Físico-Química Experimental II – Isotermas de Adsorção 1) INTRODUÇÃO

Adsorção é um fenômeno que ocorre na interface entre duas substâncias, podendo ser entre um sólido e um líquido, um sólido e um gás ou um líquido e um gás. É caracterizada pelo aumento da concentração da substância líquida, gasosa ou em solução na superfície da fase condensada (sólido ou líquido). A fase condensada é chamada de adsorvente, e adsorve partículas da segunda substância ou solução em seus poros; a substância ou solução que tem suas partículas adsorvidas na superfície da fase condensada é chamada de adsorbato. Existem dois tipos principais de adsorção: física e química. A adsorção física é não-específica, rápida e reversível. O adsorbato encontra-se ligado à superfície somente por forças de van der Waals (forças dipolo-dipolo e forças de polarização, envolvendo dipolos induzidos), podemos melhor definí-la como sendo aquela que ocorre quando as forças intermoleculares de atração das moléculas na fase fluida e da superfície sólida são maiores que as forças atrativas entre as moléculas do próprio fluido. O calor de adsorção é pequeno e da mesma ordem de grandeza dos calores de condensação. Por outro lado, a adsorção química (quimissorção) envolve a interação química entre o fluido adsorvido e o sólido adsorvente, conduzindo à formação de um composto químico de superfície ou complexo de adsorção. Neste caso, o calor de adsorção é da mesma ordem de grandeza dos calores de reação. Por esta razão, somente a adsorção física é apropriada a uma operação contínua em estágios. Além disso, na adsorção física podem formar-se camadas moleculares sobrepostas, enquanto que na adsorção química se forma uma única camada molecular adsorvida (monocamada). A quantidade de substância adsorvida na superfície decresce com o aumento da temperatura, já que todos os processos de adsorção são exotérmicos. A uma temperatura constante a quantidade adsorvida aumenta com a concentração do adsorbato (em solução ou na fase gasosa). Somente em concentrações muito baixas é que a quantidade adsorvida pode ser proporcional à concentração. Geralmente, o aumento da quantidade adsorvida é menor que o aumento proporcional da concentração, devido à saturação gradual da superfície. A relação entre a quantidade adsorvida e a concentração é conhecida como a isoterma de adsorção. 1.1) Formas de isotermas de adsorção

Isotermas de adsorção ou de dessorção são curvas obtidas a partir da quantidade de soluto adsorvido em função da concentração desse soluto na solução em equilíbrio. Giles e colaboradores dividiram as isotermas de adsorção em quatro principais classes, de acordo com sua inclinação inicial e, cada classe, por sua vez, em vários subgrupos, baseados na forma das partes superiores da curva.

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c / (1 + b. e b é outra constante. c (1/ n) onde n < 1. H (“High affinity”) e C (“Constant partition”). em muitos casos. consideradas do mesmo tipo. que corresponde a uma equação do tipo (x/m) = k . Além disso. 2 . há uma diminuição da disponibilidade dos sítios de adsorção quando a concentração da solução aumenta. a adsorção completa-se quando todos os sítios forem ocupados. dando à curva um aspecto linear. A equação correspondente à isoterma de Langmuir é (x/m) = a . Esse modelo supõe que a superfície do sólido é coberta por um grande número de sítios. relacionada com a entalpia de adsorção. Isotermas do tipo C Corresponde a uma partição constante do soluto entre a solução e o adsorvente. sendo uma medida da capacidade de adsorção do adsorvente para um dado adsorbato.Físico-Química Experimental II – Isotermas de Adsorção As quatro classes foram nomeadas de isotermas do tipo S (“Spherical”). onde onde m é a massa do sólido (adsorvente). As condições que favorecem as curvas do tipo C são substratos porosos flexíveis e regiões de diferentes graus de solubilidade para o soluto. Nesse caso. correspondendo a uma monocamada de adsorbato. Isotermas do tipo L A forma L possui inclinação não linear e côncava em relação à abcissa. Isotermas do tipo S Este tipo de isoterma tem inclinação linear e convexa em relação à abcissa. Isto significa que houve uma associação entre moléculas adsortivas chamadas de adsorção cooperativa. a é uma constante que está relacionada com a área do sólido. que também pode ser escrita como c / (x/m) = 1 / (a. L (“Langmuir”).c).b) + c / a. Isotermas do tipo H Trata-se de um caso especial de curva do tipo L e é observada quando a superfície do adsorvente possui alta afinidade pelo soluto adsorvido. As isotermas do tipo C e L são freqüentemente muito próximas. b. sendo que cada sítio pode ser ocupado por uma molécula adsorvida. A adsorção inicial é baixa e aumenta à medida que o número de moléculas adsorvidas aumenta. Os sítios são todos equivalentes e considera-se que as moléculas adsorvidas não interagem umas com as outras nem saltam de um sítio para outro. podendo ser. Em outros casos o sistema pode ser descrito pela Isoterma de Freundlich. Esse é um dos modelos teóricos mais simples de adsorção que foi proposto para descrever a adsorção de gases em sólidos.

