DOENÇAS DOS CITRUS

Principais espécies de Citrus (Tanaka, 1954 e 1957)
Espécie aurantifolia latifolia limettioides * medica limon limonia * jambhiri * grandis paradisi aurantium* sinensis* unshiu reticulata deliciosa reshni* sunki* volkameriana* Nome Comum Limão galego Limão Taiti Lima da Pérsia Cidra Limão verdadeiro Limão cravo Limão rugoso Toranja Pomelo Laranja azeda Laranja doce Tangerina Satsuma Tangerina Ponkã, Tangerina Cravo Mexerica do rio Tangerina Cleópatra Tangerina Sunki Limão volkameriano

* Porta enxertos

DOENÇAS CAUSADAS POR DOENÇAS CAUSADAS POR BACTÉRIAS BACTÉRIAS

1

CANCRO CÍTRICO CANCRO CÍTRICO
1827 E 1831 ÍNDIA. ..1827 E 1831 ::ÍNDIA. Origem: Continente Asiático → Ilhas do Oceano Pacífico, .. Origem: Continente Asiático → Ilhas do Oceano Pacífico, Japão, África do Sul, Austrália e Américas Japão, África do Sul, Austrália e Américas EUA → 1910 e hoje convive com a doença ..EUA → 1910 e hoje convive com a doença Extremo Oriente êndemico ..Extremo Oriente ::êndemico Argentina Paraguai e Uruguai: convivem com a doença ..Argentina ,,Paraguai e Uruguai: convivem com a doença

Brasil: 1957 – Presidente Prudente/SP ..Brasil: 1957 – Presidente Prudente/SP

SINTOMAS – Cancro Cítrico SINTOMAS – Cancro Cítrico
FOLHAS:. lesões salientes e corticosas, visíveis e FOLHAS:. lesões salientes e corticosas, visíveis e correspondentes nas duas superfícies correspondentes nas duas superfícies halo claro amarelado circundando as lesões ..halo claro amarelado circundando as lesões não deformam os tecidos ..não deformam os tecidos mais suscetível à infecção entre 7 a 14 dias após o .. mais suscetível à infecção entre 7 a 14 dias após o início do desenvolvimento início do desenvolvimento

Folha com pequenas lesões salientes, Folha com pequenas lesões salientes, sintomas iniciais do cancro cítrico sintomas iniciais do cancro cítrico

Folha com pequenas lesões salientes, Folha com pequenas lesões salientes, sintomas iniciais do cancro cítrico sintomas iniciais do cancro cítrico

Detalhe das lesões corticosas Detalhe das lesões corticosas nas duas faces das folhas nas duas faces das folhas

2

SINTOMAS – Cancro Cítrico SINTOMAS – Cancro Cítrico
FRUTOS:. lesões salientes, corticosas, cor creme ou parda, FRUTOS:. lesões salientes, corticosas, cor creme ou parda, com aspecto de uma cratera com aspecto de uma cratera pode ocorrer coalescimento de lesões ..pode ocorrer coalescimento de lesões halo amarelado circundando as lesões nos frutos .. halo amarelado circundando as lesões nos frutos verdes verdes queda prematura de frutos ..queda prematura de frutos suscetíveis até 90 dias após a queda das pétalas ..suscetíveis até 90 dias após a queda das pétalas RAMOS:. lesões salientes, corticosas e cor de palha RAMOS:. lesões salientes, corticosas e cor de palha

Lesões causadas pelo Lesões causadas pelo cancro cítrico em frutos cancro cítrico em frutos

Detalhe das lesões: Detalhe das lesões: manchas marrons salientes manchas marrons salientes

Lesões vão se aglutinando podem Lesões vão se aglutinando eepodem causar o rompimento da casca causar o rompimento da casca

Sintomas do cancro Sintomas do cancro cítrico em ramos cítrico em ramos

Detalhe das lesões salientes Detalhe das lesões salientes ee de cor parda em ramos de cor parda em ramos

Detalhe das lesões Detalhe das lesões (crostas) em ramos (crostas) em ramos

3

. Paraguai e Uruguai afeta menos hospedeiros que a cancrose A ... Cancro cítrico B ou cancrose B 2. Cancro cítrico asiático ou cancrose A estirpe A de Xanthomonas axonopodis pv. de Citrus e afins . África. híbridos e cv. de Citrus e afins Tipo mais importante . Cancro cítrico asiático ou cancrose A 1..2 estirpes: 1. Originária da Ásia: Xac-A* . Oceania e Américas afeta grande no. citri .Ocorrência: Ásia..estirpe A de Xanthomonas axonopodis pv. Paraguai e Uruguai .ocorrência: Argentina. híbridos e cv.afeta grande no...Tipo mais importante 2 estirpes: 1. Cancro cítrico B ou cancrose B estirpe B de X. Originária dos EUA: Xac-Aw 2.ETIOLOGIA – Quatro tipos de ETIOLOGIA – Quatro tipos de Cancro Cítrico Cancro Cítrico 1. axonopodis pv.de esp.. axonopodis pv. Originária dos EUA: Xac-Aw ETIOLOGIA – Quatro tipos de ETIOLOGIA – Quatro tipos de Cancro Cítrico Cancro Cítrico 2. aurantifolii .estirpe B de X..Afeta lima ácida”Galego” e limões verdadeiros 4 . Oceania e Américas .. citri Ocorrência: Ásia. África. aurantifolii ocorrência: Argentina. Originária da Ásia: Xac-A* 2.de esp.afeta menos hospedeiros que a cancrose A Afeta lima ácida”Galego” e limões verdadeiros ..

ocorrência: algumas regiões do estado de São Paulo afeta lima ácida “Galego” . aurantifolii ocorrência: algumas regiões do estado de São Paulo . Mancha bacteriana dos citros X. Cancro cítrico asiático ou cancrose A . Mancha bacteriana dos citros . Cancrose do limoeiro Galego ou cancrose C . axonopodis pv.. axonopodis pv. Cancrose do limoeiro Galego ou cancrose C estirpe C de X.afeta os porta-enxertos de citrumelos “Swingle” e citrange “Carrizo” citrange “Carrizo” ETIOLOGIA – Quatro tipos de Cancro Cítrico 1. citrumelo ocorrência: Florida. axonopodis pv. Cancro cítrico B ou cancrose B . axonopodis pv. aurantifolii 4.. citri 2.. EUA . axonopodis pv.afeta lima ácida “Galego” ETIOLOGIA – Quatro tipos de ETIOLOGIA – Quatro tipos de Cancro Cítrico Cancro Cítrico 4. citrumelo . Mancha bacteriana dos citros 4.estirpe C de X. estirpe B de X.X. aurantifolii . axonopodis pv. EUA afeta os porta-enxertos de citrumelos “Swingle” e . axonopodis pv.ocorrência: Florida. estirpe C de X..ETIOLOGIA – Quatro tipos de ETIOLOGIA – Quatro tipos de Cancro Cítrico Cancro Cítrico 3. X. estirpe A de Xanthomonas axonopodis pv.. aurantifolii 3. Cancrose do limoeiro Galego ou cancrose C 3.. citrumelo 5 .

Ferimentos 6 ..Mudas contaminadas PENETRAÇÃO – Cancro Cítrico PENETRAÇÃO – Cancro Cítrico Penetração: estômatos e aberturas naturais .Penetração: estômatos e aberturas naturais Penetração via aberturas naturais: somente em tecidos jovens . veículos.SOBREVIVÊNCIA – Cancro Cítrico SOBREVIVÊNCIA – Cancro Cítrico Tecidos desidratados – vários anos ...Frutos são suscetíveis até 90 dias desde a queda das pétalas Folhas e ramos: até 6 semanas após o início do desenvolvimento . máquinas e implementos.Vento e chuvas – curta distância Mudas contaminadas . plantas daninhas e restos de culturas plantas daninhas e restos de culturas DISSEMINAÇÃO – Cancro Cítrico DISSEMINAÇÃO – Cancro Cítrico Homem – materiais de colheita. máquinas e implementos. ou mesmo por meio do transporte de ou mesmo por meio do transporte de folhas.. Não sobrevive por longos períodos no solo (3 meses). ..Folhas e ramos: até 6 semanas após o início do desenvolvimento Ferimentos .. ramos e frutos folhas.. ramos e frutos Vento e chuvas – curta distância . em veículos.. Homem – materiais de colheita. em .Penetração via aberturas naturais: somente em tecidos jovens Frutos são suscetíveis até 90 dias desde a queda das pétalas .. Tecidos desidratados – vários anos Não sobrevive por longos períodos no solo (3 meses)..

vizinhas ou não também entre plantas. Em mais duas semanas.000 de bactérias que.000. formam-se 1. Depende: variedade/espécie cítrica. entre outros fatores de medidas de prevenção da doença..000 de bactérias e já serão cerca de 100 lesões com 100. idade e condição do pomar. .. assim por diante. vizinhas ou não Depende: variedade/espécie cítrica. 10 lesões com 10.000 de bactérias. podem formar 10 lesões com 10. após a disseminação.000. formam-se semanas depois da primeira lesão ter surgido. Minador no Brasil (1996) – mudança da disseminação da doença e a metodologia de erradicação passou a não ser mais doença e a metodologia de erradicação passou a não ser mais eficaz no controle da doença eficaz no controle da doença Como o cancro cítrico se espalha no pomar Como o cancro cítrico se espalha no pomar A bactéria se espalha rapidamente no pomar: em uma a duas A bactéria se espalha rapidamente no pomar: em uma a duas semanas depois da primeira lesão ter surgido. entre outros fatores Minador no Brasil (1996) – mudança da disseminação da . Em mais duas semanas. trânsito de pessoas.000 de bactérias e assim por diante.. frutos e ramos de uma mesma planta doente e . já serão cerca de 100 lesões com 100. após a disseminação. da adoção ocorrência de chuvas com ventos.000 de bactérias.000.000.000. idade e condição do pomar. frutos e ramos de uma mesma planta doente e também entre plantas. podem formar 1. Entre folhas. ocorrência de chuvas com ventos.Distribuição do Cancro Cítrico Distribuição do Cancro Cítrico no Pomar: como ocorre? no Pomar: como ocorre? Entre folhas. 7 . trânsito de pessoas. da adoção de medidas de prevenção da doença.000.000 de bactérias que.

CONTROLE – Cancro Cítrico CONTROLE – Cancro Cítrico a Medidas de prevenção a)) Medidas de prevenção Evitar a instalação de pomares em locais onde as condições são . usar equipes e materiais próprios 8 . Evitar a instalação de pomares em locais onde as condições são favoráveis à doença favoráveis à doença Plantar cultivares resistentes ou moderadamente resistentes . máquinas e implementos no pomar Na colheita.. Construir silos na entrada das propriedades para o armazenamento de frutos armazenamento de frutos O uso de quebra-ventos pode dificultar O uso de quebra-ventos pode dificultar entrada ou disseminação do cancro aaentrada ou disseminação do cancro Mudas certificadas Mudas certificadas produzidas sob viveiro telado produzidas sob viveiro telado Uso de cerca-viva para evitar Uso de cerca-viva para evitar entrada de intrusos no pomar aaentrada de intrusos no pomar CONTROLE – Cancro Cítrico CONTROLE – Cancro Cítrico c) Medidas de prevenção c) Medidas de prevenção Pulverizar preventivamente com produtos cúpricos .Na colheita. . máquinas e implementos no pomar veículos.Plantar cultivares resistentes ou moderadamente resistentes Construir silos na entrada das propriedades para o ..Pulverizar preventivamente com produtos cúpricos Restringir o acesso e fiscalizar a circulação de pessoas... veículos. Restringir o acesso e fiscalizar a circulação de pessoas. usar equipes e materiais próprios ...

