Você está na página 1de 22

UNIVERSIDADE CEUMA-UNICEUMA

REITORIA
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO ‘
COORDENADORIA DO CURSO DE ENFERMAGEM

RAILDES ASSUNÇÃO DE MARIA MOTA DURANS

COMPLICAÇÕES DOS PACIENTES SUBMETIDOS AO PROCEDIMENTO DE


COLECISTECTOMIA: revisão integrativa

São Luís - MA

2017
RAILDES ASSUNÇÃO DE MARIA MOTA DURANS

COMPLICAÇÕES DOS PACIENTES SUBMETIDOS AO


PROCEDIMENTO DE COLECISTECTOMIA: revisão integrativa

Projeto de pesquisa apresentado ao centro


universitário do Maranhão – UNIVERSIDADE CEUMA
como requisito para a elaboração de artigo cientifico de
conclusão de curso.

Orientador: ENF.ESP: RICARDO DO AMORIM DA


SOUSA GARCIA

Coorientador(A): ENF.ESP: MARCIA MACHADO.

São Luís - MA

2017
SUMÁRIO

1 IDENTIFICAÇÃO .................................................................................................. 3
1.1 Tema .................................................................................................................... 3
1.2 Orientanda .......................................................................................................... 3
1.3 Orientador ........................................................................................................... 3
1.3 Coorientador ....................................................................................................... 3
1.4 Instituição ........................................................................................................... 3
1.5 Período ................................................................................................................ 3
2 Resumo ................................................................................................................ 4
3 INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA .......................................................................... 5
3.1 Problema ............................................................................................................. 7
3.2 Hipóteses ............................................................................................................ 7
3.3 Relevância .......................................................................................................... 7
4 OBJETIVOS ........................................................................................................ 8
4.1 Geral .................................................................................................................... 8
4.2 Específicos ......................................................................................................... 8
5 METODOLOGIA .................................................................................................. 9
5.1 Tipo de estudo .................................................................................................... 9
5.2 Local do estudo ................................................................................................. 9
5.3 População e amostra ....................................................................................... 10
5.4 Critérios de inclusão e exclusão ..................................................................... 10
5.5 Instrumentos de coleta de dados ................................................................... 10
5.6 Coleta dos dados ............................................................................................. 10
5.7 Análise dos dados ........................................................................................... 10
5.8 Aspectos éticos ................................................................................................. 11
5.9 Benefícios da pesquisa..................................................................................... 11
5.10 Riscos da pesquisa ......................................................................................... 11
5.11 Desfecho primário ........................................................................................... 11
5.12 Desfecho secundário ...................................................................................... 11
6 CRONOGRAMA ................................................................................................. 12
7 ORÇAMENTO .................................................................................................... 13
REFERÊNCIAS .................................................................................................. 14
APÊNDICES....................................................................................................... 15
ANEXOS
1 IDENTIFICAÇÃO

1.1 Tema

Complicações dos pacientes submetidos ao procedimento de colecistectomia.

1.2 Orientanda

Raildes Assunção de Maria Mota Durans

1.3 Orientador

Profª Esp. Ricardo Amorim de Sousa Garcia

1.3 coorientador(A)

Profª Márcia Machado

1.4 Instituição

Universidade Ceuma

1.5 Período

Março a Dezembro de 2018.


RESUMO

A colecistectomia tem sido muito requisitada, mediante um grande aumento de casos


de cálculos biliares, com o avanço das cirurgias em pacientes colostomizados
proporciona complicações gastrointestinais, emocionais e na autoestima, podendo
repercutir na qualidade de vida e na disfunção gástricas. Entretanto foi observado a
importância da enfermagem no pós-operatório. Diante dos poucos estudos que
relacionado a pa colecistectomizados com complicações, justifica-se a importância de
se avaliar a função gástrica após retirada da vesícula desses pacientes. O objetivo
desse estudo será aborda as possíveis complicações ocorridas em idosos após a
colecistectomia. Trata-se de uma revisão integrativa, cuja forma de abordagem será
através de artigos que venham a contribuir para a pesquisa, artigos científicos online
indexados na base de dados do SCIELO, BIREME, LILACS, através de seus
respectivos endereços eletrônicos

Descritores: Complicações. Enfermagem . Colecistotomia.


