg/cm² x π/4 D2 cm²).
• Essa força é aplicada ao prato de escora (2). Já que
o prato de escora (2) está fixado em um ângulo de
Eo graus ao eixo de saída (1), a força é dividida nos
componentes F2 e F3.
• Os componentes radiais F3 geram um torque contra
a linha Y-Y conectando o ponto morto superior ao
ponto morto inferior (T = F3 x ri).
• O resultado desse torque [T = Σ (F3 x ri)] gera a
rotação do bloco do motor (5) por meio do pistão.
• Já que o bloco do motor (5) está acoplado com o
eixo de saída pela chaveta, o eixo de saída (1) é
rotacionado para transmitir o torque.

WA200-5 10-113
VÁLVULA DE CONTROLE DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

VÁLVULA DE CONTROLE DO EQUIPAMENTO DE TRABALHO


1. Válvula de 2 carretéis

P: Bomba PA1: Para equiamento de trabalho da válvula P2


T: Dreno PA2: Para equiamento de trabalho da válvula P4
A1: Para a cabeça do cilindro da caçamba PB1: Para equiamento de trabalho da válvula P1
A2: Para a cabeça do cilindro de elevação PB2: Para equiamento de trabalho da válvula P3
B1: Para o fundo do cilindro da caçamba
B2: Para o fundo do cilindro de elevação

10-114 WA200-5
VÁLVULA DE CONTROLE DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

1. Válvula de alívio principal 4. Válvula de retenção


2. Carretel da caçamba 5. Válvula de sucção
3. Carretel do braço de elevação 6. Válvula de sucção de segurança
Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critério Solução
Tamanho padrão Limite de reparo
Comprimento livre Comprimento
Mola de retorno do carretel de ele- Carga Comprimento Carga
x
7 vação do braço de elevação e de instalada instalada livre instalada
diâmetro externo
carretel de inclinação da caçamba 92,2 N 87,3 N
42,5 x 27,5 41 40,4
{9,4 kg} {8,9 kg} Substituir a
Mola de retorno do carretel de 55,9 N 53 N mola se esti-
8 58,9 x 26,3 57,3 56 ver danificada
baixar o braço de elevação {5,7 kg} {5,4 kg}
ou deformada
Mola de retorno do carretel de 110,8 N 105 N
9 53,4 x 12 38,5 50,7
flutuação do braço de elevação {11,3 kg} {10,7 kg}
Mola de retorno do carretel de 72,5 N 68,6 N
10 42 x 27,5 41 39,9
despejar a caçamba {7,4 kg} {7 kg}

WA200-5 10-115
VÁLVULA DE CONTROLE DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

2. Válvula de 3 carretéis

P: Para a bomba PA1: Para a válvula PPC de serviço P2


T: Para de dreno PA2: Para a válvula PPC do equipamento de trabalho P2
A1: Para o cilindro do implemento PA3: Para a válvula PPC do equipamento de trabalho P4
A2: Para a cabeça do cilindro da caçamba PB1: Para a válvula PPC de serviço P2
A3: Para a cabeça do cilindro de elevação PB2: Para a válvula PPC do equipamento de trabalho P1
B1: Para o cilindro do implemento PB3: Para a válvula PPC do equipamento de trabalho P3
B2: Para o fundo do cilindro da caçamba
B3: Para o fundo do cilindro de elevação

10-116 WA200-5
VÁLVULA DE CONTROLE DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

1. Válvula de alívio principal 5. Válvula de retenção


2. Carretel de serviço 6. Válvula de sucção
3. Carretel da caçamba 7. Válvula de sucção de segurança
4. Carretel do braço de elevação
Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critério Solução
Tamanho padrão Limite de reparo
Comprimento livre Comprimento
Mola de retorno do carretel de ele- Carga Comprimento Carga
x
8 vação do braço de elevação e de instalada instalada livre instalada
diâmetro externo
carretel de inclinação da caçamba 92,2 N 87,3 N
42,5 x 27,5 41 40,4
{9,4 kg} {8,9 kg} Substituir a
Mola de retorno do carretel de 55,9 N 53 N mola se esti-
9 58,9 x 26,3 57,3 56 ver danificada
baixar o braço de elevação {5,7 kg} {5,4 kg}
ou deformada
Mola de retorno do carretel de 110,8 N 105 N
10 flutuação do braço de elevação 53,4 x 12 38,5 {11,3 kg} 50,7 {10,7 kg}
Mola de retorno do carretel de 72,5 N 68,6 N
11 42 x 27,5 41 39,9
despejar a caçamba {7,4 kg} {7 kg}

WA200-5 10-117
VÁLVULA DE CONTROLE DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

3. Válvula de alívio • Quando a pressão hidráulica no interior do orifício A


e do orifício B chega à pressão ajustada da mola do
gatilho piloto (4), dá-se a abertura do gatilho piloto
(3) a fim de permitir o fluxo da pressão hidráulica do
orifício B do orifício D para o orifício C, ao mesmo
tempo em que se observa uma queda da pressão do
orifício B.

1. Válvula principal
2. Sede da válvula
3. Gatilho piloto
4. Mola
5. Parafuso de ajuste

Função • Dando-se a queda da pressão no orifício B, tem-se


• A válvula de alívio está instalada na entrada da vál- uma diferença de pressão entre o orifício A e o ori-
vula do equipamento de trabalho. Quando a pressão fício B determinada pelo orifício da válvula principal
do óleo sobe acima do nível especificado, essa (1), sendo a válvula principal empurrada até abrir
válvula drena o óleo para o interior do reservatório para que se dê a passagem do óleo do orifício A
hidráulico visando a limitação da pressão máxima do através do orifício C seguindo até o circuito de dreno,
circuito do equipamento de trabalho e a conseqüente com o que temos o alívio da pressão anormal.
proteção do circuito. • A pressão previamente ajustada pode ser mudada
mediante o aumento ou diminuição da tensão da
Operação mola do gatilho piloto (4)
• O orifício A está conectado ao circuito da bomba, ao • Para variar a pressão previamente ajustada, remova
passo que a conexão do orifício C se dá com o cir- a porca para liberar a porca de trava. Na seqüência,
cuito de dreno. O óleo atravessa o orifício da válvula parafuse o parafuso de ajuste (5) com o objetivo
principal (1) objetivando o preenchimento do orifício B. de promover a elevação da pressão previamente
O gatilho piloto (3) encontra-se com sua sede em ajustada, ou, querendo diminuí-la, desparafuse o
contato com a sede da válvula (2) parafuso mencionado.

10-118 WA200-5
VÁLVULA DE CONTROLE DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

4. Válvula de sucção de segurança

• Se uma pressão anormal gerada no orifício A chegar


ao valor da pressão ajustada da mola (6), o gatilho
(5) se abre e o óleo hidráulico no orifício C é drenado
através do orifício D e da periferia a da válvula de
sucção (7)
1. Pistão
2. Válvula principal
3. Mola do pistão
4. Sede da válvula
5. Gatilho
6. Mola do gatilho
7. Válvula de sucção
8. Mola da válvula de sucção
9. Parafuso de ajuste

Função
• A válvula de sucção de segurança está localizada
no circuito do cilindro da caçamba na válvula do
equipamento de trabalho. Estando a válvula do equi-
pamento de trabalho em neutro, na eventualidade • O gatilho (5) se abrindo, registra-se uma queda da
de um determinado impacto ser aplicado ao cilindro pressão no orifício C e o pistão (1) move-se para a
e ocorrer a geração de pressão anormal, a pressão direita. O pistão (1) entra então em contato com a
é aliviada através dessa válvula objetivando a prote- ponta do gatilho (5), dando-se, aí, a drenagem do óleo
ção do cilindro. hidráulico através do afunilamento b e do orifício D
• Havendo a geração de pressão negativa no circuito
do cilindro, esta válvula funciona como uma válvula
de sucção.

Operação
(1) Operação como válvula de segurança
• Os orifícios A e B ficam, respectivamente, em co-
municação com o circuito do cilindro e o circuito de
dreno.
• O óleo hidráulico no orifício A flui através do orifício
do pistão (1) até o orifício C. Considerando-se que
d2 < d3, tem-se a sede da válvula principal (2) no
lado esquerdo.
• A ordem dos diâmetros (áreas) das seções é
d5 > d4 > d1 > d3 > d2

WA200-5 10-119
VÁLVULA DE CONTROLE DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

• Uma vez que a pressão no orifício C é inferior à 5. Válvula de sucção


registrada no orifício A, a válvula principal (2) des-
loca-se para a direita e o óleo hidráulico atravessa o
orifício A indo dar no orifício B, com o que inibe-se a
geração de pressão anormal.
• Ainda que tenhamos a geração de uma pressão
anormal, a válvula de sucção (7) com sua grande
secção transversal não opera, já que d1 < d4.

1. Gatilho principal
2. Luva
3. Mola
4. Espaçador

Função
• A válvula de sucção impede a geração de pressão
(2) Operação como válvula de sucção negativa no circuito.
• Havendo geração de pressão negativa no circuito
do cilindro, a pressão nos orifícios A e C passa a ser Operação
negativa, visto que esses dois orifícios se encontram • Na hipótese de pressão negativa ser gerada no ori-
em comunicação. A pressão hidráulica equivalente à fício A (cabeça do cilindro de elevação) (a pressão
diferença de áreas entre d4 e d1 é aplicada à válvula no orifício A sendo inferior à pressão no orifício B do
de sucção (7). circuito do reservatório), dá-se, então, a abertura do
• A diferença de pressão entre os orifícios B e A exce- gatilho principal (1) em razão da diferença de áreas
dendo a pressão ajustada, responde então pela mo- entre d1 e d2, possibilitando isso que o óleo flua do
vimentação da válvula de sucção (7) para a direita. orifício do reservatório B para o orifício do cilindro A
Em decorrência disso, o óleo flui do orifício B para o
orifício A no sentido de inibir a geração de pressão
negativa no orifício A.

10-120 WA200-5
VÁLVULA DE CONTROLE DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

6. Operação da válvula de controle do equipamento de trabalho

(1) Posição neutra do carretel da caçamba e do braço de elevação

Válvula PPC

Válvula PPC

Válvula de
prioridade

Para válvula
orbit-roll

Operação
• O óleo hidráulico flui através da bomba (1) e da válvu- • Uma vez que o carretel do braço de elevação (4)
la de prioridade para o orifício A, sendo sua pressão situa-se em neutro, seu circuito de derivação está
máxima controlada pela válvula de alívio (2) aberto. Por decorrência disso, o óleo hidráulico no
• O circuito de derivação do carretel da caçamba (3) orifício B retorna através da periferia do carretel, do
está aberto, já que o carretel da caçamba se encon- orifício C do circuito de dreno e do filtro, voltando ao
tra em neutro. reservatório.

WA200-5 10-121
VÁLVULA DE CONTROLE DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

(2) Posição de suspensão do carretel do braço de elevação

Válvula PPC

Válvula PPC

Válvula de
prioridade

Para válvula
orbit-roll

Operação
• A alavanca de controle do equipamento de trabalho • O óleo hidráulico oriundo do orifício B flui através do
sendo puxada, o carretel do braço de elevação (4) é orifício D chegando ao lado do fundo do cilindro.
puxado para a posição ELEVAR • Por outro lado, o óleo hidráulico no lado da cabeça
• O óleo hidráulico atravessa a bomba (1) e o circuito do cilindro retorna pelo orifício E e pelo orifício de
de derivação do carretel da caçamba (3) até chegar dreno C ao reservatório. Isso traz como resultado a
ao circuito de derivação do carretel do braço de elevação do braço de elevação.
elevação (4)
• Tendo-se em vista que o circuito de derivação está
fechado pelo carretel, o óleo hidráulico proveniente
do orifício B empurra a válvula de retenção (5) até
abrí-la.

10-122 WA200-5
VÁLVULA DE CONTROLE DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

(3) Posição BAIXAR do carretel do braço de elevação

Válvula PPC

Válvula PPC

Válvula de
prioridade

Para válvula
orbit-roll

Operação
• Empurrando-se a alavanca de controle do equipa- • O óleo hidráulico originário do orifício B percorre o
mento de trabalho, o carretel do braço de elevação orifício E, terminando por adentrar o lado da haste do
(4) é empurrado até a posição BAIXAR cilindro.
• O óleo hidráulico flui através da bomba (1) e do circuito • Em contrapartida, o óleo hidráulico no lado do fundo
de derivação do carretel da caçamba (3) até o circuito do cilindro retorna pelo orifício D e pelo orifício de
de derivação do carretel do braço de elevação (4) dreno C ao reservatório, determinando, assim, que o
• Como o circuito de derivação está fechado pelo braço de elevação abaixe.
carretel, o óleo hidráulico proveniente do orifício B
empurra a válvula de retenção (5) até abrí-la.

WA200-5 10-123
VÁLVULA DE CONTROLE DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

(4) Posição de flutuação do carretel do braço de elevação

Válvula PPC

Válvula PPC

Válvula de
prioridade

Para válvula
orbit-roll

Operação
• Empurrando-se a alavanca de controle do equi- • Uma vez que tanto o circuito ELEVAR D como tam-
pamento de trabalho além da posição BAIXAR, o bém o circuito BAIXAR E do cilindro de elevação
carretel do braço de elevação (4) é empurrado para estão com comunicação estabelecida com o circuito
a posição FLUTUAR de dreno, o braço de elevação é baixado pela ação
• O óleo hidráulico atravessa a bomba (1) e o circuito de seu próprio peso.
de derivação do carretel da caçamba (3), chegando, • Enquanto se dá o contato da caçamba com o solo, a
por fim, ao circuito de derivação do carretel do braço caçamba pode mover-se verticalmente para cima e
de elevação (4) para baixo segundo a irregularidade do terreno.
• O óleo hidráulico no circuito de derivação flui ao cir-
cuito de dreno dado o fato da existência do carretel,
não sendo capaz de empurrar a válvula de retenção
(5) e levar à abertura da mesma.

10-124 WA200-5
VÁLVULA DE CONTROLE DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

(5) Posição de inclinação do carretel da caçamba

Válvula PPC

Válvula PPC

Válvula de
prioridade

Para válvula
orbit-roll

Operação
• A alavanca de controle do equipamento de trabalho • O óleo hidráulico que provem do orifício G flui ao
sendo puxada, o carretel do braço da caçamba (3) é lado do fundo do cilindro.
puxado para a posição INCLINAR • Já o óleo hidráulico no lado da haste do cilindro, por
• Dado o fato do circuito de derivação encontrar-se fe- sua vez, retorna ao reservatório, antes atravessando
chado pelo carretel, o óleo hidráulico proveniente do o orifício H e o orifício de dreno C. Temos, desse
orifício A empurra a válvula de retenção (7), levando modo, a inclinação da caçamba.
à abertura da mesma.

WA200-5 10-125
VÁLVULA DE CONTROLE DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

(6) Posição de despejo do carretel da caçamba

Válvula PPC

Válvula PPC

Válvula de
prioridade

Para válvula
orbit-roll

Operação
• Quando a alavanca de controle do equipamento de
trabalho é empurrada, o carretel do braço da caçam-
ba (3) é empurrado para a posição DESPEJAR
• Ante ao fato do fechamento do circuito de derivação
pelo carretel, o óleo hidráulico procedente do orifício
A empurra a válvula de retenção (7) até abrí-la.
• O óleo hidráulico vindo do orifício H flui até chegar ao
lado da haste do cilindro.
• Todavia, o óleo hidráulico no lado do fundo do cilin-
dro retorna através do orifício G e do orifício de dreno
C ao reservatório, o que implica a caçamba exercer o
movimento de despejo.

10-126 WA200-5
VÁLVULA PPC DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

VÁLVULA PPP DO EQUIPAMENTO DE TERABALHO


Tipo alavanca única
a Não desmonte a válvula de corte. Caso seja desmontada, sua pressão de ajuste deverá ser reajustada.

P: Da bomba de carga HST P2: Para a válvula de DESPEJO da caçamba


T: Para o reservatório hidráulico P3: Para a válvula de ELEVAR o braço de elevação
P1: Para a válvula de INCLINAÇÃO da caçamba P4: Para a válvula de BAIXAR (FLUTUAÇÃO) do braço de
elevação

WA200-5 10-127
VÁLVULA PPC DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

1. Carretel 6. Porca (para conectar a alavanca)


2. Mola dosadora 7. Junta
3. Mola centralizadora 8. Prato
4. Haste 9. Retentor
5. Disco 10. Pistão

10-128 WA200-5
VÁLVULA PPC DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

Operação
1. Quando em posição NEUTRO (2) Válvula PPC do braço de elevação
(1) Válvula PPC da caçamba • As portas PA e PB da válvula de controle do braço
• As portas PA e PB da válvula de controle da ca- de elevação e as portas P3 e P4 da válvula PPC es-
çamba e as portas P1 e P2 da válvula PPC estão tão conectadas pelo orifício de controle de precisão f
conectadas pelo orifício de controle de precisão f do do carretel (1) à câmara D de dreno.
carretel (1) à câmara D de dreno.

Válvula de Válvula de
controle controle

WA200-5 10-129
VÁLVULA PPC DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

2. Quando em modo de controle de precisão


(NEUTRO → controle de precisão)

• Quando a haste (7) e o pistão (13) são empurrados


pelo disco (8), o retentor (12) também é empurrado,
e o carretel (1) é empurrado para baixo pela mola
dosadora (2).
• Conseqüentemente, o orifício de controle de pre-
cisão f é desconectado da câmara D de dreno e
conectado à câmara PP de pressão da bomba quase
simultaneamente, e o óleo hidráulico piloto da bom-
ba principal flui da porta P1 para a porta PB.
• Quando a pressão na porta P1 aumenta, o carretel
(1) é empurrado de volta e o orifício de controle de
precisão f é desconectado da câmara PP de pressão
da bomba e conectado à câmara D de dreno quase
simultaneamente para liberar a pressão na porta P1.
• Conseqüentemente, o carretel (1) se movimenta
verticalmente para que a força da mola dosadora (2)
seja equilibrada com a pressão na porta P1.
A relação posicional entre o carretel (1) e o corpo
(14) (o orifício de controle de precisão f está locali-
zado entre a câmara D de dreno e a câmara PP de
pressão da bomba) não se altera até que o retentor
(12) entre em contato com o carretel (1).
• Já que a mola dosadora (2) é comprimida em pro-
porção ao curso da alavanca de controle, a pressão
Válvula de
na porta P1 também aumenta proporcionalmente ao controle
curso da alavanca de controle.
• Dessa forma, o carretel da válvula de controle se
move para uma posição na qual a pressão na câma-
ra PB (que é igual à pressão na porta P1) seja equi-
librada com a força da mola de retorno do carretel da
válvula de controle.

10-130 WA200-5
VÁLVULA PPC DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

3. Quando em modo de controle de precisão 4. Quando a alavanca é movida para o final do curso
(quando a alavanca de controle é retornada)
• Quando o disco (8) e a haste (7) empurram o pistão
• Quando o disco (8) começa a retornar, o carretel (1) (13) para baixo, e o retentor (12), por sua vez, tam-
é empurrado para cima pela força da mola centrali- bém empurra o carretel (1) para baixo, o orifício de
zadora (3) e pela pressão na porta P1. controle de precisão f é desconectado da câmara D
• Dessa forma, o orifício de controle de precisão f se de dreno e conectado à câmara PP de pressão da
conecta à câmara D de dreno para liberar o óleo bomba.
hidráulico através da porta P1. • Conseqüentemente, a pressão hidráulica piloto
• Quando a pressão na porta P1 diminui muito, o car- proveniente da bomba principal flui pelo orifício de
retel (1) é empurrado para baixo pela mola dosadora controle de precisão f e pela porta P1 até a câmara
(2) e o orifício de controle de precisão f é desconec- PB, empurrando o carretel da válvula de controle.
tado da câmara D de dreno e conectado à câmara • O óleo retornando da câmara PA flui pela porta P2 e
PP de pressão da bomba quase simultaneamente. pelo orifício de controle de precisão f’ até a câmara
Em seguida, a pressão da bomba é aplicada até que D de dreno.
a pressão na porta P1 volte a subir novamente até o
nível correspondente à posição da alavanca.
• Quando o carretel da válvula de controle retorna, o
óleo na câmara D de dreno flui através do orifício de
controle de precisão f’ da válvula que não está em
operação, e em seguida pela porta P2 até a câmara
PA.

Válvula de
controle

Válvula de
controle

WA200-5 10-131
VÁLVULA PPC DO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

5. Quando o braço de elevação está em “FLUTUAÇÃO” 6. Quando a “flutuação” do braço de elevação é restabelecida

• Quando a haste (7) e o pistão (13) no lado de BAI- • O disco (8) é retornado da posição de FLUTUAÇÃO,
XAR da porta P3 são empurrados para baixo pelo ao ser empurrado para baixo por uma força superior
disco (8), a esfera (15) toca a projeção a da haste (7) à força de atração da solenóide (6) e do retentor (5).
no meio do curso (o detentor passa a operar). • O estado de FLUTUAÇÃO também pode ser resta-
• Se a haste (7) for empurrada um pouco mais, a es- belecido e a alavanca pode ser retornada para a po-
fera (15) empurrará para cima o colar (16) suportado sição neutro desligando-se a corrente na solenóide
pela mola do detentor (17) e escapará por sobre a (6) (desmagnetizando-a).
projeção a do pistão. • As operações de INCLINAÇÃO da caçamba e ELE-
• Neste momento, a haste (7’), localizada no lado VAÇÃO do braço de elevação são conduzidas de
oposto, é empurrada para cima pela mola (4) por maneira similar ao que acabamos de ver.
meio do retentor (5).
• Quando a haste (7’) é empurrada para cima e há cor-
rente fluindo na solenóide (6), o retentor (5) é atraído
pela solenóide (6).
• Com isso, a haste (7’) se mantém empurrada para
cima e o estado de FLUTUAÇÃO é mantido mesmo
que a alavanca seja liberada.
• Ao mesmo tempo, a válvula de controle também é
movida para a posição de FLUTUAÇÃO e mantida
nessa posição.

Válvula de
controle

10-132 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA PPC DO IMPLEMENTO

VÁLVULA PPC DO IMPLEMENTO

T: Para o reservatório P1: Para a válvula de serviço


P: Da bomba principal P2: Para a válvula de serviço

1. Carretel 6. Prato
2. Mola dosadora 7. Retentor
3. Mola centralizadora 8. Corpo
4. Pistão 9. Filtro
5. Alavanca

10-134 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA PPC DO IMPLEMENTO

Unidade: mm

Nº Item a ser verificado Critério Solução


Tamanho padrão Limite de reparo
Comprimento livre Comprimento Carga Comprimento Carga Se a mola esti-
x instalada instalada livre instalada
10 Mola do anel central diâmetro externo ver danificada
36,3 N 30,4 N ou deformada,
41,1 x 15,5 29,0 –
{3,70 kg} {3,1 kg} deverá ser
16,7 N 13,3 N substituída
11 Mola dosadora 22,7 x 8,10 22,0 –
{1,70 kg} {1,36 kg}

WA200-5 10-135
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA PPC DO IMPLEMENTO

Operação

1. Em posição neutro
• As portas A e B da válvula de controle e as portas • Pela estrutura que acabamos de descrever, o car-
P1 e P2 da válvula PPC estão conectadas à câmara retel (1) se move verticalmente, para que a força da
D de dreno pelo orifício de controle de precisão do mola dosadora (2) e a pressão na porta P1 possam
carretel (1). ser equilibradas.
• Até que o retentor (7) atinja o carretel (1), a relação
posicional entre o carretel (1) e o corpo (8) (o orifício
de controle de precisão chega à posição intermediá-
ria entre a câmara D de dreno e a câmara de pressão
da bomba) não é alterada.
• Assim, já que a mola dosadora (2) é comprimida
em proporção ao curso da alavanca de controle, a
pressão na porta P1 também aumenta proporcional-
mente ao curso da alavanca de controle.
• Conforme apresentado acima, o carretel da válvula
de controle se move para a posição onde a pressão
da câmara A (mesma pressão da porta P1) se equi-
libra com a força da mola de retorno do carretel da
válvula de controle.

Válvula de
controle

2. Em modo de controle de precisão


(Neutro → controle de precisão)
• Quando o pistão (4) é empurrado pela alavanca (5),
o retentor (7) também é empurrado, bem como o
carretel (1) que é empurrado pela mola dosadora (2),
para que seja movido para o lado de BAIXAR. Válvula de
• Quando o orifício do controle de precisão f é fechado controle
da câmara D de dreno, conforme descrito acima,
ele se conecta à câmara PP de pressão da bomba
quase simultaneamente, e a pressão de óleo piloto
da bomba principal é conduzida da porta P1 para a
porta A através do orifício de controle de precisão f.
• Quando a pressão na porta P1 se eleva, o carretel
(1) é empurrado de volta e, quando o orifício de
controle de precisão f é fechado da câmara PP de
pressão da bomba, ele se conecta à câmara D de
dreno quase simultaneamente para aliviar a pressão
na porta P1.

10-136 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO VÁLVULA PPC DO IMPLEMENTO

3. Na posição de controle de precisão (quando a 4. Em curso completo


alavanca de controle é retornada) • Quando a alavanca (5) empurra o pistão (4) para bai-
• Quando a alavanca (5) começa a retornar pela força xo e o retentor também empurra o carretel (1) para
da mola centralizadora (3) e pela pressão da porta baixo, o orifício de controle de precisão f é fechado
P1, o carretel (1) é empurrado para cima. Conforme da câmara D de dreno e conectado, em seguida, à
apresentado, o orifício de controle de precisão f se câmara PP de pressão da bomba.
conecta à câmara D de dreno, liberando o óleo pres- • Assim, o óleo da pressão piloto proveniente da bom-
surizado da porta P1. ba principal passa através do orifício de controle de
• No caso da pressão na porta P1 cair excessivamen- precisão f para ser conduzido à câmara A pela porta
te, o carretel (1) é empurrado para baixo pela mola P1 e empurrar o carretel da válvula de controle.
dosadora (2) e o orifício de controle de precisão f é • O óleo de retorno advindo da câmara B passa atra-
fechado da câmara D de dreno quase simultanea- vés da porta P2 e pelo orifício de controle de preci-
mente para suprir a pressão PP da bomba, até que são f’ para fluir até a câmara D de dreno.
a pressão da porta P1 retorne à pressão correspon-
dente à posição da alavanca.
• Quando o carretel da válvula de controle retorna, o
óleo na câmara D de dreno flui através do orifício de
controle de precisão f’ da válvula que não está se
movimentando, para ser conduzido à câmara B pela
porta P2, para voltar a preenchê-la de óleo.

