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TRAUMATOLOGIA

OU
LESIONOLOGIA
Conceito: É o ramo da Medicina Legal que
estuda as lesões e estados patológicos ,
imediatos ou tardios , produzidos por violência,
sobre o corpo humano. Trata também das
diversas modalidades de energias causadoras
desses danos. ( Genival Veloso De França)
TRAUMA
• CONCEITO : É UMA ENERGIA , FÍSICA
QUÍMICA, BIOLOGICA E MISTA QUE
QUANDO TRANSFERIDA PARA O CORPO,
É CAPAZ DE ALTERAR SEU ESTADO
FISIOLOGICO OU ORGÂNICO CAUSANDO
LESÃO.
O QUE É LESÃO?
• LESÃO : É UMA ALTERAÇÃO MORFOLÓGICA ,
FISIOLÓGICA OU MISTA , QUE OCORRE NO
ORGANISMO , CAUSADA PELA AÇÃO DE UMA CERTA
QUANTIDADE DE ENERGIA DE ORDEM FÍSICA,
QUÍMICA, BIOLOGICA OU MISTA , CHAMADA
GENERICAMENTE DE TRAUMA
CLUGREB
CAMADA CÓRNEA
• A camada córnea é constituída por células mortas, sem núcleo
e completamente achatadas em forma de lâminas. Estas
lâminas se sobrepõem formando uma estrutura rígida e
hidrófila exercendo as funções de proteção contra agentes
físicos, químicos e biológicos, além de impedir a evaporação
de água. Nesta camada ocorre o desprendimento constante
dos queratinócitos e consequentemente uma renovação
constante da epiderme.
Células da camada córnea sem
núcleo
Devido ao mecanismo da fecundação, as mitocôndrias e o DNA
mitocondrial são herdados via materna, porque só o núcleo do
espermatozóide (sem mitocôndria) penetra no óvulo para a
formação do zigoto
CAMADA BASAL
• A camada basal é a camada mais profunda da epiderme que
faz contato direto com a derme. É formada por uma única
fileira de células prismáticas. É a camada onde ocorre intensa
divisão celular, responsável pela renovação da epiderme,
fornecendo células para substituir as que são perdidas na
camada córnea. Nesse processo as células partem da camada
basal e vão sendo deslocadas para a periferia até a camada
córnea, num período de 21 a 28 dias.
Camadas da pele
TIPOS DE ENERGIA
CINÉTICA MOVIMENTO

ELÉTRICA ELETROPLESSÃO
ELETROFULGURAÇÃO
ENERGIA FÍSICA TÉRMICA CALOR E FRIO

BAROMÉTRICA PRESSÃO

RADIANTE RADIAÇÃO SOLAR


TIPOS DE ENERGIA
QUÍMICAS SUBSTÂNCIAS CAUSTICAS ÁCIDOS E NITRATO DE
E VENENOS PRATA

BIOLÓGICAS BACTÉRIAS E VÍRUS

FÍSICO-QUÍMICA ASFIXIAS
Tipos de energias vulnerantes
fisicas Mecanicas
Não mecanicas
Quimicas Acidos
alcalinos
Energias
Biologicos Virus
Bacterias
Protozoarios

mistos Fisicoquimicos
Bioquimicos
Biofisicos
Biodimanicos
ENERGIAS MECÂNICAS
1 – SÃO AQUELAS QUE DEPENDEM DE
MOVIMENTO :

Ec = m.v2/2

P = F/S
E = m.v²/2
• A energia cinética é expressa pela
equação: E = m.v²/2, em que E é
energia; m é a massa do agente; v
é a sua velocidade.
E = m.v²/2
• A quantidade de energia antes do
choque de dois corpos tem que
ser igual à energia presente após
a colisão, pelo principio geral da
conservação da energia.
(P = F/S)
• A produção de lesões depende também da
extensão da área sobre a qual atua um
agente mecânico. A pressão por um corpo
sobre uma superfície é diretamente
proporcional a sua força e inversamente a
extensão da área com que entre em contato
(P = F/S), por isso, um alfinete precisa de
pouca força para penetrar na pele.
AGENTES MECÂNICOS
1 – Contundentes : o contato ocorre por meio de uma
superfície , não há ponta nem gume (borda aguçada) ,
ex : cassetete , taco de beisebol ;
2 – Perfurantes : o contato ocorre por meio de uma
ponta , ex : alfinte , agulha , tachinha;
3- Cortantes : o contato ocorre por meio de uma borda
aguçada , ex : navalha , lamina de barbear;
CLASSIFICAÇÃO DOS AGENTES
4 – Perfuro – cortante: o contato ocorre por meio de
uma ponta e uma borda aguçada, ex : faca , punhal ,
estrela ninja;
5 – Perfuro – contundente: o contato ocorre por meio
de uma ponta romba, ex: projétil de arma
6 – Corto-contundente: o contato ocorre por meio de
uma borda aguçada com grande massa ex: machado,
guilhotina
OBSERVAÇÃO
NÃO EXISTE LESÕES DILACERANTES ,
CONTUSODILACERANTES ,
PERFURODILACERANTES E
CORTODILACERANTES
GENIVAL VELOSO DE FRANÇA PAG. 83
PERFURANTE: transferem sua energia cinética por meio de uma calibre pequeno: alfinete, agulha e espinho
ponta, pressionando e afastando os elementos do tecido. calibre médio: furador de gelo e sovela

CORTANTE: transferem energia cinética por deslizamento e navalha, caco de vidro, pedaço de folha metálica e de folha de papel
leve pressão através de uma borda aguçada a que se dá o
nome gume ou fio.

PÉRFURO-CORTANTE: possuem uma ponta e um ou mais gumes. 1 gume: faca de cozinha e canivete
Transferem sua energia cinética por pressão, através da ponta e por 2 gumes: punhal, baioneta e espada
deslizamento dos gumes, que seccionam as fibras dos tecidos. + de 2 gumes: lima e estoque de vergalhão

CORTO-CONTUNDENTE: instrumentos que, dotados de grande massa, machado, inchada, foice, facão, cutelo, alfanjes, roda de trem e
transferem a sua energia por meio de um gume. guilhotina.

PERFURO-CONTUNDENTE: atuam por meio de uma ponta romba, por projétil de arma de fogo, vergalhão, grade, flecha e pedaço de madeira
pressão, e produzem lesões em forma de túnel. alongado.
CONTUNDENTES NÃO CORTA Martelo
NÃO PERFURA cassetete

ENERGIAS VULNERANTES Cortantes Só corta Navalha


OU Lamina de barbear
AGENTES VULNERANTES
FÍSICOS
MECÂNICOS

Perfurantes Só perfura Agulha , alfintete e


picador de gelo
Mistos Perfuro – cortante -Faca, punhal
Perfuro – contundente -Projétil de arma de fogo
Corto contundente - Machado , arcada
dentaria
MECANISMO DE TRANSMISSÃO DE
EC. DOS AGENTES VULNERANTES
• PRESSÃO
• SUCÇÃO
• COMPRESSÃO
• TRAÇÃO
• TORSÃO
• FLEXÃO
• CISALHAMENTO
• DESLIZAMENTO
compressão:
• Compressão: o agente incide
diretamente sobre a superfície e
comprime os tecidos (soco,
martelada, pedrada). É a forma mais
comum.
TRAÇÃO
Quando uma parte do corpo, por exemplo os
cabelos, é presa e puxada por alguma
engrenagem. Nestes casos, pode ocorrer o
escalpe, que é o arrancamento do couro
cabeludo.
• Torções articulares provocam
lesões por força de tração
exercida sobre os ligamentos da
face oposta à flexão ou extensão
exagerada.
Deslizamento:
• Deve-se ao atrito entre o agente e a pele. O
exemplo mais comum são as escoriações.
Na maioria das vezes, o que se observa, na
prática, é a combinação de lesões produzidas
por mais de um dos três mecanismos no
momento do choque.
REAÇÃO AOS TRAUMAS
• O organismo reage a qualquer forma de
traumatismo, independentemente de sua
natureza ou intensidade. A resposta, porém
depende da capacidade de adaptação do
organismo e consta de uma reação local e
outra geral que o envolve como um todo.
REAÇÃO LOCAL
• As lesões locais resultam da
transferência de qualquer forma de
energia em um fluxo tal que supere a
capacidade do organismo de
neutralizá-la e/ou removê-la.
REAÇÃO LOCAL
1 - O mecanismo de defesa mais importante é a
reação inflamatória;

2 - Hiperemia;

3 - Aumento dos glóbulos brancos para a região


comprometida;
PROBLEMAS MÉDICOS-LEGAIS RELATIVOS AOS
TRAUMAS
• autolesão: não constitui crime por si só;

• ART 171 § 2 V

• Art 184 CPM;


ART 171 § 2 V DO CP
• Fraude para recebimento de indenização ou
valor de seguro
• V - destrói, total ou parcialmente, ou
oculta coisa própria, ou lesa o próprio corpo
ou a saúde, ou agrava as conseqüências da
lesão ou doença, com o intuito de haver
indenização ou valor de seguro;
Art 184 CPM
• Criação ou simulação de incapacidade física

Art. 184. Criar ou simular incapacidade


física, que inabilite o convocado para o serviço
militar:
Pena - detenção, de seis meses a dois anos.
CRITÉRIO CRONOLÓGICO
As lesões podem ser classificadas como:
1 Recentes;

2 Intermediárias ;

3 Consolidadas;
O QUE É CONSOLIDAÇÃO DE UMA
LESÃO ?
R: Uma lesão dita por consolidada
é aquela que parou de evoluir, isso
pode ser feito com cura ou sem
cura.
FORMA DA LESÃO

DE ACORDO COM A AÇÃO DO AGENTE


VULNERANTE

• LESÃO EM LINHA –AÇÃO CORTANTE


• LESÃO EM PONTO –AÇÃO PERFURANTE
• LESÃO EM PLANO –AÇÃO CONTUNDENTE
RUBEFAÇÃO
1 - Definição : É a mais simples das lesões ,
ocorre pela hiperemia observada no local de
impacto de um agente contundente. Resulta da
dilatação dos capilares e vênulas locais em
virtude da liberação de mediadores químicos
como a histamina.
RUBEFAÇÃO
• Seu valor médico-legal reside em poder caracterizar
que houve uma ação contundente.

• Como é fugaz (persiste por cerca de 10 minutos) , sua


comprovação pericial é quase impossível e a vítima de
uma agressão que lhe tenha produzido apenas uma
rubefação, como no caso de uma bofetada, se for a
exame de corpo de delito, receberá um laudo negativo.
REGIÃO BUCINADORA
RUBEFAÇÃO
• VERMELHIDÃO NA PELE DISTÚRBIO
VASOMOTOR
• VASODILATAÇÃO PERIFÉRICA
• NÃO HÁ EXTRAVASAMENTO DE SANGUE
• SÓ DEVE OCORRER EM VIVOS
• DESAPARECE RAPIDAMENTE
• CONFRONTO COM ERITEMA
ESCORIAÇÃO , EROSÃO EPIDÉRMICA OU
ABRASÃO
• É um tipo de lesão na qual ocorre o
arrancamento traumático da epiderme com a
exposição da derme, sem ultrapassa lá , pois,
caso isso acontecesse , deixaria de ser
escoriação e se tornaria FERIDA;
ESCORIAÇÃO
ESCORIAÇÃO X FERIDA
• A cicatrização, por sua vez, pode se fazer com
a cura ou não. Uma ferida incisa na região
plantar, que tenha evoluído bem, sem
infecção, para a formação de uma cicatriz
comum, sem redução da função do pé, está
curada.
CICATRIZAÇÃO SEM CURA
Uma cicatriz de queimadura que estabeleça
aderência entre dois dedos da mão está
cicatrizada, mas com grande prejuízo da função.
Ou seja, a lesão está consolidada e cicatrizada,
mas não curada, uma vez que o conceito de cura
deve incluir a restituição plena das funções.
ESCORIAÇÃO - CARACTERÍSTICAS
1 - CONSOLIDA COM CURA ( obs : Higino Pag 190 , diz que a cicatrização
também pode ser com cura )

2 – NAS MAIS SUPERFICIAIS VERIFICA-SE APENAS A CROSTA SÉRICA ;

3 - CÉLULAS DO EPITELIO VIZINHO LEVÃO DE 18 A 24 HS PARA COBRIR A ZONA


LESADA;

4 - NO CADÁVER O ARRANCAMENTO DA EPIDERME NÃO PRODUZ


EXTRAVAZAMENTO DE LÍQUIDO
ESCORIAÇÃO - CARACTERÍSTICAS
5 – O leito da escoriação produzida no cadáver é seco e
apergaminhado ( placa amarelada, de consistência
firme ao toque , semelhante ao couro );
6 – A depender do local podem sugerir o tipo de crime
praticado;
7- Algumas tem forma característica e permitem
reconhecer o agente contundente (unhas – côncavo-
convexo )
LESÕES QUE ARRANCAM A EPIDERME
• ESCORIAÇÃO, ESFOLADURA, ARRANHADURA ETC.
• ARRANCAMENTO DA EPIDERME
• COM EXPOSIÇÃO DA DERME
• DERME PAPILAR –MAIS SUPERFICIAL
• SANGRA POUCO
• DERME RETICULAR –MAIS PROFUNDA
• SANGRA UM POUCO MAIS
• REGENERAÇÃO
ESCORIAÇÃO
Valor Medico - Legal
1 – Confirmam a existência de reação vital;
2 - Nexo temporal pelo aspecto da crosta;
3 - A forma e local sugerem certo tipo de
agressão : A) em forma de sulco no pescoço =
estrangulamento; B) estigmas ungeais no
pescoço = esganadura
Valor Medico - Legal
A) em forma de sulco no pescoço =
estrangulamento;
B) estigmas ungeais no pescoço = esganadura;
C) nas regiões erógenas = crimes sexuais;
D) lineares ao redor dos punhos = algemas
Agentes contundentes
• Ativo – quando estão em movimento e
incidem sobre o nosso corpo

• Passivo – quando somos nós que nos


precipitamos de encontro a eles.

• Mistos – quando ambos estao em movimento.


Equimoses
• É a infiltração do sangue nas malhas dos tecidos.

- Em geral, deve-se a rotura de capilares, vênulas e


arteríolas ( mas pode formar – se por diapedese,
passagem das hemácias através das paredes dos
tecidos; HIGINO)

- O sangue está fora dos vasos sanguíneos;


Tipos de Equimoses
• - petéquia: tem tamanho de um ponto a uma
cabeça de alfinete.
• - sugilação: é formada por confluência de
numerosas lesões puntiformes em uma área
bem delineada.
• - sufusão ( equimoma): representa hemorragia
mais extensa, de tamanho variado.
FORMA
1 - FORMA POUCO DEFINIDA;

2 - EXCEPCIONALMENTE PODE DENUNCIAR O


INSTRUMETO;

3 – VÍBICES , LESÕES COM ASSINATURA;


Questão de Prova
1) Quanto a forma, a víbice é uma equimose:
A) Em grãos;
B) Pontilhada;
C) De grande extensão;
D) Em estrias;
E) Em placa
EQUIMOSES TRAUMÁTICAS
X
ESPONTÂNEAS

1 – As equimoses espontâneas podem ser


causadas por certas doenças hemorrágicas
(PURPURAS, EPILEPSIA , VARÍOLA ETC.)

2 – Pessoas idosas, pele com pouca resistência;

3 – Emocionais (enquimoses) pag. 307 DC. ;


PERGUNTA DE CONCURSO
• É possível a verificação de equimose no
cadáver ?
R: Knignt chama a atenção acerca da
possibilidade de encontra – la na pele do
cadáver , em contato com o calor , uma zona
de rubefação ( PSEUDOERITEMA) , até uma
hora depois da cessação da circulação
EQUIMOSES POST MORTEM
X
LIVORES DE HIPOSTATICOS
EQUIMOSE LIVOR DE HIPOSTASE

INFILTRAÇÃO HEMORRÁGICA AUSÊNCIA

QUALQUER LUGAR DO CORPO PRESENÇA EM LOCAIS DE DECLIVE

SANGUE FORA DOS VASOS VASOS INTEGROS

HEMOGLOBINA TRANSFORMADA AUSÊNCIA


AUSÊNCIA DE METAEMOGLOBINA PRESENÇA DE METAEMOGLOBINA
SANGUE COAGULADO / MALHAS DE AUSÊNCIA
FIBRINA
Evolução Cromática das Equimoses
6 – Desaparecem em um período de 15 a 20 dias
( 4 a 5 cm)
7 – Reabsorção das hemácias pelos macrófagos
(fagocitose);
8 - Degradação da molécula de hemoglobina;
Espectro Equimótico de Le Gran du
Saulle
Espectro Equimótico de Le Gran du
Saulle
GRADAÇAO CROMATICA DEVERGIE
GRADAÇÃO CROMÁTICA IDADE ALTERAÇÃO QUIMICA

VERMELHO 1 DIA HEMOGLOBINA FORA DAS


HEMACIAS

VIOLÁCIO 1 OU 2 DIA --------

AZULADO 3 DIA HEMOSSIDERINA

ESVERDIADO 5 AO 6 DIA HEMATOIDINA

AMARELADO 7 DIA HEMATINA

DESAPARECE 10 AO 12 -----------------
Espectro Equimótico de Le Gran du Saulle
• A hemoglobina tem a porção protéica (globina)
separada do núcleo heme, que contém ferro. O
núcleo heme, por sua vez, perde o ferro, que é
agrupado em moléculas complexas, as ferritinas,
para formar grãos de hemossiderina. O resto do
heme é transformado em bilivirdina, de cor
esverdeada, e bilirrubina, de cor amarelada. Assim,
entende-se por que a coloração final da equimose é
amarelada
Espectro Equimótico de Le Gran du
Saulle
• VERMELHO
• AROXEADO
• AZULADO
• ESVERDIADO
• AMARELADO

• IMPORTANCIA MEDICO LEGAL – DEFINIR O NEXO


TEMPORAL DA LESÃO
Espectro Equimótico de Le Gran du
Saulle
9 - Nas equimoses conjuntivais o espectro não
se verifica;

10 – Tecido muito oxigenado;

11 - Higino não aceita, pag 200;


EQUIMOSE À DISTANCIA
• SOFRE UM TRAUMA DO CRANIO , HÁ
EXTRAVASAMENTO DE SANGUE QUE SE
DEPOSITA NA REGIAO DAS PALPEBRAS

• SINAL DO ZORRO OU DO GUAXINIM


MANCHA DE PALTAUF
MANCHA DE PALTAUF
MASCARA EQUIMITICA DE MERESTIN
ASFIXIA POR COMPRESSÃO DO TORAX
Valor médico-legal das equimoses:
a) atestam que houve ação contundente;
b) demonstram que havia vida no momento da sua
produção;
c) podem identificar o agente traumatizante;
d) pela localização e distribuição, podem sugerir o tipo
de agressão;
e) pela sua cor, permitem saber a época da agressão.
HEMATOMA
• É UMA COLEÇÃO HEMÁTICA PRODUZIDA PELO
SANGUE EXTRAVASADO DOS VASOS MAIS
CALIBOROSOS , QUE DESLOCA A PELE E
AFASTA A TRAMA DOS TECIDOS FORMANDO
UMA CAVIDADE CIRCUNSCRITA , ONDE SE
ANINHA.
• O sistema nervoso central é constituído pelo
encéfalo e pela medula espinhal. Todas essas
estruturas estão envoltas por três membranas,
que são conhecidas como meninges (dura-
máter, aracnoide e pia-máter). Elas possuem a
função de proteger esse sistema tão
importante.
• A dura-máter, meninge mais externa, é
formada de tecido conjuntivo denso. Ela é
constituída por duas porções, uma mais
externa que está em contato com os ossos e
uma mais interna.
• A aracnoide é uma membrana serosa e está
em posição mediana, entre a dura-máter e a
pia-máter. Ela recebe esse nome em razão de
sua estrutura assemelhar-se a uma teia de
aranha. Entre a aracnoide e a pia-máter existe
um líquido, conhecido como cefalorraquidiano
ou cerebrospinal.
• A pia-máter é uma membrana vascularizada
localizada mais internamente. Ela está em
contato direto com o sistema nervoso central,
sendo que a porção da medula é mais espessa
e menos vascularizada quando comparada
com a que reveste a região do cérebro.
HEMATOMA X EQUIMOSE
• DIFERENTEMENTE DA EQUIMOSE , NOS
HEMATOMAS NÃO HÁ INFILTRÇÃO DE
SANGUE NAS MALHAS DOS TECIDOS . AQUI A
HEMORRAGIA IRÁ AFASTAR E COMPRIMIR OS
TECIDOS FORMANDO UMA CAVIDADE NOVA ;
• ( NEOFORMADA)
BOSSA SANGUÍNEA
• É o hematoma em que o derrame sanguíneo
ocorre em uma região na qual há plano ósseo
por baixo , impedindo a difusão do sangue nas
malhas dos tecidos , formando verdadeiras
bolsas pronunciadamente salientes na
superfície cutânea.
BOSSA LINFÁTICA
• Denominadas derrames subcutâneos de serosidade
de Morrell-Lavallée, são coleções de linfa
proveniente dos vasos linfáticos traumatizados , por
contusões tangenciais , como acontece nos
atropelamentos em que os pneus por atrição ,
deslocam a pele formando grandes bolsas linfáticas
entre os planos ósseos e a região intersticial
Questão de concurso
1) O deslocamento traumático de Morrell – Lavelle é
um caso decorrente de :
a) Hematoma;
b) Equimose;
c) Bossa sanguinea;
d) Bossa serosa;
e) Bolha ;
FERIDA
1 - LESÃO QUE ULTRAPASSA A DERME
ATINGINDO OS PLANOS MAIS PROFUNDOS.

