Você está na página 1de 46
Bioclimatologia e Etologia Animal Criação Avícola Prof a . Sheila C. Ribeiro
Bioclimatologia e Etologia Animal Criação Avícola Prof a . Sheila C. Ribeiro
Bioclimatologia e Etologia Animal Criação Avícola Prof a . Sheila C. Ribeiro
Bioclimatologia e Etologia Animal Criação Avícola
Bioclimatologia e Etologia Animal
Criação Avícola

Prof a . Sheila C. Ribeiro

Introdução Bem-Estar Animal 1964 – Ruth Harisson Máquinas Animais   Denúncia Maus Tratos Animais 1965
Introdução Bem-Estar Animal 1964 – Ruth Harisson Máquinas Animais   Denúncia Maus Tratos Animais 1965
Introdução Bem-Estar Animal 1964 – Ruth Harisson Máquinas Animais   Denúncia Maus Tratos Animais 1965
Introdução
Introdução

Bem-Estar Animal

1964 – Ruth Harisson Máquinas Animais

1964 Ruth Harisson Máquinas Animais

1964 – Ruth Harisson Máquinas Animais
 
  Denúncia Maus Tratos Animais

Denúncia Maus Tratos Animais

1965 - Rogers Brambell

1965 - Rogers Brambell

Relatório: Dificuldade avaliar parâmetros Bem estar animal

Relatório: Dificuldade avaliar parâmetros Bem estar animal

1967  

1967

 
avaliar parâmetros Bem estar animal 1967   Comissão de Bem-estar de Animais de Produção Cinco

Comissão de Bem-estar de Animais de Produção

Cinco LiberdadesDificuldade avaliar parâmetros Bem estar animal 1967   Comissão de Bem-estar de Animais de Produção

Introdução  Bem-Estar Animal  Livres de Fome, Sede e Desnutrição.  Livres de Desconforto.
Introdução  Bem-Estar Animal  Livres de Fome, Sede e Desnutrição.  Livres de Desconforto.
Introdução  Bem-Estar Animal  Livres de Fome, Sede e Desnutrição.  Livres de Desconforto.
Introdução
Introdução

Bem-Estar Animal

Livres de Fome, Sede e Desnutrição.

Livres de Desconforto. Livres de Dor, Injúria e Doença.

Livres para expressar um Comportamento Normal.

Livres de Medo e Estresse negativo.

Introdução Bem-Estar Animal Conselho de Bem-estar dos animais de produção 5 liberdades Inglaterra, Países
Introdução Bem-Estar Animal Conselho de Bem-estar dos animais de produção 5 liberdades Inglaterra, Países
Introdução Bem-Estar Animal Conselho de Bem-estar dos animais de produção 5 liberdades Inglaterra, Países
Introdução
Introdução

Bem-Estar Animal

Conselho de Bem-estar dos animais de produçãoIntrodução Bem-Estar Animal 5 liberdades Inglaterra, Países Escandinavos, França Estados Unidos – poedeiras

5 liberdadesAnimal Conselho de Bem-estar dos animais de produção Inglaterra, Países Escandinavos, França Estados Unidos

Inglaterra, Países Escandinavos, FrançaConselho de Bem-estar dos animais de produção 5 liberdades Estados Unidos – poedeiras Densidade Debicagem MAPA

Estados Unidos – poedeiras poedeiras

Densidade Debicagem
Densidade
Debicagem

MAPA – 2008 2008

CTBEA – Comissão Técnica Permanente de Bem-Estar Animal Comissão Técnica Permanente de Bem-Estar Animal

2011 – Reestruturada Reestruturada

Introdução Legislações: Decreto 30.691 de 1952 – RIISPOA IN 03 de 2000 – Métodos de
Introdução Legislações: Decreto 30.691 de 1952 – RIISPOA IN 03 de 2000 – Métodos de
Introdução Legislações: Decreto 30.691 de 1952 – RIISPOA IN 03 de 2000 – Métodos de
Introdução
Introdução

Legislações:

Decreto 30.691 de 1952 – RIISPOA RIISPOA

IN 03 de 2000 – Métodos de Insensibilização de abate humanitário Métodos de Insensibilização de abate humanitário

IN 56 de 2008 – Recomendações BP de BE: Animais de Produção Recomendações BP de BE: Animais de Produção

Introdução Consumo Avícola no Brasil Produto Acessível Baixo Custo Alto Valor Nutricional
Introdução Consumo Avícola no Brasil Produto Acessível Baixo Custo Alto Valor Nutricional
Introdução Consumo Avícola no Brasil Produto Acessível Baixo Custo Alto Valor Nutricional
Introdução
Introdução

Consumo Avícola no Brasil

Produto AcessívelIntrodução Consumo Avícola no Brasil Baixo Custo Alto Valor Nutricional

Baixo CustoIntrodução Consumo Avícola no Brasil Produto Acessível Alto Valor Nutricional

Alto Valor NutricionalConsumo Avícola no Brasil Produto Acessível Baixo Custo

Brasil Produto Acessível Baixo Custo Alto Valor Nutricional

http://liderbalancas.wordpress.com/2012/11/16/carne-de-frango-tem-

valorizacoes-no-varejo-e-no-atacado/

Introdução
Introdução
Introdução
Introdução
Introdução
Introdução Etologia Aviária Gênero Gallus Espécie Gallus Gallus Galo e Galinha doméstica Organização Social (1946
Introdução Etologia Aviária Gênero Gallus Espécie Gallus Gallus Galo e Galinha doméstica Organização Social (1946
Introdução Etologia Aviária Gênero Gallus Espécie Gallus Gallus Galo e Galinha doméstica Organização Social (1946
Introdução
Introdução

Etologia Aviária

Gênero GallusIntrodução Etologia Aviária Espécie Gallus Gallus Galo e Galinha doméstica Organização Social (1946 – Guhl e

Espécie Gallus GallusIntrodução Etologia Aviária Gênero Gallus Galo e Galinha doméstica Organização Social (1946 – Guhl e Warren)

