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MARINHA DO BRASIL

APRENDIZES MARINHEIROS

MATEMÁTICA

ARITMÉTICA – Conjuntos: Tipos de conjuntos; Conjuntos Numéricos (N, Z, Q e R), Conjunto dos
Irracionais (R – Q) e Subconjuntos dos Reais (Intervalos); Elementos e subconjuntos de um con-
junto dado; e Operação entre conjuntos; Problemas com uso das operações com conjuntos; ....... 1

Operações com números naturais, Problemas com quatro operações; Expressão envolvendo as
quatro operações; Divisibilidade, múltiplos e divisores e números primos; Fatoração; MDC e MMC.
Operações com números fracionários (Frações): Frações ordinárias; Operações com frações; Pro-
blemas envolvendo frações; Números decimais; transformações frações e números decimais. .... 6

Medidas: Unidade de medidas (comprimento, massa, superfície e volume); Medidas de tempo;


Mudanças de unidades e resolução de problemas com unidades; Potenciação e radiciação: Pro-
priedade de potências de mesma base; Simplificação de radicais; Operações com radicais; Racio-
nalização de denominadores. ...................................................................................................... 30

Grandezas proporcionais: Proporção; Regra de três simples e composta; Porcentagem. ........... 37

ÁLGEBRA – Cálculo algébrico: Operações com polinômios; termos semelhantes; Produtos notá-
veis; Fatoração de polinômios; Operações com frações algébricas de polinômios; Equações e Ine-
quações do 1º grau; Equações do 1º grau com uma variável; Resoluções de problemas redutíveis
ao 1º grau; Inequações do 1º grau; Sistema de equações com 2 variáveis; Sistemas de inequa-
ções do 1º grau; Equações e Inequações do 2º grau: Resolução de equações do 2º grau; Discus-
são das raízes; Relação entre coeficientes e raízes; Composição da equação do 2º grau, conheci-
da as raízes; Sistemas simples de equações do 2º grau; Equações biquadradas. Funções do 1º
grau: Plano Cartesiano; Definição de funções; Domínio, imagem e contradomínio; Funções cons-
tantes; Função do 1º grau; Funções crescentes e decrescentes. ................................................ 46

GEOMETRIA - Elementos geométricos: Ponto; Reta; Plano; Operações com ângulos; Polígonos:
Elementos; Congruência; Classificação; Ângulos internos e externos; Paralelismo: ângulos forma-
dos por retas coplanares e uma transversal; Postulado de Euclides; Quadriláteros: Paralelogra-
mos, trapézios e suas propriedades; Perímetro e área; Circunferências: Perímetro e área; Posi-
ções relativas de uma reta de uma circunferência; Triângulos: Perímetro e área; Classificação dos
triângulos; Relações métricas de um triângulo qualquer; Relações métricas do triângulo retângulo;
Razões trigonométricas do triângulo retângulo (seno, cosseno e tangente); Teorema de Pitágoras;
Seno, cosseno e tangente em um triângulo retângulo; Semelhança de triângulos. .................... 100

Aprendizes-Marinheiros

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PORTUGUÊS

Interpretação De Textos Não-Literários. ........................................................................................ 1


Coerência E Coesão. ..................................................................................................................... 9
Variedades Linguísticas. .............................................................................................................. 14
Acentuação Gráfica. .................................................................................................................... 33
Ortografia. .................................................................................................................................... 35
Morfologia – Emprego De Verbos E Pronomes; Valores Semânticos De Advérbio, Preposição E
Conjunção. ................................................................................................................................... 46
Sintaxe - Concordância Nominal; Concordância Verbal; Regência Nominal; Regência Verbal; Cra-
se; Pontuação. ............................................................................................................................. 68
Semântica - Significação De Palavras: Sinônimos; Antônimos; Homônimos; Parônimos; Polisse-
mia. .............................................................................................................................................. 44

CIÊNCIAS: FÍSICA E QUÍMICA

AR ATMOSFÉRICO – Composição, propriedades e pressão atmosférica. .................................... 1

ÁGUA – Características, propriedades e poluição da água. ........................................................... 9

FUNDAMENTOS DA QUÍMICA – Propriedades da matéria; Mudanças de estado físico; Classifica-


ção de misturas; Fracionamento de misturas; Estrutura do Átomo; Classificação periódica dos
elementos; Ligações iônicas e moleculares: características e propriedades dos compostos iônicos
e moleculares. ............................................................................................................................. 26

MECÂNICA - Movimento Retilíneo Uniforme e Uniformemente variado; Forças: Peso, Elástica,


Atrito e Centrípeta; Leis de Newton e suas aplicações; Trabalho, Potência e Energia; Máquinas
Simples: alavanca, plano inclinado e roldana. .............................................................................. 39

TERMOLOGIA - Conceitos de Temperatura e Calor; Escalas Termométricas: Celsius, Kelvin e


Fahrenheit; Quantidade de Calor Sensível e Quantidade de Calor Latente; Propagação do Calor;
Transformações Gasosas; Trabalho nas Transformações Gasosas. ........................................... 74

ONDULATÓRIA E ACÚSTICA - Conceito de Onda e sua classificação quanto à natureza; Ondas


Sonoras (conceito, produção e velocidade de propagação). ........................................................ 69

ÓPTICA GEOMÉTRICA - Fontes de Luz; Reflexão e Refração da Luz. ...................................... 80

ELETRICIDADE E MAGNETISMO - Processos de eletrização; Corrente Elétrica: conceito, tipo e


intensidade; Resistores; Leis de Ohm; Potência Elétrica e Consumo de Energia Elétrica; Circuitos
Simples; Instrumentos de medidas elétricas: Amperímetro e Voltímetro; Capacitores: conceito e
capacitância; Ímãs: conceito, tipos de imantação e campo magnético terrestre. ........................... 90

Aprendizes-Marinheiros

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A Opção Certa Para a Sua Realização


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 Pertinência: é a característica associada a um
elemento que faz parte de um conjunto;

Pertence ou não pertence

Se é um elemento de , nós podemos dizer que o


elemento pertence ao conjunto e podemos escrever
MATEMÁTICA ARITMÉTICA – Conjuntos: Ti- . Se não é um elemento de , nós podemos
pos de conjuntos; Conjuntos Numéricos (N, dizer que o elemento não pertence ao conjunto e
Z, Q e R), Conjunto dos Irracionais (R – Q) e
Subconjuntos dos Reais (Intervalos); Elemen- podemos escrever .
tos e subconjuntos de um conjunto dado; e
Operação entre conjuntos; Problemas com 1. Conceitos primitivos
uso das operações com conjuntos;
Antes de mais nada devemos saber que conceitos
primitivos são noções que adotamos sem definição.

TEORIA DOS CONJUNTOS Adotaremos aqui três conceitos primitivos: o de


conjunto, o de elemento e o de pertinência de um
elemento a um conjunto. Assim, devemos entender
CONJUNTO
perfeitamente a frase: determinado elemento pertence
a um conjunto, sem que tenhamos definido o que é
Em matemática, um conjunto é uma coleção de
conjunto, o que é elemento e o que significa dizer que
elementos. Não interessa a ordem e quantas vezes os
um elemento pertence ou não a um conjunto.
elementos estão listados na coleção. Em contraste,
uma coleção de elementos na qual a multiplicidade,
2 Notação
mas não a ordem, é relevante, é chamada
multiconjunto.
Normalmente adotamos, na teoria dos conjuntos, a
seguinte notação:
Conjuntos são um dos conceitos básicos da
matemática. Um conjunto é apenas uma coleção de
• os conjuntos são indicados por letras
entidades, chamadas de elementos. A notação
maiúsculas: A, B, C, ... ;
padrão lista os elementos separados por vírgulas
• os elementos são indicados por letras
entre chaves (o uso de "parênteses" ou "colchetes" é
minúsculas: a, b, c, x, y, ... ;
incomum) como os seguintes exemplos:
• o fato de um elemento x pertencer a um
{1, 2, 3} conjunto C é indicado com x ∈ C;
• o fato de um elemento y não pertencer a um
{1, 2, 2, 1, 3, 2} conjunto C é indicado y ∉ C.

{x : x é um número inteiro tal que 0<x<4} 3. Representação dos conjuntos

Os três exemplos acima são maneiras diferentes Um conjunto pode ser representado de três
de representar o mesmo conjunto. maneiras:

É possível descrever o mesmo conjunto de • por enumeração de seus elementos;


diferentes maneiras: listando os seus elementos (ideal • por descrição de uma propriedade
para conjuntos pequenos e finitos) ou definindo uma característica do conjunto;
propriedade de seus elementos. Dizemos que dois • através de uma representação gráfica.
conjuntos são iguais se e somente se cada elemento Um conjunto é representado por enumeração
de um é também elemento do outro, não importando a quando todos os seus elementos são indicados e
quantidade e nem a ordem das ocorrências dos colocados dentro de um par de chaves.
elementos.
Exemplo:
Conceitos essenciais
a) A = ( 0; 1; 2; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9 ) indica o conjunto
 Conjunto: representa uma coleção de objetos, formado pelos algarismos do nosso sistema de
geralmente representado por letras maiúsculas; numeração.
b) B = ( a, b, c, d, e, f, g, h, i, j, l, m, n, o, p, q, r, s,
 Elemento: qualquer um dos componentes de t, u, v, x, z ) indica o conjunto formado pelas letras do
um conjunto, geralmente representado por letras nosso alfabeto.
minúsculas; c) Quando um conjunto possui número elevado de
elementos, porém apresenta lei de formação bem

Matemática 1 A Opção Certa Para a Sua Realização


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clara, podemos representa-lo, por enumeração, Por esse tipo de representação gráfica, chamada
indicando os primeiros e os últimos elementos, diagrama de Euler-Venn, percebemos que x ∈ C, y ∈
intercalados por reticências. Assim: C = ( 2; 4; 6;... ; C, z ∈ C; e que a ∉ C, b ∉ C, c ∉ C, d ∉ C.
98 ) indica o conjunto dos números pares positivos,
menores do que100. 4 Número de elementos de um conjunto
d) Ainda usando reticências, podemos representar, Consideremos um conjunto C. Chamamos de nú-
por enumeração, conjuntos com infinitas elementos mero de elementos deste conjunto, e indicamos com
que tenham uma lei de formação bem clara, como os n(C), ao número de elementos diferentes entre si, que
seguintes: pertencem ao conjunto.
Exemplos
D = ( 0; 1; 2; 3; .. . ) indica o conjunto dos números
inteiros não negativos; a) O conjunto A = { a; e; i; o; u }
E = ( ... ; -2; -1; 0; 1; 2; . .. ) indica o conjunto dos é tal que n(A) = 5.
números inteiros; b) O conjunto B = { 0; 1; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9 } é tal
F = ( 1; 3; 5; 7; . . . ) indica o conjunto dos números que n(B) = 10.
ímpares positivos. c) O conjunto C = ( 1; 2; 3; 4;... ; 99 ) é tal que n
(C) = 99.
A representação de um conjunto por meio da des-
crição de uma propriedade característica é mais sinté- 5 Conjunto unitário e conjunto vazio
tica que sua representação por enumeração. Neste
caso, um conjunto C, de elementos x, será represen- Chamamos de conjunto unitário a todo conjunto C,
tado da seguinte maneira: tal que n (C) = 1.

C = { x | x possui uma determinada propriedade } Exemplo: C = ( 3 )

que se lê: C é o conjunto dos elementos x tal que E chamamos de conjunto vazio a todo conjunto c,
possui uma determinada propriedade: tal que n(C) = 0.

Exemplos Exemplo: M = { x | x2 = -25}

O conjunto A = { 0; 1; 2; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9 } pode O conjunto vazio é representado por { } ou por


ser representado por descrição da seguinte maneira: ∅.
A = { x | x é algarismo do nosso sistema de
numeração } Exercício resolvido

O conjunto G = { a; e; i; o, u } pode ser Determine o número de elementos dos seguintes


representado por descrição da seguinte maneira G com juntos :
= { x | x é vogal do nosso alfabeto }
a) A = { x | x é letra da palavra amor }
O conjunto H = { 2; 4; 6; 8; . . . } pode ser b) B = { x | x é letra da palavra alegria }
representado por descrição da seguinte maneira: c) c é o conjunto esquematizado a seguir
d) D = ( 2; 4; 6; . . . ; 98 )
H = { x | x é par positivo } e) E é o conjunto dos pontos comuns às
relas r e s, esquematizadas a seguir :
A representação gráfica de um conjunto é bastante
cômoda. Através dela, os elementos de um conjunto
são representados por pontos interiores a uma linha
fechada que não se entrelaça. Os pontos exteriores a
esta linha representam os elementos que não perten-
cem ao conjunto.

Exemplo
Resolução

a) n(A) = 4
b) n(B) = 6,'pois a palavra alegria, apesar de
possuir dote letras, possui apenas seis letras distintas
entre si.
c) n(C) = 2, pois há dois elementos que
pertencem a C: c e C e d e C
d) observe que:
2 = 2 . 1 é o 1º par positivo
4 = 2 . 2 é o 2° par positivo
6 = 2 . 3 é o 3º par positivo
8 = 2 . 4 é o 4º par positivo

Matemática 2 A Opção Certa Para a Sua Realização


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. . Pode-se mostrar que, se um conjunto possui n
. . elementos, então este conjunto terá 2n subconjuntos.
. . Exemplo
98 = 2 . 49 é o 49º par positivo
O conjunto C = {1; 2 } possui dois elementos; logo,
logo: n(D) = 49 ele terá 22 = 4 subconjuntos.

e) As duas retas, esquematizadas na Exercício resolvido:


figura, possuem apenas um ponto comum.
Logo, n( E ) = 1, e o conjunto E é, portanto, 1. Determine o número de subconjuntos do
unitário. conjunto C = (a; e; i; o; u ) .

6 igualdade de conjuntos Resolução: Como o conjunto C possui cinco


elementos, o número dos seus subconjuntos será 25 =
Vamos dizer que dois conjuntos A e 8 são iguais, e 32.
indicaremos com A = 8, se ambos possuírem os
mesmos elementos. Quando isto não ocorrer, diremos Exercícios propostas:
que os conjuntos são diferentes e indicaremos com A
≠ B. Exemplos . 2. Determine o número de subconjuntos do
conjunto
a) {a;e;i;o;u} = {a;e;i;o;u} C = { 0; 1; 2; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9 }
b) {a;e;i;o,u} = {i;u;o,e;a}
c) {a;e;i;o;u} = {a;a;e;i;i;i;o;u;u} Resposta: 1024
d) {a;e;i;o;u} ≠ {a;e;i;o}
e) { x | x2 = 100} = {10; -10} 3. Determine o número de subconjuntos do
f) { x | x2 = 400} ≠ {20} conjunto
1 1 1 2 3 3
7 Subconjuntos de um conjunto C=  ; ; ; ; ; 
2 3 4 4 4 5 
Dizemos que um conjunto A é um subconjunto de
um conjunto B se todo elemento, que pertencer a A, Resposta: 32
também pertencer a B.
B) OPERAÇÕES COM CONJUNTOS
Neste caso, usando os diagramas de Euler-Venn,
o conjunto A estará "totalmente dentro" do conjunto B 1 União de conjuntos
:
Dados dois conjuntos A e B, chamamos união ou
reunião de A com B, e indicamos com A ∩ B, ao con-
junto constituído por todos os elementos que perten-
cem a A ou a B.

Usando os diagramas de Euler-Venn, e


Indicamos que A é um subconjunto de B de duas representando com hachuras a interseção dos
maneiras: conjuntos, temos:

a) A ⊂ B; que deve ser lido : A é subconjunto de


B ou A está contido em B ou A é parte de B;
b) B ⊃ A; que deve ser lido: B contém A ou B
inclui A.

Exemplo
Exemplos
Sejam os conjuntos A = {x | x é mineiro} e B = { x |
x é brasileiro} ; temos então que A ⊂ B e que B ⊃ A. a) {a;b;c} U {d;e}= {a;b;c;d;e}
b) {a;b;c} U {b;c;d}={a;b;c;d}
Observações: c) {a;b;c} U {a;c}={a;b;c}

• Quando A não é subconjunto de B, indicamos 2 Intersecção de conjuntos


com A ⊄ B ou B A.
Dados dois conjuntos A e B, chamamos de inter-
• Admitiremos que o conjunto vazio está contido
seção de A com B, e indicamos com A ∩ B, ao con-
em qualquer conjunto.
junto constituído por todos os elementos que perten-
cem a A e a B.
8 Número de subconjuntos de um conjunto
dado

Matemática 3 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Usando os diagramas de Euler-Venn, e
representando com hachuras a intersecção dos
conjuntos, temos:

Exemplos
a) {a;b;c} ∩ {d;e} = ∅
b) {a;b;c} ∩ {b;c,d} = {b;c}
c) {a;b;c} ∩ {a;c} = {a;c}

Quando a intersecção de dois conjuntos é vazia,


como no exemplo a, dizemos que os conjuntos são
disjuntos. 3. No diagrama seguinte temos:
n(A) = 20
Exercícios resolvidos n(B) = 30
n(A ∩ B) = 5
1. Sendo A = ( x; y; z ); B = ( x; w; v ) e C = ( y; u;
t ), determinar os seguintes conjuntos:
a) A ∪ B f) B ∩ C Determine n(A ∪ B).
b) A ∩ B g) A ∪ B ∪ C Resolução
c) A ∪ C h) A ∩ B ∩ C
d) A ∩ C i) (A ∩ B) U (A ∩ C)
e) B ∪ C

Resolução
a) A ∪ B = {x; y; z; w; v }
b) A ∩ B = {x } Se juntarmos, aos 20 elementos de A, os 30
c) A ∪ C = {x; y;z; u; t } elementos de B, estaremos considerando os 5
d) A ∩ C = {y } elementos de A n B duas vezes; o que,
e) B ∪ C={x;w;v;y;u;t} evidentemente, é incorreto; e, para corrigir este erro,
f) B ∩ C= ∅ devemos subtrair uma vez os 5 elementos de A n B;
g) A ∪ B ∪ C= {x;y;z;w;v;u;t} teremos então:
h) A ∩ B ∩ C= ∅
i) (A ∩ B) ∪ u (A ∩ C)={x} ∪ {y}={x;y} n(A ∪ B) = n(A) + n(B) - n(A ∩ B) ou seja:

2. Dado o diagrama seguinte, represente com n(A ∪ B) = 20 + 30 – 5 e então:


hachuras os conjuntos: :
n(A ∪ B) = 45.
a) A ∩ B ∩ C
b) (A ∩ B) ∪ (A ∩ C) 4 Conjunto complementar

Dados dois conjuntos A e B, com B ⊂ A,


chamamos de conjunto complementar de B em
relação a A, e indicamos com CA B, ao conjunto A - B.
Observação: O complementar é um caso
particular de diferença em que o segundo conjunto é
subconjunto do primeiro.

