7.

TORNOZELO AP AXIAL OBLÍQUA (Método de Isherwood) Articulação Subtalar = Incidência : Paciente sentado sobre a mesa como tornozelo e pernas estendidas. A articulação torn ozelo deve estar sobre a metade de um chassi 18x24. Virar o pé lateralmente com an gulação de 30º Graus sobre uma cunha ou espuma. RC: Perpendicular com um ângulo de 10º Graus direcionado a 2,5 cm distal ao maléolo me dial. DFoFi 1 Metro Sentido do Chassi: Transversal 18x24, dividido Sem Bucky Patologia: Pesquisa da articulação subtalar, Luxação da subtalar Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas. Observação: Estruturas demostradas, o resultado da imagem mostra a articulação sub-talar posterior e em perfil. . INCIDÊNCIA PLANTO-DORSAL (Axial) Calcâneo Axial Ínfero - Superior, incidência de (Harris Beath) = Incidência : Paciente em decúbito dorsal ou sentado sobre a mesa. Parte posterior do calcâneo est ará sobre o chassi. Dorsifletir o pé de forma que a superfície plantar do pé esteja quas e perpendicular ao filme. O pé deverá ser tracionado para trás como auxilio de uma fai xa. RC : Entrando com uma angulação de 40º' a 45º no centro do calcâneo, e saindo no centro do filme (chassi). DFoFi: 1 metro Sentido do Chassi: Transversal 18x24 dividido Sem Bucky Patologia: Fratura Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área pélvica para proteger as gônadas. Observação: Todo o calcâneo deve ser bem visualizado, desde a tuberosidade posteriorme nte, até a articulação talocalcâneo anteriormente. 11. SESAMÓIDE DO HÁLUX (Método de Lewis) = Incidência : Paciente em posição de DV, dorsifletir o pé de forma que sua superficie plantar forme um ângulo de aproximadamente de 15º a 20º Graus com o eixo vertical. Dorsifletir o 1º de do (Hálux) e apoiar sobre o chassi para manter a posição. RC: Perpendicular entrando na primeira articulação metatarsofalangeana. DFoFi: 1 Metro Sentido do Chassi: Transversal 13x18 Sem Bucky Patologia: Fratura do sesamóide Proteção: Colocar escudo de chumbo na região das gônadas. Avaliação: Sesamóide e cabeça do 1º metatarsiano em perfil . Devem ser incluidos pelo meno s três metatarsianos distais. Obs: Colocar a almofada na parte da perna para melho r acomodar o paciente. 29. AXIAL DE PATELA (Joelho) OU NASCENTE OU LINHA DE HORIZONTE - Método Bilateral de Merchante = Incidência : Paciente em DD com os joelhos fletidos a 45º Graus sobre a extremidade da mesa, ap oiando em um suporte para a perna. Colocar suporte sob os joelhos para levantar as porções distais dos fêmures, de forma que fiquem paralelos ao tampo da mesa, joelho e pés juntos e segurar as pernas juntas abaixo dos joelhos a fim de evitar rotação e

