UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES - UCAM

JOGOS, DINÂMICAS DE GRUPO E TÉCNICAS VIVENCIAIS
Profª Me Gláucia Guarany
glauciaguarany@globo.com

2007

Jogos de Empresa possuem a mesma estrutura dos jogos de simulação. nos quais movimentavam tropas representadas por peças coloridas de madeira. Foi na área militar que os modelos de simulação com o objetivo de treinamento começaram a ser utilizados pelos oficiais do exército prussiano. para tal. Jacob Levy Moreno. Os primeiros “business games” ou jogos de negócio eram direcionados a profissionais da área financeira. bem como a rede de interrelações ( o nível de afetividade). Carl Rogers foi o primeiro que realizou atividades com grupos através do processo terapêutico denominado cliente-centered-therapy (terapia centrada no cliente). Acabava de opor-se a Sigmund Freud e começou a combater a Psicanálise: era contra o distanciamento do terapeuta. simulando sobre enormes mapas o desenvolvimento de batalhas. Moreno volta-se para os problemas das relações profundas. para se conhecer a dinâmica de um grupo. E a Dinâmica de grupo? Por volta de 1912. nada melhor do que os jogos. faziam um estudo prévio das possíveis opções táticas a serem depois adotadas na batalha real. Assim. os jogos de simulação começaram a ser utilizados como ferramentas para formação profissional. é importante determinar antes a sociometria deste grupo: as características das pessoas que o compõem. de compreensão e comunicação completas. que se preparavam para o combate. A esse tipo de trabalho ele chamou de Grupos de Encontro. um jovem estudante de Medicina começou a observar crianças brincando nos jardins de Viena. Na década de 50. os jogos começaram a ser utilizados em treinamento e desenvolvimento na década de 80.JOGOS E DINÂMICAS DE GRUPO Como surgiram os jogos no processo de aprendizagem? “ A educação mais eficiente é aquela que proporciona atividade de auto-expressão e participação social e.” (Froebel. porém retratando situações na área empresarial. 1782-1852 / Alemanha) Os jogos no processo de aprendizagem remontam do século XVIII. No Brasil. enfatizando a relação afetiva. o peso (importância) de cada membro. nos Estados Unidos da América. baseada na empatia entre o EU e o OUTRO. Segundo Moreno. 2 .

b. muitas vezes. Estes papéis correspondem às necessidades individuais. Estes grupos adotam formas de equilíbrio no seio de um campo de forças. A delimitação exata de um pequeno grupo e de um grande grupo. e que o ideal para sua constituição é de 5 a 12 elementos. o empenho pessoal e psicológico dos indivíduos no grupo. em outras palavras. suas personalidades. criando obstáculos e canalizando energias para atividades e comportamentos não condizentes com os objetivos comuns do grupo. é que constituem o aspecto dinâmico do grupo e. os membros atuam de formas diferentes. psicólogo alemão. surgiu a expressão Dinâmicas de Grupo (Group Dynamics). as reações entre os grupos ao formular leis e princípios e ao introduzir técnicas que aumentem a eficácia do mesmo. Os indivíduos trazem para o grupo certas características que lhe são peculiares tais como: interesses. conseqüentemente. aptidões. Outras forças podem resultar da interação das pessoas. Estudiosos no assunto são unânimes em afirmar que o pequeno grupo não deve ultrapassar a 20 participantes. reação e etc. as variações das condutas individuais de seus membros. c. explicando o conceito de dinâmica no sentido habitual da física como o oposto à Estática. A vida de um grupo passa por algumas fases. afetam a sua conduta. interação. tanto em relação à etapa de vida do grupo como em relação aos demais membros. possibilitando assim. 3 . alguns papéis nãoconstrutivos. frustrações. A integração e a transformação de todas essas forças é a própria DINÂMICA INTERNA DO GRUPO. Estas forças. Em todos os grupos em funcionamento seus membros podem desempenhar eventualmente. Todo grupo é composto por pessoas que diferem uma das outras em sua maneira de ser e executar um trabalho. tensões e pelo campo perceptivo dos indivíduos. decorrem de falhas de estruturação ou da dinâmica do próprio grupo. inibições. varia segundo diferentes autores. interação e participação. e em cada uma delas. dificultando a tarefa do grupo. Para ele todos os grupos devem ser compreendidos como totalidades dinâmicas que resultam das interações entre os membros. que em 1945. tais como: movimento. a problemas de personalidade ou. A Dinâmica de Grupo como disciplina moderna dentro do campo da Psicologia Social estuda e analisa: a. e uma das forças internas mais importantes é a participação. Todas essas características atuam como forças na dinâmica do grupo. desejos. e reconhecido por todos no campo da Psicologia de Grupo.No entanto. maior coesão. ação. foi com Kurt Lewin. às motivações de cunho pessoal. Este é um fator importante no que diz respeito à produção e ao nível de desenvolvimento grupal. a conduta do grupo como um todo. O comportamento do grupo depende em grande parte do número de participantes.

