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ADRENALINA

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ADRENALINA OBJETIVO: A adrenalina é um hormônio produzido pelas glândulas supra renais e prepara o organismo para realizar atividades físicas

e esforços físicos. A adrenalina, ou epinefrina é um hormônio e também um neurotransmissor, pois atua no sistema nervoso simpático. Utilizada em todos os casos de PCR. Seu efeito vasoconstritor periférico intenso aumenta a pressão na aorta, melhorando o fluxo coronariano e cerebral. APRESENTAÇÃO Ampolas de 1ml (1,82mg). vidros (6ml) para nebulização. DOSE TERAPEUTICA Em crianças utiliza-se 0,01 mg/kg/dose. A diluição normalmente recomendada é de 1 ou 2 ampolas em 10 ml de água destilada ou solução glicosada a 5%. Não administrar juntamente com soluções alcalinas. Lembrar, que, se não for possível a infusão IV, utilizar o dobro das doses por via endotraqueal, seguida de um bolo de 10 ml de solução salina. DOSE TÓXICA Sintomas: dor precordial, vômitos, cefaléia, dispnéia e hipertensão. Em casos extremos pode ocorrer hemorragia cerebrovascular; edema pulmonar; hiperirritabilidade ventricular e fibrilação ventricular; bradicardia, taquicardia, arritmias cardíacas e bloqueio atrioventricular. Pode também ocorrer palidez acentuada e pele fria, acidose metabólica e insuficiência renal (nestes casos usar tratamento corretivo). AÇÃO, METABOLISMO E EXCREÇÃO A adrenalina tem como ação de vasoconstrição, sobre a circulação periferica e tambem exerce o poder de regulação sobre a musculatura lisa. A adrenalina é produzida pela glândula adrenal (origem de seu nome). A adrenal também pode ser chamada de glândula supra-renal e se localiza sobre os rins. Esse hormônio tem grande correlação com o sistema nervoso simpático. Quando o organismo passa por uma situação de estresse alto, estresse e cansaço físico, nervosismo, hipoglicemia, jejum prolongado, hemorragias, etc. há um estímulo a produção de adrenalina, que atua principalmente nos órgãos periféricos, provocando dilatação da pupila, taquicardia, tremores, sudoreses, etc. como reações de fuga . A adrenalina é incapaz de atravessar a membrana plasmática, e sua atividade é facilitada pelos receptores e adrenérgicos da membrana. A excreção renal da droga é feita na filtração glomerular e sai na urina. EFEITOS TERAPEUTICOS Estimula o coração, acelera os batimentos cardíacos, aumenta a pressão arterial, promove a constrição das arteríolas, relaxa os músculos bronquiais e intestinais. Age com eficácia, em casos indicados, na reanimação cardíaca. REAÇÕES ADVERSAS Fibrilação ventricular fatal, hemorragia subaracnóide ou cerebral, aumento da PA podendo causar ruptura aórtica, angina pectoris, obstrução da artéria central da retina, nausea, vômito, diminuição do débito urinário, retenção urinária, disúria, espasmo vesical, queimação transitória durante a administração, fotofobia, visão turva, hipersensibilidade ocular, dor nos olhos, e no SNC pode causar anorexia, tendência suicida ou homicida, tontura, ansiedade, medo, palidez, desorientação, perda da memória, agitação psicomotora, alucinação, inquietação, sonolência, tremor, insônia, convulsão, depressão no SNC, paranóia e cefaléia. CUIDADOS DE ENFERMAGEM

Adultos e crianças (em parada cardíaca): inicialmente 1mEq por kg de peso. quando uso concomitante de glicocorticóides ou inalações de ipratrópio. O perfusato em geral é misturado no reservatório de cardiotomia. são adicionadas ao perfusato. Informar ao paciente/acompanhante as reações adversas mais frequentes. em proporções que podem variar. frequência cardiaca e padrão respiratório para avaliar possível respiração ofegante e nestes casos suspender a medicação. frequência cardíaca. os glicocorticóides e os anti histamínicos podem ser usados com a epinefrina. o broncodilatador deve ser administrado primeiro e os outros medicamentos 5 minutos após para evitar toxicidade pela inalação de propulsores de fluorocarbono.5mEq por peso a cada 10 minutos. Choque: a hipovolemia deve ser corrigida antes da adiministração IV de isoprotenerol. arritmia.4% ou 10% DOSE TERAPEUTICA Via Intravenosa: . e após cada inalação o bocal deve ser sempre lavado. conforme o hematócrito do paciente e o hematócrito desejado para a perfusão (alternativamente. Inalação: São necessários intervalos de 1-2 minutos entre as inalações. Ter atenção no uso concomitante com outras drogas. Recomendar ao paciente/acompanhante a não utilizar outros medicamentos sem a consulta de um médico. Se o paciente estiver entubado a droga poderá ser injetada diretamente na árvore bronquial. Algumas soluções com finalidade específica e cujos volumes são determinados em proporção ao peso (ou à superfície corpórea) dos pacientes. Recomendar que o paciente não fique próximo a tabagistas ou outros irritantes respiratórios. Observar cor e aspecto da droga antes de administrá-la ( alterações da cor para rosa ou castanho). Informar ao paciente que enxagues orais minimizam as reações adversas (boca seca). O perfusato para a perfusão neonatal é basicamente constituido de concentrado de hemácias e plasma fresco.y y y y y y y y y y y y Instruir o paciente/acompanhante a utilizar a medicação exatamente conforme recomendado e a não exceder as doses indicadas devido ao risco de reações adversas como broncoespasmo paradoxal. APRESENTAÇÃO Ampolas contendo 10 ou 20 ml à 3%. o sangue total pode ser a base do perfusato para neonatos). choque anafilático: é necessário administrar concomitantemente a reposição de volume com a epinefrina. Avaliar: Dor torácica. no tratamento de diarréia onde a perda de bicarbonato é severa. Aferição dos sinais vitais: PA. BICARBONATO DE SÓDIO OBJETIVO Acidose pré-existente Reanimação prolongada (>10 minutos) Crise de hipertensão pulmonar Hipercaliemia O bicarbonato de sódio é indicado para acidose metabólica. podendose repetir dose de 0. causados por ácido úrico. incluindo barbitúricos e salicilato ou álcool metílico. é indicado como coadjuvante para reduzir a cristalização deste (uso oral). através do tubo endotraqueal. no tratamento de cálculos renais. Antes de administrar avaliar cuidadosamente a dose. 8. restabelecendo o equilíbrio ácido-base do organismo. a concentração e a via de administração. no tratamento de certas intoxicações por medicamentos. para maior facilidade de preparo e .

