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RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO


ÁREA DE ATUAÇÃO: TEC. ANÁLISES CLÍNICAS

Serrinha – BA
2018
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CREUSA DA CONCEIÇÃO PASSOS

RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO


ÁREA DE ATUAÇÃO: TEC. ANÁLISES CLÍNICAS

Relatório do curso apresentado como requisito de


avaliação para a obtenção do grau Técnico em
Análises clinicas, pelo centro territorial de educação
profissional do sisal-Serrinha.
Supervisor:

Serrinha – BA
2018
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RESUMO

Relatório de Estagio supervisionado, apresentado ao curso Tec. Análises


Clínicas oferecido pelo Cetep: núcleo de ensino técnico, para demonstrar as
atividades de estágio desenvolvidas Teve como principal objetivo capacitar o técnico
em analises na área de sua atuação. Foi realizado no laboratório estrela de análises
clínicas, No período de 03/01/2017 a 06/04/2017. Neste, estão contidas atividades
como: hemograma, urina, fezes, tipagem, dentre outras. Atividades estas, que são
preparadas pelo o técnico em analises clinica dentro do laboratório. O estágio
supervisionado em Analises Clinicas tem por objetivo oportunizar ao aluno o
exercício dos conhecimentos adquiridos, por meio de atuação prática, bem como
proporcionar o desenvolvimento de habilidades e competências pessoais e
profissionais na prática diária em locais conveniados com o Centro Territorial De
Educação Profissional Do Sisal.
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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO...........................................................................................04
2. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS..............................................................05
2.1 Coleta de sangue.......................................................................................05
2. 2 exames solicitados (Hemograma)...........................................................06
2.2.1 Hemograma............................................................................................06
2.3 Exame de urina.........................................................................................07
2.4 Exame de fezes........................................................................................08
2.5 Lavagem das mãos..................................................................................08
2.6 Tipagem sanguínea..................................................................................09
5 CONCLUSÃO.............................................................................................10
REFERENCIAS.........................................................................................11
ANEXOS....................................................................................................12
APÊNDICES..............................................................................................13

1 INTRODUÇÃO

O Técnico em Análises Clinicas é a pessoa mais próxima do paciente na hora


do exame. Além de coletar o sangue, ou material necessário para análise, são eles
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que tranquilizam os pacientes e esclarecem as dúvidas sobre a função de cada


exame solicitado pelo médico.
Diagnosticar todos os tipos de doença dentro do laboratório de análises
clínicas é o objetivo do profissional. Para isso estudamos e estagiamos em
laboratórios com a estrutura necessária para o aprendizado prático dos alunos.
Microscópios, centrífugas, estufas, banho-maria, meios de cultura e kit´s de análises
estão à disposição dos alunos sob a orientação dos professores.
Atualmente, com o objetivo de obter respostas mais rápidas, a fim de otimizar
o tempo do profissional, muitos exames estão sendo realizados por aparelhos
automatizados. Este fato permite uma análise em maior escala e propicia aos
clínicos uma resposta mais breve do estado fisiológico do paciente, possibilitando
uma intervenção mais ágil, aumentando assim a possibilidade de salvar mais vidas
humanas. Setores como a microbiologia e outros onde existem alguns exames de
maior especificidade, continuam a executar sua atividades manualmente, seja por
possuir uma menor rotina, ou por ainda não estarem com métodos automatizados
padronizados.
Entre os exames solicitados com maior frequência temos: hemograma
completo, bioquímica do sangue (dosagem de glicose, ureia, creatinina, colesterol
total e frações, triglicerídeos, ácido úrico, etc), hemostasia (coagulograma),
imunologia (teste luético, antiestreptolisina o, proteína c reativa, teste imunológico de
gravidez etc ), exame parasitológico de fezes, sumário de urina, culturas
bacteriológicas, antibiograma, etc.
A supervisão de estágio é feita por Comissão Supervisora, com a finalidade
de orientar, controlar e avaliar as atividades. O estágio foi realizado no Laboratório
LACEN-Ba Laboratório Municipal de referência regional de Serrinha, localizado na
Rodovia Ba-409 Km 01 Serrinha-Coité. Sob supervisão da bioquímica Adréa
Santana Lima De Oliveira no período de 05 a 09 de julho de 2010.

2. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
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O Laboratório de Análises Clínicas tem que ter uma visão ampla do futuro e
generalizada, com ênfase em todas as áreas que compõem o diagnóstico em geral e
as analises clínicas, podemos definir que a Medicina Laboratorial é composta por
diversas áreas, como:
Hematologia, Parasitologia, Microbiologia, Bioquímica Clinica, Urinálise,
Sorologia, Enzimologia, Toxicologia, Micologia e Citologia.
Com a Medicina Laboratorial atuando em diversas áreas, nasce um conceito
muito importante na medicina, a importância da Medicina Preventiva, pois os
Exames Laboratoriais são utilizados como ferramenta essencial ao clinico para obter
informações na tomada de decisões no diagnóstico e tratamento de várias
patologias em seus pacientes.

2.1 Coleta de sangue

De acordo com Lomba, (1999) o material é coletado atraves da venupunção,


e acondicionado em recipiente esterilizado e apriado. A posição ideal para o paciente
é decubito dorsal.
Os materias necessarios:
 Seringa/ agulha;
 Garrote;
 Algodão;
 Alcool a 70%
Procedimento:
 Escolha uma veia calibrosa para punção;
 Após prender o garrote fazer assepsia;
 Coleta o material aspirando a seringa graduada.
 Termina a coleta retire o garrote remova a agulha num único e delicado
movimento verifique se não houve lesão venosa;
 Colocar no tubo de ensaio;
 Identificar o tubo com os dados do cliente e o nome do exame;
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 Antes de colocar o sangue certificar-se de que o anticoagulante estar


presente no tubo;
Na instituição a técnica é realizada de acordo com a referida pelo o autor.
Após a coleta com seringa descartável, o sangue é transferido para um tubo de
ensaio de vidro, que deverá ser rotulado, contendo o nome do paciente e lacrado
com tampa. A coleta de sangue deve ser feita com o paciente em jejum de pelo
menos 12 horas, 24 horas sem pratica de exercícios físicos e 48 horas sem
consumo de bebida alcoólica. Deve-se perguntar ao paciente se faz uso de algum
medicamento, ou se fez uso nas horas antecedentes ao exame, pois alguns
remédios podem interferir nos resultados do exame.

2. 2 Exames solicitados (Hemograma)

Entre os exames solicitados com maior frequência temos: hemograma


completo, bioquímica do sangue (dosagem de glicose, ureia, creatinina, colesterol
total e fracções, triglicerídeos, ácido úrico, etc), hemostasia (coagulograma),
imunologia (teste imunológico de gravidez, teste luético, antiestreptolisina o, proteína
c reativa, etc), exame parasitológico de fezes, sumário de urina, et.c

2.2.1 Hemograma:

É um exame para avaliar as tres principais linhagens de celulas do sangue


(hemacias, leucocitos e plaquetas).
Na instituição preparado da seguinte forma: enche o tubo capilar com sangue
total é vedado, para ser levado a microcentrifuga e permanece por 5 minutos
centrifugando, medido-se a concentração de hemacia, num cartão de leitura de
hematocrito de rotida da instituição. Preparavamos lamina de esfregasso
adicionando uma gota de sangue total em uma lamina limpa e seca e com o auxilio
de outra lamina homogeniza o sangue, depois de seco o sangue é utilizado o Kit de
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coloração o primeiro é fixante a base de álcool, segundo a eosina e o terceiro azul


de metileno, espera secar e encaminha para a leitura do bioquimico.
Diluição de leucocitos: e um tubo adiciona 400ul do liquido de Turk, e 20ul de
sangue total.
Diluição de Plaqueta: adicionamos em um tubo 1ml de formol salina e 20ul de
plasma depois de homogenizado é colocado na camara de contagem.