Erradicação do Cancro cítrico é lei . que devem ser queimados que devem ser queimados Controle do minador dos Controle do minador dos citros citros CONTROLE – Cancro Cítrico Erradicação . Limpeza de restos de colheita. Única maneira de eliminar o Cancro cítrico .Uso de arco rodolúvio na Uso de arco rodolúvio na entrada da propriedade entrada da propriedade Inspeções de rotina Inspeções de rotina Uso de bins para evitar o Uso de bins para evitar o trânsito de caminhões no pomar trânsito de caminhões no pomar Desinfestação de material de colheita Desinfestação de material de colheita com solução de amônia quaternária com solução de amônia quaternária (1L/100L de água) (1L/100L de água) Limpeza de restos de colheita. Válida para Estado de SP 9 .

num raio de 30 metros. todo ele deve ser erradicado. exemplo)..CONTROLE – Cancro Cítrico CONTROLE – Cancro Cítrico a) Erradicação – a partir de 1999 – nova legislação Erradicação legislação a) Erradicação – a partir de 1999 – nova legislação Detectada uma planta contaminada 3 equipes ≠ fazem . são eliminadas a(s) planta(s) foco e as que estão num raio de 30 metros.Se no talhão houver mais de 0..5% de árvores contaminadas (6 ou mais plantas em um talhão com 1000 plantas. Processo de erradicação Processo de erradicação de focos de cancro cítrico de focos de cancro cítrico Erradicação de plantas focos Erradicação de plantas focos raio de 30 metros eeraio de 30 metros Vista aérea de propriedade com áreas Vista aérea de propriedade com áreas onde foi feita erradicação onde foi feita aaerradicação 10 .5%. Detectada uma planta contaminada --3 equipes ≠ fazem inspeções consecutivas.5%.5% de árvores contaminadas . Se no talhão houver mais de 0. são eliminadas a(s) planta(s) foco e as que estão 0. inspeções inspeções consecutivas. por (6 ou mais plantas em um talhão com 1000 plantas. por exemplo). Se o número de plantas contaminadas for menor ou igual a Se o número de plantas contaminadas for menor ou igual a 0. todo ele deve ser erradicado.

são eliminadas apenas as árvores com sintomas.O produtor deve ficar atento para o surgimento de rebrotas.5% todo o talhão deve ser erradicado.Erradicação .5%. que serão queimadas no local.As rebrotas devem ser eliminadas. Erradicação • Rebrota . . comuns após o processo de erradicação.Por dois anos não podem ser replantadas plantas cítricas na área erradicada. . Se este número for maior que 0.Propriedades contaminadas ficam proibidas de comercializar sua produção até que os trabalhos de erradicação sejam concluídos. Nas reinspeções em talhões contaminados. Erradicação • Plantio e colheita . 11 . se o número de árvores doentes for menor ou igual a 0. .

Laranja Hamlim 11. Laranja Valência 7. Limão Siciliano 13. Navelina. Hamlin. Poncan 2. Tangerina Ponkan Tangerina Clementina Tangerina Tankan Laranjas doces Murcha e Moro Lima ácida Tahiti Laranja azeda Double Cálice Tangerina Dancy. Mexerica do Rio Cidra Diamante Laranjas doces Sanguínea de Mombuca. Baianinha. Laranja Pera 6. • Não comunicar a ocorrência de pragas e doenças: 501 a 1500 UFESPs. Pomelo 12 . • Desenvolver atividades que possam disseminar pragas e doenças: 1501 a 35000 UFESPs. Laranja Baianinha 12. Limão Galego 3. Vermelha e Piralima Pomelo Marsh Seedless Lima ácida Galego. Laranja Natal 8.classificação dos principais cultivares em seis classes: Reação do material Altamente resistente Resistente Cultivares Calamondin e “Kumquats” Tangerina Satsuma. Tangor Murcote 9. Limão Taiti 5.Erradicação • Secretaria da Agricultura do Estado de SP pode. através da Agência de Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo (ADAESP) aplicar multas aos produtores que dificultarem o trabalho de saneamento da citricultura. Limão Cravo 10. Seleta. Lima Verde. Limão Siciliano Lima-de-umbigo. Mexerica do Rio 4. Tângelo Orlando Moderadamente resistentes Moderadamente suscetíveis Suscetíveis Altamente Suscetíveis Variedades e espécies + resistentes – em ordem decrescente: Nenhuma variedade é imune ao cancro cítrico 1. Tangor Murcote e Laranja Natal Laranjas doces Bahia. • Plantar em áreas interditadas: 3501 a 5000 UFESPs. Valência e Pera premunizada Tangerina Cravo. RESISTÊNCIA GENÉTICA RESISTÊNCIA GENÉTICA Paraná .

forma afilada acanoada.Mais evidente: período seco do ano.CLOROSE VARIEGADA DOS CITROS CLOROSE VARIEGADA DOS CITROS (CVC) OU AMARELINHO DOS CITROS (CVC) OU AMARELINHO DOS CITROS Constatação: 1987 Triângulo Mineiro..FOLHAS MADURAS: clorose foliar variegada.Argentina --“pecosita”.tangerinas Cravo e Ponkan limões verdadeiros e lima ácida Galego ..tamanho reduzido..ÁRVORES MAIS VELHAS: sintomas localizados.Mais severa em plantas jovens. FOLHAS MADURAS: clorose foliar variegada. . afetando poucos ramos... . até 10 anos de idade SINTOMAS – CVC SINTOMAS – CVC Mais evidente: período seco do ano.1987 --Triângulo Mineiro. norte e nordeste do estado de SP estado de SP Argentina “pecosita”.tangor Murcote Mais severa em plantas jovens....ÁRVORES MAIS VELHAS: sintomas localizados.limões verdadeiros e lima ácida Galego tangor Murcote ...Constatação: . . PLANTA: início parte superior e mediana da copa. Folhas com sintomas de CVC Folhas com sintomas de CVC (pequenas manchas amareladas) (pequenas manchas amareladas) Estágio mais avançado Estágio mais avançado lesões de cor palha lesões de cor palha Desfolha dos ramos Desfolha dos ramos mais altos da planta mais altos da planta 13 .. Afeta: laranjas doces .. forma afilada eeacanoada. . . .FOLHAS JOVENS: .início --parte superior e mediana da copa. até 10 anos de idade .. Paraguai e Costa Rica..PLANTA: . afetando poucos ramos.. norte e nordeste do . . Paraguai e Costa Rica.Afeta: laranjas doces Não constatada: tangerinas Cravo e Ponkan .Não constatada: . FOLHAS JOVENS: tamanho reduzido.

..FRUTOS: . Planta com sintomas de CVC Planta com sintomas de CVC Deficiência de Zinco Deficiência de Zinco Neste caso. .SINTOMAS – CVC SINTOMAS – CVC FRUTOS: tamanho reduzido .. as manchas são Neste caso. mas folha não apresenta lesões da cor palha na parte inferior. queimadura do sol em frutos. CVC CVC Pequenas manchas amareladas espalhadas na face Pequenas manchas amareladas espalhadas na face superior da folha que correspondem lesões de superior da folha eeque correspondem aalesões de cor palha face inferior da folha..imprestáveis para o comércio e processamento ÁRVORES: crescimento paralisado ..duros imprestáveis para o comércio e processamento . 14 .permanecem improdutivas mas raramente morrem Frutos sadios ao lado de frutos de Frutos sadios ao lado de frutos de tamanho reduzido devido doença tamanho reduzido devido ààdoença Sintomas de murcha em folhas Sintomas de murcha em folhas ee queimadura do sol em frutos queimadura do sol em frutos Detalhe de murcha em folhas Detalhe de murcha em folhas ee queimadura do sol em frutos.ÁRVORES: .crescimento paralisado morte de ponteiros .morte de ponteiros permanecem improdutivas mas raramente morrem . cor palha face inferior da folha. apresenta lesões da cor palha na parte inferior. as manchas são semelhantesàs da CVC.tamanho reduzido duros . mas aafolha não semelhantes às da CVC. ..

vetores: cigarrinhas Acrogonia sp. Dilobopterus costalimai Oncometopia Bucephalogonia Plesiommata facialis xanthophis corniculata Parathona gratiosa Macugonalia leucomelas Sonesimia grossa Ferrariana trivittata Homalodisca ignorata Acrogonia virescens Fingeriana dubia 15 ..ETIOLOGIA – CVC ETIOLOGIA – CVC Xylella fastidiosa .Xylella fastidiosa Vasos do xilema obstruído por Vasos do xilema obstruído por células de Xylella fastidiosa (ME) células de Xylella fastidiosa (ME) Células de Xylella fastidiosa (ME) Células de Xylella fastidiosa (ME) CVC • • • • Transmissão da bactéria: Borbulhas infectadas Sementes infectadas Cigarrinhas: 12 espécies ETIOLOGIA – CVC ETIOLOGIA – CVC vetores: cigarrinhas ..

contra insetos. Uso de mudas sadias 1. Erradicação de plantas abaixo de 2 anos de idade . o comércio e o transporte de portaterritório do estado de SP.CONTROLE CONTROLE CVC CVC 1. foram proibidos em todo o . foram proibidos em todo o território do estado de SP. Sucesso da poda: . Árvores com sintomas severos → bactéria está distribuída pela planta: erradicação da planta 16 . o comércio e o transporte de portaenxertos e mudas cítricas produzidos em viveiros sem proteção enxertos e mudas cítricas produzidos em viveiros sem proteção contra insetos.sintomas iniciais da doença . Pomares com poucas árvores contaminadas . Controle – CVC PODA 1.. A partir de 1º de janeiro de 2003. Inspeções freqüentes no pomar visando identificar eventuais focos iniciais da doença: . Uso de mudas sadias LEGISLAÇÃO PARA PRODUÇÃO LEGISLAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE MUDAS DE CITROS DE MUDAS DE CITROS A partir de 1º de janeiro de 2003.

CONTROLE – CVC – outras medidas CONTROLE – CVC – outras medidas Manutenção do pomar com boas condições nutricionais e ..PODA • Plantas acima de seis anos. • As serras são desinfestadas com bactericida (amônia quaternária). . uma fita Poda Corte deve ser feito em uma Corte deve ser feito em uma forquilha cerca de 70 cm dos forquilha aacerca de 70 cm dos sintomas sintomas Proteção Aplicação da pasta cúprica nos Aplicação da pasta cúprica nos locais que foram serrados locais que foram serrados durante poda. a poda deve ser feita na "forquilha" do galho contaminado. sanitárias. uma fita como. Inspeção Sintoma inicial de CVC Sintoma inicial de CVC Perda de turgidez Perda de turgidez Identificação Uso de algum tipo de marca. 17 . por exemplo.Estabelecimento de quebra-ventos arbóreos. como. Estabelecimento de quebra-ventos arbóreos. Uso de algum tipo de marca.. Manutenção do pomar com boas condições nutricionais e sanitárias. com sintomas iniciais de frutos miúdos. durante aapoda. por exemplo.

. ecológico. Controle químico: manejo ecológico.métodos de amostragem da população de cigarrinhas: armadilha adesiva amarela. bem distribuídas ao longo do talhão. Armadilha adesiva amarela Armadilha adesiva amarela Armadilha com cigarrinhas Armadilha com cigarrinhas capturadas capturadas Puçá Puçá 18 . . evitando desequilíbrio ecológico.Anos secos as cigarrinhas surgem no verão. No meio do ano (seca) elas começam a sumir dos pomares.. .No meio do ano (seca) elas começam a sumir dos pomares.. evitando desequilíbrio . observação visual e rede entomológica (puçá). Monitoramento e controle de cigarrinhas 3. O número de plantas fiscalizadas para a amostragem = 1% a 2% . das árvores.. Monitoramento e controle de cigarrinhas Anos chuvosos as cigarrinhas aparecem na primavera.. Monitoramento -.CONTROLE – CVC CONTROLE – CVC 3.Anos chuvosos as cigarrinhas aparecem na primavera... bem distribuídas ao longo do talhão. Anos secos as cigarrinhas surgem no verão. entomológica (puçá).O número de plantas fiscalizadas para a amostragem = 1% a 2% das árvores. CONTROLE – CVC CONTROLE – CVC Monitoramento métodos de amostragem da população de . observação visual e rede cigarrinhas: armadilha adesiva amarela. Controle químico: manejo ecológico.

.. HUANGLONGBING (GREENING) -.HLB • Importância da doença: . A mesma recomendação vale para locais próximos a matas naturais e baixadas.Recomendações para o Controle químico da cigarrinha .HLB HUANGLONGBING (GREENING) HLB .não temos var..aumento do custo de controle 19 ..plantas infectadas são improdutivas . .Provavelmente é originário da China Provavelmente é originário da China . Recomendam-se monitoramentos e pulverizações periódicas em talhões mais velhos. . resistentes . Primeira observação no Brasil: Primeira observação no Brasil: março de 2004 março de 2004 HUANGLONGBING (GREENING) . que estão próximos a talhões novos.Doença de difícil controle Doença de difícil controle . Deve ser feito quando for constatado 10% das plantas de um talhão com cigarrinhas. Faça o controle até as plantas atingirem 6 anos.

