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FARMACOCINÉTICA CODÓ-MA 2019
FARMACOCINÉTICA CODÓ-MA 2019
FARMACOCINÉTICA CODÓ-MA 2019
FARMACOCINÉTICA CODÓ-MA 2019
FARMACOCINÉTICA CODÓ-MA 2019

FARMACOCINÉTICA

CODÓ-MA

2019

FARMACOCINÉTICA CODÓ-MA 2019

COMO AS SUBSTÂNCIAS AFETAM O

CORPO

COMO AS SUBSTÂNCIAS AFETAM O CORPO OUTRAS CÉLULAS EFEITOS COLATERAIS LOCAL ALVO EFEITO TERAPÊUTICO
COMO AS SUBSTÂNCIAS AFETAM O CORPO OUTRAS CÉLULAS EFEITOS COLATERAIS LOCAL ALVO EFEITO TERAPÊUTICO
COMO AS SUBSTÂNCIAS AFETAM O CORPO OUTRAS CÉLULAS EFEITOS COLATERAIS LOCAL ALVO EFEITO TERAPÊUTICO
OUTRAS CÉLULAS EFEITOS COLATERAIS
OUTRAS
CÉLULAS
EFEITOS
COLATERAIS
LOCAL ALVO
LOCAL
ALVO
EFEITO TERAPÊUTICO
EFEITO
TERAPÊUTICO

COMO AS SUBSTÂNCIAS AFETAM O CORPO

A atividade terapêutica, ou uma eventual toxicidade, de um medicamento depende da permanência de seu princípio ativo no organismo.

sangue

Princípio ativo
Princípio ativo
um medicamento depende da permanência de seu princípio ativo no organismo. sangue Princípio ativo efeito farmacológico

efeito farmacológico

um medicamento depende da permanência de seu princípio ativo no organismo. sangue Princípio ativo efeito farmacológico

Farmacocinética e Farmacodinâmica

Farmacocinética e Farmacodinâmica

FARMACOCINÉTICA - ABSORÇÃO

o caminho percorrido e o impacto causado pelos fármacos no corpo humano.

Objeto de estudo da farmacocinética é o processo de metabolismo dos medicamentos.

fármacos no corpo humano.  Objeto de estudo da farmacocinética é o processo de metabolismo dos

FARMACOCINÉTICA - ABSORÇÃO

Para alcançar o local de ação o fármaco é obrigado, na maioria dos casos, a atravessar membranas biológicas como o epitélio gástrico e intestinal, ou o endotélio vascular, ou ainda as membranas plasmáticas celulares.

OBJETIVO transferir o fármaco do local onde é administrado para os fluidos circulantes, representados especialmente pelo sangue.

ABSORÇÃO

ABSORÇÃO

ABSORÇÃO
ABSORÇÃO

ABSORÇÃO

ABSORÇÃO

ABSORÇÃO

ABSORÇÃO

ABSORÇÃO

ABSORÇÃO

ABSORÇÃO

FARMACOCINÉTICA - ABSORÇÃO

 Fatores que podem influenciar este processo de absorção  Ligados a via de administração
 Fatores
que
podem
influenciar
este processo de absorção
 Ligados a via de administração
• A área da superfície absortiva
• A circulação no local de administração

FARMACOCINÉTICA - ABSORÇÃO

Fatores

que

podem

influenciar

este processo de absorção

Ligados a via de administração

A área da superfície absortiva

A circulação no local de administração

Ligados a via de administração • A área da superfície absortiva • A circulação no local
Ligados a via de administração • A área da superfície absortiva • A circulação no local

FARMACOCINÉTICA - ABSORÇÃO

Fatores

que

podem

influenciar

este processo de absorção

Ligados ao fármaco

pH no local de absorção

Tamanho e forma das partículas

Forma farmacêutica

Tempo de contato com a superfície

de absorção

Concentração do fármaco no local

• Forma farmacêutica • Tempo de contato com a superfície de absorção • Concentração do fármaco

