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#intern

Técnicas de Direção de Equipes


de Trabalho
Marcos Valério da Silva Santos

Brasília, 19 de março de 2021


#intern
a

O presente trabalho visa discutir as questões levantadas sobre o Caso Prático:


Equipe de Trabalho em Ambiente Virtual, em que debateremos a problemática à luz
do material de apoio e demais referências bibliografias.

Resposta das Questões


Questão 1
Explique qual é o marco de trabalho da equipe formada pelos quatro programadores
do gabinete de contabilidade fiscal, T.A. Stearm.

É importante antes de adentrarmos no foco da discussão conceituamos primeiramente


o que é equipe de trabalho. Segundo material da disciplina, considera-se equipe de
trabalho:

A formação de um conjunto de pessoas com objetivos, desafios e uma missão comum,


cujas competências interagem e se complementam entre si, de modo que se
harmonize seu trabalho com a participação e imbricação de todos e de cada um de
seus integrantes.

Portanto, o trabalho em equipe pode ser descrito como um conjunto ou grupo de


pessoas que se dedicam a realizar uma tarefa ou determinado trabalho com uma meta
definida. Na empresa “T.A. Sterns” um dos componentes, é a equipe virtual
constituída por quatros pessoas, sendo elas: Tom Andrews, Cy Crane, Marge Dector e
Megan Harris. Esta equipe se esforça atualmente para resolver problemas da empresa
através de quatro sites de trabalho, que estão conectados entre si e comunicando-se
com a companhia através de correio eletrônico, telefone e software de conferência,
sendo sua principal responsabilidade é aperfeiçoar os programas quanto às leis
fiscais.

Os integrantes da equipe são profissionais de alta qualificação com habilidade na


compreensão de leis e em programação de softwares. O episódio relata vários
momentos em que eles agem com um perfil de grupo de trabalho. Conforme o material
da disciplina, é tido como grupo de trabalho quando, por exemplo, não existe
necessariamente um nível de compromisso entre os envolvidos. Vemos isso no modo
da comunicação entre eles que ocorria diariamente através de mensagens de correio
eletrônico várias vezes ao dia; nas reuniões sociais de tempos em tempos fora do
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ambiente de trabalho para confraternizações; e na liberdade de discutir ideias entre


eles.

Mas a questão aqui pede o marco de trabalho de equipe, que em nossa análise é
exatamente quando os integrantes passam a estabelecer em comum acordo, um nível
de produção entre eles que não despertaria suspeitas pelos os administradores.
Perseguem, portanto, essa missão por meses. Desse modo a ação gerou sinergia
positiva entre eles, que trabalham em concordância, em prol de uma meta comum:
trabalhar menos e usar o tempo de sobra para outros fins e ao mesmo tempo proteger
o próprio grupo. Bem sabemos que o objetivo comum considerado um importante
princípio de trabalho em equipe, que tanto os moveram nesse evento, fugiu totalmente
à prática dos valores da ética profissional e da honestidade para com os seus líderes.

Questão 2
De acordo com os dados revistos e analisados, qual é a cultura de trabalho da equipe
que os predispõe a tomar decisões ineficazes?

Sabemos que tomar decisões não é tarefa muitas vezes elementar. Isso requer uma
análise em muitos casos multifatorial, pois se não acertamos, provocaremos
consequências prejudiciais na organização e no grupo de trabalho, segundo material
de estudo.

Quem está à frente de uma equipe, empresa ou projeto sabe que é muito angustiante
ter de tomar decisões difíceis, ainda mais quando as opções disponíveis não o
confortam a ponto de saber que uma delas realmente vai levá-lo ao resultado
esperado, como afirma Moreira, W. (2017).

A dupla Cy e Tom enfrentam, como denominador comum, o tipo de auto gestão de ser
prudente em excesso, e a partir daí transformam em uma rotina de trabalho quando
decidem distribuir a macro para os outros da equipe, transformando-a em cultura de
trabalho secretamente entre eles.

