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NÁUFRAGO (FILME) - RESENHA CRÍTICA

De: Egídio Garcia Coelho


http://www.sucupiraonline.com.br

Resenha Crítica apresentada à Disciplina de Psicologia - Profª Everley Rosane Goetz


Furtado no Curso de Formação em Administração ESAG Sênior da UDESC –
Universidade do Estado de Santa Catarina.

1. INTRODUÇÃO
O Filme "Náufrago" retrata a história de um executivo voltado para um
minucioso controle do tempo, onde na sua função tem como foco e objetivo
principal, auferir sempre os melhores resultados, mesmo que para isso tenha que
sacrificar a própria saúde a afetividade e consideração nos seus envolvimentos
sociais. Com excelente desempenho o ator e produtor Tom Hanks no papel de
Chuck Noland (executivo da Fed-Ex), consegue sozinho em cena, prender a atenção
de espectadores de forma surpreendente. Houve demonstração de adaptação e
criatividade do personagem que buscava sobreviver isolado numa ilha deserta,
após ter sobrevivido a um acidente com o avião da companhia que prestava
serviços, voltando da Rússia, onde demonstrou eficiência na implantação dos seus
rigorosos controles de tempo para entregas das encomendas Fed-Ex. Interessante
revelação de oportunismo e profissionalismo dos produtores na exploração de
merchandising com a marca Fed-Ex que aparece como berço da história e a bola de
vôlei da marca Wilson que veio a se transformar num personagem de destaque,
provocando grandes emoções, quando se revelava a carência afetiva na solidão de
Chuck Noland, sempre alimentando esperanças de voltar à civilização. Uma
seqüência de acontecimentos interessantes marca a transformação de um
executivo cheio de recursos e tecnologias do mundo corporativo em um explorador
sem recursos que fará uso da sua iniciativa e criatividade para sobreviver na ilha.
Ressalvas quanto à falta de exploração no tocante a espiritualidade que deixou de
ser enfatizada, quando em circunstâncias semelhantes, qualquer ser humano é
chamado a profundas reflexões, independente de credo ou religião.

2. DESCRIÇÃO DO ASSUNTO
No Filme Náufrago o autor com as primeiras e últimas cenas, deixa
transparecer o seu conhecimento sobre a visão holística. Nos primeiros passos do
executivo Noland, foi ressaltada a sua determinação e eficácia na conquista de
resultados positivos, desempenhando suas funções na empresa Fed-Ex. Em uma
filial da Rússia, foi responsável pela melhoria dos serviços de entrega,
demonstrando com clareza a sua metodologia que visava sempre a qualquer custo,
excelência na prestação dos serviços da companhia. Em seu retorno para a matriz,
houve o acidente fatal que o poupou como único sobrevivente, passando a ser o
foco das atenções nessa interessante obra cinematográfica. Na ilha, depois de
consumada a tragédia, foi se desenvolvendo a seqüência dos acontecimentos que
prende a atenção dos espectadores, mesmo mantendo em cena, apenas um
personagem humano. Rompendo o silêncio, depois da queda do avião, seguem-se
os primeiros passos do sobrevivente, iniciando a preparação de um abrigo. Surgem
alguns estranhos barulhos que provocam medo antes de se revelarem como fonte
principal da alimentação do náufrago, seguidos de um longo caminho de tentativas
e descobertas. Encomendas Fed-Ex foram recolhidas entre destroços do avião nas
areias e encostas da ilha e aproveitadas como abastecimento provisório, contendo
alguns utensílios de fundamental importância. Manifestou-se uma contagiante
alegria na conquista das primeiras chamas de fogo, após uma persistente e
dramática busca alimentada pela convicção. Muito sofrimento ficou evidente na
busca por uma solução improvisada para conter a insuportável dor de um dente
inflamado. Emocionante a relação de afetividade que se firmou com o imaginário
personagem Sr. Wilson, representado por uma bola de vôlei que Noland, nas suas
crises de solidão acabou criando. Por fim um desfecho que deixou evidente a falta
de manutenção das afetividades e considerações nos relacionamentos antes da
tragédia, mas, também uma prova de que há sempre uma porta que se abre para
recomeçar.