FARMACOCINÉTICA - ABSORÇÃO

Fatores

que

podem

influenciar

este processo de absorção

Ligados ao indivíduo

esvaziamento gástrico

alimentos

condições patológicas

processo de absorção  Ligados ao indivíduo • esvaziamento gástrico • alimentos • condições patológicas
FARMACOCINÉTICA - BIODISPONIBILIDADE  Biodisponibilidade à velocidade em que a porção ativa adentra a

FARMACOCINÉTICA -

BIODISPONIBILIDADE

Biodisponibilidade

à

velocidade em que a porção ativa adentra a circulação

sistêmica, alcançando, assim, o local de ação.

refere-se

à

extensão

e

Causas de baixa biodisponibilidade:

Fármacos administrados por via oral

O tempo insuficiente de absorção no trato GI

Idade, sexo, atividade física, fenótipo genético, estresse, doenças

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

Passagem do fármaco da circulação sanguínea para o líquido intersticial e celular

- DISTRIBUIÇÃO  Passagem do fármaco da circulação sanguínea para o líquido intersticial e celular

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA - DISTRIBUIÇÃO

FARMACOCINÉTICA -

BIOTRANSFORMAÇÃO

A

BIOTRANSFORMAÇÃO

OU

METABOLIZAÇÃO

PREPARA

O

FÁRMACO PARA QUE ELE SEJA EXCRETADO!

Geralmente, o fígado é o maior e algumas vezes o único sítio de biotransformação de fármacos;

SEJA EXCRETADO!  Geralmente, o fígado é o maior e algumas vezes o único sítio de

FARMACOCINÉTICA -

BIOTRANSFORMAÇÃO

Metabolismo de primeira passagem: Diminui

a quantidade de fármaco biodisponível para ação.

Meia vida: o tempo gasto para que a concentração plasmática ou a quantidade original de um fármaco no organismo se reduza à metade.

gasto para que a concentração plasmática ou a quantidade original de um fármaco no organismo se

FARMACOCINÉTICA - EXCREÇÃO DE

FÁRMACOS

Por excreção se entende a passagem dos fármacos da circulação sanguínea para o meio externo.

Locais de excreção

Rins

Pulmões (gazes)

Suor

Mama (leite materno)

Tubo digestivo

FARMACOCINÉTICA - EXCREÇÃO DE

FÁRMACOS

FARMACOCINÉTICA - EXCREÇÃO DE FÁRMACOS

FARMACOCINÉTICA - EXCREÇÃO DE

FÁRMACOS

FARMACOCINÉTICA - EXCREÇÃO DE FÁRMACOS

FARMACOCINÉTICA - EXCREÇÃO DE

FÁRMACOS

FARMACOCINÉTICA - EXCREÇÃO DE FÁRMACOS

FARMACOCINÉTICA - EXCREÇÃO DE

FÁRMACOS

FARMACOCINÉTICA - EXCREÇÃO DE FÁRMACOS

FARMACOCINÉTICA - EXCREÇÃO DE

FÁRMACOS

FARMACOCINÉTICA - EXCREÇÃO DE FÁRMACOS

FARMACOCINÉTICA - EXCREÇÃO DE

FÁRMACOS
FÁRMACOS
FÁRMACOS
FÁRMACOS

FARMACOCINÉTICA - EXCREÇÃO DE

EXCREÇÃO DE FÁRMACOS ÁCIDOS

EXCREÇÃO DE FÁRMACOS ÁCIDOS

EXCREÇÃO DE FÁRMACOS ÁCIDOS

EXCREÇÃO DE FÁRMACOS ÁCIDOS

EXCREÇÃO DE FÁRMACOS BÁSICOS

EXCREÇÃO DE FÁRMACOS BÁSICOS

EXCREÇÃO DE FÁRMACOS BÁSICOS

EXCREÇÃO DE FÁRMACOS BÁSICOS
FARMACODINÂMICA CODÓ-MA 2019
FARMACODINÂMICA CODÓ-MA 2019
FARMACODINÂMICA CODÓ-MA 2019
FARMACODINÂMICA CODÓ-MA 2019
FARMACODINÂMICA CODÓ-MA 2019

