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Leonardo de Medeiros
EXERCÍCIOS PROPOTOS DE REVISÃO

(FCC/DPE-PA/Defensor Público/2009) 76 (B) No Brasil, a defesa do consumidor é cláusula pétrea.


GAB. C

(CESPE-UNB/DPE-AC/Defensor Público/2012) 51 (D) O direito do consumidor está inserido entre


os direitos fundamentais de segunda geração.
GAB. E

(CESPE-UNB/TJPA/Juiz de Direito/2012) 08 (A) A defesa do consumidor não é um princípio da


ordem econômica, mas, sim, um direito fundamental de terceira geração.
GAB. E

(CESPE-UNB/TJPA/Juiz de Direito/2012) 21 (B) A defesa do consumidor é um princípio


fundamental da ordem econômica.
GAB. C

(CESPE-UNB/DPE-AC/Defensor Público/2012) 51 (A) A defesa do consumidor compõe o rol dos


princípios gerais da atividade econômica.
GAB. C

(CESPE-UNB/TJPA/Juiz de Direito/2012) 23 (B) O CDC autoriza a intervenção direta do Estado no


domínio econômico, para garantir a proteção efetiva do consumidor.
GAB. C

(FGV-SP/TJ-PA/Juiz de Direito/2009) 65 (A) O Estado pode intervir diretamente para proteger de


forma efetiva o consumidor em consonância com os princípios da dignidade da pessoa humana e
da isonomia.
GAB. C

(CESPE-UNB/MP-ES/Promotor de Justiça/2012) 51 (A) O CDC, denominado pela doutrina de


microcódigo ou microssistema, é formalmente uma lei ordinária, de função social, voltada ao
segmento vulnerável da relação consumerista, razão pela qual seu conteúdo é constituído, em sua
integralidade, por normas de direito público.
GAB. E

(CESPE-UNB/TJ-PA/Juiz de Direito/2012) 51 (A) As normas de direito material previstas no CDC


refletem em todo o sistema jurídico, incidindo, inclusive, em relações jurídicas que não sejam de
consumo.
GAB. E

(CESPE-UNB/DPE-AC/Defensor Público/2012) 51 (B) As normas do CDC são imperativas e de


interesse social, devendo prevalecer sobre a vontade das partes.
GAB. C
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(CESPE-UNB/DPE-RO/Defensor Público/2012) 72 (D) Uma das finalidades do CDC é promover a
igualdade formal entre os partícipes da relação de consumo, o que se evidencia pelos enunciados
normativos — constitucionais, principiológicos, de interesse social e de ordem privada — a
respeito das relações interprivadas.
GAB. E

(CESPE-UNB/DPE-RO/Defensor Público/2012) 72 (A) Além dos elementos subjetivo e objetivo,


comumente descritos pela doutrina para a caracterização da relação de consumo, outros
elementos podem ser identificados na aludida relação, tais como a causa, o vínculo acobertado
pelo direito, a função do bem e(ou) serviço fornecido e utilizado pelos sujeitos e o mercado de
consumo.
GAB. C

(CESPE-UNB/DPE-AC/Defensor Público/2012) 51 (E) Os dispositivos do CDC devem retroagir


para abranger os contratos celebrados antes de sua vigência.
GAB. E

(CESPE-UNB/TJCE/Juiz de Direito/2012) 21 (D) Os direitos previstos no CDC excluem, em razão


da sua especificidade, outros decorrentes de regulamentos expedidos pelas autoridades
administrativas competentes, bem como os que derivem dos princípios gerais do direito, da
analogia, dos costumes e da equidade.
GAB. E

(CESPE-UNB/DPE-RO/Defensor Público/2012) 72 (E) O Código Civil de 2002, que trata da relação


jurídica entre iguais, regula, com princípios próprios, os contratos civis, sendo os contratos de
consumo regidos exclusivamente pelo CDC, que trata de relação entre desiguais.
GAB. E