Válvula de
controle

Válvula de
controle

WA200-5 10-137
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO ARTICULAÇÃO DO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

ARTICULAÇÃO DO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

10-138 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO ARTICULAÇÃO DO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

1. Caçamba
2. Alavanca de inclinação
3. Cilindro da caçamba
4. Cilindro de elevação
5. Braço de elevação
6. Articulação da caçamba

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critério Solução

Tamanho Tolerância Folga Limite de


Folga entre a bucha e o pino em cada extremi- padrão Eixo Orifício padrão folga
7
dade da articulação da caçamba
-0,030 +0,174 0,130 –
Ø 65 1,0
-0,076 +0,100 0,250
Folga entre a bucha e o pino da junta do braço de -0,030 +0,174 0,130 –
8 Ø 65 1,0
elevação e da caçamba -0,076 +0,100 0,250
Folga entre a bucha e o pino da junta do braço de -0,030 +0,174 0,130 –
9 Ø 75 1,0
elevação e do chassi -0,076 +0,100 0,250 Substituir (se o
Folga entre a bucha e o pino da junta do fundo do -0,030 +0,174 0,130 – pino apresen-
10 Ø 70 1,0 tar marca de
cilindro da caçamba e do chassi -0,076 +0,100 0,250
desgaste)
Folga entre a bucha e o pino da junta da haste do -0,030 +0,174 0,130 –
11 Ø 70 1,0
cilindro da caçamba e da alavanca de inclinação -0,076 +0,100 0,250
Folga entre a bucha e o pino da junta da alavanca -0,030 +0,174 0,130 –
12 Ø 75 1,0
de inclinação e do braço de elevação -0,076 +0,100 0,250
Folga entre a bucha e o pino da junta da haste do -0,030 +0,174 0,130 –
13 Ø 65 1,0
cilindro de elevação e do braço de elevação -0,076 +0,100 0,250
Folga entre a bucha e o pino da junta do fundo do -0,030 +0,174 0,130 –
14 Ø 65 1,0
cilindro de elevação e do chassi -0,076 +0,100 0,250

Largura do ressalto Largura da articulação


Folga
Tamanho Tamanho padrão
15 Junta do cilindro da caçamba e do chassi Tolerância Tolerância
padrão padrão
0
80 83 ± 1,5 1,5 – 5,0 Ajustar a folga
-0,5
em ambos os
16 Junta do braço de elevação e do chassi 85 – 89 ± 1,5 2,5 – 5,5 lados para que
a folga seja
+3,0 de 1,5 mm, ou
17 Junta do braço de elevação e da caçamba 85 – 88 3,0 – 6,0
0 inferior
+3,0
18 Junta da caçamba e da articulação da caçamba 85 ±1,0 88 2,0 – 7,0
0
0
19 Junta do cilindro de elevação e do chassi 85 89 ± 1,5 2,5 – 6,0
-0,5
Junta da alavanca de inclinação e da articulação
20 85 ±1,0 88 ± 1,5 0,5 – 5,5
da caçamba
Substituir
Junta da alavanca de inclinação e do braço de
21 148 ± 0,5 151 ± 1,5 1,0 – 5,0
elevação
Junta do cilindro da caçamba e da alavanca de 0 Ajustar a folga
22 80 88 ± 1,5 6,5 – 10,0
inclinação -0,5 em cada lado
Junta do braço de elevação e do cilindro de para 1,5 mm
23 85 – 89 ± 1,5 2,5 – 5,5
elevação ou menos

WA200-5 10-139
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CAÇAMBA

CAÇAMBA

Borda cortante parafusada

Dente

Ponta de dente

1. Caçamba 3. Dente da caçamba (opcional)


2. Borda cortante parafusada 4. Adaptador (opcional)
Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critério Solução
Tamanho padrão Limite de reparo
5 Desgaste da borda cortante (espessura)
25,4 15 Gire ou substitua
6 Desgaste da borda cortante (comprimento) 62 5
Dente 35 18
7 Desgaste do dente da caçamba Substituir
Ponta de dente 42 30
8 Folga na montagem do adaptador Máx. 0,5 – Ajustar ou substituir

10-140 WA200-5
(4)
POSICIONADOR DA CAÇAMBA
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO E LIMITADOR DA LANÇA

POSICIONADOR DA CAÇAMBA E LIMITADOR DA LANÇA

1. Interruptor de proximidade do posicionador da caçamba 4. Cilindro da caçamba


2. Interruptor de proximidade do limitador da lança 5. Braço de elevação
3. Placa 6. Placa (opcional)

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critério Solução
Folga no interruptor de proximidade do posi-
7 3–5
cionador da caçamba
Ajustar
Folga no interruptor de proximidade do limita-
8 3–5
dor da lança

WA200-5 10-141
POSICIONADOR DA CAÇAMBA
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO E LIMITADOR DA LANÇA

PERFIL

Posicionador da caçamba
• O posicionador da caçamba é acionado eletricamen-
te. Quando a caçamba é retornada em um ângulo
a partir da posição de DESPEJO para a posição de
INCLINAÇÃO, o posicionador da caçamba retorna
a alavanca de controle do equipamento de trabalho
(caçamba) da posição de INCLINAÇÃO para a po-
sição MANTER, a fim de parar automaticamente a
caçamba em um ângulo de escavação apropriado.
• O prato (3) é parafusado à haste do cilindro da ca-
çamba (4). O interruptor de proximidade (1) é parafu-
sado ao cilindro.
• Quando a alavanca de controle do equipamento de
trabalho (caçamba) é movida da posição de DES-
PEJO para a posição de INCLINAÇÃO, a haste do
cilindro da caçamba (4) se move em direção à parte
dianteira da máquina. Quando o prato (3) parte do
interruptor de proximidade (1) em um certo ponto,
o interruptor de proximidade (1) atua para retornar
a alavanca de controle do equipamento de trabalho
(caçamba) para a posição MANTER.

Limitador da lança
• O limitador da lança é acionado eletricamente.
Quando o braço de elevação é elevado em um
ângulo anterior à sua posição máxima, o limitador
da lança retorna a alavanca de controle do equipa-
mento de trabalho (braço de elevação) da posição de
ELEVAÇÃO para a posição MANTER, a fim de parar
automaticamente o braço de elevação na posição
atual.
• O prato (6) é preso ao braço de elevação (5). O
interruptor de proximidade (1) é fixado ao chassi
dianteiro.
• Quando a alavanca de controle do equipamento de
trabalho (braço de elevação) é movida da posição
de BAIXAR para a posição de ELEVAR, o braço de
elevação é elevado. Quando o prato (6) parte do in-
terruptor de proximidade (2), o interruptor de proximi-
dade (2) opera para retornar a alavanca de controle
do equipamento de trabalho (braço de elevação)
para a posição MANTER.

10-142 WA200-5
POSICIONADOR DA CAÇAMBA
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO E LIMITADOR DA LANÇA

OPERAÇÃO DO INTERRUPTOR DE PROXIMIDADE

Quando a caçamba é inclinada • Quando a alavanca de controle do equipamento de


• Enquanto a caçamba é despejada além da posição trabalho (caçamba) (7) é movida para a posição de
definida pelo posicionador da caçamba, o prato (2) INCLINAÇÃO, o carretel de despejo da caçamba (8)
se encontra sobre a face de leitura do interruptor de se movimenta para cima e se mantém nessa posição
proximidade (1), cuja luz se acende. em função da bobina magnetizada pela solenóide do
Nesse instante, o relé do posicionador da caçamba detentor (6). Com isso, a alavanca de controle do
(4) é acionado e uma corrente flui pela solenóide equipamento de trabalho (caçamba) (7) é mantida na
do detentor (6) da válvula PPC do equipamento de posição de INCLINAÇÃO e a caçamba é inclinada.
trabalho (5) para magnetizar a bobina.

WA200-5 10-143
POSICIONADOR DA CAÇAMBA
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO E LIMITADOR DA LANÇA

• Quando a caçamba é inclinada e parte da posição FUNÇÃO DO INTERRUPTOR DE PROXIMIDADE


definida pelo posicionador da caçamba, ou se o pra-
to (2) parte de uma posição sobre a face de leitura Quando o objeto de leitura estiver sobre a face de
do interruptor de proximidade (1), a luz do interruptor leitura do interruptor de proximidade
de proximidade (1) se apaga e o relé do posicionador
da caçamba (4) é desligado. Conseqüentemente, o
circuito da solenóide do detentor (6) da válvula PPC Luz do interruptor de proximidade Acesa
do equipamento de trabalho (5) é desligado para Circuito do interruptor do relé do posicionador
desmagnetizar a bobina. Criado
da caçamba
O carretel (8) de despejo da caçamba, mantido na
Circuito da solenóide do detentor da válvula
posição de INCLINAÇÃO recebe a força de reação Criado
PPC do equipamento de trabalho
da mola (9) e retorna a alavanca de controle do equi-
Solenóide do detentor da válvula PPC do equi-
pamento de trabalho (caçamba) (7) para a posição Magnetizada
pamento de trabalho
MANTER.

Quando o objeto de leitura estiver distante da face de


leitura do interruptor de proximidade

Luz do interruptor de proximidade Apagada

Circuito do interruptor do relé do posicionador


Desfeito
da caçamba
Circuito da solenóide do detentor da válvula
Desfeito
PPC do equipamento de trabalho
Solenóide do detentor da válvula PPC do equi-
Desmagnetizada
pamento de trabalho

10-144 WA200-5
POSICIONADOR DA CAÇAMBA
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO E LIMITADOR DA LANÇA

Quando o braço de elevação é elevado • Quando a alavanca de controle do equipamento de


• Enquanto o braço de elevação (3) está abaixo da- trabalho (braço de elevação) (7) é movida para a
posição definida pelo limitador da lança, o prato (2) posição de ELEVAR, o carretel de abaixamento do
se encontra sobre a face de leitura do interruptor de braço de elevação (8) se movimenta para cima e se
proximidade (1), cuja luz se acende. mantém nessa posição em função da bobina mag-
Nesse instante, o relé do limitador da lança (4) é netizada pela solenóide do detentor (6). Com isso,
acionado e a corrente flui na solenóide do detentor a alavanca de controle do equipamento de trabalho
(6) da válvula PPC do equipamento de trabalho (5), (braço de elevação) (7) é mantida na posição de
magnetizando a bobina. ELEVAR e o braço de elevação é elevado.

WA200-5 10-145
(3)
POSICIONADOR DA CAÇAMBA
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO E LIMITADOR DA LANÇA

• Quando o braço de elevação (3) é elevado e parte FUNÇÃO DO INTERRUPTOR DE PROXIMIDADE


da posição definida pelo limitador, ou se o prato
(2) parte de uma posição sobre a face de leitura do Quando o objeto de leitura estiver sobre a face de
interruptor de proximidade (1), a luz do interruptor leitura do interruptor de proximidade
de proximidade (1) se apaga e o relé do limitador da
lança (4) é desligado. Conseqüentemente, o circuito
da solenóide do detentor (6) da válvula PPC do equi- Luz do interruptor de proximidade Acesa
pamento de trabalho (5) é desligado para desmagne- Circuito do interruptor do relé do limitador da
tizar a bobina. Criado
lança
O carretel (8) de elevação do braço de elevação,
Circuito da solenóide do detentor da válvula
mantido na posição de ELEVAR, recebe a força de Criado
PPC do equipamento de trabalho
reação da mola (9) e retorna a alavanca de controle
Solenóide do detentor da válvula PPC do equi-
do equipamento de trabalho (braço de elevação) (7) Magnetizada
pamento de trabalho
para a posição MANTER.

Quando o objeto de leitura estiver distante da face de


leitura do interruptor de proximidade

Luz do interruptor de proximidade Apagada

Circuito do interruptor do relé do limitador da


Desfeito
lança
Circuito da solenóide do detentor da válvula
Desfeito
PPC do equipamento de trabalho
Solenóide do detentor da válvula PPC do equi-
Desmagnetizada
pamento de trabalho

10-146 WA200-5
(3)
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CILINDRO DO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

CILINDRO DO EQUIPAMENTO DE TRABALHO


CILINDRO DE ELEVAÇÃO

CILINDRO DA CAÇAMBA

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critério Solução
Nome do Tamanho Tolerância Folga Limite de
cilindro padrão Eixo Orifício padrão folga
Folga entre a haste do pistão -0,030 +0,262 0,097 – Substituir
1 Elevação Ø 65 0,666
e a bucha -0,104 +0,067 0,366 bucha
-0,030 +0,262 0,097 –
Caçamba Ø 65 0,666
-0,104 +0,067 0,366

Torque de aperto da cabeça Elevação 981 ± 98,1 Nm {100 ± 10,0 kgm}


2
do cilindro Caçamba 1,030 ± 103 Nm {105 ± 10,5 kgm}
Apertar
2,600 ± 260 Nm {265 ± 26,5 kgm}
Elevação novamente
Torque de aperto da porca do (Largura entre as superfícies planas opostas)
3
pistão do cilindro 3,140 ± 310 Nm {320 ± 32,0 kgm}
Caçamba
(Largura entre as superfícies planas opostas)

WA200-5 10-147
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO AR CONDICIONADO

AR CONDICIONADO
(opcional)

TUBULAÇÃO DO AR CONDICIONADO

1. Duto de saída de ar 8. Compressor


2. Filtro de entrada de ar fresco 9. Tubulação de retorno de água quente
3. Duto de entrada de ar fresco 10. Tubulação de retirada de água quente
4. Filtro de ar recirculado 11. Tubulação do refrigerante
5. Amortecedor do seletor de ar fresco / ar recirculado 12. Unidade do ar condicionado
6. Reservatório receptor 13. Duto do piso
7. Condensador

10-148 WA200-5
SISTEMA DE MONITORA-
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MENTO DA MÁQUINA

SISTEMA DE MONITORAMENTO DA MÁQUINA

Perfil
• O sistema de monitoramento da máquina utiliza os • As indicações no modo normal são aquelas feitas
sensores e outros dispositivos instalados em várias com freqüência para utilização normal pelos opera-
partes da máquina para observar as suas condições. dores da máquina. A descrição abaixo se aplica ao
Ele processa essas informações rapidamente e as conteúdo das principais indicações.
exibe no painel de monitoramento a fim de informar
o operador a respeito das condições da máquina. 1. Itens indicados sempre
• As indicações de monitoramento da máquina serão • Medidores (velocímetro de velocidade de deslo-
feitas em modo normal e em modo de serviço. camento)
• O monitor da máquina possui uma função de saída • Indicadores (indicador da temperatura do líquido
liga/desliga de pré-aquecimento automático, que de arrefecimento do motor, indicador de tem-
precede a partida. peratura do óleo HST e indicador do nível de
• O monitor da máquina possui a função de saída liga/ combustível)
desliga do relé para cortar a saída para a solenóide • Indicações piloto
HST, quando o controlador HST apresentar algum • Horímetro
problema.
2. Itens indicados apenas em ocorrências anormais
• Alertas
• Indicações de código de ação (quando o in-
terruptor do seletor (>) de modo do painel de
monitoramento da máquina for pressionado e
liberado durante a indicação de código da ação,
o código da falha (6 dígitos) será indicado.)

3. Quando chega o momento de se fazer a troca do


filtro ou do óleo, os itens necessários para a troca de
óleo ou do filtro são indicados no visor de caracteres.
(Funções de monitoramento da manutenção.)

4. Além do que foi apresentado acima, esse sistema


está equipado com as funções para indicar a me-
dição da integração da distância do deslocamento
(odômetro), para restabelecer o tempo de troca de
óleo/filtro, e para selecionar o idioma a ser apre-
sentado no visor de caracteres e no interruptor do
seletor de modo do painel de monitoramento da
máquina, que é o interruptor de operação do visor de
caracteres.

10-150 WA200-5
SISTEMA DE MONITORA-
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MENTO DA MÁQUINA

• Esse sistema de monitoramento da máquina está


equipado com a função de modo de serviço a fim de
facilitar o trabalho de diagnóstico de falhas para os
respectivos controladores (incluindo o próprio moni-
toramento da máquina) na rede. A descrição abaixo
se aplica ao conteúdo das principais funções.

1. Histórico de falhas elétricas


Essa função irá indicar os dados do histórico de
falhas elétricas dos respectivos controladores me-
morizados pelo monitoramento da máquina. Além
disso, pode ser utilizada para excluir dados já apre-
sentados.

2. Histórico de falhas da máquina


Essa função irá indicar o histórico de falhas da má-
quina, bem como os dados do histórico de falhas da
máquina dos respectivos controladores memoriza-
dos pelo monitoramento da máquina.

3. Monitoramento em tempo real


Essa função trará as indicações em tempo real dos
dados de entrada e saída reconhecidos pelos res-
pectivos controladores na rede.

4. Monitoramento da manutenção
Essa função deve ser utilizada para as revisões dos
intervalos de troca de óleo e do filtro. (Revisão do
período para a operação de monitoramento da ma-
nutenção.)

5. Seleção dos itens opcionais


Essa função é utilizada para a definição do modelo
da máquina, tamanho do pneu, e equipamentos op-
cionais.

6. Função de inicialização do controlador


Essa função é utilizada para efeito de configurações
desse sistema de monitoramento da máquina antes
do seu embarque em nossa fábrica.

• O sistema de monitoramento da máquina consiste


do próprio monitoramento, alarme sonoro, e interrup-
tores que são utilizados para inserção de dados no
próprio monitor da máquina, sensores, respectivos
controladores na rede, e sensores e interruptores
relevantes.

WA200-5 10-151
(4)
SISTEMA DE MONITORA-
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MENTO DA MÁQUINA

Diagramas do circuito individual do monitor da máquina

Partida e acionamento das luzes

SUPRIMENTO DE FORÇA
NORMAL 24V
CHAVE LIGADA 24V

PREAQ
DESL
LIG
PARTIDA
MONITOR DA MÁQUINA

CHAVE LIGADA 24V


CHAVE LIGADA 24V

DESL
PEQ
DIANT

ALTO
BAIXO

10-152 WA200-5
SISTEMA DE MONITORA-
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MENTO DA MÁQUINA

1. Interruptor de partida Tabela de conexão dos pinos conectores do monitor da


2. Alternador máquina
3. Interruptor do pisca-alerta de emergência
4. Unidade do pisca-alerta Símbolo Nº do pino conector
5. Alavanca de sinal de seta
a CNL23-3
6. Luz do sinal de seta (esquerda)
7. Luz do sinal de seta (direita) b CNL23-1
8. Relé do farol dianteiro c CNL23-12
9. Interruptor das luzes d CNL22-11
10. Interruptor atenuador da luminosidade
e CNL23-17
11. Farol dianteira (baixo)
12. Farol dianteira (alto) f CNL21-12
13. Luz de folga, relé da luz traseira g CNL22-12
14. Luz de folga, luz traseira h CNL23-9
15. Luz da placa de licença
16. Relé do farol de trabalho
17. Luz do tacógrafo (opcional)

WA200-5 10-153
SISTEMA DE MONITORA-
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MENTO DA MÁQUINA

Rede e alimentação de energia

Rede 24V

MONITOR DA MÁQUINA

1. Interruptor seletor do modo 1 do painel monitor “U” Tabela de conexão dos pinos conectores do monitor da
2. Interruptor seletor do modo 1 do painel monitor “u” máquina
3. Interruptor seletor do modo 2 do painel monitor “<”
4. Interruptor seletor do modo 2 do painel monitor “>”
Símbolo Nº do pino conector
5. Controlador HST
a CNL23-11
b CNL21-2
c CNL21-1
d CNL21-4
e CNL21-5
f CNL22-6
g CNL22-2
h CNL21-3
i CNL21-7
j CNL21-15
k CNL23-14

10-154 WA200-5
SISTEMA DE MONITORA-
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MENTO DA MÁQUINA

Leitura por sensor

CHAVE LIGADA 24V

MONITOR DA MÁQUINA

1. Alarme sonoro Tabela de conexão dos pinos conectores do monitor da


2. Sensor de obstrução do filtro HST máquina
3. Sensor de pressão do óleo do sistema direcional
(máquina equipada com sistema direcional de Símbolo Nº do pino conector
emergência)
a CNL21-11
4. Sensor de pressão do óleo do sistema direcional de
emergência b CNL23-6
(máquina equipada com sistema direcional de c CNL22-3
emergência) d CNL22-5
5. Sensor do nível do líquido de arrefecimento
e CNL23-8
6. Sensor de pressão do óleo dos freios
7. Sensor de pressão do óleo do motor f CNL23-19
8. Sinal do freio de estacionamento não aplicado g CNL23-10
9. Sinal indicador do freio de estacionamento h CNL21-13
10. Sensor do nível de combustível
i CNL23-18
11. Sensor de temperatura do óleo HST
12. Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento j CNL23-13
(para o monitoramento) k CNL21-14
13. Sensor de temperatura do óleo do eixo l CNL21-16
m CNL21-8

WA200-5 10-155
SISTEMA DE MONITORA-
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MENTO DA MÁQUINA

Controle de segurança HST

CHAVE LIGADA 24V

MONITOR DA MÁQUINA
1. Alavanca avante-ré Tabela de conexão dos pinos conectores do monitor da
2. Relé de segurança HST máquina
3. Válvula solenóide do motor 1
4. Válvula solenóide da embreagem Símbolo Nº do pino conector
5. Controlador HST
a CNL22-8
b CNL22-10
c CNL22-9
d CNL22-6
e CNL22-2
f CNL21-3
g CNL23-15

10-156 WA200-5
SISTEMA DE MONITORA-
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MENTO DA MÁQUINA

Pré-aquecimento automático

CHAVE LIGADA 24V

MONITOR DA MÁQUINA
CHAVE LIGADA 24V

1. Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento Tabela de conexão dos pinos conectores do monitor da
( para o preaquecimento) máquina
2. Relé do preaquecedor automático
3. Relé do aquecedor do motor Símbolo Nº do pino conector
4. Aquecedor de fita
a CNL21-6
b CNL22-4

WA200-5 10-157
SISTEMA DE MONITORA-
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MENTO DA MÁQUINA

Entrada de CAN
Monitor da máquina Controlador HST
Saída de CAN

Sinal da alavanca avante-ré Controle HST

Monitor da máquina Seleção do modelo Seleção do modelo

Seleção da função HST Controle HST


Velocímetro da velocidade de
Pulso da velocidade de deslocamento
deslocamento
Sinal da marcha Indicação de 1, 2, 3 ou 4
Controlador HST
Erro Indicação de caracteres

Sinal do estado de entrada/saída Monitoramento em tempo real

10-158 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MONITOR DA MÁQUINA

MONITOR DA MÁQUINA
a Luz de alerta do monitor, itens 17 e 18 são inoperantes nesta máquina.

1. Indicador de temperatura do óleo HST 17. Luz de alerta do nível de óleo do motor
2. Luz de alerta da temperatura do óleo HST 18. Luz de alerta de obstrução do purificador de ar
3. Indicador de temperatura do líquido de arrefecimento 19. Luz de alerta de manutenção
do motor 20. Luz de alerta do nível de água no radiador
4. Luz de alerta da temperatura do líquido de arrefeci- 21. Luz de alerta de obstrução do filtro de óleo HST
mento do motor 22. Luz de alerta da pressão de óleo do motor
5. Velocímetro 23. Luz de alerta do circuito de carga da bateria
6. Luz piloto do sinal de seta (esquerda) 24. Visor de caracteres
7. Luz piloto do farol dianteiro 25. Luz de alerta da pressão de óleo do sistema direcional
8. Luz piloto da luz de seta (direita) (máquinas equipadas com sistema direcional de
9. Luz piloto de indicação dos medidores emergência)
10. Luz de alerta do nível de combustível 26. Luz piloto do sistema direcional
11. Indicador do nível de combustível (máquinas equipadas com sistema direcional de
12. Luz de alerta centralizada emergência)
13. Luz piloto do freio de estacionamento 27. Luz piloto do preaquecedor
14. Luz de alerta da pressão de óleo dos freios 28. Luz piloto da posição do interruptor seletor da marcha
15. Luz de alerta do freio de estacionamento não aplicado 29. Luz piloto da posição da alavanca avante-ré
16. Luz de alerta da temperatura do óleo do eixo

WA200-5 10-159
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR


Condições de avaliação do funcionamento do motor: Quando a avaliação A ou B do funcionamento for satisfeita, significa
que o motor está em funcionamento.
1. A entrada é fornecida para o terminal R do alternador (24 V)
2. A pressão de óleo do motor está normal (aberto)
3. O sinal do terminal C foi informado pelo menos uma vez após IGN_BR, e desligado pelo menos uma vez.

Avaliação da operação
A: Após 1 e 2 serem estabelecidos simultaneamente, conclui-se que o motor está em funcionamento, até que IGN_BR
seja desligado.
B: Caso 1 e 3 sejam estabelecidos simultaneamente, conclui-se que o motor esteja em funcionamento. Se os sinais de
1 e 2 forem perdidos, contudo, pode-se concluir que o motor está parado, mesmo que IGN_BR seja ligado.

Período em que a
Período de funciona-
Luz luz Alarme sonoro Condições para operação Prioridade
mento do alarme sonoro
permanece na condição

Advertência sobre condições Período: 1.600 ms


w: LIGADO e de perigo (quando é acionada LIG: 800 ms
Q: Ligada – DESLIGADO 1
uma condição de erro ou de DESL: 800 ms
continuamente alerta) (50% ciclo de atividade)

Período: 1.600 ms Advertência sobre opera-


Período: 240 ms
LIG: 800 ms ções erradas, etc (quando é
w: Piscante A: Intermitente LIG: 80 ms 2
DESL: 800 ms executada uma operação
DESL: 160 ms
(50% ciclo de atividade) anormal)

Período: 240 ms Cancelamento da calibração,


A: Intermitente LIG: 80 ms E: Som de cancelamento etc (quando uma operação LIG: 1.000 ms (uma vez) 3
DESL: 160 ms não é aceita)

E: Condição Conclusão da calibração, etc LIG: 1.000 ms


definida – e: Som de finalização (quando completada normal- DESL: 160 ms 4
separadamente mente) LIG: 1.000 ms (uma vez)

10-160 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

Operação

Motor desligado Motor em funcionamento

Indicação da mensagem do

Indicação da mensagem do
Cor da
Divisão N‘ Item Dispositivo Condição para a operação Observações
indicação

Indicação individual

Indicação individual
Alerta centralizado

Alerta centralizado
código da falha

código da falha
Alarme sonoro

Alarme sonoro
Bulbo
Luz de ré – Luz de ré para ilumi- Com a luz de folga acesa – – – – – – – – Laranja
nação
noturna

Indicação de Diodo km/h ou MPH


Unidade 9 medição fotoemis- – Q – – – Q – – Verde (selecionado
sor ajustando-se o monitor)

Ponteiro: Conversão do pulso da Se houver erro na co-


5 Velocidade de movimen- velocidade de desloca- – – – – – – – – – municação, a condição
deslocamento tação mento em velocidade de será mantida até a
deslocamento chave ser desligada

Dif. do apresentado abaixo – – – – – – – – –


Ponteiro:
Temperatura do movimen- Faixa branca: 50 – 110ºC
1 óleo HST / alerta tação B@ B@ Faixa vermelha: 110
2 da temperatura do Indicador: Alarme: acima de 100ºC w Q Q CRNS w Q Q CRNS Vermelho – 135ºC
óleo HST diodo
fotoemis-
sor Temperatura do óleo HST:
acima de 150ºC – – – DGH1KX – – – DGH1KX –

Dif. do apresentado abaixo – – – – – – – – –

Temperatura do Ponteiro:
líquido de arrefe- movimen- Alarme: acima de 102ºC – Q – – – Q – – Vermelho
cimento do motor / tação Faixa branca: 50 – 102ºC
3 alerta da tempera- Indicador: Faixa vermelha: 102
Indicador/ 4 – 135ºC
medidor tura do líquido de Diodo B@ B@
arrefecimento do fotoemis- Alarme: acima de 105ºC w Q Q BCNS w Q Q BCNS Vermelho
motor sor
Temperatura do líq. de
arrefecimento do motor: – – – DGE2KX – – – DGE2KX –
acima de 150ºC

Ponteiro:
movimen- Dif. do apresentado abaixo –– – – – – – – – –
Nível do tação
10 combustível / Indicador:
11 alerta do nível do Diodo
combustível fotoemis- Alarme: acima de 110Ω – – – – – – Vermelho
(abaixo de 5%) Q Q
sor

Conversão do pulso da
Odômetro velocidade de desloca- – – – – – – – – –
mento em distância de
Visor de deslocamento
24 cristal
liquido Opera quando a carga
Horímetro está normal. Corresponde – – – – – – – – –
ao tempo do relógio
em 1:1.

Dif. do apresentado abaixo – – – – – – – – – A luz é acesa por cada


Luz de alerta controlador e a mensa-
12 centralizada Bulbo gem é indicada no visor
de caracteres. A luz é
Quando surge um erro E E E E E E E E Vermelho acesa por precaução

Pressão normal de óleo – – – – – – – – –


(TERRA) *1: Para 30 s logo após
Pressão de óleo a chave ser ligada e o
dos freios (pressão Pressão anormal de óleo motor ser acionado
14 de óleo do acumu- Bulbo (ABERTO) (*1) – Q – – w Q Q – Vermelho *2: 30 s após o
lador) acionamento do motor
(após *1)
Pressão anormal de óleo – – – – 2G42ZG Vermelho
(ABERTO) (*2) w Q Q

Luz de Dif. do apresentado abaixo – – – – – – – – – A luz se acende e o


alerta Prevenção da alarme sonoro soa
15 omissão à apli- Bulbo quando o motor é
cação do freio de Quando a aplicação do parado e o freio de
estacionamento freio de estacionamento é – – – – – Vermelho estacionamento liberado
A Q Q (ou a chave é desligada)
omitida (24 V)

Temperatura normal – – – – – – – – –
do óleo *3: A temperatura do
óleo acima de 120ºC
Temperatura anormal do B@ é detectada por 5
óleo (*3) w Q Q C7NS w Q Q B@C7NS Vermelho segundos contínuos
Temperatura do ou a temperatura do
16 óleo do eixo Bulbo óleo acima de 115ºC
Temperatura do óleo de é detectada por 5
freio: acima de 150ºC – – – DGR1KX – – – DGR1KX – segundos contínuos e
a velocidade de deslo-
camento está acima de
35 km/h
Detecção de erro – – – DGR1KB – – – DGR1KB –

WA200-5 10-161
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

Operação

Motor desligado Motor em funcionamento

Indicação da mensagem do

Indicação da mensagem do
Disposi- Cor da
Divisão N‘ Item tivo Condição para a operação indica- Observações
ção

Indicação individual

Indicação individual
Alerta centralizado

Alerta centralizado
código da falha

código da falha
Alarme sonoro

Alarme sonoro
Nível de óleo normal Se for detectado um
(TERRA) – – – – – – – – – erro quando aparecer
o sinal IGN_C, o erro
não será detectado en-
quanto o motor estiver
17 Temperatura de Bulbo em funcionamento. (se
óleo do motor B@ for detectada uma anor-
Nível de óleo baixo – – – – – Vermelho malidade com a chave
(ABERTO) Q – ligada, o alarme se
BAZK manterá ligado até que
o nível de óleo normal
seja detectado.)

Normal (ABERTO) – – – – – – – – –
Obstrução do O erro é detectado
18 purificador de ar Bulbo apenas com o motor em
funcionamento.
Obstrução (TERRA) – Q – – – Q – AA1ANX Vermelho

Normal – – – – – – – – –
19 Manutenção Bulbo
30h antes da manutenção – Q – E – Q – E Vermelho

Nível de água normal – – – – – – – – –


Luz de (TERRA) O erro é avaliado ao
alerta 20 Nível da água do Bulbo ser detectado por 30
radiador segundos.
Nível de água baixo – – B@ – – B@BCZK Vermelho
(ABERTO) Q BCZK Q

Normal (ABERTO) – – – – – – – – –
Obstrução do filtro O erro é avaliado quando
21 de óleo HST Bulbo a temperatura de óleo HST
está acima de 50ºC.
Obstrução (TERRA) – Q – 15BONX – Q – 15BONX Vermelho

Pressão normal de óleo – – – – – – – – –


(ABERTO)

Pressão de óleo do Pressão de óleo baixa B@ O erro é detectado


22 motor Bulbo (TERRA) – Q – – w Q Q BAZG Vermelho 15 segundos após a
partida.

