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Apostila Operador de Empilhadeira - SENAI

Apostila Operador de Empilhadeira - SENAI

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OPERADOR DE EMPILHADEIRA

Sumário

A empilhadeira ................................................................................................................................2 Classificação das empilhadeiras ...........................................................................................3 Classificação quanto as características..................................................................................3 O equilíbrio da empilhadeira..........................................................................................................4 Estabilidade lateral ...............................................................................................................8 Centro de gravidade ..............................................................................................................9 Componentes da empilhadeira ......................................................................................................12 Característica dos instrumentos do painel.............................................................................19 Manutenção .....................................................................................................................................27 Verificação diária ..................................................................................................................31 Tabela de observações diárias ..............................................................................................37 Normas de segurança....................................................................................................................... 38 Folha de operação .................................................................................................................44 Dimensionamento de espaços ........................................................................................................46

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OPERADOR DE EMPILHADEIRA

A Empilhadeira

A empilhadeira é um veículo automotor utilizado para transporte e movimentação de materiais. Dotada de garfos e outros dispositivos de sustentação de carga, a empilhadeira foi projetada de forma a permitir a movimentação e o deslocamento de materiais tanto no sentido horizontal com vertical. É utilizada para transportar, empilhar e desempilhar cargas, possuindo a capacidade de se autocarregar e descarregar, de acordo com as especificações dos fabricantes. É um veículo de grande utilidade, que substitui, com vantagens, talhas, pontes rolantes, monovias e também o próprio homem, pois realiza tarefas que ocupariam várias pessoas. Seu custo e manutenção são elevados. O operador tem em mãos, diariamente, um patrimônio inestimável.

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OPERADOR DE EMPILHADEIRA

Classificação das Empilhadeiras

As empilhadeiras podem ser classificadas de duas maneiras: quanto ao abastecimento e quanto às características. Classificação quanto ao abastecimento. Neste casos temos os seguintes tipos:  a gasolina – é a empilhadeira que mais polui o ambiente;  a diesel – apresenta menor poluição que a anterior;

a álcool – apresenta menor poluição que a diesel; a eletricidade – não apresenta poluição por não haver combustão. Por essa razão é a mais usada nas empresas alimentícias, farmacêuticas e em espaços confinados. Neste tipo de empilhadeira existe maior possibilidade de incêndio que nas demais.

 a gás – é a que polui menos, por ser mais perfeita a queima do combustível;

Atualmente pode-se adaptar a qualquer dos primeiros tipos acima um dispositivo denominado oxicatalizador que economiza combustível e elimina os odores e o monóxido de carbono, reduzindo o índice de poluição.

Classificação quanto às características

Mecânica normal – possui câmbio com conversor de torque; Mecânica normal com acoplamento fluído – facilita as operações e diminui a quantidade de mudanças de marcha ao sair e ao parar. Hidramática normal – possui câmbio hidramático.

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OPERADOR DE EMPILHADEIRA

O Equilíbrio da Empilhadeira

A empilhadeira é construída de maneira que o seu princípio de operação é o mesmo de uma gangorra. Assim sendo, a carga colocada nos garfos deverá ser equilibrada por um contrapeso igual ao peso da carga colocada no outro extremo, desde que o ponto de equilíbrio ou centro de apoio esteja bem no meio da gangorra.

Entretanto, podemos, com um mesmo contrapeso, empilhar uma carga mais pesada, bastando para isso deslocar o ponto de equilíbrio ou centro de apoio para mais próximo da carga.

Assim sendo, é muito importante saber qual a distância do centro das rodas até onde a carga é colocada.

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OPERADOR DE EMPILHADEIRA

Toda empilhadeira tem a sua capacidade de carga especificada a um determinado centro de carga, isto em virtude de transportar sua carga fora da base dos seus eixos, ao contrário do que acontece com uma carga transportada por caminhão.

O centro de carga (D) é a medida tomada a partir da face anterior dos garfos até o centro da carga. Temse como norma especificar as empilhadeiras até 4.999Kg a 50 cm de centro de carga e, dessa capacidade em diante, 60 cm.

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adequadamente as _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 6 .OPERADOR DE EMPILHADEIRA Caso o peso da caga exceda a capacidade nominal da empilhadeira ou o centro de carga esteja além do especificado para ela. com sérios prejuízos tanto para o operador quanto para o equipamento ou para a carga. ficamos limitados a procurar o equilíbrio somente escolhendo dimensões e peso das carga e sua posição sobre os garfos. Como não se pode variar o peso próprio de uma empilhadeira. nem a posição de seu centro de gravidade em ralação ao centro das rodas dianteiras. Os fatores que influem no equilíbrio de uma gangorra são os pesos utilizados em seus extremos e as distâncias desses pesos em relação ao centro de apoio ou ponto de equilíbrio. poderá ocorrer um desequilíbrio e conseqüente tombamento.

OPERADOR DE EMPILHADEIRA As empilhadeiras têm uma tabela onde é especificada o centro de carga e a carga correspondente. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 7 . com o centro de carga maior que o especificado. sem obedecer a diminuição de peso relativa. A relação carga x distância obedece a tabela de carga abaixo: Se o operador tentar pegar a mercadoria. pode comprometer a estabilidade frontal da empilhadeira. é a Placa de identificação.

