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Educação Física, Licenciatura

Disciplina: Fundamentos da Educação Inclusiva


Tutor: Renata Andréa Fernandes Fantacini RA: 8088143
Aluno(a): Luciene Arruda Lima Turma: 5º

ATIVIDADE PORTFÓLIO - CICLO 2


Foi a fase da exclusão total, uma vez que as sociedades greco-romana
apreciavam o belo, o perfeito. E as pessoas que nasciam com algum
tipo de deficiência não satisfaziam a essas atribuições, portanto eram
abandonadas e mortas. Na Idade médias eram vistas como seres
Negligência
endemoniados, que deveriam ser caçadas, tanto que muitos foram
vítimas da inquisição. Contudo haviam pessoas que acreditavam que as
pessoas era seres quase celestiais e foi nesse período que estes
passaram a ser acolhidos em instituições de caridade.
Essa fase começou com os avanços da medicina, a veficiência passou a
ser encarada como doença, vista até como contagiosas, uma ameaça.
Fazendo com que muitos indivíduos com deficiência fossem isolados,
trancados em hospitais psiquiátricos e manicômios para o tratamento.
Vale ressalvar que ainda no ano de 1800 perdurou a fase da Negligência
Institucionalização
e da Institucionalização no Brasil. Foi apenas no século XIX que
começou-se a haver interesse acerca da deficiência, abandonando assim
os preceitos que eram de caráter sobrenatural ou doença, abrindo ala
para novas áreas do conhecimento que viriam a favorecer a relação e
desenvolvimento das pessoas com deficiência.
Também chamada de fase da integração. Nessa fase foram funvados
Criação de instituições e escolas particulares para atender educacionalmente essas
Serviços pessoas. A instituição mais conhecida até hoje é a APAE (Associação
Educacionais de Pais e Amigos do Excepcional) com mais de mil associações pelo
Brasil.
Atualmente estamos caminhando na busca pela inclusão, muita coisa
Atualidade ainda precisa ser mudada, é preciso encarar as deficiências com outros
olhos, modificar a mentalidade e o comportamento da sociedade.

Claretiano - Centro Universitário


Fonte: Pedroso, Cristina Cinto Araújo Fundamentos da educação inclusiva / Cristina Cinto Araújo Pedroso,
Juliana Cardoso de Melo Rocha, Juliane Aparecida de Paula Perez Campos – Batatais, SP : Claretiano, 2013.
Caderno de Referência de Conteúdo; p. 10-12.

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