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O Canal do Panamá foi inaugurado em 15 de agosto de 1914, ou

seja, irá completa 104 anos agora em 2018. Mas, apesar de essa
assombrosa estrutura ser superfamosa, o que é que você sabe
sobre ela — além do fato de ela estar localizada no... Panamá?

O canal foi criado para conectar o Oceano Atlântico ao Pacífico —


com o objetivo de facilitar o comércio marítimo internacional —, e
sua construção foi iniciada pelos franceses em 1881. Contudo,
devido a uma série de problemas de engenharia e ao grande
número de vítimas por conta de doenças tropicais, as obras foram
paradas até que, em 1904, os EUA assumiram os trabalhos.

A conclusão das obras demorou 10 anos, e a construção do canal


permitiu que embarcações navegando entre os dois oceanos
pudessem transitar com mais segurança e levassem a metade do
tempo para realizar o trajeto.

Funcionamento do Canal

Atravessando o istmo do Panamá, o canal conta com bloqueios nas


extremidades, assim como com três grupos de eclusas — um em
Gatún e os outros dois em Pedro Miguel e Miraflores — que são
abertas e fechadas durante as travessias. No primeiro grupo, que
consiste em um par de eclusas paralelas em Gatún, as
embarcações são elevadas ou rebaixadas em três níveis,
totalizando nessa etapa 26 metros.

Cada eclusa desse primeiro grupo mede 300 metros de


comprimento e conta com paredes com 15 metros de espessura na
base e 3 metros no topo. Já a parede central entre as eclusas mede
18 metros de espessura e 24 metros de altura. Com respeito às
portas, elas são feitas de aço maciço e contam com, em média, 2
metros de espessura e 19,5 metros de comprimento, alcançando 20
metros de altura.
O grupo de Pedro Miguel é o menor do canal, elevando ou
baixando as embarcações apenas um nível que totaliza 10 metros,
enquanto em Miraflores as eclusas contam com dois níveis que
elevam ou baixam os navios em um total de 16,5 metros.
Atualmente, o Canal do Panamá comporta o trânsito de, em média,
14 mil embarcações ao ano, somando mais de 200 milhões de
toneladas em carga.

Em 2007, foram iniciadas obras para a ampliação do Canal do


Panamá, que passará a contar com um terceiro grupo de eclusas. A
“reforma” permitirá que embarcações de muito maior porte — com
cerca do triplo do tamanho das atuais — possam navegar pelo
canal, além de aumentar o tráfego diário de navios e cargas. Com
isso, a estimativa é de que ocorra um incremento de US$ 300
milhões nos rendimentos, e a conclusão das obras está prevista
para 2015.

Confira 15 fatos curiosos sobre o Canal do Panamá:

1 – A primeira pessoa a imaginar o canal foi o famoso explorador


espanhol Vasco Núñez de Balboa que, no século 16, foi o primeiro
europeu a chegar ao Pacífico;

2 – O território no qual o Canal do Panamá está localizado


pertencia, originalmente, à Colômbia, mas passou para as mãos da
França e depois para a dos EUA antes de eventualmente ser
passado para o controle do governo panamenho, em 1999;

3 – O Canal do Panamá conta com 77,1 quilômetros de


comprimento e o trânsito por ele leva entre 8 e 10 horas. Antes de
existir, as embarcações tinham que viajar 20 mil quilômetros até
contornar a extremidade sul da América do Sul;

4 – A enorme estrutura é considerada uma das Sete Maravilhas do


Mundo Moderno;

5 – Os trabalhadores envolvidos em sua construção tiveram que


enfrentar doenças como a malária e a febre amarela, sem contar
que foram obrigados a desbravar a vegetação local, se arriscando
através de selvas e pântanos — e encarando todo tipo de criatura
que habita esse tipo de ambiente;

6 – Durante a sua construção, houve épocas nas quais existiam


mais de 43 mil pessoas trabalhando no canal;

7 – Estima-se que cerca de 20 mil operários faleceram durante a


fase francesa da construção do canal, e outros 5,6 mil durante a
fase norte-americana;

8 – Em 1915, um desabamento de terra fez com que o canal ficasse


desativado durante vários meses;
9 – Anualmente, entre 12 e 15 mil embarcações transitam pelo
canal, transportando o equivalente a US$ 9 trilhões em
mercadorias;

10 – De acordo com as empresas que compõem o consórcio


internacional responsável pela ampliação do canal, as obras
geraram cerca de 30 mil empregos, com pico de 10 mil empregos
diretos;

11 – O Canal do Panamá é o mais seguro de todos os principais


canais do mundo — como o de Suez e o de Kiel, por exemplo —,
somando 1 incidente a cada 4 mil embarcações que transitam
através dele;

12 – Para poder viajar pelo canal, é necessário pagar uma taxa,


calculada com base na carga transportada. A mais alta de que se
tem notícia foi a de US$ 375.600 — ou quase R$ 855 mil — paga
pelo navio de cruzeiro Norwegian Pearl em 2010, enquanto a mais
baixa foi a de US$ 0,36 (ou pouco mais de R$ 0,80), paga por
Richard Halliburton em 1928 para atravessar o canal a nado;

13 – Até o ano de 2008, mais de 815 mil embarcações já haviam


passado pelo Canal do Panamá;

14 – Foram usados mais de 13,6 milhões de quilos de explosivos


para abrir caminho para construção do canal;

15 – O primeiro navio a passar oficialmente pelo Canal do Panamá


— no dia 15 de agosto de 1914 — foi uma embarcação chamada
S.S. Ancon.

*Publicado em 14/08/2014.

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A Dubai das Américas: coração da economia que mais cresce
na região, a capital do Panamá está se tornando um destino
obrigatório para quem viaja a negócios
Foto: panama_abre.jpg

Localizada às margens do Oceano Pacífico, a poucos quilômetros


do famoso Canal do Panamá, a cidade se tornou, nos últimos anos,
o coração da economia que mais cresceu na América Latina na
última década. Segundo um relatório do Fundo Monetário
Internacional (FMI) divulgado em março de 2013, a economia
panamenha cresceu a uma média de 8,5% nos últimos dez anos,
fazendo do país centro-americano um dos queridinhos do mundo
financeiro e empresarial.

A prosperidade se deve, em grande parte, às rendas geradas pelo


Canal do Panamá. Administrada pelos Estados Unidos desde sua
inauguração, em 1914, a hidrovia passou para o controle do
governo local em 1999. Desde então, a economia panamenha tem
se beneficiado do aumento espetacular do comércio entre os países
das Américas do Norte e do Sul com a China, já que o caminho
mais curto entre as duas regiões passa, necessariamente pelo
canal.

O aumento da riqueza se reflete nas ruas da capital, que hoje é a


mais importante praça financeira da América Central. Na última
década, os bairros de Punta Paitilla e Punta Pacífica – onde se
concentram os negócios na cidade – se encheram de arranha-céus,
sendo que dois deles já estão na lista dos 200 maiores prédios do
mundo. A proliferação dessas construções, que abrigam hotéis de
luxo e escritórios de grandes bancos e empresas multinacionais,
rendeu à Cidade do Panamá o apelido de “Dubai latina”.

A comparação não é à toa: assim como aconteceu com o emirado


árabe, a prosperidade econômica tem atraído cada vez mais
turistas à Cidade do Panamá. Tradicional ponto de passagem para
quem viaja ao Caribe, por muito tempo a cidade não foi mais do
uma escala para fazer compras, pois os impostos são tão baixos no
Panamá que muitas vezes produtos americanos custam mais
barato lá do que nos próprios Estados Unidos.
Nos últimos anos, porém, a situação vem mudando. A proliferação
de hotéis de luxo e a agitada vida noturna da cidade estão
transformando a capital do Panamá em um destino propriamente
dito, que está deixando de ser um mero lugar de passagem. Por
isso, quem viaja a negócios tem cada vez mais motivos para dar
uma esticada na estadia e conhecer um pouco melhor a “Dubai
latina”.

Fonte

A história do Panamá tem sido moldado pela evolução da economia


mundial e as ambições das grandes potências. Rodrigo de
Bastidas, navegando para o oeste da Venezuela em 1501 em
busca de ouro, foi o primeiro europeu a explorar o istmo do
Panamá. Um ano mais tarde, Cristóvão Colombo visitou o istmo e
estabeleceu um assentamento de curta duração no Darien.
Caminhada tortuosa Vasco Nunez de Balboa, do Atlântico para o
Pacífico em 1513 demonstrou que o istmo era de fato o caminho
entre os mares, e do Panamá tornou-se rapidamente o cruzamento
e mercado do império espanhol no Novo Mundo. O ouro e a prata
foram trazidas de navio da América do Sul, transportado através do
istmo, e colocado a bordo de navios para Espanha. A rota ficou
conhecida como Camino Real, ou Estrada Real. O Panamá era
parte do império espanhol por 300 anos (1538-1821). Desde o
início, a identidade panamenha foi baseada em um senso de
“destino geográfico”, e fortunas panamenhos flutuou com a
importância geopolítica do istmo. A experiência colonial também
gerou o nacionalismo panamenho, bem como uma sociedade
racialmente complexo e altamente estratificada, a fonte de conflitos
internos que contrariou a força unificadora do nacionalismo. A
história do istmo do Panamá, uma vez que os espanhóis
desembarcaram pela primeira vez em suas margens em 1501, é um
conto de tesouro, e caçadores de tesouros, de confrontos entre
impérios, nações e culturas, de aventureiros e construtores; dos
sonhos magníficos cumpridas e as necessidades não satisfeitas
simples. Colombo e a descoberta do Panamá: Rodrigo de Bastidas,
um notário público rico de Sevilha, foi o primeiro de muitos
exploradores espanhóis para chegar ao istmo descobrindo as ilhas
de San Blas, na costa do Panamá. Vela para o oeste da Venezuela
em 1501 em busca de ouro, ele explorou cerca de 150 quilômetros
de área costeira antes de ir para as Índias Ocidentais. Um ano mais
tarde, Cristóvão Colombo, em sua quarta viagem ao Novo Mundo,
tocou vários pontos do istmo. Cristóvão Colombo foi o primeiro
homem branco a visitar continente Panamá. Ele visitou a Marinha
Bay, que circunda a ilha de Manzanilla em que a cidade de Colon
está localizado. Como a ilha apresenta um aspecto muito
deprimente, Colombo não considerar efetuar um acordo, neste
ponto, navegando para um ponto de 50 milhas a oeste de Colon e
fez um acordo que ele chamou de Belen. Aqui, ele deixou seu irmão
Diego com cem homens. Os colonos permaneceu lá por algum
tempo e a triste história das privações, dificuldades, e a destruição
final de todo o grupo pelos índios, é um dos mais patética da
história da colonização precoce. Os índios na região de Belém, no
momento da descoberta de Colombo foram muito simpática; eles
usavam placas de ouro suspenso ao pescoço e ponderados suas
redes de pesca com pepitas de ouro. Quando Colombo voltou para
a Espanha, seu relatório foi que o Panamá foi o mais rico de todas
as suas descobertas. CONSTRUÇÃO DO CANAL A história
moderna do Panamá foi moldada por seu canal trans-ístmica, que
tinha sido um sonho desde o início da colonização espanhola. De
1880 a 1900, uma empresa francesa sob Ferdinand de Lesseps
tentou, sem sucesso, construir um canal ao nível do mar no site do
Canal do Panamá presente. Em novembro de 1903, com os EUA
incentivo e apoio financeiro francês, Panamá proclamou sua
independência e concluiu o Hay / Bunau-Varilla Tratado com os
Estados Unidos. O tratado concedeu os direitos para os Estados
Unidos “, como se fosse soberano” em uma zona a cerca de 10
quilômetros de largura e 50 quilômetros de comprimento. Nessa
zona, os EUA iria construir um canal, então administrar, fortalecer, e
defendê-la “a perpetuidade”. Em 1914, os Estados Unidos
concluíram a existente de 83 quilômetros (50 milhas) do canal de
bloqueio, que hoje é um dos triunfos maiores do mundo de
engenharia. Início dos anos 1960 viu o início da pressão sustentada
no Panamá para a renegociação do tratado.
Fonte: colegiosaofrancisco.com.br

Panamá ALFÂNDEGA E DOCUMENTAÇÃO


Para entrar no Panamá é necessário dispor de passaporte em
vigor, visto ou carteira de turismo e uma passagem de saida do país
ou documentos, que creditem a entrada em outra nação. As
carteiras de turismo (que são autorizadas no momento do ingresso
ao país) tem uma validez de 179 dias renováveis, até por dois
meses. Não precisa visto para as estadias que não superem os 180
dias.

CLIMA Panamá goza de delicioso clima tropical com temperaturas


quentes entre os 18 e 27 graus centigrados. O país conta com duas
estações: a temporada das chuvas, de maio a dezembro (na que
prevalecem os dias solarengos) e a temporada seca ou de verão,
quando soplam permanentemente os ventos Alísios e crescem as
tormentas.

EQUIPAMENTOS DE VIAGEM Recomenda-se prendas leves de


algodão, uma fina jaqueta para as noites e um calçado bom e
cômodo. Imprescindível óculos de sol, protetor solar, repelente
contra insetos e capa de chuva para as imprevisíveis tormentas.

IDIOMA O idioma oficial é o espanhol. Também fala-se nas


principais cidades o inglês, e grupos minoritários falam francês,
italiano, chinês, grego e indostão, entre outros.

RELIGIÃO A maior parte da população é católica em 84%. Existem


minorias de protestantes, muçulmanos e hindus, entre outras.

ELETRICIDADE A corrente elétrica é de 120 volts a 60 Hz e de 220


volts a 60 Hz. As tomadas são tipo americano de duas clavilhas
planas. Precisa-se de um transformador e adaptador para os
aparelhos elétricos europeus.

MOEDA E CÂMBIO A moeda oficial do país é o Balboa (PAB), igual


à 100 centavos. Existem moedas de 1, 5, 10, 20, 50 e 100
centavos. Nao existem notas emitidas pelo governo do Panamá,
pelo que os dólares norte-americanos de 1, 5, 10, 20, 50 e 100
dólares são de curso legal. Os bancos abrem as portas de segunda
a sexta-feira, desde 8.00 ou 9.00 h até 13.00 h. Entre as numerosas
casas de câmbio destaca-se Panacambios.

EMERGÊNCIA – SAÚDE – POLICIAMENTO O governo do Panamá


não exige vacina nenhuma para entrar no país. Recomenda-se a
profilaxia anti-malária e não beber água da torneira e nem comer
alimentos sem cozinhar, evitando as frutas sem descascar. Para
emergências médicas, o país conta com centros de saúde do
Estado, hospitais e clínicas privadas em todas as províncias (é bom
viajar com seguro médico).
FOTOGRAFIA No Panamá encontra-se material fotográfico sem
problemas e a muito bom preço. O processo de revelação do
Panamá é o melhor da zona, porém aconselhamos revelar seus
filmes na volta da viagem.

HORÁRIO COMERCIAL O horário comercial é de segunda feira a


sexta feira das 8 as 12 h e de 13.30 h as 17 h. Os sábados abrem
pelas manhãs. Os centros oficiais trabalham de segundas a sextas
feiras com horário das 8 até 13 h ou as 16 h. Nas zonas turísticas o
horário costuma ser continuado, inclusive abrem domingos e
feriados.

GORJETAS Em geral nos hotéis e restaurantes a gorjeta está


incluída na conta, sendo 10 ou 15% do total da mesma.

TAXAS E IMPOSTOS Existe uma taxa de aeroporto (vôos


internacionais) de aproximadamente 20 dólares americanos. Nos
hotéis existe um imposto de 10% na tarifa da habitação por dia.
GASTRONOMIA No Panamá existe uma grande variedade de
pratos típicos, todos eles gostosos e exóticos, e fazem as delícias
de todo aquele que degusta-os. Os desjejuns realizam-se a base de
omeletes, ovos, bifes ou fígado com cebola. O prato nacional
tradicional do Panamá é o sancocho, uma espécie de cozido
realizado com diversos tipos de carnes (frango, galinha, porco e
vaca) e com variados tubérculos como o inhame, otoe, mandioca, e
milho. Trata-se de um prato que admite de tudo e consumido muito
quente, embora possa parecer um paradoxo pelo clima do país.
Outros pratos típicos são os tamales, pasta de milho recheada de
carne e envolvida em folhas de bananeira, o guacho, arroz com
frango, o tamal de panela, riquíssimo estofado de arroz com
mariscos, as carimanholas, tomates e frangos em farinha de milho,
o prato chamado “Roua Velha”, as ricas empadas de mandioca
recheadass de carne, além das tentadoras frituras baseadas em
mandioca ou milho e banana cozida. No Panamá são abundantes
os deliciosos mariscos como a lagosta, centola e o polvo, assim
como os frescos peixes da zona entre os que encontramos a
guabina, a corvina, o pargo e o mero, todos eles preparados de
jeitos diversos, especialmente à caribenha com molho de coco e
inclusive com ceviche. As sobremesas são todas uma tentação e
uma delícia, já que abundam os muito variados frutos tropicais
como a goiaba, coco, abacaxi ou mamão entre outros. A sobremesa
que não dev-se deixar de degustar é a sopa de borracha, um doce
preparado com baunilha empapado em licor e coberto de passas.
Além disso na zona do Darién pode-se presentear-se com um
delicioso mel. Bebidas Os sucos de frutas no Panamá são tão
variados e populares como as frutas, e são preparados com água,
recebendo o nome de chicha. Também resulta muito rico o
chicheme, uma bebida de milho com leite e açúcar. Os refrigerantes
são conhecidos no Panamá como “sodas”. O país conta com boa
cerveja e rum local, assim como café, que toma-se em abundància
na zona das montanhas. Lembre-se que sempre deve beber água
engarrafada.

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA Panamá encontra-se justamente no


centro do Hemisfério Oriental do continente americano. Ocupa a
parte mais meridional e estreita da região ítsmica da América
Central. Limita-se ao norte com o Mar Caribe, ao leste com
Colômbia, ao sul com o Oceano Pacífico e ao oeste com Costa
Rica. A sua extensão é de 75.517 quilômetros quadrados e conta
com una população de aproximadamente 2.719.000 habitantes. A
geografia carateriza-se por uma faixa de relevo muito acidentado de
200 quilômetros de largura máxima e 65 a mínima, atravessada no
centro pelo Canal do Panamá. Ao oeste extende–se a Cordilheira
Central, um grande sistema montanhoso de origem terciária, que
alcança a sua máxima altura perto da fronteira com Costa Rica, nas
montanhas Chiriqui (3.475metros), Cerro Fábrega (3.335 mts) e
Cerro Santiago (2.886 mts). Panamá, pelo outro lado, tem alguns
vulcões com atividades recentes. Seguindo ao leste, o terreno
perde altura (desde os 2.000 metros até os 25 metros e meio de
altura acima do nível do mar), das serras de Vergara e Tabascará
até o lago artificial de Gatún. Ao Sul da Cordilheira Central e,
separados por uma fossa tetônica ocupada pelas Planícies de
Chiricana e os Planaltos Centrais, alça-se outro sistema
montanhoso formando a Península de Azuero, que fecha ao oeste o
Golfo do Panamá. O Canal do Panamá atravessa o país desde a
costa do Mar Caribe (Colón), cruzando a planície até o Oceano
Pacífico, onde encontra-se a cidade do Panamá. A região Ocidental
é também muito acidentada e agreste, selvagem e pouco povoada.
Na zona noroeste levanta-se a Cordilheira de San Brás e a Serra do
Darién, enquanto que, ao sudeste aparecem as serras de Majé e o
Sapo, constituindo geologicamente a prolongação das montanhas
da Península de Azuero e culminando nas Montanhas de Darién, na
fronteira com Colômbia. Banhado pelo mar Caribe, o litoral
setentrional é bastante retilínio e rochoso com numerosos
precipícios. No noroeste forma-se o grande entrante da Lagoa do
Chiriquí, fechada pelo Arquipélago de Bocas do Touro, limitada ao
leste pela Península Valente, onde abre-se o amplo arco do Golfo
dos Mosquitos. Na zona oriental encontra-se o Lago Gatún, o Golfo
de San Brás e o Arquipélago de Mulatas. A zona meridional é mais
articulada e acidentada, banhada pelas águas do mar Pacífico. A
Península de Azuero forma uma grande saliencia, separando o
Golfo de Chiriquí, ao oeste e junto encostam as ilhas de Coiba,
Cébaco, Jiracón e outras menores, e o Golfo do Panamá ao leste,
onde se encontra o Arquipélago das Pérolas. Os rios mais
importantes da região são o Chepo, o Turia, o Chucunate, o
Bayano, Santa Maria e o Chiriquí Velho.