2 - CONSOLIDA POR CICATRIZAÇÃO.


OBSERVAÇÃO
NÃO EXISTE LESÕES DILACERANTES ,
CONTUSODILACERANTES ,
PERFURODILACERANTES E
CORTODILACERANTES
GENIVAL VELOSO DE FRANÇA PAG. 83
Entorse x Luxação
Entorse Luxação

É caracterizada pela É caracterizada pelo impacto


ruptura parcial ou violento em uma articulação
completa dos ligamentos que faz com que ocorra a
que envolvem uma perda completa de contato
articulação . entre duas extremidades
ósseas .
FRATURAS
• São soluções de continuidade do osso ,podem
ser dar por compressão , flexão ou torção;

• Classificacões :

• Diretas x indiretas;
Classificacões :
a) Diretas : ocorrem no local onde incidiu a
energia vulnerante;

b) Indiretas: em local diverso, queda em pé de


certa altura com fratura no crânio por
contragolpe
C) Fechadas;
D) Aberta;
E ) Cominutivas;
F) Em galho verde;
G) Completas;
H) Incompletas;
AÇÃO CONTUNDENTE PASSIVA
• AÇÃO CONTUNDENTE PASSIVA
• QUEDA DE LUGAR ALTO
• PRECIPITAÇÃO.
• DEFENESTRAÇÃO.
LESÕES POR AÇÃO PERFURANTE
- DE PEQUENO CALIBRE:

AGULHAS,ALFINETES,PREGOS;

- DE MÉDIO CALIBRE:PICADOR

DE GELO, SOVELA.
LESÃO COM AGENTE
PERFURO - CONTUNDENTE DE HASTE
(LONGO)

1 - ENCRAVAMENTO

2 - EMPALAMENTO
AS LEIS DE FILHÓS E LANGER
EDOUARD FILHÓS

KARL RITTER VON LANGER


LEI DE FILHÓS
1- Feridas provocadas por instrumentos
perfurantes de médio calibre;
2- Forma biconvexa alongada (em botoeira)
3- Bordas regulares e simétricas;
4- Ângulos muito agudos
5- Conservam a mesma direção das fibras (pele);
LEI DE FILHOS
• Primeira – Lei do Paralelismo

NA MESMA REGIÃO, AS LESÕES PRODUZIDAS


POR INSTRUMENTO PERFURANTE DE MÉDIO
CALIBRE SÃO PARALELAS ENTRE SI;
Lei do Paralelismo
Lei do Paralelismo
LEI DA SEMELHANÇA

- LEI DA SEMELHANÇA ( FILHOS)

AS LESÕES PRODUZIDAS POR INSTRUMENTO


PERFURANTE DE MÉDIO CALIBRE SÃO
SEMELHANTESÀS PRODUZIDAS POR
INSTRUMENTO PÉRFURO-CORTANTE DE DOIS
GUMES
INSTRUMENTOS CORTANTES
• Transferem energia cinética por deslizamento
e leve pressão através de uma borda
aguçada a que se dá o nome gume ou fio.
O gume desses instrumentos, por definição,
atua mais por deslizamento que por pressão. As
fibras dos tecidos são seccionadas e os vasos
permanecem abertos nas vertentes das feridas.
CARACTERÍSTICAS DAS LESÕES
• Quando agem de modo típico, os
instrumentos cortantes produzem feridas que
apresentam bordas regulares, vertentes
planas e ângulos muito agudos. Sua
profundidade é maior na porção
correspondente ao terço inicial.
• As lesões superficializam-se gradualmente
para terminar em uma escoriação linear que
as continua ao longo da epiderme;

• Cauda de escoriação;
AÇÃO PÉRFURO-CORTANTE
O AGENTE VULNERANTE PERFURA E CORTA
AÇÃO POR PRESSÃO E DESLIZAMENTO;

A) DE UM GUME : FACA COMUM


B) DE DOIS GUMES: PUNHAL
C) DE TRÊS GUMES: LIMA DE SERRALHEIRO
Lesões produzidas por ação cortante
• LESÕES PELA AÇÃO CORTANTE:
• AGENTES VULNERANTES:
1- CORTANTES: SÓ TEM GUME, NÃO TEM PONTA –
LAMINA DE BARBEAR, NAVALHA E O BISTURI
2- PERFUROCORTANTES: TEM PONTA E GUME –
FACA, PUNHAL
3-CORTOCONTUNDENTES: TEM GUME E
GRANDE MASSA - MACHDO
Sinal de Chavigny
Lesões por ação contundente
• ESMAGAMENTO

• AMPUTAÇÃO(MUTILAÇÃO)TRAUMÁTICA

• ESQUARTEJAMENTO

• ESPOSTEJAMENTO
• Ferida contusa: é a solução de continuidade
causada por ação contundente, que interessa
todos os planos da pele, inclusive o
subcutâneo.
• Um dos mecanismos de ação é a
compressão
AÇÃO CORTO-CONTUNDENTE

• AÇÃO CORTOCONTUNDENTE
• O AGENTE VULNERANTE CORTA E CONTUNDE.
• CORTA PORQUE TEM GUME.
• CONTUNDE PORQUE TEM MASSA
SIGNIFICATIVA.
• MACHADO, MACHADINHA, FOICE, ENXADA,
• ARCADA DENTÁRIA HUMANA, GUILHOTINA ETC.
• AÇÃO CORTANTE OU CORTOCONTUNDENTE
NO PESCOÇO
1- ESGORJAMENTO

2 - DEGOLAMENTO

3 – DECAPITAÇÃO
LESÕES POR PROJÉTEIS DE ARMA
DE FOGO
R 105 ART 3
Arma: artefato que tem por objetivo causar dano, permanente ou não, a seres vivos e
coisas;

X- arma automática: arma em que o carregamento, o disparo e todas as operações de


funcionamento ocorrem continuamente enquanto o gatilho estiver sendo acionado (é
aquela que dá rajadas);
XI - arma branca: artefato cortante ou perfurante, normalmente constituído por peça
em lâmina ou oblonga;
XII - arma controlada: arma que, pelas suas características de efeito físico e
psicológico, pode causar danos altamente nocivos e, por esse motivo, é controlada
pelo Exército, por competência outorgada pela União;
R 105 ART 3
XIII - arma de fogo: arma que arremessa
projéteis empregando a força expansiva dos
gases gerados pela combustão de um
propelente confinado em uma câmara que,
normalmente, está solidária a um cano que tem
a função de propiciar continuidade à combustão
do propelente, além de direção e estabilidade
ao projétil;
LESÕES POR PROJÉTEIS DE ARMA
DE FOGO
• PROJÉTEIS DE BAIXA VELOCIDADE
• VELOCIDADE INFERIOR À VELOCIDADE DO SOM NO AR.
• VELOCIDADE DO SOM NO AR

• 340 m/s
• VELOCIDADE DO SOM NOS LÍQUIDOS

• 1500 m/s
• VELOCIDADE DO SOM NOS SÓLIDOS

• 5000 m/s
DISPARO
CONE DE DSIPERSÃO
ANALISANDO A DISTÂNCIA DO DISPARO

ORLA DE ENXUGO ( SINAL DE CHAVIGNY) OU


ALIMPADURA
+
ORLA DE ESCORIAÇÃO OU CONTUSÃO

= ANEL DE FISH
Qual é a importância do anel de
Fisch
• Identifica a incidência do disparo ;

• Denuncia que a lesão é de entrada;


ATENÇÃO
• OBS : A ORLA DE ESCORIAÇÃO NÃO É FEITA
PELA ROTAÇÃO DO PROJETIL, POIS MENOS OS
QUE NÃO GIRAM POIS SÃO ORIUNDAS DE
ARMAS DE ALMA LISA , TAMBÉM GERAM
ORLA DE ESCORIAÇÃO
TIRO DISPARADO À CURTA
DISTANCIA
• ORLA DE EQUIMOSE
• ANEL DE FISCH
• ZONA DE CHAMUSCAMENTO - QUEIMADURA FEITA PELOS
GASES SUPERAQUECIDOS QUE SAEM DA BOCA DA ARMA
• ZONA DE ESFUMAÇAMENTO OU TISNADO - – POLVORA QUE
SAI DA BOCA DA ARMA
• ZONA DE TATUAGEM – PEDAÇOS DE POLVORA INCOMBUSTA
JUNTA PEDAÇOS DE CHUMBO DO PROJETIL, RESIDUOS DE
METAL DO CANO.
QUANDO NÃO HOUVER ORLA DE ESFUMAÇAMENTO, NEM QUEIMADURA E
NEM TATUAGEM , PODE – SE DIZER ENTAO QUE O TIRO FOI A DISTANCIA?
RESIDUOGRAFIA

RESIDUOGRAFIA
•RESÍDUOS PROVENIENTES

DA MISTURA INICIADORA (PRIMER).


•DA QUEIMA DA PÓLVORA.
•DO ATRITO DO PAF COM O CANO:
•MICROPARTÍCULAS DO PAF.
•MICROPARTÍCULAS DO CANO
ANALISE DA INCIDÊNCIA DO TIRO
E ORLA DE TATUAGEM
• Efeitos primários do tiro
Resultam da ação do projétil. São característicos
do ponto de impacto e independem da distância
do tiro.
• Efeitos secundários do tiro
• São resultantes dos tiros encostados ou à
curta distância, da ação dos gases, de seus
efeitos explosivos, de resíduos da combustão
da pólvora e de microprojéteis.
• Gases de deflagração (saem pelo cano da
arma) com temperatura e pressão elevadas e
exercem efeito à curta distância.
• Há 3 tipos de zonas: Zona de chama,
esfumaçamento e tatuagem.
LESÕES CAUSADAS POR PROJETEIS
DE ARMA DE FOGO
• É UMA LESÃO PERFURO – CONTUNDENTE

• DISTANCIA DO DISPARO

• CONE DE DISPERSÃO

• TIRO À DISTANCIA, À CURTA DISTANCIA E COM O CANO


ENCOSTADO
TIRO COM CANO ENCOSTADO COM
PLANO OSSEO POR BAIXO
SINAL DE BENASSI NO OSSO
PERGUNTA
• UM ESQUELETO FOI ENCONTARDO CINCO
ANOS APÓS A MORTE, O PERITO PROVOU
QUE HOUVE UMA MORTE EM RAZÃO DE
DISPARO DE ARMA DE FOGO COM O CANO
ENCOSTADO, QUAL FOI O SINAL VISTA PELO
OERITO PARA ASSIM CONCLUIR?

RESPOSTA: SINAL DE BENASSI NO OSSO


ORLA DE TATUAGEM
ANALISE DA INCIDÊNCIA DA
ENTRADA DO PROJETIL
PERGUNTA
• QUAL É A IMPORTANCIA MEDICO – LEGAL DA
ORLA DE ESCORIAÇÃO?

RESPOSTA : INDICA A INCIDENCIA DO DISPARO,


QUE PODE TER SIDO DE CIMA PARA BAIXO, DA
ESQUERDA PARA DIREITA ETC
Lesão de entrada sem orla de
escoriação
Deformação do projétil
O EXAME DOS OSSOS DO CRÂNIO
• EVIDÊNCIAS NO OSSO DO CRÂNIO

PODE OFERECER EVIDÊNCIAS QUE, EM CERTOS CASOS,


PERMITIRÃO SABER A INCIDÊNCIA E A DISTÂNCIA DO
DISPARO.
TIRO À DISTANCIA OU À QUEIMA
ROUPA
SINAL DE BENASSI NO OSSO, TIRO
COM O CANO ENCOSTADO
TIRO COM O CANO ENCOSTADO
EM LOCAL SEM OSSO POR BAIXO
PELE DA UMA PACADA NA BOCA DA ARMA COM
O DISPARO, COMO SE FOSSE UM CARIMBO
PELE DA UMA PACADA NA BOCA DA ARMA COM O
DISPARO, COMO SE FOSSE UM CARIMBO
SINAL BONNET NO OSSO DO
CRÂNIO
TRONCO DE CONE
TRONCO DE CONE COM BASE PARA DENTRO, O
PROJETIL ESTA ENTRANDO; COM BASE PARA
FORA , O PRJETIL ESTARÁ SAINDO
LESÕES EM ÓRGÃOS MACIOS
• LESÕES EM ÓRGÃOS MACIOS
• •AO ANALISAR AS LESÕES EM ÓRGÃOS MACIOS (DIFERENTES
DOS OSSOS) OBSERVE A DENSIDADE

• (ELASTICIDADE, FLEXIBILIDADE, MACIEZ)


• DO ÓRGÃO EM QUESTÃO.
• •A EXUBERÂNCIA DAS LESÕES

• TAMBÉM DEPENDE
• DA DENSIDADE DO ÓRGÃO.
LESÃO NO FIGADO
LESÃO DO PULMÃO
NA LESAO 2 NÃO HAVERA ORLA DE
ENXUGO
PROJÉTEIS DE ARMA DE FOGO
• LESÕES E MORTE PROVOCADAS POR
PROJÉTEIS DE ARMA DE FOGO DE ALTA
VELOCIDADE;

• AQUELES QUE ATINGEM 2 X A VELOCIDADE


DO SOM NO AR;
DISPARO DE ARMA DE FOGO
ANALISE DO TRAJETO
• CAVIDADES TEMPORÁRIAS
• NO ESTUDO DA LESÃO POR PAF,

• UM FATOR IMPORTANTE

• É A FORMAÇÃO DAS
• CAVIDADES TEMPORÁRIAS QUE
• PODEM TER AMPLITUDES VARIADAS.
ATENÇÃO
• NÃO HÁ CAVIDADES
TEMPORÁRIAS EM PROJÉTEIS DE
BAIXA VELOCIDADE ( )
• AS CAVIDADES TEMPORÁRIAS
• PRESENTES EM TODOS OS TIROS!
• CAVIDADES PULSÁTEIS NO TRAJETO!
• AMPLITUDES VARIÁVEIS!
• DEPENDEM: VELOCIDADE DO PAF!
• DEPENDEM: ONDA DE PRESSÃO DO PAF !
• DEPENDEM: DENSIDADE DO ÓRGÃO!
• DEPENDEM: ESTABILIDADE DO PAF!
• DEPENDEM: TAMANHO DO TRAJETO!
CENTRO DE PRESSÃO
• É UM PONTO IMAGINÁRIO ONDE TODAS
AS PARTICULAS DE AR COLIDEM CONTRA
O PROJÉTIL ;
• CENTRO DE MASSA ( GEOMÉTRICO ): É
PONTO DE EQUILIDRIO DO OBJETO;
• Obs: para que haja estabilidade
no tiro , o centro de massa deve
estar alinhado com o centro de
pressão;
Exemplo da flexa
• Centro de massa na frente, para isso o índio coloca
ali uma pedra;

• Centro de massa atrás , coloca uma pena;

• Ambos alinhados, aumenta a precisão;


• Onde a pressão incomoda mais?
Movimentos do projétil
• Rotação;
• Translação;
• Nutação;
• Precessão;
• Bascula;
• Trajeto; ( Perito Legista)
• Trajetoria ( Perito Criminal);
Identificação pelas raias
• Raias dextrógenas ;

• Raias sinistrógenas ;
Estrias primárias ; raias originárias
Estrias secundárias; defeitos das raias
Estrias terciárias; desgastes e alterações;
55. Diante das duas afirmações:
1- A flecha com ponta metálica e haste de madeira tende a ter maior
estabilidade em atingir o alvo do que um projétil de arma de fogo não-raiada
e 2) O centro de pressão próximo à ponta e ao centro de massa junto à base
favo- recem maior estabilidade do projétil na trajetória, responda:
A) As duas afirmações são falsas.
B) As duas afirmações são verdadeiras.
C) A primeira é verdadeira e a segunda é falsa.
D) A primeira é verdadeira e a segunda justifica a primeira.
E) As duas afirmações são verdadeiras, porém a segunda não
A respeito das lesões produzidas por projéteis de arma de fogo é correto afirmar que

A) A morfologia de uma ferida de entrada não permite distinguir se a mesma foi


produzida por projétil de arma de fogo comum ou de alta energia cinética.
B) quanto mais longo for o trajeto de um projétil de arma de fogo dotado de alta
energia cinética no interior do corpo de uma pessoa, maior será o tamanho da lesão
de saída.
C) nas feridas produzidas por entrada de projétil de arma de fogo, a aferição do
diâmetro da zona de enxugo determina a distância do atirador em relação à vítima.
D) as feridas de saída de projéteis de arma de fogo têm propriedades bem definidas,
que permitem a sua fácil distinção em relação às feridas de entrada.
E) as feridas de entrada de projéteis de arma de fogo de alta energia cinética não
costumam apresentar formas bizarras na interposição de anteparos.
• 1 -PROJÉTEIS DE ARMA DE FOGO
• ANEL DE FISCH –ORLAS DE ENXUGO E DE
ESCORIAÇÃO OU CONTUSÃO.
• BOCA DE MINA DE HOFFMANN –TIRO COM O CANO
ENCOSTADO COM OSSO POR BAIXO.
• SINAL DE PUPPE-WERKGAERTNER –TIRO COM O
CANO ENCOSTADO SEM OSSO POR BAIXO.
• SINAL DE BENASSI –TATUAGEM NO OSSO –TIRO COM
CANO ENCOSTADO COM OSSO POR BAIXO.
• 2 -PROJÉTEIS DE ARMA DE FOGO
• •SINAL DE BONNET –TRONCO DE CONE NO
OSSO PERFURADO POR PROJÉTIL DE ARMA DE
FOGO.
• •ROSA DE TIRO DE CEVIDALLI –LESÃO DE
ENTRADA DE BALINS –CARTUCHO DE
PROJÉTEIS MÚLTIPLOS
ENERGIAS VULNERANTES FÍSICAS NÃO
MECÂNICAS
• ENERGIAS VULNERANTES FÍSICAS NÃO
MECÂNICAS , SÃO AQUELAS QUE NÃO DEPENDEM
DE MOVIMENTO.

• LESÕS E MORTE CAUSADAS PELA ENERGIA TÉRMICA.


TERMOSES X QUEIMADUAS
• LESÕES PELA AÇÃO TÉRMICA;
• TERMONOSES – AÇÃO DIFUSA DO CALOR , A FONTE DO CALOR
NÃO TOCA A VITÍMA, É A AÇÃO DA ONDA TERMICA (
INSOLAÇÃO E INTERMAÇÃO)

• QUEIMADURAS : A FONTE DE CALOR TOCA O CORPO ; 1º -


ERITEMA 2º - FLICTENAS 3 º - ESCARIFICAÇÃO DA DERME 4 º -
CARBONIZAÇÃO; CLASSIFICAÇÃO DE LUSSENA
CLASSIFICAÇÃO DE KRISEK
CLASSIFICAÇÃO DE KRISEK
SUPERFICIAIS = ERITEMA

PARCIAIS SUPERFICIAIS = FLICTENAS.

PARCIAIS PROFUNDAS = FLICTENAS.

TOTAIS = ESCARIFICAÇÃO DA DERME.