Usando os diagramas de Euler-Venn, e


representando com hachuras o complementar de B
em relação a A, temos:

.Resolução

Matemática 4 A Opção Certa Para a Sua Realização


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6. Números imaginários aparecem como
soluções de equações como x 2 + r = 0 onde r > 0. O
símbolo usualmente representa este conjunto.

7. Números complexos é a soma dos números


reais e dos imaginários: . Aqui tanto r quanto
s podem ser iguais a zero; então os conjuntos dos
números reais e o dos imaginários são subconjuntos
Exemplo: {a;b;c;d;e;f} - {b;d;e}= {a;c;f} do conjunto dos números complexos. O símbolo
usualmente representa este conjunto.
Observação: O conjunto complementar de B
CONJUNTOS - TESTES - COM GABARITO
em relação a A é formado pelos elementos que
http://matematicandomaisoumenos.blogspot.com.br/2012/0
faltam para "B chegar a A"; isto é, para B se
4/conjuntos-testes-com-gabarito.html
igualar a A.
1) Sejam os conjuntos numéricos A = {2, 4, 8,12,14}; B =
Exercícios resolvidos:
{5,10,15, 20, 25} e C = {1, 2, 3,18, 20} e ∅
o conjunto vazio.
4. Sendo A = { x; y; z } , B = { x; w; v } e C = { É correto afirmar que:
y; u; t }, determinar os seguintes conjuntos:
(A) B∩C = ∅
A–B C-A (B) A - C = {-6,1, 2, 4, 5}
B–A B–C (C) A∩C = {1, 2, 3, 4, 8,12,14, 20 }
A–C C–B (D) (A - C) ∩ (B - C) = ∅
(E) A ∪C = {3, 6,11, 20, 34 }
Resolução
2)
a) A - B = { y; z }
b) B - A= {w;v}
c) A - C= {x;z}
d) C – A = {u;t}
e) B – C = {x;w;v}
f) C – B = {y;u;t}

Exemplos de conjuntos compostos por


números

Nota: Nesta seção, a, b e c são números naturais,


enquanto r e s são números reais.
Da operação (A – B) ∪ (B – A):
1. Números naturais são usados para contar. O
símbolo usualmente representa este conjunto.
(A) {2}
2. Números inteiros aparecem como soluções de
(B) Ø
equações como x + a = b. O símbolo usualmente
representa este conjunto (do termo alemão Zahlen (C) {1, 4}
que significa números).
(D) {1, 4, 0}
3. Números racionais aparecem como soluções (E) Nenhuma das anteriores
de equações como a + bx = c. O símbolo
usualmente representa este conjunto (da palavra
quociente). 3) Dado que A = {2,4,6} e B = {2,3,5}. Obter n(A⋃B), ou seja,

4. Números algébricos aparecem como soluções o número de elementos da união entre A e B.


de equações polinomiais (com coeficientes inteiros) e
(A) 2
envolvem raízes e alguns outros números irracionais. (B) 3
(C) 4
O símbolo ou usualmente representa este
(D) 5
conjunto. (E) 6

5. Números reais incluem os números algébricos 4) Uma escola realizou uma pesquisa sobre os hábitos
e os números transcendentais. O símbolo alimentares de seus alunos.
usualmente representa este conjunto.
Alguns resultados dessa pesquisa foram:

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APOSTILAS OPÇÃO A Sua Melhor Opção em Concursos Públicos
(B) {1}
• 82% do total de entrevistados gostam de chocolate; (C) {10, 23, 12}
• 78% do total de entrevistados gostam de pizza; e (D) {15, 12}∩{13,12}
• 75% do total de entrevistados gostam de batata frita. (E) {10, 23, 12, {1,2}}

Então, é CORRETO afirmar que, no total de alunos entrevis- 9) Seja n um número natural, que possui exatamente três
tados, a porcentagem dos que gostam, ao mesmo tempo, divisores positivos, e seja X o conjunto de todos os divisores
de chocolate, de pizza e de batata frita é, pelo menos, de positivos de n³ . O número de elementos do conjunto das
partes de X é:
A) 25%.
B) 30%. A) 64
C) 35%. B) 128
D) 40%. C) 256
D) 512
5) Quantos são os subconjuntos de {1, 2, 3, 4, 5, 6} que
contêm pelo menos um múltiplo de 3? 10) Feita uma pesquisa entre 100 alunos, do ensino médio,
acerca das disciplinas português, geografia e história, cons-
(A) 32 tatou-se que 65 gostam de português, 60 gostam de geo-
(B) 36 grafia, 50 gostam de história, 35 gostam de português e
(C) 48 geografia, 30 gostam de geografia e história, 20 gostam de
(D) 60 história e português e 10 gostam dessas três disciplinas. O
(E) 64 número de alunos que não gosta de nenhuma dessas disci-
plinas é

(A) 0
(B) 5
(C) 10
(D) 15
(E) 20

Gabarito
1) D; 2) E; 3) D; 4) C; 5) C; 6) B; 7) B; 8) B; 9)
B; 10) A;
6)

Da operação (A – B) ∩ (B – A): NÚMEROS NATURAIS, INTEIROS, RACIO-


NAIS, IRRACIONAIS E REAIS.
(A) {2}
Conjuntos numéricos podem ser representados de
(B) Ø
diversas formas. A forma mais simples é dar um nome
(C) {1, 4} ao conjunto e expor todos os seus elementos, um ao
lado do outro, entre os sinais de chaves. Veja o
(D) {1, 4, 0} exemplo abaixo:
(E) Nenhuma das anteriores A = {51, 27, -3}

Esse conjunto se chama "A" e possui três termos,


que estão listados entre chaves.
7) Oitenta alunos de uma sala de aula responderam às duas

questões de uma prova, verificando-se os seguintes resul- Os nomes dos conjuntos são sempre letras maiús-
culas. Quando criamos um conjunto, podemos utilizar
tados: qualquer letra.
I - 30 alunos acertaram as duas questões.
Vamos começar nos primórdios da matemática.
II - 52 alunos acertaram a 1ª questão.
III - 44 alunos acertaram a 2ª questão. - Se eu pedisse para você contar até 10, o que vo-
cê me diria?
Nessas condições, conclui-se que: - Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove
e dez.
A) Nenhum aluno errou as duas questões. B) 36 alunos
acertaram somente uma questão. Pois é, estes números que saem naturalmente de
C) 72 alunos acertaram pelo menos uma questão. sua boca quando solicitado, são chamados de núme-
D) 16 alunos erraram as duas questões. ros NATURAIS, o qual é representado pela letra .
E) Não é possível determinar o número de alunos que erra-
ram as duas questões.
Foi o primeiro conjunto inventado pelos homens, e
tinha como intenção mostrar quantidades.
8) Se A ⊄ B e B = {10, 23, 12, {1,2}}, então A pode ser:
*Obs.: Originalmente, o zero não estava incluído
neste conjunto, mas pela necessidade de representar
(A) {10}
uma quantia nula, definiu-se este número como sendo
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pertencente ao conjunto dos Naturais. Portanto: teiros NÃO POSITIVOS com:
N = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, ...} Z - ={...,- 4, - 3, - 2, -1 , 0}
Obs.2: Como o zero originou-se depois dos outros Obs.: Este conjunto possui final, mas não possui
números e possui algumas propriedades próprias, início.
algumas vezes teremos a necessidade de representar
o conjunto dos números naturais sem incluir o zero. E também os inteiros negativos (ou seja, os não
Para isso foi definido que o símbolo * (asterisco) em- positivos sem o zero):
pregado ao lado do símbolo do conjunto, iria repre-
sentar a ausência do zero. Veja o exemplo abaixo: Z*- ={...,- 4, - 3, - 2, -1}
N* = {1, 2, 3, 4, 5, 6, ...}
Assim:
Estes números foram suficientes para a sociedade
durante algum tempo. Com o passar dos anos, e o Conjunto dos Números Naturais
aumento das "trocas" de mercadorias entre os ho- São todos os números inteiros positivos, incluindo
mens, foi necessário criar uma representação numéri- o zero. É representado pela letra maiúscula N.
ca para as dívidas. Caso queira representar o conjunto dos números na-
turais não-nulos (excluindo o zero), deve-se colocar
Com isso inventou-se os chamados "números ne- um * ao lado do N:
gativos", e junto com estes números, um novo conjun- N = {0,1,2,3,4,5,6,7,8,9,10, ...}
to: o conjunto dos números inteiros, representado pela N* = {1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11, ...}
letra .
Conjunto dos Números Inteiros
O conjunto dos números inteiros é formado por to- São todos os números que pertencem ao conjunto
dos os números NATURAIS mais todos os seus re- dos Naturais mais os seus respectivos opostos (nega-
presentantes negativos. tivos).

Note que este conjunto não possui início nem fim São representados pela letra Z:
(ao contrário dos naturais, que possui um início e não Z = {... -4, -3, -2, -1, 0, 1, 2, 3, 4, ...}
possui fim).
O conjunto dos inteiros possui alguns subconjun-
Assim como no conjunto dos naturais, podemos tos, eles são:
representar todos os inteiros sem o ZERO com a
mesma notação usada para os NATURAIS. - Inteiros não negativos
Z* = {..., -2, -1, 1, 2, ...} São todos os números inteiros que não são negati-
vos. Logo percebemos que este conjunto é igual ao
Em algumas situações, teremos a necessidade de conjunto dos números naturais.
representar o conjunto dos números inteiros que NÃO
SÃO NEGATIVOS. É representado por Z+:
Z+ = {0,1,2,3,4,5,6, ...}
Para isso emprega-se o sinal "+" ao lado do símbo-
lo do conjunto (vale a pena lembrar que esta simbolo- - Inteiros não positivos
gia representa os números NÃO NEGATIVOS, e não São todos os números inteiros que não são positi-
os números POSITIVOS, como muita gente diz). Veja vos. É representado por Z-:
o exemplo abaixo: Z- = {..., -5, -4, -3, -2, -1, 0}
Z+ = {0,1, 2, 3, 4, 5, ...}
- Inteiros não negativos e não-nulos
Obs.1: Note que agora sim este conjunto possui É o conjunto Z+ excluindo o zero. Representa-se
um início. E você pode estar pensando "mas o zero esse subconjunto por Z*+:
não é positivo". O zero não é positivo nem negativo, Z*+ = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, ...}
zero é NULO. Z*+ = N*

Ele está contido neste conjunto, pois a simbologia - Inteiros não positivos e não nulos
do sinalzinho positivo representa todos os números São todos os números do conjunto Z- excluindo o
NÃO NEGATIVOS, e o zero se enquadra nisto. zero. Representa-se por Z*-.
Z*- = {... -4, -3, -2, -1}
Se quisermos representar somente os positivos
(ou seja, os não negativos sem o zero), escrevemos: Conjunto dos Números Racionais
Z*+ = {1, 2, 3, 4, 5, ...} Os números racionais é um conjunto que engloba
os números inteiros (Z), números decimais finitos (por
Pois assim teremos apenas os positivos, já que o exemplo, 743,8432) e os números decimais infinitos
zero não é positivo. periódicos (que repete uma sequência de algarismos
da parte decimal infinitamente), como "12,050505...",
Ou também podemos representar somente os in- são também conhecidas como dízimas periódicas.

Matemática 7 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Os racionais são representados pela letra Q. Quando tiramos um subconjunto de um conjunto,
realizamos a operação de subtração, que indicamos
Conjunto dos Números Irracionais pelo sinal - .
É formado pelos números decimais infinitos não- 7 → minuendo
periódicos. Um bom exemplo de número irracional é o –3 → subtraendo
número PI (resultado da divisão do perímetro de uma 4 → resto ou diferença
circunferência pelo seu diâmetro), que vale
3,14159265 .... Atualmente, supercomputadores já 0 minuendo é o conjunto maior, o subtraendo o
conseguiram calcular bilhões de casas decimais para subconjunto que se tira e o resto ou diferença o con-
o PI. junto que sobra.

Também são irracionais todas as raízes não exa- Somando a diferença com o subtraendo obtemos o
tas, como a raiz quadrada de 2 (1,4142135 ...) minuendo. Dessa forma tiramos a prova da subtração.
4+3=7
Conjunto dos Números Reais
É formado por todos os conjuntos citados anteri- EXPRESSÕES NUMÉRICAS
ormente (união do conjunto dos racionais com os
irracionais). Para calcular o valor de uma expressão numérica
envolvendo adição e subtração, efetuamos essas
Representado pela letra R. operações na ordem em que elas aparecem na ex-
pressão.
Representação geométrica de
A cada ponto de uma reta podemos associar um Exemplos: 35 – 18 + 13 =
único número real, e a cada número real podemos 17 + 13 = 30
associar um único ponto na reta. Veja outro exemplo: 47 + 35 – 42 – 15 =
Dizemos que o conjunto é denso, pois entre 82 – 42 – 15=
dois números reais existem infinitos números reais (ou 40 – 15 = 25
seja, na reta, entre dois pontos associados a dois
números reais, existem infinitos pontos). Quando uma expressão numérica contiver os si-
nais de parênteses ( ), colchetes [ ] e chaves { },
Veja a representação na reta de : procederemos do seguinte modo:
1º Efetuamos as operações indicadas dentro dos
parênteses;
2º efetuamos as operações indicadas dentro dos
colchetes;
3º efetuamos as operações indicadas dentro das
Fonte: chaves.
http://www.infoescola.com/matematica/conjuntos-
numericos/ 1) 35 +[ 80 – (42 + 11) ] =
= 35 + [ 80 – 53] =
CONJUNTO DOS NÚMEROS NATURAIS (N) = 35 + 27 = 62

ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO 2) 18 + { 72 – [ 43 + (35 – 28 + 13) ] } =


Veja a operação: 2 + 3 = 5 . = 18 + { 72 – [ 43 + 20 ] } =
A operação efetuada chama-se adição e é indica- = 18 + { 72 – 63} =
da escrevendo-se o sinal + (lê-se: “mais") entre os = 18 + 9 = 27
números.
CÁLCULO DO VALOR DESCONHECIDO
Os números 2 e 3 são chamados parcelas. 0 nú-
mero 5, resultado da operação, é chamado soma. Quando pretendemos determinar um número natu-
2 → parcela ral em certos tipos de problemas, procedemos do
+ 3 → parcela seguinte modo:
5 → soma - chamamos o número (desconhecido) de x ou
qualquer outra incógnita ( letra )
A adição de três ou mais parcelas pode ser efetu- - escrevemos a igualdade correspondente
ada adicionando-se o terceiro número à soma dos - calculamos o seu valor
dois primeiros ; o quarto número à soma dos três pri-
meiros e assim por diante. Exemplos:
3+2+6 = 1) Qual o número que, adicionado a 15, é igual a 31?
5 + 6 = 11
Solução:
Seja x o número desconhecido. A igualdade cor-
Veja agora outra operação: 7 – 3 = 4
respondente será:
x + 15 = 31

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A multiplicação de três ou mais fatores pode ser
Calculando o valor de x temos: efetuada multiplicando-se o terceiro número pelo pro-
x + 15 = 31 duto dos dois primeiros; o quarto numero pelo produto
x + 15 – 15 = 31 – 15 dos três primeiros; e assim por diante.
x = 31 – 15 3 x 4 x 2 x 5 =
x = 16 12 x 2 x 5
24 x 5 = 120
Na prática , quando um número passa de um lado
para outro da igualdade ele muda de sinal. EXPRESSÕES NUMÉRICAS
2) Subtraindo 25 de um certo número obtemos 11.
Sinais de associação
Qual é esse número?
O valor das expressões numéricas envolvendo as
operações de adição, subtração e multiplicação é
Solução:
obtido do seguinte modo:
Seja x o número desconhecido. A igualdade cor-
- efetuamos as multiplicações
respondente será:
- efetuamos as adições e subtrações, na ordem
x – 25 = 11
em que aparecem.
x = 11 + 25
x = 36
1) 3.4 + 5.8– 2.9=
=12 + 40 – 18
Passamos o número 25 para o outro lado da igual-
= 34
dade e com isso ele mudou de sinal.
2) 9 . 6 – 4 . 12 + 7 . 2 =
3) Qual o número natural que, adicionado a 8, é
= 54 – 48 + 14 =
igual a 20?
= 20
Solução:
x + 8 = 20
Não se esqueça:
x = 20 – 8
Se na expressão ocorrem sinais de parênteses
x = 12
colchetes e chaves, efetuamos as operações na or-
dem em que aparecem:
4) Determine o número natural do qual, subtraindo
1º) as que estão dentro dos parênteses
62, obtemos 43.
2º) as que estão dentro dos colchetes
Solução:
3º) as que estão dentro das chaves.
x – 62 = 43
x = 43 + 62
Exemplo:
x = 105
22 + {12 +[ ( 6 . 8 + 4 . 9 ) – 3 . 7] – 8 . 9 }
= 22 + { 12 + [ ( 48 + 36 ) – 21] – 72 } =
Para sabermos se o problema está correto é sim-
= 22 + { 12 + [ 84 – 21] – 72 } =
ples, basta substituir o x pelo valor encontrado e reali-
= 22 + { 12 + 63 – 72 } =
zarmos a operação. No último exemplo temos:
= 22 + 3 =
x = 105
= 25
105 – 62 = 43
DIVISÃO
MULTIPLICAÇÃO
Observe a operação: 30 : 6 = 5
Observe: 4 X 3 =12
Também podemos representar a divisão das se-
A operação efetuada chama-se multiplicação e é
guintes maneiras:
indicada escrevendo-se um ponto ou o sinal x entre os
números. 30
30 6 ou =5
6
Os números 3 e 4 são chamados fatores. O núme- 0 5
ro 12, resultado da operação, é chamado produto.
3 X 4 = 12 O dividendo (D) é o número de elementos do con-
junto que dividimos o divisor (d) é o número de ele-
3 fatores mentos do subconjunto pelo qual dividimos o dividen-
X 4 do e o quociente (c) é o número de subconjuntos obti-
12 produto dos com a divisão.