FLORA E FAUNA No Panamá a flora é um autêntico paraíso de


maravilhosas árvores e plantas que povoam o país, e explodem
numa grande festa de cores entre os meses de abril e junho,
destacando, acima de tudo, as acácias amarelas e rosadas, a
ponciana roxa, a lagerstroemia e o jacarandá púrpura. Entre
dezembro e julho florescem o boganviles dos mais diversos tons.
Também há orquídeas de variedades diversas e plantas com
milhões de folhas de distintas cores, muito abundante em todo o
país. No total formam um maravilhoso conjunto com mais de 10.000
variedades distintas. Quanto à fauna, as selvas panamenhas são
reconhecidas mundialmente, por acolher numerosas e magníficas
espécies. Entre elas abundam os macacos, onças, pumas,
ocelotes, tatus, porcos do mato, tamanduás, coelhos, veados e
outros animais nativos do trópico americano. Existem mais de 1.000
espécies distintas de aves, incluindo as migratórias que ficam no
Panamá. O quetzal, a arara e a águia Arpía, que é a Ave Nacional,
fazem seus ninhos neste país. O Panamá é tambem rico em vida
marítima por estar banhado pelos dois Oceanos, o Pacífico e o
Atlãntico. Abundam em suas águas as lagostas, camarões,
amêijoas e distintos peixes como o merlim, peixe vela, peixe
espada, atum, bonito, corvina, barracuda, tintorera, sardinha, pargo
e o peixe serra, entre outras espécies. COMPRAS Realizar
compras no Panamá é uma delícia, já que o país é um paraíso com
grande variedade de artigos a preços razoáveis. Os produtos dos
países mais distantes e exóticos chegam até o Panamá a preços
muito competitivos. Pode-se adquirir todo tipo de aparelhos
eletrônicos, eletro-domésticos, calçado, perfumes, material
fotográfico e equipamento para a prática do submarinismo, tudo de
relativa qualidade. Não se pode abandonar o país sem adquirir
alguma peça da antiga e delicada joalheria típica do Panamá
acessível a todas as economias. Os trabalhos contam com uma
excelente reputação, graças a suas pedras preciosas. Destacam-se
também as toalhas bordadas, a chamativa roupa e a ampla
diversidade de peças artesanais, todo isso realizado à mao; sem
esquecer as finas peças de vidraçaria e porcelana realizadas de mil
formas distintas e para todos os gostos. Dos artigos mais solicitados
são os produtos nativos, entre os que destacam os artesanatos
regionais e os realizados pelos índios primitivos, como as célebres
“Molas” dos índios Kunas. Cidade do Panamá conta com
importantes ruas comerciais como Via Espanha e a Avenida
Central, nas que concentram-se numerosas lojas que oferecem os
mais variados produtos. Outro ponto importante do país, para
compras é a famosa Zona Livre de Colón, um centro de distribuiçao
maior, onde a mercadoria de qualquer classe pode ser
armazenada, importada e distribuida sem formalidade nenhuma na
alfândega. Os centros comerciais e lojas em geral abrem as portas
das 8.00 ou 9.00 h. às 18.00 ou 18.30 h. A maior parte das lojas e
centros comerciais abrem aos domingos. HISTÓRIA Antes da
Colônia Antes da chegada dos europeus haviam mais de 60 tribos
indígenas no território que hoje conhecemos como Panamá. A
maioria pertencia aos grupos Chibchas da Colômbia (agricultores
sedentários que ocupavam as terras altas orientais) e os caribes,
guerreiros e primitivos, que ocupavam a costa atlântica. Desde o
oeste, chegou o influxo dos Maias, primeiro, e dos Astecas mais
tarde. Colônia e Independência O itsmo do Panamá foi descoberto
no ano 1501 por Rodrigo de Bastidas, Juan de la Costa e Nuñez de
Balboa. Colombo desembarcou na costa setentrional na sua última
viagem, realizada em 1503, batizando o território como “Ver água”
ou Castelo de Ouro. A cidade do Panamá foi fundada em 1519 pelo
espanhol Pedrarias Dávila e desde então, os espanhóis
extenderam-se pelo resto do território. Em 1531 criou-se a
Audiência do Panamá pela real cédula de Carlos V. No ano 1543,
foi sustituída pela Audiência dos Confins e mais tarde em 1549,
pela da Guatemala. No ano 1718 foi adscrita aos vice-reinados do
Peru. O território panamenho converteu-se no eixo neufrálgico do
comércio e a navegação, até que a inseguridade provocada pelos
contínuos ataques dos piratas (entre estes, em 1671, pelo corsário
ingles H. J. Morgan, que saqueou a cidade do Panamá),
provocando a sua decadência. Em 1821 une-se á grande Colômbia
boliviana porém, traz a sua dissolução em 1830, o país fica
integrado na nova República de Colômbia. Após várias tentativas
secessionistas, a república é proclamada pelo general T. Herrera
em 1840-41, uma precária independência. Em 1903 separa-se da
Colômbia para converter-se na atual República do Panamá. O
Canal A posição estratégica do istmo como ponto de comunicação
entre os dois oceanos, foi um apetitoso bolo para ser disputado
desde o seu descobrimento. A quimeira do ouro na Califórnia e a
dificuldade para transporta-lo de um oceano a outro, destacaram
sua importância. Em 1846 os Estados Unidos obtiveram o direito de
explorar uma linha de ferro de costa à costa. Foi então quando
pensou-se na construção de um canal. Em 1881 os franceses
tentaram, porém a companhia que iniciou o trabalho faliu. Os
Estados Unidos tomaram posse novamente e findam o projeto, por
ver nele interessantes vantagens militares, e se apressaram a
apoiar a independência do Panamá. Em troca, os norte-americanos
iriam receber uma zona de 10 milhas de largura de oceano a
oceano do território panamenho. À partir de então, a vida
panamenha teve como eixo central as relações com os Estados
Unidos, o que provocou na década dos anos 60 o nacionalismo
panamenho, manifestando a forma mais combativa e aberta. A
resposta foi a criacão de um dos mais importantes complexos de
treinamento militar anti guerrilheiro dos Estado Unidos, provocando
esta medida grande instabilidade no país. Em 1984 a escola militar
foi enclausurada. As últimas décadas Nos anos 70 Omar Torrijos,
presidente da república, tentou recuperar o Canal. Depois de longas
negociações, ao Panamá foi concedida uma parte menor até o ano
de 1990. Dessa data fica com uma parte maioritária, até sua plena
recuperação em 1999, já que os tratados têm garantido a
neutralidade permanente do país em qualquer conflito bélico. Na
década dos 80 a direção política do país orientou-se pela direita. O
máximo espoente da Guarda Nacional panamenha era Noriega. Os
choques frequentes com os Estados Unidos levaram a invasão do
Panamá em 1989, sendo encaminhado o general Noriega para os
Estados Unidos para ser julgado por diferentes crimes. Nas eleições
gerais de 1989 ganhou seu maior opositor, G. Endara, passando a
ocupar a chefia do Estado. No dia primeiro de setembro de 1994 foi
eleito o presidente E. Balladaes.

POPULAÇÃO E COSTUMES Panamá tem uma população de dois


milhões e meio de pessoas aproximadamente, concentrando a
maior parte em zonas urbanas. Existem três grupos indígenas no
território do Panamá: os índios Kunas nas ilhas de São Brás
situadas no Mar Caribe, os índios Embera na Província de Darién e
os Guaymíes que moram nas províncias de Chiriqui, Bocas do Toro
e Veraguas. Também tem Teribes e Bokotas em Bocas do Touro e
Waunaans em Darién. Tanto os indígenas como o resto da
população caracteriza-se pela quente acolhida que oferecem aos
visitantes. Os panamenhos são em geral simpáticos, divertidos e
gostam muito de festas, sendo estas uma das melhores vias para
relacionar-se com eles.

ARTE E CULTURA A arte do Panamá é o reflexo de uma mistura


étnica muito interessante, que percebe-se em todas as expressões,
dede o artesanato e o folclore, passando pela arquitetura, à música
e a literatura. O artesanato do Panamá é muito variado, incluindo
trabalhos indígenas como os molas, têxteis, cerâmicas, máscaras e
jóias, entre outras peças. Quanto ao folclore, é uma das expressões
mais ricas artisticamente falando. Os bailes típicos são muito
atrativos pelos seus trajes, como a Pollera que as mulheres usam,
ricamente decorados, ou os Tembleques para os homens, com
compridas camisas bordadas, calças erguidas até a canela e um
chapéu caipira trançado em palha. Estes trajes podem ser vistos
nos festivais e durante o Carnaval. A música é muito variada,
recebendo influências diversas segundo as regiões, salsa, calypso,
jazz, reggae, heavy metal, clássica e etc. Nas cidades existem
vários museus onde pode-se apreciar a apaixonante cultura
escondida por detrás de seus muros. Os mais fascinantes
espetáculos teatrais têm lugar no Centro de Convenções ATLAPA
na cidade do Panamá. Existem, por outro lado, 28 salas de cinema.
O primeiro filme panamenho foi “Quando morre a ilusão”, filmado
em 1949 e o primeiro colorido, “Ileana, a Mulher”, do ano 1960.

ENTRETENIMENTO Panamá oferece numerosas atividades de


entretenimento e lazer para todos os gostos. A visita aos Parques
Nacionais e as excursões a pé, a cavalo ou de bote entre as ilhas,
são uma boa alternativa para ocupar a maior parte do dia e
desfrutar de paradas de grande beleza, além da fauna e flora do
país que é simplesmente espetacular. Além disso, neste entorno de
luxo pode-se praticar distintas atividades esportivas como surfing,
pesca submarina, submarinismo, senderismo ou rafting, entre
outros. Porém, se o que se procura e deseja é relaxar e descansar,
nada melhor que deitar ao sol numa praia tranquila de areias
brancas e transparentes águas. Entre visita e visita pode-se assistir
aos numerosos e tradicionais festivais para desfrutar do rítmo e,
acima de tudo, da amável companhia dos habitantes. Não é à toa
que o Panamá é um lugar onde a música é a nota predominante e
as atuações de todo tipo de grupos e rítmos abundam por toda
parte. Os cassinos e os demais jogos de azar são dirigidos pelo
Governo Nacional. Geralmente, os principais hotéis contam com
salas destinadas ao jogo. Porém, não querendo “provar fortuna”
pode desfrutar das representações teatrais, dos cinemas ou visitar
exposições e museus, sem esquecer as discotecas, bares e os
magníficos cafés. Enfim, que com um pouco de imaginação e
disposição, estamos convencidos de que no Panamá esquecerá o
significado do aborrecimento.

FESTIVIDADES Panamá é um país do Caribe que gosta das festas


alegres e descontraidas, com rítmos quentes que permitem bailar
durante horas e horas. Durante as celebrações e as festividades as
ruas vestem-se de cores e os sons e cheiros invadem todo o
ambiente. Os dias festivos oficiais são: 1 de Janeiro. Celebra-se
com uma grande festa a entrada do Ano Novo. 9 de Janeiro. Neste
dia comemora-se o Dia dos Mártires. A Semana Santa, celebrada
com fervor e recolhimento pelos panamenhos durante uma semana
de abril ou maio, dependendo do ano. Organizam-se Via Crucis,
procissões e diferentes atos religiosos. 1 de Maio. Como na maior
parte dos paises do mundo, comemora-se o Dia do Trabalho. 15 de
Agosto. A capital veste-se de gala para celebrar o Dia da Fundação
da Cidade do Panamá. 12 de Outubro. Neste dia comemora-se a
Descoberta de América que conhece-se como o Dia da
Hispanidade. 1 de Novembro. É o Dia de Todos Santos e os
panamenhos oram a seus finados. 28 de Novembro. Dia da
Independência. Em dezembro duas são as festas e, todas duas de
caráter religioso: Dia 8 A Assunção e o 25 o Dia de Natal. Além das
festas oficiais exitem outros eventos que os panamenhos vivem
com intensidade, como os famosos e muito populares Carnavais,
onde as pessoas disfarçam-se, divirtindo-se antes de período de
Quaresma chegar e, com ele, o jejúm. Também, são muito
populares o Cristo Negro de Portobelo, no 21 de outubro, a Feira
das Flores e do Café de Boquete no mês de abril e a Virgem do
Carmo, 16 de julho, na Ilha deTaboga, entre outras celebrações.
LOCAIS TURÍSTICOS Para descobrir as maravilhas do Panamá
iremos iniciar o nosso percurso pela capital, Cidade do Panamá,
visitando também o Canal do Panamá, os Parques Naturais, a Ilha
de Taboga e o Arquipélago das Pérolas. De lá viajaremos às
províncias de Bocas de Touro, Chiriqui e a Península de Azuero.
Findaremos a nossa viagem no outro lado do país, começando por
Colón para passar por São Brás e findar na impressionante zona
selvagem de Darién, na fronteira com Colômbia.

CIDADE DO PANAMÁ Cidade do Panamá, a capital do país, é hoje


em dia (provavelmente) uma das cidades mais ricas e formosas do
planeta, considerada por alguns como a porta do mundo e o
coração do universo. Isto confirma-se devido a visita (por prazer ou
necessidade) de pessoas procedentes de todos os países do
mundo, que imprimem-na um sabor tradicional muito característico.
Com certeza, a visita a esta cidade irá deixar uma boa lembrança,
tanto por realizar um percurso por seus entornos naturais como
passeando pelas três cidades que comformam Cidade do Panamá,
a Cidade Velha, a Parte colonial e a zona Moderna. ZONA VELHA
O percurso pela capital pode ser iniciado na Zona Velha e, dentro
dela, é quase obrigatório começar a visita pelas ruínas que restam
da cidade, que foi saqueada pelo pirata Morgan no ano 1671. A
cidade foi fundada em 1519 por P. de Ávila, sendo a primeira vila
espanhola no litoral Pacífico da América. Não se deve esquecer
que a Cidade do Panamá tem sido considerada como a “porta de
entrada”. Na atualidade conservam-se as ruínas de pedra de sete
conventos como Santo Domingo e São José, o Hospital São João
de Deus, a Catedral que conserva também, sua torre, duas pontes,
um forte e algumas das casas que em sua maioria eram de
madeira, além de algumas estruturas que não foram identificadas.
ZONA COLONIAL A Zona colonial ou Casco Antigo representa a
segunda vila de Cidade do Panamá, fundada em 1673, substituindo
assim a primeira, que se achava em ruínas, ápos o ataque do
pirata. Resultando muito atrativo tanto pela cuidada forma
octogonal, com bairros como São Felipe com as ruas estreitas e
balconadas de ferro forjado cheias de gerânios, com suas muralhas
e baluartes, como pelos distintos lugares de especial interesse,
entre os que destacam a Igreja da Mercê, do ano 1680, com uma
magnífica fachada de estilo barroco; a Igreja de São José, de 1671,
que em seu interior conserva um maravilhoso altar de ouro e a
Catedral Metropolitana, com suas duas torres gêmeas cobertas de
madrepérola. Outras costruções da zona que bem merecem uma
visita são a Casa Arias, o melhor exemplo de arquitetura neo-
clássica panamenha; a Casa do Virrei interessante mostra da
arquitetura civil da época colonial; o Palácio Municipal, do ano
1910, em estilo neo-clássico italiano; o Palácio de Justiça, edificado
no começo do século e o edifício da Presidência da República, do
ano 1763, cujo interior pode-se ver o famoso pátio habitado por um
casal de garças brancas, desde 1905. Também, pode-se visitar
nesta zona, outros bairros, ruas, praças e casas que irão fascinar
qualquer visitante pelo seu encanto. Entre eles aconselhamos o
Arco Chato, único no mundo e ligado ao Convento de Santo
Domingo; o Teatro Nacional, de 1905, no que destaca uma luxuosa
decoração e os murais do interior, obra de Roberto Lewis; a Praça
de França, a mais agradável e bela da cidade, a Praça Bolívar e o
Passeio das Abóbadas, onde encontra-se o setor mais conservado
das velhas muralhas da cidade. ZONA MODERNA Na cidade do
Panamá moderna destacam os grandes edifícios, os fabulosos
armazéns, as belas residências, os numerosos hotéis e os cassinos
com sua animada vida noturna e diurna, já que nesta zona fazem
os negócios e a maioria das vendas da vila.

MUSEUS DA CIDADE DO PANAMÁ Museu de Arte Colonial


Religioso Reaberto após sete anos de restauração, com uma
excelente coleção de objetos religiosos, doados a maior parte pelos
colonos da cidade Museu Antropológico Rainha Torres de Araúz
Acolhe peças de distintos assentamentos arqueológicos de todo o
país. Museu de História do Panamá Situado no andar mais alto da
Junta da cidade. Nele pode-se acompanhar a fascinante história do
país, através de distintos objetos e documentos. Museu Afro-
Antilhano Possui uma interessante mostra da cultura africana
chegada ao país nos tempos da escravatura, e também da cultura
indígena do oeste. Museu de Arte Contemporânea Aqui pode-se
admirar a excelente coleção permanente e outras de caráter
temporário. Museu de Ciências Naturais Conta com salas de fauna,
flora, geologia e palentologia do país todo.