(CESPE-UNB/MP-RR/Promotor de Justiça/2012) 68 (E) O direito do consumidor é sub-ramo do


direito privado e, em razão da sua especificidade, todos os direitos e garantias dos consumidores
estão exclusivamente previstos no CDC.
GAB. E

(TRT-8/Juiz do Trabalho/2008) 79 O Código de Defesa do Consumidor também considera


aplicáveis os direitos decorrentes de tratados ou convenções internacionais de que o Brasil seja
signatário, da legislação interna ordinária, de regulamentos expedidos pelas autoridades
administrativas competentes, bem como dos que derivem dos princípios gerais do direito,
analogia, costumes e equidade.
GAB. C

(CESPE-UNB/TJPA/Juiz de Direito/2012) 21 (A) As normas de direito material previstas no CDC


refletem em todo o sistema jurídico, incidindo, inclusive, em relações jurídicas que não sejam de
consumo.
GAB. E
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(CESPE-UNB/TJPA/Juiz de Direito/2012) 21 (D) O CDC não possui autonomia como estatuto


jurídico regulador das relações de consumo, funcionando apenas como uma lei principiológica.
GAB. E

(CESPE-UNB/TJPA/Juiz de Direito/2012) 21 (E) Embora constituído por um conjunto de normas


jurídicas de ordem pública e de interesse social, o CDC não prevalece sobre lei especial, ainda que
prejudicial ao consumidor.
GAB. E

(CESPE-UNB/TJPA/Juiz de Direito/2012) 21 (A) As normas de direito material previstas no CDC


refletem em todo o sistema jurídico, incidindo, inclusive, em relações jurídicas que não sejam de
consumo.
GAB. E

(TRT-23/Juiz do Trabalho/2008) 28 (IV) Segundo a jurisprudência majoritária, são aplicáveis as


normas do Código de Defesa do Consumidor aos contratos de prestação de serviços advocatícios,
especialmente para aferir abusividade da cláusula pertinente ao percentual dos honorários.
GAB. E

(CESPE-UNB/MPETO/Promotor de Justiça/2012) 41 (A) É pacífico no âmbito do STJ que o CDC


seja aplicável nas atividades notariais e registrais.
GAB. E

(CESPE-UNB/MPERR/Promotor de Justiça/2012) 45 (B) O contrato de fomento mercantil não se


sujeita às regras do CDC.
GAB. C

(CESPE-UNB/DPE-RO/Defensor Público/2012) 72 (A) Além dos elementos subjetivo e objetivo,


comumente descritos pela doutrina para a caracterização da relação de consumo, outros
elementos podem ser identificados na aludida relação, tais como a causa, o vínculo acobertado
pelo direito, a função do bem e(ou) serviço fornecido e utilizado pelos sujeitos e o mercado de
consumo.
GAB. C

(CESPE-UNB/MPE-RN/Promotor de Justiça/2009) 99 (B) Pessoa jurídica não pode ser


considerada consumidor.
GAB. E

(TRF-3/Juiz Federal/2010) 34 (B) A pessoa jurídica de direito público não pode ser considerada
consumidor final.
GAB. E

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(CESPE-UNB/TRF-5/Juiz Federal/2011) 35 (D) Pessoa jurídica que compre bens para revendê-los
é considerada consumidora.
GAB. E

(MPF 20/2003) 48 O conceito de consumidor adotado pelo código de defesa do consumidor é de


caráter:
a) jurídico;
b) comercial;
c) misto e de sentido sociológico;
d) meramente econômico.
GAB. d)

(CESPE-UNB/DPE-AC/Defensor Público/2012) 38 (D) Visando à adoção do critério finalista para a


interpretação do conceito de consumidor, a jurisprudência do STJ veda a aplicabilidade do CDC às
relações entre fornecedores e sociedades empresárias.
GAB. E

(CESPE-UNB/MPE-RR/Promotor de Justiça/2012) 68 (C) O STJ adota, em regra, a teoria finalista,


mas, em casos em que reste evidente a vulnerabilidade do adquirente do produto ou serviço,
adota a teoria maximalista, preferindo alguns autores denominá-la, nesses casos, de teoria
finalista mitigada, atenuada ou aprofundada.
GAB. C

