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OPERADOR DE EMPILHADEIRA

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Sumário

A

empilhadeira

2

Classificação

das empilhadeiras

3

Classificação

quanto as características

3

O

equilíbrio da empilhadeira

4

Estabilidade lateral

8

Centro de gravidade

9

 

12

Componentes da empilhadeira Característica dos instrumentos do painel

19

27

Manutenção Verificação diária

31

Tabela de observações diárias

37

   

38

Normas de segurança Folha de operação

44

Dimensionamento de espaços

46

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A Empilhadeira

A empilhadeira é um veículo automotor utilizado para transporte e movimentação de materiais. Dotada de garfos e outros dispositivos de sustentação de carga, a empilhadeira foi projetada de forma a permitir a movimentação e o deslocamento de materiais tanto no sentido horizontal com vertical. É utilizada para transportar, empilhar e desempilhar cargas, possuindo a capacidade de se autocarregar e descarregar, de acordo com as especificações dos fabricantes. É um veículo de grande utilidade, que substitui, com vantagens, talhas, pontes rolantes, monovias e também o próprio homem, pois realiza tarefas que ocupariam várias pessoas. Seu custo e manutenção são elevados. O operador tem em mãos, diariamente, um patrimônio inestimável.

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Classificação das Empilhadeiras

As empilhadeiras podem ser classificadas de duas maneiras: quanto ao abastecimento e quanto às características.

Classificação quanto ao abastecimento. Neste casos temos os seguintes tipos:

a gasolina – é a empilhadeira que mais polui o ambiente;

a diesel – apresenta menor poluição que a anterior;

a álcool – apresenta menor poluição que a diesel;

a gás – é a que polui menos, por ser mais perfeita a queima do combustível;

a eletricidade – não apresenta poluição por não haver combustão. Por essa razão é a mais usada nas empresas alimentícias, farmacêuticas e em espaços confinados. Neste tipo de empilhadeira existe maior possibilidade de incêndio que nas demais.

Atualmente pode-se adaptar a qualquer dos primeiros tipos acima um dispositivo denominado oxicatalizador que economiza combustível e elimina os odores e o monóxido de carbono, reduzindo o índice de poluição.

Classificação quanto às características

Mecânica normal – possui câmbio com conversor de torque;

Mecânica normal com acoplamento fluído – facilita as operações e diminui a quantidade de mudanças de marcha ao sair e ao parar.

Hidramática normal – possui câmbio hidramático.

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O Equilíbrio da Empilhadeira

A empilhadeira é construída de maneira que o seu princípio de operação é o mesmo de uma gangorra. Assim sendo, a carga colocada nos garfos deverá ser equilibrada por um contrapeso igual ao peso da carga colocada no outro extremo, desde que o ponto de equilíbrio ou centro de apoio esteja bem no meio da gangorra.

ou centro de apoio esteja bem no meio da gangorra. Entretanto, podemos, com um mesmo contrapeso,

Entretanto, podemos, com um mesmo contrapeso, empilhar uma carga mais pesada, bastando para isso deslocar o ponto de equilíbrio ou centro de apoio para mais próximo da carga.

equilíbrio ou centro de apoio para mais próximo da carga. Assim sendo, é muito importante saber

Assim sendo, é muito importante saber qual a distância do centro das rodas até onde a carga é colocada.

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Toda empilhadeira tem a sua capacidade de carga especificada a um determinado centro de carga, isto em virtude de transportar sua carga fora da base dos seus eixos, ao contrário do que acontece com uma carga transportada por caminhão.

do que acontece com uma carga transportada por caminhão. O centro de carga (D) é a
do que acontece com uma carga transportada por caminhão. O centro de carga (D) é a

O

centro de carga (D) é a medida tomada a partir da face anterior dos garfos até o centro da carga. Tem-

se

como norma especificar as empilhadeiras até 4.999Kg a 50 cm de centro de carga e, dessa capacidade

em diante, 60 cm.

as empilhadeiras até 4.999Kg a 50 cm de centro de carga e, dessa capacidade em diante,

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Caso o peso da caga exceda a capacidade nominal da empilhadeira ou o centro de carga esteja além do especificado para ela, poderá ocorrer um desequilíbrio e conseqüente tombamento, com sérios prejuízos tanto para o operador quanto para o equipamento ou para a carga.

para o operador quanto para o equipamento ou para a carga. Os fatores que influem no

Os fatores que influem no equilíbrio de uma gangorra são os pesos utilizados em seus extremos e as distâncias desses pesos em relação ao centro de apoio ou ponto de equilíbrio. Como não se pode variar o peso próprio de uma empilhadeira, nem a posição de seu centro de gravidade em ralação ao centro das rodas dianteiras, ficamos limitados a procurar o equilíbrio somente escolhendo adequadamente as dimensões e peso das carga e sua posição sobre os garfos.

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OPERADOR DE EMPILHADEIRA As empilhadeiras têm uma tabela onde é especificada o centro de carga e

As empilhadeiras têm uma tabela onde é especificada o centro de carga e a carga correspondente; é a Placa de identificação.

A relação carga x distância obedece a tabela de carga abaixo:

carga x distância obedece a tabela de carga abaixo: Se o operador tentar pegar a mercadoria,

Se o operador tentar pegar a mercadoria, com o centro de carga maior que o especificado, sem obedecer a diminuição de peso relativa, pode comprometer a estabilidade frontal da empilhadeira.

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OPERADOR DE EMPILHADEIRA Para se manter as cargas bem firmes em cima dos garfos, o comprimento

Para se manter as cargas bem firmes em cima dos garfos, o comprimento dos mesmos deve atingir pelo menos ¾ da profundidade da carga, ou seja,

75%.

Estabilidade lateral

Todo operador deve conhecer o que é estabilidade lateral, ou seja, como operar a máquina sem ocorrer o risco de que ela tombe para os lados.

