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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

PEDAGOGIA – 7º SEMESTRE

MAICON ANDRIEL DA SILVA

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO –


Anos Iniciais do Ensino Fundamental

RELATÓRIO FINAL

Rosário Do Ivaí
2015
MAICON ANDRIEL DA SILVA

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

Anos Iniciais do Ensino Fundamental

Relatório de Estágio apresentado ao curso Pedagogia


da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para a
disciplina de Estágio Curricular Obrigatório – Anos
Iniciais do Ensino Fundamental - 7º semestre.
Orientador: prof. Melina Klaus
Tutor eletrônico: Marcia de Souza Quadros Muller
Tutor de sala: Alessandra Rodrigues Da Silva

Rosario Do Ivaí
2015
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO.....................................................................................................04

1 ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO: ORGANIZAÇÃO E


CONTRIBUIÇÃO.................................................................................................05

1.1 CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO....................................................................05

2 ROTINA OBSERVADA ..................................................................................06

3 INTRODUÇÃO ................................................................................................08

3.1 REFERENCIAL TEÓRICO ...........................................................................08

4 INTERVENÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL...........14

5 RELATO DA INTERVENÇÃO..........................................................................20

6 MOSTRA DE ESTÁGIO...................................................................................22

CONSIDERAÇÕES FINAIS.................................................................................23

REFERÊNCIA .....................................................................................................24
INTRODUÇÃO

O presente estágio dos anos iniciais do ensino fundamental tem como


objetivo observar e diagnosticar a realidade e como se desenvolvem as atividades
no ambiente escolar de maneira que o pedagogo conduza a aprendizagem dos
educandos e como se avalia a apreensão do conhecimento da criança. Objetiva
ainda analisar a interação dos alunos com os docentes e com o ambiente no
cotidiano escolar em que estão inseridos. O referido estágio é de suma importância
para instrumentalizar o estudante de Pedagogia e futuro profissional da educação,
para que o mesmo se familiarize com a prática da sala de aula, conviva com os
alunos e professores e habitue-se ao ambiente escolar com seus problemas,
desafios, dificuldades, mas também repleto de alegria.

Serão desenvolvidas as atividades de observação no qual tem por meta a


observação ao atendimento dado aos alunos de diferentes turmas nos anos iniciais
do ensino fundamental, escola enfrenta grandes desafios, o Ensino Fundamental por
exemplo passa de 8 para 9 anossendo assim neste contexto, a criança chega no 1º
ano, muitas vezes já alfabetizada e com grande variedade de informações e
conhecimentos, adquiridas no ambiente familiar, no grupo de convívio, pela televisão
e já não é mais aquela criança que ao chegar na 1º ano tudo era novidade e
descoberta. Esse aluno necessita de um professor bem informado e preparado para
trabalhar conteúdos e dar conta das exigências de uma educação moderna e
atualizada, em um mundo globalizado, que desperte o interesse e a vontade da
criança apropriar-se de novos conhecimentos e experiências positivas, a alegria da
convivência e descobertas de saberes, valores e lições de cidadania que a
acompanharão pela vida, tornando-a cidadã instruída, consciente de seus direitos e
deveres, que saiba conviver e respeitar a diversidade, a natureza e faça pleno uso
dos meios de informação e tecnologias disponíveis. Com a realização do estagio, o
aluno tem a oportunidade de poder confrontar a teoria com a pratica dentro da
escola, contendo uma vivencia com o trabalho que realizara no futuro, podendo
trocar experiencias com professores e aprender conceitos que somente se aprende
na pratica do oficio, sem contar que faz-se uma reflexão sobre a realidade
observada e de todas as experiencias vivenciadas na instituição.
1 ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO: ORGANIZAÇÃO E CONTRIBUIÇÃO

1.1 CARACTERIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

A Escola Municipal Manoel José Lopes oferece turmas seriadas desde o Pré
até o 5° ano do fundamental I para a comunidade de Grandes Rios. Os professores
regentes na escola realizam seus planos de aula com a antecedência, preparando
os materias necessários para que não tenha furos no cronograma e nem frustações
desnecessárias. A aula inicia-se as 7h30min para todas as turmas, mas o recreio é
feito de forma intercalada para que não haja grande aglomeração entre os alunos no
corredores assim evitando problemas e com termino às 11h30min.

O trabalho realizado em sala segue em grande harmonia entre professores e


alunos acarretendo assim um bom relacionamento interpessoal entre ambos, sendo
que as atividades propostas pelos docentes contém grande aceitação entre os
dicentes, podendo assim ocorrer uma aprendizagem efetiva e eficaz para os alunos.