(CESPE-UNB/TRF-1/Juiz Federal/2012) 34 (E) Toda venda de produto implica a prestação de


serviço, bem como toda prestação de serviço implica a venda de produto.
GAB. E

(CESPE-UNB/TJBA/Juiz de Direito/2012) 21 (C) A corrente maximalista ou objetiva considera


consumidor o “não profissional”, ou seja, de acordo com essa corrente, consumidor é somente
aquele que adquire ou utiliza um produto para uso próprio ou de sua família.
GAB. E

(CESPE-UNB/TJBA/Juiz de Direito/2012) 21 (D) Segundo a corrente finalista ou subjetiva, o


destinatário final é o destinatário fático, não importando a destinação econômica dada ao bem
nem se aquele que adquire o produto ou o serviço tem, ou não, finalidade de lucro.
GAB. E

(CESPE-UNB/DPAC/Defensor Público/2012) (D) A vulnerabilidade do consumidor é um


fenômeno de natureza processual que deve ser analisado casuisticamente.
GAB. E

(CESPE-UNB/DPAC/Defensor Público/2012) (E) A presunção de vulnerabilidade do consumidor é


iuris tantum.
GAB. E
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(CESPE-UNB/TRF-2/Juiz Federal/2009) (E) A vulnerabilidade fática é aquela em que o


comprador não possui conhecimentos específicos acerca do objeto que adquire e pode ser
facilmente ludibriado no momento da contratação
GAB. C

(CESPE-UNB/TRF-1/Juiz Federal/2012) 34 (B) Para que seja equiparado a consumidor, um grupo


de pessoas deve ser determinável.
GAB. E

(CESPE-UNB/MPE-RN/Promotor de Justiça/2009) 99 (C) Coletividade de pessoas, ainda que


indetermináveis, que haja intervindo nas relações de consumo equipara-se a consumidor.
GAB. C

(CESGRANRIO/CAIXA/Advogado/2012) 29 (E) Em caso de assalto ocorrido no interior de agência


bancária, cuja vítima não é cliente do banco, haverá obrigação do banco de indenizar a vítima com
base no Código de Defesa do Consumidor, arts. 14 e 17, sob fundamento da teoria do risco do
empreendimento.
GAB. C

(CESPE-UNB/TJPA/Juiz de Direito/2012) 22 (D) Considera-se consumidor a pessoa que adquire o


produto ou o serviço ou, ainda, a que, não o tendo adquirido, o utiliza.
GAB. C

(CESPE-UNB/MPETO/Promotor de Justiça/2004) 55 (D) Quando uma concessionária de energia


elétrica fornece um produto aos cidadãos, submete-se ao Código de Defesa do Consumidor (CDC).
GAB. C

(CESPE-UNB/MPETO/Promotor de Justiça/2004) 55 (E) Uma indústria asiática que exporta


produtos para o Brasil enquadra-se no conceito de fornecedor.
GAB. C

(TRF-3/Juiz Federal/2010) 34 (A) A pessoa jurídica de direito público não pode ser considerada
fornecedor.
GAB. E

(CESPE-UNB/TRF-5/Juiz Federal/2009) 32 D O produto recebido gratuitamente, como brinde, em


decorrência da celebração de contrato de consumo, não é abrangido pelo CDC.
GAB. E

(CESPE-UNB/TRF-2/Juiz Federal/2009) 34 (D) Serviço é qualquer atividade fornecida no


mercado de consumo, seja remunerada ou não.
GAB. E
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(CESPE-UNB/DPE-AC/Defensor Público/2012) 58 (B) O SNDC é constituído exclusivamente de


entidades públicas de âmbito nacional.
GAB. E

(MPF 17/2000) 48 (B) Nas relações banco-cliente, correto dizer que os prestadores de serviços
bancários e financeiros se submetem, no cometimento de abusos em sua atividade, à fiscalização e
a procedimentos de apuração e aplicação de eventual sanção dos órgãos que compõem o Sistema
Nacional de Defesa do Consumidor;
GAB. C