O CANAL DO PANAMÁ A visita ao Canal do Panamá é obrigatória,


já que hoje em dia, igualmente aos tempos passados, continua
assombrando a qualquer visitante. Enormes barcos de todos os
países do mundo são vistos deslizando em suas águas, cruzando
as represas e atravessando o país para em oito horas, passar do
oceano Atlântico ao Pacífico, ou ao contrário; é algo que
surpreende. Nesta zona vale a pena as Represas de Miraflores,
situadas no setor Pacífico que permitem magníficas vistas do
tráfego marítimo; as áreas residênciais; o edifício da Administração
do Canal, cujo interior pode-se ver esplêndidos murais; a Ponte das
Américas, que cruza o Canal ligando América do Sul com o resto do
continente, e outras represas como as de Pedro Miguel e Gatún. Se
o que você quer é obter uma boa vista o melhor é ir ao Cerro do
Contratista, onde pode-se ver transitar os barcos, pelo Corte
Gaillard. Para os amantes da natureza, dentro do Canal, nada
melhor que viajar ao Lago Gatun, onde encontra-se a ilha de Barro
Colorado; acompanhado por um guia, pode percorrer a selva e
observar o grande número de animais que tem seu lugar ali, como
os macacos gritões ou os macacos aranha, tucanos, araras e
águias reais, entre outros. Outro excelente lugar para desfrutar com
a fauna do país é o Zoológico do Panamá, com uma pequena
mostra de animais típicos de América Central e, muito perto, o
Jardim Botânico onde pode-se admirar mais de 15.000 espécies de
plantas. Outros lugares para desfrutar são o Cerro Azul, muito
popular pelas paradas naturais de grande beleza; o Templo Bahai,
com a peculiar forma de ovo, sendo o principal templo desta religião
em toda América Latina, e o Templo Hindu. Para os apaixonados
pelo mergulho o Canal oferece uma experiência difícil de viver em
outra parte do mundo. Nesta área pode-se contemplar, sempre a
uma profundidade que não passe os 16 metros, o trem antigo, que
data de princípios do século, formado por uma máquina e vários
vagões de carga, assentados em seus trilhos. Também pode-se ver
duas dragas e, os restos de um povoado da mesma época, assim
como o naufrágio do Bryon. PARQUES NATURAIS PRÓXIMOS A
CIDADE DO PANAMÁ Cidade do Panamá conta com entornos de
grande beleza e variada flora, assim como, uma grande variedade
de espécies endêmicas, quanto a fauna. Os principais parques são:
Parque Nacional Soberania A 25 km da cidade e com uma
superfície de 22.104 hectares, o parque está unido a bacia
hidrográfica do canal. Seus principais atrativos são as trilhas
chamadas O Charco e Caminho do Oleoduto, ótimos para quem
gosta da observação das aves. Neste parque existem espécies de
veado de cauda, gato solo e saíno, entre as mais representativas.
Quanto a flora, conta com grande variedade de cipós, guaiacanes,
índio desnudo e epifitas. Parque Natural Metropolitano A 1 km da
cidade do Panamá, tem uma superfície de 265 hectares e é um dos
poucos parques que encontram-se ligados dentro da área
metropolitana em toda América Latina. Nele oferece-se educação
ambiental com técnicas audiovisuais, salões para conferências e
reuniões, além de uma loja onde pode-se adquirir diferentes artigos.
Também, merece visita um Orquideário, com infinidade de distintas
orquídeas, em um precioso e interessante percurso. Parque
Nacional de Cruzes A 15 km da capital com uma superfície de
4.000 hectares, é um corredor ecológico que liga as zonas do
bosque entre os dois anteriores e o Caminho de Cruzes. Neste
Parque pode-se contemplar uma grande variedade de flora,
espetaculares cachoeiras e algumas espécies em perigo de
extinção, como o macaco titi, o iguano verde, o veado corzo, o tatu
e o preguiça de três dedos. Parque Nacional Altos de Campana A
50 km de Cidade do Panamá e, com uma extensão de 4.816
hectares, o parque encontra-se na bacia hidrográfica do Canal. Tem
recursos geológicos além de proteger bacias hidrográficas, como a
do rio Sajálices. Aloja grande quantidade biológica, como rodais
quase puros de podocarpus e coníferas nativas. Quanto à fauna,
vivem neste entorno a rã dourada, o coelho pintado e o vampiro
comun, todas estas espécies de grande valor. PRAIAS AOS
ARREDORES DA CIDADE DO PANAMÁ Para descansar de todas
estas visitas. Cidade do Panamá conta na costa com preciosas
praias onde relaxar. Nelas pode megulhar admirando os arrecifes
coralinos e as surpreendentes paisagens de fauna e flora
submarina, que distinguem-se pela incrível explosão de cores e
formas. As principais praias da zona são Kobbe e Veracruz, muito
perto do Canal, Chame e Farallón perto de São Carlos, Palmar,
ideal para a prática do surf e as praias de Gorgona, Coronado, Rio
Mar, Santa Clara e Corona. ILHA TABOGA Desde a capital,
somente uma hora de lancha, chega-se à tranquila Ilha Taboga.
Também é conhecida como a Ilha das Flores, por ser um verdadeiro
remanso de tranquilidade; basta dizer que ali não circulam
automóveis e, que conta com uma povoação de estilo colonial que
convida a passear tranquilamente por suas estreitas ruas. Na ilha
pode-se praticar distintos esportes naúticos, convertidos no
passatempo favorito de seus habitantes. Possui impressionantes
praias perto da cidade, de tíbias e transparentes águas, convidando
à natação, ao esqui aquático, a pesca, o mergulho, o surf e o
submarinismo, entre muitas outras atividades. ARQUIPÉLAGOS
DAS PÉROLAS Paraíso formado por 100 ilhas, todas elas cobertas
de entupidos bosques e rodeadas de águas cristalinas, onde pode-
se admirar aos golfinhos brincando e um grande número de aves. A
ilha mais conhecida é Contadora, a 15 minutos de lancha da Cidade
do Panamá. Aqui é onde os indígenas mergulhavam em pleno
pulmão. em outros tempos, em busca de pérolas. Atualmente, seu
maior atrativo é oferecer a possibilidade de praticar esportes como
a pesca, mergulho, golfe, natação, tênis, surfing ou simplesmente,
curtir o sol em suas delicadas praias de areias brancas.
PROVÍNCIAS BOCAS DE TOURO Bocas de Toro é um arquipélago
tropical que foi descoberto por Cristovão Colombo em 1502. Esta
província está conformada por um arco insular, que encerra a
Lagoa do Chiriqui, com águas sempre verdes e tranquilas, situadas
ao noroeste do país. Desde a Ilha de Colombo, que é a cabeçeira
de província, podem-se visitar as distintas ilhas do Arquipélago.
Bocas de Touro é capital, conhecida pelo pão de gengibre, a
arquitetura georgiana, as belas praias e o excelente marisco como
ostras, lagostas e amêijoa. O Parque Nacional Marinho Ilha
Bastimento, situado na Ilha de Colombo, é simplesmente
impressionante. Conta com uma superfíciede 13.226 hectáres,
sendo o habitat natural das tartarugas marinhas carey. Conserva,
além disso, ecossistemas costeiros, ilheus e marinhos com fundos
coralinos de mais de 200 espécies de peixes tropicais. Pode-se
desfrutar das excelentes e longas praias de areias brancas; praticar
o mergulho em suas águas, sempre cristalinas, é uma delícia. O
parque é por outro lado, um dos três do país que conta com
colônias de manaties. Destacam também nas Ilhas Sapatilhas, as
localidades indígenas de Quebrada Salgada e os Cayos Sapatilhas
que, quando o mar está calmo, pode-se mergulhar por detrás deles
para contemplar os restos de naufrágio de uma barco assim como,
uma série de cavernas submarinas. Também, merece uma visita,
na queda vertical rochosa Wild Cane Key (atrás da ilha
Bastimentos). Se quiser uma experiência diferente, nada melhor do
que visistar as diversas Ilhas de Mangue, com acesso através de
mergulhos, por debaixo de suas raizes, contemplando o
maravilhoso mundo do mangue, onde coexistem mlilhares de
pequeníssimas e diferentes espécies de criaturas marítimas. O
Parque Internacional Amizade, tem como particularidade, encontrar-
se entre dois paises, Panamá e Costa Rica. Todos os dois
compartem sua direção desde 1988. Foi declarado pela UNESCO,
Patrimônio Mundial Natural, pela sua grande biodiversidade e, as
diferentes espécies endêmicas, tanto em flora, quanto em fauna.
PROVÍNCIA DE CHIRIQUI A região de Chiriqui é conhecida como a
“Suiça Panamenha”. Aqui pode-se conhecer outra parte
interessante do Panamá, já que, nestas terras o solo é muito fértil,
havendo uma frenética atividade agrícola. Existem numerosos
cultivos de laranjeiras, hortaliças e frutas de outras latitudes. É a
terra das montanhas, das fazendas dos cafezais, dos cavalos puro
sangue e das aves místicas como o quetzal. Ao pé do Vulcão Baru,
a mais de 3.000 metros de altura, encontra-se o povoado de
Boquete, com casinhas muito pitorescas de estilo alpino rodeadas
de formosos e cuidados jardins de flores e extensas plantações de
café. É a região mais fria do país, ideal para os amantes da
natureza já que neste paraíso localiza-se o Parque Nacional Vulcao
Baru, onde habitam os quetzales de peito vermelho, os beija-flores
que aninham nas árvores de madeiras muito apreciadas, sendo
também o lar da Flor do Espírito Santo, uma exótica orquídea
declarada como Flor Nacional. Um centro agrícola importante é a
capital, David, a terceira cidade em importância do país. Sem
dúvida, entre os vales, as montanhas com cachoeiras, rios e
maravilhosas flores selvagens aparecem povoados com encanto
próprio como são Cerro Ponta, Bambito e Hato do Vulcão. Na
fronteira com Costa Rica se encontra Rio Sereno, e no extremo
oeste localiza-se Porto Armuelles, um dos portos turísticos mais
importantes do Pacífico. PENÍNSULA DE AZUERO A Península de
Azuero sobressae no Pacífico como um reduto da época colonial.
Neste entorno existem festivais tradicionais de grande importância,
como os Carnavais de As Tábuas, o Festival de São Sebastião e o
Duelo do Tamarindo em Ocú, o Festival do Manito e o Festival da
Mejorana em Guararé. Chitré é a capital e o mais interessante para
visitar é o Museu de Herrera e a Catedral. Perto, somente á 4 km da
capital, localiza-se Vila dos Santos, a primeira vila que levantou-se
contra os espanhóis em 10 de novembro de 1821. Nela pode-se
visitar o Museu da Nacionalidade, o Parque Simão Bolivar e a Igreja
de São Anastásio do século XVIII. Guararé é um pequeno povoado
que conta com um único atrativo, o Museu Manuel F. Zárate, muito
apreciado por conter distintos objetos do folclore da Península de
Azuero. Possui marcas de lembrança, vestidos típicos como
polleras e “diablitos”, entre outras muitas peças. A Província dos
Santos possui, como máximo atrativo, a capital, As Tábuas, na que
destacam Santa Librada, igreja colonial com um altar de ouro
declarado Monumento Histórico Nacional e O Pausílipo, um peculiar
museu. Também merece ser visitado Santo Domingo, um pequeno
povoado muito popular pela confecçao das polleras, o traje típico
nacional e o Parque Nacional Sarigua, com 8.000 hectares, onde se
encontra um assentamento arqueológico de 11.000 anos de
antiguidade e espécies de grande interesse como o agallo, árvore
pescador, diferentes variedades de borboletas, pelicanos e
sonarcas PROVÍNCIA DE COLÓN Colón é a região mais
despovoada e sem acesso do Panamá e talvez por isso tenha um
encanto especial. Portobelo é o lugar onde ancorou Colombo na
sua quarta viagem as Américas e, de onde surgiu o nome. COLÓN
Colón, a capital da região, é uma cidade portuária muito pitoresca
com ambiente próprio, situada na entrada do Canal do Panamá, na
costa do Mar Caribe. É famosa por sua Zona Livre e seus bazares
orientais, nos que pode adquirir de tudo a preços bons. Também
vale a pena a Catedral, com um formoso altar e belas vidraçarias, o
Hotel Washington, relíquia de outra era e a Residência Lesseps,
casa em que viveu o arquiteto do Canal de Suez. Distingue-se,
também, as maravilhosas praias e as fortificações da época
colonial. PORTOBELO Portobelo é uma encantadora vila declarada
Patrimônio Histórico da Humanidade por numerosos restos de
edificações coloniais espanholas que nela se conservam. Como as
casinhas pintadas em tons pastel, e os fortes de São Lorenço e São
Felipe. Frente à costa encontra-se Ilha Grande, rodeada de
arrecifes de coral com praias de areias brancas, exuberante
vegetaçao e milhares de peixes multicoloridos. Nao muito longe tem
a Ilha Manley, igualmente formosa. O Parque Nacional Portobelo,
com 35.929 hectares, é outro dos lugares declarados Patrimônio
Mundial pelas palmeiras que enfeitam as costas e os arrecifes
coralinos. Como espécies de animais destacam as garças, o gato
manglateiro e o tigre raiado.

ARQUIPÉLAGO DE SÃO BRÁS São Brás está conformado por um


arquipélago de 375 ilhas coralinas, na maioria desabitadas, que
habitam os índios Kunas tratando de preseverar suas tradições.
Esta etnia conta com uma estrita organização e são conhecidos
pela habilidade na confecçao de “molas”, pedaços de panos
multicoloridos costurados e bordados a mão com motivos nativos e
com os que, fazem os seus vestidos. Neste entorno nada melhor
que relaxar nas praias paradisíacas de águas quentes e cristalinas
e praticar mergulho e submarinismo desfrutando os segredos que
esconde o mar. A zona é de uma beleza natural surpreendente, e
nela pode-se descansar, tomando sol e banho em lugares únicos
no mundo. ILHA PORVENIR E OUTRAS ILHAS Destaca a Ilha de
Porvenir, onde habitam tanto os índios Kunas como os Nargana, e
onde pode-se chegar a outras ilhas como a Ilha do Tigre, na qual
poderá desfrutar com as danças dos habitantes; a Wichubwala,
ideal para praticar submarinismo; a Ilha de Pargo, cujos hotéis
conservam a estrutura das cabanas kunas; e as Comunidades de
Carti-Sugtupo e Ailigandi, e Achutupu, conhecida popularmente
como a Ilha do Cachorro. Destacam também Kagantupu e Coco
Branco. A REGIÃO DO DARIÉN Darién é outra região fascinante e
isolada do Panamá. Sua selva é uma das mais extensas e menos
exploradas da América Central, sendo também a morada dos índios
Chocóes (Emberás e Woumaan, com distinto idioma) e dos Kunas,
que conservam seus costumes tradicionais. A região é um paraíso
natural protegido pelo Parque Nacional Darién, o maior do país e o
segundo em tamanho da América Central com uma extensão de
579.000 hectares (declarado Patrimônio Mundial e Reserva da
Biosfera em 1983). Está habitado por diversos grupos étnicos como
emberás, waunana e kunas. No parque habitam distintas espécies
endêmicas como araras, antas, loros e águias arpías. LA PALMA La
Palma é a capital da região na que pode-se adquirir artigos
artesanais realizados pelos distintos grupos étnicos. Conserva os
restos de um forte espanhol. Dali pode-se navegar pelo rio Tuira
para visitar povoados como Chepigana, habitado por moradores de
orígem afro-americana ou A Marea da etnia emberás.

OUTROS PONTOS DE INTERESSE Real de Santa Maria. É outro


dos povoados afros da zona. Dele pode-se visitar outros povoados
étnicos. Yaviza Importante centro comercial da região. Trata-se de
um povoado afro- colonial que conta com os encantos de um velho
forte espanhol que protegia a entrada às minas de ouro de Cana e
rio Tuquesa. Sambú É um dos rios mais importantes do Darién. Nas
imediações encontra-se uma reserva indígena chocó-emberá. É
aconselhável pedir permissão as autoridades indígenas antes de
visitar outros povoados como Jáqué, perto do limite com Colômbia o
Pucuro e Payá, importantes comunidades indígenas kuna, na parte
mais alta do rio Tuira.

TRANSPORTES Avião O Aeroporto Internacional de Tocumen, na


capital, acolhe os principais vôos internacionais. A linha bandeira do
país é Copa, cobrindo dintintos trejetos nacionais. No Panamá
existem 150 pistas que recebem distintos vôos dietos e charter. As
principais linhas aéreas do país são: Aeroperlas Oferece serviços
desde Cidade do Panamá a Colón, David, Changuinola, Bocas do
Touro, Olha Contadora e São Miguel. Alas Chirinacas Comunica
Cidade do Panamá com David, Changuinola e Bocas do Touro.
Ansa Voa desde Cidade do Panamá até o Arquipélago de São Brás
e Porto Obaldía. Chitreana de Aviação Comunica Cidade do
Panamá e Chitré Parsa Oferece serviços entre Cidade do Panamá
e a Província de Darién. Transpasa Voa entre Cidade do Panamá e
o Arquipélago de São Brás. Barco Chegar ao Panamá de barco é
muito fácil já que o país é um centro natural de navegação. Panamá
conta com vários portos nos dois mares. No Atlântico os portos de
Cristovão, Baia Das Minas, Coco Solo e Almirante, e no Pacífico,
Balboa, Porto Armuelles, Pedregal, Águadoce e Vacamonte. Têm
muitos lugares no Panamá, que o barco é o meio de transporte
mais adequado, sobretudo para chegar as diferentes ilhas. Trem
Infelizamente, o trem de passageiros que cobria a linha do Canal
entre a Cidade do Panamá e Colón ficou destruido durante a
invasão em 1989. Estão sendo feitas reparações, porém até a data
não voltou a funcionar. Tem uma linha de trens na fronteira com
Costa Rica, na costa caribenha, que vai de Almirante a Guabito.
Ônibus A rede de ônibus do Panamá é muito extensa e chega a
quase todos os locais do país, resultando um meio de transporte
ideal para desfrutar as maravilhosas paisagens que oferece o país.
Os preços são muito razoáveis. Carrol Panamá conta com agências
das mais importantes firmas de aluguel de carrros internacionais.
Se viajar em carro próprio é imprescindível levar os documentos
regularizados e, verificar o seguro do carro e a cobertura do
mesmo. A carteira de dirigir estrangeira tem validade de 90 dias e a
idade mínima é 18 anos. Transportes Públicos No Panamá pode-se
viajar em táxi, cujas tarifas são regidas por um sistema de zonas.
Bicicleta A bicicleta é uma boa opção para deslocar-se pelo país.
Panamá é mais bem plano, pelo que não requer muito esforço (o
pior é o calor). Existem numerosas oficinas de aluguel nas
principais povoações. Fonte: www.rumbo.com.br Panamá “Mais
conhecido pelo canal que empresta nome, o Panamá é um
pequeno país cujo maior patrimônio é sua geografia particularmente
privilegiada” O Panamá é um país da América Central Continental,
limitado a norte pelo Mar das Caraíbas, a leste pela Colômbia, a sul
pelo Oceano Pacífico e a oeste pela Costa Rica. O canal sozinho já
chegou a representar 14% do PIB anual do Panamá nos anos 80,
mas hoje rende pouco mais de 6%. O país aposta agora em
seu potencial turístico, no ecoturismo e na prática de esportes
radicais como fonte de renda. Em 2003, por exemplo, trouxe o
concurso Miss Universo para a Cidade do Panamá. Entre as
atrações, o Panamá dispõe as águas mornas e transparentes do
Mar do Caribe, paraíso dos mergulhadores, cruzeiros luxuosos e
dos esportes aquáticos. Diversão CASSINOS: O jogo é liberado no
Panamá, que tem importantes cassinos em sua capital, na região
de Balboa, na orla. Os cassinos, aliás, comandam a noite da
Cidade do Panamá, que é muito agitada. Transporte A rede de
ônibus do Panamá é muito extensa e chega a quase todos os locais
do país, resultando um meio de transporte ideal para desfrutar as
maravilhosas paisagens que oferece o país. Os preços são muito
razoáveis. No Panamá pode-se viajar em táxi, cujas tarifas são
regidas por um sistema de zonas. Gastronomia No Panamá são
abundantes os deliciosos mariscos como a lagosta, centola e o
polvo, assim como os frescos peixes da zona entre os que
encontramos a guabina, a corvina, o pargo e o mero, todos eles
preparados de jeitos diversos, especialmente à caribenha com
molho de coco e inclusive com ceviche. Dinheiro A moeda local é o
balboa, mas só existe em forma de moedas para pequenos trocos.
O dólar americano circula livremente. Divide-se em 100 centavos. É
aconselhável viajar com dólares americanos. Compras O Panamá
tem dezenas de lojas “duty free”. Na capital, o Centro Comercial Los
Pueblos concentra dezenas de lojas populares. Os produtos mais
requintados e lojas de primeira linha estão na Via España, próxima
aos grandes hotéis, que oferece produtos de grifes. Há ainda a
Zona Livre de Colón, uma espécie de shopping a céu aberto, mas
que visa prioritariamente a venda no atacado. As mercadorias são
isentas de tarifas alfandegárias e os bens comprados podem ser
remetidos diretamente para o Aeroporto Internacional de Tocumen.
Canal do Panamá O Canal do Panamá é um canal de 82 km que
corta o istmo do Panamá, ligando assim o Oceano Atlântico e o
Oceano Pacífico.Sua localização no Oceano Atlântico é 9°
18’40.47″ N 79° 55′ 07.25 O e no Oceano Pacífico 8° 55′ 36.05″ N
79° 33′ 08.69 O. Devido à forma em S do Panamá, o Atlântico situa-
se a oeste do canal e o Pacífico a leste, invertendo a orientação
usual. O canal tem dois grupos de eclusas no lado do Pacífico e um
no do Atlântico. No lado Atlântico, as portas maciças de aço das
eclusas triplas de Gatún têm 21 m de altura e pesam 745 toneladas
cada uma, mas são tão bem contrabalançadas que um motor de 30
kW é suficiente para abri-las e fechá-las. Clima Panamá goza de
delicioso clima tropical com temperaturas quentes entre os 18 e 27
graus centigrados. O país conta com duas estações: a temporada
das chuvas, de maio a dezembro (na que prevalecem os dias
solarengos) e a temporada seca ou de verão, quando soplam
permanentemente os ventos Alísios. Idioma O idioma oficial é o
espanhol. Também fala-se nas principais cidades o inglês, e grupos
minoritários falam francês, italiano, chinês, grego e indostão, entre
outros. Fonte: www.souturista.com.br Panamá Nome
oficial: República do Panamá (República de Panamá).
Nacionalidade: panamenha. Data nacional: 11 de outubro
(aniversário da Revolução); 3 de novembro (Independência da
Colômbia); 28 de novembro (Independência da Espanha).
Capital: Cidade do Panamá. Cidades principais: Cidade do Panamá
(668.927), San Miguelito (299.075), Colón (158.935), David
(115.173) (1996). Idioma: espanhol (oficial). Religião: cristianismo
90% (católicos 80%, protestantes 10%), islamismo 5%, bahaísmo
1%, judaísmo 0,3%, outras 3,7% (1992). GEOGRAFIA
Localização: sudoeste da América Central. Hora local: -
2h. Área: 75.517 km2. Clima: equatorial. Área de floresta: 28 mil
km2 (1995). POPULAÇÃO Total: 2,9 milhões (2000), sendo
eurameríndios 70%, ameríndios 20%, europeus ibéricos 10%
(1996). Densidade: 38,4 hab./km2. População urbana: 56%
(1998). População rural: 44% (1998). Crescimento
demográfico: 1,6% ao ano (1995-2000). Fecundidade: 2,63 filhos
por mulher (1995-2000). Expectativa de vida M/F: 72/76 anos
(1995-2000). Mortalidade infantil: 21 por mil nascimentos (1995-
2000). Analfabetismo: 8,1% (2000). IDH (0-1): 0,776 (1998).
POLÍTICA Forma de governo: República presidencialista. Divisão
administrativa: 9 províncias e 3 reservas indígenas
autônomas. Principais partidos: aliança União pelo Panamá
(Arnulfista, PA; Liberal Autêntico, PLA; Democrata Cristão, PDC; e
Cambio Democrático) e coalizão Nova Nação (Revolucionário
Democrático, PRD; Liberal Nacional, PLN; e
MPE). Legislativo: unicameral – Assembléia Legislativa, com 72
membros eleitos por voto direto para mandato de 5
anos. Constituição em vigor: 1978.

ECONOMIA Moeda: balboa. PIB: US$ 9,1 bilhões (1998). PIB


agropecuária: 8% (1998). PIB indústria: 18% (1998). PIB
serviços: 74% (1998). Crescimento do PIB: 4,4% ao ano (1990-
1998). Renda per capita: US$ 2.990 (1998). Força de trabalho: 1
milhão (1998). Agricultura: Principalmente banana, cana-de-açúcar
e café. Pecuária: bovinos, suínos, aves. Pesca: 169,7 mil t
(1997). Mineração: cobre, carvão. Reservas não exploradas de
molibdênio. Indústria: alimentícia, bebidas, refino de petróleo,
petroquímica, papel e derivados. Exportações: US$ 786 milhões
(1998). Importações: US$ 3,4 bilhões (1998). Principais parceiros
comerciais: EUA, Japão, Equador, Alemanha, Costa Rica e México.