Em todas a turmas que passei na escola no período da manhã com a


companhia da pedagoga da escola, observei entusiamo e principalmente
curiosidade por parte dos alunos, sendo eu o indivíduo diferente da rotina escolar.
Mas depois de realizar a observação pude constatar que a única turma que se
encaixou para realizar o Estágio Obrigatório III foi 4ª série , onde fui recebido com
uma dose a mais de euforia e curiosidade. O tempo que fiquei ali foi somente para
responder questões dos alunos e matar um pouco a curiosidade deles.
2 ROTINA OBSERVADA

Quando cheguei à instituição para realizar a observação fui bem recebido


pela direção, corpo docente e pelas crianças. As aulas iniciam as 07h30min e
terminam às 11h30min. Os docentes tem ótimo domínio das turmas, conduzindo a
aula com organização e firmeza e com atividades que favorecem o aprendizado.
Seus métodos são bastante enriquecedores, usando ludicidade para desempenhar
seu trabalho. Sabemos que há dificuldade, porém são todas responsáveis, cumprem
os horários com rigor e conduz o educando com firmeza, mas sem deixar que os
mesmos sejam críticos e reflexivos, aceitando novidades e mudanças com
facilidade.

O trabalho realizado em sala segue em grande harmonia entre professores e


alunos acarretendo assim um bom relacionamento interpessoal entre ambos, sendo
que as atividades propostas pelos docentes contém grande aceitação entre os
dicentes, podendo assim ocorrer uma aprendizagem efetiva e eficaz para os alunos.
Depois de observar todas as turmas optei em estagiar na sala do 4° ano com o
professor Darci, por ser um docente com grande bagagem na area da educação e
poderá me auxiliar nos momentos de dificuldade com sua grande experiencia em
sala de aula.

RELATO DA OBSERVAÇÃO 1º ANO

A professora tem ótimo domínio da turma, conduzindo a aula com organização e


firmeza e com atividades que favorecem o aprendizado. Os educandos tem uma boa
interação uns com os outros e com a professora.

RELATO DA OBSERVAÇÃO 2º ANO

A turma é muito agitada, porém mesmo com todas as dificuldades a professora


trabalha muito bem, de forma lúdica e possibilitando que as crianças aprendam o
conteúdo. Uma das formas que a professora usa para ensinar são músicas, roda de
leitura junto com roda de conversa, para assim ensinar as crianças o hábito de uma
boa leitura.

RELATO DA OBSERVAÇÃO 3º ANO

Observei que a professora tem domínioem sala de aula, fazendo com que os alunos
tenham comportamento adequado. Os alunos estão conheçendo a professora agora,
pois a professora anterior não tinha o controle de suas aulas, deixando os alunos
livres e sem que os mesmos tenham interesse no conteúdo repassado. A
professoraatual trata os alunos de forma rígida para fazer com que as crianças
aprendam e participem das aulas dadas.

RELATO DA OBSERVAÇÃO 4º ANO

Uma das melhores turmas do colégio. Nessa turma quase todos sabem ler e
escrever, existe pouca dificuldade para que seja aplicado o conteúdo elaborado pelo
professor. As crianças participam das aulas, o professor é dinâmico e contém grande
experiencia em sala de aula.

RELATO DA OBSERVAÇÃO 5º ANO

Turma já avançada, todos já conheçem as letras, sabem ler e escrever. A professora


e carinhosa, chega na mesa de cada aluno para ajudá-los na dificuldade que cada
um tem, sempre disposta e atenciosa, desde que estejam sentadas em seus
lugares.
3 INTRODUÇÃO

Este Projeto abordou a temática Literatura e teve a finalidade de identificar a


importância da leitura, escrita, oralidade dentro outros aspecitos para os educandos
da 4ª série do ensino fundamental, além de criar condições para que os educandos
sentissem motivados para ler e escrever.

Este projeto justifica-se pela necessidade de incentivar a leitura de bons


livros, despertando nos alunos maneiras diversificadas para a construção do
conhecimento. Desta forma, a literatura é muito importantes para a vida individual,
social, profissional e cultural.

Nesta perspectiva, ler e escrever são atividades essenciais em todos os


níveis educacionais, os quais permitem ao educando interagir com os outros,
possibilita a aquisição de diferentes pontos de vista e a expansão de novas
experiências.