Por convenção, dizemos que a multiplicação de Essa divisão é exata e é considerada a operação
qualquer número por 1 é igual ao próprio número. inversa da multiplicação.
SE 30 : 6 = 5, ENTÃO 5 x 6 = 30
A multiplicação de qualquer número por 0 é igual a 0.
observe agora esta outra divisão:

Matemática 9 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Prova: 23 + 35 – 18 = 40
32 6
2 5 7) Adicionando 1 ao dobro de certo número ob-
32 = dividendo temos 7. Qual é esse numero?
6 = divisor 2 . x +1 = 7
5 = quociente 2x = 7 – 1
2 = resto 2x = 6
x =6:2
Essa divisão não é exata e é chamada divisão x =3
aproximada. O número procurado é 3.
Prova: 2. 3 +1 = 7
ATENÇÃO:
1) Na divisão de números naturais, o quociente é 8) Subtraindo 12 do triplo de certo número ob-
sempre menor ou igual ao dividendo. temos 18. Determinar esse número.
2) O resto é sempre menor que o divisor. 3 . x -12 = 18
3) O resto não pode ser igual ou maior que o divi- 3 x = 18 + 12
sor. 3 x = 30
4) O resto é sempre da mesma espécie do divi- x = 30 : 3
dendo. Exemplo: dividindo-se laranjas por cer- x = 10
to número, o resto será laranjas.
5) É impossível dividir um número por 0 (zero), 9) Dividindo 1736 por um número natural, en-
porque não existe um número que multiplicado contramos 56. Qual o valor deste numero
por 0 dê o quociente da divisão. natural?
1736 : x = 56
PROBLEMAS 1736 = 56 . x
56 . x = 1736
1) Determine um número natural que, multipli- x. 56 = 1736
cado por 17, resulte 238. x = 1736 : 56
X . 17 = 238 x = 31
X = 238 : 17
X = 14 10) O dobro de um número é igual a 30. Qual é
Prova: 14 . 17 = 238 o número?
2 . x = 30
2) Determine um número natural que, dividido 2x = 30
por 62, resulte 49. x = 30 : 2
x : 62 = 49 x = 15
x = 49 . 62
x = 3038 11) O dobro de um número mais 4 é igual a 20.
Qual é o número ?
3) Determine um número natural que, adiciona- 2 . x + 4 = 20
do a 15, dê como resultado 32 2 x = 20 – 4
x + 15 = 32 2 x = 16
x = 32 – 15 x = 16 : 2
x =17 x=8

4) Quanto devemos adicionar a 112, a fim de 12) Paulo e José têm juntos 12 lápis. Paulo tem
obtermos 186? o dobro dos lápis de José. Quantos lápis tem
x + 112 = 186 cada menino?
x = 186 – 112 José: x
x = 74 Paulo: 2x
Paulo e José: x + x + x = 12
5) Quanto devemos subtrair de 134 para ob- 3x = 12
termos 81? x = 12 : 3
134 – x = 81 x=4
– x = 81 – 134 José: 4 - Paulo: 8
– x = – 53 (multiplicando por –1)
x = 53 13) A soma de dois números é 28. Um é o triplo
Prova: 134 – 53 = 81 do outro. Quais são esses números?
um número: x
6) Ricardo pensou em um número natural, adi- o outro número: 3x
cionou-lhe 35, subtraiu 18 e obteve 40 no re- x + x + x + x = 28 (os dois números)
sultado. Qual o número pensado? 4 x = 28
x + 35 – 18 = 40 x = 28 : 4
x= 40 – 35 + 18 x = 7 (um número)
x = 23

Matemática 10 A Opção Certa Para a Sua Realização


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3x = 3 . 7 = 21 (o outro número). Exemplos: 13 = 1 . 1 . 1 = 1
Resposta: 7 e 21 15 = 1 . 1 . 1 . 1 . 1 = 1
4) Por convenção, tem-se que:
14) Pedro e Marcelo possuem juntos 30 boli- - a potência de expoente zero é igual a 1 (a0 = 1,
nhas. Marcelo tem 6 bolinhas a mais que a ≠ 0)
Pedro. Quantas bolinhas tem cada um? 30 = 1 ; 50 = 1 ; 120 = 1
Pedro: x - a potência de expoente um é igual à base (a1 =
Marcelo: x + 6 a)
x + x + 6 = 30 ( Marcelo e Pedro) 21 = 2 ; 71 = 7 ; 1001 =100
2 x + 6 = 30
2 x = 30 – 6
PROPRIEDADES DAS POTÊNCIAS
2 x = 24
x = 24 : 2
x = 12 (Pedro) 1ª) para multiplicar potências de mesma base,
Marcelo: x + 6 =12 + 6 =18 conserva-se a base e adicionam-se os expo-
entes.
EXPRESSÕES NUMÉRICAS ENVOLVENDO AS am . an = a m + n
QUATRO OPERAÇÕES Exemplos: 32 . 38 = 32 + 8 = 310
5 . 5 6 = 51+6 = 57
Sinais de associação: 2ª) para dividir potências de mesma base, con-
O valor das expressões numéricas envolvendo as serva-se a base e subtraem-se os expoentes.
quatro operações é obtido do seguinte modo: am : an = am - n
- efetuamos as multiplicações e as divisões, na Exemplos:
ordem em que aparecem; 37 : 33 = 3 7 – 3 = 34
- efetuamos as adições e as subtrações, na or- 510 : 58 = 5 10 – 8 = 52
dem em que aparecem; 3ª) para elevar uma potência a um outro expoen-
te, conserva-se base e multiplicam-se os ex-
Exemplo 1) 3 .15 + 36 : 9 = poentes.
= 45 + 4
Exemplo: (32)4 = 32 . 4 = 38
= 49
4ª) para elevar um produto a um expoente, eleva-
Exemplo 2) 18 : 3 . 2 + 8 – 6 . 5 : 10 =
se cada fator a esse expoente.
= 6 . 2 + 8 – 30 : 10 =
= 12 + 8 – 3 = (a. b)m = am . bm
= 20 – 3
= 17 Exemplos: (4 . 7)3 = 43 . 73 ; (3. 5)2 = 32 . 52

RADICIAÇÃO
POTENCIAÇÃO
Suponha que desejemos determinar um número
Considere a multiplicação: 2 . 2 . 2 em que os que, elevado ao quadrado, seja igual a 9. Sendo x
três fatores são todos iguais a 2. esse número, escrevemos: X2 = 9
Esse produto pode ser escrito ou indicado na for- De acordo com a potenciação, temos que x = 3, ou
ma 23 (lê-se: dois elevado à terceira potência), em seja: 32 = 9
que o 2 é o fator que se repete e o 3 corresponde à
quantidade desses fatores. A operação que se realiza para determinar esse
3 número 3 é chamada radiciação, que é a operação
Assim, escrevemos: 2 = 2 . 2 . 2 = 8 (3 fatores) inversa da potenciação.
A operação realizada chama-se potenciação. Indica-se por:
O número que se repete chama-se base.
O número que indica a quantidade de fatores
2
9 =3 (lê-se: raiz quadrada de 9 é igual a 3)
iguais a base chama-se expoente.
O resultado da operação chama-se potência. Daí , escrevemos:
23 = 8 2
9 = 3 ⇔ 32 = 9
3 expoente
Na expressão acima, temos que:
base potência
- o símbolo chama-se sinal da raiz
- o número 2 chama-se índice
Observações:
- o número 9 chama-se radicando
1) os expoentes 2 e 3 recebem os nomes especi-
- o número 3 chama-se raiz,
ais de quadrado e cubo, respectivamente.
2
2) As potências de base 0 são iguais a zero. 02 - o símbolo 9 chama-se radical
=0.0=0
3) As potências de base um são iguais a um. As raízes recebem denominações de acordo com

Matemática 11 A Opção Certa Para a Sua Realização


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o índice. Por exemplo:
2
36 raiz quadrada de 36 09) O dobro de um número adicionado a 3 é igual
a 13. Calcule o número.(5)
3
125 raiz cúbica de 125
4 10) Subtraindo 12 do quádruplo de um número ob-
81 raiz quarta de 81
temos 60. Qual é esse número (Resp: 18)
5
32 raiz quinta de 32 e assim por diante
11) Num joguinho de "pega-varetas", André e Re-
No caso da raiz quadrada, convencionou-se não nato fizeram 235 pontos no total. Renato fez
escrever o índice 2. 51 pontos a mais que André. Quantos pontos
fez cada um? ( André-92 e Renato-143)
Exemplo : 2 49 = 49 = 7, pois 72 = 49
12) Subtraindo 15 do triplo de um número obtemos
EXERCÍCIOS 39. Qual é o número? (18)

01) Calcule: 13) Distribuo 50 balas, em iguais quantidades, a 3


a) 10 – 10 : 5 = b) 45 : 9 + 6 = amigos. No final sobraram 2. Quantas balas
c) 20 + 40 : 10 = d) 9. 7 – 3 = coube a cada um? (16)
e) 30 : 5 + 5 = f) 6 . 15 – 56 : 4 =
g) 63 : 9 . 2 – 2 = h) 56 – 34 : 17 . 19 = 14) A diferença entre dois números naturais é zero
i) 3 . 15 : 9 + 54 :18 = j) 24 –12 : 4+1. 0 = e a sua soma é 30. Quais são esses números?
(15)
Respostas:
a) 8 b) 11 15) Um aluno ganha 5 pontos por exercício que
c) 24 d) 60 acerta e perde 3 pontos por exercício que erra.
e) 11 f) 76 Ao final de 50 exercícios tinha 130 pontos.
g) 12 h) 18 Quantos exercícios acertou? (35)
i) 8 j) 21
16) Um edifício tem 15 andares; cada andar, 30
02) Calcule o valor das expressões: salas; cada sala, 3 mesas; cada mesa, 2 gave-
a) 23 + 32 = tas; cada gaveta, 1 chave. Quantas chaves di-
b) 3 . 52 – 72 = ferentes serão necessárias para abrir todas as
c) 2 . 33 – 4. 23 = gavetas? (2700).
d) 53 – 3 . 62 + 22 – 1 =
e) (2 + 3)2 + 2 . 34 – 152 : 5 = 17) Se eu tivesse 3 dúzias de balas a mais do que
f) 1 + 72 – 3 . 24 + (12 : 4)2 = tenho, daria 5 e ficaria com 100. Quantas balas
tenho realmente? (69)
Respostas:
a) 17 b) 26 18) A soma de dois números é 428 e a diferença
c) 22 d) 20 entre eles é 34. Qual é o número maior? (231)
e) 142 f) 11
19) Pensei num número e juntei a ele 5, obtendo
03) Uma indústria de automóveis produz, por dia, 31. Qual é o número? (26)
1270 unidades. Se cada veículo comporta 5
pneus, quantos pneus serão utilizados ao final 20) Qual o número que multiplicado por 7 resulta
de 30 dias? (Resposta: 190.500) 56? (8)

04) Numa divisão, o divisor é 9,o quociente é 12 e 21) O dobro das balas que possuo mais 10 é 36.
o resto é 5. Qual é o dividendo? (113) Quantas balas possuo? (13).

05) Numa divisão, o dividendo é 227, o divisor é 15 22) Raul e Luís pescaram 18 peixinhos. Raul
e o resto é 2. Qual é o quociente? (15) pescou o dobro de Luís. Quanto pescou cada
um? (Raul-12 e Luís-6)
06) Numa divisão, o dividendo é 320, o quociente
é 45 e o resto é 5. Qual é o divisor? (7) PROBLEMAS

07) Num divisão, o dividendo é 625, o divisor é 25 Vamos calcular o valor de x nos mais diversos ca-
e o quociente é 25. Qual ê o resto? (0) sos:

08) Numa chácara havia galinhas e cabras em 1) x + 4 = 10


igual quantidade. Sabendo-se que o total de Obtêm-se o valor de x, aplicando a operação in-
pés desses animais era 90, qual o número de versa da adição:
galinhas? x = 10 – 4
Resposta: 15 ( 2 pés + 4 pés = 6 pés ; 90 : 6 = x=6
15).
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mãs, de modo que cada menina receba o triplo do
2) 5x = 20 que recebe José. Quantos cadernos receberá Jo-
Aplicando a operação inversa da multiplicação, sé?
temos: Solução:
x = 20 : 5 x + 3x + 3x = 21
x=4 7x = 21
x = 21 : 7
3) x – 5 = 10 x =3
Obtêm-se o valor de x, aplicando a operação in- Resposta: 3 cadernos
versa da subtração:
x = 10 + 5 PROBLEMA 4
x =15 Repartir R$ 2.100,00 entre três irmãos de modo
que o 2º receba o dobro do que recebe o 1º , e o
4) x : 2 = 4 3º o dobro do que recebe o 2º. Quanto receberá
Aplicando a operação inversa da divisão, temos: cada um?
x=4.2 Solução:
x=8 x + 2x + 4x = 2100
7x = 2100
COMO ACHAR O VALOR DESCONHECIDO EM UM x = 2100 : 7
PROBLEMA x = 300
300 . 2 = 600
Usando a letra x para representar um número, po- 300 . 4 =1200
demos expressar, em linguagem matemática, fatos e Resposta: R$ 300,00; R$ 600,00; R$ 1200,00
sentenças da linguagem corrente referentes a esse
número, observe: PROBLEMA 5
- duas vezes o número 2.x A soma das idades de duas pessoas é 40 anos. A
idade de uma é o triplo da idade da outra. Qual a
- o número mais 2 x+2 idade de cada uma?
Solução:
x
- a metade do número 3x + x = 40
2 4x = 40
- a soma do dobro com a metade do número x = 40 : 4
x x = 10
2⋅ x + 3 . 10 = 30
2 Resposta: 10 e 30 anos.
x
- a quarta parte do número
4 PROBLEMA 6
A soma das nossas idades é 45 anos. Eu sou 5
PROBLEMA 1 anos mais velho que você. Quantos anos eu te-
Vera e Paula têm juntas R$ 1.080,00. Vera tem o nho?
triplo do que tem Paula. Quanto tem cada uma? x + x + 5 = 45
Solução: x + x= 45 – 5
x + 3x = 1080 2x = 40
4x= 1080 x = 20
x =1080 : 4 20 + 5 = 25
x= 270 Resposta: 25 anos
3 . 270 = 810
Resposta: Vera – R$ 810,00 e Paula – R$ 270,00 PROBLEMA 7
Sua bola custou R$ 10,00 menos que a minha.
PROBLEMA 2 Quanto pagamos por elas, se ambas custaram R$
Paulo foi comprar um computador e uma bicicleta. 150,00?
Pagou por tudo R$ 5.600,00. Quanto custou cada Solução:
um, sabendo-se que a computador é seis vezes x + x – 10= 150
mais caro que a bicicleta? 2x = 150 + 10
Solução: 2x = 160
x + 6x = 5600 x = 160 : 2
7x = 5600 x = 80
x = 5600 : 7 80 – 10 = 70
x = 800 Resposta: R$ 70,00 e R$ 80,00
6 . 800= 4800
R: computador – R$ 4.800,00 e bicicleta R$ 800,00 PROBLEMA 8
José tem o dobro do que tem Sérgio, e Paulo tanto
PROBLEMA 3 quanto os dois anteriores juntos. Quanto tem cada
Repartir 21 cadernos entre José e suas duas ir- um, se os três juntos possuem R$ 624,00?
Solução: x + 2x + x + 2x = 624

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6x = 624
x = 624 : 6 Exemplos:
x = 104  ponto C é a representação geométrica do nú-
Resposta:S-R$ 104,00; J-R$ 208,00; P- R$ 312,00 mero +3
 ponto B' é a representação geométrica do nú-
PROBLEMA 9 mero -2
Se eu tivesse 4 rosas a mais do que tenho, poderia
dar a você 7 rosas e ainda ficaria com 2. Quantas ADIÇÃO DE DOIS NÚMEROS INTEIROS
rosas tenho? 1) A soma de zero com um número inteiro é o pró-
Solução: x+4–7 = 2 prio número inteiro: 0 + (-2) = -2
x+4 =7+2 2) A soma de dois números inteiros positivos é um
x+4 =9 número inteiro positivo igual à soma dos módu-
x =9–4 los dos números dados: (+700) + (+200) = +900
x =5 3) A soma de dois números inteiros negativos é
Resposta: 5 um número inteiro negativo igual à soma dos
módulos dos números dados: (-2) + (-4) = -6
CONJUNTO DOS NÚMEROS INTEIROS (Z) 4) A soma de dois números inteiros de sinais con-
trários é igual à diferença dos módulos, e o si-
Conhecemos o conjunto N dos números naturais: nal é o da parcela de maior módulo: (-800) +
N = {0, 1, 2, 3, 4, 5, .....,} (+300) = -500