DEFESA Gastos: US$ 118 milhões (1998). Fonte:


www.portalbrasil.ne Panamá O Panamá é um país da América
Central. Sua capital é a Cidade do Panamá. A principal religião é o
Cristianismo. A principal língua é o Espanhol. Explorado e
colonizado pelos Espanhóis no século 16, o Panamá rompeu com a
Espanha em 1821 e juntou-se à uma união entre Colômbia,
Equador e Venezuela – chamada de República da Gran Colômbia.
Quando a última dissolveu-se em 1830, o Panamá permaneceu
parte da Colômbia. Com o apoio dos Estados Unidos, o Panamá se
separou da Colômbia em 1903 e imediatamente assinou um tratado
com os Estados Unidos permitindo a construção de um canal e a
soberania dos Estados Unidos sobre uma faixa de terra de cada
lado da estrutura (a Zona do Canal do Panamá). O Canal do
Panamá foi construído pelo Corpo de Engenheiros do Exército dos
Estados Unidos entre 1904 e 1914. Em 1977, foi assinado um
acordo para a transferência completa do Canal do Panamá para o
Panamá até o final do século. Algumas partes da Zona e a
crescente responsabilidade sobre o Canal foram entregues nas
décadas subseqüentes. Com a ajuda dos Estados Unidos, o ditador
Manuel Noriega foi deposto em 1989. Todo o Canal do Panamá, a
área de apoio ao canal, e as bases militares restantes dos Estados
Unidos foram transferidos para o Panamá até o final de 1999. Em
Outubro de 2006, os Panamenhos aprovaram um ambicioso plano
de expansão do Canal. O projeto, que começou em 2007 e poderá
dobrar a capacidade do canal, está previsto para ser concluído em
2014-15. Panamá, um país em forma de S na América Central,
situa-se entre a Costa Rica e a Colômbia. O Istmo do Panamá, uma
estreita faixa de terra que separa os oceanos Atlântico e Pacífico,
tem sido muito utilizado como uma ponte entre a América do Sul e a
América do Norte. Durante séculos, ele também cativou e frustrou
os exploradores como uma tentadora barreira estreita entre os
oceanos Atlântico e Pacífico. A abertura do Canal do Panamá em
1914 cumpriu o sonho de séculos de ligar os dois oceanos, e
mudou para sempre a caminho da história do Panamá. O Panamá é
composto de duas partes muito diferentes. A região do Canal do
Panamá – que muitos geógrafos chamam de “zona de trânsito” -
contém a maioria das pessoas do país, suas maiores cidades, mais
da metade de suas indústrias, e a maioria de suas instalações
turísticas. A outra parte do Panamá é predominantemente rural,
uma terra de fazendas, sítios, cidades pequenas, e de floresta
tropical escassamente colonizada. A herança do Panamá é muito
diferente da de seus vizinhos da América Central. Até 1903, ele era
uma província da Colômbia. A conexão entre o Panamá e o resto
da Colômbia nunca foi forte. Isso acontecia porque as florestas
tropicais impenetráveis que cobrem a região de Darien forçavam os
Colombianos a se comunicarem por via marítima. Após a
independência, o canal ligou intimamente a nação aos Estados
Unidos. O Panamá é o lar de muitos povos indígenas que traçam a
sua herança cultural às origens Sul-americanas. Esta herança é
claramente visível na paisagem cultural das zonas rurais do
Panamá. Terra A maioria da América Central é caracterizada por
três divisões naturais: um interior montanhoso, um lado do Caribe
encharcado pela chuva, e um lado do Pacífico com a alternância de
estações secas e úmidas. Este padrão é válido para o oeste do
Panamá entre a Costa Rica e a área do canal. Ali sobem as
montanhas mais altas do país, que juntas formam a espinha dorsal
montanhosa chamada Cordilheira Central. Muitas são vulcões
extintos. Mais alto de todos está o Vulcão Barú, localizado perto da
fronteira com a Costa Rica. As montanhas diminuem de elevação
quando você se move para o leste na direção do canal. O lado
Caribenho do Panamá a oeste do canal é embebido a cada ano por
mais de 120 polegadas (300 cm) de chuva. Ele é coberto por uma
densa floresta tropical. Por outro lado, o lado do Pacífico, no oeste
do Panamá recebe tanto quantas 60-120 polegadas (150 a 300 cm)
de precipitação por ano. Há uma pequena estação seca, de Janeiro
a Março. A região do Pacífico é coberta por pastagens tropicais
(cerrado) misturado com a floresta. O oeste do Panamá é acessível
a partir da Cidade do Panamá através da Ponte das Américas, que
abrange o canal, e a Rodovia Inter-Americana. Esta região é uma
terra de cidades coloniais, paisagens agrícolas, belas praias, e
terreno montanhoso intercalado com vales pitorescos. Ele oferece
muitas oportunidades para exposição ao artesanato tradicional e a
música. As planícies costeiras do Panamá são bastante estreitas.
Na verdade, as montanhas chegam até a costa e formam falésias
ao longo da costa do Caribe entre a Costa Rica e o canal. A maior
planície no lado do Pacífico encontra-se entre a Cordilheira Central
e a Península de Azuero, a oeste do canal. Esta área densamente
povoada é uma das regiões agrícolas mais importantes do país. O
Panamá tem vários recortes grandes ao longo de suas costas.
Estes incluem a ilha repleta da Lagoa Chiriquí (perto de Costa Rica,
no lado Caribenho do país) e o Golfo do Panamá (na entrada do
Pacífico do canal). A leste do Panamá está o país da fronteira. A
Rodovia Inter-Americana (uma seção da Rodovia Pan-americana)
está pavimentada por 37 milhas (60 km) correndo da Cidade do
Panamá para Chepo, uma cidade de tamanho considerável. De lá
para Yaviza, outras 111 milhas (180 km), a estrada é de cascalho;
finalmente, depois de outras 18 milhas (30 km), a estrada termina
completamente. O governo terminou planos para completar a
estrada – o único trecho inacabado do enorme sistema de rodovias
Pan-americanas. Infelizmente, os maciços pântanos e florestas
tropicais impenetráveis da subdesenvolvida região de Darien do
Panamá apresentam desafios de engenharia quase intransponíveis.
A região de Darien é composta por cerca de 25% da área total do
Panamá. Ela pode estar onde o futuro da nação se encontra. Os
colonos na região muitas vezes vêem a floresta como um obstáculo
que deve ser eliminado se forem para desenvolver fazendas. O
processo de limpar a terra para a agricultura tem destruído vastas
áreas da floresta tropical. E isso teve um impacto significativo sobre
a diversidade biológica da terra. Para sua consternação, os
agricultores descobriram que as árvores da floresta tropical
removem menos nutrientes do solo do que as culturas que os
agricultores querem cultivar. Além disso, a má qualidade dos solos
da floresta tropical têm poucos nutrientes para dar. O custo dos
fertilizantes é proibitivo. Assim, os fazendeiros freqüentemente
abandonam seus lotes depois de alguns anos e passam para um
novo pedaço da floresta tropical. As empresas madeireiras também
aceleraram o processo de destruição da floresta tropical. A
destruição da floresta tropical produziu algumas conseqüências
inesperadas. As florestas tropicais funcionam como esponjas
gigantes, absorvendo e liberando grandes quantidades de chuvas.
Estudos têm demonstrado que a diminuição das chuvas e a erosão
acelerada do solo são encontrados em áreas onde as florestas
foram removidas. Essa dinâmica já foi observada perto do Canal do
Panamá, onde mais de 70 por cento da floresta na bacia foi
apagada. As Ilhas San Blas, localizadas no mar a leste de Colón,
são o lar dos Índios Cuna. Os Cuna, que falam ambos o Espanhol e
sua língua nativa, são política e economicamente sofisticados. Eles
têm autonomia interna no Território de San Blas, enviam um
representante para a Assembléia Legislativa nacional, e não são
taxados pelo governo. Cidades Cidade do Panamá Mais da metade
das pessoas do Panamá vivem em comunidades urbanas. A maior
é a Cidade do Panamá, a capital do país. A cidade foi fundada em
seu local atual em 1673, após a antiga cidade ter sido queimada até
o chão por piratas sob o comando do aventureiro do País de Gales
Henry Morgan. A cidade velha, 4 milhas (6,5 km) longe, foi fundada
pelos Espanhóis em 1519. É conhecida como Panamá Viejo. A
Cidade do Panamá, no entanto, tem um notável bairro histórico de
San Felipe – uma área em torno das fortificações construídas pelos
Espanhóis; ela contém uma maravilhosa coleção de velhos edifícios
com varandas no segundo andar que se sobrepõem às ruas
estreitas. O restante da Cidade do Panamá é uma interessante
mistura de modernos edifícios de escritórios, mercados, lojas de
moda, bons restaurantes, hotéis de todos os tipos, e uma variedade
fascinante de pessoas. A Cidade do Panamá tem pelo menos 80
bancos que representam mais de 30 países. Os serviços financeiros
empregam quase 10.000 pessoas e geram 6 por cento do produto
nacional bruto. Esses bancos e outras empresas explicam por que
o Panamá tem o maior número de telefones por pessoa de qualquer
país na América Central. A Cidade do Panamá é um dos principais
destinos turísticos da América Central. Poucos visitantes deixam o
Panamá sem parar para fazer compras na Sal si puedes (“Saia se
você pode”), uma rua estreita, cheia de vendedores insistentes e
muitas coisas para comprar. Muitos turistas organizam uma
excursão pelo Canal do Panamá, onde se pode assistir os navios
passando pelo bloqueio. A Universidade do Panamá, no subúrbio
de El Cangrejo é uma atração popular, como o é a floresta no
Parque Nacional Metropolitana, dentro dos limites da cidade. Para
uma experiência mais substancial da floresta tropical, os turistas
podem visitar o Parque Nacional Soberania, uma fácil direção a
partir da Cidade do Panamá. A Cidade do Panamá é o principal
porto de pesca do país. Os barcos de pesca, que se especializam
na captura do camarão, ancoram longe da costa por causa da vasta
onda da maré do Golfo do Panamá. Os camarões são congelados
ou enlatados logo depois de serem pegos. Muitas pessoas
descobriram que é mais lucrativo criar camarão em fazendas nos
pântanos de sal ao longo da costa do Pacífico. Colón e Cristóbal
Colón e sua cidade companheira, Cristóbal, são nomeadas para o
explorador Cristóvão Colombo. Colón possui belos edifícios
públicos, lojas bem abastecidas, e uma zona franca; a cidade
também é conhecida por favelas extensivas. David A capital da
província de Chiriquí, David é o centro de uma zona agrícola muito
produtiva especializada em bananas e arroz. Os agricultores
cultivam arroz em grandes plantações irrigadas e mecanizadas nas
terras baixas ao longo do Golfo de Chiriquí; a maioria da colheita é
consumida internamente. População Sobre 70 por cento de todos
os Panamenhos são mestiços (pessoas de ascendência mista
nativa Americana e Europeu); 14 por cento têm uma herança nativa
Americana e das Índias Ocidentais; 10 por cento são brancos; e 6
por cento são nativos Americanos (principalmente os Chocó, Cuna
e Guaymí) . O Espanhol é a língua oficial do Panamá. Cerca de 14
por cento de todos os Panamenhos falam o Inglês. A educação é
obrigatória para crianças entre as idades de 7 e 15, e o país tem
uma das maiores taxas de alfabetização (89 por cento) da América
Latina. A grande maioria das pessoas são Católicos Romanos, mas
15 por cento identificam-se como Protestantes. Os feriados
religiosos fornecem ocasiões para celebrações. Os Panamenhos
celebram o Carnaval com música, dança e um grande desfile na
Terça-feira de Carnaval. Igualmente renomada é o festival da
Semana Santa na Villa de los Santos, na Península de Azuero.
Economia O comércio internacional é importante para a economia
Panamenha, e a Cidade do Panamá é o porto mais importante de
carga geral do país. A maioria das instalações de embarque estão
localizadas no subúrbio de Balboa, na entrada ocidental do Canal
do Panamá. O Panamá tem uma considerável marinha mercante
nacional numerando milhares de navios. Alguns desses vasos
estão na verdade ancorados no Panamá, no entanto. As empresas
estrangeiras detêm a maioria dos navios, e contam com o Panamá
para fornecer-lhes uma “bandeira de conveniência”. Taxas baixas e
inspeções de segurança mínimas estão entre os incentivos para os
armadores estrangeiros registrarem seus navios no Panamá. As
empresas Panamenhas possuem poucos dos navios que
transportam as exportações do Panamá ao exterior. As principais
exportações do Panamá incluem bananas, camarão, açúcar de
cana e café. Vestuário, madeira e produtos petrolíferos são outras
das exportações importantes. O Panamá obtém a maior parte de
seu petróleo da Venezuela, e o processa em uma refinaria não
muito longe do extremo do Caribe do canal. Alguns dos produtos
refinados são então enviados por gasoduto para a Cidade do
Panamá para exportação para outros países da América Central. O
Panamá tem poucos recursos naturais além de sua madeira.
Geólogos descobriram um considerável depósito de cobre em 1957
em Cerro Colorado, na província ocidental de Chiriquí. Este
depósito permanece subdesenvolvido, no entanto, devido aos
custos da extração elevada e aos baixos preços do cobre no
mercado mundial. Os Panamenhos também descobriram grandes
jazidas de petróleo na Província de Veraguas em 1981. O sal é
produzido em tanques da maré, e o cascalho, areia, e cal são
extraídos para uso na construção e em fazer cimento. Na década
de 1930, a United Brands (antiga United Fruit Company)
estabeleceu plantações para crescer bananas nas planícies
costeiras do Pacífico perto de Puerto Armuelles. As bananas
também são uma produção importante na baixada litorânea do lado
Caribenho do país. Os exportadores embarcam estas bananas para
fora dos pequenos portos de Almirante e Bocas del Toro. Surtos de
várias doenças reduziram a produção de banana até os anos
1960s, quando variedades resistentes a doenças foram plantadas.
Em outros lugares, no oeste do Panamá, a cana de açúcar, o café,
o cacau e o gado são importantes. A reforma agrária é um fator que
tem contribuído para o sucesso da agricultura do Panamá. O
Panamá aprovou sua primeira lei de reforma agrária em 1962. Ao
abrigo das suas disposições, os posseiros poderiam legalizar a
posse das terras nacionais que ocupavam, ou eles poderiam
adquirir o direito à terra privada que cultivariam durante pelo menos
10 anos. A lei também previa a criação de fazendas coletivas com
base em um modelo Chileno. O Panamá tem um grande déficit
comercial a cada ano, que em parte compensa com as portagens
pagas pelos navios que viajam através do canal. O Panamá não é
membro do Mercado Comum Centro-Americano (CACM), mas o
seu comércio com os outros países Latino-americanos está
aumentando. Os Estados Unidos continuam sendo os parceiros
comerciais chefes do país. O setor de serviços, que inclui o
governo, as operações bancárias, as finanças internacionais, e o
turismo, tem sido tradicionalmente a parte mais importante da
economia. O Panamá tem experimentado um rápido crescimento
industrial desde meados da década de 1990, no entanto, devido em
parte à introdução de extensas reformas de livre-mercado que
estimularam o investimento estrangeiro e o crescimento econômico.
A refinação de petróleo importado, o processamento de alimentos,
a geração de energia hidrelétrica, e a fabricação de materiais de
construção são atividades importantes. Em 2000, a Zona de Livre
Comércio Panamenha em Colón havia se tornado a maior zona de
livre comércio do mundo depois de Hong Kong. Mais de 1.500
empresas operam nesta zona, utilizando matérias-primas
importadas para transformar bilhões de dólares em equipamentos
eletrônicos, vestuário, têxteis, sapatos, jóias, relógios e outros bens
para exportação. Economia – visão geral: A economia baseada no
dólar do Panamá repousa principalmente em um setor de serviços
bem desenvolvido que representa mais de três quartos do PIB. Os
serviços incluem operação do Canal do Panamá, logística,
bancário, a Zona Livre de Colón, seguros, portos de contentores, o
registro principal e turismo. O crescimento econômico será
reforçada pelo projeto de expansão do Canal do Panamá, que
começou em 2007 e está prevista para ser concluída em 2014 a um
custo de US $ 5,3 bilhões – cerca de 10% do PIB atual. O projeto
de expansão será mais do que dobrar a capacidade do Canal, o
que lhe permite receber navios que são muito grandes para
atravessar o canal existente. Os Estados Unidos ea China são os
principais usuários do canal. O Panamá também planeja construir
um sistema de metrô na Cidade do Panamá, avaliado em US $ 1,2
bilhão e prevista para ser concluída até 2014. Transporte expansão
do Panamá e dos serviços de logística, juntamente com projetos de
desenvolvimento de infra-estrutura agressivos, têm conduzir a
economia para um crescimento contínuo de alta em 2012. Um forte
desempenho econômico não se traduziu em prosperidade
amplamente partilhada, como o Panamá tem a pior distribuição de
renda segundo na América Latina. Cerca de 30% da população vive
na pobreza, no entanto, 2006-2012 a pobreza foi reduzida em 10
pontos percentuais, enquanto o desemprego caiu de 12% para
4,4% da força de trabalho em 2012. Um norte-Panamá Acordo de
Promoção Comercial foi aprovada pelo Congresso e sancionada em
outubro de 2011. Buscando a remoção da Organização da lista
cinza de Desenvolvimento Econômico de paraísos fiscais, o
Panamá também assinou recentemente vários acordos de dupla
tributação com outras nações. História Os povos Cuna, Chocó, e
Guaymí estavam entre os primeiros habitantes conhecidos do
Panamá. Os Cuna estabeleceram-se nas Ilhas San Blas, os Chocó
habitavam o Darien, e os Guaymí viviam no oeste do Panamá. Mais
de 50 tribos – nenhuma muito grande – ocupavam esta parte da
América Central no final do século 15. A maioria dos grupos vivia
em habitações de cana-de-parede, com telhados de palha
chamadas bohíos e dormiam em redes. Eles caçavam, pescavam e
recolhiam comida na floresta. Suas vidas começaram a mudar para
sempre em 1510, quando os Espanhóis estabeleceram o porto de
Nombre de Dios, na foz do Rio Chagres. Pouco tempo depois, em
1519, eles fundaram a Cidade do Panamá no extremo do Pacífico
de uma trilha que cruzava o Istmo do Panamá. Alguns dos homens
Espanhóis casaram com mulheres Indígenas. Mesmo que o
Panamá tinha pouco ouro ou prata, ambos os metais preciosos
desempenharam um papel importante em sua história colonial. Os
exploradores Espanhóis encontraram muito ouro e prata no Peru e
na Bolívia. Estes metais eram transportados por navio para a
Cidade do Panamá, na costa do Pacífico, e, em seguida, movidos
por animal de carga ao longo do Camino Real para Nombre de
Dios. Os trabalhadores lá então recarregavam o metal em navios
para o resto da viagem para a Espanha. A Colômbia, incluindo o
que agora é o Panamá, garantiu a independência da Espanha em
1821, após quase 10 anos de combates esporádicos. Trinta anos
depois, muitos Americanos atravessaram o Panamá quando eles
viajaram do leste dos Estados Unidos em seu caminho para as
recém-descobertas minas de ouro da Califórnia. O tráfego pesado
ao longo deste percurso convenceu os Colombianos à construirem
uma estrada de ferro de Colón para a Cidade do Panamá. A
Estrada de Ferro do Panamá começou a operar em 1853. Na
década de 1880, Ferdinand de Lesseps, o construtor do Canal de
Suez, conseguiu a permissão do governo Colombiano para
construir um canal ao nível do mar através do Istmo do Panamá.
Ele falhou neste empreendimento, e o governo Colombiano
negociou um tratado para autorizar a sua empresa a vender todos
os seus direitos e propriedades para os Estados Unidos. No
entanto, o Senado Colombiano não ratificou o tratado do canal. Em
3 de Novembro de 1903, os Panamenhos se revoltaram. Eles
rapidamente ganharam o reconhecimento dos EUA e negociaram
seu próprio tratado do canal com os Estados Unidos. Navios de
guerra dos EUA, estrategicamente posicionados ao largo da costa
Caribenha do Panamá, impediram a Colômbia de sufocar a revolta.
Argumentos com os Estados Unidos sobre o status do Canal do
Panamá, particularmente nas décadas de 1960 e 1970,
contribuíram para a instabilidade. O tratado do canal original foi
substituído por novos, que entraram em vigor em 1979. A Zona do
Canal, anteriormente sob a soberania dos Estados Unidos, foi
transferida para o Panamá, e os cidadãos Panamenhos assumiram
gradualmente uma maior responsabilidade pelas operações diárias
do canal. O Panamá assumiu o controle completo do canal em
Dezembro de 1999. A interferência nas atividades do governo pela
Guarda Nacional do Panamá e a corrupção política também
contribuíram para a instabilidade. O líder da Guarda Nacional
General Omar Torrijos Herrera, que negociara a revisão dos
tratados do Canal do Panamá com o presidente dos EUA, Jimmy
Carter, tinha tomado o poder em 1968 em um golpe. Embora
Torrijos transferisse o poder a um presidente eleito em 1978, ele
permaneceu a pessoa mais poderosa do país até a sua morte em
1981. Apesar das mudanças constitucionais aprovadas em 1983
para limitar o poder da Guarda Nacional (que foram renomeadas as
Forças de Defesa Nacional naquele ano), as forças armadas
permaneceram poderosas. O General Manuel Noriega, que se
tornou chefe das Forças de Defesa Nacional em 1983, era o
governante de fato do Panamá, apesar da existência de um
governo eleito figurativo. Noriega nomeou-se chefe do governo em
Dezembro de 1989, sete meses depois de anular os resultados das
legítimas eleições presidenciais do Panamá. Tropas dos EUA
invadiram o Panamá em 20 de Dezembro e ganharam o controle da
Cidade do Panamá dentro de dias. Em 1992, Noriega foi
condenado por acusações de contrabando de drogas em um
tribunal federal dos EUA e preso. Em 2010, após seus esforços
para ser devolvido ao Panamá fracassarem, ele foi extraditado para
a França. Lá ele foi repetido por acusações semelhantes e
condenado a sete anos de prisão. Apesar das críticas à invasão
pelos EUA terem sido generalizadas, os Estados Unidos
justificaram suas ações como necessário para proteger o Canal do
Panamá, os cidadãos dos EUA no Panamá, e a liderança
democraticamente eleita do Panamá. As tropas dos EUA utilizadas
na operação foram retiradas no final de Fevereiro de 1990, embora
as forças dos EUA mantiveram-se no Panamá para proteger o
canal. A economia Panamenha foi severamente danificada tanto
pela invasão dos EUA e as sanções econômicas impostas
anteriores à invasão, em um esforço para forçar Noriega a demitir-
se. O vencedor legítimo da eleição de 1989, Guillermo Endara, foi
restaurado para o cargo, e seu governo de coligação liderou o país
por cinco anos. O sucessor escolhido a dedo por Endara não
conseguiu ganhar as eleições justas realizadas em 1994, que foram
capturadas por Ernesto Pérez Balladares do Partido Democrático
Revolucionário pró-militar. Ele substituiu as Forças de Defesa
Nacional com uma força menor que é inteiramente responsável
perante as autoridades civis. Mireya Moscoso, viúva do três-vezes
presidente Arnulfo Arias, tornou-se a primeira mulher presidente do
Panamá em 1999. Ela presidiu sobre a transferência do Canal do
Panamá e dos terrenos adjacentes ao Panamá no final daquele
ano, um evento que marcou o fim da relação especial entre os
Estados Unidos e o Panamá, que existia desde 1903. A renda per-
capita do Panamá é a mais alta na América Central. No entanto, o
desemprego é alto, e não o suficiente de novos empregos estão
sendo criados para os muitos jovens entrando na força de trabalho
a cada ano. A crise econômica contribuiu para uma vitória da
oposição pelo filho de Omar Torrijos, Martín Torrijos, na eleição
