Você está na página 1de 52

1

Anthony Comstock: o primeiro campeão


pró-família da história moderna
Pioneiro na luta contra a pornografia e em iniciativas
para pressionar o Congresso e os políticos a proteger as
famílias e suas crianças e adolescentes
Julio Severo

Apresentar filmes e materiais pornográficos para crianças e adolescentes sob a


capa de “educação sexual”, mostrando cenas e posições explícitas de sexo,
inclusive homossexual. Expor crianças e adolescentes a métodos chamados de
“planejamento familiar”, inclusive aborto, para impedir a gravidez como se a
gravidez fosse uma doença sexualmente transmissível. Esse, infelizmente, é o
padrão de violência criminosa que predomina nas escolas e na sociedade quando
os pervertidos não são impedidos de mudar as leis e a cultura.

Cultura pró-família sob ataque


A vasta maioria dos esforços para expor crianças e adolescentes à educação
sexual pornográfica e informações e “serviços” de aborto e contracepção é
resultado das campanhas da Federação Internacional de Planejamento Familiar,
fundada na década de 1950 por Margaret Sanger. Foi um imperialismo cultural e
pornográfico que venceu primeiramente as barreiras legais nos EUA e depois se
expandiu como vírus para o resto do mundo.

Hoje a Federação Internacional de Planejamento Familiar é a maior promotora


mundial de contracepção, aborto e educação sexual pornográfica nas escolas.

As primeiras barreiras legais derrubadas foram nos EUA, onde Sanger detestava a
famosa Lei Comstock, que a impedia de divulgar e estabelecer sua ideologia de
controle da natalidade que, de acordo com ela:

Destruiria o Cristianismo.

Exterminaria a raça negra.

Purificaria a raça branca.

Promoveria o aborto como direito humano das mulheres.

www.juliosevero.com
2

Na década de 1930, através de muitas campanhas, a Lei Comstock sofreu uma


emenda para remover a proibição na distribuição de informações sobre
contracepção.

A emenda veio por pressão de Margaret Sanger, que na década de 1930 já estava
louvando publicamente as políticas de purificação racial da Alemanha nazista. Ela
é hoje considerada a inventora oficial do termo “controle da natalidade”.

Enquanto lutava para destruir a Lei Comstock, Sanger estava com a vida
arruinada. Seu casamento terminara e ela vivia de amante em amante. Ela deixou
seus filhos pequenos tão negligenciados e esquecidos que sua filhinha morreu de
pneumonia.

Ela estava envolvida em diversos tipos de práticas de fetiches eróticos, na


meditação oriental e em outras formas de ocultismo, inclusive rosa-cruz e teosofia.
Esse quadro contrastava fortemente com o próprio autor da lei que ela tanto
detestava e combatia.

Aliás, o moderno quadro horrendo de crianças e adolescentes sendo expostos


pelo próprio governo à pornografia, libertinagem e aberrações homossexuais
dentro das salas de aula só chegou a esse ponto porque muitos líderes cristãos
não quiseram e não querem assumir uma postura de ação social.

Anthony Comstock: um homem de Deus


Essa violência sexual oficialmente travestida de educação para crianças e
adolescentes hoje é algo criminoso, e é assim que Anthony Comstock a encarava.
Desde o final da década de 1860, seu alvo de ação era o combate às
propagandas de pornografia, aborto e controle da natalidade. Nascido em 1844
em Connecticut numa cidade chamada Nova Canaã, desde menino ele adorava
ler a Bíblia e era um evangélico que não praticava o Cristianismo apenas dentro
da igreja. Ele acabou se tornando um obreiro ativo na Associação Cristã de Moços
(ACM) de Nova Iorque. A ACM era uma organização evangélica muito conhecida,
onde até mesmo o famoso pregador D.L. Moody era membro ativo.

Nessa época, a ACM fundou a Sociedade para a Eliminação dos Vícios para
avançar o trabalho de Comstock, onde ele atuou como secretário até sua morte.

Ele lutava contra os vícios sociais fazendo pressão sobre os legisladores. Ele
viajava para Washington DC e convencia os congressistas da necessidade de leis
para proteger as famílias e suas crianças e adolescentes contra a pornografia.
Tais iniciativas pioneiras foram as primeiras demonstrações de lobby pró-família,
ou campanhas para pressionar e influenciar os legisladores a priorizarem o bem-
estar das famílias.

Suas pressões sobre o Congresso foram vitoriosas e levaram em 1873 ao


estabelecimento de uma forte lei federal proibindo o transporte de produtos

www.juliosevero.com
3

obscenos, imorais ou lascivos no correio. A lei, que estabelecia até 10 anos de


cadeia para os infratores, acabou ficando conhecida como Lei Comstock.

Para implementar a lei, Comstock foi oficialmente nomeado como Agente Especial
do Departamento dos Correios dos EUA, com amplos poderes do governo para
deter a pornografia. De 1873 a 1915, ele conduziu batidas policiais espetaculares
em publicadores e vendedores de literatura obscena.

Ele também escrevia muito para alertar as famílias sobre as influências


pornográficas — um grande problema social hoje. Ele disse: “Os pais têm o direito,
e é seu dever, fechar a porta de seu lar para esses males. Não é violar a liberdade
de imprensa dizer: „Essas influências não entrarão no meu lar, onde vivem meus
amados filhos‟”. (Traps for the Young, pág. 18.)

Durante mais de 40 anos, ele foi responsável pela prisão de 3.600 pornógrafos e
pela apreensão e destruição de uma imensa quantidade de material pornográfico,
artigos indecentes, drogas abortivas e drogas para impedir a concepção.

Comstock pessoalmente prendeu quatro pornógrafos num único dia. Sendo


apanhado, um malfeitor enviou recado para outro: “Saia da cidade. Comstock está
atrás de você. O maldito idiota não quer saber de suborno”. (Carlson)

Num só ano, mais de 6 toneladas de chapas fotográficas pornográficas, mais de


60 toneladas de livros pornográficos, 200.000 fotografias e imagens, 31.500 caixas
de pílulas e poções e 60.300 artigos obscenos foram destruídos. Esse resultado
não veio ao acaso: Comstock levava sua carreira e responsabilidades muito a
sério.

Esses materiais eram realmente pornográficos? James Petersen, que por muito
tempo foi editor da revista Playboy, escreveu: “Comstock jamais descrevia os
objetos que ele suprimia, mas algumas fotos ainda existem. Mesmo hoje, essas
fotos conseguem provocar excitação”. (Carlson) Alguns dos livros destruídos
tinham títulos descarados, tais como: Lord K’s Rapes and Seductions (Os estupros
e seduções de Lorde K).

A luta contra a contracepção e o aborto


Por que as batidas policiais anti-pornografia de Comstock eram também batidas
anti-contracepção e anti-aborto?

O Dr. Allan Carlson, presidente do Congresso Mundial de Famílias, explica:

Sua própria experiência mostrava que os comerciantes de publicações obscenas


comumente também vendiam contraceptivos e drogas abortivas. Conforme ele
escreveu sobre uma de suas primeiras prisões para a ACM, livros pornográficos
“eram publicamente anunciados e vendidos em conexão com artigos para produzir
aborto, impedimento da concepção, artigos para ajudar seduções e para propósitos

www.juliosevero.com
4

indiscretos e imorais”. Outras das primeiras prisões envolviam uma mistura de


publicações com “produtos de borracha” imorais [essa frase abrangia acessórios
para masturbação e as primeiras camisinhas e diafragmas] e seringas para aborto.
Comstock e seus aliados também associavam a contracepção à prostituição porque
os prostíbulos frequentemente vendiam poções e dispositivos de controle da
natalidade logo ao lado. (Carlson)

Comstock associava o aborto e a contracepção juntos pelo perigo comum que


representavam para a saúde das mulheres. Nessa perspectiva, Comstock estava
realmente em solidariedade com a vanguarda da liderança médica de sua época.
(Carlson)

Uma dessas autoridades era o Dr. D. Humphreys Storer, professor de obstetrícia


na Universidade de Harvard. Em 1855, ele deu a palestra introdutória da nova
classe médica de Harvard. Intitulada “Duas Causas Frequentes da Doença
Uterina”, ele apontou primeiro para a prática crescente entre mulheres recém-
casadas de recorrer “a meios, facilmente compráveis, para destruir a vida dentro
delas”. Storer ressalta “a probabilidade de haver maiores danos e males
irreparáveis” para o próprio corpo da mulher. A segunda causa do aumento da
doença uterina, relatou ele, são “os meios empregados em grande medida para
impedir a concepção”. Embora alguns médicos que rejeitavam o aborto
aceitassem a contracepção, Storer insistiu que qualquer tipo de interferência no
ato sexual produz problemas: “Se… o funcionamento da natureza for interrompido,
conseqüências virão…” (Carlson)

Contudo, Comstock tinha também razões cristãs para se opor à contracepção. Ele
disse:

O ato de impedir a concepção causa a maior destruição do caráter moral. Deus


estabeleceu certas barreiras naturais. Se eliminarmos todos os limites para as
paixões carnais… provocamos desastre. Se degradarmos as coisas sagradas,
arruinamos a saúde das mulheres e propagamos uma maldição maior do que as
pragas e doenças da Europa. (Carlson)

Ele foi autor do livro Traps for the Young (Ciladas para os Jovens), publicado em
1883 e dirigido aos pais, professores e pastores, dando conselhos de como
proteger crianças de conteúdo impróprio dos meios de comunicação de sua época
e alertando também sobre os perigos dos vícios. É provavelmente o primeiro
manual de prevenção às tentações da pornografia, e como crianças e
adolescentes estavam sendo arrastados pelas tendências mais baixas dos meios
de comunicação do século XIX. Ele também escreveu Morals Versus Art
(Moralidade versus Arte), publicado em 1888.

A Lei Comstock ainda está em vigor nas leis federais americanas que proíbem a
obscenidade, e hoje é usada principalmente para combater vigorosamente a
pornografia infantil na internet e impressa. Assim, toda a repressão moderna à
exploração pornográfica das crianças está montada nos esforços pioneiros de um

www.juliosevero.com
5

evangélico atuante. Mas depois da morte de Comstock em 1915, sua lei começou
a ceder aos ataques sistemáticos de Sanger, pois não havia ninguém que
pudesse ou quisesse ocupar o lugar de Comstock.

Mesmo assim, o Rev. Billy Sunday (1862-1935), provavelmente o maior pregador


de multidões antes de Billy Graham, condenava a venda de bebidas alcoólicas, a
pornografia, o controle da natalidade e outros males sociais. De orientação
presbiteriana, ele denunciou Sanger e sua ideologia até seus últimos dias. Entre
os católicos, as denúncias vieram do Pe. John Ryan, na década de 1930. Não
muito diferente de Sunday, Comstock via as bebidas alcoólicas como nocivas. Por
coincidência, Sanger morreu alcoólatra em 1966.

Anthony Comstock realizou grandes proezas legais de proteção às famílias e


enfrentou, em sua própria geração, muitos ativistas do aborto e da pornografia.
Mas durante sua existência, quem prevaleceu foi ele. Seus maiores inimigos eram
as ativistas socialistas do “amor livre” Emma Goldman e Margaret Sanger, porém
enquanto ele estava vivo, tudo o que elas e seus vários parceiros socialistas
podiam fazer era se queixar, difamar e resmungar.

Ele fechou grandes casas de jogatina e prostituição, ganhando a antipatia e ódio


de grandes máfias e quadrilhas. Ele fechou o maior empreendimento de aborto de
sua época, operado por uma milionária senhora, a famosa Madame Restell, que
fez enorme sucesso vendendo drogas abortivas a partir de sua mansão de Nova
Iorque. Madame Restell, a maior aborteira do século XIX, e seu exército de
apoiadores foram derrotados por um só homem.

Madame Restell havia acumulado uma fortuna de 1.5 milhão de dólares.


Comstock foi até a mansão dela, fingindo ser um homem que havia engravidado
sua amante. Depois que Restell lhe vendeu uma poção de aborto, ele a prendeu.
Ela lhe ofereceu 40.000 dólares para esquecer o assunto, uma quantia enorme
para aquele tempo. Ele recusou o suborno. As anotações de Comstock sobre o
caso contam o final: “Restell cometeu suicídio cortando a garganta na manhã do
julgamento. Um fim sangrento para alguém que passou a vida inteira derramando
sangue”. (Carlson)

Esses grandes negócios sujos, que faziam sutis anúncios nos jornais de seus
serviços, traziam aos jornais um lucro milionário. Não é de admirar pois que
Comstock tenha sido alvo de ódio e freqüentes ataques da imprensa.

A imprensa liberal americana atacava a Sociedade para a Eliminação dos Vícios


(SEV) como um covil de fanáticos. Com Comstock, os fundadores “fanáticos” da
SEV foram: J. Pierpont Morgan, famoso banqueiro; William E. Dodge, magnata do
cobre; Samuel Colgate, presidente da empresa Colgate, que fabricava sabonetes.
Colgate se tornou presidente da SEV, onde trabalhou até sua morte em 1898.
(Carlson)

Outros integrantes atuantes foram o publicador de livros Alfred S. Barnes (cujo


nome está hoje na famosa editora americana Barnes and Noble) e o jurista William
www.juliosevero.com
6

Beecher, filho do renomado pregador Henry Ward Beecher. Nos anos


subseqüentes, a SEV recebeu doações de homens famosos, como Andrew
Carnegie, John Wanamaker, a Sra. Russell Sage, Louis C. Tiffany e Joseph H.
Choate. Até mesmo Noah Porter, presidente da Universidade de Yale, estava
diretamente envolvido com o trabalho de Comstock. (Carlson)

Viagem no tempo
Fiz, por assim dizer, uma viagem no tempo, lendo a literatura da época, para
conferir o impacto de Comstock. Li sua biografia, suas obras e os livros de seus
inimigos. Seus críticos, além dos jornais, eram secularistas, defensores do “amor
livre” (sexo sem nenhuma responsabilidade e casamento) e indivíduos que
detestavam os valores cristãos. Um tal de De Robinge Bennett (também
conhecido como D.M. Bennett), escrevendo sarcasticamente um livro intitulado
“The Champions of the Church” (Os campeões da igreja) em 1878, não só
condenou Comstock como um “criminoso”, mas também, em muitas outras
palavras, desconstruiu Jesus Cristo como Deus e o reconstruiu como uma mera
entidade pagã, presente com diferentes nomes em diferentes religiões pagãs do
mundo.

O que é fascinante é que, conforme declarações dos próprios espíritas, a Lei


Comstock, ao atacar frontalmente a pornografia e a propaganda de controle da
natalidade e aborto, prejudicou o espiritismo. Um espírita reclama que Comstock
“fez sua lei explicitamente para impedir a distribuição de um jornal espírita de amor
livre”.

A Lei Comstock dizia:

Todo livro, panfleto, foto, papel, carta, escrito, estampa ou outras publicações
obscenas, imorais, lascivas e sujas de caráter indecente, e todo artigo ou produto
designado, adaptado ou tencionado para impedir a concepção ou produzir aborto, ou
para qualquer uso indecente ou imoral; e todo artigo, instrumento, substância, droga,
medicina ou produto que é anunciado ou descrito de maneira planejada para levar
outros a usá-lo ou aplicá-lo para impedir a concepção ou produzir aborto, ou para
qualquer propósito indecente e imoral. (Carlson)

D.M. Bennett, que era defensor do “amor livre”, tinha suas razões para atacar
Comstock: ele fora preso duas vezes por publicar obras obscenas.