3cm abaixo da parte inferior da patela (ápice) "K.20 a 1. (Método de Kunchendorf). colocar uma almofada sob o tornozelo para o conforto do paciente.. Os pés devem estar para frente. Observação: Visualização do platô Tibial. RC: Perpendicular ao filme. Observação: Demonstrações visíveis na radiografia. fazendo o chassi tocar nas perna s distancia do chassi 30cm abaixo do joelho.22 (Menor divergência do feixe do RX) Sentido do Chassi: Transversal 24x30cm e 30x40 Com Bucky Patologia: Estreitamento do espaço articular.80 Metros. e articulação patelofemural. Flexionando os joelhos e posicionando os fêmures. O membro não r adiografado estará estendido ao longo do corpo e levemente abduzido. enfermidade da ca rtilagem articular. RC: Perpendicular na horizontal entrando com 10º Graus caudal através do espaço articu lar tibiofibular que corresponde 1.3cm a bai xo da parte inferior da patela. direcionado o R C para um ponto a meio caminho entre as patelas. 33. A patolog ia do joelho Varo e Valgo podem ser demonstrados nessa incidência. num ângulo de 45º Gr aus.dividido . más reduz a ampliação. DFoFi: 1 Metro Sentido do Chassi: Transversal 24x30cm ou 3Ox4Ocm Com Bucky Patologia: O resultado da imagem mostra o espaço da articulação dos joelhos. JOELHO BILATERAL (Com Carga) AP Método de Wight-Bearing = Incidência : Paciente em ortostase com o dorso voltado para o LCBV. orientado para o meio da patela ou 25º a 30º Graus cauda l. Bontrager indica 20º na flexão dos joelhos" DFoFi: 1. centralizado no meio do filme. = 35. Sem Bucky Patologia: Fratura de patela.3 cm abaixo da parte superior da patela. Pressionar o Hálux sobre a mesa. Proteção: Escudo de chumbo para proteger a área das gônadas. Visão da patela no plano.permitir que o paciente fique totalmente relaxado RC: Entrando com uma ângulação de 30º Graus caudal. e com os joelhos completamente estendidos. axial. Proteção: Escudo de chumbo para proteger a área das gônadas. Posicionando o joelho (patela) do lado interno e externo. JOELHO BILATERAL . = 34. e degeneração da doença. sulco i tercondilar. entrando 1. PATELA OBLÍQUA AXIAL (OPA) .PA (Com Carga) Método de Weight-Bearing = Incidência : Paciente em ortostase com os dois joelhos encostados na LCBV (Linha Central do B ucky Vertical). rodar o joelho ou fazer uma rotação com o joelho aproximadamente de 35º a 40ºGraus. Paciente deverá se segurar no Bucky Vertical. fletir o joelho levemente para relaxar os músculos qu adriceps. no plano Horizontal.(Rotação Interna e Externa) Método de Kuchendorf = Incidência : Paciente em DV. DFoFi: 1 metro Sentido do Chassi: Transversal 18x24. Posicionar o chassi somen te colocando o seu centro 1. como músculo quadríceps femoral relaxado. RC: Perpendicular na Horizontal. DFoFi: 1. Sentido do Chassi: Colocar o chassi no suporte. Perpendicular ao eixo do RX. ou Sub-luxação Proteção: Escudo do chumbo para proteger a área das gônadas. isso aumenta a DFOFI. o RC fará um ângulo de 60º Graus com a vertical.

RC: Perpendicular na vertical entrando no acetábulo e saindo no centro do filme. Estender os membros inferiores de maneira que as asas ilíac as também estejam num mesmo plano.. 24x30 com o bordo superior do chassi 3 a 4cm da crista ilíaca.V. em perfil absoluto.S. mudando apenas o RC. RC: Entrar acima da depressão sobre o grande trocanter sobre a superficie lateral da coxa. Observação: RC 25º a 30º Graus caudal projetará mais da patela sem sobreposição do fêmur. Fratura.Femural .M. RC: Entrando com uma angulação de 20º a 25º no Colo . so bre a L. P e fazer OPA (Obliqua Póstero Anterior) com o RC perpendicular. no mesmo plano para um p rfil verdadeiro. Proteção: Escudo do chumbo para proteger a área das gônadas. Critério de Avaliação: Visualização do acetábulo em projeção oblíqua a articulação coxo-fem so perfil. = 45.Lateral. Proteção: Protetor para as gônadas. Corpo Estranho. PELVE AP ORTOSTÁTICA (Método do Risser) = Incidência : Paciente em ortostático. Doenças Degenerativas. Observação: O grau de obliquidade depende de como o paciente pode abduzir o fêmur. O outro membro inferior o que não sem radiografado estará estendido e esticado sobre o que será radiografado.C. DFoFi: 1 metro Sentido do Chassi: Longitudinal. entrando 5cm acima da sínfise púbica. PELVE PERFIL ABSOLUTO = Incidência : Paciente em D. RC: Perpendicular na Horizontal. Com Bucky Patologia: Luxação Coxo-Femural. travesseiro para o conforto da cabeça. DFoFi: 1 metro Sentido do Chassi: longitudinal 30x40 ou 35x43 Com Bucky Patologia: Fratura. Rotacionar a pelve não mais que o necessário para acomodar a flexão da coxa para evitar a sobreposição do lado afetado. O paciente sofrerá uma leve rotação interna do corpo. Proteção: Protetor para as gônadas..O P. Observação: As três articulações deverão estar em perfil absoluto. QUADRIL LATERAL (Perfil) Método de Hickey = Incidência : Na mesma exposição do Quadril Perfil Alar(incidência anterior).C. Colocar suporte sob as vérteb ras lombares entre tornozelos e joelhos para conforto do paciente. = 44.Lateral. em rotação Ferguson (Interna). 35x43 Patologia: Avaliação para núcleo de crescimento infantil (Idade Óssea) Proteção: Protetor para as gônadas. encostando a parte posterior do corpo na LCBV.B. O lado externo da Ar ticulação coxo-femural deverá estar na L. A pema e o fêmur deverão estar fletidos. QUADRIL PERFIL ACFP (Articulação Coxo Femural Perfil) Método de Laustein = Incidência : Paciente em D.Sem Bucky Patologia: Fratura. 42. = 43. DFoFi : 1 metro Sentido do Chassi: Transversal.M.

