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GRAMÁTICA DE USOS: PARA QUE SERVE?

Claudio Cezar Henriques – UERJ

RESUMO
Usos lingüísticos e correção gramatical. Relações entre gramática de usos e gramática normativa. Usos e
empregos como elementos identificadores dos diferentes níveis de linguagem.
ABSTRACT
Linguistic uses and grammatical correctness. Relationship between grammar of uses and prescriptive
grammar. Use and usage as identifiers of different varieties of discourse.
PALAVRAS-CHAVE:
Norma e uso; gramática e linguagem.

“Nós somos todos assim...Eu sou assim... Tu és assim...Dançam pronomes


pessoais: Eu, ele, tu, eles, nós , vós... Que somos nós?... Pronomes pessoais.”
Assim, Mário de Andrade questionava a pessoa humana, com base na estru-
tura gramatical, e concluía pela igualdade entre todos. Pronomes pessoais são
democráticos: podem ser usados em pé de igualdade por todos. Cada um é
um eu, qualquer conjunto de "eus" é um nós. Já outro, o pronome de trata-
mento, é diferente. É autoritário: seleciona e classifica para conviver.
É com essa referência metalingüística intertextual que Nelly Carvalho começa seu
artigo “Quem somos nós?”, onde trata dos usos das formas e pronomes de tratamento,
no Brasil e em Portugal. Faz Nelly comentários esclarecedores acerca dos valores se-
mânticos, das situações e contextos em que são empregadas expressões como vocemecê,
você e tu / vossência / sitora (= senhora doutora) / senhora, dona e senhora dona / es-
posa, mulher e senhora / esposo, marido e homem / doutor e senhor doutor / mamãe e
senhora / primo e doutor / sinhá e senhora / madrinha / dona, moça e menina / compa-
dre e comadre / seu moço / seu vigário / vós e vosmecê...
E conclui: “Os usos tornam possível estabelecer a ligação entre os aspectos sociais
e a estrutura verbal”, ajudando a responder a questões que de outro modo poderiam ser
ignoradas. Para ela, à medida que se aprofunda a compreensão da língua, “mais se per-
cebem as implicações sociais fundamentais na construção do ser humano”, algo que traz
uma resposta para a indagação de Mário de Andrade sobre quem somos nós nesse jogo
de situações.
Pensemos agora no ensino de nossa língua e no tema “pronomes pessoais e for-
mas de tratamento”. Como esse assunto tem sido tratado nas aulas de língua portuguesa?
Valeria a pena pensar em levar a questão dos usos lingüísticos para dentro da sala de aula?
É sobre isso que pretendo tratar nesta comunicação.
Mauro Villar, nas “Palavras Iniciais” de seu Dicionário contrastivo luso-
brasileiro, afirma que um dicionário confrontivo sempre foi “uma grave lacuna e uma
prioridade lexicográfica” e que “os resultados desse trabalho interessam a uma variada
gama de usuários: estudantes nacionais e estrangeiros da língua portuguesa; tradutores,
editores e editoras que trabalham visando a mais de um país de expressão portuguesa;
lexicógrafos, viajantes, homens de negócios, sacerdotes, revisores, bibliotecas de obras de
referência e, em sentido lato, a todos os que escrevem profissionalmente em nosso idioma”.
Pois uma outra obra de referência, recentemente lançada, acaba de fazer desapare-
cer outra lacuna nos estudos lingüísticos do português. Refiro-me à publicação da Gra-
mática de usos do português, de Maria Helena de Moura Neves, com a qual o termo
“usos” ascende a uma categoria especial na gramaticografia de nossa língua, transporta-
do, da posição de verbete de dicionário ou de item de livro especializado de gramática