Quando é detectada uma – – – DHE4L6 – – – – Vermelho


anormalidade (ABERTO)

Voltagem normal (24 V) w – Q AB00L6 – – – – Vermelho


23 Circuito de carga Bulbo
da bateria
Carga deficiente (0 V) – Q – – w Q Q AB00MA Vermelho

Na condição de
intertravamento com a
6 Luz do sinal de Alavanca de sinal de alavanca de sinal de
8 seta Bulbo seta acionada (e a chave – Q – – – Q – – Verde seta. Opera quando o
desligada) interruptor da luz de
sinalização de risco está
ligado.

Quando a luz do farol Na condição de


Luz do farol direito é acidonada ( a intertravamento com o
7 dianteiro Bulbo luz e o farol dianteiro – Q – – – Q – – Azul interruptor da luz e o
acionado ) interruptor atenuador de
luminosidade

Freio de estacionamento – – – – – – – – – A luz se acende quando


liberado (ABERTO) o freio de estaciona-
mento é aplicado.
A operação da alavanca
13 Freio de estaciona- Bulbo Freio de estacionamento – – – – – – Vermelho avante-ré (F-R) é proi-
Luz piloto mento aplicado (TERRA) Q Q bida e o alarme sonoro
é acionado quando o
freio de estacionamento
Prevenção de arrasto do – – Vermelho é aplicado.
freio de estacionamento A Q Q A Q Q

Pressão de óleo da Pressão de óleo normal – – – – – – – – –


direção (máquinas (ABERTO)
25 equipadas com Bulbo
sistema direcional Nível de óleo baixo
de emergência) (TERRA) – Q – – w Q Q DDS5L6 Vermelho

Sistema direcional Pressão de óleo perdida – – – – – – – – –


de emergência (TERRA)
26 (máquinas Bulbo
equipadas com
sistema direcional Pressão de óleo normal – – – – – – Verde
de emergência) (ABERTO) Q Q

a Luz de alerta do monitor, itens 17 e 18 são inoperantes nesta máquina.

10-162 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

Operação

Motor desligado Motor em funcionamento

Indicação da mensagem do

Indicação da mensagem do
Condição para a Cor da
Divisão N‘ Item Dispositivo Observações
operação indicação

Indicação individual

Indicação individual
Alerta centralizado

Alerta centralizado
código da falha

código da falha
Alarme sonoro

Alarme sonoro
A luz se acende quando o
Dif. do apresentado
abaixo – – – – – – – – – preaquecedor automático
é ligado. A saída é
Pré-aquecimento desligada quando o sinal
27 Bulbo
automático IGN_C é desligado. O
Quando o motor é pré- pós-aquecedor é ligado
aquecido (pós-aquecido) – Q – – – Q – – Laranja
após o sinal IGN_C ser
desligado.

F Quando F é selecionado – Q – – – Q – – Verde

Posição da alavanca Diodo foto-


29 avante-ré N emissor Quando N é selecionado – Q – – – Q – – Laranja

Luz piloto
R Quando R é selecionado – Q – – – Q – – Verde

1 Quando a 1ª é recebida – Q – – – Q – – Verde

A luz indicadora acende


quando o sinal CAN é
2 Quando a 2ª é recebida – Q – – – Q – – Verde recebido do controlador
Posição do inter- Diodo foto- HST. A luz indicadora
28 ruptor do seletor de emissor não acende quando a
marcha comunicação CAN é
3 Quando a 3ª é recebida – Q – – – Q – – Verde
deficiente (todas as luzes
se apagam).

4 Quando a 4ª é recebida – Q – – – Q – – Verde

WA200-5 10-163
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

Funções do modo de serviço

1. Perfil
1) Histórico de falhas do sistema do equipamento elétrico. 2) Histórico de falhas do sistema da máquina
Essa função é utilizada para a verificação do históri- Essa função é utilizada para verificar o histórico de
co de falhas do sistema do equipamento elétrico de falhas do sistema da máquina de cada controlador
cada controlador salvo no monitor da máquina. Para salvo no monitor da máquina. Para os códigos de
os códigos de falhas exibidos no histórico de falhas falha exibidos no histórico, consulte a seção DIAG-
do sistema do equipamento elétrico, consulte a se- NÓSTICO DE FALHAS. O conteúdo do histórico de
ção DIAGNÓSTICO DE FALHAS. Após a reparação falhas do sistema da máquina exibido no visor de
de cada falha e a operação normal ser confirmada, caracteres é apresentado a seguir.
apague o histórico de falhas.
O conteúdo do histórico de falhas do sistema do
equipamento elétrico exibido no visor de caracteres
é apresentado a seguir.

*1: Exibido alternadamente a cada 3 segundos

***: A ordem na qual ocorreu a falha do objeto


######: Código da falha
*1: Exibido alternadamente a cada 3 segundos $$$: Freqüência de ocorrências de falha do objeto
%%%%%: O valor do horímetro da
***: A ordem na qual ocorreu a falha do objeto primeira ocorrência da falha do objeto
######: Código da falha @@@@@: O valor do horímetro na ocorrência da
$$$: Freqüência de ocorrências de falha do objeto última falha.
%%%%%: O intervalo de tempo desde a ocor- A falha do código da falha de uma falha atualmente
rência de falha do objeto pela primei- detectada pisca intermitente. Vários códigos de falha do
ra vez (determinado pela subtração sistema da máquina podem ser salvos.
do valor do horímetro da primeira
ocorrência pelo valor do horímetro
atual).
@@@@@: O intervalo de tempo desde a ocor-
rência da última falha (determinado
pela subtração do valor do horímetro
da última ocorrência pelo valor do
horímetro atual).
A indicação do código da falha de uma falha corrente-
mente detectada pisca intermitente. São salvos até 20
códigos de falha.

10-164 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

3) Monitoramento em tempo real Quaisquer 2 itens podem ser exibidos simultanea-


Essa função é utilizada para se verificar os sinais de mente, pela especificação dos seus nºs de ID. Nesse
entrada e saída, etc, reconhecidos por cada contro- caso, eles são exibidos no visor de caracteres con-
lador na rede. forme mostrado abaixo.
O conteúdo do monitoramento em tempo real exibido
no visor de caracteres é apresentado a seguir.

*1: Exibidos alternadamente a cada 3 segundos



*1: Alterado após 3 segundos #####: Nos. de ID especificados
%%%: Dados. Quando uma unidade é utilizada,
***: Nome do item passa a ser exibida à direita dos dados.
######: Nº do ID dado para cada item
%%%: Dados. Quando uma unidade é utilizada,
passa a ser exibida à direita dos dados.

WA200-5 10-165
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

4) Monitoramento de manutenção
Essa função é explicada em “Operação manual,
operação, visor de caracteres, visor dos períodos de
troca dos filtros e óleos”. É utilizada para se alterar
os períodos de substituição dos filtros e óleos.

5) Seleção de opções
Com essa função, é possível exibir a instalação de
um dispositivo opcional e alterar as suas configura-
ções. Utilize essa função após a instalação ou remo-
ção de qualquer dispositivo opcional

6) Inicialização
Essa função é utilizada somente na fábrica. Não a
utilize.

10-166 WA200-5
(4)
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

2. Método operacional

Mantenha pressionado o interruptor do seletor de modo de monitoramento da máquina 1 (t) e o interruptor 2 do seletor de modo de
monitoramento da máquina (<) simultaneamente por 5 segundos, e a tela será alterada para a tela de inserção do ID.
Como inserir o ID
(1) Pressione o interruptor de aumento/diminuição (>/<) do valor que aparece no
cursor. Ajuste para o valor especificado e pressione U.
(2) Execute a etapa (1) acima para 4 dígitos, e a tela será alterada para [1].
(3) Caso tenha inserido um ID incorreto, pressione t e informe o ID correto a partir
do dígito na posição mais elevada.
Quando é inserido um ID correto, a tela é alterada para a tela [2] (4) Se você pressionar t enquanto o cursor está na posição mais elevada do ID,
mostrada abaixo. O ID neste exemplo é o 6491. a tela será retornada para a tela de modo normal.
(5) Se você não operar nenhum interruptor por 60 segundos enquanto estiver
informando o ID, a tela será retornada para a tela de modo normal.

F A L H A E L É T R I C A F A L H A DA M Á Q U I N A
Pressionando-se <, o programa altera a tela para [7]. Pressionando-se <, o programa altera a tela para [2].
Pressionando-se >, o programa altera a tela para [3]. Pressionando-se >, o programa altera a tela para [4].
Pressionando-se t, o programa altera a tela atual para a tela de modo Pressionando-se t, o programa altera a tela atual para a tela de modo
normal. normal.
Pressionando-se U, o programa altera a tela atual para [histórico Pressionando-se U, o programa altera a tela atual para [histórico
de falhas do sistema do equipamento elétrico] (consulte DIAGNÓS- de falhas do sistema da máquina] (consulte DIAGNÓSTICO DE
TICO DE FALHAS). FALHAS).
O número de falhas armazenadas é exibido em øø O número de falhas armazenadas é exibido em øø

MONITORAMENTO EM TEMPO REAL MA N U T E N Ç Ã O


Pressionando-se <, o programa altera a tela para [3]. Pressionando-se <, o programa altera a tela para [4].
Pressionando-se >, o programa altera a tela para [5]. Pressionando-se >, o programa altera a tela para [6].
Pressionando-se t, o programa altera a tela atual para a tela de modo Pressionando-se t, o programa altera a tela atual para a tela de modo
normal. normal.
Pressionando-se U, o programa altera a tela atual para [monitora- Pressionando-se U, o programa altera a tela atual para [alterar
mento em tempo real] (consulte DIAGNÓSTICO DE FALHAS). períodos de troca de óleos e filtros] (consulte DIAGNÓSTICO DE
FALHAS).

S E L E Ç Ã O O P C I O N A L I N I C I A L I Z A Ç Ã O
Pressionando-se <, o programa altera a tela para [5]. Pressionando-se <, o programa altera a tela para [6].
Pressionando-se >, o programa altera a tela para [7]. Pressionando-se >, o programa altera a tela para [2].
Pressionando-se t, o programa altera a tela atual para a tela de modo Pressionando-se t, o programa altera a tela atual para a tela de modo
normal. normal.
Pressionando-se U, o programa altera a tela atual para [configura- Não opere o interruptor U.
ção do dispositivo opcional]

Observações
Se o interruptor de partida for desligado,
a tela será retornada para a tela de modo normal.

WA200-5 10-167
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

Itens relacionados ao Histórico de falhas do sistema elétrico


1) Seleção da exibição e deletamento do histórico de falhas do sistema elétrico
O histórico de falhas é exibido na ordem de ocorrências a partir da última falha.
Uma falha em curso é exibida prioritariamente às falhas corrigidas.
Pressionando-se >, o programa exibe a próxima ocorrência mais antiga.
Pressionando-se < o programa exibe a próxima ocorrência mais recente.
Após a exibição da falha mais antiga encontrada na memória, é exibida uma tela permitindo a seleção do deletamento
de todo o histórico de falhas do sistema elétrico do controlador em questão.
Pressionando-se t, o programa altera a tela atual para a tela [Selecionar exibição de anormalidades no sistema
elétrico] na primeira fileira.
Pressionando-se U, o programa altera a tela atual para a tela [Deletar o histórico de falhas do sistema elétrico indivi-
dualmente] ou [Deletar o histórico de falhas do sistema elétrico elétrico].

“Histórico de falhas do sistema do equipamento elétrico selecionado”

Operação do Operação do Operação do Operação do Operação do


interruptor U interruptor u interruptor u interruptor u interruptor u

Interruptor < > Interruptor < > Interruptor < >


“É exibido o “É exibido o 2º inci- “Selecionada a opção de deletamento de todo o
último incidente” dente mais recente” histórico de falhas do sistema do equipamento
elétrico”

Interruptor < >

Cancelar a operação Cancelar a operação Cancelar a operação Cancelar a operação e a


operação de deletamento
Operação do Operação do Operação do Operação do Operação do Operação do Operação do da memória
interruptor U interruptor u interruptor U interruptor u interruptor U interruptor u interruptor U
Operação do
interruptor u
Operação de deletamento da memória Operação de deletamento da memória Operação de deletamento da memória

Operação do Operação do Operação do


interruptor u interruptor u interruptor u

“Histórico de falhas do sistema do equi- “Histórico de falhas do sistema do equi- “Histórico de falhas do sistema do equi- “Histórico de falhas do sistema do equipa-
pamento elétrico deletado individualmente” pamento elétrico deletado individualmente” pamento elétrico deletado individualmente” mento elétrico inteiramente deletado”

2) Seleção da exibição do histórico de falhas do sistema elétrico (primeira fileira)


Pressionando-se >, o programa altera a tela atual para a tela [Selecionar a função de inicialização].
Pressionando-se <, o programa altera a tela atual para a tela [Selecionar a exibição do histórico de falhas do sistema
do veículo].
Pressionando-se t, o programa altera a tela atual para a tela normal ou de alerta.
Pressionando-se U, o programa altera a tela atual para [Exibir anormalidades no sistema elétrico].

F A L H A E L É T R I C A

10-168 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

3) Seleção da exibição do histórico de falhas do sistema elétrico e deletamento de todo o histórico de falhas do sistema
elétrico (segunda fileira)
Uma falha em curso é exibida prioritariamente às falhas armazenadas.
Pressionando-se >, o programa exibe a próxima ocorrência mais antiga.
Pressionando-se <, o programa exibe a próxima ocorrência mais recente.
Após a exibição da falha mais antiga encontrada na memória, é exibida uma tela permitindo a seleção do deletamento
de todo o histórico de falhas do sistema elétrico do controlador em questão.
Pressionando-se t, o programa altera a tela atual para a tela [Selecionar exibição de anormalidades no sistema
elétrico], na primeira fileira.
Pressionando-se U, o programa altera a tela atual para a tela [Deletar o histórico de falhas do sistema elétrico indivi-
dualmente] ou [Deletar o histórico de falhas do sistema elétrico].
* Se o histórico for constituído de uma única falha, pressionando-se o interruptor não se alterará a tela para aquela
de deletamento de todo o histórico (mas somente para a de deletamento individual).

DE L E T A M EN T O T O T A L

*1: Exibido alternadamente a cada 3 segundos

1. Tela de [exibição do histórico de falhas do sistema do equipamento elétrico]


2. Tela de [exibição do histórico de falhas do sistema do equipamento elétrico] (quando não houver um histórico)
3. Tela de [seleção de deletamento de todo o histórico de falhas do sistema do equipamento elétrico]

***: A ordem pela qual as falhas ocorreram


######: Código da falha unificado (6 dígitos)
$$$: Freqüência da ocorrência das falhas do objeto
%%%%%: O intervalo de tempo desde que a falha do objeto ocorreu pela primeira vez (determinado pela
subtração do valor do horímetro da primeira ocorrência pelo valor do horímetro atual).
@@@@@: O intervalo de tempo desde a ocorrência da última falha (determinado pela subtração do valor do
horímetro da última ocorrência pelo valor do horímetro atual).

WA200-5 10-169
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

4) Deletando o histórico de falhas do sistema elétrico individualmente, e deletando todo o histórico de falhas do sistema
elétrico (a terceira fileira)
Selecione SIM ou NÃO utilizando < ou >.
O cursor (_) pisca sobre o item selecionado. Pressionando-se t, o visor será alterado como se segue, com o reinício
do histórico caso a opção SIM tenha sido selecionada, ou não, caso a opção NÃO tenha sido selecionada:
a. Se a opção NÃO (cancelar) foi selecionada, o visor retornará para a tela [Exibir o histórico de falhas do sistema
elétrico] da falha relevante (ou seja, a tela anterior à tela [deletamento individual (completo) do histórico de falhas
do sistema elétrico].
b. Se a opção SIM (deletar) foi selecionada, o visor retornará para a tela [Exibir o histórico de falhas do sistema
elétrico] da falha seguinte à falha relevante. Se o histórico de falhas a ser exibido se esgotar, a tela retornará para
a tela [Selecionar exibição do histórico de falhas do sistema elétrico].
Por programação original, o cursor estará em NÃO (não reiniciar) para evitar o reinício do histórico de forma equivo-
cada.
Uma falha em curso não pode ser eliminada. Caso seja selecionada, soará um BIP de um segundo para notificar o
cancelamento da operação.
Quando uma falha é eliminada, emite-se um som de BIP (ligado por 0,1 s - desligado por 1 s - ligado por 0,1 s) noti-
ficando que a operação foi aceita.
Se todo o histórico foi deletado, considera-se que foram eliminadas todas as falhas, mesmo que só houvesse uma.

DE L E T A R

S I M NÃ O INSERIR

D E L E T A R T U D O

S I M NÃ O INSERIR

*1: exibido alternadamente a cada 3 segundos

1. Tela [deletar o histórico de falhas do sistema do equipamento elétrico individualmente]


2. Tela [deletar o histórico de falhas do sistema do equipamento elétrico completamente]

10-170 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

Itens relacionados ao histórico de falhas do sistema da máquina


1) Exibição do histórico de falhas do sistema do veículo
Uma falha em curso é exibida em prioridade às já restauradas.
Pressionando-se >, o programa exibe a próxima ocorrência mais antiga.
Pressionando-se <, o programa exibe a próxima ocorrência mais recente.
Após a exibição da falha mais antiga encontrada na memória, é exibida uma tela permitindo a seleção do deleta-
mento de todo o histórico de falhas do sistema elétrico do controlador em questão.
Pressionando-se t, o programa altera a tela atual para a tela [Selecionar exibição de anormalidades no sistema
da máquina] na primeira fileira.

“Histórico de falhas do sistema da máquina selecionado”

Operação do Operação do Operação do Operação do Operação do


interruptor U interruptor t interruptor t interruptor t interruptor t

Interruptor < > Interruptor < > Interruptor < >


“É exibido o “É exibido o “É exibido o
último incidente” segundo incidente incidente mais antigo”
mais recente”

Interruptor < >

2) Seleção da exibição do histórico de falhas do sistema elétrico (primeira fileira)


Pressionando-se >, o programa altera a tela atual para a tela [Selecionar as funções de monitoramento em tempo
real].
Pressionando-se <, o programa altera a tela atual para a tela [Selecionar a exibição do histórico de falhas do
sistema da máquina].
Pressionando-se t, o programa altera a tela atual para a tela normal ou de alerta.
Pressionando-se U, o programa altera a tela atual para a tela [Exibir anormalidades no sistema elétrico].

F A L H A DA MÁ Q U I N A

WA200-5 10-171
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

3) Exibição do histórico de falhas do sistema do veículo (segunda fileira)


O histórico de falhas é exibido segundo a ordem de ocorrências, a iniciar da falha mais recente.
Uma falha em curso é exibida em prioridade às já restauradas.
O histórico de falhas é exibido segundo a ordem de ocorrências, a iniciar da falha mais recente.
Pressionando-se >, será exibida a próxima ocorrência mais recente.
Pressionando-se <, será exibida a próxima ocorrência mais antiga.
Pressionando-se t, o programa alterará a tela atual para a tela [Selecionar exibição das anormalidades no sistema
do veículo].

*1. Exibido alternadamente a cada 3 segundos

1. Tela [exibir o histórico de falhas do sistema da máquina]


2. Tela [exibir o histórico de falhas do sistema da máquina] (quando não houver histórico)

***: A ordem pela qual a falha do objeto ocorreu.


######: Código da falha unificado (6 dígitos)
$$$: Freqüência da ocorrência da falha do objeto.
%%%%%: O valor do horímetro na ocorrência da primeira falha.
@@@@@: O valor do horímetro na ocorrência da última da falha.

10-172 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

Função de monitoramento em tempo real

A função de monitoramento em tempo real exibe as informações salvas no controlador HST e no sistema de monitora-
mento da máquina em tempo real, instalado na máquina.
Essa função é utilizada para testar, ajustar e diagnosticar as falhas no modo de exibição normal ou no modo de exibição
de 2 itens para que sejam exibidos 2 itens simultaneamente.

1) Seleção/exibição do item de monitoramento em tempo real


Pressionando-se >, o programa alterará a tela na ordem de nº 1, nº 2, nº 3 – Seleção de exibição de 2 itens.
Pressionando-se <, o programa alterará a tela na ordem de seleção de exibição de 2 itens, nº 13, nº 12, nº 11 ---.
Pressionando-se t, o programa alterará a tela atual para a tela [Selecionar função de monitoramento em tempo real].
Em [Exibição de monitoramento em tempo real]: pressionando-se U, os dados são mantidos exibidos.
Voltando-a pressioná-lo, os dados exibidos retornam ao estado ativo.
Em [Exibição de 2 itens]: pressionando-se U, o programa alterará a tela atual para a tela [Selecionar 2 itens].

Selecionar função de monitoramento em tempo real


Pressionando-se U Pressionando-se t Pressionando-se t Pressionando-se t Pressionando-se t Pressionando-se t

<> <> <> <>


1º item Próximo item Último item Selecionar exibição de 2 itens

<>
Pressionando-se U Pressionando-se t

Selecionar 2 itens

Pressionando-se U Pressionando-se t

Exibir 2 itens

2) Seleção da função de monitoramento em tempo


real (primeira fileira)
Pressionando-se >, o programa alterará a tela
para a tela [Selecionar função de monitoramento
de manutenção].
Pressionando-se <, o programa alterará a tela
para a tela [Selecionar exibição do histórico de MONITORAMENTO EM TEMPO REAL
falhas do sistema da máquina].
Pressionando-se t, o programa alterará a tela
atual para a tela normal ou de alarme.
Pressionando-se U, o programa alterará a tela
atual para a tela [Exibir monitoramento em tem-
po real].

WA200-5 10-173
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

3) Exibição do monitoramento em tempo real e seleção da exibição de 2 itens (segunda fileira)


Pressionando-se >, o programa exibe o dado seguinte.
Pressionando-se <, o programa exibe o dado anterior.
Pressionando-se t, o programa altera a tela atual para a tela [Selecionar função de monitoramento em tempo real].

Em [Exibição do monitoramento em tempo real]: pressionando-se U, o programa mantém os dados exibidos.


Pressionando-se novamente, os dados mantidos retornarão ao estado ativo.
Em [Selecionar exibição de 2 itens]: pressionando-se U, o programa altera a tela atual para a tela [Selecionar 2 itens].

I T E N S

*1: alterado após 3 segundos

1. Tela [Exibição do monitoramento em tempo real]


2. Tela [Selecionar exibição de 2 itens]

***: Nome do item do monitoramento em tempo real


$$$$$: ID do item
%%%: Dado e unidade (unidade SI)

4) Seleção de 2 itens (terceira fileira)


Como inserir o ID
a. Ao aparecer a tela, o cursor (_) estará pis-
cando na posição mais elevada de “00000”.
b. Sempre que > ou < for pressionado, o dígito
será alterado em 1, entre 0 e 9.
c. Selecione um dígito necessário e pressione U.
d. O cursor se moverá para a segunda po-
sição. Selecione os dígitos para todas as
posições executando as etapas b. e c. des-
critas acima.
e. Após ter selecionado o dígito para a posição
mais baixa, pressione U.
f. Quando o ID for inserido, a tela atual será
alterada para a tela [Exibir 2 itens].
g-1. Se você pressionar t antes de concluir a
inserção do ID, o cursor se moverá para a
posição mais elevada.
g-2. Se você pressionar t enquanto o cursor
estiver na posição mais elevada, a tela re-
tornará para a tela [Selecionar exibição de 2
itens].

10-174 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

5) Exibição de 2 itens (quarta fileira)


Pressionando-se t, o programa altera a tela atual para a tela [Selecionar 2 itens].
Pressionando-se U, o programa mantém os dados exibidos. Pressionando-se novamente, os dados mantidos
retornarão ao estado ativo.

*1: Exibido alternadamente a cada 3 segundos


$$$$$: ID do item
%%%%: Dados e unidade (unidade SI)

a O primeiro e o segundo itens são exibidos alternadamente a cada 3 segundos


a Se um ID do item que não puder ser exibido for selecionado na tela [Selecionar 2 itens], a caixa de exibição
dados e unidade (%%%) será deixada em branco.

Itens de monitoramento em tempo real

Item de monitoramento Componente


ID do item Item exibido Unidade de exibição Faixa exibida Nº do terminal Observações
em tempo real detectado

Quando os valores que


To d o s o s i t e n s s ã o
expressam grandezas Um valor fora da faixa
mostrados, mesmo que Resumido em função da
possuem unidades de exibida é mostrado como
alguns não estejam equi- limitação do número de
medida, estas estão no o mais baixo (mais alto)
pados, dependendo dos letras.
Sistema Métrico valor dentro da gama.
modelos e opcionais.
Internacional (SI)

20200 Nº ROM do monitor ROM MONITOR --- --- Monitor ---

Velocidade de desloca-
40000 VELOCIDADE 1 km/h 0 – 50 HST L41-13
mento

04202 Nível de combustível SENSOR COMB 1% 0 – 100 Monitor L23-13

Temperatura do líquido de
04101 TEMP LIQ ARREF 1ºC 24 – 131 Monitor L21-16
arrefecimento do motor

Baixa temperatura do
04103 líquido de arrefecimento BX LIQ ARREF 1ºC -31 – 91 Monitor L21-6
do motor

30100 Temperatura do óleo HST TEMP HST 1ºC 24 – 131 Monitor L21-14

Te m p e r a t u r a d o ó l e o
30202 TEMP FREIOS 1ºC 24 – 131 Monitor L21-8
do eixo

CAN do
01005 Rotação do motor ROT MOTOR 1 rpm 0 – 3000 HST L42-4
controlador HST

CAN do
32600 Pressão do óleo HST PRESS HST 0,1 MPa 0.0 – 100.0 HST L41-3
controlador HST

Corrente de retorno da CAN do


80000 SOL MOTOR 1 mA 0 – 1000 HST L41-6
solenóide do motor 1 controlador HST

Corrente de retorno da so- CAN do


80100 SOL EMBRE 1 mA 0 – 1000 HST L41-14
lenóide da embreagem controlador HST

Voltagem do potenciô- CAN do


50302 POT VELOC 1% 0 – 100 HST L41-1
metro controlador HST

CAN do
80200 Força de tração HST TRAÇÃO --- PADR/LIMITE HST L42-3
controlador HST

WA200-5 10-175
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

Inspeção (referência) com monitoramento em tempo real

(Exemplo) Medição da rotação do motor


Meça a rotação do motor de acordo com as condições a seguir.
Temperatura do líquido de arrefecimento: dentro da faixa de operação
Temperatura do óleo HST: 45 – 55ºc
Antes, verifique essas condições com o monitoramento em tempo real.

Condição Item de monitoramento em tempo real Componente ID


Temperatura do liquido de arrefecimento TEMP ARREF Monitor da máquina 04101
Temperatura do óleo HST TEMP HST Monitor da máquina 30100

Após verificar os itens acima com o monitoramento em tempo real, verifique a rotação do motor.

Condição Item de monitoramento em tempo real Componente ID


Rotação do motor ROT. MOTOR Controlador HST 01005

10-176 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

Funções de manutenção

1) Seleção/exibição do item de monitoramento de manutenção


Pressionando-se >, o programa alterará a tela na ordem de nº 1, nº 2, nº 3 – .
Pressionando-se <, o programa alterará a tela na ordem de nº 13, nº 12, nº 11 ---.
Pressionando-se t, o programa alterará a tela atual para a tela [Selecionar função de monitoramento de manutenção].
Pressionando-se U, o programa alterará a tela atual para a tela [Alterar intervalo de tempo de manutenção].

“Função de monitoramento da manutenção”

Operação do Operação do Operação do Operação do Operação do


interruptor U interruptor t interruptor t interruptor t interruptor t

“1º item de manutenção” “Próximo item de manutenção” “Último item de manutenção”

Operação do Operação do Operação do Operação do Operação do Operação do Operação do Operação do


interruptor U interruptor t interruptor U interruptor t interruptor U interruptor t interruptor U interruptor t

“Troca de intervalo” “Troca de intervalo” “Troca de intervalo” “Troca de intervalo”


Operação do Operação do Operação do Operação do Operação do Operação do Operação do Operação do
interruptor U interruptor t interruptor U interruptor t interruptor U interruptor t interruptor U interruptor t

“Confirmação da troca” “Confirmação da troca” “Confirmação da troca” “Confirmação da troca”

2) Seleção da exibição da função de monitoramento de manutenção (primeira fileira)


Pressionando-se >, o programa alterará a tela atual para a tela [Selecionar função OPT].
Pressionando-se <, o programa alterará a tela atual para a tela [Selecionar função de monitoramento em tempo real].
Pressionando-se t, o programa alterará a tela atual para a tela normal ou de alarme.
Pressionando-se U, o programa alterará a tela atual para a tela [Selecionar item de monitoramento de manutenção].