Etologia Aviária Gênero Gallus Espécie Gallus Gallus Galo e Galinha doméstica Organização Social (1946 –

Galo e Galinha doméstica

Organização Social (1946 Guhl e Warren)

Importância Manejo

Dominância e Submissão Domínio de território

“Ordem das bicadas”

Introdução Organização Social  Machos x Fêmeas – “ Cavalheirismo”  Entre as fêmeas: 
Introdução Organização Social  Machos x Fêmeas – “ Cavalheirismo”  Entre as fêmeas: 
Introdução Organização Social  Machos x Fêmeas – “ Cavalheirismo”  Entre as fêmeas: 
Introdução Organização Social  Machos x Fêmeas – “ Cavalheirismo”  Entre as fêmeas: 
Introdução
Introdução

Organização Social

Machos x Fêmeas – “Cavalheirismo”

Entre as fêmeas:

x Fêmeas – “ Cavalheirismo”  Entre as fêmeas:  Classe alta ou superior  Classe

Classe alta ou superior

Classe Média

Classe baixa ou inferior

Raras as lutas e Disputas

 Classe Média  Classe baixa ou inferior  Raras as lutas e Disputas Peso, Tamanho,

Peso, Tamanho, Idade, Postura Corporal

Introdução Comportamento Natural: Ciscar, banhar, empoleirar Gregárias 5 – 30 aves Defesa contra predadores
Introdução Comportamento Natural: Ciscar, banhar, empoleirar Gregárias 5 – 30 aves Defesa contra predadores
Introdução Comportamento Natural: Ciscar, banhar, empoleirar Gregárias 5 – 30 aves Defesa contra predadores
Introdução
Introdução

Comportamento Natural:

Ciscar, banhar, empoleirar

Comportamento Natural: Ciscar, banhar, empoleirar Gregárias 5 – 30 aves Defesa contra predadores

Gregárias

Comportamento Natural: Ciscar, banhar, empoleirar Gregárias 5 – 30 aves Defesa contra predadores Comportamentos

5 30 aves

Defesa contra predadoresCiscar, banhar, empoleirar Gregárias 5 – 30 aves Comportamentos agressivos Disputa alimento, espaço,

Comportamentos agressivosCiscar, banhar, empoleirar Gregárias 5 – 30 aves Defesa contra predadores Disputa alimento, espaço, herarquia

Gregárias 5 – 30 aves Defesa contra predadores Comportamentos agressivos Disputa alimento, espaço, herarquia

Disputa alimento, espaço, herarquia

Introdução Produção de Frango x Bioclimatologia e Etologia Ambiente Inadequado Doenças Bem-Estar x Produtividade
Introdução Produção de Frango x Bioclimatologia e Etologia Ambiente Inadequado Doenças Bem-Estar x Produtividade
Introdução Produção de Frango x Bioclimatologia e Etologia Ambiente Inadequado Doenças Bem-Estar x Produtividade
Introdução
Introdução

Produção de Frango x Bioclimatologia e Etologia

Ambiente Inadequado

de Frango x Bioclimatologia e Etologia Ambiente Inadequado Doenças Bem-Estar x Produtividade Frangos de Corte x
de Frango x Bioclimatologia e Etologia Ambiente Inadequado Doenças Bem-Estar x Produtividade Frangos de Corte x

Doenças

Bem-Estar x Produtividade

Frangos de Corte x Aves de Postura

Ambiência na criação de Aves de Produção Ambiência Tipologia Termodinâmica Condições salubres
Ambiência na criação de Aves de Produção Ambiência Tipologia Termodinâmica Condições salubres
Ambiência na criação de Aves de Produção
Ambiência na criação de Aves de Produção
Ambiência na criação de Aves de Produção Ambiência Tipologia Termodinâmica Condições salubres

Ambiência

TipologiaAmbiência na criação de Aves de Produção Ambiência Termodinâmica Condições salubres

TermodinâmicaAmbiência na criação de Aves de Produção Ambiência Tipologia Condições salubres

Condições salubresAmbiência na criação de Aves de Produção Ambiência Tipologia Termodinâmica

Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Fatores Ambientais Temperatura Umidade Ventilação Homotermia Brasil
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Fatores Ambientais Temperatura Umidade Ventilação Homotermia Brasil
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental

Fatores AmbientaisPráticas de Manejo – Temperatura Ambiental Temperatura Umidade Ventilação Homotermia Brasil Diferentes Regiões

Temperaturade Manejo – Temperatura Ambiental Fatores Ambientais Umidade Ventilação Homotermia Brasil Diferentes Regiões

Umidade– Temperatura Ambiental Fatores Ambientais Temperatura Ventilação Homotermia Brasil Diferentes Regiões

VentilaçãoTemperatura Ambiental Fatores Ambientais Temperatura Umidade Homotermia Brasil Diferentes Regiões Características da

Homotermia

Ambientais Temperatura Umidade Ventilação Homotermia Brasil Diferentes Regiões Características da Região

Brasil Diferentes RegiõesAmbientais Temperatura Umidade Ventilação Homotermia Características da Região Adaptação Instalações Ex.:

Umidade Ventilação Homotermia Brasil Diferentes Regiões Características da Região Adaptação Instalações Ex.:

Características da Região

Adaptação InstalaçõesVentilação Homotermia Brasil Diferentes Regiões Características da Região Ex.: Sul - Amplitude Térmica 0-37°C

Ex.: Sul - Amplitude TérmicaUmidade Ventilação Homotermia Brasil Diferentes Regiões Características da Região Adaptação Instalações 0-37°C

Brasil Diferentes Regiões Características da Região Adaptação Instalações Ex.: Sul - Amplitude Térmica 0-37°C

0-37°C

Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Ambiente Controlado Considerar: Variações Climáticas Idade Peso Tipo de
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Ambiente Controlado Considerar: Variações Climáticas Idade Peso Tipo de
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental

Ambiente Controlado Considerar:Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Variações Climáticas Idade Peso Tipo de Ração Controle Térmico –

– Temperatura Ambiental Ambiente Controlado Considerar: Variações Climáticas Idade Peso Tipo de Ração Controle
– Temperatura Ambiental Ambiente Controlado Considerar: Variações Climáticas Idade Peso Tipo de Ração Controle

Variações Climáticas– Temperatura Ambiental Ambiente Controlado Considerar: Idade Peso Tipo de Ração Controle Térmico – Forma

IdadeAmbiente Controlado Considerar: Variações Climáticas Peso Tipo de Ração Controle Térmico – Forma Econômica

PesoAmbiente Controlado Considerar: Variações Climáticas Idade Tipo de Ração Controle Térmico – Forma Econômica

Tipo de RaçãoAmbiental Ambiente Controlado Considerar: Variações Climáticas Idade Peso Controle Térmico – Forma Econômica

Controle Térmico – Forma Econômica Forma Econômica

Tipologia Galpões avícolas Brasileiros Localização Evitar: Terrenos de Baixada Alta Umidade Baixa Movimentação Ar
Tipologia Galpões avícolas Brasileiros Localização Evitar: Terrenos de Baixada Alta Umidade Baixa Movimentação Ar
Tipologia Galpões avícolas Brasileiros Localização Evitar: Terrenos de Baixada Alta Umidade Baixa Movimentação Ar
Tipologia Galpões avícolas Brasileiros
Tipologia Galpões avícolas Brasileiros

Localização

Evitar:

Galpões avícolas Brasileiros Localização Evitar: Terrenos de Baixada Alta Umidade Baixa Movimentação Ar

Terrenos de Baixada

Alta UmidadeBrasileiros Localização Evitar: Terrenos de Baixada Baixa Movimentação Ar Insuficiente Insolação Obstrução

Baixa Movimentação ArLocalização Evitar: Terrenos de Baixada Alta Umidade Insuficiente Insolação Obstrução Ar – Deficiente

Insuficiente InsolaçãoEvitar: Terrenos de Baixada Alta Umidade Baixa Movimentação Ar Obstrução Ar – Deficiente ventilação

Obstrução Ar – Deficiente ventilação Deficiente ventilação

Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Localização Taxa de radiação Posicionamento Leste Oeste Projeção de
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Localização Taxa de radiação Posicionamento Leste Oeste Projeção de
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental

Localização

Taxa de radiação Posicionamento Leste Oeste Projeção de Telhados (Beirais) 1,5 – 2,5 m
Taxa de radiação
Posicionamento Leste Oeste
Projeção de Telhados (Beirais)
1,5 – 2,5 m
Ambiental Localização Taxa de radiação Posicionamento Leste Oeste Projeção de Telhados (Beirais) 1,5 – 2,5 m
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Alvenaria Comprimento x Largura Forro sob cobertura Cobertura: Poliuretano
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Alvenaria Comprimento x Largura Forro sob cobertura Cobertura: Poliuretano
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental

AlvenariaPráticas de Manejo – Temperatura Ambiental Comprimento x Largura Forro sob cobertura Cobertura: Poliuretano Telha de

Comprimento x LarguraPráticas de Manejo – Temperatura Ambiental Alvenaria Forro sob cobertura Cobertura: Poliuretano Telha de Barro

Forro sob cobertura– Temperatura Ambiental Alvenaria Comprimento x Largura Cobertura: Poliuretano Telha de Barro Distância entre

Cobertura:Alvenaria Comprimento x Largura Forro sob cobertura Poliuretano Telha de Barro Distância entre Galpões 35 –

Comprimento x Largura Forro sob cobertura Cobertura: Poliuretano Telha de Barro Distância entre Galpões 35 –

PoliuretanoAlvenaria Comprimento x Largura Forro sob cobertura Cobertura: Telha de Barro Distância entre Galpões 35 –

Telha de BarroAlvenaria Comprimento x Largura Forro sob cobertura Cobertura: Poliuretano Distância entre Galpões 35 – 40 m

Distância entre GalpõesAmbiental Alvenaria Comprimento x Largura Forro sob cobertura Cobertura: Poliuretano Telha de Barro 35 – 40

35 – 40 m 40 m

Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Fontes de calor Radiação Solar Direta Calor das Aves
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Fontes de calor Radiação Solar Direta Calor das Aves
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental

Fontes de calorPráticas de Manejo – Temperatura Ambiental Radiação Solar Direta Calor das Aves Radiação dos Arredores Paisagismo

Radiação Solar Direta Calor das Aves Radiação dos Arredores

Solar Direta Calor das Aves Radiação dos Arredores Paisagismo Circundante Cobertura de grama Menor calor

Paisagismo CircundanteSolar Direta Calor das Aves Radiação dos Arredores Cobertura de grama Menor calor refletivo Arvores Sombra

Cobertura de gramadas Aves Radiação dos Arredores Paisagismo Circundante Menor calor refletivo Arvores Sombra natural sobre cobertura

Menor calor refletivoCalor das Aves Radiação dos Arredores Paisagismo Circundante Cobertura de grama Arvores Sombra natural sobre cobertura

ArvoresRadiação dos Arredores Paisagismo Circundante Cobertura de grama Menor calor refletivo Sombra natural sobre cobertura

Sombra natural sobre coberturaDireta Calor das Aves Radiação dos Arredores Paisagismo Circundante Cobertura de grama Menor calor refletivo Arvores

dos Arredores Paisagismo Circundante Cobertura de grama Menor calor refletivo Arvores Sombra natural sobre cobertura
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Paisagismo Circundante Quebra-Ventos Eucalipto Pinus Casuarina Acácia
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Paisagismo Circundante Quebra-Ventos Eucalipto Pinus Casuarina Acácia
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Paisagismo Circundante Quebra-Ventos Eucalipto Pinus Casuarina Acácia

Paisagismo Circundante

Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Paisagismo Circundante Quebra-Ventos Eucalipto Pinus Casuarina Acácia