1.1 Exame de urina

O exame rotineiro de urina é um método simples não envasivo capaz


de favorecer uma variedade de informaçoes uteis em relação a patologias
envolvendo os rins o trato urinario e, por dados indiretos.(...).

Técnica usada no laboratorio:

 Coleta da primeira urina do dia do jato médio;


 Homogenizar a urina;
 Colocar em um tubo conico;
 Verificar com a fita a parte quimica e anotar as possiveis alterações;
 Centrifugar por 5 minutos na macrocentrifuga;
 Desprezar o liquido conservando o sedimento.

Ao término é conduzido ao bioquimico para a leitura.

2.4 Exame de fezes

Técnica de acordo Vallada:


 Coloca-se um pouco de água no coletor já numerado;
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 Homogeniza com o auxilio de um canudo até ficar diluído e é coado numa


taça com uma gase e deixa sedimentando;
 Em seguida coloca na lamina com um canudo uma gotinha do sedimento das
fezes;
 Com uma gota de lugol mecha com uma lamínula e deixe em cima do
sedimento das fezes.
 Aguardar a leitura do bioquímico para a leitura microscópica.

2.5 Lavagem das mãos

As mãos são as principais vias de transmissão de infecção hospitalar e sua


adequada lavagem é fundamental para o seu controle.

Para a lavagem das mãos deve-se:

1. Abrir a torneira e molhar as mãos, sem encostar-se a pia;


2. Ensaboar as mãos, friccionando-as por, aproximadamente 30 segundos;
3. Lavar os punhos de uma mão com o auxílio da outra;
4. Enxaguar as mãos retirando totalmente o resíduo de sabão, com os dedos
voltados para cima para que a água escorra das mãos para os punhos;
5. Enxugar com papel toalha;
6. Fechar a torneira utilizando o papel-toalha.

2.6 Tipagem sanguínea:

Os glóbulos vermelhos do paciente colocam-se em contato com Reagente


Anti-A, Anti-B ou Anti-A,B monoclonal. De existirem na superfície dos eritrócitos os
antígenos correspondentes, se produzirá uma aglutinação visível
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macroscopicamente.A ausência de aglutinação em todos os casos, demonstra que o


grupo é O.

Na instituição seguíamos o protocolo


 Em um tubo fazemos a suspensão de hemácias, adicionando 5gotas de
sangue total para 2 ml de cloreto de sódio;
 Identifica 4 tubos com Anti-A anti-B, AntiAB, Anti-D;
 Adiciona uma gota em cada um de suspensão de hemácia e uma gota dos
respectivos antígenos, centrifuga por um minuto e verifica a aglutinação.

5 CONCLUSÃO

O Estágio Supervisionado em Analises Clinica, foi muito importante em nível


de conhecimentos e experiência profissional. A partir do estágio que é uma
ferramenta de aperfeiçoamento das técnicas e procedimentos teóricos aprendidos
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em sala de aula foi-nos concebido um conhecimento impar, pois ficou comprovada a


compatibilidade da formação acadêmica oferecida com a prática executada em
campo.
Toda a programação foi realizada a contento, onde foi estabelecido um clima
de realização e verificado que o técnico em analises clinica é uma ferramenta
indispensável para o bom andamento da organização.

REFERENCIAS

Lima, O.P. Carvalho ed. AB Leitura e interpretação de exames em


Enfermagem.Goianea, (2008).

Vallada E.P.Manual de Exames de Fezes. Editora ETHENEU, São Paulo, 1995.


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Vallada E.P.Manual de Exames Urina . Editora ETHENEU, São Paulo, 1995.

Vallada, E.P. Manual de Técnicas Hematologicas, Editora ETHENEU, São Paulo,


1995.

http://www.mundolusiada.com.br/COLUNAS/ml_coluna_105.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%A9cnico_de_laborat%C3%B3rio_de_an
%C3%A1lises_cl%C3%ADnicas

http://pt.wikipedia.org/wiki/Exame_laboratorial

http://www.mdsaude.com/2009/03/check-up-exames-de-sangue.html
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ANEXOS
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APÊNDICES