3.1 REFERENCIALTEÓRICO

A literatura infantil assume um papel importante no contexto histórico-social


e em sua utilização na prática educacional. Nos primeiros anos a literatura é
necessária para que se construa uma ligação entre a criança e a linguagem
influenciada pelo sistema alfabético. A criança precisa, desde cedo, estar em contato
com livros, para que desperte a curiosidade e o interesse pelo mesmo.
Um dos caminhos interessantes de se iniciar as crianças no mundo da
leitura é pela constatação de história. As histórias infantis são importantes para a
formação dos pequenos leitores. Escutá-las pode ser o início da aprendizagem para
ser um leitor. Vale dizer que a literatura infantil tem uma grande importância no
processo da leitura, estimulando assim o prazer de ler.
Para compreender melhor esta constituição histórica, cabe citar elementos
que nessa perspectiva ajudam, historicamente, a compreender o tema.
A Literatura Infantil iniciou-se na França na segunda metade do século XVII,
no reinado de Luís XIV. Luís XIV se preocupou em criar uma literatura para a
população e em especial para as crianças, valorizando a imaginação. Devido a um
movimento popular que ocorreu neste século contra o seu governo, o rei francês
contrata Charles Perrault que coleta contos e lendas da Idade Média. O dever de
Charles era adaptar essas histórias populares aos interesses da burguesia de forma
pedagógica, tornando assim didaticamente adaptados por acreditar na ingenuidade
do povo, devido a sua condição social e à idade. Foi neste momento que ficou
estabelecido um laço entre a literatura popular e a infantil.
No Brasil, a Literatura Infantil foi iniciada através de obras literárias
portuguesas, sendo a utilização dessas obras adotadas, porque não existiam livros
para crianças e os escritores brasileiros apenas reproduziam tais obras. É no século
XX que a Literatura Brasileira, inicia verdadeiramente com Monteiro Lobato que
atendeu às necessidades culturais da nossa educação introduzindo uma linguagem
na realidade e criando personagens característicos do país. Segundo Abramovich
(2007 p. 48):
O revolucionário na obra de Lobato ganha maior abrangência na literatura
infantil que ele inaugura entre nós. Rompendo com os padrões prefixados
do gênero, seus livros infantis criam um mundo que não se constitui num
reflexo do real, mas na antecipação de uma realidade que supera os
conceitos e os preconceitos da situação histórica em que é produzida.

Os livros infantis de Lobato são um reflexo do mundo real ganhando assim


um lugar de destaque e abrindo espaço para a Literatura Brasileira. Talvez ela seja a
responsável por iniciar, verdadeiramente, o homem no mundo literário, devendo ser
utilizada como ferramenta de consciência. Os livros de Lobato permitem que
apreciemos experiências diferentes daquilo que já vivemos e proporciona
experimentarmos as que já foram adquiridas. Suas obras fazem com que o leitor
veja a realidade por meio de seus favoráveis conceitos. Adquirimos uma
interpretação de mundo nos aspectos cultural, econômico, político e social deixando
sempre possibilidade de discórdia entre o escritor e o leitor. O aluno expõe sua
opinião e crítica sobre o texto literário lido.
A literatura chama a atenção do leitor infantil, que está começando a
desenvolver o hábito pela leitura, pois ela oferece uma nova organização da visão
do mundo ordenando a partir de então experiências significativas. Esse processo de
desenvolvimento é feito com muito estímulo e prazer fazendo com que os futuros
leitores possam adquirir afinidade com os livros.
Segundo Cadermatori (2007, p. 19 e 20):
(...) adquirindo o hábito da leitura, a criança passa a escrever melhor e a
dispor de um repertório mais amplo de informações, a principal função que a
literatura cumpre junto a seu leitor é a apresentação de novas
possibilidades existenciais, sociais, políticas e educacionais. É nessa
dimensão que ela se constitui em meio emancipatório que a escola e a
família, como instituições, não podem oferecer.

O gosto pela literatura na criança pode ser despertado desde cedo. Esse
primeiro contato com um texto geralmente acontece através da voz da mãe, do pai,
do avô ou da avó cantando cantigas de ninar, contando fábulas, histórias criadas em
que a criança faz parte do enredo. Esta atividade começa a ser desenvolvida antes
mesmo de a criança chegar à escola. A maneira utilizada pelos pais e avós acontece
de forma natural, que encanta, permite que a criança desenvolva sua sensibilidade
para que sinta prazer no processo da leitura. Dessa forma, pode-se despertar o
interesse pela literatura de várias maneiras, como afirma Abramovich, (1999, p. 16):
O primeiro contato da criança com o texto é feito oralmente, através da voz
da mãe, do pai, contando contos de fadas, trechos da Bíblia, histórias
inventadas (tendo a criança ou os pais como personagem)... contadas
durante o dia, numa tarde de chuva... Ou à noite, antes de dormir...
Preparando para o sono gostoso e reparador... Embalado por uma voz
amada.