Folhas: .Quando os sintomas são mais evidentes? Quando os sintomas são mais evidentes? --outono e início do inverno outono e início do inverno --plantas ainda apresentam frutos e a queda de folhas --plantas ainda apresentam frutos e a queda de folhas com sintomas não ocorreu com sintomas não ocorreu SINTOMAS – HLB SINTOMAS – HLB .. Ca e N nas folhas dos ramos afetados . . Engrossamento e clareamento das nervuras da folha. As folhas de ramos afetados ficam amareladas apresentam manchas.SINTOMAS – HLB SINTOMAS – HLB . Sintomas semelhantes a deficiência de Zn. Ramo – cor amarela em contraste com a coloração verde das folhas dos ramos não afetados . amarela pálida – áreas de cor verde – manchas irregulares (mosqueadas) . Sintoma inicial: setorizado na planta . Intensa desfolha dos ramos afetados – ocupando toda a copa – seca e morte de ponteiros. As folhas de ramos afetados ficam amareladas eeapresentam manchas. que ficam com aspecto corticoso. O sintoma inicial um ramo amarelo que se destaca na planta doente. 20 . O sintoma inicial ééum ramo amarelo que se destaca na planta doente.

há manchas circulares verde-claras. há manchas circulares verde-claras..Redução no tamanho dos frutos e intensa queda Redução no tamanho dos frutos e intensa queda .. África e nas Américas 21 . Trioza erytreae..Albedo – espessura maior que o normal Albedo – espessura maior que o normal .O fruto fica deformado e assimétrico O fruto fica deformado e assimétrico . na África .. Diaphorina citri.Sementes abortadas Sementes abortadas Frutos ficam assimétrico eena inserção com oopedúnculo surgem filetes alaranjados.SINTOMAS – HLB SINTOMAS – HLB Frutos Frutos . Na casca. Na casca. ETIOLOGIA – HLB ETIOLOGIA – HLB • Bactéria com crescimento limitado ao floema Candidatus Liberibacter spp.. • São relatadas duas formas de bactérias causadoras do greening: • Candidatus Liberibacter africanus. Frutos ficam assimétrico na inserção com pedúnculo surgem filetes alaranjados. Casca – pequenas manchas circulares verde-claras que Casca – pequenas manchas circulares verde-claras que contrastam com o verde normal do fruto contrastam com o verde normal do fruto .. associado à forma africana • Candidatus Liberibacter asiaticus associada à forma asiática • Transmissão: vetores.Internamente – filetes alaranjados Internamente – filetes alaranjados – diferentes graus de maturação – diferentes graus de maturação . na Ásia. psilídeos:.

Fundecitrus e INRA: Candidatus Liberibacter americanus 2.. 5o. ..) . Centro APTA Citros "Sylvio Moreira": Candidatus 2. comum nos pomares brasileiro Vetor Diaphorina citri.Transmissão: somente por adultos – toda a vida Transmissão: somente por adultos – toda a vida . 5o. características das bactérias do grupo das causadoras do doentes. ínstares ou adulto se alimenta 15 a 30 min.) (4o. falsa murta .Período de Incubação: 2 a 3 semanas Período de Incubação: 2 a 3 semanas .Vetor Diaphorina citri. Centro APTA Citros "Sylvio Moreira": Candidatus Liberibacter asiaticus Liberibacter asiaticus ESALQ: Floema de plantas doentes – bactérias sem forma definida – ESALQ: Floema de plantas doentes – bactérias sem forma definida – característica das bactérias do grupo das causadoras do greening. características das bactérias do grupo das causadoras do greening.Comum na planta ornamental Murraya paniculata.. falsa murta Comum na planta ornamental Murraya paniculata.ETIOLOGIA – HLB ETIOLOGIA – HLB Duas formas de greening nos pomares paulistas Duas formas de greening nos pomares paulistas 1. . greening.. Fundecitrus e INRA: Candidatus Liberibacter americanus 1. característica das bactérias do grupo das causadoras do greening. Bactérias sem forma definida dentro do floema de plantas Bactérias sem forma definida dentro do floema de plantas doentes. comum nos pomares brasileiro . .Período de Aquisição da bactéria: psilídeo Período de Aquisição da bactéria: psilídeo (4o. 22 .Modo de transmissão: persistente Modo de transmissão: persistente . ínstares ou adulto se alimenta 15 a 30 min. TRANSMISSÃO – HLB TRANSMISSÃO – HLB .

TRANSMISSÃO – HLB
. Borbulhas contaminadas . Mudas contaminadas

CONTROLE – HLB CONTROLE – HLB
.. Não se sabe como será o comportamento da nova doença no Não se sabe como será o comportamento da nova doença no Brasil. Brasil. .. As recomendações são baseadas nas duas formas de greening -As recomendações são baseadas nas duas formas de greening asiática e africana --conhecidas em outros países. asiática e africana conhecidas em outros países. ..Três medidas de controle: Três medidas de controle: ..Mudas sadias Mudas sadias ..Eliminar as plantas doentes Eliminar as plantas doentes ..Controle químico do vetor Controle químico do vetor

Até o final de julho/2004, o greening foi identificado nos Até o final de julho/2004, o greening foi identificado nos seguintes municípios: seguintes municípios: Aguaí, Aguaí, Araraquara, Araraquara, Avaré, Avaré,

Luiz Antônio, Matão Luiz Antônio, Matão Santa Rita do Passo Santa Rita do Passo Quatro, Rincão, Quatro, Rincão,

Boa Esperança do Sul, Boa Esperança do Sul, Brotas, Casa Branca, Brotas, Casa Branca, Itirapira, Itirapira,

São Carlos, São Carlos, São Simão, São Simão, Tambaú e Tambaú e Taquaritinga. Taquaritinga.

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Set/ 2005

DOENÇAS CAUSADAS POR

VÍRUS

LEPROSE LEPROSE
Virose mais importante, atinge regiões tropicais ..Virose mais importante, atinge regiões tropicais Identificada pela primeira vez no Brasil em 1933 ..Identificada pela primeira vez no Brasil em 1933 Ocorrência: qualquer época do ano ..Ocorrência: ..qualquer época do ano mais freqüente em períodos de seca, entre abril e ..mais freqüente em períodos de seca, entre abril e setembro > população do ácaro setembro --> população do ácaro Danos: perdas na produção e árvore fica debilitada ..Danos: perdas na produção e árvore fica debilitada Doença da laranjeira doce ..Doença da laranjeira doce

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SINTOMAS Leprose SINTOMAS -- Leprose
FOLHAS:.lesões são rasas, não salientes, em ambas as faces FOLHAS:.lesões são rasas, não salientes, em ambas as faces halo claro circundando as lesões ..halo claro circundando as lesões não deforma os tecidos ..não deforma os tecidos ataques intensos ..ataques intensos provocam queda total provocam queda total das folhas doentes das folhas doentes

Leprose - sintomas
RAMOS: . lesões salientes, corticosas e cor de palha; . pode ocorrer seca de ramos muito afetados

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apresenta quatro pares de pernas e tem coloração quatro pares de pernas e tem coloração avermelhada com manchas escuras no dorso.. não salientes.Transmissão: .halo amarelado circundando as lesões nos frutos verdes verdes queda dos frutos doentes ..ácaro --Brevipalpus phoenicis O ácaro da leprose é achatado. apresenta . O ácaro da leprose é achatado..queda dos frutos doentes ETIOLOGICA – Leprose ETIOLOGICA – Leprose Vírus da leprose dos citros .Leprose FRUTOS: lesões escuras....SINTOMAS Leprose SINTOMAS -.Vírus da leprose dos citros Transmissão: enxertia de tecidos . mais ou menos deprimidas deprimidas halo amarelado circundando as lesões nos frutos .lesões escuras. 26 .. não salientes.enxertia de tecidos ácaro Brevipalpus phoenicis .. avermelhada com manchas escuras no dorso. mais ou menos FRUTOS: .

. hospedeiras do ácaro..Algumas plantas daninhas..População do ácaro da leprose no decorrer do ano. hospedeiras . CONTROLE – Leprose CONTROLE – Leprose Aquisição de mudas sadias ... devem ser eliminadas Uso de acaricidas .Em plantas com sintomas.Controle de outras pragas e doenças Suscetibilidade à Leprose dos Citros Suscetíveis à doença Raramente apresentam lesões e quando isso ocorre são menos acentuadas Laranja azeda Lima da Pérsia Limões Galego e Siciliano Tangerinas e tangores Laranjeiras doces 27 .Aquisição de mudas sadias Em plantas com sintomas.. deve-se fazer a poda de limpeza Plantas doentes. como as contaminadas com verrugose e frutosnão colhidos são focos de propagação no pomar frutos não colhidos são focos de propagação no pomar Algumas plantas daninhas.Uso de acaricidas Controle de outras pragas e doenças . Plantas doentes. deve-se fazer a poda de limpeza . como as contaminadas com verrugose e . devem ser eliminadas do ácaro.

. ..laranjas doces. .Combinação laranja azeda //laranja doce. SP. Plantas de laranjeira doce sobre Plantas de laranjeira doce sobre laranjeira Azeda com sintomas de laranjeira Azeda com sintomas de Tristeza do tipo declínio rápido. . Tristeza do tipo declínio rápido.9 milhões → total 11 milhões → 1939 a 1949. . África do Sul ou Argentina. . Combinação laranja azeda laranja doce.Vírus da Tristeza dos Citros Transmissão: ENXERTIA .modo semi-persistente 28 . tangerinas e pomelos laranja azeda.TRISTEZA TRISTEZA 1937: Vale do Paraíba. laranjas doces. sobre a laranjeira Azeda.. tangerinas e pomelos //laranja azeda.pulgão preto --Toxoptera citricidus modo semi-persistente ... Sintomas de Tristeza do tipo Sintomas de Tristeza do tipo canelura canelura Stem pitting em limão galego Stem pitting em limão galego (intolerante)enxertado em limão (intolerante)enxertado em limão cravo (tolerante) cravo (tolerante) ETIOLOGIA – Tristeza ETIOLOGIA – Tristeza Vírus da Tristeza dos Citros .1937: . Tristeza dos Citros na região da Tristeza dos Citros na região da enxertia da copa de laranjeira doce enxertia da copa de laranjeira doce sobre a laranjeira Azeda...África do Sul ou Argentina... ENXERTIA pulgão preto Toxoptera citricidus . 9 milhões → total 11 milhões → 1939 a 1949..Transmissão: . SP.Vale do Paraíba..

em 2001 .alguns pomelos Outras viroses Outras viroses SOROSE --SOROSE EXOCORTE --EXOCORTE XILOPOROSE --XILOPOROSE * Transmissão: borbulhas doentes * Transmissão: borbulhas doentes MORTE SÚBITA MORTE SÚBITA Morte de plantas Norte do Estado SP e sul .. Morte de plantas Norte do Estado SP e sul do Triângulo Mineiro do Triângulo Mineiro Primeira constatação: Comendador Gomes (MG).laranja Pera lima ácida Galego ...Premunização: utilizada com sucesso nos casos de sintomas com canelura: laranja Pera com canelura: .Depois: Outros municípios de MG e SP Fundecitrus: acompanhamento levantamentos periódicos .Primeira constatação: Comendador Gomes (MG).CONTROLE Tristeza CONTROLE -. em 2001 Depois: Outros municípios de MG e SP ......lima ácida Galego alguns pomelos .Combinação copa/porta-enxerto Premunização: utilizada com sucesso nos casos de sintomas .Fundecitrus: acompanhamento --levantamentos periódicos 29 .Tristeza Combinação copa/porta-enxerto ..

..MORTE SÚBITA MORTE SÚBITA Constatada nas vars.. Westin . Natal. Natal. como o . Westin e Pineapple enxertadas sobre limão Cravo e também na e Pineapple enxertadas sobre limão Cravo e também na Natal.Constatada em pés francos de limão Cravo SINTOMAS – Morte súbita SINTOMAS – Morte súbita Primeiros sintomas: . citrumelo “Swingle” e Poncirus trifoliata Constatada em pés francos de limão Cravo .. Hamlin. Pêra. com poucas brotações novas e sem . com poucas brotações novas e sem brotações internas brotações internas Sintomas podem ser confundidos com outras doenças... enxertada em limão Volkameriano Natal. Hamlin. citrumelo “Swingle” e Poncirus trifoliata “Sunki”. Constatada nas vars.Primeiros sintomas: perda generalizada do brilho das folhas .perda generalizada do brilho das folhas ligeira desfolha. ligeira desfolha.Não constatada em laranjeiras sobre as tangerinas “Cleópatra” e “Sunki”.. enxertada em limão Volkameriano Não constatada em laranjeiras sobre as tangerinas “Cleópatra” e .Sintomas podem ser confundidos com outras doenças. Valência. como o declínio declínio Ramo sadio ao lado de Ramo sadio ao lado de ramo com MSC ramo com MSC Planta sadia ao lado de Planta sadia ao lado de planta com MSC planta com MSC Seca dos ponteiros Seca dos ponteiros Desfolha e murcha das folhas Desfolha e murcha das folhas 30 . Pêra. Valência.