presidencial de 2004. As eleições presidenciais de 2009, realizadas
durante um período de recessão global, foram vencidas pelo
magnata dos supermercados Ricardo Martinelli. Governo A
República do Panamá consiste em nove províncias e um território.
A Constituição de 1972, que foi alterada em 1983, divide o poder
entre um presidente e um gabinete, a Assembléia Legislativa
unicameral, e o sistema judicial. O presidente serve um mandato de
cinco-anos. O voto é obrigatório para todos os Panamenhos com 18
anos ou mais velhos. Fotos Esta perspectiva sombreada-relevo –
gerada utilizando dados topográficos de uma missão espacial –
mostra o Canal do Panamá, com o Golfo do Pacífico lado do
Panamá, em primeiro plano e do Mar do Caribe à distância. Os
níveis de água são mantidas ao longo de seu comprimento por três
reservatórios, a maior das quais é o Lago Gatún, visíveis no centro
direito da imagem. Construído pelo Exército dos EUA Corpo de
Engenheiros entre 1904 e 1914, o canal se estende por cerca de 80
quilômetros (50 milhas), e é amplamente considerado como uma
das realizações de engenharia do mundo grandes Uma visão do
Canal do Panamá à noite, incluindo um dos edifícios fechaduras e
uma “mula”, um dos trens que puxar navios através dos
fechamentos Dois navios de contêineres que passam através de
eclusas do Canal do Panamá Todos os tamanhos de navios no
Canal do Panamá Navios de contêineres que passam através de
eclusas no Canal do Panamá James N. Snaden Fonte: Internet
Nations Panamá Nome oficial: República do Panamá Organização
do Estado: República Presidencialista Capital: Cidade do Panamá
Área: 75.517 Km2 Idioma: espanhol Maiores cidades: Cidade do
Panamá, San Miguelito, David, Colón. População: 2.808.268 (Julho
de 2000, est.) Unidade monetária: Balboa O Panamá está
localizado próximo à linha do Equador, e ocupa o istmo que une a
América do Sul à América Central. O país é banhado ao norte pelo
Mar das Caraíbas, ao sul, pelo Golfo do Panamá e o Oceano
Pacífico, e tem limites a leste com a Colômbia e a oeste com a
Costa Rica. De clima tropical, a região possui cerca de 1,5 mil ilhas,
a maioria no litoral do Pacífico, tendo quase 30% de sua área
ocupada por reservas de proteção ambiental. A população é
heterogênea, formada por uma maioria de mestiços de índios e
europeus. Seu território é dividido ao meio pelo Canal do Panamá,
que liga os oceanos Atlântico e Pacífico. Em 14 de dezembro de
1999, realizou-se o ato protocolar EUA-Panamá, em que se efetuou
a troca de notas alusiva à transferência formal do Canal, ocorrida
no dia 31 de dezembro do mesmo ano, conforme os Tratados
Torrijos-Carter de 1977. Sistema político O Panamá é dividido
administrativamente em 9 províncias e 2 territórios
(comarca): Bocas del Toro, Chiriqui, Cocle, Colon, Darien, Herrera,
Los Santos, Panama, San Blas, Veraguas, e um novo território
criado em 1997 ainda sem nome. Poder Executivo: O Presidente e
o Vice-Presidente são eleitos pelo voto popular para mandato de 5
anos. Martin Torrijos Espino tomou posse em 1º de setembro de
2004. As próximas eleições ocorrerão em 3 de maio de 2009. Poder
Legislativo: Assembléia Legislativa (unicameral) com 78 membros
eleitos por voto popular para mandato de 5 anos. Em 2009, o
número de membros passará para 71. Os principais partidos são o
Partido Revolucionário Democrático (PRD) e o Partido Arnulfista
(PA). Poder Judiciário: A instância máxima da justiça panamenha é
a Suprema Corte de Justiça (Corte Suprema de Justicia), com nove
juizes indicados para mandato de 10 anos. Economia Indicadores
Econômicos PIB: US$ 11,6 bilhões (est. 2003) PIB per capita: US$
3.742,00 (2003) Inflação: 1,4% (est. 2003) Desemprego: 13,8%
(est. 2003) Principais Setores na Composição do Produto Interno
Bruto Agricultura: 8,3% Indústria: 14,7% Serviços: 77,1% O Canal
do Panamá, a Zona Livre de Colón e o Centro Bancário
Internacional (CBI) têm contribuído decisivamente para o
fortalecimento do setor de serviços na economia panamenha, o
qual é responsável por considerável parcela do PIB. Exportação
US$ 5.283,8 milhões (2002) Pauta de exportação: pescados
(38,9%), frutas (19,5%), combustíveis (6%) Destino: Estados Unidos
(47,8), Suécia (5,9%), Costa Rica (4,8%), Honduras (4,4%),
Bélgica-Luxemburgo (4,3%). Importação US$ 6.460,2 milhões
(2002) Pauta de importação: combustíveis (17,1%), veículos
automotores (9,5%), máquinas e equipamentos mecânicos
(9%),máquinas e materiais elétricos (8,9%) Origem: Estados
Unidos (34,3%), Colômbia (5,9%), Japão (5,4%), Costa Rica (4,2%),
Venezuela (4,2%) Principais parceiros comerciais: EUA, Japão,
Equador, Alemanha, Suécia, Costa Rica, Venezuela. Política
Externa O Panamá tem orientado sua ação externa no sentido da
atração de investimentos e de maior acesso a mercados. Em seu
programa de Governo (Una política exterior al servício del proyecto
nacional), Torrijos anunciou que a política exterior deve ser
executada em consonância com a estratégia de desenvolvimento
nacional. As principais linhas de ação externa do Governo Torrijos
foram assim descritas: promoção de uma política exterior orientada
para o fortalecimento da vigência do direito internacional, dos
direitos humanos, da paz, da equidade, da cooperação
internacional e da neutralidade. Manutenção das relações com
todas as nações do mundo, com vocação pluralista, solidária e de
entendimento; exame dos diferentes mecanismos de integração e
cooperação econômica e comercial, tanto regionais como sub-
regionais, e – em consulta com todos os setores da Nação – serão
tomadas as decisões melhores para o país; transformação do
serviço exterior num instrumento de desenvolvimento econômico
nacional. As missões diplomáticas, consulares e comerciais
deverão servir de plataforma logística para a expansão do Canal,
promoção de exportações, atração de investimentos e vendas dos
serviços internacionais do Panamá; e transformação do serviço
exterior em um serviço profissional de carreira para evitar a
“politicagem” nas relações internacionais e para que venha a ser
um instrumento do desenvolvimento humano e sustentável. Além
da grande expressão atribuída ao relacionamento com os EUA, o
Panamá mantém convívio intenso com seus vizinhos diretos, Costa
Rica e Colômbia, bem como com o México. Com os países
europeus ocidentais (sobretudo Espanha, França e Reino Unido) e
asiáticos (China, Japão e Taiwan), o relacionamento tem cunho
econômico-comercial, vinculado ao uso do Canal (a China e o
Japão são o segundo e terceiro maiores usuários) e a
empreendimentos no país. Relações Bilaterais O Brasil mantém
bom relacionamento com o Panamá, iniciado em 2 de março de
1904 com o reconhecimento da independência do país. Como
países latino-americano e em desenvolvimento, os países têm
convivência permanente nos organismos internacionais e
agrupamentos regionais de coordenação e cooperação (G-Rio,
GRULAC, SELA). Do mesmo modo, ambos os países participam
das Cúpulas Ibero-Americanas e do exercício da ALCA. O
Presidente eleito Torrijos tem dado sinais de busca de ampliação do
relacionamento com o Brasil. Em outubro de 2003, ainda candidato,
foi recebido, em Brasília, pelo Presidente da República. Torrijos
realizou nova visita ao Brasil no início de agosto de 2004, ocasião
em que manteve encontro com o Presidente Luiz Inácio Lula da
Silva, no Rio de Janeiro. Esteve também em São Paulo, onde
reuniu-se com representantes de diversas empresas brasileiras.
Fonte: www2.mre.gov.br Panamá Nome completo: República do
Panamá População: 3,6 milhões (ONU, 2011) Capital: Cidade do
Panamá Área: 75.517 km ² (29.157 milhas quadradas) Principais
línguas: Espanhol, Inglês Principal religião: Cristianismo Expectativa
de vida: 74 anos (homens), 79 anos (mulheres) (ONU) Unidade
monetária: 1 balboa = 100 centavos Principais
exportações: Bananas, peixe, camarão, produtos derivados do
petróleo RNB per capita: EUA 6970 dolares (Banco Mundial, 2010)
Domínio da Internet:. Pa Código de discagem internacional: 507
Perfil Deitada no cruzamento do Norte e continentes da América do
Sul e os oceanos Atlântico e Pacífico, o Panamá é de grande
importância estratégica. Isso fez com que o Panamá o objeto
freqüente de atenção dos EUA. Os Estados Unidos apoiaram a sua
secessão da Colômbia, em 1903, e garantiu uma zona de soberania
em que a construção do Canal do Panamá – que permaneceu sob
o controle dos EUA a partir de 1914 até 1999. Os EUA invadiram o
Panamá em 1989 para depor um ex-aliado, governante militar
Manuel Noriega, sobre seu governo repressivo e uso do país como
um centro de tráfico de drogas. Panamá tem a maior floresta
tropical do Hemisfério Ocidental fora da Bacia Amazônica e sua
floresta é o lar de uma abundância de plantas tropicais, animais e
pássaros – alguns deles de ser encontrado em nenhum outro lugar
do mundo. No entanto, é um feito de engenharia, o canal ligando os
oceanos Atlântico e Pacífico, que o Panamá é famoso. Todos os
anos mais de 15.000 navios fazem a jornada de oito horas pela
hidrovia, que faz uma contribuição substancial para a economia do
país. Panamá está a alargar o canal, que tem mais de 90 anos de
idade e operando quase a plena capacidade, para permitir a operar
com navios de mais e maior. Trabalhar no esquema, que foi
aprovada em um referendo em 2006, começou em setembro de
2007. Offshore finanças, manufatura e um registro de transporte
geram empregos e receitas fiscais. Economia do Panamá baseada
em serviços também se beneficia da zona de comércio livre de
Cólon, lar de cerca de 2.000 empresas eo segundo maior do
mundo. Um acordo de livre comércio com os EUA foi negociado em
2006, mas a sua execução foi realizada se pendente de aprovação
pelo Congresso dos EUA, que não foi concedida até 2011. As
bananas são a principal cultura de rendimento, mas o comércio foi
atingido pela doença e é vulnerável a mudanças de tarifas no
mercado de exportação europeu. Panamá enfrenta o desafio de
livrar-se de sua reputação como um importante ponto de trânsito
para US-bound drogas e imigrantes ilegais, e como um paraíso para
a lavagem de dinheiro. Ele também precisa enfrentar a
desigualdade social. Famílias de elite de controle de ascendência
européia maior parte da riqueza do Panamá e poder, enquanto
cerca de 33% da população viviam abaixo da linha da pobreza. O
canal, as atrações naturais de suas florestas primitivas e costas, e
uma animada, de capitais modernos estão alimentando uma
crescente indústria do turismo. Artéria Global: O Canal do Panamá
permite o comércio de passar facilmente entre o Atlântico e os
oceanos Pacífico Uma cronologia dos principais eventos: 1502 – O
explorador espanhol Rodrigo de Bastidas visita o Panamá, que foi a
casa de Cuna, Choco, Guaymi e outros povos indígenas. 1519 –
Panamá torna-se vice-realeza-Espanhol de Nova Andaluzia
(depois Nova Granada). 1821 – Panamá torna-se independente da
Espanha, mas junta-se a confederação do Gran Colômbia, que
também inclui a Colômbia, Venezuela, Equador, Peru e Bolívia.
1830 – Panamá torna-se parte da Colômbia após o colapso da
Gran Colômbia. 1846 – Panamá sinais tratado com os EUA que lhe
permite construir uma ferrovia através do istmo. 1880 – França
tenta construir um canal que liga os oceanos Atlântico e Pacífico,
mas não consegue devido a dificuldades financeiras ea morte de
mais de 20.000 trabalhadores de doenças tropicais. Independência,
a construção do canal 1903 – Panamá da Colômbia se divide e se
torna totalmente independente. EUA compram os direitos para
construir canal do Panamá e é dado o controle da Zona do Canal,
em perpetuidade. 1914 – Canal do Panamá completa. 1939 –
Panamá deixa de ser um protetorado dos EUA. 1968-1981 –
General Omar Torrijos Herrera, chefe da Guarda Nacional, derruba
o presidente eleito e impõe uma ditadura. 1977 – EUA concorda em
transferir o canal para o Panamá a partir de 31 dezembro de 1999.
1981 – Torrijos morre em acidente de avião. 1983 – chefe de
inteligência e ex-única EUA Agência Central de Inteligência
informante Manuel Noriega se torna chefe da Guarda Nacional,
constrói-se o tamanho da força, que ele muda o nome do Panamá
Forças de Defesa, e aumenta seu poder sobre a vida política e
econômica do Panamá . 1988 – EUA cobra Noriega com o tráfico
de drogas; Noriega declara estado de emergência na sequência de
um golpe de Estado fracassado. EUA invadem 1989 – Oposição
vence eleições parlamentares, mas declara Noriega resultados
inválidos. Noriega declara “estado de guerra” em face de crescentes
ameaças por Washington. EUA invadem o Panamá, Noriega
expulsa e substitui-lo com Guillermo Endara. 1991 – O Parlamento
aprova reformas constitucionais, incluindo a abolição do exército em
pé; privatização começa. 1992 – EUA tribunal julgar Noriega
culpado de delitos de drogas e sentenças à prisão de 40 anos, para
ser servido em uma prisão dos EUA. 1999 – Mireya Moscoso se
torna presidente do Panamá primeira mulher. Canal do Panamá –
Os EUA controlavam o Canal do Panamá por quase um século De
dezembro de 1999 – Panamá assume o controle total do Canal do
Panamá, terminando quase um século de jurisdição americana
sobre um dos canais mais estratégicas do mundo. 2000 – Moscoso
anuncia criação de um painel para investigar crimes cometidos
durante os governos militares estavam no poder entre 1968 e 1989.
2002 Janeiro – O presidente Moscoso estabelece uma comissão
para investigar a corrupção. O movimento segue grandes protestos
de rua contra a corrupção alegada nos círculos governamentais. De
abril de 2002 – Panamá removido da lista internacional de paraísos
fiscais não cooperativos depois de prometer para tornar seu sistema
fiscal mais transparente. Setembro de 2003 – Greve Nacional a
gestão do fundo de segurança social paralisa serviços públicos.
Mais de 40 feridos em confrontos. 2004 Maio – Martin Torrijos, filho
do ex-ditador Omar Torrijos, vence as eleições presidenciais. 2004
Agosto-Setembro – perdoa Presidente Moscoso quatro exilados
cubanos de Havana acusa de conspirar para matar o presidente
cubano, Fidel Castro. Cuba corta os laços. Recém-inaugurado o
presidente Martin Torrijos se compromete a reparar as relações;
ambos os países concordam em novembro para restaurar os laços.
Novembro de 2004 – Canal do Panamá ganha uma receita recorde
de US $ 1 bilhão para o exercício. Maio-Junho de 2005 – Planos
para aumentar as contribuições para pensões e aumentar as
semanas de idade de aposentadoria de ignição de protestos e
greves. Presidente Torrijos tinha prometido reformar o sem dinheiro
sistema de segurança social. 2006 – Pelo menos 50 pessoas
morrem após tomar remédio para tosse contaminado com um
solvente industrial importado da China. Canal de atualização De
outubro de 2006 – Os eleitores em um referendo de volta um plano
de US $ 5,2 bilhões para atualizar o Canal do Panamá. O esquema
visa duplicar a capacidade da hidrovia. De dezembro de 2006 –
Panamá e os EUA concordam em um acordo de livre comércio. O
acordo não pode entrar em vigor depois de ter sido aprovado pelo
Congresso dos EUA. De setembro de 2007 – As obras de
alargamento do Canal do Panamá começa. Fevereiro de 2008 – tiro
fatal de líder sindical desencadeia confrontos violentos entre a
polícia e trabalhadores da construção na Cidade do Panamá. De
dezembro de 2008 – Um navio de guerra russo velas através do
Canal do Panamá pela primeira vez desde a Segunda Guerra
Mundial. O canal foi fechado para a União Soviética durante a
Guerra Fria. 2009 Maio – Ricardo Martinelli vence eleição
presidencial. 2010 Julho – O ex-governante militar Manuel Noriega
é condenado a sete anos de prisão por um tribunal francês por
lavagem de dinheiro. Ele foi extraditado de os EUA em 2008 depois
de cumprir uma pena de 17 anos por tráfico de drogas. 2010
Outubro – cargueiro chinês torna-se o navio milionésimo de
atravessar o Canal do Panamá três anos antes de seu 100 º
aniversário. Dezembro de 2010 – O presidente Martinelli nega
informações de um cabo diplomática dos EUA divulgado pelo
WikiLeaks, sugerindo que ele pediu os EUA para ajudar rivais de
escuta, mas reconhece pedir ajuda contra os criminosos. 2011
Março – reformas Código de Mineração revertida na sequência de
protestos de grupos indígenas e ambientalistas. 2011 Outubro –
Congresso dos EUA aprova finalmente congeladas há muito tempo
acordo de livre comércio com o Panamá. Presidente Martinelli
elogia o acordo como uma “ferramenta para o desenvolvimento
econômico” do país. 2011 Dezembro – O ex-militar ruker Manuel
Noriega é repatriado e levado direto para a prisão. 2012 Janeiro –
Trabalhadores fim de uma greve em um projeto de ampliação do
Canal do Panamá, após o consórcio responsável concorda em
aumentar o salário mínimo. O projeto de US $ 5.25bn (R $ 3,4
bilhões) para ampliar o Canal do Panamá e dobrar sua capacidade
deverá ser concluído em 2014. 2012 Outubro – O governo desfaz
planos para aprovar a venda de terrenos na zona franca de Colón
depois de centenas de manifestantes confronto com a polícia. Os
manifestantes temiam a legislação teria custo empregos e cortar os
rendimentos na área do porto de livre comércio lucrativo no final
Caribe do Canal do Panamá. Fonte: news.bbc.co.uk Panamá
O Panamá é o cruzamento das Américas. O Panamá é conhecido
pelos os anos da ocupação e ‘a Grande Depressão’ mas não os
únicos motivos da sua fama. Há recifes de corais inexplorados,
pequenas rãs vermelhas, laranjas e amareladas, o arquipélago de
San Blás, que se extende pela vasta região montanhosa e rios
trovejantes. A Cidade de Panamá é uma mistura curiosa de antiga
Espanha e moderna América. Pedras e ruínas do Panamá Viejo (o
velho centro) estão ao leste – conta como foi a saque pirata
realizado em 1671 por Henry Morgan. Pelo interior do Golfo do
Panamá está o centro moderno no lado do Pacífico do Canal de
Panamá, rodeado de praias com palmeiras e colinas. O canal é um
espetáculo da engenharia e melhor desvio do mundo, levantando
vapores de carreira de longo curso 26 m ao Lago Gatún na viagem
de 80km entre o Caribe e o Oceano Pacífico. No Caribe, Portobello
foi lugar onde mercados e ferias se realizaram nos séculos XVI e
XVII, e onde os depósitos fortificados enchidos de ouro peruano e
prata foram guardados contra os piratas – embora hoje em dia
apenas belas praias são encontradas nessa região. O arquipélago
de San Blás, ao leste, é uma conjunto de ilhas que se estendem em
direção à fronteira com a Colômbia, habitada por indígenas Kuna.
Além disso, Darién foi, até há pouco, quase impenetrável por causa
da selva densa, porém atualmente há viajantes que se aventuram e
entram pela floresta tropical. No Oceano Pacífico, a Península
Azuero é repleta de antigas cidades coloniais, praias perfeitas para
surfar e reservas naturais com pássaros das áreas alagadas e
tartarugas marítimas em procriação. O centro desta montanhosa
região, Chiriquí, pode-se caminhar por cima do vulcão Barú,
explorar plantações de café ou passar o dia pescando ou montando
a cavalo. As virgens florestas tropicais e os recifes de corais da
Bocas del Toro foram chamados de “O novo Galápagos” – um
paraíso frágil pronta para se tornar um destino favorito na América
Latina. Informação Capital: Panama City Tamanho: 78,000 km²
População: 2.8m Moeda: Dólar Americano Idioma: Espanhol
Visto: Não é necessário para os cidadãos da Comunidade Europea.
Comida: Ropa vieja (‘roupa velha’) é carne salgada com cebola,
alho, e pimentões servido com arroz amarelo. Fonte: www.lata.org
Panamá Nome oficial: República do Panamá Capital: Cidade do
Panamá Nacionalidade: panamenha Idioma oficial: espanhol
Religião: católica (80%) Território: 75.517 km2 Moeda: balboa
População: 2.815.644 (2000) População urbana: 56% (1998) Taxa
de crescimento demográfico: 1,6% ao ano (1995-2000) PIB (em
milhões de US$): 9.900 (2000) Renda per capita: US$ 2.990 (1998)
Crescimento do PIB: 2.5% (2000) Força de trabalho: 1 milhão
(1998) Exportações (em milhões de US$): 5.700 (2000)
Importações (em milhões de US$): 6.900 (2000) Principais
cidades: Cidade do Panamá (668.927 hab), San Miguelito (299.075
hab), Colón (158.935 hab), David (115.173 hab) – dados 1996.
Produção agrícola Principais culturas: banana, cana-de-açúcar e
café. Pecuária: bovinos, suínos e aves. Produção industrial
Principais indústrias: alimentícia, bebidas, refino de petróleo,
petroquímica, papel e derivados. Riquezas do solo: cobre, carvão e
molibdênio (reserva não explorada) Principais parceiros
comerciais: EUA, Japão, Equador, Alemanha, Suécia, Costa Rica,
Venezuela. HISTÓRIA Até 1903, o Panamá era um Departamento
da Colômbia. Naquele ano, teve início um movimento separatista
apoiado pelos Estados Unidos, tendo como pano de fundo o fato de
o governo colombiano não aceitar um convênio para construção do
Canal do Panamá. A Colômbia não conseguiu resistir, e o Panamá,
com a ajuda americana, ganhou a independência, imediatamente
reconhecida pelos EUA. Tão logo os EUA conseguiram seu intento,
obtiveram a concessão e a exploração perpétua do canal e da
região a ele anexa, que se estende por uma faixa de cerca de 8 km
de cada lado. Em 1964, o Panamá reivindicou a região e em 1965,
depois de anulado o tratado de 1903, os dois países iniciaram as
negociações de um novo acordo, que estabelecia a soberania e a
administração conjunta da região do canal por ambas as nações.
Vários outros tratados foram assinados com os americanos até que,
em novembro de 1979, o Panamá recuperou a completa soberania
da região e, em 1999, assumiu o controle administrativo total do
canal. GEOGRAFIA Localizado a Sudoeste da América Central,
próximo à linha do Equador, o Panamá e ocupa o istmo que une a
América do Sul com a América Central. Faz fronteira a Leste com a
Colômbia e a Oeste com a Costa Rica. É banhado pelo mar das
Caraíbas (ao Norte) e pelo golfo do Panamá e o oceano Pacífico
(ao Sul). A região possui cerca de 1.500 ilhas, a maioria no litoral do
Pacífico. O país, de clima tropical, é dividido ao meio pelo Canal do
Panamá, que liga os oceanos Atlântico e Pacífico, uma das maiores
obras de engenharia de todos os tempos. CANAL DO PANAMÁ
Desde 8.000 a.C., o istmo do Panamá era utilizado como rota de
tráfego pelo homem quando migrava de um lado para outro do
continente americano. A construção de um canal ao nível do mar
para ligar os dois oceanos (Atlântico e Pacífico) era um sonho
desde 1513, quando o explorador Vasco Nuñez de Balboa
descobriu o Pacífico. Em 1534, o rei Carlos V da Espanha ordenou
os primeiros estudos para construção de um canal em uma faixa do
istmo, mas a idéia não saiu do papel. Os espanhóis preferiam abrir
caminhos na superfície e pavimentá-los com pedra, por onde
transportavam em lombos de mulas as toneladas de ouro e prata
procedentes do Peru com destino à Espanha. Em 1880, os
franceses, comandados pelo idealizador do Canal de Suez,
Ferdinand de Lesseps, iniciaram as obras de um canal, mas depois
de 20 anos a empreitada fracassou devido as doenças e aos
problemas financeiros. Em1903, o Panamá tornou-se independente
da Colômbia e firmou com os Estados Unidos um tratado que
permitiu aos americanos construir o canal. Em 1904, os EUA
compraram o que restou da Companhia Francesa do Canal do
Panamá por US$ 40 milhões, e dez anos depois, as obras eram
concluídas. Sua construção envolveu três questões