A criação da macro, que automatizava os processos, faria com que um membro da


equipe não fosse mais necessário, devido a economia de trabalho que geraria com a
inovação. Isso os levou a uma tomada de decisão secreta e demasiadamente
cautelosa a ponto de colocar o líder da equipe Dave Regan em uma situação delicada
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perante os demais administradores. Um arbítrio interno da equipe sem o crivo da ética


profissional, mas somente imbuída pela lógica da situação.

Desse modo, a decisão ineficaz foi tomada por considerar a situação mais como uma
ameaça e não uma oportunidade, já que, como afirma o material de estudo, “quando
falamos de tomada de decisão é impossível fazer se não temos presentes problemas,
insatisfações, questões que acreditamos que devemos transformar”.

Como bem revela o caso, a empresa oferecia (oportunidade) um programa que


recolhia sugestões de empregados, premiando-os por inovações que economizassem
dinheiro à empresa. O programa concedia aos empregados 5% das economias
obtidas com sua inovação durante um período de três meses. Eles também estavam
inseridos no plano de participação nos lucros.

Questão 3
Quais são as características e habilidades que os membros de uma equipe virtual
devem ter e/ou adquirir para alcançar os resultados esperados?

É interessante conceituar primeiramente o que é uma equipe virtual. Para Clutterbuck


(2008) uma equipe virtual é: “... aquela em que os membros estão geograficamente
separados e se comunicam basicamente por meios eletrônicos". Porém, ele adverte
que o conceito é um pouco mais complexo, afirmado que em alguns casos, essas
características podem ser adotadas esporadicamente em uma equipe.

Esta era uma das características da equipe do caso: um grupo habilidoso que tinha
muito orgulho do estilo de trabalho que realizavam, se autointitulavam “agentes livres”.
Usaram essa “liberdade” para tomar decisões internas sem o consentimento do líder.

Um traço importante que qualquer equipe deve aprimorar é saber entender com
profundidade os cenários, os problemas, os desafios do grupo no seu dia a dia. A
particularidade de se considerarem “seres livres”, os fizeram entender que tomar uma
decisão interna considerando a situação descrita como uma “ameaça”, era a
simplesmente a melhor opção para eles.

Essa postura nos leva a crer que a equipe não conhecia a metodologia de SWOT
(forças, fraquezas, oportunidades e ameaças). De acordo com material de estudo, a
matriz está empregada cada vez mais nas empresas. É recomendável dominá-la, pois
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muito contribui para a análise estratégica de um problema. Especialmente é proposta


seu uso nos exercícios de mudança e planejamento estratégico. Para a melhor
compreensão dos objetivos da equipe, o uso da técnica “SWOT” trará subsídios para
análise e identificação dos pontos fortes e pontos fracos do grupo, além das ameaças
e oportunidades que a equipe possa a vir enfrentar.

Outra característica importante é com relação à liderança que deve ser bem presente
nas rotinas de uma equipe virtual. O líder desconfiou do problema várias semanas
depois. A liderança nesse tipo de trabalho deve ter bastante proximidade nas rotinas e
afazeres do grupo. Segundo Moscovici (1995), o líder de um grupo virtual:

Deve estar constantemente se fazendo presente em sua equipe, para que os


membros se sintam amparados e seguros frente aos obstáculos que inevitavelmente
aparecem quando existe distância e a inexistência da comunicação face a face. Uma
das formas de minimizar os possíveis erros e falhas na comunicação, assim como
para diminuir a distância do líder, é a troca de feedback constante.

Portanto, se a equipe dominasse as ferramentas da matriz SWOT e o líder tivesse


uma participação mais efetiva no grupo, essa inovação seria certamente discutida e
avaliada em todos os aspectos entre eles, sob um outro prisma, por exemplo: como
uma oportunidade de reconhecimento das habilidades do grupo em trazer soluções
para otimizar o serviço e rotinas de trabalho, gerando mais economia para empresa e
o resultado da tomada de decisão mais satisfatório para todos.