Tentativas de revogar a Lei Comstock, ou até mesmo de alterá-la de forma


significativa, fracassaram repetidas vezes. Em sua morte em 1915, o império legal
de Comstock estava intacto. Aliás, um enfraquecimento das cláusulas anti-
contraceptivas só ocorreu na década de 1930, e mesmo assim somente mediante
decisões de tribunais pressionadas por Sanger e seus apoiadores. Como é que dá
para explicar que a Lei Comstock tenha permanecido sólida durante tanto
tempo?”(Carlson)

www.juliosevero.com
7

Em 1850, o número de templos cristãos era 38.183 nos EUA. Os pregadores


Dwight L. Moody e Ira D. Sankey começaram suas campanhas de reavivamento
nos EUA na década de 1870, o período em que a Lei Comstock entrou em vigor.
Moody explicou: “Não sei de qualquer outra coisa que os EUA precisem mais hoje
do que homens e mulheres cheios da unção do céu”. Milhões de americanos
atenderam ao desafio. Em 1890, os EUA tinham 142.521 igrejas, um aumento de
272 por cento. As igrejas estavam experimentando um elevado aumento no
número de membros. A moralidade sexual do protestantismo evangélico, inclusive
sua oposição ao controle da natalidade, havia triunfado na sociedade americana
por causa dos reavivamentos.

Comstock não enfrentou nenhuma oposição importante. Seus inimigos mais


ferozes tendiam a estar no movimento de “amor livre”, que fazia campanhas que
essencialmente queriam abolir as leis de casamento. (Carlson)

Comstock usava seu emprego para lutar contra a pornografia nos mais
importantes meios de comunicação de sua época. Como agente especial do
Departamento dos Correios dos EUA, ele recusou, durante trinta e três anos,
aceitar seu devido salário. “Dê-me a autoridade que tal ocupação confere”, ele
confidenciou em seu diário, “e o salário e as honras podem ir às favas”. Seu
salário vinha realmente da Sociedade para a Eliminação dos Vícios, dando-lhe
certa independência em suas ações públicas. Como inspetor postal, ele tinha um
documento que exigia que todas as ferrovias que transportavam correios lhe
dessem passagem livre. Durante seus primeiros dez meses no ofício apenas, ele
viajou 37.000 quilometros. Comstock tinha a autoridade de “fazer buscas de
materiais transportados nos correios em violação da lei”. (Carlson)

Em 1877, ele havia acabado com a corrupta loteria do mercado negro em Nova
Iorque. Numa época em que os consumidores tinham pouca proteção, a
campanha vitoriosa de Comstock contra médicos charlatães e fornecedores de
medicamentos sem receita recebeu elogios até mesmo de seus inimigos mais
ferozes. Aliás, praticamente todos os “contraceptivos” e “drogas abortivas” no
mercado livre em 1872 eram, na melhor das hipóteses, ineficazes; na pior, eram
venenos. (Carlson)

Guerra espiritual
Naquela época, a maior propagandista dessas drogas, na Inglaterra, era a lésbica
inglesa Annie Besant (1847-1933). Ela era uma das maiores líderes da teosofia e
era a maior promotora da idéia de redução de filhos — em outras palavras, o
controle da natalidade ou o planejamento familiar. Seu principal meio de
influenciar os EUA era enviando sua literatura através do correio, bem no
“território” de Comstock.

O fato de que um número significativo de defensores do aborto, pornografia, “amor


livre” e controle da natalidade eram espíritas mostra que Comstock estava
envolvido também numa grande guerra espiritual. Um espírita se queixou:
www.juliosevero.com
8

“Nos tempos de Comstock inquisições e queima de livros, muitos dos melhores


livros que mostravam a luz mais elevada do espiritismo… eram destruídos sob o
termo „pornografia‟ no final do século XIX até o começo do século XX e
publicadores, vendedores de livros e médiuns eram atirados às prisões, a maioria
dos quais morreu ali”.

Muitos desses presos haviam sido condenados por promover sua literatura
pornográfica entre crianças e adolescentes.

Por causa de seu trabalho, Comstock recebeu muitas ameaças de morte,


chegando a sofrer violência física e um ataque a bomba, que falhou. Muitas vezes,
ele precisou de escolta policial para se proteger de emboscadas de assassinos
contratados. Mas os quarenta anos em que ele pôde prosseguir seu trabalho em
meio a muitos perigos contra sua vida comprovam que havia uma Mão forte sobre
ele.

Diante das ameaças de morte, certa vez ele exclamou:

“Que tolice! Será que um homem mortal consegue fazer algo que seu Criador não
permita? Será que Deus não pode mudar o propósito do homem, ainda que o braço
dele esteja levantado com a arma mortal pronta para atirar? Será que Ele não pode
desviar a morte de quem que Ele quiser? Todos os homens maus de Nova Iorque
não poderão fazer mal a um só fio dos cabeços da minha cabeça, se não for pela
vontade de Deus. Se for Sua vontade, que direito eu ou alguém tem de dizer algo?
Sou apenas pó, um ácaro, diante de Deus, mas nenhum cabelo da minha cabeça
poderá ser arrancado, a menos que seja a vontade dEle. Oh, como é maravilhoso
viver e sentir a vontade dEle sendo feita!” (Fighter, Some Impressions of a Lifetime
of Adventure in Conflict with the Powers of Evil, pág. 85.)

Tentaram várias vezes suborná-lo com presentes milionários, chegando a lhe


oferecer uma viagem de cinco anos ao redor do mundo, com todas as despesas
pagas e com pagamento adiantado de todos os seus salários cobrindo esse tempo
inteiro, com a condição de que ele deixasse completamente em paz o negócio
sujo da jogatina, pornografia e prostituição. Mas ele não aceitou.

Como ele poderia aceitar? Por mais de 30 anos, ele trabalhou para o governo
americano sem aceitar nenhum salário. Mas quando ele recusava, seus inimigos
então subornavam líderes na polícia, política e imprensa para atrapalhar o
trabalho de Comstock.

Seu biógrafo, Charles Gallaudet Trumbull, escrevendo em “Anthony Comstock,


Guerreiro, Algumas Impressões de uma Vida Inteira de Aventura na Luta contra os
Poderes do Mal” diz nas páginas 235 e 237:

“Tentaram levá-lo à tentação, mas ele resistiu às ciladas mais sedutoras que
puderam armar contra ele. Colocaram detetives em seu rastro, na esperança de
descobrir que em algum momento de sua vida ele havia sido culpado de algum ato
que poderia agora envergonhá-lo, e grandes quantias de dinheiro foram oferecidas a

www.juliosevero.com
9

qualquer homem que desse informação que pudesse ser usada para encurralar
Anthony Comstock. Para ganhar sua recompensa, muitos dos investigadores mais
espertos dos Estados Unidos fizeram pesquisas no registro da vida dele desde o
próprio dia em que ele deixou o colo de sua mãe”.

“Seus inimigos tentaram destruir sua vida mediante violência escancarada e astúcia
secreta. Tentaram intimidá-lo, suborná-lo e difamá-lo”.

A Palavra de Deus comprovou ser real na vida dele, com os seguintes versículos,
que eram os seus favoritos:

“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te
fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.” (Isaías 41:10
ACF)

“Toda arma forjada contra ti não prosperará; toda língua que ousar contra ti em
juízo, tu a condenarás; esta é a herança dos servos do SENHOR e o seu direito que
de mim procede, diz o SENHOR.” (Isaías 54:17 RA)

Apesar dos ataques constantes dos promotores do “amor livre”, Comstock era
honrado.

Guerreiro bem-sucedido
Em 1911, o ex-presidente da Universidade de Harvard, Charles William Eliot,
declarou que a filial em Boston da Sociedade para a Eliminação dos Vícios era
uma “instituição pública totalmente científica”. (Carlson)

No começo de 1915, Woodrow Wilson, o presidente dos EUA, nomeou Comstock


para liderar a delegação americana na Conferência Internacional da Pureza,
realizada naquele ano na cidade de São Francisco. Conforme admite o historiador
Paul Boyer, dos 4.000 delegados presentes, “provavelmente todos tinham a
mesma posição dele”. (Carlson) Após esse evento que coroou internacionalmente
todo o seu trabalho, ele partiu deste mundo.

Comstock foi vitorioso. Entre 1873 e 1877, ele “provavelmente levou a julgamento
mais aborteiros… do que qualquer outra pessoa na história dos Estados Unidos”.
Depois de seus primeiros cinco anos de ações agressivas, “os anúncios
comerciais de aborto diminuíram de forma radical em todas as partes dos EUA”.
Aliás, o historiador James Mohr conclui que por causa do trabalho de Comstock,
“o período de visibilidade comercial do aborto, que havia durado desde a década
de 1840, estava acabado”. (Carlson)

Outra historiadora da questão do aborto, Leslie Reagan, conclui que o aborto ficou
totalmente fora da pauta das igrejas americanas até o final da década de 1950
simplesmente porque “durante aproximadamente um século inteiro o aborto era

www.juliosevero.com
10

crime e nenhum movimento social sugeria o contrário”. Essa foi uma das grandes
realizações de Comstock. (Carlson)

Como é que durante quase 100 anos a Lei Comstock fez prevalecer a moralidade
acima da imoralidade? Como é que um homem sozinho consegue num período
longo de quarenta anos amedrontar e derrotar uma multidão de milionários Golias
pornógrafos, espíritas, abortistas e imorais? A vida de Comstock prova que quem
está no Senhor faz proezas.

No Brasil, Comstock é desconhecido. Mas em 2005, a revista Superinteressante,


que durante muitos anos era publicada pela mesma editora responsável pela
revista Playboy no Brasil, classificou Comstock como o “mais temível censor da
história dos EUA”, ainda usando como referência o pornógrafo anticristão D. M.
Bennett. Do ponto de vista dos pornógrafos, Comstock era na verdade um terror e
o fundador da Playboy foi provavelmente o maior defensor da liberdade de
expressão. Mas do ponto de vista das famílias e suas crianças, os esforços de
Comstock representavam proteção e justiça.

Enquanto Comstock lutava contra a pornografia, o aborto e a contracepção, as


igrejas evangélicas estavam florescendo com reavivamentos genuínos. Durante a
imbatível era de Comstock, D.L. Moody foi usado por Deus em grandes
reavivamentos, Billy Sunday iniciou seu ministério que alcançou os EUA de ponta
a ponta e o movimento pentecostal nasceu nos EUA para mudar a história do
evangelismo mundial.

A era de Comstock, que foi marcada pelos maiores reavivamentos pentecostais já


vistos, foi uma era em que os EUA eram uma nação indiscutivelmente e
predominantemente evangélica.

De acordo com a Enciclopédia Britânica de 1911, o cenário religioso dos EUA em


1890 era: 68% eram protestantes e 30% eram católicos. Mas desde que a
contracepção e o aborto foram totalmente legalizados — a contracepção no final
da década de 1960 e o aborto em 1973 —, o cenário mudou. De 1972 a 1993, os
protestantes constituíam 63% da população dos EUA. Em 2002, eles eram 52% e
pela primeira vez desde a fundação dos EUA, agora os protestantes são minoria.
O sonho de Sanger se tornou realidade: o controle da natalidade está destruindo o
Cristianismo nos EUA.

Hoje, com o domínio da pornografia, aborto e contracepção na sociedade


americana, os EUA perderam sua outrora predominância evangélica. Como
exemplo significativo, o Supremo Tribunal dos EUA, que descriminalizou o aborto,
a contracepção, a sodomia e muito da pornografia sob o pretexto de “liberdade de
expressão”, é hoje composto, de acordo com Ann Coulter, por seis católicos e dois
judeus, tornando-o levemente menos diversificado do que os apresentadores
predominantemente pró-aborto e pró-sodomia dos canais noticiosos de TV, 75 por
cento dos quais são católicos ou judeus.

www.juliosevero.com
11

Hoje, com a dominação da contracepção, a agenda gay e seu estilo de vida estéril
ameaçam engolir os EUA e o mundo numa tirania homossexual e contraceptiva.

Os EUA e o mundo precisam de avivamento. E o genuíno avivamento anda junto


com justiça social, como bem atestam as muitas conquistas sociais de Comstock.

Versão em inglês deste e-book: Anthony Comstock: the first pro-family champion
in the modern history

*********************

Na elaboração deste valioso artigo, li e fiz uso das seguintes obras:

Anthony Comstock, Fighter, Some Impressions of a Lifetime of Adventure in Conflict with the Powers
of Evil (Anthony Comstock, Guerreiro, Algumas Impressões de uma Vida Inteira de Aventura em
Conflito com as Forças do Mal), (Fleming H. Revell Company, Nova Iorque, 1913)

“Comstockery, Contraception, and the Family The Remarkable Achievements of an Anti-Vice


Crusader” (Comstockery, Contracepção e a Familía: as Realizações Estupendas de um Guerreiro
contra os Vícios), artigo do Dr. Allan Carlson. (Esse é provavelmente o melhor artigo que já li sobre
Comstock e não resisti à tentação de usar muitas partes!)

Traps for the Young, escrito por Anthony Comstock (Funk & Wagnalls Company, Nova Iorque, 1883)

Conservapedia.

Encliclopedia Britânica Concisa de 2005.

Enciclopédia Britânica de 1911.

Fonte: www.juliosevero.com

Não quis salário

Foi tentado com muitos subornos

Comstock was an influence on J. Edgar Hoover, who as a young law student researched
Comstock's methods of work

www.juliosevero.com
12

Hoje, a pornografia é o mais importante fator nos abusos sexuais contra crianças. Seu papel
é tão importante na manutenção de perversões predominantes que, sem a pornografia,
haveria menos homens abusando de meninos e meninas. E já que a maioria dos
homossexuais relata ter sido estuprada quando criança por homossexuais adultos, muitas
vezes com uso de pornografia, é difícil ver como o movimento homossexual conseguiria
continuar crescendo sem o apoio pornográfico.

A pornografia não é um problema novo, e já foi enfrentada no passado. Um homem


sozinho a enfrentou: Anthony Comstock. Essa não podia ser a luta de um homem só, porém
só Comstock estava conseguindo ver os imensos problemas da pornografia e estava
disposto a lutar com todas as forças.

Contudo, a pornografia não estava andando sozinha como ameaça. Havia também as
tentativas de espalhar informações sobre aborto e contracepção. Tanto a pornografia quanto
o controle da natalidade eram ilegalmente enviados pelo correio. E as informações sobre
limitação de nascimentos vinham principalmente da teosofista lésbica Annie Besant.

Numa época em que as igrejas estavam totalmente despreocupadas com esses dois
monstros, e as igrejas da Inglaterra estava realmente cedendo a um desses monstros, nos
EUA um homem se levantou para combater a pornografia, o aborto e o planejamento
familiar. Ele foi o primeiro ativista pró-vida e pró-família da história moderna. Seu nome é
Anthony Comstock.

Quando Comstock começou sua campanha para deter a propaganda ilegal de redução das
famílias, os Estados Unidos eram na vasta maioria evangélicos. Essa propaganda era uma
iniciativa de Annie Besant e seus grupos teosofistas. Era a própria Nova Era invadindo a
sociedade e o estilo de vida americano, porém Comstock se levantou fazer resistência.

Anos mais tarde, depois da morte de Comstock, Margaret Sanger se levantou para
demonizar a pessoa de Comstock e derrubar todas as leis estabelecidas por inspiração dele.
Ela conseguiu promover novamente as propagandas de redução das famílias, criando um
novo termo para essa prática: controle da natalidade.

Seu jeito especial de conquistar o público através de enganos acabou também ganhando a
simpatia dos líderes da Igreja Anglicana. No entanto, nenhum deles tinha consciência do
que Sanger queria para o Cristianismo: destruição.

Não se pode dizer que ela fracassou: Na época de Comstock, os EUA eram
predominantemente evangélicos. Depois de Sanger, a população evangélica começou a
cair, e hoje os EUA já não são predominantemente evangélicos.

Nesse artigo, o principal personagem é o médico Gregory Pincus, chamado de "o pai da
pílula", por haver descoberto a síntese dos hormônios masculinos artificiais, extraídos da
árvore sul-americana "yans", mas, em um pequeno trecho, que me havia passado
despercebido, constava que Gregory Pincus somente começou a pesquisar os métodos anti-
www.juliosevero.com
13

concepcionais depois de ouvir uma sugestão de Margaret Sanger, então no fim da vida, mas
que não desceu aos Infernos antes de espalhar esta última maldição sobre a Terra.

É de relevo notar que, no filme "Escolhas do Coração", é mostrada uma luta entre Margaret
Sanger e o herói Cristão ANTHONY COMSTOCK, primeiro ativista pró-vida e pró-
família da História.

