P. 1
Preconceito Plano de Aula Gilda

Preconceito Plano de Aula Gilda

3.0

|Views: 40.494|Likes:
Publicado porgildaap

More info:

Published by: gildaap on Feb 18, 2010
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOCX, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

08/21/2013

pdf

text

original

Preconceito- Conhecimento vence opressão

Planos de Aula Autor Grace Luciana Pereira SAO PAULO - SP Universidade de São Paulo

Modalidade / Nível de Ensino Ensino Fundamental Final

Componente Curricular Pluralidade Cultural pluralidade

Tema Direitos humanos, direitos de cidadania e

Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
Discutir sobre o preconceito e suas raízes na cultura brasileira partindo da abolição no Brasil; Aprender sobre o que o Código penal diz sobre racismo. Discutir o artigo 5º da Constituição Brasileira.

Duração das atividades
Uma seqüência de atividades de 6 aulas

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Descobrir o que os alunos sabem sobre a abolição da escravatura. Discussão sobre histórias de preconceito que os alunos conhecem. Verificar qual o conhecimento dos alunos sobre a lei em relação à discriminação.

Estratégias e recursos da aula

Diálogos contra o Racismo Orientações ao professor

É fundamental que o professor estabeleça combinados com a classe para discutir o tema, para que não haja constrangimento entre eles.

Converse com os alunos que o disparador para a discussão do tema em pauta serão alguns vídeos de uma campanha chamada: Onde você guarda o seu racismo, que demonstra vários depoimentos sobre racismo.

A cada depoimento debata com os alunos suas opiniões, reflexões, o momento de debate:compartilha, suscita, desafia o aluno a pensar sobre as questões propostas. Estabeleça combinados para que cada um possa se expressar e todos possam ouvir.

Levante com os alunos filmes, músicas e livros que conhecem que abordam o tema, estimule que as fontes de pesquisa sejam utilizadas. Para tal, professor, tenha uma lista para repertoriar os alunos. Seguem algumas sugestões. Estimule os alunos a lerem as histórias sobre o tema, jornais e trocarem suas impressões sobre os mesmos. Caso seja possível, utilize os recursos de internet para enriquecer as pesquisas, troca de e-mail para uma entrevista com algum pesquisador sobre discriminação racial, um

advogado que pode esclarecer dúvidas legais, etc. É fundamental que o professor assista novamente cada um dos filmes elencados pelos alunos para análise. Faça um registro de suas impressões e reflexões para se necessário fortalecer o debate entre os alunos.

Seqüência didática:

1. Discutir sobre a abolição, a escravidão e as conseqüências históricas desta fase para a população brasileira afro-descendente como recurso utilize http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/recursos/10014/me003992.wmv

A abolição: parte I

2. Lançar questões para pesquisa tais como: - O que é Intolerância? - O que é Xenofobia? - O que é Preconceito? - O que é Estereótipos? - O que é Apartheid? - O que é Discriminação? - O que é Racismo Aberto e Oculto? 3. Faça uma seleção de filmes e peça para em casa o aluno assistir e relatar por escrito, como o racismo e o preconceito se manifestam no filme. Como os alunos poderão escolher filmes diferentes, isso pode estimular uns aos outros a também assistirem o filme relatado pelo colega. Depois na sala de aula, peça para os alunos que assistiram aos mesmos filmes se reunirem e debaterem no pequeno grupo, seus registros e relacionar com os termos estudados na pesquisa. Os alunos devem posteriormente socializar a opinião do grupo e suas reflexões com a classe toda. 4. Peça para os alunos fazerem uma pesquisa de quantos empregados domésticos há nas novelas e quantos destes são negros e produzam uma tabela e um gráfico; Debata sobre a situação do negro no mercado de trabalho. Os alunos podem pesquisar artigos sobre o assunto na Internet e socializar as descobertas. 5. Discutir sobre a relação pobreza e discriminação racial. 6. Apresente o 5º Artigo da Constituição Brasileira e discuta seu significado para nossa sociedade. http://www.culturabrasil.org/artigo5.htm

7. Discutir as punições para a discriminação no Código Penal. 8. Tocar a música- Dias Melhores do grupo Jota Quest e conversar com os alunos sobre medidas efetivas que eles podem adotar para combater o racismo na escola e na comunidade. 9. Lançar uma campanha contra o preconceito na escola e na comunidade. 10. Divida a classe em grupos e peça que cada equipe prepare uma forma de denunciar o preconceito, podem ser elaboração músicas ou paródias, representação de trechos de filmes, peça teatral, uma poesia, etc.enfim um Festival contra o preconceito. Convide a comunidade e faça uma ciclo de debates entre a comunidade escolar e do entorno. Dica: Caso o professor queira pode publicar um blog sobre o tema no qual os alunos podem ser responsáv eis por alimentar as informações.