TERMONOSE X QUEIMADURA

• TERMONOSE X QUEIMADURA
• AÇÃO DIFUSA X AÇÃO LOCAL.
• IRRADIAÇÃO X CONDUÇÃO.
• QUADRO SISTÊMICO X QUADRO LOCAL.
INSOLAÇÃO E INTERMAÇÃO. X
• LUSSENA-HOFFMANN E KRISEK.
HIPOTÁLAMO
• HIPOTÁLAMO LOCALIZADO NA BASE DO
CÉREBRO.
• CONTÉM OS CENTROS TERMORREGULADORES
CENTRAIS.
• RELACIONADO À INSOLAÇÃO.
• PRODUZ E SECRETA HORMÔNIOS.
• ESTÁ LIGADO À HIPÓFISE.
LOCAIS DE AÇÃO DO HIPOTÁLAMO
• DIÂMETRO VASCULAR.
• POSIÇÃO DOS PELOS.
• ESTÍMULO À SUDORESE.
• ESTÍMULOS MUSCULARES (TREMORES).
• ESTÍMULO À TIREÓIDE (METABOLISMO).
• ALTERA O RITMO RESPIRATÓRIO.
• ALTERA O RITMO CARDÍACO.
SISTEMA CARDIOVASCULAR

• SISTEMA CARDIOVASCULAR
• O SANGUE CIRCULANTE NA PERIFERIA DO CORPO
ATUA NO CONTROLE DA TEMPERATURA CORPORAL.
• O CORAÇÃO DETERMINA O RITMO CIRCULATÓRIO.
• DESIDRATAÇÃO OU FALHA CARDÍACA PODE
ALTERAR O CONTROLE TÉRMICO DO CORPO.
INTERMAÇÃO
• INTERMAÇÃO
• NA INTERMAÇÃO O PROBLEMA CORPORAL
PRENDE-SE, INICIALMENTE, AO SISTEMA
CARDIOVASCULAR.
• EM GERAL, NÃO HÁ DISTÚRBIO NO HIPOTÁLAMO.
• NA FASE FINAL DA INTERMAÇÃO, EM GERAL, O
HIPOTÁLAMO TAMBÉM É AFETADO E TUDO
TERMINA COM
AS TROCAS DE CALOR
ENTRE O CORPO E O AMBIENTE
CONDUÇÃO (CONTATO ÍNTIMO)
IRRADIAÇÃO (EMISSÃO DE CALOR)
CONVEXÃO (TROCAS EM ONDAS)
TRANSPIRAÇÃO (EVAPORAÇÃO)
TERMOSES
ERITEMA
FLICTENA
REAÇÃO DE CHAMBERT
PRESENÇA DE PROTEINAS DO LIQUIDO
ESCARIFICAÇÃO DA DERME
3 GRAU
ESCARIFICAÇÃO DA DERME
3 GRAU
ISOLANTE TÉRMICO E ELÉTRICO
• ISOLANTE TÉRMICO E ELÉTRICO
• A CARBONIZAÇÃO, ATÉ CERTO PONTO, AGE
COMO ISOLANTE
• TÉRMICO E ELÉTRICO.
• NÃO RARO, ÓRGÃOS INTERNOS
PERMANECEM ÍNTEGROS ENQUANTO O
EXTERIOR ESTÁ COMPLETAMENTE
CARBONIZADO.
CLASSIFICAÇÃO DE LUSSENA-
HOFFMANN
• CLASSIFICAÇÃO DE LUSSENA-HOFFMANN
• QUEIMADURAS:
• 1º - ERITEMA.
• 2º - FLICTENAS.
• 3 º - ESCARIFICAÇÃO
• DA DERME.
• 4 º - CARBONIZAÇÃO LOCAL OU TOTAL
CLASSIFICAÇÃO DE KRISEK
• CLASSIFICAÇÃO DE KRISEK
• SUPERFICIAIS = ERITEMA
• PARCIAIS SUPERFICIAIS
• = FLICTENAS.
• PARCIAIS PROFUNDAS
• = FLICTENAS.
• TOTAIS = ESCARIFICAÇÃO DA DERME.
SINAL DE MONTALTI
PESQUISANDO DNA
• PESQUISANDO DNA.
• EM CARBONIZADOS, UMA DILIGENTE PESQUISA
ENCONTRARÁ FRAGMENTOS DE TECIDOS QUE ESCAPARAM
DA CARBONIZAÇÃO.
• A ÁGUA PRESENTE NAS CÉLULAS, ATÉ CERTO PONTO, EVITA A
CARBONIZAÇÃO.
• NOTADAMENTE NOS OSSOS, DENTES E MÚSCULOS, EM
GERAL, ENCONTRAM-SE CÉLULAS MORTAS, MAS
• COM NÚCLEOS PRESERVADOS.
• IDENTIFICAÇÃO MÉDICO-LEGAL DE CARBONIZADOS.
• DESTAQUES PARA:
• PAPILOSCOPIA, SE POSSÍVEL.
• ARCADAS DENTÁRIAS.
• CIRURGIAS ANTERIORES.
• PRÓTESES E ÓRTESES NO CORPO.
• SINAIS ANATÔMICOS PARTICULARES.
• OBJETOS DE USO PESSOAL.
• GRUPOS SANGUÍNEOS (ABO, Rh, HLA) E DNA.
SINAL DE DEVERGIE
SINAL DE DEVERGIE
• COM O AUMENTO DA TEMPERATURA A
MUSCULATURA DO CADÁVER SOFRE CONTRAÇÃO
POST-MORTEM.
• MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES SOFREM
ACENTUADA FLEXÃO E PODEM MOSTRAR
FRATURAS DIVERSAS.
• ASPECTO DE BOXEUR, LUTADOR, ESGRIMISTA,
SALTIMBANCO ETC.
• PROGNÓSTICO DE UMA QUEIMADURA
• USAR A REGRA DOS NOVES:
• CABEÇA = 9 %.
• TÓRAX E ABDÔMEN = 18 %.
• MEMBROS SUPERIORES FRENTE: 9 %.
• MEMBROS INFERIORES FRENTE: 18 %.
• MEMBROS SUPERIORES DORSO: 9 %.
• MEMBROS INFERIORES DORSO: 18 %.
• DORSO = 18 %.
• GENITAIS = 1 %
• DIAGNÓSTICO DO AGENTE VULNERANTE
• FOGO:
• LESÕES DE TODOS OS GRAUS.
• MAIS GERAL DO QUE LOCAL.
• NÃO É RARA A CARBONIZAÇÃO.
• PELOS CRESTADOS.
• ÁREAS ÍNTEGRAS EM MEIO A OUTRAS
GRAVEMENTE QUEIMADAS.
• ASPECTO EM MAPA GEOGRÁFICO.
• DIAGNÓSTICO DO AGENTE VULNERANTE
• LÍQUIDO FERVENTE
• LESÕES APRESENTAM GRAVIDADE DECRESCENTE AO
ESCORRER.
• MAIS GERAL DO QUE LOCAL.
• NÃO CRESTA OS PELOS.
• NÃO CARBONIZA.
• PODE DEIXAR VESTÍGIOS SE MUDAR DE ESTADO (LÍQUIDO
PARA SÓLIDO) AO ESFRIAR.
• RESÍDUOS DE LEITE, LACRE, CERA, PICHE ETC.
• DIAGNÓSTICO DO AGENTE VULNERANTE
• SÓLIDO INCANDESCENTE.
• QUEIMA EM TODOS OS GRAUS.
• PREDOMINANTEMENTE LOCALIZADA.
• NÃO É RARA A CARBONIZAÇÃO.
• CRESTA OS PELOS.
• REPRODUZEM A FORMA DO SÓLIDO.
• LESÕES PATOGNOMÔNICAS/COM ASSINATURA
• GERALMENTE CRIMINOSAS.
• DIAGNÓSTICO DO AGENTE VULNERANTE
• VAPORES SUPERAQUECIDOS.
• NÃO CARBONIZA.
• NÃO CRESTA OS PELOS.
• MAIS GERAL DO QUE LOCALIZADA.
• MAIS ACIDENTAL QUE CRIMINOSA.
• VASAMENTO DE CALDEIRAS E RADIADORES
DE AUTOMÓVEIS
LESÕES E MORTE
PROVOCADAS PELA
AÇÃO ELÉTRICA
• GERANDO ENERGIA ELÉTRICA
• PARTINDO DA ENERGIA:
• DA ÁGUA EM MOVIMENTO.
• DO AR EM MOVIMENTO.
• DOS ELÉTRONS EM MOVIMENTO.
• DO CALOR EM MOVIMENTO.
• DAS ONDAS EM MOVIMENTO.
• DEVE HAVER TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA DE UMA
FONTE PARA OUTRA.
• GERADORES ELÉTRICOS
• TRANSFORMAM

• ALGUMA FORMA DE ENERGIA


• EM ENERGIA ELÉTRICA.
• CONDUTORES ELÉTRICOS
• SÃO MATERIAIS DESTINADOS A PERMITIR A
PASSAGEM DA CORRENTE ELÉTRICA
(GERALMENTE FIOS)
• DESDE O GERADOR
• OU DO ACUMULADOR (BATERIA)
• ATÉ CHEGAR AO RECEPTOR
• ONDE PODERÁ SER UTILIZADA.
• CORRENTE ELÉTRICA
• VIBRAÇÃO E ESCOAMENTO DE ELÉTRONS
• ENTRE OS ÁTOMOS DO CONDUTOR ELÉTRICO
PROVOCADA POR UMA
• DIFERENÇA DE POTENCIAL ELÉTRICO
• EXISTENTE ENTRE O ACUMULADOR E O
RECEPTOR TENTANDO ESTABELECER
• O EQUILÍBRIO ENTRE AS FONTES.
• PARODIANDO REGRA GERAL
• TODA MATÉRIA,
• TODOS OS CORPOS,
• SÃO ATRAÍDOS PARA O
• CENTRO DA TERRA...
• INCLUSIVE OS ELÉTRONS.
PERCURSO DA CORRENTE
• PERCURSO DA CORRENTE
• “A CORRENTE ELÉTRICA SÓ ENTRA
• SE PUDER SAIR”.
• “A CORRENTE ELÉTRICA
• NÃO GOSTA DE OHM”.
• “EM IDÊNTICAS CONDIÇÕES,
• A CORRENTE ELÉTRICA
• PREFERE O CAMINHO MAIS CURTO”
• CAMPO MAGNÉTICO
• TODA CORRENTE ELÉTRICA,
• AO PASSAR, GERA UM
• CAMPO MAGNÉTICO NO LOCAL.
• APLICAÇÃO EM ELETRO-IMÃS.
• VESTÍGIOS DA PASSAGEM
• DE UMA CORRENTE ELÉTRICA:
• IMANTAÇÃO METÁLICA NO LOCAL
• APÓS A PASSAGEM DE UM RAIO.
FULGURAÇÃO ENER
GIA ELETRICA NATURAL
• VESTÍGIOS DE FULGURAÇÃO
• NO EXAME DE LOCAL ATINGIDO POR
• UM RAIO PODE-SE PERCEBER QUE OS METAIS DA REGIÃO
PERMANECEM IMANTADOS POR ALGUM TEMPO.
• PODE-SE ENCONTRAR
• OBJETOS DE METAL FUNDIDOS
• TOTAL OU PARCIALMENTE
• EM RAZÃO DO EFEITO JOULE = TRANSFORMAÇÃO DA
ENETGIA ELETRICA EM CALOR
SINAL DE LICHTENBERG
• SINAL DE LICHTENBERG
• VISÍVEL NA PELE, MAS A LESÃO É NOS VASOS.
• É TEMPORÁRIO, FUGAZ.
• A LESÃO OCORRE NOS VASOS SUPERFICIAIS.
• PERCEBE-SE, NA PELE, UM DESENHO
• ARBORIFORME, RAMIFICADO,
• REPRODUZINDO A TRAMA VASCULAR SUBJACENTE.
• DECORRE DE UMA VASCULITE ELÉTRICA.
ELETROPLESSÃO LESAO CAUSADA PELA
CORRENTE ELETRICA INDUSTRIAL

• ELETROPLESSÃO
• SINAL DE JELLINEK: MARCA DE ENTRADA DA CORRENTE
ELÉTRICA.
• NA PELE. NO PONTO DE CONTATO.
• LESÃO DURA, DE BORDOS ELEVADOS, SECA, INDOLOR,
PROFUNDIDADE VARIÁVEL.
• PODE REPRODUZIR A FORMA
• DO CONDUTOR ELÉTRICO.
• O ARCO ELÉTRICO
• GERADORES E ACUMULADORES DE GRANDE
CAPACIDADE (ALTA TENSÃO) PODEM PERMITIR QUE
A CORRENTE ELÉTRICA SALTE EM DIREÇÃO A UMA
FONTE CONDUTORA MAIS PRÓXIMA.
• O CORPO HUMANO É UM EXCELENTE
• MEIO CONDUTOR DE ELETRICIDADE:
• ÁGUA, SAIS MINERAIS E
• DIÂMETRO AMPLO.
EFEITO JOULE
EFEITO JOULE
• •TRANSFORMAÇÃO
• DE ENERGIA ELÉTRICA EM CALOR.
• •PODE CAUSAR QUEIMADURAS

• DE TODOS OS GRAUS.
• •PODE SER UTILIZADO NAS INDÚSTRIAS, NAS
RESIDÊNCIAS, NO COMÉRCIO, NA SAÚDE ETC.
RESISTÊNCIAS CORPORAIS
• RESISTÊNCIAS CORPORAIS?
• ESTADO DA PELE:
• A)SECA, ÁSPERA, ESPESSA, CALOSA,
QUERATINIZADA, CARBONIZADA, PROTEGIDA POR
BORRACHA, CERÂMICA ETC. MAIOR PROTEÇÃO.

• B) ÚMIDA, LISA, DELGADA, SUADA, SEM PROTEÇÃO


ISOLANTE. MENOR PROTEÇÃO.
FAZENDO CONTAS:
VOLTAGEM =
RESISTÊNCIA X INTENSIDADE.
V = R X i.
VOLT = OHM X AMPÈRE
A CORRENTE PROCURRA SEMPRE A
MENOR RESISTÊNCIA
MAIOR PERIGO
LESÃO EM REGIÕES MAIS NOBRES
• MAIOR PERIGO
• LESÃO EM REGIÕES MAIS NOBRES:
• ENCÉFALO.
• CÉREBRO.
• TRONCO CEREBRAL OU
• TRONCO ENCEFÁLICO
• (BULBO – NERVO VAGO)
• CORAÇÃO.
• MUSCULATURA RESPIRATÓRIA.
RECEBE TODA A CORRENTE
LIGAÇÃO EM SERIE
CAMINHO DA CORRENTE ELETRICA
ESPASMO DA MUSCULATURA
MORRE POR ASFIXIA
ALTA OU BAIXA TENSÃO?
ALTA OU BAIXA TENSÃO?

BAIXA VOLTAGEM – ATÉ 220 V.


MÉDIA VOLTAGEM – ATÉ 1200 V.
ALTA VOLTAGEM – 1200 V E MAIS
O FATOR MORTAL É A AMPERAGEM
EFEITOS DA AMPERAGEM
CAUSA DA MORTE EM ELETROPLESSÃO
ALTA AMPERAGEM

• CAUSA DA MORTE EM ELETROPLESSÃO


ALTA AMPERAGEM.

PASSANDO PELO ENCÉFALO PODE AFETAR O TRONCO


ENCEFÁLICO E CAUSAR PARADA
CARDIORRESPIRATÓRIA CENTRAL. ALÉM DE CAUSAR
HIPERTERMIA.
- CAUSA DA MORTE EM ELETROPLESSÃO
ALTA AMPERAGEM.

PASSANDO PELO CORAÇÃO CAUSA PARADA


CARDÍACA PERIFÉRICA EM ASSISTOLIA.
PODE CAUSAR PARADA RESPIRATÓRIA
PERIFÉRICA POR ESPASMO MUSCULAR.
• CAUSA DA MORTE EM ELETROPLESSÃO
MÉDIA AMPERAGEM.

PASSANDO PELO ENCÉFALO PODE AFETAR O


TRONCO ENCEFÁLICO E CAUSAR PARADA
CARDIORRESPIRATÓRIA CENTRAL. ALÉM DE
CAUSAR HIPERTERMIA
• CAUSA DA MORTE EM ELETROPLESSÃO
MÉDIA AMPERAGEM

PASSANDO PELO CORAÇÃO CAUSA PARADA


CARDÍACA PERIFÉRICA EM ASSISTOLIA. PODE
CAUSAR PARADA RESPIRATÓRIA PERIFÉRICA
POR ESPASMO MUSCULAR
• CAUSA DA MORTE EM ELETROPLESSÃO O FATOR
TEMPO NA MÉDIA AMPERAGEM.

• QUANDO A ELETRICIDADE NÃO ATINGE SISTEMA


NERVOSO OU CORAÇÃO, CONFORME O TEMPO DE
CONTATO, PODE OCORRER ASFIXIA POR ESPASMO
PROLONGADO DA MUSCULATURA RESPIRATÓRIA
• CAUSA DA MORTE EM ELETROPLESSÃO
BAIXA AMPERAGEM EFEITOS LESIVOS SIGNIFICATIVOS
APENAS SE PASSAR PELO CORAÇÃO CAUSANDO
FIBRILAÇÃO VENTRICULAR
OU
PELO TRONCO ENCEFÁLICO
CAUSANDO PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA DE
ORIGEM CENTRAL. (BULBO)
• FIBRILAÇÃO VENTRICULAR
• CADA CÉLULA CARDÍACA RECEBE IMPULSOS
ELÉTRICOS FISIOLÓGICOS.
• O SISTEMA DE CONDUÇÃO ELÉTRICA DO CORAÇÃO
PARTE NO NÓDULO SINOATRIAL, PASSA PELO
ÁTRIOVENTRICULAR E ALCANÇA AS CÉLULAS
VENTRICULARES.
• RITMO SINCRONIZADO E ADAPTÁVEL.
• ASSIM É O CICLO NORMAL
• FIBRILAÇÃO VENTRICULAR
• QUANDO UMA CORRENTE ELÉTRICA DE BAIXA
AMPERAGEM (10 a 50 mA) ATINGE O CORAÇÃO HÁ
DESORGANIZAÇÃO DO RITMO CARDÍACO
• E SURGE UM BATIMENTO CARDÍACO
• GENERALIZADAMENTE INEFICIENTE:
• O CORAÇÃO, ASSIM, NÃO CONSEGUE BOMBEAR O
FLUXO DE SANGUE, COM OXIGÊNIO, AOS TECIDOS.
• CHOQUE CARDIOGÊNICO
• SEM O BOMBEAMENTO CARDÍACO EFICIENTE
A PRESSÃO ARTERIAL NÃO SE MANTÉM E
PODE ATINGIR NÍVEIS MÍNIMOS OCORRENDO
O ESTADO DE CHOQUE...CARDIOGÊNICO.
• NÃO HÁ PULSOS ARTERIAIS PERIFÉRICOS OU
CENTRAIS.
LESÕES E MORTE CAUSADAS PELA
ENERGIA BAROMÉTRICA.
PERCENTAGEM DE GASES EM QUALQUER
ALTURA:

• 21 % DE OXIGÊNIO.
• 78 % DE NITROGÊNIO.
• 1 % DE OUTROS GASES.
MAL DAS MONTANHAS
• MAL DAS MONTANHAS
• ACIMA DE 3000 m. AR RAREFEITO:
• 21 % DE O2.
• HIPOXIA RELATIVA.
• QUADRO AGUDO.
• EDEMAS CEREBRAL E PULMONAR.
• FORTES DORES DE CABEÇA.
• NÁUSEAS, TONTEIRAS, DISPNÉIA.
• TENDÊNCIA A RETER LÍQUIDOS.
• ESPESSAMENTO PERI-ALVEOLAR.
• MELHORA APÓS ALGUNS DIAS.
• OU COMA. OU MORTE.
• MAL DOS AVIADORES
• ACIMA DE 3000 m. AR RAREFEITO.
• 21 % DE O2.
• HIPOXIA RELATIVA.
• QUADRO AGUDO.
• EDEMAS CEREBRAL E PULMONAR.
• FORTES DORES DE CABEÇA.
• NÁUSEAS, TONTEIRAS, DISPNÉIA.
• TENDÊNCIA A RETER LÍQUIDOS.
• ESPESSAMENTO PERIALVEOLAR.
• MELHORA APÓS ALGUNS DIAS.
• OU COMA. OU MORTE.
DOENÇA DE MONGE
DOENÇA DE MONGE FORMA CRÔNICA DO MAL
DAS MONTANHAS.
• ATIVIDADE DE ERITROPOIETINA (EPO).
• AUMENTO DA HEMATOPOIESE.
• POLIGLOBULIA COMPENSADORA.
• MAIOR RISCO DE TROMBOSES.
• DEDOS EM BAQUETA DE TAMBOR.
ERITROPOIETINA
• 5 MILHOES DE GLOBULOS VERMELHOS POR MILÍMETRO DE
SANGUE;
• QUANDO SE ESTA EM UM LUGAR COM POUCO OXIGENIO , O
CORPO COMEÇA A PRODUZIR O HORMONIO ERITOPOIETINA
QUE TEM A FUNÇÃO DE AUMENTAR A PRODUÇÃO DE
GLOBULOS VERMELHOS;
• AUMENTA A CAPACIDADE DE CAPTÇÃO DE O2.
• 6 MILHÕES DE GLOBULOS VERMELHOS;
• AUMENTO DA DENSIDADE DO SANGUE, CIRCULAÇÃO MAIS
LENTA, OBSTRUÇÃO DE ALGUNS VASOS SANGUINEOS;
TROMBOSE;
NO FUNDO DO MAR
• NO FUNDO DO MAR
• MERGULHO EM APNÉIA.
• MERGULHO COM SCUBA.
• SCUBA – SELF-CONTAINED-UNDER WATER-
BREATHING-APPARATUS.
• OS PROBLEMAS DEPENDERÃO DA PROFUNDIDADE,
DO TEMPO DE MERGULHO E DO TEMPO DE
RETORNO À SUPERFÍCIE.
• NO FUNDO DO MAR
• A CADA 10.33 m
• DE PROFUNDIDADE
• A PRESSÃO AUMENTA
• DE UMA ATMOSFERA.
PRESSÃO NO FUNDO DO MAR
1 ATM = 760 mm de Mercúrio
• O APARELHO “JOGA” AR DENTRO DO MERGULHADOR COM A MESMA
PRESSÃO À QUAL ELE ESTA SENDO SUBMETIDO PELO VOLUME DE AGUA;

• 1 ATM = 760 mm de Mercúrio;