COMSTOCK, que no filme é retratado grotescamente como um velho fanático, era um ex-
soldado da Guerra de Secessão (a guerra civil pela abolição da escravatura 1860-1865); um
dia, no acampamento, ele vê que seus camaradas se divertiam com gravuras pornográficas,
na sua maioria importadas da França (a fotografia fora inventada em 1835), e que
retratavam mulheres nuas em poses imorais.

ANTHONY COMSTOCK, que há pouco saíra de sua fazenda no interior, era um jovem
que freqüentava uma igreja evangélico todos os domingos, ficou profundamente chocado
em saber que "isso" existia, e que tantos jovens disputavam à tapa a chance de olhar para
uma daquelas cenas imundas.

Terminada a Guerra, COMSTOCK dedicou todo o resto de sua longa vida (morreu em
1915) a combater a pornografia, o aborto e o planejamento familiar.

Foi ele quem criou os primeiros métodos de pressão no Legislativo (hoje usados tanto por
ativistas pró-vida como por seus contrários), e sensibilizou alguns membros da Câmara dos
Representantes (Câmara dos Deputados, como diríamos no Brasil), a fazer leis que
proibiam a circulação de material pornográfico, ou que fizessem apologia do aborto, ou que
ensinassem métodos de contra-concepção artificial.

Em dado momento, COMSTOCK foi nomeado para uma Comissão especial, em que tinha
o poder de violar correspondências dentro das agências dos Correios, atrás de cartas que
ensinassem a evitar a gravidez - quando achava uma carta que tal, denunciava o remetente e
o destinatário à Justiça Criminal, pois era delito enviar, por correio, cartas com conteúdo
que ensinassem a usar métodos anti-concepcionais. No tempo de COMSTOCK, os métodos
que havia eram o coitus interruptus, a camisa-de vênus (condom), e o emprego de duchas
com medicamentos que alteravam o PH da vagina para torná-la estéril.

COMSTOCK tinha "poder de polícia", e podia andar armado, mesmo nos lugares onde não
se podia estar com arma escondida; foi o responsável por um grande endurecimento dos
costumes, no fim do Século XIX, e por uma corrente jurisprudencial salutar, que muitas
obras pornográficas proibiu de circular.

Para conseguir seus objetivos, COMSTOCK fundou a "Sociedade Nova-Iorquina para


Supressão do Vício", a primeira ONG pró-vida do mundo. Seus inimigos cunharam o
adjetivo "comstockery", para designar uma censura rigorosa.

ANTHONY COMSTOCK é o meu modelo, e penso que todos os movimentos pró-vida e


pró-família deveriam imitá-lo.

www.juliosevero.com
14

Ainda sobre a infeliz Margaret Sanger, achei uma curiosa entrevista sobre ela e sobre os
movimentos de aborteiras e de pederastas que a seguem em
http://cristaldo.blogspot.com/2004_10_01_archive.html.

Por favor, reenvie este correio-eletrônico para todos os endereços da sua lista! Desejo que,
neste momento em que a IPPF mostra outra vez as suas garras, um maior número de
pessoas se agarre no exemplo da figura colossal da pessoa corajosa que foi ANTHONY
COMSTOCK.

Repassando elucidativa mensagem de Eduardo Banks sobre Margaret Sanger, fundadora da


entidade abortista IPPF, e seu maior adversário, Anthony Comstock, cristão defensor da
vida.

A respeito de Margaret Sanger, reproduzo abaixo um trecho da entrevista mencionada na


mensagem, disponível também em
http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=2735 :
"FP: O que o senhor descobriu sobre a fundadora do Planejamento Familiar, Margaret
Sanger?
Flynn: Podemos dizer que Margaret Sanger foi uma autêntica “feminazista”. Um dia,
quando eu estava na Biblioteca do Congresso pesquisando sobre Margaret Sanger, descobri
um discurso de 1932 no qual ela exigia um sistema de campos de concentração em massa
que abrigasse entre 15 e 20 milhões de americanos. Seu sonho eugênico teria sido um
pesadelo para os pobres e analfabetos pois ambos teriam sido enviados aos campos junto
com viciados, criminosos e outros que ela julgava serem inadequados para reprodução. Seu
plano é brutal e inequívoco: um em cada seis ou sete americanos teria sido aprisionado. O
importante aqui não é o fato de eu ter encontrado esta informação por acaso, mas o fato de
que dezenas de biografias de Sanger não mencionarem absolutamente nada sobre este
plano. Isto é um escândalo. Margaret Sanger é uma figura expoente da história americana,
retratada como uma campeã da liberdade de escolha reprodutiva. Esta pose não se sustenta
quando descobrimos que ela promoveu a criação de um gulag americano e esterilizações
obrigatórias em massa para evitar reproduções de fatias inteiras da sociedade."

("Imbecis intelectuais", entrevista de Daniel J. Flynn a Jamie Glazov (FrontPage


Magazine) em outubro de 2004 -
http://www.frontpagemag.com/Articles/ReadArticle.asp?ID=15363 . Tradução de Edward
Wolf: http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=2735 .)

A conquista da Igreja Anglicana pela ideologia do planejamento familiar foi resultado dos
esforços da inglesa lésbica Annie Besant, que no passado era casada com um pastor
anglicano. Ela se converteu para as idéias da Nova Era, e se tornou a primeira grande
propagandista de controle da natalidade do mundo ocidental, usando toda a sua experiência
de ex-evangélica casada com um pastor para influenciar toda uma geração de evangélicos
na Inglaterra.

As igrejas evangélicas começaram a adotar a mentalidade do controle da natalidade por


influência da Igreja Anglicana. Em 1930, os bispos anglicanos chegaram à conclusão de
www.juliosevero.com
15

que a contracepção pode ser aceita por Deus. Depois, veio apoio ao aborto. Desde então, os
anglicanos estão afundando, e levando junto muitas igrejas evangélicas. Hoje, são os
anglicanos que estão lançando bispos homossexuais casados com homossexuais!

Anthony Comstock (1844-1915) was a campaigner for moral standards whose efforts
brought about the first federal laws to combat the pornography trade in the United States.
The "Comstock Law" is still in effect in federal laws to prohibit obscenity; the laws are
vigorously enforced regarding child pornography on the Internet and in print.

Comstock was born in Connecticut, and fought for the Union in the Civil War. Saddened
by the irreverent and lewd speech and attitudes of his fellow soldiers, he made his first
attempts to reform their behavior. He settled in New York, where, in 1873, he founded the
New York Society for the Suppression of Vice.

In 1873, Comstock was successful in pressing Congress to enact legislation (known as the
Comstock Act) making it illegal to send "obscene, lewd or lascivious" items in the mail,
with penalties up to ten years in prison. This included any pornography as well as
information on contraception, birth control or abortion, at the time considered legally
obscene and thus not protected speech under the First Amendment. Comstock was
appointed Special Agent for the United States Post Office with powers to enforce the new
law. Over the next forty-two years, he was responsible for the jailing of 3,600
pornographers, while a huge quantity of pornographic material, indecent articles,
contraceptives and abortifacients were seized and destroyed. In one year alone, 14,200 lb of
pornographic photographic plates, 134,000 lb of pornographic books, 200,000 photographs
and images, 31,500 boxes of pills and potions, and 60,300 obscene articles were
destroyed[1]. It is estimated that fifteen tons of pornographic books and publications, and
four million photographs, were destroyed as a result of his labors during his long career.

The Comstock Act was amended in 1923 to remove the prohibitions on distributing
information on contraception and birth control advocate Margaret Sanger.

Comstock was an influence on J. Edgar Hoover, who as a young law student researched
Comstock's methods of work.

Quotes
 "No sect nor class has ever publicly sided with the smut dealer, except the Infidels,
the Liberals and the Free-lovers"

Further reading
 Beisel, Nicola. Imperiled innocents: Anthony Comstock and family reproduction in
Victorian America (1998)

www.juliosevero.com
16

References
1. ↑ Bill Bryson, Made in America (1994) pp 371-374

Source: http://www.conservapedia.com/Anthony_Comstock

<--- The Britannica Concise --->


Comstock, Anthony
U.S. reformer. Born in New Canaan, Conn., he began early to agitate against abortion and
pornography. He lobbied successfully for the enactment (1873) of a severe federal statute
outlawing the transportation of obscene matter in the mails (the Comstock Law). That same
year he founded the Society for the Suppression of Vice, which he directed until his death.
As a special agent of the U.S. Post Office (1873-1915), he conducted spectacular raids on
publishers and vendors. His books include Traps for the Young (1883) and Morals Versus
Art (1888).

Comstock Law, 1873 law written by Anthony Co mstock (1844-1915) and passed by
Congress that prohibited obscene or pornographic materials from being sent through the
mail; began with Comstock's campaign to stop the mailing of a written account of a scandal
involving the Rev. Henry Ward Beecher; banned erotic literature and pictures; law also
used to ban birth control instruction and information on abortion. 1

Comstock, Anthony (1844-1915), U.S. crusader against vice, born in New Canaan, Conn.;
secretary of the New York Society for Suppression of Vice and post-office inspector. 2

one of the most powerful American reformers, who for more than 40 years led a crusade
against what he considered obscenity in literature and in other forms of expression. The
epithet "comstockery" came to be synonymous with moralistic censorship.

United States reformer who led moral crusades against art and literature that he considered
obscene (1844-1915)

He was born in New Canaan, Connecticut. As a young man, he enlisted and fought for the
Union in the American Civil War from 1863 to 1865.[1] He served without incident, but

1Excerpted from Compton's Interactive Encyclopedia. Copyright © 1994, 1995, 1996,


1997 The Learning Company, Inc. All Rights Reserved.
2Excerpted from Compton's Interactive Encyclopedia. Copyright © 1994, 1995, 1996,
1997 The Learning Company, Inc. All Rights Reserved.
www.juliosevero.com
17

objected to the profanity used by his fellow soldiers.[citation needed] Afterward he became
an active worker in the Young Men's Christian Association in New York City.[2]
In 1873 Comstock created the New York Society for the Suppression of Vice, an institution
dedicated to supervising the morality of the public. Later that year, Comstock successfully
influenced the United States Congress to pass the Comstock Law, which made illegal the
delivery or transportation of both "obscene, lewd, or lascivious" material as well as any
methods of, or information pertaining to, birth control. George Bernard Shaw coined the
term comstockery, meaning "censorship because of perceived obscenity or immorality" [3],
after Comstock alerted the New York police to the content of Shaw's play Mrs. Warren's
Profession. Shaw remarked that "Comstockery is the world's standing joke at the expense
of the United States. Europe likes to hear of such things. It confirms the deep-seated
conviction of the Old World that America is a provincial place, a second-rate country-town
civilization after all."
Comstock's ideas of what might be "obscene, lewd, or lascivious" were quite broad. During
his time of greatest power, even some anatomy textbooks were prohibited from being sent
to medical students by the United States Postal Service.

1887 Letter from Anthony Comstock to Josiah Leeds


Comstock aroused intense loathing from early civil liberties groups and intense support
from church based groups worried about public morals. He was a savvy political insider in
New York City and was made a special agent of the United States Postal Service, with
police powers up to and including the right to carry a weapon. With this power he zealously
prosecuted those he suspected of either public distribution of pornography or commercial
fraud, his twin obessions. His efforts to suppress public information on sex education
materials and birth control is now often viewed as misguided and medically irresponsible.
He was also involved in shutting down the Louisiana Lottery, the only legal lottery in the
United States at the time, and notorious for corruption.
Comstock is also known for his persecution of Victoria Woodhull and Tennessee Claflin,
and those associated with them. The men's journal The Days Doings had popularised lewd
images of the sisters for three years and was instructed by its editor (while Comstock was
present) to stop producing images of "lewd character". Comstock also took legal action

www.juliosevero.com
18

against the paper for advertising contraceptives. When the sisters published an expose of an
adulterous affair between Reverend Henry Ward Beecher and Elizabeth Tilton, he had the
sisters imprisoned under laws forbidding the use of the postal service to distribute 'obscene
material' - though they were later found 'not guilty'.
Less fortunate was Ida Craddock, who committed suicide on the eve of reporting to Federal
prison for distributing via the U.S. Mail various sexually explicit marriage manuals she had
authored. Her final work was a lengthy public suicide note specifically condemning
Comstock.
Comstock claimed he drove fifteen persons to suicide in his "fight for the young". He was
head vice-hunter of the New York Society for the Suppression of Vice. Comstock, the self-
labeled "weeder in God's garden", arrested D. M. Bennett for publishing his "An Open
Letter to Jesus Christ" and later entrapped the editor for mailing a free-love pamphlet.
Bennett was prosecuted, subjected to a widely publicized trial, and imprisoned in the
Albany Penitentiary.
He had numerous enemies, and in later years his health was affected by a severe blow to the
head from an anonymous attacker. He lectured to college audiences and wrote newspaper
articles to sustain his causes. Before his death, Comstock attracted the interest of a young
law student, J. Edgar Hoover, interested in his causes and methods.
During his career, Comstock clashed with Emma Goldman and Margaret Sanger. In her
autobiography, Goldman referred to Comstock as the leader of America's "moral eunuchs".
Through his various campaigns, he caused the arrest of more than 3,000 persons, destroyed
15 tons of books, 284,000 pounds of plates for printing 'objectionable' books, and nearly
4,000,000 pictures.
A biography of Comstock written in 1927, "Anthony Comstock: Roundsman Of The Lord"
by Heywood Broun and Margaret Leech of the Algonquin Round Table examines his
personal history and his investigative, surveillance and law enforcement techniques. Photo
of Comstock's grave

Source: Wikipedia

Social Reformer. He was the founder of the Society for the Suppression of Vice, and was
the father of the Comstock laws (1873) enacted in order to exclude obscene matter from the
mails. In his various campaigns, he caused the arrest of more than 3,000 persons and
destroyed 15 tons of books, 284,000 pounds of steretyped plates for printing objectionable
books, and nearly 4,000,000 pictures.

http://www.findagrave.com/cgi-bin/fg.cgi?page=gr&GRid=19982

Anthony Comstock , 1844-1915, American morals crusader, b. New Canaan, Conn. He


served with the Union army in the Civil War and was later active as an antiabortionist and
in advocating the suppression of obscene literature. He was the author of the
comprehensive New York state statute (1868) forbidding immoral works, and in 1873 he
secured stricter federal postal legislation against obscene matter. That same year he
organized the New York Society for the Suppression of Vice. As secretary of the society
until his death, Comstock was responsible for the destruction of 160 tons of literature and
www.juliosevero.com
19

pictures. For his liberal enemies he became the symbol of licensed bigotry and for his
supporters the symbol of stalwart defense of conventional morals. Comstock also inspired
the Watch and Ward Society of Boston.

http://www.encyclopedia.com/doc/1E1-ComstockA.html

one of the most powerful American reformers, who for more than 40 years led a crusade
against what he considered obscenity in literature and in other forms of expression. The
epithet “comstockery” came to be synonymous with moralistic censorship.
A Union Army veteran of the American Civil War, Comstock began about 1872 to work
with the Young Men's Christian Association in New York City. In 1873 he lobbied
successfully for the enactment of a severe federal statute known as the Comstock Law,
which outlawed the transportation of obscene matter in the mails. From that year until his
death he served (without pay until 1906) as a special agent of the U.S. Post Office
Department. Also in 1873 he founded the New York Society for the Suppression of Vice.
Ordinarily, Comstock attacked commercial pornography rather than serious writing, but he
sometimes took action against established modern works and the classics on the principle
of “morals, not art or literature.” Personally vindictive toward “libertines,” he is said to
have boasted of the number of persons he had driven to suicide. More creditable were his
efforts to suppress fraudulent banking schemes, mail swindles, and medical quackery.

Souce: Enciclopédia Britânica http://deskreference.britannica.com/ebc/article-9025060

Mais tarde, quem se levantou contra as idéias de Sanger foi o famoso evangelista Billy
Sunday.