Para que haja estabilidade. Estabilidade lateral Todo operador deve conhecer o que é estabilidade lateral.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Para se manter as cargas bem firmes em cima dos garfos. qualquer equipamento precisa ter uma base de apoio. ou seja. Por exemplo: _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 8 . 75%. ou seja. como operar a máquina sem ocorrer o risco de que ela tombe para os lados. o comprimento dos mesmos deve atingir pelo menos ¾ da profundidade da carga.

há um outro dado importante para a estabilidade lateral. Este tipo de montagem permite que as rodas de direção acompanhem as irregularidades do terreno.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Na Empilhadeira. fazendo com que as quatro rodas sempre estejam tocando o solo. que é o centro de gravidade _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 9 . Centro de gravidade Além da base. que é formado por um pino montado no meio do eixo de direção e fixado ao chassi . O terceiro ponto é o de união entre o chassi e o eixo de direção. são as rodas da tração. a base é feita em três pontos: dois deles estão na parte frontal da máquina.

OPERADOR DE EMPILHADEIRA Vamos tomar como exemplo a famosa Torre de Pisa. Imaginemos que o possamos amarrar um fio de prumo de pedreiro no centro de gravidade da torre. Neste caso surge um terceiro ponto que é o resultado da combinação dos dois primeiros e vai variar de acordo com a movimentação feita com a carga. Numa empilhadeira o ponto central de gravidade está localizado em algum lugar na altura do motor. porém o dia em que a inclinação for tanta que a ponta do prumo estiver fora da base ela não resistirá e cairá. Enquanto a ponta do prumo estiver dentro da base da torre ela não tombará. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 10 . mas não devemos esquecer que a carga também tem um centro de gravidade.

ela tombará. Considerando o fio de prumo no (CG). _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 11 .OPERADOR DE EMPILHADEIRA Quando elevamos ou inclinamos a carga. o centro de gravidade muda de posição. no momento em que a empilhadeira passar sobre uma pedra ou um buraco se a ponta do prumo cair fora da base.

As empilhadeiras que têm três rodas podem dar uma volta completa sem sair do lugar. geralmente em chapa de aço. por exemplo. evitando-se choques que possam danificá-lo. utilizá-lo como apoio para subir na empilhadeira. Observe o desenho detalhado a seguir: _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 12 .OPERADOR DE EMPILHADEIRA Componentes da Empilhadeira Carcaça ou chassi É a estrutura metálica. bem como tração desnecessária como. O volante deve ser mantido limpo. Pode ser girado tanto para a direita como para a esquerda. que serve de contrapeso para a carga e de proteção para vários componentes da empilhadeira Volante Dispositivo de controle de direção do veículo.

com o objetivo de equilibrar a empilhadeira quando carregada. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 13 . inclinando-se para frente e para trás. Movimentando-se no sentido vertical.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Contrapeso Construído de ferro fundido. situa-se na parte traseira. Torre de Elevação Dispositivo utilizado na sustentação dos garfos. Veja a seguir.

á esquerda da coluna de direção. Podem ser deslocados manualmente no sentido horizontal e verticalmente pelos controles da empilhadeira.  Embreagem: serve para desligar o motor do câmbio. Utilizado nas saídas.  Acelerador: Serve para imprimir maior velocidade ao veículo. Localiza-se no assoalho. Localiza-se no assoalho. transportar e empilhar materiais. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 14 .  Freio: Serve para parar ou reduzir a velocidade. mudanças de marchas e paradas. à direita da coluna de direção. à direita do freio. Localiza-se no assoalho.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Garfos São dispositivos utilizados para carregar. Pedais Dispositivos que auxiliam o comando do veículo.

entrada e saída de portas e locais de pouca visibilidade.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Alavanca de Freio e Estacionamento Deve ser usada para estacionar a empilhadeira ou para substituir o pedal de freio em caso de uma eventual falha. visando alertar pedestres e outros veículos. O uso correto é dar três toques curtos. Motor É o conjunto de força motriz do veículo que também movimenta as bombas hidráulicas e o câmbio mecânico ou hidramático. que deve ser acionado em cruzamentos. Buzina Sinal sonoro. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 15 .

Qualquer avaria nesse sistema é indicado pelo amperímetro ou lâmpada piloto . Sistema de Alimentação É o conjunto de peças que serve para fornecer e dosar o combustível utilizado na alimentação do motor de combustão interna. velas platinado. alguns instrumentos do painel. lâmpadas etc. bateria. Sistema Hidráulico Conjunto que movimenta o óleo com a pressão necessária para elevar e inclinar a torre. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 16 . A água e o óleo são elementos indispensáveis para o bom funcionamento do motor.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Sistema Elétrico É o conjunto formado pelo gerador.

Radiador Reservatório de água que refrigera o motor. Pneus Componentes sobre os quais se apoia e movimenta a empilhadeira. Encontra-se na parte lateral da empilhadeira.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Bateria Componente do sistema elétrico. A pressão normal dos pneus é de 100 libras. Situa-se na frente da hélice do motor. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 17 . Podem se maciços ou com câmaras. que armazena e fornece energia elétrica á empilhadeira.

Caixa de Câmbio É o conjunto de engrenagens. Nunca mude a alavanca para a ré se a empilhadeira (inclusive a elétrica) estiver em movimento. Transmissão automática É o conjunto que permite a mudança automática das marchas de velocidade. e conserva o veículo em equilíbrio nas curvas. hidráulico e suspiro. Diferencial É o conjunto de engrenagens que faz as rodas girarem. Sistema de filtros É o conjunto dos filtros de ar. que serve para mudar as velocidades e o sentido de movimento do veículo. a partir do posicionamento que se dá a alavanca de câmbio. a mangueira para o carburador. é que usamos o filtro de ar. combustível. As direções em que a alavanca deve ser mudada sempre constam em plaquetas fixadas na empilhadeira. Filtro de ar Para o bom funcionamento do motor e para que este tenha maior durabilidade. lubrificante.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Alavanca de Câmbio Dispositivo que serve para mudança de velocidade e sentido de direção do veículo. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 18 . e como acessório indispensável. levando carga perigosa no veículo ou quando tiver que fazer curvas bruscas e rápidas. permitindo que as rodas traseiras movimentem-se com velocidade diferentes uma das outras. É conveniente não dirigir com velocidade máxima.