Quebra-Ventos

Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Paisagismo Circundante Quebra-Ventos Eucalipto Pinus Casuarina Acácia

EucaliptoPráticas de Manejo – Temperatura Ambiental Paisagismo Circundante Quebra-Ventos Pinus Casuarina Acácia

PinusPráticas de Manejo – Temperatura Ambiental Paisagismo Circundante Quebra-Ventos Eucalipto Casuarina Acácia

CasuarinaPráticas de Manejo – Temperatura Ambiental Paisagismo Circundante Quebra-Ventos Eucalipto Pinus Acácia

AcáciaPráticas de Manejo – Temperatura Ambiental Paisagismo Circundante Quebra-Ventos Eucalipto Pinus Casuarina

Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Aspersão de Água Evitar umedecer Arredores – Irradiar calor
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Aspersão de Água Evitar umedecer Arredores – Irradiar calor
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental

Aspersão de ÁguaPráticas de Manejo – Temperatura Ambiental Evitar umedecer Arredores – Irradiar calor Pintura Telhados Lateral:

Evitar umedecer Arredores – Irradiar calor Irradiar calor

Pintura Telhadosde Água Evitar umedecer Arredores – Irradiar calor Lateral: Mureta 20 cm Cortina e tela Arquivo

Lateral:Evitar umedecer Arredores – Irradiar calor Pintura Telhados Mureta 20 cm Cortina e tela Arquivo Sheila

umedecer Arredores – Irradiar calor Pintura Telhados Lateral: Mureta 20 cm Cortina e tela Arquivo Sheila

MuretaEvitar umedecer Arredores – Irradiar calor Pintura Telhados Lateral: 20 cm Cortina e tela Arquivo Sheila

umedecer Arredores – Irradiar calor Pintura Telhados Lateral: Mureta 20 cm Cortina e tela Arquivo Sheila

20 cm

Cortina e telade Água Evitar umedecer Arredores – Irradiar calor Pintura Telhados Lateral: Mureta 20 cm Arquivo Sheila

umedecer Arredores – Irradiar calor Pintura Telhados Lateral: Mureta 20 cm Cortina e tela Arquivo Sheila

Arquivo Sheila C. Ribeiro

Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Cortina Interna Móveis Polietileno

Cortina Interna

MóveisPráticas de Manejo – Temperatura Ambiental Cortina Interna Polietileno

PolietilenoPráticas de Manejo – Temperatura Ambiental Cortina Interna Móveis

Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Cortina Interna Móveis Polietileno
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Dimensionamento das Granjas Largura x comprimento 12m x 100,0
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Dimensionamento das Granjas Largura x comprimento 12m x 100,0
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Dimensionamento das Granjas Largura x comprimento 12m x 100,0
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Dimensionamento das Granjas Largura x comprimento 12m x 100,0
Práticas de Manejo – Temperatura Ambiental Dimensionamento das Granjas Largura x comprimento 12m x 100,0

Práticas de Manejo Temperatura Ambiental

Dimensionamento das Granjas

Largura x comprimento– Temperatura Ambiental Dimensionamento das Granjas 12m x 100,0 a 140,0m Pé direito Temperatura – 3,5

Ambiental Dimensionamento das Granjas Largura x comprimento 12m x 100,0 a 140,0m Pé direito Temperatura –

12m x 100,0 a 140,0m

Pé direitoDimensionamento das Granjas Largura x comprimento 12m x 100,0 a 140,0m Temperatura – 3,5 a 4,0

Temperatura – 3,5 a 4,0 m 3,5 a 4,0 m

PisoDimensionamento das Granjas Largura x comprimento 12m x 100,0 a 140,0m Pé direito Temperatura – 3,5

das Granjas Largura x comprimento 12m x 100,0 a 140,0m Pé direito Temperatura – 3,5 a

Concreto

Ambiência – Condições Salubres Alta Densidade Poluentes Aéreos Amônia Decomposição Microbiana do Nitrogênio
Ambiência – Condições Salubres Alta Densidade Poluentes Aéreos Amônia Decomposição Microbiana do Nitrogênio
Ambiência – Condições Salubres Alta Densidade Poluentes Aéreos Amônia Decomposição Microbiana do Nitrogênio
Ambiência – Condições Salubres
Ambiência – Condições Salubres

Alta Densidade

Ambiência – Condições Salubres Alta Densidade Poluentes Aéreos Amônia Decomposição Microbiana do Nitrogênio

Poluentes Aéreos

Amônia– Condições Salubres Alta Densidade Poluentes Aéreos Decomposição Microbiana do Nitrogênio Dejetos Uréia

Decomposição Microbiana do NitrogênioSalubres Alta Densidade Poluentes Aéreos Amônia Dejetos Uréia Ácido Úrico Proteínas não digeridas

DejetosAéreos Amônia Decomposição Microbiana do Nitrogênio Uréia Ácido Úrico Proteínas não digeridas Doenças

UréiaAmônia Decomposição Microbiana do Nitrogênio Dejetos Ácido Úrico Proteínas não digeridas Doenças

Ácido ÚricoAéreos Amônia Decomposição Microbiana do Nitrogênio Dejetos Uréia Proteínas não digeridas Doenças Respiratórias

Proteínas não digeridasPoluentes Aéreos Amônia Decomposição Microbiana do Nitrogênio Dejetos Uréia Ácido Úrico Doenças Respiratórias

Doenças RespiratóriasPoluentes Aéreos Amônia Decomposição Microbiana do Nitrogênio Dejetos Uréia Ácido Úrico Proteínas não digeridas

Sistemas de Acondicionamento Térmico Para Emprego do Sistema: Acondicionamento Térmico Natural Localização
Sistemas de Acondicionamento Térmico Para Emprego do Sistema: Acondicionamento Térmico Natural Localização
Sistemas de Acondicionamento Térmico Para Emprego do Sistema: Acondicionamento Térmico Natural Localização
Sistemas de Acondicionamento Térmico
Sistemas de Acondicionamento Térmico