porém. na crença que a acidose diminuía o limiar de desfibrilação e de que a acidose respiratória dificultava a resposta às catecolaminas empregadas. Nos prematuros. em virtude das pequenas variações do peso desses pacientes. Soluções para uso no oxigenador. d) Volume sanguíneo do paciente (conforme o peso). esse C02 se acumula ao nível de tecidos. Nunca deve ser usado nos casos de .4%. Podemos estabelecer 25% como um valor mínimo para os neonatos. é necessário somar o volume de líquidos administrado pelo anestesista. precisamos dos seguintes dados: a)Peso do paciente (Kg) b) Hematocrito do paciente (%) c) Hematocrito aceito para a CEC. invertendo as manifestações clínicas da acidose.para a sua filtração. que se dissocia em C02 e H20. pois o mesmo. e.C. AÇÃO. O bicarbonato de sódio visa neutralizar a acidose metabólica habitualmente existente no sangue e hemoderivados conservados. Por outro lado. dependendo do valor do hematócrito do paciente e do hematócrito aceito para a C. o C02 atravessa as barreiras hematoencefálica e celular muito mais rápido que o bicarbonato. Sua excreção se dá por via renal e o CO2 formado por via pulmonar. contudo. O volume de cristaloides das soluções cardioplégicas também contribui para reduzir o hematócrito de perfusão. METABOLISMO E EXCREÇÃO Sua ação aumenta o bicarbonato plasmático. de forma que se desenvolve acidose celular e cerebral. conforme o peso ( 85ml/Kg) Para calcular o Volume do Perfusato. Como alcalinizante urinário. em 300 ml de concentrado de hemácias deve ser adicionado 15ml de Bicarbonato de Sódio a 8. Usamos a seguinte fórmula. devido ao baixo fluxo sangüíneo tissular. Em 500 ml de sangue devem ser adicionados 25 ml de Bicarbonato de Sódio a 8. concentrado de hemácias ou plasma deve conter junto com outras medicações 5 ml de Bicarbonato de Sódio à 8. aumenta a excreção de íons bicarbonato livres na urina podendo dissolver as pedras de ácido úrico do sistema urinário. DOSE TÓXICA Em caso de administração de doses excessivas causando alcalose com quadro de tetania. EFEITOS TERAPEUTICOS O seu uso na PCR inicialmente era justificado. Para que o cálculo do hematócrito durante a perfusão (HtD) seja mais preciso. HtD: Hematrócito desejado para o paciente durante a perfusão. Atualmente.4% e em 200 ml de plasma fresco deve ser adicionado 10 ml de bicarbonato de Sódio à 8. Além disso. o bicarbonato só está indicado nos casos de hipercalemia pré-PCR. VP (ml): Volume do Perfusato em ml. Nos casos de perfusato neonatal é administrado 10ml de bicarbonato de sódio a 8. até o início da perfusão. podendo até mesmo piorar a acidose tissular. Aumenta o pH do conteúdo gástrico aliviando os sintomas da hiperacidez. HtI: Hematrócito inicial do paciente. Como antiácido neutraliza a acidez gástrica reagindo com os ácidos do estômago.. o próprio bicarbonato de sódio pode ser deletério. antes de iniciar a perfusão. estudos atuais mostraram que a acidose não se desenvolve até 15-20 minutos de PCR. deve ser corrigido com suspensão do medicamento e injeção endovenosa de solução de cálcio a 10% (lentamente). CÁLCULO DO VOLUME TOTAL DO PERFUSATO As diversas fórmulas utilizadas para os cálculos dos volumes do perfusato e do hematócrito final não tem grande aplicação na CEC neonatal. portanto. VS: Volume Sanguineo (voolemia) do paciente.4%. que permite calcular o volume total do perfusato a ser usado. quando administrado em grandes doses IV se combina com o H+ e produz ácido carbônico.4%. tampona o excesso de concentração de hidrogênio e aumenta o pH sangüíneo. sem agir sobre sua produção. as fórmulas podem contribuir para o ajuste do perfusato padrão. intoxicação por antidepressivos tricíclicos ou fenobarbitúricos e acidose preexistente responsiva a bicarbonato.4%.E. cada 100 ml de sangue.