Assim, os números precedidos do sinal + cha- ADIÇÃO DE TRÊS OU MAIS NÚMEROS INTEIROS
mam-se positivos, e os precedidos de - são negati- A soma de três ou mais números inteiros é efetua-
vos. da adicionando-se todos os números positivos e todos
os negativos e, em seguida, efetuando-se a soma do
Exemplos: número negativo.
Números inteiros positivos: {+1, +2, +3, +4, ....}
Números inteiros negativos: {-1, -2, -3, -4, ....} Exemplos: 1) (+6) + (+3) + (-6) + (-5) + (+8) =
(+17) + (-11) = +6
O conjunto dos números inteiros relativos é forma-
do pelos números inteiros positivos, pelo zero e pelos 2) (+3) + (-4) + (+2) + (-8) =
números inteiros negativos. Também o chamamos de (+5) + (-12) = -7
CONJUNTO DOS NÚMEROS INTEIROS e o repre-
sentamos pela letra Z, isto é: Z = {..., -3, -2, -1, 0, PROPRIEDADES DA ADIÇÃO
+1, +2, +3, ... } A adição de números inteiros possui as seguintes
propriedades:
O zero não é um número positivo nem negativo.
Todo número positivo é escrito sem o seu sinal positi- 1ª) FECHAMENTO
vo. A soma de dois números inteiros é sempre um
número inteiro: (-3) + (+6) = + 3 ∈ Z
Exemplo: + 3 = 3 ; +10 = 10
Então, podemos escrever: Z = {..., -3, -2, -1, 0 2ª) ASSOCIATIVA
, 1, 2, 3, ...} Se a, b, c são números inteiros quaisquer, então: a
+ (b + c) = (a + b) + c
N é um subconjunto de Z.
Exemplo:(+3) +[(-4) + (+2)] = [(+3) + (-4)] + (+2)
REPRESENTAÇÃO GEOMÉTRICA (+3) + (-2) = (-1) + (+2)
Cada número inteiro pode ser representado por um +1 = +1
ponto sobre uma reta. Por exemplo:
3ª) ELEMENTO NEUTRO
Se a é um número inteiro qualquer, temos: a+ 0 =
... -3 -2 -1 0 +1 +2 +3 +4 ... ae0+a=a
... C’ B’ A’ 0 A B C D ...
Isto significa que o zero é elemento neutro para a
Ao ponto zero, chamamos origem, corresponde o adição.
número zero.
Exemplo: (+2) + 0 = +2 e 0 + (+2) = +2
Nas representações geométricas, temos à direita
do zero os números inteiros positivos, e à esquerda 4ª) OPOSTO OU SIMÉTRICO
do zero, os números inteiros negativos. Se a é um número inteiro qualquer, existe um úni-
co número oposto ou simétrico representado por (-
Observando a figura anterior, vemos que cada a), tal que: (+a) + (-a) = 0 = (-a) + (+a)
ponto é a representação geométrica de um número
inteiro. Exemplos: (+5) + ( -5) = 0 ( -5) + (+5) = 0

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5ª) COMUTATIVA Conclusão: na multiplicação de números inteiros,
Se a e b são números inteiros, então: temos: ( + ) . ( - ) = - (-).(+)=-
a+b=b+a Exemplos :
(+5) . (-10) = -50
Exemplo: (+4) + (-6) = (-6) + (+4) (+1) . (-8) = -8
-2 = -2 (-2 ) . (+6 ) = -12
(-7) . (+1) = -7
SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS INTEIROS
Em certo local, a temperatura passou de -3ºC para 3º CASO: OS DOIS FATORES SÃO NÚMEROS IN-
5ºC, sofrendo, portanto, um aumento de 8ºC, aumento TEIROS NEGATIVOS
esse que pode ser representado por: (+5) - (-3) = (+5) Exemplo: (-3) . (-6) = -(+3) . (-6) = -(-18) = +18
+ (+3) = +8 isto é: (-3) . (-6) = +18

Portanto: Conclusão: na multiplicação de números inteiros,


A diferença entre dois números dados numa certa temos: ( - ) . ( - ) = +
ordem é a soma do primeiro com o oposto do segun- Exemplos: (-4) . (-2) = +8 (-5) . (-4) = +20
do.
As regras dos sinais anteriormente vistas podem
Exemplos: 1) (+6) - (+2) = (+6) + (-2 ) = +4 ser resumidas na seguinte:
2) (-8 ) - (-1 ) = (-8 ) + (+1) = -7 (+).(+)=+ (+).(-)=-
3) (-5 ) - (+2) = (-5 ) + (-2 ) = -7 (- ).( -)=+ (-).(+)=-

Na prática, efetuamos diretamente a subtração, Quando um dos fatores é o 0 (zero), o produto é


eliminando os parênteses igual a 0: (+5) . 0 = 0
- (+4 ) = -4
- ( -4 ) = +4 PRODUTO DE TRÊS OU MAIS NÚMEROS IN-
TEIROS
Observação: Exemplos: 1) (+5 ) . ( -4 ) . (-2 ) . (+3 ) =
Permitindo a eliminação dos parênteses, os sinais (-20) . (-2 ) . (+3 ) =
podem ser resumidos do seguinte modo: (+40) . (+3 ) = +120
(+)=+ +(-)=- 2) (-2 ) . ( -1 ) . (+3 ) . (-2 ) =
- (+)=- - (- )=+ (+2 ) . (+3 ) . (-2 ) =
(+6 ) . (-2 ) = -12
Exemplos: - ( -2) = +2 +(-6 ) = -6
- (+3) = -3 +(+1) = +1 Podemos concluir que:
- Quando o número de fatores negativos é par, o
PROPRIEDADE DA SUBTRAÇÃO produto sempre é positivo.
A subtração possui uma propriedade. - Quando o número de fatores negativos é ímpar,
o produto sempre é negativo.
FECHAMENTO: A diferença de dois números intei-
ros é sempre um número inteiro. PROPRIEDADES DA MULTIPLICAÇÃO
No conjunto Z dos números inteiros são válidas as
MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS INTEIROS seguintes propriedades:
1º CASO: OS DOIS FATORES SÃO NÚMEROS
INTEIROS POSITIVOS 1ª) FECHAMENTO
Exemplo: (+4 ) . (-2 ) = - 8 ∈ Z
Lembremos que: 3 . 2 = 2 + 2 + 2 = 6 Então o produto de dois números inteiros é inteiro.
Exemplo:
(+3) . (+2) = 3 . (+2) = (+2) + (+2) + (+2) = +6 2ª) ASSOCIATIVA
Logo: (+3) . (+2) = +6 Exemplo: (+2 ) . (-3 ) . (+4 )
Este cálculo pode ser feito diretamente, mas tam-
Observando essa igualdade, concluímos: na multi- bém podemos fazê-lo, agrupando os fatores de duas
plicação de números inteiros, temos: maneiras:
(+) . (+) =+ (+2 ) . [(-3 ) . (+4 )] = [(+2 ) . ( -3 )]. (+4 )
(+2 ) . (-12) = (-6 ) . (+4 )
2º CASO: UM FATOR É POSITIVO E O OUTRO É -24 = -24
NEGATIVO
Exemplos: De modo geral, temos o seguinte:
1) (+3) . (-4) = 3 . (-4) = (-4) + (-4) + (-4) = -12 Se a, b, c representam números inteiros quaisquer,
ou seja: (+3) . (-4) = -12 então: a . (b . c) = (a . b) . c

2) Lembremos que: -(+2) = -2 3ª) ELEMENTO NEUTRO


(-3) . (+5) = - (+3) . (+5) = -(+15) = - 15 Observe que:
ou seja: (-3) . (+5) = -15 (+4 ) . (+1 ) = +4 e (+1 ) . (+4 ) = +4

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Qualquer que seja o número inteiro a, temos: PROPRIEDADE
a . (+1 ) = a e (+1 ) . a = a Como vimos: (+4 ) : (+3 ) ∉ Z

O número inteiro +1 chama-se neutro para a multi- Portanto, não vale em Z a propriedade do fecha-
plicação. mento para a divisão. Alem disso, também não são
válidas as proposições associativa, comutativa e do
4ª) COMUTATIVA elemento neutro.
Observemos que: (+2). (-4 ) = - 8
e (-4 ) . (+2 ) = - 8 POTENCIAÇÃO DE NÚMEROS INTEIROS
Portanto: (+2 ) . (-4 ) = (-4 ) . (+2 )
CONCEITO
Se a e b são números inteiros quaisquer, então: a . A notação
b = b . a, isto é, a ordem dos fatores não altera o pro- (+2 )3 = (+2 ) . (+2 ) . (+2 )
duto.

5ª) DISTRIBUTIVA EM RELAÇÃO À ADIÇÃO E é um produto de três fatores iguais


À SUBTRAÇÃO
Observe os exemplos: Analogamente:
(+3 ) . [( -5 ) + (+2 )] = (+3 ) . ( -5 ) + (+3 ) . (+2 ) ( -2 )4 = ( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 )
(+4 ) . [( -2 ) - (+8 )] = (+4 ) . ( -2 ) - (+4 ) . (+8 )

Conclusão: é um produto de quatro fatores iguais


Se a, b, c representam números inteiros quaisquer,
temos: Portanto potência é um produto de fatores iguais.
a) a . [b + c] = a . b + a . c
A igualdade acima é conhecida como proprie- Na potência (+5 )2 = +25, temos:
dade distributiva da multiplicação em relação à +5 ---------- base
adição. 2 ---------- expoente
b) a . [b – c] = a . b - a . c +25 ---------- potência
A igualdade acima é conhecida como proprie-
dade distributiva da multiplicação em relação à Observacões :
subtração. (+2 ) 1 significa +2, isto é, (+2 )1 = +2
( -3 )1 significa -3, isto é, ( -3 )1 = -3
DIVISÃO DE NÚMEROS INTEIROS
CÁLCULOS
CONCEITO
Dividir (+16) por 2 é achar um número que, multi- O EXPOENTE É PAR
plicado por 2, dê 16. Calcular as potências
16 : 2 = ? ⇔ 2 . ( ? ) = 16 1) (+2 )4 = (+2 ) . (+2 ) . (+2 ) . (+2 ) = +16 isto
é, (+2)4 = +16
O número procurado é 8. Analogamente, temos: 2) ( -2 )4 = ( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 ) = +16 isto
1) (+12) : (+3 ) = +4 porque (+4 ) . (+3 ) = +12 é, (-2 )4 = +16
2) (+12) : ( -3 ) = - 4 porque (- 4 ) . ( -3 ) = +12
3) ( -12) : (+3 ) = - 4 porque (- 4 ) . (+3 ) = -12 Observamos que: (+2)4 = +16 e (-2)4 = +16
4) ( -12) : ( -3 ) = +4 porque (+4 ) . ( -3 ) = -12
Então, de modo geral, temos a regra:
A divisão de números inteiros só pode ser realiza-
da quando o quociente é um número inteiro, ou seja, Quando o expoente é par, a potência é sempre um
quando o dividendo é múltiplo do divisor. número positivo.

Portanto, o quociente deve ser um número inteiro. Outros exemplos: (-1)6 = +1 (+3)2 = +9

Exemplos: O EXPOENTE É ÍMPAR


( -8 ) : (+2 ) = -4 Calcular as potências:
( -4 ) : (+3 ) = não é um número inteiro 1) (+2 )3 = (+2 ) . (+2 ) . (+2 ) = +8
isto é, (+2)3 = + 8
Lembramos que a regra dos sinais para a divisão é 2) ( -2 )3 = ( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 ) = -8
a mesma que vimos para a multiplicação: ou seja, (-2)3 = -8
(+):(+)=+ (+):( -)=-
(- ):( -)=+ ( -):(+)=- Observamos que: (+2 )3 = +8 e ( -2 )3 = -8

Exemplos: Daí, a regra:


( +8 ) : ( -2 ) = -4 (-10) : ( -5 ) = +2 Quando o expoente é ímpar, a potência tem o
(+1 ) : ( -1 ) = -1 (-12) : (+3 ) = -4 mesmo sinal da base.

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Outros exemplos: (- 3) 3 = - 27 (+2)4 = +16 Exemplos:
Calcular as potências:
PROPRIEDADES 1) (+2 )3 = (+2 ) . (+2 ) . (+2 ) = +8
isto é, (+2)3 = + 8
PRODUTO DE POTÊNCIAS DE MESMA BASE 2) ( -2 )3 = ( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 ) = -8
Exemplos: (+2 )3 . (+2 )2 = (+2 )3+22 = (+2 )5 ou seja, (-2)3 = -8
( -2 )2 . ( -2 )3 . ( -2 )5 = ( -2 ) 2 + 3 + 5 = ( -2 )10
Observamos que: (+2 )3 = +8 e ( -2 )3 = -8
Para multiplicar potências de mesma base, man-
temos a base e somamos os expoentes. Daí, a regra:
Quando o expoente é ímpar, a potência tem o
QUOCIENTE DE POTÊNCIAS DE MESMA BASE mesmo sinal da base.
(+2 ) 5 : (+2 )2 = (+2 )5-2 = (+2 )3
( -2 )7 : ( -2 )3 = ( -2 )7-3 = ( -2 )4 Outros exemplos: (- 3) 3 = - 27 (+2)4 = +16
Para dividir potências de mesma base em que o PROPRIEDADES
expoente do dividendo é maior que o expoente do PRODUTO DE POTÊNCIAS DE MESMA BASE
divisor, mantemos a base e subtraímos os expoentes. Exemplos: (+2 )3 . (+2 )2 = (+2 )3+22 = (+2 )5
( -2 )2 . ( -2 )3 . ( -2 )5 = ( -2 ) 2 + 3 + 5 = ( -2 )10
POTÊNCIA DE POTÊNCIA
Para multiplicar potências de mesma base, man-
[( -4 )3]5 = ( -4 )3 . 5 = ( -4 )15 temos a base e somamos os expoentes.
Para calcular uma potência de potência, conser-
vamos a base da primeira potência e multiplicamos os QUOCIENTE DE POTÊNCIAS DE MESMA BASE
expoentes . (+2 ) 5 : (+2 )2 = (+2 )5-2 = (+2 )3
( -2 )7 : ( -2 )3 = ( -2 )7-3 = ( -2 )4
POTÊNCIA DE UM PRODUTO Para dividir potências de mesma base em que o
[( -2 ) . (+3 ) . ( -5 )]4 = ( -2 )4 . (+3 )4 . ( -5 )4 expoente do dividendo é maior que o expoente do
divisor, mantemos a base e subtraímos os expoentes.
Para calcular a potência de um produto, sendo n o
expoente, elevamos cada fator ao expoente n. POTÊNCIA DE POTÊNCIA
[( -4 )3]5 = ( -4 )3 . 5 = ( -4 )15
POTÊNCIA DE EXPOENTE ZERO Para calcular uma potência de potência, conser-
(+2 )5 : (+2 )5 = (+2 )5-5 = (+2 )0 vamos a base da primeira potência e multiplicamos os
e (+2 )5 : (+2 )5 = 1 expoentes .

Consequentemente: (+2 )0 = 1 ( -4 )0 = 1 POTÊNCIA DE UM PRODUTO


[( -2 ) . (+3 ) . ( -5 )]4 = ( -2 )4 . (+3 )4 . ( -5 )4
Qualquer potência de expoente zero é igual a 1. Para calcular a potência de um produto, sendo n o
expoente, elevamos cada fator ao expoente n.
Observação:
Não confundir -32 com ( -3 )2, porque -32 signifi- POTÊNCIA DE EXPOENTE ZERO
ca -( 3 )2 e portanto (+2 )5 : (+2 )5 = (+2 )5-5 = (+2 )0
-32 = -( 3 )2 = -9 e (+2 )5 : (+2 )5 = 1
enquanto que: ( -3 )2 = ( -3 ) . ( -3 ) = +9 Consequentemente: (+2 )0 = 1 ( -4 )0 = 1
Logo: -3 2 ≠ ( -3 )2 Qualquer potência de expoente zero é igual a 1.