em perfil quase verdadeiro.). A. dividido em três partes. RC: É orientado verticalmente para o quadril ( A. Sentido do Chassi: Longitudinal 3Ox4Oou 35x43 . P. e a rotação da cabeça do fêmur com o acetábulo.M. PERFIL CIRÚRGICO Método de Danelius Milier = Incidência : Para esta incidência lateral do quadril o paciente é posto em D. Util iza-se uma régua escanométrica.DFoFi: 1 metro Sentido do Chassi: Centralizar o Chassi no centro do RC.. sobre a L. a qual deverá ser presa sobre a L. e consequentemente mais dist ante do plano da mesa. O forame obturado estará mais próximo do RC.M. Proteção: Protetor para as gônadas. em posição anatômica. exceto se contra-indi cado.C. PELVE FORAME OBTURADO AP (Obliqua Anterior) Método de Judet = Incidência : Para a incidência obliqua anterior (Judet).S. Longitudinal 24x30cm. os pés em rotação Fergus n. Critério de Avaliação: O resultado da imagem mostra uma projeção lateral do quadril inclui ndo o acetábulo. DFoFi: 1 metro Sentido do Chassi: Longitudinal 18x24 e Transversal 24x30 Com Bucky Patologia: Estudo do Forame Obturado Proteção: Protetor para as gônadas.Dorsal com o membro afetado estendido e a perna oposta elevada e abduzida e colocada em um suporte .C. da pelve o paciente é posto em D.F. devendo-se prender as extremidades dos pés do paciente para não sair da posição. Proteção: Protetor para as gônadas.Dorsal e rodado anteriormente elevando-se o quadril afetado em 45º O forame obturado esta rá na L. = . Proteção: Protetor para as gônadas.Dorsal. Com Bucky Patologia: Esta incidência serve para estudo de diferenças dos membros inferiores.MMII = Incidência : Paciente em D. RC: Perpendicular na vertical entrando no centro das articulações DFoFi: 1m 1º Articulações Coxo-Femurais 2º Articulações dos Joelhos 3ºArticulações dos Tornozelos.C. a parte proximal do fêmur.C.C. Observação: Rodar a perna afetada internamente de 15º a 20° Graus.F. Com Bucky Patologia: Luxação Coxo-Femural. contendo as três articulações a serem radiografadas.. = 48.F. = 47. ESCANOMETRIA DE MEMBROS INFERIORES . Observação: Nesta incidência a coluna ílio-púbica (anterior) e o rebordo posterior do acetá ulo são bem delineados.M. Fratura. = 46.M.C. RC: É orientado Horizontalmente para a região do colo do fêmur (inguinal) com angulação de mais ou menos 20º a 25º cranial DFoFi: 1 metro Sentido do Chassi: Transversal 24x30 Sem Bucky Patologia: Estudo do controle de fraturas em exames intra-operatórios e permite um estudo da A. O chassi é colocado na face lateral do quadril afetado. Doenças Destrutivas.

Joelho. no centro da L. ficando o P. As incidências de método de Coyle e flexão aguda de Jones são utilizadas em qual radiografia? a) b) c) d) Cotovelo. e o Hálux distanciados uns dos outro s aproximadamente 20cm. Com Bucky Patologia: Luxação congênita ou má formação congênita da articulação coxo femural Proteção: Protetor para as gônadas.M. PANORÂMICO DOS MMII (Goniometria) (Estudo do Eixo Longitudinal dos MMII) = Incidência : Paciente em ortostático.S. RC: Perpendicular na Horizontal entrando no centro do chassi. temos 22.5cm para cada lado.M. Punho. Observação: Esta incidência é indicada para o estudo do eixo longitudinal dos MMII. Os membros infe riores estendidos e com os pés em rotação ferguson.. DFoFi: 1 metro Sentido do Chassi: Longitudinal 35x91. As pernas estarão colocadas ou afastadas urna das ou tras colocadas nas laterais da mesa.V. acima do púbis.Dorsal o P. RC: Perpendicular na vertical.C.. DFoFi: 1 metro Sentido do Chassi: Transversal filme 30x40 ou 35x35.B. . entrando aproximadamente 5cm. PELVE VAN ROSEN = Incidência : Paciente em D. Observação: Temos na incidência de Van Rose 45º Graus total entre as duas pernas que em relação a L.M. centralizado na L. Ombro.M. filme conhecido corno minhocão.C. será r adiografado os MMII em uma única exposição de raios-x = 50. os mem bros inferiores unidos.C. os pés em rotação Férguson. Com Bucky Patologia: Estudo dos MMII Proteção: Protetor para as gonadas. ===== 27.49.S.