_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 19 . o operador deve desligar imediatamente a chave de contato. é jogado contra o óleo. e sai purificado para o carburador. o operador deve prestar muita atenção nesse painel. O painel de instrumentos deve ser conservado sempre limpo. com todos os instrumentos apresentados com funcionamento. Por isso nunca deverá funcionar sem a mangueira do filtro de ar. Painel de instrumentos No painel de leitura. antes de qualquer outra providência. o operador encontra um observador fiel. que registra ao principais pontos vitais dos componentes da empilhadeira. Por isso. O motor é prejudicado quando trabalha com sujeira. Componentes do painel  Manômetro de pressão de óleo  Lâmpada piloto de óleo  Lâmpada piloto de gerador  Chave de contato  Horímetro  Marcador de combustível  Marcador de temperatura  Afogador Ao constatar uma anormalidade grave. Características dos outros instrumentos do painel Manômetro de pressão do Óleo É um dispositivo que tem por finalidade indicar a pressão da bomba de óleo do motor.OPERADOR DE EMPILHADEIRA O ar entra no filtro.

Funcionamento – ao ligar a chave de contato. Neste caso. a lâmpada acende. a lâmpada deve apagar-se.5 a 4kg/cm2 Em caso de leitura estar fora do normal. Em algumas empilhadeiras o manômetro pode indicar em kg/cm2. o motor estará correndo o risco de ser danificado. a pressão normal será 1. Providência – sempre que o manômetro registrar uma pressão deficiente. deve-se desligar o motor e avisar a oficina de manutenção. Defeitos: lâmpada queimada falta de pressão _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 20 . Leitura – O ponteiro deverá marcar entre 20 e 60 libras/pol2 para acusar normal. Quando o motor entrar em funcionamento.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Partes principais – ponteiro e mostrador com escala. Lâmpada piloto do óleo Utilidade – serve para verificar a pressão da bomba de óleo do motor.

piloto do gerador Utilidade: indica se o gerador está produzindo carga Funcionamento – ao ligar a chave de contato. Defeitos: lâmpada queimada gerador não produzindo carga regulador de voltagem defeituoso - Verificação: • • • lâmpada não acende ao ligar a chave – lâmpada queimada lâmpada sempre acesa – falta de carga lâmpada piscando – regulador de voltagem defeituoso Conseqüência: descarga de bateria queima do gerador queima do regulador de voltagem Providências – recolher o veículo a oficina de manutenção _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 21 . ao acelerar. esta deverá apagar-se. assim como a do óleo. a lâmpada acende. Providências: para o motor e avisar a manutenção Lâmpada.OPERADOR DE EMPILHADEIRA - excesso de temperatura Conseqüências – danificação do motor. Verificação: - lâmpada não acende ao ligar a chave – lâmpada queimada lâmpada sempre acesa – falta de pressão.

Serva para que a manutenção seja feita de acordo com as especificações do fabricante da máquina. Á esquerda – frio Á direita – quente _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 22 . Horímetro É um relógio que indica quantas horas o motor trabalhou. Partes principais – ponteiro e mostrador com marcador.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Chave de contato A chave de contato deve ser conservada sempre limpa. Um operador precavido. devendo portanto. Nunca deixe a chave de contato na posição ligada para evitar danos na bobina de ignição. ser feita uma verificação constante. Em caso de não funcionamento. por questões de segurança deve conservar sempre a metade da capacidade do tanque de combustível. O funcionamento do horímetro é muito importante. Partes principais – ponteiro e mostrador E = tanque vazio ½ = meio tanque F = tanque cheio Marcador de temperatura É um dispositivo que serve para verificar a temperatura da água do sistema de arrefecimento do motor. não deve ser forçada e o operador deve sempre lembrar que nela está uma das primeiras providências a ser tomada em caso de emergência. Marcador de combustível É um dispositivo que acusa o nível de combustível no tanque. pois desliga toda a parte elétrica da máquina. levar a empilhadeira à oficina de manutenção.

Comando da torre Alavancas que acionam o sistema hidráulico. situada á direita do operador. Empilhadeira Yale Possui uma alavanca de elevação e outra de inclinação. número de alavancas e posições das mesmas. Afogador É um dispositivo que reduz a entrada de ar no carburador. desligar o motor do veículo e avisar a oficina de manutenção. localizadas á direita do operador.Empilhadeira Hyster Possui uma alavanca que eleva e inclina a torre. - . diferem na localização. movimentando a torre. Providências – recolher o veículo á oficina de manutenção. Defeitos – cabo arrebentado ou borboleta solta. O motor pode ser danificado pelo excesso de temperatura. Providências – parar. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 23 . Dependendo da marca da empilhadeira.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Na metade – normal Lâmpada de piloto Acende com o sistema de arrefecimento superaquecido.

Há empilhadeiras que possuem acionamento hidráulico dos garfos no sentido horizontal e movimento giratório de 360º (graus).OPERADOR DE EMPILHADEIRA . .Empilhadeira Clark Possui uma alavanca que eleva e inclina a torre.Empilhadeira Toyota Caixa de Câmbio É um conjunto de engrenagens que servem para mudar as velocidades e o sentido de movimento do veículo. Alavanca de Câmbio _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 24 . situada á direita da coluna de direção.

reduzindo o esforço do motor nos dois sentidos. - Empilhadeira Toyota - Empilhadeira Hyster Possui uma alavanca de reversão (frente. .OPERADOR DE EMPILHADEIRA Serve para mudar a velocidade. defere na localização. Dependendo da marca da empilhadeira. número de alavancas de marchas e posições destas. e outras de mudança de marchas á direita do operador.ré) localizada á esquerda. na coluna de direção.Empilhadeira Yale Possui uma alavanca situada á direita do operador. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 25 .