Sugestão de filmes que abordam a t em ática estudada: 1. Homens de Honra O xadrez das cores- disponível no site http://portacurtas.com.br/Filme.asp?Cod=2932 A Incrível História da Mulher que Mudou de Cor http://portacurtas.uol.com.br/pop_160.asp?cod=1934&exib=324 4. Quase Deuses La Amistad Crash no limite Quanto vale ou é por quilo? Cronicamente inviável Malcolm X

2. 3.

5.
6. 7. 8. 9.

10. Tempo de matar 11. Duelo de Titãs 12. A outra história americana 13. Cidade de Deus 14. Diamante de sangue 15. Escritores da Liberdade 16. Ao mestre com carinho

Músicas

Racismo é burrice- Gabriel Pensador http://letras.terra.com.br/gabriel-pensador/137000/ Dias melhores Jota quest- http://vagalume.uol.com.br/jota-quest/dias-melhores.html É imprescindível que o professor assista ao filme antes de indicá-lo para verificar se ele é apropriado para seus alunos. Fazer uma pesquisa prévia sobre quantos alunos conheciam sobre: Os termos estudados; Os

artigos do Código Penal e da Constituição Brasileira Realizar um debate sobre o tema e perceber o quanto os argumentos dos alunos apresentam conteúdos mais concisos. Fonte: Portgal do Professor

Planos de Aula
Plano de aula: DIVERSIDADE CULTURAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA
Parte superior do formulário

Avaliação do Usuário:

/1
Avaliar vote com_content 3949

Pior http://w w w .geled

Melhor

Parte inferior do formulário

Planos de Aula Autor Vânia Lúcia Lima Vieira de Mello Co-autor: Sulamita Nagem Dias Lima BELO HORIZONTE - MG ESC FUND DO C PEDAG DA UFMG -

Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
• Exprimir, por meio de exemplo, o conceito de cultura como algo dinâmico e plural. Reconhecer o caráter multiétnico e a diversidade cultural da sociedade brasileira, adotando perante tal pluralidade atitudes isentas de preconceitos. • • Observar mudanças ocorridas em aspectos da cultura no passado e no presente. Identificar traços culturais característicos de diferentes regiões do Brasil

Duração das atividades
Aproximadamente, 03 aulas

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Habilidades de codificação e decodificação Gênero textual propaganda: forma composicional, linguagem e função.

Estratégias e recursos da aula
Estratégias e recursos da aula:

-Vídeos -Aula dialogada -Áudio -Leitura de Texto -Interpretação de texto - Produção de texto

- Revistas, papel manilha, tesoura, cola... Desenvolvimento 1º passo: a) O professor prepara a turma para assistir o vídeo sobre a diversidade da cultura brasileira, disponível nos recursos educacionais. b) Solicitar que assistam ao vídeo, procurando identificar a mensagem desse documentário. c) O professor propõe a socialização da mensagem percebida pelos alunos. 2º passo: a) O professor retoma o vídeo a partir de alguns depoimentos e propõe a discussão: - O Sr.Antônio Grassi faz um comentário sobre a cultura brasileira: "A primeira impressão é que nós não conhecemos o nosso país". O que ele quis dizer com este comentário? -O jovem Calebe Pimentel ,de Porto de Galinhas, faz uma denuncia séria sobre os hábitos dos brasileiros afirmando que passamos a maior parte do nosso tempo de lazer em frente à TV. Você concorda com ele? Por que? - O que, na sua opinião, Rubens Alves, escritor brasileiro, quis dizer quando afirmou "Isto aqui é uma Arca de Noé". b) O professor coloca no quadro as afirmativas abaixo, propondo que a turma faça uma análise das mesmas, argumentando contra ou a favor. - Tornamos escravos dos meios de comunicação. -Deixamos de valorizar o que é nosso para nos reverenciarmos aos valores de outros povos. -Perdemos a oportunidade de conhecer melhor a nossa gente. 3º passo a) O professor coloca no quadro a frase: O Brasil é conhecido internacionalmente por ..... b) Como cada um de vocês completaria essa frase? Ouvir as ideias dos alunos e o professor faz os comentários necessários que enriquecerão os conhecimentos da turma. c) O professor prepara a turma para ouvir um o áudio, disponível nos recursos educacionais, sobre a história do Boi Bumbá e das festas juninas. d) Após ouvir o áudio, o professor reforça com a turma as informações, valorizando a participação do branco, índio e do africano na construção da nossa identidade cultural. e) A partir do áudio, identificar qual foi, na história do Boi Bumba, a influência do: - Branco - ( no enredo) - Negro - ( no ritmo) - Índio - ( na dança) f) Discutir com a turma as atribuições de cada um dos personagens do folguedo e as particularidades dessa festa nas diferentes regiões: no nordeste, o folguedo é apresentado na rua e tem um significado; no Pará e Amazônia já é apresentado no curral e tem uma maior influência dos índios.