5 ou 37 C.Alcalose metabólica Hipocalcemia tardia . hematócrito e potássio. GLUCONATO DE CÁLCIO OBJETIVO Hipocalcemia Precoce Causas maternas .Diabetes . Em casos de choque anafilático suspender a administração. o choque térmico produzido pelo perfusato hipotérmico ocasiona a parada imediata da atividade cardíaca e pode induzir um tipo especial de contratura miocárdica.Doença neonatal: insuficiência respiratória.Acidóse metabólica tratada com bicarbonato de sódio . náusea e vômitos. O perfusato dos neonatos é constituido de sangue e/ou hemoderivados.acidose láctica para os quais é até deletério. Antes de administrar avaliar cuidadosamente a dose. trauma cerebral .Prematuridade .Dieta com quantidades elevadas de fósforo .Trauma obstétrico . Observar sinais flogísticos ou extravasamento de veia. Em alguns casos. a concentração e a via de administração. devendo -se sempre que possível guiar as doses subseqüentes pelo resultado da gasometria arterial. A dose inicial é de 1 mEq/kg.Administração de sangue citratado .Hiperparatiroidismo Causas perinatais e fetais . para o início da perfusão.Asfixia neonatal . CUIDADOS DE ENFERMAGEM y y y y y y y y y y Durante a recirculação do perfusato.Toxemia sravídica . Controle hídrico. EFEITOS ADVERSOS Em doses excessivas pode causar edemas em pacientes com tendências à retenção de sódio.Deficiência alimentar de cálcio e vitamina D . inicialmente. frequentemente induz severa vasoconstrição que pode comprometer a adequada irrigação dos tecidos e produzir acidose metabólica. à temperaturas o baixas (4 C). de difícil recuperação. uma amostra do perfusato deve ser analisada para verificação do pH. Os demais parâmetros devem ser igualmente ajustados. Alcalose com sintomas gatrintestinais consistindo em inapetência. Qualquer desvio do pH deve ser corrigido.Septicemia . conservados em refrigerador. O perfusato deve ter o pH normal. O início da perfusão sem o prévio aquecimento do perfusato. o perfusato deve o o ser aquecido a 36.Sexo masculino Causas pós-natais . do pO2. Informar ao paciente/acompanhante as reações adversas mais frequentes. Ter atenção no uso concomitante com outras drogas. quando necessário. antes do início da perfusão. antes de iniciar a perfusão. Independente da temperatura a ser alcançada e mantida durante a perfusão.Choque . Controle dos Sinais Vitais. Escolher uma veia calibrosa.

Controles e tempo de administração como em A. Suplementação em prematuros extremos (menores do que 1. durante 3 dias. c . HIPOCALCEMIA SIMTOMÁTICA Tratamento imediato: 1 a 2ml/kg de gluconato de cálcio a 10% (máximo de 5ml para q RN prétermo e 10ml para o de termo). . Tratamento de manutenção: 50 mg de cálcio elementar/kg/dia (6ml de gluconato de cálcio 10%/kg/dia).dieta + suplementação . .dividir a dose total diária entre as mamadas.na dose de 35 a70mg/kg/dia de cálcio elementar. b . OBSERVAÇÃO a.IV .Aumento de ácidos graxos livres (administração de Intralipid® com queda da fração ionizável do cálcio). Ampolas de 10 ml.Administrar cálcio VO ou IV .Acompanhando doença renal . APRESENTAÇÃO Ampolas de 5 ml ou 10 ml.evitar a desmineralização óssea. anoxiados graves. Se houver arritmia ou bradicardia parar imediatamente.1 mês.VO .150 a 200mg/dia de cálcio elementar. se não houver normalização da calcemia a dose poderá ser aumentada para 75mg de cálcio elementar/kg/dia. com distúrbios respiratórios e nos prematuros. tempo de administração . sede. Objetivo . O cálcio sérico deve ser avaliado cada 24 a 48 horas administrar cálcio durante 2 a 3 dias (exceto no prematuro extremo).gluconato de cálcio a 10% -1ml de solução contém 9mg de cálcio elementar. imunodeficiência e ausência de paratiroides) . íleo paralítico e bradicardia. DOSE TÓXICA Pode causar hipercalcemia. PROFILAXIA Em crianças de alto risco. observar nauseas.. constipação severa. Nos casos de: Hipocalcemia Assintomática -Alimentar com leite materno. iniciar com 35mg e aumentar se não houver correção da calcemia.Hipoparatiroidismo Hiperparatiroidismo materno Hipoparatiroidismo transitório idiopático (pode persistir por 2 a 14 meses) Hipoparatiroidismo permanente (pode fazer parte da Síndrome de Di George: ausência de timo. Dividir a dose total diária nas mamadas.no soro de manutenção. anorexia. vômito. Infundir IV lentamente com monitorização eletrocardiográfica ou ausculta cardíaca. administrar 35mg/ kg/dia de cálcio elementar (4ml/kg/dia de gluconato de cálcio a 10%).5 kg ao nascimento): Via de administração -VO Dose total de cálcio .Hipomagnesemia .Má absorção intestinal de cálcio e magnesio . Frascos DOSE TERAPEUTICA Hipocalcemia pode ser definida como cálcio sérico total abaixo de 7mg/100 ml ou cálcio ionizável. A seguir. mesmo sem hipocalcemia.