OPERADOR DE EMPILHADEIRA - Empilhadeira Clark Possui uma alavanca de reversão (frente –ré) e outra de mudança de marchas: localizam-se á direita do operador. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 26 .

trava do rolamento da bomba. Torre Defeitos Não atinge o limite máximo de elevação Tomba para a frente Quebra da corrente Quebra do rolete Não eleva e nem inclina Causas Falta de óleo devido a vazamentos em válvulas de comando.OPERADOR DE EMPILHADEIRA MANUTENÇÃO Um bom operador. quebra da correia da bomba.Notificar a chefia Levar a empilhadeira a oficina Completar o nível do óleo Volante Defeito Causas SENAI – DOURADOS/MS _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 27 . trava da válvula acionada Conseqüências – possíveis acidentes Providências: . penetração de corpos estranhos. diminuindo assim o custo e o tempo de parada da máquina. mangueiras ou retentores Gaxeta estragada Desgaste por fadiga Deficiência do material. além de dirigir deve saber detectar defeitos e tomar as devidas providências antes que estes se tornem maiores ou perigosos. desgaste por fadiga Quebra do eixo da bomba. trava da válvula principal de elevação ou de inclinação Desce devagar quando suspensa sem ser Desgaste de gaxeta.

Providências.notificar a chefia e levar a empilhadeira na oficina.notificar a chefia e chamar o mecânico. Freios Defeitos Perda total dos freios Causas Vazamento de fluído na borrachinha do cilindro mestre ou borrachinha do cilindro de roda.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Volante duro ao movimentar Desregulagem da válvula de pressão do óleo. Pedais Embreagem Defeitos Com muita ou sem folga Disco gasto Rolamento gasto Causas desregulagem Uso excessivo/pedal sem folga. trava do rolamento da bomba. rotação do motor. tubulação _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 28 . não se altera a Quebra do terminal da haste. quebra da correia da bomba. dirigir com o pé apoiado no pedal Má lubrificação. Providências.impossibilidades de trafegar com a empilhadeira. Acelerador Defeitos Causas Acionando o pedal do acelerador. Nunca dirija descansando o pé no pedal da embreagem. dirigir com o pé apoiado Conseqüências – dificuldades de engate das marchas dificuldades em saída. quebra do terminal no pistão de direção Conseqüências – dificuldades para manobrar a empilhadeira. Motor acelerado Molas soltas ou quebradas Conseqüências.

possíveis acidentes. a direção ficará dura ao movimentar e acarretará uma diminuição na vida útil doa pneus.horário: menor tensão no cabo quebra do cabo. válvula solta. manobras em lugares apertados e impróprios para transitar. Bico torto. Providências: regular o freio através da porca situada na extremidade da alavanca girando no sentido: horário: maior tensão no cabo anti. Conseqüências: cortados ou desgastados implicarão em risco de acidentes. sujeira na válvula. Saídas e freadas bruscas: pneus abaixo da pressão.possíveis acidentes. Providências: - Notificar a chefia. Lonas excessivamente gastas Providências.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Perda parcial dos freios Conseqüências.notificar a chefia e chamar o mecânico Freio de Mão Defeito Freio não trava as rodas Causa Quebra do cabo de aço. desregulagem Conseqüências. Levar a empilhadeira à oficina para calibragem ou toca de pneus. Pneus Defeitos Cortados ou furados Com desgastes excessivos Vazamento na válvula Causas Choques contra obstáculos. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 29 . Abaixo da pressão ocasionarão maior esforço do motor. levar a empilhadeira à oficina e notificar a chefia.

alternador não carrega. Descarregar a bateria. motor de partida danificado. Placas grudadas Conseqüências. chamar o mecânico e notificar a chefia. quebra da coreia que aciona o alternador. Baterias Defeitos Descarregada Causas Falta de água destilada. platinado danificado. Falta de água destilada. bateria descarregada. Providências: Se tiver superaquecido. falta de combustível. desgaste dos contatos do regulador de voltagem. Verificação Diária As empilhadeiras trabalham 24 horas ininterruptamenbte. Motor Defeitos Superaquecimento Motor não pega Causas Carburador entupido.OPERADOR DE EMPILHADEIRA - Nunca ande com a empilhadeira com o pneu furado ou sem a pressão correta.não insistir no botão de partida. Providências. Notificar a chefia e chamar o mecânico. velas desgastadas. entupimento de circuito de gás. Conseqüências – fundir o motor. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 30 .não armazenamento de energia. bobina queimada. para a empilhadeira imediatamente .

e para de que não haja interrupção durante a jornada de trabalho. caso necessário Movimentar os cabos e verificar se estão soltos ou danificados Conservar os pólos da bateria untados com vaselina neutra ou graxa especial.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Para seu bom funcionamento. Completar o nível com água destilada. Nível de óleo do cárter Retirar a vareta Limpar a vareta com pano limpo _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 31 . é imprescindível que antes do início de cada turno se façam as seguintes verificações: Bateria – água e cabos Retirar as tampas - Verificar se a água cobre as placas.