(CESPE-UNB/DPE-AC/Defensor Público/2012) 58 (E) A principal atribuição do PROCON é aplicar,


diretamente, em conformidade com o CDC, as sanções administrativas aos fornecedores que
violem as normas de proteção ao consumidor.
GAB. C

(FGV-SP/TJ-MS/Juiz de Direito/2008) 92 (C) A defesa dos interesses e direitos dos consumidores


e das vítimas só poderá ser exercida em juízo por meio de defesa coletiva.
GAB. E

(FCC/ANS/Analista ED/2007) 76 (A) O princípio fundamental embasador de toda essa gama de


direitos é o da vulnerabilidade dos consumidores.
GAB. C

(CESPE-UNB/MPERR/Promotor de Justiça/2012) 68 (D) Embora não previsto expressamente no


CDC, o princípio da vulnerabilidade é considerado pela doutrina consumerista como um pilar do
direito do consumidor.
GAB. E

(CESPE-UNB/TJCE/Juiz de Direito/2012) 21 (C) O princípio da boa-fé, previsto no CDC, tem


caráter subjetivo, pois expressa um comportamento caracterizado pelo erro ou pela ignorância,
para o estabelecimento do equilíbrio nas relações de consumo.
GAB. E

(FGV-SP/TJ-MS/Juiz de Direito/2008) 91 (C) os serviços públicos são excluídos da tutela, por


serem objeto de leis próprias.
GAB. E

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(CESGRANRIO/CAIXA/Técnico Bancário/2012) 21 Caio realiza contrato de empréstimo bancário


com a instituição financeira WW e torna-se inadimplente, sendo o seu nome inscrito em cadastro
de proteção ao crédito. Dez anos após o evento, Caio dirige-se à instituição financeira YY para
obter empréstimo bancário e é surpreendido pela informação de que seu nome estava inscrito
como devedor pelo não pagamento do empréstimo à instituição financeira WW, realizado dez
anos antes. Consoante às normas do Código de Defesa do Consumidor, o tempo máximo de
permanência de informações negativas do consumidor em cadastro de proteção ao crédito
corresponde, em anos, a

(A) dez
(B) seis
(C) cinco
(D) quatro
(E) três
GAB. (C)

(CESPE-UNB/MPE-TO/Promotor de Justiça/2012) 44 (E) Uma das hipóteses de habeas data


trazidas pela CF consiste em assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do
impetrante, constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de
caráter público. Todavia, o consumidor não poderá socorrer-se de tal medida para obter
informações mantidas em banco de dados de pessoas jurídicas de direito privado, como é o caso
da SERASA.
GAB. E

(FGV-SP/TJ-PA/Juiz de Direito/2007) 70 (E) é entendimento sumulado que a inscrição de


inadimplente pode ser mantida nos serviços de proteção ao crédito por, no máximo, cinco anos.
GAB. C

(CESPE-UNB/MPE-RR/Promotor de Justiça/2012) 45 (C) A inscrição do inadimplente em


cadastro de proteção ao crédito pode ser mantida por período superior a cinco anos.
GAB. E

(CESPE-UNB/DPE-AC/Defensor Público/2012) 38 (E) A discussão judicial da dívida obsta a


negativação do nome do devedor nos cadastros de inadimplentes.
GAB. E

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(CESGRANRIO/BB/Escriturário/2010) 41 José é correntista do Banco da Brasil há dois anos e tem


crédito disponível para utilização no cheque especial. No mês de dezembro, José ultrapassou seu
limite de crédito. Seu nome, após prévia notificação, foi inscrito em cadastro restritivo de crédito e
seu contrato foi encaminhado ao Jurídico para a propositura de ação judicial, quando o advogado
reparou que os juros eram superiores a 12% ao ano. Nesse caso, há alguma ilegalidade, de acordo
com o Código de Defesa do Consumidor?

(A) Não há ilegalidade alguma no caso descrito.