25 mg. glaucoma de ângulo aberto (pode haver pequeno aumento da pressão intraocular). hipercalcemia.AÇÃO. Não permitir o extravasamento que pode causar necrose. síncope e formigamento. hérnia de hiato (pode ser agravada). gluconato de cálcio a 10%. até um máximo de 0. Não pode ser misturado com bicarbonato sódio ocorre precipitação de carbonato de cálcio.4 mg. O cálcio pode provocar isquemia intestinal. estenose mitral) (pode ser indesejável o aumento da frequência cardíaca). doença arterial coronária. esofagite de refluxo (pode haver retenção gástrica). Pode causar necrose hepática se administrado na veia umbilical e o catéter não estiver bem pocisionado. cálculo renal.03 mg por kg de peso corporal. DOSE TÓXICA Atonia intestinal (pode haver obstrução). via intravenosa. muscular e esquelético. náuseas.01 a 0. esquelético e liso. glaucoma de ângulo fechado (aumenta a pressão intraocular). Observar sinais flogisticos. bradicardia. METABOLISMO E EXCREÇÃO Essencial para o sistemas nervoso. SULFATO DE ATROPINA OBJETIVO y y y y Bradicardia Bloqueio cardíaco de 2º ou 3º grau Assistolia Atividade elétrica sem pulso (dissociação eletromecânica) APRESENTAÇÃO Ampolas de 1 ml ou 2 ml (0. CUIDADO DE ENFERMAGEM y y y y y y y y y y Injetar em veia calibrosa. vômito. Pode ser usado no soro de manutenção. . arritmias. constipação.5 mg ou 1 mg). A dose pode ser repetida a cada 4 ou 6 horas. EFEITOS TERAPEUTICOS Reposição de Cálcio nos estados deficientes REAÇÕES ADVERSAS Parada cardíaca. DOSE TERAPEUTICA 0. Não infundir em artéria umbilical. Mantém a membrana celular e a permeabilidade capilar. Controle de Sinais Vitais. Atua como um ativador de transmissão dos impulsos nervosos e da concentração dos musculos cardíaco. Essencial para a formação óssea e a coagulação sanguínea. doença cardíaca (particularmente arritmias. colite ulcerativa (possibilidade de ileo paralítico ou megacólon tóxico). hemorragia aguda (pode ser indesejável o aumento da frequência cardíaca). Balanço Hídrico. Observar sinais de hemorragias ou hematomas. insuficiência cardíaca congestiva.0.

A atropina atravessa a barreira placentária. Ela também chega a circulação quando for aplicada topicamente na mucosa do corpo. pois o efluxo eferente vagal é ativado. alucinações ou delírio. obstrução das vias urinárias ou retenção urinária (a retenção urinária pode ser precipitada ou agravada). Já em altas doses a atropina bloqueia os receptores M2 no nódulo sinoatrial e a frequência cardíaca aumenta. alucinações ou delírio. Já em altas doses a atropina bloqueia os receptores M2 no nódulo sinoatrial e a frequência cardíaca aumenta. Ela compete com estes agonistas por um local de ligação comum no receptor muscarínico.0 mg). A ação cardiovascular depende da dose. íleo paralítico (pode haver obstrução). Todos os receptores muscarínicos (M1 a M5) são passíveis de serem bloqueados pela ação da atropina: os existentes nas glândulas exócrinas. músculos liso e cardíaco. A atropina inibe as secreções do nariz. obstrução do tracto gastrintestinal (obstrução e retenção gástrica). A atropina quase não produz efeitos detectáveis no SNC nas doses usadas na prática clínica. Com doses ainda maiores. hipertrofia prostática. enquanto o restante é eliminado inalterado na urina. Em baixas doses há a diminuição da frequência cardíaca. bloqueado o M1 nos neurônios inibitórios pré-juncionais. Com doses tóxicas da atropina a excitação central torna-se mais acentuada. gânglios autônomos eneurônios intramurais. ele pode ser anulado se a concentração da Acetilcolina ou de agonistas colinérgicos nos locais receptores do órgão efetor for aumentada suficientemente. músculos liso e cardíaco. pois o efluxo eferente vagal é ativado. gânglios autônomos eneurônios intramurais. dessa forma. faringe e brônquios e. . Em doses terapêuticas (0. Em baixas doses há a diminuição da frequência cardíaca. A atropina é absorvida rapidamente pelo trato gastrintestinal. miastenia gravis (pode ser agravada). a atropina causa apenas excitação vagal suave em conseqüência da estimulação da medula e centros cerebrais superiores. taquicardia (pode aumentar): xerostomia (boca seca) (pode ser agravada).0 mg). hipertireoidismo (pode aumentar a taquicardia). a atropina causa apenas excitação vagal suave em conseqüência da estimulação da medula e centros cerebrais superiores. obstrução do piloro (pode agravar). Com doses tóxicas da atropina a excitação central torna-se mais acentuada. resseca as mucosas das vias respiratórias.5 a 1. Em doses terapêuticas (0. infarto agudo do miocárdio. Ela compete com estes agonistas por um local de ligação comum no receptor muscarínico.5 a 1. AÇÃO. METABOLIZAÇÃO E EXCREÇÃO A atropina é um antagonista competitivo das ações da acetilcolina e outros agonistas muscarínicos. Todos os receptores muscarínicos (M1 a M5) são passíveis de serem bloqueados pela ação da atropina: os existentes nas glândulas exócrinas. desorientação. Com doses ainda maiores. boca. Tem absorção veloz no trato gastrintestinal. O metabolismo hepático é responsável pela eliminação de aproximadamente 50% da dose. produzindo agitação. Como o antagonismo da atropina é competitivo. ele pode ser anulado se a concentração da Acetilcolina ou de agonistas colinérgicos nos locais receptores do órgão efetor for aumentada suficientemente.hipertensão (pode agravar). indivíduos acima de 40 anos (pode precipitar um glaucoma não diagnosticado). permitindo a liberação de acetilcolina. desorientação. A ação cardiovascular depende da dose. irritabilidade. a estimulação pode ser seguida de depressão resultando em colapso circulatório e insuficiência respiratória depois de um período de paralisia e coma. Tem meia-vida de cerca de 2 horas EFEITOS TERAPEUTICOS A atropina é um antagonista competitivo das ações da acetilcolina e outros agonistas muscarínicos. Como o antagonismo da atropina é competitivo. embora seja eficiente na região retroauricular (atrás da orelha). a estimulação pode ser seguida de depressão resultando em colapso circulatório e insuficiência respiratória depois de um período de paralisia e coma. A absorção pela pele íntegra é pequena. bloqueado o M1 nos neurônios inibitórios pré-juncionais. irritabilidade. permitindo a liberação de acetilcolina. A atropina quase não produz efeitos detectáveis no SNC nas doses usadas na prática clínica. produzindo agitação. Essa ação é especialmente pronunciada se as secreções forem excessivas e constituise na base para a utilização da Atropina como medicamento pré-anestésico.