Observação: Não confundir-32 com (-3)2, porque -


CÁLCULOS
32 significa -( 3 )2 e portanto: -32 = -( 3 )2 = -9
O EXPOENTE É PAR enquanto que: ( -3 )2 = ( -3 ) . ( -3 ) = +9
Calcular as potências Logo: -3 2 ≠ ( -3 )2
(+2 )4 = (+2 ) . (+2 ) . (+2 ) . (+2 ) = +16 isto é,
(+2)4 = +16 NÚMEROS PARES E ÍMPARES
( -2 )4 = ( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 ) . ( -2 ) = +16 isto é, (-2
Os pitagóricos estudavam à natureza dos números, e
)4 = +16
baseado nesta natureza criaram sua filosofia e modo de
vida. Vamos definir números pares e ímpares de acordo
Observamos que: (+2)4 = +16 e (-2)4 = +16
com a concepção pitagórica:
• par é o número que pode ser dividido em duas
Então, de modo geral, temos a regra:
partes iguais, sem que uma unidade fique no
Quando o expoente é par, a potência é sempre um
meio, e ímpar é aquele que não pode ser dividido
número positivo.
em duas partes iguais, porque sempre há uma
unidade no meio
Outros exemplos: (-1)6 = +1 (+3)2 = +9
Uma outra caracterização, nos mostra a preocupa-
O EXPOENTE É ÍMPAR
ção com à natureza dos números:

Matemática 17 A Opção Certa Para a Sua Realização


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• número par é aquele que tanto pode ser dividido Um número composto pode ser escrito sob a forma
em duas partes iguais como em partes desiguais, de um produto de fatores primos.
mas de forma tal que em nenhuma destas divi-
sões haja uma mistura da natureza par com a na- Por exemplo, o número 60 pode ser escrito na forma:
tureza ímpar, nem da ímpar com a par. Isto tem 60 = 2 . 2 . 3 . 5 = 22 . 3 . 5 que é chamada de forma
uma única exceção, que é o princípio do par, o fatorada.
número 2, que não admite a divisão em partes
desiguais, porque ele é formado por duas unida- Para escrever um número na forma fatorada, deve-
des e, se isto pode ser dito, do primeiro número mos decompor esse número em fatores primos, proce-
par, 2. dendo do seguinte modo:

Para exemplificar o texto acima, considere o número Dividimos o número considerado pelo menor número
10, que é par, pode ser dividido como a soma de 5 e 5, primo possível de modo que a divisão seja exata.
mas também como a soma de 7 e 3 (que são ambos Dividimos o quociente obtido pelo menor número
ímpares) ou como a soma de 6 e 4 (ambos são pares); primo possível.
mas nunca como a soma de um número par e outro
ímpar. Já o número 11, que é ímpar pode ser escrito Dividimos, sucessivamente, cada novo quociente pe-
como soma de 8 e 3, um par e um ímpar. Atualmente, lo menor número primo possível, até que se obtenha o
definimos números pares como sendo o número que ao quociente 1.
ser dividido por dois têm resto zero e números ímpares
aqueles que ao serem divididos por dois têm resto dife- Exemplo:
rente de zero. Por exemplo, 12 dividido por 2 têm resto 60 2
zero, portanto 12 é par. Já o número 13 ao ser dividido
por 2 deixa resto 1, portanto 13 é ímpar. 0 30 2

MÚLTIPLOS E DIVISORES 0 15 3
5 0 5
DIVISIBILIDADE
Um número é divisível por 2 quando termina em 0, 2, 1
4, 6 ou 8. Ex.: O número 74 é divisível por 2, pois termina Portanto: 60 = 2 . 2 . 3 . 5
em 4.
Na prática, costuma-se traçar uma barra vertical à di-
Um número é divisível por 3 quando a soma dos va- reita do número e, à direita dessa barra, escrever os
lores absolutos dos seus algarismos é um número divi- divisores primos; abaixo do número escrevem-se os
sível por 3. Ex.: 123 é divisível por 3, pois 1+2+3 = 6 e 6 quocientes obtidos. A decomposição em fatores primos
é divisível por 3 estará terminada quando o último quociente for igual a 1.

Um número é divisível por 5 quando o algarismo das Exemplo:


unidades é 0 ou 5 (ou quando termina em o ou 5). Ex.: O 60 2
número 320 é divisível por 5, pois termina em 0. 30 2
15 3
Um número é divisível por 10 quando o algarismo 5 5
das unidades é 0 (ou quando termina em 0). Ex.: O nú- 1
mero 500 é divisível por 10, pois termina em 0. Logo: 60 = 2 . 2 . 3 . 5

NÚMEROS PRIMOS DIVISORES DE UM NÚMERO

Um número natural é primo quando é divisível ape- Consideremos o número 12 e vamos determinar to-
nas por dois números distintos: ele próprio e o 1. dos os seus divisores Uma maneira de obter esse resul-
tado é escrever os números naturais de 1 a 12 e verificar
Exemplos: se cada um é ou não divisor de 12, assinalando os divi-
• O número 2 é primo, pois é divisível apenas por sores.
dois números diferentes: ele próprio e o 1. 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10 - 11 - 12
• O número 5 é primo, pois é divisível apenas por = = = = = ==
dois números distintos: ele próprio e o 1. Indicando por D(12) (lê-se: "D de 12”) o conjunto dos
• O número natural que é divisível por mais de dois divisores do número 12, temos:
números diferentes é chamado composto. D (12) = { 1, 2, 3, 4, 6, 12}
• O número 4 é composto, pois é divisível por 1, 2, 4.
• O número 1 não é primo nem composto, pois é di- Na prática, a maneira mais usada é a seguinte:
visível apenas por um número (ele mesmo). 1º) Decompomos em fatores primos o número consi-
• O número 2 é o único número par primo. derado.
12 2
6 2
DECOMPOSIÇÃO EM FATORES PRIMOS (FATORA-
3 3
ÇÃO)
1

Matemática 18 A Opção Certa Para a Sua Realização


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1ª) Divide-se o maior dos números pelo menor. Se
2º) Colocamos um traço vertical ao lado os fatores a divisão for exata, o M.D.C. entre esses núme-
primos e, à sua direita e acima, escrevemos o nu- ros é o menor deles.
mero 1 que é divisor de todos os números. 2ª) Se a divisão não for exata, divide-se o divisor (o
1 menor dos dois números) pelo resto obtido na
12 2 divisão anterior, e, assim, sucessivamente, até
6 2 se obter resto zero. 0 ultimo divisor, assim de-
3 3 terminado, será o M.D.C. dos números conside-
1 rados.

3º) Multiplicamos o fator primo 2 pelo divisor 1 e es- Exemplo:


crevemos o produto obtido na linha correspondente. Calcular o M.D.C. (24, 32)
x1
12 2 2 32 24 24 8
6 2
3 3 8 1 0 3
1
Resposta: M.D.C. (24, 32) = 8
4º) Multiplicamos, a seguir, cada fator primo pelos
divisores já obtidos, escrevendo os produtos nas MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM
linhas correspondentes, sem repeti-los.
x1 Recebe o nome de mínimo múltiplo comum de dois
12 2 2 ou mais números o menor dos múltiplos (diferente de
6 2 4 zero) comuns a esses números.
3 3
1 O processo prático para o cálculo do M.M.C de dois
ou mais números, chamado de decomposição em fato-
x1 res primos, consiste das seguintes etapas:
12 2 2 1º) Decompõem-se em fatores primos os números
6 2 4 apresentados.
3 3 3, 6, 12 2º) Determina-se o produto entre os fatores primos
1 comuns e não-comuns com seus maiores expo-
entes. Esse produto é o M.M.C procurado.
Os números obtidos à direita dos fatores primos são
os divisores do número considerado. Portanto: Exemplos: Calcular o M.M.C (12, 18)
D(12) = { 1, 2, 4, 3, 6, 12}
Decompondo em fatores primos esses números, temos:
Exemplos: 12 2 18 2
1) 6 2 9 3
1 3 3 3 3
18 2 2 1 1
9 3 3, 6 D(18) = {1, 2 , 3, 6, 9, 18}
3 3 9, 18 12 = 22 . 3 18 = 2 . 32
1 Resposta: M.M.C (12, 18) = 22 . 32 = 36

2) Observação: Esse processo prático costuma ser


1 simplificado fazendo-se uma decomposição simultânea
30 2 2 dos números. Para isso, escrevem-se os números, um
15 3 3, 6 ao lado do outro, separando-os por vírgula, e, à direita
5 5 5, 10, 15, 30 da barra vertical, colocada após o último número, escre-
1 vem-se os fatores primos comuns e não-comuns. 0 cal-
culo estará terminado quando a última linha do dispositi-
D(30) = { 1, 2, 3, 5, 6, 10, 15, 30} vo for composta somente pelo número 1. O M.M.C dos
números apresentados será o produto dos fatores.
MÁXIMO DIVISOR COMUM
Exemplo:
Recebe o nome de máximo divisor comum de dois Calcular o M.M.C (36, 48, 60)
ou mais números o maior dos divisores comuns a esses 36, 48, 60 2
números. 18, 24, 30 2
9, 12, 15 2
Um método prático para o cálculo do M.D.C. de dois 9, 6, 15 2
números é o chamado método das divisões sucessivas 9, 3, 15 3
(ou algoritmo de Euclides), que consiste das etapas 3, 1, 5 3
seguintes: 1, 1 5 5
1, 1, 1
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Resposta: M.M.C (36, 48, 60) = 24 . 32 . 5 = 720 4
5 5
3ª) n
a:b = n a :n b 4 =
RAÍZ QUADRADA EXATA DE NÚMEROS INTEIROS 16 4 16

CONCEITO
4ª) ( a)
m
n
= m an ( x)
3
5
= 3 x5
Consideremos o seguinte problema:
5ª)
m n
a = m⋅n a 6
3 = 12 3
Descobrir os números inteiros cujo quadrado é +25.
Solução: (+5 )2 = +25 e ( -5 )2 =+25
Resposta: +5 e -5 EXPRESSÕES NUMÉRICAS COM NÚMEROS IN-
TEIROS ENVOLVENDO AS QUATRO OPERAÇÕES
Os números +5 e -5 chamam-se raízes quadradas de Para calcular o valor de uma expressão numérica
+25. com números inteiros, procedemos por etapas.
Outros exemplos:
Número Raízes quadradas 1ª ETAPA:
+9 + 3 e -3 a) efetuamos o que está entre parênteses ( )
+16 + 4 e -4 b) eliminamos os parênteses
+1 + 1 e -1
+64 + 8 e -8 2ª ETAPA:
+81 + 9 e -9 a) efetuamos o que está entre colchetes [ ]
+49 + 7 e -7 b) eliminamos os colchetes
+36 +6 e -6
3º ETAPA:
O símbolo 25 significa a raiz quadrada de 25, isto a) efetuamos o que está entre chaves { }
é 25 = +5 b) eliminamos as chaves

Como 25 = +5 , então: − 25 = −5 Em cada etapa, as operações devem ser efetuadas


Agora, consideremos este problema. na seguinte ordem:
1ª) Potenciação e radiciação na ordem em que apa-
Qual ou quais os números inteiros cujo quadrado é - recem.
25? 2ª) Multiplicação e divisão na ordem em que apare-
Solução: (+5 )2 = +25 e (-5 )2 = +25 cem.
Resposta: não existe número inteiro cujo quadrado 3ª) Adição e subtração na ordem em que apare-
cem.
seja -25, isto é, − 25 não existe no conjunto Z dos
números inteiros. Exemplos:
1) 2 + 7 . (-3 + 4) =
Conclusão: os números inteiros positivos têm, como 2 + 7 . (+1) = 2 + 7 = 9
raiz quadrada, um número positivo, os números inteiros
negativos não têm raiz quadrada no conjunto Z dos nú- 2) (-1 )3 + (-2 )2 : (+2 ) =
meros inteiros. -1+ (+4) : (+2 ) =
-1 + (+2 ) =
RADICIAÇÃO -1 + 2 = +1

A raiz n-ésima de um número b é um número a tal 3) -(-4 +1) – [-(3 +1)] =


que an = b. -(-3) - [-4 ] =
+3 + 4 = 7
n
b = a ⇒ an = b
4) –2( -3 –1)2 +3 . ( -1 – 3)3 + 4
5
32 = 2 -2 . ( -4 )2 + 3 . ( - 4 )3 + 4 =
-2 . (+16) + 3 . (- 64) + 4 =
-32 – 192 + 4 =
5 índice
-212 + 4 = - 208
32 radicando pois 25 = 32
raiz 5) (-288) : (-12)2 - (-125) : ( -5 )2 =
2 radical (-288) : (+144) - (-125) : (+25) =
(-2 ) - (- 5 ) = -2 + 5 = +3
3
Outros exemplos : 8 = 2 pois 2 3 = 8 6) (-10 - 8) : (+6 ) - (-25) : (-2 + 7 ) =
3
− 8 = - 2 pois ( -2 )3 = -8 (-18) : (+6 ) - (-25) : (+5 ) =
-3 - (- 5) =
PROPRIEDADES (para a ≥ 0, b ≥ 0) - 3 + 5 = +2
m: p
1ª)
m
an = a n: p 15
310 = 3 3 2 7) –52 : (+25) - (-4 )2 : 24 - 12 =
-25 : (+25) - (+16) : 16 - 1 =
2ª) n
a⋅b = n a ⋅n b 6 = 2⋅ 3 -1 - (+1) –1 = -1 -1 –1 = -3

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8) 2 . ( -3 )2 + (-40) : (+2)3 - 22 = NÚMERO RACIONAL FRACIONÁRIO ou NÚME-


2 . (+9 ) + (-40) : (+8 ) - 4 = RO FRACIONÁRIO:
+18 + (-5) - 4 = 1 2 3
+ 18 - 9 = +9 = = = ⋅ ⋅ ⋅ (definido pela classe de equiva-
2 4 6
CONJUNTO DOS NÚMEROS RACIONAIS (Q) lência que representa o
mesmo número racional 1/2).
Os números racionais são representados por um
NOMES DADOS ÀS FRAÇÕES DIVERSAS
a Decimais: quando têm como denominador 10 ou
numeral em forma de fração ou razão, , sendo a e
b uma potência de 10
b números naturais, com a condição de b ser diferente 5 7
de zero. , ,⋅ ⋅ ⋅ etc.
1. NÚMERO FRACIONARIO. A todo par ordenado 10 100
(a, b) de números naturais, sendo b ≠ 0, corresponde
b) próprias: aquelas que representam quantidades
a
um número fracionário .O termo a chama-se nu- menores do que 1.
b 1 3 2
merador e o termo b denominador. , , ,⋅ ⋅ ⋅ etc.
2 4 7
2. TODO NÚMERO NATURAL pode ser represen-
tado por uma fração de denominador 1. Logo, é pos- c) impróprias: as que indicam quantidades iguais
sível reunir tanto os números naturais como os fracio- ou maiores que 1.
nários num único conjunto, denominado conjunto dos 5 8 9
números racionais absolutos, ou simplesmente con-
, , ,⋅ ⋅ ⋅ etc.
5 1 5
junto dos números racionais Q.
d) aparentes: todas as que simbolizam um número
Qual seria a definição de um número racional ab- natural.
soluto ou simplesmente racional? A definição depende
das seguintes considerações:
20 8
= 5, = 4 , etc.
a) O número representado por uma fração não 4 2
muda de valor quando multiplicamos ou dividi-
mos tanto o numerador como o denominador e) ordinárias: é o nome geral dado a todas as fra-
por um mesmo número natural, diferente de ze- ções, com exceção daquelas que possuem como
ro. denominador 10, 102, 103 ...
Exemplos: usando um novo símbolo: ≈
≈ é o símbolo de equivalência para frações f) frações iguais: são as que possuem os termos
2 2 × 5 10 10 × 2 20 3 3 8 8
≈ ≈ ≈ ≈ ≈ ⋅⋅⋅ iguais = , = , etc.
3 3 × 5 15 15 × 2 30 4 4 5 5
b) Classe de equivalência. É o conjunto de todas
as frações equivalentes a uma fração dada. g) forma mista de uma fração: é o nome dado ao
3 6 9 12 numeral formado por uma parte natural e uma parte
, , , ,⋅ ⋅ ⋅ (classe de equivalência da fra-  4
1 2 3 4 fracionária;  2  A parte natural é 2 e a parte fracio-
3  7
ção: ) 4
1 nária .
7
Agora já podemos definir número racional : número
racional é aquele definido por uma classe de equiva- h) irredutível: é aquela que não pode ser mais sim-
lência da qual cada fração é um representante. plificada, por ter seus termos primos entre si.
3 5 3
NÚMERO RACIONAL NATURAL ou NÚMERO , , , etc.
NATURAL: 4 12 7
0 0
0= = = ⋅⋅⋅ (definido pela classe de equiva- 4. PARA SIMPLIFICAR UMA FRAÇÃO, desde que
1 2 não possua termos primos entre si, basta dividir os
lência que representa o mesmo dois ternos pelo seu divisor comum.
número racional 0) 8 8:4 2
1 2 = =
1 = = = ⋅⋅⋅ (definido pela classe de equiva- 12 12 : 4 3
1 2
lência que representa o mesmo 5. COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES.
número racional 1) Para comparar duas ou mais frações quaisquer
e assim por diante. primeiramente convertemos em frações equivalentes

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de mesmo denominador. De duas frações que têm o 4 8 4 + 8 12 4
mesmo denominador, a maior é a que tem maior nu- + = = =
merador. Logo: 9 9 9 9 3
6 8 9 1 2 3 7 3 7−3 4 2
< < ⇔ < < − = = =
12 12 12 2 3 4 6 6 6 6 3
(ordem crescente) 2 2 2−2 0
− = = =0
7 7 7 7
De duas frações que têm o mesmo numerador, a
maior é a que tem menor denominador. Observação: A subtração só pode ser efetuada
7 7 quando o minuendo é maior que o subtraendo, ou
Exemplo: >
2 5 igual a ele.

OPERAÇÕES COM FRAÇÕES 2º CASO: Frações com denominadores diferentes:


Neste caso, para adicionar ou subtrair frações com
ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO denominadores diferentes, procedemos do seguinte
A soma ou a diferença de duas frações é uma ou- modo:
tra fração, cujo calculo recai em um dos dois casos • Reduzimos as frações ao mesmo denominador.
seguintes: • Efetuamos a operação indicada, de acordo com o
caso anterior.
1º CASO: Frações com mesmo denominador. Ob- • Simplificamos o resultado (quando possível).
servemos as figuras seguintes:
Exemplos:
1 2 5 3
1) + = 2) + =
3 4 8 6
4 6 15 12
3 2 = + = = + =
12 12 24 24
6 6 15 + 12
4+6 = =
= = 24
5 12
27 9
6 10 5 = =
3 2 5 = = 24 8
Indicamos por: + = 12 6
6 6 6
Observações:
Para adicionar mais de duas frações, reduzimos
todas ao mesmo denominador e, em seguida, efetua-
mos a operação.
2 Exemplos.
6 2 7 3 3 5 1 1
a) + + = b) + + + =
15 15 15 4 6 8 2
5 2+7+3 18 20 3 12
= = = + + + =
6 15 24 24 24 24
12 4
= = 18+ 20+ 3 +12
3 15 5
= =
24
6 53
5 2 3 =
Indicamos por: − = 24
6 6 6 Havendo número misto, devemos transformá-lo em
fração imprópria:
Assim, para adicionar ou subtrair frações de mes-
mo denominador, procedemos do seguinte modo: Exemplo:
 adicionamos ou subtraímos os numeradores e 1 5 1
mantemos o denominador comum. 2 + +3 =
3 12 6
 simplificamos o resultado, sempre que possível. 7 5 19
+ + =
Exemplos: 3 12 6
28 5 38
3 1 3 +1 4 + + =
+ = = 12 12 12
5 5 5 5 28 + 5 + 38 71
=
12 12

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Um círculo dividido em 3 partes iguais indicamos
Se a expressão apresenta os sinais de parênteses (das três partes hachuramos 2).
( ), colchetes [ ] e chaves { }, observamos a
mesma ordem: Quando o numerador é menor que o denominador
1º) efetuamos as operações no interior dos parên- temos uma fração própria. Observe:
teses;
2º) as operações no interior dos colchetes; Observe:
3º) as operações no interior das chaves.