.
3- INTRODUÇÃO/ JUSTIFICATIVA

A colecistolitíase é uma das doenças mais frequentes do aparelho digestivo,


acometendo 20% da população adulta. A simples retirada dos cálculos foi
abandonada, devido à elevada taxa de recorrência em acima de 50% em cinco anos
(BERGMAN 2007).
Vesícula biliar é um órgão pequeno, mas tem um papel relevante na função
digestiva do corpo. Ela está localizada muito perto do fígado, na parte superior da
cavidade abdominal, a direita, e o suco biliar liberado pelo fígado é armazenado no
interior da vesícula biliar (ASS.MED.BRA).
. O bile é um suco digestivo importante, utilizado na digestão para digerir as
substâncias dos alimentos gordurosos. A cirurgia de retirada da vesícula biliar é
realizada quando os cálculos biliares são formados no interior da mesma e impedem
o fluxo biliar normal.(ASS.MED.BRA)
Quando esta apresente fluxo anormal, obriga assim a fazer a cirurgia na qual é
chamada de colecistectomia. Que é a retirada da vesícula por via laparoscopia ou
convencional decorrente da colelitíase causada por presenças de cálculos de
colesterol em 90% dos casos na vesícula e suas complicações e nas neoplasias da
vesícula biliar . (print version).
A colelitíase é a inflamação aguda ou crônica da vesícula consequente a um
processo irritativo químico seguido ou não de infecção. O refluxo de suco pancreático
provoca alterações a capacidade de absorção e modificações o equilíbrio de sais
minerais (KAWAMOTO 2009).
Durante a crise o paciente queixa-se de dor com espasmos, que aparece logo
após de ingestão de alimentos gordurosos ,apresenta icterícia ,devido á obstrução
dos canais de escoamentos da bile ,febre em torno de 38ºC e colúria ,pelo aumento
da bilirrubina excretada na urina.(KAWAMOTO 2009)
A litíase vesicular é rara em crianças, começando a ser identificada na
adolescência, apresenta um marcado acréscimo na incidência entre os 33 e 35 anos
e aumenta gradualmente, a parti dos 55 anos. Estimativas baseadas em estudos de
necrópsias indicam que aproximadamente 50% dos idosos tem colelitíase aos 75 anos
de idade.(Hermann 1989;158:171-3)
Os cálculos biliares assintomáticos, é descoberto em radiografias,
ultrassonografia realizadas por outras causas. Quando o paciente apresenta
sintomático, a dor tipo cólica é o principal sintoma presente na região epigástrica ou
quadrante superior direito pode durar várias horas (HEREGATTI 2017)
os defeitos metabólicos da secreção de lipídios biliares, a disfunção da vesícula
biliar e a precipitações de colesterol e sais de cálcios são fatores envolvidos na
formação dos cálculos biliares (Hermann.1989;158:171-8)
A incidência maior da litíase biliar é nas mulheres com múltiplas gestações e
está ,discretamente em pacientes obesos. O aumento da síntese de colesterol ocorre
nos obesos, nas usuárias de anticoncepcionais orais, na gravidez, no envelhecimento,
na diabetes miletos, e na perda ponderal
acentuada.(BECKINGHAM.2001;142(9):823-7)
A colecistectomia é um procedimento cirúrgico, que pode ser tanto realizado
por via tradicional como por via videolaparoscópica, laparotomia, minilaparotomia,
laparoscopia, onde ocorre à remoção da vesícula biliar, que quando infectado, causa
dor aguda, hipersensibilidade e rigidez do quadrante superior direito do abdome,
acompanhada de náuseas, vômito e febre alta (FIGUEIREDO, 2003). Segundo
Golden (2003), afirmava que a idade tem sido considerada importante fator preditivo
de complicações após a colecistectomia. Pela incidência aumentada de doença do
trato biliar complicada e pela maior morbimortalidade da cirurgia no idoso, em
decorrência das doenças associadas.
A mortalidade da colecistectomia tornou-se pequena nas últimas décadas e
atualmente é menor que 0,1% sendo em muitos estudos nula quando realizada
eletivamente para pacientes com doenças não complicadas, por exemplo, litíase da
vesícula biliar e pólipos (CAMPOS e COELHO).
No Brasil aproximadamente 7,3% da população tem mais de 65 anos de idade.
Cerca de 50% das mulheres e 16% dos homens, aos 70 anos de idade, têm cálculos
biliares1 , e a colelitíase sintomática ou complicada é a indicação mais comum de
operação abdominal em idosos (REV.ASS.MED)
Historicamente, as doenças associadas e o risco anestésico têm sido um
obstáculo para indicar intervenções em idosos. No entanto, as recentes inovações
anestésicas, cirúrgicas e de reanimação no pós-operatório, tornaram os pacientes
idosos candidatos para cirurgia, mesmo os octogenários ou
nonagenários.(TAMBYRAJA e HOYOS)
No caso dos pacientes as complicações após cirurgias mais encontradas são
o aumento frequente de evacuações que acomete 5% e responde bem as medidas
habituais de orientações alimentação alimentar e antidiarreicas, complicações