Para que haja estabilidade, qualquer equipamento precisa ter uma base de apoio. Por exemplo:

Para que haja estabilidade, qualquer equipamento precisa ter uma base de apoio. Por exemplo: SENAI –
Para que haja estabilidade, qualquer equipamento precisa ter uma base de apoio. Por exemplo: SENAI –
Para que haja estabilidade, qualquer equipamento precisa ter uma base de apoio. Por exemplo: SENAI –

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Na Empilhadeira, a base é feita em três pontos: dois deles estão na parte frontal da máquina, são as rodas da tração. O terceiro ponto é o de união entre o chassi e o eixo de direção, que é formado por um pino montado no meio do eixo de direção e fixado ao chassi .

montado no meio do eixo de direção e fixado ao chassi . Este tipo de montagem

Este tipo de montagem permite que as rodas de direção acompanhem as irregularidades do terreno, fazendo com que as quatro rodas sempre estejam tocando o solo.

com que as quatro rodas sempre estejam tocando o solo. Centro de gravidade Além da base,

Centro de gravidade

Além da base, há um outro dado importante para a estabilidade lateral, que é o centro de gravidade

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Vamos tomar como exemplo a famosa Torre de Pisa.

Imaginemos que o possamos amarrar um fio de prumo de pedreiro no centro de gravidade da torre. Enquanto a ponta do prumo estiver dentro da base da torre ela não tombará, porém o dia em que a inclinação for tanta que a ponta do prumo estiver fora da base ela não resistirá e cairá.

do prumo estiver fora da base ela não resistirá e cairá. Numa empilhadeira o ponto central

Numa empilhadeira o ponto central de gravidade está localizado em algum lugar na altura do motor, mas não devemos esquecer que a carga também tem um centro de gravidade.

Neste caso surge um terceiro ponto que é o resultado da combinação dos dois primeiros e vai variar de acordo com a movimentação feita com a carga.

combinação dos dois primeiros e vai variar de acordo com a movimentação feita com a carga.

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Quando elevamos ou inclinamos a carga, o centro de gravidade muda de posição.

inclinamos a carga, o centro de gravidade muda de posição. Considerando o fio de prumo no

Considerando o fio de prumo no (CG), no momento em que a empilhadeira passar sobre uma pedra ou um buraco se a ponta do prumo cair fora da base, ela tombará.

passar sobre uma pedra ou um buraco se a ponta do prumo cair fora da base,

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Componentes da Empilhadeira

Carcaça ou chassi

É a estrutura metálica, geralmente em chapa de aço, que serve de contrapeso para a carga e de proteção para vários componentes da empilhadeira

e de proteção para vários componentes da empilhadeira Volante Dispositivo de controle de direção do veículo.

Volante

Dispositivo de controle de direção do veículo. Pode ser girado tanto para a direita como para a esquerda.

As empilhadeiras que têm três rodas podem dar uma volta completa sem sair do lugar. O volante deve ser mantido limpo, evitando-se choques que possam danificá-lo, bem como tração desnecessária como, por exemplo, utilizá-lo como apoio para subir na empilhadeira.

SENAI – DOURADOS/MS
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Observe o desenho detalhado a seguir:

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Contrapeso

Construído de ferro fundido, situa-se na parte traseira, com o objetivo de equilibrar a empilhadeira quando carregada.

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Torre de Elevação

Dispositivo utilizado na sustentação dos garfos. Movimentando-se no sentido vertical, inclinando-se para frente e para trás. Veja a seguir.

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Garfos

São dispositivos utilizados para carregar, transportar e empilhar materiais. Podem ser deslocados manualmente no sentido horizontal e verticalmente pelos controles da empilhadeira.

Pedais

Dispositivos que auxiliam o comando do veículo.

Embreagem: serve para desligar o motor do câmbio. Utilizado nas saídas, mudanças de marchas e paradas. Localiza-se no assoalho, á esquerda da coluna de direção.

Freio: Serve para parar ou reduzir a velocidade. Localiza-se no assoalho, à direita da coluna de direção.

Acelerador: Serve para imprimir maior velocidade ao veículo. Localiza-se no assoalho, à direita do freio.

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OPERADOR DE EMPILHADEIRA Alavanca de Freio e Estacionamento Deve ser usada para estacionar a empilhadeira ou

Alavanca de Freio e Estacionamento

Deve ser usada para estacionar a empilhadeira ou para substituir o pedal de freio em caso de uma eventual falha.

Buzina Sinal sonoro, que deve ser acionado em cruzamentos, entrada e saída de portas e locais de pouca visibilidade, visando alertar pedestres e outros veículos. O uso correto é dar três toques curtos.

Motor É o conjunto de força motriz do veículo que também movimenta as bombas hidráulicas e o câmbio

mecânico ou hidramático.

do veículo que também movimenta as bombas hidráulicas e o câmbio mecânico ou hidramático. SENAI –

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Sistema Elétrico

É o conjunto formado pelo gerador, bateria, velas platinado, alguns instrumentos do painel, lâmpadas etc. Qualquer avaria nesse sistema é indicado pelo amperímetro ou lâmpada piloto .

Sistema de Alimentação

É o conjunto de peças que serve para fornecer e dosar o combustível utilizado na alimentação do motor de combustão interna. A água e o óleo são elementos indispensáveis para o bom funcionamento do motor.

Sistema Hidráulico

Conjunto que movimenta o óleo com a pressão necessária para elevar e inclinar a torre.

Conjunto que movimenta o óleo com a pressão necessária para elevar e inclinar a torre. SENAI

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Bateria Componente do sistema elétrico, que armazena e fornece energia elétrica á empilhadeira. Encontra-se na parte lateral da empilhadeira.

empilhadeira. Encontra-se na parte lateral da empilhadeira. Pneus Componentes sobre os quais se apoia e movimenta

Pneus Componentes sobre os quais se apoia e movimenta a empilhadeira. Podem se maciços ou com câmaras. A pressão normal dos pneus é de 100 libras.

com câmaras. A pressão normal dos pneus é de 100 libras. Radiador Reservatório de água que

Radiador Reservatório de água que refrigera o motor. Situa-se na frente da hélice do motor.

Radiador Reservatório de água que refrigera o motor. Situa-se na frente da hélice do motor. SENAI

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Alavanca de Câmbio

Dispositivo que serve para mudança de velocidade e sentido de direção do veículo. É conveniente não dirigir com velocidade máxima, levando carga perigosa no veículo ou quando tiver que fazer curvas bruscas e rápidas. As direções em que a alavanca deve ser mudada sempre constam em plaquetas fixadas na empilhadeira. Nunca mude a alavanca para a ré se a empilhadeira (inclusive a elétrica) estiver em movimento.

