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Fabíola Cristina R. Magalhães

CURSO DE QUALIFICAÇÃO EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

CURSO DE QUALIFICAÇÃO EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA 27/11/2010 Aula 3 EXAMES DE TC  Tórax  Abdome
27/11/2010 Aula 3
27/11/2010
Aula
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EXAMES DE TC
EXAMES DE TC

Tórax Abdome Pelve

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Fabíola Cristina R. Magalhães

OBJETIVO DA TC TÓRAX
OBJETIVO DA TC TÓRAX

CURSO DE QUALIFICAÇÃO EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

CURSO DE QUALIFICAÇÃO EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA È um método de escolha no diagnóstico diferencial para

È um método de escolha no diagnóstico diferencial

para estudar as patologias que afetam o parênquima

pulmonar e o interstício. Na obtenção de imagens

precisas importantes para avaliação e manejo de condições previamente diagnosticadas (radiografia convencional).

Indicações para o Exame

Lesões hílares e mediastinais

Aneurismas

Abscesso ou cisto (bolsa cheia de líquido)

Doença cardíaca e pericárdica

Processos patológicos do tórax

Dissecção da aorta

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Fabíola Cristina R. Magalhães ANATOMIA DO TÓRAX – CAIXA TORÁCICA 1. Escápula (acrômio, processo coracóide,
Fabíola Cristina R. Magalhães
ANATOMIA DO TÓRAX – CAIXA TORÁCICA
1. Escápula
(acrômio, processo coracóide,
cavidade glenoidal)
2.Clavícula
3.Costelas Verdadeiras (I – VII)
4. Cartilagem Costais
5. Costelas falsas (VIII- XII)
6. Costelas Flutuantes (XI- XII)
7.Esterno
( Incisura Jugular, manúbrio, ângulo,
corpo, processo Xifóide)
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Fabíola Cristina R. Magalhães PONTOS DE REPARO PARA O POSICIONAMENTO TC TÓRAX A incisura jugular é
PONTOS DE REPARO PARA O POSICIONAMENTO TC TÓRAX
PONTOS DE REPARO PARA O
POSICIONAMENTO TC TÓRAX

A incisura jugular é um ponto de referência importante para o posicionamento da Tomografia do Tórax Marcação: 4 dedos acima Vértebra Proeminente C7.

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Fabíola Cristina R. Magalhães S ISTEMA R ESPIRATÓRIO 5

SISTEMA RESPIRATÓRIO

Fabíola Cristina R. Magalhães S ISTEMA R ESPIRATÓRIO 5
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Fabíola Cristina R. Magalhães PULMÕES • • • Lembre-se : Pulmão Direito é composto de Três
PULMÕES • • •
PULMÕES

Lembre-se :

Pulmão Direito é
Pulmão
Direito
é

composto de Três lobos:

Superior

Médio

Inferior

é composto de Três lobos: Superior • Médio Inferior apenas dois lobos: Pulmão Esquerdo têm Superior

apenas dois lobos:

Pulmão Esquerdo têm

Superior

Inferior

Separados por uma única Fissura Oblíqua

Profunda

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6/9/2008

Fabíola Cristina R. Magalhães

6/9/2008 Fabíola Cristina R. Magalhães ESQUEMAS DAS PLEURAS C o r t e F r o
ESQUEMAS DAS PLEURAS
ESQUEMAS DAS PLEURAS
6/9/2008 Fabíola Cristina R. Magalhães ESQUEMAS DAS PLEURAS C o r t e F r o
6/9/2008 Fabíola Cristina R. Magalhães ESQUEMAS DAS PLEURAS C o r t e F r o

Corte Frontal

Corte Transversal

Pneumotórax: Presença de ar ou gás dentro da cavidade pleural Hemotórax: Acúmulo de líquido na cavidade pleural (derrame pleural) Enfisema pulmonar (Tabagismo): Aumento acima do normal das dimensões dos pulmões.