Variedades tardias (Natal e Valência). na região do floema funcional. afetando o sistema radicular. afetando o sistema radicular.Plantas doentes têm grande quantidade de raízes mortas Variedades tardias (Natal e Valência).etiologia • Vírus ??? • Transmissão por enxertia de borbulhas de plantas doentes 31 .. que fica completamente obstruído. Apodrecimento de raízes e Apodrecimento de raízes e ausência de radicelas ausência de radicelas Amarelecimento interno da casca Amarelecimento interno da casca do porta enxerto na região abaixo do porta enxerto na região abaixo da enxertia da enxertia Sistema radicular de planta Sistema radicular de planta subenxertada. na primavera e início do verão. podem ser encontradas plantas mortas apresentando frutos verão. Presença de coloração amarelada nos tecidos internos da casca do porta-enxerto... que fica do porta-enxerto.SINTOMAS – Morte súbita SINTOMAS – Morte súbita Presença de coloração amarelada nos tecidos internos da casca . na região do floema funcional. Plantas doentes têm grande quantidade de raízes mortas . subenxertada. na primavera e início do . com peso e tamanho normais. podem ser encontradas plantas mortas apresentando frutos com peso e tamanho normais. completamente obstruído. Colapso da planta e Colapso da planta e retenção dos frutos retenção dos frutos Morte súbita .

... Região afetada: árvores com porta-enxertos tolerantes podem ser plantadas entre árvores jovens sobre limão Cravo ser plantadas entre árvores jovens sobre limão Cravo (interplantio) (interplantio) 1 Faça covas a 10 cm do tronco 1 --Faça covas a 10 cm do tronco 2 Plante os cavalinhos 2 --Plante os cavalinhos 3 Os cavalinhos devem ser 3 --Os cavalinhos devem ser maduros e ter 45 cm maduros e ter 45 cm 4 A 5 cm acima da enxertia 4 --A 5 cm acima da enxertia original faça corte em T original faça corte em T invertido (5 x 3 cm) invertido (5 x 3 cm) 5 Faça corte em bisel 5 --Faça corte em bisel (2 cm) no cavalinho (2 cm) no cavalinho 6 Levante com cuidado um lado 6 --Levante com cuidado um lado da casca e coloque a ponta do da casca e coloque a ponta do cavalinho dentro do corte cavalinho dentro do corte 7 Proteja com fita plástica para 7 --Proteja com fita plástica para enxertia (ráfia) por 30 dias enxertia (ráfia) por 30 dias 8 Regue bem 8 --Regue bem 32 . Evitar o trânsito de material propagativo (borbulhas e mudas) para fora das áreas afetadas mudas) para fora das áreas afetadas Áreas afetadas: sub-enxertias das árvores de limão Cravo com . Áreas afetadas: sub-enxertias das árvores de limão Cravo com porta-enxertos de tangerina Cleópatra ou Sunki (estes portaporta-enxertos de tangerina Cleópatra ou Sunki (estes portaenxertos são menos tolerantes à seca) enxertos são menos tolerantes à seca) Região afetada: árvores com porta-enxertos tolerantes podem .RECOMENDAÇÕES – Morte súbita RECOMENDAÇÕES – Morte súbita Evitar o trânsito de material propagativo (borbulhas e .

Suscetível / T . Usar dois sub-enxertos por árvore doente. o sub-enxerto deve Natal sobre limão Cravo são mais suscetíveis.. ser feito o mais cedo possível.Tolerante / I Intolerante DOENÇAS CAUSADA POR FUNGOS 33 . antes das árvores serem afetadas.. Notificar ao Fundecitrus qualquer sintoma suspeito dentro da propriedade e ficar atento nas inspeções do pomar propriedade e ficar atento nas inspeções do pomar Porta-enxertos – resistência e tolerância Porta-enxerto Limoeiro Cravo Limoeiro Volkameriano Tangerina Cleópatra Tangerina Sunki Poncirus trifoliata Citrumelo Swingle Seca R R MR MR S MR Resistência Tolerância Gomose Nematóide Declínio Tristeza MR S I T MR MR MR R R S S S R R I T T I T T T T T T MSC I I T T T T Legenda: R .. Como Valência e Natal sobre limão Cravo são mais suscetíveis.Medianamente resistente / S . antes das árvores serem afetadas.Resistente / MR . o sub-enxerto deve ser feito o mais cedo possível.Produzir mudas de diferentes porta-enxertos tolerantes Notificar ao Fundecitrus qualquer sintoma suspeito dentro da . Como Valência e .RECOMENDAÇÕES – Morte súbita RECOMENDAÇÕES – Morte súbita Usar dois sub-enxertos por árvore doente. O mesmo se aplica para o limão Volkameriano O mesmo se aplica para o limão Volkameriano Produzir mudas de diferentes porta-enxertos tolerantes .

..suscetível até 10 a 12 semanas após a queda das pétalas lesões salientes. ocupando grandes . limão verdadeiro. limão rugoso. Verrugose da laranja doce (VLD): ocorrência restrita à América do Sul .maior consumo com fungicidas Folhas e ramos: não ocasionam lesões Folhas e ramos: não ocasionam lesões Frutos: suscetível até 10 a 12 semanas após a queda das pétalas Frutos: . Verrugose da laranja azeda (VLA): ocorrência generalizada . pomelos e tangelos 2.principal doença do fruto maior consumo com fungicidas . trifoliata.. algumas tangerinas.VLD 34 . calamodium.. trifoliata. corticosas e cor de palha pode ocorrer coalescência de lesões.VERRUGOSE VERRUGOSE 1. pode ocorrer coalescência de lesões. King e Satsuma SINTOMAS – VLD SINTOMAS – VLD Brasil: principal doença do fruto Brasil: . Verrugose da laranja doce (VLD): 1. afeta frutos de laranja doce.lesões salientes. pomelo. tangor. limas doce e ácidas.ocorrência generalizada afeta laranja azeda. limas . pomelos e tangelos doce e ácidas. tangor. calamodium.. pomelo...afeta laranja azeda. corticosas e cor de palha . King e Satsuma tangerinas Cravo.. Verrugose da laranja azeda (VLA): 2. ocupando grandes áreas áreas Sintomas . algumas tangerinas. limão cravo..ocorrência restrita à América do Sul afeta frutos de laranja doce. . limão cravo. limão verdadeiro. tangerinas Cravo. limão rugoso.

suscetível até 10 a 12 semanas após a queda das FRUTOS:. suscetível quando jovem até um quarto de seu FOLHAS:.. suscetível até 10 a 12 semanas após a queda das pétalas pétalas lesões salientes.SINTOMAS – VLA SINTOMAS – VLA Brasil: importante em viveiros Brasil: importante em viveiros FOLHAS:. cor de palha . suscetível quando jovem até um quarto de seu tamanho final tamanho final lesões salientes em 1 superfície e deprimidas na .. corticosas outra. ocupando .lesões salientes. pode ocorre coalescência de lesões.deformam as folhas VLA .. corticosas. ocupando grandes áreas grandes áreas RAMOS: raramente ocorrem lesões RAMOS: raramente ocorrem lesões 35 .sintomas SINTOMAS – VLA SINTOMAS – VLA FRUTOS:. corticosas. lesões salientes em 1 superfície e deprimidas na outra. corticosas deformam as folhas .. cor de palha pode ocorre coalescência de lesões.

tecidos doentes Disseminação: curta distância → respingos de água .Sobrevivência: ...Sintomas ...Época:.2ª: 4 a 5 semanas após a primeira Pomares irrigados por aspersão: duas aplicações .VLA ETIOLOGIA – Verrugose ETIOLOGIA – Verrugose VLD → Elsinoe australis (Sphaceloma australis) .Disseminação: .. 1ª: quando cerca de 2/3 pétalas tiverem caído .VLD → Elsinoe australis (Sphaceloma australis) VLA → Elsinoe fawcetti (Sphaceloma fawcetti) .. Pulverização com fungicidas: proteção de tecidos jovens suscetíveis suscetíveis Época:. 1ª: quando cerca de 2/3 pétalas tiverem caído 2ª: 4 a 5 semanas após a primeira .Pomares irrigados por aspersão: duas aplicações 36 ..curta distância → respingos de água longas distância → vento .longas distância → vento CONTROLE – Verrugose CONTROLE – Verrugose Pulverização com fungicidas: proteção de tecidos jovens .....VLA → Elsinoe fawcetti (Sphaceloma fawcetti) Sobrevivência: tecidos doentes .

mancozeb) Triazóis: difenoconazole ..Phytophthora citrophthora 37 ..associar controle cultural alternar cúpricos e benzimidazóis ..Brasil: ..Phytophthora parasitica Phytophthora citrophthora ..Produtos: cúpricos (oxicloreto de cobre..Phytophthora spp. óxido cuproso e hidróxido) .benzimidazóis ((carbendazim e tiofanato metílico) ditiocarbamatos (ziram. mancozeb) ... podridão de raízes e radicelas – citricultor . Podridão do pé..Triazóis: difenoconazole Viveiros: essencial o controle VLA . GOMOSE DE TOMBAMENTO..alternar cúpricos e benzimidazóis TOMBAMENTO.CONTROLE – Verrugose CONTROLE – Verrugose Produtos: .essencial o controle VLA associar controle cultural .. .Pomares novos – ocorrência elevada – mudas contaminadas Podridão do pé..cúpricos (oxicloreto de cobre..Gomose de Phytophthora ETIOLOGIA – Tombamento. gomose ETIOLOGIA – Tombamento.Ocorrência em todas as regiões que cultivam citros Pomares novos – ocorrência elevada – mudas contaminadas .ditiocarbamatos (ziram... podridão de raízes e radicelas – citricultor -“gomose ” “gomose ” Gomose de Phytophthora .. gomose de Phytophthora e podridão parda de Phytophthora e podridão parda Phytophthora spp. GOMOSE DE PHYTOPHTHORA E PODRIDÃO PARDA PHYTOPHTHORA E PODRIDÃO PARDA Ocorrência em todas as regiões que cultivam citros .. Brasil: Phytophthora parasitica . óxido cuproso e hidróxido) benzimidazóis carbendazim e tiofanato metílico) .Viveiros: .

. brotos novos e hastes brotos novos e hastes Freqüentes em viveiros .Plântulas → resistência ao tombamento após a formação das folhas definitivas e maturação dos tecidos da base. mela ou “damping-off” “damping-off” ou “damping-off” Sementeira – infecta sementes antes da germinação → podridão ..Freqüentes em viveiros .Sementeira – infecta sementes antes da germinação → podridão e morte → compromete o estande e morte → compromete o estande Plântulas: infecta a base do caulículo → lesões deprimidas → .. ↑: ...rápido crescimento da lesão morte da plântula . SINTOMAS – Lesões em folhas.morte da plântula SINTOMAS – Tombamento..Folhas: lesões escuras e encharcadas Folhas: lesões escuras e encharcadas ..Plântulas: .Outros fungos que podem provocar a doença: Rhizoctonia solani e Pythium spp. da ponta para a base exsudação de goma nas lesões .sob U e Temp..lesões semelhantes às das folhas → morte dos brotos. SINTOMAS – Lesões em folhas. ao nível do solo solo Outros fungos que podem provocar a doença: .escurecimento dos tecidos cambiais infectados infectados Mudas recém enxertadas: ocorrência de lesões na região de .. ao nível do folhas definitivas e maturação dos tecidos da base. mela SINTOMAS – Tombamento. Brotações novas: lesões semelhantes às das folhas → morte .SINTOMAS – Tombamento. Mudas recém enxertadas: ocorrência de lesões na região de enxertia enxertia 38 ..infecta a base do caulículo → lesões deprimidas → coloração escura coloração escura sob U e Temp. mela SINTOMAS – Tombamento....Brotações novas: . ↑: rápido crescimento da lesão . --Rhizoctonia solani e Pythium spp.. mela ou “damping-off” “damping-off” ou “damping-off” Plântulas → resistência ao tombamento após a formação das . da ponta para a base dos brotos.exsudação de goma nas lesões escurecimento dos tecidos cambiais .