principais: engenharia, saneamento e organização. Os maiores
desafios estavam na engenharia, entre eles escavar a Cordilheira
Continental, construir a maior represa do mundo na época, projetar
e construir os sistema de eclusas e as gigantescas comportas, e
resolver o impacto ambiental de enormes proporções.
CURIOSIDADES O vapor Ancón realizou a primeira travessia oficial
pelo Canal do Panamá em 15 de agosto de 1914. Um navio que
viaja de Nova York a São Francisco economiza 7.872 milhas se
passar pelo Canal de Panamá em vez de dar a volta no Cabo de
Horns. A taxa de maior valor paga até 1995 era do transatlântico
Crown Princess: 141.349,97 dólares, em 2 de maio de 1993. O
menor valor foi pago, 36 centavos de dólar, foi pago por Richard
Halliburton que cruzou o canal a nado, em 1928. O recorde de
carga transportada pelo canal é do petroleiro Arco Texas, com
65.229 toneladas de petróleo, em1981. A travessia mais rápida foi
realizada pelo Hydrofoil Pegasus das Forças Armadas dos EUA em
2 horas e 41 minutos. Cada comporta das eclusas pesa 750
toneladas. POLÍTICA O Panamá é uma República Presidencialista
dividida administrativamente em nove Províncias, 75 Distritos, cinco
Comarcas indígenas e 620 Corregimientos. A Assembléia
Legislativa é unicameral, composta por 72 membros eleitos para
mandato de 5 anos. A Constituição em vigor é datada de 1978.
ECONOMIA O Panamá é um país onde se destaca o setor de
serviço, e que tem na zona franca, no canal e no turismo de
negócios suas atividades econômicas mais importantes. A
exportação de bens manufaturados é pouco significativa. O país
cresceu 3,2%, em 1999, graças às exportações de banana, aos
serviços portuários e às atividades relacionadas com a economia
interna como a agricultura (principalmente o cultivo de grãos e
cereais), material de construção, refinaria, telecomunicações,
informática e bancos. Também contribuíram para o crescimento os
investimentos feitos pelo governo na infra-estrutura e nas rodovias,
e pelo setor privado. A atividade turística vem sendo incrementada
nos últimos anos. A intenção do governo é tornar o turismo uma das
principais fontes de recursos, tendo em vista as inúmeras atrações
existentes. No Panamá há vários fatores que favorecem os
investidores estrangeiros como o canal, a zona franca de Colón, as
zonas industriais, além da circulação livre do dólar como moeda
corrente. Para se ter uma idéia do peso do setor de serviço na
economia panamenha, ele representa nada menos que 75,4% do
PIB, enquanto a indústria contribui com 17% e a agricultura com
7,6%, segundo os dados de 2000. A pauta de exportações do
Panamá inclui banana, camarão e café; e a de importações bens de
capital, produtos alimentícios, petróleo e produtos químicos. Fonte:
www.portaljapao.org.br Panamá PANAMÁ (América Central)
Geografia Limitado ao norte pelo Mar do Caribe e ao sul pelo
Oceano Pacífico, o Panamá é um território montanhoso na maior
parte esticada ao longo da costa, exceto onde a terra é baixo.
Centro do país servir o planalto central (Serrania de Tabasará) e um
pouco mais ao sul, na península de Azuero, planícies e colinas. A
oeste da Cidade do Panamá encontra-se o famoso Canal do
Panamá, que corta o país em dois. Países fronteiriços:
Oriente: British Oeste: Costa Rica Independência: 03 de novembro
de 1903 (da Colômbia) Governo: República Capital: Cidade do
Panamá Idiomas: Oficial: Espanhol Inglês de costume Área: 78 200
km ² População: 3.231.000 pessoas Nacional Moeda: Balboa (PAB)
Dia Nacional: 03 de novembro (Dia da República de 1903) Clima O
clima é tropical: quente e úmido, embalado pela estação seca
(muito seco) e na estação chuvosa. No entanto, na costa do Mar do
Caribe, a precipitação é mais freqüente e ano. Quanto a
temperaturas, que variam de acordo com as regiões: litoral, eles
podem facilmente chegar a 35 ° C, enquanto nas montanhas, eles
vão até 1 ° C. Saúde Nenhuma vacina necessária. Atualizado
Gerais vacinas recomendadas (poliomielite, tétano, difteria …). E os
termos e duração da estadia, a febre tifóide, a hepatite B ea raiva.
Evite beber água da torneira e cuidado com queimaduras solares e
mosquitos. Descubra O Canal do Panamá, uma verdadeira proeza
da engenharia é para ver. Apesar de não ser freqüentado por
turistas, eles são muito bem-vindos. Não hesite em falar com as
pessoas. Em terra (pouco habitada), um desvio para as montanhas
(vulcão Baru) e densas florestas é necessária. Cenário do
programa, fabuloso e vida selvagem. No litoral e as ilhas vizinhas
pequenas você pode nadar com golfinhos e baleias nas águas
quentes e claras. Ponte centenária magnífico, Panamá Vista do
centro da cidade do Panamá Fonte: www.continent-americain.com
Panamá Geografia e Ambiente Localização e coordenadas
geográficas: Situado na América Central a 9 00º Norte e 80 00º
Oeste. Superfície: 77.082 Km² Fronteiras: Está limitada a norte pelo
Mar do Caribe, a sul pelo Oceano Pacífico, a este com a Colômbia
(225 km) e a oeste com a Costa Rica (330 km). Descrição física do
território e clima: O Panamá encontra-se precisamente no centro do
Hemisfério Ocidental do continente americano. Ocupa a parte mais
meridional e estreita da América Central. A sua geografia
caracteriza-se por uma faixa de relevo muito acidentada com cerca
de 200 km de largura máxima e 65 km de mínima, sendo
atravessada ao centro pelo Canal do Panamá A Oeste estende-se a
Cordilheira Central, uma grande cadeia montanhosa de origem
terciária, que alcança a sua altura máxima ao longo da fronteira
com a Costa Rica através das montanhas Chiriquí com 3.475
metros, Cerro Fábrega com 3.335 metros e Cerro Santiago com
2.886 metros. O Panamá tem também alguns vulcões com atividade
recente. Continuando por Este, o terreno perde altura (entre os
2.000 metros até aos 25 metros de altura média sobre o nível do
mar) desde as montanhas de Vergara e Tabascará até ao lago
artificial de Gatún. A sul da Cordilheira central e separados por uma
cavidade tectônica ocupada pelas Planícies de Chiricana e pelos
Planaltos Centrais, ergue-se um outro sistema montanhoso
formando a Península de Azuero que fecha a Oeste o Golfo do
Panamá. O Canal do Panamá atravessa o país desde a costa do
Mar do Caribe (Colón), cercando a planície até ao Oceano Pacífico.
A Região Ocidental também é muito acidentada e agreste,
selvagem e pouco povoada. Banhado pelo Mar do Caribe, o litoral
setentrional é bastante retilíneo e rochoso com inúmeras escarpas.
A noroeste forma-se a grande entrada da Lagoa de Chiriqui,
cercada pelo Arquipélago de Bocas del Toro, limitada a este pela
Península Valiente, por detrás da qual se encontra o extenso arco
do Golfo de los Mosquitos. Na zona oriental encontram-se o Lago
Gatún, o Golfo de San Blas e o Arquipélago de Mulatas. A zona
Meridional, banhada pelas águas do mar do Pacífico, é mais
articulada e acidentada. A Península de Azuero forma uma grande
saliência separando o Golfo de Chiriquí, a Oeste estendem-se as
ilhas de Coiba, Cébaco, Jiracón e outras menores, e o Golfo do
Panamá a Este, onde se encontra o Arquipélago de las Perlas. O
clima do Panamá é agradavelmente tropical e a temperatura é
normalmente uniforme ao longo de todo o ano. As noites são
normalmente frescas. A temperatura média é de 27º Centígrados. O
país tem duas estações: a chuvosa e a seca. A primeira estende-se
de Maio a Dezembro com chuvas que permitem receber os quentes
raios solares durante grande parte do dia. Durante a estação seca,
chamada Verão, que ocorre desde meados de Dezembro até ao
mês de Abril, os agradáveis ventos Alísios sopram constantemente.
Rede Hidrográfica: O país possui dois sistemas fluviais, produto das
cadeias montanhosas dispostas ao longo destes e quase que
atravessando o seu centro. Para o Oceano Pacífico correm vários
rios importantes devido ao fato do declive ser menos inclinado e
mais regular do que aquele no lado do Mar do Caribe. Entre os rios
mais importantes destacam-se os rios: Chucunaque, Tuira, Sant
Marta, Chiriqui Viejo, La Villa, Tabasar· Grande e Balsa, todos no
Pacífico. Chagres é o rio mais longo e corre para o lado do Caribe.
Outros rios são por exemplo: Changuinola, Cricamola, Indio e
Sixaola. O Panamá tem 2.988.3 km de costas; 1.700.6 km para a
Costa do Pacífico e 1.287.7 km para a Costa do Caribe.
Elevações: O ponto mais alto é o Vulcão de Chiriqui com 3.475
metros de altitude. Cultura e Sociedade Cidade do Panamá à noite
Língua oficial: Espanhol. Línguas e idiomas: De entre os nove
dialetos indígenas que se falam, os mais falados sáo o Ngobere
falado pelos Ngobe – Bugle (que habitam as terras altas das
Províncias de Bocas del Toro, Chiriquí e Veraguas) conta com
128.000 falantes (segundo os censos de 1990), o San Blas Kuna
(utilizando pelos habitantes da Comarca Autonôma de Kuna Yala
de San Blas que ocupam um arquipélago com 365 pequenas Ilhas)
conta com 60.000 falantes. O Chinês Hak (originário da região
chinesa de Guangdong) contam com cerca de 6.000 falantes, dos
60.000 descendentes de chineses que foram construir o Canal do
Panamá (também é falado o Chinês Yuh proveniente da mesma
região mas com menor expressão). O Crioulo Inglês Jamaicano ou
do Caribe do Sudoeste é trazido pelos escravos negros da Jamaica
e do Sudoeste do Caribe, que vieram para trabalhar nas plantações
frutícolas. Também é falado por cerca de 14% população, os
descendentes dos referidos escravos, sendo que a quase totalidade
dos mesmos são cidadãos bilingues. Taxa de literacia: 90.8% (CIA
Fackbook de 2001). População: 2.900.000 habitantes (estimativa do
PNUD da ONU para 2002). Densidade populacional: 37 habitantes
por Km² (estimativa de 2001). Cidades mais populosas: Cidade do
Panamá com 455.092 habitantes em 1994, San Miguelito com
299.075 (1996), David com 65.800 habitantes, Colón com 54.700 e
Barú com 46.100 (1990). Estrutura etária e Rácio de comparação
sexual: Abaixo dos 14 anos cerca de 29.6% da população, havendo
1.04 homem por cada mulher. Dos 15 aos 64 anos cerca de 64.3%
da população, havendo 1.03 homem por cada mulher. Acima dos
65 anos cerca de 6.1% da população, havendo 0.91 homens por
cada mulher. No total da população há 1.02 homens por cada
mulher (estimativas de 2002). Crescimento natural anual: 1.26%
(estimativa de 2002). Taxa de natalidade: 18.6 nascimentos por
1.000 habitantes (estimativa de 2002). Taxa de mortalidade: 4.96
mortes por 1.000 habitantes (estimativa de 2002). Taxa de
mortalidade Infantil: 19.57 mortes por 1.000 nados vivos (estimativa
de 2002). Taxa de expectativa de vida: 73.14 anos para os homens
e 78.74 anos para as mulheres (estimativa de 2002). Religião: 85%
da população é católica romana e 15% é protestante. Igreja na
capital Panamá Política e Governo Independência: Desde o dia 3
Novembro de 1903 libertando-se da Colômbia; a 28 de Novembro
de 1821, libertando-se da conquista, ocupação e colonização de
Espanha (CIA Fackbook de 2001). Nome oficial: República de
Panamá. Capital: Cidade do Panamá. Constituição: De 11 Outubro
de 1972; sendo que as reformas de maior importância ocorreram
nos anos de 1978, 1983 e 1994 (CIA Fackbook de 2001).
Caracterização generalista do sistema legal: Baseado no sistema
da lei civil. Aceita a Jurisdição do Tribunal Internacional de Justiça,
com reservas. Divisões administrativas: 9 Províncias: Bocas del
Toro, Chiriquí, Cocle, Colon, Darien, Herrera, Los Santos, Panamá,
Veraguas e uma Comarca Autóma de Kuna Yala de San Blas.
Feriado nacional: 3 de Novembro – Dia da Independência. Tipo de
governo: Democracia Constitucional. Sufrágio: A partir dos 18 anos,
universal e compulsório. Poder executivo: O presidente é o chefe de
estado, eleito por sufrágio universal por um período de cinco anos.
Este dispõe da colaboração de um gabinete de ministros. Poder
legislativo: O poder legislativo é unicameral, existindo a Assembleia
Legislativa formada por 71 membros, a sua função mais importante
consiste em aprovar as leis. Poder Judicial: O órgão máximo do
poder judicial é o Tribunal Supremo de Justiça, existem também os
tribunais municipais. A Cidade do Panamá Economia Recursos
Naturais: Cobre, energia hídrica e camarão. Uso da Terra: 7% da
terra é arável, dessa cerca de 20% tem pastos permanentes, 2%
tem colheitas permanentes, 44% são explorações florestais e 26%
enquadram-se adstritos a outros usos indiferenciados (estimativas
para 1993). Principais produtos agrícolas: Bananas, arroz, milho,
café, cana-de-açúcar, vegetais; camarão (2000 – CIA Fackbook de
2001). Terra Irrigada: 320 Km² (estimativas para 1993 – CIA
Fackbook de 2001). P.N.B. per capita: 6.000 USD (estimativa de
2000). Taxa de crescimento médio anual do P.N.B.: 3% (entre o
período de 1990 a 1997 – Guia do Mundo). Produto Interno
Bruto: 8.586.7 Milhões de USD (1997 – Guia do Mundo).
Crescimento médio anual do P.I.B.: 5.5% (entre o período de 1990
a 1997 – Guia do Mundo). Estrutura da Produção: Agricultura – 8%;
Indústria – 18%; Serviços – 73% (1997 – Guia do Mundo). Estrutura
da Procura: Consumo Público – 15%; Consumo Privado – 53%;
Investimento Bruto – 29%; Poupança Bruta – 32%; Exportações –
39% (1997 – Guia do Mundo). Transportes, Comunicações e
Multimédia Extensão dos caminhos-de-ferro: 355 km (1995 – CIA
Fackbook de 2001). Extensão e tipo de estradas: Total da extensão
– 11.592 Km; Pavimentadas – 4.079 Km; Não pavimentadas –
7.513 Km (1996 – CIA Fackbook de 2001). Cursos de água
navegáveis: 882 km. Canal do Panamá Extensão e tipo de
gasodutos e oleodutos: Crude 130 km. Portos, cais e
marinas: Balboa, Cristobal, Coco Solo, Manzanillo, Vacamonte.
Marinha Mercante: 4.711 navios igual ou acima de 1.000 GRT
(1.381 de transporte de volumes, 925 de carga, 314 de transporte
de químicos, 71 de volumes combinados, 18 de transporte
combinado de minério/óleo, 525 de contentores, 193 de gás
liquefeito, 5 de carga viva, 12 cargueiros de grande porte
multifuncional, 41 de passageiros, 4 de passageiros e carga, 544
petroleiros, 2 de transporte de comboios, 297 de transporte de frio,
106 porta-cabos, 36 de carreira curta, 29 de transporte combinado
especializado e 208 de veículos); Total de tonelagem de
111.515.984 GRT/169.655.363 DWT (estimativa de 2000). Nota:
inclui alguns navios registados a título de conveniência: Argentina
11; Austrália 1, Áustria 1, Bermudas 21, Bélgica 4, Bahamas 7,
Brasil 2, Canadá 4, China 154, Chile 4, Ilhas Cayman 1, Colômbia
6, Cuba 7, Chipre 4, Dinamarca 12, Egipto 8, Irlanda 2, Guiné
Equatorial 1, Finlândia 1, França 4, Alemanha 17, Grécia 248,
Hong-Kong 158, Honduras 2, Croácia 3, Indonésia 40, Índia 11, Irão
1, Israel 3, Itália 7, Japão 1.007, Jordânia 2, Coreia do Sul 223,
Látvia 4, Lituânia 1, Libéria 2, Mônaco 43, Malta 1, México 5,
Malásia 6, Holanda 6, Noruega 36, Antilhas Holandesas 1, Perú 5,
Paquistão 1, Portugal 5, Filipinas 10, Rússia 6, Arábia Saudita 6,
Seicheles 2, África do Sul 5, Singapura 73, Espanha 35, Suécia 4,
Síria 11, Suíça 53, UAE 11, Tailândia 15, Taiwan 170, Reino Unido
18, Estados Unidos da América 79, Venezuela 18, Samoa 1.
Número e tipo de aeroportos, aeródromos e pistas de aviação
locais: 42 aeroportos com pistas pavimentadas, sendo que 1 têm
pistas pavimentadas com comprimento acima dos 3.047 m, 1 pistas
pavimentadas com comprimento entre 2,438 e os 3,047 m, 5 pistas
pavimentadas com comprimento entre os 1.524 m e os 2.437 m, 13
pistas pavimentadas com comprimento entre os 914 m e os 1523 m
e 22 pistas pavimentadas com comprimento abaixo de 914 m; 65
aeroportos com pistas não pavimentadas, sendo 13 pistas não
pavimentadas com comprimento entre os 914 m e os 1523 m e 52
abaixo dos 914 m (estimativa de 2000 – CIA Fackbook de 2001).
Número de linhas telefônicas em uso: 396.000 (1998 – CIA
Fackbook de 2001). Número de telefones móveis: 17.000 (1998 –
CIA Fackbook de 2001). Indicativo internacional de telefone e
fax: 00507 (Lista telefônica). Número e tipo de jornais: 7 jornais
diários (1997 – Guia do Mundo). Tiragem média dos jornais: 62
exemplares por 1000 habitantes (1997 – Guia do Mundo). Número
e tipo de estações de rádio: 101 estações de rádio transmitindo em
A.M., 134 em FM. (1999 – CIA Fackbook de 2001). Número de
aparelhos de rádio: 815.000 (1997 – CIA Fackbook de 2001)
Número de estações de televisão: 38 (1997 – CIA Fackbook de
2001). Número de televisores: 510.000. (1997 – CIA Fackbook de
2001). Número de fornecedores de acesso à internet: 6 (2000 – CIA
Fackbook de 2001) Número de utilizadores de internet: 45.000
(2000 – CIA Fackbook de 2001) Domínio internacional da
internet: .pa Defesa Nacional Despesa pública militar: 1.4% do
P.N.B. (1996 – Guia do Mundo). Gastos militares em percentagem
do P.N.B.: 1.3% (1999 – CIA Fackbook de 2001). Gastos efetivos
militares: Em Dólares: 128 Milhões USD (1999 – CIA Fackbook de
2001). Divisão das Forças Armadas em ramos: Uma emenda à
Constituição aboliu as Forças Armadas mas existem Forças de
Segurança (PPF, Forças Públicas Panamianas que incluem a
Policia Nacional Panamiana, Serviço Nacional Marítimo e o Serviço
Nacional Aéreo). (CIA Fackbook de 2001) Homens disponíveis para
ingressarem nas forças armadas: 789.973 entre os 15 e os 49 anos
(estimativa de 2002). Homens disponíveis para o serviço
militar: 540.052 entre os 15 e os 49 anos (estimativa de 2002)
Outros dados Formalidades gerais de entrada: Cada visitante
necessita de um passaporte válido assim como um bilhete para
poder entrar no país mas, os requisitos variam de país para país
podendo sofrer alterações de tempos a tempos. Existe o risco de
contrair febre do dengue, hantavirus (província de Los Santos),
malária, raiva e febre-amarela, razões que justificam a vacinação
contra estas doenças para os interessados em viajar até ao
Panamá. Formalidades de entrada especiais para o espaço
Iberófono: Os cidadãos dos EUA, da Venezuela (entre outros),
necessitam de um visto ou cartão de turista. É aconselhável
contactar uma embaixada ou consulado para informações mais
detalhadas e atualizadas. Feriados nacionais importantes: 1 de
Janeiro – Ano Novo; 9 de Janeiro – Dia dos Mártires; Feriados que
variam – Carnaval, Sexta-Feira Santa e Páscoa; 1 de Maio – Dia do
Trabalhador; 15 de Agosto – Festa da Fundação da cidade de
Panamá; 2 de Novembro – Festa dos Finados; 3 de Novembro –
Dia da Independência (separação da Colômbia); 10 de Novembro –
1º Apelo pela Independência; 28 de Novembro – Dia da
Independência; 8 de Dezembro – Festa das Mães; 25 de Dezembro
– Natal. Pesos e medidas: Sistema métrico; Corrente elétrica
variável entre 110V e 220V. Fonte: www.geolingua.org Panamá
HISTÓRIA Principais datas na história 21 de novembro de 1821:
Panamá ganhou a independência em parte da Gran Colômbia.
1831: Com a eclosão da Guerra Civil de Nova Granada, Panamá
separado há mais de um ano de Nova Granada, com a intenção de
formar uma Confederação Colombiana, mantendo a sua autonomia.
1855: O estado do Panamá é criado, federados Nova Granada
(Colômbia agora). 1846: Mallarino-Bidlack Tratado assinado entre
Washington e Bogotá autoriza os Estados Unidos para construir
uma linha de trem. 03 de novembro de 1903: Panamá, com o apoio
dos Estados Unidos declararam sua independência e foi
reconhecida como uma república independente (exceto a Colômbia
não reconhece em 1921. 1903: Construção do canal começou ea
área do Canal do Panamá torna-se um protetorado dos EUA.
1914: O canal é concluída e ele é na época como a “oitava
maravilha do mundo”. 1968: Um golpe militar liderado General
Omar Torrijos Herrera poder e lá permaneceu até sua morte em
1981. 1983: Nova alteração à Constituição, após as de 1904, 1941,
1946, 1972. Entre 1984 e 1989: O país é governado por forças
lideradas por General Manuel Noriega. 1989: Intervenção
americana no Panamá. 1991 e 1992: Várias tentativas de golpe
falhar. 1992: Noriega é extraditado e julgado nos Estados Unidos.
Ele foi condenado a 40 anos de prisão. 1999: Os norte-americanos
se retiraram do Zona do Canal (de acordo com o acordo negociado
entre o Panamá e administração de Jimmy Carter, em 1980).
GEOGRAFIA Panamá está localizado na parte sul da América
Central. Faz fronteira com a Colômbia e Sudeste com a Costa Rica
para o oeste. Faz fronteira com o Mar do Caribe ao norte eo
Oceano Pacífico, ao sul. De leste a oeste extensão do país é 772
km, de norte a sul sua largura varia entre 60 e 177 km. Sua
geografia é montanhosa com terras baixas no litoral. A região de “El
Interior” (no interior) que vai da península de Azuero nas montanhas
centrais é típico de uma área de planícies e colinas com vegetação
de savana. O Mar do Caribe eo Oceano Pacífico estão unidos pelo
Canal do Panamá, cuja construção começou em 1903 e foi
inaugurado em 1914. Este canal atravessa uma inclinação natural
formada pela Cordilheira de Talamanca e San Blas. O seu
comprimento real é de 65 km, no entanto, o comprimento do canal
de águas profundas em que a navegação é possível é de 80 km.
Apenas um quarto do país é habitado. A maioria da população vive
em áreas em torno do canal e nas cidades que servem como
entrada e canal de saída, especialmente Cidade do Panamá e
Colón. Há também centros urbanos das terras baixas da costa do
Oceano Pacífico e áreas montanhosas próximas. ECONOMIA Até a
crise política do final dos anos 80, o Panamá teve uma economia
bastante próspera baseada na agricultura, indústria ligeira, o setor
de serviços e os rendimentos do Canal do Panamá. Metade da área
de terra é dedicada à agricultura. As principais culturas utilizadas
para exportar são: cana-de-açúcar, café e banana. Há também
grandes colheitas de arroz, milho e feijão para consumo interno. O
setor pecuário também está sendo desenvolvido rapidamente.
Panamá tem grandes reservas de mogno, além de reservas de
pesca principalmente de camarão. As principais indústrias incluem
materiais de processamento de alimentos, vestuário roupas de
papel e construção. Exportações do Panamá de petróleo refinado.
Outros pontos fortes da economia são áreas de livre comércio em
todo o canal, especialmente a de Colón, e facilidades para
pesquisar os barcos que falsas bandeiras panamenhos. Receitas
através de trânsito através do canal, as receitas provenientes de
turismo e os benefícios produzidos pelo segredo bancário
panamenho, completar o panorama do país. O Governo já começou
nos anos 90 um processo de racionalização da economia que inclui
a privatização das antigas empresas públicas e cortes de gastos
públicos na Segurança Social. O Panamá é um membro do Banco
Interamericano de Desenvolvimento e seus principais parceiros
comerciais são os Estados Unidos, Japão, Espanha, Costa Rica e
Alemanha. TURISMO Cidade do Panamá Hoje Ciudad de Panamá
tem a vantagem de oferecer uma grande diversidade arquitetônica.
Os diferentes estilos de edifícios que você pode ver são causados
por dois períodos distintos. O primeiro é o período colonial, que há
alguns bons exemplos em Casco Viejo. A segunda, mais tarde, é
associado com a abertura da linha de caminho de ferro e de ligação
Colón Panamá City, bem como a construção do canal. O centro
histórico da nova Panamá está localizado no San Felipe, conhecido
como Casco Viejo. Este é o lugar onde você vai encontrar a maioria
dos edifícios que datam do período colonial e que muitas mansões.
A Avenida Central de pedestres, em parte, e particularmente
animada é o melhor acesso para a visita. Você pode ver toda a área
