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 Todo o material hospitalar deve se sempre

lavado, antes da esterilização, deve-se


desinfectar deixando-o secar invertido.
 Todo o material utilizado deve ser lavado antes
de desinfectar.
 Nunca se deve juntar água ao hipoclorito de
sódio 190.
 Sempre que se desinfetar todo o material com

hipoclorito de sódio, deve-se passar todas as


superfícies com água limpa.
 Todo o material clinico é realizado por fricção

com auxílio das escovas e detergentes


(enzimático), onde é fundamental, o
equipamento e proteção individual.
 É um pré-requisito, na descontaminação do
equipamento, facilita a acção de agente
desinfectante ou esterilização na eliminação dos
microrganismos.
 Torna segura o manuseamento de materiais
clínicos e equipamentos.
 Consiste um processo de remoção de sujidade
por meios químicos, mecânicos e térmicos,
efectuado nas instalações num determinado
período de tempo.
 Meio mecânico pelo acto de esfregar manualmente ou pela pressão de uma
maquina de lavar.
 O meio térmico, acção do calor reduz a viscosidade da gordura tornando
fácil de remover.
 A temperatura alta aplicada em tempo suficiente também poderá ter uma
acção desinfectante e esterilizante.
 Nunca devemos pegar nos materiais e equipamentos sem ter-mos a nossa
protecção por exemplo:
 Luvas;
 Fardas;
 Mascaras;
 Calçado;
 Avental; entre outros
 O tipo de produtos são: detergente; desinfectantes; anti-sépticos.
 O pessoal destacado para a descontaminação dos materiais deve ter
formação nessa área e deve ser-lhe facultado o equipamento de protecção
necessária, de acordo com o tipo de procedimento. (ver norma nº2 da CCI
«precações básicas».
 Classificações das áreas das unidades em punção do risco de infecção.
 O risco de infecção das diferentes áreas das unidades de saúde, está
relacionado com facilidade da actividade dos cuidados de saúde, prestadas e
com tendência para contrair doenças, com os doentes que lhe confere um
caracter único e distinto. Cada área das unidades de saúde devera ser
identificada como a área crítica, semi crítica ou não critica.
 São aquelas em que existe um maior risco de transmissão de inspecção, por
serem locais onde se realizam procedimentos de risco e onde se poderão
encontrar utentes com o seu sistema imunitário deprimido.
 Exemplo:
 Salas de pequena cirurgia;
 Salas de estomatologia/ higiene oral;
 Salas de tratamento de feridas; entre outras.
 São aquelas em que a propriedade intrínseca de algo ou alguém dos
procedimentos do risco reduzido, excluindo as que estão incorporados nas
áreas críticas.
 Exemplo:
 Laboratórios;
 Serviços de esterilização…
 São todas aquelas que são utilizadas por utentes e onde se realizam
procedimentos de risco reduzido, excluindo as que estão incorporados nas
áreas críticas.
 Exemplo:
 Salas de administração de aerossóis;
 Salas de vacinação;
 Salas de saúde materna e planeamento familiar;
 Outros gabinetes de consulta;
 Instalações sanitárias…
 São aquelas onde se armazena resíduos hospitalares com risco biológico.
 Exemplo:
 Zona de armazenamento de resíduos hospitalares dos grupos III e IV….
 Correspondem, aquelas onde não se realizam procedimentos de risco.
 Exemplo:
 Salas de serviços administrativos e similares;
 Salas de espera;
 Escadas internas de emergências;
 Entradas exteriores dos serviços;
 Elevadores….
 A lavagem pode ser manual ou mecânica.
 Deve dar-se preferência a lavagem mecânica sempre que possível, porque
além de ser um método que permite a monitorização e validação alto nível é
atingida aos 5minutos de contacto.
 Após a desinfecção, o material deve ser abundantemente enxaguado com
água estéril ou filtrada, ou com água comum desde que possa ser submetido
a uma passagem com álcool a 70º no final da secagem.
 Nos doentes submetidos frequentemente a exames endoscópico
(cistoscopias no caso do cancro da bexiga), com instrumentos desinfectados
manualmente com ortto-ftalaldeido, deve ponderar-se a utilização de outro
desinfectante de alto nível ou outro método de descontaminação (
esterilização). Dado o risco de anafilaxia por contacto frequente do doente
com resíduos do desinfectante por deficiente enxaguamento.
 Destrói todas as bactérias vegetativas, mas não necessariamente todos os
vírus ou esporos.
 A desinfecção térmica de nível intermédio pode ser atingida através da
utilização de máquinas de lavar /desinfectar, com temperaturas que variam
em 90%, durante 1 segundo ou 65º durante 10 minutos.
 A desinfecção química pode ser conseguida através de máquinas (máquinas
de lavar/ desinfectar), em que muitas vezes é associada a desinfecção
térmica, e manualmente com a utilização de desinfectantes de nível
intermédio que estão disponíveis para utilização são:
 Álcool etílico a 70º( imersão do material, no seu saco durante 10 minutos);
 Na DCC na concentração de 1000ppm( imersão do material durante 10
minutos);
 O cloro é corrosivo para a maioria dos metais e plásticos e para as
borrachas, dependendo da concentração e tempo do contacto.
 O álcool causa secagem de alguns plásticos, borracha e também de
materiais de silicone.
 Destrói a maior parte das bactérias patogénicos e alguns vírus.
 A desinfecção de baixo nível pode ser conseguida através da utilização de
desinfectantes químicos.
 Álcool etílico ou isopropílico( 70 a 90º, aplicação na superfície limpa e seca
com toalhete embebido, deixando secar naturalmente).
 Na DCC 100 a 150ppm (aplicação na superfície limpa e seca com toalhete
ou pano embebido na solução e deixar secar, em superfície delicadas, no
final da secagem enxaguar com água limpa).
 Amónio quaternário em toalhetes ou em pulverizador (Âmios), é um
desinfectante com acção detergente associada, pela superfície não tem que
ser previamente lavada, limpa/ desinfectar a superfície com o toalhete
impregnado e deixar secar sem forçar a secagem, ou pulverizar a superfície
com o desinfectante, espalhar com um toalhete e deixar secar.
 Reduz em 90 a 99%, os microrganismos existentes nos materiais e
superfícies, dependendo do nível de desinfecção (baixo, intermédio e alto
nível).
 A desinfecção do material pode ser de dois tipos:
 Química- desinfecção (métodos manuais ou mecânicos);
 Física- aumento de temperatura (geralmente através de máquinas de
lavar/desinfectar).
 A eficácia da desinfecção depende do desinfectante utilizado, da sua
concentração e do tempo de contacto com o material.
 Existem três níveis de desinfecção de acordo com o nível de risco do
material e com a contaminação.
 Alto nível, médio nível e baixo nível.
 Destrói todas as bactérias vegetativas, todos os vírus, mas não
necessariamente todos os esporos.
 A desinfecção térmica de alto nível pode ser atingida através da utilização
de máquinas de lavar, desinfectar, com temperatura de 75º durante 30
minutos ou 90º durante 10 minutos.
 A desinfecção química pode ser conseguida através das máquinas(
endoscópios) ou manualmente com a utilização de desinfectantes de alto
nível.
 A desinfecção de menos riscos para o pessoal.
 Além disso á maioria das maquinas tem a capacidade de associar a lavagem,
a desinfecção térmica ou química.
 As tinas ultra sónica, devem ser utilizadas para lavar materiais complexos e
de difícil lavagem( ex: alguns ferros cirúrgicos de ortopedia, estomalogia).
 Sempre que o material seja processado manualmente deve ter-se em atenção
a protecção do operador com os equipamentos de protecção adequados
(luvas grossas, máscaras e protecção ocular, batas ou aventais).
 Quando for necessário escovar o material, este deve estar mergulhado afim
de evitar salpicos e formação de aerossóis.
 Os produtos que estão destinados á lavagem de doentes ou das mão dos
profissionais, não são adequados para lavar material.
 Os produtos a utilizar devem ser sempre os indicados para o tipo de
lavagem (manual ou mecânica), o tipo de material a lavar, o grau e tipo de
contaminação presente.