2) OBJETIVOS Estudar a adsorção do ácido acético em carvão ativo.Físico-Química Experimental II – Isotermas de Adsorção Essa equação também pode ser escrita de forma a fornecer uma reta: log (x/m) = log k + (1/ n). traçar a isoterma de Freundlich e analisar os fatores que podem alterar a adsorção.4 erlenmeyers de 250 mL .10 g de carvão ativo . em sistemas que seguem a isoterma de Freundlich a adsorção ocorre com a formação de multicamadas.1 funil. sendo que o tamanho e a estrutura da molécula do anestésico influenciam a intensidade da adsorção. 3) MATERIAIS E REAGENTES .500 mL de hidróxido de sódio .1 pipeta de 10 mL .0 mol/L .1 pipeta de 25 mL .4 balões volumétricos de 100 mL .2 buretas de 50 mL .200 mL de ácido acético 1. log (c).1 pipeta de 50 mL .1 béquer de 250 mL . Anestésicos locais agem por adsorção e em geral seguem a isoterma de Freundlich. ao invés de ser de uma monocamada apenas. tem valor menor do que um. e está relacionado com a intensidade da adsorção.fenolftaleína 1% 4) PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 3 . Em geral. papel de filtro . O expoente 1/n é adimensional.

5) TRATAMENTO DOS DADOS EXPERIMENTAIS a) Cálculo da massa inicial do ácido no erlenmeyer: Massa Molar do Ácido Acético = 60.0040g 3.0.05 mol 3. desprezando os 10 primeiros mililitros.05 mol/ L. Deixe a adsorção ocorrer por pelo menos 45 minutos. não precisa ser exato. agitando esporadicamente.02g 0. Pese em cada um. Reação entre o ácido acético e o hidróxido de sódio: H3CCOOH + NaOH -> H3CCOONa + H2O 35 mL 20. c) Transfira os 100 mL das soluções preparadas para os erlenmeyers.mol-1 1 litro 1 mol 60. rápido possível para evitar adsorção de impurezas da atmosfera.8012g 0. coincidindo o número do balão e do erlenmeyer.1 mol 6.04g 0.3 mL 5. Titular os filtrados com solução padrão de NaOH 1 mol/ L (ver fator de correção).0. cerca de 2 g de carvão ativado (determine a massa do erlenmeyer vazio e depois com o carvão.0020g 1. usando fenolftaleína como indicador. a diferença entre estas deve ser aproximadamente 2 g. esta é a variável z do experimento).01g 0.1 mol/ L e 0.004g 0.Físico-Química Experimental II – Isotermas de Adsorção a) b) Preparar 100 mL de solução de ácido acético a partir da solução 1. o mais concentrações de 0.7 mL 4 .5 mol/ L .3 mol 18.6004g 0.0 mol/ L para as Rotule em 4 erlenmeyers com rolhas os números 1 a 4.3 mol/ L .3002g b) Cálculo da massa final do ácido (após adsorção) no erlenmeyer.1 litro 6. mas marcar exatamente qual o valor. d) e) Deixe o carvão decantar e filtre (com papel de filtro qualitativo ou faixa azul).04g.5 mol 30. Anote de 1 à 4.002g 0.