a pé em um dia. Além disso, alguns edifícios interessantes, também
pode ser visitado em vários setores de Bella Vista e Calidonia.
Bocas Del Toro Coberto com vegetação exuberante e de casa para
o enorme Parque Internacional La Amistad, uma das maiores áreas
protegidas na América Central, na província de Bocas del Toro
porta nome decididamente provincial do “ouro verde”. Boquete
Habitada desde 1880 pelos camponeses da região e emigrantes de
países tão diversos como a Suíça, a ex-Iugoslávia, Alemanha e até
mesmo os Estados Unidos, Boquete é provavelmente o melhor
lugar na província de Chiriquí. Comarca de San Blas Localizado ao
longo da costa nordeste do Panamá no Mar do Caribe, a Comarca
de San Blas tem a distinção de ser a única província do país
exclusivamente habitado por ameríndios população, a Kuna, que
chamam sua terra Kuna Yala . É também a única a ser administrada
exclusivamente por uma população americana nativa. Portanto, ela
está listada sob o nome de comarca, que significa “região” ou
“território” e não sob a “província” prazo. Ilhas e praias da província
de Panamá Se a rica fauna e flora do Panamá ainda é muitas vezes
ignorado pelos viajantes, o mesmo vale para as muitas ilhas e
praias da província de Panamá, que pontilham a costa do Pacífico.
Isolado e de difícil acesso as ilhas dos Perlas Arquipélago de las
constituem o maior grupo. Entre essas ilhas, o mais famoso é, sem
dúvida, Isla Contadora. Fonte: www.abc-latina.com Panamá História
A história do Panamá tem sido fortemente influenciada pela posição
estratégica do estreito istmo que liga a América do Norte à América
do Sul e separa o Oceano Pacífico do Oceano Atlântico. O Kuna,
eo Guaymi Chocos são algumas das tribos indígenas que
ocuparam a região. Embora essas civilizações não eram tão
avançados como aqueles de Maya ou incas, eles podem ter sido
influenciados por eles. O explorador Rodrigo de Bastidas
desembarcados no território em 1501 e no ano seguinte, Cristóvão
Colombo afirmou que o Panamá em nome da Espanha. Panamá se
tornou a base para o transporte marítimo de minerais, metais
preciosos e os tesouros do Peru e trouxe para a Espanha por um
eixo que passa o país de costa a costa, do Panamá ao Nombre de
Dios porta no Atlântico. Dependendo do Vice-Reino do Peru , o
Panamá se tornou parte de Nova Granada, no início do século XVII
e permaneceu sob o domínio espanhol até 1821. Nova Granada foi
então anexada à República da Grã-Colômbia, criada sob a égide de
Simón Bolívar . Em 1826, Bolívar reúne governos de cinco estados
da Grande Colômbia, Panamá, no Congresso Pan-americano, para
construir com eles a unidade do continente sul-americano. No
entanto, ele morreu em 1830, antes da unificação consolidada. Já
em 1855, os americanos tinham concluído a construção de uma
estrada de ferro cruzamento Panamá de um oceano para o outro.
Os espanhóis tiveram a idéia de construção de um canal para ligar
dois oceanos, mas foi um francês, Ferdinand de Lesseps, que, em
1880, finalmente realizou a primeira tentativa com a Companhia
Universal do canal interoceânico. O trabalho foi interrompido, no
entanto, nove anos mais tarde, devido ao escândalo político e
financeiro grave que abalou a Terceira República Francesa. Em
1903, o britânico recusou-se a Estados Unidos o direito de
completar o canal. Em resposta, os Estados Unidos levaram o
Panamá para subir. Em 3 de Novembro do mesmo ano, o britânico
teve então autorização para a criação da República do Panamá.
Soldados dos EUA foram enviados para apoiar o novo governo
panamenho, e em 18 de Novembro, os direitos do canal foram
vendidos nos Estados Unidos. O canal foi concluída em 1914, e
tornou-se uma passagem obrigatória para embarcações que
navegam entre os oceanos Atlântico e Pacífico, poupando-lhes a
viagem longa e muitas vezes perigosa torno do Cabo Horn, na
ponta da América do Sul. Os EUA controlaram o canal e as
posições mais seniores foram confiadas a cidadãos americanos.
Desde a independência, em 1903, a vida política do Panamá tem
altos e baixos, as relações, muitas vezes tensas com os EUA
vizinho é uma questão importante. Em 1968, após uma série de
eleições contestadas e crises constitucionais, o general Omar
Torrijos, o comandante da guarda nacional, tomou o poder. Morte
de Torrijos em 1981, seu ministro da Defesa, o general Manuel
Antonio Noriega tornou-se cada vez mais influente. Em 1988, Eric
Arturo Delvalle, que se tornou presidente em 1985, tentou derrubar
Noriega, que, posteriormente deposto Delvalle. Noriega governou
como chefe da Assembleia Nacional e declarou estado de
emergência. O regime de Noriega tornou-se cada vez mais
repressivo e corrupto. Relações com os Estados Unidos se
deteriorou, o presidente dos EUA, George Bush, chamando o
exército em Maio de 1989 e ao povo do Panamá para derrubar
Noriega. Em outubro de 1989, uma tentativa de golpe contra
Noriega falhou e 20 de Dezembro do mesmo ano, os Estados
Unidos enviaram tropas para o Panamá (Operação “Just Cause”).
Noriega se refugiou na Nunciatura do Vaticano, mas ele foi
extraditado para os Estados Unidos, em 1990, os norte-americanos
estabeleceram em Guillermo Endara. Condenado por tráfico de
drogas, Noriega foi condenado em 1992 a cumprir uma pena de
prisão de 40 anos nos Estados Unidos. Em 1994, Ernesto Pérez
Balladares, o Partido Revolucionário Democrático, foi eleito
presidente do Panamá. Ele quer se candidatar a um segundo
mandato em 1999, mas é repudiado pelo povo em um referendo em
30 de agosto de 1998 e seu partido perder as eleições presidenciais
de Maio de 1999, em resposta a Mireya Moscoso, viúva de Arnulfo
Arias velho caudilho. Mas a situação econômica se deteriora,
acompanhada pelo aumento do desemprego. Mireya Moscoso vai
perder as eleições em Maio de 2004 contra o candidato social-
democrata Martin Torrijos que o sucedeu como chefe de Estado.
Geografia, economia, sociedade O Panamá é um país localizado no
istmo ligando a América do Sul à América Central. Passando pelo
Canal do Panamá, o país é limitado a norte pelo Mar do Caribe, a
leste pela Colômbia , a sul pelo Oceano Pacífico ea oeste pela
Costa Rica . Sua área é de 75.517 km2. A capital e maior cidade do
país é o Panamá. Geografia Panamá é cortada ao longo de seu
comprimento por várias cadeias de montanhas. Serra de Tabasará
entra no país a partir do oeste. Sua altitude média é de 1.525 m, e
seu pico mais alto, Baru, um vulcão extinto, atinge 3.475 m. Para o
leste do canal, a Cordilheira de San Blas e montanhosa del Darién,
inferior, tem uma altitude média de 915 m, e é quase inteiramente
localizado dentro do país. A região entre os dois sistemas
montanhosos consiste em colinas 100-450 m de altura, bem
regadas férteis vales e planícies. Ele é totalmente coberto com
florestas densas e tampo de picos, cordilheiras e, em alguns
lugares, planícies e planaltos. Uma vez que os dois canais de
drenagem de aproximadamente 325 rios e córregos que se juntam
ao Pacífico e 150 descendo para o Mar do Caribe. O principal rio é
o Tuira, que deságua no Golfo de San Miguel, na costa do Pacífico.
Outra grande rio, o Chagres, que tem a sua fonte no centro do país,
foi cruzada para formar lago Gatún, que se comunica com o Canal
do Panamá. Banda estreita (90 km pelo menos) que forma o
Panamá se alarga no centro-sul da península de Azuero, que fecha
o golfo do Panamá. Abriga o Pearl Islands, que consiste de
centenas de pequenas ilhas com uma área total de 1.165 km2.
Panamá tem um clima tropical, com temperaturas médias anuais
que variam de 23 ° a 27 ° C nas áreas costeiras. Na altitude, interior
de alta, a temperatura média é de 19 ° C. A estação das chuvas vai
de abril a dezembro. Companhia A população do Panamá é
estimado em 2.630 mil pessoas. A população do país é composta
de mais de 75% de mestiços (ameríndios e origem européia) e
pardos (de africanos e europeus), e cerca de 6% Native-nascido –
especialmente Cunas , eo Chocos Guaymi – sendo o resto Asiático,
Africano ou europeu. Panamá é dividido em nove províncias e um
território especial Comarca de San Blas. A capital, Panamá tem
cerca de 950.000 habitantes, seguido pelo Colón (140.000
habitantes), no extremo norte do Canal do Panamá, e David (102
500 habitantes), cidade agrícola perto da fronteira com a Costa
Rica. A língua oficial é o espanhol, mas Inglês também é
amplamente utilizado. Governo e Política Panamá é regido por uma
Constituição adoptada em 1972 e revista em 1983. O chefe de
estado é um presidente eleito por sufrágio universal, junto com dois
vice-presidentes, e assistido por um gabinete. Panamá tem uma
Assembléia de 67 membros eleitos por cinco anos por sufrágio
universal direto. Economia A principal fonte de renda vem do país
canal. A Zona Livre de Colón, a segunda do mundo, depois de
Hong Kong, é a base da economia do país, bem como as bandeiras
de conveniência que fornece sistema de renda significativa no
Panamá e é o segundo maior país importância para a frota mundial.
Apenas um terço da população tem um trabalho assalariado
verdade. O resto da população está envolvida na agricultura de
subsistência, o setor informal ou desempregados. Cerca de 8% do
território panamenho é dedicada à agricultura. As principais culturas
são a banana, banana, cana de açúcar, arroz, milho e café. Floresta
panamenho produz vários tipos de madeira, especialmente mogno.
Grandes plantações, geralmente liderados por empresas norte-
americanas produzem banana, cana-de-açúcar e cacau. A moeda
do Panamá é o Balboa, que é dividido em 100 Centesimos. Fonte:
www.americas-fr.com Panamá O Panamá está situado no ponto
mais estreito da América Central (um istmo) e é banhado pelos
oceanos Atlântico e Pacífico. Muito pequeno, possui 77.082 km² e
2.778.526 habitantes. Sua moeda é o balboa que tem o mesmo
valor do dólar americano. Na verdade o dinheiro circulante no país
é mesmo o dólar. Não há notas de balboa, só algumas moedas com
os mesmos valores das moedas americanas. Traga algumas delas
para presentear um amigo colecionador. Elas são raras mesmo lá.
Os espanhóis chegaram à região em 1501 e até 1903 o Panamá
pertenceu à Colômbia. A capital chama-se Cidade do Panamá e
fica no litoral do Pacífico. Ela é muito interessante – um misto de
construções coloniais espanholas com edifício moderníssimos.
Taxas de entrada e de embarque Os brasileiros precisam de um
visto de trânsito para entrarem no Panamá. Ele é “comprado” no
aeroporto, no balcão da companhia aérea e custa US$ 5,00. Não há
nenhuma burocracia. É só pagar e apresentar o recibo para o
pessoal da aduana. A taxa de embarque é de US$ 20,00.
Informações turísticas No aeroporto você encontrará um balcão do
Departamento de Turismo Panamenho. O pessoal é muito
simpático e bem preparado para dar todas as dicas: hotéis, praias,
transporte, todos os preço, etc. Se você tiver algum hotel em vista,
eles ligam, confirmam o preço e fazem reserva. Tudo grátis.
Fornecem também um mapa da cidade, de péssima qualidade mas
suficiente para você se localizar. Praias As do Pacífico sofrem muito
os efeitos da maré e não são muito boas para banhos. As do
Atlântico, ou do Caribe como preferem os panamenhos, são muito
bonitas. Ficam entre duas e três horas de ônibus da capital mas
valem a pena. Portobello e Isla Grande são as mais famosas.
Transporte Há uma grande quantidade de ônibus urbanos e
intermunicipais e vários terminais na cidade, inclusive uma grande e
moderna estação rodoviária. Uma passagem num ônibus urbano
custa US$ 0,35. Os taxis são também muito baratos e todos
possuem ar condicionado… Uma corrida para qualquer ponto da
capital custa US$ 1,25 (não se usa o taxímetro). O motorista vai
pedir o que quiser, dependendo da cara do turista. Pechinche. O
preço é fixo, não pague nada mais que o valor citado. Do aeroporto
para a cidade você tem que usar um taxi pré-pago. Custa US$
25,00 e nesse preço está incluído o pedágio US$ 2,00. O motorista
vai dizer, na metade do caminho, que se você quiser chegar em 15
minutos terá que pagar o pedágio do seu bolso, caso contrário terá
que ir por uma outra estrada, uma viagem de 1:30h. Não aceite a
chantagem. Diga que não vai pagar (lembre-se que você já pagou
no balcão do aeroporto) e que prefere ir pelo caminho mais longo. É
claro que ele não fará isso e você chegará em poucos minutos à
cidade, passando por um belo conjunto de pontes sobre o mar. Da
cidade para o aeroporto a história é outra: o preço é de US$ 12,00 e
você é que paga os US 2,00 do pedágio. O motorista vai pedir US$
15,00 mais o pedágio. Pechinche novamente e só pague US$
12,00. Se você estiver com tempo, peça para o motorista fazer um
pequeno desvio do caminho para passar no Panamá Viejo. São as
ruínas da antiga capital, muito bem preservadas, numa região
bonita, arborizada e bem perto do aeroporto. Além disso você
economiza, pois o pedágio a partir daí custa só US$ 1,00. Se você
estiver sozinho e precisar economizar, há ônibus que ligam a
cidade ao aeroporto. Demora aproximadamente 1:30h e custa muito
mais barato. Casco Viejo Casco Viejo É a parte mais antiga da
cidade. Lá estão a Catedral, o Palácio do Governo, a Praça Bolívar,
o antigo presídio (Bovedas) hoje transformado em galerias de arte,
etc. É ai que podemos apreciar as belas construções coloniais
espanholas, pintadas em cores pastéis, com sacadas de grades de
ferro. Cassinos O jogo é liberado no Panamá. Não deixe de
conhecer os cassinos da Cidade do Panamá. A maioria deles tem
máquinas caça-níqueis que aceitam aposta à partir de US$0,05. Dá
para se divertir gastando pouco. Alguns deles apresentam música
ao vivo e normalmente oferecem refrigerantes e cerveja grátis para
quem está jogando. Por falar em cerveja, as panamenhas são as
piores do mundo – fracas e sem sabor, só vale a pena experimentar
se forem mesmo de graça. O Canal do Panamá A possibilidade de
unir os dois oceanos para tornar a navegação mais rápida e barata
despertou o interesse dos Estados Unidos pelo pequeno Panamá.
Logo após sua independência da Colômbia, que foi estimulada
pelos Estados Unidos, os dois países firmaram o tratado Hay-
Bunau-Varilla que deu aos EUA o controle perpétuo do canal, cujas
obras iniciaram-se em 1908 e foram concluídas em 1914. Em 1974
os Estados Unidos renunciaram à soberania perpétua sobre o canal
e em 1977 prometeram devolvê-lo aos panamenhos no dia 31 de
dezembro de 1999. Até então toda a área do canal e suas margens
eram território americano. A presença dos americanos durante todo
esse tempo marcou para sempre o destino do país. O canal mede
80 Km de comprimento e há uma diferença de 26 metros entre os
dois oceanos. Para superar essa diferença os navios são elevados
e baixados em 3 grandes conjuntos de eclusas, verdadeiros
“elevadores” de água. Um navio demora entre 8 e 10 horas para
atravessar todo o canal. Os preços pagos por eles são
inacreditavelmente altos: em média US$ 42.000,00 por navio! O
pedágio mais caro até hoje foi de US$ 184.114,80 pago pelo navio
Sisler no dia 20 de janeiro de 1999! Para conhecer o canal do
Panamá Se você quiser navegar pelo canal e conhecer o
funcionamento das eclusas prepare seu bolso. Uma travessia
completa, num navio turístico, demora um dia inteiro e custa US$
100,00. Um passeio de meio dia custa US$ 50,00. Se você se
contentar em observar um navio transitando pelas eclusas sai muito
mais barato: Pegue um ônibus que passe em Miraflores, a última
eclusa antes do Pacífico. O convencional custa US$ 0,75 e o com
ar condicionado US$ 1,00. Em menos de uma hora v estará na
eclusa. A entrada é grátis e há a apresentação de um audio-visual
que explica toda a construção e o funcionamento do canal (sessões
alternadas em espanhol e inglês). Para apreciar a travessia dos
navios há uma arquibancada elevada que proporciona um ótimo
ângulo de visão. ATENÇÃO: Poucos navios passam pela eclusa
diariamente. Para não perder a viagem ligue no telefone 276-8325
após as 9:00h da manhã. Serão fornecidos os horários
aproximados das chegadas dos navios. Pode haver atraso ou
antecipação. Compras As coisas não são caras na Panamá. Lá
turista não paga imposto. Só que você tem que lembrar o caixa
disso na hora de pagar a sua compra. Eles são meio esquecidos! O
Paseo Central é um calçadão onde você encontra de
tudo: eletrônicos, roupas, sapatos, MacDonald, Burguer King,
supermercado, tecidos, cosméticos, etc. Tudo muito barato. Vale a
pena pechinchar, sempre se consegue um desconto. Os cartões de
crédito são amplamente aceitos. Fonte: www2.uol.com.br Panamá
Panamá, cuja costa foi explorada em 1502 pelo navegador quando
Rodrigo de Bastidas, foi a primeira, em 1519, sob o nome de Istmo
(Istmo =) uma parte do vice-reinado espanhol Nova Andaluzia e
Nova Granada, que também incluiu o repúblicas atual britânico da
Venezuela e do Equador. Em 1810, a colônia foi criado, formado
em 1819, a República da Colômbia (ou Gran Colombia), mas 1829-
1831, Equador e Venezuela se separar. O conjunto formado por
Colômbia e Panamá, hoje adotou o nome de República de Nova
Granada. Em 1855, o departamento mudou o status Istmo,
tornando-se o Estado independente do Panamá, mantendo-se uma
dependência de Bogotá . Sob a nova Constituição foi proclamada
em 1865, e do Panamá era parte do que hoje é chamado nos
Estados Unidos da Colômbia, substituído pela República de Nova
Granada. Foi nessa época que a perfuração de um canal entre o
Oceano Atlântico eo Oceano Pacífico começou a ser estudado a
sério. Os cânones da antiga fortaleza de Portobelo, Panamá A idéia
básica do canal remonta ao domínio espanhol; Humboldt tinha
estudado a possibilidade de, no início do século XIX, ea abertura
em 1855 de uma linha de caminho de ferro inter-oceânica deu à
agenda . Mas foi apenas em 1875, com Ferdinand de Lesseps , que
tentou realizar a empresa. As grandes dificuldades apresentadas
para o estabelecimento de canais em terreno montanhoso levou ao
colapso financeiro da Companhia do Canal. Foi dissolvido em 1889
e no ano seguinte, a obra foi abandonada. Eles não recomeçar até
dez anos mais tarde, sob os auspícios dos Estados Unidos. O canal
será lançado em 1914. Mas, entretanto, o Panamá tem feito a sua
total independência vis-à-vis os britânicos, tornando-se um Estado
soberano. É 03 de novembro de 1903 estourou, com o apoio dos
Estados Unidos O levante que levaria à formação deste estado
país. De acordo com os oficiais da guarnição, capturou algumas
pessoas por governador surpresa Obaldia colombiano e os
comandantes das forças militares e navais do istmo. Apenas um
canonière a Bogotá, jogou algumas conchas para a cidade, mas ela
parou diante dos fortes de resposta de fogo. No dia seguinte, foi
proclamada a Declaração de Independência e um ministério foi
formado. Em 5 de Novembro, o novo governo anunciou o Governo
dos Estados Unidos, ele foi capaz de assumir as responsabilidades
de `um poder independente. 6, um francês Philippe Bunau-Varilla,
foi nomeado Ministro Plenipotenciário da República, em
Washington, em 13, ele foi recebido pelo presidente Roosevelt .. De
7, o cônsul dos Estados Unidos havia entrado em relações oficiais
com o governo do Panamá. Esta revolução tinha sido previsto por
causa de rebeliões incessantes atestadas metade do século
passado, o estado de insubordinação do Istmo ea divergência de
pontos de vista e sentimentos entre o departamento, onde
mercadores estrangeiros residia, eo britânico Continental povoada
por índios e crioulos, país atolado em seu arcaico liderou um
governo clerical e militarista. Mas, na verdade os cidadãos de
tentativa Panamá teria sido inútil sem o apoio dos Estados Unidos .
A rejeição pelo Congresso de Bogotá o Tratado Hay-Herran, o que
tornaria possível a conclusão do canal, Outra norte-americanos.
Deve notar-se que o movimento separatista seguido este voto de
alguns dias. Os Estados Unidos intervieram para proteger seus
cidadãos em necessidade, mas tão rapidamente que esta
intervenção concertada parecia antecedência, e são eles que,
posteriormente, conduziu os assuntos do istmo. O novo Estado
apressou-se a declarar que respeite os direitos da empresa
francesa no Panamá e França reconheceu 18 de novembro de
outros poderes fez o mesmo. As ruínas da antiga prisão de Coiba
Island no Panamá. Ilha inteira Era uma vez uma colônia penal e é
agora uma reserva natural Em 18 de Novembro, um tratado
assinado entre a República do Panamá e os Estados Unidos de
Hay e Bunau-Varilla, consagrada a aquisição dos Estados Unidos
sobre o Canal do Panamá . Os Estados Unidos garantem a
independência da República, e uma soma de US $ 10 milhões e
uma renda anual de US $ 250.000, começam a ocupação e uso em
perpetuidade do canal e está territórios dependentes, incluindo
incluindo as ilhas que se encontram no porto de Panamá, com os
mesmos poderes, como se fossem realmente soberano sobre a
terra eo mar, Panamá renunciando ao exercício desses poderes. O
tratado foi ratificado no Panamá 02 de dezembro de 1903 e 23 de
fevereiro de 1904 em Washington. A Convenção Nacional
Constituinte elaborou uma Constituição que foi posto em vigor em
15 de Fevereiro de 1904. O primeiro presidente eleito foi o Dr.
Manuel Amador Guerrero. Mas, até 1939, o país manteve-se um
protetorado de fato do Estados Unidos , que então mantinha uma
zona de cinco quilômetros de cada lado do canal do Panamá. A
paralisação de forma suave e movimentos importantes no país até
1954, quando os motins anti-americanos em erupção. Outros
distúrbios, que têm o mesmo nacionalista, também será realizada
em 1964. Mas foi em 1968, o movimento atingiu o seu clímax com o
golpe de Estado do general Omar Torrijos Herrera, que derrubou o
governo eleito do presidente Arnulfo Arias. Torrijos então começar a
negociar com a retirada dos EUA da Zona do Canal e um acordo foi
finalmente assinado em 1977 com presidente dos EUA, Jimmy
Carter, que prevê a devolução do território 31 de dezembro de
1999. Retirada de que vai realmente ocorrer como planejado. Mas
Torrijos morreu muito antes, em um acidente de avião (talvez um
ataque) em 1981. Vista para o Canal do Panamá Morte de Torrijos
abriu o caminho para a tomada do poder por um novo ditador, o
general Manuel Noriega. Embora fosse um ex-funcionário da CIA, a
relação entre Noriega e Estados Unidos estão se deteriorando
rapidamente. Noriega foi acusado por seu antigo mentor, o tráfico
de drogas. Depois de um fracassado golpe contra ele em 1988, e
perdeu as eleições do próximo ano, o ditador cancelar a eleição e
declarar um estado de emergência, que em 1989 serviu de pretexto
para a intervenção dos EUA chamado Just Cause. Marines capturar
Noriega e presos nos Estados Unidos, onde foi condenado em 1992
a 40 anos de prisão. Ocupação do país durou até 1993. Enquanto
isso, uma política parlamentares é organizado de alguma forma.
Guillermo Endara atingiu o chefe de Estado, com o apoio dos
Estados Unidos, em 1989, foi substituído dez anos depois Mireya
Moscoso. Ele vai trabalhar em 2000 para lançar luz sobre os crimes
cometidos pelas ditaduras de Torrijos e Noriega, que também irá
levar uma anti-corrupção. Mas seus fracassos econômicos e crise
social que não consegue conter fazê-lo perder a eleição em 2004.
Omar Torrijos, filho do ex-ditador foi eleito para a presidência. Em
2006, a população foi aprovada por referendo em financiamento
para a expansão do Canal do Panamá . (NLI).