água para injeção. DOSE TERAPEUTICA Quadro síntese dos principais protocolos de administração do cloridrato de naloxone 1 ml. incluindo Narcan. tremores. Não deve ser confundida com a naltrexona . Recém-nascidos de mães que receberam opióides Diagnóstico de intoxicação por opióides Dose inicial: 0. A naloxona é usado especificamente para combater a depressão com risco de vida do sistema nervoso central eo sistema respiratório. Ingesta hídrica. . constipação intestinal. ácido clorídrico. Umidificação da boca. EFEITOS ADVERSOS Como qualquer bloqueador colinérgico causa secura de lábios. Cada ml da solução injetável contém: cloridratode naloxona 0. APRESENTAÇÃO Solução injetável: caixa com 10 ampolas de 1 ml. dessa forma. se for necessária para a depressão respiratória Hidratação adequada Tratamento sintomático NALOXONE A naloxona é um medicamento usado para combater os efeitos dos opiáceos overdose .A atropina inibe as secreções do nariz.p. a heroína ou morfina overdose. Medir pressão intraocular. um receptor opióide antagonista com diferentes efeitos qualitativamente.01mg (IV)/Kg Ausência de efeito antagonista:repetir em intervalos 2-3min. CUIDADOS DE ENFERMAGEM y y y y y y y y y y y Pode haver sensibilidade à luz. excipientes q. A naloxona é também utilizado experimentalmente no tratamento de insensibilidade congênita à dor com anidrose (CIPA).400 mg. Em casos de sobredosagem: Lavagem gástrica Administração de suspensão de carvão ativo Para reverter os sintomas antimuscarínicos severos administrar fisiostogmina lentamente por via intravenosa não ultrapassando 1 mg por minuto Respiração artificial com oxigênio. fotofobia. Nalone eNarcanti. Excipientes: cloreto de sódio. e por vezes tem sido erroneamente chamado de "naltrexate".s. É comercializado sob várias marcas. faringe e brônquios e. boca. uma desordem extremamente rara (1 em 125 milhões de euros) que torna uma pessoa incapaz de sentir dor. por exemplo. resseca as mucosas das vias respiratórias. fadiga. alucinações. utilizada no tratamento da dependência ao invés de tratamento overdose de emergência. Essa ação é especialmente pronunciada se as secreções forem excessivas e constituise na base para a utilização da Atropina como medicamento pré-anestésico. entre outros.

sem freqüência após a administração de naloxona. uma vez que podem causar excitação. induzida por ingestão de narcóticos opiáceos naturais ou sintéticos.antagonistas como nalbufina. Naloxone é também indicado para o diagnóstico de suspeita de superdosagem aguda por ópio. tanto endógenos (endorfinas. deste modo. embora uma relação casual não tenha sido estabelecida.operatórios. é um antagonista puro que bloqueia competitivamente os receptores opiódes no SNC e particularmente revertendo. Alguns acessos ocorrem.DOSE TÓXICA Doses excessivas de naloxona devem ser evitadas. metadona e analgésicos narco. FR e PA. após uma cirurgia com o recurso a opióides. na ausência de atividade opióide. taquicardia ventricular. A hipotensão. METABOLIZAÇÃO E EXCREÇÃO O mecanismo de ação da naloxona ainda não está completamente esclarecido. na presença de agonistas opióides. fibrilação. na forma de metabolitos conjugados após um período de 48 a 72 horas EFEITOS TERAPEUTICOS É indicado para uma completa ou parcial reversão da depressão causada por narcótico. pois o mesmo não pode ser administrado se a mãe apresenta histórico de uso crônico de opióides. Estudos in vitro sugerem que. quando administrado em pacientes de pós-operatórios. AÇÃO. a depressão respiratória e o coma induzido pelos opióides. aumento da pressão arterial e reversão da anestesia clinicamente relevante. A naloxona apresenta maior afinidade pelos receptores opióides que os agonistas. EFEITOS ADVERSOS uma abrupta reversão à depressão narcótica pode resultar em náuseas. Aproximadamente 65% da dose oral ou IV é excretada na urina. . CUIDADOS DE ENFERMAGEM y y O principal cuidado que se deve ter na administração do Naloxone no RN é quanto ao histórico da mãe. taquicardia e aumento da pressão arterial. inclusive depressão respiratória. é desprovida de propriedades agonistas e. uma superdose de Naloxone pode resultar numa significativa reversão analgésica e excitação. pentazocina e butorfanol. como propoxifeno. hipertensão. vômitos. encefalinas e dinorfinas) como exógenos . Em pacientes de pós. tremores e sudorese. exibe uma atividade farmacológica insignificante. Controle de sinais vitais principalmente FC. edema pulmonar têm sido associados ao uso de Naloxone.