4º passo: a) Discutir com a turma a origem das festas juninas: origem, características... b) Apresentar, a título de enriquecimento do trabalho, a festa de Parintins, disponível nos recursos educacionais. 5º passo

a) O professor distribui uma cópia do texto "A diversidade cultural no Brasil" e faz uma leitura oral, procurando comentar, coletivamente, parte a parte do texto. b) Após a leitura, o professor propõe a leitura das imagens que acompanham o texto. A diversidade cultural no Brasil Apesar do processo de globalização, que busca a mundialização do espaço geográfico, tentando através dos meios de comunicação criar uma sociedade homogênea, aspectos locais continuam fortemente presentes. A cultura é um desses aspectos, várias comunidades continuam mantendo seus costumes e tradições. O Brasil, por apresentar uma grande dimensão territorial, configura uma vasta diversidade cultural no seu povo. Os colonizadores europeus, a população indígena e os escravos africanos foram os primeiros responsáveis pela disseminação cultural no Brasil. Em seguida, os imigrantes italianos, japoneses, alemães, árabes, entre outros, contribuíram para a diversidade cultural do Brasil . Aspectos como a culinária, danças, religião, são elementos que integram a cultura de um povo. As regiões brasileiras apresentam diferentes peculiaridades culturais. No Nordeste, a cultura é representada através de danças e festas como o bumba meu boi, maracatu, caboclinhos, carnaval, ciranda, coco, reisado, frevo, cavalhada e capoeira. A culinária típica é representada pelo sarapatel, buchada de bode, peixes e frutos do mar, arroz doce, bolo de fubá cozido, bolo de massa de mandioca, broa de milho verde, pamonha, cocada, tapioca, pé de moleque, entre tantos outros. A cultura nordestina também está presente no artesanato de rendas.

O Centro-oeste brasileiro tem sua cultura representada pelas Cavalhadas e Procissão do Fogaréu, no Estado de Goiás, o Cururu em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A culinária é de origem indígena, e recebe forte influência da culinária mineira e paulista. Os pratos principais são: galinhada com pequi e guariroba, empadão goiano, pamonha, angu, cural, os peixes do Pantanal - como o Pintado, Pacu e Dourado.

As representações culturais no Norte do Brasil estão nas festas populares como o Círio de Nazaré, Festival de Parintins a maior festa do boi-bumbá do país. A culinária apresenta uma grande herança indígena, baseada na mandioca e em peixes. Pratos como otacacá, pirarucu de casaca, pato no tucupi, picadinho de jacaré, mussarela de búfala. As frutas típicas são: cupuaçu, bacuri, açaí, taperebá, graviola, buriti

No Sudeste, várias festas populares de cunho religioso são celebradas no interior da região. Festa do Divino, festejos da Páscoa e dos santos padroeiros, com destaque para a peregrinação a Aparecida (SP), congada, cavalhadas em Minas Gerais, bumba meu boi, carnaval, peão de boiadeiro. A culinária é muito diversificada, os principais pratos são: queijo minas, pão de queijo, feijão tropeiro, tutu de feijão, moqueca capixaba, feijoada, farofa, pirão, etc.

O Sul apresenta aspectos culturais dos imigrantes portugueses, espanhóis e, principalmente, alemães e italianos. Algumas cidades ainda celebram as tradições dos antepassados em festas típicas, como a Festa da Uva (cultura italiana) e a Oktoberfest (cultura alemã), o fandango de

influência portuguesa e espanhola, pau de fita e congada. Na culinária estão presentes: churrasco, chimarrão, camarão, pirão de peixe, marreco assado, barreado (cozido de carne em uma panela de barro), vinho.

Churrasco Gaúcho

7º passo a) Dividir a turma em grupos para que, a partir das informações do texto trabalhado no item anterior, os alunos completem a tabela abaixo. OBSERVAÇÃO: Como são inúmeras as contribuições de cada região, o grupo preencherá a tabela com sugestões de sua preferência. REGIÕES NORTE SUL CENTRO OESTE NORDESTE SUDESTE MANIFESTAÇÕES CULTURAIS ARTESANATO CULINÁRIA

b) Socialização e comentários sobre os dados colocados na tabela. c ) A partir das discussões dessa aula, propor que o grupo crie uma propaganda sobre a diversidade cultural brasileira, para ser colocada em uma revista especializada em turismo. d) Socialização e comentários da propaganda.