M A N U T E N Ç Ã O

WA200-5 10-177
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

3) Seleção do monitoramento de manutenção (segunda fileira)


O conteúdo desse visor é o mesmo daquele de monitoramento de manutenção da função aberta para o operador.
Com a diferença que a lâmpada de alerta de manutenção não acende.
Pressionando-se t, o programa alterará a tela atual para a tela [Selecionar função de monitoramento de manu-
tenção].
Pressionando-se U, o programa alterará a tela atual para a tela [Alterar intervalo de tempo de monitoramento de
manutenção].

*1: Exibido alternadamente a cada 3 segundos

1. Tela [Selecionar item de manutenção].


2. Exemplo) Quando o dado é o filtro de óleo HST

##: Nº do ID de cada item de manutenção


***: Cada item de manutenção

10-178 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

4) Alteração do intervalo de tempo da manutenção (terceira fileira)


O intervalo de tempo da manutenção pode ser ajustado livremente entre 0 – 9999 h.
Se você pressionar t, o tempo não será alterado, mas a tela será alterada para a tela [Selecionar item de manu-
tenção].
Nesse momento, ouve-se o som de cancelamento da operação (bip de 1 segundo).

Como inserir o intervalo


a. Ao aparecer a tela, o cursor (_) estará piscando na posição mais elevada.
b. Sempre que > ou < for pressionado, o dígito será alterado em 1, entre 0 e 9.
c. Selecione um dígito necessário e pressione U.
d. O cursor se moverá para a segunda posição. Selecione os dígitos para todas as posições executando as eta-
pas (b.) e (c.) descritas acima.
e. Após ter selecionado o dígito para a posição mais baixa, pressione U.
f-1. Se o intervalo de tempo informado for aceito, a tela será alterada para a tela de verificação.
f-2. Se o intervalo de tempo informado não for aceito, o tempo não sofrerá alterações mas a tela será alterada
para a tela [Selecionar item de manutenção]. Nesse instante, poderá ser ouvido o som de cancelamento da ope-
ração (bip de 1 segundo).
g. Se tiver informado um valor errado, pressione t para retornar à tela [Selecionar item de manutenção] e repita
as etapas acima, a partir da primeira.

*1: Alterado a cada 6 segundos

##: Nº do ID de cada item de manutenção


***: Cada item de manutenção
%%%%: Intervalo de tempo atual (4 dígitos)
Se não houver nenhum dígito no intervalo de tempo, digite “0”. Exemplo: “0012”

WA200-5 10-179
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

5) Verificação da mudança do intervalo de tempo da manutenção (quarta fileira)


Selecione SIM ou NÃO com < ou >. O cursor (_) piscará no item selecionado. Pressionando-se t, o programa
retornará para a tela [Selecionar item de manutenção] com a mudança feita caso SIM tenha sido selecionado, ou
não, se NÃO tiver sido selecionado.
Por programação original, o cursor estará em NÃO (não reiniciar) para evitar o reinício de forma equivocada.
Quando a alteração de tempo é concluída, ouve-se um bip referente à aceitação da operação (ligado por
0,1 s → desligado por 0,1 s o ligado por 0,1 s).

INTERVALO

S I M N Ã O INSERIR

*1: Exibido alternadamente a cada 3 segundos

##: Nº do ID de cada item de manutenção


%%%%: Intervalo de tempo (4 dígitos) a ser modificado

O intervalo de tempo de manutenção é ajustado conforme mostra a tabela a seguir, ao ser embarcado da fábrica.

Item Intervalo de tempo de substituição (h) Nome do item exibido Nº do ID


Óleo do motor 500 ÓLEO MOTOR 01
Filtro de óleo do motor 500 FILT MOTOR 02
Filtro de combustível 500 FILT COMB 03
Óleo da caixa de transferência 1000 ÓLEO TRANSF 25
Filtro de óleo HST 1000 FILT HST 26
Filtro de óleo hidráulico 2000 FILT HIDR 04
Óleo hidráulico 2000 ÓLEO HIDR 10
Óleo do eixo 2000 ÓLEO DO EIXO 15

10-180 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

Ajustes necessários quando o dispositivo opcional está instalado

Quando qualquer dos seguintes dispositivos opcionais for adicionado ou substituído, ajuste os sensores, etc, para os
valores iniciais, pelo monitor da máquina.

Dispositivo opcional adicionado ou substituído Item de ajuste


Tamanho do pneu, monitoramento da máquina Seleção do modelo, seleção do tamanho do pneu, seleção de desvio do pneu

Função de seleção do dispositivo opcional


1) Seleção e exibição do item opcional
Pressionando-se > ou <, o programa irá alterar os itens opcionais selecionados em ordem.
Pressionando-se t, o programa alterará a tela para [Selecionar função de seleção de dispositivo opcional]
Em [Item de seleção do modelo]: Pressionado-se U, o programa alterará a tela atual para a tela [Selecionar
modelo].
Em [Selecionar cada dispositivo opcional]: Pressionado-se U, o programa atualizará os itens de cada dispositivo
opcional.

Selecionar função da seleção de dispositivo opcional

Operação do interruptor U Operação do interruptor t Operação do interruptor t

<>
Item de seleção do modelo Selecionar desvio do pneu

Operação do interruptor U Operação do interruptor t

Selecionar modelo

Operação do interruptor U Operação do interruptor U

Selecionar tamanho do pneu

2) Seleção da função de seleção do dispositivo


opcional (quarta fileira)
Pressionando-se >, o programa alterará a tela
atual para a tela [Selecionar função de inicializa-
ção].
Pressionando-se <, o programa alterará a tela
atual para a tela [Selecionar função de monitora-
mento de manutenção].
Pressionando-se t, o programa alterará a tela
atual para a tela normal ou de alarme.
Pressionando-se U, o programa alterará a tela
atual para a tela [Item de seleção do modelo].

WA200-5 10-181
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

3) Item de seleção do modelo e seleção do dispositivo opcional (segunda fileira)


Pressionando-se > ou <, o programa irá alterar os itens opcionais selecionados em ordem.
Pressionando-se t, o programa alterará a tela para [Selecionar função de seleção de dispositivo opcional]
Em [Item de seleção do modelo]: Pressionado-se U, o programa alterará a tela atual para a tela [Selecionar
modelo].
Em [Selecionar cada dispositivo opcional]: Pressionado-se U, o programa atualizará os itens de cada dispositivo
opcional.

T A M. P N EU
M Á Q U I N A

A L T E R A R

*1: Alterado após 3 segundos

1. Tela [Item de seleção do modelo]


2. Tela [Selecionar desvio do pneu]

Seleção de desvio dos pneus


Pressionando-se U, é selecionado o desvio dos pneus padrão entre –12% e +12% (em intervalos de 2%). (@@ é o des-
vio selecionado quando embarcado de fábrica.)
(+00/+02/+04/+06/+408/+10/+12/-02/-04/-06/-08/-10/-12)
Quando a seleção tiver sido concluída, será ouvido um bip de aceitação da operação (ligado por 0,1 s → desligado por
0,1 s → ligado por 0,1 s).
Pressionando-se t, o programa alterará a tela atual para [Selecionar função de seleção de dispositivo opcional]

4) Seleção do modelo (terceira fileira)


Pressione > ou < para selecionar um modelo.
(100/150/200/250/320)
Pressionando-se t, o programa alterará a tela atual para a tela [Item de seleção do modelo].
Caso tenha pressionado U para concluir a seleção, será ouvido um bip de aceitação da operação (ligado por 0,1
s → desligado por 0,1 s → ligado por 0,1 s), e a tela será alterada para a tela [Selecionar tamanho do pneu].

a Selecione “320” para essa máquina

M Á Q U I N A 1 0 0

10-182 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

5) Seleção do tamanho do pneu (quarta fileira)


Pressione > ou < para selecionar um tamanho de pneu.
(13,0/14,0/15,5/16,9/17,5/18,4/20,5)
Quando pressionar U para concluir a seleção, será ouvido um bip de aceitação da operação (ligado por
0,1 s → desligado por 0,1 s → ligado por 0,1 s), e a tela será alterada para a tela [Item de seleção do modelo].

a Já que “200” foi selecionado na tela “Selecionar modelo”, “15,5” ou “17,5” poderão ser selecionados. (Outros tama-
nhos de pneu não serão exibidos.)

T A M. P NE U 1 3, 0

WA200-5 10-183
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

AMP040-16P [CN-L21]

Nº do Tipo de
Especificação E/S Nome do sinal WA320-5 Observações
pino utilização
Int. para operar o
1 D_IN (NSW +24V) E D/I+24V Int. de serviço Entrada de t monitor da máquina
Int. para operar o
2 D_IN (+24V) E D/I+24V Int. de serviço Entrada de U monitor da máquina
3 TERRA E TERRA Blindagem CAN TERRA
Int. para operar o
4 D_IN (TERRA) E D/I TERRA Int. de aumento Entrada do int. <
monitor da máquina
Int. para operar o
5 D_IN (TERRA) E D/I TERRA Int. de diminuição Entrada do int. >
monitor da máquina
Sensor de temperatura do líquido Sensor de temperatura do líquido
6 A_IN E A/I de arrefecimento do motor (para de arrefecimento do motor (para
pré-aquecimento automático) pré-aquecimento automático)
7 TERRA E TERRA TERRA sensor TERRA
Sensor de temperatura do óleo Sensor de temperatura do óleo
8 A_IN E A/I
dos freios dos freios
9 N.C. – – --- ---
10 N.C. – – --- ---
D_OUT
Alarme sonoro (motor da má- Alarme sonoro (motor da má-
11 (+24 V, escavação: S Escavação D/O
quina) quina)
200 mA)
12 D_IN (+24V) E D/I+24V Interruptor da luz (luz de folga) Interruptor da luz (luz de folga)
Prevenção à omissão do freio de Prevenção à omissão do freio de
13 D_IN (NSW +24V) E D/I+24V
estacionamento estacionamento
Sensor de temperatura do óleo Sensor de temperatura do óleo
14 A_IN E A/I
HST HST
15 TERRA E TERRA TERRA TERRA
Sensor de temperatura do líquido Sensor de temperatura do líquido
16 A_IN E A/I
de arrefecimento do motor de arrefecimento do motor

10-184 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO LISTA DOS ITENS EXIBIDOS NO MONITOR

AMP040-12P [CN-L22]

Nº do Tipo de
Especificação E/S Nome do sinal WA320-5 Observações
pino utilização
1 N.C – – – –
Monitor da máquina –
2 CAN- E/S CAN CAN-
Controlador HST
Operação do sistema direcional de
Operação do sistema direcional
3 D_IN (TERRA) E D/I TERRA emergência (opcional)
de emergência

D_OUT Relé do preaquecedor au-


4 S Escavação D/O Relé do preaquecedor automático
(+24V, escavação: 200 mA) tomático
Sistema direcional de emergência Sistema direcional de emergên-
5 D_IN (TERRA) E D/I TERRA (opcional)
normal cia normal
Monitor da máquina –
6 CAN+ E/S CAN CAN+
Controlador HST
7 N.C. – – – –
8 D_IN (+24V) E D/I+24V Direção R Direção R
9 D_IN (+24V) E D/I+24V Direção N Direção N
10 D_IN (+24V) E D/I+24V Direção F Direção F
11 D_IN (+24V) E D/I+24V Luz de seta à esquerda Luz de seta à esquerda
Interruptor atenuador de lumino- Interruptor atenuador de lumi-
12 D_IN (TERRA) E D/I TERRA
sidade nosidade

AMP040-20P [CN-L23]

Nº do
Especificação E/S Tipo de utilização Nome do sinal WA320-5 Observações
pino
1 D_IN (NSW+24V) E D/I+24V IGN BR IGN BR
2 N.C. – – – –
3 D_IN (+24V) E D/I+24V IGN C IGN C
4 N.C. – – – –
5 N.C. – – – –
6 D_IN (TERRA) E D/I TERRA Obstrução do filtro HST Obstrução do filtro HST
7 D_IN (TERRA) E D/I TERRA (Obstrução do purificador de ar) –
8 D_IN (TERRA) E D/I TERRA Nível da água do motor Nível da água do motor
Interruptor do farol (farol
9 D_IN (+24V) E D/I+24V Interruptor do farol (farol dianteiro)
dianteiro)
10 D_IN (TERRA) E D/I TERRA Pressão de óleo do motor Pressão de óleo do motor
Alimentação de força NSW Alimentação Alimentação de força NSW
11 E Alimentação de força NSW (+24V)
(+24V) de força +24V (+24V)

12 D_IN (TERRA) E D/I TERRA Alternador R Alternador R


Sensor do nível de com-
13 A_IN E A_I Sensor do nível de combustível
bustível
14 TERRA E TERRA TERRA TERRA
D_OUT (+24V, escavação: Relé de corte da solenóide
15 S Escavação D/O Relé de corte da solenóide HST
200 mA) HST

16 N.C. – – – –
17 D_IN (+24V) E D/I+24V Luz de seta à direita Luz de seta à direita
18 D_IN (+24V) E D/I+24V Freio de estacionamento Freio de estacionamento
19 D_IN (TERRA) E D/TERRA Pressão de óleo do freio Pressão de óleo do freio
20 D_IN (TERRA) E D/TERRA (Nível de óleo do motor) –

WA200-5 10-185
(3)
SISTEMA ELÉTRICO (SISTE-
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MA DO CONTROLADOR HST)

SISTEMA ELÉTRICO (SISTEMA DO CONTROLADOR HST)


Diagrama do sistema

Sinal de entrada Sinal de saída


Entrada do interruptor de operação

Interruptor seletor da marcha Motor HST: 1

Saída da solenóide
Dial de controle da velocidade de deslocamento Motor HST: 2

Interruptor de controle de tração Embreagem

Relé de controle da mudança de marcha

Controlador HST

Rotação do motor Sinal do pulso de velocidade de deslocamento (monitoramento da máquina)

Saída CAN
Entrada do sensor

Sinal A da velocidade de deslocamento (pulso) Sinal do código de erro (monitoramento da máquina)

Sinal B da velocidade de deslocamento (sentido de rotação) Sinal de monitoramento em tempo real (monitoramento da máquina)

Pressão do óleo HST

A : Sinal analógico
D : Sinal digital
Sinal de seleção do modelo (monitoramento da máquina) P : Sinal de pulso
Entrada CAN

M : Sinal PWM
C : Sinal CAN
Sinal de direção F. N. R. (monitoramento da máquina)

10-186 WA200-5
SISTEMA ELÉTRICO (SISTE-
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MA DO CONTROLADOR HST)

Função de controle

1. Função de mudança de marcha


O controlador HST calcula a velocidade máxima correspondente à marcha selecionada e controla o HST de acordo
com o sinal da marcha e o sinal de ajuste da velocidade de deslocamento.



3ª DESL
4ª LIG

CHAVE LIGADA 24 V

1. Controlador HST a. CNL41-10: Alimentação de força (+5 V) do potenciô-


2. Interruptor do seletor da marcha metro de controle da velocidade de deslocamento
3. Dial de controle da velocidade de deslocamento b. CNL41-1: Sinal do potenciômetro de controle da
4. Relé de controle de mudança de marcha velocidade de deslocamento
5. Interruptor de controle de tração c. CNL41-2: TERRA do potenciômetro de controle da
velocidade de deslocamento
d. CNL42-12: Sinal da marcha
e. CNL42-3: Sinal de controle de tração

Sinal do Saída da Saída da Saída da Voltagem de entrada


Marcha Faixa da velocidade de interruptor de Controle de do sinal de controle
solenóide da solenóide do solenóide do
selecionada deslocamento (km/h) controle de tração da velocidade de
embreagem motor 1 HST motor 2 HST
tração deslocamento (V)
0 – 13 –
(ajustada pelo sinal de
1ª (normalmente Ilimitado LIGADO MÁX. – MED. MÁX. fixo 1,0 – 4,0
controle da velocidade de desligado)
deslocamento)
Padrão Ilimitado
(desligado)
2ª 0 – 13 LIGADO MÁX. – MED. MÁX. fixo 1,0 – 4,0
Limitado Limitado
(ligado)
Padrão Ilimitado
(desligado)
3ª 0 – 20 LIG., DESL. MÁX. – 0 MÁX. fixo 0
Limitado Limitado
(ligado)
Padrão Ilimitado
(desligado) MÁX. fixo
4ª 0 – 34,5 LIG., DESL. MÁX. – 0 0
Limitado - variável
Limitado
(ligado)

Observação: A faixa de velocidade de deslocamento mostrada acima é referente aos pneus de tamanho 17, 5 – 25.
2. Função de controle de tração
O controlador HST pode limitar o torque de saída de
acordo com os sinais de controle de tração quando a
marcha de selecionada estiver entre 2ª – 4ª.

WA200-5 10-187
SISTEMA ELÉTRICO (SISTE-
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MA DO CONTROLADOR HST)

3. Função de controle da velocidade de deslocamento (sistema de controle de mudança de marcha variável)


Se o interruptor seletor de marcha for ajustado para a 1ª, a velocidade máxima poderá ser limitada a 4 – 13 km/h pelo
sinal de controle da velocidade de deslocamento.

4. Função de prevenção de rotação excessiva do motor 1 HST


Enquanto a máquina estiver se deslocando em alta velocidade (15km/h ou mais) , em 3ª ou 4ª, e a marcha for mu�
dada para a 1ª ou 2ª, a embreagem será engatada em alta velocidade e a rotação do motor 1 HST excederá o limite
permitido.
Para evitar que o motor 1 HST rotacione excessivamente nessa situação, o controlar HST impede a mudança de
marcha da 3ª ou 4ª para a 1ª ou 2ª quando a velocidade de deslocamento for superior a 10 km/h.
Se não for possível fazer mudanças de marcha, o código de ação (E00) será exibido no monitor da máquina e o
alarme sonoro será acionado.
A condição de erro é restabelecida quando a velocidade de deslocamento é reduzida abaixo de 9 km/h ou o interrup�
tor seletor de marcha é ajustado em uma posição que possibilite a mudança de marcha.

Operação de mudança de marcha Ação após a mudança de marcha


Velocidade de Posição do interrup� Marcha efetiva
Posição do interruptor an� deslocamento nas tor após a mudança após a mudança de Exibição do código Observações
tes da mudança de marcha mudanças (km/h) de de marcha marcha de ação
marcha
2ª 2ª Pode ser feita
mudança de marcha
1ª 0– 3ª 3ª Não exibido independente da
velocidade de deslo�
4ª 4ª camento.
1ª 1ª Pode ser feita
mudança de marcha
2ª 0– 3ª 3ª Não exibido independente da
velocidade ���������
de deslo�
4ª 4ª camento.
1ª 1ª
0 – 10 2ª 2ª Não exibido O câmbio pode ser
mudado para a 1ª ou
4ª 4ª 2ª somente quando
3ª a velocidade de
1ª 3ª
Exibido (E00) deslocamento estiver
10 – 2ª 3ª abaixo de 9 km/h.
4ª 4ª Não exibido
1ª 1ª
0 – 10 2ª 2ª Não exibido A marcha pode ser
mudado para a 1ª ou
3ª 3ª 2ª somente quando

1ª 3ª a velocidade de
Exibido (E00) deslocamento estiver
10 – 2ª 3ª abaixo de 9 km/h.
3ª 3ª Não exibido

Observação: A faixa de velocidade de deslocamento mostrada acima é referente aos pneus de tamanho 17,5 – 25.

Não pode haver mudança de marcha

Pode haver mudança de marcha

Velocidade de deslocamento Velocidade de deslocamento


9 km/h 10 km/h

10-188 WA200-5
SISTEMA ELÉTRICO (SISTE-
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO MA DO CONTROLADOR HST)

5. Função de limitação da velocidade de deslocamento


Quando a máquina desce um declive em alta velocidade, a velocidade do eixo e a rotação do motor excedem o limite
permitido, e a velocidade de deslocamento, conseqüentemente, também ultrapassa o limite permitido.
Para se limitar a velocidade de deslocamento nesse caso, o controlador HST limita a saída do motor 2 HST enquanto
a velocidade de deslocamento se mantém acima de 36 km/h.
Se a velocidade de deslocamento for limitada, o código de ação (E00) será exibido no monitor da máquina e o alarme
sonoro será acionado.
A condição de erro é restabelecida quando a velocidade de deslocamento é reduzida abaixo de 35,6 km/h.

Saída do motor é limitada

Limitação da saída do
motor é restabelecida

Velocidade de deslocamento Velocidade de deslocamento


35,6 km/h 36,0 km/h

WA200-5 10-189
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CONTROLADOR HST

CONTROLADOR HST

Sinais de entrada e saída

AMP 1-963217-1-16P [CN-L41]

Nº do pino Nome do sinal Sinal de entrada Nº do pino Nome do sinal Sinal de entrada e saída
e saída
9 NC –
Sinal do potenciômetro de controle da
1 Entrada
velocidade de deslocamento Potenciômetro de ajuste da veloci�
10 Saída
dade de deslocamento (+5 V)
TERRA do potenciômetro de controle da
2 –
velocidade de deslocamento 11 NC –
3 Sinal do sensor de pressão HST Entrada 12 Sensor de pressão HST (+5 V) Saída
4 TERRA do sensor de pressão HST – Sinal A de velocidade de desloca�
13 Entrada
mento (Pulso)
5 Solenóide do motor 2 HST Saída
14 Solenóide da embreagem Saída
6 Solenóide do motor 1 HST Saída
15 NC –
7 Alimentação de força (+24 V) Entrada
16 TERRA –
8 Alimentação de força (+24 V) Entrada

AMP 2-963217-1-16P [CN-L42]

Nº do pino Nome do sinal Sinal de entrada Nº do pino Nome do sinal Sinal de entrada e saída
e saída
9 NC –
1 NC –
10 NC –
Entrada e
2 Verificador H
Saída TERRA do sensor da rotação do
11 –
motor
3 Sinal de controle de tração Entrada
12 Sinal de marcha Entrada
4 Sinal de rotação do motor Entrada
13 NC –
Sinal B da velocidade de deslocamento
5 Entrada
(sentido de rotação) 14 Verificador D Entrada e Saída
6 NC – 15 Verificador B Entrada e Saída
Entrada e 16 CAN-H Entrada e Saída
7 Verificador C
Saída
Entrada e
8 CAN-L
Saída

10-190 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CIRCUITO DE PARTIDA

CIRCUITO DE PARTIDA

PREAQ
DESL
LIG
PARTIDA

CONSERVAÇÃO

EXCITAÇÃO

a Para obter detalhes sobre o relé da alavanca de direção, consulte o Diagrama do circuito elétrico.

1. Bateria Função
2. Relé da bateria 1. O circuito de segurança de neutro é empregado para
3. Interruptor de partida se garantir a segurança quando o motor é acionado.
4. Alavanca de direção • Enquanto o interruptor de acionamento do inter�
5. Relé de segurança de neutro ruptor seletor avante-ré está desligado, o motor
6. Relé de segurança do motor de partida não é acionado, até a alavanca avante-ré ser
7. Motor de partida colocada na posição N (Neutro).
8. Alternador
9. Solenóide de corte de combustível
10. Relé de excitação da solenóide de combustível
11. Temporizador da solenóide de corte de combustível
12. Monitor da máquina
13. Conector curto
14. Relé da alavanca de direção

WA200-5 10-191
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CIRCUITO DE PARTIDA

Operação 3. Quando o interruptor de partida é colocado na posi�


1. Quando o interruptor de partida é acionado ção de partida
• Assim que o interruptor de partida é acionado, • Se o interruptor de partida for girado para a
os terminais B e BR do interruptor de partida se posição de partida, os terminais B e C do inter�
fecham e a corrente flui da bateria pelo interrup� ruptor de partida se fecharão e a corrente fluirá
tor de partida e pela bobina do relé da bateria até do terminal 7 até o terminal 8 do conector curto,
o terra, e os contatos se fecham. Com isso, a for� e dos terminais 3 e 5 do relé de segurança do
ça é transmitida para cada circuito da máquina. motor de partida para o terminal S do relé de
Nesse momento, se o sinal do terminal ACC do segurança do motor de partida, fechando por fim
interruptor de partida fluir para o relé do tempo� os contatos e acionando o motor de partida e o
rizador, os contatos do relé serão fechados por motor.
3 segundos e a corrente fluirá para a bobina no • Se a alavanca de direção não estiver na posição
lado de excitação da solenóide de corte de com� N (Neutro), o relé de segurança de neutro não
bustível. entrará em operação e o motor não será aciona�
A corrente proveniente do terminal ACC do do.
interruptor de partida flui para a bobina no lado
de conservação da solenóide de corte de com�
bustível, conservando a solenóide para que haja
suprimento de combustível mesmo após a ener�
gização da bobina no lado de excitação. O motor
está agora pronto para ser acionado.

2. Circuito de segurança de neutro


• Se a alavanca de direção for ajustada na posi�
ção N (Neutro), a corrente fluirá do contato N
da alavanca avante-ré para o circuito do relé do
seletor de funções múltiplas.
Nesse momento, o circuito do relé do seletor de
funções múltiplas fornecerá uma corrente como
o sinal N para a bobina do relé de segurança
neutro, a fim de conectar os terminais 3 e 5 do
relé de segurança neutro.

10-192 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CIRCUITO DE PARADA DO MOTOR

CIRCUITO DE PARADA DO MOTOR

PREAQ
DESL
LIG
PARTIDA

CONSERVAÇÃO

EXCITAÇÃO

a Para obter detalhes sobre o circuito do relé da alavanca de direção, consulte o Diagrama do circuito elétrico.

1. Bateria Operação
2. Relé da bateria • A corrente do terminal ACC do interruptor de partida
3. Interruptor de partida para o lado de conservação da bobina da solenóide
4. Alavanca de direção de corte de combustível é interrompida quando a
5. Relé de segurança de neutro partida é desligada. O suprimento de combustível
6. Relé de segurança do motor de partida para o motor é cortado.
7. Motor de partida Quando não há suprimento de combustível, o motor
8. Alternador reduz a sua rotação e pára. Em seguida, a geração
9. Solenóide de corte de combustível de força do alternador é interrompida, cortando o
10. Relé de excitação da solenóide de combustível suprimento de voltagem do terminal L do alternador.
11. Temporizador da solenóide de corte de combustível Além disso, a corrente proveniente do terminal BR
12. Monitor da máquina do interruptor de partida é interrompida. Conseqüen�
13. Conector curto temente, o contato do relé da bateria se abre para
14. Relé da alavanca de direção cortar a força transmitida a cada circuito da máqui�
na.

WA200-5 10-193
CIRCUITO DE PRÉ-AQUECIMENTO
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO (SISTEMA DE PRÉ-AQUECIMENTO AUTOMÁTICO)

CIRCUITO DE PRÉ-AQUECIMENTO
(SISTEMA DE PRÉ-AQUECIMENTO AUTOMÁTICO)

PREAQ
DESL
LIG
PARTIDA

1. Bateria Operação
2. Relé da bateria • Quando o interruptor de partida é acionado, o moni�
3. Interruptor de partida tor da máquina entra em funcionamento. Nesse mo�
4. Relé de pré-aquecimento automático mento, se a temperatura do líquido de arrefecimento
5. Relé do aquecedor do motor estiver em 0ºC ou menos, o monitor da máquina
6. Aquecedor da fita realiza o contato entre a bobina do relé de pré-aque�
7. Monitor da máquina cimento e o terra, e o relé de pré-aquecimento atua
8. Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento para deixar o relé do aquecedor do motor operar e
(para pré-aquecimento) acionar o pré-aquecimento, pelo aquecedor elétrico
da admissão de ar.
Perfil • O tempo de operação do processo de pré-aqueci�
• O sistema de pré-aquecimento automático está sen� mento é mostrado a seguir.
do instalado para aumentar a capacidade de partida
do motor em áreas de baixas temperaturas. Esse
sistema é capaz de reduzir o tempo de pré-aqueci�
Temperatura do líquido de arrefecimento

mento e, simultaneamente, capaz de realizar ajustes


automáticos de tempo de pré-aquecimento em rela�
ção à temperatura atual do líquido de arrefecimento,
pelo simples manuseio do interruptor de partida.
• Quando o interruptor de partida é acionado, a luz
piloto de pré-aquecimento no monitor da máquina
acende e o aquecedor elétrico da admissão de ar
começa a fazer o pré-aquecimento do ar recebido.
Assim como no tempo de pré-aquecimento, a tempe� (s)
Tempo de pré-aquecimento
ratura do líquido de arrefecimento é detectada pelo
sensor de temperatura do líquido de arrefecimento
e o controlador incorporado ao monitor da máquina
realiza o ajuste de tempo do pré-aquecimento.
• Enquanto a luz piloto está acesa, o pré-aquecedor
está em progresso e mantém o interruptor de partida
ligado. Se o interruptor de partida for girado para a
posição de partida, o processo de pré-aquecimento
é cancelado.

10-194 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CIRCUITO DO FREIO DE ESTACIONAMENTO

CIRCUITO DO FREIO DE ESTACIONAMENTO

FONTE DE
ALIMENTAÇÃO
NORMAL 24V
FONTE DE
ALIMENTAÇÃO CHAVE LIGADA 24V
NORMAL 24V FONTE DE
ALIMENTAÇÃO
NORMAL 24V

a Para obter detalhes sobre o circuito do relé da alavanca de direção, consulte o Diagrama do circuito elétrico.