 Pode utilizar-se:
 Detergentes desincrustante ex: (TFD4) pensos cirúrgicos, tubos de
aspiração;
 Detergente enzimático ex: (amiozyme DLT) materiais de fibra óptica, ferros
cirúrgicos com canais ou muito complexos, materiais sensíveis;
 Detergente de uso comum, lavagem de superfícies (chão, parede, bancadas,
mobiliário, etc..);
 Detergente/desinfectante (ex: amios) para superfícies em que se queira
associar a desinfecção á limpeza.
 Nunca misturar produtos, nomeadamente desinfectantes e detergentes, sob
pena de provocar reacções químicas tóxicas e/ou de anular o efeito do
desinfectante.
 Destruição dos microrganismos existentes nos materiais, incluindo os
esporos bacterianos.
 O material que vai ser esterilizado tem de ser previamente lavado e seco e
nunca desinfectado por métodos químicos (apenas pode sofrer a
desinfecção térmica associada a lavagem em máquina).
 Físicos- calor húmido (134º durante 3 a 5 minutos);
 Químicos-plasma de peroxido de hidrogénio (método stemac);
 Glutaraldeido (por imersão do material durante 8 a 10 horas);
 Se o material for Termo sensível deve optar-se pela esterilização a baixa
temperatura com plasma de peróxido de hidrogénio.
 A utilização de desinfectantes/esterilizantes químicos como o glutaraldeído
deve ser evitada, dada a sua toxicidade, impossibilidade de monitorização e
a dificuldade da manutenção da esterilidade até á sua utilização.
 arrastadeiras;
 Ambu;
 Bacias higiene;
 Banheiras;
 Balança de bebe…
 Desinfecção térmica (de alto nível), em máquina de lavar/desinfectar;
 Lavagem com água quente e detergente, desinfecção com toalhetes
embebido em amónio quarternário ou na DCC150 ppm, enxaguar;
 Lavar e desinfectar com toalhetes embebido em amónio
quarternário(amios).
 Apenas como ultimo recurso, lavagem manual e desinfecção da superfície
exterior com na DCC 2500ppm;
 Desmontar lavagem manual, água e detergente, esterilizar a vapor ou
plasma;
 Lavagem manual com água quente e detergente, secagem e desinfecção com
álcool a 70º;
 Lavagem com agua quente e detergente, secagem e desinfecção com
toalhetes embebido em álcool á 70º.
 Se não houver sujidade visível, passar com toalhete embebido em álcool á
70º.
 Individualizar sempre que possível.
 Nos casos de diarreia usar sacos de arrastadeira.
 Deve ser individualizado.
 Individualizar sempre que possível.
 Usar protecção entre crianças.
 Limpeza dos pavimentos;
 Repor o material, sem orientação é uma tarefa nossa, como por exemplo:
 Papel higiénico;
 Papel das mãos;
 Liquido das mãos;
 Mudar os sacos do lixo, etc…
 A tarefa sobre a supervisão directa:
 Auxilio na realização de mudar o penso a um doente;
 Dar a medicação, como também o processamento deve ser sempre
acompanhado por um enfermeiro.
 Trabalho realizado por:
 Isabel
 Sónia
 Carla