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ACESSIBILIDADE, INCLUSÃO SOCIAL, EQUIDADE, ACESSIBILIDADE,

DESENHO UNIVERSAL E INCLUSÃO

Marta Gil

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Como definir “acessibilidade”?

O dicionário nos diz que “acessibilidade” é um substantivo que denota a qualidade de ser acessível; “acessível”, por sua vez, é um adjetivo que indica aquilo a que se pode chegar facilmente; que fica ao alcance.

Inicialmente, este termo estava restrito ao ambiente construído e designava a eliminação de barreiras arquitetônicas.

Gradualmente, este sentido abrangeu outras esferas do fazer humano; passamos, então, a refletir sobre a acessibilidade (e o acesso a) na Educação, no Trabalho, Lazer, Cultura, Esportes, Informação e outras.

Podemos afirmar que, na área da Deficiência, alcançar condições de acessibilidade significa o processo de conseguir a equiparação de oportunidades em todas as esferas da vida.

Portanto, ao lutar pela acessibilidade, estamos defendendo um Direito Humano, que possibilita a equidade de oportunidades e que é condição sine qua non para que a inclusão social aconteça.

Um ambiente acessível é bom para todos, não apenas para pessoas com determinadas características físicas, pois oferece qualidade de vida e permite a convivência e a interação entre diferentes.

Segundo Romeu Sassaki, “O paradigma da inclusão social consiste em tornarmos a sociedade toda um lugar viável para a convivência entre pessoas de todos os tipos e condições na realização de seus direitos, necessidades e potencialidades. Neste sentido, os adeptos e defensores da inclusão, chamados de inclusivistas, estão trabalhando para mudar a sociedade, a estrutura dos seus sistemas sociais comuns, as suas atitudes, os seus produtos e bens, as suas tecnologias etc. em todos os aspectos: educação, trabalho, saúde, lazer, mídia, cultura esporte, transporte etc."

Para que a inclusão aconteça, a sociedade deve incorporar os requisitos de acessibilidade; para tanto, os produtos, equipamentos, ambientes e meios de comunicação devem ser concebidos do ponto de vista do Desenho Universal, que preconiza que tudo deve poder ser utilizado por todos, o maior tempo possível, sem necessidade de adaptação, beneficiando pessoas de todas as idades e capacidades.

Quando o ambiente se torna acessível (em todos os sentidos), pois adota os critérios e a filosofia do Desenho Universal, ele possibilita a Inclusão e, consequentemente, as pessoas com deficiência podem desfrutar de uma Vida Independente, ou seja,, podem assumir o controle de sua vida, fazendo escolhas, tomando decisões e contribuindo para a transformação da sociedade. Em suma, elas passam a exercer a cidadania, ainda que, em alguns casos, dependam fisicamente de outros.

Estamos vivendo, aqui no Brasil, assim como em muitos outros países, um momento de conscientização e de sensibilização da sociedade frente à Deficiência: as escolas começam a abrir suas portas para acolher crianças até então não admitidas como alunos, cultivando a convivência e o respeito à diferença desde cedo; as empresas tomam consciência dos talentos, dos recursos, da criatividade e da eficiência destas pessoas;

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estabelecimentos comerciais percebem que elas são consumidoras em potencial e, portanto, devem ser tratadas como tal. Teatros, cinemas e espaços culturais percebem que há públicos a serem conquistados.

A Informação tem-se revelado uma das ferramentas mais eficazes neste processo rumo à

Acessibilidade, combatendo preconceitos e neutralizando estigmas.

A sociedade acessível garante qualidade de vida para todos; portanto, é um

compromisso que deve ser assumido por todos nós, em nossas respectivas esferas de ação e influência.

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