Nesse contexto vale ressaltar que a literatura infantil desenvolve não


somente a imaginação, a criatividade, o pensar e o agir das crianças, mas também
permite – lhes fazer parte e se colocar como personagem das histórias tornando - as
uma brincadeira. Porque o ato de brincar não representa apenas um momento de
folga da criança, ele é natural durante a infância. Em meio a essa atividade
tipicamente infantil, a criança também descobre os valores do mundo que o cerca e,
assim, estabelece - se como indivíduo pertencente a um grupo social. Dessa forma,
pode-se conceber a brincadeira como um dos elementos responsáveis pelo
enraizamento de valores culturais. A transmissão desses princípios é feita de
geração para geração e, atualmente, bastante influenciada pelo ambiente de
convívio. A imaginação só constrói com materiais extraídos da realidade e a criança,
para nutrir a sua imaginação e aplicá-la às tarefas adequadas que reforcem as suas
estruturas e alarguem os seus horizontes, deve poder crescer num ambiente rico de
impulsos e de estímulos.
Cadermatori (2007, p. 72) diz que:
No brinquedo, ela opera com um significado separado dos objetos e ações,
ao contrário do que ocorre na ação real com objetos reais. Isso é que faz do
brinquedo um intermediário entre as imposições de situação da primeira
infância e um pensamento que abstrai das situações reais. Portanto, o
brinquedo é um estágio de transição vital para operar com o significado.
Brincando a criança faz uso inconsciente e espontâneo da possibilidade de
separar significado e objeto.
Portanto, ao construir um mundo imaginário, a criança desenvolve várias
formas de se adequar ao ambiente. Ao ouvir uma história ela cria um vínculo afetivo
com a situação trabalhando sua imaginação ao brincar, e inconscientemente a
criança associa o mundo fantasiado com a sua realidade. Assim a literatura ganhará
um valor político e pedagógico. Porque é através das histórias que as crianças vão
se identificando como personagem e transferindo todos os seus conflitos para
aqueles vividos na história. Ao imitar, a criança acaba se ajustando efetivamente ao
mundo real. A imaginação ocorre quando a criança brinca e ao brincar ela
desenvolve a criatividade, portanto são descobertas que provém do acúmulo da
experiência prévia coletiva, não sendo um fator isolado, dessa forma a criatividade
não aparece antes que sejam construídas as condições materiais e cognitivas.
Segundo Oliveira( 2007, p.160): “A brincadeira permite a construção de novas
possibilidades de ação e formas inéditas de arranjar os elementos do ambiente”.
Portanto a criança pode descobrir o mundo do imaginário ou também o
mundo real nas histórias e perceber como lidar com as diferenças, os conflitos e
soluções que todos vivemos e assim facilitar a compreensão das próprias
dificuldades e tentar resolvê-las. E é através dessas histórias que elas vão
trabalhando dentro de si certos conflitos, procurando respostas para as indagações
que surgem no decorrer do desenvolvimento literário. A criança pode se identificar
com o personagem, transferir todos os seus conflitos para aqueles vividos na
história, e por isso pode parar de repetir-la. Quando o problema estiver resolvido, ela
não pedirá mais para ouvir esta história.
De acordo com Zilbermam e Oliveira (1999), o critério da leitura nas salas de
aula depende do interesse dos educadores encararem o desafio de ensinar a gostar
a ler e a gostar de ler. E mais, pois o educador deve ser o sujeito no exercício da
leitura para a transformação do ensino da leitura entre a prática e a teoria.
Assim o gestor escolar deve organizar reuniões com todos os profissionais,
em especial com os professores, para que todos possam sugerir novas ideias de
como melhorar o acesso a leitura entre os alunos e a comunidade, pois há indícios
de que os educadores da atualidade tiveram uma formação onde a escola não
valorizou a cultura infantil. O objetivo dessa gestão democrática então passa não a
só envolver os alunos, mais também seus professores, pois conforme Oliveira (1997)
apesar da deficiência na formação dos educadores é possível perceber o empenho
da sociedade e de uma parcela de educadores interessados em modificar a didática
do uso da leitura em sala de aula. Observa-se que alguns professores se preocupam
e buscam inovar a metodologia e a didática da utilização da leitura na sala de aula e
para que haja condições de ensino o educador busca a transformação ao se
envolver com os projetos cujo objetivo é melhorar o desenvolvimento da leitura com
resultados satisfatórios dos alunos. Assim segundo Libâneo(2007) a gestão é a
atividade pela qual são mobilizados meios e procedimentos para atingir objetivos da
organização [...]. Os processos de gestão devem atingir diferentes modalidades,
conforme se tenha das finalidades sociais e políticas da educação em relação à
sociedade e a formação dos alunos.
Para que toda essa mudança ocorra na escola é necessária a aplicação de
um modelo de gestão que se aproxima dos ideais do Projeto Político Pedagógico da
escola, uma vez que todos agentes da comunidade escolar devem esta envolvidos
na gestão, denominada democrática. A gestão escolar é a autonomia que a
instituição de ensino tem e está de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (LDB) do ano de 1996. Outro fator importante para o hábito da
leitura. Deve ressaltar também a importância do papel professor deve se preparar
para exercer o seu papel de educador reflexivo, atuante e inovador, para realizar um
bom trabalho em sala de aula e construir novos conhecimentos com alunos e a partir
daí desenvolver um ótimo trabalho pedagógico que deve incentivar o habito pela a
leitura e encontrando métodos inovadores que prenda a atenção e o gosto pela
leitura. A literatura em sala de aula depende do interesse do professor enfrentar o
desafio de ensinar a ler e a gostar de ler. O educador dever ir além e ensinar o
exercício da leitura para vincular com a prática social. É nessa perspectiva que o uso
da leitura deve ser um hábito para todos os educadores.
Uma incursão pela pesquisa de campo por meio de questionário nos
mostrou que as professoras seguem o mesmo método de ensino e utilizam à
literatura infantil de diversas formas. Questionou-se às professoras o que significa
trabalhar com a literatura infantil. E diante desta indagação uma das professoras
respondeu que “é levar esse mundo tão grande e diversificado para o mundo do
aluno, discutir o assunto com eles, usar material concreto e trabalhar de forma
lúdica. Observar a faixa etária da turma para trabalhar de forma adequada”. Outra
professora disse que é “Ampliar o vocabulário e o gosto pela leitura”. Procurou saber
em outra pergunta relevante do nosso questionário, se a literatura infantil favorece a
formação crítica dos alunos. Uma das respostas foi: “Sim. Eles aprendem a opinar
discutir, debater e questionar. Esse momento deve ser aproveitado, justamente, para
formar nos alunos essa capacidade de criticar”. Um terceiro professor conclui que
“Depende muito de como ela é trabalhada em sala e do diálogo entre professor e
aluno”. Com a nossa pesquisa através do questionário foi perguntado aos
educadores se trabalhar com literatura exige investir na formação continuada. Um
deles disse: “Com certeza! Deve ser contínua. Há um material muito extenso nessa
área, que deve usado em benefício do aluno, mas para isso deve haver sempre a
continuidade do trabalho que foi iniciado nas primeiras séries”. O outro respondeu:
“Sim. É preciso ampliar os meios de trabalhar literatura”. Também foi questionado ao
gestor da escola qual é a relação que a gestão escolar tem com o hábito da leitura?
Inicialmente ela disse que tinha tudo haver, tanto que na escola tinha uma biblioteca
com bastantes livros infantis e que as crianças compareciam uma vez por semana, e
que a escola não desenvolvia nenhum projeto de leitura, mas acreditava em sua
importância.
4 INTERVENÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

