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2.

TESTES DE AVALIAÇÃO

3. TESTE DE AVALIAÇÃO
Nome: ______________________________________________________ N.O: _____________ Turma: _____________ Data: ___________________

GRUPO I

Apresente as suas respostas de forma bem estruturada.

Leia o texto.

Não estou pensando em nada


E essa coisa central, que é coisa nenhuma,
É-me agradável como o ar da noite,
Fresco em contraste com o verão quente do dia.

5 Não estou pensando em nada, e que bom!

Pensar em nada
É ter a alma própria e inteira.
Pensar em nada
É viver intimamente
10 O fluxo e o refluxo da vida...

Não estou pensando em nada.


Só, como se me tivesse encostado mal
Uma dor nas costas, ou num lado das costas,
Há um amargo de boca na minha alma:
15 É que, no fim de contas,
Não estou pensando em nada,
Mas realmente em nada,
Em nada.
6-7-1935
Álvaro de Campos, in Fernando Pessoa, Poesia dos Outros Eus,
(edição de Richard Zenith), Lisboa, Assírio & Alvim, 2007, p. 425.

1. Caracterize o sujeito poético, considerando o estado emocional em que se encontra.

2. Explique o sentido dos versos 6 e 7.

3. Refira a expressividade decorrente do emprego da anáfora presente em “Não estou pensando


em nada” (v. 5).

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2. TESTES DE AVALIAÇÃO

Leia o excerto. Se necessário, consulte a nota.

Ah Peixes, quantas invejas vos tenho a essa natural irregularidade! Quanto melhor me fora não
tomar a Deus nas mãos, que tomá-Lo tão indignamente! Em tudo o que vos excedo, peixes, vos re-
conheço muitas vantagens. A vossa bruteza é melhor que a minha razão, e o vosso instinto melhor
que o meu alvedrio. Eu falo, mas vós não ofendeis a Deus com as palavras; eu lembro-me, mas vós
5 não ofendeis a Deus com a memória; eu discorro, mas vós não ofendeis a Deus com o entendimen-
to; eu quero, mas vós não ofendeis a Deus com a vontade. Vós fostes criados por Deus, para servir
ao homem, e conseguis o fim para que fostes criados: a mim criou-me para O servir a Ele, e eu
não consigo o fim para que me criou. Vós não haveis de ver a Deus, e podereis aparecer diante Dele
muito confiadamente, porque O não ofendestes; eu espero que O hei de ver; mas com que rosto hei
10 de aparecer diante do Seu divino acatamento, se não cesso de O ofender? Ah quase que estou por
dizer que me fora melhor ser como vós, pois de um homem que tinha as mesmas obrigações, disse
a Suma Verdade1 que melhor lhe fora não nascer homem: Si natus non fuisset homo ille. E pois os
que nascemos homens, respondemos tão mal às obrigações de nosso nascimento, contentai-vos,
Peixes, e dai muitas graças a Deus pelo vosso.
Padre António Vieira, Obra completa (dir. José Eduardo Franco e Pedro Calafate), tomo II, vol. X,
Lisboa, Círculo de Leitores, 2014, pp. 164-165.

1
Deus.

4. Indique duas razões justificativas da inveja que o orador diz ter dos peixes.

5. Apresente duas estratégias argumentativas utilizadas neste momento textual.

GRUPO II

Responda às questões. Nas respostas aos itens de escolha múltipla, selecione a opção correta.

Leia o texto.

Ser mais com menos

Se aquilo que possui traz danos à sua vida, a solução é simplificar e adotar princípios mini-
malistas.

Por trás de cada grande decisão há sempre uma história. Imagine alguém que, aos 28 anos, atinge
o topo do sucesso no mundo empresarial e, nessa mesma altura, fica sem o casamento e perde a
5 mãe, questionando-se então acerca do que realmente conta na sua vida. Ou coloque-se na pele de
um jovem executivo exemplar, confrontado com o seu despedimento.

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2. TESTES DE AVALIAÇÃO

Dois cenários que podiam fazer parte da sinopse de um filme. Mas não são. Aconteceram mesmo
a dois amigos de infância. Joshua Fields Millburn e Ryan Nicodemus tinham a mesma idade quan-
do passaram pelo avesso do sonho americano. Foi então que decidiram simplificar: reduziram ao
10 mínimo os hábitos de consumo, venderam ou doaram tudo o que não acrescentasse valor ao seu
quotidiano e as vidas deles mudaram. Tornaram-se mais ricas. O lema de Os Minimalistas, que
vivem em Missoula, no Estado de Montana, pode resumir-se a três ideias-chave:
− “Viver com menos é mais”
− “Desapegue-se e siga em frente”
15 − “Ame as pessoas e use as coisas porque o contrário não funciona”.