(B) Os juros superam o valor máximo de 1% ao mês previsto na legislação, o que configura
ilegalidade.
(C) Os juros cobrados e a negativação são ilegais frente ao Código de Defesa do Consumidor.
(D) A inscrição em cadastro restritivo de crédito foi ilegal, pois há apenas o direito de cobrar o
crédito, mas não o de negativar o nome do consumidor.
(E) A cláusula de juros é abusiva e a notificação configura cobrança por meio indevido, sendo,
portanto, ilegal.
GAB. (A)

(VUNESP/TJMG/Juiz de Direito/2012) 24. V. De acordo com o sistema consumerista, a nulidade


de uma cláusula contratual abusiva sempre invalida o contrato.
GAB. E

(CESGRANRIO/BB/Escriturário/2010) 42 Maria é poupadora do Banco Ypsilon e constatou o


saque de valores em sua conta poupança. Procurou um funcionário do banco, afirmando que não
havia sacado as referidas quantias e que, para ela, aquilo era um defeito na prestação do serviço,
tendo direito ao ressarcimento em razão da responsabilidade do Banco. Nessa situação, a
responsabilidade do Banco

(A) pode ser afastada apenas na hipótese de prova de culpa exclusiva da vítima.
(B) independe da existência de culpa.
(C) é integral e não há excludentes, por expressa disposição do Código de Defesa do Consumidor.
(D) é factível, desde que comprovada sua culpa ou negligência.
(E) é inexistente, pois as instituições financeiras são isentas do cumprimento do Código de Defesa
do Consumidor.
GAB. (B)

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(CESGRANRIO/BB/Escriturário/2010) 43 Ao celebrar contrato de mútuo com o Banco Toada, o
mutuário contratou também um seguro de crédito e restou pactuado que eventual discussão
acerca do contrato deveria ser feita obrigatoriamente por meio da arbitragem. Nesse caso, o
contrato de mútuo

(A) pode ser declarado válido ou nulo pelo Judiciário, que não pode afastar a validade de cláusulas.
(B) configura venda casada, sendo proibida a exigência da contratação de seguro, mesmo que seja
celebrado com outra seguradora.
(C) não contém qualquer cláusula abusiva, pois os contratantes estão livres para escolher os meios
de solução dos conflitos.
(D) é válido, pois a eventual nulidade de uma cláusula não invalida o contrato.
GAB. (D)
(E) é nulo, pois contém cláusulas abusivas.

(FCC/DPE-PA/Defensor Público/2009) 80. São válidas as cláusulas contratuais relativas ao


fornecimento de produtos e serviços que determinem a utilização facultativa de arbitragem.
GAB. C

(FGV-SP/TJ-PA/Juiz de Direito/2009) 17 II. A imposição de arbitragem, estabelecida


contratualmente, não pode ser considerada cláusula abusiva, tendo em vista que possibilita às
partes uma solução mais ágil para o seu conflito de interesses.
GAB. E

(CESGRANRIO/BB/Escriturário/2010) 44 Caio, cliente do Banco Argent, contraiu empréstimo de


quarenta mil reais para pagamento em trinta e seis meses, com juros de 1,76% ao mês, correção
monetária pela TR e multa de 2% em caso de mora ou inadimplemento. Passados oito meses, Caio
resolveu quitar parcialmente sua dívida, antecipando dez parcelas, e pediu o desconto dos juros.
De acordo com o caso descrito, o(a)

(A) contrato tem prazo determinado, o que impede o pagamento antecipado, salvo concordância
expressa do Banco.
(B) pagamento parcial antecipado é possível, mas sem alteração das condições contratuais de
juros.
(C) cliente pode fazer a liquidação antecipada, ainda que parcial, e tem direito à redução
proporcional dos juros.
(D) cliente poderá fazer a quitação antecipada e com redução de juros, desde que seja quitação
total.
(E) quitação antecipada deve ser total e sem redução dos juros efetivamente contratados.
GAB. C

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(UnB-CESPE/OAB 2007.3) 44 Considerando-se a relação jurídica em face da proteção contratual


ordenada pelo CDC, é correto afirmar que um consumidor que tenha comprado produto mediante
pagamento em 10 prestações pode liquidar antecipadamente o débito em questão, total ou
parcialmente, exigindo redução proporcional dos juros cobrados.
GAB. C

(CESGRANRIO/CAIXA/Técnico Bancário/2008) 29 Considerando as definições previstas no


Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90), analise as afirmativas a seguir sobre conceito
legal de consumidor, fornecedor e serviço.