Ataque do fungo em tronco e raízes principais – exsudação de goma nas lesões de goma nas lesões Lesão também região do tronco – acima do ponto de enxertia .. secam e caem ..amarelecimento em folhas – murcham...cicatrização das lesões de tronco e ramos anelamento na região do tronco e ramos .descoloração de nervuras amarelecimento em folhas – murcham..Outros sintomas: morte e escurecimento de camadas internas do lenho na .... secam e caem florescimento e frutificação freqüentes .... seca de ramos – morte da planta Sintoma de Gomose exsudação de Sintoma de Gomose --exsudação de goma na base do tronco goma na base do tronco Morte do sistema radicular Morte do sistema radicular Reflexos foliares devidos Reflexos foliares devidos àà presença de Gomose no tronco presença de Gomose no tronco ou raízes ou raízes 39 .Manifestação mais séria e mais reconhecida pelo citricultor Ataque do fungo em tronco e raízes principais – exsudação . seca de ramos – morte da planta .. Troncos e ramos – tecidos infectados da casca permanecem firmes até secarem completamente firmes até secarem completamente fendilhamento longitudinal fendilhamento longitudinal → rachaduras e → rachaduras e SINTOMAS – Podridão do pé e SINTOMAS – Podridão do pé e gomose em tronco e ramos gomose em tronco e ramos Outros sintomas: .anelamento na região do tronco e ramos sintomas reflexos setoriais na copa .sintomas reflexos setoriais na copa descoloração de nervuras .desfolha.“die-back” progressivo na copa desfolha.florescimento e frutificação freqüentes produção de frutos pequenos .Lesão também região do tronco – acima do ponto de enxertia Troncos e ramos – tecidos infectados da casca permanecem .. morte e escurecimento de camadas internas do lenho na região das lesões região das lesões cicatrização das lesões de tronco e ramos .SINTOMAS – Podridão do pé e SINTOMAS – Podridão do pé e gomose em tronco e ramos gomose em tronco e ramos Manifestação mais séria e mais reconhecida pelo citricultor ...produção de frutos pequenos “die-back” progressivo na copa .

Infecção e destruição tecidos externos do córtex SINTOMAS – Podridão parda de SINTOMAS – Podridão parda de frutos frutos Podridão seca ..Frutos próximos do solo Queda de frutos . Morte da planta detalhe Morte da planta --detalhe SINTOMAS – Podridão de raízes e SINTOMAS – Podridão de raízes e radicelas radicelas Viveiros e pomares sem sintomas reflexos .Os sintomas da copa ocorrem do Os sintomas da copa ocorrem do mesmo lado das lesões no tronco mesmo lado das lesões no tronco Morte da planta em que Morte da planta em que aa lesão atingiu toda lesão atingiu toda aa circunferência do tronco..Coloração marrom-parda Frutos próximos do solo .Queda de frutos 40 . circunferência do tronco..Viveiros e pomares sem sintomas reflexos Infecção e destruição tecidos externos do córtex ...Podridão seca Coloração marrom-parda ..

citrophthora: Tipo de reação Suscetibilidade muito alta Suscetibilidade alta Suscetibilidade moderada Materiais de citros limões verdadeiros laranjas doces. de modo que as raízes principais fiquem no -Plantio alto. subsoladores e outros implementos no -Evitar uso de grades. a enxertia deve ser -Na utilização de copa de limão verdadeiro. de modo que as raízes principais fiquem no nível do solo nível do solo -Evitar uso de grades. Uso de porta-enxertos resistentes: . Tângelo Orlando. limões rugosos e pomelos tangerinas Sunki e Cleópatra. limas ácidas. laranja Azeda Citrumelo Swingle e Trifoliata Suscetibilidade baixa Suscetibilidade muito baixa CONTROLE – Gomose de CONTROLE – Gomose de Phytophthota Phytophthota -Seleção de área para plantio -Seleção de área para plantio -Adoção de práticas de conservação do solo -Adoção de práticas de conservação do solo -Uso de adubos orgânicos no pomar -Uso de adubos orgânicos no pomar -Utilização de mudas livres de Phytophthora -Utilização de mudas livres de Phytophthora -Utilização de mudas enxertadas acima da superfície do solo no -Utilização de mudas enxertadas acima da superfície do solo no mínimo a 20 cm do nível do solo mínimo a 20 cm do nível do solo CONTROLE – Gomose de CONTROLE – Gomose de Phytophthota Phytophthota -Na utilização de copa de limão verdadeiro. subsoladores e outros implementos no pomar pomar 41 . a enxertia deve ser feita acima de 30 cm do nível do solo feita acima de 30 cm do nível do solo -Plantio alto. citranges Troyer e Carrizo Macrophylla.→ classificados em 5 classes quanto ao comportamento às infecções de tronco para P. limão Volkameriano. parasitica e P. Citrus spp. limão Cravo.CONTROLE – Gomose de CONTROLE – Gomose de Phytophthora Phytophthora .

Também conhecida como “estrelinha” Importante quando ocorre período chuvoso em época de florada .Controle curativo: .... retirando toda a terra .CONTROLE – Gomose de CONTROLE – Gomose de Phytophthota Phytophthota -Evitar ferimentos de tronco e raízes -Evitar ferimentos de tronco e raízes -Utilizar água livre de Phytophthora nas irrigações -Utilizar água livre de Phytophthora nas irrigações -Irrigação microaspersores evitar que o jato de água atinja a base -Irrigação microaspersores evitar que o jato de água atinja a base do tronco das plantas do tronco das plantas -Inspeções freqüentes no pomar -Inspeções freqüentes no pomar -Monitoramento do pomar -Monitoramento do pomar CONTROLE – Gomose de CONTROLE – Gomose de Phytophthota Phytophthota Controle curativo: Diagnosticada a doença .Controle químico: .....metalaxyl – via solo PODRIDÃO FLORAL PODRIDÃO FLORAL Também conhecida como “estrelinha” . expondo as raízes Controle: pulverizar as plantas ou pincelar .. Controle: pulverizar as plantas ou pincelar o tronco com fosetyl-Al o tronco com fosetyl-Al Controle químico: fosetyl Al – via foliar . retirando toda a terra próxima ao tronco.Lima ácida Tahiti 42 .. Descalçar a planta.fosetyl Al – via foliar metalaxyl – via solo . expondo as raízes próxima ao tronco.Diagnosticada a doença Descalçar a planta..Importante quando ocorre período chuvoso em época de florada Lima ácida Tahiti .

nervuras espessada → ramo aspecto de roseta → ramo aspecto de roseta 43 . nervuras espessada menores . Frutos recém-formados: descoloração amarelo-pálida → caem rapidamente → rapidamente → discos basais..SINTOMAS – Podridão Floral SINTOMAS – Podridão Floral Flores recém-formadas: lesões necróticas de coloração róseo.. coloração bronzeada. Folhas ao redor de grande número de flores infectadas → menores distorcidas.. Flores recém-formadas: lesões necróticas de coloração róseoalaranjada → comprometem os tecidos das pétalas → rígidas e alaranjada → comprometem os tecidos das pétalas → rígidas e secam → mantem-se aderidas ao disco basal por vários dias secam → mantem-se aderidas ao disco basal por vários dias Frutos recém-formados: descoloração amarelo-pálida → caem . cálices e pedúnculos ficam discos basais.. coloração bronzeada. distorcidas. cálices e pedúnculos ficam aderidos ao ramo → ESTRELINHAS aderidos ao ramo → ESTRELINHAS ESTRELINHAS podem permanecer aderidas por + 18 meses .ESTRELINHAS podem permanecer aderidas por + 18 meses Sintomas em botões Sintomas em botões Lesões em petálas Lesões em petálas Estrelinhas Estrelinhas SINTOMAS – Podridão Floral SINTOMAS – Podridão Floral Folhas ao redor de grande número de flores infectadas → ..

..ftalimidas (folpet) Número de aplicações: condições climáticas .Controle químico: proteção das flores Produtos: benzimidazóis (tiofanato metílico) .Tangerinas – mais tolerantes Evitar irrigação por aspersão no período de florescimento ...Resistência genética: Limões verdadeiros e a lima ácida Tahiti – mais suscetíveis ...Laranjas doces --um pouco menos suscetível Tangerinas – mais tolerantes .condições climáticas período de florescimento ..Disseminação CONTROLE – Podridão Floral CONTROLE – Podridão Floral Difícil controle .....Limões verdadeiros e a lima ácida Tahiti – mais suscetíveis Laranjas doces um pouco menos suscetível ..triazóis (tebuconazole) ditiocarbamatos (mancozeb) .benzimidazóis (tiofanato metílico) triazóis (tebuconazole) .ditiocarbamatos (mancozeb) ftalimidas (folpet) .período de florescimento 44 ..Evitar irrigação por aspersão no período de florescimento CONTROLE – Podridão Floral CONTROLE – Podridão Floral Controle químico: proteção das flores ...Número de aplicações: .Produtos: .Sobrevivência Disseminação ..Difícil controle Resistência genética: .ETIOLOGIA – Podridão Floral ETIOLOGIA – Podridão Floral Colletotrichum acutatum Colletotrichum acutatum Sobrevivência ..

limões verdadeiros. . Afeta frutos ee folhas de laranjas doces.. marrom-escura e halo amarelado .Frutos infectados → impróprios para o mercado de fruta fresca Suscetibilidade do fruto ao fungo: desde fase de chumbinho até os frutos . . pomelos.centro das lesões – pontuações escuras – picnídios – picnidiósporos picnidiósporos 45 . cinza-escuro e depressão cinza-escuro e depressão na área central na área central bordas salientes com color... Mais comum encontrar frutos com maior número de lesões na face exposta à luz do sol face exposta à luz do sol SINTOMAS SINTOMAS – Pinta preta – Pinta preta FOLHAS: .Folhas: período de suscetibilidade → até 4 semanas de idade SINTOMAS – Pinta preta SINTOMAS – Pinta preta Folhas e frutos: contaminados sem apresentarem os sintomas .MANCHA PRETA OU MANCHA PRETA OU PINTA PRETA PINTA PRETA Brasil: primeiro relato em 1937 ... Manifestação dos sintomas é favorecida pela radiação solar combinada com altas temperaturas combinada com altas temperaturas Mais comum encontrar frutos com maior número de lesões na . marrom-escura e halo amarelado ao redor ao redor centro das lesões – pontuações escuras – picnídios – . pomelos.Observada em pomares comerciais a partir de 1980 Afeta frutos folhas de laranjas doces.Brasil: primeiro relato em 1937 Observada em pomares comerciais a partir de 1980 ..lesões de color... Folhas e frutos: contaminados sem apresentarem os sintomas típicos da doença típicos da doença Aparecimento de sintomas pode demorar até 1ano – dependendo .Aparecimento de sintomas pode demorar até 1ano – dependendo das condições ambientais das condições ambientais Manifestação dos sintomas é favorecida pela radiação solar . bordas salientes com color.. algumas variedades de tangerina híbridos algumas variedades de tangerina eehíbridos Frutos infectados → impróprios para o mercado de fruta fresca ..... limões verdadeiros.FOLHAS: lesões de color. . Suscetibilidade do fruto ao fungo: desde aa fase de chumbinho até os frutos atingirem o tamanho aproximado de uma bola de pingue-pongue atingirem o tamanho aproximado de uma bola de pingue-pongue Folhas: período de suscetibilidade → até 4 semanas de idade .