Parece fácil mas não é. Eles explicam tudo numa conferência TED e no documentário lançado
este ano e intitulado Minimalism: A Documentary About the Important Things. Porque é que não é
fácil? Por ser preciso passar à prática e confiar que vai valer a pena. Por ser preciso reprogramar a
ideia que se tem de abundância.
20 O emprego milionário, a casa à altura com carro a condizer e outros sinais exteriores de riqueza
podem parecer uma meta cativante que todos querem alcançar (e que eles alcançaram). Só que,
pouco tempo antes de a vida ter surpreendido Joshua e Ryan, já eles tinham percebido que manter
esse estilo de vida não lhes dava a satisfação sonhada. E, para infelicidade de ambos, o consumo
compulsivo só ampliava a sensação de vazio e os níveis de stresse, medo, desgaste e depressão.
25 Em síntese, não era Vida. Não os tornava mais livres nem lhes fazia sentido. Seis anos passados,
a dupla tem um site, um blog, um podcast, alguns livros e mais de quatro milhões de seguidores.
Clara Soares, in Visão, edição online de 23 de novembro de 2016 (consultado em dezembro de 2016).

1. Nos dois parágrafos iniciais, referem-se


(A) duas situações hipotéticas.
(B) dois casos verídicos.
(C) hipóteses de vida distintas.
(D) soluções para minimizar danos.

2. Com a expressão “avesso do sonho americano” (l. 9), pretende-se salientar


(A) as dificuldades surgidas na vida dos dois amigos.
(B) a nacionalidade dos dois amigos de infância.
(C) a pobreza que se abateu sobre os americanos.
(D) a realidade de muitos jovens americanos.

3. De acordo com o sentido do texto, ser “minimalista” é


(A) mais fácil do que parece.
(B) a filosofia de vida dos pobres.
(C) mais complicado do que parece.
(D) alhear-se de tudo e de todos.

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2. TESTES DE AVALIAÇÃO

4. O termo “Se” que inicia o texto tem valor


(A) reflexo.
(B) recíproco.
(C) apassivante.
(D) condicional.

5. A oração subordinada presente na frase “Imagine alguém que, aos 28 anos, atinge o topo do
sucesso no mundo empresarial” (ll. 3-4) é
(A) adverbial consecutiva.
(B) adjetiva relativa restritiva.
(C) adjetiva relativa explicativa.
(D) substantiva completiva.

6. O segmento frásico sublinhado “coloque-se na pele de um jovem executivo exemplar, confron-


tado com o seu despedimento” (ll. 5-6) desempenha a função sintática de
(A) complemento oblíquo.
(B) complemento direto.
(C) modificador do grupo verbal.
(D) modificador restritivo do nome.

7. A afirmação “Dois cenários que podiam fazer parte da sinopse de um filme” (l. 7) exemplifica
a modalidade
(A) epistémica com valor de certeza.
(B) epistémica com valor de probabilidade.
(C) deôntica com valor de obrigação.
(D) deôntica com valor de permissão.

8. Indique o valor lógico do articulador que introduz o último período do primeiro parágrafo.

9. Classifique a oração “que vivem em Missoula” (ll. 11-12).

10. Identifique o processo de formação da palavra “ideias-chave” (l. 12).

GRUPO III

Viver a vida de forma minimalista foi a opção dos dois jovens cuja desgraça os fez apreciar a vida de
forma diferente.

Num texto de 170 a 200 palavras, produza um texto expositivo sobre o modo como podemos ou deve-
mos viver, considerando as consequências decorrentes da nossa opção de vida.

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2. TESTES DE AVALIAÇÃO

4. TESTE DE AVALIAÇÃO
Nome: ______________________________________________________ N.O: _____________ Turma: _____________ Data: ___________________

GRUPO I

Apresente as suas respostas de forma bem estruturada.

Leia o texto. Se necessário, consulte a nota.