FARMACODINÂMICA

CODÓ-MA

2019

FARMACODINÂMICA CODÓ-MA 2019

Farmacodinâmica: como as

substâncias afetam o corpo

Farmacodinâmica: como as substâncias afetam o corpo OUTRAS CÉLULAS EFEITOS COLATERAIS LOCAL ALVO EFEITO
Farmacodinâmica: como as substâncias afetam o corpo OUTRAS CÉLULAS EFEITOS COLATERAIS LOCAL ALVO EFEITO
Farmacodinâmica: como as substâncias afetam o corpo OUTRAS CÉLULAS EFEITOS COLATERAIS LOCAL ALVO EFEITO
OUTRAS CÉLULAS EFEITOS COLATERAIS
OUTRAS
CÉLULAS
EFEITOS
COLATERAIS
LOCAL ALVO
LOCAL
ALVO
EFEITO TERAPÊUTICO
EFEITO
TERAPÊUTICO

Farmacodinâmica: como as

substâncias afetam o corpo

Seletividade da Ação dos Medicamentos:

medicamento seletivo efeito em órgão ou sistema isolado

medicamento não seletivo efeito em vários órgãos ou sistemas

ATROPINA

em vários órgãos ou sistemas A T R O P I N A   
 

relaxa os músculos no trato gastrointestinal

relaxa os músculos do olho e do trato respiratório

diminuir a secreção das glândulas sudoríparas e mucosas

Farmacodinâmica: como as

substâncias afetam o corpo

Farmacodinâmica: como as substâncias afetam o corpo

Farmacodinâmica: como as

substâncias afetam o corpo

Agonistas

Ativa os receptores

Agonistas Ativa os receptores Função Celular

Função

Celular

Agonistas Ativa os receptores Função Celular
o corpo Agonistas Ativa os receptores Função Celular Antagonistas Bloqueia os receptores Função

Antagonistas

Bloqueia

os

receptores

Antagonistas Bloqueia os receptores Função Celular

Função

Celular

Antagonistas Bloqueia os receptores Função Celular

Farmacodinâmica: como as

substâncias afetam o corpo

Farmacodinâmica: como as substâncias afetam o corpo

Farmacodinâmica: como as

substâncias afetam o corpo

Afinidade: atração mútua

ou a força da ligação entre

uma droga e seu alvo.

Atividade

Intrínseca:

medida da capacidade da droga em produzir um efeito farmacológico quando ligada

ao seu receptor.

Atividade Intrínseca: medida da capacidade da droga em produzir um efeito farmacológico quando ligada ao seu

Farmacodinâmica: como as

substâncias afetam o corpo

Potência:

à

quantidade

de

medicamento

(comumente

expressa

em

miligramas) necessária para produzir um efeito.

Eficácia: resposta terapêutica máxima potencial que um medicamento pode

produzir.

Sistema Nervoso

Sistema Nervoso

rápida transmissão elétrica das informações;

receptores se localizam entre a célula nervosa e o órgão efetor;

sinais são conduzidos por substâncias químicas: Neurotransmissores.

Impulso elétrico chega até o neurônio, onde há liberação dos neurotransmissores que se localizam dentro destes.