Recursos Educacionais

Vídeo sobre a diversidade cultural do Brasil: http://www.youtube.com/watch?v=0yv6Dw1L8d0 Áudio do portal do professor mostrando as festas tradicionais de nossa cultura. http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/recursos/18074/prof_gente_brasileira_p05_folguedo s_dancas_e_musicas_bumba-meu-boi_e_festa_de_sao_joao.mp3

Texto informativo sobre a cultura brasileira http://www.brasilescola.com/brasil/a-diversidade-cultural-no-brasil.htm Vídeo de Parintins http://www.youtube.com/watch?v=8CXDhC8B5Q8&NR=1

http://www.youtube.com/watch?v=tSymFN8Yd5s

Recursos Complementares
Série de vídeos sobre diversidade da cultura brasileira. http://video.google.com.br/videosearch?q=diversidade+cultural+do+brasil&hl=ptBR&emb=0&aq=f#q=diversidade+cultural+do+brasil&hl=pt-BR&emb=0&aq=f&start=40

Historia do boi bumbá http://www.youtube.com/watch?v=ZZQqMfdIJHA Vídeo da cidade de Salvador http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=571

Vídeos sobre diversidade cultural http://video.google.com.br/videosearch?q=diversidade+cultural+no+brasil&hl=ptBR&emb=0&aq=f#q=diversidade+cultural+no+brasil&hl=pt-BR&emb=0&aq=f&start=30

Avaliação
A participação e aprendizagem dos alunos serão avaliadas durante o desenrolar das atividades propostas.As idéias desenvolvidas durante as aulas serão avaliadas nas atitudes dos alunos nos trabalhos de grupos, nas discussões e na participação das interações em sala de aula. A produção da propaganda será um instrumento com o qual o professor poderá avaliar a aprendizagem dos alunos Fonte: Portal do Professor

Escrever comentário (0 Comentários)

Plano de aula - Consciência Negra

Planos de Aula Fonte: Portifolio da Aprendizagem A professora usará um telefone de lata para chamar a atenção dos alunos para a comunicação entre Luci personagem brasileira e Xhosa menino africano que mora na Namíbia . Após os alunos perceberem que escutamos o que o outro diz no telefone de lata, a professora contará a história e mostrará cartazes com as ilustrações do livro. A menina Luci atira um telefone de lata no telhado, um tempo depois começa a se comunicar com Xhosa um menino africano que conta a ela como vivem os africanos, seus hábitos,costumes, suas histórias... Luci passa então, a se interessar pelo continente africano e começa juntamente com seus pais(Ilda e Luiz) a pesquisar sobre a sagrada mãe África. 2) Produção textual: Os alunos produziram uma história coletiva para o menino Xhosa como é viver no Brasil, o que as crianças gostam de brincar, o que fazem nas horas de folga, como estudam nas escolas, o que aprendem, que animais temos aqui...

2.1) objetivos: Produzir um texto coletivo para comunicar-se com o menino africano; Ler o texto para os colegas para que cada grupo compreenda o que contou e corrija coletivamente as ideias; 2.2) organização da turma:Em grupos de cinco alunos; 2.3) organização dos materiais:Folhas pautadas,lápis, borracha... 2.4) desenvolvimento:Cada grupo escreverá para o menino africano como é viver no Brasil e após apresentarão para os colegas seu texto para que os grupos entendam o que cada grupo escreveu; 3) Jogo: Jogo de provérbios folclóricos ( brasileiros e africanos) 3.1) objetivos:Compreender que as frases são cadeias linguísticas, compostas por sequencias de palavras, através das quais transmitimos nosso pensamentos 3.2) organização da turma: Em grupos cada grupo receberá um provérbio em um cartão; 3.3)desenvolvimento: O professor lê um provérbio africano"Quem brinca com cão levanta-se com pulgas"(provérbio da Ilha de São Tomé), separando oralmente cada palavra da frase. Após os alunos lerão seus provérbios contando o número de palavras que compõe cada cartão. 4) Sistematização: 4.1) objetivos: Identificar os adjetivos no grupo de palavras; Conceituar adjetivos juntamente com os colegas e a professora; 4.2) organização da turma: Em grupos de cinco alunos; 4.3) organização dos materiais:Cada grupo receberá fichas com um grupo de palavras; 4.4) desenvolvimento: Cada grupo receberá uma ficha com um conjunto de palavras e deverá descobrir qual é a palavra intrometida: mesa,velho,livro,cadeira africano,ferro,sofá,porta maravilhoso escova,caneta,porta,brasileira óculos,africano,pente,escova

Perguntas realizadas pela professora: a)O que as palavras intrometidas de cada grupo africano, brasileira, velho e maravilhoso têm em comum? b) Estas palavras dão qualidade a que? A quem? c) Como podemos construir juntos uma regra para estas palavras?