Mancha rendilhada 5.. Circundadas por um halo verde-escuro Frutos verdes – centro da lesão . Falsa melanose: 2.. Mancha trincada 1.. . Falsa melanose: 1.Lesões com bordas salientes com depressão no centro Centro – cor clara – pontos escuros – picnídios – . Lesão pequena e com numerosos pontos escuros . Mancha virulenta: 5. Mancha rendilhada 6. Mancha sardenta: 4. ..Aparecem no início da mudança de cor dos frutos Lesões com bordas salientes com depressão no centro . Mancha virulenta: 4.Circundadas por um halo verde-escuro . condição climática e tipo de esporo responsável pela condição climática e tipo de esporo responsável pela infecção. Falsa melanose: . infecção. Semelhante à melanose dos citros (Diaporthe citri). Mancha preta ou mancha dura: + típica 2.Bordas marrom-escura .Frutos verdes – centro da lesão é circundado por um halo amarelo é circundado por um halo amarelo 46 . Diferença das lesões – textura: melanose – áspera pinta preta – lisa. Centro – cor clara – pontos escuros – picnídios – picnidiósporos picnidiósporos Bordas marrom-escura . Mancha preta ou mancha dura: 3. 1. Mancha preta ou mancha dura: 2.SINTOMAS – Pinta preta SINTOMAS – Pinta preta -- FRUTO FRUTO Vários tipos de lesões – depende do tamanho do fruto. Mancha preta ou mancha dura: + típica Aparecem no início da mudança de cor dos frutos . Mancha sardenta: 3.. Vários tipos de lesões – depende do tamanho do fruto. Mancha trincada 6.. 2.

sob T ↑ ou durante o transporte e armazenamento colheita. Mancha rendilhada:. formando lesões semelhantes às da . Lesões podem se unir. Mancha virulenta: Lesões grandes. formando lesões semelhantes às da melanose.. .Bordas são salientes marrom-escuras ou vermelho-escuras Ocorrem período final de maturação dos frutos. superfície do fruto. Aparecem em frutos ainda verdes. Mancha virulenta: . ou evoluir para a mancha virulenta 4.. Pequenas lesões de cor preta que ocorrem após o início da mudança de cor dos frutos mudança de cor dos frutos Lesões podem se unir. sob T ↑ ou durante o transporte e armazenamento dos frutos dos frutos . textura lisa. 47 .Lesões grandes.. Mancha rendilhada:.Com ou sem depressão dentro das lesões Coloração acinzentada ... Lesões atingem . Ocorrem período final de maturação dos frutos.Resultante da evolução das .Aparecem em frutos ainda verdes. ou evoluir para a mancha virulenta melanose.. Lesões superficiais sem bordas definidas e 5. formato irregular Com ou sem depressão dentro das lesões ... Mancha sardenta: Pequenas lesões de cor preta que ocorrem após o início da . próximo à colheita. próximo à . Lesões superficiais sem bordas definidas e textura lisa.3. Resultante da evolução das manchas duras e sardentas manchas duras e sardentas 5.Coloração acinzentada Bordas são salientes marrom-escuras ou vermelho-escuras . Mancha sardenta: 3..Lesões atingem grande parte da grande parte da superfície do fruto. formato irregular 4.

Folhas infectadas caem no solo – novos ascósporos – continuidade no novos ascósporos – continuidade no ciclo.. 3 Folhas infectadas caem no solo – 3 -. aa suscetibilidade ao fungo ocorre até cerca de 4 semanas de ocorre até cerca de 4 semanas de idade.6. frutoseeramos. 48 . frutos ramos.Folhas infectadas no solo – ascósporos – vento – infecta folhas. suscetibilidade ao fungo Em folhas. Em folhas. Quando o fruto amadurece. idade. ascósporos – vento – infecta folhas.. ciclo. 2 – Frutos – lesões – picnidiósporos – 2 – Frutos – lesões – picnidiósporos – levados curta distância pela água – levados aa curta distância pela água – infecta frutos. a lesão trinca e está sempre . Superficial e ocorre em pequeno número em frutos ainda verdes. ramos eefolhas. infecta frutos. oleivora). em frutos ainda verdes. Falsa melanose Falsa melanose Mancha preta Mancha preta Mancha sardenta Mancha sardenta Mancha virulenta Mancha virulenta Mancha rendilhada Mancha rendilhada Mancha trincada Mancha trincada CICLO DA PINTA PRETA CICLO DA PINTA PRETA 1 Folhas infectadas no solo – 1 -. Mancha trincada: Superficial e ocorre em pequeno número 6. a lesão trinca e está sempre associada ao ácaro da falsa ferrugem (Phyllocoptruta associada ao ácaro da falsa ferrugem (Phyllocoptruta oleivora). Mancha trincada: . Quando o fruto amadurece. ramos folhas.

Pulverização das plantas com uréia.Evitar a entrada de caminhões no pomar Utilizar quebra-ventos .... materiais de colheita e outros equipamentos antes que eles entrem no pomar outros equipamentos antes que eles entrem no pomar Evitar a utilização de material de colheita proveniente de .CONTROLE – Pinta preta CONTROLE – Pinta preta Mudas sadias . materiais de colheita e . Manejo: irrigação no período seco.. Frutos temporões infectados devem ser removidos antes do início da florada início da florada Manter as plantas em boas condições nutricionais e sanitárias .Citricultor deve ter o seu próprio material de colheita Evitar a entrada de caminhões no pomar .. para evitar queda excessiva das folhas para evitar aaqueda excessiva das folhas Prevenção: limpeza desinfecção de veículos Prevenção: limpeza eedesinfecção de veículos antes que estes entrem na propriedade antes que estes entrem na propriedade 49 .. período seco Pulverização das plantas com uréia. Desinfecção de veículos.Manter as plantas em boas condições nutricionais e sanitárias Irrigar o pomar no inverno. máquinas.Mudas sadias Desinfecção de veículos. antes do período de queda das folhas queda das folhas Manejo: controle do mato Manejo: controle do mato nas linhas de plantio nas linhas de plantio Manejo: irrigação no período seco. período seco ..Utilizar quebra-ventos CONTROLE – Pinta preta CONTROLE – Pinta preta Evitar o trânsito de frutos provenientes de regiões onde há . antes do período de . máquinas..Irrigar o pomar no inverno.. Evitar o trânsito de frutos provenientes de regiões onde há ocorrência da doença ocorrência da doença Frutos temporões infectados devem ser removidos antes do . Evitar a utilização de material de colheita proveniente de regiões onde a doença ocorre regiões onde a doença ocorre Citricultor deve ter o seu próprio material de colheita ...

com mancozeb e óleo (carbendazim ou tiofanato metílico).CONTROLE QUÍMICO CONTROLE QUÍMICO Pinta preta Pinta preta Pomares novos: fungicidas de contato (cúpricos ou mancozeb) . com 3ª aplicação 4 semanas após a 2ª CONTROLE QUÍMICO CONTROLE QUÍMICO Pinta preta Pinta preta Pomares adultos muito atacados: 4 aplicações . cúpricos e 4 a 5 semanas depois (benzimidazóis. Pomares novos: fungicidas de contato (cúpricos ou mancozeb) ou sistêmicos (benzimidazóis) ou sistêmicos (benzimidazóis) Época da aplicação: mesma indicada para verrugose e Época da aplicação: mesma indicada para verrugose e melanose. verrugose e melanose.5%) mineral ou vegetal (0.5%) Calendário de Pulverizações Calendário de Pulverizações Pinta Preta Pinta Preta Controle conjunto de pinta preta..Pomares adultos muito atacados: 4 aplicações 1ª: quando 2/3 das pétalas tiverem caído 1ª: quando 2/3 das pétalas tiverem caído 2ª: 2ª: 4 a 5 semanas depois (benzimidazóis.. O intervalo entre as aplicações pode variar em função dos fungicidas utilizados. com 3ª aplicação 4 semanas após a 2ª melanose. 50 . cúpricos e ditiocarbamatos) ditiocarbamatos) 3ª 4 semanas após a 2ª 3ª ::4 semanas após a 2ª 4ª: 4 ou 5 semanas após a 3ª c/ mistura benzimidazol 4ª: 4 ou 5 semanas após a 3ª c/ mistura benzimidazol (carbendazim ou tiofanato metílico). com mancozeb e óleo mineral ou vegetal (0.

No início da infecção as lesões exsudam goma Morte da casca dos ramos.Ataques severos → morte de toda a copa da planta SINTOMAS Rubelose SINTOMAS -. Morte da casca dos ramos... vigorosas e pomares adensados adensados Afeta com maior freqüência em galhos e ramos .Lesões geralmente nas bifurcações dos ramos No início da infecção as lesões exsudam goma .Afeta com maior freqüência em galhos e ramos Ataques severos → morte de toda a copa da planta .. Frutos de ramos afetados não completam a maturação e caem prematuramente prematuramente Planta com sintomas da Rubelose Planta com sintomas da Rubelose Ramos cobertos por micélio Ramos cobertos por micélio Seca de galhos ramos Seca de galhos eeramos 51 ...Rubelose Lesões geralmente nas bifurcações dos ramos ..RUBELOSE OU MAL ROSADO RUBELOSE OU MAL ROSADO Erythricium salmonicolor (Corticium salmonicolor) Erythricium salmonicolor (Corticium salmonicolor) Maior severidade em árvores adultas.Anelamento dos ramos e sua conseqüente seca Frutos de ramos afetados não completam a maturação e caem .. produzindo fendilhamentos e .. vigorosas e pomares . Maior severidade em árvores adultas. produzindo fendilhamentos e descamações descamações Anelamento dos ramos e sua conseqüente seca .

sp... de ramos afetados.. Proteger a região podada com tinta plástica ou pasta com produtos à base de cobre (1 Kg de fungicida à base de cobre produtos à base de cobre (1 Kg de fungicida à base de cobre em 5 litros de água) em 5 litros de água) Pulverizações preventivas com fungicidas cúpricos .Constatada em 2001 no Rio de Janeiro. e em 2003 em MG. seca de ramos e queda de frutos Frutos com sintomas perdem o valor comercial . SP e RS RS Agente causal: Alternaria alternata f.. improdutivos e mal posicionados posicionados Proteger a região podada com tinta plástica ou pasta com . citri .Não afetando laranjas doces.Pode causar desfolha. limões e limas ácidas .. de ramos afetados. Agente causal: Alternaria alternata f. improdutivos e mal .. Poda de inverno. e em 2003 em MG. limões e limas ácidas Afeta algumas tangerinas e seus híbridos (Tangores e . Pulverizações preventivas com fungicidas cúpricos Poda de ramos afetados pela Poda de ramos afetados pela doença doença Proteção da região onde foi Proteção da região onde foi feita a poda com pasta cúprica feita a poda com pasta cúprica MANCHA DE ALTERNARIA MANCHA DE ALTERNARIA . citri Pode causar desfolha. seca de ramos e queda de frutos .Constatada em 2001 no Rio de Janeiro. sp..Rubelose Poda de inverno.CONTROLE Rubelose CONTROLE -.Frutos com sintomas perdem o valor comercial Não afetando laranjas doces. Afeta algumas tangerinas e seus híbridos (Tangores e Tangelos) Tangelos) 52 . SP e ..

. ocupando grandes áreas da superfície foliar e Podem se expandir. Podem se expandir.Variedades em que a Mancha de alternaria foi relatada Tangerinas De Wildt Ponkan Cravo Sunburst Nova Empress África do Sul Rose Haugh Nartjee Murcott Murcott irradiada Ortanique Tangor Clementinas Híbridos Caçula 3 Szuwinkon Sul da África Clemenules SINTOMAS – Mancha de alternaria SINTOMAS – Mancha de alternaria Alternaria citri .. frutos e ramos . .Folhas: São suscetíveis até tornarem-se maduras (verde escuro). rodeadas por um halo amarelado. pequenas manchas escuras. formando pequenas manchas escuras. formando Os sintomas são observados 48 h após a infecção.Alternaria citri O fungo causa lesões em folhas novas. Folhas com sintomas de alternaria Folhas com sintomas de alternaria Sintomas em ramos Sintomas em ramos Seca do ponteiro Seca do ponteiro 53 . Os sintomas são observados 48 h após a infecção.. frutos e ramos Folhas: São suscetíveis até tornarem-se maduras (verde escuro). ocupando grandes áreas da superfície foliar e atingir as nervuras. atingir as nervuras. rodeadas por um halo amarelado.O fungo causa lesões em folhas novas.