Eduardo Banks <eduardobanks@gmail.com> wrote:


Date: Fri, 1 Jun 2007 16:50:09 -0300
From: "Eduardo Banks" <eduardobanks@gmail.com>
To: "Carlos Ferreira" <cafeb9@yahoo.com>,
"Zenobio Fonseca" <zenobadv@uol.com.br>, pauloheraclito@hotmail.com,
"MARCIO PANDA" <marcio.panda@gmail.com>,
pelodi@providaanapolis.org.br, paulosml@terra.com.br,
"Presidente da Juventude da Tijuca" <juventudedatijuca@yahoo.com.br>,
"Rodrigo Pasqua" <rodrigopasqua@hotmail.com>, villas.boas@gmail.com,
wlvbrasil@ig.com.br
Subject: Re: IPPF e aborto no Brasil
Carlos, se quiser saber mais sobre Margaret Sanger, sugiro que assista ao filme-biografia
"Escolhas do Coração", conforme ficha técnica diasponível em
http://www.cineinsite.com.br/filme/filme-fichatecnica.php?id_filme=1518.
Eu assisti a esse filme, há uns quatro ou cinco anos, que passou na TV Record (!) numa
tarde de Domingo; então lembrei-me de reler um artigo científico sobre a pílula
www.juliosevero.com
20

anticoncepcional publicado em um velho exemplar da revista "Superinteressante" - eu


tenho uma boa coleção de exemplares antigos desta revista, que somente parei de comprar
depois que entrou numa decadência gráfico-editorial, além de subir consideravelmente de
preço.

Nesse artigo, o principal personagem é o médico Gregory Pincus, chamado de "o pai da
pílula", por haver descoberto a síntese dos hormônios masculinos artificiais, extraídos da
árvore sul-americana "yans", mas, em um pequeno trecho, que me havia passado
despercebido, constava que Gregory Pincus somente começou a pesquisar os métodos anti-
concepcionais depois de ouvir uma sugestão de Margaret Sanger, então no fim da vida, mas
que não desceu aos Infernos antes de espalhar esta última maldição sobre a Terra.

É de relevo notar que, no filme "Escolhas do Coração", é mostrada uma luta entre Margaret
Sanger e o herói Cristão ANTHONY COMSTOCK, primeiro ativista pró-vida e pró-
família da História.

COMSTOCK, que no filme é retratado grotescamente como um velho fanático, era um ex-
soldado da Guerra de Secessão (a guerra civil pela abolição da escravatura 1860-1865); um
dia, no acampamento, ele vê que seus camaradas se divertiam com gravuras pornográficas,
na sua maioria importadas da França (a fotografia fôra inventada em 1835), e que
retratavam mulheres nuas em poses imorais.

ANTHONY COMSTOCK, que há pouco saíra de sua fazenda no interior, era um jovem
que ia à Igreja (protestante) todo Domingo, e nunca vira uma imagem imoral, ficou
profundamente chocado em saber que "isso" existia, e que tantos jovens disputavam à tapa
a chance de olhar para uma daquelas cenas imundas.

Terminada a Guerra, COMSTOCK dedicou todo o resto de sua longa vida (morreu em
1915) a combater a pornografia, o aborto e o planejamento familiar.

Foi ele quem criou os primeiros métodos de pressão no Legislativo (hoje usados tanto por
ativistas pró-vida como por seus contrários), e sensibilizou alguns membros da Câmara dos
Representantes (Câmara dos Deputados, como diríamos no Brasil), a fazer leis que
proibiam a circulação de material pornográfico, ou que fizessem apologia do aborto, ou que
ensinassem métodos de contra-concepção artificial.

Em dado momento, COMSTOCK foi nomeado para uma Comissão especial, em que tinha
o poder de violar correspondências dentro das agências dos Correios, atrás de cartas que
ensinassem a evitar a gravidez - quando achava uma carta que tal, denunciava o remetente e
o destinatário à Justiça Criminal, pois era delito enviar, por correio, cartas com conteúdo
que ensinassem a usar métodos anti-concepcionais. No tempo de COMSTOCK, os métodos
que havia eram o coitus interruptus, a camisa-de vênus (condom), e o emprego de duchas
com medicamentos que alteravam o PH da vagina para torná-la estéril.

COMSTOCK tinha "poder de polícia", e podia andar armado, mesmo nos lugares onde não
se podia estar com arma escondida; foi o responsável por um grande endurecimento dos

www.juliosevero.com
21

costumes, no fim do Século XIX, e por uma corrente jurisprudencial salutar, que muitas
obras pornográficas proibiu de circular.

Para conseguir seus objetivos, COMSTOCK fundou a "Sociedade Nova-Iorquina para


Supressão do Vício", a primeira ONG pró-vida do mundo. Seus inimigos cunharam o
adjetivo "comstockery", para designar uma censura rigorosa.

ANTHONY COMSTOCK é o meu modelo, e penso que todos os movimentos pró-vida e


pró-família deveriam imitá-lo.

Ainda sobre a infeliz Margaret Sanger, achei uma curiosa entrevista sobre ela e sobre os
movimentos de aborteiras e de pederastas que a seguem em
http://cristaldo.blogspot.com/2004_10_01_archive.html.

Por favor, reenvie este correio-eletrônico para todos os endereços da sua lista! Desejo que,
neste momento em que a IPPF mostra outra vez as suas garras, um maior número de
pessoas se agarre no exemplo da figura colossal da pessoa corajosa que foi ANTHONY
COMSTOCK.

Paz de Cristo!

Rio de Janeiro, 1º de junho de 2007.

EDUARDO BANKS

On 6/1/07, Carlos Ferreira <cafeb9@yahoo.com> wrote:

Repassando mensagem do Julio Severo ( http://www.juliosevero.com ) sobre a IPPF


(Federação Internacional de Planejamento Familiar), poderosa entidade abortista. Mais
abaixo, artigo sobre uma ONG (BemFam - Bem-Estar Familiar no Brasil) ligada à
IPPF que planeja ensinar as mulheres a abortar, à revelia da lei.

Julio Severo <juliosevero@gmail.com> wrote:


From: "Julio Severo" < juliosevero@gmail.com>
To: <Undisclosed-Recipient:;>
Subject: IPPF e aborto no Brasil
Date: Thu, 31 May 2007 11:19:30 -0300
Gente, Veja Online desta semana traz matéria sobre a IPPF. A IPPF é a maior e mais antiga
entidade de planejamento familiar do mundo, fundada pela teosofista Margaret Sanger. Por
pura coincidência, a IPPF é também a maior e mais antiga entidade de aborto do mundo,
sempre trabalhando pela legalização do aborto em todos os países, inclusive Brasil.

www.juliosevero.com
22

Conheci Carmem Barroso pessoalmente muitos anos atrás quando ela trabalhava para a
IPPF numa entidade brasileira que supostamente atuava para o "bem-estar" das famílias.

A IPPF é especialista na deturpação de fatos, informações e estatísticas para alcançar seus


objetivos de promover aborto, controle da natalidade, educação sexual pornográfica e
homossexualismo. A IPPF foi a responsável pela legalização do aborto nos EUA, onde
existe uma lei brutal e selvagem que permite matar os bebês desde a concepção até o
momento do parto. Veja meu artigo: http://juliosevero.blogspot.com/2002/04/aborto-
tragdia-ou-direito.html

No artigo abaixo, de Veja Online, IPPF criou supostos números elevados de abortos no
Brasil. Antes da legalização do aborto nos EUA, a IPPF fez a mesma coisa.

Para quem desejar conhecer mais sobre o monstro IPPF, recomendo o livro "Grand
Illusions The Legacy of Planned Parenthood" (Grandes Ilusões: O Legado do Planejamento
Familiar), escrito pelo Dr. George Grant, pastor presbiteriano. O livro, que é bestseller nos
Estados Unidos e é recomendado pelas maiores lideranças evangélicas dos EUA, pode ser
comprando aqui: http://www.amazon.com/Grand-Illusions-Legacy-Planned-
Parenthood/dp/1581820577

O único livro evangélico no Brasil que fala um pouco da IPPF é De Volta Ao Lar, que foi
traduzido por mim. Você pode encomendá-lo diretamente de Edições Cristãs:
http://juliosevero.blogspot.com/2007/03/lanamento-de-volta-ao-lar.html

Há também um excelente livro católico sobre a IPPF, que você pode encomendar aqui:
http://www.providaanapolis.org.br/ippf.htm

Julio Severo
www.juliosevero.com.br
*************************************************************************
**************************************

Brasil faz 1 milhão de abortos inseguros por ano


Um relatório da Federação Internacional de Planejamento Familiar (IPPF, na siga em
inglês) divulgado nesta sexta-feira diz que 1 milhão de abortos considerados inseguros são
feitos no Brasil a cada ano. Segundo o documento, intitulado "Morte e Negação:
Abortamento Inseguro e Pobreza", as mulheres pobres, jovens e nordestinas são mais
vulneráveis aos abortos inseguros no Brasil, onde, no ano passado, a média diária foi de
686 internações no Sistema Único de Saúde (SUS) para tratamento de complicações pós-
aborto.
O estudo da entidade, que atua em mais de 150 países, revela que a média brasileira no ano
passado foi de 2,07 abortos induzidos por grupo de 100 mulheres. O problema é mais grave
na região Nordeste, onde a taxa é de 2,73, maior que a média nacional. A Região Sul foi a
que apresentou a menor taxa, de 1,28 por 100 mulheres. O relatório aponta o baixo poder
econômico, o pequeno acesso aos serviços de saúde e a alta taxa de analfabetismo do
Nordeste como as principais causas do problema na região.

www.juliosevero.com
23

De acordo com a diretora da IPPF, Carmem Barroso, o número elevado de abortos no


Brasil é sobretudo um problema socioeconômico. "O Nordeste é a região mais pobre do
Brasil, onde as mulheres têm menos acesso à informação, menos acesso aos meios de evitar
uma gravidez e que portanto se vêem desesperadas com a gravidez indesejada e recorrem
ao aborto em maior número", afirmou a diretora, em entrevista coletiva para apresentação
do relatório.
Adolescência - Segundo ela, outro fator de preocupação é que as mulheres brasileiras
engravidam cada vez mais cedo, o que aumenta o número de abortos entre meninas e
adolescentes. De acordo com o estudo, em 2005 foram registrados 2.781 atendimentos no
Sistema Único de Saúde (SUS) de meninas de 10 a 14 anos para tratamento de
complicações pós-aborto. Entre as mulheres de 15 a 19 anos, foram 46.504 atendimentos.
A Federação Internacional de Planejamento Familiar calculou a ocorrência de um caso de
aborto em cada grupo de 138 adolescentes na região Norte, contra um aborto em 318
adolescentes na região Sul. "As meninas de 10 a 14 anos são as que têm menos informações
e menos recursos para evitar uma gravidez e menos recursos para se submeter a um aborto
mais seguro", afirmou a diretora da IPPF, acrescentado que o aborto é um problema
coletivo e não individual.
Fonte: VEJA Online, 30 de Maio de 2007.

From: "Julio Severo" <juliosevero@gmail.com>


To: <Undisclosed-Recipient:;>
Subject: ONG vai orientar mulheres que querem abortar
Date: Thu, 31 May 2007 20:26:44 -0300

BEMFAM, entidade ligada a IPPF, vai "orientar" as mulheres sobre aborto. A IPPF é a
maior empresa de aborto do mundo. Para mais informações:
http://juliosevero.blogspot.com/2007/05/ippf-maior-empresa-de-aborto-do-mundo.html
*************************************************************************
****

ONG vai orientar mulheres que querem abortar

Projeto é inspirado em experiência uruguaia e se baseia em redução de danos; advogado diz


que é crime

Lígia Formenti, BRASÍLIA e Tatiana Fávaro, CAMPINAS

Diante da demora na tramitação de projetos no Congresso Nacional sobre a legalização do


aborto no País, uma organização não-governamental decidiu adotar estratégia ousada e
polêmica. Em setembro, a Bem-Estar Familiar no Brasil (BemFam) inicia em Campinas um
projeto para orientar interessadas em interromper a gravidez sobre métodos existentes e
seus riscos. "Não vamos incentivar o aborto, só orientar mulheres para que optem pelo mais
www.juliosevero.com
24

seguro", justificou o secretário-executivo da organização, Ney Costa. Uma abordagem


definida por ele como redução de danos. "Se a mulher está convicta, o mínimo que
podemos fazer é informá-la."

Entre os métodos explicados, está o uso do medicamento misoprostol, apresentado


comercialmente como Citotec ou Cytotec. Ele é indicado para o tratamento de problemas
gástricos, mas historicamente reconhecido por ser abortivo. No Brasil, seu uso é restrito a
hospitais cadastrados, seja para casos de aborto previstos em lei ou para indução de parto.

O projeto brasileiro é inspirado na experiência de um hospital público do Uruguai,


responsável por 20% dos partos naquele país (veja texto acima). Integrantes do projeto
brasileiro vão em junho ao Uruguai receber treinamento.

No Brasil, o aconselhamento será ofertado em 15 unidades públicas de saúde, todas na


cidade de Campinas. A meta é atender 3 mil mulheres, num prazo de dez meses. O projeto
recebeu o financiamento de US$ 150 mil da Federação Internacional de Planejamento
Familiar (IPPF)

A Secretaria de Saúde de Campinas submeteu a proposta da IPPF à avaliação de


especialistas. Segundo o coordenador da Saúde da Mulher, Fernando Brandão, o acesso a
informações sobre aborto é tema polêmico e deve ser estudado com cautela. "O projeto nos
foi trazido, estamos avaliando e achamos que merece atenção, inclusive de secretarias de
Educação, Cultura, Assistência Social e Coordenadoria da Mulher, para tomarmos posição
firme, já que informar é bom, mas o tema é polêmico", afirmou.

A Coordenadoria de Saúde da Mulher informou que anualmente há registros de três mortes


em processos ilegais de aborto. Levantamento do Centro de Pesquisas Materno-Infantis
(Cemicamp) da Unicamp mostra que pelo menos 1.500 mulheres recebem por ano
atendimento por não terem conseguido completar um aborto. De acordo com Aníbal
Faúndes, um dos responsáveis pelo projeto no Cemicamp, o objetivo é reduzir os danos por
abortos incompletos e também o número de tentativas de interromper a gravidez.

LEGAL OU ILEGAL?

"As pessoas estão perdendo a sensatez", reagiu o professor de Direito Penal da Pontifícia
Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Cezar Bitencourt. Ele argumenta que a
orientação planejada prevista no projeto nada mais é do que apologia ao crime. E a
indicação de remédios de uso restrito hospitalar, como o uso de drogas não autorizadas.
"Uma coisa é discutir a mudança da lei. Outra é desprezar o que está em vigor." Costa, por
sua vez, está convicto de que o projeto não fere a lei. "Ele se baseia no direito à informação,
elemento básico da cidadania", afirmou. Para não serem acusados de promover ou facilitar
o aborto, integrantes da BemFam serão orientados a não indicar locais onde realizar a
interrupção da gravidez - ou onde adquirir o medicamento misoprostol.

Hoje, muitas mulheres recorrem ao medicamento em camelôs e na internet. Para ele, o tema
tem de ser discutido com seriedade. "Não faz sentido que gestantes tenham de lidar com
criminosos."
www.juliosevero.com
25

O arcebispo de São Paulo, d. Odilo Scherer, disse que se preocupa com o fato de mais uma
instituição estrangeira fazer pressão pró-aborto no Brasil e na América Latina. "Me parece
uma maneira indevida de influenciar as populações mais pobres, as mais fragilizadas",
adverte. O cardeal d. Geraldo Majella Agnelo, arcebispo de Salvador e primaz do Brasil,
questiona: "por que essa organização não investe em programas de valorização da vida, em
vez de chamar a atenção para o aborto?"

A diretora da IPPF, Carmem Barroso, defende o programa. Mas reconhece que não há,
hoje, como garantir a qualidade do remédio comprado no País. "O ideal seria discutir o
acesso ao remédio." Feministas têm esperança de que a proposta seja encampada pelo
governo - sobretudo com a oferta do medicamento. "Talvez a estratégia tenha de ser um
pouco diferente da do Uruguai. Mas a idéia é interessante", avalia Maria José Araújo, que
trabalhou no Programa de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde e agora integra a Rede
Feminista de Saúde. O Ministério da Saúde não quis se pronunciar.