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ou de lingüística, para a condição de nomeador de um tipo de gramática.
Diz a autora no primeiro parágrafo do texto de apresentação:
A Gramática de usos do português constitui uma obra de referência que
mostra como está sendo usada a língua portuguesa atualmente no Brasil. Para
isso, ela parte dos próprios itens lexicais e gramaticais da língua e, explici-
tando o seu uso em textos reais, vai compondo a “gramática” desses itens,
isto é, vai mostrando as regras que regem o seu funcionamento em todos os
níveis, desde o sintagma até o texto. A meta final, no exame, é buscar os re-
sultados de sentido, partindo do princípio de que é no uso que os diferentes
itens assumem seu significado e definem sua função, e de que as entidades da
língua têm de ser avaliadas em conformidade com o nível em que ocorrem,
definindo-se, afinal, na sua relação com o texto.
Observe-se a menção a “textos reais”, que Moura Neves reforça com a expressão
“língua viva” (“o que está abrigado nas lições é, portanto, a língua viva”). E, num uni-
verso tão amplo a respeito do que se poderia entender sobre “como está sendo usada a
língua portuguesa”, a autora enfatiza que os usos tomados como base foram tirados de
um banco de dados de 70 milhões de ocorrências armazenadas no Centro de Estudos
Lexicográficos da UNESP, campus de Araraquara.
Trata-se, pois, de um corpus de textos escritos, que abrange literatura romanesca,
técnica, oratória, jornalística e dramática. No entanto, pela inclusão de peças teatrais,
esse corpus resgata um pouco a representatividade da língua falada e dá certa conta de
um tipo específico de uso lingüístico presente nas situações interacionais, dando à gramá-
tica de Moura Neves um aspecto diversificado quanto a gêneros e situações enunciativas.
Tomando por base essas considerações, podemos examinar preliminarmente as
contribuições científica e didático-pedagógica de uma obra de referência com esse títu-
lo, confrontando as acepções que podem ser dadas aos vocábulos uso e emprego e dis-
tinguindo no que for possível gramática de usos, gramática descritiva e gramática norma-
tiva. Tal exame poderá chamar a atenção para alguns fatores de risco em sua entronização.
Voltemos, porém, ao termo uso e a três referências que a ele faz Francisco Gomes
de Mattos, em texto divulgado na internet:
a) o Dicionário de lingüística, de Zélio dos Santos Jota (1976), que contém um
verbete sobre “uso lingüístico”;
b) o artigo de Francisco Gomes de Mattos para o número 16 da revista Littera
(Grifo, 1976), intitulado “Usos no português oral do Brasil: uma lista de referência”;
c) o Dicionário de lingüística e gramática, de Mattoso Camara Jr. (1977), cujo “Pos-
fácio”, escrito também por Gomes de Mattos, incluiu verbetes sobre “usos formal, informal
e neutro” e uma interessante consideração sobre o que chamou “usuário, gramática do”.
Eu acrescentaria a essa lista inicial o livro Usos da linguagem, de Francis Vanoye,
tradução enriquecida e criativa do ótimo original francês (cujo título é Expression-
communication, não contendo a palavra usos), que tem sido, desde a primeira edição
brasileira no início da década de 80, uma referência nas bibliografias dos cursos de Le-
tras. Nele se defendem os princípios de que “a linguagem se aprende pelo seu próprio
uso” e de que “não existe apenas um uso para a linguagem”.
Voltando mais um pouco no tempo, lembraria Said Ali, certamente um dos pri-
meiros a valer-se do verbo usar, se bem que sinonimizado com empregar e apresentado,
descritivamente, como uma recomendação de uso. Na Gramática secundária, assim ele
começa o capítulo “Emprego do Gerúndio”: “usa-se do gerúndio ou como verbo abso-
luto ou em combinação com certos verbos auxiliares”.
Aliás, parece estar concentrada nas páginas destinadas a explicar tempos e modos
verbais a maior incidência da palavra usos em nossas gramáticas e compêndios. Cito a