Paira-me à superfície do cansaço qualquer coisa de áureo que há sobre as águas quando o sol
findo as abandona. Vejo-me como ao lago que imaginei, e o que vejo nesse lago sou eu. Não sei
como explique esta imagem, ou este símbolo, ou este eu em que me figuro. Mas o que tenho por
certo é que vejo, como se de facto visse, um sol por trás de montes, dando raios perdidos sobre o
5 lago que os recebe a ouro escuro.
Um dos malefícios de pensar é ver quando se está pensando. Os que pensam com o raciocínio
estão distraídos. Os que pensam com a emoção estão dormindo. Os que pensam com a vontade
estão mortos. Eu, porém, penso com imaginação, e tudo quanto deveria ser em mim ou razão, ou
mágoa, ou impulso, se me reduz a qualquer coisa indiferente e distante, como este lago morto entre
10 rochedos onde o último do sol paira desalongadamente.
Porque parei, estremecem as águas. Porque refleti, o sol recolheu-se. Cerro os olhos lentos e
cheios de sono, e não há dentro de mim senão uma região lacustre1 onde a noite começa a deixar
de ser dia num reflexo castanho escuro de águas de onde as algas surgem.
Porque escrevi, nada disse. Minha impressão é que o que existe é sempre em outra região, além
15 de montes, e que há grandes viagens por fazer se tivermos alma com que ter passos.
Cessei, como o sol na minha paisagem. Não fica, do que foi dito ou visto, senão uma noite já
fechada, cheia de brilho morto de lagos, numa planície sem patos bravos, morta, fluida, húmida e
sinistra.
Bernardo Soares, Livro do desassossego, Edição de Jerónimo Pizarro, Lisboa, Tinta da China, 2014, pp. 461-462.

1
Relativo a “lago”.

1. Comprove a presença de um registo descritivo e reflexivo como uma das marcas deste texto.

2. Interprete a metáfora do lago, tendo em conta a referência aos raios de sol.

3. Identifique um recurso expressivo presente no segmento “Os que pensam com o raciocínio
estão distraídos. Os que pensam com a emoção estão dormindo. Os que pensam com a vontade
estão mortos.” (ll. 6-8), explicitando o seu valor.

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2. TESTES DE AVALIAÇÃO

Leia o poema.

II

O meu olhar é nítido como um girassol.


Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás...
5 E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo comigo
Que teria uma criança se, ao nascer,
10 Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a grande novidade do mundo...

Creio no mundo como num malmequer,


Porque o vejo. Mas não penso nele
15 Porque pensar é não compreender...
O mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...

Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...


20 Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar...

Amar é a eterna inocência,


25 E toda a inocência é não pensar...
Alberto Caeiro, “O guardador de rebanhos”, Fernando Pessoa,
Poesia dos Outros Eus (ed. de Richard Zenith), Lisboa, Assírio & Alvim, 2007, pp. 35-36.

4. Explicite a importância do olhar, relacionando-o com o modo como Caeiro encara a Natureza.

5. Comprove a defesa da filosofia do “não pensar”, característica deste heterónimo.

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2. TESTES DE AVALIAÇÃO

GRUPO II

Responda às questões. Nas respostas aos itens de escolha múltipla, selecione a opção correta.

Leia o texto.

Ver o filme? Já li o livro…

A ligação entre cinema e literatura é bem antiga, e nem sempre corre bem. Na próxima
semana, estreia em Portugal o filme Uma história americana, de Ewan McGregor, realizado a
partir do romance Pastoral americana, de Philip Roth. O que se perde pelo caminho?