Questão 4
Dave Regan foi um líder de equipe eficaz?

Verificamos que conforme o caso nos foi apresentado, Dave Regan não demonstrou
ser líder eficaz quanto à situação, deixando, como o próprio caso informa, o problema
sair do controle. Fato que teria que se explicar tão logo ao seu chefe imediato. O
material da disciplina afirma que o líder “é aquele com capacidade que sempre se
encontra no momento e no lugar certo e que conta com um valor agregado para
contribuir, visando cobrir as necessidades do grupo”. Ele exerce, portanto, uma
influência dominante sobre sua equipe e a inspira. Ademais, o material prega alguns
predicativos para o exercício da missão de ser líder eficaz, como agente transformador
que: desenvolve visão; delega; comunica 360° e tem compreensão.
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Um líder eficaz deve demonstrar ética, poder de comunicação, persuasão, inspiração,


forte senso de compromisso e lealdade com a empresa e com sua equipe. Esse
“combo” o capacitaria para o trabalho eficaz de saber ouvir e compreender sua equipe,
entender o que a levou a agir daquele modo e ponderar sobre os próximos passos a
serem trilhados, devido à situação delicada que o grupo apresenta. Podemos também
afirmar que a desinformação, segundo o material de apoio, é um dos principais
problemas para quem tem o poder decisório. Dave desconhecia o que estava
realmente ocorrendo com sua equipe, levando semanas para levantar suspeita, isso
certamente trouxe indecisão no momento da tomada de decisão para enfrentar o
problema.

Atrelado a isso, faltou-lhe principalmente uma comunicação sincrônica com sua


equipe. A ausência dela não lhe permitiu uma revisão imediata do trabalho, dos
processos ou de uma conversa franca com a equipe para entender o que estava
realmente acontecendo, já que todos tinham liberdade de discutir ideias entre eles.
Portanto, Dave não foi cuidadoso, pois não colocou em ação o instrumento da
comunicação em tempo de incerteza e desinformação. Bem sabemos que ela é uma
ferramenta basilar para a gestão de pessoas, para o enfrentamento de uma crise no
local de trabalho ou gerenciamento eficaz de uma equipe remota.

Questão 5
Como Dave Reagan deve agir agora? Justifique sua resposta

Acreditamos que o melhor caminho a trilhar por Dave como gestor é adotar uma
postura ética profissional em relação à situação descoberta. O material da disciplina
revela que em uma pesquisa realizada em diversos países sobre qual o perfil do chefe
ideal, a indicação mais votada foi pelo gestor que adote princípios éticos, segundo
esses estudos. É importante que Dave busque tomar decisões pautadas à luz dos
princípios éticos profissionais nesse momento, comunicando o evento aos demais
dirigentes. Esconder o que foi descoberto não seria a solução adequada para a
situação. Portanto, é fundamental a sua autenticidade, porém, deve ser sensível às
atitudes e sentimentos da sua equipe. Evidentemente, há momentos em que falar a
verdade completa pode ser destrutivo, ameaçador e contraproducente. O desafio
sempre é encontrar o equilíbrio.

O material de apoio também defende que o líder, em casos como esse, deve adotar
uma “audição empática, pois é terapêutica., para que o grupo sinta compreendido e
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baixe suas defesas. Discutir, lembrar problemas, avaliar e aconselhar soa ineficazes
caso a pessoa ainda não o tenha entendido”. O ato de comunicar não é somente
“falar”, mas é o exercício de “entender” e “ser entendido”. É condição sine qua non a
elaboração de audição empática sem o julgamento das pessoas.

Por fim de forma pragmática, Dave precisa reportar-se imediatamente a empresa


sobre o desenvolvimento da ferramenta de inovação da equipe, pois essa é a conduta
correta, conscientizando os integrantes que uma boa equipe não deve evitar a
prestação de contas. O chefe e os subordinados precisam atender primeiramente aos
objetivos da empresa e não apenas aos objetivos mutuamente determinados.