Embreagem –folga .OPERADOR DE EMPILHADEIRA - Introduzir até o fim no local de onde foi retirada Retirar novamente a vareta - Verificar se o nível do óleo encontra-se entre os dois traços da vareta Completar com óleo SAE-20-30-4-. recomendado pelo fabricante. Óleo do Hidramático Verificar o nível de óleo pela vareta. e caso o nível esteja abaixo do traço inferior da vareta. a torre deve permanecer abaixada. Deixar a torre mais ou menos na vertical. se for vareta curta. completar com o óleo para transmissão hidramáticas. Se necessário. Óleo do hidráulico – nível Proceder do mesmo modo que para o óleo do cárter. completar com óleo. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 32 .comprimir o peda1l a verificar se a folga está entre 20 25 mm. caso o nível esteja abaixo do traço inferior da vareta.

se necessário. O pedal nunca deve encostar no assoalho da empilhadeira. Com a máquina em funcionamento.Quantidade Verificar se a quantidade é suficiente através dos marcadores. Painel – Funcionamento Verificar se todos os instrumentos do painel estão funcionando normalmente. os entupimentos ou mangueira soltas. - Recomenda-se a colocação de botijão reserva (GLP). Combustível. Freio de mão (de estacionamento) – Verificar se está com boa pressão na alavanca.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Freio –Folga Comprimir o pedal e constatar se este encontra resistaa6encia e se a folga está entre 15 e 25 mm. Filtro de Ar Verificar o nível de óleo. com o motor ligado. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 33 . ver se está freando bem.

Quanto à calibragem. caso a pressão seja superior a 100 libras. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ - SENAI – DOURADOS/MS 34 . Vazamento da bomba de gasolina e do carburador O vazamento da bomba de gasolina ou do carburador. Pressionar o bico do calibrador contra o bico da válvula do pneu.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Pneus – pressão e condições Retirar a tampa da válvula do pneu.Colméia e água Usar luvas para retirar a tampa. pode ocasionar incêndio na empilhadeira. Esvaziar. se a pressão estiver abaixo de 100 libras. Radiador. observar especificação do fabricante. Sempre que se observar vazamento. Fazer a leitura tomando como referência a borda do corpo. Verificar se os pneus encontram-se cortados ou excessivamente gastos. além da perda de combustível. - Completar. para a máquina.

A seguir você verá um modelo de tabela de observações diárias. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 35 .OPERADOR DE EMPILHADEIRA - Abrir a tampa até o primeiro estágio a fim de aliviar a pressão. - Completar o nível com o motor em funcionamento. Rolamento do encosto Lubrificar com graxa. se necessário . Extintor de Incêndio Examinar o lacre ou a pressão do relógio. Se o motor estiver superaquecido. passar ar comprimido. acionando-a (apertando-a). desligar o veículo e chamar a manutenção. Retirar a tampa e verificar o nível sem colocar o dedo. Buzina Verificar se está funcionado. se estiver quente. que deverá ser preenchido após cada 8 horas de operação. Verificar se a colméia está suja.

OPERADOR DE EMPILHADEIRA _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 36 .

As empilhadeiras não devem ser dirigidas por pessoas que não estejam habilitadas ou autorizadas para isso. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 37 .OPERADOR DE EMPILHADEIRA NORMAS DE SEGURANÇA Segurança é um fator básico quando se opera com a empilhadeira. Sempre que a máquina for colocada em movimento. o operador deve estar preparado para os imprevistos.

Qualquer pessoa pode aprender a dirigir uma empilhadeira. O operador deve estar sempre atento ao painel. Verificar se o freio de mão está desengatado. Na troca de marchas. Ao ligar a empilhadeira. 3. Veja. mas poucas podem realizá-lo com segurança. A habilidade de um operador em evitar acidentes é uma indicação de sua perícia. As partidas rápidas prejudicam a máquina. O operador deve dirigir com cuidado nos locais onde existem outras empilhadeiras. se for àré. A segurança é um fator básico quando se opera uma empilhadeira.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Ao colocar a empilhadeira em movimento. o operador deve estar atento ao sentido de deslocamento (direção) dos veículos. 2. Deve observar o ambiente. pois uma avaria na caixa de câmbio leva bastante tempo para ser consertada e conseqüentemente haverá prejuízos em dinheiro e tempo para a Empresa. estas 100 (cem) Normas de Segurança. As empilhadeiras devem ser freadas suavemente. 4. Nessas condições. colocá-la para trás. pisando na embreagem até o fim. Movimentar a alavanca de marcha: se for para a frente. o operador deve fazê-lo com cuidado. Deslizamento das rodas e frenagens violentas são perigosas e prejudiciais ao veículo e à carga. verifique sempre se a marcha está desengatada. colocá-la para a frente. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 38 . que todo bom operador deve seguir: 1. pois este mostra irregularidades da máquina. o operador deve ter cuidado. sem arranhar. Transitar sempre com os garfos um pouco acima do chão (15 a 20cm). agora.

Tirar o pé do freio e acelerar devagar para a saída. Avaliar bem o local por onde irá passar. 21. 13. puxando algum carrinho. 11. conservar a empilhadeira na posição horizontal e a torre na vertical. Quando estiver transportando carga delicada. 23. evitando assustá-las. 15. Deslocar de ré a empilhadeira até que a mesma tenha saído do lugar onde se encontrava. 8. Dirigir com cuidado pelos caminhos. 6. Fazer as manobras necessárias. 7. 25. e levantar os garfos. sempre tomando cuidado com o que está às suas costas e de ambos os lados. ou carregando algo. 24. 20. Posicionar a empilhadeira frontalmente (ou perpendicularmente) à carga até que esta encoste na torre. Buzinar regularmente (pelo menos três vezes) sempre que se aproximar de pessoas que estejam andando. andar na menor velocidade possível. Diminuir a marcha quando o piso tiver ondulações ou estiver molhado. 18. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 39 . 17. para evitar colisões e acidentes. evitar parar ao ultrapassar os obstáculos. Quando estiver transportando tambores. Evitar as manobras muito difíceis. 14. 19. Para carregar. pois uma parada brusca pode causar movimento dos mesmos. Inclinar a torre para o lado do motorista (para trás). sempre que tiver carga.OPERADOR DE EMPILHADEIRA 5. Os tambores devem sempre ser amarrados entre si. Em cruzamentos ou passagens sem visão. Tomar o cuidado de levantar e abaixar os garfos sempre que tiver de ultrapassar obstáculos. para evitar a queda da mesma. 12. Se for andar para a frente: olhar sempre com cuidado para o piso e para pessoas à sua frente. Se for andar em marcha à ré: olhar com cuidado o piso. 22. Procurar sempre os caminhos mais fáceis e mais seguros de serem percorridos. Não fazer curvas em alta velocidade. 9. Baixar os garfos somente até a altura suficiente para que os mesmos entrem embaixo do que vai ser levantado. ocasionando a sua queda. O suficiente para evitar lombadas. buzinar sempre. 16. Levantar os garfos o mínimo possível para o transporte. com cordas ou correntes. pessoas e obstáculos que estiverem nas proximidades. 10. para não provocar colisões da máquina ou da carga com o que estiver no caminho.