pulmonares, colecistomia e iatrogenia. Complicações pulmonares causadas pelo ato
cirúrgico pela grande fato do paciente ter comprometimento em suas funções
respiratórias.
Síndrome pós colecistectomias cerca de 10% a 50% dos pacientes persistem
ou desenvolvem novos sintomas após a colecistectomia. São sintomas geralmente
leves e inespecíficos consistindo em náuseas transitórias, eructação flatulências e
indigestão.
Iotrogenia a perfuração da vesícula biliar com extravasamento de cálculos e
bile pode acontecer de 20 a 30% dos colecistectomizados, em alguns casos ,ou mais
os cálculos não são recuperados e podem permanecer perdidos na cavidade
abdominal.
Baseado em Figueredo (2003), com apresentação clinia para dentro do canal
que pode incluir ainda granulomas, obstrução intestinal ,migração de cálculos para
dentro do canal femoral, pelve e ovário, tornando assim mais perigosos o tratamento
tardio.
A colecistectomia laparoscópica é hoje indicada para tratamento de todas as
doenças cirúrgicas benignas da vesícula biliar, mesmo na colecistite aguda ; antes o
limite de indicações baseava-se no estado físico do paciente (MELO, 2003)
O cliente com a possibilidade de intervenção cirúrgica é acometido pelos medos
da morte, anestesia, alterações na imagem corporal, mudanças no estilo de vida,
preocupações em relação a problemas financeiros, responsabilidades familiares e
compromissos profissionais, todos comprometidos pela internação. Diante disso, o
contato prévio com o cliente cirúrgico representa um momento importante, uma vez
que a explicação sobre os procedimentos a que será submetido diminui o medo e a
insegurança. (TENANI arquivo ciência e saúde 2006)
A fase do Pós-Operatório é o período durante o qual se presta assistência de
Enfermagem na recuperação de pacientes em pós-anestésico e pós “stress” cirúrgico,
sendo objetivos da equipe de enfermagem a recuperação e manutenção do equilíbrio
dos sistemas orgânicos do paciente, o alívio da dor e do desconforto, a prevenção de
complicações pós-operatórias, a apresentação de um plano adequado de alta e o
aconselhamento e orientações ao paciente para o pós-alta.
Durante o período de internação pré-operatória, as informações prestadas são
muitas vezes rápidas e pouco esclarecedoras tanto para o cliente como a família, dada
a ansiedade de ambas as partes em solucionar rapidamente o problema. Além disso,
essa situação é agravada pela falta de preparo das equipes em sanar as dúvidas e
questionamentos dos clientes e pela supervalorização dos cuidados físicos,
proporcionando uma assistência que não contempla, muitas vezes, as expectativas
do “ser humano” assistido. (CC).Rev Bras Cancerol. 2001 .
Na VPOE, o enfermeiro elabora suas ações de forma que o cliente
alcance a aprendizagem desejada. Para isso, são necessários subsídios pedagógicos
sistematizados que conduzirão à reflexão crítica e ao desenvolvimento da capacidade
de tomada de decisões adequadas às necessidades e à avaliação contínua por meio
da observação e percepção, quanto ao desempenho e à aquisição do conhecimento
por parte do cliente.(Koogan; 2006. p.424-37;1189-1201;1257-66 )
Cabe ao enfermeiro orientar o cliente em pré-operatório a desenvolver
atividades leves de forma gradativa, como a deambulação no primeiro dia de pós-
operatório, até que todas suas atividades diárias sejam retomadas por completo.
Salientar que, mesmo na ausência de dor/mal-estar, atividades pesadas devem ser
evitadas, pois podem desencadear complicações, como abertura da sutura e
formação de hematoma por baixo da incisão com consequente possibilidade de
infecção da ferida operatória.(MULAZZANI;2006 p.76-176
A orientação sobre o repouso e o retorno das atividades deve ser
transmitida verbalmente, durante o pré-operatório, no momento da alta hospitalar e/ou
repeti-las quando o cliente solicitar. O cliente esclarecido encara o pós-operatório de
forma tranquila e, estimulado, participa com o enfermeiro no planejamento de suas
atividades de reabilitação, dando ao atendimento caráter individualizado e
humanizado.( Rev Eletrônica Enferm. 2004)
O interesse surgiu da necessidade de conhecer melhor as complicações ocorridas nos
pacientes submetidos ao procedimento cirúrgico de colecistectomia e tornando uma
importante fonte de preocupação para qualidade de vida dos mesmos. E observarmos
o papel da enfermagem nas orientações e cuidados a esses pacientes que é
considerada um importante fator de preocupação sobre algumas dúvidas logo após a
cirurgia, bem como as sequelas gastrointestinal, emocionais e na autoestima.
3.1 Problema
Quial importancia do enfermeiro nas complicações encontradas nos pacientes
submetidos na colecistectomia .