1. Interruptor intermediário da alavanca do freio de estacionamento 13. Alavanca de direção


2. Interruptor inferior da alavanca do freio de estacionamento 14. Relé da alavanca de direção
3. Relé do freio de estacionamento 15. Relé de direção avante
4. Conector do seletor do freio de estacionamento (CNL20) 16. Relé de direção à ré
5. Conector do seletor do freio de estacionamento (CNL18) 17. Relé de segurança de neutro
6. Relé da luz piloto do freio de estacionamento 18. Válvula solenóide de direção avante da bomba HST
7. Relé de prevenção de arrasto do freio de estacionamento 19. Válvula solenóide de direção à ré da bomba HST
8. Monitor da máquina 20. Válvula solenóide do motor 1 HST
9. Alarme sonoro 21. Válvula solenóide da embreagem
10. Relé de conservação de força do controlador HST 22. Válvula solenóide do motor 2 HST
11. Controlador HST 23. Válvula solenóide do seletor de direção avante-ré do
12. Relé de segurança HST motor HST

WA200-5 10-195
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CIRCUITO DO FREIO DE ESTACIONAMENTO

Operação

1. Quando a alavanca do freio de estacionamento é retornada (LIGADO → DESLIGADO)

Posição do interruptor de partida DESLIGADO LIGADO

Estado do motor Parado Em funcionamento

Posição da alavanca do freio de Parcialmente Parcialmente Parcialmente


Travada Livre Travada Livre Travada Livre
estacionamento livre livre livre

Interruptor intermediário (1) Aberto Fechado Aberto Fechado Aberto Fechado

Interruptor inferior (2) Aberto Fechado Aberto Fechado Aberto Fechado

Luz de alerta do freio de estacio� Desligada Ligada Desligada Ligada Desligada (restabelecida)
namento (alarme sonoro) (restabelecida) (operada) (restabelecida) (operada)

Luz piloto do freio de estaciona� DESLIGADA LIGADA DESLIGADA LIGADA DESLIGADA


mento

1) Quando a alavanca do freio de estacionamento • Já que a corrente flui na bobina do relé de


estiver na posição travada prevenção de arrasto do freio de estaciona�
• Quando o freio de estacionamento é apli� mento, o circuito da solenóide de direção
cado, tanto o interruptor intermediário (1) avante-ré se fecha e a máquina pode se
como o interruptor inferior (2) são abertos. deslocar avante ou à ré e o sinal de adver�
• A luz piloto do freio de estacionamento é tência do freio de estacionamento é enviado
acesa somente enquanto o interruptor de para o monitor da máquina.
partida estiver acionado e se apaga inde� • A luz piloto do freio de estacionamento
pendente do estado da luz de alerta do freio apaga independente do estado do freio de
de estacionamento. estacionamento. A luz de alerta do freio de
• O freio de estacionamento é aplicado. estacionamento é acesa e o alarme sonoro�
soa somente quando o motor é parado.
2) Quando a alavanca de estacionamento é movi� • Em seguida, o relé de conservação da
da da posição Travada para a de Parcialmente força do controlador entra em operação e
liberada a corrente flui pelo controlador HST para
• Se a alavanca do freio de estacionamento manter a operação da solenóide do motor e
retornar um pouco, o interruptor intermedi� da solenóide da embreagem, evitando que a
ário (1) será fechado mas os contatos do máquina desça em um declive, etc.
relé do freio de estacionamento se mantêm • O freio de estacionamento é liberado.
abertos.
• A luz piloto do freio de estacionamento e
a luz de alerta do freio de estacionamento
Travado
operam do mesmo modo que na etapa 1).
• O freio de estacionamento se mantém apli�
cado. Parcialmente livre

3) Quando o freio de estacionamento é ajustado


para a posição Livre
• Se a alavanca do freio de estacionamento Livre
for retornada até o final, o interruptor inferior
(2) será fechado.
• Nesse instante, a corrente flui na bobina do
relé do freio de estacionamento para fechar
os contatos, e o relé da luz piloto do freio de
estacionamento entra em operação.

10-196 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO CIRCUITO DO FREIO DE ESTACIONAMENTO

2. Quando a alavanca do freio de estacionamento é puxada (DESLIGADO → LIGADO)

Posição do interruptor de partida DESLIGADO LIGADO

Estado do motor Parado Em funcionamento

Posição da alavanca do freio Parcialmente Parcialmente Parcialmente


Livre Travada Livre Travada Livre Travada
de estacionamento livre livre livre

Interruptor intermediário (1) Fechado Aberto Fechado Aberto Fechado Aberto

Interruptor inferior (2) Fechado Aberto Fechado Aberto Fechado Aberto

Luz de alerta do freio de esta� Ligada Desligada Ligada Desligada Desligada (restabelecida)
cionamento (Alarme sonoro) (operada) (restabelecida) (operada) (restabelecida)

Luz piloto do freio de estacio� DESLIGADA DESLIGADA LIGADA DESLIGADA LIGADA


namento

1) Quando o freio de estacionamento é ajustado na • Nesse instante, a corrente para a bobina do


posição Livre relé do freio de estacionamento é cortada
• Quando o freio de estacionamento é libe� e os contatos se abrem, desligando o relé
rado, tanto o interruptor intermediário (1) indicador do freio de estacionamento.
como o interruptor inferior (2) são fechados. • Já que a corrente para a bobina do relé
• A luz piloto do freio de estacionamento de prevenção de arrasto do freio de esta�
apaga independente do estado do freio de cionamento é interrompida, o circuito da
estacionamento. A luz de alerta do freio de solenóide de direção avante-ré se abre.
estacionamento se acende e o alarme sono� Conseqüentemente, a máquina não pode se
ro soa somente quando o motor é parado. deslocar avante ou à ré mesmo que a ala�
• Em seguida, o relé de conservação da força vanca de direção avante-ré ou o interruptor
do controlador HST entra em operação e seletor avante-ré esteja em operação.
a corrente flui pelo controlador HST para • A luz piloto do freio de estacionamento
manter a operação da solenóide do motor e acende somente enquanto o interruptor de
da solenóide da embreagem, evitando que a partida está ligado, e se apaga indepen�
máquina desça em um declive, etc. dente do estado da luz de alerta do freio de
• O freio de estacionamento é liberado. estacionamento.
• O freio de estacionamento é aplicado.
2) Quando a alavanca de estacionamento é mo�
vida da posição Livre para a de Parcialmente
liberada
• Se a alavanca do freio de estacionamento
Travado
for puxada um pouco, o interruptor inferior
(2) será aberto mas os contatos do relé do
freio de estacionamento se manterão fecha� Parcialmente livre
dos.
• A luz piloto do freio de estacionamento e
a luz de alerta do freio de estacionamento
operam do mesmo modo que na etapa 1).
• O freio de estacionamento se mantém desa� Livre

plicado.

3) Quando o freio de estacionamento é ajustado


para a posição Travado
• Se a alavanca do freio de estacionamento
for puxada até o final, o interruptor interme�
diário (1) será aberto.

WA200-5 10-197
SISTEMA DE SUSPENSÃO CON-
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO TROLADO ELETRONICAMENTE

SISTEMA DE SUSPENSÃO CONTROLADA ELETRONICAMENTE


Sistema de suspensão controlada eletronicamente (Abreviatura: ECCS)
(opcional)

CHAVE LIGADA 24V

1. Controlador do ECCS
2. Relé do ECCS
3. Interruptor do ECCS
4. Solenóide do ECCS
5. Sensor de velocidade

Função
• O controlador controla a válvula solenóide do ECCS automaticamente para ligar OK MANTER o acumulador carrega�
do com gás de alta pressão para amortecer o movimento vertical do equipamento de trabalho e reduzir os solavancos
da máquina durante os deslocamentos em alta velocidade. Conseqüentemente, aumenta-se o conforto do operador,
há menos derramamento de material, e a eficiência do trabalho é elevada.

Tabela de operação do sistema

Velocidade de deslocamento Saída da solenóide do


Interruptor do ECSS Estado do ECSS
(km/h) ECSS
DESLIGADO 0 – MÁX DESLIGADO DESLIGADO
0–5 DESLIGADO DESLIGADO
Aciona o sistema
5 – MÁX LIGADO LIGADO
LIGADO
MÁX – 4 LIGADO LIGADO
Desliga o sistema
4–0 DESLIGADO DESLIGADO

Observação: A faixa de velocidade de deslocamento mostrada acima é referente aos pneus de tamanho 20,5 – 25.

ECSS é acionado

ECSS é desligado

Velocidade de deslocamento Velocidade de deslocamento


5 km/h 6 km/h

10-198 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO SENSORES

SENSORES
Sensor de rotação do motor

1. Fio 4. Alojamento
2. Ímã 5. Conector
3. Terminal
Função
• O sensor de rotação do motor está instalado na en�
grenagem anelar da carcaça do volante. À medida
que a engrenagem anelar rotaciona, o sensor de
rotação do motor gera uma voltagem de pulso.

Sensor de velocidade

1. Conector 3. Anel “O”


2. Sensor 4. Parafuso
Função
• O sensor de velocidade está instalado na caixa de
transferência. À medida que a engrenagem é rota�
cionada, o sensor de velocidade gera uma voltagem
de pulso e um sinal de direção rotacional (Sentido
anti-horário: ativado).

WA200-5 10-199
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO SENSORES

Sensor de pressão do óleo do motor

1. Bujão 4. Diafragma
2. Anel de contato 5. Mola
3. Contato 6. Terminal
Função
• Esse sensor é montado no bloco do motor. O diafrag�
ma detecta a pressão de óleo, e quando ele alcança
um valor abaixo do especificado, o interruptor é acio�
nado.

Sensor do nível de combustível

CHEIO

VAZIO

1. Conector 3. Braço
2. Resistor variável 4. Bóia

Função
• Esse sensor está montado na superfície lateral do
reservatório de combustível. A bóia se move vertical�
mente dependendo da quantidade de combustível
remanescente.
O movimento da bóia ativa o resistor variável por
meio do braço e envia um sinal para o monitor da
máquina, indicando a quantidade remanescente de
combustível.

10-200 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO SENSORES

Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento


(para o monitor)
Sensor de temperatura do óleo HST

1. Conector
2. Bujão
3. Termistor

Função
• O sensor de temperatura do líquido de arrefecimento
(para o monitor) está instalado no bloco do motor e
o sensor de temperatura do óleo HST está instala�
do na tubulação hidráulica do motor 2. Eles geram
sinais de alteração da resistência do termistor na
forma de sinais de variação de temperatura.

Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento


(para o pré-aquecimento)

1. Conector
2. Bujão
3. Termistor

Função
• O sensor de temperatura do líquido de arrefecimento
(para o pré-aquecimento) está instalado na tubula�
ção de arrefecimento do motor. Ele gera sinais de
alteração da resistência do termistor na forma de
sinais de variação de temperatura.

WA200-5 10-201
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO SENSORES

Sensor de temperatura do óleo do eixo

1. Conector
2. Bujão
3. Termistor

Função
• O sensor de temperatura do óleo do eixo está insta�
lado no eixo dianteiro. Ele gera sinais de alteração
da resistência do termistor, na forma de sinais de
variação de temperatura.

Sensor de pressão do óleo HST


Sensor de pressão do óleo para medição da carga
(especificação de medição de carga)

AMPLIFICADOR

1. Sensor
2. Fiação
3. Conector

Função
• Os sensores de pressão de óleo para a medição de
• O sensor de pressão do óleo HST está instalado no
carga estão instalados no fundo e na haste do cilin�
bloco de solenóide do motor 2. Ele mede a pressão
dro de elevação. Eles medem a pressão do óleo no
de óleo no circuito HST e gera sinais referentes
cilindro e geram os sinais correspondentes.
àquela pressão.

10-202 WA200-5
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO SENSORES

Sensor de pressão do óleo da direção


(Máquinas equipadas com sistema direcional de emergência: opcional)

Sensor de pressão do óleo do sistema direcional de emergência


(Máquinas equipadas com sistema direcional de emergência: opcional)

1. Retentor 5. Caixa
2. Pistão 6. Interruptor
3. Corpo 7. Conector
4. Haste impulsora
Função
• O sensor de pressão do óleo da direção está insta�
lado no bloco da porta P da válvula de prioridade.
Ele mede a pressão do óleo no circuito do sistema
direcional e gera sinais correspondentes àquela
pressão.
• O sensor de pressão do óleo do sistema direcional
de emergência está instalado na válvula da direção
de emergência. Ele mede a pressão do óleo no
circuito do sistema direcional de emergência e gera
sinais correspondentes àquela pressão.

Sensor de obstrução do filtro HST

1. Terminal
2. Bujão

Função
• O sensor de obstrução do filtro HST está instalado
no próprio filtro HST. Ele detecta a pressão do óleo
antes e depois de passar pelo filtro. Se a diferença
entre as pressões medidas exceder o nível de ajuste,
o interruptor será acionado.
WA200-5 10-203
(3)
ESTRUTURA, FUNCIONAMENTO E PADRÕES DE MANUTENÇÃO SENSORES

Sensor do nível do líquido de arrefecimento

CHEIO

BAIXO

1. Bóia 3. Conector
2. Sensor 4. Tanque de expansão

Função
• Esse sensor é montado no tanque de expansão
localizado na frente. A bóia desce para desligar o
interruptor quando o líquido de arrefecimento atinge
um nível abaixo do nível especificado.

10-204 WA200-5
20 TESTES E AJUSTES

TABELA DE VALORES PADRÃO PARA O MOTOR................................................................................................... 20- 2


TABELA DE VALORES PADRÃO PARA O CHASSI................................................................................................... 20- 3
TESTES E AJUSTES.................................................................................................................................................. 20- 101
DIAGNÓSTICO DE FALHAS....................................................................................................................................... 20- 201

a Observe os itens a seguir ao fazer avaliações utilizando as tabelas de valores para realização de testes, ajustes ou
diagnosticar as falhas.

1. O valor padrão apresentado na tabela para uma máquina nova é o valor utilizado pela fábrica no momento de em-
barque da máquina e serve como referência. É utilizado como diretriz na avaliação do progresso do desgaste, após
a máquina ser colocada em operação, e também como um valor de referência na realização de reparos.

2. O valor limite de serviço apresentado nas tabelas é o valor estimado para a máquina embarcada, baseado nos resul-
tados de vários testes. É usado como referência quando associado ao estado de reparo e ao histórico operacional
para avaliar se há falha.

3. Esses valores padrão não são os padrões utilizados nas verificações de reclamações.

k Ao executar testes, ajustes ou diagnóstico de falhas, estacione a máquina sobre uma superfície plana, insira os
pinos de segurança, e utilize blocos para evitar que a máquina se mova.

k Quando realizar o trabalho junto de outros trabalhadores, utilize sempre sinalização e não permita que pessoas
não-autorizadas permaneçam próximas à máquina.

k Ao verificar o nível do líquido arrefecedor, aguarde sempre até que a água seja resfriada. Se a tampa do radiador
for removida quando a água ainda estive quente, poderá jorrar e causar queimaduras.

k Tome cuidado para não sofrer ferimentos em contato com o ventilador, correia do ventilador ou outras peças
rotativas.

WA200-5 20-1
TESTES E AJUSTES TABELA DE VALORES PADRÃO PARA O MOTOR

TABELA DE VALORES PADRÃO PARA O MOTOR


Modelo da máquina WA200-5
Motor SAA6D102E-2
Valor padrão para Valor do limite
Item Condições de medição Unidade
máquina nova de serviço
Alta rotação 2,250 ± 50 –
Velocidade de revolução Marcha lenta rpm 825 ± 50 –
Velocidade nominal de revolução 2,000 –
Em aceleração súbita Máx. 4,0 Mín. 6,0
Cor do gás do escapamento Índice Bosch
Em alta rotação Máx. 0,5 Máx. 2,0
Válvula de admissão de ar 0.25 –

Folga da válvula Válvula do escapamento mm 0.51 –

(Temperatura normal)
Temperatura do óleo: 40 – 60ºC Mín. 2,4 1,69
MPa
Pressão de compressão (Óleo SAE15W-40) {kg/cm²} {Mín. 24,6} {17,2}
(rpm)
(Velocidade do motor) (250 – 280) (250 – 280)

Em alta rotação
KPa Máx. 0,49 Máx. 0,98
Pressão de sopro no cárter
(Temperatura da água: mín. de 70ºC) {mmH2O} {Máx. 50} {Máx. 100}
(Óleo SAE15W-40)

(Temperatura do óleo: mín. de 80ºC)

Em alta rotação (óleo SAE15W-40) KPa 340 – 640 245


Pressão de óleo
{kg/cm²} {3,5 – 6,5} {2,5}

Em marcha lenta (óleo SAE15W-40) Mín. 150 80


{Min 1,5} {0,8}
Temperatura do óleo Todas as faixas de revolução (dentro do cárter de óleo) ºC 90 – 110 Mín. 120
Tempo de início de injeção de
Antes do ponto morto superior da compressão º(graus) 11 ±1 11 ±1
combustível
Tensão da correia do ventilador – – Autotensionador –
Tensão da correia do compressor Desvio criado pela pressão do garfo de cerca de
mm 10 – 15 10 – 15
do condicionador de ar 98,1N {aprox. 10 kg}

20-2 WA200-5
TESTES E AJUSTES TABELA DE VALORES PADRÃO PARA O MOTOR

TABELA DE VALORES PADRÃO PARA O MOTOR


Modelo da máquina WA200-5
Valor padrão para Valor do limite de
Categoria Item Condições de medição Unidade
máquina nova serviço

+19.6
• Motor em funcionamento 61.7 0
Esforço da pressão • Medição a 150 mm do fulcro do N{kg} 132,4{13,5}
+2
pedal {6,3 0 }

Pedal acelerador α1 50 –
• Motor desligado
Ângulo da pressão a Desenho do detalhe. Consulte graus
α2 TESTES E AJUSTES 31.5 +3
-2 –

Altura do batente L1 mm 52 –

+5,9
5,9 0
N– AVANTE 13,7{1,4}
+0,6
{0.6 0 }

Esforço da operação N {kg}


• Motor desligado
Alavanca dire-
cional
• Medição a 10 mm do topo da 5.9 +5,9
0
N – RÉ alavanca 13,7{1,4}
+0,6
{0.6 0 }

N– AVANTE 45 ± 10 45 ± 20
Deslocamento mm
N – RÉ 45 ± 10 45 ± 20
7,8 ± 4,9 15,7
F1 - F2
{0,8 ± 0,5} {1,6}
• Motor desligado
7,8 ± 4,9 15,7
Esforço da operação F2 - F3 • Medição a 10 mm da extremidade N {kg}
{0,8 ± 0,5} {1,6}
do botão do interruptor
Interruptor de
velocidade (inter- 7,8 ± 4,9 15,7
F3 - F4
ruptor do dial) {0,8 ± 0,5} {1,6}
F1 - F2 30 ± 5 30 ± 10
Deslocamento F2 - F3 • Motor desligado graus 30 ± 5 30 ± 10
F3 - F4 30 ± 5 30 ± 10
• Superfície do caminho reta,
horizontal, plana e de pavimento
seco
• Velocidade do motor: Marcha
lenta (caçamba vazia)
• Temperatura do óleo hidráulico: 9,8 ± 2,9 Máx. 14,7
Esforço da operação N {kg}
45 – 55ºC {1,0 ± 0,3} {Máx. 1,5}
• Temperatura do líquido de arre-
fecimento do motor: na faixa de
operação
• Pressão de inflação dos pneus:
pressão especificada
• Superfície do caminho reta,
Vo l a n t e d e d i - horizontal, plana e de pavimento
reção seco
Marcha lenta • Temperatura do óleo hidráulico: 3,7 ± 0,4 Máx. 4,8
45 – 55ºC
• Temperatura do líquido de arre-
Tempo da operação fecimento do motor: na faixa de s
operação
• Pressão de inflação dos pneus:
pressão especificada
Alta rotação • Máquina parada 3.7 ± 0,3 Máx. 3,7±1
• Velocidade de giro do volante de
direção: 60rpm
• Motor desligado
Folga • Máquina voltada diretamente mm 30 ± 20 Máx. 100
para frente
- α 1: esforço • Temperatura do líquido de arre-
de pressão fecimento do motor: na faixa de 50 –
em 0N {0kg} operação
Pedal de freio Ângulo de pressão - α 2: esforço • Velocidade do motor: marcha graus
de pressão lenta
• Desenho do detalhe. Consulte 35 ± 2 35 ± 4
em 196N
{20kg} TESTES E AJUSTES

WA200-5 20-3
TESTES E AJUSTES TABELA DE VALORES PADRÃO PARA O MOTOR

Modelo da máquina WA200-5


Valor padrão para
Categoria Item Condições de medição Unidade Valor do limite de serviço
máquina nova

+4,9
14,7 0
MANTER → 29,4
SUSPENDER {3}
{1,5 +0,5 }
0

+4,9
18,6 0
SUSPENDER → 35,3
MANTER {3,6}
{1,9 +0,5 }
0

+4,9
12,3 0
MANTER → 25,7
ABAIXAR {2,6}
Braço de {1,25 +0,5 }
0
elevação

ABAIXAR →
– –
MANTER

+4,9
18,6 0
ABAIXAR → 35,3
Esforço de FLUTUAR {3,6}
N{kg} {1,9 +0,5 }
operação 0

• Temperatura +4,9
do líquido de 21,6 0
arrefecimento FLUTUAR → 39,7
MANTER {4,0}
do motor: {2,2 +0,5 }
0
faixa de op-
Alavanca de eração
controle do +4,9
equipamento • Velocidade do 16,7 0
motor: mar- MANTER → 32,3
de trabalho DESPEJAR {3,3}
cha lenta {1,7 +0,5 }
0
• Tempera-
tura do óleo
+4,9
hidráulico: 14,7 0
60 – 80ºC MANTER → 29,4
Caçamba
INCLINAR {3}
{1,5 +0,5 }
0

+4,9
18,6 0
INCLINAR → 27,9
MANTER {2,9}
{1,9 +0,5 }
0

MANTER →
46 ± 9 46± 12
SUSPENDER

Braço de MANTER →
46 ± 9 46 ± 12
elevação ABAIXAR

ABAIXAR →
Deslocamento mm 14 ± 9 14 ± 12
FLUTUAR

MANTER →
60 ± 9 60 ± 12
DESPEJAR
Caçamba
MANTER →
46 ± 9 46 ± 12
INCLINAR

Estol HST • Te���������������������������


mperatura do líquido de ar- 2,180 ± 100 2,180 ± 200
refecimento do motor: faixa de
Estol hidráu- operação
2,070 ± 100 2,070 ± 200
lico
Motor Velocidade do motor • Temperatura do óleo HST: 60 rpm
Esto�������
l com- – 80ºC
pleto (estol • Temperatura do óleo hidráulico: 2,060 ± 200 2,060 ± 300
HST + estol 45 – 55ºC
hidráulico)

20-4 WA200-5
TESTES E AJUSTES TABELA DE VALORES PADRÃO PARA O MOTOR

Modelo da máquina WA200 -5


Categoria Item Condições de medição Unidade Valor padrão para Valor limite
máquina nova de serviço

• Velocidade do motor: velocidade total 45,6 +1,0


Pressão de • Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55ºC 45,6 ± 1,0 -2,5
corte de alta • Alavanca direcional: AVANTE {465 ± 10}
pressão • Interruptor de velocidade: 2ª marcha
{446 +10 }
• Interruptor de controle de tração: LIGADO -25

Pressão de
alívio de
baixa pressão 2,5 +0,2 2,5 +0,2
(pressão do • Velocidade do motor: velocidade total 0 -0,1

circuito PPC • Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55ºC


• Alavanca direcional: N +2,0
do equipa- {25,5 +0,2
0
} {25,5 -1,0 }
mento de
trabalho)
Pressão do
óleo HST 2,5 +0,2 2,5 +0,2
• Velocidade do Quando o pedal de freio
0 -1,0
motor: veloci- é liberado
Trem de força Pressão do dade total
(HST) óleo de con- • Temperatura do {25,5 +0,2
0} {25,5 +0,2
-1,0
}
trole do servo- óleo hidráulico:
pistão 45 – 55ºC MPa
• Alavanca dire- Quando o pedal de freio {kg/cm²} Máx. 0,6 Máx. 0,6
cional: N é pressionado {Máx. 6} {Máx. 6}

• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55ºC


• Interruptor do seletor da marcha de veloci-
dade: 1ª 2,5 +0,2 2,5 ± 0,2
Pressão de • Dial de controle da velocidade de desloca- 0
operação do mento: “1” ou lado mín.
servopistão • Alavanca direcional: medir nas posições +2,0
{25,5 0 } {25,5 ± 2,0}
avante e ré
• Medir durante o deslocamento totalmente
acelerado (vel. máx. 4 km/h)

• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55ºC 2,5 +0,2 2,5 +0,2


Pressão de • Alavanca direcional: AVANTE 0 -0,1
Transferência controle da • Interruptor de velocidade: 3ª ou 4ª marcha
embreagem • Viajar a uma velocidade de pelo menos 10 +2,0
{25,5 +2,0
0 } {25,5 -1,0 }
km/h

20,6 ± 0,7
Sistema direcional Pressão de alívio da direção • Velocidade do motor: alta rotação 20,6 ± 2,0
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55ºC {210 ± 20}
{210 ± 7}

• Superfície do caminho reta, horizontal,


plana e de pavimento seco
• Velocidade durante a aplicação dos freios:
32 km/h, retardo de frenagem: dentro de
Desempenho 0,1 s m Máx. 12 Máx. 12
• Esforço de operação do pedal de freio:
313,8N {32kg}
• Pressão de inflação dos pneus: pressão
especificada
Freio da roda • Medição da distância de frenagem

A lâmina de calibre A lâmina de calibre


• Verifique utilizando um calibre de lâminas não deve passar não deve passar
(montados na máquina) –
entre o pistão e a entre o pistão e a
Desgaste do disco porca porca

• Espessura do revestimento mm 1±0,1 Máx. 0,6

• Pressão de inflação dos pneus: pressão


Freio de estacio- especificada
namento
Desempenho • Caminho plano pavimentado com grau – Mantém a posição Mantém a posição
1/5 (11º20’)
• Máquina em condições de operação

Válvula de contro- • Velocidade do motor: alta rotação MPa 20,6 ±0,4 20,6 ± 2,0
le do equipamento Pressão de alívio • Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55ºC {kg/cm²} {210 ±4 } {210 ± 20}
de trabalho

WA200-5 20-5
TESTES E AJUSTES TABELA DE VALORES PADRÃO PARA O MOTOR

Modelo da máquina WA200-5

Valor padrão para Valor do limite


Categoria Item Condições de medição Unidade
máquina nova de serviço

• Ve l o c i d a d e d o
motor: alta rotação
• Temperatura do SUSPENDER 5,5 ± 0.5 Máx. 8,2
óleo hidráulico:
45 – 55ºC
• Válvula da direção:
Neutro
• Sem aplicação de
carga
Braço de elevação • Tempo para que
o equipamento de
trabalho seja sus-
penso da posição
ABAIXAR 3,6 ± 0.5 Máx. 4,7
da caçamba em
contato com o solo
(parte inferior da
caçamba na hori-
zontal) até a altura
máxima do braço
de elevação

• Ve l o c i d a d e d o
motor: alta rotação
• Temperatura do INCLINAR 2,3 ± 0.3 Máx. 3,8
Velocidade óleo hidráulico: s
45 – 55ºC
• Válvula da direção:
Neutro
• Sem aplicação de
Equipamento de carga
trabalho • Te m p o p a r a a
caçamba se mo- DESPEJAR 1,4 ± 0.3 Máx. 2,5
ver da inclinação
máxima para a
posição máxima
Caçamba de despejo

• Velocidade do mo-
tor: alta rotação
• Temperatura do
óleo hidráulico:
45 – 55ºC
• Válvula da direção:
Neutro INCLINAR 1,4 ± 0.3 Máx. 2
• Sem aplicação de
carga
• Te m p o p a r a a
caçamba se
mover da posição
horizontal para a
inclinação máxima

• Sem carga na caçamba


Cilindro do • Posição do equipamento de traba- Máx. 20 Máx. 30
braço de elev lho: braço de elevação e caçamba
em posição nivelada
Derivação • Motor desligado
hidráulica • Temperatura do óleo hidráulico:
Cilindro da 45 – 55ºC
caçamba • Parar o motor e aguardar 5 minu- mm Máx. 17 Máx. 20
tos, em seguida fazer a medição
por 15 minutos
Folga no interruptor do posicionador
3-5 -
da caçamba
Interruptor de • Temperatura do óleo hidráulico:
aproximação Folga no interruptor do posicionador 45 – 55ºC
3-5 -
do braço de elevação

• Velocidade do motor: alta rotação


Velocidade máxima do ventilador • Temperatura do óleo hidráulico: rpm 1,350 ± 40 -
Ventilador 45 – 55ºC
acionado por
pressão de óleo Pressão de acionamento do venti- • Temperatura do óleo hidráulico: MPa 15,7 ± 1,6 15,7 ± 2,5
lador 45 – 55ºC {kg/cm²} {160 ± 16} {160 ± 25}

20-6 WA200-5
TESTES E AJUSTES

Ferramentas para testes, ajustes e diagnóstico de falhas......................................................................................... 20-.102


Medição da rotação do motor.....................................................................................................................................20-.104
Medição da coloração do gás do escapamento......................................................................................................... 20-.105
Ajuste da folga da válvula..........................................................................................................................................20-.107
Medição da pressão de compressão.........................................................................................................................20-.108
Medição da pressão de sopro no cárter.....................................................................................................................20-.109
Teste e ajuste da sincronização de injeção de combustível....................................................................................... 20- 110
Medição da pressão do óleo do motor.......................................................................................................................20- 111
Medição e teste da força de operação do pedal acelerador...................................................................................... 20- 112
Ajuste da solenóide de parada do motor.................................................................................................................... 20- 114
Ajuste do sensor de rotação do motor.......................................................................................................................20- 115
Teste e ajuste da tensão da correia do compressor do ar condicionado................................................................... 20- 115
Medição da alavanca direcional.................................................................................................................................20- 116
Teste e ajuste da pressão do óleo HST...................................................................................................................... 20- 116
Medição da pressão de controle da embreagem....................................................................................................... 20-.121
Teste e ajuste do volante de direção..........................................................................................................................20-.122
Teste e ajuste da pressão do óleo do sistema direcional........................................................................................... 20-.123
Sangria de ar do circuito do sistema direcional.......................................................................................................... 20-.124
Teste do ventilador hidráulico.....................................................................................................................................20-.125
Medição do pedal de freio..........................................................................................................................................20-.126
Teste e ajuste da articulação do pedal de freio.......................................................................................................... 20-.127
Medição do desempenho dos freios..........................................................................................................................20-.128
Teste e ajuste da pressão de carga do acumulador................................................................................................... 20-.129
Medição da pressão do óleo dos freios...................................................................................................................... 20-.130
Medição do desgaste do disco de freio......................................................................................................................20-.132
Sangria de ar do circuito de freio...............................................................................................................................20-.133
Medição do desempenho do freio de estacionamento............................................................................................... 20-.134
Teste e ajuste da articulação do freio de estacionamento......................................................................................... 20-.135
Medição e ajuste da alavanca de controle do equipamento de trabalho................................................................... 20-.136
Teste e ajuste da pressão hidráulica do equipamento de trabalho............................................................................ 20-.137
Teste e ajuste da pressão do óleo PPC do equipamento de trabalho....................................................................... 20-.138
Sangria de ar..............................................................................................................................................................20-.140
Alívio da pressão remanescente no circuito hidráulico.............................................................................................. 20-.141
Teste e ajuste do posicionador da caçamba.............................................................................................................. 20-.141
Teste e ajuste do limitador da lança...........................................................................................................................20-.143
Verificação da luz de exibição da atuação do interruptor de proximidade................................................................. 20-.144
Procedimento para verificação do diodo....................................................................................................................20-.145
Método de conexão do adaptador T para o controlador HST.................................................................................... 20-.146
Funções especiais do monitor da máquina................................................................................................................ 20-.147
Fluxo de modos e funções.........................................................................................................................................20-.148
Gráfico de inspeção para o Pm clinic.........................................................................................................................20-.166

k Ao realizar testes, ajustes ou diagnóstico de falhas, estacione a máquina sobre uma superfície plana, e use os blocos
e pinos de segurança para evitar que a máquina se movimente.

k Quando efetuar o trabalho junto a outros trabalhadores, utilize sempre sinalização e não permita que pessoas não-
autorizadas permaneçam próximas à máquina.

k Ao verificar o nível do líquido de arrefecimento, aguarde sempre até que o liquido de arrefecimento seja resfriado. Se
a tampa do radiador for removida quando o liquido de arrefecimento ainda estiver quente, o liquido de arrefecimento
poderá jorrar e causar queimaduras.

k Tome cuidado para não sofrer ferimentos em contato com o ventilador, correia do ventilador ou outras peças rotativas.