PLANO DE AULA 1

- Tema: Histórias e desafios.

- Turma: 4ª série.

- Conteúdo: Literatura.

- Objetivos: Ouvir histórias para elaborar os processos de construção textual.

- Procedimentos metodológicos: Leia uma história e abuse da entonação e do


ritmo da leitura para criar envolvimento das crianças com o texto. Converse com os
alunos para saber o que sentiram ao ouvir a história, isso trará subsídios para avaliar
vivências individuais e a partir delas para a construção desse processo. Forme
duplas produtivas com proximidade de níveis de construção de leitura e escrita.

- Recursos: Livros de história, caderno, lápis grafite e coloridos.

- Avaliação: Cada dupla vai à frente da sala de aula apresentar seu trabalho para os
demais colegas da turma.

PLANO DE AULA 2

- Tema: Atitude

- Turma: 4ª série.

- Conteúdo: Interpretação de textos.

- Objetivos: A partir de histórias da literatura infantil refletir sobre a atitude de se


influenciar com opiniões alheias, se desvalorizando. Associar a questão da influência
negativa presente em outras histórias. Dramatizar histórias. Participar coletivamente
de atividades propostas. Valorizar seu jeito de ser e conviver com as diferenças.
- Procedimentos metodológicos: Trabalhar com o livro do Sanduíche da Maricota
ou propor que outra turma realize a atividade. Ler a história para a turma, combinar
uma dramatização com os alunos da turma, escolher os papéis (personagens) e
ensaiar as falas para a apresentação.

- Recursos: Livro: A Zeropéia – Hebert José de Souza. Ed. Salamandra


· Livro: O sanduíche da Maricota – Avelino Guedes. Ed. Moderna.

- Avaliação: Acompanhar o envolvimento e a participação do grupo nas atividades


propostas: do ouvir as histórias, conversar sobre a atitude dos personagens e
dramatizar. Conversar com o grupo sobre o que acham da apresentação, o que foi
bom e o que poderia ser melhor, coma finalidade de introduzir a auto-avaliação.
Avaliar as relações interpessoais dos alunos com o grupo de trabalho, como com
todos os colegas de turma.