3.2 Hipóteses
 Copmlicaçoes nos pacientes com colecistectomia tais como
estresse, sindrome de....

 A importância do enfermeiro como papel fundamental no pos


operatório.

3.3 Relevância
O contexto do projeto mostra sua relevância para uma visão verdadeira sobre o
desenvolvimento dos trabalhos dos profissionais de enfermagem em relação as
complicações ocassionadas a cirugia de colecistectomia . A relevância desse projeto
é essencial , na prática de aprimoramento de seus conhecimentos sobre cada metodo
pós cirurgico em pacientes , assim tendo resposta aplausivas para desenvolvimento
na recuperação de cada paciente .

4 OBJETIVOS

4.1. Geral
Analisar a atuação do enfermeiro nas complicações em pacientes submetidos ao
procedimento de colecistectomia.

4.2 Específicos
 Avaliar o perfil dos pacientes colecistectomizados;
 Reconhecer o papel da enfermagem nas orientações aos pacientes pós
cirúrgico;
 Determinar as incidências das complicações cirurgias em pacientes, submetidos a
colecistectomia comparado com outras faixas etárias

5 METODOLOGIA
5.1 Tipo de estudo
Trata-se de um estudo descritivo a partir de uma revisão integrativa. Segundo
Whitermore e Knafl (2005) a revisão integrativa tem como objetivo possibilitar a
síntese e a análise do conhecimento científico já produzido sobre o tema investigado,
busca desenvolver uma explicação mais abrangente de um fenômeno específico a
partir da análise ou síntese dos achados dos estudos, com propósitos teóricos e
intervencionistas.
A revisão integrativa da literatura compreende as seguintes etapas: identificação do
tema e formulação da questão da pesquisa, elaboração dos critérios de inclusão e
exclusão de artigos, construção de instrumento para a coleta de dados, avaliação e
análise dos artigos selecionados na pesquisa, interpretação dos resultados obtidos e
conclusões (SILVEIRA; MENDES; GALVÃO, 2008)..
5.2 Local do estudo
A coleta dos dados será realizada nas bases de dados virtuais presentes no Portal de
Pesquisa da Biblioteca de Saúde (BVS): LILACS: Literatura Latino-Americana e do
Caribe em Ciências da Saúde, Scielo – Scientific Electronic Library Online .

5.3 População
A populaçao em estudo sera caracterizada em artigos online, manuais e livros de
enfermagem que descrevem temas relacionados aos aspectos centrais da tematica,
tais como: complicações, colecistectómia e atribuição da enfermagem.
Disponibilizados na íntegra, publicados em português, espanhol e inglês nos últimos
dez anos, entre o período de 2007 a 2017.
5.4 Critérios de inclusão e exclusão
Como critério de inclusão: veiculo de publicação, artigos científicos, livros de
enfermagem e livros didáticos; ano publicação de 2003 a 2017.