Exemplos:
2 3 5 4
1) +  −  −  =
3 4 2 2
 8 9  1
= + − =
 12 12  2
Quando o numerador é maior que o denominador
17 1 temos uma fração imprópria.
= − =
12 2
17 6 FRAÇÕES EQUIVALENTES
= − =
12 12
Duas ou mais frações são equivalentes, quando
11 representam a mesma quantidade.
=
12

  3 1   2 3 
2)5 −  −  − 1 +  =
  2 3   3 4 
  9 2   5 3 
= 5 −  −  −  +  =
  6 6   3 4 
 7   20 9 
= 5 −  −  +  =
 6   12 12 
 30 7  29
= − − =
 6 6  12 1 2 3
Dizemos que: = =
23 29 2 4 6
= − =
6 12
46 29 - Para obter frações equivalentes, devemos multi-
= − = plicar ou dividir o numerador por mesmo número dife-
12 12 rente de zero.
17 1 2 2 1 3 3
= Ex: ⋅ = ou . =
12 2 2 4 2 3 6

NÚMEROS RACIONAIS Para simplificar frações devemos dividir o numera-


dor e o denominador, por um mesmo número diferen-
te de zero.

Quando não for mais possível efetuar as divisões


dizemos que a fração é irredutível.

Exemplo:
Um círculo foi dividido em duas partes iguais. Di- 18 2 9 3
: = = ⇒ Fração Irredutível ou Sim-
zemos que uma unidade dividida em duas partes 12 2 6 6
iguais e indicamos 1/2. plificada
onde: 1 = numerador e 2 = denominador
1 3
Exemplo: e
3 4

Calcular o M.M.C. (3,4): M.M.C.(3,4) = 12


1 3 (12 : 3 ) ⋅ 1 (12 : 4 ) ⋅ 3 temos: 4 e 9
e = e
3 4 12 12 12 12

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1 4 1 3
A fração é equivalente a . Ex.: e
3 12 3 4

3 9 Calcular o M.M.C. (3,4) = 12


A fração equivalente . (12 : 3 ) ⋅ 1 e (12 : 4 ) ⋅ 3 temos:
4 12 1 3
e =
3 4 12 12
Exercícios: 4 9
1) Achar três frações equivalentes às seguintes e
12 12
frações:
1 4 3
1 2 A fração é equivalente a . A fração equi-
1) 2) 3 12 4
4 3
9
2 3 4 4 6 8 valente .
Respostas: 1) , , 2) , , 12
8 12 16 6 9 12
Exemplo:
COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES 2 4
? ⇒ numeradores diferentes e denomi-
3 5
a) Frações de denominadores iguais.
nadores diferentes m.m.c.(3, 5) = 15
Se duas frações tem denominadores iguais a mai-
or será aquela: que tiver maior numerador.
(15 : 3).2 (15.5).4 10 12
3 1 1 3 ? = < (ordem
Ex.: > ou < 15 15 15 15
4 4 4 4
crescente)
b) Frações com numeradores iguais
Se duas frações tiverem numeradores iguais, a Exercícios: Colocar em ordem crescente:
menor será aquela que tiver maior denominador. 2 2 5 4 5 2 4
1) e 2) e 3) , e
7 7 7 7 5 3 3 3 6 3 5
Ex.: > ou <
4 5 5 4
2 2 4 5
Respostas: 1) < 2) <
c) Frações com numeradores e denominadores 5 3 3 3
receptivamente diferentes. 4 5 3
Reduzimos ao mesmo denominador e depois 3) < <
3 6 2
comparamos. Exemplos:
2 1
> denominadores iguais (ordem decrescen- OPERAÇÕES COM FRAÇÕES
3 3
te) 1) Adição e Subtração
4 4 a) Com denominadores iguais somam-se ou sub-
> numeradores iguais (ordem crescente)
5 3 traem-se os numeradores e conserva-se o deno-
minador comum.
SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES 2 5 1 2 + 5 +1 8
Ex: + + = =
3 3 3 3 3
Para simplificar frações devemos dividir o numera- 4 3 4−3 1
dor e o denominador por um número diferente de − = =
5 5 5 5
zero.
b) Com denominadores diferentes reduz ao mes-
Quando não for mais possível efetuar as divisões,
mo denominador depois soma ou subtrai.
dizemos que a fração é irredutível. Exemplo:
Ex:
18 : 2 9 : 3 3
= = 1 3 2
12 : 2 6 : 3 2 1) + + = M.M.C.. (2, 4, 3) = 12
2 4 3
Fração irredutível ou simplificada.
(12 : 2).1 + (12 : 4).3 + (12.3).2 6 + 9 + 8 23
9 36 = =
Exercícios: Simplificar 1) 2) 12 12 12
12 45
4 2
3 4 2) − = M.M.C.. (3,9) = 9
Respostas: 1) 2) 3 9
4 5
(9 : 3).4 - (9 : 9).2 12 - 2 10
= =
REDUÇÃO DE FRAÇÕES AO MENOR DENOMINA- 9 9 9
DOR COMUM
Exercícios. Calcular:

Matemática 24 A Opção Certa Para a Sua Realização


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2 5 1 5 1 2 1 1 2
1) + + 2) − 3) + − 1 16 9  1
7 7 7 6 6 3 4 3 1) 2) 3) + 
9 25 16  2 
8 4 2 7
Respostas: 1) 2) = 3)
7 6 3 12 1 4
Respostas: 1) 2) 3) 1
3 5
MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES
NÚMEROS DECIMAIS
Para multiplicar duas ou mais frações devemos
multiplicar os numeradores das frações entre si, assim
Toda fração com denominador 10, 100, 1000,...etc,
como os seus denominadores.
chama-se fração decimal.
Exemplo:
3 4 7
2 3 2 3 6 3 Ex: , , , etc
. = x = = 10 100 100
5 4 5 4 20 10
Escrevendo estas frações na forma decimal temos:
Exercícios: Calcular:
3
2 5 2 3 4  1 3  2 1 = três décimos,
1) ⋅ 2) ⋅ ⋅ 3)  +  ⋅  −  10
5 4 5 2 3 5 5 3 3
4
10 5 24 4 4 = quatro centésimos
Respostas: 1) = 2) = 3) 100
12 6 30 5 15
7
= sete milésimos
1000
DIVISÃO DE FRAÇÕES
Escrevendo estas frações na forma decimal temos:
Para dividir duas frações conserva-se a primeira e
3 4 7
multiplica-se pelo inverso da Segunda. =0,3 = 0,04 = 0,007
4 2 4 3 12 6 10 100 1000
Exemplo: : = . = =
5 3 5 2 10 5
Outros exemplos:
34 635 2187
Exercícios. Calcular: 1) = 3,4 2) = 6,35 3) =218,7
4 2 8 6  2 3  4 1 10 100 10
1) : 2) : 3)  +  :  − 
3 9 15 25 5 5 3 3 Note que a vírgula “caminha” da direita para a es-
querda, a quantidade de casas deslocadas é a mes-
20 ma quantidade de zeros do denominador.
Respostas: 1) 6 2) 3) 1
9
Exercícios. Representar em números decimais:
POTENCIAÇÃO DE FRAÇÕES 35 473 430
1) 2) 3)
10 100 1000
Eleva o numerador e o denominador ao expoente
dado. Exemplo: Respostas: 1) 3,5 2) 4,73 3) 0,430
3 3
2 2 8
  = 3 = LEITURA DE UM NÚMERO DECIMAL
3 3 27
Ex.:
Exercícios. Efetuar:
2 4 2 3
3  1  4   1
1)   2)   3)   −  
4 2 3 2

9 1 119
Respostas: 1) 2) 3)
16 16 72

RADICIAÇÃO DE FRAÇÕES

Extrai raiz do numerador e do denominador.


4 4 2
Exemplo: = =
9 9 3

Exercícios. Efetuar:
OPERAÇÕES COM NÚMEROS DECIMAIS

Matemática 25 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Adição e Subtração Obs.: Para transformar qualquer fração em número
Coloca-se vírgula sob virgula e somam-se ou sub- decimal basta dividir o numerador pelo denominador.
traem-se unidades de mesma ordem. Exemplo 1: Ex.: 2/5 = 2 |5 , então 2/5=0,4
20 0,4
10 + 0,453 + 2,832
10,000 Exercícios
+ 0,453 1) Transformar as frações em números decimais.
2,832 1 4 1
_______ 1) 2) 3)
5 5 4
13,285 Respostas: 1) 0,2 2) 0,8 3) 0,25
Exemplo 2:
2) Efetuar as operações:
47,3 - 9,35
1) 1,6 : 0,4 2) 25,8 : 0,2
47,30
3) 45,6 : 1,23 4) 178 : 4,5-3,4.1/2
9,35
5) 235,6 : 1,2 + 5 . 3/4
______
37,95 Respostas: 1) 4 2) 129 3) 35,07
4) 37,855 5) 200,0833....
Exercícios. Efetuar as operações:
1) 0,357 + 4,321 + 31,45
Multiplicação de um número decimal por 10, 100,
2) 114,37 - 93,4
1000
3) 83,7 + 0,53 - 15, 3

Respostas: 1) 36,128 2) 20,97 3) 68,93 Para tornar um número decimal 10, 100, 1000.....
vezes maior, desloca-se a vírgula para a direita, res-
MULTIPLICAÇÃO COM NÚMEROS DECIMAIS pectivamente, uma, duas, três, . . . casas decimais.
2,75 x 10 = 27,5 6,50 x 100 = 650
Multiplicam-se dois números decimais como se 0,125 x 100 = 12,5 2,780 x 1.000 = 2.780
fossem inteiros e separam-se os resultados a partir da 0,060 x 1.000 = 60 0,825 x 1.000 = 825
direita, tantas casas decimais quantos forem os alga-
rismos decimais dos números dados. DIVISÃO
Para dividir os números decimais, procede-se as-
Exemplo: 5,32 x 3,8 sim:
5,32 → 2 casas, 1) iguala-se o número de casas decimais;
x 3,8→ 1 casa após a virgula 2) suprimem-se as vírgulas;
______ 3) efetua-se a divisão como se fossem números
4256 inteiros.
1596 +
______ Exemplos:
20,216 → 3 casas após a vírgula ♦ 6 : 0,15 = 6,00 0,15

Exercícios. Efetuar as operações: 000 40


1) 2,41 . 6,3 2) 173,4 . 3,5 + 5 . 4,6 Igualam – se as casas decimais.
3) 31,2 . 0,753 Cortam-se as vírgulas.
 7,85 : 5 = 7,85 : 5,00 785 : 500 = 1,57
Respostas: 1) 15,183 2) 629,9
3) 23,4936 Dividindo 785 por 500 obtém-se quociente 1 e res-
to 285
DIVISÃO DE NÚMEROS DECIMAIS
Como 285 é menor que 500, acrescenta-se uma
Igualamos as casas decimais entre o dividendo e o vírgula ao quociente e zeros ao resto
divisor e quando o dividendo for menor que o divisor ♦ 2 : 4 0,5
acrescentamos um zero antes da vírgula no quocien-
te. Como 2 não é divisível por 4, coloca-se zero e vír-
gula no quociente e zero no dividendo
Ex.: ♦ 0,35 : 7 = 0,350 7,00 350 : 700 =
a) 3:4 0,05
3 |_4_
30 0,75 Como 35 não divisível por 700, coloca-se zero e
20 vírgula no quociente e um zero no dividendo. Como
0 350 não é divisível por 700, acrescenta-se outro zero
b) 4,6:2 ao quociente e outro ao dividendo
4,6 |2,0 = 46 | 20
60 2,3 Divisão de um número decimal por 10, 100, 1000
0

Matemática 26 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Para tornar um número decimal 10, 100, 1000, ....
vezes menor, desloca-se a vírgula para a esquerda, CONJUNTO DOS NÚMEROS REAIS (R)
respectivamente, uma, duas, três, ... casas decimais.
CORRESPONDÊNCIA ENTRE NÚMEROS E
Exemplos: PONTOS DA RETA, ORDEM, VALOR ABSOLUTO
25,6 : 10 = 2,56 Há números que não admitem representação
04 : 10 = 0,4 decimal finita nem representação decimal infinita e
315,2 : 100 = 3,152 periódico, como, por exemplo:
018 : 100 = 0,18 π = 3,14159265...
0042,5 : 1.000 = 0,0425
0015 : 1.000 = 0,015 2 = 1,4142135...
3 = 1,7320508...
milhar centena dezena Unidade décimo centésimo milésimo
simples
5 = 2,2360679...
1 000 100 10 1 0,1 0,01 0,001
Estes números não são racionais: π ∈ Q, 2
LEITURA DE UM NÚMERO DECIMAL ∈ Q, 3 ∈ Q, 5 ∈ Q; e, por isso mesmo, são
Procedemos do seguinte modo: chamados de irracionais.
1º) Lemos a parte inteira (como um número natu-
ral). Podemos então definir os irracionais como sendo
2º) Lemos a parte decimal (como um número natu- aqueles números que possuem uma representação
ral), acompanhada de uma das palavras: decimal infinita e não periódico.
- décimos, se houver uma ordem (ou casa) de-
cimal Chamamos então de conjunto dos números reais,
- centésimos, se houver duas ordens decimais; e indicamos com R, o seguinte conjunto:
- milésimos, se houver três ordens decimais.
R= { x | x é racional ou x é irracional}
Exemplos:
1) 1,2 Lê-se: "um inteiro e Como vemos, o conjunto R é a união do conjunto
dois décimos". dos números racionais com o conjunto dos números
irracionais.
2) 12,75 Lê-se: "doze inteiros
e setenta e cinco Usaremos o símbolo estrela (*) quando quisermos
centésimos". indicar que o número zero foi excluído de um
conjunto.
3) 8,309 Lê-se: "oito inteiros e
trezentos e nove Exemplo: N* = { 1; 2; 3; 4; ... }; o zero foi excluído
milésimos''. de N.

Observações: Usaremos o símbolo mais (+) quando quisermos


1) Quando a parte inteira é zero, apenas a parte indicar que os números negativos foram excluídos de
decimal é lida. um conjunto.
Exemplos:
Exemplo: Z+ = { 0; 1; 2; ... } ; os negativos foram
a) 0,5 - Lê-se: "cinco excluídos de Z.
décimos".
Usaremos o símbolo menos (-) quando quisermos
b) 0,38 - Lê-se: "trinta e oito indicar que os números positivos foram excluídos de
centésimos". um conjunto.
c) 0,421 - Lê-se: "quatrocentos
e vinte e um Exemplo: Z − = { . .. ; - 2; - 1; 0 } ; os positivos
milésimos". foram excluídos de Z.

2) Um número decimal não muda o seu valor se Algumas vezes combinamos o símbolo (*) com o
acrescentarmos ou suprimirmos zeros â direita símbolo (+) ou com o símbolo (-).
do último algarismo.
Exemplo: 0,5 = 0,50 = 0,500 = 0,5000 " ....... Exemplos

3) Todo número natural pode ser escrito na forma a) Z *− = ( 1; 2; 3; ... ) ; o zero e os positivos foram
de número decimal, colocando-se a vírgula excluídos de Z.
após o último algarismo e zero (ou zeros) a sua b) Z *+ = { ... ; - 3; - 2; - 1 } ; o zero e os negativos
direita.
Exemplos: 34 = 34,00... 176 = 176,00... foram excluídos de Z.

Matemática 27 A Opção Certa Para a Sua Realização


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e) – 7 Q−
Exercícios resolvidos i) 7 2 Q
1
1. Completar com ∈ ou ∉ : f) Q j) 7 R*
Z 7
a) 5 g) 3 Q*
b) 5 *
Z− h) 4 Q
c) 3,2 Z+* 2. Completar com ∈ ou ∉
i) ( − 2) 2 Q-
a) 3 Q d) π Q
1
d) Z j) 2 R b) 3,1 Q e) 3,141414... Q
4 c) 3,14 Q
4 k) 4 R-
e) Z
1 3. Completar com ⊂ ou ⊄ :
f) 2 Q *
a) Z + N* *
d) Z − R
Resolução b) Z − N e) Z − R+
a) ∈ , pois 5 é positivo.
b) ∉ , pois 5 é positivo e os positivos foram c) R+ Q
*
excluídos de Z − 4. Usando diagramas de Euler-Venn, represente
c) ∉ 3,2 não é inteiro. os conjuntos N, Z, Q e R .
1 Respostas:
d) ∉ , pois
não é inteiro. 1.
4
a) ∈ e) ∈ i) ∈
4
e) ∈ , pois = 4 é inteiro. b) ∉ f) ∈ j) ∈
1 c) ∈ g) ∈
f) ∉ , pois 2 não é racional. d) ∉ h) ∉

g) ∉ , pois 3 não é racional 2.


h) ∈ , pois 4 = 2 é racional a) ∈ c) ∈ e) ∈
b) ∈ d) ∉
i) ∉ , pois ( − 2)2 = 4 = 2 é positivo, e os
3.
positivos foram excluídos de Q− . a) ⊂ c) ⊄ e) ⊄
j) ∈ , pois 2 é real. b) ⊄ d) ⊂

k) ∉ , pois 4 = 2 é positivo, e os positivos foram 4.


excluídos de R−

2. Completar com ⊂ ou ⊄ :
a) N Z* d) Q Z
b) N Z+ *
e) Q + *
R+ Reta numérica
Uma maneira prática de representar os números
c) N Q reais é através da reta real. Para construí-la, dese-
nhamos uma reta e, sobre ela, escolhemos, a nosso
Resolução: gosto, um ponto origem que representará o número
a) ⊄ , pois 0 ∈ N e 0 ∉ Z * . zero; a seguir escolhemos, também a nosso gosto,
b) ⊂, pois N = Z + porém à direita da origem, um ponto para represen-
tar a unidade, ou seja, o número um. Então, a dis-
c) ⊂ , pois todo número natural é também tância entre os pontos mencionados será a unidade
racional. de medida e, com base nela, marcamos, ordenada-
d) ⊄ , pois há números racionais que não são mente, os números positivos à direita da origem e os
2 números negativos à sua esquerda.
inteiros como por exemplo, .
3
e) ⊂ , pois todo racional positivo é também real
positivo.