Diferencial É o conjunto de engrenagens que faz as rodas girarem, e conserva o veículo em equilíbrio nas curvas, permitindo que as rodas traseiras movimentem-se com velocidade diferentes uma das outras.

Caixa de Câmbio

É o conjunto de engrenagens, que serve para mudar as velocidades e o sentido de movimento do veículo,

a partir do posicionamento que se dá a alavanca de câmbio.

Transmissão automática

É o conjunto que permite a mudança automática das marchas de velocidade.

Sistema de filtros

É o conjunto dos filtros de ar, combustível, lubrificante, hidráulico e suspiro.

Filtro de ar

Para o bom funcionamento do motor e para que este tenha maior durabilidade, é que usamos o filtro de ar, e como acessório indispensável, a mangueira para o carburador.

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O

ar entra no filtro, é jogado contra o óleo, e sai purificado para o carburador.

O

motor é prejudicado quando trabalha com sujeira. Por isso nunca deverá funcionar sem a mangueira do

filtro de ar.

Painel de instrumentos

No painel de leitura, o operador encontra um observador fiel, que registra ao principais pontos vitais dos componentes da empilhadeira. Por isso, o operador deve prestar muita atenção nesse painel.

O painel de instrumentos deve ser conservado sempre limpo, com todos os instrumentos apresentados

com funcionamento.

Componentes do painel

Manômetro de pressão de óleo

Lâmpada piloto de óleo

Lâmpada piloto de gerador

Chave de contato

Horímetro

Marcador de combustível

Marcador de temperatura

Afogador

Ao constatar uma anormalidade grave, o operador deve desligar imediatamente a chave de contato, antes de qualquer outra providência.

Características dos outros instrumentos do painel

Manômetro de pressão do Óleo

É um dispositivo que tem por finalidade indicar a pressão da bomba de óleo do motor.

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Partes principais – ponteiro e mostrador com escala.

Leitura – O ponteiro deverá marcar entre 20 e 60 libras/pol 2 para acusar normal.

marcar entre 20 e 60 libras/pol 2 para acusar normal. Em algumas empilhadeiras o manômetro pode

Em algumas empilhadeiras o manômetro pode indicar em kg/cm 2.

empilhadeiras o manômetro pode indicar em kg/cm 2 . Neste caso, a pressão normal será 1,5

Neste caso, a pressão normal será 1,5 a 4kg/cm 2

Em caso de leitura estar fora do normal, o motor estará correndo o risco de ser danificado. Providência – sempre que o manômetro registrar uma pressão deficiente, deve-se desligar o motor e avisar a oficina de manutenção.

Lâmpada piloto do óleo

Utilidade – serve para verificar a pressão da bomba de óleo do motor. Funcionamento – ao ligar a chave de contato, a lâmpada acende. Quando o motor entrar em funcionamento, a lâmpada deve apagar-se.

Defeitos:

- lâmpada queimada

- falta de pressão

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- excesso de temperatura

Conseqüências – danificação do motor.

Verificação:

- lâmpada não acende ao ligar a chave – lâmpada queimada

- lâmpada sempre acesa – falta de pressão.

Providências: para o motor e avisar a manutenção

Lâmpada- piloto do gerador Utilidade: indica se o gerador está produzindo carga Funcionamento – ao ligar a chave de contato, a lâmpada acende; ao acelerar, esta deverá apagar-se, assim como a do óleo.

Defeitos:

- lâmpada queimada

- gerador não produzindo carga

- regulador de voltagem defeituoso

Verificação:

lâmpada não acende ao ligar a chave – lâmpada queimada

lâmpada sempre acesa – falta de carga

lâmpada piscando – regulador de voltagem defeituoso Conseqüência:

- descarga de bateria

- queima do gerador

- queima do regulador de voltagem Providências – recolher o veículo a oficina de manutenção

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Chave de contato

A chave de contato deve ser conservada sempre limpa, não deve ser forçada e o operador deve sempre

lembrar que nela está uma das primeiras providências a ser tomada em caso de emergência, pois desliga

toda a parte elétrica da máquina. Nunca deixe a chave de contato na posição ligada para evitar danos na bobina de ignição.

Horímetro

É um relógio que indica quantas horas o motor

trabalhou. Serva para que a manutenção seja feita de acordo com as especificações do fabricante da máquina. O funcionamento do horímetro é muito importante, devendo portanto, ser feita uma verificação constante. Em caso de não funcionamento, levar a empilhadeira

à oficina de manutenção.

levar a empilhadeira à oficina de manutenção. Marcador de combustível É um dispositivo que acusa o

Marcador de combustível

É um dispositivo que acusa o nível de combustível no tanque. Um operador precavido, por questões de

segurança deve conservar sempre a metade da capacidade do tanque de combustível. Partes principais – ponteiro e mostrador

de combustível. Partes principais – ponteiro e mostrador E = tanque vazio ½ = meio tanque

E

= tanque vazio

½

= meio tanque

F

= tanque cheio

Marcador de temperatura

É um dispositivo que serve para verificar a temperatura da água do sistema de arrefecimento do motor.

Partes principais – ponteiro e mostrador com marcador.

Á esquerda – frio

Á direita – quente

principais – ponteiro e mostrador com marcador. Á esquerda – frio Á direita – quente SENAI

SENAI – DOURADOS/MS

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Na metade – normal Lâmpada de piloto Acende com o sistema de arrefecimento superaquecido. O motor pode ser danificado pelo excesso de temperatura. Providências – parar, desligar o motor do veículo e avisar a oficina de manutenção.

Afogador É um dispositivo que reduz a entrada de ar no carburador. Defeitos – cabo arrebentado ou borboleta solta. Providências – recolher o veículo á oficina de manutenção.

Comando da torre Alavancas que acionam o sistema hidráulico, movimentando a torre. Dependendo da marca da empilhadeira, diferem na localização, número de alavancas e posições das mesmas.

- Empilhadeira Yale Possui uma alavanca de elevação e outra de inclinação, localizadas á direita do operador.

e outra de inclinação, localizadas á direita do operador. - Empilhadeira Hyster Possui uma alavanca que

- Empilhadeira Hyster

Possui uma alavanca que eleva e inclina a torre, situada á direita do operador.