Veja também

Consciência Negra Consciência Negra, Ainda que Tardia A vida me ensinou a ser negra Dia da Consciência Negra – ainda precisamos disso? Oliveira Silveira - O inventor do Dia Nacional Consciência Negra Um dia de Luta na Morada Eterna dos Ancestrais "Dia da Consciência Negra" retrata disputa pela memória histórica Dia da Consciência Negra - Indicativo para professores
Matéria original Escrever comentário (0 Comentários)

Plano de aula - POR QUE OS HERÓIS NUNCA SÃO NEGROS?
Parte superior do formulário

Avaliação do Usuário:

/1
Avaliar vote com_content 1608

Pior http://w w w .geled

Melhor

Parte inferior do formulário

Planos de Aula Fonte: Nova Escola -

Tema Preconceito racial Objetivo

Mostrar que existe um racismo velado no Brasil e que a imagem dos negros nos livros ainda é inferiorizada perante o branco. Aumentar a auto-estima dos alunos afro-descendentes, despertar a turma para a diversidade da raça humana e promover o respeito pelas diversas etnias.

Como chegar lá

Faça um levantamento dos heróis e heroínas conhecidos pelo grupo. Provavelmente os de cor branca serão maioria. Em seguida apresente personagens negras de livros e filmes (como o desenho animado Kiriku e a Feiticeira, disponível em fita VHS) e pessoas notórias que sejam representadas de maneira positiva. Discuta os motivos dessa diferença, peça pesquisas em jornais e revistas que comprovem a discriminação Dica

Não chegue com discurso pronto sobre o racismo. Deixe os alunos concluírem que o preconceito e a discriminação existem, sim, no Brasil e que precisam ser combatidos. Ao falar da cultura africana e dos rituais, prepare-se para enfrentar o preconceito religioso

O povo negro é discriminado em todos os cantos do planeta onde os brancos são maioria. E a sua sala de aula, professor, será território neutro? Por mais que você se preocupe em tratar todos da mesma maneira, os negros continuam sendo discriminados. Quer ver como? Pense nos livros que

a turma lê. Eles mostram famílias negras de classe média, felizes e bem-sucedidas? Têm príncipes, reis e rainhas que não sejam brancos? Você não acha isso um problema? Então imagine o que significa ser despertado para o prazer da leitura sem ver sua raça representada de forma positiva nas páginas dos livros.

"Lendas, contos da carochinha e mitologias ajudam as crianças a construir sua identidade. Num processo de transferência, os pequenos se colocam no lugar dos heróis e vivenciam as sensações dos personagens", explica Taicy de Ávila Figueiredo, pedagoga e professora de Educação Infantil em Brasília. Sentimento de inferioridade e auto-rejeição são as conseqüências mais comuns na auto-estima de quem não se reconhece nas histórias contadas na escola. "Todos querem ser aceitos por seu grupo, pela sociedade. Muitos alunos passam a se enxergar como brancos", explica Ana Célia Silva, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Você deve estar se perguntando como fugir dessa questão, já que as histórias consagradas do mundo de faz-de-conta são européias. A sugestão é entrar no universo de lendas e histórias da África, do Oriente, dos índios... Veja como a professora Maria Cecília Pinto Silva, da Escola Municipal de Educação Fundamental General Esperidião Rosas, em São Paulo, conseguiu plantar uma semente contra o racismo em uma atividade interdisciplinar para as turmas da 4a série. O projeto ganhou o prêmio Educar para a Igualdade Racial, do Centro de Estudo das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert).

Experiência prática Diagnóstico/Objetivos

Após presenciar diversas atitudes racistas, a professora elaborou um projeto para despertar o respeito às diferenças. Pediu à classe que desenhasse os heróis preferidos, já prevendo o resultado. A maioria citou personagens brancas. Ela aproveitou os dados e ensinou, nas aulas de Matemática, como elaborar gráficos. Veja o resultado: 94% de personagens brancas, 4% de orientais e 2% de negras.

Problematização

Maria Cecília apresentou o herói Kiriku, do filme Kiriku e a Feiticeira. O desenho animado se passa na África e todas as personagens são negras. A turma assistiu ao filme, reescreveu a história e a sinopse e fez resenhas. Em seguida a professora pediu um exercício de comparação com os contos de fadas tradicionais e o levantamento das características desse gênero literário. Para começar, lançou a pergunta: por que não vemos personagens negras em outras histórias? Os alunos conseguiram se lembrar de algumas, como o Negrinho do Pastoreio, o Zumbi e Tia Nastácia. Qual a diferença entre eles e Kiriku? "Ele é um herói, professora", responderam. Bingo! A próxima atividade foi de leitura de livros cujas personagens principais são negras, como Luana, de Aroldo Macedo. Em seguida as crianças pesquisaram em jornais e revistas reportagens sobre racismo, enquanto Maria Cecília mostrava fotos e histórias de grandes ícones brasileiros negros, como o professor Milton Santos.

Desdobramentos

Em Ciências, foram estudadas diversas versões para a criação do mundo e a professora apresentou lendas africanas e indígenas. Nesse momento, um aluno muçulmano trouxe sua

experiência e enriqueceu a discussão sobre pluralidade cultural (leia mais no quadro abaixo).