FRIO

Hipotálamo

onde há liberação dos neurotransmissores que se localizam dentro destes. FRIO Hipotálamo Arrepio Homeostasia
onde há liberação dos neurotransmissores que se localizam dentro destes. FRIO Hipotálamo Arrepio Homeostasia

Arrepio

onde há liberação dos neurotransmissores que se localizam dentro destes. FRIO Hipotálamo Arrepio Homeostasia

Homeostasia

Sistema Nervoso

SNC

Sistema Nervoso SNC SN SNP Sistema Nervoso Somático Sistema Nervoso Autônomo

SN

SNP

Sistema Nervoso Somático

Sistema Nervoso Autônomo

Sistema nervoso Autônomo:

Simpático e Parassimpático

Sistema nervoso Autônomo:

Simpático e Parassimpático

Alterações fisiológicas do simpático

coração: aumento de força de contração e frequência cardíaca;

vasos: vasoconstrição;

pressão: aumento da P.A

vísceras: vasoconstrição (alguns dilatação)

músculo esquelético: dilatação vasos;

pupila: midríase;

esfíncteres: contração;

TGI: redução motilidade;

secreções gástricas: redução;

brônquios: broncodilatação;

aumento sudorese;

aumento da glicogenólise.

Sistema nervoso Autônomo:

Simpático e Parassimpático

Sistema nervoso Autônomo:

Simpático e Parassimpático

Alterações fisiológicas do parassimpático

coração: diminui a força de contração e frequência cardíaca.

vasos: vasodilatação;

diminuição da pressão arterial;

esfíncteres: abertura;

TGI: aumento da motilidade e das secreções;

brônquios: broncoconstricção;

pupila: miose.

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

Ansiolíticos e Hipnóticos

Antipsicóticos

Antidepressivos

Analgésicos centrais

AINEs

Antibióticos

Anticoncepcionais

 Antipsicóticos  Antidepressivos  Analgésicos centrais  AINEs  Antibióticos  Anticoncepcionais

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

ANSIOLÍTICOS E HIPNÓTICOS

ansiolíticos são drogas que diminuem a tensão emocional;

hipnóticos são drogas que provocam sono semelhante ao fisiológico;

principais grupos de drogas: benzodiazepínicos e os barbitúricos.

que provocam sono semelhante ao fisiológico;  principais grupos de drogas: benzodiazepínicos e os barbitúricos.

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

ANSIOLÍTICOS E HIPNÓTICOS Benzodiazepínicos

grupo de drogas mais utilizados em casos de ansiedade;

provocam efeito tranquilizante e efeitos sedativos;

uso prolongado: dependência e à tolerância;

depressão da atividade cerebral

1) diminuição de ansiedade;

2) indução de sono;

3) relaxamento muscular;

4) redução do estado de alerta.

cerebral 1) diminuição de ansiedade; 2) indução de sono; 3) relaxamento muscular; 4) redução do estado

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

ANSIOLÍTICOS E HIPNÓTICOS

Benzodiazepínicos

álcool potencializa e prejudica a ação;

coadjuvantes do tratamento psiquiátrico;

Efeitos Colaterais

sedação e sonolência;

dependência x tolerância x abstinência.

Receita tipo B, em cor azul e padronizada pelo Ministério

da Saúde (retenção da receita);

x abstinência.  Receita tipo B, em cor azul e padronizada pelo Ministério da Saúde (retenção

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

ANSIOLÍTICOS E HIPNÓTICOS Barbitúricos

são sedativos e calmantes

Usados para alguns tipos de cefaléia, para hipnose,

para epilepsia, pressão sanguínea alta, distúrbios do

sono provocam dependência física e psicológica, depressão

na respiração e no sistema nervoso central, depressão do centro do hipotálamo, vertigem, redução da urina, espasmo da laringe, crise de soluço, sedação, alteração motora

centro do hipotálamo, vertigem, redução da urina, espasmo da laringe, crise de soluço, sedação, alteração motora