PLANO DE AULA 3

- Tema: Criando o hábito da leitura.

- Conteúdo: Aprendendo com diferentes tipos de textos.

- Objetivos: É muito importante que as crianças tenham desde cedo contato com
diferentes tipos de textos e as histórias de Literatura Infantil são muito importantes,
pois aguçam a curiosidade, criatividade e o gosto pela leitura.

- Procedimentos metodológicos: Apresentar livros de Literatura às crianças, seja


na sala de aula ou na visita à biblioteca. Sugere-se que o professor peça às crianças
que elas façam um desenho sobre o livro, como se fosse uma capa para o livro e
que algumas palavras mais marcantes da história sejam escritas no caderno ou na
lousa, como uma lista de palavras.
O professor também pode pedir que cada criança escolha um livro para levar para
casa e ler com seus pais e/ou responsáveis, tentando criar o hábito da leitura às
crianças.
- Recursos: livros de literatura infantil, papéis e lápis de cor.

- Avaliação: A avaliação se dará de forma coletiva em todo o momento da atividade.


O instrumento de avaliação pode ser o desenho e a lista de palavras que a criança
fez. É importante salientar, que por se tratar de séries iniciais do Ensino
Fundamental, os níveis de escritas das crianças poderão ser variados, por isso é
salutar que cada criança seja avaliada de acordo com o nível da alfabetização que
se encontra. No entanto, esta é uma oportunidade para que as crianças se sintam
instigadas a avançar nos conhecimentos que possuem.

PLANO DE AULA 4

- Tema: A páscoa.

- Turma: 4ª série.

- Conteúdos: Sistematizando a ortografia através da literatura.

- Objetivos: Trabalhar a páscoa como parte da nossa cultura através de um livro de


literatura que fala sobre o tema; Incentivar a prática de leitura de livros de literatura
infantil como fonte de conhecimento; Desenvolver a linguagem oral, através da
exposição de ideias sobre a história; Sistematizar a ortografia e a compreensão
fonética de algumas letras através de um ditado; Associar palavras e figuras através
de atividades que tenham símbolos da páscoa.

- Procedimentos metodológicos: Apresentar o livro “Uma história de páscoa”, de


Ana Maria Machado. Após explorar a capa, perguntar às crianças:
- O que vocês estão vendo?
- Quais personagens vocês acham que vão aparecer nessa história?
- O que acham que vai acontecer?
- Acham que é uma história sobre o quê?
Depois de ouvir as respostas, o professor deve contar a história para as crianças
com expressividade e boa entonação.
Ao final da leitura fazer uma interpretação oral da história. O professor deve ir
mostrando as cenas e pedir que uma criança comece a recontar a história.

- Recursos: Livro “Uma história de Páscoa”.

- Avaliação: Observar a participação dos alunos durante a atividade de


compreensão oral. Avaliar as dificuldades de cada aluno em relação à escrita:
ortografia. Observar se as crianças reconhecem as letras trabalhadas e se
relacionam início e final de uma palavra. Verificar se relacionam palavras e figuras.
Avaliar a capacidade de estruturação lógica ao elaborar uma frase.

PLANO DE AULA 5

- Tema: Os bons sentimentos.

- Turma: 4ª série.

- Conteúdo: Os meus sentimentos.

- Objetivos: Desenvolver sentimentos de amizade, bondade, solidariedade.


Incentivar a prática de leitura de livros de literatura infantil.
Desenvolver a coordenação motora fina, através de atividades de colagem.

- Procedimentos metodológicos: Caminhando como a centopéia. De preferência


no pátio da escola, formar várias filas com 4 ou 5 alunos cada. Comentar que cada
aluno da fila deve segurar na cintura do colega da frente sendo o primeiro que
conduzirá os demais. Ao sinal do professor eles devem realizar os movimentos das
pernas todos juntos, de acordo com o comando. O grupo que realizar a atividade
com maior desenvoltura e sem se soltar de seus companheiros, vence a brincadeira.
Pode ser feito também uma disputa entre as filas para ver quem chega primeiro.
Após a atividade deixar que verbalizem como se sentiram tendo de coordenar vários
passos juntos. Após os comentários ressaltar que o personagem da história que irão
ouvir caminha com inúmeras pernas de forma harmoniosa. Quem adivinha quem é?
Ouvir sugestões e, caso não consigam adivinhar, o professor apresentará a capa do
livro com a personagem centopéia. O professor apresentará o livro para as crianças:
“A centopéia que sonhava”. Explorar a capa, autor. Perguntar como é essa
centopéia, como ela está se sentindo, com o que será que ela sonha? Após a
apresentação do livro o professor poderá ler o livro para as crianças ou colocar o
áudio da história para ouvirem.