Tangerinas -. 'Nova'.. Em alguns casos. 'Nova'. Tangor 'Murcott'.. As lesões são pequenas manchas necróticas escuras. As lesões . conforme a idade do fruto. 'Ponkan'. 'Lee'. podem ser observadas lesões cujo centro torna-se corticoso e saliente observadas lesões cujo centro torna-se corticoso e saliente Sintomas de alternaria em fruto Sintomas de alternaria em fruto Sintomas de alternaria em fruto Sintomas de alternaria em fruto Detalhe da lesão de alternaria Detalhe da lesão de alternaria SINTOMAS – Mancha de alternaria SINTOMAS – Mancha de alternaria Variedades em que a doença já foi constatada: Variedades em que a doença já foi constatada: Tangerinas 'Dancy'. 'Emperor' e 'Lee'.. podem ser tamanho. Em alguns casos. . Tangelos 'Orlando' e 'Minneola' . 'Ponkan'.'Dancy'. conforme a idade do fruto..Tangelos --'Orlando' e 'Minneola' 54 . que podem variar de tamanho.Tangor --'Murcott'. 'Sunburst'.SINTOMAS – Mancha de alternaria SINTOMAS – Mancha de alternaria RAMOS: Os sintomas semelhantes aos observados em folhas. . 'Sunburst'. que podem variar de são pequenas manchas necróticas escuras. 'Emperor' e . com lesões de 1 a 10 mm de diâmetro com lesões de 1 a 10 mm de diâmetro FRUTOS: São suscetíveis até 4 meses após a florada. RAMOS: Os sintomas semelhantes aos observados em folhas..FRUTOS: São suscetíveis até 4 meses após a florada.

Fazer podas no inverno. . folhas.. ditiocarbamatose. Sobrevivência: tecidos infectados . para retirar tecidos doentes e .Evitar adubação nitrogenada pesada e excesso de irrigação Fazer podas no inverno...Sobrevivência: tecidos infectados 55 . estrobilurinas.CONTROLE – Mancha de alternaria CONTROLE – Mancha de alternaria Adotar estratégias envolvendo o manejo do pomar e tratamentos Adotar estratégias envolvendo o manejo do pomar e tratamentos comfungicidas com fungicidas Medidas de prevenção: .. dicarboximidas. triazóis ditiocarbamatos e..Colletotrichum acutatum Afeta também laranjas doces e lima ácida Tahiti → podridão . flores e frutos importante → chuvas freqüentes → formação de novos ramos. para retirar tecidos doentes e melhorar a aeração da planta melhorar a aeração da planta Controle químico: cúpricos.. com menor eficácia. com menor eficácia. flores e frutos .. .afeta tecidos novos ramos. importante → chuvas freqüentes → formação de novos ramos. Controle químico: cúpricos..Importante: benzimidazóis não tem efeito sobre o fungo ANTRACNOSE DO LIMOEIRO ANTRACNOSE DO LIMOEIRO GALEGO GALEGO afeta tecidos novos ramos.. folhas. Afeta também laranjas doces e lima ácida Tahiti → podridão floral. dicarboximidas.. triazóis Importante: benzimidazóis não tem efeito sobre o fungo .Medidas de prevenção: Evitar adubação nitrogenada pesada e excesso de irrigação . flores/to e desenvolvimento de frutos flores/to e desenvolvimento de frutos ETIOLOGIA – Antracnose do ETIOLOGIA – Antracnose do limoeiro galego limoeiro galego Colletotrichum acutatum . estrobilurinas. floral.

com aspecto aveludado..Difícil: --surtos de vegetação desuniforme florescimentos constantes --florescimentos constantes Pulverização com produtos a base de cobre → resultados . RAMOS: .CONTROLE – Antracnose do CONTROLE – Antracnose do limoeiro galego limoeiro galego Difícil: surtos de vegetação desuniforme .coloração pardo arroxeada.Colletotrichum gloeosporioides Mancha graxa Mycosphaerella citri .. 56 .. Bolor azul -. inferior. pequenas manchas correspondentes na página inferior. RAMOS: coloração pardo arroxeada. com aspecto aveludado.Penicillium digitatum Bolor azul Penicillium italicum . pequenas manchas correspondentes na página .Mycosphaerella citri Bolores .. FOLHAS: . FRUTOS: raramente ocorre.Capnodium citri SINTOMAS – Mancha de alga SINTOMAS – Mancha de alga Cephaleuros virescens Cephaleuros virescens FOLHAS: lesões salientes na página superior. Bolor verde -.raramente ocorre.. . raramente ocorre...... Fumagina -. Mancha graxa -. FRUTOS: raramente ocorre. Bolores Bolor verde Penicillium digitatum .Penicillium italicum Fumagina Capnodium citri .lesões salientes na página superior. Pulverização com produtos a base de cobre → resultados regulares regulares OUTRAS DOENÇAS OUTRAS DOENÇAS Antracnose . Antracnose Colletotrichum gloeosporioides -...

não deforma os tecidos.lesões necróticas com halo claro. .. FRUTOS: menos frequente. DOENÇAS DE CAUSA DESCONHECIDA 57 . não deforma os tecidos.Mancha de alga SINTOMAS – Mancha de cercospora SINTOMAS – Mancha de cercospora Cercospora angolensis Cercospora angolensis FOLHAS: lesões necróticas com halo claro.. FOLHAS: . FRUTOS: menos frequente. RAMOS: não causa lesões. RAMOS: não causa lesões.

EUA.-Argentina. . de cor amarelo-pálida sem brilho e em número reduzido reduzido Sistema radicular: morte de radicelas .laranja doce e pomelo enxertados em porta-enxertos suscetíveis: limão rugoso --limão rugoso limão Cravo --limão Cravo P.. SINTOMAS – Declínio SINTOMAS – Declínio Murcha setorial ou generalizada de folhagem da árvore . O primeiro caso da doença foi constatado em 1970.Incidência menor da doença: tangerinas.-Uruguai.. "young tree decline" "sand hill decline" EUA.Sistema radicular: morte de radicelas Raro: morte de plantas .Raro: morte de plantas 58 . Folhas: coloração verde-musgo ou olivácea. .Queda de folhas Atraso na florada e menor quantidade que o normal . O declínio não tem causa conhecida. de cor amarelo-pálida sem brilho e em número . “Marchitamiento repentino" .Murcha setorial ou generalizada de folhagem da árvore Aparecimento de sintomas de deficiência de zinco ... . sem brilho e com leve torção. trifoliata e seus híbridos Incidência menor da doença: tangerinas. . .. ... expondo a página inferior. Frutos miúdos. .. sem brilho e com . na Bahia. .DECLÍNIO DECLÍNIO . . .desde 1891. leve torção. O declínio não tem causa conhecida. No Estado de São Paulo.. Estimativa que a doença afete 5% das plantas do parque citrícola brasileiro por ano. O primeiro caso da doença foi constatado em 1970. No Estado de São Paulo... Causa a obstrução dos vasos da planta. Causa a obstrução dos vasos da planta. . . “Declinamiento" Argentina. Manifestação dos sintomas: plantas entre 8 a 12 anos. na Bahia. expondo a página inferior. . “Sudden decline" . “Marchitamiento repentino" Uruguai. desde 1891. . o declínio foi relatado 1977. “Sudden decline" Venezuela.. o declínio foi relatado 1977. limas e limões.Atraso na florada e menor quantidade que o normal Frutos miúdos. Folhas: coloração verde-musgo ou olivácea. . . SINTOMAS – Declínio SINTOMAS – Declínio laranja doce e pomelo enxertados em porta-enxertos suscetíveis: . "young tree decline" e e "sand hill decline". “Declinamiento" . . . “Citrus blight". trifoliata e seus híbridos --P. “Citrus blight". .Manifestação dos sintomas: plantas entre 8 a 12 anos.Aparecimento de sintomas de deficiência de zinco Brotação da primavera é retardada . limas e limões.Brotação da primavera é retardada Queda de folhas .Venezuela... Estimativa é é que a doença afete 5% das plantas do parque citrícola brasileiro por ano.

no tronco com uma seringa plástica sem a agulha.Declínio O método é utilizado para se ... Nas plantas sadias normalmente se consegue injetar 10 ml de . Nas plantas sadias normalmente se consegue injetar 10 ml de água em 30 segundos num furo de 1/8 de polegada de diâmetro água em 30 segundos num furo de 1/8 de polegada de diâmetro no tronco com uma seringa plástica sem a agulha.Frutos miúdos folhas murchas Frutos miúdos eefolhas murchas Brotações internas Brotações internas Desfolha Desfolha Sintomas . esta absorção é muito reduzida ou nula.Nas plantas doentes.. O método é utilizado para se determinar a velocidade de determinar a velocidade de absorção de água pelo tronco absorção de água pelo tronco injetando-se água por pressão. 59 . . injetando-se água por pressão.Blight Teste da seringa Declínio Teste da seringa -. esta absorção é muito reduzida ou nula. Nas plantas doentes.

Erradicação da planta doente CONTROLE – Declínio CONTROLE – Declínio Variedades de porta-enxerto tolerantes e intolerantes Variedades de porta-enxerto tolerantes e intolerantes Copas Porta-enxertos Intolerantes à doença Tolerantes à doença Limão Cravo Tangerinas Sunki e Cleópatra Limão Rugoso Laranja azeda e doce Caipira Limão Volkameriano Citrumelo Swingle Poncirus trifoliata e alguns de seus híbridos Tangelo Orlando Citrange Carrizo Limas Limões verdadeiros Laranja Doce Pomelo 60 ..:. Níveis mais ↑ sais de Zn no lenho do tronco em planta doentes. Sunki ..Vasos de xilema obstruídos. . Ocorrência de proteína de peso molecular de 10 a 35 kDa .Porta-enxerto mais resistente: laranja azeda Outros porta-enxertos: tangerina Cleópatra. Níveis mais ↑ sais de Zn no lenho do tronco em planta . Vasos de xilema obstruídos.. doentes...Agente causal não determinado Resultados positivos: transmissão do agente infeccioso via raiz.Teste da seringa: absorção de água no tronco é reduzida ou nula. associadas à doença.. Lab. Lab.Uso de porta-enxertos resistentes ou tolerantes Porta-enxerto mais resistente: laranja azeda .. Teste da seringa: absorção de água no tronco é reduzida ou nula.....Resultados positivos: transmissão do agente infeccioso via raiz.ETIOLOGIA – Declínio ETIOLOGIA – Declínio Agente causal não determinado .laranja Caipira tângelo Orlando .Ocorrência de proteína de peso molecular de 10 a 35 kDa associadas à doença. ..tângelo Orlando Erradicação da planta doente . Sunki laranja Caipira .Outros porta-enxertos: . ..:. CONTROLE – Declínio CONTROLE – Declínio Uso de porta-enxertos resistentes ou tolerantes .tangerina Cleópatra.

. em plantas jovens.. em 1894. no Mar Egeu. Fortunella e Severinia . Comum nos países da bacia do Mediterrâneo.Afeta também os gêneros Poncirus. mas é mais freqüente em plantas jovens. Negro e na Ásia Menor. Fortunella e Severinia Porta-enxertos suscetíveis: limão Rugoso. Primeira ocorrência: ilha de Chios. ..Brasil: exclusão. Grécia. MAL SECO MAL SECO Afeta principalmente os limoeiros . citrangesCarrizo e Troyer citranges Carrizo e Troyer Laranjas doces e pomelos são menos afetados . região do Mar Negro e na Ásia Menor..Agente causal: fungo Phoma trachephila 61 ... região do Mar .Laranjas doces e pomelos são menos afetados Agente causal: fungo Phoma trachephila . 1894. .. Doença ataca plantas em qualquer idade. mas é mais freqüente ..Afeta principalmente os limoeiros Afeta também os gêneros Poncirus.. Porta-enxertos suscetíveis: limão Rugoso.. Na Itália tem causado grandes prejuízos. Comum nos países da bacia do Mediterrâneo. Grécia. laranja azeda. Primeira ocorrência: ilha de Chios. em . laranja azeda.DOENÇAS DOS CITROS POTENCIALMENTE IMPORTANTES MAL SECO MAL SECO Brasil: exclusão. no Mar Egeu. Doença ataca plantas em qualquer idade..Na Itália tem causado grandes prejuízos.

amarelecimento das nervuras e queda como manchas cloróticas. Os primeiros sintomas se manifestam geralmente em folhas.. amarelecimento das nervuras e queda Ramo infectado seca . o que é mais prejudicial e mais comum na Itália comum na Itália Árvore afetada pelo Mal Seco Árvore afetada pelo Mal Seco Sintomas em folhas Sintomas em folhas Sintomas no lenho Sintomas no lenho 62 . Outro sintoma: cor avermelhada no lenho dos ramos no início da infecção da infecção Também pode atacar raízes. Plantas muito vigorosas: patógeno propaga-se rapidamente. Também pode atacar raízes. como manchas cloróticas.... o que é mais prejudicial e mais . . Ramos mais vigorosos: formam-se as frutificações do fungo: picnídios picnídios SINTOMAS – Mal seco SINTOMAS – Mal seco Plantas muito vigorosas: patógeno propaga-se rapidamente..SINTOMAS – Mal seco SINTOMAS – Mal seco Os primeiros sintomas se manifestam geralmente em folhas..Ramo infectado seca Ramos mais vigorosos: formam-se as frutificações do fungo: . afetando tronco afetando tronco Outro sintoma: cor avermelhada no lenho dos ramos no início . .