SENAI – DOURADOS/MS
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- Empilhadeira Clark

Possui uma alavanca que eleva e inclina a torre, situada á direita da coluna de direção.

inclina a torre, situada á direita da coluna de direção. Há empilhadeiras que possuem acionamento hidráulico

Há empilhadeiras que possuem acionamento hidráulico dos garfos no sentido horizontal e movimento giratório de 360º (graus).

- Empilhadeira Toyota

movimento giratório de 360º (graus). - Empilhadeira Toyota Caixa de Câmbio É um conjunto de engrenagens

Caixa de Câmbio É um conjunto de engrenagens que servem para mudar as velocidades e o sentido de movimento do veículo.

Alavanca de Câmbio

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Serve para mudar a velocidade, reduzindo o esforço do motor nos dois sentidos. Dependendo da marca da empilhadeira, defere na localização, número de alavancas de marchas e posições destas. - Empilhadeira Yale Possui uma alavanca situada á direita do operador.

Yale Possui uma alavanca situada á direita do operador. - Empilhadeira Toyota - Empilhadeira Hyster Possui

- Empilhadeira Toyota

situada á direita do operador. - Empilhadeira Toyota - Empilhadeira Hyster Possui uma alavanca de reversão

- Empilhadeira Hyster Possui uma alavanca de reversão (frente- ré) localizada á esquerda, na coluna de direção, e outras de mudança de marchas á direita do operador.

SENAI – DOURADOS/MS
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- Empilhadeira Clark Possui uma alavanca de reversão (frente –ré) e outra de mudança de marchas: localizam-se á direita do operador.

reversão (frente –ré) e outra de mudança de marchas: localizam-se á direita do operador. SENAI –

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MANUTENÇÃO

Um bom operador, além de dirigir deve saber detectar defeitos e tomar as devidas providências antes que estes se tornem maiores ou perigosos, diminuindo assim o custo e o tempo de parada da máquina.

Torre

Defeitos

Causas

Não atinge o limite máximo de elevação

 

Falta de óleo devido a vazamentos em válvulas de comando, mangueiras ou retentores

Tomba para a frente

 

Gaxeta estragada

Quebra da corrente

 

Desgaste por fadiga

Quebra do rolete

 

Deficiência do material, penetração de corpos estranhos, desgaste por fadiga

Não eleva e nem inclina

 

Quebra do eixo da bomba, trava do rolamento da bomba, quebra da correia da bomba, trava da válvula principal de elevação ou de inclinação

Desce

devagar

quando

suspensa

sem

ser

Desgaste de gaxeta, trava da válvula

acionada

Conseqüências – possíveis acidentes

Providências:

- Notificar a chefia

- Levar a empilhadeira a oficina

- Completar o nível do óleo

Volante

Defeito

Causas

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Volante duro ao movimentar

Desregulagem da válvula de pressão do óleo, quebra da correia da bomba, trava do rolamento da bomba, quebra do terminal no pistão de direção

Conseqüências – dificuldades para manobrar a empilhadeira.

Pedais

Embreagem

Defeitos

Causas

Com muita ou sem folga

desregulagem

Disco gasto

Uso excessivo/pedal sem folga, dirigir com o pé apoiado no pedal

Rolamento gasto

Má lubrificação, dirigir com o pé apoiado

Conseqüências – dificuldades de engate das marchas dificuldades em saída. Providências- notificar a chefia e levar a empilhadeira na oficina.

Nunca dirija descansando o pé no pedal da embreagem.

Acelerador

Defeitos

Causas

Acionando o pedal do acelerador, não se altera a rotação do motor.

Quebra do terminal da haste.

Motor acelerado

Molas soltas ou quebradas

Conseqüências- impossibilidades de trafegar com a empilhadeira. Providências- notificar a chefia e chamar o mecânico. Freios

Defeitos

Causas

Perda total dos freios

Vazamento de fluído na borrachinha do cilindro mestre ou borrachinha do cilindro de roda, tubulação

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Perda parcial dos freios

Lonas excessivamente gastas

Conseqüências- possíveis acidentes. Providências- notificar a chefia e chamar o mecânico

Freio de Mão

Defeito

Causa

Freio não trava as rodas

Quebra do cabo de aço, desregulagem

Conseqüências- possíveis acidentes. Providências:

- regular o freio através da porca situada na extremidade da alavanca girando no sentido:

- horário: maior tensão no cabo

- anti- horário: menor tensão no cabo

- quebra do cabo, levar a empilhadeira à oficina e notificar a chefia.

Pneus

Defeitos

Causas

Cortados ou furados

Choques contra obstáculos, manobras em lugares apertados e impróprios para transitar.

Com desgastes excessivos

Saídas

e

freadas

bruscas:

pneus

abaixo

da

pressão.

Vazamento na válvula

Bico torto; válvula solta; sujeira na válvula.

 

Conseqüências:

- cortados ou desgastados implicarão em risco de acidentes.

- Abaixo da pressão ocasionarão maior esforço do motor, a direção ficará dura ao movimentar e acarretará uma diminuição na vida útil doa pneus. Providências:

- Notificar a chefia;

- Levar a empilhadeira à oficina para calibragem ou toca de pneus.

OPERADOR DE EMPILHADEIRA

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- Nunca ande com a empilhadeira com o pneu furado ou sem a pressão correta.

Baterias

Defeitos

Causas

Descarregada

Falta de água destilada, alternador não carrega, quebra da coreia que aciona o alternador, desgaste dos contatos do regulador de voltagem.

Placas grudadas

Falta de água destilada.

Conseqüências- não armazenamento de energia. Providências- não insistir no botão de partida, chamar o mecânico e notificar a chefia.

Motor

Defeitos

Causas

Superaquecimento

 

Motor não pega

Carburador entupido, bobina queimada, platinado danificado, velas desgastadas, bateria descarregada, motor de partida danificado, entupimento de circuito de gás, falta de combustível.

Conseqüências – fundir o motor. Descarregar a bateria.

Providências:

- Se tiver superaquecido, para a empilhadeira imediatamente .

- Notificar a chefia e chamar o mecânico.

Verificação Diária As empilhadeiras trabalham 24 horas ininterruptamenbte.