Exercícios propostos:
1. Completar com ∈ ou ∉ EXERCÍCIOS
a) 0 N 7 1) Dos conjuntos a seguir, o único cujos elementos
g) Q +* são todos números racionais é:
b) 0 N* 1  1 
c) 7 Z h) 7 Q a)  , 2, 3, 5, 4 2 
 2 
d) - 7 Z+

Matemática 28 A Opção Certa Para a Sua Realização


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 2  Podemos afirmar que:
c)  − 1, , 0, 2, 3  a) l é falsa e II e III são verdadeiros.
 7  b) I é verdadeiro e II e III são falsas.
b) { − 3, − 2, − 2, 0 } c) I e II são verdadeiras e III é falsa.
d) { 0, 9, 4 , 5, 7 }
d) I e II são falsas e III é verdadeira.

10) Considere as seguintes sentenças:


2) Se 5 é irracional, então: I) A soma de dois números naturais é sempre um
m número natural.
a) 5 escreve-se na forma , com n ≠0 e m, n ∈ II) O produto de dois números inteiros é sempre um
n número inteiro.
N. III) O quociente de dois números inteiros é sempre
b) 5 pode ser racional um número inteiro.
m Podemos afirmar que:
c) 5 jamais se escreve sob a forma , com n ≠0 a) apenas I é verdadeiro.
n
b) apenas II é verdadeira.
e m, n ∈ N.
c) apenas III é falsa.
d) 2 5 é racional d) todas são verdadeiras.

3) Sendo N, Z, Q e R, respectivamente, os conjun- 11) Assinale a alternativa correta:


tos dos naturais, inteiros, racionais e reais, po- a) R ⊂ N c) Q ⊃ N
demos escrever: b) Z ⊃ R d) N ⊂ { 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6 }
a) ∀x ∈ N⇒x∈R c) Z ⊃ Q
b) ∀x ∈Q⇒x∈Z d) R ⊂ Z 12) Assinale a alternativa correto:
a) O quociente de dois número, racionais é sempre
4) Dado o conjunto A = { 1, 2, 3, 4, 5, 6 }, pode- um número inteiro.
mos afirmar que: b) Existem números Inteiros que não são números
a) ∀ x ∈ A ⇒ x é primo reais.
b) ∃ x ∈ A | x é maior que 7 c) A soma de dois números naturais é sempre um
c) ∀ x ∈ A ⇒ x é múltiplo de 3 número inteiro.
d) ∃ x ∈ A | x é par d) A diferença entre dois números naturais é sem-
e) nenhuma das anteriores pre um número natural.

5) Assinale a alternativa correta: 13) O seguinte subconjunto dos números reais


a) Os números decimais periódicos são irracionais
b) Existe uma correspondência biunívoca entre os
pontos da reta numerada, e o conjunto Q.
c) Entre dois números racional existem infinitos escrito em linguagem simbólica é:
números racionais. a) { x ∈ R | 3< x < 15 } c) { x ∈ R | 3 ≤ x ≤ 15 }
d) O conjunto dos números irracionais é finito b) { x ∈ R | 3 ≤ x < 15 } d) { x ∈ R | 3< x ≤ 15 }
6) Podemos afirmar que: 14) Assinale a alternativa falsa:
a) todo real é racional. a) R* = { x ∈ R | x < 0 ou x >0}
b) todo real é irracional.
b) 3∈ Q
c) nenhum irracional é racional.
c) Existem números inteiros que não são números
d) algum racional é irracional.
naturais.
7) Podemos afirmar que:
a) entre dois inteiros existe um inteiro.
d) é a repre-
b) entre dois racionais existe sempre um racional.
sentação de { x ∈ R | x ≥ 7 }
c) entre dois inteiros existe um único inteiro.
d) entre dois racionais existe apenas um racional.
15) O número irracional é:
8) Podemos afirmar que: 4
a) 0,3333... e)
a) ∀a, ∀b ∈ N⇒a-b∈N 5
b) ∀a, ∀b ∈ N⇒a:b∈N b) 345,777... d) 7
c) ∀a, ∀b ∈ R⇒a+b∈R
d) ∀a, ∀b ∈ Z⇒a:b∈Z 16) O símbolo R − representa o conjunto dos núme-
ros:
9) Considere as seguintes sentenças: a) reais não positivos c) irracional.
I) 7 é irracional. b) reais negativos d) reais positivos.
II) 0,777... é irracional.
III) 2 2 é racional.

Matemática 29 A Opção Certa Para a Sua Realização


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17) Os possíveis valores de a e de b para que a nú- SISTEMA DE MEDIDAS LEGAIS
mero a + b 5 seja irracional, são:
A) Unidades de Comprimento
a) a = 0 e b=0 c) a = 0 e b = 2 B) Unidades de ÁREA
c) a=1eb= 5 d) a = 16 e b = 0 C) Áreas Planas
D) Unidades de Volume e de Capacidade
E) Volumes dos principais sólidos geométricos
18) Uma representação decimal do número 5 é: F) Unidades de Massa
a) 0,326... c) 1.236...
b) 2.236... d) 3,1415... A) UNIDADES DE COMPRIMENTO

Medidas de comprimento:
19) Assinale o número irracional:
a) 3,01001000100001... e) 3,464646... Medir significa comparar. Quando se mede um
b) 0,4000... d) 3,45 determinado comprimento, estamos comparando este
comprimento com outro tomado como unidade de medida.
20) O conjunto dos números reais negativos é repre- Portanto, notamos que existe um número seguido de um
sentado por: nome: 4 metros — o número será a medida e o nome será a
a) R* c) R unidade de medida.
b) R_ d) R*
Podemos medir a página deste livro utilizando um
lápis; nesse caso o lápis foi tomado como unidade de
21) Assinale a alternativo falso:
medida ou seja, ao utilizarmos o lápis para medirmos o
a) 5 ∈ Z b) 5,1961... ∈ Q comprimento do livro, estamos verificando quantas vezes o
5 lápis (tomado como medida padrão) caberá nesta página.
c) − ∈Q
3
Para haver uma uniformidade nas relações humanas
22) Um número racional compreendido entre 3 e estabeleceu-se o metro como unidade fundamental de
medida de comprimento; que deu origem ao sistema métrico
6 é:
decimal, adotado oficialmente no Brasil.
3. 6
a) 3,6 c) Múltiplos e sub-múltiplos do sistema métrico: Para
2
escrevermos os múltiplos e sub-múltiplos do sistema
6 3+ 6 métrico decimal, utilizamos os seguintes prefixos gregos:
b) d)
3 2
KILO significa 1.000 vezes
23) Qual dos seguintes números é irracional? HECTA significa 100 vezes
3
a) 125 c) 27 DECA significa 10 vezes
4 DECI significa décima parte
b) 1 d) 169 CENTI significa centésima parte
MILI significa milésima parte.

1km = 1.000m 1 m = 10 dm
24) é a representação 1hm = 100m e 1 m = 100 cm
gráfica de: 1dam = 10m 1 m = 1000 mm
a) { x ∈ R | x ≥ 15 } b) { x ∈ R | -2≤ x < 4 }
c) { x ∈ R | x < -2 } d) { x ∈ R | -2< x ≤ 4 }

RESPOSTAS
1) d 5) b 9) b 13) b 17) c 21) b
2) c 6) c 10) c 14) d 18) b 22) b
3) a 7) b 11) b 15) d 19) a 23) c Transformações de unidades: Cada unidade de
4) e 8) c 12) c 16) b 20) b 24) d comprimento é dez (10) vezes maior que a unidade
imediatamente. inferior. Na prática cada mudança de vírgula
para a direita (ou multiplicação por dez) transforma uma
unidade imediatamente inferior a unidade dada; e cada
Medidas: Unidade de medidas (comprimento, mudança de vírgula para a esquerda (ou divisão por dez)
massa, superfície e volume); Medidas de transforma uma unidade na imediatamente superior.
tempo; Mudanças de unidades e resolução de
problemas com unidades; Potenciação e ra- Ex.: 45 Km ⇒ 45 . 1.000 = 45.000 m
diciação: Propriedade de potências de mesma 500 cm ⇒ 500 ÷ 100 = 5 m
8 Km e 25 m ⇒ 8.000m + 25m = 8.025 m
base; Simplificação de radicais; Operações ou 8,025 Km.
com radicais; Racionalização de denominado-
res. Resumo

Matemática 30 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Propriedade: Toda unidade de medida de superfície
é 100 vezes maior do que a imediatamente inferior.

Múltiplos e submúltiplos do metro quadrado:

Múltiplos Submúltiplos
km2: 1.000.000 m2 m2 cm2 : 0,0001 m2
Permitido de um polígono: o perímetro de um hm2: 10.000 m2 dm2: 0,01 m2
polígono é a soma do comprimento de seus lados. dam2: 100 m2 mm2 : 0,000001m2

1km2 = 1000000 (= 1000 x 1000)m2


1 hm2= 10000 (= 100 x 100)m2
1dam2 =100 (=10x10) m2

Regras Práticas:

• para se converter um número medido numa


unidade para a unidade imediatamente superior
deve-se dividi-lo por 100.
• para se converter um número medido numa
unidade, para uma unidade imediatamente
inferior, deve-se multiplicá-lo por 100.
Perímetro de uma circunferência: Como a abertura Medidas Agrárias:
do compasso não se modifica durante o traçado vê-se logo centiare (ca) — é o m2
que os pontos da circunferência distam igualmente do ponto
zero (0). are (a) —é o dam2 (100 m2)

hectare (ha) — é o hm2 (10000 m2).

C) ÁREAS PLANAS

Retângulo: a área do retângulo é dada pelo produto


da medida de comprimento pela medida da largura, ou,
medida da base pela medida da altura.

Elementos de uma circunferência:

Perímetro: a + a + b + b

Quadrado: a área do quadrado é dada pelo produto


“lado por lado, pois sendo um retângulo de lados iguais,
base = altura = lado.

O perímetro da circunferência é calculado


multiplicando-se 3,14 pela medida do diâmetro.

3,14 . medida do diâmetro = perímetro.

B) UNIDADES DE ÁREA: a ideia de superfície já é


nossa conhecida, é uma noção intuitiva. Ex.: superfície da
mesa, do assoalho que são exemplos de superfícies planas Perímetro: é a soma dos quatro lados.
enquanto que a superfície de uma bola de futebol, é uma
superfície esférica. Triângulo: a área do triângulo é dada pelo produto da
base pela altura dividido por dois.
Damos o nome de área ao número que mede uma
superfície numa determinada unidade.

Metro quadrado: é a unidade fundamental de medida


de superfície (superfície de um quadrado que tem 1 m de
lado).
Perímetro – é a soma dos três lados.

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Trapézio: a área do trapézio é igual ao produto da 1dam3 = 1000 (10x10x10)m3
semi-soma das bases, pela altura.
1m3 =1000 (= 10 x 10 x 10) dm3
1m3 =1000 000 (=100 x 100 x 100) cm3
1m3= 1000000000 ( 1000x 1000x 1000) mm3

Perímetro – é a soma dos quatro lados. Unidades de capacidade: litro é a unidade


fundamental de capacidade. Abrevia-se o litro por l.
Losango: a área do losango é igual ao semi-produto
das suas diagonais. O litro é o volume equivalente a um decímetro
cúbico.

Múltiplos Submúltiplos

hl ( 100 l) dl (0,1 l)
dal ( 10 l) litro l cl (0,01 l)
ml (0,001 l)

Perímetro – á a soma dos quatro lados. Como se vê:

Área de polígono regular: a área do polígono regular 1 hl = 100 l 1 l = 10 dl


é igual ao produto da medida do perímetro (p) pela medida 1 dal = 10 l 1 l = 100 cl
do apotema (a) sobre 2. 1 l = 1000 ml

VOLUMES DOS PRINCIPAIS SÓLIDOS


GEOMÉTRICOS

Volume do paralelepípedo retângulo: é o mais


comum dos sólidos geométricos. Seu volume é dado pelo
Perímetro – soma de seus lados. produto de suas três dimensões.

DUNIDADES DE VOLUME E CAPACIDADE

Unidades de volume: volume de um sólido é a


medida deste sólido.

Chama-se metro cúbico ao volume de um cubo cuja


aresta mede 1 m.

Volume do cubo: o cubo é um paralelepipedo


retângulo de faces quadradas. Um exemplo comum de
cubo, é o dado.
Propriedade: cada unidade de volume é 1.000 vezes
maior que a unidade imediatamente inferior.

Múltiplos e sub-múltiplos do metro cúbico:

MÚLTIPIOS SUB-MÚLTIPLOS

km3 ( 1 000 000 000m3) dm3 (0,001 m3)


3
hm ( 1 000 000 m )
3 cm3 (0,000001m3) O volume do cubo é dado pelo produto das medidas
dam3 (1 000 m3) mm3 (0,000 000 001m3) de suas três arestas que são iguais.

Como se vê: V = a. a . a = a3 cubo


1 km3 = 1 000 000 000 (1000x1000x1000)m3
1 hm3 = 1000000 (100 x 100 x 100) m3

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Volume do prisma reto: o volume do prisma reto é 1dia = 24 horas
dado pelo produto da área da base pela medida da altura. 1 hora = sessenta minutos
1 minuto = sessenta segundos
1 ano = 365 dias
1 mês = 30 dias

Média geométrica

Numa proporção contínua, o meio comum é


denominado média proporcional ou média geométrica dos
extremos. Portanto no exemplo acima 8 é a média
proporcional entre 4 e 16. O quarto termo de uma proporção
contínua é chamado terceira proporcional. Assim, no nosso
exemplo, 16 é a terceira proporcional depois de 4 e 8.

Para se calcular a média proporcional ou geométrica


de dois números, teremos que calcular o valor do meio
comum de uma proporção continua. Ex.:
4 X
=
Volume do cilindro: o volume do cilindro é dado pelo
X 16
produto da área da base pela altura.
4 . 16 x . x

x2 = 64 x
64 =8

4.º proporcional: é o nome dado ao quarto termo de


uma proporção não continua. Ex.:

4 12
= , 4 . x = 8 . 12
8 F
96
x= =24.
4

Nota: Esse cálculo é idêntico ao cálculo do elemento


F) UNIDADES DE MASSA desconhecido de uma proporção).

— A unidade fundamental para se medir massa de Média Aritmética Simples: (ma)


um corpo (ou a quantidade de matéria que esse corpo
possui), é o kilograma (kg). A média aritmética simples de dois números é dada
— o kg é a massa aproximada de 1 dm3 de água a 4 pelo quociente da soma de seus valores e pela quantidade
graus de temperatura. das parcelas consideradas.
Ex.: determinar a ma de: 4, 8, 12, 20
— Múltiplos e sub-múltiplos do kilograma:
4 + 8 + 12 + 20 44
Múltiplos Submúltiplos ma = = = 11
kg (1000g) dg (0,1 g) 4 4
hg ( 100g) cg (0,01 g)
dag ( 10 g) mg (0,001 g) Média Aritmética Ponderada (mv):

Como se vê: A média aritmética ponderada de vários números aos


quais são atribuídos pesos (que indicam o número de vezes
1kg = 1000g 1g = 10 dg que tais números figuraram) consiste no quociente da soma
1 hg = 100 g e 1g= 100 cg dos produtos — que se obtém multiplicando cada número
1 dag = 10g 1g = 1000 mg pelo peso correspondente, pela soma dos pesos.

Ex.: No cálculo da média final obtida por um aluno


durante o ano letivo, usamos a média aritmética ponderada.
A resolução é a seguinte:

Matéria Notas Peso


Português 60,0 5
Matemática 40,0 3
Para a água destilada, 1.º acima de zero. História 70,0 2
volume capacidade massa 60 . 5 + 40 3 + 70 . 2
mp =
1dm2 1l 1kg 5+3+2
Medidas de tempo:
Não esquecer:

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300 + 120 + 140 perpendiculares.
= = 56 • Obtuso: É um ângulo cuja medida está entre
10
90º e 180º (ou entre π/2 e π radianos).
ÂNGULO • Raso: Ângulo que mede exatamente 180º (ou π
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. radianos), os seus lados são semi-retas
opostas.
Ângulo É a região de um plano concebida pela • Côncavo: Ângulo que mede mais de 180º (ou
abertura de duas semi-retas que possuem uma π radianos) e menos de 360º (ou 2π radianos).
origem em comum, dividindo este plano em duas • Giro ou Completo: Ângulo que mede 360º (ou
partes. A abertura do ângulo é uma propriedade 2π radianos). Também pode ser chamado de
invariante deste e é medida, no SI, em radianos. Ângulo de uma volta.