3. APRECIAÇÃO E CRÍTICA
Náufrago é sem sombra de dúvidas uma excelente ferramenta de trabalho
para a disciplina de psicologia, principalmente no tocante as percepções. As cenas
de início e final do filme demonstram conhecimento do autor sobre a visão holística,
onde sabe-se que tudo está ligado com tudo e quando o que parece ser
coincidência na escolha de um pacote para ser preservado entre tantos outros que
foram se encostando nas praias e encostas da ilha que foi cenário principal, acaba
sendo uma chave para o recomeço de Chuck Noland na vida civilizada. Na postura
profissional e dedicação ferrenha pelo trabalho, mostrada nas atitudes do executivo
da Fed-Ex no início do filme, ficou retratado um período em que, no mercado de
trabalho o resultado positivo na produtividade, ainda estava acima dos valores
humanos mais importantes. Até na metodologia aplicada pelo executivo,
principalmente na Rússia, foi enfatizado o combate às falhas, ficando de lado a
conscientização pela eficiência, dentro de uma visão holística, que sempre acaba
sendo mais promissora e gratificante para os colaboradores nas empresas. Perfeitas
na minha percepção as cenas do acidente com o avião da companhia Fed-Ex na
viagem de retorno de Noland da Rússia. Estava lá em missão pela busca da
excelência nos serviços prestados pela companhia. Foi brilhante a exploração de
merchandising, muito bem inserida por parte dos produtores, edificando as marcas
Fed-Ex e Willson com extrema demonstração de competência. Vale enaltecer a
forma inteligente e gradativa que o autor chama a atenção para a importância da
valorização humana, iniciando durante o acidente do avião, quando é demonstrada
a manifestação de apego á objetos pessoais revelando afetividade. Logo depois das
cenas mais dramáticas do avião em queda, se desenrola na ilha a pedagógica
seqüência de acontecimentos desse marcante trabalho dos renomados produtores:
Tom Hanks, Jack Rapke, Steve Starkey e Robert Zemeckis, rendendo a Tom Hanks
um Toféu Globo de Ouro como melhor ator por este filme e quase um Oscar,
disputado com Russel Crowe no "Gladiador". Com o excelente desempenho do ator
Tom Hanks no papel de Chuck Noland, os produtores conseguem um feito histórico,
prendendo a atenção do público por mais de uma hora e vinte minutos, sem efeitos
especiais e com apenas um personagem humano em cena. Aquele engravatado e
destemido executivo que contava com ferramentas e recursos a sua disposição no
cotidiano do mundo corporativo cheio de tecnologias, viu-se numa ilha deserta e
sozinho desprovido de tudo, podendo apenas contar com sua iniciativa e
criatividade para sobreviver. Nos primeiros passos chega a ser irrelevante a
providência pelo abrigo, porém, em seguida a percepção de estranhos barulhos em
meio ao silêncio e o desconhecido começa a demonstrar os sentidos de percepção.
Primeiro a oscilação entre medo e esperança. Medo de possíveis ataques de feras
ou outra coisa qualquer naquele lugar deserto e esperança de ser encontrado por
alguém, talvez em semelhante circunstância. Depois a percepção de que se tratava
da queda de cocos que na falta de alimentos foi essencial para vencer a fome.
Houve a demonstração de gradativa evolução nas descobertas do sobrevivente,
iniciando nas dificuldades apresentadas para abrir um coco sem ferramentas
adequadas. Uma dor de dente foi se acentuando por conseqüência da falta de
atenção à sua saúde, deixada de lado, quando antes o foco principal ainda era
auferir excelência nos resultados para a companhia Fed-Ex. A busca por solução
para interromper a insuportável dor de dente foi um verdadeiro drama. E assim,
ficou caracterizado que precisou pagar o preço pela displicência na merecida
atenção ao seu corpo, quando em meio aos recursos. As primeiras tentativas de
pesca foram até cômicas. Depois uma lança foi improvisada com auxílio de um
patinete (utensílio) encontrado nos pacotes de encomendas Fed-Ex que foram
abertos na tentativa de encontrar suprimentos e utensílios. Muitas das encomendas
que estavam no avião acidentado foram aos poucos se chegando às praias e
encostas da ilha. Do corpo de um dos tripulantes encontrado já em decomposição,
mais recursos chegaram para o sobrevivente que resolveu providenciar um enterro
dentro dos costumes. Sem ninguém por perto para criticar, sapatos menores que
os pés, podem ser úteis com buracos para liberar os dedos que sobram.
Interessante a demonstração de persistência na determinação pela conquista do
fogo que após frustrantes e fracassadas tentativas se concretiza pela convicção.
Com uso mais aguçado da percepção, Noland pode captar a necessidade do
oxigênio para que o fogo tivesse suas primeiras centelhas aproveitadas. A solidão e
o sofrimento foram relevantes para que Noland numa crise de carência afetiva
viesse a personificar um fiel e inseparável companheiro numa bola de vôlei da
marca Wilson. Sr. Wilson virou celebridade inseparável do sucesso do Náufrago.
Faltou, no entanto, enfatizar a espiritualidade que o ser humano tende a
desenvolver quando distante das turbulências do mundo que consideramos
civilizado. Em semelhantes circunstâncias o ser humano passa por profundas
reflexões e pode alcançar valiosos entendimentos e compreensões de difícil
racionalização. O fato de permanecer fora de cena, todo e qualquer acontecimento
paralelo na Fed-Ex, com seus familiares e sua companheira, que tanto contemplou
na solidão, faz com que se viva ao assistir o filme, a realidade do sobrevivente
isolado. No retorno a civilização Noland se depara com as conseqüências da falta de
um maior investimento na sua vida pessoal com a manutenção de afetividade e
outros valores que são essenciais na vida humana, independente da jornada que se
precisa enfrentar nessa dimensão do mundo físico.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS.
O Náufrago é um filme que merece ser visto e revisto com tempo e dedicação
para que se possa refletir com profundidade sobre a existência humana e seus
valores que há muito, por muitos são menosprezados. Vale ressaltar a excelente
performance do ator Tom Hanks no papel de Chuck Noland e o oportunismo
profissional dos produtores do filme na exploração de merchandising para ajudar no
patrocínio da produção, porém, houve o desperdício de uma oportunidade impar
para se enaltecer e conscientizar os espectadores da necessidade de se fazer
silêncio e meditação como alimento essencial da alma que sofre as conseqüências
do desenvolvimentos intelectual lógico, enfatizado no mundo acadêmico. Danah
Zohar e Ian Marshal (2000) retratam no Livro “QS” Inteligência Espiritual a
necessidade da manutenção do amor (no sentido mais amplo) na vida humana e a
presença da alma no corpo humano, comprovada cientificamente pela manifesta de
uma oscilação neural de 40 Hz, o que poderia nesse filme, ser explorado com os
recursos já disponíveis da física quântica, numa abordagem bem fundamentada,
aplicando-se estratégia semelhante a que os produtores fizerem uso para
merchandising no filme, onde sementes semeadas estariam hoje germinando para
que algumas pontes de safena e muitos AVCs fossem evitados na estressante
jornada, guiada pela excessiva lógica que compromete a fascinante e gratificante
existência humana nessa terceira dimensão do mundo físico que nos proporciona o
êxtase da alegria de viver...