• Esse ar fica dissolvido no sangue;
• No retorno tem que realizar a descompressão, de forma lenta e gradual;
• Se não fizer de forma lenta, as bolhas podem cair na circulação sanguínea
e causar obstruções;
• Doença da descompressão;
DOENÇA DA DESCOMPRESSÃO
• DOENÇA DA DESCOMPRESSÃO
• FORMA CRÔNICA. BEND.
• DECORRE DA
• DESCOMPRESSÃO INADEQUADA.
• ACÚMULO DE GASES DESCOMPRIMIDOS NAS
ARTICULAÇÕES.
• CONTRATURAS DOLOROSAS.
• MAIOR CONCENTRAÇÃO DE NITROGÊNIO NA MISTURA
GASOSA.
EMBOLIA TRAUMÁTICA PELO AR
• EMBOLIA TRAUMÁTICA PELO AR
• FORMA AGUDA. PODE SER MORTAL.
• ROTURA DAS PAREDES ALVEOLARES.
• HEMORRAGIA INTRAPULMONAR.
• GASES (NITROGÊNIO) CAEM NA CIRCULAÇÃO
ARTERIAL.
• DISSEMINAÇÃO UNIVERSAL.
• EMBOLIAS GASOSAS DIFUSAS.
ASFIXIOLOGIA FORENSE
QUÍMICA DAS ASFIXIAS

HIPOXIA
E
HIPERCAPNIA
OU HIPERCARBIA
MERGULHO EM APNEIA
PROBLEMAS NA DESCIDA?
• BAROTRAUMA DE OUVIDO
• A CAVIDADE BUCAL COMUNICA-SE COM O OUVIDO MÉDIO
ATRAVÉS DAS TROMPAS AUDITIVAS.
• O MEIO EXTERNO COMUNICA-SE COM O OUVIDO MÉDIO
ATRAVÉS DO CONDUTO AUDITIVO EXTERNO.
• SEPARANDO OS DOIS CONDUTOS TEMOS A MEMBRANA DO
TÍMPANO, ASSIM...
MANOBRA DE VALSALVA
• MANOBRA DE VALSALVA
• DEVE-SE FAZER A MANOBRA DE VALSALVA:
• FECHAR AS NARINAS.
• FECHAR A BOCA.
• SOPRAR COM FORÇA PARA FORÇAR O AR A ENTRAR NAS
TROMPAS AUDITIVAS.
• OBJETIVO: EQUILIBRAR AS PRESSÕES
• INTERNA E EXTERNA SOBRE O TÍMPANO.
APAGAMENTO

• APAGAMENTO
• OCORRE NOS MERGULHOS EM APNÉIA, NAS
SUBIDAS APÓS LONGA PERMANÊNCIA NO
FUNDO.
TENTANDO EXPLICAR O
APAGAMENTO
• TENTANDO EXPLICAR O APAGAMENTO
• UMA DETERMINADA QUANTIDADE DE GÁS
• EXERCE CERTA PRESSÃO EM UM RECIPIENTE.
• SE O VOLUME DO RECIPIENTE AUMENTAR,
• A PRESSÃO PARCIAL DO GÁS
• DIMINUIRÁ PROPORCIONALMENTE.
• IMAGINE UM PNEU COM A CÂMARA DE AR FURADA.
COLOCADA SOB A ÁGUA PRODUZ BOLHAS DE AR.
COM A PERDA DO AR, AS BOLHAS VÃO DIMINUINDO.
SE APERTAR A CÂMARA DE AR, REDUZINDO O VOLUME
DISPONÍVEL, MESMO COM POUCO AR, O NÚMERO DE BOLHAS
AUMENTA: AUMENTOU A PRESSÃO PARCIAL.
SE AFROUXAR A CÂMARA DE AR, AUMENTANDO O VOLUME
DISPONÍVEL, O NÚMERO DE BOLHAS DIMINUI.
É O QUE OCORRE QUANDO O MERGULHADOR VOLTA À
SUPERFÍCIE DA ÁGUA: EXPANSÃO DOS PULMÕES E...???
MERGULHANDO COM SCUBA
• MERGULHANDO COM SCUBA
• OS PROBLEMAS RELACIONAM-SE COM AS GRANDES
QUANTIDADES DE GÁSES QUE SERÃO DISSOLVIDOS
NOS LÍQUIDOS ORGÂNICOS DO MERGULHADOR.
• SE O RETORNO À SUPERFÍCIE NÃO FOR CRITERIOSO
GRAVES PROBLEMAS PODERÃO SURGIR.
ASFIXIOLOGIA FORENSE
QUÍMICA DAS ASFIXIAS

HIPOXIA
E
HIPERCAPNIA
OU HIPERCARBIA
ENERGIA PARA A VIDA
• ENERGIA PARA A VIDA
QUEIMA DE ALIMENTOS PARA EXTRAIR
A ENERGIA QUÍMICA ACUMULADA
ENTRE OS ÁTOMOS DE CARBONO.

OXIDAÇÃO (QUEIMA) ANAERÓBIA :


SEM USAR OXIGÊNIO.
OXIDAÇÃO (QUEIMA) AERÓBIA:
USANDO OXIGÊNIO.
• Oxidaçao anaeróbia : 4 ATP e 2 ácido lático

• Oxidaçao aeróbica : 38 ATP, 6 CO2 e 6 H20


SEM CONSUMO DE ENERGIA AS MÁQUINAS
NÃO FUNCIONAM

A ENERGIA QUÍMICA (ATP) MANTÉM AS FUNÇÕES BIOLÓGICAS.


O ATP É FORMADO A PARTIR DA LIBERAÇÃO DA ENERGIA
CONTIDA NOS ALIMENTOS.
A PRINCIPAL FONTE DE ENERGIA PARA FORMAR ATP É A
GLICOSE.
A GLICOSE É UM AÇÚCAR,
COM SEIS CARBONOS.
Molécula de Glicose
PH DO SANGUE
• PH NEUTRO = 7

• PH ALCALINO > 7

• PH ACIDO < 7
• QUEIMAS CELULARES COM E SEM OXIGÊNIO
A GLICOSE PODE SER:
1 - PARCIALMENTE QUEIMADA,
SEM OXIGÊNIO, LIBERANDO POUCA ENERGIA (ATP).
2 – TOTALMENTE QUEIMADA,
COM OXIGÊNIO, LIBERANDO MUITA ENERGIA (ATP).
ASFIXIAR É ?

• ASFIXIAR É, DE ALGUM MODO, IMPEDIR QUE A CÉLULA


UTILIZE O OXIGÊNIO.
SEM OXIGÊNIO A QUEIMA DA GLICOSE FICARÁ MUITO
REDUZIDA.
A PRODUÇÃO DE ENERGIA (ATP) PARA AS FUNÇÕES TENDERÁ A
ZERO:
AS CÉLULAS “PARAM” DE FUNCIONAR.
O ORGANISMO MORRE.
PROCURANDO A CAUSA DA ASFIXIA

• PROCURANDO A CAUSA DA ASFIXIA


PRESENÇA DE O2 NO AR ATMOSFÉRICO?
PENETRAÇÃO DO O2 NO ORGANISMO?
FLUXO DO O2 NAS VIAS RESPIRATÓRIAS?
CAPTAÇÃO DO O2 PELO SANGUE?
TRANSPORTE DO O2 ATÉ AS CÉLULAS?
UTILIZAÇÃO DO O2 NOS MITOCÔNDRIAS?
OUTRAS CAUSAS QUE ALTEREM O FLUXO DE O 2 AOS TECIDOS?
• O O2 SE LIGA AOS IONS H+ FORMANDO H20;

• ESSA REAÇÃO OCORRE DENTRO DO


MITOCONDRIA;

• DEPENDE DA ENZIMA CITOCROMOOXIDASE


QUE É INIBIDA PELO CIANETO;
• ASFIXIAS FORENSES EMBORA, EM GERAL, TODAS AS
MORTES DECORRAM DE UM PROCESSO FINAL DE ASFIXIA, A
JUSTIÇA, COMO A MEDICINA LEGAL PREOCUPAM-SE COM
UM TIPO PARTICULAR DE ASFIXIA:
• ASFIXIAS MECÂNICAS
• 1 – PRIMÁRIA – QUANTO AO TEMPO
• 2 - VIOLENTA – QUANTO AO MODO
• 3 – MECÂNICA – QUANTO AO MEIO
• QUAL É OTIPO DE ENERGIA VULNERANTE
EM AÇÃO NAS ASFIXIAS MECÂNICAS ?

FÍSICO-QUÍMICA: AÇÃO DE UM AGENTE


MECÂNICO PRODUZINDO ALTERAÇÃO
QUÍMICA, HIPOXIA E HIPERCAPNIA, NO
ORGANISMO
MODALIDADES DE ASFIXIA
• IMPEDIR O FLUXO DE AR AOS PULMÕES.

• MODIFICAR O AMBIENTE RESPIRÁVEL.

• CONSTRIÇÃO DO PESCOÇO.

• OUTRAS FORMAS
SUFOCAÇÃO
• SUFOCAÇÃO

SUFOCAÇÃO DIRETA
I – OBSTRUÇÃO DOS ORIFÍCIOS
RESPIRATÓRIOS.
II – OBSTRUÇÃO DAS VIAS AÉREAS
SUPERIORES.
SUFOCAÇÃO
• SUFOCAÇÃO

SUFOCAÇÃO INDIRETA
I – COMPRESSÃO DO TÓRAX.
II – CRUCIFICAÇÃO.
III – PARALISIA DA MUSCULATURA
RESPIRATÓRIA.
MODIFICAÇÃO DO AMBIENTE
RESPIRÁVEL

• MODIFICAÇÃO DO AMBIENTE RESPIRÁVEL


• I - AFOGAMENTO.
• II – SOTERRAMENTO.
• III - CONFINAMENTO
• CONSTRIÇÕES DO PESCOÇO
• I – ENFORCAMENTO.
• II – ESTRANGULAMENTO.
• III – ESGANADURA.
OUTRAS FORMAS DE ASFIXIA
I - ENVENENAMENTO PELO CIANETO.
II – INTOXICAÇÃO PELO
MONÓXIDO DE CARBONO.
III – ENVENENAMENTO PELO CURARE.
IV – ELETROPLESSÃO DE
MÉDIA AMPERAGEM.
V - FRATURA DO GRADIL COSTAL.
A MOLÉCULA DE HEMOGLOBINA
VARIADAS FORMAS DE HEMOGLOBINA
VARIADAS FORMAS DE HEMOGLOBINA
• HB + O2 = OXIEMOGLOBINA. (VERMELHO VIVO)
• HB + CO2 = CARBAMINOEMOGLOBINA ( ARROXEADA)
• HB + H+ = HEMOGLOBINA REDUZIDA. (AZULADA)
• HB + CO = CARBOXIEMOGLOBINA. (CEREJA, CARMIN)
• HB + H2S = SULFOXIEMOGLOBINA. (ESVERDIADA)
CARBOXIEMOGLOBINA:
250 MAIS ESTÁVEL QUE AS DEMAIS.
LARINGE
HEMATOSE
• SINAIS GERAIS DE ASFIXIA :
1 SANGUE FLUIDO E ESCURO
2 CONGESTÃO POLIVISCERAL
3 MANCHAS DE TARDIEU
OBS : NÃO SÃO SINAIS DE CERTEZA;
NÃO SÃO SINAIS PATOGNOMÔNICOS.
• TRÍADE ASFÍXICA
• SANGUE FLUIDO E ESCURO.
• CONGESTÃO POLIVISCERAL.
• PETÉQUIAS DISSEMINADAS.
• NÃO É UMA ALTERAÇÃO PATOGNOMÔNICA
DE ASFIXIAS
• SANGUE FLUIDO E ESCURO

AÇÃO DE UM SISTEMA FIBRINOLÍTICO


(FIBRINOLISINA – DESTRÓI A FIBRINA)

ALTA CONCENTRAÇÃO DE HB H+
(HEMOGLOBINA REDUZIDA)
• CIANOSE
• CIANO = AZUL
• CIANOSE OCORRE QUANDO EXISTE MAIS DE
5 % DE HEMOGLOBINA REDUZIDA NA
CIRCULAÇÃO DE PESSOA NORMAL.
CONGESTÃO POLIVISCERAL
• COM A PROGRESSIVA FALTA DE OXIGÊNIO (HIPOXIA)
E O EXCESSO DE GÁS CARBÔNICO (HIPERCAPNIA) O
ORGANISMO PROVOCA UMA VASODILATAÇÃO
GENERALIZADA E, COM ISSO, AS VÍSCERAS, MUITO
VASCULARIZADAS, FICAM REPLETAS DE SANGUE
QUE ESTÁ CONTIDO NOS VASOS QUE AS
CONSTITUEM.
SUFOCAÇÃO DIRETA

• SUFOCAÇÃO DIRETA

1 - OBSTRUÇÃO DOS ORIFÍCIOS RESPIRATÓRIOS

2 - OBSTRUÇÃO DAS VIAS AÉREAS SUPERIORES


• SUFOCAÇÃO DIRETA

1 - OBSTRUÇÃO DOS ORIFÍCIOS RESPIRATÓRIOS


SUFOCAÇÃO DIRETA POR ABSTRUÇÃO DAS VIAS AÉRIAS
SUPERIORES
SUFOCAÇÃO DIRETA POR ABSTRUÇÃO DAS VIAS AÉRIAS
SUPERIORES
SUFOCAÇÃO DIRETA POR ABSTRUÇÃO DAS VIAS AÉRIAS
SUPERIORES
SUFOCAÇÃO INDIRETA
COMPRESSÃO
DO
TÓRAX
SUFOCAÇÃO INDIRETA
EXAUSTÃO
DA MUSCULATURA RESPIRATÓRIA
• SUFOCAÇÃO INDIRETA
ELETROPLESSÃO
DE MÉDIA OU ALTA AMPERAGEM
ATINGINDO TRONCO
DURANTE ALGUNS MINUTOS ESPASMO DA MUSCULATURA
RESPIRATÓRIA
DE ORIGEM PERIFÉRICA
SUFOCAÇÃO INDIRETA
FRATURAS MÚLTIPLAS
NO GR
ADIL COSTAL
CONSTRIÇÕES DO PESCOÇO

CONSTRIÇÕES DO PESCOÇO
1 - COM AS MÃOS - ESGANADURA
2 – COM LAÇO TRACIONADO PELO PESO DO CORPO DA VÍTIMA
– ENFORCAMENTO
3 – COM LAÇO TRACIONADO POR QUALQUER OUTRA FORÇA
DIFERENTE DO PESO DO CORPO DA VÍTIMA -
ESTRANGULAMENTO
ESGANADURA

HOMICÍDIO
QUESTÃO DE PROVA
• APONTE LESÕES EXTERNAS NA ESGANADURA?
R: ESTIGMAS DIGITAIS E UNGUEAIS

• APONTE LESÕES INTERANS NA ESGANADURA?


R: FRATURA DO HIÓIDE, CARTILAGEM LARINGE ,
CRICÓIDE , EQUIMOSE RETROFARINGEANA DE
BUORDEL
HEMORRAGIA SUBCONJUNTIVAL – ASFIXIA POR CONSTRICÇÃO
DO PESCOÇO
ESTRANGULAMENTO
HOMICÍDIO
ACIDENTE
SUICÍDIO
EXECUÇÃO JUDICIAL
VARIADOS ASPECTOS
DOS SULCOS NO PESCOÇO

• VARIADOS ASPECTOS
• DOS SULCOS NO PESCOÇO
• MUITO VISÍVEIS
• POUCO VISÍVEIS
• DUROS
• MOLES
• SIMPLES
• MÚLTIPLOS
• COMPLETOS
• INCOMPLETOS
• PROFUNDIDADE HOMOGÊNEA
• PROFUNDIDADE HETEROGÊNEA
SULCO DO ENFORCAMENTO
PODAS
• OBLIQUO;
• ASCENDENTE;
• DESCONTÍNUO;
• PROFUNDIDADE HETEROGÊNEA;
• SUPRA-LARÍNGEO, SUPRA-HIÓDEO;
• PODE REVELAR O DECALQUE DO LAÇO;
SULCO DO ESTRANGULAMENTO
CAPHA
• HORIZONTAL;
• COMPLETO;
• PROFUNDIADE HOMOGÊNEA;
• ABAIXO DA LARÍNGE;
• ABAIXO DO HIÓIDE;
´PODE REVELAR O DECALQUE DO LAÇO;
SINAL DE BONNET
NO SULCO
DE CONSTRIÇÃO
DO PESCOÇO
SINAIS ESPECIAIS NO PESCOÇO
• LINHA ARGENTINA;

• SINAL DE AMUSSAT – RUTURA NA TÚNICA


INTERNA DE CARÓTIDA;

• SINAL FRIEDBERG – EQUIMOSE NA PARTE


EXTERNA DA CARÓTIDA;
SINAIS ESPECIAIS NO PESCOÇO
• SINAL DE FRANÇA – MARCA DA UNHA DO
AGRESSOR NA PARTE INTERNA DA CARÓTIDA;

• SINAL DE DOTO – NERVO VAGO COM LESÃO


NA BAINHA DE MIELINA;
•Sinal de Ponsold: livores cadavéricos, em placas por cima
e por baixo das bordas do sulco.

•Sinal de Thoinot: zona violácea ao nível das bordas sulco.

•Sinal de Azevedo-Neves: livores punctiformes por cima e


por baixo das bordas do sulco.

•Sinal de Neyding: infiltrações hemorrágicas punctiformes


de fundo do sulco.
•Sinal de Ambroise Paré: pele enrugada e escoriada no
fundo do sulco.

•Sinal de Lesser: vesículas sanguinolentas no fundo do


sulco.

•Sinal de Bonnet: marca de trama no laço.

•Sinal de Schulz: borda superior do sulco saliente e


violácea.
Equimose Retrofaringeana de
Brouardel

• Mancha equimótica na parte


posterior da faringe provocada pela
pressão da faringe contra a coluna
vertebral em razão de compressão
na parte anterior do pescoço
AUTÓPSIA PSICOLÓGICA
MORTE SUSPEITA?
Asfixiofilia
• Asfixia autoerótica;

• A asfixia provoca uma vasodilatação


generalizada que poderia afetar os vaso das
áreas genitais e causar estímulos sexuais;
• FBI mais de 500 mortes por ano;
MODIFICAÇÃO DO AR AMBIENTAL

• AFOGAMENTO – REAL E FALSO - LÍQUIDO


• SOTERRAMENTO – ESTRITO E AMPLO - SÓLIDO
GRANULAR
• CONFINAMENTO – LOCAL ABERTO E FECHADO –
TEORIA QUÍMICA E FÍSICO QUÍMICA - GASES NÃO
TÓXICOS
SOTERRAMENTO EM SENTIDO
AMPLO
• BASTA QUE O CADAVER ESTEJA
RECOBERTO PELO AGENTE
PULVERULENTO SÓLIDO
SOTERRAMENTO

NO SENTIDO ESTRITO
PRESENÇA DE RESÍDUOS SÓLIDOS
PULVERULENTOS NAS PORÇÕES MAIS
INTERNAS DA ÁRVORE RESPIRATÓRIA
ALTERAÇÕES CARDIO – RESPIRATÓRIAS
MISTURAM AR COM ÁGUA
CONFINAMENTO

• CONFINAMENTO EM LOCAIS ABERTOS SEM


CIRCULAÇÃO DE AR E SEM RENOVAÇÃO DO
AR, COMO UM POÇO ARTESIANO MUITO
PROFUNDO;
• PEQUENA QUANTIDADE DE O2
CONFINAMENTO
• CONFINAMENTO EM LOCAIS
FECHADOS SEM CIRCULAÇÃO E SEM
RENOVAÇÃO DO AR , GELADEIRAS
ANTIGAS .
CONFINAMENTO: TEORIA FÍSICA

• CONFINAMENTO: TEORIA FÍSICA


• O CORPO HUMANO, NORMALMENTE, É MAIS QUENTE QUE O
AMBIENTE.
• SEM RENOVAÇÃO DO AR AUMENTA A TEMPERATURA AMBIENTAL.
• O SUOR EVAPORA E AUMENTA A UMIDADE DO AR AMBIENTAL.
• A UMIDADE DO AMBIENTE RETARDA A EVAPORAÇÃO DO SUOR.
• A TEMPERATURA CORPORAL AUMENTA.
• MORRE POR HIPERTEMIA
CONFINAMENTO: TEORIA QUÍMICA

• CONFINAMENTO: TEORIA QUÍMICA


• SEM RENOVAÇÃO DO AR AMBIENTAL OS NÍVEIS DE GÁS CARBÔNICO
AUMENTAM.
• O CENTRO RESPIRATÓRIO BULBAR, ESTIMULADO PELO CO2
• ACELERA O RITMO RESPIRATÓRIO.
• O CONSUMO DE OXIGÊNIO AUMENTA.
• SURGEM OS SINAIS DE
• HIPOXIA E HIPERCAPNIA - MORTE
AFOGAMENTO
• 1 – EM AGUA DOCE;

• 2- E AGUA SALGADA;
AFOGAMENTO
SINAL DE PALTAUF
A OSMOSE NO AFOGAMENTO
HEMOLISE / HIPERPOTASSEMIA
DENSAIDADE DOS ÁTRIOS
• AFOGAMENTO EM AGUA DOCE – ÁTRIO
ESQUERDO FICA MAIS DILUÍDO DO QUE O
SANGUE DO ÁTRIO DIREITO;