Para Emprego do Sistema:

Acondicionamento Térmico Natural

LocalizaçãoPara Emprego do Sistema: Acondicionamento Térmico Natural Orientação Paisagismo Adequação Arquitetônica

Orientaçãodo Sistema: Acondicionamento Térmico Natural Localização Paisagismo Adequação Arquitetônica Pé-Direito Forma

PaisagismoAcondicionamento Térmico Natural Localização Orientação Adequação Arquitetônica Pé-Direito Forma Materiais de

Adequação ArquitetônicaTérmico Natural Localização Orientação Paisagismo Pé-Direito Forma Materiais de Cobertura Pintura e Outros

Pé-DireitoNatural Localização Orientação Paisagismo Adequação Arquitetônica Forma Materiais de Cobertura Pintura e Outros

FormaLocalização Orientação Paisagismo Adequação Arquitetônica Pé-Direito Materiais de Cobertura Pintura e Outros

Materiais de CoberturaTérmico Natural Localização Orientação Paisagismo Adequação Arquitetônica Pé-Direito Forma Pintura e Outros

Pintura e OutrosTérmico Natural Localização Orientação Paisagismo Adequação Arquitetônica Pé-Direito Forma Materiais de Cobertura

Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Temperatura 1 – 7 dias: 31-33°C 35 – 42 dias:
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Temperatura 1 – 7 dias: 31-33°C 35 – 42 dias:
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Temperatura 1 – 7 dias: 31-33°C 35 – 42 dias:
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração
Equipamentos para Aquecimento e
Refrigeração

Temperatura

1 – 7 dias: 31-33°C 7 dias: 31-33°C

35 – 42 dias: 21 – 23°C 42 dias: 21 23°C

Sistemas de Aquecimento

Pinteiros em Círculo35 – 42 dias: 21 – 23°C Sistemas de Aquecimento 3,0m raio 0,4 m altura Chapa

3,0m raio21 – 23°C Sistemas de Aquecimento Pinteiros em Círculo 0,4 m altura Chapa Galvanizada 500-700 aves

0,4 m altura21 – 23°C Sistemas de Aquecimento Pinteiros em Círculo 3,0m raio Chapa Galvanizada 500-700 aves Pinteiro

Chapa Galvanizada21 – 23°C Sistemas de Aquecimento Pinteiros em Círculo 3,0m raio 0,4 m altura 500-700 aves

500-700 aves21 – 23°C Sistemas de Aquecimento Pinteiros em Círculo 3,0m raio 0,4 m altura Chapa Galvanizada

Pinteiro tipo estufadias: 21 – 23°C Sistemas de Aquecimento Pinteiros em Círculo 3,0m raio 0,4 m altura Chapa

Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração
Equipamentos para Aquecimento e
Refrigeração
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Sistemas de Aquecimento Pinteiro Tipo Estufa Cortinas Plastificadas 1-3
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Sistemas de Aquecimento Pinteiro Tipo Estufa Cortinas Plastificadas 1-3
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração
Equipamentos para Aquecimento e
Refrigeração
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Sistemas de Aquecimento Pinteiro Tipo Estufa Cortinas Plastificadas 1-3
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Sistemas de Aquecimento Pinteiro Tipo Estufa Cortinas Plastificadas 1-3

Sistemas de Aquecimento

Pinteiro Tipo Estufa

Cortinas PlastificadasEquipamentos para Aquecimento e Refrigeração Sistemas de Aquecimento Pinteiro Tipo Estufa 1-3 semanas

1-3 semanasEquipamentos para Aquecimento e Refrigeração Sistemas de Aquecimento Pinteiro Tipo Estufa Cortinas Plastificadas

Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Aquecedores Campânulas Incidência Pintos Melhor limpeza e manutenção
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Aquecedores Campânulas Incidência Pintos Melhor limpeza e manutenção
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Aquecedores Campânulas Incidência Pintos Melhor limpeza e manutenção
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Aquecedores Campânulas Incidência Pintos Melhor limpeza e manutenção
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração
Equipamentos para Aquecimento e
Refrigeração

Aquecedores

Campânulas

Incidência PintosEquipamentos para Aquecimento e Refrigeração Aquecedores Campânulas Melhor limpeza e manutenção

Melhor limpeza e manutençãoEquipamentos para Aquecimento e Refrigeração Aquecedores Campânulas Incidência Pintos

Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Aquecedores Campânulas Incidência Pintos Melhor limpeza e manutenção
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Ventilação e Resfriamento Aves Adultas Redução Espaço na Engorda
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Ventilação e Resfriamento Aves Adultas Redução Espaço na Engorda
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Ventilação e Resfriamento Aves Adultas Redução Espaço na Engorda
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração
Equipamentos para Aquecimento e
Refrigeração

Ventilação e ResfriamentoEquipamentos para Aquecimento e Refrigeração Aves Adultas Redução Espaço na Engorda Dissipação de Calor

Aves AdultasAquecimento e Refrigeração Ventilação e Resfriamento Redução Espaço na Engorda Dissipação de Calor

Redução Espaço na Engordae Refrigeração Ventilação e Resfriamento Aves Adultas Dissipação de Calor Equipamento de Ventilação

Dissipação de Calore Resfriamento Aves Adultas Redução Espaço na Engorda Equipamento de Ventilação Ventilação Positiva Baixo

Equipamento de VentilaçãoAdultas Redução Espaço na Engorda Dissipação de Calor Ventilação Positiva Baixo Custo/ Fácil Instalação

Ventilação Positivana Engorda Dissipação de Calor Equipamento de Ventilação Baixo Custo/ Fácil Instalação Manutenção/ gasto

Baixo Custo/ Fácil Instalaçãode Calor Equipamento de Ventilação Ventilação Positiva Manutenção/ gasto energia/ Distribuição desuniforme