5. REFERÊNCIAS:
DreamWorks SKG / 20th Century Fox - Cast Away (Náufrago) -
www.castawaymovie.com 2000

SABIAN, CELSO; Rede Bandeirantes - Rádio e Televisão.


Celsosabadin@cineclick.com.br 2001

ZOHAR, DANAH; MARSHAL, IAN; QS – Inteligência Espiritual. Rio de Janeiro:


Record, 2000

COELHO, E. G.; Como Proteger e Ampliar o seu Patrimônio. Site: IMMB – Link:
http://www.motivacao.org/blog/27. 2005.

www.amoramiuraonline.com.br
Egídio Garcia Coelho
Publicado no Recanto das Letras em 17/05/2009
Código do texto: T1599206

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Sobre o autor

Egídio Garcia Coelho


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O náufrago

Análise sociológica do filme “O Náufrafo”

Título Original: Cast Away


Gênero: Drama
Direção: Robert Zemeckis
País / Ano de Produção: EUA, 2000
Duração: 134 min.
Elenco: Tom Hanks (Chuck Noland), Helen Hunt (Kelly Frears), Christopher Noth,
Nick Searcy, Lauren Birkell

Síntese do filme.

Chuck Noland é um engenheiro de sistemas do FedEx, cuja vida pessoal e


profissional são controladas pelo relógio. Seu trabalho o leva, na maioria das vezes
de um instante para o outro, para locais bem distantes - e bem longe de sua
namorada, Kelly. Essa louca existência de Chuck termina abruptamente quando,
depois de um acidente de avião, ele fica isolado numa ilha distante - um náufrago
no ambiente mais desolado que se possa imaginar. Sem as conveniências da vida
diária, primeiro ele tem que encontrar meios de suprir as necessidades básicas para
a sua sobrevivência, incluindo água, comida e abrigo. Chuck, aquele que consegue
resolver todos os problemas, acaba descobrindo como sobreviver fisicamente.

Analise Sociológica

“O Náufrago” é um menu bastante variado sob o ponto de vista sociológico. Nosso


exame enfocará a questão do isolamento, bem como as mudanças sociais
decorrentes da adaptação, da acomodação e da assimilação que se verificam na
vida de Chuck Nolan.

O isolamento é a “falta de contato ou de comunicação entre grupos ou indivíduos.