s. a mesma dose de 5 mg a 10 mg pode ser administrada à parturiente antes do parto. Seu emprego deve-se dar em hospitais. por mecanismo de competição.p. pois poderia induzir efeito depressor respiratório. Controle hídrico. Em casos de administração endovenosa deve ser feita em veia de grosso calibre. 1 ml.y y y y y Observar sinais de convulsões. apnéia. notadamente os anestesiologista AÇÃO. DOSE TERAPEUTICA Em obstetrícia. além dos níveis de competição. Uso restrito a hospitais. Excipiente q.2 mg à 0. a droga pode ser aplicada na veia umbilical do recém-nascido na dose de 0. o Cloridrato de Nalorfina é uma droga dotada da capacidade de antagonizar. Na administração SC ou IM deve ser profunda. EFEITOS ADVERSOS Nas doses habituais indicadas. CUIDADOS DE ENFERMAGEM y O principal cuidado relacionado à Nalorfina está associado aos efeitos como choque anafilático. o seu uso não se faz acompanhar da efeitos secundários. dextromoramida. Obervar sinais flogisticos. Excipientes: Bissulfito de sódio. APRESENTAÇÃO Ampolas de 5 ml (200 mg) e 10 ml (50mg) de solução injetável . METABOLISMO E EXCREÇÃO Pertencente ao grupo farmacológico dos morfinomiméticos. APRESENTAÇÃO Cada ml contém: Cloridrato de Nalorfina 5 mg. EFEITOS TERAPEUTICOS Para antagonizar os efeitos depressores respiratórios causados pelas drogas morfinomiméticas. Caixa com 6 ampolas de 1 ml. fentanil e outras). os efeitos depressores respiratórios determinados pela morfina e similares (petidina. bradicardia e em alguns casos broncoespasmos. DOSE TÓXICA Deve-se evitar a administração de doses elevadas.5 mg. Quando não administrada à parturiente diretamente. por médicos especializados. hipotensão. DOPAMINA OBJETIVO Tem como função a atividade estimulante do sistema nervoso central. depressão respiratória. NALORFINA OBJETIVO Para antagonizar os efeitos depressores respiratórios causados pelas drogas morfinomiméticas. citrato de sódio e água para injeção.

FC. ALBUMINA OBJETIVO É indicada nas síndromes aproteinêmicas e hipoproteinêmicas. Em torno de 25% da dose se metaboliza a norepinefrina nas terminações nervosas adrenérgicas. e ate 20-50 mcg/kg/min. Distribui-se amplamente no organismo. náusea e vômito CUIDADO DE ENFERMAGEM y Administrar em veia de grosso calibre. no tratamento de edema cerebral. taquicardia. DOSE TÓXICA Com doses mais elevadas (10mcg/kg/min) ocorre estímulo dos receptores alfa adrenérgicos. fundamentalmente com metabólitos e uma pequena porção de forma inalterada. dextrose a 5% em 0. angina. produzindo vasodilatação. aumentando então o gasto cardíaco. vasoconstrição. ECG. também na cirrose hepática e síndromes nefrotóxicas.Uso diluída em solução injetável de cloreto de sodio.45% de solução de cloreto de sodio. hipotensão. PVC. nos estados de choque cirúrgico e traumático. após ser diluido com qualquer uma das soluções . EFEITOS TERAPEUTICOS Correção do desequilíbrio hemodinâmico conseqüente de choque. rins e plasma pela MAO (monoaminoxidase) e COMT (catecol -O. hipertensão. sem variação ou com um ligeiro aumento da pressão arterial diastólica. y Se ocorrer aumento desproporcional da pressão diastólica diminuir o fluxo da infusão. insuficiência renal. dextrose a 5% em solução de ringer com lactato. Os efeitos são dependentes da dose.cerca de 80% da dose de dopamina é excretada na urina em 24 horas. solucao injetavel de dextrose a 5%. cor e temperatura das extremidades. solucao injetável de ringer com lactato. hemorragias. não se sabe se atravessa a placenta. Esta posologia pode ser modificada de acordo com o criterio medico.DOSE TERAPEUTICA Solução injetável-uso parenteral. arritmias. y Não misturar Dopamina com solução alcalina. solução injetavel de dextrose a 5% e cloreto de sódio a 0. Em dose baixas a moderadas (2 a 10 mcg/kg/min) também exerce um efeito inotrópico positivo no miocárdio devido à ação direta sobre os receptores beta 1 e uma ação indireta mediante a liberação de norepinefrina dos locais de armazenamento. y Evitar extravasamento pois pode causar necrose. lactato de sodio solução injetavel (1/6 molar).5 a 2 mcg/kg/min) atua predominantemente sobre os receptores dopaminérgicos. O fluxo sanguíneo coronário e o consumo de oxigênio do miocárdio geralmente se incrementam. não atravessa a barreira hematoencefálica. A resistência total periférica não se altera. Também atua sobre os receptores dopaminérgicos nos leitos vasculares renais. METABOLIZAÇÃO E EXCREÇÃO Estimula os receptores adrenérgicos do sistema nervoso simpático. A vasodilatação renal da lugar a um aumento do fluxo sanguíneo renal. mesentéricos. Destas ações resulta um aumento da contratilidade do miocárdio e do volume de ejeção. EFEITOS ADVERSOS Cefaléia. A eliminação é via Renal . débito cardíaco. balanço hídrico. As pressões sistólica e diastólica aumentam como resultado do incremento do gasto cardíaco e da resistência periférica. da excreção de sódio e geralmente do volume urinário. A dopamina devera ser administrada diluída em qualquer uma das soluções anteriormente mencionadas nas dosagens de 2-5 mcg/kg/min. portanto após o uso jogar fora o frasco. . Em doses baixas (0. da taxa de filtração glomerular. bradicardia.9% ou glicosado 5%. traumas. a dopamina permanece estável durante um periodo minimo de 24 horas. y Monitorar PA. y A Dopamina deteriora em até 24 horas. hipotensão. produzindo um aumento da resistência periférica e vasoconstricção renal. AÇÃO. produzindo vasodilatação mesentérica e renal. dispnéia. No fígado. síndrome de baixo débito.metiltransferase) a compostos inativos. A pressão arterial sistólica e a pressão do pulso podem aumentar. coronarianos e intracerebrais. diluir em SF0.9%.