I - Consumidor compreende apenas as pessoas físicas que adquirem ou utilizam serviços como
destinatários finais.

II - Fornecedor compreende pessoas jurídicas, públicas ou privadas, que desenvolvem atividade


de comercialização de produtos ou prestação de serviços.

III - Serviço compreende as atividades de natureza securitária fornecidas, mediante remuneração,


no mercado de consumo.

IV - Serviço compreende qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, independente de


remuneração, inclusive as decorrentes de relações de caráter trabalhista.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

(A) III, apenas.


(B) II e III, apenas.
(C) I, II e III, apenas.
(D) I, II e IV, apenas.
(E) I, II, III e IV.
GAB. A

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(CESGRANRIO/LIQUIGAS/Advogado/2013) 39 Em relação às teorias que fundamentam a


desconsideração da personalidade jurídica... A teoria menor sustenta que poderá haver a
desconsideração sempre que a personalidade for um obstáculo para o ressarcimento dos
prejuízos causados a consumidores (de acordo com o artigo 28, parágrafo 5º, do Código de Defesa
do Consumidor).
GAB. C

(CESGRANRIO/PETROBRAS/Advogado/2012) 55 Em determinado contrato de adesão, existe


cláusula que dispõe que o aderente leu e entendeu todo o conteúdo da proposta. Essa cláusula é

(A) válida, uma vez que quer explicitar que o aderente conhece o conteúdo do contrato.
(B) inócua, pois é pressuposto que o aderente, antes de firmar o contrato, o tenha lido.
(C) eficaz, inclusive porque deixa transparente que o contrato foi esclarecido ao aderente.
(D) abusiva, pois encerra a presunção de que o aderente leu e entendeu o contrato.
(E) inválida, uma vez que o aderente não participou da elaboração do contrato.
GAB. (D)

(CESGRANRIO/CAIXA/Advogado/2012) 29 Em caso de assalto ocorrido no interior de agência


bancária, cuja vítima não é cliente do banco,

(A) não há responsabilidade civil, porque o dano foi gerado por fato de terceiro, excludente de
responsabilidade por rompimento do nexo causal.
(B) não há responsabilidade da instituição bancária, mas da empresa de segurança do banco
exclusivamente.
(C) subsiste a responsabilidade civil subjetiva do banco, com base no art. 932, III, do Código Civil.
(D) haverá responsabilidade civil objetiva do Estado por omissão no dever de segurança.
(E) haverá obrigação do banco de indenizar a vítima com base no Código de Defesa do
Consumidor, arts. 14 e 17, sob fundamento da teoria do risco do empreendi- mento.
GAB. (E)

(CESGRANRIO/TJRO/Oficial de Justiça/2008) 61 De acordo com o Código de Defesa do


Consumidor,

(A) podem as partes em contrato de consumo pactuar cláusulas que atenuem a responsabilidade
do fornecedor de indenizar em caso de vício de produto.
(B) em relação ao fato do produto, este passa a ser considerado defeituoso em razão de outro de
melhor qualidade haver sido colocado no mercado.
(C) a inversão do ônus da prova descrita no art. 6º, VIII do CDC é ope iudicis, ou seja, por ordem do
juiz, ao passo que a contida no art. 12 é ope legis, por força da lei.
(D) a garantia legal do produto depende de termo expresso.
(E) é de 10 (dez) anos o prazo prescricional da pretensão à reparação por danos causados por fato
do produto.
GAB. (C)
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(CESGRANRIO/ANP/Analista Jurídico/2008) 49 NÃO corresponde a um instrumento com que


conta o poder público para a execução da Política Nacional das Relações de Consumo:

(A) manutenção de assistência jurídica, integral e gratuita para o consumidor carente.