Em seguida, será realizada a seleção dos artigos para a análise e posterior discussão.

5.6 Instrumento para coleta de dados


Será utilizado como instrumento para coleta de dados, uma tabela (APENDICE)
contendo os autores e ano de publicação coletados nos sites de busca como Portal
de Pesquisa da Biblioteca de Saúde (BVS): LILACS: Literatura Latino-Americana e do
Caribe em Ciências da Saúde, Scielo – Scientific Electronic Library Online ..
5.7 Coleta dos dados
Será as publicaçoes nos sites de busca .... no periodo das publicações de 2003 a
2017.
5.8 Análise dos dados
Será elaborada uma tabela a fim de sintetizar e comparar os dados obtidos que
correspondam à questão norteadora do estudo. Os dados serão realizados após a
pesquisa os daddos foram tabulados no excell 2010.
5.9 Aspectos éticos
Em relação aos aspectos éticos, haverá a preocupação no sentido de registrar as
informações necessárias para a identificação da autoria dos artigos investigados e o
cuidado de não alterar as informações disponibilizadas nos artigos analisados. O
estudo obedecerá aos aspectos éticos e legais de acordo com as recomendações da
Resolução 466/12, e não há necessidade de submissão ao Comitê de Ética e
Pesquisa.
5.10 Benefícios da pesquisa

5.11 Riscos da pesquisa


O presente estudo da pesquisa pode encontrar autores com publicações antigas, que
não tem importância no trabalho.

5.12 Desfecho primário


 Selecionar estratégias de enfermagem mais adequadas para resolver as questões
que envolvem as complicações em pacientes que foram submetidos a cirurgia assim
como quais os cuidados se deve ter com o paciente;
 Deve conhecer e a situação do paciente , para interpretar e obter uma
compreensão mais detalhada da sua situação;
 Tornar as ações efetiva e de maior qualidade sobre o assunto;

6-CRONOGRAMA
AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN
ATIVIDADES
17 17 17 177 17 18 18 18 18 18 18

Definição
X
do tema

Levantamento
X X X
bibliográfico

Elaboração
X X X
do projeto

Pesquisa
X X X X
bibliografica

Levantamento
X X
de dados

Elaboração de
X X
artigo

Entrega do
X
projeto

7-ORÇAMENTO

ENCARDERNAÇÃO 20,00

XEROX 25,00

CANETAS E LAPIS 5,00


R$:110,00
PASSAGENS 32,00

IMPRESSÃO 8,00

pendraive 20,00

REFERENCIAS
BERGMAN JJ, Van Den Brink GR, Raws EA. Treatment of bile duct lesion after
laparoscopic cholecystectomy. Gut. 1996;38:141-7

CAMPOS FG. Treinamento em vídeo-cirurgia. Rev Bras Videocir. 2006;4(1):1-2.

COELHO JCU, Campos ACL. Litíase vesicular e colecistite. In: Kalil NA, Coelho J,
Strauss E. Fígado e Vias Biliares Clínica e Cirurgia. Rio de Janeiro, RJ:Revinter.
2001;567-83

DE MELO MAC, Albuquerque OF, Gondim V. Colecistectomia laparoscópica em


pacientes de alto risco. Rev Col Bras Cir. 2003;30(1):11-5.

PRINT VERSION ISSN 0104-4230On-line version ISSN 1806-9282 Rev. Assoc. Med.
Bras. vol.49 no.3 São Paulo July/Sept. 2003

FIGUEIREDO Nébia Maria Alves. Ensinando a cuidar de clientes em situações


clínicas e cirúrgicas. São Caetano do Sul: Difusão Paulista de Enfermagem, 2003.