"Não quero desenhar nem ouvir falar em orixás", reclamaram alguns evangélicos na aula de Ciências de Maria Cecília. O preconceito religioso é outro desafio a ser enfrentado na escola. Algumas crianças não queriam participar dessa etapa do projeto. Durante essa difícil tarefa, o aluno Kaled Abidu El Carim Abou Nassif, libanês e muçulmano, pediu espaço para contar a versão da religião de Maomé para a criação do mundo. Como a cultura islâmica está em evidência, os colegas estavam cheios de perguntas. Depois dos orixás, anjos e Alá, os alunos conheceram histórias de Tupã e tiveram contato com as lendas indígenas. "Estão vendo? Não somos e não precisamos ser todos iguais", disse a professora, explicando que conhecer é muito diferente de convencer. Veja nosso Heróis em Afrobrasileiros

Outra plano de aula Plano de aula - Respeitar as diferenças

Matéria original: Diversidade em sala de aula Escrever comentário (5 Comentários)
2009-11-22 23:51:26 Plano de aula 2009-11-13 00:05:00 preconceitos 2009-11-03 19:18:37 naruto 2009-09-23 20:30:55 adorei 2009-09-02 14:45:44 adorei o plano sobre super heroi

Plano de aula - Respeitar as diferenças
Parte superior do formulário

Avaliação do Usuário:

/1
Avaliar vote com_content 1607

Pior http://w w w .geled

Melhor

Parte inferior do formulário

Planos de Aula Fonte: Nova Escola Só assim se consegue afastar o fantasma do preconceito e formar jovens mais tolerantes

Muitos professores que trabalham em escolas públicas de periferia comentam que as turmas, com o passar dos anos, vão "clareando". Grosseira, a expressão indica que há menos alunos negros na 7ª e 8ª séries do que na 1ª. A cruel constatação, no entanto, não significa o reconhecimento de que existe preconceito na escola. Pesquisa realizada pela professora Irene Sales de Souza, da Universidade Estadual Paulista, em Franca, mostrou que 83% dos 200 entrevistados negaram já ter presenciado situações de discriminação no ambiente escolar, apesar de todos serem unânimes em afirmar que existe racismo no Brasil! Por isso, está mais do que na hora de abordar essa difícil questão em sala de aula e evitar que mais crianças (sobretudo da raça negra) desistam de estudar. "A discriminação afeta a auto-estima do estudante. Isso se reflete no aprendizado e é uma das causas da evasão", confirma a pesquisadora Ana Maria de Niemeyer, professora do Departamento de Antropologia da Universidade Estadual de Campinas.

Lutar contra o preconceito é uma decisão que precisa ser encampada pela coletividade, não é uma responsabilidade só de quem é discriminado. "Se a construção da auto-imagem do jovem em nosso país prevê que o negro se sinta submisso e o branco, superior, sempre haverá problemas para a sociedade como um todo", analisa a consultora educacional Isabel Santos, do Centro de Estudo das Relações de Trabalho e Desigualdades, o Ceert. Para combater essa triste realidade, a instituição está promovendo o prêmio Educar para a Igualdade Racial, que valoriza iniciativas criativas, desenvolvidas dentro da escola, com o objetivo de promover a pluralidade cultural e acabar com o racismo (confira o regulamento no site www.ceert.org.br).

Pluralidade Cultural

Tema: Aceitação da diversidade

Objetivo: Conhecer as várias etnias e culturas, valorizá-las e respeitá-las. Repudiar a discriminação baseada em diferenças de raça, religião,classe social, nacionalidade e sexo. Reconhecer as qualidades da própria cultura, exigir respeito para si e para os outros

Como chegar lá: Procure em sua disciplina elementos que propiciem o desenvolvimento de

atividades ligadas ao tema. Fique atento ao que acontece na sala de aula, na escola e na comunidade e que se caracterize como estereótipo, discriminação ou preconceito. Identifique outros elementos na mídia. Os dois caminhos facilitam a discussão em classe

Dica: Todos nós temos uma históriade vida, com características pessoais e crenças arraigadas. Analise-se e verifique se suas posições têm por base a justiça e a ética. Não tenha medo de trocar idéias com os colegas, pois o tema é delicado mesmo

Ações que valorizem as diferentes etnias e culturas devem, sim, fazer parte do dia-a-dia de todos os colégios. Mas isso não é tudo. É preciso que os alunos aprendam a repudiar todo e qualquer tipo de discriminação, seja ela baseada em diferenças de cultura, raça, classe social, nacionalidade, idade ou preferência sexual, entre outras tantas. "A Pluralidade Cultural é uma área do conhecimento", lembra Conceição Aparecida de Jesus, uma das autoras dos Parâmetros Curriculares Nacionais de 5ª a 8ª série, que têm um capítulo inteiro dedicado ao tema. Pedagoga e consultora, ela ensina a incluir o tema no planejamento. "Cultive o hábito de ouvir as pessoas e desenvolva projetos pedagógicos com propostas que tenham por base questões presentes no cotidiano das relações sociais." Quem adota essa prática com estudantes que sofrem com o preconceito garante: a agitação da turma diminui, todos se aproximam do professor e os mecanismos de ensino e aprendizagem são facilitados.