(B) manutenção obrigatória pelos Estados, Distrito Federal e Municípios de órgãos de
atendimento gratuito para orientação dos consumidores.
(C) instituição de Promotorias de Justiça de Defesa do Consumidor, no âmbito do Ministério
Público.
(D) criação de delegacias de polícia especializadas no atendimento de consumidores vítimas de
infrações penais de consumo.
(E) criação de Juizados Especiais de Pequenas Causas e Varas Especializadas para a solução de
litígios de consumo.
GAB. (B)

(CESGRANRIO/ANP/Analista Jurídico/2008) 50 Para que haja a inversão do ônus da prova, a


favor do consumidor, no processo civil, é preciso que seja

(A) ele considerado hipossuficiente, por ganhar menos de 10 salários mínimos.


(B) ele considerado hipossuficiente, por estar desempregado e sem receber seguro desemprego.
(C) o capital social da empresa-ré superior a 40 salários mínimos.
(D) o capital social da empresa-ré fechado à participação do capital estrangeiro.
(E) verossímil a sua alegação, a critério do juiz.
GAB. (E)

(CESGRANRIO/ANP/Analista Jurídico/2008) 51 Quanto à responsabilidade pelo fato do produto e


do serviço, considere as afirmações a seguir.

I - O produto é considerado defeituoso pelo fato de outro de melhor qualidade ter sido colocado
no mercado.
II - O comerciante é igualmente responsável pelo produto defeituoso, independentemente da
identificação do fabricante.
III - O comerciante é igualmente responsável pelo produto defeituoso, quando não conservar
adequadamente os produtos perecíveis.
IV - O serviço não é considerado defeituoso em virtude da adoção de novas técnicas.
V - A responsabilidade pessoal dos profissionais liberais independe da existência de culpa.

Estão corretas APENAS as afirmações

(A) I e II
(B) I e V
(C) III e IV
(D) I, II, III e IV
(E) II, III, IV e V
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GAB. (C)

(CESGRANRIO/ANP/Analista Jurídico/2008) 52 Os fornecedores respondem solidariamente pelos


vícios de quantidade do produto sempre que, respeitadas as variações decorrentes de sua
natureza, seu conteúdo líquido for inferior às indicações constantes do recipiente, da embalagem,
rotulagem ou de mensagem publicitária, podendo o consumidor exigir, alternativamente e à sua
escolha:

I - o abatimento proporcional do preço;


II - o abatimento proporcional do preço, com acréscimo de cláusula penal de 10% (dez por cento)
de seu valor;
III - a restituição imediata da quantia paga, em seu valor histórico;
IV - a complementação do peso ou medida;
V - a complementação, em dobro, do peso ou medida.

Estão corretas APENAS as exigências

(A) I e IV
(B) I e V
(C) II e IV
(D) II e V
(E) II, III e V
GAB. (A)

(CESGRANRIO/ANP/Analista Jurídico/2008) 54 Quanto às cláusulas relativas ao fornecimento de


produtos e serviços, NÃO é nula de pleno direito aquela que

(A) transfira responsabilidades a terceiros.


(B) determine a utilização compulsória de arbitragem.
(C) autorize o consumidor a cancelar o contrato unilateralmente.
(D) possibilite a violação de normas ambientais.
(E) possibilite a renúncia do direito de indenização por benfeitorias necessárias.
GAB. (C)

(CESGRANRIO/ANP/Analista Jurídico/2008) 55 Após adquirir um produto pelo serviço de


televendas de uma empresa, João resolveu desistir da compra. Qual é o seu prazo, em dias, para
manifestar a desistência do contrato?

(A) 30, a partir da contratação.


(B) 30, a partir do recebimento do produto.
(C) 14, a partir da contratação.
(D) 7, a partir do recebimento do produto.
(E) 7, a partir da contratação.
GAB. (B)
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Prof. Leonardo de Medeiros

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