• AFOGAMENTO EM ÁGUA SALGADA – ÁTRIO


ESQUERDO FICA MENOS DILUIDO DO QUE O
SANGUE DO ÁTRIO DIREITO;
CRIOSCOPIA DE CARRARA
• ABAIXAMENTO DO PONTO DE CONGELMENTO
DA AGUA;

• ÁTRIO ESQUERDO E DIREITO;


AFOGADO BRANCO DE PARROT
• REFLEXO VAGAL;

• ESPASMO DE GLOTE;
AFOGADO EM PUTREFAÇÃO
• ALGAS DIATOMÁCEAS NA MEDULA ÓSSEA
DOS OSSOS LONGOS ;

• FEMUR;
SINAIS DE CERTEZA DE
AFOGAMENTO
• ALTERAÇÃO NAS DENSIDADES DOS ÁTRIOS;
• ALTERAÇÃO NO PONTO DE CONGELAMENTO;
• ALGAS DIATOMÁCEAS;
• ENFISEMA HIDROAÉRIO;
• MANCHA DE PALTAUF;
THANATOS = O DEUS DA MORTE
TANATOLOGIA
ESTUDO DOS SINAIS QUE SE
RELACIONAM COM A MORTE
TANATOPSIA
EXAME DO CADÁVER.
AUTÓPSIA. (código de processo)
NECROPSIA.
O ENCÉFALO É FORMADO POR
1 - CÉREBRO:
A REGIÃO QUE TEM CONSCIÊNCIA E VONTADE.
2 - CEREBELO:
CONTROLA O EQUILÍBRIO E A COORDENAÇÃO MOTORA.
3 - PONTE OU PROTUBERÂNCIA:
POSSUI IMPORTANTES CENTROS NERVOSOS.
4 - BULBO:
CONTÉM OS CENTROS CARDIORRESPIRATÓRIOS.
COMO FAZER DIAGNÓSTICO DE
MORTE NA RUA ?
• R: AUSÊNCIA DE SINAIS DE CIRCULAÇÃO E
RESPIRAÇÃO , OU SEJA , MORTE CARDÍACA ,
POR MEIO DE VERIFICÇÃO DOS PULCOS
ARTERIAIS E DOS MOVIMENTOS
RESPIRATÓRIOS
• MORTE ENCEFÁLICA – LEI 9434/97
• ALÉM DA MORTE CEREBRAL
• É INDISPENSÁVEL QUE OCORRA
• A MORTE DO TRONCO ENCEFÁLICO,
• OU TRONCO CEREBRAL,
• ISTO É,
• MORTE DA PONTE E DO BULBO, SEDE DOS CENTROS CARDIORRESPIRATÓRIOS.
• Ver lei 10211/2001
• Ver lei 11.521/2007
• SINAL DE CERTEZA DE MORTE PARA FINS DE TRANSPLANTES
DO ÓRGÃOS E TECIDOS HUMANOS COM DOADOR MORTO.
• LEI 9434/97
• MORTE ENCEFÁLICA:
• ALÉM DA MORTE CEREBRAL EXIGE-SE
• PARADA DEFINITIVA DA ATIVIDADE DO TRONCO ENCEFÁLICO
OU CEREBRAL.
PRIMORIÊNCIA E COMORIÊNCIA
• VER CC: ART. 11 – QUANDO FOR POSSÍVEL, APÓS A
AUTÓPSIA, O PERITO DEVERÁ DETERMINAR QUEM
PRECEDEU O OUTRO NO MOMENTO DA MORTE.
• É A DETERMINAÇÃO DA PRIMORIÊNCIA.
• QUANDO NÃO FOR POSSÍVEL TAL DETERMINAÇÃO, O
DIREITO CIVIL ENTENDE QUE AMBOS MORRERAM
SIMULTANEAMENTE.
• É A PRESUNÇÃO DE COMORIÊNCIA.
PERINECROSCOPIA

• PERINECROSCOPIA
• ART. 6º I CPP:
• TENTAR MÁXIMA PRESERVAÇÃO DO LOCAL.
• PERITO CRIMINAL.
• NO RJ TAMBÉM PERITO LEGISTA
• EXAME DE CORPO DE DELITO: 158 CPP
• PERPETUAR A MATERIALIDADE DO DELITO.
• PERITO- LEGISTA PODE SER REQUISITADO!
• EXCEÇÃO DO 158 CPP – 77 § 1º Lei 9099/95.
SINAIS CONSECUTIVOS DE MORTE
SINAIS TARDIOS DE MORTE

SINAIS REAIS DE MORTE


EVAPORAÇÃO TEGUMENTAR
PRODUZINDO
FENÔMENOS OCULARES
SINAIS OCULARES DE MORTE
DECORREM DA EVAPORAÇÃO TEGUMENTAR
A - MANCHA NEGRA OCULAR:
LARCHER-SOMMER
B - TELA ALBUMINÓIDE OU VISCOSA:
STENON-LOUIS
MANCHA NEGRA OCULAR DE LARCHER-
SOMMER
DECORRE DA DESIDRATAÇÃO OCULAR.
APARECE EM TORNO DE
3 A 5 HORAS APÓS A MORTE.
VARIA COM AS CONDIÇÕES AMBIENTAIS.
3 A 5 HORAS DA MORTE
TELA VISCOSA DE STENON-LOUIS
PROTEÍNAS E RESTOS CELULARES,
PROTEÍNAS E RESÍDUOS QUE SE
DEPOSITAM NA SUPERFÍCIE OCULAR
TORNANDO A CÓRNEA MENOS
TRANSPARENTE;
SINAIS TARDIOS OU REAIS DE MORTE

2 - RESFRIAMENTO CADAVÉRICO ALGOR


MORTIS
FENÔMENO FÍSICO DECORRENTE DO
FLUXO DE TEMPERATURA ENTRE
O CADÁVER E O AMBIENTE.
• DISSIPAÇÃO DO CALOR
• CONDUÇÃO.
• CONVECÇÃO.
• EVAPORAÇÃO.
• IRRADIAÇÃO
• RESFRIAMENTO CADAVÉRICO ALGOR MORTIS

• A CAMADA DE GORDURA SUBCUTÂNEA IRA


RETARDA O INÍCIO DA PERCEPÇÃO DO
RESFRIAMENTO CADAVÉRICO. •
ESPASMO CADAVÉRICO

• RIGIDEZ MUSCULAR INSTÂNTANEA ASSIM QUE


OCORRE A MORTE , MANTENDO A ÚLTIMA
POSIÇÃO ATÉ O INÍCIO DA PUTREFAÇÃO
3 - RIGIDEZ CADAVÉRICA RIGOR
MORTIS
FENÔMENO QUÍMICO
DECORRENTE DAS REAÇÕES
ENTRE AS
PROTEÍNAS MUSCULARES
E OS LÍQUIDOS CADAVÉRICOS
EX: OVO (ALBUMINA )
SENTIDO DA RIGIDEZ

SENTIDO DA RIGIDEZ:
CÉFALO-CAUDAL
OU
CRÂNIO –PODÁLICO.
LEI DE NYSTEN-SOMMER-LARCHER
MASSAS MUSCULARES MENORES ENDURECEM PRIMEIRO QUE
AS MASSAS MUSCULARES MAIORES.
LEI DE NYSTEN – SOMMER –
LARCHER
LEI DE NYSTEN – SOMMER – LARCHER
• A RIGIDEZ CADAVÉRICA INSTALA-SE DE CIMA PARA BAIXO. ENRIJECEM,
INICIALMENTE, AS MASSAS MUSCULARES MENORES E, MAIS TARDE, AS
MASSAS MUSCULARES MAIORES. ATÉ DUAS HORAS – CADÁVER FLÁCIDO.
• ACIMA DE DUAS HORAS – RIGIDEZ DA MUSCULATURA DA MANDÍBULA
(MASSETER)
• SEIS HORAS – RIGIDEZ MUSCULAR GENERALIZADA.
• TODO DURO – MAIS DE 6 HORAS , MENOS DE 24 HS
• 24 A 36 HORAS – INÍCIO DA PUTREFAÇÃO E DESFAZIMENTO DA RIGIDEZ.
TAMBÉM DE CIMA PARA BAIXO.
RIGIDEZ CADAVÉRICA
LEI DE NYSTEN-SOMMER-LARCHER.
A RIGIDEZ, INICIALMENTE, É NOTÁVEL
NAS MASSAS MUSCULARES MENORES.
ALGUM TEMPO DEPOIS APARECE
NAS MASSAS MUSCULARES MAIORES
• SENTIDO CRÂNIO-PODÁLICO OU CÉFALO-CAUDAL
• A RIGIDEZ CADAVÉRICA PROPAGA-SE DA CABEÇA PARA OS
PÉS.
• PERCEPTÍVEL APÓS DUAS HORAS.
• GENERALIZA-SE
• DE SEIS A OITO HORAS APÓS O ÓBITO.
RIGIDEZ CADAVÉRICA PRECOCE
• MORTES VIOLENTAS ACOMPANHADAS DE INTENSA
LUTA OU CASOS DE MORTES CAUSADAS POR AFIXIA
MECÂNICA , PODEM ACELERAR O CURSO DE RIGIDEZ
CADAVÉRICA;

• HOUVE UM GRANDE GASTO DE ENERGIA , LOGO


FALTARÁ ENERGIA PARA MANTER OS TECIDOS
FLÁCIDOS;
• SINAL DE DEVERGIE
• NÃO É RIGIDEZ CADAVÉRICA
• RETRAÇÃO DA MUSCULATURA PROVOCADA
• PELO CALOR DO FOGO.
SINIAS TARDIOS OU REAIS DE
MORTE
• SINIAS TARDIOS OU REAIS DE MORTE
• 4 - LIVORES CADAVÉRICOS LIVOR MORTIS
• SÃO MANCHAS ARROXEADAS RESULTANTES DO
ACÚMULO DE SANGUE
• NO INTERIOR DOS VASOS SANGUÍNEOS
• NAS REGIÕES DE MAIOR DECLIVE DO CADÁVER.
30 MINUTOS – APARECEM NA FORMA DE
PONTILHADO ESPARSO NOS DECLIVES.
• 2 HORAS – MAIS VISÍVEIS FORMANDO MANCHAS MAIORES ESPARSAS
NOS DECLIVES. SÃO MÓVEIS. CLAREIAM COM A PRESSÃO DIGITAL.
• 6 HORAS – GENERALIZADOS, EXCETO NAS ÁREAS DE PRESSÃO DO CORPO
OU DE VESTES. SÃO MÓVEIS. CLAREIAM COM A PRESSÃO DIGITAL.
• 8 A 12 HORAS – GENERALIZADOS E FIXADOS. PODEM APARECER EM
OUTRO LOCAL, MAS NÃO SE DESLOCAM DOS LOCAIS ANTERIORES. NÃO
CLAREIAM C/ A PRESSÃO NO LOCAL.
CRONOTANATOGNOSE
CRONOTANATOGNOSE
LIVOR OU EQUIMOSE?
TÉCNICA DE BONNET: INCISÃO NA PELE.
OBSERVAR OS TECIDOS SUBJACENTES.
PONTILHADO SANGUINOLENTO SAINDO DOS
VASOS? É LIVOR.
HÁ INFILTRAÇÃO HEMORRÁGICA?
É EQUIMOSE.
TÉCNICA DE BONNET
FENÔMENOS TRANSFORMATIVOS

FENÔMENOS TRANSFORMATIVOS
CONSERVADORES
1 - MUMIFICAÇÃO.
2 - SAPONIFICAÇÃO OU ADIPOCERA;
3 - CORIFICAÇÃO.
4 –PLASTINAÇÃO.
5 - PETRIFICAÇÃO/FOSSILIZAÇÃO.
6 - CONGELAMENTO (CRIOGENIA).
FENÔMENOS CONSERVADORES NATURAIS
COMEÇAM A SE INSTALAR DOIS OU MAIS
MESES DA MORTE.
• OCORRE O INÍCIO DA PUTREFAÇÃO
E CERCA DE DOIS MESES APÓS
OCORREM MUDANÇAS NAS CONDIÇÕES
AMBIENTAIS DO PRÓPRIO CADÁVER.
DAÍ, OUTROS FENÔMENOS APARECEM.
1 – MUMIFICAÇÃO
AMBIENTE MUITO AREJADO.
SECO E QUENTE.
COM A ACENTUADA PERDA DE LÍQUIDOS.
CESSA A PROLIFERAÇÃO BACTERIANA.
A PUTREFAÇÃO CESSA
E INICIA-SE A MUMIFICAÇÃO.
- SAPONIFICAÇÃO OU ADIPOCERA

ADIPOCERA = CERA DE GORDURA.


GORDURA = ÁCIDO GRAXO + GLICEROL.
ÁCIDO GRAXO + METAIS = SABÃO, CERA.
SAPONIFICAR É RECOBRIR O CADÁVER, NO
TODO OU EM PARTE, POR MATERIAL
GORDUROSO, PARECENDO CERA.
SAPONIFICAÇÃO OU ADIPOCERA

• A DECOMPOSIÇÃO É INTERROMPIDA.
• ALGUMAS ENZIMAS DE ORIGEM MICROBIANAS MODIFICAM AS ESTRUTURAS
MOLES.
• FORMAM-SE SABÕES DE BAIXA SOLUBILIDADE CONHECIDOS COMO ADIPOCERA.
• ESSA SUBSTÂNCIA POSSUI COLORAÇÃO BRANCO-AMARELADA E CONSISTÊNCIA
MOLE.
• ASPECTO SEMELHANTE AO SABÃO DE BANHA
• OU QUEIJO RANÇOSO.
• CHEIRO RANÇOSO E MUITO PECULIAR.
• SAPONIFICAÇÃO OU ADIPOCERA
• A saponificação pode começar dois meses
após o falecimento. A massa de adipocera
passa a apresentar uma coloração mais
escura, tornando-se mais dura e quebradiça.
ESSA CAPA DE CERA, TIPO SABÃO, COM
ASPECTO DE QUEIJO RANÇOSO,
DIFICULTA A MARCHA DA PUTREFAÇÃO.
SAPONIFICAÇÃO OCORRE EM AMBIENTES
QUENTES E ÚMIDOS.
INDISPENSÁVEL A PRESENÇA DE GORDURAS NO AMBIENTE.
FENÔMENOS TRANSFORMADORES
DESTRUIDORES

• FENÔMENOS TRANSFORMADORES
DESTRUIDORES
• 1 - AUTÓLISE
• 2 – MACERAÇÃO
• 3 - PUTREFAÇÃO
2 - AUTÓLISE
APÓS CUMPRIR O SEU CICLO VITAL, DEIXANDO DE TER
UTILIDADE PARA O ORGANISMO, A CÉLULA LIBERA AS
ENZIMAS DOS SEUS LISOSSOMOS (ESTÔMAGOS CELULARES)
E SOFRE AUTODESTRUIÇÃO.
OS RESÍDUOS CELULARES SERVEM DE ALIMENTO PARA AS
DEMAIS CÉLULAS DA REGIÃO.
MACERAÇÃO FETAL
2 - MACERAÇÃO FETAL
DESTRUIÇÃO DOS TECIDOS MOLES DO FETO
PELA AÇÃO DO LÍQUIDO AMNIÓTICO.

SINAIS EVIDENTES DE MACERAÇÃOPRESENTES?


PELO MENOS 24 HORAS DE MORTE.

CAVALGAMENTO DOS OSSOS DO CRÂNIO?


PELO MENOS SETE DIAS DE MORTE.
FETO MACERADO
FETO LITOPÉDIO
FETO PAPIRÁCEO
SINAL DE SPALDING

• SINAL DE SPALDING
• QUANDO SE OBSERVA O CAVALGAMENTO DOS OSSOS DO
CRÂNIO, EM RAZÃO DA MACERAÇÃO DAS MEMBRANAS
INTER-SUTURAIS
• A MORTE
• DEVE TER OCORRIDO
• HÁ MAIS DE SETE DIAS.
PUTREFAÇÃO

4 - PUTREFAÇÃO
A - FASE CROMÁTICA OU DE COLORAÇÃO
B - FASE ENFISEMATOSA OU GASEIFICAÇÃO
C - FASE REDUTORA OU DE COLIQUAÇÃO
D - FASE DE ESQUELETIZAÇÃOA
UM A DOIS ANOS PARA ESQUELETIZAR , QUANDO ESTIVER
SEPULTADO.
FASES DA PUTREFAÇÃO
• A – FASE DE COLORAÇÃO OU CROMÁTICA:
• MANCHA VERDE DE BROUARDEL:
• REAÇÃO DO H2S + HEMOGLOBINA =
• SULFOXIEMOGLOBINA.
• NO ABDÔMEN: LOCAL MAIS COMUM
MANCHA VERDE DA PUTREFAÇÃO
AO REDOR DOS ORIFÍCIOS NATURAIS:

NOS FETOS (NATIMORTOS) – REDOR DOS ORIFICÍOS NATURAIS.

MANCHA VERDE DA PUTREFAÇÃO


• NA CABEÇA, NO PESCOÇO E NA
• PARTE ALTA DO TÓRAX:
• NOS AFOGADOS VERDADEIROS OU AZUIS.
CIRCULAÇÃO PÓSTUMA DE
BROUARDEL
• OS VÁRIOS GASES DE PUTREFAÇÃO, PROGRESSIVAMENTE AUMENTADOS,
EMPURRAM O SANGUE QUE DESCEU PARA AS REGIÕES DE MAIOR
DECLIVE, DE VOLTA ÀS PORÇÕES MAIS ELEVADAS DO CORPO.

• SURGE O DESENHO DAS VEIAS NOVAMENTE CONTENDO SANGUE, AGORA


PUTREFEITO.

• É A CIRCULAÇÃO PÓSTUMA DE BROUARDEL. INDICA A FASE DE


GASEIFICAÇÃO EM AÇÃO.
• FASES DA PUTREFAÇÃO
• B - FASE ENFISEMATOSA
• OU
• FASE DE GASEIFICAÇÃO
REAÇÃO DE CHAMBERT

• PRESENÇA DE GRANDE QUANTIDADE DE PROTEÍNAS DO


PLASMA NO LÍQUIDO EXISTENTE NA BOLHA INDICA:
• LESÃO DURANTE A VIDA.
• PEQUENA QUANTIDADE OU AUSÊNCIA DE PROTEÍNAS
PLASMÁTICAS NO INTERIOR DAS BOLHAS INDICA:
• LESÃO APÓS A MORTE.
• TÉCNICA DO DESLUVAMENTO
• OBTER DIGITAIS DE CADÁVERES PUTREFEITOS?
• ATÉ A FASE ENFISEMATOSA?
• EPIDERME AINDA PRESENTE?
• RETIRAR A EPIDERME, COMO SE FOSSE UMA LUVA.
• PRESERVAR COM GLICERINA.
• COLHER AS DIGITAIS.
FASE DE COLIQUAÇÃO
DISSOLUÇÃO DOS TECIDOS MOLES. AS
VÍSCERAS PERDEM SUAS
CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS.
EXPOSIÇÃO DO ESQUELETO. PODE SER
LOCAL OU GERAL. PODE ESTAR
PRESENTE AO LADO DAS OUTRAS FASES.
FASE DE ESQUELETIZAÇÃO
EXPOSIÇÃO DO ESQUELETO.
PODE SER PARCIAL OU TOTAL.
PODE ESTAR PRESENTE COM AS
OUTRAS FASES DA PUTREFAÇÃO.
CUIDADO COM A FAUNA CADAVÉRICA.
NECROSE
- MILHARES DE CÉLULAS MORREM EM
DECORRÊNCIA DE ALGUM TRAUMA OU DOENÇA
QUE COMPROMETE O ORGANISMO;
- A NECROSE PODE ATINGIR MEMBROS E
ÓRGÃOS, NO TODO OU EM PARTE;
- HÁ REAÇÃO INFLAMATÓRIA
EXUMAÇÕES:

1 - ADMINISTRATIVAS: EM TRÊS ANOS.


2 - JUDICIAIS: A QUALQUER TEMPO.
3 - ARQUEOLÓGICAS

VER ART. 163 A 166 CPP


EXUMAÇÕES
1 – ADMINISTRATIVAS – DECORRIDO O LAPSO DE TEMPO DO
ALUGUEL DA SEPULTURA, A ADMINISTRAÇÃO DO CEMITÉRIO
EXUMA OS RESTOS MORTAIS E REMETE AO OSSÁRIO OU ÀS
CAIXAS DESTINADAS AOS COLUMBÁRIOS.
2 – JUDICIAIS – DESTINADAS A ESCLARECER ALGUMA DÚVIDA
JURÍDICA - ÁREA CRIMINAL, CIVIL, TRABALHISTA ETC.
3 – ARQUEOLÓGICAS – DESTINADAS A A PESQUISAR FÓSSEIS
HISTÓRICOS.
Art.163
Art. 163. Em caso de exumação para exame cadavérico, a autoridade
providenciará para que, em dia e hora previamente marcados, se realize a
diligência, da qual se lavrará auto circunstanciado.