avalia-se o grau de envolvimento. 4 . competição por liderança. Várias são as teorias acerca do processo e desenvolvimento de uma equipe. discussões sobre metas e métodos. maior a sinergia resultante do seu trabalho coletivo. através de tentativas. Assim. quanto maior o grau de desenvolvimento da equipe. todos os grupos. Segundo SCHULTZ (1958). É a fase de jogo de forças. Comportamentos de docilidade. tímidas ou fechadas. para encontrar e estabelecer os limites de sua participação no grupo. pela distribuição de poder no grupo e controle das atividades dos outros. submissão e acatamento de ordenas indicam aceitação de controle. Cada um busca atingir um lugar satisfatório às necessidades de controle. cada membro passa a interessar-se pelos procedimentos que levam às decisões. Nesta fase: inicia-se o conhecimento mútuo. o quanto espera receber. há uma instabilidade inicial FASE DE CONTROLE Encontrado o seu lugar. atuação no grupo e formulação de normas de conduta dentro do grupo. quando se encontram (mesmo que seus integrantes já se conheçam de outras situações). É o desejo de merecer consideração e atrair interesse e atenção. destacam-se as pessoas mais comedidas. um dos mais conceituados estudiosos acerca do assunto. passam por 3 fases distintas: INCLUSÃO CONTROLE ABERTURA FASE DA INCLUSÃO Cada membro do grupo procura seu lugar. em que nível se comprometer e como se mostrará ou que papel desempenhará primordialmente.O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE UMA EQUIPE O desenvolvimento de equipe é um processo de socialização de indivíduos. orientado no sentido da obtenção de resultados comuns. ou seja. o quanto vai dar de si. há questionamentos incisivos. enquanto comportamentos de independência e rebelião expressam a falta de desejo de ser controlado. influência e responsabilidade.

e aprendem a aceitá-las e a conviver com elas. segundo Schultz. inclusive. o poder. os membros começam a expressar e buscar integração emocional através de comportamentos mais afetivos. Surgem abertamente manifestação de hostilidade direta. a liderança. feedback. ciúmes. FASE DA SEPARAÇÃO Quando os grupos se desfazem. Assim sendo. vontade de exercer influência. a expressão de todos os tipos de sentimentos e emoções. a troca de feedback. a negociação e também as técnicas que definem papéis e responsabilidades no grupo. Aplicar dinâmicas ou jogos num grupo que se encontra nesta fase significa explorar atividades que tenham como objetivo trabalhar o confronto. Em algumas situações pode ocorrer. apoio. FASE DE ABERTURA/AFEIÇÃO Uma vez resolvidos razoavelmente os problemas de controle. cobranças. um retrocesso a uma fase anterior. seguem seu desenvolvimento na seqüência oposta. É importante ressaltar que os membros do grupo não necessariamente passam de uma fase para outra ao mesmo tempo.Comportamentos mais comuns: iniciativa para dar explicações. as técnicas grupais mais adequadas a essa fase são as que favorecem o conhecimento mais íntimo do outro. Cada um procura conhecer as possibilidades de intercâmbio emocional e estabelecer limites quanto à intensidade e qualidade das trocas afetivas. afeto e outros sentimentos. Cada pessoa a seu tempo. necessidades de ocupar espaços no grupo. a competição. competir pela liderança. passando pela fase de ABERTURA. a tomada de decisão em grupo. mas isso não implica que os conflitos não voltem a acontecer. A tendência é o estabelecimento de um clima afetivo positivo dentro do grupo e que traz satisfação a todos. demonstração de características de forma mais autêntica. Nessa fase as pessoas compreendem as diferenças existentes entre seus componentes. O clima emocional do grupo pode oscilar entre momentos de grande harmonia e afeto e momentos de insatisfação e tensão. 5 .