.GOLDEN WE, Cleves MA, Johnston JC. Laparoscopic cholecystectomy in the


geriatric population. J Am Geriatr Soc. 1996;44:1380-3. 7. Haicken BN. Laser
laparoscopic cholecistectomy in the ambulatory setting. J Post Anesth Nurs.
1991;6:33-9

HOYOS SI, Cock CHR, Restrepo H. Colecistectomía laparoscópica. Seguimiento de


514 casos. Rev Colomb Cir. 1998;13(4):261-4

ORGETTO GV, NORONHA R, ARAÚJO, IEM. Estudo da visita pré-operatória de


enfermagem sobre a ótica dos enfermeiros do centro cirúrgico de um hospital
universitário. Rev Eletrônica Enferm. 2004[Cited 2004 mai. 14];6(2):213-22. Available
from:http://www.fen.ufg.br/revista/revista6_2/visita.html.

MULAZZANI MP, Cioato MJ. Enfermagem em videocirurgia: procedimentos e prática.


São Paulo: Editora Atheneu; 2006. p.76-176.
SONOBE HM, HAYASHIDA M, MENDES IAC, Zago MMF. O Método do Arco no
Ensino Pré-Operatório de Pacientes Laringectomizados. Rev Bras Cancerol.
2001[Cited 2001 out. 14];47(4):425-33. Available
from: http://www.inca.gov.br/rbc/n_47/v04/pdf/artigo7.pdf.

SMELTZER SC, Bare BG. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 10ª ed. v.01-02.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2006. p.424-37;1189-1201;1257-66.

. SZEGÖ T. Colecistectomia na vesicula “difícil“. In: Goldenberg S, Goldenberg A,


Deutsch CR, Cohen RV. Avanços em Cirurgia Videolaparoscópica – Instituto de
Ensino e Pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein. Rio de Janeiro-RJ: Reichmann
& Affonso Editores. 1999; 47-51.

TAMBYRAJA AL, Kumar S, Nixon SJ. Outcome of laparoscopic cholecystectomy in


patients 80 years and older. World J Surg. 2004;28(8):745-8.

TENANI AC, Pinto MH. A importância do conhecimento do cliente sobre o


enfrentamento do tratamento cirúrgico. Arquivo Ciência Saúde. 2006[Cited 2007 abr.
14];14(2):81-7. Available from: http://www.cienciasdasaude.famerp.br/racs_ol/vol-14-
2/IIDD225%20PDF.

UNIVERSIDADE CEUMA
COORDENADORIA DO CURSO DE ENFERMAGEM

ANEXO A – PROJETO DE ARTIGO CIENTÍFICO – APROVAÇÃO

Aluno (a):
CPD:

Orientador (a):

Titulo do projeto: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

À Coordenação do Curso de Enfermagem,

Tendo acompanhado a elaboração e examinado a versão final do projeto acima,


considero-o satisfatório e recomendo sua aprovação.

Atenciosamente,
Assinatura do (a) Orientador (a)

Assinatura do (a) Co orientador (a)

São Luís, ____ de __________________ de 2017

Rua Josué Montello, nº 01 – Renascença II, CEP-65075-120 – São Luís/MA fone: (98)
214-4277 Fax: (98) 2353265

UNIVERSIDADE CEUMA
COORDENADORIA DO CURSO DE ENFERMAGEM

ANEXO B – DEFINIÇÃO DO TEMA DO ARTIGO CIENTÍFICO E ACEITE DO


ORIENTADOR

Aluno (a):
CPD:

Coordenadoria do curso de Enfermagem,

Informo que o tema escolhido para o meu artigo científico é:


XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX e que conto com a concordância formal
do (a) Professor (a): XXXXX em ser meu (minha) orientador (a) a parte desta data.
Declaro, na oportunidade, conhecer o cronograma de trabalho da Coordenadoria do
Curso, comprometo – me a elaborar o Projeto de pesquisa dentro dos prazos e normas
estipulados.