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

ANTIPSICÓTICO

Esquizofrenia:

doença crônica e incapacitante que causa ilusões, comprometimento do senso de realidade, distúrbios do pensamento, alucinações, agressividade causada por um excesso de dopamina fármaco tem ação de bloqueio dos receptores de dopamina com efeitos sedativos e psicomotores

podem provocar movimentos involuntários da face, tronco

e extremidades, menor iniciativa

sedativos e psicomotores  podem provocar movimentos involuntários da face, tronco e extremidades, menor iniciativa

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

ANTIDEPRESSIVOS

Depressão:

distúrbio da afetividade com alterações de humor que se

manifesta de forma discreta ou grave. A pessoa tem

insônia, falta de apetite, ideias suicidas. Antidepressivo é uma substância considerada eficaz na

remissão de sintomas característicos da síndrome depressiva Os sintomas da depressão seriam causados pela deficiência de neurônios capazes de produzir

noradrenalina, dopamina ou serotonina.

da depressão seriam causados pela deficiência de neurônios capazes de produzir noradrenalina, dopamina ou serotonina.

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

ANALGÉSICOS CENTRAIS

possuem capacidade de aliviar as dores viscerais e

profundas; normalmente provocam efeitos sedativos Opióides

grupo de analgésicos mais potente e tranquilizante

produzidos a partir do ópio, derivado da papoula

protótipo: morfina

usados na dor e alta intensidade

 produzidos a partir do ópio, derivado da papoula  protótipo: morfina  usados na dor

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

ANALGÉSICOS CENTRAIS

Opióides

podem dependência

produzir

efeitos

no

SNC:

euforia,

depressão

disforia, sedação, miose

estados

hipnóticos

e

respiratória,

analgesia,

usos clínicos: dor crônica, diarreia, dor aguda forte

miose estados hipnóticos e respiratória, analgesia,  usos clínicos: dor crônica, diarreia, dor aguda forte

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

ANALGÉSICOS CENTRAIS

Opióides

naturais: endorfinas, encefalinas

 Opióides  naturais : endorfinas, encefalinas  derivados do ópio: morfina, codeína, heroína 

derivados do ópio: morfina, codeína, heroína

sintéticos: fentanil, loperamida

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

FARMACOLOGIADO SISTEMA CARDIOVASCULAR

coração: antiarritímicos e cardiotônicos

vasos sanguíneos: anti-hipertensivos

sangue: hemostáticos

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

FARMACOLOGIADO SISTEMA CARDIOVASCULAR

coração: antiarritímicos e cardiotônicos

vasos sanguíneos: anti-hipertensivos

sangue: hemostáticos

 coração : antiarritímicos e cardiotônicos  vasos sanguíneos: anti-hipertensivos  sangue : hemostáticos

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

ANTI-HIPERTENSIVOS

medicamentos de ação central

reduzem a liberação de adrenalina efeito hipotensor discreto quando em terapia isolada

reações adversas: sonolência, hipotensão postural, sedação

efeito hipotensor discreto quando em terapia isolada  reações adversas: sonolência, hipotensão postural, sedação

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

ANTI-HIPERTENSIVOS

Bloqueadores dos canais de cálcio

provocam redução da resistência vascular periférica

(dilatação das artérias) por diminuição da concentração de cálcio nas células musculares lisas da parede dos vasos.

reações

adversas:

extremidades

tontura,

cefaleia,

edema

de

nas células musculares lisas da parede dos vasos.  reações adversas: extremidades tontura, cefaleia, edema de

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

a
a

ANTI-HIPERTENSIVOS

Inibidores da enzima de conversão da angiotensina (inibidores da ECA)

inibição

da

enzima

de

conversão

da

angiotensina,

transformação da angiotensina I em II no sangue e nos tecidos

bloqueando

reações adversas: tosse seca, alteração do paladar, hipotensão postural (quando em associação a um diurético)

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

PA
PA

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

FARMACOLOGIA DO SISTEMA DIGESTIVO Drogas Eméticas e Antieméticas

Eméticas: atua como irritante da parede estomacal

Antieméticas: alívio dos sintomas relacionados com o enjoo, as náuseas e os vômitos

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

FARMACOLOGIA DO SISTEMA DIGESTIVO Purgativos Emolientes fecais: atuam como detergentes, deixando as fezes mais moles.