WA200-5 20-101
TESTES E AJUSTES FERRAMENTAS PARA TESTES, AJUSTES E DIAGNÓSTICO DE FALHAS

FERRAMENTAS PARA TESTES, AJUSTES E DIAGNÓSTICO DE FALHAS


Item a ser verifica-
Símbolo Nº da peça Nome da peça Quant Observações
do ou medido
1 799-205-1100 KIT do tacômetro 1 Indicação digital 6 – 99999,9 rpm
Rotação do motor A
2 795-790-2500 Conjunto do adaptador 1 Para motores da série 102
1 799-201-9001 Verificador manual de fumaça 1
Descoloração 0 – 70%
Cor do gás do Disponível
B (com cor padrão)
escapamento 2 comercial- Medidor de fumaça 1 (descoloração x 1/10 = índice Bosch)
mente
1 795-799-1131 Engrenagem (ferramenta à manivela) 1 Para motores da série 102

2 795-799-1950 Conjunto do pino 1


Folga da válvula Q
Disponível
4 comercial- Aferidor do bocal de abastecimento 1 (admissão: 0,25mm, escapamento: 0,51 mm)
mente
A 1 799-205-1100 KIT do tacômetro 1 Indicação digital 6 – 99999,9 rpm
Pressão de
1 795-502-1590 Conjunto do manômetro 1 0 – 6,9 MPa {0 – 70 kgf/cm²}
compressão
D
2 795-502-1700 Adaptador 1 Para motores da série 102
Pressão de sopro
E 799-201-1504 Verificador de sopro no cárter 1 0 – 4,9 kPa {0 – 500mmH2O}
no cárter
1 795-799-1131 Engrenagem (ferramenta à manivela) 1 Para motores da série 102
Tempo de sincro-
nização de injeção Q 2 795-799-1900 Conjunto do pino 1
de combustível
3 795-799-1950 Pino de trava 1

799-101-5002 Testador hidráulico do tipo analógico 1 Manômetro: 2,5; 5,9; 39,2; 58,8MPa
Pressão do óleo {25, 60, 400, 600 kgf/cm²}
C 1
do motor
799-401-2320 Testador hidráulico do tipo analógico 1 Manômetro: 0,98MPa {10 kg/cm²}

799-101-5002 Testador hidráulico do tipo analógico 1 Manômetro: 2,5; 5,9; 39,2; 58,8MPa
{25, 60, 400, 600 kgf/cm²}
1
790-261-1204 Testador hidráulico do tipo digital 1 Manômetro: 58,8MPa {600 kgf/cm²}
Pressão do óleo
C 799-101-5220 Niple 1 Tamanho: 10 x 1,25 mm
HST
3
07002-11023 Anel “O” 1
790-301-1730 Junta 1
7 Para G 1/4
07000-12014 Anel “O” 1

799-101-5002 Testador hidráulico do tipo analógico 1 Manômetro: 2,5; 5,9; 39,2; 58,8MPa
{25, 60, 400, 600 kgf/cm²}
1
Pressão de contro-
C 790-261-1204 Testador hidráulico do tipo digital 1 Manômetro: 58,8MPa {600 kgf/cm²}
le da embreagem

4 799-401-3100 Adaptador 1 Tamanho: 04

799-101-5002 Testador hidráulico do tipo analógico 1 Manômetro: 2,5; 5,9; 39,2; 58,8MPa
{25, 60, 400, 600 kgf/cm²}
1
790-261-1204 Testador hidráulico do tipo digital 1 Manômetro: 58,8MPa {600 kgf/cm²}
Pressão do óleo
C
direcional
799-101-5220 Niple 1 Tamanho: 10 x 1,25 mm
3
07002-11023 Anel “O” 1

A 1 799-205-1100 KIT do tacômetro 1 Indicação digital 6 – 99.999,9 rpm

799-101-5002 Testador hidráulico do tipo analógico 1 Manômetro: 2,5; 5,9; 39,2; 58,8MPa
Pressão do óleo e
{25, 60, 400, 600 kgf/cm²}
rotação do ventila- 1
dor hidráulico C 790-261-1204 Testador hidráulico do tipo digital 1 Manômetro: 58,8MPa {600 kgf/cm²}

6 799-401-3300 Adaptador 3 Tamanho: 04

799-101-5002 Testador hidráulico do tipo analógico 1 Manômetro: 2,5; 5,9; 39,2; 58,8MPa
Pressão de carga {25, 60, 400, 600 kgf/cm²}
C 1
do acumulador
790-261-1204 Testador hidráulico do tipo digital 1 Manômetro: 58,8MPa {600 kgf/cm²}

1 793-605-1001 KIT de teste dos freios 1

Pressão do óleo 2 790-101-1430 Acoplador 1


K
dos freios 3 790-101-1102 Bomba 1

4 793-463-1100 Batente 1
Sangria de ar do
K 4 793-463-1100 Batente 1
circuito dos freios

20-102 WA200-5
TESTES E AJUSTES FERRAMENTAS PARA TESTES, AJUSTES E DIAGNÓSTICO DE FALHAS

Item a ser verificado ou medido Símbolo Nº da peça Nome da peça Quant. Observações
Desgaste do disco de freio J 799-203-8001 Indicador 1 Montado na máquina
Testador hidráulico do tipo Manômetro: 2,5; 5,9; 39,2; 58,8MPa
799-101-5002 1
C 1 analógico {25, 60, 400, 600 kgf/cm2}
Pressão hidráulica do equipa-
mento de trabalho 790-261-1204 Testador hidráulico do tipo digital 1 Manômetro: 58,8MPa {600 kgf/cm2}
K 4 793-463-1100 Batente 1
Testador hidráulico do tipo Manômetro: 2,5; 5,9; 39,2; 58,8MPa
799-101-5002 1
C 1 analógico {25, 60, 400, 600 kgf/cm2}
Pressão do óleo PPC do
equipamento de trabalho 790-261-1204 Testador hidráulico do tipo digital 1 Manômetro: 58,8MPa {600 kgf/cm2}
K 4 793-463-1100 Batente 1
Sangria de ar C 6 799-401-3300 Adaptador 1 Tamanho: 04
Temperatura do líquido de
arrefecimento, temperatura P 799-101-1502 Termômetro digital 1 -99,9 – 1299ºC
do óleo
79A-264-0021 Dinamômetro 1 0 – 294 N {0 – 30kg}
Esforço da operação H
79A-264-0091 Dinamômetro 1 0 – 490 N {0 – 50kg}
Comercialmente
Curso, caimento hidráulico R Escala 1
disponível
Velocidade do equipamento de Comercialmente
S Cronômetro 1
trabalho disponível
Comercialmente
Voltagem, resistência T Testador (Multímetro) 1
disponível
799-601-7400 Conjunto do adaptador T 1
1
799-60-7330 Adaptador 1 Para S-16 (branco)
Diagnóstico de falhas do sen-
U 2 799-601-9000 Conjunto do adaptador T 1 Para o conector tipo DT
sor e do chicote de fiação
3 799-601-9710 Conjunto do adaptador T 1 Para o controlador HST
4 799-601-9720 Conjunto do adaptador T 1 Para o controlador HST

WA200-5 20-103
TESTES E AJUSTES MEDIÇÃO DA ROTAÇÃO DO MOTOR

MEDIÇÃO DA ROTAÇÃO DO MOTOR


Ferramentas especiais necessárias 2. Instale o adaptador A2 e conecte o KIT do tacômetro
A1.
Símbolo Nº da peça Nome da peça
1 799-205-1100 KIT do tacômetro
A
2 795-790-2500 Conjunto do adaptador

k Ao instalar ou remover o equipamento de medi-


ção, tome cuidado para não tocar em nenhuma
peça aquecida.

MEDIÇÃO DAS ROTAÇÕES EM ALTA ROTAÇÃO E


MARCHA LENTA
a Meça a rotação do motor sob as seguintes condições.
• Temperatura do líquido de arrefecimento do motor:
dentro da faixa de operação.
• Temperatura hidráulica: 45 – 55 ºC

1. Remova a tampa (1) da porta de tomada de rotação 3. Acione o motor e meça as rotações do motor em alta
a Para facilitar o trabalho, remova antes o separa- rotação e em marcha lenta.
dor do líquido de arrefecimento (1). Se removê-
lo (1), não se esqueça de instalá-lo novamente k Ao medir a rotação do motor, tome cuidado para
após ter instalado o adaptador. não tocar em alguma peça aquecida ou rotati-
va.

MEDIÇÃO DA ROTAÇÃO DE ESTOL DA HST

k Penetre a caçamba no amontoado de material


(parte “a”) para evitar que a máquina se deslo-
que para frente.

a Verifique se as rotações em alta rotação e em mar-


cha lenta estão no valor padrão.
a Verifique se a rotação do motor está de acordo com o
valor padrão. Caso não esteja, afrouxe a articulação
e verifique se não há nenhuma folga.
1. Meça a rotação do motor quando a HST estiver esto-
lada.

20-104 WA200-5
TESTES E AJUSTES MEDIÇÃO DA COLORAÇÃO DO GÁS DE ESCAPAMENTO

MEDIÇÃO DA ROTAÇÃO HIDRÁULICA


a Verifique se as rotações em alta rotação e em mar-
MEDIÇÃO DA COLORAÇÃO
cha lenta estão no valor padrão. DO GÁS DE ESCAPAMENTO
a Verifique se a rotação do motor está de acordo com o
valor padrão. Caso não esteja, afrouxe a articulação Ferramentas especiais necessárias
e verifique se não há nenhuma folga.
1. Acione o motor, fazendo-o funcionar em marcha lenta.
Símbolo N° da peça Nome da peça
2. Opere a alavanca de controle do equipamento de
trabalho até o cilindro atingir o final de seu curso. Verificador manual
1 799-201-9001
3. Alivie o cilindro no final de seu curso e meça a rota- de fumaça
B
ção do motor neste ponto. Disponível
2 Medidor de fumaça
comercialmente
MEDIÇÃO DA ROTAÇÃO EM ESTOL TOTAL
• Meça a rotação do motor quando o estol da HST e o
estol hidráulico (alívio ao final do despejo da caçamba) k Quando instalar ou remover o equipamento de
ocorrerem ao mesmo tempo. medição, seja cuidadoso para não tocar nas
a Meça o estol total se a rotação de estol da HST e a partes quentes.
rotação de estol hidráulico estiverem normais.
Se alguma delas apresentar qualquer anormalidade, a Ao realizar a medição no campo, onde não
remova o problema e execute novamente a medição. houver fonte de alimentação ou de ar, utilize o
verificador manual de fumaça B1; quando for
registrar dados oficiais, utilize o medidor de fu-
maça B2.

1. Medição com o verificador manual de fumaça B1.


1) Ajuste o filtro de papel na ferramenta B1.
2) Insira o orifício de admissão do gás de escapa-
mento no tubo do escapamento.
3) Acione o motor e eleve a temperatura do líquido de
arrefecimento do motor até a faixa operacional.
4) Subitamente acelere o motor para que funcione
em alta rotação e, ao mesmo tempo, opere a
manivela do verificador manual de fumaça B1
para apanhar o gás do escapamento no filtro de
papel.

5) Remova o filtro de papel e compare-o com a


escala fornecida para avaliar as condições.
6) Ao concluir a medição, remova o equipamento
de medição e retorne às condições originais.

WA200-5 20-105
TESTES E AJUSTES MEDIÇÃO DA COR DO GÁS DE ESCAPAMENTO

2. Medição com o medidor de fumaça B2 8) Coloque o filtro de papel usado para capturar
1) Insira a sonda do medidor de fumaça B2 na por- a coloração do gás de escapamento no topo
ta de saída do tubo do escapamento, e prenda-a da pilha dos filtros não utilizados (10 folhas ou
com um grampo ao tubo do escapamento. mais), dentro do suporte do filtro de papel, e faça
a leitura do valor indicado.
9) Ao concluir a medição, remova o equipamento
de medição e retorne às condições originais.

2) Conecte a mangueira da sonda, o bujão do in-


terruptor do acelerador e a mangueira de ar ao
medidor de fumaça B2.
a A pressão da fonte de alimentação de ar deve
ser inferior a 1,5 MPa {15 kgf/cm2}
3) Conecte o cabo de alimentação ao soquete AC
a Antes de conectar o cabo, verifique se o inter-
ruptor da força de alimentação do medidor de
fumaça está desligado.
4) Afrouxe a porca da tampa da bomba de sucção,
encaixando em seguida o filtro de papel.
a Ajuste o filtro de papel com segurança de forma
que não haja vazamento de gás.
5) Acione o interruptor da fonte de alimentação do
medidor de fumaça B2.

6) Acione o motor e eleve a temperatura do líquido de


arrefecimento do motor até a faixa operacional.
7) Acelere o motor subitamente e, ao mesmo tem-
po, pressione o pedal do acelerador para captu-
rar a coloração do gás de escapamento no filtro
de papel.

20-106 WA200-5
TESTES E AJUSTES AJUSTE DA FOLGA DA VÁLVULA

AJUSTE DA FOLGA DA VÁLVULA


Ferramentas especiais necessárias

Símbolo Nº da peça Nome


Engrenagem (ferramenta
1 795-799-1131
à manivela)
Q 2 795-799-1950 Conjunto do pino
Disponível Aferidor do bocal de
4
comercialmente abastecimento

1. Remova o purificador de ar, e o suporte do purifica-


dor de ar para, em seguida, remover todas as tam-
pas da cabeça do cilindro (1).
a Remova também o suporte sobre a cabeça do
cilindro n°5.
3. Nessa posição, ajuste a folga das válvulas marca-
das com q no gráfico de disposição das válvulas.
Ao mesmo tempo, faça marcações de contagem na
polia do virabrequim e na carcaça da engrenagem
de sincronização, removendo em seguida o pino de
sincronização do tempo de injeção (3).

Disposição das válvulas

Nº do
cilindro
Válvula do
2. Remova a tampa (2), e utilize a engrenagem Q1
escapamento
para rotacionar o virabrequim na direção normal, até
que o pino de sincronização do tempo de injeção (3) Válvula de
penetre no orifício da engrenagem. admissão
a Empurre o pino (3) suavemente enquanto acio-
na o motor de partida.
a A posição na qual é inserido o pino é o ponto
morto superior para o cilindro nº 1.
a Caso seja difícil fazer a verificação com o pino
(3) instalado no alojamento do volante, utilize o
pino metálico Q2.
a No ponto morto superior da compressão, o
balacim do cilindro Nº 1 é movimentado manu-
almente em quantidade equivalente à folga da
válvula.

WA200-5 20-107
TESTES E AJUSTES MEDIÇÃO DA PRESSÃO DE COMPRESSÃO

4. Rotacione o virabrequim com mais uma volta na


direção normal, alinhe as marcas de contagem feitas
MEDIÇÃO DA PRESSÃO DE
na Etapa 3 e, em seguida, ajuste a folga das válvulas COMPRESSÃO
remanescentes marcadas com Q.
a Ao ajustar a folga da válvula, afrouxe a contra- Ferramentas especiais necessárias
porca (7) do parafuso de ajuste (6), insira o aferi-
dor do bocal de abastecimento Q4 entre a haste Símbolo Nº da peça Nome
da válvula (5) e o balancim (4), e ajuste a folga A 1 799-205-1100 KIT do tacômetro
de forma que fique com um encaixe deslizante.
1 795-502-1590 Conjunto do calibrador
Em seguida aperte a contra porca para manter o D
parafuso de ajuste na posição. 2 795-502-1700 Adaptador

3 Contraporca: 24 ± 4 Nm {2,45 ± 0,41 kgm} k Ao realizar a medição da pressão de compres-


são, tome cuidado para não se queimar no co-
a Após apertar a contraporca, verifique novamen- letor ou no silencioso do escapamento, ou para
te a folga da válvula. que suas roupas não fiquem presas no ventila-
a Seqüência da ignição: folga da válvula de 1 – 5 dor, na correia do ventilador ou em outras peças
–3–6–2–4 rotativas.
Admissão: 0,25 mm
Escape: 0,51 mm 1. Ajuste a folga da válvula.
Para maiores detalhes, consulte a seção AJUSTE
DA FOLGA DA VÁLVULA
2. Aqueça o motor para que a temperatura do óleo
fique entre 40 – 60 ºC.
3. Remova o conjunto do suporte para bico (1) do cilin-
dro, para fazer sua medição.

4. Instale o adaptador D2 na montagem do suporte para


bico, e conecte o indicador de compressão D1.

20-108 WA200-5
TESTES E AJUSTES MEDIÇÃO DA PRESSÃO DE SOPRO NO CÁRTER

5. Ajuste o KIT do tacômetro A1 na posição.


a Para obter maiores detalhes, consulte a seção
MEDIÇÃO DA PRESSÃO DE
MEDIÇÃO DA ROTAÇÃO DO MOTOR SOPRO NO CÁRTER
6. Desconecte os conectores da solenóide de corte de
combustível (CN-E23, E03, E24). Ferramentas especiais necessárias
7. Desconecte a articulação de controle de combustí-
vel, prenda a alavanca do governador da bomba de
Símbolo Nº da peça Nome da peça
combustível na posição SEM INJEÇÃO, e movimen-
E 799-201-1504 Verificador de sopro no cárter
te o motor dando-lhe a partida para medir a pressão
de compressão. 1 • 799-201-1541 Calibrador
a Meça a pressão de compressão no ponto onde o 2 • 799-201-1571 Tubo
indicador de manômetro mantém estável. E
3 • 799-201-1450 Adaptador
a Ao efetuar a medição da pressão de compres-
4 795-790-1950 Bico
são, meça também a rotação do motor para
confirmar se está dentro da faixa especificada.
a Após medir a pressão de compressão, instale o 1. Ao medir o sopro no cárter, aqueça o motor para que
conjunto do suporte para bico. a temperatura do líquido de arrefecimento alcance
pelo menos 70 ºC.
2. Desligue o motor, e instale o verificador de sopro no
cárter E na mangueira do respiro (1).

WA200-5 20-109
TESTE E AJUSTE DA SINCRONIZAÇÃO DO
TESTES E AJUSTES TEMPO DE INJEÇÃO DE COMBUSTÍVEL
Verificador de sopro no cárter E
TESTE E AJUSTE DA SINCRO-
NIZAÇÃO DO TEMPO DE INJE-
ÇÃO DE COMBUSTÍVEL
Símbolo Nº da peça Nome da peça
1 795-799-1131 Engrenagem (ferramenta à manivela)

Q 2 795-799-1900 Conjunto do pino


3 795-799-1950 Pino de trava

Ferramentas especiais necessárias


1. Teste
1) Utilizando a ferramenta à manivela Q1, rotacio-
ne o virabrequim na direção normal, até que o
3. Acione o motor na rotação de saída nominal, e meça pino de sincronização (1) penetre no orifício da
a pressão de sopro no cárter. engrenagem.
a O sopro no cárter deve ser medido com o motor a É necessário um ajuste de alta precisão do
funcionando na rotação de saída nominal. tempo de injeção de combustível, por isso
• Ao realizar a medição em campo, um valor simi- trave sempre a engrenagem de acionamen-
lar pode ser obtido em rotação de estol. Nesse to com o pino quando ajustar o tempo de
caso, o valor de sopro no cárter deverá ser de injeção.
80% do valor da rotação de saída nominal. a Se houver dificuldades na verificação com o
a O sopro no cárter varia significativamente de pino instalado no alojamento do volante, é pos-
acordo com as condições do motor. Assim, se sível utilizar o conjunto do pino de metal Q2.
o valor de sopro no cárter for considerado anor- a Ao pressionar o pino (1) ou Q2 suavemente,
mal, verifique se há problemas relacionados rotacione o virabrequim.
a defeitos no sopro do cárter, como consumo
excessivo de óleo, coloração diferente do gás
do escapamento e mesmo sujeira prematura no
óleo ou na sua deterioração antes do normal.

2) Remova o bujão (2), e o pino de sincronização


inverso (3), e verifique se esse pino (3) se encai-
xa no ponteiro de tempo (4) da bomba injetora
de combustível.
a Se for possível inserir o pino de sincroniza-
ção com suavidade, significa que o tempo
de injeção está correto.
a Se não for possível inserir o pino de sincro-
nização com suavidade, o tempo de injeção
não estará correto, por isso ajuste-o.
a Caso haja dificuldade na verificação com
o pino (3) instalado na bomba injetora de
combustível, é possível utilizar o conjunto
do pino de metal Q3.
a Após concluída a inspeção, remova o equi-
pamento de inspeção e retorne às condi-
ções originais.

20-110 WA200-5
TESTES E AJUSTES MEDIÇÃO DA PRESSÃO DE ÓLEO DO MOTOR

k Tome cuidado para não esquecer de retornar o pino MEDIÇÃO DA PRESSÃO DO


de sincronização (3) da engrenagem de acionamen-
to e o pino de sincronização da bomba injetora à
ÓLEO DO MOTOR
condição original.
Ferramentas especiais necessárias

Símbolo Nº da peça Nome da peça


C 2 799-401-2320 Testador hidráulico

k Ao realizar a medição, tome cuidado para que suas


roupas não fiquem presas em alguma peça rotativa.

k Sempre desligue o motor antes de remover ou insta-


lar qualquer sensor ou manômetro de óleo.

a Ao medir a pressão do óleo, meça sempre na tempe-


ratura do óleo especificada.
2. Ajuste
1. Remova o sensor de pressão do óleo do motor (1).
• Se o pino de sincronização não encaixar, ajuste-
o como se segue.
1) Remova o conjunto da bomba injetora de com-
bustível. Para maiores detalhes, consulte a
seção REMOÇÃO DO CONJUNTO DA BOMBA
INJETORA DE COMBUSTÍVEL.
2) Rotacione o eixo de cames da bomba injetora de
combustível, empurre o pino de sincronização
(3) e encaixe-o no ponteiro do pino de sincroniza-
ção (4).
3) Instale o conjunto da bomba injetora de combus-
tível.
a Para obter detalhes, consulte a seção INS-
TALAÇÃO DO CONJUNTO DA BOMBA
INJETORA DE COMBUSTÍVEL.
a Ao concluir a inspeção, remova o equipa-
mento de inspeção e retorne às condições 2. Instale a ferramenta C2 (manômetro: 1 MPa {10kgf/cm2}).
originais.
a Após completar o ajuste, remova o equi-
pamento de ajuste e retorne às condições
originais.
k Antes de acionar o motor, verifique mais uma vez se
não esqueceu de retornar o pino de sincronização
(3) da engrenagem de acionamento e o pino de
sincronização da bomba injetora de combustível à
condição original.

3. Acione o motor e meça a pressão do óleo do motor.

WA200-5 20-111
TESTES E AJUSTES MEDIÇÃO E TESTE DA FORÇA DE OPERAÇÃO DO PEDAL ACELERADOR

MEDIÇÃO E TESTE DA FOR-


ÇA DE OPERAÇÃO DO PEDAL
ACELERADOR
Ferramentas especiais necessárias

Símbolo Nº da peça Nome


H 79A-264-0021 Dinamômetro

MEDIÇÃO E TESTE DA FORÇA DE OPERAÇÃO DO


PEDAL ACELERADOR

1. Ajuste a ferramenta H a uma posição distante


150 mm do apoio do pedal a.
a Coloque o centro da ferramenta H em contato
com um ponto distante 150 mm do apoio do
pedal.

a Realize a inspeção descrita acima e ajuste ou


substitua as peças, se necessário. Em seguida
efetue novamente a medição do esforço de
operação, a fim de verificar se este realmente se
encontra dentro do valor padrão.

2. Acione o motor, e meça o valor máximo quando o


pedal for empurrado da posição em marcha lenta até
o final do seu deslocamento (alta rotação)
3. Desligue o motor.
4. Desconecte o cabo (1) na parte do fundo do pedal
acelerador e verifique se não há rigidez na placa (2)
ou na junta esférica (3), na extremidade do motor.

20-112 WA200-5
TESTES E AJUSTES MEDIÇÃO E TESTE DA FORÇA DE OPERAÇÃO DO PEDAL ACELERADOR
ÂNGULO DE OPERAÇÃO DO PEDAL ACELERADOR

Medição Ajuste
1. Abra a tampa de inspeção do capô do motor.
1. Desligue o motor. 2. Ajuste o pedal acelerador (1) na posição LIVRE (a
2. Meça o ângulo a de operação quando o pedal estiver alavanca (2) está em contato com o parafuso U),
atuando da posição em marcha lenta para a posição ajuste o cabo (4) de forma que a alavanca do go-
de alta rotação. vernador (3) esteja em posição de marcha lenta e,
Coloque o calibrador de ângulo [1] em contato com finalmente, aperte as porcas (5) e (6).
o pedal acelerador, e meça o ângulo de operação α
(α = α1 – α2) quando o pedal atuar da posição α1 de 3 Contraporca (7), (8):
marcha lenta para a posição α2 de alta rotação. 44 – 59 Nm {4,5 – 6,0 kgm}

3 Contraporca (9): 2,9 – 4,9 Nm {0,3 – 0,5 kgm}

3 Porca de montagem (10):


11,8 – 14,7 Nm {1,2 – 1,5 kgm}

3. Ajuste o parafuso do batente (9) para que a alavanca


do governador (3) fique em posição de alta rotação
quando o pedal acelerador (1) for pressionado.
a Parafuse a junta esférica (10) pelo menos 8 mm.

WA200-5 20-113
TESTES E AJUSTES AJUSTE DA SOLENÓIDE DE PARADA DO MOTOR

AJUSTE DA SOLENÓIDE DE
PARADA DO MOTOR
1. Desconecte a junta (1) da haste de parada (3) da ala-
vanca de parada da bomba injetora de combustível (2).
a Desligue sempre o interruptor de partida antes
de proceder dessa forma.

4. Se a posição do orifício do pino estiver dentro do


valor padrão, conecte a haste (3) e a alavanca (2).
5. Acione o motor, em seguida gire o interruptor de
partida para desligá-lo e verifique se o motor é desli-
gado.