limpar as partes fixas da empilhadeira. Não fumar enquanto estiver ao volante ou abastecendo a empilhadeira. 37. 33. 27. 51. ao Supervisor ou à Manutenção. Sempre que não tiver visão de frente. Para verificação dos níveis de óleo. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 40 . dirigir a máquina em marcha à ré. descer rampas em marcha à ré. 32. 28. qualquer defeito verificado na empilhadeira. 40. Usar sapatões apropriados. 35.OPERADOR DE EMPILHADEIRA 26. Olhar sempre para trás na hora de dar marcha à ré. 30. Durante as descargas. limpar a máquina por fora. 31. Verificar a maneira mais fácil de carregar e descarregar o material. 48. Não provocar situações embaraçosas e perigosas. a não ser que ela pare e seja avisada. Encher o tanque de combustível sempre antes de iniciar o serviço. andar sempre de frente. não permitir pessoas em volta da empilhadeira. deixar a máquina em lugar plano. olhando para trás pelo lado direito. 46. não ultrapassá-la. Não assustar propositalmente os colegas. 49. e o pé esquerdo para frear (hidramático). amperagem. 43. usar sempre o pé direito para o freio e acelerador. Com a empilhadeira carregada. 41. Nunca fazer reversão (para frente ou para trás) com a máquina em movimento. Nao andar em grande velocidade. Comunicar imediatamente. 39. Com a empilhadeira descarregada. Segurar sempre o volante com as duas mãos. 42. Considerar sempre o tipo de material a ser transportado. 45. após a descarga. Quando estiver seguindo outra empilhadeira. Ao iniciar o serviço. 29. Quando estiver dirigindo de marcha à ré. Quando estiver operando a empilhadeira. 34. 47. 38. 36. 44. tirar o óleo do piso. usar o pé direito para acelerar. 50. Andando para a frente. Verificar sempre o peso e o volume da carga. nunca deixar de observar: pressão de óleo. Não mexer no motor e acessórios da empilhadeira. limpar o volante. a não ser quando tiver que acionar dispositivos de comando. Tomar cuidados especiais com determinados materiais a serem transportados. Não admitir brincadeiras em volta da empilhadeira.

quando operando forad~ propriedade da Empresa. 67. Certificar-se de que as rodas e as extremidades da carroceria do caminhão estejam devidamente calçadas. 62. 53. 73. qualquer que seja o local e o motivo alegado. em cima da empilhadeira. sempre que possível. 64. o que pode ocasionar incêndios. 65. Não utilizar garfos para empurrar. Iniciar o carregamento dos caminhões da frente da carroceria para trás. Observar os regulamentos de trânsito. Usar somente macaco do tipo “jacaré” para trocar os pneus da empilhadeira. 66. qualquer que seja o objeto. panos ou resíduos de óleo e graxa. Observar rigorosamente todos os regulamentos e sinalizações de trânsito interno estabelecido pela Empresa. para mexer na carga. Não deixar estopas. Não dirija com as mãos molhadas ou sujas de graxa. Usar luvas. Nunca soltar os garfos totalmente no chão para chamar a atenção de pedestres. Cargas colocadas de um lado da carroceria do caminhão devem ser carregadas e descarregadas por _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 41 . utilizando a faixa de segurança. 69. 68. Pessoas não autorizadas ou não treinadas não devem dirigir empilhadeira. use capa ao trafegar em pátio aberto. Verificar o lacre do extintor de incêndio. 74. devem ser evitados choques violentos e contatos da válvula com substâncias graxas. 60. 75. Tomar cuidado ao passar embaixo de pontes rolantes. Nenhuma carga deverá ser levantada ou transportada numa só lança do garfo da empi1 hadeira. pois há possibilidade de tombamento. antes de nela entrar com a empilhadeira. 58. 76. 55. Nunca colocar ou deixar a máquina em movimento estando fora dela. Não transportar líquidos inflamáveis ou corrosivos. 52. Não utilizar o acelerador como buzina. 77. 54. a não ser em recipientes especiais.OPERADOR DE EMPILHADEIRA temperatura e nível de combustível. Nunca ajustar a carga introduzindo o braço pela coluna. 71. 56. Não dirigir a empilhadeira com a perna esquerda para fora. Usar macacão ou outra indumentária especificada ao dirigir empilhadeira. Ao transportar tubos de oxigênio ou acetileno. Tambores somente devem ser transportados em estrados. Não efetuar meia volta em rampa ou plano inclinado. Nos dias chuvosos. 63. 72. 61. Nunca transportar pessoas na empilhadeira. 59. 57. usando encerados para proteção da carga. 70.