Manutenção/ gasto energia/ Distribuição desuniformena Engorda Dissipação de Calor Equipamento de Ventilação Ventilação Positiva Baixo Custo/ Fácil Instalação

Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Exaustores Ventilação Negativa Nebulizadores
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Exaustores Ventilação Negativa Nebulizadores
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Exaustores Ventilação Negativa Nebulizadores
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração
Equipamentos para Aquecimento e
Refrigeração

ExaustoresEquipamentos para Aquecimento e Refrigeração Ventilação Negativa Nebulizadores

Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Exaustores Ventilação Negativa Nebulizadores

Ventilação Negativa

NebulizadoresEquipamentos para Aquecimento e Refrigeração Exaustores Ventilação Negativa

Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Exaustores Ventilação Negativa Nebulizadores
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Nebulizadores – Resfriamento Evaporativo Tamanho da Partículas Quanto
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Nebulizadores – Resfriamento Evaporativo Tamanho da Partículas Quanto
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração Nebulizadores – Resfriamento Evaporativo Tamanho da Partículas Quanto
Equipamentos para Aquecimento e Refrigeração
Equipamentos para Aquecimento e
Refrigeração

Nebulizadores Resfriamento Evaporativo

Tamanho da PartículasRefrigeração Nebulizadores – Resfriamento Evaporativo Quanto Menor Maior tempo em suspensão – Resfriamento Ar

– Resfriamento Evaporativo Tamanho da Partículas Quanto Menor Maior tempo em suspensão – Resfriamento Ar

Quanto Menor

Resfriamento Evaporativo Tamanho da Partículas Quanto Menor Maior tempo em suspensão – Resfriamento Ar

Maior tempo em suspensão Resfriamento Ar

Posicionamento dos Nebulizadores– Resfriamento Evaporativo Tamanho da Partículas Quanto Menor Maior tempo em suspensão – Resfriamento Ar

Tamanho da Partículas Quanto Menor Maior tempo em suspensão – Resfriamento Ar Posicionamento dos Nebulizadores
Tamanho da Partículas Quanto Menor Maior tempo em suspensão – Resfriamento Ar Posicionamento dos Nebulizadores
Ambiência na criação de Aves de Produção Primeiras Semanas de Vida Desenvolvimento ótimo Aves Arquivo
Ambiência na criação de Aves de Produção Primeiras Semanas de Vida Desenvolvimento ótimo Aves Arquivo
Ambiência na criação de Aves de Produção
Ambiência na criação de Aves de Produção

Primeiras Semanas de Vida

na criação de Aves de Produção Primeiras Semanas de Vida Desenvolvimento ótimo Aves Arquivo Sheila C.

Desenvolvimento ótimo Aves

na criação de Aves de Produção Primeiras Semanas de Vida Desenvolvimento ótimo Aves Arquivo Sheila C.
na criação de Aves de Produção Primeiras Semanas de Vida Desenvolvimento ótimo Aves Arquivo Sheila C.
na criação de Aves de Produção Primeiras Semanas de Vida Desenvolvimento ótimo Aves Arquivo Sheila C.

Arquivo Sheila C. Ribeiro

Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Zona de Conforto Térmico ou Termoneutralidade
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Zona de Conforto Térmico ou Termoneutralidade
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Zona de Conforto Térmico ou Termoneutralidade
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase
Aspectos Fisiológicos e Manejo para
Manutenção da Homeostase

Zona de Conforto Térmico ou Termoneutralidade

da Homeostase Zona de Conforto Térmico ou Termoneutralidade Termotolerância Idade Peso 1 – 7 dias: 31-33°C

Termotolerância

Idadede Conforto Térmico ou Termoneutralidade Termotolerância Peso 1 – 7 dias: 31-33°C 35 – 42 dias:

PesoTérmico ou Termoneutralidade Termotolerância Idade 1 – 7 dias: 31-33°C 35 – 42 dias: 21 –

1 – 7 dias: 31-33°C 7 dias: 31-33°C

35 – 42 dias: 21 – 23°C 42 dias: 21 23°C

Umidade 50-75%1 – 7 dias: 31-33°C 35 – 42 dias: 21 – 23°C * Na termoneutralidade a

* Na termoneutralidade a energia utilizada para termogênese é

mínima

* Energia direcionada: ganho de peso, Conversão alimentar, Produção ovos

Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Consumo de Alimento Ingestão de Água 18-20°C
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Consumo de Alimento Ingestão de Água 18-20°C
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Consumo de Alimento Ingestão de Água 18-20°C
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase
Aspectos Fisiológicos e Manejo para
Manutenção da Homeostase

Consumo de AlimentoFisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Ingestão de Água 18-20°C 24-25°C Temperatura x Umidade

Ingestão de ÁguaManejo para Manutenção da Homeostase Consumo de Alimento 18-20°C 24-25°C Temperatura x Umidade Termo-Higrômetro 2

18-20°Cda Homeostase Consumo de Alimento Ingestão de Água 24-25°C Temperatura x Umidade Termo-Higrômetro 2 x/dia

24-25°CHomeostase Consumo de Alimento Ingestão de Água 18-20°C Temperatura x Umidade Termo-Higrômetro 2 x/dia – 5

Temperatura x Umidade

Termo-Higrômetro

2 x/dia – 5 dias 5 dias

Diariamente24-25°C Temperatura x Umidade Termo-Higrômetro 2 x/dia – 5 dias Refugagem e Mortalidade Arquivo Sheila C.

Temperatura x Umidade Termo-Higrômetro 2 x/dia – 5 dias Diariamente Refugagem e Mortalidade Arquivo Sheila C.

Refugagem e Mortalidade

Temperatura x Umidade Termo-Higrômetro 2 x/dia – 5 dias Diariamente Refugagem e Mortalidade Arquivo Sheila C.