2. Acione o interruptor de partida para que a solenóide


atue.
3. Verifique se a relação entre a posição do pino e o
seu orifício está conforme descrito abaixo, quando a
alavanca de parada da bomba injetora de combustí-
vel (2) estiver totalmente em operação manual para
a posição EM OPERAÇÃO.
• Verifique se o centro (porção A) do orifício
do pino da junta da haste de parada (1) está
a 1 – 2 mm à direita do centro (porção B) do pino
da alavanca de parada (2)
a Caso a condição não esteja de acordo com a
medição apresentada acima, ajuste utilizando a
haste (3).
C: Folga no final da operação
D: Final da operação da alavanca de parada
E: Solenóide na posição de manter

k Se a dimensão apresentada acima for opos-


ta, existe a possibilidade de a solenóide de
parada do motor estar com grimpada.

20-114 WA200-5
TESTES E AJUSTES AJUSTE DO SENSOR DE ROTAÇÃO DO MOTOR

AJUSTE DO SENSOR DE RO- TESTE E AJUSTE DA TENSÃO


TAÇÃO DO MOTOR DA CORREIA DO COMPRES-
a Se o sensor de rotação do motor (1) (CN-E12) ou o SOR DO AR CONDICIONADO
volante tiverem sido removidos e instalados, faça o
ajuste conforme descrito a seguir. Teste

Pressione um ponto intermediário entre a polia do venti-


lador e a polia do compressor com o polegar e verifique a
deflexão (a) da correia.
• Força de pressão da correia: 98,0 N {10 kg} ou equi-
valente
• Deflexão da correia: 10 – 15 mm

1. Abra a tampa lateral direita do motor.


2. Parafuse até que a ponta do sensor de rotação do
motor (1) entre em contato com a ponta dos dentes
da engrenagem anelar do volante (2) suavemente.
a Verifique se não há partículas de metal ou arra-
nhões na ponta do sensor antes de instalá-lo.

2 Rosca: junta líquida (LG-5)


Ajuste
3. Gire o sensor de rotação do motor (1) em 1/2 – 1 a Se a deflexão não estiver correta, faça o ajuste con-
volta para trás a partir daquele ponto. forme descrito a seguir.
a Ajuste a folga a entre a ponta do sensor e a ponta
dos dentes da engrenagem para 0,75 – 1,5 mm. 1. Afrouxe os parafusos de montagem (superior e infe-
4. Mantenha o sensor de rotação do motor (1) na posi- rior: 2 cada) do suporte do compressor (1).
ção e aperte a contraporca (2). 2. Afrouxe a contraporca (2) e utilize o parafuso de
ajuste (3) para mover o suporte do compressor (1), e
ajuste em seguida a tensão da correia.
3. Aperte a contraporca (2).
4. Aperte os parafusos de montagem (superior e infe-
rior: 2 cada) do suporte do compressor (1).

5. Após ajustar a tensão da correia, verifique mais uma


vez a sua tensão.

WA200-5 20-115
TESTES E AJUSTES MEDIÇÃO DA ALAVANCA DIRECIONAL

MEDIÇÃO DA ALAVANCA TESTE E AJUSTE DA PRESSÃO


DIRECIONAL DO ÓLEO DA HST
Ferramentas especiais necessárias Ferramentas especiais necessárias
Símbolo Nº da peça Nome da peça
Símbolo Nº da peça Nome da peça
799-101-5002 Testador hidráulico do tipo analógico
H 79A-264-0021 Dinamômetro 1
790-261-1203 Testador hidráulico do tipo digital

k
799-101-5220 Niple (tamanho 10 x 1,25 mm)
Aplique o freio de estacionamento e coloque C 3
07002-11023 Anel “O”
blocos sob os pneus.
790-301-1760 Junta (para G 1/4)
7
Esforço de operação da alavanca direcional 07000-12014 Anel “O”

k Afrouxe lentamente a tampa do bocal de abas-


1. Desligue o motor.
tecimento de óleo para liberar a pressão interna
2. Instale o dinamômetro H ou uma balança de pressão
do reservatório hidráulico.
em um ponto 10 mm distante da ponta da alavanca
de controle e em seguida meça o esforço de ope- a Temperatura do óleo da HST durante a medição:
ração quando a alavanca for puxada na direção de dentro da faixa de operação.
atuação. a A pressão de alívio de alta pressão é a mesma que
a Realize a medição em cada faixa de rotação. a pressão de segurança do circuito principal, e por
isso não pode ser medida. (Normalmente, a válvula
de corte atua antes, por isso a pressão não se eleva
até a pressão de ajuste da válvula de segurança.)

1. Medição da pressão do óleo de corte de alta pressão


1) Abra a tampa lateral do capô do motor.
2) Instale o manômetro C1 do óleo (58,8 MPa
{600 kgf/cm2}) para a medição da pressão no
bocal (1) ou (2).
• Bocal (1): para o circuito AVANTE (porta: MA)
• Bocal (2): para o circuito de RÉ (porta: MB)

Deslocamento da alavanca direcional

1. Desligue o motor.
2. Faça uma marcação a no centro do botão da alavan-
ca de controle, e em seguida meça o deslocamento
quando a alavanca for colocada em operação na
direção de atuação.

20-116 WA200-5
TESTES E AJUSTES TESTE E AJUSTE DA PRESSÃO DO ÓLEO DA HST
3) Meça a pressão do óleo de corte de alta pressão sob 2. Medição da pressão de alívio de baixa pressão
as seguintes condições. (pressão básica do circuito EPC do equipamento de
i) Baixe a caçamba para um ponto próximo do solo trabalho)
e avance com a máquina, introduzindo a caçamba 1) Remova o bujão (3) de medição da pressão de
na pilha de pedras ou de terra (porção a). alívio de baixa pressão (10 mm, P = 1,25 mm) da
a Ajuste a alavanca direcional para AVANTE e parte de baixo do acumulador para PPC.
o interruptor seletor de velocidade para 2ª, e a O acumulador para PPC está instalado
gire o interruptor de controle de tração para próximo à parte inferior direita da caixa de
acioná-lo. transferência, direita do chassi traseiro.

ii) Faça o motor funcionar totalmente acelerado e


avance até que a máquina pare de se mover 2) Instale um bocal, e em seguida conecte o manô-
para frente. metro C1 do óleo
(5,9 MPa {60 kgf/cm2}).
k Realize a medição em uma superfície áspe-
ra onde as rodas não possam patinar.

iii) Mantenha o motor funcionando totalmente ace-


lerado, verifique se os pneus não estão virando
e meça a pressão do óleo.

3) Posicione a alavanca direcional em N, faça o


motor funcionar em alta rotação e, por fim, meça
a pressão de alívio de baixa pressão.

WA200-5 20-117
TESTES E AJUSTES TESTE E AJUSTE DA PRESSÃO DO ÓLEO DA HST
3. Medição da pressão de controle do servopistão 4. Medição da pressão de atuação do servopistão
(pressão DA). 1) Remova o bujão de medição (5) ou (6) da pres-
1) Remova a tampa da armação do assoalho (parte são de atuação do servopistão (G 3/8) (largura
inferior esquerda da cabine do operador). entre faces opostas da chave fixa de cabeça
2) Remova o bujão de medição (4) da pressão de hexagonal: 8 mm)
controle do servopistão (pressão DA) (10 mm, • Bujão (6): Para o circuito AVANTE (porta: X1)
P = 1,25 mm). • Bujão (7): Para o circuito de RÉ (porta: X2)

2) Instale a junta C7 e o bocal (10 mm, P = 1,25 mm),


3) Instale um bocal, e em seguida conecte o manôme- e conecte o manômetro C1 do óleo (5,9 MPa
tro C1 do óleo (5,9 MPa {60 kgf/cm2}). {60 kgf/cm2}).

4) Posicione a alavanca direcional em N, funcione


o motor em alta rotação, e meça a pressão de
controle quando o pedal do freio da roda for
pressionado e quando for liberado.
a O pedal do freio está conectado à válvula de
controle de aproximação e controla a pres-
são de controle.

20-118 WA200-5
TESTES E AJUSTES TESTE E AJUSTE DA PRESSÃO DO ÓLEO DA HST
3) Meça a pressão de operação do servopistão sob as 3) Após o ajuste, aperte a contraporca (9).
seguintes condições.
i) Ajuste o interruptor seletor de marcha em pri- 3 Contraporca: 37,2 Nm {3,8 kgm}
meira, e o dial de controle de velocidade de
deslocamento também em primeira no lado das
velocidades mais baixas.
ii) Meça a pressão do óleo durante o deslocamento
avante totalmente acelerado (4 km/h). Da mes-
ma forma, meça ao se deslocar em marcha à
ré.
a Não pressione o pedal de freio.

Ajuste

a A pressão de alívio de alta pressão é também a pres-


são de segurança do circuito principal, por isso não
pode ser medida. (Normalmente, a válvula de corte
começa a atuar primeiro, de forma que a pressão
não chega a atingir o nível da pressão de ajuste da
válvula de segurança)
1. Ajuste da válvula de corte de alta pressão
a Se a pressão de corte de alta pressão não es-
tiver correta, ajuste a válvula de corte de alta
pressão (8) conforme descrito a seguir.
1) Remova o capô do motor.
2) Afrouxe a contraporca (9) da válvula de corte de
alta pressão (8), e em seguida gire o parafuso de
ajuste (10) para efetuar o ajuste.
a Gire o parafuso de ajuste para realizar o
ajuste conforme descrito a seguir.
• Para AUMENTAR a pressão, gire-o em
SENTIDO HORÁRIO.
• Para DIMINUIR a pressão, gire-o em
SENTIDO ANTI-HORÁRIO.
a Quantidade de ajuste para cada volta do
parafuso de ajuste: 9,1 MPa {93 kgf/cm2}

WA200-5 20-119
TESTES E AJUSTES TESTE E AJUSTE DA PRESSÃO DE ÓLEO HST
2. Ajuste da válvula de alívio de baixa pressão 3. Ajuste da válvula DA
a Se a pressão de alívio de baixa pressão não es- a Se a pressão de controle do servopistão não estiver
tiver correta, ajuste a válvula de alívio de baixa correta, ajuste a válvula DA conforme apresentado a
pressão conforme apresentado a seguir. seguir.
1) Remova o capô do motor e a tampa lateral. 1) Remova o capô do motor.
2) Afrouxe a contraporca (12) da válvula de alívio 2) Afrouxe a contraporca (15) da válvula DA (14),
de baixa pressão (11), e gire o parafuso de ajus- e gire o parafuso de ajuste (16) para efetuar o
te (13) para efetuar o ajuste. ajuste.
a Gire o parafuso de ajuste para realizar o a Gire o parafuso de ajuste para realizar o
ajuste conforme descrito a seguir. ajuste conforme descrito a seguir.
• Para AUMENTAR a pressão, gire-o • Para AUMENTAR a pressão, gire-o
em SENTIDO HORÁRIO. em SENTIDO HORÁRIO.
• Para DIMINUIR a pressão, gire-o em • Para DIMINUIR a pressão, gire-o em
SENTIDO ANTI-HORÁRIO. SENTIDO ANTI-HORÁRIO.
a Quantidade de ajuste para cada volta do a Quantidade de ajuste para cada volta do
parafuso de ajuste: 0,38 MPa {3,9 kgf/cm2} parafuso de ajuste: 0,34 MPa {3,5 kgf/cm2}

3) Após o ajuste, aperte a contraporca (12). 3) Após o ajuste, aperte a contraporca (12).

3 Contraporca: 69,6 Nm {7,1 kgm} 3 Contraporca: 64,7 Nm {6,6 kgm}

a Após completar o ajuste, repita o procedi-


a Após completar o ajuste, repita o procedi-
mento de medição para uma nova verifica-
mento de medição para uma nova verifica-
ção da pressão de alívio de baixa pressão.
ção da pressão de controle.

20-120 WA200-5
TESTES E AJUSTES MEDIÇÃO DA PRESSÃO DE CONTROLE DA EMBREAGEM

MEDIÇÃO DA PRESSÃO DE
CONTROLE DA EMBREAGEM
Ferramentas especiais necessárias

Símbolo Nº da peça Nome da peça


799-101-5002 Testador hidráulico do tipo analógico
1
C 790-261-1204 Testador hidráulico do tipo digital
4 799-401-3100 Adaptador

k Ao remover o bujão de medição e desconectar a


mangueira, afrouxe lentamente a tampa do bocal
de abastecimento de óleo para liberar a pressão
interna do reservatório hidráulico. 3. Ajuste o interruptor seletor de rotação para a 3ª ou
4ª, deslocando-se a uma velocidade de pelo menos
1. Remova a tampa do lado esquerdo do chassi traseiro. 10 km/h, e meça a pressão de entrada da embre-
2. Desconecte a mangueira (1) da pressão de saída da agem (pressão de saída da válvula solenóide da
válvula solenóide da embreagem (pressão de entra- embreagem).
da da embreagem), e conecte a ferramenta
C1 (5,9 Mpa {60 kgf/cm2}) e C4 (tamanho da man-
gueira: para o nº 02).

WA200-5 20-121
TESTES E AJUSTES TESTE E AJUSTE DO VOLANTE DE DIREÇÃO

TESTE E AJUSTE DO VOLAN-


TE DE DIREÇÃO MEDIÇÃO DA FORÇA DE OPERAÇÃO DO VOLANTE
DE DIREÇÃO
Ferramentas especiais necessárias
a Condições de medição
Símbolo Nº da peça Nome da peça • Superfície do caminho: Plana, horizontal, super-
H 79A-264-0021 Dinamômetro fície de pavimento seco
• Temperatura do líquido de arrefecimento do mo-
MEDIÇÃO DA FOLGA DO VOLANTE DE DIREÇÃO tor: Dentro da faixa verde no indicador da tempe-
ratura do líquido de arrefecimento do motor
a Condições de medição • Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 ºC
• Rotação do motor: Parado • Pressão de enchimento do pneu: Pressão espe-
• Postura da máquina: Voltada diretamente para cificada
frente • Rotação do motor: Marcha lenta (caçamba vazia)

Método de medição Método de medição


1. Instale o dinamômetro H no botão do volante de direção
1. Movimente o volante de direção ligeiramente para a a Instale o dinamômetro H no centro.
esquerda e para a direita 2 ou 3 vezes, verifique se 2. Acione o motor
o mecanismo da direção está na posição neutro, e a Após acionar o motor, suspenda a caçamba a
então faça uma marcação (A) no gabinete externo do uma altura aproximada de 400 mm e remova a
monitor da máquina. barra de segurança.
2. Gire o volante de direção para a direita e faça uma 3. Empurre o dinamômetro H em direção tangencial e
marcação (B) na posição onde o esforço de opera- meça o valor quando o volante de direção demons-
ção começa a se tornar maior. trar ligeira movimentação.
a Interrompa a medição quando o volante de dire-
ção começar a se mover.

3. Gire o volante de direção para a esquerda, em dire-


ção oposta à etapa 2, e faça a marcação também no
ponto onde o esforço de operação se torna maior.
Em seguida faça a medição da distância, em uma
linha reta, entre as marcas (B) e (C).

20-122 WA200-5
TESTES E AJUSTES TESTE E AJUSTE DA PRESSÃO DO ÓLEO DO SISTEMA DIRECIONAL

MEDIÇÃO DO TEMPO DE OPERAÇÃO PARA O a Condições de medição


VOLANTE DE DIREÇÃO • Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 ºC
• Rotação do motor: Alta rotação
a Condições de medição Método de medição da pressão de alívio principal
• Superfície do caminho: Plana, horizontal, super- 1. Encaixe a barra de segurança (1) ao chassi.
fície de pavimento seco
• Temperatura do líquido de arrefecimento do mo-
tor: Dentro da faixa verde no indicador da tempe-
ratura do líquido de arrefecimento do motor
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 ºC
• Pressão de enchimento do pneu: Pressão espe-
cificada
• Rotação do motor: Marcha lenta e alta rotação

Método de medição

1. Acione o motor
a Após acionar o motor, suspenda a caçamba a
uma altura aproximada de 400 mm e remova a
barra de segurança.
2. Remova o bujão de medição do circuito da direção (2)
2. Opere o volante de direção até o final de seu curso
(10 mm, P=1,25 mm)
para movimentar a máquina para a esquerda ou di-
reita.
3. Meça o tempo despendido na operação do volante
de direção até o final do seu curso para a direita ou
esquerda.
a Opere o volante de direção por cerca de 60 ve-
zes por minuto sem empregar força.
a Realize as medições tanto em marcha lenta
como em alta rotação, e para os lados direito e
esquerdo.

3. Instale o niple C3 e o mamômetro C1 (39,2 MPa


{400 Kg/cm2}

TESTE E AJUSTE DA PRES-


SÃO DE ÓLEO DO SISTEMA
DIRECIONAL
Ferramentas especiais necessárias
4. Acione o motor, coloque-o para funcionar em alta
Símbolo Nº da peça Nome da peça rotação, gire o volante de direção para a direita ou
799-101-5002 analógico hidráulico tipo
Testador esquerda, e meça a pressão quando a válvula de
1 alívio estiver em operação.
Testador hidráulico tipo
C 790-261-1204
digital
799-101-5220 Niple (tamanho 10 x 12,5 mm
3
07002-11023 Anel “O”

WA200-5 20-123
TESTES E AJUSTES SANGRIA DE AR DO CIRCUITO DO SISTEMA DIRECIONAL

Método de ajuste da pressão de alívio principal


SANGRIA DE AR DO CIRCUITO
1. Desligue o motor. DO SISTEMA DIRECIONAL
2. Remova a tampa de inspeção direita do chassi tra-
seiro e desconecte a mangueira (2) e graxeira (3) a Purgue o ar do circuito conforme apresentado a se-
conectados à porta T da válvula de prioridade. guir se a válvula do sistema direcional ou o cilindro
direcional tiverem sido removidos e instalados nova-
mente.
2
1. Acione o motor e faça-o funcionar em alta rotação
por cerca de 5 minutos.
2. Faça o motor funcionar em marcha lenta e gire o
volante entre 4 e 5 vezes para a esquerda e para a
direita.
a Opere a haste do pistão para aprox. 100 mm
antes do final de seu curso. Tome cuidado para
não aliviar o circuito.
3. Repita a Etapa 2 com o motor totalmente acelerado.
3 4. Faça o motor funcionar em marcha lenta e opere o
pistão até o final de seu curso para aliviar o circuito.
3. Afrouxe o parafuso de bloqueio (4) para ajustar.
a Gire o parafuso de ajuste para realizar o ajuste
conforme descrito a seguir.
• Para AUMENTAR a pressão, gire-o em
SENTIDO HORÁRIO.
• Para DIMINUIR a pressão, gire-o em SEN-
TIDO ANTI-HORÁRIO.
a Pressão de ajuste para cada volta do parafuso
de ajuste: aprox. 6,9 MPa {70 kgf/cm2}
a Ferramenta para ajustar o parafuso de ajuste:
Tamanho 7/32 polegadas, hexagonal
a Não realize nenhum ajuste se a pressão de alí-
vio não puder ser medida com precisão.

3 Parafuso de ajuste:
2,3 - 6,8 Nm (0,23 - 0,69 kgm)

20-124 WA200-5
TESTES E AJUSTES TESTE DO VENTILADOR HIDRÁULICO

TESTE DO VENTILADOR Medição da pressão de óleo

HIDRÁULICO 1. Abra a grade do radiador


2. Desconecte a mangueira (1), e conecte o medidor de
Ferramentas especiais necessárias pressão do óleo C1 (39,2 MPa {400 kgf/cm2}) e C6
(tamanho da mangueira: para a nº 04).
Símbolo Nº da peça Nome da peça
A 1 799-205-1100 KIT do multi-tacômetro
799-101-5002 Testador hidráulico tipo analógico
1
C 790-261-1204 Testador hidráulico tipo digital
6 799-401-3300 Adaptador

k Ajuste a face inferior da caçamba em posição


horizontal, baixe a caçamba completamente até
o nível do solo e coloque blocos sob os pneus.
k Ao remover o bujão de medição e desconectar a
mangueira, afrouxe levemente a tampa do bocal
de abastecimento de óleo para liberar a pressão
interna do reservatório hidráulico.

a Condições de medição
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55ºC

Medição da rotação do ventilador

1. Abra a grade do radiador.


2. Instale o suporte [1], sonda [2], e a fita refletora [3] no
kit do tacômetro [4], então conecte o medidor.

Multi-tacômetro A1

3. Acione o motor e meça a pressão de óleo de aciona-


mento do ventilador.

3. Acione o motor, colocando-o para funcionar em alta


rotação, e meça a rotação do ventilador.

WA200-5 20-125
TESTES E AJUSTES MEDIÇÃO DO PEDAL DE FREIO

MEDIÇÃO DO PEDAL DE FREIO


a Condições de medição
• Temperatura do líquido de arrefecimento do motor:
Dentro da faixa verde do indicador da temperatura
do líquido de arrefecimento do motor
• Rotação do motor: Marcha lenta

Esforço de operação do pedal

1. Instale o dinamômetro [1] no pé do operador.


a Ajuste o dinamômetro a 150 mm do apoio do
pedal.
2. Acione o motor e meça o ângulo α1 do pedal ao se
deslocar em marcha lenta.
3. A seguir, coloque o medidor de ângulo [2] em contato
com o pedal de freio e meça o ângulo de operação a
da posição α1 para a posição α2 (α = α1 – α2) quan-
do o pedal for pressionado.
• Força de operação em α2: 196 N (20 kg).

20-126 WA200-5
TESTES E AJUSTES TESTE E AJUSTE DA ARTICULAÇÃO DO PEDAL DE FREIO

TESTE E AJUSTE DA ARTICU-


LAÇÃO DO PEDAL DE FREIO
Teste

1. Verifique se há folga no pino de montagem da arti-


culação (7), no orifício do pino da alavanca (6), e na
bucha da alavanca.
2. Meça o comprimento da articulação (a = 184 mm), e
verifique se está dentro do valor padrão.
a Meça a distância do centro do pino (1) até o
centro da junta esférica (3).
3. Meça a distância do movimento da haste (8) e verifi-
que se a folga b está dentro do valor padrão.
a Ao fazê-lo, verifique se o pedal de freio está em
contato com o batente.

Ajuste

1. Ajuste do comprimento da articulação (a)


1) Remova o pino (5) e a junta esférica (3) para, em
seguida, remover a haste (1).
2) Afrouxe as contraporcas (4) e gire o garfo (2) e a
junta esférica (3) para ajustar o comprimento.
3) Após ajustar o comprimento da articulação (a),
conecte-a ao pedal de freio.
a Valores padrão
a = 184 mm

2. Ajuste do comprimento da haste (b)


1) Afrouxe a contraporca (7) e gire a haste (8) para
que a ponta da haste entre em contato com o
pistão do cilindro do reforçador, e então gire a
haste (8) para trás em 1/4 de uma volta.
a Movimento para 1/2 volta da haste: 0,75 mm
2) Aperte a contraporca (7) para manter a posição
a Valor padrão
b = 0 – 0,3 mm

WA200-5 20-127
TESTES E AJUSTES MEDIÇÃO DO DESEMPENHO DOS FREIOS

MEDIÇÃO DO DESEMPENHO
DOS FREIOS

Ponto onde o Ponto onde o operador


Ponto de parada
efeito de frena- pisa no pedal de freio
gem é iniciado (ponto de operação)

Distância de parada Caminho percorrido

a Condições de medição
• Superfície do caminho: Plana, horizontal, super-
fície de pavimento seco
• Velocidade de deslocamento: 35 km/h quando
os freios são aplicados
• Pressão de enchimento do pneu: Pressão especifi-
cada
• Tamanho do pneu: 17,5 – 25
• Tempo de retardo na aplicação dos freios: 0,1 s

Método de medição

1. Acione o motor e dirija a máquina.


2. Ajuste o interruptor seletor de velocidade para a 4ª.
3. Quando a velocidade de deslocamento atingir
35 km/h, pressione o pedal esquerdo do freio usando
a força de operação especificada.
a Antes de realizar essa operação, determine o
caminho a ser percorrido e o ponto para a aplica-
ção dos freios, e então aplique os freios quando
a máquina alcançar esse ponto.
4. Meça a distância entre o ponto onde foram aplicados
os freios e o ponto onde a máquina parou.
a Repita essa medição por três vezes e obtenha a
média.

20-128 WA200-5
TESTES E AJUSTES TESTE E AJUSTE DA PRESSÃO DE CARGA DO ACUMULADOR

TESTE E AJUSTE DA PRESSÃO Ajuste

DE CARGA DO ACUMULADOR a Quando a pressão de corte na saída de carga do


acumulador for ajustada, a pressão de corte na
Ferramentas especiais necessárias entrada também será alterada proporcionalmente à
razão da área da válvula.
Símbolo Nº da peça Nome da peça
Testador hidráulico tipo 1. Afrouxe a contraporca (4) da válvula de alívio de
799-101-5002 descarga (válvula de corte de carga do acumulador)
analógico
C 1 (3), e gire o parafuso de ajuste (5) para ajustar.
Testador hidráulico tipo a Gire o parafuso de ajuste para realizar o ajuste
790-261-1204
digital conforme descrito a seguir.
• Para AUMENTAR a pressão, gire-o em
Medição SENTIDO HORÁRIO.
• Para DIMINUIR a pressão, gire-o em SEN-
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 ºC TIDO ANTI-HORÁRIO.
a Pressão de ajuste para cada volta do parafuso
k

Coloque blocos sob os pneus. de ajuste: 1,45 MPa {14,8 kgf/cm2}

k Desligue o motor, e pressione o pedal de freio 3 Contraporca:


pelo menos 100 vezes para aliviar a pressão 11,8 – 16,7 Nm {1,2 – 1,7 kgm}
interna do circuito do acumulador.
2) Após o ajuste, aperte a contraporca (4).
1. Remova a tampa lateral esquerda do chassi traseiro.
2. Instale o manômetro C1 do óleo
(39,2 MPa {400 kgf/cm2}) no bocal (1).

a Ao completar o ajuste, repita o procedimento de


medição descrito acima para fazer uma nova
3. Meça a pressão de corte na entrada de carga do verificação da pressão de corte na entrada e na
acumulador. Acione o motor, fazendo-o funcionar em saída do acumulador.
marcha lenta e meça a pressão do óleo quando a luz
de advertência da pressão dos freios se apagar no
monitor.
• pressão de corte na entrada: 5,9 +0,2 MPa
0
{60 +20 kgf/cm2}
4. Meça a pressão de corte na saída de carga do
acumulador. Após a carga de corte na entrada do
acumulador começar a atuar, meça a pressão do
óleo quando o indicador do manômetro de óleo subir
e subitamente começar a baixar.
• pressão de corte na saída: 9,8 +0,98 MPa
0
{100 +10
0 kgf/cm }
2

WA200-5 20-129
TESTES E AJUSTES MEDIÇÃO DA PRESSÃO DE ÓLEO DOS FREIOS

MEDIÇÃO DA PRESSÃO DE
ÓLEO DOS FREIOS
Ferramentas especiais necessárias

Símbolo Nº da peça Nome da peça


1 793-605-1001 Kit para teste de freios
2 790-101-1430 Acoplador
K
3 790-101-1102 Bomba
4 793-463-1100 Batente

a Condições de medição
• Temperatura do líquido de arrefecimento do mo- 6. Aperte o parafuso de sangria, opere a bomba K3,
tor: Dentro da faixa branca no indicador da tem- eleve a pressão para 4,1 MPa (42 kgf/cm2), e feche a
peratura do líquido de arrefecimento do motor válvula de parada (1).
• Pressão dos freios: 4,1 MPa (42 kgf/cm2)

k Aplique o freio de estacionamento e coloque


blocos sob os pneus.

Medição

1. Suspenda a lança, ajuste o suporte [1] ou o batente


K4 de prevenção de queda da lança na posição, e
em seguida remova a tampa frontal (1).

k Ao deixar o assento do operador, aplique a ala-


vanca de trava de segurança firmemente nas ala-
vancas de controle do equipamento de trabalho.

7. Após aplicar a pressão, aguarde 5 minutos e meça a


queda na pressão.
a Se a mangueira for movida durante a medição
da pressão, a pressão irá mudar, por isso evite
que ela saia do lugar.
a Após o teste, opere a bomba K3 para diminuir
a pressão do circuito de freio, e remova o kit de
teste de freio K1.
a Após completar a inspeção, instale o tubo de
freio e sangre o ar do circuito dos freios.

2. Desligue o motor.
3. Remova o tubo de freio (2) no lado a ser medido, e
então remova o bocal (3).
4. Ajuste o kit de teste de freio K1 na posição e conecte
a bomba K3 ao acoplador K2.
5. Afrouxe o parafuso de sangria (4) e sangre o ar.
a Opere a bomba K3 para sangrar o ar.

20-130 WA200-5
TESTES E AJUSTES MEDIÇÃO DA PRESSÃO DO ÓLEO DOS FREIOS

Ferramenta de teste dos freios

WA200-5 20-131
TESTES E AJUSTES MEDIÇÃO DO DESGASTE DO DISCO DE FREIO

MEDIÇÃO DO DESGASTE
DO DISCO DO FREIO
Ferramenta especial requerida

Símbolo Nº da peça Nome da peça


799-203-8001
J (Ferramenta que Aferidor
acompanha o veículo)

k Estacione a máquina sobre um piso plano e imo-


bilize os pneus usando calços.