5 No prefácio do seu romance O negro do narciso, publicado em 1897, Joseph Conrad escrevia algo
como isto: “o objetivo que eu tento atingir é, pelo poder da palavra escrita, fazer o leitor ouvir, sentir
e, acima de tudo, ver”. É uma frase que não só sublinha o poder da literatura como tem inspirado
um batalhão de realizadores, ao longo da história do cinema, a transformar grandes romances em
filmes. Fazendo, literalmente, ver e ouvir o que outros, antes deles, escreveram. É, muitas vezes, um
10 trabalho armadilhado… E ao longo do tempo foi nascendo a convicção de que a grande literatura
resulta, demasiadas vezes, em filmes falhados. A frase “Ah, mas o livro é muito melhor…” tornou-se
um lugar-comum.
A discussão, muito prática e académica, é velha, e não faltam exemplos para sustentar diversas
teorias. O tema vem agora a propósito da adaptação para cinema de um dos mais celebrados ro-
15 mances do escritor norte-americano Philip Roth, Pastoral americana.
McGregor guiou-se por várias regras clássicas, by the book, da adaptação de um romance ao ci-
nema. No seu site, o guionista português João Nunes explicita algumas, a partir da sua experiência
pessoal, começando por uma constatação mais ou menos óbvia: “é preciso cortar, eliminar muita
coisa, porque afinal a literatura é uma forma muito mais ‘livre’ do que o cinema”. McGregor passou
20 no teste da “dissecação e simplificação”, mas falhou ao manter o espírito das páginas assinadas por
Philip Roth.
Muitos dos mais celebrados filmes de Alfred Hitchcock baseiam-se em romances, quase sempre
livros menos conhecidos e celebrados do que os filmes a que deram origem. Na longa entrevista
que o cineasta britânico deu ao realizador francês François Truffaut, aproveitou para explicar um
25 pouco do seu método: “O que eu faço é ler a história só uma vez e se gostar da ideia básica esqueço
tudo sobre o livro e começo a criar cinema. Hoje, seria incapaz de contar a história que Daphne du
Maurier escreveu no seu conto Os pássaros. Só o li uma vez, e muito rapidamente.”
Talvez esta fleuma britânica, de mestre, seja o segredo certo para manter o “espírito” das obras,
fazendo cinema sem tentar filmar literatura.
Pedro Dias de Almeida, in Visão, n.o 1236, de 10 a 16 de outubro de 2016 (com supressões).

1. Com a afirmação “É, muitas vezes, um trabalho armadilhado…” (ll. 9-10), o autor deixa claro
que fazer a adaptação de obras literárias ao cinema é
(A) uma tarefa inglória para o realizador.
(B) uma tarefa por vezes votada ao fracasso.
(C) um trabalho fascinante, mas desgastante.
(D) uma forma de afirmar o poder da literatura.

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2. A afirmação “a literatura é uma forma muito mais ‘livre’ do que o cinema” (l. 19) demonstra que
a literatura
(A) confere ao leitor uma maior liberdade na medida em que a leitura não implica o confinamento
a um determinado lugar.
(B) é uma forma de expressão mais acessível do que o cinema.
(C) permite ao leitor maior criatividade, tendo por base a leitura que realiza.
(D) possibilita o tratamento de temas mais variados do que o cinema.

3. A frase “McGregor passou no teste da ‘dissecação e simplificação’, mas falhou ao manter o


espírito das páginas assinadas por Philip Roth.” (ll. 19-21)
(A) significa que McGregor sintetizou o conteúdo da obra de Philip Roth, mas realizou um bom filme.
(B) destaca a qualidade cinematográfica e literária de ambas as obras.
(C) comprova a importância da ligação da literatura e do cinema.
(D) produz um juízo de valor negativo relativamente à obra cinematográfica em causa.

4. O método usado por Alfred Hitchcock, que garantiu o êxito de tantos dos seus filmes
(A) consistia em adaptar fielmente a obra literária que lhe servia de base.
(B) constava da leitura rápida da obra literária, que esquecia logo, assim que concebia o filme.
(C) baseava-se na filmagem de cenas que retirava de obras literárias.
(D) era partilhado pelo realizador francês François Truffaut.

5. O processo de formação da palavra “site” (l. 17) é


(A) empréstimo. (C) amálgama.
(B) truncação (D) acrónimo.

6. O sujeito da forma verbal “baseiam-se” (l. 22) é


(A) “filmes de Alfred Hitchcock”
(B) “Muitos dos mais celebrados filmes de Alfred Hitchcock”
(C) “Muitos filmes”.
(D) sujeito subentendido.

7. O termo sublinhado em “para explicar um pouco o seu método” (ll. 24-25) classifica-se como
(A) conjunção subordinativa completiva. (C) conjunção subordinativa final.
(B) preposição. (D) locução prepositiva.

8. Classifique a oração “que o cineasta britânico deu ao realizador francês François Truffaut”. (l. 24)

9. Identifique a função sintática desempenhada pelo constituinte sublinhado em “O que eu faço é


ler a história só uma vez”. (l. 25)

10. Indique o antecedente do pronome pessoal presente em “Só o li uma vez”. (l. 27)

GRUPO III

Redija uma apreciação crítica de uma obra literária que tenha lido e da sua adaptação para o cinema.
Como sugestão, poderá apresentar o seu ponto de vista relativamente ao excerto do Filme do desassossego
proposto na página 103 do manual, adaptação da obra de Bernardo Soares, cujos fragmentos conhece.
O seu texto deverá conter entre 130 a 170 palavras.
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