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Fabíola Cristina R. Magalhães PULMÕES: VISTA MEDIAIS 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
PULMÕES: VISTA MEDIAIS 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
PULMÕES: VISTA MEDIAIS
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Hilo do pulmão Fissura oblíqua Artéria Pulmonar Esquerda Brônquio Principal esquerdo Ligamento pulmonar Ápice do Pulmão Veia pulmonar inferior direita Linfonodos broncopulmonares (hílares) Brônquio lobar superior direito

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Fabíola Cristina R. Magalhães MÚSCULOS DA RESPIRAÇÃO 1.Esternocleidomastóideo 2. Escalenos (anterior, médio,
MÚSCULOS DA RESPIRAÇÃO 1.Esternocleidomastóideo
MÚSCULOS DA RESPIRAÇÃO
1.Esternocleidomastóideo
MÚSCULOS DA RESPIRAÇÃO 1.Esternocleidomastóideo 2. Escalenos (anterior, médio, posterior) 3.Intercostais

2. Escalenos (anterior, médio,

posterior)

3.Intercostais externos

4. Parte intercondral dos

intercostais internos

5. Diafragma por aparência

6. Intercostais Internos, exceto

parte intercondral

7.Abdominais (reto do abdome, oblíquo externo, oblíquo interno, transverso do abdome).

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Fabíola Cristina R. Magalhães MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS
Fabíola Cristina R. Magalhães
MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS

Em determinados tipos de exames TC do Tórax utilizaremos :

Inspiração: Aspirando o ar Expiração: Expelindo o ar

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Fabíola Cristina R. Magalhães BIÓTIPOS HIPERRESTÊNICO Cavidade torácica é larga e profunda de frente para trás,
BIÓTIPOS
BIÓTIPOS
Fabíola Cristina R. Magalhães BIÓTIPOS HIPERRESTÊNICO Cavidade torácica é larga e profunda de frente para trás,

HIPERRESTÊNICO Cavidade torácica é larga e profunda de frente para trás, com uma dimensão vertical curta, o que indica uma diafragma alto.

O que importa esse Biótipo na TC de Tórax? Geralmente este biótipo não consegue fazer uma apnéia ideal para o exame. Ocasionando na maioria das

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vezes repetição de alguns cortes.

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Fabíola Cristina R. Magalhães BIÓTIPOS é ESTÊNICO É o tipo de pessoa mais musculosa, mas ainda
BIÓTIPOS é
BIÓTIPOS
é
Fabíola Cristina R. Magalhães BIÓTIPOS é ESTÊNICO É o tipo de pessoa mais musculosa, mas ainda

ESTÊNICO É o tipo de pessoa mais musculosa, mas ainda

ligeiramente troncudo

O que importa esse Biótipo na TC?

Mais próximo da média, ideal para fazer TC do Tórax . Conseguem manter excelente

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Apnéia durante o exame.

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Fabíola Cristina R. Magalhães BIÓTIPOS HIPOESTÊNICO Este representa o mais próximo da média porém é mais
BIÓTIPOS
BIÓTIPOS
Fabíola Cristina R. Magalhães BIÓTIPOS HIPOESTÊNICO Este representa o mais próximo da média porém é mais

HIPOESTÊNICO Este representa o mais próximo da média porém é mais esbelto e as vezes tipo corpóreo de maior estatura .

O que importa esse Biótipo na TC de Tórax? Este biótipo têm os pulmões mais alongados, geralmente em TC Helicoidal não consegue

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fazer uma apnéia completa .

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Fabíola Cristina R. Magalhães D ESVANTAGENS COM A TC C ONVENCIONAL  Para a TC Convencional,
Fabíola Cristina R. Magalhães D ESVANTAGENS COM A TC C ONVENCIONAL  Para a TC Convencional,

DESVANTAGENS COM A TC CONVENCIONAL

Para a TC Convencional, o paciente é instruído a respirar antes de cada nova aquisição de imagem

e, então suspender a respiração por alguns

segundos.