O próximo desafio para Dave será construir uma melhor proximidade para com o
grupo, estimulando e promovendo conversas entre eles com liberdade para opinar,
avaliar e criticar qualquer assunto. Deve educá-los a não desenvolver condutas de
modo egocêntrico, mas sim perseguir a integração da visão da equipe à visão da
organização. Dessa forma, estabelecerá o fortalecimento das relações e o
comprometimento de todos em prol de ambiente de trabalho virtual em que preze a
honestidade, o diálogo, e a transparência.

Bibliografia

Clutterbuck, D. (2008). Coaching eficaz: como orientar sua equipe para potencializar
resultados. Tradução de: Maria Silvia Mourão Netto. São Paulo.

Funiber. Apostila Programa Máster Universitário en Comunicación Corporativa


Universidad Europea del Atlántico - Técnicas de Direção de Equipes de Trabalho.
Espanha

Moscovici, F. (1995). Desenvolvimento Interpessoal: treinamento em grupo. Rio de


Janeiro.
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GERENCIAMENTO EFICAZ EM EQUIPE REMOTA

O trabalho remoto está em alta. As soluções digitais ampliaram seu espaço, como
também elevaram a importância do desafio de manter a unidade e alinhamento entre
as equipes nesse cenário de grande dispersão física. A elevação do trabalho virtual
em razão da pandemia é o momento propício para se pensar na importância da
comunicação, cultura organizacional, saúde dos funcionários, divulgação dos valores
da empresa e fortalecimento das relações trabalhistas.

Para isso é necessário que as equipes virtuais tenham na figura do seu gestor, um
líder apto a gerenciar municiado de estratégias eficientes que inspirem seu grupo a
realizar seu trabalho de forma produtiva, transparente e dialógica.

Os efeitos do isolamento e a perda da cultura organizacional são alguns dos


problemas enfrentados por quem opera com suas equipes em home office.
Inicialmente para lidar com essas dificuldades o gestor deve ter em mente qual é a
definição de uma equipe. O material da disciplina afirma que é “a formação de um
conjunto de pessoas com objetivos, desafios e uma missão comum, cujas
competências interagem e se complementam entre si”. Quando os integrantes não
possuem objetivos comuns, estão propensos a fugir do compromisso da prática dos
valores da ética profissional e da honestidade para com o seu líder e sua empresa.

Ademais, o gestor de equipe virtual deve perseguir alguns predicativos para levar o
seu time ao jogo com consciência e entendimento de qual é o seu papel dentro da
organização. Sua gestão, conforme o material da disciplina, deve promover o
desenvolvimento da visão da equipe; delegação de tarefas; comunicação 360º e o
exercício da compreensão.

Essas características capacitarão o gerente a realizar uma gestão com proximidade da


sua equipe, presente no momento e no lugar certo, apresentando valor agregado para
contribuição e crescimento, visando cobrir as necessidades do grupo. São práticas
que promoverá um gerenciamento com influência dominante sobre sua equipe,
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inspirando-a ao forte senso de compromisso, ao trabalho de qualidade, ao emprego da


liberdade para discussões.

Por fim, a liderança eficaz estimula e educa seus subordinados a não desenvolver
condutas de modo egocêntrico, porém, os orienta buscar a integração da visão do
grupo à visão da organização. Por meio desses mecanismos, estabelecerá o
fortalecimento das relações de trabalho, de comunicação, da cultura organizacional e
do compromisso de todos em prol de o ambiente de trabalho virtual em que preze a
lealdade, o diálogo, e a transparência.

Questão 4
Dave Regan foi um líder de equipe eficaz?

Verificamos que conforme o caso nos foi apresentado, Dave Regan não demonstrou
ser líder eficaz quanto à situação, deixando, como o próprio caso informa, o problema
sair do controle. Fato que teria que se explicar tão logo ao seu chefe imediato. O
material da disciplina afirma que o líder “é aquele com capacidade que sempre se
encontra no momento e no lugar certo e que conta com um valor agregado para
contribuir, visando cobrir as necessidades do grupo”. Ele exerce, portanto, uma
influência dominante sobre sua equipe e a inspira. Ademais, o material prega alguns
#intern
a

predicativos para o exercício da missão de ser líder eficaz, como agente transformador
que: desenvolve visão; delega; comunica 360° e tem compreensão.