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título de exemplificação a Gramática em 44 lições, de Francisco Platão Savioli, obra
didática de sucessivas reedições. Nela, encontramos o capítulo “Usos dos tempos e mo-
dos”, no qual um dos itens chama-se “usos especiais” e outro, “uso dos modos”.
Quanto às obras estrangeiras, não deixaria de citar o clássico Le bon usage, de
Maurice Grevisse, que, na história das idéias sobre usos lingüísticos, tem seu lugar ga-
rantido. Mencionaria ainda a prática da inclusão, em dicionários, das "Notas de Uso",
que já existe – pelo menos – desde meados da década de 50, e algumas gramáticas um
pouco mais antigas, como a American English grammar, de Charles C. Fries (1940),
fruto de pesquisa sobre inglês epistolar de soldados americanos, em cujo primeiro capí-
tulo se lê que “não há correção dissociada do uso”.
Também destacaria a possível influência da dimensão quantitativa na descrição de
usos, através de obras inspiradas na Lingüística de Corpus, como as recentes Corpus
linguistics: investigating language structure and use (1998) e Longman grammar of
spoken and written English (1999), ambas de Douglas Biber et alii.
Cito, por fim, notícia recente publicada na imprensa, dando conta de que o gover-
no brasileiro quer unificar o ensino da língua portuguesa no exterior e para isso “está
montando um novo programa com o uso do português falado no Brasil” (O Globo:
21/01/2001).
Como se vê, talvez fosse melhor encaminhar este tema para a idéia de que a lín-
gua é um produto cultural que engloba tradições lingüísticas de variadas feições e mati-
zes. Com isso, quero dizer algo nem sempre lembrado nos compêndios gramaticais,
talvez por ser uma coisa muito óbvia – e tão óbvia que acaba desconsiderada: uma lín-
gua histórica não é um sistema único, é um conjunto de sistemas! E de que sistemas se
compõe uma língua histórica, senão de suas especificidades geográficas (diatópicas),
sociais (diastráticas) e individuais (diafásicas)?
Por esse motivo, pergunta-se: uma gramática de usos contraria a idéia de que a
gramática é produto da descrição de uma das línguas funcionais de uma língua históri-
ca? Moura Neves afirma que uma gramática de usos não é, em princípio, normativa,
mas com isso nos dá a entender que não é, mas pode ser... Tanto que contrapõe aos
“determinados usos atestados e vivos” (eufemismo para “desvios da norma”?) a invoca-
ção comparativa da “norma de uso”.
Retomo, então, o verbete gramática do usuário, do posfácio do Dicionário de lin-
güística e gramática. Dele, recorto, com grifos meus:
Gramática centrada nos usuários de uma língua: em suas necessidades e inte-
resses. Corresponde a um anseio educacional. Descreveria e procuraria
explicar as opções de que dispõe um usuário e as implicações das escolhas
feitas por ele nos repertórios sociolingüístico e estilístico. Uma gramática
dessa natureza ainda está para/por ser escrita (...).
Resta saber se o que ainda estava por ser escrito, agora pode ser considerado en-
fim escrito... Isso nos leva, então, a mais algumas reflexões sobre o termo uso, pois uma
gramática de usos não é uma gramática usual, o que recomenda uma verificação sobre
como são os usos do adjetivo e das locuções adjetivas em português.
Está na Gramática de usos: numa locução adjetiva, “a existência, ou não, de um
adjetivo correspondente é questão do léxico, e não da gramática da língua” (p. 174).
Poderíamos acrescentar: a equivalência porventura existente entre uma locução adjetiva
no singular e um adjetivo não é necessariamente a mesma quando a locução é pluraliza-
da (não há nenhum exemplo disso no corpus?)
Exs.: dor no pulmão = dor pulmonar // dor nos pulmões = dor pulmonar
pasta de plástico = pasta plástica // pasta de plásticos = ∅

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Isso, ao contrário, comprova que a existência de um adjetivo correspondente não
é, apenas, uma questão do léxico, sendo também uma questão da gramática da língua,
que é como se deve colocar essa questão no entendimento da locução que dá título à
obra de Moura Neves:
gramática de uso = gramática usual // gramática de usos = ∅
Deveríamos, portanto, tratar da definição da palavra usos e abordar o tema da
transição conceitual-terminológica de emprego (do substantivo, do pronome, etc.) –
termo bem “sustentável” em nossa tradição gramatical brasileira – para uso. Melhor
seria que nossas gramáticas (inclusive as escolares) fizessem essa transição, não apenas
no âmbito terminológico, mas sobretudo no metodológico, reconhecendo a necessidade
de harmonizarmos o descritivo e o normativo como indispensável contribuição aos es-
tudiosos dessa problemática.
Como dissemos, a tradição gramatical tem privilegiado o termo emprego e a ele
remete quase sempre um único uso, o prescritivo. Igualmente é significativa a referência
preconceituosa que muitos livros deram/dão à palavra uso/usos. Os “guias de correção”,
os “manuais de redação” ou os “vade-mécuns de correção de frases”, de um modo geral,
utilizam a expressão “uso popular” ou “uso coloquial” (eufemismo para “uso errado”?)
ou mesmo se propõem a tratar dos “usos inadequados” ou “impróprios” – os quais, na
verdade, representam uma possibilidade real de uso lingüístico. Relembremos, neste
ponto, obras como 100 textos errados e corrigidos, dos irmãos Hamilton e Sílvio Elia,
que atingiu perto de vinte e cinco edições, entre tantas outras – muitas recentíssimas...
Não se corrige o estilo, naquilo que é pessoal; corrige-se a gramática, porque
é uma só para todos os que falam a mesma língua. Não podemos obrigar
uma pessoa a dizer ou escrever deste ou daquele modo; podemos exigir, po-
rém, que fale ou escreva certo. (Elia, p. 4)
Tais atitudes ficam arraigadas na sociedade e são alimentadas por idéias muito
subjetivas acerca da “beleza, da pureza ou da correção lingüística”. Cito dois exemplos,
separados por quase cinqüenta anos, que atestam a presença do impressionismo nos co-
mentários lingüísticos:
1 – Para que haja pureza de linguagem, é necessário, é imprescindível, que
o substantivo (...). (Martinz Aguiar, 1953, p. 309)
2 – É preciso distinguirmos cuidadosamente este feio erro de uma expressão
tradicional e corretíssima que consiste em (...). (Bechara, 1999, p. 157)
Além disso, ainda hoje é habitual sinonimizar as palavras uso e registro como
uma espécie de proteção acadêmica contra a crítica da tradição. Só que essa proteção
nem sempre é necessária, como se poderia deduzir da explicação de Moura Neves sobre
um dos usos do verbo pedir:
O verbo pedir também tem a possibilidade de construir-se com oração com-
pletiva infinitiva iniciada pela preposição para, construção que é condenada
pela gramática normativa. (p. 347)
A questão é saber de que gramática normativa fala a autora. Pergunto: qual a gra-
mática normativa que “condena” a construção “elas pediram para eu trazer o livro”?
Condenar é sinônimo de quê? De ressalvar? Mas não é uma ressalva que se encontra na
Gramática de usos? Bechara, na primeira edição de sua Moderna gramática portuguesa
(que é de 1961), explica a construção como resultado de um “cruzamento sintático” e
reconhece a “insistência com que penetra na linguagem das pessoas cultas”, embora
mantenha a restrição ao uso, sob a alegação de que há risco de ambigüidade (Antônio
pediu a José para sair).
No entanto, mais problemático é encontrar numa Gramática de usos do português
a lição de que “num registro mais informal ocorre oração completiva de substantivo sem