OPERADOR DE EMPILHADEIRA

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OPERADOR DE EMPILHADEIRA

Para seu bom funcionamento, e para de que não haja interrupção durante a jornada de trabalho, é imprescindível que antes do início de cada turno se façam as seguintes verificações:

Bateria – água e cabos

- Retirar as tampas

Bateria – água e cabos - Retirar as tampas - Verificar se a água cobre as

- Verificar se a água cobre as placas.

- Completar o nível com água destilada, caso necessário

- Movimentar os cabos e verificar se estão soltos ou danificados

- Conservar os pólos da bateria untados com vaselina neutra ou graxa especial.

Nível de óleo do cárter

- Retirar a vareta

- Limpar a vareta com pano limpo

especial. Nível de óleo do cárter - Retirar a vareta - Limpar a vareta com pano

OPERADOR DE EMPILHADEIRA

OPERADOR DE EMPILHADEIRA
OPERADOR DE EMPILHADEIRA

- Introduzir até o fim no local de onde foi retirada

- Retirar novamente a vareta

no local de onde foi retirada - Retirar novamente a vareta - Verificar se o nível

- Verificar se o nível do óleo encontra-se entre os dois traços da vareta

- Completar com óleo SAE-20-30-4-, caso o nível esteja abaixo do traço inferior da vareta.

Óleo do hidráulico – nível Proceder do mesmo modo que para o óleo do cárter, e caso o nível esteja abaixo do traço inferior da vareta, completar com óleo, recomendado pelo fabricante. Deixar a torre mais ou menos na vertical; se for vareta curta, a torre deve permanecer abaixada.

Óleo do Hidramático Verificar o nível de óleo pela vareta. Se necessário, completar com o óleo para transmissão hidramáticas.

Embreagem –folga - comprimir o peda1l a verificar se a folga está entre 20 25 mm.

SENAI – DOURADOS/MS

SENAI – DOURADOS/MS

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OPERADOR DE EMPILHADEIRA

OPERADOR DE EMPILHADEIRA
OPERADOR DE EMPILHADEIRA

Freio –Folga

- Comprimir o pedal e constatar se este encontra resistaa6encia e se a folga está entre 15 e 25 mm.

- O pedal nunca deve encostar no assoalho da empilhadeira.

- Com a máquina em funcionamento, ver se está freando bem.

Freio de mão (de estacionamento) – Verificar se está com boa pressão na alavanca.

Combustível- Quantidade

- Verificar se a quantidade é suficiente através dos marcadores.

se a quantidade é suficiente através dos marcadores. - Recomenda-se a colocação de botijão reserva (GLP).

- Recomenda-se a colocação de botijão reserva (GLP). Painel – Funcionamento Verificar se todos os instrumentos do painel estão funcionando normalmente, com o motor ligado.

Filtro de Ar

SENAI – DOURADOS/MS
SENAI – DOURADOS/MS

Verificar o nível de óleo, se necessário, os entupimentos ou mangueira soltas.

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OPERADOR DE EMPILHADEIRA

OPERADOR DE EMPILHADEIRA
OPERADOR DE EMPILHADEIRA

Pneus – pressão e condições

- Retirar a tampa da válvula do pneu.

- Pressionar o bico do calibrador contra o bico da válvula do pneu.

- Fazer a leitura tomando como referência a borda do corpo.

Fazer a leitura tomando como referência a borda do corpo. - Completar, se a pressão estiver

- Completar, se a pressão estiver abaixo de 100 libras.

- Esvaziar, caso a pressão seja superior a 100 libras.

- Verificar se os pneus encontram-se cortados ou excessivamente gastos. Quanto à calibragem, observar especificação do fabricante. Vazamento da bomba de gasolina e do carburador

O vazamento da bomba de gasolina ou do carburador, além da perda de combustível, pode ocasionar incêndio na empilhadeira. Sempre que se observar vazamento, para a máquina.

Radiador- Colméia e água

- Usar luvas para retirar a tampa.

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- Abrir a tampa até o primeiro estágio a fim de aliviar a pressão.

- Retirar a tampa e verificar o nível sem colocar o dedo.

- Retirar a tampa e verificar o nível sem colocar o dedo. - Completar o nível

- Completar o nível com o motor em funcionamento, se estiver quente.

- Verificar se a colméia está suja, passar ar comprimido.

Se o motor estiver superaquecido, desligar o veículo e chamar a manutenção.

Rolamento do encosto Lubrificar com graxa, se necessário .

Extintor de Incêndio Examinar o lacre ou a pressão do relógio. Buzina Verificar se está funcionado, acionando-a (apertando-a).

A seguir você verá um modelo de tabela de observações diárias, que deverá ser preenchido após cada 8 horas de operação.

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NORMAS DE SEGURANÇA

Segurança é um fator básico quando se opera com a empilhadeira. Sempre que a máquina for colocada em movimento, o operador deve estar preparado para os imprevistos.

As empilhadeiras não devem ser dirigidas por pessoas que não estejam habilitadas ou autorizadas para isso.

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Ao colocar a empilhadeira em movimento, o operador deve fazê-lo com cuidado. Deve observar o ambiente. As partidas rápidas prejudicam a máquina.

O operador deve estar sempre atento ao painel, pois este mostra irregularidades da máquina.

Na troca de marchas, o operador deve ter cuidado, pois uma avaria na caixa de câmbio leva bastante tempo para ser consertada e conseqüentemente haverá prejuízos em dinheiro e tempo para a Empresa.

As empilhadeiras devem ser freadas suavemente. Deslizamento das rodas e frenagens violentas são perigosas e prejudiciais ao veículo e à carga.

O operador deve dirigir com cuidado nos locais onde existem outras empilhadeiras. Nessas

condições, o operador deve estar atento ao sentido de deslocamento (direção) dos veículos.

A habilidade de um operador em evitar acidentes é uma indicação de sua perícia. Qualquer

pessoa pode aprender a dirigir uma empilhadeira, mas poucas podem realizá-lo com segurança.

A segurança é um fator básico quando se opera uma empilhadeira.

Veja, agora, estas 100 (cem) Normas de Segurança, que todo bom operador deve seguir:

1. Ao ligar a empilhadeira, verifique sempre se a marcha está desengatada.

2. Movimentar a alavanca de marcha: se for para a frente, colocá-la para a frente; se for àré, colocá-la para trás, sem arranhar, pisando na embreagem até o fim.