- Recursos: Livro “A centopéia que sonhava”.

- Avaliação: Avaliar a capacidade de se envolver com outros colegas em atividades


de grupo. Através do momento três a professora deve estar atenta se a mensagem
do livro foi bem compreendida pelos alunos. Analisar a coerência, coesão e
evolução da escrita do aluno ao reproduzir a história, bem como suas dificuldades
ortográficas. Analisar a coordenação motorados alunos durante a atividade de
colagem.

PLANO DE AULA 6

- Tema: Conhecendo a literatura.

- Turma: 4ª série.

- Conteúdo: Leitura

- Objetivos: Os alunos poderão aprender o que é literatura. Espera-se que, através


destas aulas, os alunos possam perceber o quanto a leitura é importante para o
crescimento cultural e até mesmo pessoal. Nessas aulas será feita uma visita
(virtual) à biblioteca digital do Governo Federal, onde os alunos serão motivados a
fazerem visitas a outras bibliotecas – tanto da própria escola, como do município etc.
Observamos ainda que estas aulas podem ser utilizadas com alunos que tenham
Necessidade Educacional Especial (NEE) do tipo Auditiva, mas que já estejam
alfabetizados na linguagem escrita. No entanto, se os alunos com NEE do tipo
Auditiva utilizar também a Língua Brasileira de Sinais será preciso que haja um
intérprete ou que o professor saiba se comunicar com o aluno nesta linguagem.

- Procedimentos metodológicos:
- Aula interativa;
- Uso do Laboratório de Informática.
O professor deverá iniciar a aula perguntando aos alunos se eles já ouviram falar
sobre Literatura. Isto é importante para que o professor possa perceber se os alunos
já sabem algo sobre o assunto e o que conhecem, uma vez que é fundamental partir
sempre do conhecimento prévio dos alunos.
Após ouvir as respostas dos alunos, o professor deverá pedir que eles se organizem
em duplas ou trios e procurem no dicionário o que significa a palavra “Literatura”. Em
seguida, deverão dizer ao professor o que entenderam sobre o significado da
palavra.
Após os alunos conhecerem o significado da palavra Literatura, o professor deverá
apresentar o Recurso postado abaixo e dizer aos alunos que eles conhecerão um
pouco sobre uma das mais famosas obras da Literatura mundial.
Link do Recurso no site do Portal do Professor:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/recursos/11784/videomaiseducacaorome
ujulieta.mpg
O recurso é um vídeo do Programa “Mais Educação” que tem o objetivo de
apresentar o que é a Literatura. O vídeo utiliza como exemplo uma das obras mais
conhecidas do autor William Shakespeare, “Romeu e Julieta”, para abordar o
assunto.

- Recursos: Internet, Dicionário, visita a biblioteca.

- Avaliação: Os alunos poderão ser avaliados em todos os momentos da aula,


sobretudo no momento em que deverão discorrer sobre a obra de literatura infantil
que escolheram.
5 RELATO DA INTERVENÇÃO

RELATO PLANO DE AULA 1

Na primeira aula, sobre histórias e desafios, os alunos ouviram a hitória do Sítio do


Pica Pau Amarelo. Após a leitura os mesmo tiveram que usar a imaginação para
montar uma apresentação que foi feita para os demais colegas de classe. Alguns
tiveram dificuldades em achar formas de se expressar diante da turma, mas todos se
saíram bem. Ao final da tarefa foi falado que cada um conseguiu comprir o desafio
proposto.

RELATO PLANO DE AULA 2

Na segunda aula, sobre atitude, foi contada a história do livro Sanduíche da


Maricota. Após a leitura dividiu-se os personagens da leitura entre os alunos.
Algumas crianças ajudaram os outros ensinando qual atitude era preciso para a
dramatização de seu personagem. A turma se desenvolveu de forma proveitosa,
expressando suas ideias e como queriam que aquela história fosse contada,
apresentada, alterando algumas vezes o roteiro da história conhecida, tomando a
atitude de providenciar as falas no caso de esquecimento texto.

RELATO PLANO DE AULA 3

Na terceira aula cada criança escolheu um livro de literatura para relaizar a leitura e
posteriormente desenhos do que foi lido. Alguns aceitaram a ideia de imediato,
outros não queriam executar a tarefa com a alegação de não saber desenhar, porém
no final todos realizaram a atividade. Foram dados livros para que os alunos
levassem para casa e realizassem a leitura com seus pais.

RELATO PLANO DE AULA 4

Na quarta aula os alunos foi trabalhado o tema “Páscoa”. Foi apresentado o livro
Uma História de Páscoa e feitas várias perguntas para trabalhar a imaginação e
criatividade dos alunos. Após a leitura da história cada criança teve que fazer o
reconto da mesma. A atividade foi realizada com bastante descontração e o
aprendizado foi repassado com animação.