Purgativos estimulantes: aumentam o peristaltismo e também a secreção de água

deixando as fezes mais moles.  Purgativos estimulantes: aumentam o peristaltismo e também a secreção de

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

FARMACOLOGIA DO SISTEMA DIGESTIVO

Antidiarreicos

fármacos capazes de reduzir a motilidade do aparelho digestivo, sendo eficientes no tratamento da diarreia.

 fármacos capazes de reduzir a motilidade do aparelho digestivo, sendo eficientes no tratamento da diarreia.

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

FARMACOLOGIA DO SISTEMA DIGESTIVO

Secreção Gástrica atuam estimulando ou inibindo a liberação da secreção gástrica pelas glândulas gástricas.

Os antiácidos são largamente usados para neutralizar a produção de suco gástrico

pelas glândulas gástricas.  Os antiácidos são largamente usados para neutralizar a produção de suco gástrico

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

FARMACOLOGIA DO SISTEMA URINÁRIO

os diuréticos aumentam a excreção de água e sódio provocando redução

de líquido extracelular

Diuréticos de alça: removem uma grande quantidade de sódio dos rins, produzem o aumento do fluxo urinário e são mais poderosos do que os tiazídicos.

Diuréticos tiazídicos: aumentam moderadamente a eliminação de urina e são

os únicos diuréticos que também agem como vasodilatadores sanguíneos, o

que também ajuda a diminuir a pressão arterial.

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

ANTIINFLAMATÓRIOS NÃO ESTEROIDAIS (AINES) possuem a capacidade de controlar a inflamação, de analgesia (reduzir a dor), e de combater a hipertermia (febre)

efeitos adversos: hemorragia gástrica, náuseas, vômitos

(reduzir a dor), e de combater a hipertermia (febre)  efeitos adversos: hemorragia gástrica, náuseas, vômitos

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

ANTIBIÓTICO

interferem

seu

metabolismo e/ou sua reprodução, permitindo ao sistema imunológico

combatê-los com maior eficácia.

com

os

micro-organismos,

matando-os

ou

inibindo

pode

ser

bactericida , quando

tem

efeito

letal

sobre

a

bactéria

ou

bacteriostático, se interrompe a sua reprodução ou inibe seu metabolismo

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

ANTICONSCEPCIONAIS

Pílula combinada

combinação de estrogênio com progestogênio essa pílula combinada é tomada durante 21 dias consecutivos, seguidos de um período de sete dias sem pílula Benefícios: aumento do prazer sexual, regularização do ciclo menstrual, diminuição do fluxo sanguíneo

Efeitos colaterais: náusea, sensibilidade mamária, ganho de

peso

ciclo menstrual, diminuição do fluxo sanguíneo  Efeitos colaterais: náusea, sensibilidade mamária, ganho de peso

GRUPOS FARMACOLÓGICOS

ANTICONSCEPCIONAIS

Pílula com progestogênio somente ( mini-pílula )

a pílula é tomada diariamente sem interrupção.

o modo de ação é primariamente sobre o muco

cervical , que se torna inóspito aos espermatozoides.

inibem a ovulação

o efeito contraceptivo é menos confiável que o da

pílula combinada, e a omissão de uma dose pode resultar em gravidez.

somente progesterona pode ser administrada após

o parto

e a omissão de uma dose pode resultar em gravidez.  somente progesterona pode ser administrada

GRUPOS FARMACOLÓGICOS -

ANTICONSCEPCIONAIS

ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL MENSAL

ANTICONCEPCIONAL HORMONAL INJETÁVEL TRIMESTRAL

ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIA

TABELINHA

TABELINHA

TABELINHA

TABELINHA