Workshop Experiencial para Desenvolvimento de Habilidades Interpessoais.Aparentar comportamento de indiferença ou desinteresse.  Facilitam o processo ensino-aprendizagem. Comportamentos típicos da fase de SEPARAÇÃO: .Avaliar o desenvolvimento do grupo e estabelecer ações a serem realizadas após o seu término.  Encoraja a experimentar comportamentos. Maio.  Estimulam a busca de soluções criativas. aparentemente diferentes do padrão costumeiro. discutindo os sentimentos experimentados. através de atos espontâneos.  Possibilita a observação. L. .Evitar o reconhecimento do término do grupo para não lidar com a perda.CONTROLE E INCLUSÃO demonstrando todos os comportamentos e atitudes típicos destas1 . consolidando a aprendizagem.Reconhecer o que aprenderam com o grupo. . as atividades mais indicadas são aquelas que busquem: .Estreitar as relações estabelecidas no grupo.O aprendizado se dá de dentro para fora. 2004.Fazer emergir sentimentos de hostilidade em situações não resolvidas ou no decorrer do desenvolvimento do grupo.  Permitem evidenciar características da personalidade com menor influência dos mecanismos de defesa. . REFAZENDO. 1 PACHECO. 6 .A avaliação do que aprenderam e façam planos específicos de mudança com o objetivo de elaborar ações nas quais possa aplicar o que assimilaram.  Estimulam a saída da zona de conforto para a busca do aprender a aprender.A conclusão de assuntos ou questões inacabadas. . .  Levam o indivíduo à integração e ajustamento nos grupos em que participa para uma atuação cada vez mais satisfatória.O enfrentamento do término inevitável do grupo. . da capacidade de adaptação a novas situações. . adquirindo e desenvolvendo comportamentos mais funcionais que os utilizados até o momento. Características Básicas dos Jogos  Utiliza o método socrático (redescoberta) . Para um grupo que se encontre nesta fase.

participação. empatia e sensibilidade.  Desenvolve no indivíduo tolerância consigo e com os outros. reflexão. o No que esta situação se assemelha a situações vividas no dia-a-dia? 6ª Etapa .Análise dos Fatores (indicadores) de Avaliação 5ª Etapa .Levantamento dos sentimentos durante e após o jogo. levando-o a respeitar a variedade de opiniões e atos.Desempenho – Análise do ocorrido durante a vivência em termos de desempenho individual e de equipe. o Como estão se sentindo? o A sensação é boa ou ruim? 3ª Etapa .Analogias – Comparações e analogias com situações vivenciadas no dia-adia organizacional. APLICAÇÃO DOS JOGOS Seleção Treinamento e Desenvolvimento Identificação e Análise de Potencial Projeto de Melhoria Contínua da Qualidade Projeto de Sensibilização para Mudança Projeto de Pré-Aposentadoria ETAPAS NA APLICAÇÃO DE JOGOS 1ª Etapa .Fechamento o Qual é a lição aprendida com esta atividade? 7 .Vivência do Jogo 2ª Etapa . 4ª Etapa . Desenvolvem a capacidade de observação.

 Evitar interpretações profundas.” Não entre em provocações.  Realizar apenas a vivência e não permitir ou dedicar tempo adequado para a troca de experiências. que sejam aplicáveis a muitos membros do grupo. Suas “interpretações” devem tomar a forma de perguntas ou de hipóteses que deseja examinar com o grupo. Deve ser marcante. Quando alguém distorce um feedback.  Não conferir o material a ser utilizado ou não ter experiência na condução da atividade. mas deve evitar colocar uma interpretação no comportamento do grupo. mas necessário.PECADOS CAPITAIS DO FACILITADOR DE JOGOS OU DINÂMICAS  Não se preparar adequadamente para o trabalho (pouco conhecimento da realidade do grupo e escolha não adequada da atividades para a fase em que o grupo se encontra). mas com sutileza. O facilitador pode descrever o comportamento de um grupo. Quando alguém afirmar algo que não foi dito.  “Morder iscas. frear o impulso de reclamar os direitos sobre a dita contribuição. um tipo de intervenção que é útil é: “O que você ouviu?” ou “O que você entendeu do que eu falei?” 8  . generalizadoras. recapitular através do grupo. como se nunca tivesse dito antes.  Adotar postura de estrela. Nessas ocasiões é difícil.  Não dedicar o tempo indicado para a Inclusão do Grupo ou mesmo excluir esta fase. Uma intervenção grupal deve ser descritiva ao invés de interpretativa. CUIDADOS E DICAS PARA UM BOM TRABALHO    Faça observações amplas.  Não identificar e/ou atuar dentro das necessidades do grupo.  Utilizar o repertório de atividades que conhece independente de ser adequado ou não aos fatores a serem trabalhados/desenvolvidos. Um fenômeno que se observa com freqüência é a menção de uma de suas interpretações por parte de um membro do grupo. Fazer link/analogias.