Fonte: http://txt.estado.com.br/editorias/2007/05/31/ger-1.93.7.20070531.1.1.xml

<--- The Britannica Concise --->


Comstock, Anthony
U.S. reformer. Born in New Canaan, Conn., he began early to agitate against abortion and
pornography. He lobbied successfully for the enactment (1873) of a severe federal statute
outlawing the transportation of obscene matter in the mails (the Comstock Law). That same
year he founded the Society for the Suppression of Vice, which he directed until his death.
As a special agent of the U.S. Post Office (1873-1915), he conducted spectacular raids on
publishers and vendors. His books include Traps for the Young (1883) and Morals Versus
Art (1888).

Comstock Law, 1873 law written by Anthony Co mstock (1844-1915) and passed by
Congress that prohibited obscene or pornographic materials from being sent through the
mail; began with Comstock's campaign to stop the mailing of a written account of a scandal
involving the Rev. Henry Ward Beecher; banned erotic literature and pictures; law also
used to ban birth control instruction and information on abortion. 3

Comstock, Anthony (1844-1915), U.S. crusader against vice, born in New Canaan, Conn.;
secretary of the New York Society for Suppression of Vice and post-office inspector. 4

3Excerpted from Compton's Interactive Encyclopedia. Copyright © 1994, 1995, 1996,


1997 The Learning Company, Inc. All Rights Reserved.
4Excerpted from Compton's Interactive Encyclopedia. Copyright © 1994, 1995, 1996,
1997 The Learning Company, Inc. All Rights Reserved.
www.juliosevero.com
26

one of the most powerful American reformers, who for more than 40 years led a crusade
against what he considered obscenity in literature and in other forms of expression. The
epithet "comstockery" came to be synonymous with moralistic censorship.

United States reformer who led moral crusades against art and literature that he considered
obscene (1844-1915)

He was born in New Canaan, Connecticut. As a young man, he enlisted and fought for the
Union in the American Civil War from 1863 to 1865.[1] He served without incident, but
objected to the profanity used by his fellow soldiers.[citation needed] Afterward he became
an active worker in the Young Men's Christian Association in New York City.[2]
In 1873 Comstock created the New York Society for the Suppression of Vice, an institution
dedicated to supervising the morality of the public. Later that year, Comstock successfully
influenced the United States Congress to pass the Comstock Law, which made illegal the
delivery or transportation of both "obscene, lewd, or lascivious" material as well as any
methods of, or information pertaining to, birth control. George Bernard Shaw coined the
term comstockery, meaning "censorship because of perceived obscenity or immorality" [3],
after Comstock alerted the New York police to the content of Shaw's play Mrs. Warren's
Profession. Shaw remarked that "Comstockery is the world's standing joke at the expense
of the United States. Europe likes to hear of such things. It confirms the deep-seated
conviction of the Old World that America is a provincial place, a second-rate country-town
civilization after all."
Comstock's ideas of what might be "obscene, lewd, or lascivious" were quite broad. During
his time of greatest power, even some anatomy textbooks were prohibited from being sent
to medical students by the United States Postal Service.

1887 Letter from Anthony Comstock to Josiah Leeds

www.juliosevero.com
27

Comstock aroused intense loathing from early civil liberties groups and intense support
from church based groups worried about public morals. He was a savvy political insider in
New York City and was made a special agent of the United States Postal Service, with
police powers up to and including the right to carry a weapon. With this power he zealously
prosecuted those he suspected of either public distribution of pornography or commercial
fraud, his twin obessions. His efforts to suppress public information on sex education
materials and birth control is now often viewed as misguided and medically irresponsible.
He was also involved in shutting down the Louisiana Lottery, the only legal lottery in the
United States at the time, and notorious for corruption.
Comstock is also known for his persecution of Victoria Woodhull and Tennessee Claflin,
and those associated with them. The men's journal The Days Doings had popularised lewd
images of the sisters for three years and was instructed by its editor (while Comstock was
present) to stop producing images of "lewd character". Comstock also took legal action
against the paper for advertising contraceptives. When the sisters published an expose of an
adulterous affair between Reverend Henry Ward Beecher and Elizabeth Tilton, he had the
sisters imprisoned under laws forbidding the use of the postal service to distribute 'obscene
material' - though they were later found 'not guilty'.
Less fortunate was Ida Craddock, who committed suicide on the eve of reporting to Federal
prison for distributing via the U.S. Mail various sexually explicit marriage manuals she had
authored. Her final work was a lengthy public suicide note specifically condemning
Comstock.
Comstock claimed he drove fifteen persons to suicide in his "fight for the young". He was
head vice-hunter of the New York Society for the Suppression of Vice. Comstock, the self-
labeled "weeder in God's garden", arrested D. M. Bennett for publishing his "An Open
Letter to Jesus Christ" and later entrapped the editor for mailing a free-love pamphlet.
Bennett was prosecuted, subjected to a widely publicized trial, and imprisoned in the
Albany Penitentiary.
He had numerous enemies, and in later years his health was affected by a severe blow to the
head from an anonymous attacker. He lectured to college audiences and wrote newspaper
articles to sustain his causes. Before his death, Comstock attracted the interest of a young
law student, J. Edgar Hoover, interested in his causes and methods.
During his career, Comstock clashed with Emma Goldman and Margaret Sanger. In her
autobiography, Goldman referred to Comstock as the leader of America's "moral eunuchs".
Through his various campaigns, he caused the arrest of more than 3,000 persons, destroyed
15 tons of books, 284,000 pounds of plates for printing 'objectionable' books, and nearly
4,000,000 pictures.
A biography of Comstock written in 1927, "Anthony Comstock: Roundsman Of The Lord"
by Heywood Broun and Margaret Leech of the Algonquin Round Table examines his
personal history and his investigative, surveillance and law enforcement techniques. Photo
of Comstock's grave

Source: Wikipedia

Social Reformer. He was the founder of the Society for the Suppression of Vice, and was
the father of the Comstock laws (1873) enacted in order to exclude obscene matter from the
mails. In his various campaigns, he caused the arrest of more than 3,000 persons and
www.juliosevero.com
28

destroyed 15 tons of books, 284,000 pounds of steretyped plates for printing objectionable
books, and nearly 4,000,000 pictures.

http://www.findagrave.com/cgi-bin/fg.cgi?page=gr&GRid=19982

Anthony Comstock , 1844-1915, American morals crusader, b. New Canaan, Conn. He


served with the Union army in the Civil War and was later active as an antiabortionist and
in advocating the suppression of obscene literature. He was the author of the
comprehensive New York state statute (1868) forbidding immoral works, and in 1873 he
secured stricter federal postal legislation against obscene matter. That same year he
organized the New York Society for the Suppression of Vice. As secretary of the society
until his death, Comstock was responsible for the destruction of 160 tons of literature and
pictures. For his liberal enemies he became the symbol of licensed bigotry and for his
supporters the symbol of stalwart defense of conventional morals. Comstock also inspired
the Watch and Ward Society of Boston.

http://www.encyclopedia.com/doc/1E1-ComstockA.html

one of the most powerful American reformers, who for more than 40 years led a crusade
against what he considered obscenity in literature and in other forms of expression. The
epithet “comstockery” came to be synonymous with moralistic censorship.
A Union Army veteran of the American Civil War, Comstock began about 1872 to work
with the Young Men's Christian Association in New York City. In 1873 he lobbied
successfully for the enactment of a severe federal statute known as the Comstock Law,
which outlawed the transportation of obscene matter in the mails. From that year until his
death he served (without pay until 1906) as a special agent of the U.S. Post Office
Department. Also in 1873 he founded the New York Society for the Suppression of Vice.
Ordinarily, Comstock attacked commercial pornography rather than serious writing, but he
sometimes took action against established modern works and the classics on the principle
of “morals, not art or literature.” Personally vindictive toward “libertines,” he is said to
have boasted of the number of persons he had driven to suicide. More creditable were his
efforts to suppress fraudulent banking schemes, mail swindles, and medical quackery.

Souce: Enciclopédia Britânica http://deskreference.britannica.com/ebc/article-9025060

Mais tarde, quem se levantou contra as idéias de Sanger foi o famoso evangelista Billy
Sunday.

Margaret Sanger
Parte superior do formulário
What is behind the concern of Bill Gates, Warren Buffet, and Ted Turner in their
philanthropy?
Here is a quote from George Grant's Grand Illusions:
www.juliosevero.com
29

Margaret [Sanger - founder of Planned Parenthood] spent more than a year in England as a
fugitive from justice . But she made certain that the time was not wasted. She had found
her cause: Revolutionary Socialism. She had found her niche in the cause: Sexual
Liberation. And now she would further that cause with a single-minded zeal. As soon as
she came ashore, Margaret began to make contact with the various radical groups of
Britain. She began attending Socialist lectures on Nietzsche's moral relativism, Anarchist
lectures on Kropotkin's subversive pragmatism, and Communist lectures on Bakunin's
collectivistic rationalism. But she was especially interested in developing ties with the
Malthusians.
Thomas Malthus was a nineteenth-century professor of political economy whose theories of
population growth and economic stability quickly became the basis for national and
international social policy throughout the West. According to his scheme, population grows
exponentially over time, while production only grows arithmetically. Poverty, deprivation,
and hunger are thus evidence of a population crisis. It follows that the only responsible
social policy is one that addresses the unnatural problem of population growth. In fact,
Malthus argued, to deal with sickness, crime, privation, and need in any other way simply
aggravates the problems further.
In his magnum opus, An Essay on the Principle of Population, published in six editions
from 1798 to 1826, Malthus wrote:
All children born, beyond what would be required to keep up the population to a desired
level, must necessarily perish, unless room be made for them by the deaths of grown
persons. . . . Therefore . . . we should facilitate, instead of foolishly and vainly endeavoring
to impede, the operations of nature in producing this mortality; and if we dread the too
frequent visitation of the horrid form of famine, we should sedulously encourage the other
forms of destruction, which we compel nature to use. Instead of recommending cleanliness
to the poor, we should encourage contrary habits. In our towns we should make the streets
narrower, crowd more people into the houses, and court the return of the plague. In the
country, we should build our villages near stagnant pools, and particularly encourage
settlements in all marshy and unwholesome situations. But above all, we should reprobate
specific remedies for ravaging diseases; and restrain those benevolent, but much mistaken
men, who have thought they were doing a service to mankind by projecting schemes for the
total extirpation of particular disorders 50
Malthus's disciples — the Malthusians and the Neo-Malthusians-believed that if Western
civilization were to survive, the physically unfit, the materially poor, the spiritually
diseased, the racially inferior, and the mentally incompetent had to be eliminated. And
while Malthus was forthright in recommending plague, pestilence, and petrification, his
disciples felt that the subtler approaches of education, contraception, sterilization, and
abortion were more practical ways to ease the pressures of over-population. As historian
Paul Johnson has shown, the Malthusians "were not men of action." Instead, "they tried to
solve the problems of the world in the quiet of their studies, inside their own heads. . . .
They produced a new vocabulary of mumbo-jumbo. It was all hard-headed, scientific, and
relentless."so Even so, their doctrines were immensely appealing to the intellectual elite.
According to Johnson:
All the ablest elements in Western society, the trendsetters in opinion, were wholly taken in
by this monstrous doctrine of unreason. Those who objected were successfully denounced
as obscurantists, and the enemies of social progress. They could no longer be burned as

www.juliosevero.com
30

heretical subverters of the new orthodoxy, but they were successfully and progressively
excluded from the control of events .53

This, despite the fact that the Malthusian mathematical scheme had been proven by
historical verities to be utterly obsolete, if not entirely false.
Parte inferior do formulário

Malthusian Nightmares
Margaret immediately got on the Malthusian bandwagon. She was not philosophically
inclined, nor was she particularly adept at political, social, or economic theory, but she did
recognize in the Malthusians a kindred spirit and a tremendous opportunity. She was also
shrewd enough to realize that her notions of Radical Socialism and Sexual Liberation
would not ever have the popular support necessary to usher in the revolution without some
appeal to altruism and intellectualism. She needed somehow to capture the moral and
academic "high ground." Malthusianism, she thought, just might be the key to that ethical
and intellectual posture. If she could argue for birth control using the scientifically verified
threat of poverty, sickness, racial tension, and over-population as its backdrop, then she
would have a much better chance of making her case. So she began to absorb as much of
the Malthusian dogma as she could. Margaret also immersed herself in the teachings of
each of the Malthusian offshoots. If a little bit of something is a good thing, then a lot is
even better. There were the Phrenologists, the Eugenicists, and the Social Darwinists. There
were Oneidians, Polygenists, Craniometricists, Recapitulationists, Larnbrosians, Binetists,
Hereditarians, Freudians, and Neotenists. From each group she picked up a few popular
slogans and concepts that would permanently shape her crusade.
But even more important than these institutional and intellectual connections, Margaret's
English exile gave her the opportunity to make some critical interpersonal connections as
well. Her bed 'became a veritable meeting place for the Fabian upper crust: H. G. Wells,
George Bernard Shaw, Arnold Bennett, Arbuthnot Lane, and Norman Haire. And of course,
it was then that she began her unusual and tempestuous affair with Havelock Ellis.
Ellis was the iconoclastic grandfather of the Bohemian sexual revolution. The author of
nearly fifty books on every aspect of concupiscence from sexual inversion to auto-
eroticism, from the revolution of obscenity to the mechanism of detumescence, from sexual
periodicity to pornographic eonism, he had provided the free love movement with much of
its intellectual apologia. Much to his chagrin however, he himself was sexually impotent,
so he spent his life in pursuit of new and ever more exotic sensual pleasures. He staged
elaborate orgies for his Malthusian and Eugenicist friends; he enticed his wife into
innumerable lesbian affairs while he quietly observed; he experimented with mescaline and
various other psychotropic and psychedelic drugs; and he established a network for both
homosexual and heterosexual encounters.
To Margaret, Ellis was a modern-day saint. She adored him at once, both for his radical
ideas and for his unusual bedroom behavior. The two of them began to plot a strategy for
Margaret's cause. Ellis emphasized the necessity of political expediency. Margaret would
have to tone down her pro-abortion stance. She would, he said, have to distance herself
from revolutionary rhetoric. The scientific and philanthropic-sounding themes of Malthus
and Eugenics would have to replace the politically charged themes of old-line labor
Anarchism and Socialism.

www.juliosevero.com
31

By the time her year in England was over, Margaret's ideas were firmly in place, her
strategy was thoroughly mapped out, and her agenda was carefully outlined. She set out for
America with a demonic determination to alter the course of Western civilization.
Ultimately, she succeeded.

Planned Parenthood Is Conceived


Margaret's first task after crossing the Atlantic was to face the legal charges against her.
Using the skills she developed in the IWW, she immediately began a brilliant public
relations campaign that so rallied public support for her cause that the authorities were
forced to drop all charges.
She had won her first victory.
Then, in order to capitalize on all the publicity that her victory had generated, she embarked
on a three-and-a-half-month, coast-to-coast speaking tour. She was a stunning success,
drawing large, enthusiastic crowds.
Another victory.
Next, she decided to open a birth control clinic. Papers, pamphlets, and speeches could only
do so much to usher in the revolution. Following her Malthusian and Eugenic instincts, she
opened her clinic in the Brownsville section of New York, an area populated by newly
immigrated Slavs, Latins, Italians, and Jews.
But there would be no victory for Margaret Sanger in this venture. Within two weeks,, the
clinic had been shut down by the authorities. Margaret and her sister, Ethel, were arrested
and sentenced to thirty days each in the workhouse for the distribution of obscene materials
and the prescription of dangerous medical procedures.
Margaret was undeterred, of course. As soon as she was released, she founded a new
organization, the Birth Control League, and began to publish a new magazine, The Birth
Control Review. She was still intent on opening a clinic, but her time in jail had convinced
her that she needed to cultivate a broader following before she made another attempt at that.
The new organization and magazine would help her do just that.
And she was right.
Though she was now drawing severe public criticism from such men as the fiery popular
evangelist Rev. Billy Sunday, the famed Catholic social reformer Msgr. John Ryan, and the
gallant former president Theodore Roosevelt, Margaret was gaining stature among the
urbane and urban intelligentsia. Money began to pour into her office as subscriptions and
donations soared. And the fact that articles from influential authors such as H. G. Wells,
Pearl Buck, Julian Huxley, Karl Menninger, Havelock Ellis, and Harry Emmerson Fosdick
appeared on the pages of the Review only boosted Margaret's respectability that much
more.
By 1922 her fame and fortune were unshakably secure. She had won several key legal
battles, had coordinated an international conference on birth control, and had gone on a
very successful round-the-world lecture tour. Her name had become a household word and
one of her numerous books had become an instant bestseller in spite of— or perhaps
because of— the tremendous controversy it had caused.