Arquivo Sheila C. Ribeiro

Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Termorregulação das Aves Dissipação de Calor Maior
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Termorregulação das Aves Dissipação de Calor Maior
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Termorregulação das Aves Dissipação de Calor Maior
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase
Aspectos Fisiológicos e Manejo para
Manutenção da Homeostase

Termorregulação das AvesFisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Dissipação de Calor Maior Área Superfície Corporal

Dissipação de Calorpara Manutenção da Homeostase Termorregulação das Aves Maior Área Superfície Corporal Agachar com asas afastadas

Homeostase Termorregulação das Aves Dissipação de Calor Maior Área Superfície Corporal Agachar com asas afastadas

Maior Área Superfície Corporal

Agachar com asas afastadasAves Dissipação de Calor Maior Área Superfície Corporal Piloereção Maior Fluxo sanguíneo Pés Crista Barbela

PiloereçãoMaior Área Superfície Corporal Agachar com asas afastadas Maior Fluxo sanguíneo Pés Crista Barbela Anastomoses

Maior Fluxo sanguíneoMaior Área Superfície Corporal Agachar com asas afastadas Piloereção Pés Crista Barbela Anastomoses arteriovenosas

PésCorporal Agachar com asas afastadas Piloereção Maior Fluxo sanguíneo Crista Barbela Anastomoses arteriovenosas

CristaCorporal Agachar com asas afastadas Piloereção Maior Fluxo sanguíneo Pés Barbela Anastomoses arteriovenosas

BarbelaSuperfície Corporal Agachar com asas afastadas Piloereção Maior Fluxo sanguíneo Pés Crista Anastomoses arteriovenosas

Anastomoses arteriovenosas

Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Aves Ambiente Trocas Latentes Resfriamento Evaporativo
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Aves Ambiente Trocas Latentes Resfriamento Evaporativo
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Aves Ambiente Trocas Latentes Resfriamento Evaporativo
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Aves Ambiente
Aspectos Fisiológicos e Manejo para
Manutenção da Homeostase
Aves
Ambiente

Trocas Latentes Resfriamento Evaporativo Respiratório

para Manutenção da Homeostase Aves Ambiente Trocas Latentes Resfriamento Evaporativo Respiratório Troca de Calor

Troca de Calor

Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Temperaturas Muito elevadas Frequência Respiratória 10
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Temperaturas Muito elevadas Frequência Respiratória 10
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Temperaturas Muito elevadas Frequência Respiratória 10
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase
Aspectos Fisiológicos e Manejo para
Manutenção da Homeostase

Temperaturas Muito elevadas

Frequência Respiratória 10 xpara Manutenção da Homeostase Temperaturas Muito elevadas Contração Muscular Quadros Hipertermia Severos

Contração MuscularTemperaturas Muito elevadas Frequência Respiratória 10 x Quadros Hipertermia Severos Hiperventilação Desequilíbrio

Quadros Hipertermia

Severos

Hiperventilação Desequilíbrio Ácido-Basico Alcalose Respiratória

Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Alcalose Respiratória Hiperventilação Frequência
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Alcalose Respiratória Hiperventilação Frequência
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Alcalose Respiratória Hiperventilação Frequência
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Alcalose Respiratória Hiperventilação Frequência
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase
Aspectos Fisiológicos e Manejo para
Manutenção da Homeostase

Alcalose Respiratória

Hiperventilaçãopara Manutenção da Homeostase Alcalose Respiratória Frequência Respiratória Eliminação CO 2 Sangue Alcalino

da Homeostase Alcalose Respiratória Hiperventilação Frequência Respiratória Eliminação CO 2 Sangue Alcalino

Frequência Respiratóriada Homeostase Alcalose Respiratória Hiperventilação Eliminação CO 2 Sangue Alcalino Efeitos Negativos Sobre

Respiratória Hiperventilação Frequência Respiratória Eliminação CO 2 Sangue Alcalino Efeitos Negativos Sobre

Eliminação CO 2 2

Sangue AlcalinoFrequência Respiratória Eliminação CO 2 Efeitos Negativos Sobre Animal: Consumo do Alimento Taxa de

Efeitos Negativos Sobre Animal:

Consumo do Alimento

Taxa de Crescimento

Desempenho

Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Galinhas Poedeiras – Alcalose Respiratória
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Galinhas Poedeiras – Alcalose Respiratória
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Galinhas Poedeiras – Alcalose Respiratória
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase
Aspectos Fisiológicos e Manejo para
Manutenção da Homeostase

Galinhas Poedeiras – Alcalose Respiratória Alcalose Respiratória

Desequilíbrio Mineral Ovos Pequenos e Casca Fina
Ovos Pequenos e Casca FinaDesequilíbrio Mineral

Desequilíbrio Mineral Ovos Pequenos e Casca Fina Cálcio no sangue Cálcio + Proteína Cálcio + Ácidos

Cálcio no sangue

Cálcio + ProteínaDesequilíbrio Mineral Ovos Pequenos e Casca Fina Cálcio no sangue Cálcio + Ácidos Orgânicos Cálcio Livre

Cálcio + Ácidos OrgânicosRespiratória Desequilíbrio Mineral Ovos Pequenos e Casca Fina Cálcio no sangue Cálcio + Proteína Cálcio Livre

Cálcio Livre
Cálcio Livre
Mineral Ovos Pequenos e Casca Fina Cálcio no sangue Cálcio + Proteína Cálcio + Ácidos Orgânicos
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Ca + + Livre Estresse Calórico Casca
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Ca + + Livre Estresse Calórico Casca
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase Ca + + Livre Estresse Calórico Casca
Aspectos Fisiológicos e Manejo para Manutenção da Homeostase
Aspectos Fisiológicos e Manejo para
Manutenção da Homeostase

Ca + + Livre ++ Livre

Estresse Calóricoe Manejo para Manutenção da Homeostase Ca + + Livre Casca do Ovo Hiperventilação / Ofegação

Casca do Ovoda Homeostase Ca + + Livre Estresse Calórico Hiperventilação / Ofegação Perda de CO 2 Aumento

Hiperventilação / OfegaçãoHomeostase Ca + + Livre Estresse Calórico Casca do Ovo Perda de CO 2 Aumento pH