RELATO PLANO DE AULA 5

No quinto dia foi falado sobre os bons sentimentos. Foi realizada a brincadeira da
centopéia, onde estimula-se os alunos a trabalharem em conjunto, a um
compreender o outro, a haver diálogo entre eles, confiança, amizade, pois se um
errar na dinâmica realizada, atrapalha os demais. Foi algo descontraído e de grande
aprendizado.

RELATO PLANO DE AULA 6

No sexto dia foi dado o tema Conhecendo a Literatura”. Os alunos foram levados
para a sala de informática e com ajuda do dicionário verificaram o siginificado da
palavra Literatura. Os mesmos acessaram o site do Portal do Professor, onde há
vídeos e informações sobre as obras literárias mais conhecidas. Durante os vídeos e
leituras no site, os alunos demonstraram interesse e também que adquiriram
conhecimento sobre o assunto supracitado.
6 MOSTRA DE ESTÁGIO

Participar desta mostra de estágio proporcionou momentos únicos de


aprendizagem, conhecimentos e interação com a turma. Foi feito uma exposição
onde todos mostravam seu projeto de intervenção pedagógica. A criatividade foi
tanta que enriqueceu meus conhecimentos e contribuiu para futuramente trabalhar
com a educação infantil. Durante este processo foram desenvolvidas metodologias
que viessem proporcionar a atividade solicitada para a realização de um trabalho
satisfatório. Sendo assim, foram registradas sistematicamente as atividades
desenvolvidas no campo de estágio, conforme as orientações e respeitando os
prazos estabelecidos. Todos os compartilhamos nossas experiências vivienciadas
em sala com o intuito de compartilhar conhecimento e aprender uns com os outros.

.
CONSIDERAÇÕES FINAIS

Para realizar o trabalho de intervenção de acordo com a realidade dos alunos


e alcançar os objetivos propostos de maneira eficaz, foram traçadas linhas de
estratégias para desenvolver um trabalho maravilhoso e significativo.
Porém foram encontradas algumas dificuldades como por exemplo a sala muito
lotada, a indisciplina de alguns alunos, mas nada que deixasse o trabalho a desejar.
No entanto, esta experiência contribuirá grandiosamente na minha profissão futura,
onde estarei mais preparado, e sobretudo qualificado para assumir tal cargo.
Todavia, foi uma gratificante poder desenvolver um trabalho diferente e contribuir
para o aprendizado dos alunos. Considero que o meu período de estágio foi de
grande valia, que serviu como enriquecimento pessoal e profissional, sendo que o
mesmo me permitiu um contato que antes não tinha com a escola, onde pude
perceber que a escola é mais que alunos e professores, mas sim uma comunidade
integrada pelo bem maior que a aprendizagem dos alunos.

Nos dias que passei dentro da escola conheci toda a rotina que a escola
contém, portanto o estágio me permitiu uma relação na troca de conhecimentos,
diante da vivência entre a teoria e prática presente no contexto escolar. Também
vale ressaltar que devido a experiência adquirida, me possibilitou o aprimoramento
diante da educação. Como futuro docente e mediador que serei no processo de
ensino e aprendizagem, é de grande necessidade que com vista no futuro possa
buscar a progressão do ensino focando nas relações entre escola e a atuação dos
docentes, respondendo assim com atitudes que venha contribuir para a contrução
de uma visão crítica e libertadora de educação.
REFERÊNCIAS

ABRAMOVICH, Fanny. Literatura Infantil: Gostosuras e bobices. São Paulo:


Scipione, 1999. Pensamento e ação no magistério.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, n. 9.394, de 20 de


dezembro de 1996. Acessado em 04 de junhode 2011. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br.

CADEMARTORI, Lígia. O que é literatura Infantil. São Paulo: Editora Brasiliense,


2007.

MANZO, A. J. Manual para lapreparación de monografias: una guia para


presentear informes y tesis. Buenos Aires: Humanistas, 1991.

LIBÂNEO, José Carlos.Educação escolar: Políticas, estrutura e organização.


São Paulo:Cortez, 2007.

OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação Infantil: Fundamentos e métodos. 3ª Ed.


São Paulo: Editora Cortez, 2007.

SILVA, Ezequiel Theodoro da.Leitura Realidade Brasileira. Porto Alegre: Mercado


aberto, 1997.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.). Repensando a Didática. Campinas:


Papirus, 1998.

ZILBERMAM, Regina. A literatura Infantil na Escola. São Paulo: Editora Global e


Distribuidor, 2003.

ZILBERMAM, Regina; SILVA, Ezequiel (org.). Leitura Perspectivas


Interdisciplinares. São Paulo: Ática, 1999.