Entre as camadas. 84. 88. Não transportar latas empilhadas. o operador deve redobrara atenção. Nenhum equipamento deve ser colocado de forma a obstruir os corredores de circulação. verificar se o local é plano e se não obstrui extintor de incêndio ou passagem de pessoas ou equipamentos. pots somente o garfo não atinge o lado posterior da palheta e isto provocará. Empilhamento de amarrados de chapas devem ser feitos até o limite máximo de dois metros de altura. 80. Observar sempre uma distância de aproximadamente 5cm entre as pilhas. Observar 5 camadas de sacos por estrado. 82. Ao estacionar a empilhadeira. 90. principalmente se estiver transportando cargas. pois é uma carga muito instável. Se não tiver. coloque luvas de prolongamento nos garfos. Colocar o equipamento de forma que possa ser removido por uma empilhadeira e que permita o acesso aos demais equipamentos. Deve-se empilhar somente materiais iguais.OPERADOR DE EMPILHADEIRA este mesmo lado. fácil de cair nos garfos ao menor solavanco. Nunca deixar alguém embaixo de uma carga suspensa. 87. poiso equilíbrio da máquina e da pilha se tornam bastante instáveis. verifique se o estrado tem fundo fechado. Não se atirar contra as cargas. 91. 96. Ao empilhar estrados carregados com sacos. 94. Observar sempre o alinhamento da pilha. recomenda-se utilizar chapas de madeira. 95. a queda da carga. na horizontal e na vertical. 78. 93. 92. Se for pegar estrados no sentido longitudina (lado maior). Dirija-se sempre perpendicularmente à carroceria do caminhão. 79. 89. 85. observar que a pilha não fique inclinada por má arrumação destes. 83. Em se tratando de empilhamento a partir de 2 metros de altura. não empilhe. você pode danificar o material e também a si mesmo. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 42 . 81. Quando for empilhar estrados com sacos. 86. Pilhas de tambores devem ser feitas até o limite máximo de três camadas. Fardos de alumínio devem ser transportados. Transportar no máximo duas latas. dois por vez. no máximo. ao levantar. Evitar marchas à ré bruscas. no máximo. dispostas uma ao lado da outra.

OPERADOR DE EMPILHADEIRA 97. Antes de tentar elevar uma carga. o operador deve observar se o peso dessa carga está dentro da capacidade do veiculo. 102. Utilizar sempre na empilhadeira o “protetor do operador” e o “protetor de carga Diárias” deixada pelo outro operador. procurar um ajudante para auxiliar. e sempre. caminhões. Folha de Informação A capacidade nominal de uma empilhadeira geralmente é válida somente quando a máquina está no plano com a coluna vertical. Antes de iniciar o serviço com a empilhadeira. Em ultrapassagem de portas verificar antes. 104. A velocidade máxima de segurança para deslocamento em linha de produção. No mínimo uma distância equivalente a três empilhadeiras. a altura e largura das mesmas. se houver descuido quando da elevação da carga. deve ser de 5 KmIh. sem ter visão à frente. 100. Convém lembrar que qualquer empilhadeira pode ser tombada. verificar sempre a tabela “Observações 101. Nunca puxar ou empurrar carros. Ao subir uma rampa com carga. Não utilizar a empilhadeira como elevador de pessoas. 99. 98. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 43 . a não ser com a gaiola acoplada. empilhadeiras ou outros veículos com a empilhadeira. 103. Permanecer a uma distância razoável de outros veículos.

prendendo-os lateralmente com ambos os garfos (fig. barris. Rolos. as cargas podem ser colocadas e removidas inteiramente. tambores e objetos semelhantes. 22). que estejam deitados (por exemplo. Procurar elevar a carga somente quando a máquina estiver perto da pilha. podem ser transportados mais facilmente. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 44 .OPERADOR DE EMPILHADEIRA Quando apanhar objetos de forma cilíndrica. Ao operador compete estudar o problema de movimentação de cargas. leve a alavanca para a posição neutra e aproxime o veículo até a base da pilha sobre a qual a carga será colocada. tambores) incline os garfos ligeiramente para a frente. o operador descobrirá que. 23). Quando a carga tiver sido elevada até a altura desejada. estar sempre atento às operações que exigem cuidados e obter o máximo rendimento de trabalho. inclinando-se os garfos para frente ou para trás. de modo que as pontas dos garfos deslizem no chão e penetrem sob tais objetos (fig. com prática. com o mínimo de fadiga para ele e para a empilhadeira. Este procedimento reduzirá os esforços no motor e freios. que possuem bordas ou arestas. Embora uma carga possa ser removida ou colocada sobre uma pilha usando-se o sistema de elevação.

Planta leiaute convencional _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 45 .OPERADOR DE EMPILHADEIRA Sempre que houver dúvidas sobre a resistência de pisos (de instalações ou de outros veículos). passando pela produção. DIMENSIONAMENTO DE ESPAÇOS O problema de dimensionamento de espaços envolve toda a instalação de um indústria. desde a recepção. até a expedição. o operador deverá efetuar uma cuidada inspeção antes de ter acesso a eles com a empilhadeira.

tamanho. Antes de se efetuar um planejamento do espaço. o espaçamento entre dois pallets. raio de giro. segurança. reservada. varejo. Leiaute No projeto do leiaute há diversos itens que merecem considerações cuidadosas. Métodos de movimentação atuais ou planejados Capacidade do equipamento disponível ou proposto: tipo. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 46 . prateleiras. o espaçamento do pallet nos porta-pallets. é necessário obter um grande quantia de dados detalhados. porta-pallets. equiapmento mecânico a ser usado (empilhadeira para corredor estreito Vs e empilhadeira contrabalanceada). tamanho do pallet. capacidade. o espaçamento das colunas. tais como: • • • • • • • tamanho do produto. partindo de um conhecimento bastante aproximado das tendências do material estocado e das eventuais flutuações da demanda. informações sem as quais o leiaute se torna simples previsão sem base. tais como: máximo estoque estoque médio política de reposição unidades de estocagem volume recebido/expedido por período de tempo tipo de área de estocagem (disponível ou sendo planejada): granel. refrigeração.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Um leiaute de armazenagem leva em conta as exigências de estocagem de curto e longo prazo. estantes e área externa. razão entre a largura do corredor e o tamanho do pallet. etc.