The Riot of Civilization


Entitled The Riot of Civilization, it was one of the first popularly written books to openly
expound and extol Malthusian and Eugenic aims. Throughout its 284 pages, Margaret
unashamedly called for the elimination of "human weeds," for the cessation of charity, for
www.juliosevero.com
32

the segregation of "morons, misfits, and the maladjusted" and for the sterilization of
"genetically inferior races."
Published today, such a book would be labeled immediately as abominably racist and
totalitarian. But writing when she did, Margaret only gained more acclaim. Her cause
seemed unstoppable now. The revolution had truly begun. Even so, Margaret was
miserable. Her private life was in utter shambles. Her marriage had ended. Her daughter
caught cold and ultimately died of pneumonia. Her boys were neglected and forgotten. And
her once ravishing beauty was fading with age and abuse.
Desperate to find meaning and happiness, she lost herself in a profusion of sexual liaisons.
She went from one lover to another, sometimes several in a single day. She experimented
with innumerable erotic fantasies and fetishes, but satisfaction always eluded her grasp. She
began to dabble in the occult, participating in séances and practicing Eastern meditation.
She even went so far as to apply for initiation into the mysteries of Rosicrucianism and
Theosophy.
When all else failed, she turned to the one thing that she knew would bring her solace: once
again, she married into money.
J. Noah Slee was the president of the Three-in-One Oil Company and a legitimate
millionaire. A conservative church-going Episcopalian, he opposed everything that
Margaret stood for, but found her irresistible anyway.
At first, Margaret resisted his pleas for marriage. She still believed that it was a "degenerate
institution." But nine million dollars was a mighty temptation. It was a temptation she
simply could not resist. But just to make certain that the new relationship would not
interfere with her affairs and her cause, she drew up a prenuptial agreement that Slee was
forced to sign just before the wedding ceremony. It stipulated that Margaret would be free
to come and go as she pleased with no questions asked. She was to have her own apartment
and servants within her husband's home, where she could entertain "friends" of her own
choosing, behind closed doors. Furthermore, Slee would have to telephone her from the
other end of the house even to ask for a dinner date.
'Margaret told her lovers that with that document, the marriage would make little or no
difference in her life — apart from the convenience of the money, of course. And she went
out of her way to prove it; she flaunted her promiscuity and infidelity every chance she
could get.
She was still terribly unhappy, but at least now she was terribly rich, too.
Immediately, Sanger set herself to the task of using her new wealth to further the cause. She
opened another clinic — this time calling it a "Research Bureau" in order to avoid legal
tangles.
Then she began to smuggle diaphragms into the country from Holland. She waged several
successful "turf" battles to maintain control over her "empire." She campaigned diligently
to win over the medical community. She secured massive foundation grants from the
Rockefellers, the Fords, and the Mellons. She took her struggle to Washington, testifying
before several congressional committees, advocating the liberalization of contraceptive
prescription laws. And she fought for the incorporation of reproductive control into state
programs as a form of social planning. With her almost unlimited financial resources, she
was able to open doors and pull strings that had heretofore been entirely inaccessible to her.
Margaret was also able to use her new-found wealth to fight an important public relations
campaign to redeem her reputation.

www.juliosevero.com
33

Because of her Malthusian and Eugenic connections, she had become closely associated
with the scientists and theorists who put together Nazi Germany's "race purification"
program. She had openly endorsed the euthanasia, sterilization, abortion, and infanticide
programs of the early Reich. She published a number of articles in The Birth Control
Review that mirrored Hitler's Aryan-White Supremacist rhetoric. She even commissioned
Dr. Ernst Rudin, the director of the Nazi Medical Experimentation program, to write for
The Review himself.
Naturally, when World War II broke out and the grisly details of the Nazi programs began
to come to light, Margaret was forced to backpedal her position and cover up her
complicity. The Great Depression had been a boon for racist and Eugenic arguments, but
those days were now past. Charges of anti-Semitism had been harmlessly hurled at her
since her trial in 1917, but now that Auschwitz and Dachau had become very much a part
of the public conscience, she realized she would have to do something, and quickly.
Her first step toward redeeming her public image was to change the name of her
organization. "Planned Parenthood" was a name that had been proposed from within the
birth control movement since at least 1938. One of the arguments for the new name was
that it connoted a positive program and conveyed a clean, wholesome, family-oriented
image. It diverted attention from the international and revolutionary intentions of the
movement, focusing instead on the personal and individual dimensions of birth control. By
1942, it was decided. The organization would be called the Planned Parenthood Federation
of America.
Next, she embarked on an aggressive affiliation program that brought hundreds of local and
regional birth control leagues under the umbrella of a national organization, and then
dozens of national organizations were brought under the umbrella of an international
organization. This enabled Margaret to draw on the integrity and respectability of
grassroots organizations, solidifying and securing her place at the top.
Finally, she initiated a massive propaganda blitz aimed at the war-weary, ready-for-
prosperity middle class. Always careful to hide her illicit affairs and her radical political
leanings, her campaign emphasized patriotism and family values.
Before long, Margaret's brilliant strategy had won for her, and Planned Parenthood, the
admiration and respect of virtually the entire nation, and certainly of the entire social
services community.
Of course, these tremendous successes did little to ease the ache of her perpetual
unhappiness. She continued her sordid and promiscuous affairs even after old age and poor
health had overtaken her. Her pathetic attraction to occultism de

Source: http://www.commentary.net/view/commentary/s80p978.htm

Pornography is the explicit representation of the human body or sexual activity used for
the intent of stimulation. It usually consists of images depicting the satisfaction of the sort
of "unnatural lust" which leads to damnation. (Jude 1:6-7 ) It destroys the mind as gambling
does and, even worse, pornography leads to terrible crimes against women and children.[1]

 When Christ said "any man who looks at a woman lustfully has already committed
adultery with her in his heart," He made it clear that chastity -- and unchastity --
www.juliosevero.com
34

don't begin with what we do, but rather in what we think. And deliberately seeking
such stimulation outside a committed marriage, even via the imagination,
constitutes a sin against chastity.[2]

Pornographic images have been proliferating at a remarkable rate. What was a $5 million-a-
year enterprise merely 25 years ago has boomed to a $7 billion to $10 billion-a-year
industry today... the fastest growing sectors of the industry are pornographic DVDs, cable
television, and phone sex. Pornography is no longer confined to the seedier sections of
town. With the advent of the Internet, it has become readily available to all, including
children, and in the privacy of our own homes.[3]

Comstock, Anthony (kŏm'stŏk), 1844-1915, American morals crusader, b. New Canaan,


Conn. He served with the Union army in the Civil War and was later active as an
antiabortionist and in advocating the suppression of obscene literature. He was the author of
the comprehensive New York state statute (1868) forbidding immoral works, and in 1873
he secured stricter federal postal legislation against obscene matter. That same year he
organized the New York Society for the Suppression of Vice. As secretary of the society
until his death, Comstock was responsible for the destruction of 160 tons of literature and
pictures. For his liberal enemies he became the symbol of licensed bigotry and for his
supporters the symbol of stalwart defense of conventional morals. Comstock also inspired
the Watch and Ward Society of Boston.

Bibliography

See biographies by H. Broun and M. Leech (1927) and De Robinge Bennett (repr. 1971).

Source: http://www.answers.com/topic/anthony-comstock

The American antivice crusader Anthony Comstock (1844-1915) fought what he personally
defined as immoral and obscene acts and publications. Though his crusades were
somewhat fanatic, he did help clarify issues in civil liberties relating to art and free speech.

Anthony Comstock was born in New Canaan, Conn., the son of a well-to-do farmer. It has
been conjectured that his deep love of his mother, who died when he was 10 years old,
contributed to his intense morality. The powerful, stocky young man went to work in a
general store. During the Civil War he enlisted and served without incident; he was
concerned about moral fitness while in the service.

After the war Comstock became a clerk but found no fit outlet for his energies until 1868.
Then, having settled in New York and inspired by activities of the Young Men's Christian
Association (YMCA), he secured the arrest of two purveyors of pornographic publications.

www.juliosevero.com
35

One of them later attacked him with a bowie knife and inflicted a wound on his face, which
Comstock hid under the whiskers that became his trademark.

In 1871 Comstock, with the aid of the YMCA, organized a committee to further his work.
Two years later he conducted a successful campaign in Washington, D.C., for a strong
Federal law (known popularly as the "Comstock Law") making illegal the transmission of
obscene matter through the mails. He was appointed a postal inspector, serving without
pay. In 1873 he organized the New York Society for the Prevention of Vice and made it a
national symbol of tireless defense of traditional values.

In 1871 Comstock married Margaret Hamilton, a woman 10 years his senior. He was a
dedicated husband and citizen. As an agent of the government and secretary of his society,
Comstock was fearless and resourceful. He did patently useful work in tracking down,
raiding, and prosecuting a wide variety of frauds who advertised false services, including
abortions. In 1914 his annual report could note his arraignment over the years in state and
Federal courts of some 3,697 persons, of whom 2,740 pleaded guilty or were convicted.
Among these were a small number of persons of intelligence and moral fiber concerned for
free speech or the right to disseminate knowledge respecting birth control.

But since Comstock's standards remained rigid, they became increasingly impractical. Thus
in 1906 his attack, implemented by police, on the Art Students League of New York was
not well regarded. Bernard Shaw's denunciation of "Comstockery" evoked considerable
agreement. Comstock's 1913 crusade against an innocuous nude painting, Paul Chabas's
September Morn, did nothing less than make it in reproduction a national sensation.

Comstock's last days were shadowed by reports that he was to lose his post as inspector and
by his belief that he was the victim of a conspiracy. He died on Sept. 21, 1915.

Further Reading

Anthony Comstock, Traps for the Young (1883), was edited, with an introduction, by
Robert Bremmer in 1967. Charles Gallaudet Trumbull, Anthony Comstock, Fighter (1913),
is a partisan account. Heywood Broun and Margaret Leech, Anthony Comstock:
Roundsman of the Lord (1927), treats Comstock with sympathy and good humor.

Additional Sources

Bates, Anna Louise, Weeder in the garden of the Lord: Anthony Comstock's life and career,
Lanham, MD: University Press of America, 1995.

Source: http://www.answers.com/topic/anthony-comstock

Anthony Comstock, Moral Crusader

www.juliosevero.com
36

America‟s Guardian of Sexual Purity in the Gilded Age

Read more at Suite101: Anthony Comstock, Moral Crusader: America‟s Guardian


of Sexual Purity in the Gilded
Age http://americanhistory.suite101.com/article.cfm/anthony_comstock_moral_crus
ader#ixzz0jm2vDk7B

Anthony Comstock's early life experiences fueled his fight against immorality in the
19th century, and his efforts can still be seen today

Read more at Suite101: Anthony Comstock, Moral Crusader: America‟s Guardian


of Sexual Purity in the Gilded
Age http://americanhistory.suite101.com/article.cfm/anthony_comstock_moral_crus
ader#ixzz0jm2y4KSf

Within the past 150 years, no figure is more identified with sexual repression and
the movement for moral purity than Anthony Comstock. His efforts to eradicate sex
and indecency from America‟s consciousness launched the anti-vice movement in
late nineteenth century New York City, and the results of his work can still be felt.

Comstock‟s Childhood and Early Philosophy

Comstock was born on March 7, 1844, in New Canaan, Connecticut. His father,
Thomas, was an affluent landowner with a farm and two sawmills; he and
Anthony‟s mother Polly descended from old Puritan families. The seven Comstock
children endured an austere Protestant upbringing, and Anthony in particular loved
to read Bible stories with his mother. Unfortunately he never excelled in secular
subjects and was a particularly terrible speller.

But Comstock was absolutely suited for a purpose that did not require hours of
book-learning: doing the Lord‟s work, as he interpreted it. At school, Anthony often
encountered advertisements for French decks (playing cards with photographs of
nude women) or other salacious amusements for gentlemen. The presence of
sexuality for sale directly opposed Anthony‟s infallible sense of Godly propriety: he
was developing his view that women and children were to be protected from men‟s
lusts at all costs; that their innate innocence was the ultimate example of God‟s
wisdom and grace, and must be preserved from male desire.

Epiphany in the War

Anthony Comstock volunteered for the Union Army in 1863 and saw light combat
while stationed in northern Florida. His biggest concern and danger, as seen in his

www.juliosevero.com
37

wartime diary entries, was not the Rebel Army but the intemperance of his fellow
Union soldiers. Comstock‟s Christian devotion became the butt of many pranks. It
appears, however, that he found success in convincing some of his peers to
abstain from the tobacco and whiskey that formed part of their usual rations. “O
how much we need the arm of God to comfort and sustain us,” Comstock wrote in
his diary on January 8, 1864. “3 out of the 7 [soldiers] that accompanied me [out of
the barracks] Pledged themselves to me that they would not swear, drink nor chew
tobacco while we were in the army (for 3 yrs).”

But Comstock himself was not free of wickedness. He struggled with the nearly-
impossible goal of absolute Godliness made all the more difficult by his
surroundings in the war. “Again tempted and found wanting,” he lamented in 1864.
“Sin, sin. Oh how much peace and happiness is sacrificed on thy altar.” Another
entry confesses, “This morning were severely tempted by Satan and after some
time in my own weakness I failed.” Some scholars have interpreted this
“weakness” as masturbation, which in the nineteenth century was considered
horrific self-abuse to be avoided at all costs.

Ads by Google

Don't believe in God?


Let God show you how real He is.
www.armyforgod.com

Who really loves you ?


Something may change this summer. Tell me your birthdate to know what
www.pasqualina.com/Free_love_advice

The Beginning of the Crusade

After his discharge from the army, Anthony Comstock settled in New York City—
perhaps an odd choice for someone who abhorred sin as much as he did.
Antebellum New York was a wildly diverse metropolis, with an abundance of
commercialized sex in the forms of street prostitution, brothels and parlor houses,
concert saloons (where alcohol and the white sex slave trade could be found) and
a lively publishing industry of erotic postcards, photography and books.

But the time was also ripe for reform. Comstock‟s zeal against all kinds of vice led
him to assume the position of morality cop—in a milieu where actual cops were
frequently in cahoots with commercial vice. Comstock began his modest crusade
while employed in a dry-goods shop in lower Manhattan. The shop next to his sold
obscene books and pictures; several times Comstock called the police to arrest the

www.juliosevero.com
38

proprietor, a Mr. Conroy. The courts‟ inability to keep Mr. Conroy behind bars
fueled Comstock‟s distrust of the police, whom he considered far too secular to
ever abide by God‟s standard of decency and sexual morality.

By 1871, Comstock‟s name appeared in New York newspapers as an anti-vice


crusader, with articles noting his pugnacity and supreme confidence in his work.
But Comstock was just getting started: for the next forty years, his influence on the
crackdown on purveyors of vice would swell as quickly as his infamy.

Source: Broun, Heywood and Margaret Leech. Anthony Comstock: Roundsman of


the Lord. New York: Albert and Charles Boni, 1927.