0203 mol de NaOH.1014g de Ácido Titulação da amostra número 2: Foram gastos 20.035 litro contém 0.04 x 0.04 x 0.7 mL da solução de NaOH 1 mol.0057 mol de H3CCOOH.2188g de Ácido Titulação da amostra número 3: Foram gastos 5.3422g de Ácido Titulação da amostra número 4: Foram gastos 2.0203 litro contém 0.04 x 0. que correspondem a: mHAc = 60.0057 litro contém 0. se em 1 litro contém 1 mol. em 0.6 mL Titulação da amostra número 1: Foram gastos 35 mL da solução de NaOH 1 mol. ou seja. podemos dizer que no erlenmeyer continha também 0.6 mL da solução de NaOH 1 mol. se em 1 litro contém 1 mol.0057 mol de NaOH.035 mol de H3CCOOH.Físico-Química Experimental II – Isotermas de Adsorção 2. se em 1 litro contém 1 mol.L-1. podemos dizer que no erlenmeyer continha 0.0057 x 1 = 0.0026 litro contém 0.0203 mol de H3CCOOH. ou seja. podemos dizer que no erlenmeyer continha também 0. que correspondem a: mHAc = 60. se em 1 litro contém 1 mol.1561g de Ácido 5 . ou seja. Como a reação se processa a partir de 1 mol de NaOH para 1 mol de H3CCOOH.0026 mol de NaOH. em 0.035 mol de NaOH. Como a reação se processa a partir de 1 mol de NaOH para 1 mol de H3CCOOH.3 mL da solução de NaOH 1 mol. que correspondem a: mHAc = 60. que correspondem a: mHAc = 60. Como a reação se processa a partir de 1 mol de NaOH para 1 mol de H3CCOOH.035 x 1 = 2.L-1.04 x 0.0203 x 1 = 1.L-1. ou seja.0026 mol de H3CCOOH. podemos dizer que no erlenmeyer continha 0.0026 x 1 = 0. em 0.L-1. em 0. Como a reação se processa a partir de 1 mol de NaOH para 1 mol de H3CCOOH.

1014 1.3 0.44164 -0. da inicial amostra 1 3.30103 0.8012 0.1561 0.52287 -1 -1.Físico-Química Experimental II – Isotermas de Adsorção Nº mHac.1441 2.8557 = 1.2912 0.05862 -1.5 0.000 2.0124 2. logCi 1/m = 0.30103 -0.4581 0.5824 0. Z inicial .1 0.6004 0. final W/Z Log (w/z) Ci Log Ci 2.mHac.8557 .1283 -0.8918 0.2188 0.9006 0.2685 6 .2582 0.5358 -0.0851 + 0.05 -0.2685 m= 1.3549 0.0392 2.002 2 3 4 1.3002 mHac. final W = (mHac.8557 m=1/0.3422 0.2319 Log (w/z) = -0.

nós podemos concluir que o processo de adsorção do ácido acético pelo carvão ativado segue o comportamento descrito pela isoterma de Freundlich. as posteriores diluições. optamos por utilizar uma bomba de vácuo ao invés do funil de vidro para acelerar o processo de filtração das quatro soluções. as agitações esporádicas e a espera do tempo necessário para que ocorresse a adsorção foram realizadas conforme descrito no item 4 deste relatório. onde w é a massa de substância adsorvida. encontrando a melhor reta por mínimos quadrados. Ci a concentração inicial da mesma na solução (antes da adsorção) e z é a massa da substância adsorvente. quanto por derramamentos ocasionados pela aceleração do processo para a conclusão do experimento. 6) CONCLUSÃO Muito embora os resultados obtidos não sejam precisos por motivos descritos anteriormente no item 6 deste relatório. da qual pode-se estimar as constantes características deste sistema (adsorção de ácido acético em carvão) K e m. por ser muito demorada. 5) DISCUSSÃO DOS RESULTADOS A solução de NaOH 1 mol/ L utilizada nas análises volumétricas de titulação já estava preparada. que. com a construção do gráfico. 7) a) QUESTÕES O que é adsorção? 7 . porém. A preparação da solução de ácido acético 1 mol/ L. sendo o coeficiente angular igual a 1/m e o coeficiente linear igual a log K.Físico-Química Experimental II – Isotermas de Adsorção e) Observando que log (w/z) é a variável dependente y e log Ci é a variável independente x. colocar em gráfico os valores. o que nos fez perder parte das soluções adsorvidas tanto no ato da transferência dos erlenmeyers para os kitassatos. Encontramos algumas dificuldades no momento da filtração. a transferência das soluções diluídas dos balões para os erlenmeyers contendo o carvão ativado previamente pesado. não padronizada. o que impossibilitou a obtenção de resultados precisos.