3. Verificar se o freio de mão está desengatado.

4. Transitar sempre com os garfos um pouco acima do chão (15 a 20cm).

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5. Se for andar em marcha à ré: olhar com cuidado o piso, pessoas e obstáculos que estiverem nas proximidades.

6. Se for andar para a frente: olhar sempre com cuidado para o piso e para pessoas à sua frente.

7. Tirar o pé do freio e acelerar devagar para a saída.

8. Para carregar, conservar a empilhadeira na posição horizontal e a torre na vertical.

9. Baixar os garfos somente até a altura suficiente para que os mesmos entrem embaixo do que vai ser levantado.

10. Posicionar a empilhadeira frontalmente (ou perpendicularmente) à carga até que esta encoste na torre, e levantar os garfos.

11. Deslocar de ré a empilhadeira até que a mesma tenha saído do lugar onde se encontrava.

12. Levantar os garfos o mínimo possível para o transporte. O suficiente para evitar lombadas.

13. Inclinar a torre para o lado do motorista (para trás), sempre que tiver carga.

14. Fazer as manobras necessárias, sempre tomando cuidado com o que está às suas costas e de ambos os lados, para evitar colisões e acidentes.

15. Dirigir com cuidado pelos caminhos.

16. Em cruzamentos ou passagens sem visão, buzinar sempre.

17. Não fazer curvas em alta velocidade.

18. Diminuir a marcha quando o piso tiver ondulações ou estiver molhado.

19. Tomar o cuidado de levantar e abaixar os garfos sempre que tiver de ultrapassar obstáculos.

20. Quando estiver transportando carga delicada, andar na menor velocidade possível, para evitar a queda da mesma.

21. Quando estiver transportando tambores, evitar parar ao ultrapassar os obstáculos, pois uma parada brusca pode causar movimento dos mesmos, ocasionando a sua queda. Os tambores devem sempre ser amarrados entre si, com cordas ou correntes.

22. Avaliar bem o local por onde irá passar, para não provocar colisões da máquina ou da carga com o que estiver no caminho.

23. Procurar sempre os caminhos mais fáceis e mais seguros de serem percorridos.

24. Buzinar regularmente (pelo menos três vezes) sempre que se aproximar de pessoas que estejam andando, puxando algum carrinho, ou carregando algo; evitando assustá-las.

25. Evitar as manobras muito difíceis.

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26. Não provocar situações embaraçosas e perigosas.

27. Não assustar propositalmente os colegas.

28. Nao andar em grande velocidade.

29. Não fumar enquanto estiver ao volante ou abastecendo a empilhadeira.

30. Segurar sempre o volante com as duas mãos, a não ser quando tiver que acionar dispositivos de comando.

31. Não admitir brincadeiras em volta da empilhadeira.

32. Considerar sempre o tipo de material a ser transportado.

33. Verificar a maneira mais fácil de carregar e descarregar o material.

34. Verificar sempre o peso e o volume da carga.

35. Durante as descargas, não permitir pessoas em volta da empilhadeira.

36. Olhar sempre para trás na hora de dar marcha à ré, após a descarga.

37. Tomar cuidados especiais com determinados materiais a serem transportados.

38. Usar sapatões apropriados.

39. Ao iniciar o serviço, limpar a máquina por fora, tirar o óleo do piso, limpar o volante, limpar as partes fixas da empilhadeira.

40. Não mexer no motor e acessórios da empilhadeira.

41. Comunicar imediatamente, ao Supervisor ou à Manutenção, qualquer defeito verificado na empilhadeira.

42. Sempre que não tiver visão de frente, dirigir a máquina em marcha à ré.

43. Com a empilhadeira carregada, descer rampas em marcha à ré.

44. Com a empilhadeira descarregada, andar sempre de frente.

45. Quando estiver dirigindo de marcha à ré, olhando para trás pelo lado direito, usar sempre o pé direito para o freio e acelerador.

46. Andando para a frente, usar o pé direito para acelerar, e o pé esquerdo para frear (hidramático).

47. Quando estiver seguindo outra empilhadeira, não ultrapassá-la, a não ser que ela pare e seja avisada.

48. Nunca fazer reversão (para frente ou para trás) com a máquina em movimento.

49. Para verificação dos níveis de óleo, deixar a máquina em lugar plano.

50. Encher o tanque de combustível sempre antes de iniciar o serviço.

51. Quando estiver operando a empilhadeira, nunca deixar de observar: pressão de óleo, amperagem,

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temperatura e nível de combustível.

52. Não dirigir a empilhadeira com a perna esquerda para fora.

53. Nunca transportar pessoas na empilhadeira, qualquer que seja o local e o motivo alegado.

54. Não deixar estopas, panos ou resíduos de óleo e graxa, em cima da empilhadeira, o que pode ocasionar incêndios.

55. Observar rigorosamente todos os regulamentos e sinalizações de trânsito interno estabelecido pela Empresa.

56. Observar os regulamentos de trânsito, quando operando forad~ propriedade da Empresa.

57. Não efetuar meia volta em rampa ou plano inclinado, pois há possibilidade de tombamento.

58. Certificar-se de que as rodas e as extremidades da carroceria do caminhão estejam devidamente calçadas, antes de nela entrar com a empilhadeira.

59. Não transportar líquidos inflamáveis ou corrosivos, a não ser em recipientes especiais.

60. Verificar o lacre do extintor de incêndio.

61. Usar macacão ou outra indumentária especificada ao dirigir empilhadeira.

62. Usar luvas, sempre que possível, para mexer na carga.

63. Nunca ajustar a carga introduzindo o braço pela coluna.

64. Não utilizar o acelerador como buzina.

65. Nunca soltar os garfos totalmente no chão para chamar a atenção de pedestres.

66. Não utilizar garfos para empurrar, qualquer que seja o objeto.

67. Pessoas não autorizadas ou não treinadas não devem dirigir empilhadeira.

68. Usar somente macaco do tipo “jacaré” para trocar os pneus da empilhadeira.

69. Tomar cuidado ao passar embaixo de pontes rolantes, utilizando a faixa de segurança.

70. Nunca colocar ou deixar a máquina em movimento estando fora dela.

71. Nenhuma carga deverá ser levantada ou transportada numa só lança do garfo da empi1 hadeira.

72. Nos dias chuvosos, use capa ao trafegar em pátio aberto, usando encerados para proteção da carga.

73. Não dirija com as mãos molhadas ou sujas de graxa.

74. Tambores somente devem ser transportados em estrados.

75. Ao transportar tubos de oxigênio ou acetileno, devem ser evitados choques violentos e contatos da válvula com substâncias graxas.