Depois que o indivíduo estiver socializado, o isolamento prolongado provocará a
diminuição das funções mentais, podendo chegar à loucura” (LAKATOS & MARCONI,
1999:352). O que se verifica no filme é o isolamento espacial ou físico de Chuck
Nolan, em uma ilha do sul do Pacífico, por um período de 4 anos. É um período
curto e, talvez por isso, não chega a provocar o retardamento mental e tampouco a
loucura aventada pelos teóricos. As relações antropomórficas que ele mantém com
a bola “Wilson”, não se pode dizer que sejam desvios comportamentais, embora
não seja normal uma pessoa manter esse tipo de diálogo. Todavia, quantas vezes
nós não nos flagramos conversando sozinhos. Nem por isso podemos ser tachados
de retardados ou loucos. No caso em questão, Chuck demonstra uma excelente
atividade racional, seja controlando o tempo, seja fazendo projetos e planos para
deixar a ilha, incluindo a realização de cálculos matemáticos sobre a quantidade de
cordas que precisaria para construir a jangada, etc. O efeito mais acentuado é o da
tentativa de suicídio.
A adaptação, “significa o ajustamento biológico do ser humano ao ambiente físico
em que vive” (LAKATOS & MARCONI, 1999:342). Com certeza, Nolan teve que
passar por grandes adaptações para viver em sua ilha. Seu organismo teve que se
adaptar a satisfazer-se com água de coco para saciar a sede e a fome e a ficar com
o corpo salgado o tempo todo depois do banho. Teve que adaptar-se também a
viver seminu.
Além disso, o que mais se verifica no filme são exemplos de acomodação. Entende-
se essa como “o ajustamento formal e externo, sendo pequena a mudança interna”
(LAKATOS & MARCONI, 1999:342). Chuck não teve outra escolha. Era beber água
de coco, comer castanha de coco ou peixes e moluscos crus ou morrer. Também a
escolha do patim cortante como faca, a forma de fazer roletando os pausinhos
entre si, a confecção de cordas com cipós e fitas de víedo. Tudo o que ele fez ali,
não o fez porque entendia que aquela era a melhor forma de se fazer, mas porque
só aquilo era possível. Foi uma adaptação às circunstâncias. No seu íntimo, quando
ele voltou à civilização, certamente que ele retornou às práticas decorrentes de sua
cultura. Não houve da parte dele, uma assimilação daquelas práticas improvisadas,
mas apenas uma adaptação. Quando ele retorna à civilização, ele volta a usar as
roupas e tudo o mais. Um dos aspectos de adaptação mais notáveis do filme é a
construção do alter. Não conseguindo viver só, por ser “um animal social”, como
dizia Aristóteles, Nolan cria o seu amigo Wilson, uma ciatura antropomórfica da
bola de voleibol, com a qual conversa, discute, troca idéias e pela qual demonstra
afetos humanos.

A assimilação é o processo de mudança interna, com a inclusão de novos valores


culturais, que substituem os valores antigos. O Nolan não substituiu nenhum de
seus valores antigos quando voltou à civilização (pelo menos não se mostra isso no
filme). Quando ele está deixando a ilha, ele a olha de uma forma nostálgica, como
se a tivesse assimilado. Cheguei a pensar que ele voltaria para lá, posteriormente,
caso não se readaptasse à vida em sociedade, como aconteceu com o Tarzan, mas
foi só uma cena. Parece ele quis mais saber de sua ilha. Quem demonstra
assimilação mais acentuada são a namorada e os amigos dele que ficaram na
civilização. Após procurá-lo por um certo tempo, consideraram-no “desaparecido”,
fizeram o seu sepultamento e a sua namorada se arrumou em casamento com o
seu dentista. Certamente havia uma questão de interesse pessoal e por isso houve
a assimilação da cultura pós-moderna. Não se pode dizer que eles foram obrigados
a considerar de fato Nolan morto, embora a legislação deles reconhecesse assim,
como acontece nas leis brasileiras (Lei nº 10.406, de 10 de janeiro 2002, art. 26).
Prof Izaias Resplandes
Publicado no Recanto das Letras em 03/09/2008
Código do texto: T1160252

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde
que seja dado crédito ao autor original (SOUSA, Izaias Resplandes. (Título da obra) Poxoréu (MT). Disponível em: <
http://recantodasletras.uol.com.br/artigos>. Acesso em: (data do acesso).). Você não pode fazer uso comercial desta
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Comentários

09/11/2010 21:09 - tatyana


BOM ,ADOREI ESSE COMENTARIO TENHO CERTEZA QUE VOU CONSEGUIR FAZER MEU TRABALHO
,FOI UM OTIMO RESUMO ....
11/10/2010 11:58 - GABX
ya, obrigado precisava de um urgente para hoje...
26/08/2010 19:25 - Eluilson
Uffa, meu trabalho é pra amnhã e é de acomodação, e esse filme é um exemplo Valeu!!
24/06/2010 23:12 - julia
Ahh me ajudou, mas eu rpecisava mesmo da relação entre o filme com o Ser social :D
14/06/2010 18:32 - isabella
Ai Eu adorei essa analise, estava precisando de uma urgente essa me ajudou muito ... muito,
muito, obrigado *------*
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Sobre o autor

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