rápida e reversível. que melhor se aplica a fenômenos de adsorção que ocorrem com formação de multicamadas (fisiossorção). d) O que é isoterma de adsorção? Isoterma é o nome dado ao tratamento matemático que é realizado a partir de relações do processo de adsorção. aplicando-os a diversas camadas (fisiossorção). que assume que as partículas são adsorvidas em camadas sobrepostas. que se aplica à descrição de adsorção de gases em superfícies sólidas. como por exemplo. A uma temperatura constante a quantidade adsorvida aumenta com a concentração do adsorbato (em solução ou na fase gasosa). A adsorção física é não-específica. e considera que o processo só finaliza quando todos os sítios (“poros”) da superfície forem preenchidos. como deve variar a quantidade de uma substância adsorvida com sua concentração na solução? A quantidade de substância adsorvida na superfície decresce com o aumento da temperatura. porém. devido à saturação gradual da superfície. A adsorção química é específica e envolve a formação de um composto bidimensional. quanto 8 . Geralmente a quantidade adsorvida aumenta menos do que proporcionalmente à concentração.Físico-Química Experimental II – Isotermas de Adsorção A adsorção é um dos fenômenos de transporte e a transferência de massa se dá quando existe uma superfície de contato entre um sólido e um gás ou um líquido e a concentração de determinado componente deste gás ou deste líquido é maior nesta superfície do que no interior do gás ou do líquido. A relação entre a quantidade adsorvida e a concentração é conhecida como “isoterma de adsorção”. a isoterma de Langmuir. envolvendo dipolos induzidos). quando gases entram em contato com superfícies metálicas limpas. a isoterma BET. c) De acordo com a equação de Freundlich. O adsorbato encontra-se ligado à superfície somente por forças de van der Waals (forças dipolo-dipolo e forças de polarização. seguindo conceitos bastante próximos da isoterma de Langmuir. só se aplica perfeitamente se considerar-se sistemas ideais. já que todos os processos de adsorção são exotérmicos. Existem alguns tipos mais comuns de isotermas de adsorção: a isoterma de Freundlich. Somente a concentrações muito baixas é que a quantidade adsorvida é proporcional a concentração. porém. mas com eficiência de adsorção desconhecida. formando uma monocamada (quimissorção). b) Quais os tipos principais de adsorção sobre sólidos? Existem dois tipos principais de adsorção: física e química. e) Para uma dada amostra envolvendo a solução ácida em uma concentração conhecida e uma massa de adsorvente também conhecida.

h) Discuta os valores de K e m calculados. O adsorvente sendo utilizado como pó. o adsorvente não foi suficiente para diminuir a concentração do ácido.Físico-Química Experimental II – Isotermas de Adsorção maior for quantidade de solução padrão de NaOH gasta na titulação de um certo volume fixo retirada da solução remanescente após a ocorrência do fenômeno. possibilita que seja maior a superfície de contato entre as moléculas em solução e a superfície adsorvente. g) Qual a importância do conhecimento da isoterma de adsorção? As isotermas de adsorção nos dão condições para avaliar a capacidade de retenção de adsorbatos por um carvão ativado. maior a concentração do ácido presente. A isoterma linear passa pela origem e a quantidade adsorvida é proporcional à concentração do fluido. Elas nos fornecem informações importantes sobre o mecanismo de adsorção e mostram a relação de equilíbrio entre a concentração na fase fluida e a concentração nas partículas adsorventes em uma determinada temperatura. maior será a eficiência do adsorvente? Explique. i) Quais os fatores que podem influenciar a adsorção? 9 . f) Por que normalmente um adsorvente é utilizado como pó? Porque no processo de adsorção ocorre uma acumulação de moléculas (soluto) sobre a superfície do adsorvente. que possui uma superfície porosa. pois quanto maior a quantidade de NaOH gasta na titulação. Algumas formas mais comuns estão apresentadas na Figura 1. Isotermas convexas são favoráveis. de maneira que o equilíbrio possa ser atingido mais rapidamente. pois grandes quantidades adsorvidas podem ser obtidas com baixas concentrações de soluto. Não. pois menor quantidade de espécies do ácido foram adsorvidas pelo adsorvente (carvão). portanto.