Perda de CO 2 2

Aumento pHCasca do Ovo Hiperventilação / Ofegação Perda de CO 2 Diminuição Ca + + Livre pH

Diminuição Ca + + Livre ++ Livre

pH básico – Não dissociação “proteína -Calcio ” – Não dissociação “proteína-Calcio

Ácidos Orgânicos - CálcioPerda de CO 2 Aumento pH Diminuição Ca + + Livre pH básico – Não dissociação

Doenças Metabólicas Variações bruscas de Temperatura Estresse Térmico Altas Altitudes Síndrome da Hipertensão
Doenças Metabólicas Variações bruscas de Temperatura Estresse Térmico Altas Altitudes Síndrome da Hipertensão
Doenças Metabólicas Variações bruscas de Temperatura Estresse Térmico Altas Altitudes Síndrome da Hipertensão
Doenças Metabólicas
Doenças Metabólicas

Variações bruscas de TemperaturaDoenças Metabólicas Estresse Térmico Altas Altitudes Síndrome da Hipertensão Pulmonar (Ascite) Melhoramento Genético

Estresse TérmicoDoenças Metabólicas Variações bruscas de Temperatura Altas Altitudes Síndrome da Hipertensão Pulmonar (Ascite)

Altas AltitudesVariações bruscas de Temperatura Estresse Térmico Síndrome da Hipertensão Pulmonar (Ascite) Melhoramento

bruscas de Temperatura Estresse Térmico Altas Altitudes Síndrome da Hipertensão Pulmonar (Ascite) Melhoramento

Síndrome da Hipertensão Pulmonar (Ascite)

Melhoramento GenéticoAltas Altitudes Síndrome da Hipertensão Pulmonar (Ascite) Rápido Crescimento Muscular Sobrecarga Cardiorrespiratória

Rápido Crescimento MuscularAltas Altitudes Síndrome da Hipertensão Pulmonar (Ascite) Melhoramento Genético Sobrecarga Cardiorrespiratória

Sobrecarga CardiorrespiratóriaTérmico Altas Altitudes Síndrome da Hipertensão Pulmonar (Ascite) Melhoramento Genético Rápido Crescimento Muscular

Doenças Metabólicas Aumento Muscular Hipoxemia (sangue) e Hipóxia (tecidos) Débito Cardíaco Aumento Pressão Arterial
Doenças Metabólicas Aumento Muscular Hipoxemia (sangue) e Hipóxia (tecidos) Débito Cardíaco Aumento Pressão Arterial
Doenças Metabólicas Aumento Muscular Hipoxemia (sangue) e Hipóxia (tecidos) Débito Cardíaco Aumento Pressão Arterial
Doenças Metabólicas
Doenças Metabólicas

Aumento MuscularDoenças Metabólicas Hipoxemia (sangue) e Hipóxia (tecidos) Débito Cardíaco Aumento Pressão Arterial Pulmonar

Hipoxemia (sangue) e Hipóxia (tecidos)Doenças Metabólicas Aumento Muscular Débito Cardíaco Aumento Pressão Arterial Pulmonar Hipertrofia Cardíaca Sistema

Débito CardíacoAumento Muscular Hipoxemia (sangue) e Hipóxia (tecidos) Aumento Pressão Arterial Pulmonar Hipertrofia Cardíaca

Aumento Pressão Arterial PulmonarHipoxemia (sangue) e Hipóxia (tecidos) Débito Cardíaco Hipertrofia Cardíaca Sistema Porta hepático:

Hipertrofia CardíacaDébito Cardíaco Aumento Pressão Arterial Pulmonar Sistema Porta hepático: Permeabilidade Capilar Epitélio

Sistema Porta hepático:Aumento Pressão Arterial Pulmonar Hipertrofia Cardíaca Permeabilidade Capilar Epitélio Fenestrado dos Sinusóides

Permeabilidade CapilarPulmonar Hipertrofia Cardíaca Sistema Porta hepático: Epitélio Fenestrado dos Sinusóides Hepáticos Mecanismos:

Epitélio Fenestrado dos Sinusóides HepáticosCardíaca Sistema Porta hepático: Permeabilidade Capilar Mecanismos: Eritropoetina Medula Óssea Policitemia

Mecanismos:Capilar Epitélio Fenestrado dos Sinusóides Hepáticos Eritropoetina Medula Óssea Policitemia Compensatória

Eritropoetina

Capilar Epitélio Fenestrado dos Sinusóides Hepáticos Mecanismos: Eritropoetina Medula Óssea Policitemia Compensatória

Medula Óssea

Policitemia Compensatória

Doenças Metabólicas Outros Fatores que Contribuem Linhagens de Frangos/Elevados níveis energéticos Ganho Peso Má
Doenças Metabólicas Outros Fatores que Contribuem Linhagens de Frangos/Elevados níveis energéticos Ganho Peso Má
Doenças Metabólicas Outros Fatores que Contribuem Linhagens de Frangos/Elevados níveis energéticos Ganho Peso Má
Doenças Metabólicas
Doenças Metabólicas

Outros Fatores que Contribuem

Linhagens de Frangos/Elevados níveis energéticosDoenças Metabólicas Outros Fatores que Contribuem Ganho Peso Má qualidade do Ar Amônia, CO2 Transtornos Sistema

Ganho PesoLinhagens de Frangos/Elevados níveis energéticos Má qualidade do Ar Amônia, CO2 Transtornos Sistema

Má qualidade do ArContribuem Linhagens de Frangos/Elevados níveis energéticos Ganho Peso Amônia, CO2 Transtornos Sistema Respiratório

Amônia, CO2Linhagens de Frangos/Elevados níveis energéticos Ganho Peso Má qualidade do Ar Transtornos Sistema Respiratório

Transtornos Sistema RespiratórioFatores que Contribuem Linhagens de Frangos/Elevados níveis energéticos Ganho Peso Má qualidade do Ar Amônia, CO2