76. Iniciar o carregamento dos caminhões da frente da carroceria para trás.

77. Cargas colocadas de um lado da carroceria do caminhão devem ser carregadas e descarregadas por

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este mesmo lado.

78. Dirija-se sempre perpendicularmente à carroceria do caminhão.

79. Deve-se empilhar somente materiais iguais.

80. Pilhas de tambores devem ser feitas até o limite máximo de três camadas. Entre as camadas, recomenda-se utilizar chapas de madeira.

81. Empilhamento de amarrados de chapas devem ser feitos até o limite máximo de dois metros de altura.

82. Observar sempre o alinhamento da pilha, na horizontal e na vertical.

83. Observar sempre uma distância de aproximadamente 5cm entre as pilhas.

84. Quando for empilhar estrados com sacos, observar que a pilha não fique inclinada por má arrumação destes.

85. Ao empilhar estrados carregados com sacos, verifique se o estrado tem fundo fechado. Se não tiver, não empilhe.

86. Observar 5 camadas de sacos por estrado, no máximo.

87. Colocar o equipamento de forma que possa ser removido por uma empilhadeira e que permita o acesso aos demais equipamentos.

88. Se for pegar estrados no sentido longitudina (lado maior), coloque luvas de prolongamento nos garfos, pots somente o garfo não atinge o lado posterior da palheta e isto provocará, ao levantar, a queda da carga.

89. Em se tratando de empilhamento a partir de 2 metros de altura, o operador deve redobrara atenção, poiso equilíbrio da máquina e da pilha se tornam bastante instáveis.

90. Fardos de alumínio devem ser transportados, no máximo, dois por vez, pois é uma carga muito instável, fácil de cair nos garfos ao menor solavanco.

91. Nenhum equipamento deve ser colocado de forma a obstruir os corredores de circulação.

92. Ao estacionar a empilhadeira, verificar se o local é plano e se não obstrui extintor de incêndio ou passagem de pessoas ou equipamentos.

93. Não transportar latas empilhadas. Transportar no máximo duas latas, dispostas uma ao lado da outra.

94. Não se atirar contra as cargas; você pode danificar o material e também a si mesmo.

95. Evitar marchas à ré bruscas, principalmente se estiver transportando cargas.

96. Nunca deixar alguém embaixo de uma carga suspensa.

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97. Nunca puxar ou empurrar carros, caminhões, empilhadeiras ou outros veículos com a empilhadeira.

98. Permanecer a uma distância razoável de outros veículos. No mínimo uma distância equivalente a três empilhadeiras.

99. Utilizar sempre na empilhadeira o “protetor do operador” e o “protetor de carga

100. Antes de iniciar o serviço com a empilhadeira, verificar sempre a tabela “Observações Diárias” deixada pelo outro operador.

101. Ao subir uma rampa com carga, sem ter visão à frente, procurar um ajudante para auxiliar.

102. Não utilizar a empilhadeira como elevador de pessoas, a não ser com a gaiola acoplada.

103. Em ultrapassagem de portas verificar antes, e sempre, a altura e largura das mesmas.

104. A velocidade máxima de segurança para deslocamento em linha de produção, deve ser de 5 KmIh.

Folha de Informação

A capacidade nominal de uma empilhadeira geralmente é válida somente quando a máquina está no plano com a coluna vertical. Convém lembrar que qualquer empilhadeira pode ser tombada, se houver descuido quando da elevação da carga.

Antes de tentar elevar uma carga, o operador deve observar se o peso dessa carga está dentro da capacidade do veiculo.

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Quando apanhar objetos de forma cilíndrica, que estejam deitados (por exemplo, tambores) incline os garfos ligeiramente para a frente, de modo que as pontas dos garfos deslizem no chão e penetrem sob tais objetos (fig. 22).

deslizem no chão e penetrem sob tais objetos (fig. 22). Rolos, barris, tambores e objetos semelhantes,

Rolos, barris, tambores e objetos semelhantes, que possuem bordas ou arestas, podem ser transportados mais facilmente, prendendo-os lateralmente com ambos os garfos (fig. 23).

prendendo-os lateralmente com ambos os garfos (fig. 23). Quando a carga tiver sido elevada até a

Quando a carga tiver sido elevada até a altura desejada, leve a alavanca para a posição neutra e aproxime o veículo até a base da pilha sobre a qual a carga será colocada.

Embora uma carga possa ser removida ou colocada sobre uma pilha usando-se o sistema de elevação, o operador descobrirá que, com prática, as cargas podem ser colocadas e removidas inteiramente, inclinando-se os garfos para frente ou para trás.

Procurar elevar a carga somente quando a máquina estiver perto da pilha. Este procedimento reduzirá os esforços no motor e freios.

Ao operador compete estudar o problema de movimentação de cargas, estar sempre atento às operações que exigem cuidados e obter o máximo rendimento de trabalho, com o mínimo de fadiga para ele e para a empilhadeira.

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Sempre que houver dúvidas sobre a resistência de pisos (de instalações ou de outros veículos), o operador deverá efetuar uma cuidada inspeção antes de ter acesso a eles com a empilhadeira.

DIMENSIONAMENTO DE ESPAÇOS

O problema de dimensionamento de espaços envolve toda a instalação de um indústria, desde a recepção, passando pela produção, até a expedição. Planta leiaute convencional

desde a recepção, passando pela produção, até a expedição. Planta leiaute convencional SENAI – DOURADOS/MS 45

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Um leiaute de armazenagem leva em conta as exigências de estocagem de curto e longo prazo, partindo de um conhecimento bastante aproximado das tendências do material estocado e das eventuais flutuações da demanda, informações sem as quais o leiaute se torna simples previsão sem base.