Parágrafo único. O administrador de cemitério público ou particular indicará o lugar


da sepultura, sob pena de desobediência. No caso de recusa ou de falta de quem
indique a sepultura, ou de encontrar-se o cadáver em lugar não destinado a
inumações, a autoridade procederá às pesquisas necessárias, o que tudo constará
do auto.
EXUMAÇÕES NA ÁREA CRIMINAL
• VER ART. 163 a 166 DO CPP

1- O DELEGADO LAVRARÁ O AUTO DE EXUMAÇÃO:


TODOS OS PRESENTES ASSINARÃO ESTE AUTO E O
PERITO FARÁ O LAUDO DE EXUMAÇÃO: SÓ O PERITO
ASSINARÁ O LAUDO.
TIPOS DE MORTE

TIPOS DE MORTE
A - MORTE NATURAL – CAUSAS INTERNAS
B - MORTE VIOLENTA – CAUSAS EXTERNAS
C - MORTE SUSPEITA?
CAUSA DESCONHECIDA.
NA OCASIÃO DO ENCONTRO DO CADÁVERAINDA NÃO SE SABE
SE A CAUSA FOI INTERNA OU EXTERNA.
MORTE NATURAL ASSISTIDA – MÉDICO ASSISTENTE FORNECE A D.O.
MORTE NATURAL NÃO ASSISTIDA – SVO
MÉDICOS PATOLOGISTAS
MORTE VIOLENTA – SUICÍDIO - IML
MORTE VIOLENTA – ACIDENTE - IML
MORTE VIOLENTA – CRIME - IML
MÉDICOS-LEGISTAS (PERITOS-LEGISTAS)
RES 1779/06
Art. 1º O preenchimento dos dados constantes na Declaração de Óbito é da
responsabilidade do médico que atestou a morte.
Art. 2º Os médicos, quando do preenchimento da Declaração de Óbito,
obedecerão as seguintes normas:
1) Morte natural:
I. Morte sem assistência médica:
a) Nas localidades com Serviço de Verificação de Óbitos (SVO):

- A Declaração de Óbito deverá ser fornecida pelos médicos do SVO;


RES 1779/06
3) Mortes violentas ou não naturais:

A Declaração de Óbito deverá,


obrigatoriamente, ser fornecida pelos serviços
médico-legais.
MORTE SÚBITA( 1+2+3+4)
MORTE SÚBITA( 1+2+3+4)
1 - NÃO PODE SER VIOLENTA
2 - TEM QUE SER NATURAL
3 - TEM QUE SER INESPERADA
4 - PODE SER FULMINANTE
PODE SER AGÔNICA
MORTES FETAIS
1 – PREMATURAS – FETO COM MENOS DE 500g, MENOS DE 5 MESES E
MENOS DE 25 CM;

2- INTERMEDIÁRIAS - FETO COM MENOS DE 1000g, MENOS DE 6 MESES E


MENOS DE 35 CM;

3- TARDIAS -FETO COM MAIS DE 1000g, MAIS DE 6 MESES E MAIS DE 35 CM;


DECLARAÇÃO DE ÓBITO OBRIGATÓRIA?
CFM 1779/06
RES 1779/06
• 2) Morte fetal:
• Em caso de morte fetal, os médicos que prestaram
assistência à mãe ficam obrigados a fornecer a
Declaração de Óbito quando a gestação tiver duração
igual ou superior a 20 semanas ou o feto tiver peso
corporal igual ou superior a 500 (quinhentos) gramas
e/ou estatura igual ou superior a 25 cm.
FORMULA DE HAASE
• ATÉ 5 MÊS A IDADE FETAL E CALCULADA PELA
RAIZ QUADRADA DA ESTATURA;

• A PARTIR DAÍ , DEVE – SE DIVIDIR POR 5.6


PROBLEMA
• UMA MENINA COM 14 ANOS E DOIS MESES
DA À LUZ A UM FETO COM 20 CM , ANALISE A
RESPONSABILIDADE PENAL , A PARTIR DA
PERÍCIA MÉDICO – LEGAL.
SEXOLOGIA
SEXOLOGIA
• SEXOLOGIA FORENSE GRAVIDEZ –
• PARTO –
• PUERPÉRIO
• ABORTO –
• INFANTICÍDIO
• DOCIMASIAS RESPIRATÓRIAS E CIRCULATÓRIAS
• ATOS LIBIDINOSOS: CONJUNÇÃO CARNAL .
SEXOLOGIA
• VIDA SEXUAL FEMININA MENARCA = PRIMEIRA
MENSTRUAÇÃO, APÓS A PRIMEIRA OVULAÇÃO.
• MESTRUAÇÃO = CATAMENIL = ELIMINAÇÃO DA PAREDE
INTERNA DO ÚTERO ENDOMÉTRIO

OVULAÇÃO = OVÓCITO (ÓVULO) ELIMINADO DO FOLÍCULO


OVARIANO OU FOLÍCULO DE GRAAF (ENVOLTO POR CÉLULAS
FOLICULARES )
SEXOLOGIA
• CONCEPÇÃO = FERTILIZAÇÃO =
FECUNDAÇÃO = PENETRAÇÃO DO SPTZ

• NO OVÓCITO (ÓVULO). (C. CIVIL)


NIDAÇÃO = INÍCIO DA GRAVIDEZ.
(DIREITO PENAL)
GRAVIDEZ
• DILATAÇÃO DO COLO UTERINO = INÍCIO
DO PARTO.
• ROTURA DO SACO AMNIÓTICO = INÍCIO
DO PARTO DEQUITAÇÃO OU
SECUNDAMENTO = FINAL DO PARTO
SEXOLOGIA
• DEQUITAÇÃO (ELIMINAÇÃO DA
PLACENTA) = INÍCIO DO
PUERPÉRIO. NOVA OVULAÇÃO
(RETORNO ÀS CONDIÇÕES PRÉ-
GESTAÇÃO) = FINAL DO
PUERPÉRIO
SEXOLOGIA
• INÍCIO DA GRAVIDEZ FECUNDAÇÃO,
FERTILIZAÇÃO, CONCEPÇÃO PENETRAÇÃO DO
ESPERMATOZÓIDE NO OVÓCITO SECUNDÁRIO
(ÓVULO). OCORRE NO TERÇO MÉDIO OU
SUPERIOR DA TROMPA UTERINA
• NIDAÇÃO: INÍCIO DA
GESTAÇÃO CONTROVÉRSIA:
CÓDIGO CIVIL: CONCEPÇÃO.
DOUTRINA PENAL: NIDAÇÃO.
Ovário – Progesterona
TROFOBLASTOS – CELULAS QUE ALIMENTAM O EMBRIÃO , PRODUZ TAMBEM O
B - HCG
SEXOLOGIA
• CÉLULAS TROFOBLÁSTICAS: SÃO CÉLULAS DO REVESTIMENTO
MAIS EXTERNO DO EMBRIÃO , VÃO INICIAR A NIDAÇÃO E
SECRETAR O BHCG, VÃO FORMAR A PLACENTA , PODEM CAIR
NA CORRENTE SANGUINEA DA MÃE , APÓS O PARTO.
• O PRÓPRIO EMBRIÃO PRODUZ O B-HCG, QUE ATUARÁ SOBRE
O CORPO AMARELO , MANTENDO OS NÍVEIS DE
PROGESTERONA EVITANDO ASSIM A DESCAMAÇAO DO
ENDOMÉTRIO;
ABORTO EM MULHER MORTA
• PRESENÇA DE CELULAS TROFOBLÁSTICAS NO
SANGUE ( LÓQUIOS) OU EM ALGUM ORGÃO
DO CORPO ( PARENQUIMA PULMONAR);
- Exame de corpo lúteo ovariano, das lesões e
modificações uterinas e da presença de embolia
das células trofoblásticas em vasos do pulmão
GRAVIDEZ TUBÁRIA - ECTÓPICA
SEXOLOGIA

• Art. 128 I CP
• ABORTO TERAPÊUTICO
• OU NECESSÁRIO
• NÃO SE PUNE O ABORTO PRATICADO POR MÉDICO SE NÃO HÁ OUTRO
MEIO PARA SALVAR A VIDA DA GESTANTE.
• ESTADO DE NECESSIDADE: ART. 24 CP.
• O MÉDICO É AGENTE GARANTIDOR.
• Art. 13 § 2º a - Art. 146 § 3º CP.
SEXOLOGIA

• SEXOLOGIA FORENSE

PARTO
ETAPAS DO PARTO

• ETAPAS DO PARTO
1 - DILATAÇÃO DO COLO UTERINO
OU ROTURA DO SACO AMNIÓTICO (GVF)
OU ELIMINAÇÃO DO TAMPÃO MUCOSO
2 - EXPULSÃO DO CONCEPTO
3 - DEQUITAÇÃO, SECUNDAMENTO OU
ELIMINAÇÃO DA PLACENTA.
PROVA PERICIAL DE PARTO
VAGINAL
• PROVA PERICIAL DE PARTO VAGINAL
• 1 - ORIFÍCIO DO COLO UTERINO
• COM CICATRIZES
• FOCINHO DE TENCA.
• 2 - CARÚNCULAS MIRTIFORMES
• (RESÍDUOS DE HÍMEN NA MUCOSA VAGINAL).
PUERPÉRIO: aspecto dos
lóquios
1 - IMEDIATO
2 - RECENTE
3 - TARDIO
4 - LONGÍNQUO
VER OS LÓQUIOS
E AS LESÕES LOCAIS
PERGUNTA – CITE AS CARACTERISTICAS DO RECEM NASCIDO PARA A
MEDICINA LEGAL ?

Criança com o corpo sujo de


sangue , recorberto pelo indulto
sebáceo , ligado ao cordão
umbilical;
Art 134 CP
Art. 134 - Expor ou abandonar recém-nascido, para ocultar desonra própria:
Pena - detenção, de seis meses a dois anos.

§ 1º - Se do fato resulta lesão corporal de natureza grave:


Pena - detenção, de um a três anos.

§ 2º - Se resulta a morte:
Pena - detenção, de dois a seis anos.
Sujeito passivo
• É o recém-nascido, o que ainda não perdeu o
cordão umbilical, sendo este o critério
científico.
Perito dirá que ele não respirou.
Tumor do Parto
• Tem que ser um parto vaginal;

• Apresentação encefálica;

• Primeiro filho;
ESTUPRO
• Art. 213. Constranger alguém, mediante
violência ou grave ameaça, a ter conjunção
carnal ou a praticar ou permitir que com ele
se pratique outro ato libidinoso:
• § 1o Se da conduta resulta lesão corporal de
natureza grave ou se a vítima é menor de 18
(dezoito) ou maior de 14 (catorze) anos;
ESTUPRO
• Art. 217-A. Ter conjunção carnal ou praticar
outro ato libidinoso com menor de 14
(catorze) anos:

• § 1o Incorre na mesma pena quem pratica as ações descritas


no caput com alguém que, por enfermidade ou deficiência mental, não
tem o necessário discernimento para a prática do ato, ou que, por
qualquer outra causa, não pode oferecer resistência.
ESTUPRO – SINAL DE CERTEZA DE CONJUNÇÃO
CARNAL
• SINAIS DE ATO LIBIDINOSO;
• CARÚNCULAS MIRTIFORMES;
• PARTO VAGINAL;
• HÍMEM = CONJUNÇÃO CARNAL;
• ROTURA DO HÍMEM;
• ESPERMA NO CANAL VAGINA;
ESTUPRO
• PROTEÍNA P 30;
• PSA ( ANTIGENO PROSTÁTICO ESPECÍFICO), ESTA NO LIQ.
PROSTÁTICO;
• FOSFATASE ÁCIDA ACIMA DE 300 UNID. POR mm3 (GLÂNDULA
DE SKENE);
• FOSFATASE ÁCIDA PROSTÁTICA;
• REAÇAO DE CORIN – STOCKIS = SPTZ;
• REAÇAO DE PROBABILIDADE = CRISTAIS FLORENCE , BAECHI ,
BARBÉRIO E BOKHARIUS
HIMENOLOGIA

ESTUDO DO HÍMEN
• HIMENEOLOGIA
ESTUDO MÉDICO-LEGAL
DO CASAMENTO
HIMENOLOGIA
• HIMENOLOGIA
ESTUDO DO HÍMEN.
ORLA E ÓSTIO.
BORDA FIXA E BORDA LIVRE.
ALTURA DO HÍMEN OU HÍMEN.
ROTURAS: RECENTES E CICATRIZADAS
ENTALHES.
CHANFRADURAS.
CARÚNCULAS MIRTIFORMES.
PARTO VAGINAL ANTERIOR OU
INTENSA ATIVIDADE SEXUAL.
• HÍMEN
MEMBRANA QUE LIMITA A ENTRADA DA
VAGINA.
1a - FACE VAGINAL.
1b - FACE VESTIBULAR OU VULVAR
ALTERAÇÕES CONGÊNITAS DO
HÍMEN
ALTERAÇÕES CONGÊNITAS DO HÍMEN
O HÍMEN DERIVA DE PREGAS FORMADAS A PARTIR DO
EPITÉLIO VAGINAL
AGENESIA DE HÍMEN
HÍMEN IMPERFURADO
HIMEM ÚNICO
HÍMEN DUPLO
HÍMEN MÚLTIPLO
• HÍMEN COMISSURADO:
O ÓSTIO APRESENTA ÂNGULOS
EM SUA BORDA LIVRE.
HÍMEN ACOMISSURADO
O ÓSTIO NÃO MOSTRA ÂNGULOS
EM SUA BORDA LIVRE.
TIPOS DE HÍMEN

• TIPOS DE HÍMEN
NÃO COMPLACENTE:
ÓSTIO PEQUENO E ORLA AMPLA
OU ALTA

• COMPLACENTE:
ÓSTIO AMPLO E ORLA ESTREITA
OU BAIXA.
• ALTERAÇÕES IMPORTANTES
• DO HÍMEN
CARÚNCULAS MIRTIFORMES.
TRAUMÁTICAS.
ASSIMÉTRICAS.
RESÍDUOS (CICATRIZES) DO HÍMEN
1 - APÓS O PARTO VAGINAL.
2 - OU INDÍCIOS DE INTENSA
ATIVIDADE SEXUAL
• ROTURAS SÃO LESÕES TRAUMÁTICAS.
PODEM SER RECENTES OU ANTIGAS.
ORA SANGRANTES, ORA CICATRIZADAS.
GERALMENTE ATINGEM TODA A ORLA.
GERALMENTE ASSIMÉTRICAS.
SE APROXIMADAS, AS BORDAS COAPTAM.
• ENTALHES
SÃO ALTERAÇÕES CONGÊNITAS, NÃO HEREDITÁRIAS.
NÃO CICATRIZAM.
GERALMENTE NÃO ATINGEM TODA
A ALTURA DA ORLA DO HÍMEN.
AS BORDAS, QUANDO TENTAMOS APROXIMÁ LAS, NÃO
COAPTAM.
GERALMENTE SIMÉTRICAS.
• SINAIS (VESTÍGIOS)
DE ATO LIBIDINOSO:
1 - CONJUNÇÃO CARNAL
2 - OUTRO ATO LIBIDINOSO
VER CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL
ART. 213 A 234 “C” DO CP.
• SINAIS DE “CERTEZA”
• DE CONJUNÇÃO CARNAL
• 1 - ROTURAS NO HÍMEN
• 2 - ESPERMA NO CANAL VAGINAL
• 2 a) FOSFATASE ÁCIDA PROSTÁTICA NO CANAL VAGINAL
• 2 b) PROTEÍNA P 30 NO CANAL VAGINAL 2 c) PSA NO CANAL VAGINAL
• 3 - GRAVIDEZ.
• “CERTEZA = GRANDE PROBABILIDADE
SINAIS DE “CERTEZA”
DE CONJUNÇÃO CARNAL
• SINAIS DE “CERTEZA”
DE CONJUNÇÃO CARNAL
1 - ROTURAS NO HÍMEN
2 - ESPERMA NO CANAL VAGINAL
2 a) FOSFATASE ÁCIDA PROSTÁTICA NO CANAL VAGINAL
2 b) PROTEÍNA P 30 NO CANAL VAGINAL 2 c) PSA NO CANAL VAGINAL
3 - GRAVIDEZ.
“CERTEZA = GRANDE PROBABILIDADE
• SINAL DE “CERTEZA” DE
• CONJUNÇÃO CARNAL
• PRESENÇA, NO CANAL VAGINAL, DE FOSFATASE ÁCIDA EM
QUANTIDADE ACIMA DE 300 UNIDADES INTERNACIONAIS
POR
• MILÍMETRO CÚBICO
• DO MATERIAL COLHIDO NA VAGINA
CONCEITO DE ABORTO

• CONCEITO DE ABORTO MORTE DO


CONCEPTO, COM OU SEM
EXPULSÃO, DECORRENTE DE AÇÃO
INTERNA OU EXTERNA A
QUALQUER TEMPO DA GESTAÇÃO.
CONCEITO DE CRIME DE ABORTO

CONCEITO DE CRIME DE ABORTO


MORTE DOLOSA DO CONCEPTO,
COM OU SEM EXPULSÃO,
DECORRENTE DE AÇÃO EXTERNA A QUALQUER TEMPO DA
GESTAÇÃO,
SEM A EXISTÊNCIA DE CAUSA DE JUSTIFICAÇÃO:
1 - 128 I E II CP
2 - OU DECISÃO DO STF.
FÓRMULA DE HAASE

IDADE GESTACIONAL
ANTROPOMETRIA: FÓRMULAS
MAIS COMUM: HAASE.
IDADE É A RAIZ QUADRADA DA
ESTATURA.
BIOLOGIA. PONTO DE BECLARD:
PONTO DE OSSIFICAÇÃO NA
EPÍFISE DISTAL DO FÊMUR
PONTO DE BECLARD:
PONTO DE BECLARD: Núcleo
de Ossificação da Epífise Distal do Fêmur que
aparece nas duas últimas semanas
da Gestação. Aparece normalmente lá pelo
oitavo mês de gestação, as impressões digitais
aparece normalmente pelo sexto mês
PSEUDOCIESE

• PSEUDOCIESE
• FALSA GRAVIDEZ OU PSEUDOCIESE
• É UM TRANSTORNO NEURÓTICO EM QUE A MULHER
ACREDITA, SINCERAMENTE, QUE ESTÁ GRÁVIDA.
• NÃO ESTÁ SIMULANDO.
• DIFERENCIE SIMULAÇÃO, DISSIMULAÇÃO,
METASSIMULAÇÃO E PARASSIMULAÇÃO.
INVESTIGANDO:
ABORTO X HOMICÍDIO X INFANTICÍDIO?
PRIORIDADE:
1 - SABER SE HOUVE NASCIMENTO COM VIDA.
2 – SE HOUVE, PESQUISAR A CAUSA MÉDICA DA MORTE.
3 – APÓS EVIDENCIADA A CAUSA MÉDICA DA MORTE,
APRESENTAR INDÍCIOS DA CAUSA JURÍDICA.
NÃO ESQUECER O ART. 4º DO CP: TEMPO DO CRIME
SE O CASO É DE ABORTO:
• SE O CASO É DE ABORTO:
1 - DOCIMASIAS NEGATIVAS (OU NÃO).
2 - CAUSA MÉDICA DA MORTE FETAL.
3 - INDÍCIOS DA CAUSA JURÍDICA.
4 - VESTÍGIOS NA MULHER:
4a) VIVA: EXTERNOS E INTERNOS.
4b) MORTA: EXTERNOS E INTERNOS.
5 - EXAMES COMPLEMENTARES:
5a) QUÍMICOS: HORMÔNIOS ETC.
5b) MICROSCÓPICOS
(HISTOPATOLÓGICOS).
OUTROS.
DOCIMASIAS
DOCIMASIAS
• PROVAS DE NASCIMENTO COM VIDA.
• 1 - RESPIRATÓRIAS
• 1 a - PULMONARES
• 1 b – EXTRAPULMONARES
• 2 – CIRCULATÓRIAS
• 2a – BATIMENTOS CARDÍACOS.
• DOCIMASIA
HIDROSTÁTICA
PULMONAR
DE GALENO
• Extrapulmonares: dosimasia gastrintestinal de
breslau (pega - se estomago, e intestino
grosso, coloca na água, quando o recém
nascido respira qualquer dessas partes flutua.
Lembre os gases da putrefação podem fazer
um falso positivo).
• DOCIMASIA
• MICROSCÓPICA
• DE BALTHAZARD-LEBRUNN
Docimasia visual de Bouchut
• - Docimasia visual de Bouchut: o pulmão com bordas
finas como se fossem laminas, tem uma consistência
firme, como se fosse um fígado, aspecto de maior
densidade, são características de um pulmão
que nunca respirou. Um pulmão que respirou é
arredondado e com um desenho em mosaico;
• DOCIMASIA
CIRCULATÓRIA
TUMOR DO PARTO