Atenciosamente,

Assinatura do (a) aluno (a)

Aceite do (a) Orientador (a):______________________________________


Assinatura do (a) orientador (a)

São Luís,_______de________________de 2017

Rua Josué Montello, nº 01 – Renascença II, CEP-65075-120 – São Luís/MA fone: (98) 214-4277 Fax: (98) 2353265

ANEXO C – Termo de consentimento livre e esclarecido


UNIVERSIDADE – UNICEUMA
COORDENADORIA DE CIENCIAS DA SÁUDE
CURSO DE ENFERMAGEM

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO XXXXXXXXXXXXXX


(TITULO)
INFORMAÇÕES SOBRE A PESQUISA:

O (a) senhor (a) está sendo convidado (a) a participar de um estudo de pesquisa que
se destina a identificar XXXXXXXXXXX. Este estudo é importante para aquisição de
conhecimento do (a) senhor(a) sobre XXXXXXX. Os dados serão coletados através
de um questionário com perguntas fechadas. A partir das consultas realizadas nas
unidades, os possíveis participantes identificados serão convidados diretamente, após
as consultas, em média de cinco pessoas por vez, e conduzidos à sala destinada para
coleta de dados nas unidades de saúde. Após leitura em voz alta pelo(s)
pesquisador(es) dos objetivos do estudo será solicitada , exceto aos responsáveis
pelo estudo, e a divulgação das mencionadas informações só será feita entre os
profissionais estudiosos do assunto.

______________________________ _____________________________

Orientadora responsável Pesquisador responsável


XXXXXXXX XXXXXXXXXXX

São Luis, ______/_____/_____


______________________________________

Assinatura do sujeito ou responsável


UNIVERSIDADE CEUMA
COORDENADORIA DO CURSO DE ENFERMAGEM

ANEXO A - PROJETO DE ARTIGO CIENTÍFICO – APROVAÇÃO

Aluno (a):
CPD:

Orientador (a):

Titulo do projeto: XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

À Coordenação do Curso de Enfermagem,

Tendo acompanhado a elaboração e examinado a versão final do projeto


acima, considero-o satisfatório e recomendo sua aprovação.

Atenciosamente,

_______________________________
Assinatura do (a) Orientador (a)

São Luís, ____ de __________________ de 2012

Rua Josué Montello, nº 01 – Renascença II, CEP-65075-120 – São Luís/MA fone: (98) 214-4277 Fax: (98) 2353265

UNIVERSIDADE CEUMA
COORDENADORIA DO CURSO DE ENFERMAGEM
ANEXO B - DEFINIÇÃO DO TEMA DO ARTIGO CIENTÍFICO E ACEITE DO
ORIENTADOR

Aluno (a):
CPD:

Coordenadoria do curso de Enfermagem,

Informo que o tema escolhido para o meu artigo científico é:


XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX e que conto com a concordância formal
do (a) Professor (a): XXXXX em ser meu (minha) orientador (a) a parte desta data.
Declaro, na oportunidade, conhecer o cronograma de trabalho da
Coordenadoria do Curso, comprometo – me a elaborar o Projeto de pesquisa dentro
dos prazos e normas estipulados.

Atenciosamente,

__________________________________________

Assinatura do (a) aluno (a)

Aceite do (a) Orientador (a):______________________________________

Assinatura do (a) orientador (a)

São Luís,_______de________________de 2017

Rua Josué Montello, nº 01 – Renascença II, CEP-65075-120 – São Luís/MA fone: (98) 214-4277 Fax: (98) 2353265

ANEXO C – Termo de consentimento livre e esclarecido


UNIVERSIDADE – UNICEUMA
COORDENADORIA DE CIENCIAS DA SÁUDE
CURSO DE ENFERMAGEM

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

XXXXXXXXXXXXXX (TITULO)

INFORMAÇÕES SOBRE A PESQUISA:

O (a) senhor (a) está sendo convidado (a) a participar de um estudo de


pesquisa que se destina a identificar XXXXXXXXXXX. Este estudo é importante para
aquisição de conhecimento do (a) senhor(a) sobre XXXXXXX. Os dados serão
coletados através de um questionário com perguntas fechadas. A partir das consultas
realizadas nas unidades, os possíveis participantes identificados serão convidados
diretamente, após as consultas, em média de cinco pessoas por vez, e conduzidos à
sala destinada para coleta de dados nas unidades de saúde. Após leitura
em voz alta pelo(s) pesquisador(es) dos objetivos do estudo será solicitada , exceto
aos responsáveis pelo estudo, e a divulgação das mencionadas informações só será
feita entre os profissionais estudiosos do assunto.

______________________________ _____________________________

Orientadora responsável Pesquisador responsável

XXXXXXXX XXXXXXXXXXX

São Luis, ______/_____/_____

______________________________________

Assinatura do sujeito ou responsável