Leia mais
em: https://www.portalsaofrancisco.com.br/turismo/panama
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El sinuoso estado centroamericano no sólo está dividido por el


canal más famoso del planeta. En él también caben las playas
más salvajes del Caribe, el Dubai latino, tribus indígenas y el
café más caro del mundo.

El producto estrella con el que se vende Panamá en todo el mundo,


el clásico sombrero homónimo, no es originario precisamente de
este país, sino de Ecuador. Pero el equívoco bastó para colar en la
historia de la Moda (y de paso, situar en el mapa) a este pequeño
estado centroamericano de apenas cuatro millones de almas,
alargado, sinuoso y tropical, el día en el que el mismísimo
presidente de Estados Unidos, Theodore Roosevelt, inauguró el
canal más famoso del mundo. Ocurrió el 15 de agosto de
1914, uniendo por fin el Pacífico con el Atlántico. Y tanto calor
hacía que el mandatario, quien se había hecho con los derechos
para acometer el proyecto, no dudó en calzarse un Panama Hat, el
modelo que trajeron los obreros de Ecuador que trabajaron en la
construcción de una de las obras de ingeniería más colosales de la
Historia moderna.
La culpa de que no se hubiera hecho antes la tuvo, entre otros, el
rey Carlos V, quien creía que lo que había unido Dios no tenía por
qué separarlo un hombre. El caso es que todo el mundo vio a
Rooselvelt luciendo el sombrero el día de su estreno. Y todo el
mundo lo identificó con Panamá. Y eso que los ecuatorianos se han
esforzado en demostrar que la autoría de uno de los complementos
más célebres del planeta (y por el que se han llegado a pagar
35.000 euros) es suya. Insisten en que la ligereza y frescura que
aportaba su invento (elaborado con hojas de palma entrelazadas)
eran ideales para que los trabajadores soportaran horas y horas a
la intemperie.
Panamá, por su parte, ha hecho el agosto con la venta del
sombrero, aunque en los últimos años reivindican el suyo propio, el
pintado (o pintao), que como su nombre indica va decorado con
algún dibujo. "Los turistas rusos y mexicanos arrasan con ellos;
quizá ya se han cansado del tradicional", especula Pablo de la
Rosa, empleado de El Palacio del Sombrero, ubicado en el casco
antiguo de la capital, Ciudad de Panamá, y especializado en el
accesorio. El más barato sale por 15 dólares("sintético, eso sí",
añade). El más caro, "extrafino", cuesta 1.200. Por algo es
el souvenir más codiciado del país.
PERFUME EN HONOR AL CANAL

Sin embargo, con el centenario del nacimiento del "Canal", en 2014,


le salió un extraño competidor: un perfume llamado igual que la
construcción, Canal, con toques de jazmín en la versión
femenina y de pachuli en la masculina. Porque hay de las dos...
Su imagen, con barco incorporado, se repite por los carteles
publicitarios de las calles. Y quien ande un poco despistado tiene
una última llamada de atención al lado del duty free del aeropuerto,
donde se recuerda a los viajeros que no se pueden ir sin este
aroma en la maleta. Cosas de la mastodóntica obra, cuya
ampliación no llegó hasta 2016, permitiendo el doble de tráfico de
mercancías al año: de 300 millones de toneladas pasó a 600. Para
hacerla realidad se empleó tanto hormigón como para levantar 450
edificios de 20 pisos o 2,2 pirámides de Keops. En cuanto al acero,
tiene 22 veces más que la Torre Eiffel. Normal que un recorrido en
barca para observar de cerca semejante monstruo sea una de las
propuestas más demandadas por los turistas, que a su paso por la
selva de la provincia de Colón aprovechan para realizar rutas
senderistas y ver caimanes a solo un metro, águilas harpías (el ave
nacional) o monos perezosos.
Es lo que ofrece Gamboa Rainforest Resort, un complejo
ecoturístico en medio de un onírico bosque lluvioso con spa, jardín
de orquídeas, mariposario y una granja de ranas. Nota: en Panamá
hay más de 200 especies de estas últimas. Además, si se sube en
el teleférico hasta una torre de observación (y si la niebla lo
permite) se pueden atisbar los megabarcos que surcan el Canal.
De aquí se llega en 45 minutos en coche a Ciudad de Panamá (los
locales dicen "Ciudad" sin más) y el escenario cambia de golpe.
Empezando por el cada vez más nutrido skyline de la zona
financiera, convertido en un símbolo de la urbe y que se adivina
desde cualquier punto. Por eso se le conoce como el Dubai o el
Manhattan de Latinoamérica, ya que aglutina los edificios más altos
de la región. No en vano, el Trump Ocean Club (financiado,
obviamente, por el hoy presidente de EEUU), con sus 284 metros,
llegó a ser el número uno, pero la Gran Torre Santiago
chilena (300) lo ha desbancado.
Más emblemático si cabe es el F&F Tower, al que todos llaman
el "Tornillo". Su diseño contorsionista le ha hecho merecedor de
prestigiosos premios internacionales de arquitectura. Entre las
fachadas de cristal, hormigón o metal que lo rodean cabe de todo:
oficinas, bancos, hoteles, restaurantes (con vistas, claro), centros
comerciales de marcas de lujo... No olvidemos que Panamá es el
país latino con el IVA más reducido, un 7%, frente al 22% de
Uruguay o el 21% de Argentina, según VATLive, la base de datos
internacional sobre impuestos. De ahí que el turismo
de shopping crezca por minutos. "Muchos turistas mexicanos,
brasileños o argentinos vienen sólo a pasar el fin de semana para
comprar", apunta Gilberto Alemancia, miembro de la Autoridad de
Turismo de Panamá.

Uno de los buques que surcan el Canal de Panamá.


En este distrito financiero se alterna la vida comercial de día con la
marcha nocturna, que compite con la del casco viejo en locales
históricos en forma de cueva como Las Bóvedas, con conciertos de
jazz en vivo; la animada azotea del hotel Tántalo, uno de los sitios
de moda; o la discoteca Siroco. No hay que confundir este barrio
con el Panamá Viejo o Panamá la Vieja, donde los españoles
fundaron la ciudad en 1519. Situado en la continuación de la vía
Cincuentenario de camino al aeropuerto, lo único que queda ahora
son las ruinas precolombinas anteriores a la llegada ibérica. El
pirata inglés Henry Morgan se encargó de borrar su huella
arrasándolo en 1670.
De vuelta al casco antiguo, este se caracteriza por su entramado
de calles en cuadrícula repletas de edificios coloniales (algunos
mejor conservados que otros) como la catedral, el Palacio
Arzobispal o la Casa Góngora, la más antigua de la ciudad,
reconvertida en Casa de la Cultura del Artista Panameño. Este
distrito cuenta también con su propio Chinatown, al que no le falta la
típica y estridente puerta de reminiscencias asiáticas. Al lado está el
Mercado de Marisco, el mejor lugar (que no el más glamouroso)
para hartarse a ceviches a precios irrisorios mientras suena de
fondo el cantante local Rubén Blades, quien, por cierto, no descarta
presentarse a las elecciones generales del próximo año.
La siguiente parada en la capital es en el Museo de la
Biodiversidad, la única obra en América Latina diseñada por el
arquitecto Frank Gehry. Que su mujer sea de aquí algo tiene que
ver... Sea como sea, vale la pena asomarse a la historia natural del
país, tan atípica ella, contada a través de ocho galerías y ocho
"artefactos de asombro" que analizan el origen del istmo de
Panamá y su impacto en la biodiversidad del planeta. El
enrevesado edificio se ubica en la Calzada de Amador (o
Causeway), a la entrada del Canal que da al Pacífico, y representa
el variado ecosistema del país "a través de láminas de colores
llamativos superpuestas que simbolizan un bosque de gigantescos
árboles", describe Darién Montañez, coordinador de Programa
Público del Biomuseo.
EL CAFÉ MÁS EXCLUSIVO

Otro de los imprescindibles panameños, esta vez culinario, es


el café. Y no cualquiera, sino el más caro del mundo, Geisha, que
se cultiva a 1.600 metros de altura en las fértiles montañas de la
provincia de Chiriquí, considerada la "despensa" del país porque de
ella sale el 70% de su producción agrícola. El paisaje cien por cien
verde, al más puro estilo Parque Jurásico, da cuenta de lo que
se cocina aquí. Y los granos de Geisha, originario de Etiopía, son
un ejemplo. Para hacerse una idea, en la última subasta on
line privada, celebrada en verano, se alcanzó un precio récord
mundial de 601 dólares por libra (454 gramos). Y las 100
vendidas procedían de Boquete, en las tierras altas de Chiriquí,
cotizada también por sus actividades de turismo de aventura
(kayak, tirolina, senderismo alrededor del volcán Barú...) y por ser el
lugar favorito de los jubilados estadounidenses para retirarse.

Cata del café más caro del mundo, Geisha, obtenido en Boquete.
Los tours por las haciendas cafeteras también forman parte de su
día a día. El de la finca Río Cristal del ecoresort Boquete Tree Trek,
a 1.700 metros, permite descubrir, durante una cata, que la rueda
de sabores de un grano alcanza 2.000 espectros (el vino, 800) o
que una taza de café Geisha puede costar 25 dólares. ¿Por qué?
"Por sus cualidades exclusivas como su acidez cítrica, su cuerpo y
su fragancia gracias a cultivarse a tanta altura y en tierras
volcánicas", explica Rafael Gutiérrez, catador de la hacienda,
mientras absorbe de golpe una muestra en plena degustación. "La
absorción hace que los aromas se esparzan más por el paladar",
continúa. Antes, ha hablado del tostado de Geisha, de menor
duración (10 minutos) que el de un grano normal (de 15 a 17
minutos) o de que el café nunca debe prepararse con agua tibia o
normal, sino hirviendo.
Al norte de Chiriquí está el archipiélago de Bocas del Toro, formado
por nueve islas, 52 cayos y cientos de islotes. Pocos lugares
quedan del Caribe tan paradisiacos y salvajes como este,
donde lo suyo es alquilar un bote (no es fácil llegar, así que mejor
con conductor que haga de guía)y lanzarse a rastrear los manglares
y las playas de aguas cristalinas, arena finísima y desmedidos
cocoteros de enclaves inhabitados como Cayo Coral, Playa Larga o
Cayo Zapatilla. Este último se asienta sobre una plataforma
coralina, por lo que es perfecto para bucear.
El único sitio de la zona para reponer energías es el restaurante
levantado a modo de palafito multicolor sobre las aguas del señor
Remigio Smith, que lleva 20 años sirviendo camarones con salsa
casera de coco y curry acompañados de patacones (trozos de
plátano frito aplastados) de tamaño XXL. O "langosta al grill
pescada hace un ratico", recalca orgulloso mientras sirve un
enorme "jugo" de piña. "Si prefiere caipiroska también tengo...",
comenta riéndose. Hoy sabe que, como cada domingo, un grupo de
gringos residente en la zona vendrá para marcarse un
homenaje gastro caribeño, así que la música country en su honor
ya suena por los altavoces.
Dos miembros de la comunidad indígena "embera querá" surcan en
canoa el lago Gatún.

AMBIENTE BOHEMIO

Toca conocer el pueblo de Bocas del Toro, en Isla Colón, cuajado


de edificios coloniales que hacen las veces de hostales,
restaurantes, casas, ayuntamiento, puestos de artesanías y
productos orgánicos, locales de masajes, tatuajes y trenzas a lo
rastafari, tiendas surferas... De ambiente hippy y bohemio, también
es famoso por su marcha nocturna, con clubs, raves y
eternas happy hours a ritmo de reguetón. Quien busque calma debe
escapar a Playa Bluff o al Mar de las Estrellas, dos rincones
mágicos de arenas doradas donde la desconexión es total. La
primera, además, es uno de los destinos top de los surfistas. Otro
sitio para apuntar: el Mar de los Delfines, un laberinto de isletas
tejido entre manglares.
El bello Cayo Zapatilla se caracteriza por el agua cristalina.
La última escala de esta ruta panameña incluye una limpieza
espiritual a manos de un chamán como Atilano Flaco, miembro de
la comunidad indígena "emberá quera", a orillas del lago Gatún, por
lo que se llega en canoa. Si lo que se busca es curar enfermedades
como la artitris o la gripe, "basta con usar la planta medicinal
adecuada", dice señalando una hoja de ajimbre. Tras un
recibimiento a golpe de bailes tribales en honor a las flores,
empieza la visita al poblado, en el que viven 25 familias. La Casa
de la Cultura (palapa central) es el lugar donde celebran todo,
del nacimiento de un bebé a la votación del nuevo jefe. El
objetivo es que el viajero conozca cómo vive una de las siete etnias
aborígenes que aún existen en el país y que suponen el 10% de la
población. El 65% es mestiza, mientras que el 20% desciende de
los esclavos africanos que trajeron los españoles.
Los "emberá quera" mantienen tradiciones como el uso de
taparrabos (guayucos) en el caso de los hombres y de vistosas
faldas relacionadas con la naturaleza (parumas), en el de ellas.
La llegada a la pubertad de las niñas también se conmemora con
una ceremonia. Pero antes, la joven debe permanecer aislada
durante 15 días en su casa. "Después, se la presenta en sociedad
pintada de negro de arriba abajo en señal de madurez", cuenta
Jeanette Mecha, una de las mujeres dedicada a la elaboración de
artesanías (se pueden comprar en la palapa de al lado), mientras
sostiene en brazos a su pequeña Saskia, de sólo nueve meses. Al
instante, la cede a un familiar y se une al grupo que despide a los
visitantes con una de sus danzas en honor a la Madre Tierra.

Las palapas de los "emberá quera".