Nesta reportagem, você vai conhecer o que quatro escolas vêm fazendo para valorizar a Pluralidade Cultural: na periferia de São Paulo, jovens de 5ª a 8ª série de dois colégios localizados bem perto um do outro estão aprendendo a se conhecer melhor e descobrindo que o preconceito faz parte da vida de todos; numa escola comunitária de Salvador, cujos alunos são em sua maioria negros, a questão racial perpassa todo o currículo, da pré-escola à 4ª série; em Campo Grande, uma instituição particular leva as crianças de Educação Infantil e da 1ª série a conhecer a realidade de índios e estrangeiros, como os muitos paraguaios que moram na cidade.

Conhecer a si mesmo

Para estudar as facetas da discriminação racial na escola, a antropóloga Ana Maria de Niemeyer tocou, de novembro 1997 a dezembro de 2001, um projeto de pesquisa que envolveu dez educadores de duas escolas paulistanas, separadas por poucos quarteirões, em que negros e mestiços são a maioria da clientela. Orientados por Ana, os professores aplicaram diversas técnicas em sala de aula. Uma delas, oferecida como atividade extra-curricular, era a oficina de vídeo. "Os jovens escreviam o roteiro e trabalhavam como atores, produtores e câmeras", conta Maria José Santos Silva, coordenadora do trabalho. Um dos vídeos produzidos mostra a história de um menino branco que não deixa o colega negro participar de uma partida de futebol. Exibida para toda a comunidade, a fita serviu de mote para discussões.

No decorrer do projeto foram surgindo pistas sobre como o problema da discriminação era visto. "É consenso, na comunidade, que o negro só é aceito por seu esforço individual, nunca por ação do grupo", enfatiza Ana. Redações escritas por estudantes de 6ª série indicaram problemas com a auto-imagem. "Um deles terminou uma história dizendo que o personagem, negro como o próprio aluno, fez uma plástica para ficar branco."

Márcia Lucas leciona Língua Portuguesa na Escola Estadual Doutor Francisco Brasiliense Fusco,

que fica no pedaço mais pobre da rua, bem perto de uma favela. Disposta a provocar uma reflexão sobre a condição de vida da garotada e melhorar a auto-estima ela propôs a produção de auto-retratos. "No começo, eu só recebia desenhos com tons bens claros", recorda a professora. Questionados, os meninos e meninas diziam que não gostavam da própria cor. "Eu os elogiava e destacava a ação de personalidades negras no cenário mundial."

No ano passado, além do auto-retrato, ela pediu que os estudantes de 8a série escrevessem uma auto-descrição, com características físicas e psicológicas. Os textos foram embaralhados e redistribuídos. "Na dinâmica, cada jovem tinha de ler a redação em voz alta e descobrir a quem ela se referia", explica Márcia. Nem sempre a aparência descrita era fiel à realidade. "Alguns negros se definiam como morenos, o que rendia uma repreensão dos colegas." Márcia, que se definiu como negra para a turma, mediava os debates. "Dias depois, ao refazer a tarefa, vários alunos assumiram sua cor", comemora.

Na vizinha Escola Municipal de Ensino Fundamental Ministro Synésio Rocha, que fica mais longe da favela e, por isso, é considerada melhor que a Francisco Brasiliense Fusco, o professor de Geografia André Semensato ampliou o espectro original do projeto. "Depois de estudar com a turma de 6ª série a formação do povo brasileiro, resolvi discutir outros tipos de segregação, além da racial", relata. No ano seguinte, o livro 12 Faces do Preconceito, de Jaime Pinsky, serviu de inspiração para o trabalho com a garotada, já na 7ª série. "Após observar a charge que abria cada capítulo da publicação, eles pesquisaram, na biblioteca e na internet, os temas que mais lhes interessavam", afirma Semensato, que fez tudo em dupla com a responsável pela sala de informática, Ana Pens. "No final, a garotada transformou a pesquisa em um arquivo de PowerPoint, para apresentar ao resto da escola", relata a professora. A discriminação contra judeus, mulheres, idosos, jovens e homossexuais foi discutida em classe. "Todos passaram a se policiar e a toda hora questionavam se determinada atitude era preconceituosa ou não", festeja Semensato. "Foi importante eles perceberem que, apesar de ser vítimas de racismo, muitos discriminavam os homossexuais", completa a coordenadora Maria José.