Read more at Suite101: Anthony Comstock, Moral Crusader: America‟s Guardian


of Sexual Purity in the Gilded
Age http://americanhistory.suite101.com/article.cfm/anthony_comstock_moral_crus
ader#ixzz0jm324Fn2

Os principais versículos dele:

“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te
ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.” (Isaías 41:10 BRP)

“Fear thou not; for I am with thee: be not dismayed; for I am thy God: I will strengthen thee; yea, I
will help thee; yea, I will uphold thee with the right hand of my righteousness.” (Isaiah 41:10 AV)

“Toda a ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda a língua que se levantar contra ti em
juízo tu a condenarás; esta é a herança dos servos do SENHOR, e a sua justiça que de mim procede,
diz o SENHOR.” (Isaías 54:17 BRP)

“No weapon that is formed against thee shall prosper; and every tongue that shall rise against thee
in judgment thou shalt condemn. This is the heritage of the servants of the LORD, and their
righteousness is of me, saith the LORD.” (Isaiah 54:17 AV)

They have
tried to lead him into temptation, but he has
resisted the most seductive traps that they

www.juliosevero.com
39

have been able to set for him. The Louisiana


Lottery people dangled the bribe of 'independence
for life
'before his eyes, practically
allowing him to name the conditions under
which he would agree to let them alone,
but he dismissed them with a wave of the
hand. They put detectives on his
. . .

track, hoping that they might discover that


he had at some time been guilty of some
act of which he might now be ashamed,
and great sums of money were offered to
the man who should supply them with information
that could be used as a club to drive
Anthony Comstock into a corner. To earn
this reward, many of the sharpest investigators
in the land searched the record of his
lifefrom the very day he left the cradle in his
mother's arms, but not one of these smart
Paul Prys was able to put his finger upon a
single deed of moral iniquity. Where most
of us ordinary individuals would have been

driven to the ' tall grass/ Anthony Comstock

P. 235

youth of the land.


Their enemies and yours have sought your
life by open violence and secret craft. They
attempted intimidation, bribery and slander ;

and, when all these had failed, they tried the


one remaining weapon ridicule, which is
the final confession of impotent malice. But
the word has been verified to you :

" No
weapon that is formed against thee shall
prosper; and every tongue that shall rise

against thee in judgment thou shalt condemn."

237

Ele fechou grandes casas de jogatina e prostituição, desafiando diretamente


máfias e quadrilhas. Ele fechou o maior empreendimento de aborto de sua época,
operado por uma milionária senhora, a famosa Madame Restell, que fez enorme
sucesso vendendo drogas abortivas a partir de sua mansão de Nova Iorque.
Madame Restell, a maior aborteira do século XIX, e seu exército de apoiadores
foram derrotados por um só homem.

www.juliosevero.com
40

Esses grandes negócios, que faziam sutis anúncios nos jornais de seus serviços,
traziam aos jornais um lucro milionário. Não é admirar pois que Comstock tenha
sido alvo de ódio e freqüentes ataques da imprensa.

Fiz, por assim dizer, uma viagem ao tempo, lendo a literatura da época, para
conferir o impacto de Comstock. Seus críticos, além dos jornais, eram
secularistas, defensores do “amor livre” (sexo sem nenhuma responsabilidade e
casamento) e indivíduos que detestavam os valores cristãos. Uma tal de De
Robinge Bennett, escrevendo sarcasticamente um livro intitulado “The Champions
of the Church” (Os campeões da igreja) na década de 1930, não só condenou
Comstock, mas também, em muito mais palavras, explicou Cristo como
meramente um mito pagão.

O que é fascinante é que, conforme declarações dos próprios espíritas, a Lei


Comstock, ao atacar frontalmente a pornografia e a propaganda de controle da
natalidade e aborto, prejudicou o espiritismo. Um espírita reclama que Comstock
“explicitly crafted his law to stop the distribution of one Spiritualist-free love
newspaper.”

Não é segredo nenhum que naquela época a lésbica inglesa Annie Besant, uma
das maiores líderes da teosofia, era a maior promotora da idéia de redução de
filhos — ou, traduzindo para a mente moderna, controle da natalidade ou
planejamento familiar. Outro espírita, comprovando como as ações de Comstock
tiveram efeito devastador nas ideias de “amor livre” e redução de filhos, se queixa:
“n the times of the Comstock inquisitions and book burnings, many of the best
books showing the highest Light of Spiritualism… were destroyed under the term
'pornography' in the late 1800s to early 1900s and publishers, book sellers and
mediums were thrown into prison, most died there.”.

Por causa de seu trabalho, Comstock recebeu muitas ameaças de morte,


chegando a sofrer violência física e um ataque a bomba, que falhou. Muitas vezes,
ele precisou de escolta policial para se proteger de embocadas de assassinos
contratados. Mas os quarenta anos em que ele pôde prosseguir seu trabalho em
meio a muitos perigos contra sua vida comprovam que havia uma Mão forte sobre
ele.

Diante das ameaças de morte, ele exclamou:

“Que tolice! Será que um homem mortal consegue fazer algo que seu
Criador não permita? Será que Deus não pode mudar o propósito do
homem, ainda que o braço dele esteja levantado com a arma mortal pronta
para atirar? Será que Ele não pode desviar a morte de quem que Ele
quiser? Todos os homens maus de Nova Iorque não poderão fazer mal a
um só fio dos cabeços da minha cabeça, se não for pela vontade de Deus.
Se for Sua vontade, que direito eu ou alguém tem de dizer algo? Sou
apenas pó, um ácaro, diante de Deus, mas nenhum cabelo da minha
cabeça poderá ser arrancado, a menos que seja a vontade dEle. Oh, como

www.juliosevero.com
41

é maravilhoso viver e sentir a vontade dEle sendo feita!” (“Anthony


Comstock, Fighter, Some Impressions of a Lifetime of Adventure in Conflict
with the Powers of Evil”, Fleming H. Revell Company, Nova Iorque, 1913,
pág. 85.)

Chegaram a tentar fazer para ele subornos milionários, oferecendo para ele e sua
família uma viagem de cinco anos ao redor do mundo, com todas as despesas
pagas e com pagamento adiante de um salário para todo esse tempo, com a
condição de que ele deixasse completamente em paz o negócio sujo da jogatina,
pornografia e prostituição. Mas ele não aceitou.

Aliás, ao ser nomeado pelo governo americano como Agente Especial, ele
recusou salário, preferindo em vez disso viver de ofertas voluntárias da
Associação Cristã de Moços. Durante mais de 30 anos, ele trabalhou para o
governo americano sem sem aceitar nenhuma salário.

Seu biógrafo, Charles Gallaudet Trumbull, escrevendo em “Anthony Comstock,


Guerreiro, Algumas Impressões de uma Vida Inteira de Aventrua na Luta contra os
Poderes do Mal” (“Anthony Comstock, Fighter, Some Impressions of a Lifetime of
Adventure in Conflict with the Powers of Evil”, Fleming H. Revell Company, Nova
Iorque, 1913), diz nas páginas 235 e 237:

They have tried to lead him into temptation, but he has resisted the most seductive
traps that they have been able to set for him. They put detectives on his track,
hoping that they might discover that he had at some time been guilty of some act of
which he might now be ashamed, and great sums of money were offered to the
man who should supply them with information that could be used as a club to drive
Anthony Comstock into a corner. To earn this reward, many of the sharpest
investigators in the land searched the record of his life from the very day he left the
cradle in his mother's arms, but not one of these smart Paul Prys was able to put
his finger upon a single deed of moral iniquity. Where most of us ordinary
individuals would have been driven to the ' tall grass/ Anthony Comstock

“Tentaram levá-lo à tentação, mas ele resistiu às ciladas mais sedutoras que
puderam armar contra ele. Colocaram detetives em seu rastro, na esperança de
descobrir que em algum momento de sua vida ele havia sido culpado de algum ato
que poderia agora envergonhá-lo, e grandes quantias de dinheiro foram oferecidas
a qualquer homem que desse informação que pudesse ser usada para encurralar
Anthony Comstock. Para ganhar sua recompensa, muitos dos investigadores mais
espertos dos Estados Unidos fizeram pesquisas no registro da vida dele desde o
próprio dia em que ele deixou o colo de sua mãe. (235)

Their enemies and yours have sought your life by open violence and secret craft.
They attempted intimidation, bribery and slander ; and, when all these had failed,
www.juliosevero.com
42

they tried the one remaining weapon ridicule, which is the final confession of
impotent malice. But the word has been verified to you

Seus inimigos tentaram destruir sua vida mediante violência escancarada e


astúcia secreta. Tentaram intimidá-lo, suborná-lo e difamá-lo. Mas a Palavra de
Deus comprovou ser real na vida dele:

“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu
Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha
justiça.” (Isaías 41:10 ACF)

“Toda a ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda a língua que


se levantar contra ti em juízo tu a condenarás; esta é a herança dos servos
do SENHOR, e a sua justiça que de mim procede, diz o SENHOR.” (Isaías
54:17 ACF)

Aliás, esses eram os versículos favoritos de Comstock.

Como é que um homem sozinho consegue num período longo de quarenta anos
amedrontar e derrotar uma multidão de milionários Golias pornógrafos, espíritas,
abortistas e imorais? A vida de Comstock prova que quem está no Senhor faz
proezas.

90 abortionists during the 1870‟s and the successful suppression of the trade in
New York City

He also taught newly freed slaves how to read and spell

More broadly, the late 1860‟s launched the reign of the Robber Barons within a
web of rampant financial speculation; the emergence of female emancipation,
personified in New York by the “wild” sisters Victoria Woodhull and Tennessee
Claflin, who managed to combine stock speculation, socialism, spiritualism, and
free love;

The number of church edifices was 38,183 in 1850; by 1890, 142,521, an increase
of 272 percent. Church membership and attendance figures also soared. Dwight
L. Moody and Ira D. Sankey, fresh from unanticipated success in Great Britain,
brought their Revival Crusade back to America in 1873; Moody explained: “I do
not know of anything that America needs more today than men and women on fire
with the fire of heaven.” Millions responded.[14]

www.juliosevero.com
43

In truth, Comstock‟s views on contraception were framed by his sense of the


dangers facing children and by his own psychology of the human mind; and they
enjoyed the full support of a new and progressive American medical leadership.

It is important to note that the post-1865 surge in obscene materials was driven in
large part by new technologies—notably photography and vulcanized rubber—
which entrepreneurs in the sex trade quickly exploited. Were these items truly
pornographic? Historian Richard C. Johnson says “yes”: “the vast majority of the
materials which [Comstock] found were...specifically and without question
designed to take commercial advantage of pruience.”[32] A more authoritative
answer comes from James Petersen, a longtime editor of Playboy and author of
that magazine‟s “history of the Sexual Revolution,” entitled A Century of Sex. He
writes: “Comstock never described the objects he suppressed, but some pictures
survive. Even today these postcards have the power to arouse.” Among others,
Petersen describes “a series from San Juan” which shows a bemused nude
woman in a straw hat aiming a stars-and-stripes “rubber object” at her male
partner.[33]

To begin with, Comstock had at least a rough sense of a natural law that
encompassed human sexuality. In chiding a young female journalist for seeking a
decriminalization of contraception, Comstock appealed to “Nature‟s law.” He
added:
The prevention of conception would work the greatest demoralization. God has set
certain natural barriers. If you turn loose the passions and break down the fear you
bring...disaster.... It would debase sacred things, break down the health of women,
and disseminate a greater curse than the plagues and diseases of Europe.[36]

Second, his own practical experience showed that dealers in obscene books and
prints also commonly sold contraceptives and abortifacients. As he wrote about
one of his early arrests for the YMCA, pornographic books “were publicly
advertised and sold in connection with articles for producing abortion, prevention of
conception, articles to aid seductions, and for indiscrete and immoral
purposes.”[37] Other early arrests involved a mix of printed items together with
immoral “rubber goods” [this phrase encompassed masturbation aids and early
condoms and diaphragms] and syringes for abortion.[38] Comstock and his allies
also associated contraception with prostitution because such pleasure houses
frequently sold birth control potions and devices on the side.[39]
Finally, Comstock linked abortion and contraception together for the common
danger they posed to women‟s health. In this view, Comstock actually stood in
solidarity with the cutting-edge medical authorities of his day.

www.juliosevero.com
44

During these years, the ancient practice of midwifery was giving way to the modern
discipline of gynaecology. A key figure in this transition was D. Humphreys Storer,
MD, Professor of Midwifery at Harvard University. In 1855, he gave the
Introductory Lecture to the new Medical Class at Harvard. Entitled “Two Frequent
Causes of Uterine Disease,” he pointed first to the growing practice among new
brides of turning “to means, readily procurable, to destroy the life within her.”
Storer underscored “the probability of there being increased detriments and
irretrievable harm” to the woman‟s own body. The second cause of an upswing in
uterine disease, he reported, was “the means so extensively employed to prevent
conception.” While some doctors who rejected abortion accepted contraception,
Storer insisted that interference of any sort with the sexual act would produce
trouble: “If...the operations of nature are interrupted, different results must
follow.... [N]umberless cases of induration, and finally of organic disease, must be
the inevitable consequences.”[42]
These architects of modern gynaecology received important support from two
major works published in 1870. In Conjugal Sins, Augustus K. Gardner—Professor
of Diseases of Females and Clinical Midwifery at New York Medical College—
asserted that “Local congestions, nervous affections and debilities are the direct
and indisputable results of coitus imperfecti....” Whenever contraceptives were
used, “sexual congress is thus rendered but a species of self-abuse.” Gardner
concluded: “Inquiry of any gynecologist will convince the most skeptical that the
general employment of any means for the prevention of conception is fraught with
injury to the female certainly, if not to the other sex also.”[45] In The Preventive
Obstacle, or Conjugal Onanism, the French physician L.F.E. Bergeret used a
lifetime of clinical work to conclude that “Genesiac frauds [contraception] may
provoke in [the woman] diseases of the genital organ, from simple inflammation to
the most serious degenerations.” Regarding uterine cancer, for example, he
reported that “[w]hen I review in my memory all the cases of cancers of the womb
which have come under my observation, I do not really recall one which was not
preceded by sexual frauds [another term for birth control].” Blurring distinctions still
more, Bergeret declared that “[e]very fraud is an indirect infanticide; a germ lost
and made unproductive.”[46]
Despite his dismal reports, Bergeret refused to despair. He doubted that ancient
morals had been any better than those of modern times. Indeed, “[m]orals have
undoubtedly improved with time; but there remain some ancient errors to reform.”
He called on all physicians to proclaim “that man cannot with impunity transgress
that great behest of nature, that imperative law presiding over the propagation of
the human race...: „Crescite et multiplicamini‟ [be fruitful and multiply].”[47] In
short, Comstock could see his own suppression of contraceptives as an act in line
with the very best medical advice, for the protection of women‟s health, and as an
expression of future hope.
What was Comstock‟s alternative to birth control for persons facing the “hard
cases”? His answer was simple: “Can they not use self-control? Or must they

www.juliosevero.com
45

sink to the level of the beasts?”[48] And in truth, this had been the orthodox
Christian answer for about 1800 years.
Two early actions on behalf of the YMCA show both his honesty and
relentlessness. Using detective methods, Comstock had identified four New York
publishers largely responsible for all of the obscene books to be found in the city.
Titles included The Adventures of a French Bedstead, Lord K’s Rapes and
Seductions, and Peeps into the Boraglio. Comstock personally arrested the four in
a single day; before being caught, one malefactor had sent a note to another: “Get
out of the way. Comstock is after you. Damn fool won‟t look at money.”[53] In a
letter to his chief Congressional patron, Clinton L. Merriam, Comstock reported the
results:
There was one year ago published in and about New York and vicinity one
hundred and forty four different obscene books. I have seized the stereotype
plates, steel and copper plate engravings, & c for one hundred and forty-two of
these books. There were four publishers on the 2d of last March, today three are
in their graves, and it is charged by their friends that I worried them to death. Be
that as it may, I am sure the world is better without them.[54]

The same qualities could be seen in his arrest of Madame Restell, the purveyor of
abortions to New York‟s rich and famous. Said to have accumulated a fortune of
$1.5 million, the 66-year-old woman lived in a prominent Fifth Avenue mansion.
Comstock came to her home, posing as a man who had impregnated his lover.
After Madame Restell sold him an abortion potion, he arrested her. She offered
him $40,000 to forget the matter, a huge sum for the time. He refused the bribe.
Comstock‟s notes on the case tell the result: “[Restell] committed suicide by
cutting her throat [the] morning of trial. A bloody ending to a bloody life.”[55]