entre outras coisas. a meia-vida é de 18 dias. 0. Metabolismo/eliminação: a albumina é dissociada em aminoácidos livremente disponíveis. Albumina Humana 20% . Em adultos. repositor de volume sanguíneo. O catabolismo da albumina pode ser aumentado em certas circunstâncias. Esses pacientes irão se recuperar independentemente da albumina ser administrada ou não. Dependendo da situação clínica. a albumina pode ser usada com cristalóides quando hemoderivados não estiverem prontamente disponíveis. EFEITOS ADVERSOS . dispnéia. aumento da pressão sangüínea e edema pulmonar. usada como coadjuvante em procedimentos de hemodiálise. queimaduras ou suplemementação nutricional (92). q. METABOLISMO E EXCREÇÃO Ação: expansor plasmático. Em indivíduos saudáveis. com a maioria mostrando nenhum benefício consistente comparado com o uso de soluções cristalóides. aumento do débito cardíaco e a indução de maior diurese. A superdosagem com fluidos de substituição de plasma é identificada pela hipervolemia. AÇÃO. Não se sabe onde este processo de dissociação ocorre.solução injetável: Albumina humana sérica . desconforto respiratório ou exsanguineotransfusão parcial. no entanto. aumento da pressão venosa central.nos casos de queimaduras. 1ml *Componentes não ativos: caprilato de sódio. a suplementação de albumina pode acelerar a recuperação. EFEITOS TERAPEUTICOS Há relativamente poucos estudos do uso de albumina em neonatos e crianças. DOSE TERAPEUTICA À Hiperbilirrubinemia do recém-nascido: administrar albumina não diluída de 5 a 14 ml/kg de peso corporal. DOSE TÓXICA Albumina Humana 20% deve ser administrada juntamente com monitoramento da pressão venosa central em uma dose que dependerá da situação clínica do paciente e do tipo fundamental de doença. a suplementação de albumina freqüentemente leva a maior extravasamento de albumina através da membrana capilar.s. a suplementação de albumina impedirá a instalação de hipoalbuminemia e possivelmente a formação de edema.p. a superdosagem pode ser evitada. 30 minutos antes de iniciar a exsangüíneo transfusão. Baseado na evidência. Em pacientes com perdas agudas ou contínuas de albumina e com permeabilidade capilar e função linfática normal. A albumina pode estar indicada no tratamento da hipovolemia apenas depois que a infusão de cristalóide falhou. não foi estudado sistematicamente. a terapêutica com albumina não está indicada para o tratamento da hipoalbuminemia isoladamente. na restrição de fluido. o tratamento consiste. a albumina deveria ser raramente usada na UTI neonatal. cloreto de sódio e água para injetáveis. Em pacientes com choque hemorrágico agudo. contribuindo para a formação do edema sem melhora no prognóstico. como na drenagem torácica persistente ou em sítios de drenagem cirúrgica. como por exemplo durante infecções. Desta forma. malignidade e situações de estresse como em cirurgia e doenças graves. Certamente. mas os benefícios ao longo prazo do tratamento não podem ser demonstrados. podem ser observados os seguintes sintomas: cefaléia. À medida que o processo mórbido melhora e a permeabilidade capilar se normaliza. Cartucho com 1 frasco-ampola com 10. a albumina não é considerada tratamento inicial para hipovolemia.. Em pacientes com hipoalbuminemia e aumento da permeabilidade capilar.2 g Excipientes * . A albumina não é excretada pelo rim saudável. 20. na hipoalbuminemia crônica. APRESENTAÇÃO USO ADULTO E PEDIATRICO Via intravenosa.. À A dosagem individual pode variar de acordo com as condições clínicas e massa corporal de cada indivíduo. a administração de Albumina Humana 20% deve ser imediatamente interrompida. 50 ou 100 ml de solução injetável acompanhado de equipo para administração. Estudos também mostraram que a albumina não está indicada em neonatos como tratamento inicial de hipotensão. Nesse caso. Nessas situações. Isso.

