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Constituição do DNA

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18‐10‐2008

O que há de  O que há de comum em todos  estes seres vivos?  estes seres vivos?

Células

1

18‐10‐2008

O ser humano

ÓVULO ESPERMATOZÓIDE

FECUNDAÇÃO

O ser humano

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18‐10‐2008

COMO É QUE A PARTIR DE  UMA ÚNICA CÉLULA INICIAL,  , O OVO, SE ORIGINA UM  INDIVÍDUO MULTICELULAR,  DIFERENCIADO E E  FUNCIONAL???????

Cada célula possui instruções que  coordenam o seu desenvolvimento e  funcionamento, instruções que estão no  DNA ou ADN – Ácido desoxirribonucleico
Terminação  T T i ã Terminação  i ã inglesa portuguesa

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18‐10‐2008 Cada célula possui instruções que  coordenam o seu desenvolvimento e  funcionamento. Griffith verificou que esta bactéria apresentava duas formas: .tipo S. 4 .tipo R. da seguinte forma: •A experiência sugere que as bactérias do tipo S conseguiam transmitir a sua virulência ás bactérias do tipo R (não virulentas) que se tornariam. que ficou conhecida por princípio transformante. assim. patogénicas. Griffith procedeu. as quais provocam pneumonia em mamíferos. Esta informação deveria ser transmitida por uma substância química. então. . desprovidas de cápsula e com aspecto rugoso. instruções que estão no  DNA ou ADN – Ácido desoxirribonucleico ou ADN Ácido desoxirribonucleico Tal descoberta foi feita com base em diversas experiências Experiência de Griffith (1928) Frederick Griffith trabalhava com bactérias da espécie Diplococcus pneumoniae. envolvidas por uma cápsula de polissacarídeos que lhes confere um aspecto liso.

18‐10‐2008 Qual é o principio transformante? 5 .

6 . na amostra tratada com enzimas responsáveis pela degradação das proteínas a transformação ocorria. . Dado que na amostra tratada com enzimas responsáveis pela degradação do ADN não ocorria transformação das bactérias (os ratos não contraíam pneumonia) e. é então provável que o princípio transformante seja o ADN. . por outro lado. como Griffith tinha verificado.inoculou dois lotes de ratos. um com a amostra A e outro com a amostra B.obteve uma mistura de bactérias de tipo R vivas com bactérias do tipo S mortas pelo calor (que.18‐10‐2008 Experiência de Oswald Avery (1944) A equipa liderada por Oswald Avery procedeu da seguinte forma: . causava a morte dos ratos). .tratou uma amostra B da mesma mistura com uma ADNase (enzima que degrada o ADN).tratou uma amostra A dessa mistura com uma protease (enzima que degrada as proteínas).

não sendo óbvio. mas não enxofre (S). pelo que os cientistas consideravam que eram as proteínas que continham a i f i h informação genética. Isolaram. ou seja.os vírus não penetram nas células (a cápsula fica no exterior). era quimicamente menos complexo. que vão constituir a cápsula dos novos vírus. ã éi a genética bacteriana ainda não estava desenvolvida. na altura. Note-se que. 7 . . que marcaram radioactivamente. tal não foi amplamente aceite pela comunidade cientifica de então porque: o DNA. EXPERIÊNCIAS DE HERSHEY E CHASE Antes de iniciarem as suas experiências. estes investigadores consideraram que: .as proteínas da cápsula do vírus não têm fósforo (P).o ADN apresenta na sua constituição fósforo (P). quando comparado com as proteínas. dois lotes de bacteriófagos. por outro lado.18‐10‐2008 Os trabalhos de Avery e seus colaboradores foram importantes para comprovar que o DNA era o material genético das células. . o ADN do vírus multiplica-se e. que as bactérias possuíam genes. então. Num dos lotes. a bactéria passa a lado produzir proteínas virais. mas apresentam enxofre (S). Contudo. a bactéria passa a "obedecer a ordens" do vírus. uma vez no interior da bactéria. marcaram só o enxofre das proteínas (35S) e no outro somente o fósforo do ADN 32P).

18‐10‐2008 8 .

18‐10‐2008 As diferenças mais evidentes dizem respeito à: •quantidade de DNA •organização •localização 9 .

18‐10‐2008 O Núcleo 10 .

18‐10‐2008 (pág. 14 e 15) O DNA é formado por um conjunto de nucleótidos NUCLEÓTIDO NUCLEÓTIDO 11 .

A pentose existente no  DNA é a … … Desoxirribose (C5 H10 O4) Grupo fosfato 12 .18‐10‐2008 Pentose Açúcar com 5 átomos de  carbono.

 17) 13 .18‐10‐2008 Bases azotadas Bases  pirimídicas Timina (T) (anel simples) Citosina (C) Bases púricas (anel duplo)   Adenina (A) Guanina (G) Ligações para formar  um nucleótido Base azotada 5 Grupo fosfato 4 2 1 3 Pentose ( (desoxirribose) ) Nucleótido (pág.

18‐10‐2008 Ligações para formar um nucleótido Ligação entre a base  azotada e a pentose Base azotada 5 4 2 3 Esta ligação é feita covalentemente através  de uma ligação  glicosídica com o grupo  Nucleótido hidroxilo ligado ao carbono‐1 da pentose. 1 Pentose (desoxirribose) Base azotada Ligação entre o grupo fosfato e a pentose Esta ligação é feita através de  uma ligação fosfoéster entre o  grupo fosfato e o grupo hidroxilo  ligado ao carbono‐5 da pentose. 5 Grupo fosfato 4 3 2 1 Pentose 14 .