Muitas vezes o bom senso lhe orientará. pode ser necessário trazer outros para trabalhar no assunto. Toda intervenção é situacional. SUGESTÃO DE BIBLIOGRAFIA Jogos e Dinâmicas de grupo AUTOR Ronaldo Yudi K. No trabalho em dupla. A possibilidade de engano assim se torna menor. e você deve primeiro analisar as circunstâncias e depois pensar em qual forma de intervenção é a mais adequada. Neste ponto. As formas de intervenção não se esgotam nesta listagem. pedir um feedback do grupo pode ser a saída. Como facilitador. Esteja alerta aos participantes não-verbais. Dinâmicas e Vivências Grupais – Como desenvolver sua melhor técnica em atividades grupais. Não se concentre pesadamente sobre um membro relutante porque você desconsidera os outros. Você precisa de mais dados do que isso. Comportamento relutante dos membros tende a levantar a preocupação do outros.            Responder diretamente a um conjunto de perguntas de um participante pode levar a uma discussão intelectual. Não faça desta lista de intervenções uma receita. estimule que ele seja mais específico. Quando um participante afirma que quer ficar fora do centro das atenções.sbdg. 2003. A EDITORA Ágora T&D Editora Civilização Brasileira Itatiaia Itatiaia Itatiaia Scritta 9 . Yozo Andy Kirby Augusto Boal Nicanor Miranda Nicanor Miranda Vitória Rabelo F. Quando duas pessoas estão discutindo um assunto. os facilitadores devem tomar muito cuidado para não serem repetitivos ou se contradizerem. Começar um encontro pelo relaxamento pode fazer o tiro sair pela culatra.br/textos/artigos63.org. Texto extraído e adaptado do site: www. isto não é um sinal automático de que você deve ir naquela direção. Rio de Janeiro: Qualitymark. Uma boa atitude para um facilitador é olhar apenas ocasionalmente para quem está falando e gastar mais tempo olhando para o resto do grupo. Pimentel Adriana Friedmann TÍTULO • • • • • • • 100 jogos para grupos 150 jogos de treinamento 200 exercícios e jogos 200 jogos infantis 210 jogos infantis 268 jogos infantis Arte de brincar. Quando um participante diz “os outros nesse grupo”. incluindo o facilitador. e também não limite seu foco a uma coisa ou pessoa. evite fazer coisas que foquem em você mesmo. Evite fazer muitas intervenções. mas são incapazes de comunicar-se. definido o que outros significa. O facilitador deve desenvolver o hábito de pesquisar periodicamente o grupo inteiro.htm e do livro Jogos.

J. Lacombe Brasiliense Héctor Gonzáles Livros do Tatu Guilhermo Brown Sinodal Fábio Brotto CEPEUSP Maria Rita Gramigna Makron Books Maria Rita Gramigna Makron Books Andy Kirby T&D Editora Silvino José Fritzen Vozes Albigenor e Rose Militão Qualitymark Regina Fourneaut Monteiro Ágora Constance Kamii e Retha Trajetória Cultural DeVries Nicanor Miranda Itatiaia Maria da Glória Lopes Hemus Josef Broich Ed. Andreola Vozes William C. Joe M. nos grupos e na catequese Juegos y actividades preescolares Líder de Mudança e grupo Operativo Liderança e Dinâmica de grupo Liderando Grupos: um enfoque gerencial Manual comentado de Jogos e Técnicas Vivenciais Manual de Jogos de Treinamento Manual de Jogos Educativos Roberto T. Loyola Gonsales Filho Nelson carvalho Marcelino Papirus David Bonfim Qualitymark 10 . Neil Raundabaugh Administração Áurea Castilho Qualitymark Marise Jalowitzki Suliva Chris Elgood Siamar Donna Brandes e Howards Moraes Pillips de sensibilização e de Celso Antunes ludopedagogia Marly Santos Mütschele e José Ed. Balduíno A. Didáticos Gary Kroehnert Manole Maria Sales Pereira Ed. Coelho Manoel de Souza Santos Pe. A • Comunidade Criativa: Fazer brincando • Curso de Dinâmica de grupo • Desenvolvimento do Pré-escolar e o jogo. S. Paulinas Sandra Zeitlin Taetzsch CEAC Maria Leonor C. Paulinas Ícone • Manual de Técnicas de Dinâmica de Grupo • Oficinas Pedagógicas – A arte e a mágica do fazer na escola – Vol II • Pedagogia da Animação • Pedagogia no Treinamento – correntes pedagógicas no treinamento empresarial Cartwright Zander E. Castilho Pereira Vozes Áurea Castilho Qualitymark Mary Rangel Vozes Silvino José Fritzen Vozes Augusto Boal Civilização Brasileira Silvino José Fritzen Vozes Vol I e II . O Jogo. Loyola Paquette Tadashi Sugiura Qualitymark Silvino José Fritzen Vozes A. Dinâmicas e Vivências Grupais Jogos Dramáticos Jogos em grupo na Educação Infantil Jogos Infantis Jogos na Educação Jogos para Crianças Jogos para grupos Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências Jogos Teatrais na Escola Jogos para treinamento em Recursos Humanos Jogos: Na escola.Centro e Dinâmica CDG de Grupo/ PE Cheryl Gerson Tuttle e Penny Ed. aprendizagem e criação Jogos Cooperativos: teoria e prática Jogos Cooperativos Jogos de empresa e técnicas vivenciais Jogos de Empresa Jogos de treinamento Jogos Dirigidos Jogos. Loyola Ronaldo Yudi K. Jorge Boran C. Paulinas Ed. Shinyashiki Maria Josefina R. Maria Rodrigues Gente Ed. Beal. A • Dinâmicas de leitura para sala de aula • Dinâmica de recreação e jogos • Exercícios e jogos • Exercícios Práticos de Dinâmica de Grupo – Vol I e II • Manual de recursos Técnicos de dinâmica de Grupo • Invente jogos • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Introdução a Jogos de Treinamento para Equipes Janela de Johari Jogo daas Palavras. Ciências da Bohlen.vol 2 • Dinâmica de grupo: Jogo da vida e didática do futuro • Dinâmica de grupos populares • Dinâmica do trabalho de grupo. Gayotto Vozes George M. Sp.• Carícia essencial. U. Yozo Ágora Celso Antunes Vozes Olga Reverbel Rec. P. • Dinâmica de grupo .