localização dos corredores. e é difícil a sua determinação.OPERADOR DE EMPILHADEIRA • • • • formato e tamanho da edificação. etc). aos equipamentos de carga e descarga. localização das paredes corta-fogo. sua localização e tamanho desejados. e às áreas de serviços auxiliares. que por sua vez influenciará no espaçãmento das colunas. Devem ser localizados de forma a manter um bom acesso ao estoque. Eles são os caminhos de passagem dentro e entre as áreas de estocagem. tamanho dos itens estocados. Todos os fatores com seus inter-relacionamentos devem ser estudados para se conseguir otimização no uso do espaço. recebimento e expedição. Espaçamento entre colunas Este espaçamento é importantíssimo no projeto de um bom armazém. área de serviço requerida. tamanho. Alguns dos fatores que afetam a distribuição e a largura dos corredores são: • • • • • • • tipo de estrutura de armazenagem. capacidade. capacidade de carga do piso. tamanho dos lotes estocados. Corredores O arranjo e dimensionamento dos corredores é uma das chaves se conseguir a máxima eficiência do armazém. Ele determinará as dimensões da estrutura porta-lets. equipamentos de movimentação( tipo. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 47 . raio de giro. localização desejada do recebimento e expedição. distância e acessibilidade às portas e às áreas de carregamento e descarregamento.

etc. facilidade de acesso desejado. Devem. os mais comuns são: • corredores de trabalho São aqueles através dos quais o material é colocado ou retirado na estocagem: . _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 48 .Corretores de cruzamento. . . geralmente conduzindo ás portas opostos do armazém. equipamentos anti-incêndios. Se extendem através do todo o prédio e permitem tráfego nos dois sentidos. Há diversos tipos de corredores.Corredores auxiliares Necessários para acesso a fontes de utilidades. Se extendem através de todo o prédio.Corredores de pessoal São aqueles utilizados somente por pessoas para acesso à áreas especiais ou interiores de edificação. na medida do possível serem demarcados.Corredores de transporte principal.OPERADOR DE EMPILHADEIRA • • localização de elevadores e rampas. .

raio de giro interno. • • • ser suficiente para empilhadeiras possam se colocar na perpendicular ao corredor. plano horizontal de empilhamento. devem ser consideradas as seguintes dimensões: • • • • • raio de giro externo.Os corredores devem ser identificados por um alinha de largura de 8 a 10cm demarcada no piso. desempilhamento de materiais e produtos.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Abaixo estão relacionados algumas sugestões úteis para dimensionamento do corredores. 8. SENAI – DOURADOS/MS _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 49 . obtidos da prática: 1. incluir uma folga. Determinação do espaço de manobra para empilhadeira No momento de escolher o tipo de veículo mais conveniente para os operações de movimentação de materiais.Devem conduzir às portas quando possível. A largura desses corredores depende de três elementos em prioridade fundamental.Os corredores devem ser suficeientemente largos para permitir uma operação eficiente. empilhamento. 6. 3. como um dos fatores mais importantes de decisões.Não devem ser obstruidos. Na determinação de mínimo espaço necessário á manobras das empilhadeiras. deve incluir o comprimento da carga no sentido de deslocamento. ângulo reto de empilhamento.Os corredores devem ser retilíneos (o máximo possível). 4. remoção.As colunas podem ser utilizadas frequentemente como linhas de fronteira. 2.Todos os corredores devem Ter mão única de direção.As interseções devem ser minimizadas. 5. plano vertical de empilhamento. 7.Todos os itens estocados devem ser conveniente acessíveis. para possibilitar manobras mais rápidas e seguras. 9. para depósito. menos os corredores de transporte principais. o corredor da operação deve condicionar a largura livre necessária para o equipamento num giro de 90º.

significa a largura necessária do corredor para girar uma empilhadeira em 90º. a fim de depositar um material na lateral de um corredor.OPERADOR DE EMPILHADEIRA • mínima intercessão de corredores. Mínima largura do corredor para empilhamento em ângulo reto A largura do corredor para o empilhamento em ângulo reto. distância entre a linha central do eixo dianteiro (tracionário) e frente do suporte dos garfos. mais o fator (C). comprimento da carga. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 50 . A folga adequada para empilhamento entre as cargas usadas para se calcular a largura mínima do corredor necessária para empilhamento em ângulo reto. três fatores são envolvidos para determinar esta dimensão: • • • raio de giro.

Isso permitirá ao operador efetuar giros mais suaves e velocidade normal de operação sem preocupar-se com a precisão da aproximação na área de empilhamento. a largura necessária do corredor torna-se menor. Desse modo. Quando a recomendação dessa dimensão é importante. Como as especificações do raio de giro. é aconselhável adicionar 150 a 300mm á largura do corredor para empilhadeiras de pequeno porte (1000 a 4000kg de capacidade) e até 800mm ou mais quando trata-se de empilhadeiras de maior porte.OPERADOR DE EMPILHADEIRA Conforme mostra a figura acima. _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 51 . à medida que aumenta a folga entre as cargas. as dimensões do corredor para empilhamento em ângulo reto são determinadas sob condições ideais de operação. considera-se a dimensão da largura do corredor para empilhamento ou a largura entre os suportes verticais das prateleiras.

OPERADOR DE EMPILHADEIRA _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 52 .

OPERADOR DE EMPILHADEIRA _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ SENAI – DOURADOS/MS 53 .

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