Isto determina que o crescimento do DNA se faça na direcção de 5' para 3‘. 15 .18‐10‐2008 Para a formação da molécula de DNA é necessário que ocorra a ligação entre os nucleótidos. isto é. por reacções de condensação. Devido a esta formação a cadeia de DNA fica com uma direcção determinada. do primeiro nucleótido. Assim. os nucleótidos podem ligar‐se sequencialmente através de ligações covalentes do tipo fosfodiéster e formar uma cadeia polinucleotídica. Ligação fosfodiéster O grupo hidroxilo do carbono-3 da pentose. ligase ao grupo fosfato ligado ao grupo hidroxilo do carbono 5 carbono-5 da pentose do segundo nucleótido. numa extremidade t t id d temos li livre o hidroxilo do carbono-5 da primeira pentose e na outra temos livre o hidroxilo do carbono-3 da última pentose.

em interacção com considerações teóricas: 1 Análises relativas à quantidade dos diferentes nucleótidos revelam  que:  a quantidade de     A = T e      C = G      e     A + G = T + C 2 Observações realizadas com o m. e. revelam que a espessura de uma molécula de DNA (1nm) é dupla de uma cadeia polinucleotídica (2 nm).18‐10‐2008 5 3 Estrutura do DNA Decifrada após análise do resultado de várias experiências. 16 .

Padrão de DNA obtido por difracção de raio X Em 1953. James Watson e Francis Crick propuseram um  modelo tridimensional para a estrutura da molécula de DNA.18‐10‐2008 3 Rosalind Franklin e  Maurice Wilkins estudaram a difracção  de raios X na molécula  cristalizada de DNA e  concluíram que a sua  estrutura é helicoidal. 17 .

18‐10‐2008 18 .

18‐10‐2008 19 .

18‐10‐2008 http://biomodel.uah.htm 20 .es/pt/model4/dna/index.

18‐10‐2008 Estrutura do DNA 21 .

18‐10‐2008 Replicação do DNA O DNA é a molécula que contém a informação para todas as actividades d células. Tem que ocorrer  duplicação da molécula  de DNA – processo  designado replicação 22 . ti id d das él l Uma vez que as células se dividem. é necessário que a molécula de DNA consiga transmitir às células filhas a informação que possui.

18‐10‐2008 Como ocorre a replicação do DNA ? ‐ Hipóteses Replicação conservativa Replicação  semiconservativa Replicação dispersiva 23 .

18‐10‐2008 Experiência de Meselson e Stahl 24 .

18‐10‐2008 Experiência de Meselson e Stahl 25 .

18‐10‐2008 26 .

18‐10‐2008 27 .

18‐10‐2008 A molécula de RNA Adenina Uracilo Citosina Guanina Ribose 28 .

RNA Mensageiro  Raramente representa mais q do que 2% do RNA total da célula. 29 .18‐10‐2008 Tipos de RNA RNA ribossómico bossó co Representa 80 a 90% do RNA total da célula. Podem encontrar‐se livres no citoplasma ou estar associados à membrana do R. É sintetizado no núcleo e em seguida migra para o citoplasma. A molécula apresenta‐se enrolada e juntamente com as proteínas constitui os ribossomas. Tem um tempo de vida muito curto.R.E.

Apresenta uma estrutura tridimensional que resulta da sua única cadeia se enrolar.18‐10‐2008 RNA de Transferência (tRNA) Representa 10 a 15% do RNA celular. estabelecendo ligações por pontes de hidrogénio entre bases complementares de nucleótidos inicialmente afastados. COMO É QUE A  INFORMAÇÃO GENÉTICA  INFORMAÇÃO GENÉTICA CONTIDA NO DNA SE  EXPRESSA TORNANDO‐SE  EFECTIVA?  30 .

• RNA polimerase – enzima catalisadora das reacções. • Nucleótidos de RNA – síntese de RNA. 31 .18‐10‐2008 Síntese proteica Transcrição Intervenientes: • Cadeia de DNA – serve de molde para a síntese de RNA.

18‐10‐2008 Tradução Código Genético Tradução Quantos nucleótidos são necessários para  codificar um  aminoácido? á d ? 32 .

18‐10‐2008 Tradução Código Genético Tradução 33 .

18‐10‐2008 Tradução Síntese proteica 34 .

 Na outra ele traz um aminoácido g p p g p q Chega outro RNAt complementar aos próximos 3 nucleotídeos e seu aminoácido se liga ao aminoácido anterior. Por um conjunto de aminoácidos. que está no formato dupla hélice Vem uma enzima e abre a fita de DNA Reparem que os nucleotídeos são separados de seus complementares nesse momento A enzima RNA polimerase pega nucleotídeos e começa a fabricar a fita de RNA mensageiro (RNAm) a partir de um molde de  DNA A fita de RNAm se solta e começa a migrar para fora do núcleo Ela passa pelo poro nuclear. e vai se dirigindo para o núcleo Reparem nos poros existentes no núcleo. Por fim ela interage com outra proteína. para ser funcional. formado por proteínas Então chegamos no DNA.  Chega outra subunidade (parte) do ribossomo e se prende também à molécula de RNA Chega o RNA transportador (RNAt)  Reparem que numa ponta ele traz uma seqüência complementar ao RNAm. A proteína. formado por uma proteína Tradução O RNAm vai até um ribossomo e fica aderido.18‐10‐2008 Transcrição A animação começa no citoplasma. É isso que ocorre no compartimento que ela  entra. Repare que  o RNAt anterior se desprende da fita. E assim a proteína é formada. tem que se dobrar e formar uma estrutura 3D. 35 . mas o aminoácido fica preso ao que chegou.

18‐10‐2008 36 .

18‐10‐2008 37 .

18‐10‐2008 38 .

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