Antes de se efetuar um planejamento do espaço, é necessário obter um grande quantia de dados detalhados, tais como:

- máximo estoque

- estoque médio

- política de reposição

- unidades de estocagem

- volume recebido/expedido por período de tempo

- tipo de área de estocagem (disponível ou sendo planejada): granel, reservada, varejo, segurança, refrigeração, porta-pallets, prateleiras, estantes e área externa.

- Métodos de movimentação atuais ou planejados

- Capacidade do equipamento disponível ou proposto: tipo, tamanho, capacidade, raio de giro, etc.

Leiaute

No projeto do leiaute há diversos itens que merecem considerações cuidadosas, tais como:

tamanho do produto;

tamanho do pallet;

equiapmento

mecânico

contrabalanceada);

a

ser

usado

(empilhadeira

para

corredor

estreito

Vs

razão entre a largura do corredor e o tamanho do pallet;

o espaçamento do pallet nos porta-pallets;

o espaçamento entre dois pallets;

o espaçamento das colunas;

e

empilhadeira

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formato e tamanho da edificação;

localização desejada do recebimento e expedição;

localização dos corredores;

área de serviço requerida, sua localização e tamanho desejados.

Espaçamento entre colunas

Este espaçamento é importantíssimo no projeto de um bom armazém, e é difícil a sua determinação. Ele determinará as dimensões da estrutura porta-lets, que por sua vez influenciará no espaçãmento das colunas.

Todos os fatores com seus inter-relacionamentos devem ser estudados para se conseguir otimização no uso do espaço.

Corredores O arranjo e dimensionamento dos corredores é uma das chaves se conseguir a máxima eficiência do armazém.

Eles são os caminhos de passagem dentro e entre as áreas de estocagem, recebimento e expedição.

Devem ser localizados de forma a manter um bom acesso ao estoque, aos equipamentos de carga e descarga, e às áreas de serviços auxiliares.

Alguns dos fatores que afetam a distribuição e a largura dos corredores são:

tipo de estrutura de armazenagem;

equipamentos de movimentação( tipo, tamanho, capacidade, raio de giro, etc);

tamanho dos itens estocados;

distância e acessibilidade às portas e às áreas de carregamento e descarregamento;

tamanho dos lotes estocados;

localização das paredes corta-fogo;

capacidade de carga do piso;

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localização de elevadores e rampas;

facilidade de acesso desejado.

Há diversos tipos de corredores, os mais comuns são:

corredores de trabalho São aqueles através dos quais o material é colocado ou retirado na estocagem:

- Corredores de transporte principal.

Se extendem através do todo o prédio e permitem tráfego nos dois sentidos.

- Corretores de cruzamento.

Se extendem através de todo o prédio, geralmente conduzindo ás portas opostos do armazém.

- Corredores de pessoal

São aqueles utilizados somente por pessoas para acesso à áreas especiais ou interiores de

edificação. Devem, na medida do possível serem demarcados.

- Corredores auxiliares

Necessários para acesso a fontes de utilidades, equipamentos anti-incêndios, etc.

auxiliares Necessários para acesso a fontes de utilidades, equipamentos anti-incêndios, etc. SENAI – DOURADOS/MS 48

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Abaixo estão relacionados algumas sugestões úteis para dimensionamento do corredores, obtidos da prática:

1-

Os corredores devem ser retilíneos (o máximo possível).

2-

Não devem ser obstruidos.

3-

Devem conduzir às portas quando possível;

4-

As interseções devem ser minimizadas;

5-

Os corredores devem ser suficeientemente largos para permitir uma operação eficiente;

6-

As colunas podem ser utilizadas frequentemente como linhas de fronteira;

7-

Todos os itens estocados devem ser conveniente acessíveis;

8-

Os corredores devem ser identificados por um alinha de largura de 8 a 10cm demarcada no piso;

9-

Todos os corredores devem Ter mão única de direção, menos os corredores de transporte principais.

Determinação do espaço de manobra para empilhadeira No momento de escolher o tipo de veículo mais conveniente para os operações de movimentação de materiais, o corredor da operação deve condicionar a largura livre necessária para o equipamento num giro de 90º, para depósito, remoção, empilhamento, desempilhamento de materiais e produtos, como um dos fatores mais importantes de decisões.

A largura desses corredores depende de três elementos em prioridade fundamental.

ser suficiente para empilhadeiras possam se colocar na perpendicular ao corredor;

deve incluir o comprimento da carga no sentido de deslocamento;

incluir uma folga, para possibilitar manobras mais rápidas e seguras.

Na determinação de mínimo espaço necessário á manobras das empilhadeiras, devem ser consideradas as seguintes dimensões:

devem ser consideradas as seguintes dimensões: ∑ raio de giro externo; ∑ raio de giro interno;

raio de giro externo;

raio de giro interno;

ângulo reto de empilhamento;

plano vertical de empilhamento;

plano horizontal de empilhamento;

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mínima intercessão de corredores.

Mínima largura do corredor para empilhamento em ângulo reto A largura do corredor para o empilhamento em ângulo reto, significa a largura necessária do corredor para girar uma empilhadeira em 90º, a fim de depositar um material na lateral de um corredor, três fatores são envolvidos para determinar esta dimensão:

raio de giro;

distância entre a linha central do eixo dianteiro (tracionário) e frente do suporte dos garfos, mais o fator (C).

comprimento da carga.

A folga adequada para empilhamento entre as cargas usadas para se calcular a largura mínima do corredor necessária para empilhamento em ângulo reto.

para se calcular a largura mínima do corredor necessária para empilhamento em ângulo reto. SENAI –

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Conforme mostra a figura acima, à medida que aumenta a folga entre as cargas, a largura necessária do corredor torna-se menor. Desse modo, considera-se a dimensão da largura do corredor para empilhamento ou a largura entre os suportes verticais das prateleiras.

Como as especificações do raio de giro, as dimensões do corredor para empilhamento em ângulo reto são determinadas sob condições ideais de operação.

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Quando a recomendação dessa dimensão é importante, é aconselhável adicionar 150 a 300mm á largura do corredor para empilhadeiras de pequeno porte (1000 a 4000kg de capacidade) e até 800mm ou mais quando trata-se de empilhadeiras de maior porte.

Isso permitirá ao operador efetuar giros mais suaves e velocidade normal de operação sem preocupar-se com a precisão da aproximação na área de empilhamento.

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