Loyola Gente Ícone Zahar Gente Paulinas Jossey-Bass Pfeiffer FICHÁRIO DAS DINÂMICAS 1) Jogo/Dinâmica: __________________________________________ Objetivo: ____________________________________________________________ Fatores de Avaliação (Indicadores): .________________________________ ____________________________ ____________________________ ____________________________ ____________________________ Atividade: __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ ________________________ 11 . Ukens Cultrix Ícone Kendall Cortez Editora Summus editorial Vozes Vozes Ed.______________________________ . Diniz Karl Rohnke – Steve Butler Ana Mãe Barbosa Walter Benjamin Silvino José Fritzen Pierre Weil Magda Vilas-Boas Harry Palmer Vinicius Ricardo Cavallari e Vany Zacharias Josephine Klein Harry Palmer Miguel Gonzáles Lorraine L. a educação Relações humanas interpessoais Relações humanas na família e no trabalho Relaxamento com crianças ReSurfacing: Técnicas para a exploração da Consciência • Trabalhando com recreação • Trabalho de grupo. J. O • Vivendo deliberadamente • Você não é uma ilha – Dinâmicas de grupo • Working Together – 55 Team Games Kurt Lewin G._______________________________ . R.______________________________ .• • • • • • • • • Problemas de Dinâmica de Grupo Psicodrama Pedagógico: teatro-educação Quicksilver – Adventure Games Recorte e colagem Reflexões: A criança. o brinquedo.

______________________________ .______________________________ ._______________________________ .______________________________ .______________________________ .________________________________ ____________________________ ____________________________ ____________________________ ____________________________ Atividade: __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ 12 .______________________________ .________________________________ ____________________________ ____________________________ ____________________________ ____________________________ Atividade: __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ ________________________ 4) Jogo/Dinâmica: __________________________________________ Objetivo: ____________________________________________________________ Fatores de Avaliação (Indicadores): .______________________________ ._______________________________ .________________________________ ____________________________ ____________________________ ____________________________ ____________________________ Atividade: __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ ________________________ 3) Jogo/Dinâmica: __________________________________________ Objetivo: ____________________________________________________________ Fatores de Avaliação (Indicadores): .2) Jogo/Dinâmica: __________________________________________ Objetivo: ____________________________________________________________ Fatores de Avaliação (Indicadores): ._______________________________ .

______________________________ .______________________________ .________________________________ ____________________________ ____________________________ ____________________________ ____________________________ Atividade: __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ ________________________ 13 .______________________________ .__________________________________________________________________________________ ________________________ 5) Jogo/Dinâmica: __________________________________________ Objetivo: ____________________________________________________________ Fatores de Avaliação (Indicadores): ._______________________________ .______________________________ .________________________________ ____________________________ ____________________________ ____________________________ ____________________________ Atividade: __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________ ________________________ 6) Jogo/Dinâmica: __________________________________________ Objetivo: ____________________________________________________________ Fatores de Avaliação (Indicadores): ._______________________________ .

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