OU CAPUT SUCEDANEUM
DIAGNÓSTICO DE ABORTO:
MULHER VIVA
DIAGNÓSTICO DE ABORTO: MULHER VIVA
• CÉLULAS PLACENTÁRIAS NA MULHER.
• FERIDAS PUNCTÓRIAS NO COLO UTERINO SUGERINDO MANIPULAÇÃO
LOCAL.
• PRESENÇA DE BETA-HCG NA MULHER
• NÃO GRÁVIDA (FRAUDE?).
• RESTOS EMBRIONÁRIOS NAS SECREÇÕES UTERINAS (LÓQUIOS).
• EXAME MICROSCÓPICO DOS LÓQUIOS PESQUISANDO RESTOS
EMBRIONÁRIOS: CÉLULAS DA PLACENTA (TROFOBLASTO), DO EMBRIÃO
ETC.
O QUE É GRAVIDEZ EM MOLA
• A gravidez em mola, também chamada de gravidez molar ou mola
hidatiforme, é uma complicação rara da gravidez que leva ao aborto
espontâneo e que pode ser classificada em completa ou parcial.
• Na gravidez em mola completa o feto recebe apenas as células do pai
duplicadas e na parcial o feto recebe as células duplicadas do pai mais as
células da mãe. Estas alterações formam um emaranhado de células
semelhantes a cachos de uvas no útero da mulher, causando a
malformação da placenta e do feto, não havendo a possibilidade deste se
tornar um bebê.
Mola Hidatiforme
• ABORTO NA LEI PENAL:
PROVOCADO (LEGAL OU CRIMINOSO)
E
NATURAL OU ESPONTÂNEO
• CÓDIGO PENAL
• ART. 124 A 128 CP.
• ART. 129 § 1º IV CP.
• ART. 129 § 2º V CP.
• ART. 17 CP.
121, 123, 124 OU 125 CP?
• PROVA DE NASCIDO VIVO.
• CAUSA DA MORTE.
• QUEM MATOU?
• INFLUÊNCIA DO ESTADO PUERPERAL DE QUEM
MATOU?
• PERITO LEGISTA NÃO FAZ O DIAGNÓSTICO DE
INFANTICÍDIO!
INFANTICÍDIO: ART. 123 CP.
• MATAR
• DURANTE O PARTO
• OU LOGO APÓS
• O PRÓPRIO FILHO
• SOB A INFLUÊNCIA (ALTERAÇÃO PSÍQUICA)
• DO ESTADO PUERPERAL (ALTERAÇÃO FÍSICA)
• CRITÉRIO FÍSICOPSICOLÓGICO.
CONCEITO MÉDICO-LEGAL DE: RECÉM NASCIDO
• LOGO APÓS O PARTO:
• PELE DO CONCEPTO RECOBERTA POR INDUTO
SEBÁCEO.
• CORPO SUJO DE SANGUE DO PARTO.
• CORDÃO UMBILICAL LIGADO À PLACENTA.
• NENHUM CUIDADO PRESTADO PELA MÃE (PARA
SUGERIR A INFLUÊNCIA DO ESTADO PUERPERAL)
• CONCEITO JURÍDICO DE
LOGO APÓS O PARTO
MAIS ELÁSTICO.
ENQUANTO DURAR O ESTADO PUERPERAL:
MINUTOS, HORAS, DIAS OU SEMANAS
• CONCEITO DE “LOGO APÓS O PARTO.
PARA A MEDICINA LEGAL:
ENQUANTO NÃO RECEBER OS PRIMEIROS
CUIDADOS MATERNOS.
PARA O DIREITO PENAL:
ENQUANTO DURAR O ESTADO PUERPERAL
• NÃO CONFUNDIR!
1- ESTADO PUERPERAL:
“DURANTE O PARTO OU LOGO APÓS”.
2 - PUERPÉRIO:
APÓS O PARTO, ATÉ RETORNAR ÀS CONDIÇÕES
ANTERIORES À GESTAÇÃO.
INDISPENSÁVEL PARA COMEÇAR A PENSAR EM
INFANTICÍDIO: ART. 123 CP

• INDISPENSÁVEL PARA COMEÇAR A PENSAR EM INFANTICÍDIO: ART. 123


CP.
• DOCIMASIAS POSITIVAS PARA
• RECÉM-NASCIMENTO COM VIDA.
• CAUSA JURÍDICA DA MORTE:
• VIOLENTA – CRIME
• AUTORIA MATERNA E
• DEMAIS ELEMENTARES DO ART. 123 CP
INFANTICÍDIO
• 1890 CÓDIGO PENAL , MATAR O PRÓPRIO FILHO ATÉ 7 DIAS ,
PARA OCULTAR DESONRA PRÓPRIA, CRITÉRIO PSICOLÓGICO;

• AGORA , NÃO É MAIS PARA OCULTAR E SIM SOB A INFLUÊNCIA


DO ESTADO PUERPERAL, FÍSICO – PSICOLÓGICO;

• PSICOSE PUERPERAL , DEPRESSÃO PUERPERAL – ART 26 CP,


ABSOLVIÇÃO IMPRÓPRIA;
• CARACTERÍSTICAS DO LOGO APÓS O PARTO;
ART 158 A 184 CP

PERITOS
E
PERÍCIAS
CORPO DE DELITO
Quando o fato produz alterações
materiais no ambiente, dá-se o nome
de corpo de delito ao conjunto de
elementos sensíveis denunciadores
do fato criminoso.
CORPO DE DELITO
- São os elementos materiais, perceptíveis
pelos nossos sentidos, resultantes da
infração penal. Esses elementos sensíveis,
objetivos, devem ser alvo de prova, obtida
por meios que o direito fornece.
CORPO DE DELITO
• PERPETUAR A MATERIALIDADE DO DELITO

• PERINECROSCOPIA

• LOCAL DE MORTE VIOLENTA

• LOCAL DE CRIME IDONEO E INIDONEO


CAPÍTULO II
DO EXAME DO CORPO DE DELITO, E DAS PERÍCIAS EM GERAL

• Art. 158. Quando a infração deixar


vestígios, será indispensável o exame
de corpo de delito, direto ou
indireto, não podendo supri-lo a
confissão do acusado.
EXCEÇÃO ART 77 § DA LEI 9099/95
ART 77
• § 1º Para o oferecimento da denúncia, que
será elaborada com base no termo de
ocorrência referido no art. 69 desta Lei, com
dispensa do inquérito policial, prescindir-se-á
do exame do corpo de delito quando a
materialidade do crime estiver aferida por
boletim médico ou prova equivalente.
CORPO DE DELITO
• DELICTA FACTIS PERMANENTES - INFRAÇÃO
PENAL QUE DEIXA ALGUM VESTIGIO

• DELICTA FACTIS TRANSEUNTES – INFRAÇAO


PENAL QUE NÃO DEIXA VESTIGIOS
CORPO DE DELITO
• ART 161 O EXAME DE CORPO DE DELITO PODE
SER FEITO A QUALQUER DIA E HORA

• ART 162 A AUTOPSIA SERÁ FEITA PELO MENOS


6 HORAS DEPOIS DA MORTE;
CORPO DE DELITO
• INDISPENSÁVEL ART 158 CP;

• NÃO SENDO POSSIVEL O EXAME PERICIAL A PROVA


TESTEMUNHAL PODERÁ SUPRIR – LHE A FALTA, ART 167 CP;
• DELICTA FACTIS PERMANENTES - INFRAÇÃO PENAL QUE DEIXA
ALGUM VESTIGIO
• DELICTA FACTIS TRANSEUNTES – INFRAÇAO PENAL QUE NÃO
DEIXA VESTIGIOS
EXCEÇÃO ART 77 § DA LEI 9099/95
CORPO DE DELITO
• ART 184 , O EXAME DE CORPO DE DELITO NÃO
PODERA SER NEGADO PELO JUIZ OU PELA
AUTORIDADE POLICIAL

• ART 182 O JUIZ NÃO ESTA ADSTRITO AO


LAUDO, PRINCÍPIO DO LIVRE
CONVENCIMENTO MOTIVADO.
CORPO DE DELITO
- Art. 182. O juiz não ficará adstrito ao laudo, podendo
aceitá-lo ou rejeitá-lo, no todo ou em parte.

- Art. 184. Salvo o caso de exame de corpo de delito, o


juiz ou a autoridade policial negará a perícia requerida
pelas partes, quando não for necessária ao
esclarecimento da verdade.
PERITOS
• Art. 159. O exame de corpo de delito e outras
perícias serão realizados por perito oficial, portador
de diploma de curso superior.
• § 1o Na falta de perito oficial, o exame será realizado
por 2 (duas) pessoas idôneas, portadoras de diploma
de curso superior preferencialmente na área
específica, dentre as que tiverem habilitação técnica
relacionada com a natureza do exame
PERITOS
• OFICIAIS;

• AD HOC ART 159 § 1, §2, DO CPP;

1 PERITO OFICIAL E 2 PERITOS AD HOC;


LEI 11343/06 – ART 50
• § 1o Para efeito da lavratura do auto de prisão em
flagrante e estabelecimento da materialidade do
delito, é suficiente o laudo de constatação da
natureza e quantidade da droga, firmado por perito
oficial ou, na falta deste, por pessoa idônea.
• § 2o O perito que subscrever o laudo a que se refere
o § 1o deste artigo não ficará impedido de participar
da elaboração do laudo definitivo.
• EMENTA PENAL E PROCESSUAL PENAL. EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA EM RECURSO ESPECIAL. TRÁFICO DE
DROGAS. PROVA DA MATERIALIDADE DO DELITO. AUSÊNCIA DE LAUDO TOXICOLÓGICO DEFINITIVO: FALTA
DE PROVA, E NÃO NULIDADE. POSSIBILIDADE EXCEPCIONAL DE COMPROVAÇÃO DA MATERIALIDADE DO
DELITO POR LAUDO DE CONSTATAÇÃO PROVISÓRIO ASSINADO POR PERITO QUANDO POSSUI O MESMO
GRAU DE CERTEZA DO DEFINITIVO. CASO DOS AUTOS. EMBARGOS PROVIDOS.
• 1. Nos casos em que ocorre a apreensão do entorpecente, o laudo toxicológico definitivo é imprescindível
à demonstração da materialidade delitiva do delito e, nesse sentido, tem a natureza jurídica de prova, não
podendo ser confundido com mera nulidade, que corresponde a sanção cominada pelo ordenamento
jurídico ao ato praticado em desrespeito a formalidades legais. Precedente: HC 350.996/RJ, Rel. Min. Nefi
Cordeiro, 3ª Seção, julgado em 24/08/2016, publicado no DJe de 29/08/2016.
• 2. Isso, no entanto, não elide a possibilidade de que, em situação excepcional, a comprovação da
materialidade do crime de drogas possa ser efetuada pelo próprio laudo de constatação provisório,
quando ele permita grau de certeza idêntico ao do laudo definitivo, pois elaborado por perito oficial, em
procedimento e com conclusões equivalentes. Isso porque, a depender do grau de complexidade e de
novidade da droga apreendida, sua identificação precisa como entorpecente pode exigir, ou não, a
realização de exame mais complexo que somente é efetuado no laudo definitivo.
• 3. Os testes toxicológicos preliminares, além de efetuarem constatações com base em observações
sensoriais (visuais, olfativas e táteis) que comparam o material apreendido com drogas mais conhecidas,
também fazem uso de testes químicos pré-fabricados também chamados “narcotestes” e são capazes
de identificar princípios ativos existentes em uma gama de narcóticos já conhecidos e mais
comercializados.
• 4. Nesse sentido, o laudo preliminar de constatação, assinado por perito criminal,
identificando o material apreendido como cocaína em pó, entorpecente identificável com
facilidade mesmo por narcotestes pré-fabricados, constitui uma das exceções em que a
materialidade do delito pode ser provada apenas com base no laudo preliminar de
constatação.
• 5. De outro lado, muito embora a prova testemunhal e a confissão isoladas ou em conjunto
não se prestem a comprovar, por si sós, a materialidade do delito, quando aliadas ao laudo
toxicológico preliminar realizado nos moldes aqui previstos, são capazes não só de
demonstrar a autoria como também de reforçar a evidência da materialidade do delito.
• 6. Embargos de divergência providos, para reformar o acórdão embargado e dar provimento
ao agravo regimental do Ministério Público Federal e, tendo em conta que a materialidade do
delito de que o réu é acusado ficou provada, negar provimento a seu recurso especial.
(Embargos de Divergência em RESP Nº 1.544.057 – RJ (2015/0173496-7) , Relator Ministro
Reynaldo Soares da Fonseca, j. 26.10.2016)
CORPO DE DELITO
DIRETO E INDIRETO
• É direto o corpo de delito quando o exame recai sobre o
objeto resultante da infração penal. Ex. exame feito em uma
mancha de sangue na cena do crime.

Chama-se de corpo de delito indireto a substituição do


exame objetivo pela prova testemunha, subjetiva
A FUNÇÃO DO PERITO
• A FUNÇÃO DO PERITO
• Sua função limita-se a verificar o fato, indicando a causa
que o motivou.
• Qualquer que seja a posição em que esteja o perito,
oficial ou não, seu compromisso com a verdade constitui-se
em dever ético e obrigação legal.
• A declaração falsa ou a ocultação da verdade constitui o
delito previsto no art. 342 do CP e é fato punível segundo o
processo civil (art. 147 CPC).
DOCUMENTOS MÉDICO-LEGAIS
1 - RELATÓRIO MÉDICO-LEGAL
2 - CONSULTA MÉDICO-LEGAL
3 - PARECER MÉDICO-LEGAL
4 - ATESTADO MÉDICO
5 - DECLARAÇÃO DE ÓBITO
6 – COMUNICAÇÕES COMPULSÓRIAS
RELATÓRIO MÉDICO-LEGAL
• É a narração escrita e minuciosa de todas as
operações de uma perícia médica determinada por
autoridade policial ou judiciária.
• Quando ditado a um escrivão durante o exame,
chama-se auto;
• Se redigido depois de terminada a perícia, deve ser
chamado de laudo.
• Pode ser dividido em 7 partes:
PQHDDCR
• Preâmbulo
• Quesitos
• Histórico
• Descrição
• Discussão
• Conclusão e
• Resposta aos quesitos.
• Preâmbulo: é uma espécie de introdução na
qual constam: a qualificação da autoridade
solicitante, a do perito e do examinado, o local
onde é feito o exame, a data e a hora, bem
como o tipo de perícia a ser feita.
• - Quesitos oficiais: são perguntas cuja
finalidade é a caracterização de fatos
relevantes que deram origem ao processo. No
foro penal, são padronizados e têm o fim de
caracterizar os elementos de um fato típico.
• QUESITOS OFICIAIS: ASSINALADOS
ANTECIPADAMENTE NOS FORMULÁRIOS OFICIAIS
PRESENTES NAS INSTITUIÇÕES DE POLÍCIA TÉCNICO-
CIENTÍFICA.
• SUPLEMENTARES OU ESPECIAIS: PROPOSTOS PELA
AUTORIDADE REQUISITANTE OU REQUERIDOS PELAS
PARTES ATÉ O MOMENTO DA DILIGÊNCIA.
• LAUDO/AUTO CADAVÉRICO
• 1º - HOUVE MORTE?
• 2º - QUAL A CAUSA (MÉDICA) DA MORTE? 3º-QUAL O
INSTRUMENTO OU MEIO QUE
• 3 QUAL O INSTRUMENTO OU MEIO QUE CAUSOU A MORTE?
• 4º - SE A MORTE FOI PRODUZIDA POR MEIO DE VENENO,
FOGO, EXPLOSIVO, TORTURA OU OUTRO MEIO INSIDIOSO OU
CRUEL. (QUALIFICADORAS).
LAUDO/AUTO CADAVÉRICO
1º - HOUVE MORTE?
2º - QUALA CAUSA (MÉDICA) DA MORTE?
3º-QUAL O INSTRUMENTO OU MEIO QUE 3 QUAL
INSTRUMENTO OU MEIO QUE CAUSOU A MORTE?
4º - SE A MORTE FOI PRODUZIDA POR MEIO DE
VENENO, FOGO, EXPLOSIVO, TORTURA OU OUTRO
MEIO INSIDIOSO OU CRUEL. (QUALIFICADORAS).
LAUDO/AUTO DE LESÕES
CORPORAIS
1 – SE HÁ VESTÍGIO DE OFENSA À INTEGRIDADE FÍSICA OU À
SAÚDE DO PACIENTE.
2 – QUAL O INSTRUMENTO OU MEIO QUE PRODUZIU AOFENSA?
AOFENSA?
3 – SE RESULTOU: ESSES QUESITOS FAZEM REFERÊNCIAS AOS
PARÁGRAFOS E INCISOS DO ART. 129 CP.
4 – NESSA CLASSIFICAÇÃO NÃO SE ANALISA O DOLO DA LESÃO
CORPORAL.
LAUDO/AUTO DE CONJUNÇÃO CARNAL

• 1 – SE HÁ VESTÍGIOS DE ATO LIBIDINOSO.

• 2 – SE HÁ VESTÍGIOS DE VIOLÊNCIA E, EM CASO AFIRMATIVO


QUAL O MEIO EMPREGADO? AFIRMATIVO, QUAL O MEIO
EMPREGADO?
OUTROS LAUDOS/AUTOS E OUTROS QUESITOS
1 – EMBRIAGUEZ.
2 – IDADE.
3 –ABORTO
4 – SANIDADE MENTAL DO INDICIADO.
5 – SANIDADE MENTAL DA VÍTIMA.
6 – LAUDO CADAVÉRICO – ABORTO.
7 – LAUDO CADAVÉRICO – INFANTICÍDIO.
8 – OUTROS...
• Histórico: são dados referentes aos
antecedentes obtidos pelo próprio
examinando, exceto no caso de autopsia nos
quais precisam ser transcritos, não
endossados, da guia de remoção que
acompanha o corpo.
• Descrição: é a parte mais importante do
relatório médico-legal, uma vez que não pode
ser refeita com a mesma riqueza de detalhes
em um exame ulterior, por isso deve ser
minuciosa, correspondendo ao visum et
repertum.
• Discussão: se não houver contradições
aparentes, pode não ser necessária. Contudo,
quando surge alguma discrepância entre a
descrição e o histórico, torna-se imperiosa.
Nesses casos, os achados têm que ser
analisados sob novos ângulos, tentando
encontrar uma explicação para as diferenças.
• Conclusão: terminadas a descrição e a
discussão, se houver, o perito assume uma
posição quanto à ocorrência, ou não, do fato
com base nas informações do histórico, nos
achados do exame objetivo e no seu
confronto.
• Resposta aos quesitos: deve ser sucinta e objetiva,
não sendo admissível falta de clareza nem
interpretação dúbia. Em caso de dúvida, o perito dirá
que não têm dados para esclarecê-la.
• Terminado o relatório, o perito deve assiná-lo. A data
do exame pode constar do preâmbulo, estar no inicio
da descrição, ou ser colocada antes das assinaturas
finais.
CONSULTA MÉDICO-LEGAL
• É um documento que exprime dúvida sobre um relatório
médico-legal e no qual a autoridade, ou mesmo um outro
perito, solicita esclarecimento sobre pontos controvertidos
constantes no mesmo, em geral formulando quesitos
complementares.
• Decorre da não compreensão de algum aspecto do relatório
ou pela superveniência de um fato novo no decorrer do
processo.
CONSULTAS MÉDICO-LEGAIS
• PERGUNTAS FEITAS AOS PERITOS OU
ASSISTENTES TÉCNICOS SOB A FORMA DE
QUESITOS PARA QUE SEJAM RESPONDIDAS
POR MEIO DE PARECERES MÉDICO-LEGAIS.
• PODEM SER FEITAS PELO JUIZ E/OU PELAS
PARTES.
PARECER MÉDICO-LEGAL
1 - DOCUMENTO MUITO SEMELHANTE A UM LAUDO
PERICIAL.
2 – ENTRETANTO NÃO TEM DESCRIÇÃO OU VISUM ET
REPERTUM.
3 – ETAPA MAIS IMPORTANTES: DISCUSSÃO, QUE
PODE LEVAR A CONCLUSÕES DIFERENTES
4 – NÃO HÁ EXAME DIRETO DO CORPO DE DELITO.
5 – NO PARECER RESPONDE-SE AOS QUESITOS
FORMULADOS PELAS PARTES (PENAL) E PELO
JUIZ (CIVIL).
6 – OPARECER PODE SER FEITO POR PERITOS
OU POR ASSISTENTES TÉCNICOS: NO PARECER
SURGEM AS RESPOSTAS ÁS CONSULTAS
(QUESITOS) FORMULADAS.
PARECER MÉDICO-LEGAL:
• Quando uma consulta médico-legal envolve divergências
importantes quanto à interpretação dos achados de uma
perícia, de modo a impedir uma orientação correta dos
julgadores, estes, ou qualquer das partes interessadas, podem
solicitar esclarecimentos a uma instituição ou a um perito.
• É o documento elaborado por uma instituição cujo corpo
técnico tem competência inquestionável ou a um perito ou
professor cuja autoridade na matéria seja reconhecida acerca
de divergências importantes constantes na consulta médico-
legal.
Um parecer consta de:
• Preâmbulo
• Exposição
• Discussão
• Conclusão
• Não existe a descrição.
PARECER
• O preâmbulo é onde ficam as qualificações das autoridades
que fazem a consulta e a do parecista.
• A exposição compreende o motivo da consulta, os quesitos
formulados e o histórico do caso a ser analisado.
• É na discussão que o parecista demonstra seu poder de
argumentação. Não há, como no relatório, o dever cívico de
servir à justiça.
• A conclusão deve sintetizar os pontos relevantes da discussão
de modo claro e sucinto.
ATESTADO MÉDICO

É a afirmação simples e
por escrito de um fato
médico e suas
consequências.
ATESTADO MÉDICO
• Oficiosos são os atestados
solicitados por quaisquer pessoas
a cujo interesse atendem,
visando unicamente ao interesse
privado (atestado médico para
justificar falta ao trabalho etc.)
ATESTADO MÉDICO
• Administrativos são os exigidos pelas
autoridades administrativas. (atestados
que os servidores públicos são obrigados
a apresentar quando solicitam licença ou
requerem a aposentadoria).
ATESTADO MÉDICO
• Judiciários são os atestados requisitados por
juiz (aqueles com que os jurados justificam
suas faltas ao tribunal do júri). Só os atestados
que interessam à justiça constituem
documentos médico-legais.
ATESTADO MÉDICO
• Chama-se atestado gracioso aquele que a
pessoa que pede é do circulo de
amizade, mas não esteve sob os cuidados
do profissional. O ato de dar atestado
médico falso constitui ilícito penal (art.
302).
NOTIFICAÇÕES MÉDICO-LEGAIS
• SÃO COMUNICAÇÕES COMPULSÓRIAS FEITAS
PELOS MÉDICOS A RESPEITO DE
DETERMINADAS DOENÇAS OU FATOS, DESDE
QUE NÃO EXPONHAM O PACIENTE A
PROCEDIMENTO CRIMINAL.
• VER ART. 269 CP , ART. 66 LCP E ART. 13 ECA.
• Art. 269 - Deixar o médico de denunciar à
autoridade pública doença cuja notificação é
compulsória:
• Pena - detenção, de seis meses a dois
anos, e multa.
• 66 LCP - Deixar de comunicar (NOTIFICAÇÃO) à autoridade
competente:
• I - crime de ação pública, de que teve conhecimento no
exercício de função pública, desde que a ação penal não
dependa de representação;
• II - crime de ação pública, de que teve conhecimento no
exercício da medicina ou de outra profissão sanitária, desde
que a ação penal não dependa de representação e a
comunicação não exponha o cliente a procedimento criminal:
DECLARAÇÃO DE ÓBITO X CERTIDÃO DE ÓBITO

• DECLARAÇÃO DE ÓBITO: DOCUMENTO É


ELABORADO PELO ÉDICO COM IDENTIFICAÇÃO E
CAUSA MÉDICA DA MORTE.