Se o paciente não consegue cooperar, o movimento diafragmático causará imagens borradas com uma marcante perda de qualidade

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Fabíola Cristina R. Magalhães VANTAGEM DA TC HELICOIDAL
Fabíola Cristina R. Magalhães
VANTAGEM DA TC HELICOIDAL

Os dados são contínuos, pois um volume inteiro é examinado. È improvável que se deixe de perceber áreas pequenas patologia, isso pode acontecer na TC convencional, se os cortes feitos não forem contíguos. A totalidade do volume pode ser examinado com uma única apnéia, e portanto, não há registro equivocado de dados gerados pelo movimento respiratório

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Fabíola Cristina R. Magalhães VANTAGEM DA TC HELICOIDAL  O realce por contraste é mais uniforme
VANTAGEM DA TC HELICOIDAL  O realce por
VANTAGEM DA TC HELICOIDAL
 O realce por
R. Magalhães VANTAGEM DA TC HELICOIDAL  O realce por contraste é mais uniforme durante todo

contraste é mais uniforme durante todo o exame, fazendo com que a quantidade usada possa ser reduzida, otimizada e capturada quando são realizados angiografias por TC ou estudos multifásicos.

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Fabíola Cristina R. Magalhães


Fabíola Cristina R. Magalhães  VANTAGEM DA TC HELICOIDAL  Pode ser mais rápida para o

VANTAGEM DA TC HELICOIDAL

Fabíola Cristina R. Magalhães  VANTAGEM DA TC HELICOIDAL  Pode ser mais rápida para o

Pode ser mais rápida

para o paciente; está é

uma excelente vantagem

em exames pediátricos,

geriátricos, no trauma e

quando o volume de trabalho for muito grande.

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Fabíola Cristina R. Magalhães VANTAGEM DA TC HELICOIDAL  As possibilidades de manipulação da imagem, como
VANTAGEM DA TC HELICOIDAL 
VANTAGEM DA TC HELICOIDAL
Cristina R. Magalhães VANTAGEM DA TC HELICOIDAL  As possibilidades de manipulação da imagem, como
Cristina R. Magalhães VANTAGEM DA TC HELICOIDAL  As possibilidades de manipulação da imagem, como

As possibilidades de manipulação da imagem, como reformatação multiplanar(MP) e tridimensional

(3D),exibições

sombreadas de superfície (SSDs) e projeções com intensidade máxima (MIPs) expandiram se e melhoraram.

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Fabíola Cristina R. Magalhães PROGRAMAÇÃO DOS EXAMES  Recepção do Paciente;  Conferir o pedido médico;
PROGRAMAÇÃO DOS EXAMES
PROGRAMAÇÃO DOS EXAMES

Recepção do Paciente;

Conferir o pedido médico;

Registrar o Paciente;

Decidir o protocolo utilizado;

Avaliar se será necessário o uso de

contraste;

Aquisição das Imagens;

Garantia da Qualidade;

Pós- processamento;

Entrega do exame ao Radiologista (laudar).

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Fabíola Cristina R. Magalhães

PREPARO
PREPARO
Fabíola Cristina R. Magalhães PREPARO  Preenchimento adequado do questionário (alérgico) apropriado; 

Preenchimento adequado do questionário (alérgico) apropriado;

Informações quanto ao uso de contraste;

Troca de roupa;

Coleta de exames anteriores;

Anamenese do paciente.

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Fabíola Cristina R. Magalhães POSICIONAMENTO TC TÓRAX  Paciente em decúbito dorsal com os braços para
POSICIONAMENTO TC TÓRAX
POSICIONAMENTO TC TÓRAX

Paciente em decúbito dorsal com os braços para cima

 Paciente em decúbito dorsal com os braços para cima  Feixe sagital: centralizado dividindo o

Feixe sagital: centralizado dividindo o corpo em : Direito e esquerdo .Feixe Transversal: Borda inferior da Caixa Torácica. Feixe Coronal: Centralizado na coronal

e esquerdo  . Feixe Transversal: Borda inferior da Caixa Torácica.  Feixe Coronal : Centralizado
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Fabíola Cristina R. Magalhães TOPOGRAMA DO TÓRAX 22
TOPOGRAMA DO TÓRAX
TOPOGRAMA DO TÓRAX
Fabíola Cristina R. Magalhães TOPOGRAMA DO TÓRAX 22
Fabíola Cristina R. Magalhães TOPOGRAMA DO TÓRAX 22
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Fabíola Cristina R. Magalhães TERMOS TÉCNICOS  Fov: (Field of View) – Campo de visão –
TERMOS TÉCNICOS
TERMOS TÉCNICOS

Fov:(Field of View) Campo de visão Área de interesse.