Um líder eficaz deve demonstrar ética, poder de comunicação, persuasão, inspiração,


forte senso de compromisso e lealdade com a empresa e com sua equipe. Esse
“combo” o capacitaria para o trabalho eficaz de saber ouvir e compreender sua equipe,
entender o que a levou a agir daquele modo e ponderar sobre os próximos passos a
serem trilhados, devido à situação delicada que o grupo apresenta. Podemos também
afirmar que a desinformação, segundo o material de apoio, é um dos principais
problemas para quem tem o poder decisório. Dave desconhecia o que estava
realmente ocorrendo com sua equipe, levando semanas para levantar suspeita, isso
certamente trouxe indecisão no momento da tomada de decisão para enfrentar o
problema.

Atrelado a isso, faltou-lhe principalmente uma comunicação sincrônica com sua


equipe. A ausência dela não lhe permitiu uma revisão imediata do trabalho, dos
processos ou de uma conversa franca com a equipe para entender o que estava
realmente acontecendo, já que todos tinham liberdade de discutir ideias entre eles.
Portanto, Dave não foi cuidadoso, pois não colocou em ação o instrumento da
comunicação em tempo de incerteza e desinformação. Bem sabemos que ela é uma
ferramenta basilar para a gestão de pessoas, para o enfrentamento de uma crise no
local de trabalho ou gerenciamento eficaz de uma equipe remota.

Questão 5
Como Dave Reagan deve agir agora? Justifique sua resposta

Acreditamos que o melhor caminho a trilhar por Dave como gestor é adotar uma
postura ética profissional em relação à situação descoberta. O material da disciplina
revela que em uma pesquisa realizada em diversos países sobre qual o perfil do chefe
ideal, a indicação mais votada foi pelo gestor que adote princípios éticos, segundo
esses estudos. É importante que Dave busque tomar decisões pautadas à luz dos
princípios éticos profissionais nesse momento, comunicando o evento aos demais
dirigentes. Esconder o que foi descoberto não seria a solução adequada para a
situação. Portanto, é fundamental a sua autenticidade, porém, deve ser sensível às
atitudes e sentimentos da sua equipe. Evidentemente, há momentos em que falar a
verdade completa pode ser destrutivo, ameaçador e contraproducente. O desafio
sempre é encontrar o equilíbrio.
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O material de apoio também defende que o líder, em casos como esse, deve adotar
uma “audição empática, pois é terapêutica., para que o grupo sinta compreendido e
baixe suas defesas. Discutir, lembrar problemas, avaliar e aconselhar soa ineficazes
caso a pessoa ainda não o tenha entendido”. O ato de comunicar não é somente
“falar”, mas é o exercício de “entender” e “ser entendido”. É condição sine qua non a
elaboração de audição empática sem o julgamento das pessoas.

Por fim de forma pragmática, Dave precisa reportar-se imediatamente a empresa


sobre o desenvolvimento da ferramenta de inovação da equipe, pois essa é a conduta
correta, conscientizando os integrantes que uma boa equipe não deve evitar a
prestação de contas. O chefe e os subordinados precisam atender primeiramente aos
objetivos da empresa e não apenas aos objetivos mutuamente determinados.

O próximo desafio para Dave será construir uma melhor proximidade para com o
grupo, estimulando e promovendo conversas entre eles com liberdade para opinar,
avaliar e criticar qualquer assunto. Deve educá-los a não desenvolver condutas de
modo egocêntrico, mas sim perseguir a integração da visão da equipe à visão da
organização. Dessa forma, estabelecerá o fortalecimento das relações e o
comprometimento de todos em prol de ambiente de trabalho virtual em que preze a
honestidade, o diálogo, e a transparência.
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