1. Remova o bujão de inspeção (1)

2. Aplique o pedal do freio até o fim de seu curso.

3. Insira o aferidor J entre o pistão (2) e o mordente da


placa (3) através do orifício de inspeção.
a Se o aferidor J passar entre o pistão e a placa,
o desgaste do disco do freio excedeu o limite
admissível. Neste caso, proceda à substituição
do disco do freio.
a Quanto ao procedimento correto de substituição
do disco do freio, consulte em DESMONTAGEM
E MONTAGEM o tópico intitulado “Desmonta-
gem e montagem do conjunto do diferencial”.

4. Aperte o bujão de inspeção.


3 127 – 177 N•m {13 – 18 kgf•m}

20-132 WA200-5
TESTES E AJUSTES SANGRIA DE AR DO CIRCUITO DE FREIO

SANGRIA DE AR DO 4. Pressione o pedal de freio, afrouxe o parafuso de


CIRCUITO DE FREIO sangria (2) e sangre o ar.
a Aperte o parafuso de sangria, e então libere aos
Ferramentas especiais necessárias poucos o pedal de freio.
a Adicione óleo de freio quando for necessário
Símbolo Nº da peça Nome da peça durante a operação, a fim de manter cheio o
reservatório de óleo dos freios.
K 4 793-463-1100 Batente
5. Repita essa operação, e quando não mais apare-
cerem bolhas no fluido proveniente da mangueira,
k Estacione a máquina em um terreno plano, e pressione totalmente o pedal e aperte o parafuso de
coloque blocos sob os pneus. sangria enquanto o óleo ainda estiver fluindo.
a Repita a operação para sangrar o ar dos outros
a Caso o equipamento no circuito de freio tenha sido cilindros e, após completar a operação, verifique
removido e instalado, sangre o ar do circuito de freio o nível no reservatório de óleo e adicione mais
conforme descrito a seguir. óleo, se necessário.
a Utilize o mesmo procedimento tanto para o circuito a Para sangrar completamente o ar, sangre ini-
de freios frontal como para o circuito de freios trasei- cialmente o ar do cilindro, que se encontra mais
ro (2 locais cada). distante do pedal de freio.
a Após sangrar o ar, faça um teste de desem-
1. Suspenda a lança, ajuste o suporte [1] ou o batente penho dos freios e sangre mais uma vez o ar,
K4 de prevenção de queda da lança na posição, e verificando se não há ar no circuito.
em seguida remova a tampa frontal (1).

k Certifique-se de aplicar sempre a trava de segu-


rança à alavanca de controle do equipamento de
trabalho.

3. Remova a tampa, insira a mangueira de vinil [1] no


parafuso de sangria (2), e insira a outra extremidade
em um recipiente.

WA200-5 20-133
TESTES E AJUSTES MEDIÇÃO DO DESEMPENHO DO FREIO DE ESTACIONAMENTO

MEDIÇÃO DO DESEMPENHO DO
FREIO DE ESTACIONAMENTO
a Condições de medição
• Pressão de enchimento do pneu: Pressão espe-
cificada
• Superfície do caminho: Plana, superfície de pa-
vimento seco com declive de 1/5 (11º20’).
• Máquina: Condição de operação

Método de medição

1. Acione o motor, posicione a frente da máquina em


uma linha reta, e dirija a máquina subindo um declive
de grau 1/5 com a caçamba vazia.
2. Pressione o freio, pare a máquina, ajuste a alavanca
direcional na posição neutro, e desligue o motor.
3. Ajuste a alavanca do freio de estacionamento para a
posição de ESTACIONAMENTO, em seguida libere
gradativamente o pedal de freio e verifique se a má-
quina se mantém na posição.
a Realize a medição de duas maneiras: uma com
a frente da máquina voltada para a subida, e
outra com a frente da máquina voltada para a
descida do aclive.

20-134 WA200-5
TESTES E AJUSTES DO CABO DE CONTROLE
TESTES E AJUSTES DO FREIO DE ESTACIONAMENTO

TESTES E AJUSTES DO CABO DE CONTROLE DO FREIO


DE ESTACIONAMENTO
Ferramenta especial requerida 4. Nas condições descritas acima, aperte o engate (5)
fazendo seu orifício coincidir com o orifício da ala-
Símbolo Nº da peça Nome da peça vanca do freio de estacionamento (4).
H 79A-264-0021 Dinamômetro
5. Instale o pino do engate (3) e aperte a contraporca (2)

3
Testes
Contraporca:
k
5,9 – 9,8 N•m {0,6 – 1,0 kgf•m}
Aplique o freio de estacionamento e imobilize os
pneus com calços.
a Tendo concluído o ajuste, puxe novamente a
1. Instale o dinamômetro H na faixa de (a) a partir da
alavanca do freio de estacionamento com uma
extremidade da alavanca do freio de estacionamento
força em torno de 294 N (ou por volta de 30 kg} e
(1) (sem considerar o botão), e puxe a alavanca do
verifique se o montante em que conseguiu puxá-
freio de estacionamento com uma força aproximada
la corresponde a no máximo 6 a 8 dentes.
de 294 N {cerca de 30 kg}
• (a): 55 mm

2. Se a alavanca do freio de estacionamento for puxada


no mínimo 9 dentes, verifique as partes de fixação do
cabo de controle do freio de estacionamento (no lado
da alavanca, como também no lado do freio) a fim de
apurar se as mesmas se encontram soltas. Em caso
afirmativo, aperte as partes de fixação, procedendo,
em seguida, à execução do ajuste que passaremos
a descrever a seguir:

Ajuste

1. Desaplique o freio de estacionamento.


a Confirme se a lingüeta da alavanca do freio de
estacionamento situa-se na posição mais baixa
possível.

2. Solte a contraporca (2) e remova o pino do engate (3).

3. Puxe a alavanca do freio de estacionamento (4) no


lado da caixa de transferência no sentido de desaplicá-
la, compensando a folga da alavanca do freio de esta-
cionamento mediante seu acréscimo ao lado de cima.

WA200-5 20-135
MEDIÇÃO E AJUSTE DA ALAVANCA DE
TESTES E AJUSTES CONTROLE DO EQUIPAMENTO DE TRABALHO

MEDIÇÃO E AJUSTE DA ALA-


VANCA DE CONTROLE DO
EQUIPAMENTO DE TRABALHO
Ferramentas especiais necessárias

Símbolo Nº da peça Nome da peça


H 79A-264-0021 Dinamômetro

a Condições de medição
• Temperatura do líquido de arrefecimento do motor:
faixa de operação do termômetro do líquido de arre-
fecimento do motor
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 ºC
• Rotação do motor: Marcha lenta

k Instale a barra de segurança no chassi


Medição

1. Esforço de operação sobre a alavanca de controle


do equipamento de trabalho
1) Instale a ferramenta H na alavanca de controle
do equipamento de trabalho e fixe-a na posi-
ção.
a Instale a ferramenta H no centro do botão.
a Opere a alavanca de controle na mesma
velocidade das operações normais, e meça
o valor mínimo do esforço necessário para
operar o botão.
a A foto a seguir mostra um exemplo do tipo
de alavanca única, que é medido de modo
similar.

20-136 WA200-5
MEDIÇÃO E AJUSTE DA ALAVANCA DE
TESTES E AJUSTES CONTROLE DO EQUIPAMENTO DE TRABALHO
2. Deslocamento da alavanca de controle do equipa-
mento de trabalho
TESTE E AJUSTE DA PRES-
1) Meça o deslocamento em cada posição quando SÃO HIDRÁULICA DO EQUIPA-
operar a alavanca de controle do equipamento
de trabalho. MENTO DE TRABALHO
a Marque o botão da alavanca e utilize uma
escala para medir. Ferramentas especiais necessárias
a Se o curso não estiver dentro do valor pa-
drão, verifique se há folgas na articulação e Símbolo Nº da peça Nome da peça
desgaste na bucha. Testador hidráulico do tipo
799-101-5002
a A foto a seguir mostra um exemplo do tipo analógico
de alavanca única, que é medido da mesma C 1
Testador hidráulico do tipo
maneira. 790-261-1204
digital
K 4 793-463-1100 Batente

Condições de medição

• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 ºC

k Lentamente afrouxe a tampa do bocal de abas-


tecimento de óleo para liberar a pressão interna
do reservatório hidráulico, e opere as alavancas
de controle várias vezes a fim de liberar a pres-
são remanescente na tubulação hidráulica.

Medição

1. Instale a ferramenta C1 (39,2 MPa {400 kgf/cm2}) no


bocal de medição de pressão do óleo.

2. Acione o motor, suspenda o braço de elevação a


uma altura aproximada de 400 mm, faça o motor fun-
cionar em alta rotação, e então opere a alavanca de
controle para inclinar a caçamba para trás, medindo
em seguida a pressão durante a atuação da válvula
de alívio.

WA200-5 20-137
TESTE E AJUSTE DA PRESSÃO DO ÓLEO
TESTES E AJUSTES PPC DO EQUIPAMENTO DE TRABALHO
Ajuste
TESTE E AJUSTE DA PRES-
a Desligue sempre o motor antes de ajustar a pressão SÃO DO ÓLEO PPC DO EQUI-
de óleo.
PAMENTO DE TRABALHO
k Ao executar a operação com a lança levantada,
ajuste o suporte [1] ou o batente K4 de preven- Ferramentas especiais necessárias
ção de queda da lança na posição antes de
iniciar a operação. Símbolo Nº da peça Nome da peça
Testador hidráulico do tipo
799-101-5002
analógico
1
Testador hidráulico do tipo
C 790-261-1204
digital
799-101-5220 Niple (tamanho = 10 x 1,25 mm)
3
07002-11023 Anel “O”
K 4 793-463-1100 Batente

Condições de medição

• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 ºC

1. Remova a capa da porca (2) e a válvula de alívio (1). k Lentamente afrouxe a tampa do bocal de abas-
2. Afrouxe a contraporca (3) da válvula de alívio (2), e tecimento de óleo para liberar a pressão interna
gire o parafuso de ajuste (4) para ajustar. do reservatório hidráulico. Em seguida opere
a Gire o parafuso de ajuste para realizar o ajuste as alavancas de controle várias vezes, a fim de
conforme descrito a seguir. liberar a pressão na tubulação hidráulica.
• APERTE para AUMENTAR a pressão.
• AFROUXE para DIMINUIR a pressão. k Exceto para a medição da pressão de óleo, ao
a Quantidade de ajuste para cada volta do parafu- executar as operações preparatórias com a lan-
so de ajuste: Aproximadamente 2,43 MPa ça suspensa, ajuste o suporte [1] ou o batente
{24,8 kgf/cm2} K4 de prevenção de queda da lança na posição
a Não execute nenhum ajuste caso a pressão de antes de iniciar a operação.
alívio não possa ser medida com precisão.

k Ao deixar o assento do operador, aplique a ala-


vanca de trava de segurança para conferir segu-
rança às alavancas de controle do equipamento
de trabalho.

20-138 WA200-5
TESTE E AJUSTE DA PRESSÃO DO ÓLEO
TESTES E AJUSTES PPC DO EQUIPAMENTO DE TRABALHO
Medição 2. Medição da pressão de saída da válvula PPC
1) Remova a tampa de inspeção do chassi dianteiro.
1. Medição da pressão básica da válvula PPC 2) Remova o bujão (4) de medição da pressão de
1) Remova o bujão de medição da pressão do óleo saída da válvula PPC do circuito a ser medido, e
(3) (10 mm, P = 1,25 mm) do lado de baixo do em seguida instale o manômetro C1 do óleo
acumulador da PPC. (5,9 MPa {60 kgf/cm2}).
a O acumulador da PPC está instalado próximo
a direita na parte inferior da caixa de transfe-
rência no lado direito do chassi traseiro.

2) Encaixe um bocal, e instale o manômetro C1 do


óleo (5,9 MPa {60 kgf/cm2}).

a A: INCLINAÇÃO da caçamba
B: DESPEJO da caçamba
C: ELEVAÇÃO da lança
D: ABAIXAMENTO da lança

3) Ajuste a alavanca direcional avante-ré na po-


sição “N”, faça o motor funcionar totalmente
acelerado, e meça a baixa pressão de alívio.

WA200-5 20-139
TESTES E AJUSTES SANGRIA DE AR

SANGRIA DE AR 3. Sangria de ar dos cilindros


1) Acione o motor e funcione-o em marcha lenta
por aproximadamente 5 minutos.
Ferramentas especiais necessárias
2) Acione o motor em marcha lenta, e suspenda
e abaixe o braço de elevação de 4 a 5 vezes,
Símbolo Nº da peça Nome da peça
sucessivamente.
C 6 799-401-3300 Adaptador a Opere a haste do pistão a um ponto aproxi-
madamente 100 mm antes do final de seu
1. Sangria de ar do circuito do motor do ventilador curso. Não alivie o circuito sob nenhuma
1) Abra a grade do radiador, e remova a tampa (1). circunstância.
3) Acione o motor deixando-o totalmente acelerado
e repita a Etapa 2). Em seguida, funcione o mo-
tor em marcha lenta e opere a haste do pistão
até o final de seu curso para aliviar o circuito.
4) Repita as etapas 2) e 3) para sangrar o ar dos ci-
lindros da caçamba e dos cilindros direcionais.
a Quando o cilindro tiver sido substituído,
sangre o ar antes de conectar a haste do
pistão.

2) Desconecte a mangueira (2) na porta de entrada


do motor, encaixe a ferramenta C6 e conecte a
mangueira de sangria de ar [1].

3) Acione o motor, e quando o óleo surgir da


mangueira de sangria de ar, desligue o motor e
remova a mangueira de sangria de ar.

2. Sangria de ar do circuito PPC do equipamento de trabalho


1) Opere cada alavanca do equipamento de traba-
lho totalmente e procure mantê-las na posição
por 1 minuto, aproximadamente para aliviar o
circuito. Execute essa operação uma vez para
cada fim de curso de alavanca do equipamento
de trabalho.

20-140 WA200-5
TESTES E AJUSTES LIBERAÇÃO DA PRESSÃO REMANESCENTE NO CIRCUITO HIDRÁULICO

LIBERAÇÃO DA PRESSÃO TESTE E AJUSTE DO POSI-


REMANESCENTE NO CIR- CIONADOR DA CAÇAMBA
CUITO HIDRÁULICO
a Temperatura do líquido de arrefecimento do motor:
1. Liberação da pressão remanescente entre cada cilin- Operação do termômetro do líquido de arrefecimento
dro hidráulico e válvula de controle. do motor
a Se a tubulação entre o cilindro hidráulico e a vál- a Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55 ºC
vula de controle estiver para ser desconectada,
libere a pressão remanescente do circuito como Teste
apresentado a seguir.
1) Desligue o motor. 1. Desligue o motor e verifique se a folga a entre o
2) Lentamente afrouxe a tampa do bocal de abas- interruptor de proximidade (1) e a barra de leitura (2)
tecimento de óleo para liberar a pressão dentro está na faixa padrão.
do reservatório. a Folga a: 3 – 5 mm
3) Opere as alavancas de controle.
a Quando as alavancas são operadas de 2
a 3 vezes, a pressão armazenada no acu-
mulador PPC é removida. Acione o motor,
funcionando-o em marcha lenta por apro-
ximadamente 5 segundos para carregar o
acumulador, em seguida desligue o motor e
opere as alavancas de controle.
a Repita a operação descrita acima de 2 a 3
vezes para liberar toda a pressão remanes-
cente.

2. Liberação da pressão remanescente no circuito do


acumulador do freio.
2. Funcione o motor em marcha lenta e verifique o
a Se a tubulação entre a válvula de carga ACC e
ponto de operação. (Faça a medição por 3 vezes e
o acumulador de freio, entre a válvula de carga
obtenha a média.)
ACC e a válvula do freio de estacionamento,
e entre o acumulador e a válvula do freio, es-
Ajuste
tiver para ser desconectada, libere a pressão
remanescente do circuito como apresentado a
1. Ajuste da folga.
seguir.
1) Ajuste e fixe a folga b entre a ponta do protetor
1) Desligue o motor.
do interruptor (3) e a superfície de leitura do
2) Pressione o pedal de freio pelo menos 100 ve-
interruptor para a faixa padrão com porcas de
zes para liberar a pressão interna do circuito do
comutação (4).
acumulador de freio.
a Folga padrão b: 0,5 – 1,0 mm

3
3. Liberação da pressão remanescente no circuito do
Porca de montagem:
acumulador PPC.
14,7 – 19,6 Nm {1,5 – 2,0 kgm}
a Se a tubulação entre o acumulador PPC e a
válvula PPC estiver para ser desconectada,
libere a pressão remanescente do circuito como
apresentado a seguir.
1) Opere a alavanca de controle de 2 a 3 vezes
para liberar toda a pressão remanescente do
circuito.

WA200-5 20-141
TESTES E AJUSTES TESTE E AJUSTE DO POSICIONADOR DA CAÇAMBA
2) Ajuste e mantenha a folga a entre a superfície a Após efetuar o ajuste, acione o motor e
de leitura do interruptor de proximidade (1) e a opere a alavanca de controle da caçamba
barra de leitura (2) para a faixa padrão com o para verificar se o posicionador da caçamba
calço e o parafuso de montagem do suporte do opera na posição desejada.
interruptor de proximidade.
a Folga a: 3 – 5 mm
a Ajuste a barra de leitura (2) com o calço
para que a folga a entre na faixa padrão por
meio do curso da barra de leitura.

2. Ajuste da posição de instalação (posição de parada).


1) Baixe a caçamba até o nível do solo e ajuste-a
ao ângulo de escavação desejado, retorne a ala-
vanca à posição de manter e desligue o motor.
2) Afrouxe os 2 parafusos de montagem (5) e ajus-
te a posição do protetor do interruptor (3) para
que a extremidade traseira da barra de leitura
(2) esteja ao centro da superfície de leitura do
interruptor de proximidade (1), e então aperte os
2 parafusos de montagem (5).
3) Verifique novamente se a folga (a) entre o inter-
ruptor de proximidade (1) e a barra de leitura (2)
é de 3 – 5 mm.
• A posição de instalação pode ser verificada
pela inspeção da operação da luz piloto do
interruptor de proximidade, com o interrup-
tor de partida na posição LIGADO. (Quando
a luz piloto apaga, a caçamba pára de se
mover.)

20-142 WA200-5
TESTES E AJUSTES TESTE E AJUSTE DO LIMITADOR DA LANÇA

TESTE E AJUSTE DO LIMITA- Ajuste

DOR DA LANÇA 1. Suspenda a lança até a altura desejada.

Teste k Certifique-se sempre de aplicar a trava de segu-


rança à alavanca de controle do equipamento de
1. Com o motor desligado, verifique se a folga a entre trabalho.
o interruptor (1) e a placa (2) apresenta o valor pa-
drão. 2. Afrouxe os 2 parafusos (3) e ajuste a posição da
a Folga a: 3 – 5 mm placa de forma que o centro do interruptor (1) esteja
na extremidade inferior da placa (2), e em seguida
aperte os parafusos (3).

2. Acione o motor, funcionando-o em alta rotação e


verifique o ponto de atuação.
(Faça a verificação 3 vezes e obtenha a média.) 3. Ajuste o interruptor para que a folga a entre a super-
fície de leitura do interruptor e da placa (2) esteja no
valor padrão, e prenda-o na posição.

3 Porca de montagem do interruptor:


14,7 – 19,6 Nm {1,5 – 2,0 kgm}

a Após efetuar o ajuste, opere o equipamento de


trabalho e verifique se o limitador da lança está
atuado na posição desejada.
a Folga padrão a: 3 – 5 mm

WA200-5 20-143
VERIFICAÇÃO DA LUZ DE EXIBIÇÃO DA ATUAÇÃO
TESTES E AJUSTES DO INTERRUPTOR DE PROXIMIDADE

VERIFICAÇÃO DA LUZ DE
EXIBIÇÃO DA ATUAÇÃO DO
INTERRUPTOR DE
PROXIMIDADE
luz de exibição da atuação do interruptor de proximi-
dade (vermelha)

Uma luz de exibição está instalada no interruptor de pro-


ximidade para informar o status da atuação, e deve ser
utilizada ao se fazer ajustes.
• A: Luz de exibição de atuação (vermelha)

Posição relativa do detector e da superfície


Interruptor de proximidade Luz de exibição da atuação Observações
de detecção do interruptor de proximidade
Em contato ACESA Em atuação quando o centro
Posicionador da caçamba
Separado APAGADA do interruptor se aproxima
Em contato ACESA Em atuação quando o centro
Limitador da lança
Separado APAGADA do interruptor se separa

20-144 WA200-5
TESTES E AJUSTES PROCEDIMENTO PARA A VERIFICAÇÃO DO DIODO

PROCEDIMENTO PARA A VE-


RIFICAÇÃO DO DIODO
a Utilize o procedimento a seguir para verificar o diodo
centralizado (8 pinos) e o diodo individual (2 pinos).
a A direção de continuidade do diodo individual está
marcada na sua superfície, conforme mostra o dia-
grama abaixo.

2. Ao utilizar o testador analógico


1) Ajuste-o para a faixa de resistência
2) Ao realizar o procedimento a seguir, verifique a
deflexão do indicador.
i) Coloque o terminal vermelho (+) do pino de
teste em contato com o ânodo (P) do diodo,
e o terminal preto (-) em contato com o cáto-
do (N).
ii) Coloque o terminal vermelho (+) em contato
com cátodo (N) e o terminal preto (-) em
contato com o ânodo (P) do diodo.

3) Avalie a condição do diodo a partir da deflexão


do indicador.
• Se o indicador não sofrer deflexão na Etapa
i), mas sim na Etapa 2): Normal (observe
que a extensão da deflexão (valor da re-
sistência) difere de acordo com o tipo de
testador e a seleção da faixa de medição.)
• Se o indicador sofrer deflexão nas etapas i)
e ii): Defeito (curto-circuito interno).
• Se não houver deflexão do indicador nas eta-
1. Ao utilizar o testador digital
pas i) ou ii): Defeito (desconexão interna).
1) Alterne para a faixa de diodo e verifique o valor
apresentado no visor.
a Com um testador normal, a voltagem da
bateria interna é exibida.
2) Coloque o terminal vermelho (+) do pino de teste
em contato com o ânodo (P) do diodo, e a extre-
midade preta (-) em contato com o cátodo (N), e
verifique o visor.
3) Avalie a condição do diodo a partir do valor apre-
sentado.
• O valor no visor não se altera: Sem continui-
dade (com defeito)
• Há alterações do valor no visor: Existe con-
tinuidade (normal) (consulte a)
a No caso dos diodos de silicone, é exibido
um valor entre 460 e 600.

WA200-5 20-145
MÉTODO DE CONEXÃO DO ADAPTADOR T
TESTES E AJUSTES PARA O CONTROLADOR HST

MÉTODO DE CONEXÃO DO 3. Desconecte os conectores L41 e L42 do controlador HST.


1) Insira uma chave de fenda de cabeça chata na
ADAPTADOR T PARA O CON- barra deslizante (a) do conector L41 e faça a
barra deslizar.
TROLADOR HST a Deslize a barra deslizante até que fique tra-
vada.
a Adaptador T para o controlador HST a A barra deslizante é feita de plástico. Tome
cuidado para não danificá-la empregando
Símbolo Nº da peça Nome da peça força excessiva.
799-601-9710 Adaptador T 2) Desconecte o conector L41.
U 3 a Da mesma forma, desconecte o conector L42.
799-601-9720 Adaptador T

a Ao diagnosticar as falhas do circuito elétrico para o


controlador HST, conecte os adaptadores T de acor-
do com o procedimento a seguir.

1. Remova a tampa (1).

2. Usando uma chave hexagonal [1], disconecte o co-


nector L80 da controladora KOMTRAX.

4. Conecte os adaptadores T U3 para desconectar os


conectores L41 e L42.

5. Conecte o conector L80 da controladora KOMTRAX


e aperte o parafuso com o torque especificado.
3 Parafuso: 2,82 Nm {0,288 Kgfm}

20-146 WA200-5
TESTES E AJUSTES FUNÇÕES ESPECIAIS DO MONITOR DA MÁQUINA

FUNÇÕES ESPECIAIS DO
MONITOR DA MÁQUINA
Funções normais e funções especiais do monitor da máquina
O monitor da máquina está equipado com funções normais e funções especiais.
Vários itens de dados são exibidos no visor de caracteres no centro do monitor da máquina. Dependendo da configura-
ção interna do monitor da máquina, os itens exibidos são divididos entre itens exibidos automaticamente e itens exibidos
durante a operação dos interruptores do monitor da máquina.

1. Funções normais: Modo do operador


Funções para as quais o conteúdo é normalmente exibido ou que possa ser exibido e controlado pelo operador que
manuseia os interruptores.
2. Funções especiais: Modo de serviço
Funções às quais o responsável pelo serviço pode visualizar e operar os interruptores especiais para realizar a ins-
peção, manutenção e o diagnóstico de falhas.

Modo do operador i Modo de serviço


o
1 Horímetro, visor de horas 8 Função de exibição dos dados com
2 Função de exibição do odômetro problemas do sistema elétrico
3 Função de exibição do intervalo de 9 Função de exibição dos dados com
troca do óleo e substituição do filtro problemas do sistema mecânico
4 Função de seleção do idioma 10 Função de monitoramento dos dados
da máquina
5 Função de seleção da HST
11 Função de configuração do intervalo de
6 Função de exibição do código de ação
troca do óleo e substituição do filtro
7 Função de exibição do código de falha
12 Função de seleção de opção
13 Função de inicialização

WA200-5 20-147
TESTES E AJUSTES FLUXO DOS MODOS E FUNÇÕES

FLUXO DOS MODOS E


FUNÇÕES
Seleção Para frente
Retornar Para trás
Código da ação
(quando houver falha)

Horímetro e relógio
Automático Exibido alternadamente em
intervalos de 3 segundos

Exibido alternadamente em
intervalos de 3 segundos

Exibido alternadamente em
Enquanto o código da ação estiver em intervalos de 3 segundos
exibição, quando o interruptor “>” for
pressionado, será exibido o código de
falha de 6 dígitos.

Substituição do óleo e filtro (30 horas Cód. ação Ação do operador


até a próxima substituição) Estacione a máquina, desligue o motor e chame a assistência
Diminua a velocidade da máquina e do motor (superaquecimento)
Verifique e faça a manutenção da máquina após o serviço ou a cada troca de operador
Automático
Coloque os interruptores e alavancas na posição neutro

Modo do operador

Freqüência Nº
Item (h) da
substituição Exibição do item IDENT

Óleo do motor OLEO MOT


Filtro de óleo do motor FILTR OLEO MOT
Filtro de combustível FILTR COMB
òleo da transferência OLEO TRANSF
Filtro de óleo HST FILTR OLEO HST
Elemento de respiro do reservatório hidráulico RESPIRO HIDR
Óleo hidráulico OLEO HIDR
Óleo do eixo OLEO EIXO

Exibido alternadamente em Exibido alternadamente em


intervalos de 3 segundos intervalos de 3 segundos
alternadamente

Parte superior: nº do ID / itens de


manutenção
Exibido

Parte inferior: total de horas até a próx.


substituição / nº de
substituições

Seleção
do idioma Selecione SIM “<” ou NÃO “>” e pressio-
ne “t”. Quando SIM for selecionado, o
tempo restante será admitido somente
quando o interruptor de iluminação no-
turna estiver acionado.

Modo de serviço

20-148 WA200-5
TESTES E AJUSTES FLUXO DOS MODOS E FUNÇÕES

Modo de serviço Seleção Para frente


Retornar Para trás
Pressione “t” e “<” ao mesmo tempo.
Entrada 6491 na tela de inserção de ID

Exibição da função do his-


tórico de falhas elétricas
ø ø ø : indica o número seqüencial de
falhas
######: 6 dígitos do código de falha
$$$: indica a quantidade de ocorrências Exibido alternadamente em
intervalos de 3 segundos
anormais aplicáveis
%%%%%: total de horas desde a ocorrên-
cia da primeira falha
@@@@@: total de horas desde a ocor-
Pisca no momento em que ocorrer a falha rência da última falha Exclusão do respectivo item
Selecione SIM pressionado “<” ou
Exibir a memória seguinte: “<” NÃO pressionando “>”, e por fim
Exibir a memória anterior: “>” pressione t.
Quando SIM for selecionado, a memó-
ria ou o respectivo item será excluído.

Exclusão de todos os itens


Selecione SIM pressionado “<” ou NÃO
pressionando “>”, e por fim pressione t.
Quando SIM for selecionado, a memória
ou todos os itens das falhas elétricas serão
Exibição da função do his- excluídos.
tórico de falhas mecânicas

øøø: indica o número seqüencial de falhas


######: 6 dígitos do código de falha Consulte a tabela para
$$$: indica a quantidade de ocorrências anor- obter os códigos de falhas
Exibido alternadamente em mais aplicáveis de 6 dígitos
intervalos de 3 segundos %%%%%: indica a leitura do horímetro na
ocorrência da primeira falha
@@@@@: indica a leitura horímetro na ocor-
rência da última falha
Pisca no momento em que ocorrer a falha

Exibir a memória seguinte: “<”


Exibir a memória anterior: “>”

O histórico de falhas mecânicas não pode ser apagado