Delay: Tempo de espera entre o início da injeção do contraste e a aquisição dos cortes. Scout: Imagem digital usada no planejamento.

Incremento:Deslocamento da mesa de exames por corte.

GAP: Espaço entre os cortes.

Filtro:Recurso algorítmico usado nos processos de reconstrução das imagens.

Pitch: Razão entre o deslocamento da mesa pela espessura do corte.

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Fabíola Cristina R. Magalhães TÉCNICA DO EXAME 24
Fabíola Cristina R. Magalhães
TÉCNICA DO EXAME
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Fabíola Cristina R. Magalhães PLANEJAMENTO DA TC TÓRAX - ROTINA 25
Fabíola Cristina R. Magalhães
PLANEJAMENTO DA TC TÓRAX - ROTINA
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DOCUMENTAÇÃO : TC TÓRAX - ROTINA Fabíola Cristina R. Magalhães 26
DOCUMENTAÇÃO : TC TÓRAX - ROTINA
DOCUMENTAÇÃO : TC TÓRAX - ROTINA
DOCUMENTAÇÃO : TC TÓRAX - ROTINA Fabíola Cristina R. Magalhães 26
Fabíola Cristina R. Magalhães 26
Fabíola Cristina R. Magalhães
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Fabíola Cristina R. Magalhães TÉCNICA DO EXAME 27
Fabíola Cristina R. Magalhães
TÉCNICA DO EXAME
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Fabíola Cristina R. Magalhães PLANEJAMENTO TC TÓRAX ALTA RESOLUÇÃO 28
Fabíola Cristina R. Magalhães PLANEJAMENTO TC TÓRAX ALTA RESOLUÇÃO 28

PLANEJAMENTO TC TÓRAX ALTA RESOLUÇÃO

Fabíola Cristina R. Magalhães PLANEJAMENTO TC TÓRAX ALTA RESOLUÇÃO 28
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Fabíola Cristina R. Magalhães DOCUMENTAÇÃO: TC TÓRAX ALTA RESOLUÇÃO 29
DOCUMENTAÇÃO:
DOCUMENTAÇÃO:
TC TÓRAX ALTA RESOLUÇÃO
TC TÓRAX ALTA RESOLUÇÃO
Fabíola Cristina R. Magalhães DOCUMENTAÇÃO: TC TÓRAX ALTA RESOLUÇÃO 29
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Fabíola Cristina R. Magalhães TÉCNICA DO EXAME 30
Fabíola Cristina R. Magalhães
TÉCNICA DO EXAME
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Fabíola Cristina R. Magalhães ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX a) Veia jugular interna direita b) Artéria carótida
ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX
ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX
Fabíola Cristina R. Magalhães ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX a) Veia jugular interna direita b) Artéria carótida
Fabíola Cristina R. Magalhães ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX a) Veia jugular interna direita b) Artéria carótida

a) Veia jugular interna direita

b) Artéria carótida comum direita

c) Traquéia

d) Esterno

e) Articulação esternoclavicular

f) Clavícula escapula

g) Veia jugular interna esquerda h) Artéria subclávia esquerda i) Artéria carótida comum esquerda J) Artéria carótida comum esquerda K) artéria subclávia direita L) Espinha e processo acromial da M) Cabeça do úmero