This Society has gone down in American mythology as a den of fanatics. Yet, as
historian Paul Boyer has put it, if the founders of the anti-vice society “were moral
fanatics, ...they were at least highly successful ones.”[62] Joining Jesup and
McBurney as incorporators were the rising financier J. Pierpont Morgan and copper
magnate William E. Dodge. Samuel Colgate, head of his family‟s New Jersey soap
business, became the first president of the New York Society, so serving until his
death in 1898. Other early officers were textbook publisher Alfred S. Barnes (of
later Barnes and Noble fame); Killean Van Renssalear, representing one of New
York‟s oldest and most prestigious families; and attorney William Beecher, son of
the celebrated preacher Henry Ward Beecher. Subsequent donors to the Society
included Andrew Carnegie, John Wanamaker, Mrs. Russell Sage, Louis C. Tiffany,
and Joseph H. Choate.
In May 1878, Comstock spoke in Boston and enlisted equally prominent figures to
create The New England Society for the Suppression of Vice (later renamed The
Watch and Ward Society). Dr. Homer P. Sprague, principal of the Girls High and

www.juliosevero.com
46

Normal School, became its president. Vice presidents of the Society included the
president of Amherst College, Rev. Julius Seelye; the president of Yale University,
Rev. Noah Porter; the president of Brown University, Rev. E.G. Robinson; and the
president of Dartmouth, Rev. S.C. Bartlett. The Society‟s contributors‟ list soon
sported names such as Abbott, Beebe, Cabot, Coolidge, DeWolf, Eliot, Endicott,
Fletcher, Forbes, James, Lodge, Lowell, Lyman, Peabody, Pickering, Tufts, and
Wigglesworth: “almost a roll call of the [New England] Brahmin aristocracy.”[63]
The key innovation in Comstock‟s bill were passages that banned the import and
distribution through the mail of:
Every obscene, lewd, or lascivious, and every filthy book, pamphlet, picture, paper,
letter, writing, print or other publications of an indecent character, and every article
or thing designed, adapted, or intended for preventing conception or producing
abortion, or for any indecent or immoral use; and every article, instrument,
substance, drug, medicine, or thing which is advertised or described in a manner
calculated to lead another to use or apply it for preventing conception or producing
abortion, or for any indecent or immoral purpose. [Emphasis added.]
D.M. Bennett, twice jailed by Comstock for publishing obscene works, complained
in 1878 that passage of the federal Comstock law took place in the closing hours of
the Congressional session, “when the House was in the wildest state of confusion,
[when] numbers of the members were under the influence of ardent spirits, [and
when] some two hundred and sixty acts were hurried through without inquiry or
consideration.” The state Comstock laws, he continued, had passed “by a similar
style of tactics,” with little debate and considerable backroom political
maneuvering.[83] All of this was, in a way, true. Yet the fact remains that attempts
to repeal “the Comstocks,” or even amend them in a meaningful way, repeatedly
failed. On his death in 1915, Comstock‟s legal empire was intact. Indeed, a
significant weakening of the anti-contraceptive clauses came only in the 1930‟s,
and then only through court decisions. How can this durability be explained?

In 1911, former Harvard President Charles William Eliot declared Boston‟s Watch
and Ward Society to be a “thoroughly scientific charity.”

Of equal importance, perhaps, Comstock faced no important opposition. His most


vociferous foes tended to be in the small “free love” movement, a campaign
essentially seeking the abolition of marriage laws. Such repeal, advocates held,
would promote the “nobility of sexual love, individual health, social purity, and
harmony.”[93] Early on, Comstock tangled with Victoria Woodhull and Tennessee
Claflin, bringing an indictment against their Weekly newspaper for publishing the
details of an adultery charge leveled against the sainted preacher Henry Ward
Beecher. The sisters denounced Comstock as “this illiterate puppy,” relabeled the
YMCA the “Young Mules‟ Concubine Association,” and stated that “the new order
of Protestant Jesuits, called the Y.M.C.A., is dubbed with the well-merited title of
the American Inquisition.” The two eventually left for England (where they did
make good marriages!). Comstock also suppressed Ezra Heywood‟s 1876
volume, Cupid’s Yoke, essentially a manifesto for “free love.”

www.juliosevero.com
47

The reformer also knew how to accumulate power and to use it toward his ends.
As special agent for the U.S. Post Office, Comstock refused for thirty-three years to
take his appropriated salary. “Give me the Authority that such an office confers,”
he confided in his diary, “and the Salary and honors may go to the Winds.” His
paycheck actually came from the New York Society for the Suppression of Vice,
giving him a certain independence in his public actions. As postal inspector, he
held a document requiring all mail-carrying American railroads to give him free
passage on demand. During his first ten months in office alone, he traveled 23,000
miles. Comstock had the power to “make searches for mailable matters
transported in violation of law,” to “open pouches and sacks to examine the mail
therein,” and to “seize all letters and bags, packets or parcels, containing letters
which are being carried contrary to law.”[98]
Now, gentlemen, this case is not entitled “Anthony Comstock against D.M.
Bennett”; this case is not entitled “The Society for the Suppression of Vice against
D.M. Bennett”.... It is the United States against D.M. Bennett, and the United
States is one great society for the suppression of vice.[104]
The sexual morality of Evangelical Protestantism, including its opposition to birth
control, had triumphed.
Yet in early 1915, President Woodrow Wilson named Comstock to lead the
American Delegation to the International Purity Conference, held that year in San
Francisco[!]. As historian Paul Boyer concedes, of the 4,000 delegates present
“there were probably not two persons who did not unreservedly share his point of
view.”[106]

So, too, regarding abortion. Despite Marvin Olasky‟s fairly dismissive treatment of
Comstock, the record shows that between 1873 and 1877, this reformer “probably
prosecuted more abortionists...than any other person in the United States.” After
his five years of aggressive action, “abortion-related advertising declined
precipitously throughout the nation.” Indeed, historian James Mohr concludes that
because of Comstock‟s work, “[a]bortion‟s period of commercial visibility, which
had lasted since the 1840‟s, was over.”[110] Another historian of the abortion
issue, Leslie Reagan, concludes that abortion was off the agenda of organized
religion until the late 1950‟s simply because, “for nearly a century, abortion was a
crime and no social movement suggested otherwise.”[111] Again, for Comstock,
this was a large achievement.

By 1877, he had ended the corrupt black market lottery, or numbers game, in New
York City.[115] In an era with little consumer protection, Comstock‟s successful
campaign against medical quacks and the purveyors of patent medicines even
drew the praise of his most vociferous opponents. Indeed, virtually all of the
“contraceptives” and “abortifacients” on the open market in 1872 were, at best,
ineffective; at worst, poisons. Comstock insisted that “such a mighty medium,

www.juliosevero.com
48

power, and agency” as the newspapers “ought not to become the tool of the villain,
the vampire, nor the ghoul, to rob the simple-minded, honest laborer; or oppress,
curse, and destroy the sick and afflicted.”[116] More than anyone else of his
generation, he put teeth into such words.[117]

Anthony Comstock: o
primeiro ativista pró-
vida da história
moderna
Pioneiro na luta contra o aborto e em iniciativas para pressionar
o Congresso e os políticos a proteger as famílias e suas crianças e
adolescentes
Julio Severo

Apresentar filmes e materiais pornográficos para crianças e adolescentes sob a


capa de “educação sexual”, mostrando cenas e posições explícitas de sexo,
inclusive homossexual. Expor crianças e adolescentes a métodos chamados de
“planejamento familiar”, inclusive aborto, para impedir a gravidez como se a
gravidez fosse uma doença sexualmente transmissível. Esse, infelizmente, é o
padrão de violência criminosa que predomina nas escolas e na sociedade quando
os pervertidos não são impedidos de mudar as leis e a cultura.

www.juliosevero.com
49

A vasta maioria dos esforços para expor crianças e adolescentes à educação


sexual pornográfica e informações e “serviços” de aborto e contracepção é
resultado das campanhas da Federação Internacional de Planejamento Familiar,
fundada na década de 1950 por Margaret Sanger. Foi um imperialismo cultural e
pornográfico que venceu primeiramente as barreiras legais nos EUA e depois se
expandiu como vírus para o resto do mundo.

Hoje a Federação Internacional de Planejamento Familiar é a maior promotora


mundial de contracepção, aborto e educação sexual pornográfica nas escolas.

De acordo com Sanger, o controle da natalidade

Destruiria o Cristianismo.

Exterminaria a raça negra.

Purificaria a raça branca.

Promoveria o aborto como direito humano das mulheres.

A violência sexual oficialmente travestida de educação para crianças e


adolescentes hoje é algo criminoso, e é assim que Anthony Comstock a encarava.
Desde o final da década de 1860, seu alvo de ação era o combate às
propagandas de pornografia, aborto e controle da natalidade. Nascido em 1844
em Connecticut numa cidade chamada Nova Canaã, desde menino ele adorava
ler a Bíblia e era um evangélico que não praticava o Cristianismo apenas dentro
da igreja. Ele se tornou um obreiro ativo na Associação Cristã de Moços (ACM) de
Nova Iorque. A ACM era uma organização evangélica muito conhecida, onde até
mesmo o famoso pregador D.L. Moody era membro ativo.

Nessa época, a ACM fundou a Sociedade para a Eliminação dos Vícios para
avançar o trabalho de Comstock, onde ele atuou como secretário até sua morte.

Ele lutava contra os vícios sociais fazendo pressão sobre os legisladores. Ele
viajava para Washington DC e convencia os congressistas da necessidade de leis
para proteger as famílias e suas crianças e adolescentes contra a pornografia.
Tais iniciativas pioneiras foram as primeiras demonstrações de lobby pró-família,
ou campanhas para pressionar e influenciar os legisladores a priorizarem o bem-
estar das famílias.

Suas pressões sobre o Congresso foram vitoriosas e levaram em 1873 ao


estabelecimento de uma forte lei federal proibindo o transporte de produtos
obscenos, imorais ou lascivos no correio. A lei, que estabelecia até 10 anos de
cadeia para os infratores, acabou ficando conhecida como Lei Comstock.

Para implementar a lei, Comstock foi oficialmente nomeado como Agente Especial
do Departamento dos Correios dos EUA, com amplos poderes do governo para

www.juliosevero.com
50

deter a pornografia. De 1873 a 1915, ele conduziu batidas policiais espetaculares


em publicadores e vendedores de literatura obscena.

Num só ano, mais de 6 toneladas de chapas fotográficas pornográficas, mais de


60 toneladas de livros pornográficos, 200.000 fotografias e imagens, 31.500 caixas
de pílulas e poções e 60.300 artigos obscenos foram destruídos. Esse resultado
não veio ao acaso: Comstock levava sua carreira e responsabilidades muito a
sério.

A Lei Comstock ainda está em vigor nas leis federais americanas que proíbem a
obscenidade, e hoje é usada principalmente para combater vigorosamente a
pornografia infantil na internet e impressa. Assim, toda a repressão moderna à
exploração pornográfica das crianças está montada nos esforços pioneiros de um
evangélico atuante. Mas depois da morte de Comstock em 1915, sua lei começou
a ceder aos ataques sistemáticos de Sanger, pois não havia ninguém que
pudesse ou quisesse ocupar o lugar de Comstock.

Mesmo assim, o Rev. Billy Sunday (1862-1935), provavelmente o maior pregador


de multidões antes de Billy Graham, condenava a venda de bebidas alcoólicas, a
pornografia, o controle da natalidade e outros males sociais. De orientação
presbiteriana, ele denunciou Sanger e sua ideologia até seus últimos dias. Entre
os católicos, as denúncias vieram do Pe. John Ryan, na década de 1930. Não
muito diferente de Sunday, Comstock via as bebidas alcoólicas como nocivas. Por
coincidência, Sanger morreu alcoólatra em 1966.

Anthony Comstock realizou grandes proezas legais de proteção às famílias e


enfrentou, em sua própria geração, muitos ativistas do aborto e da pornografia.
Mas durante sua existência, quem prevaleceu foi ele.

No começo de 1915, Woodrow Wilson, o presidente dos EUA, nomeou Comstock


para liderar a delegação americana na Conferência Internacional da Pureza,
realizada naquele ano na cidade de São Francisco. Conforme admite o historiador
Paul Boyer, dos 4.000 delegados presentes, “provavelmente todos tinham a
mesma posição dele”. Após esse evento que coroou internacionalmente todo o
seu trabalho, ele partiu deste mundo.

Comstock foi vitorioso. Entre 1873 e 1877, ele “provavelmente levou a julgamento
mais aborteiros… do que qualquer outra pessoa na história dos Estados Unidos”.
Depois de seus primeiros cinco anos de ações agressivas, “os anúncios
comerciais de aborto diminuíram de forma radical em todas as partes dos EUA”.
Aliás, o historiador James Mohr conclui que por causa do trabalho de Comstock,
“o período de visibilidade comercial do aborto, que havia durado desde a década
de 1840, estava acabado”. (Carlson)

Outra historiadora da questão do aborto, Leslie Reagan, conclui que o aborto ficou
totalmente fora da pauta das igrejas americanas até o final da década de 1950
simplesmente porque “durante aproximadamente um século inteiro o aborto era

www.juliosevero.com
51

crime e nenhum movimento social sugeria o contrário”. Essa foi uma das grandes
realizações de Comstock. (Carlson)

Como é que durante quase 100 anos a Lei Comstock fez prevalecer a moralidade
acima da imoralidade? Como é que um homem sozinho consegue num período
longo de quarenta anos amedrontar e derrotar uma multidão de milionários Golias
pornógrafos, espíritas, abortistas e imorais? A vida de Comstock prova que quem
está no Senhor faz proezas.

No Brasil, Comstock é desconhecido. Mas em 2005, a revista Superinteressante,


que durante muitos anos era publicada pela mesma editora responsável pela
revista Playboy no Brasil, classificou Comstock como o “mais temível censor da
história dos EUA”, ainda usando como referência o pornógrafo anticristão D. M.
Bennett. Do ponto de vista dos pornógrafos, Comstock era na verdade um terror e
o fundador da Playboy foi provavelmente o maior defensor da liberdade de
expressão. Mas do ponto de vista das famílias e suas crianças, os esforços de
Comstock representavam proteção e justiça.

Enquanto Comstock lutava contra a pornografia, o aborto e a contracepção, as


igrejas evangélicas estavam florescendo com reavivamentos genuínos. Durante a
imbatível era de Comstock, D.L. Moody foi usado por Deus em grandes
reavivamentos, Billy Sunday iniciou seu ministério que alcançou os EUA de ponta
a ponta e o movimento pentecostal nasceu para mudar a história do evangelismo
mundial.

A era de Comstock, que foi marcada pelos maiores reavivamentos pentecostais já


vistos, foi uma era em que os EUA eram uma nação indiscutivelmente e
predominantemente evangélica.

De acordo com a Enciclopédia Britânica de 1911, o cenário religioso dos EUA em


1890 era: 68% eram protestantes e 30% eram católicos. Mas desde que a
contracepção e o aborto foram totalmente legalizados — a contracepção no final
da década de 1960 e o aborto em 1973 —, o cenário mudou. De 1972 a 1993, os
protestantes constituíam 63% da população dos EUA. Em 2002, eles eram 52% e
pela primeira vez desde a fundação dos EUA, agora os protestantes são minoria.
O sonho de Sanger se tornou realidade: o controle da natalidade está destruindo o
Cristianismo nos EUA.

Hoje, com o domínio da pornografia, aborto e contracepção na sociedade


americana, os EUA perderam sua outrora predominância evangélica.

Os EUA e o mundo precisam de avivamento. E o genuíno avivamento anda junto


com a justiça social, como bem atestam as muitas conquistas sociais de
Comstock.

Este artigo é apenas um resumo do e-book “Anthony Comstock: o primeiro campeão pró-
família da história moderna”, escrito por Julio Severo. Para ler o e-book completo, siga

www.juliosevero.com
52

este link: http://www.scribd.com/doc/31144287/Anthony-Comstock-o-primeiro-campeao-


pro-familia-da-historia-moderna

Versão em inglês deste artigo: Anthony Comstock: the first pro-life


activist in the modern history

Fonte: www.juliosevero.com

www.juliosevero.com

Você também pode gostar