A concentração eficaz se eleva a 0. Os metabólitos são inativos e eliminados por via renal. Tais reações são raras e a experiência mostrou que desaparecem rapidamente com a interrupção da infusão.3 UI/mL de plasma na terapêutica e a 0.000 UI de heparina sódica para administração subcutânea. A heparina promove o aumento. As proteínas muito básicas (protaminas) neutralizam sua ação.000 UI) FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES USO ADULTO E PEDIATRICO subcutâneo Solução Injetável Caixa com 25 ampolas de 0. podem ocorrer reações urticariformes transitórias. porém não após a administração oral. Uma vez que a heparina atua no sangue. O endotélio vascular e o sistema retículoendotelial captam e provavelmente promovem a degradação de HERIN (Heparina Sódica).6 . Seu efeito anticoagulante é exercido por intermédio da antitrombina III que. é isotônica e pode causar hipervolemia.000 UI de heparina sódica para administração IV. Ambas as situações podem levar à parada cardíaca e morte. DOSE TERAPEUTICA Propriedades e efeitos:A heparina é constituída por uma mistura de ésteres polissulfúricos de um mucopolissacarídeo.0. Profilaxia e terapêutica das hiperlipidemias.25 mL de HERIN SUB-CUT-NEO (Heparina Sódica) contém 5. na inibição da coagulação ao utilizar a circulação extracorpórea ou a hemodiálise.2 UI/mL de plasma na profilaxia.25 mL em solução aquosa Cada frasco-ampola de 5 Ml de HERIN (Heparina Sódica) contém 25. A ligação às proteínas é elevada. a distribuição nos tecidos é praticamente destituída de importância clínica. Embora com baixa incidência de acontecimento existe o risco de insuficiência circulatória por hipervolemia ou grave reação de incompatibilidade com choque. Farmacocinética:HERIN (Heparina Sódica) é absorvida após injeção intramuscular ou subcutânea. com estreptoquinase. CUIDADO DE ENFERMAGEM y Monitorar sinais vitais. y Estabelecer balanço hídrico. Cada ampola de 0. y Armazenar em geladeira.0.05 . além disso. é considerado o anticoagulante de eleição durante a gravidez e lactação. febre. neutraliza vários fatores ativados da coagulação (calicreína XIIa. por exemplo. na coagulação intravascular disseminada.000 UI por mL = 25. IXa. . A meia-vida biológica depende da dose administrada e situa-se em uma hora com 100 UI/kg e 2. APRESENTAÇÃO USO ADULTO E PEDIATRICO Intravenoso Solução Injetável Caixas com 5 frascos-ampola de 5 mL (5. aumento da temperatura e/ou calafrios. Por esta razão. da hidrólise dos triglicerídeos dos quilomícrons e das VLDL através da liberação e estabilização das lipases-lipoprotêicas presentes nos tecidos. bem como após um tratamento trombolítico. y Monitorize a resposta clínica no paciente e ajuste o gotejamento de acordo com as condições clínicas. no infarto do miocárdio. como cofator. y Suspender a infusão se ocorrer cefaléia. HEPARINA OBJETIVO Tratamento e profilaxia das afecções tromboembólicas de qualquer etiologia e localização. Durante ou pós-infusão de soluções que afetam o volume sangüíneo. Xa e trombina). alteração na pressão sanguinea. hipotensão temporária. HERIN (Heparina Sódica) não atravessa a barreira placentária nem passa para o leite materno.5 horas com 400 UI/kg. rubor. XIa. y IV infundir lentamente.A Albumina Humana 20%.

DOSE TÓXICA Superdosagem deHERIN (Heparina Sódica) pode provocar hemorragias. Ela não é consumida durante a sua ação. Observar sinais de hemorragias tais como sangramento das gengivas. Observar sinais de hematomas. ou seja. que a inibe ao complexar-se com ela. Não misturar heparina com outras drogas. ou fragmentos dela. AÇÃO. -Hemorragias internas como cerebrais (AVC). Contraindicada em doentes com hemofilia. hematúria. a fim de se evitar um excesso de protamina. hipertensão arterial. neutralização com Protamina 1. A heparina. endocardite.000. EFEITOS ADVERSOS -Hemorragias externas. -Queda do cabelo (alopécia) transitória. recomenda-se inicialmente não administrar mais do que 1 ml de protamina 1. injetando-se lentamente por via intravenosa. em casos graves.000 UI de HERIN (Heparina Sódica) . Cuidados com a pele para evitar hemorragias. -Osteoporose. EFEITOS TERAPEUTICOS Torna o sangue mais fluido e inibe a formação de trombos ou coágulos. . Caso a concentração de heparina não seja conhecida.000. Após aplicação pressionar o local mas não fazer massagem. interrupção do tratamento e. As medidas a serem tomadas caso ocorra hemorragia consistem em: redução da dose. Os fragmentos de heparina (heparina de baixo peso molecular) parecem ter a mesma função e são mais seguros. -Trombocitopenia (défice de plaquetas). epistaxe melena. Aumenta as concentrações de lípidos no sangue. Ação antagonista do cloridrato de protamina 1. úlcera ou insuficiência hepática ou renal.000 inativa rapidamente a heparina. IX e X) e mais significativamente a trombina.A quantidade necessária de protamina depende da concentração de heparina circulante no sangue. mentam em muito (1000x) a atividade intrinseca da antitrombina. CUIDADOS DE ENFERMAGEM y y y y y y y Administrar via SC profunda. METABOLISMO E EXCREÇÃO A heparina é um ativador da enzima sanguinea antitrombina III. hematomas nos braços e pernas. O seu efeito pode apenas ser revertido em emergências com injeção de protamina. petéquias. trombocitopenia. que forma o trombo de fibrina. 1 ml de protamina inativa 1.000: O Cloridrato de Protamina 1. A administração da protamina deve ser interrompida ao normalizar-se o tempo de trombina. -Reações alérgicas. Não administrar via IM. púrpuras. Esta inibe vários fatores da coagulação (II. da dose administrada e do tempo transcorrido após a administração da injeção.

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