Afeta os vasos condutores de seiva (floema) SINTOMAS – Stubborn SINTOMAS – Stubborn Plantas afetadas crescem pouco ........CONTROLE – Mal seco CONTROLE – Mal seco O controle químico é difícil ..ramos ficam desfolhados morrem . Brotos e ramos afetados devem ser cortados e queimados imediatamente para evitar a contaminação das plantas vizinhas imediatamente para evitar a contaminação das plantas vizinhas Brotos que saem das raízes e do tronco devem ser removidos e ..Brasil: exclusão Afeta os citros e outras espécies vegetais ..Casos mais severos: .produção de frutos é reduzida 63 .. Brotos que saem das raízes e do tronco devem ser removidos e também queimados também queimados STUBBORN DOS CITROS STUBBORN DOS CITROS Brasil: exclusão .O controle químico é difícil Brotos e ramos afetados devem ser cortados e queimados .morrem produção de frutos é reduzida .Plantas afetadas crescem pouco Casos mais severos: ramos ficam desfolhados .Afeta os citros e outras espécies vegetais Afeta os vasos condutores de seiva (floema) .

. esverdeados em uma das partes .. no albedo .. anormal.Frutos: . Vetores: cigarrinhas Neoliturus tenellus.cor azul. o que lhes dá um aspecto deformado deformado cor azul.Internódios são curtos Planta com Stubborn Planta com Stubborn Sintomas em folhas Sintomas em folhas Sintomas em frutos Sintomas em frutos Sintomas em frutos Sintomas em frutos ETIOLOGIA – Stubborn ETIOLOGIA – Stubborn Agente causal micoplasma Spiroplasma citri .. anormal.Folhas são miúdas e retorcidas em forma de cunha Internódios são curtos ..Agente causal :: micoplasma Spiroplasma citri Transmissão: enxertia e por insetos vetores . esverdeados em uma das partes columela curvada. Scaphytopius nitridus e Scaphytopius delongi e Scaphytopius delongi 64 . Scaphytopius nitridus . no albedo Folhas são miúdas e retorcidas em forma de cunha .SINTOMAS – Stubborn SINTOMAS – Stubborn Frutos: pequenos.... o que lhes dá um aspecto .pequenos. columela curvada.Transmissão: enxertia e por insetos vetores Vetores: cigarrinhas Neoliturus tenellus..

mais freqüentemente após 15 anos de idade anos de idade Sintoma mais característico: desenvolvimento de brotações ..vassouras As folhas mais velhas vão amarelando e morrem . mais freqüentemente após 15 ..Em estágios mais avançados... as plantas morrem 65 .. as plantas morrem . Pls de laranja doce como a baianinha e outras são resistentes à doença doença Uso de mudas livres da doença . Afeta plantas de qualquer idade.As folhas mais velhas vão amarelando e morrem Em estágios mais avançados..Outros países dos Emirados Árabes Unidos SINTOMAS WBDL SINTOMAS -.CONTROLE – Stubborn CONTROLE – Stubborn Spiroplasma citri é insensível à penicilina ..Primeiro registro: península Arábica Outros países dos Emirados Árabes Unidos .. Sintoma mais característico: desenvolvimento de brotações compactas vassouras compactas -.Spiroplasma citri é insensível à penicilina Pls de laranja doce como a baianinha e outras são resistentes à ..Brasil: exclusão Primeiro registro: península Arábica .WBDL) (WITCHE'S BROOM WBDL) Brasil: exclusão ..WBDL Afeta plantas de qualquer idade.Uso de mudas livres da doença VASSOURA DE BRUXA VASSOURA DE BRUXA (WITCHE'S BROOM -.

leprose. princípio de controle aplicado à doença e medidas de controle.. disseminação e condições favoráveis para a ocorrência da doença. Tabela 3 – Doença. Cigarrinha Hishimonus phycitis CONTROLE WBDL CONTROLE -.. podridão floral.Doença.WBDL Agente causal: micoplasma .Erradicação da planta atacada Exercício • Consulte o site: www. tristeza dos citros. pinta preta. Para estas doenças você deverá preparar as seguintes Tabelas. Tabela 1 . clorose variegada dos citros. gomose e outras doenças causadas por Phytophthora. agente causal. Tabela 4 – Doença. verrugose da laranja azeda. parte da planta afetada e sintomas.ETIOLOGIA WBDL ETIOLOGIA -. greening.WBDL Erradicação da planta atacada . época e locais de ocorrência.com..fundecitrus.Transmissão: enxertia e vetores Cigarrinha Hishimonus phycitis . importância econômica. verrugose da laranja doce.br Considere as seguintes doenças dos citros: Cancro cítrico..Restringe ao floema da planta Transmissão: enxertia e vetores . Tabela 2 – Doença. rubelose. 66 . modo de sobrevivência. natureza do agente causal e agente causal.Agente causal: micoplasma Restringe ao floema da planta .. morte súbita dos citros. declínio.

Suspeita → origem virótica. Murcha..Outras doenças ETIOLOGIA – Sorose ETIOLOGIA – Sorose Não caracterizado no Brasil. . Passado → importante. . com características em . .Suspeita → origem virótica..natural no campo --BA e Argentina – afídeos. Transmissão: união de tecidos.. 67 . ... Atualmente → estado SP → importante → laranja Folha . .união de tecidos. comum.Transmissão: . Grupo de moléstias de origem virótica. semente – rara..Não caracterizado no Brasil..semente – rara. SOROSE SOROSE Grupo de moléstias de origem virótica. natural no campo BA e Argentina – afídeos.. . com características em comum.Passado → importante.. Atualmente → estado SP → importante → laranja Folha Murcha.

SINTOMAS Sorose SINTOMAS -.utilização de clones nucelares. para mosqueados ou outros padrões cloróticos distintos...aparecem a partir dos 8 anos de idade dependem do tipo de sorose: .Sorose alveolar Marcas de dedos .. limão Cravo.indicadora --laranja do Céu enxertada em limão Cravo.dependem do tipo de sorose: Sorose A .Gomose Côncava Sorose alveolar . Controle: utilização de clones nucelares. tratamento do material para propagação por .Sorose Indexação biológica: indicadora laranja do Céu enxertada em .Sorose FOLHAS: variam de áreas cloróticas alongadas de cor verdeFOLHAS: variam de áreas cloróticas alongadas de cor verdeclara.Sorose B Gomose Côncava .Sorose A Sorose B . ...... para mosqueados ou outros padrões cloróticos contra a luz.Pipoca CONTROLE Sorose CONTROLE -.. paralela às nervuras secundárias e mais facilmente visíveis contra a luz.. paralela às nervuras secundárias e mais facilmente visíveis clara.. distintos..SINTOMAS Sorose SINTOMAS -.Sorose TRONCO E GALHOS: TRONCO E GALHOS: aparecem a partir dos 8 anos de idade .Marcas de dedos Pipoca . tratamento do material para propagação por termoterapia e microenxertia de ápices caulinares termoterapia e microenxertia de ápices caulinares 68 .Indexação biológica: .Controle: ..

união de tecidos.COPA: . .Exocorte COPA: Definhamento..SINTOMAS Exocorte SINTOMAS -. .. P. alteração na coloração das folhas. Aparecimento dos sintomas plantas entre 4 e 10 anos de idade.. EXOCORTE EXOCORTE Passado: 100% → laranja Baianinha e Hamlin/ limão Cravo.. 69 . tronco e galhos mais grossos.. mecanicamente por instrumento de corte. Escamação da casca: limão cravo. trifoliata e seus híbridos e .vegetação esparsa. Atualmente → limão Tahiti “Quebra-galho”.. vegetação esparsa. . P. ..Viróide Transmissão: união de tecidos. Limão Tahiti: rachaduras longitudinais ou áreas deprimidas no . Escamação da casca: limão cravo.Atualmente → limão Tahiti “Quebra-galho”. Transmissão: ...Aparecimento dos sintomas plantas entre 4 e 10 anos de idade.mecanicamente por instrumento de corte.Passado: 100% → laranja Baianinha e Hamlin/ limão Cravo..Definhamento.alteração na coloração das folhas.. Limão Tahiti: rachaduras longitudinais ou áreas deprimidas no troncoe galhos mais grossos. trifoliata e seus híbridos e exsudação de goma.Exocorte Viróide . . ETIOLOGIA Exocorte ETIOLOGIA -. . exsudação de goma. ..

saliências no lenho e reentrâncias na casca.Uso de clones nucelares. pequenas depressões arredondadas ou alongadas no lenho correspondem a saliências da parte interna da casca e correspondem a saliências da parte interna da casca e resultam em deformação do lenho OU. 70 . depressões cheias de substância resinosa de coloração .Exocorte Uso de clones nucelares.Xiloporose Porose do xilema: Porose do xilema: pequenas depressões arredondadas ou alongadas no lenho . Desinfestação de material de corte em solução de hipoclorito de .. . resultam em deformação do lenho --OU. sódio a 1%. .CONTROLE Exocorte CONTROLE -. . SINTOMAS Xiloporose SINTOMAS -.. ..Microenxertia de ápices caulinares. --laranja Barão enxertada em lima da Pérsia.. marrom. Desinfestação de material de corte em solução de hipoclorito de sódio a 1%.. Microenxertia de ápices caulinares.1938 – Brasil. laranja Barão enxertada em lima da Pérsia. saliências no lenho e reentrâncias na casca. depressões cheias de substância resinosa de coloração marrom... XILOPOROSE XILOPOROSE 1938 – Brasil.

Transmissão: .SINTOMAS Xiloporose SINTOMAS -. .. 71 ..Xiloporose Observação dos sintomas: Observação dos sintomas: 3 a 4 anos da enxertia no porta-enxerto de lima da Pérsia.Xiloporose Viróide .Xiloporose Microenxertia de ápices caulinares de plantas infectadas..união de tecidos.6 aos 12 anos no porta-enxerto limão Cravo.Microenxertia de ápices caulinares de plantas infectadas. . ETIOLOGIA Xiloporose ETIOLOGIA -. . Desinfestação de material de corte em solução de hipoclorito de sódio a 1%. .mecanicamente por instrumento de corte.Viróide Transmissão: união de tecidos.3 a 4 anos da enxertia no porta-enxerto de lima da Pérsia.. 6 aos 12 anos no porta-enxerto limão Cravo. de sódio a 1%. CONTROLE Xiloporose CONTROLE -.... . Desinfestação de material de corte em solução de hipoclorito .. mecanicamente por instrumento de corte.

Podridão de radicelas Morte rápida da planta ou plantas não perecem e ficam .amarelecimento da nervura principal ou amarelecimento total das folhas velhas . Mn e outros deficiência de Zn.Seca gradativa de ramos Necrose dos tubos crivados da laranja azeda .Necrose dos tubos crivados da laranja azeda Podridão de radicelas . Folhas ligeiramente bronzeadas... de aspecto coriáceo e quebradiças quebradiças Pode ocorrer: amarelecimento da nervura principal ou .Tristeza Hoje: caneluras = depressões no lenho das plantas Hoje: .caneluras = depressões no lenho das plantas enfezamento da planta ..amarelecimento total das folhas velhas Declínio rápido da planta .....frutos miúdos = coquinho 72 .Tristeza Seca gradativa de ramos . folhas de tamanho reduzido com clorose semelhante a deficiência de Zn.SINTOMAS Tristeza SINTOMAS -... Morte rápida da planta ou plantas não perecem e ficam enfezadas e cloróticas enfezadas e cloróticas SINTOMAS Tristeza SINTOMAS -.Tristeza Clássico: laranja doce/laranja azeda: Clássico: laranja doce/laranja azeda: Folhas ligeiramente bronzeadas.. Mn e outros frutos miúdos = coquinho .. de aspecto coriáceo e ..Pode ocorrer: .enfezamento da planta folhas de tamanho reduzido com clorose semelhante a .Declínio rápido da planta SINTOMAS Tristeza SINTOMAS -..

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