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Fabíola Cristina R. Magalhães ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX a) Veia branquiocefálica direita b) Artéria
ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX
ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX
Fabíola Cristina R. Magalhães ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX a) Veia branquiocefálica direita b) Artéria
Fabíola Cristina R. Magalhães ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX a) Veia branquiocefálica direita b) Artéria
Fabíola Cristina R. Magalhães ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX a) Veia branquiocefálica direita b) Artéria
Fabíola Cristina R. Magalhães ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX a) Veia branquiocefálica direita b) Artéria

a) Veia branquiocefálica direita

b) Artéria branquiocefálica (inominada)

c) Manúbrio do esterno

d) Veia branquiocefálica esquerda

e) Artéria carótida comum esquerda

f) Artéria subclávia esquerda

g) Esôfago h) Vértebra T3-T4 I) Traquéia

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Fabíola Cristina R. Magalhães A NATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX Corte Axial 5 Janela Aortopulmonar a) Veia
Fabíola Cristina R. Magalhães A NATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX Corte Axial 5 Janela Aortopulmonar a) Veia
Fabíola Cristina R. Magalhães A NATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX Corte Axial 5 Janela Aortopulmonar a) Veia

ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX

Fabíola Cristina R. Magalhães A NATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX Corte Axial 5 Janela Aortopulmonar a) Veia
Fabíola Cristina R. Magalhães A NATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX Corte Axial 5 Janela Aortopulmonar a) Veia
Fabíola Cristina R. Magalhães A NATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX Corte Axial 5 Janela Aortopulmonar a) Veia

Corte Axial 5 Janela Aortopulmonar

SECCIONAL DO TÓRAX Corte Axial 5 Janela Aortopulmonar a) Veia cava superior b) Aorta ascendente c)

a) Veia cava superior

b) Aorta ascendente

c) Corpo do esterno

d) Janela aortopulmonar

e) Esôfago

f) Aorta descendente h) Traquéia

G) Vértebra T4- T5

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Fabíola Cristina R. Magalhães ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX Corte Axial 7 1 cm abaixo da Carina
ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX
ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX
Fabíola Cristina R. Magalhães ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX Corte Axial 7 1 cm abaixo da Carina
Fabíola Cristina R. Magalhães ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX Corte Axial 7 1 cm abaixo da Carina

Corte Axial 7 1 cm abaixo da Carina

SECCIONAL DO TÓRAX Corte Axial 7 1 cm abaixo da Carina Vértebra T6- T7 g) h)

Vértebra T6- T7

g)

h) Veia ázigos

i) Esôfago j) Artéria pulmonar direito

a) Veia cava Superior

b) Aorta ascendente

c) Artéria pulmonar principal

d) Veia pulmonar esquerda

e) Aorta pulmonar esquerda

f) Aorta descendente

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Fabíola Cristina R. Magalhães

Fabíola Cristina R. Magalhães A NATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX Corte Axial 10 Através da base do
Fabíola Cristina R. Magalhães A NATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX Corte Axial 10 Através da base do
Fabíola Cristina R. Magalhães A NATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX Corte Axial 10 Através da base do

ANATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX

Fabíola Cristina R. Magalhães A NATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX Corte Axial 10 Através da base do
Fabíola Cristina R. Magalhães A NATOMIA SECCIONAL DO TÓRAX Corte Axial 10 Através da base do

Corte Axial 10 Através da base do coração

DO TÓRAX Corte Axial 10 Através da base do coração a) Veia cava inferior b) Átrio

a) Veia cava inferior

b) Átrio direito

c) Valva tricúspide

d) Pericárdio

e) Ventrículo direito

f) Septo interventricular

g) Ventrículo esquerdo

direito f) Septo interventricular g) Ventrículo esquerdo h) i) Aorta descendente Átrio esquerdo j) Vértebra T9-T10

h)

i) Aorta descendente

Átrio esquerdo

j) Vértebra T9-T10

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k) Esôfago

l) Hemidiafragma direito e fígado superior

6/9/2008 Fabíola Cristina R. Magalhães EXAME TC TÓRAX 36
6/9/2008
Fabíola Cristina R. Magalhães
EXAME TC TÓRAX
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Fabíola Cristina R. Magalhães

EXAME TC T ÓRAX
EXAME TC T ÓRAX
Fabíola Cristina R. Magalhães EXAME TC T ÓRAX 37
Fabíola Cristina R. Magalhães EXAME TC T ÓRAX 37
Fabíola Cristina R. Magalhães EXAME TC T ÓRAX 37
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