• CERTIDÃO DE ÓBITO: DOCUMENTO ELABORADO


PELO SERVIDOR PÚBLICO DO CARTÓRIO DE
REGISTROS PÚBLICOS DIANTE DA DECLARAÇÃO DE
ÓBITO.
MORTES FETAIS
1 – PREMATURAS – FETO COM MENOS DE 500g, MENOS DE 5 MESES E
MENOS DE 25 CM;

2- INTERMEDIÁRIAS - FETO COM MENOS DE 1000g, MENOS DE 6 MESES E


MENOS DE 35 CM;

3- TARDIAS -FETO COM MAIS DE 1000g, MAIS DE 6 MESES E MAIS DE 35 CM;


DECLARAÇÃO DE ÓBITO OBRIGATÓRIA?
CFM 1779/06
• Art. 149 CPP – EXAME DE SANIDADE MENTAL
DO INDICIADO, INVESTIGADO, ACUSADO, RÉU,
CONDENADO, CULPADO ÓOU SIMILARES, SÓ
PODE SER DETERMINADO PELO JUIZ.
DELEGADO? REPRESENTA. MINISTÉRIO
PÚBLICO? REQUER. ADVOGADO? REQUER.
• EXAME DE SANIDADE MENTAL DE VÍTIMA?
(VULNERÁVEL?)

• PODE SER REQUISITADO PELO DELEGADO DE


POLÍCIA PELO MINISTÉRIO PÚBLICO.
REQUERIDO PELO ADVOGADO.
IDENTIFICAÇÃO CRIMINAL LEI 12 037/09 LEI 12.037/09

PAPILOSCOPIA
DACTILOSCOPIA
QUIROSCOPIA
PODOSCOPIA
Art. 3º Embora apresentado documento de identificação, poderá ocorrer identificação criminal
quando:
I – o documento apresentar rasura ou tiver indício de falsificação;
II – o documento apresentado for insuficiente para identificar cabalmente o indiciado;
III – o indiciado portar documentos de identidade distintos, com informações conflitantes entre
si;
IV – a identificação criminal for essencial às investigações policiais, segundo despacho da
autoridade judiciária competente, que decidirá de ofício ou mediante representação da
autoridade policial, do Ministério Público ou da defesa;
V – constar de registros policiais o uso de outros nomes ou diferentes qualificações;
VI – o estado de conservação ou a distância temporal ou da localidade da expedição do
documento apresentado impossibilite a completa identificação dos caracteres essenciais.
Art. 5º A identificação criminal incluirá o processo
datiloscópico e o fotográfico, que serão juntados aos
autos da comunicação da prisão em flagrante, ou do
inquérito policial ou outra forma de investigação.
Parágrafo único. Na hipótese do inciso IV do art. 3o, a
identificação criminal poderá incluir a coleta de
material biológico para a obtenção do perfil genético.
• DESDE O 6º MÊS DE VIDA INTRAUTERINA.

• ATÉ O DESAPARECIMENTO DA EPIDERME


ECA
• Art. 10. Os hospitais e demais estabelecimentos de
atenção à saúde de gestantes, públicos e
particulares, são obrigados:

• II - identificar o recém-nascido mediante o registro


de sua impressão plantar e digital e da impressão
digital da mãe;
ECA
• Art. 229. Deixar o médico, enfermeiro ou dirigente
de estabelecimento de atenção à saúde de gestante
de identificar corretamente o neonato e a
parturiente, por ocasião do parto, bem como deixar
de proceder aos exames referidos no art. 10 desta
Lei:
• Pena - detenção de seis meses a dois anos
ANTROPOLOGIA MÉDICO-LEGAL

• IDENTIFICAÇÃO: Processo pelo


• IDENTIDADE: Conjunto de
qual se determina a identidade
caracteres que individualiza
de uma pessoa ou coisa.
uma pessoa ou uma coisa.
IDENTIFICAÇÃO – SISTEMA DACTILOSCÓPICO DE
VUCETICH
• Desenho digital: Conjunto de cristas e sulcos existentes nas polpas dos
dedos .
• Impressão digital: É o ajuntamento das linhas brancas e pretas sobre
determinado suporte.
CARACTERISTICAS DOS DESENHOS
DIGITAIS

•PPICU
• PERENIDADE
• PRATICIDADE
• IMUTABILIDADE
• CLASSIFICABILIDADE
• UNICIDADE
TIPOS DE IMPRESSÃO DIGITAL
• 1 - VISÍVEL – PODE-SE PERCEBER
DIRETAMENTE COM A VISÃO NATURAL.
• 2 - LATENTE – SÓ PODE SER PERCEBIDA APÓS
O USO DE AGENTES QUÍMICOS DENOMINADOS
“REVELADORES”.
• 3 - MOLDADAS – FICAM MOLDADAS EM
ALGUMA SUPERFÍCIE MOLE.
SISTEMA DACTILOSCÓPICO DE VUCETICH
• Um dos elementos mais importantes do desenho digital é o delta. A
presença de um, dois ou nenhum delta numa impressão digital
estabelece os quatros tipos fundamentais do sistema dactiloscópico de
Vucetich.
LEGENDAS PARA A FÓRMULA PAPILOSCÓPICA
- LETRA–DEDO POLEGAR.
- ALGARISMOS PARA OS OUTROS DEDOS.

V OU 4=VERTICILO.
E 0U 3=PRESILHAEXTERNA
I OU 2=PRESILHA INTERNA.
A OU 1=ARCO.
FÓRMULA PAPILOSCÓPICA
• NUMERADOR : MÃO DIRETA;

• DENOMINADOR : MÃO ESQUERDA;

X=DIFICULDADESPARACLASSIFICAR.
0=AUSÊNCIADAFALANGEDISTAL
PONTOS CARACTERÍSTICOS
FINAL DE LINHA,
ENCERRO.
CORTADA.
ANASTOMOSE OU LIGAÇÃO
ANASTOMOSE OU LIGAÇÃO.
ILHOTA OU ILHA.
ANZOL OU GANCHO.
TRIDENTE.
BIFURCAÇÃO E FORQUILHA.
ATENÇÃO!!
• NO BRASIL, ENCONTRANDO 12 (UMA DÚZIA)
DE PONTOS CARACTERÍSTICOS ) IDÊNTICOS E
NAS MESMAS LOCALIZAÇÕES, MESMO QUE SE
TRATE DE APENAS UM FRAGMENTO DE
IMPRESSÃO, PODE-SE CONFORMAR A
IDENTIDADE.
• POROSCOPIA: ÁREAS PUNTIFORMES
DISPOSTAS AO LONGO DAS LINHAS
IMPRESSAS (IMAGEM NEGATIVA DOS POROS).
• ALBODACTILOGRAMA: LINHAS BRANCAS
QUE CORTAM AS LINHAS IMPRESSAS
(IMAGEM NEGATIVA DAS CICATRIZES
EXISTENTES)
IDENTIFICAÇÃO PELAS MANCHAS DE SANGUE

• REAÇÕES DE PROBABILIDADE: Fe ++
- ADLER
• AMADO FERREIRA.
• KASTLE‐MEYER.
• VAN‐DEEN.
IDENTIFICAÇÃO PELO SANGUE
• REAÇÃO DE PROBABILIDADE:
• LUMINOL – ALFA-AMINO-FTALATO.

- INDICA A PRESENÇA DE FERRO NA FORMA


FERROSA (Fe ++). O FERRO DA HEMOGLOBINA
NORMAL.
REAÇÕES DE CERTEZA: SANGUE
• CRISTAIS DE TEICHMANN.

• CRISTAIS DE STRZYZOWSKY
REAÇÃO DE CERTEZA DE SANGUE
HUMANO
REAÇÃO ANTÍGENO
X
ANTICORPO DE HULENHUTH
IDENTIFICANDO INDIVIDUALMENTE PELO
DNA
• EXAMES DE DNA CROMOSSOMIAL

• EXAMES DE DNA MITOCONDRIAL

• DNA EM ERITROBLASTOS, LEUCOBLASTOS E LEUCÓCITOS.

• IMPOSSÍVEL EM ERITRÓCITOS.
EXAME DE DNA EM FÂNEROS
• DNA CROMOSSOMIAL E MITOCONDRIAL NAS
CÉLULAS NUCLEADAS DA RAIZ DOS FÂNEROS.

• APENAS DNA MITOCONDRIAL NAS PARTES


EXTERNAS DOS FÂNEROS: (CÉLULAS
ANUCLEADAS)
Índice cortical/medular
• Humanos : índice é pequeno;

• Boi : índice é maior do que em humanos;


IDENTIFICANDO OSSO HUMANO
• ATRAVÉS DOS CANAIS DE HAVERS:
•DIÂMETRO MAIOR QUE O DOS ANIMAIS:
• ACIMA DE 45 MICRA CADA CANAL
• NÚMERO MENOR QUE O DOS ANIMAIS: •
CERCA DE 8/ MICRA 2.
• INTERLIGADOS POR CANAIS DE WOLKMANN.
CERCADO POR CÉLULAS ÓSSEAS CONCENTRICAS
ESTRUTURA PLEXIFORME
ARCADA SUPERCILIAR
INDICES CRANIANOS E RAÇAS HUMANAS
• BRAQUICÉFALOS - PLATIRRINOS ( NEGROS)

• MESOCÉFALOS - MESORRINOS ( ASIÁTICOS)

• DOLICOCÉFALOS – CATARRINOS OU
LEPTORRINOS ( BRANCOS / CAUCASIANOS)
• MELANODERMOS ‐NEGROS

• XANTODERMOS ‐AMARELOS LEUCODERMOS

• BRANCOS• LEUCODERMOS –BRANCOS


CONDILO OCCIPTAL / FACETA DO ATLAS
DIMORFISMO SEXUAL
DIMORFISMO SEXUAL
TOXOLOGIA FORENSE
• VENENOS - SUBSTÂNCIA MINERAL OU
ORGÂNICA, DE ORIGEM ANIMAL, VEGETAL OU
SINTÉTICA QUE MESMO EM PEQUENAS
DOSES, É CAPAZ DE PROVOCAR GRAVES
ALTERAÇÕES NO ORGANISMO E, ATÉ MESMO
CAUSAR A MORTE.
• DROGAS – PORTARIA 344 ANVISA
- HIDRARGIRISMO – MERCÚRIO ( GARIMPO DO OURO);
- MITRIDATISMO – REI MITRIDATAS – ARSÊNICO
(ENVENENAMENTOS DA REALEZA – CURTIÇÃO DO COURO);
- SATURNISMO - CHUMBO ( TINTAS A OLEO , FABRICAÇÃO DE
VIDRO E CERÂMICA );
- PESTICIDAS ORGANOFOSFORADOS • CARBAMATOS
CHUMBINHO
- DROGAS PSICOATIVAS
MITRIDATISMO E PELE
- O ARSÊNICO TEM AFINIDADE PELO
GRUPAMENTO QUÍMICO QUE TEM ENXOFRE .
- A QUERATINA DA PELE E DOS FÂNEROS É RICA
EM ENXOFRE.
- ASSIM, PELE E FÂNEROS PODEM MOSTRAR
RESÍDUOS DE ARSÊNICO ATÉ EM CORPOS
ESQUELETIZADOS.
SATURNISMO E DOENÇAS MENTAIS
- UMA DAS COMPLICAÇÕES CAUSADAS NA
INTOXICAÇÃO PELO CHUMBO É O TRANSTORNO
MENTAL PSICÓTICO CAUSADO PELO
SATURNISMO – PSICOSE TÓXICA
- NAS GENGIVAS PODE APARECER A ORLA DE
BURTON
CHUMBINHO É CARBAMATO
- O CHUMBINHO (CARBAMATO) – INIBE A ENZIMA
ACETILCOLINESTERASE.
- ESSA ENZIMA DESTRÓI A ACETILCOLINA QUE É
LIBERADA APÓS CADA TRANSMISSÃO DOS IMPULSOS
NERVOSOS AOS DIVERSOS ÓRGÃOS.
- HÁ ESPASMOS GENERALIZADOS E OS SINAIS E
SINTOMAS SÃO MUITO VARIADOS. • PODE OCORRER A
MORTE.
INSETICIDAS ORGANO-FOSFORADOS

• OS ORGANO-FOSFORADOS
INIBEM A
ACETILCOLINESTERASE.
• TÓXICO: PRODUTO QUÍMICO DE ORIGEM
NATURAL OU SINTÉTICA QUE INTERAGINDO
NO ORGANISMO PODE CAUSAR DANO À
SAÚDE E ATÉ MESMO A MORTE
• A AÇÃO TÓXICA DEPENDE DA DOSE E DO
ORGANISMO QUE O RECEBE.
O MONÓXIDO DE CARBONO
- FICA LIGADO À HEMOGLOBINA COM UMA
FORÇA 250 VEZES MAIOR QUEADO O2 OUANDO
CO2 MONÓXIDO DE CARBONO

- QUANDO A CONCENTRAÇÃO DE CO NO
SANGUE É MAIOR QUE 50 % HÁ PERIGO DE
MORTE IMINENTE.
VARIADAS FORMAS DE HEMOGLOBINA

VARIADAS FORMAS DE HEMOGLOBINA


• HB + O2 = OXIEMOGLOBINA. (VERMELHO VIVO)
• HB + CO2 = CARBAMINOEMOGLOBINA ( ARROXEADA)
• HB + H+ = HEMOGLOBINA REDUZIDA. (AZULADA)
• HB + CO = CARBOXIEMOGLOBINA. (CEREJA, CARMIN)
• HB + H2S = SULFOXIEMOGLOBINA. (ESVERDIADA)
CARBOXIEMOGLOBINA:
250 MAIS ESTÁVEL QUE AS DEMAIS.
CIANETO
• O CIANETO É TÓXICO EM MEIO ÁCIDO. • INIBE
A ENZIMA QUE PERMITE A REAÇÃO ENTRE OS
HIDROGÊNIOS ÁCIDOS COM O OXIGÊNIO. •
ESSA REAÇÃO OCORRE DENTRO DOS
MITOCÔNDRIAS. • ESSES HIDROGÊNIOS SÃO
LIBERADOS NA QUEIMA DA GLICOSE CELULAR.
ENVENENAMENTO PELO CIANETO
• O CIANETO, EM MEIO ÁCIDO, BLOQUEIA A ENZIMA
CITOCROMOOXIDADE QUE ATUA NO INTERIOR DO
MITOCÔNDRIA NO INTERIOR DO MITOCÔNDRIA. •
ESSA ENZIMA PERMITE QUE O OXIGÊNIO RETIRE OS
HIDROGÊNIOS ÁCIDOS PRODUZIDOS PELARESPIRAÇÃO.
•A
MORTE É, QUASE, INSTANTÂNEA.
ENVENENAMENTO PELO CIANETO
- CAUSA INTENSA HEMORRAGIA NA MUCOSA
GÁSTRICA (POLPA DE GOIABA).

- EXALA ODOR DE AM ÊNDOAS AMARGAS.


- AÇÃO QUÍMICA EM NÍVEL INTRACELULAR
AFETANDO A CADEIA RESPIRATÓRIA DO
MITOCÔNDRIA.
DROGAS PSICOATIVAS.

• DROGAS PSICOATIVAS
• PSICOANALÉPTICAS – ESTIMULANTES.
• PSICOCATALÉPTICAS – DEPRESSORAS.
• PSICODISLÉPTICAS –ALUCINÓGENAS .
• PORTARIA 344/98 ANVISA – MS.
• TOLERÂNCIA - NECESSIDADE DE USAR DOSES
CADA VEZ MAIORES DA SUBSTÂNCIA
PSICOATIVAPARA OBTER OS MESMOS EFEITOS
ANTERIORES. PROBLEMA – DIFÍCIL DETERMINAR
A EMBRIAGUEZ EM RAZÃO DA DOSE DA DROGA
EXISTENTE NO SANGUE.
• DROGAS PSICOTRÓPICAS •

• PREDILEÇÃO PELOS TECIDOS DO SISTEMA
NERVOSO CENTRAL:

• CÉREBRO • CEREBELO • PONTE • BULBO •


MEDULA ESPINHAL
• PSICOANALÉPTICAS
• • DROGAS ESTIMULANTES DO SNC. •
TAQUICARDIA • TAQUIPNÉIA • HIPERTENSÃO
ARTERIAL • ACELERAÇÃO DO CURSO DO
PENSAMENTO • DIMINUIÇÃO DO CANSAÇO E
DA DOR • EUFORIA E SENSAÇÃO DE BEM-
ESTAR
DROGAS PSICOANALÉPTICAS
•ANFETAMINAS ECSTASY•
ECSTASY • COCAÍNA E
DERIVADOS • CRACK •
MERLA • OXI
PSICOCATALÉPTICAS
• TRANQUILIZANTES. •
CALMANTES. SONÍFEROS. •
ANALGÉSICOS. • ANESTÉSICOS. •
DERIVADOS DO ÓPIO • MORFINA E
HEROÍNA
• TETRA-HIDRO-CANABINOL • MACONHA E
OUTROS NOMES • TETRA-HIDRO-CANABINOL
• PSICOCATALÉPTICA;PSICODISLÉPTICA
• PRODUZ SÍNDROME AMOTIVACIONAL • NAS
PROVAS: DIGA QUE É PSICODISLÉPTICA
• PSICOCATALÉPTICAS • ÁLCOOL ETÍLICO –
EMBORA PAREÇA SER ESTIMULANTE É, NA
VERDADE, UMA DROGA DEPRESSORA DO SNC.
• DEPRIME O SUPER-EGO (A CENSURA) •
EMBRIAGUEZ EM TRÊS FASES: • EXCITAÇÃO
OU DESINIBIÇÃO • AGITAÇÃO OU CONFUSÃO
• SONO OU COMA
PSICODISLÉPTICAS
•DEFORMAM A PERCEPÇÃO

•GERA ALUCINAÇÕES E ILUSÕES ;

LSD • COGUMELOS ALUCINÓGENOS


DROGAS FORA DA LEI 11.343/06
• SOLVENTES - COLA DE SAPATEIRO •
ÁLCOOL ETÍLICO • NICOTINA •
CAFEÍNA • LEGAL HIGHTS OU HERBAL
HIGHTS.
ALCOOL
• Art. 306. Conduzir veículo automotor com
capacidade psicomotora alterada em razão da
influência de álcool ou de outra substância
psicoativa que determine dependência:
• TOLERÂNCIA - NECESSIDADE DE USAR DOSES
CADA VEZ MAIORES DA SUBSTÂNCIA
PSICOATIVAPARA OBTER OSMESMOS EFEITOS
ANTERIORES. PROBLEMA – DIFÍCIL
DETERMINAR A EMBRIAGUEZ EM RAZÃO DA
DOSE DA DROGA EXISTENTE NO SANGUE.
• SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA • CONJUNTO DE SINAIS
E SINTOMAS RESULTANTES DA AUSÊNCIA DA DROGA
NO ORGANISMO. • SURGEM ALUCINAÇÕES VISUAIS,
AUDITIVAS E SENSOPERCEPTIVAS QUE ATERRORIZAM
O PACIENTE. • A DROGA É USADA, NÃO MAIS PARA
DAR PRAZER, MAS, PARA EVITAR O SOFRIMENTO
QUE A AUSÊNCIA DA DROGA TRAZ.