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preposição” (p. 361). Segue-se o exemplo Não há dúvida que irei embora daqui.
É uma afirmação equivocada. Extraio do Dicionário de regimes de substantivos e
adjetivos (a 1a edição é de 1948) dois exemplos que comprovam não ser a elipse da pre-
posição um uso informal:
1 – Não há dúvida que na comparação de império a império, o uso e exercí-
cio dele foi muito mais humano e benéfico. (Vieira, Sermões, IX, 194)
2 – Não há dúvida nenhuma que, sob a república atual, as nossas liberdades
são incomparavelmente inferiores às que nos restavam sob a monarquia. (Rui
Barbosa, Cartas de Inglaterra, p. 405)
Enfim... Parece-me que o volumoso livro de 1037 páginas, que se organiza segun-
do a tradicional divisão em classes de palavras, pode ser considerado uma interessante
contribuição para os estudos gramaticais. Não o apontaria como uma solução, mas como
uma alternativa pedagógica a somar-se a outras obras referenciais – sempre utilizadas
criticamente e sob a perspectiva do bom senso.
Afinal, ambos os enfoques – descritivo e normativo – são importantes e compar-
tilham mais do que se imagina: um interesse em questões de aceitabilidade, ambigüida-
de e inteligibilidade. Para isso, é preciso que os sociolingüistas vejam o normativismo
com mais seriedade, à luz de estudos sobre atitudes, usos e crenças lingüísticos. Algo
como defende David Crystal (p. 2-3), quando fala da representação abstrata das caracte-
rísticas centrais do idioma, as quais se compõem de dois modelos: o primeiro revela os
três componentes da estrutura do idioma (o texto; o signo, a grafia e a fonologia; o léxi-
co e a gramática); o segundo aponta para os usos (variações temporal, social, regional e
individual). E completa, arguto: “o olhar onicurioso do lingüista observará cuidadosa-
mente toda essa cena”
Por isso, acrescento: o normativismo não é o inimigo a derrubar. Não basta repetir
o famoso verso de Manuel Bandeira: Abaixo os puristas ! Ou citar o que Machado de
Assis fala sobre a contribuição da língua do povo em Instinto de Nacionalidade. Ou
Alencar no Posfácio de Iracema; ou Raquel de Queirós numa crônica em que defende o
uso brasileiro da língua portuguesa. Do mesmo modo, é pouco concordar com José Lins
do Rego, que diz:
É na língua onde o povo mais se mostra criador. Mais do que cantando, é fa-
lando que o povo nos ensina coisas extraordinárias. Por que então desprezar a
contribuição que ele nos oferece a cada instante? Por que nos metermos em
câmaras antissépticas para escrever ?
Os puristas que vão àquelas batatas do personagem de Machado de Assis.
Nós queremos viver. (p. 328)
O termo uso, não resta dúvida, tem uma rentabilidade semântico-pedagógica: uso
relembra usuário(a), aquele que usa..., de modo usual ou inusual..., etc.
Levado para os textos gramaticais de referência e para as salas de aula, o termo
uso (e sua correta interpretação lingüística) com certeza dará oportunidade de contribuir
para a formação de uma geração menos preconceituosa, cujos direitos lingüísticos – e
deveres – trarão grande contribuição para nossa sociedade.

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