etc. Alguns adsorventes são utilizados em larga escala em processos de secagem. S. a extensão da superfície de contato do solido. coisa que em condições experimentais poderiam ser inviáveis. e os comparam com os resultados experimentais tirados da literatura. A. A. H. Ulson de Souza. Barbosa. Muitas drogas são adsorvidas seletivamente. L. a fim de obter dados que possam ser utilizados na determinação das melhores condições operacionais do processo de remoção de contaminantes da indústria de petróleo e gás. Matérias corantes que seriam perdidos em águas de despejo podem ser recuperadas pela adsorção do carvão e o próprio processo de tintura é muitas vezes um procedimento de adsorção de corante na fibra. Simulação de uma coluna de adsorção em leito fixo para a remoção de poluentes da indústria de petróleo e gás. A adsorção é apresentada como uma alternativa importante e economicamente viável em muitos casos e tem grandes aplicações tecnológicas. k) A adsorção do ácido acético em carvão vegetal é uma adsorção química ou física? Por quê? Segundo sua resposta. Cerutti. 10 . o CFX. Este trabalho possibilitou a conclusão de que o modelo teórico-computacional resolvido através do software utilizado dá condições de predizer fielmente o comportamento do processo de adsorção para diferentes temperaturas. considerando-se os custos envolvidos. da natureza da substancia adsorvida (adsorbato). M. A. T.Físico-Química Experimental II – Isotermas de Adsorção A intensidade do efeito da adsorção depende da temperatura. controladores de poluição (como componentes de catalisadores em veículos). Neste artigo os autores apresentam os resultados obtidos de um processo de adsorção a partir de uma simulação numérica. por intermédio de um software. da natureza e estado de agregação do adsorvente. E. Lavich. j) Exemplifique algumas aplicações da adsorção. foi válido usar a Isoterma de Freundlich para representar os dados experimentais desta prática? A adsorção do ácido acético em carvão vegetal é uma adsorção química porque possui valor de entalpia de adsorção menor que –40kJmol-1. de Souza. purificação de gases e líquidos. l) Ler o artigo e fazer uma resenha analisando o tema adsorção. R. R. Guelli U. como catalisadores (catálise heterogênea). e assim sua atividade no organismo se deve à adsorção que sofrem nos diversos tecidos.

2004. que. Quím. Isotermas de Adsorção.icp. C. NEVES.pdf>. Separação de CO2 por meio da tecnologia PSA. n. Z. conforme já havíamos lido em outras literaturas para composição da introdução deste relatório. P. Aug. M. foi a composição do modelo matemático utilizado pelo software. . Nova.pdf>.. D.br/qn/qnol/2004/vol27n6/01-AR03093. 4. São Paulo. Química Nova. M. S. nº 6. SCHVARTZMAN. S.pdf>. acesso em 26/02/11. UFSM. M. v.. C.csic. além da isoterma de equilíbrio de adsorção. ARROYO. Disponível em <http://w3. A. E. Disponível em 11 . Disponível em <http://www. Métodos de Adsorção. 849 . 2005. 27. acesso em 25/02/11. Disponível em <http://quimicanova.es/cyted/Monografias/MonografiasTeneria/capitulov. podemos observar que o aumento da temperatura influencia negativamente a adsorção dos contaminantes pela coluna.ufsm. M. Analisando o artigo.M. Pág. vol.sbq. A. A. levava em conta muitos outros cálculos de várias variáveis.Físico-Química Experimental II – Isotermas de Adsorção Pode-se dizer que o sucesso da reprodução do desempenho no interior da coluna.br/juca/adsorcao. 8) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARROS. F.854. VIEIRA. Adsorção/dessorção do explosivo tetril em turfa e em argissolo vermelho amarelo. acesso em 28/02/11.org. FALONE. e que o conhecimento prévio da isoterma de adsorção é muito importante para que se conheça o mecanismo de adsorção e a relação de equilíbrio entre a concentração na fase fluida e a concentração nas partículas adsorventes em uma determinada temperatura. 28.

br/scielo.Físico-Química Experimental II – Isotermas de Adsorção <http://www.scielo. 12 . acesso em 28/02/2011.php?script=sci_arttext&pid=S010040422005000400013&lng=en&nrm=iso>.

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