Os povos da cidade

A Pluralidade Cultural é conteúdo importante do currículo da Escola Gappe, em Campo Grande. "Ao entrar em contato com a diversidade, os estudantes aprendem a respeitá-la", justifica Stael Gutierrez, coordenadora de Educação Infantil e 1a série. Por isso, um dos objetivos é fazer com que os alunos conheçam índios e imigrantes que habitam a cidade. Dentro desse espírito, a professora Élida Souza desenvolveu com a classe de 4 anos o projeto Crianças de Todo o Mundo. "Trouxemos vários estrangeiros para mostrar um pouco da cultura de seus países."

Gente que nasceu na Escócia, na França, no Japão e no Paraguai foi até a sala de aula. Elina Souza, assessora de Língua Portuguesa da Gappe, integra a grande colônia paraguaia na capital sul-matogrossense. "Esse povo exerce enorme influência na nossa cultura", enfatiza Stael. Como todos os outros visitantes, ela levou roupas e objetos típicos para mostrar às crianças, fotos de locais turísticos e a receita de um prato, que foi preparado e saboreado e ensinou uma música e uma dança.

Na 1ª série, a professora Adriana Godoy estabeleceu um paralelo entre a vida das crianças de antigamente e de hoje e entre as que residem em Campo Grande e em outras localidades. "Perguntei aos pequenos se os índios que moram aqui na cidade têm os mesmos costumes que

eles." A resposta devia vir na forma de desenhos que mostrassem as hipóteses da turma sobre como é a casa, a alimentação, os brinquedos. A maioria acreditava que os índios viviam de tanga, tomavam banho no rio e se alimentavam de peixes. O próximo passo foi ir até uma aldeia terena. "Quando viram que eles vão à escola, onde têm acesso a computador, e gostam dos mesmos desenhos animados e dos mesmos doces, meus aluninhos ficaram muito surpresos", lembra Adriana.

Ela teve o cuidado de explicar que nem todos os índios são como esses terena, que deixaram a zona rural em busca de trabalho na cidade. Os mais velhos permanecem no campo. Foi fácil compreender a lição já que todos estão acostumadas a vê-los no mercado e na feira vendendo produtos agrícolas e artesanato. De volta à sala de aula, hora de revisar as hipóteses iniciais e chegar a novas conclusões. "Eles compreenderam as condições de vida daquele povo e, como resultado, passaram a respeitar as diferenças", afirma Adriana. Para a consultora Conceição, a experiência é positiva, pois "ajuda a diminuir o preconceito contra os índios, muitas vezes vistos como preguiçosos."

Comunidade envolvida

O objetivo da Escola Comunitária Luiza Mahin, que oferece classes da pré-escola até a 4ª série em Salvador, é levar as crianças a construir uma boa imagem de si mesmas e a resgatar a influência da cultura africana na construção da identidade brasileira uma proposta pedagógica condizente com a realidade da clientela, majoritariamente negra. "Alguns chegam aqui se dizendo brancos, mas logo percebem que, na verdade, não o são", afirma a coordenadora pedagógica Jamira Munir. Essa descoberta se dá, por exemplo, durante a produção da árvore genealógica de cada aluno. "No início dessa tarefa, pergunto quem é negro e poucos alunos levantam a mão", afirma Diva de Souza, professora da 4ª série.

Durante o trabalho, ela mostra que é preciso levar em consideração outras características além da cor da pele. "Falo do cabelo crespo, dos lábios grossos e do nariz achatado e eles começam a se enxergar como negros." Paralelamente à conscientização, Diva eleva a auto-estima da turma, citando artistas, políticos e líderes comunitários afro-descendentes. "No final, quando pergunto quem é negro quase todos erguem o braço."

Os conteúdos das diversas disciplinas estão sempre relacionados à questão da negritude. Em Matemática, Sônia Dias, da 1a série, e Aucélia da Cruz, da 2ª, criaram uma pesquisa de campo. Os estudantes perguntam a cinqüenta moradores vizinhos da escola se eles se consideram negros. Em classe, a garotada monta gráficos com as respostas separadas homens, mulheres, adolescentes. Segundo Aucélia, a pesquisa mostra que a maioria das pessoas do bairro assume sua cor. As professoras incluem também aspectos socioeconômicos no trabalho. "Chamamos a atenção para o fato de que, mesmo durante o dia, havia muitos adultos em casa. Isso significa que eles não têm emprego", conclui Sônia.

A consultora Conceição garante que atividades como essas, cada vez mais comuns em escolas de todo o país, logo estarão fazendo toda a diferença. "Os alunos vão passar a cobrar de todos os professores uma posição firme contra os preconceitos e a favor do respeito às diferenças. Isso ainda vai se transformar numa boa epidemia." Matéria original: Respeitar as diferenças

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->