Unidades de medidas para ângulos O ângulo reto (90º) é provavelmente o ângulo mais
De forma a medir um ângulo, um círculo com importante, pois o mesmo é encontrado em inúmeras
centro no vértice é desenhado. Como a circunferência aplicações práticas, como no encontro de uma parede
do círculo é sempre diretamente proporcional ao com o chão, os pés de uma mesa em relação ao seu
comprimento de seu raio, a medida de um ângulo é tampo, caixas de papelão, esquadrias de janelas,
independente do tamanho do círculo. Note que etc...
ângulos são adimensionais, desde que sejam
definidos como a razão dos comprimentos. Um ângulo de 360 graus é o ângulo que completa
• A medida em radiano de um ângulo é o o círculo. Após esta volta completa este ângulo
comprimento do arco cortado pelo ângulo, coincide com o ângulo de zero graus mas possui a
dividido pelo raio do círculo. O SI utiliza o grandeza de 360 graus (360 º).
radiano como o unidade derivada para
ângulos. Devido ao seu relacionamento com o Observação: É possível obter ângulos maiores do
comprimento do arco, radianos são uma que 360º mas os lados destes ângulos coincidirão
unidade especial. Senos e cossenos cujos com os lados dos ângulos menores do que 360º na
argumentos estão em radianos possuem medida que ultrapassa 360º. Para obter tais ângulos
propriedades analíticas particulares, tal como basta subtrair 360º do ângulo até que este seja menor
criar funções exponenciais em base e. do que 360º.
• A medida em graus de um ângulo é o
comprimento de um arco, dividido pela VELOCIDADE
circunferência de um círculo e multiplicada por A velocidade é uma grandeza vetorial, ou seja, tem
360. O símbolo de graus é um pequeno círculo direção e sentido, além do valor numérico. Duas
sobrescrito °. 2π radianos é igual a 360° (um velocidades só serão iguais se tiverem o mesmo
círculo completo), então um radiano é módulo, a mesma direção e o mesmo sentido.
aproximadamente 57° e um grau é π/180
radianos. Velocidade é a grandeza física que informa com
• O gradiano, também chamado de grado, é uma que rapidez e em qual direção um móvel muda de
medida angular onde o arco é divido pela posição no tempo. Sua determinação pode ser feita
circunferência e multiplicado por 400. Essa por meio de um valor médio (que relaciona o
forma é usado mais em triangulação. deslocamento total de um corpo ao intervalo de tempo
• O ponto é usado em navegação, e é definida decorrido desde que ele deixou a posição inicial até
como 1/32 do círculo, ou exatamente 11,25°. quando chegou ao fim do percurso) ou do valor
• O círculo completo ou volta completa instantâneo, que diz como a posição varia de acordo
representa o número ou a fração de voltas com o tempo num determinado instante.
completas. Por exemplo, π/2 radianos = 90° =
1/4 de um círculo completo. A velocidade média de um trem que percorre cem
quilômetros em duas horas é de cinquenta
O ângulo nulo é um ângulo que tem 0º. quilômetros por hora. O valor médio da velocidade de
um corpo é igual à razão entre o espaço por ele
A classificação dos ângulos é por sua percorrido e o tempo gasto no deslocamento, de
(normalmente) circunferência em graus. acordo com a fórmula v = s/t. A representação gráfica
da velocidade deve ser feita, em cada ponto, por um
Tipos de ângulos segmento orientado que caracteriza seu módulo, sua
Com relação às suas medidas, os ângulos podem direção (tangente à trajetória) e seu sentido (que
ser classificados como coincide com o sentido do movimento). No intervalo
• Nulo: Um ângulo nulo mede 0º ou 0 radianos. de duas horas, a velocidade do trem pode ter variado
• Agudo: Ângulo cuja medida é maior do que 0º para mais ou para menos em torno da velocidade
(ou 0 radianos) e menor do que 90º (ou π/2 média. A determinação da velocidade instantânea se
radianos). faz por meio do cálculo da velocidade média num
intervalo de tempo tão próximo de zero quanto
• Reto: Um ângulo reto é um ângulo cuja medida
possível. O cálculo diferencial, inventado por Isaac
é exatamente 90º (ou π/2 radianos). Assim os
Newton com esse fim específico, permite determinar
seus lados estão localizados em retas

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valores exatos da velocidade instantânea de um
corpo. MERCADO MONETÁRIO: é onde se encontram a oferta e
a demanda por moeda e se determina a taxa de juros de
equilíbrio.
Sistema Monetário Brasileiro: Moeda MOEDA ESCRITURAL: criada pelo sistema bancário, ao
MOEDA: (do latim "moneta") - deriva do nome da deusa emprestar ou aplicar uma quantidade de moeda superior à
JUNO MONETA, templo que manufaturavam as moedas que era originalmente introduzida no sistema bancário
romanas. como depósito em um dos bancos componentes do siste-
DINHEIRO: Sinônimo de moeda, origem do la- ma.
tim: DENARIUS. MOEDA METÁLICA: moeda cunhada em metal precioso
Nos tempos primitivos a moeda era qualquer produto que que trazia impresso o seu peso. Atualmente, são cunha-
servisse como instrumento de troca, Exemplos: das em metal não precioso, trazendo impresso o seu va-
· Chá na Índia; lor.
· Arroz no Japão; MOEDA-FIDUCIÁRIA: emitida pelos bancos centrais de
· Sal e colares em certos países africanos; cada país, tendo curso obrigatório por lei.
· No Brasil, no Rio de Janeiro, o açúcar teve curso forçado MOEDA: é todo objeto que serve para facilitar as trocas de
como moeda, no Maranhão, o tecido de algodão substituiu bens e serviços numa economia.
o dinheiro em algumas ocasiões. OFERTA DE MOEDA: é a quantidade de moeda que o
Em 1874, foi proibida no Brasil, a CIRCULAÇÃO dos gêne- governo resolve emitir, num determinado período, através
ros alimentícios utilizados como moeda. das autoridades monetárias.
MOEDA: Qualquer objeto que sirva como meio de troca PADRÃO-OURO: sistema monetário em que o papel-
em um sistema econômico; moeda emitido pelas autoridades monetárias tem uma re-
MOEDA METÁLICA: Cunhagem da moeda em metais pre- lação com a quantidade de ouro que o país possui. Atual-
ciosos, trazendo seu peso impresso. Hoje trazem impres- mente, não é mais seguido.
sos os seus valores; PAPEL-MOEDA: surgiu com a emissão de recibos pelos
PAPEL-MOEDA Emissão de recibos pelos cunhadores de cunhadores, e assegurava ao seu portador certa quanti-
moedas. Atualmente é a moeda escritural emitida pelo dade de ouro expressa no documento. Atualmente, é a
Banco Central de cada país. moeda emitida pelos bancos centrais de cada país.
MOEDA-ESCRITURAL: Foi criada pelo sistema bancário. POLÍTICA FISCAL: são medidas do governo que objetivam
Emprestavam os valores acima do lastro do sistema ban- diminuir a demanda através da carga tributária.
cário. POLÍTICA MONETÁRIA: são medidas adotadas pelo go-
ENCAIXE: BACEN (Banco Central) determina uma porcen- verno que visam reduzir a quantidade de moeda em circu-
tagem que podem ser emprestada sobre os depósitos efe- lação na economia.
tuados em um banco.
MOEDA FIDUCIÁRIA: Moeda que tem curso obrigatório, CRÉDITO A CURTO PRAZO: é o crédito cujo período para
por Lei, em um país. No Brasil a Moeda Fiduciária é o Re- pagamento é inferior a cinco meses.
al - R$. CRÉDITO A LONGO PRAZO: é o crédito cujo período para
pagamento é superior a cinco anos.
PRINCIPAIS FUNÇÕES DA MOEDA CRÉDITO A MÉDIO PRAZO: é o crédito cujo período para
· Intermediário de trocas; pagamento é superior a cinco meses e inferior a cinco
· Medida de valor; anos.
· Reserva de Valor; CRÉDITO DE CONSUMO: concedido às pessoas para que
· Liberatória; elas possam adquirir bens de consumo.
· Padrão de pagamentos diferidos; CRÉDITO DE PRODUÇÃO: é concedido às empresas para
· Instrumento de poder. que elas façam frente às despesas decorrentes da produ-
ção, como as despesas de investimento ou giro.
Intermediário de Trocas: Esta função permite a superação CRÉDITO PARA O ESTADO: é o crédito que o governo
de economia de escambo e a passagem à economia utiliza para as despesas de investimento ou consumo.
monetária; CRÉDITO: é a troca de um bem, ou a concessão de uma
quantia de moeda, pela promessa de pagamento futuro.
Medida de valor: a utiliza- CREDOR E DEVEDOR: são as pessoas envolvidas na
ção generalizada da moeda implica na criação de u operação de crédito. A primeira é a que empresta a quan-
ma unidade-padrão de medida pela qual são converti- tia em moeda, sob a promessa de recebê-la no futuro. O
dos os valores de todos os bens e serviços; devedor é a pessoa que deve pagar o empréstimo.
DEMANDA DE MOEDA PARA ESPECULAÇÃO: ocorre
Reserva de valor: outra função exercida pela moeda, pois quando aquela parcela da renda das pessoas que poderia
pode servir como umareserva de valor, desde o momen- ser aplicada em títulos fica retida, pelo fato de a taxa de
to que é recebida até o instante em que é gasta por quem juros estar baixa e as pessoas aguardarem sua elevação
a detenha. para comprar títulos.
DEMANDA DE MOEDA PARA TRANSAÇÕES: como os
Poder Liberatório: o poder de saldar dívidas, liquidar débi- recebimentos e pagamentos não são sincronizados, as
tos, livrar seu detentor de sair de uma posição passiva. pessoas precisam reter moeda para pagar suas despesas.
Esta particularidade da moeda dá-se o nome de: poder DEMANDA DE MOEDA POR PRECAUÇÃO: refere-se
liberatório. àquela parte da renda das pessoas retida para fazer frente
a imprevistos.
Padrão de pagamentos diferidos: À medida que a moeda
tem, sob garantia do Estado, o poder de saldar dívidas, Características essenciais da moeda.
sendo ademais, uma medida de valor, ela torna, automati-
camente, padrão de pagamentos diferidos. Esta função da As características mais relevantes da moeda, estudada
moeda resulta de sua capacidade de facilitar a distribuição desde Adam Smith são as seguintes:
de pagamentos ao longo do tempo, que para concessão · Indestrutibilidade e inalterabilidade;
de crédito ou de diferentes formas de adiantamentos. · Homogeneidade;

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· Divisibilidade;
·Transferibilidade;
· Facilidade de manuseio e transporte.

Indestrutibilidade e inalterabilidade: A moeda deve ser De um modo geral, na divisão de radicais de mes-
suficientemente durável, no sentido de que não destrua ou mo índice, mantemos o índice e dividimos os radicais:
se deteriore com o seu manuseio. Além disso, Indestrutibi- Exemplos:
lidade e inalterabilidade são obstáculos à sua falsificação,
constituindo-se, em elementos de fundamental importân- : =
cia para a confiança e a aceitação geral da moeda.

Homogeneidade Duas unidades monetárias distintas, mas Se os radicais forem diferentes, devemos reduzi-los
de igual valor, devem ser rigorosamente iguais. Ex. se o ao mesmo índice e depois efetue a operação. Exem-
arroz fosse dado como moeda, aceita pelas duas partes, plos:
se o comprador pensasse em pagar sua dívida com arroz
miúdos e quebrados, enquanto o vendedor imaginava re-
ceber arroz em grãos inteiros e graúdos. A possibilidade
de tal equívoco criada pela inexistência de homogeneida-
de é um exemplo da necessidade de que duas unidades http://www.somatematica.com.br/fundam/radiciacao.p
monetárias do mesmo valor sejam rigorosamente iguais. hp

Divisibilidade A moeda deve possuir múltiplos e submúlti- Racionalização de denominadores


plos em quantidade tal que as transações de grande porte
assim como as pequenas possam ser realizadas sem ne- Considere a fração: que seu denominador é um
nhuma restrição. Outro aspecto é quanto ao fracionamen-
to. (troco)
número irracional.
Transferibilidade Outra característica da moeda é quanto à Vamos agora multiplicar o numerador e o denomina-
facilidade com que deve processar-se sua transferência, dor desta fração por , obtendo uma fração equiva-
de um detentor para outro. lente:
Facilidade de manuseio e transporte o manuseio e o
transporte da moeda não deve oferecer obstáculos, isto é,
prejudicar sua utilização.

Meios de pagamentos. (Vide Revista Conjuntura econômica. Observe que a fração equivalente possui um
Em Conjuntura Estatística: Moeda - Base monetária, mei-
os de pagamentos e quase-moeda). denominador racional.
A essa transformação, damos o nome de racionali-
Meios de pagamentos.- Base monetária.
zação de denomindores.
M1 - Papel-moeda em poder do público + os depósitos a
vista (nos bancos comerciais); A racionalização de denominadores consiste, portan-
M2 - M1 + títulos federais; to, na obtenção de um fração com denominador raci-
M3 - M2 + depósitos de poupança; onal, equivalente a uma anterior, que possuía um ou
M4 - M3 + depósitos a prazo. mais radicais em seu denominador.
Alex Mendes Para racionalizar o denominador de uma fração de-
vemos multiplicar os termos desta fração por uma
expressão com radical, denominado fator racionali-
zante, de modo a obter uma nova fração equivalente
Radiciação
com denominador sem radical.
Potenciação de Radicais
Observando as potencias, temos que: Principais casos de racionalização:
1º Caso: O denominador é um radical de índice 2:
Exemplos:

De modo geral, para se elevar um radical a um


dado expoente, basta elevar o radicando àquele ex-
poente. Exemplos: é o fator racionalizante de , pois . =
=a
Divisão de Radicais
2º Caso: O denominador é um radical de índice
Segundo as propriedades dos radicais, temos que:
diferente de 2. Exemplos:

é o fator racionalizante de

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Naturalmente, você já percebeu que os R$ 80,00
nada representam, se não forem comparados com um
é o fator racionalizante de valor base e se não forem avaliados de acordo com a
natureza da comparação. Por exemplo, se a mensali-
é o fator racionalizante de
dade escolar fosse de R$ 90,00, o reajuste poderia
é o fator racionalizante de ser considerado alto; afinal, o valor da mensalidade
Potência com expoente racional teria quase dobrado. Já no caso do salário, mesmo
Observe as seguintes igualdades: considerando o salário mínimo, R$ 80,00 seriam uma
parte mínima. .
ou
Igualmente podemos transformar uma potência com A fim de esclarecer melhor este tipo de problema,
expoente fracionário em um radical. vamos estabelecer regras para comparação entre
grandezas.

2. RAZÃO
De modo geral, definimos: Você já deve ter ouvido expressões como: "De ca-
da 20 habitantes, 5 são analfabetos", "De cada 10
, com a R,m,n, N, a >0, n>0, m>0 alunos, 2 gostam de Matemática", "Um dia de sol,
Podemos também transformar um radical com expo- para cada dois de chuva".
ente fracionário:
Em cada uma dessas. frases está sempre clara
uma comparação entre dois números. Assim, no pri-
Propriedade das potências com expoentes racionais meiro caso, destacamos 5 entre 20; no segundo, 2
As propriedades das potências com expoentes racio- entre 10, e no terceiro, 1 para cada 2.
nais são as mesmas para os expoentes inteiros.
Sendo a e b números reais e positivos e os expoentes Todas as comparações serão matematicamente
números racionais, temos que: expressas por um quociente chamado razão.

Teremos, pois:

De cada 20 habitantes, 5 são analfabetos.


5
Razão =
20

De cada 10 alunos, 2 gostam de Matemática.


2
Razão =
10

c. Um dia de sol, para cada dois de chuva.


Exemplo: 1
Razão =
2
A razão entre dois números a e b, com b ≠ 0, é o
a
quociente , ou a : b.
b
http://www.somatematica.com.br/fundam/radiciacao2.php
Nessa expressão, a chama-se antecedente e b,
consequente. Outros exemplos de razão:
Grandezas proporcionais: Proporção; Regra
de três simples e composta; Porcentagem. Em cada 10 terrenos vendidos, um é do corretor.
1
Razão =
10
RAZÕES E PROPORÇÕES
Os times A e B jogaram 6 vezes e o time A ganhou
1. INTRODUÇÃO todas.
Se a sua mensalidade escolar sofresse hoje um 6
reajuste de R$ 80,00, como você reagiria? Acharia Razão =
caro, normal, ou abaixo da expectativa? Esse mesmo 6
valor, que pode parecer caro no reajuste da mensali-
dade, seria considerado insignificante, se tratasse de 3. Uma liga de metal é feita de 2 partes de ferro e
um acréscimo no seu salário. 3 partes de zinco.

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2 3 seu consequente. Ou seja:
Razão = (ferro) Razão = (zinco).
5 5 a c a + c a c
Se = , entao = = ,
b d b + d b d
3. PROPORÇÃO
Há situações em que as grandezas que estão sen- a - c a c
ou = =
do comparadas podem ser expressas por razões de b - d b d
antecedentes e consequentes diferentes, porém com
o mesmo quociente. Dessa maneira, quando uma Essa propriedade é válida desde que nenhum
pesquisa escolar nos revelar que, de 40 alunos entre- denominador seja nulo.
vistados, 10 gostam de Matemática, poderemos supor
que, se forem entrevistados 80 alunos da mesma Exemplo:
escola, 20 deverão gostar de Matemática. Na verda-
21 + 7 28 7
de, estamos afirmando que 10 estão representando = =
em 40 o mesmo que 20 em 80. 12 + 4 16 4
10 20 21 7
Escrevemos: = =
40 80 12 4
A esse tipo de igualdade entre duas razões dá-se
21 - 7 14 7
= =
o nome de proporção. 12 - 4 8 4
c a GRANDEZAS PROPORCIONAIS E DIVISÃO
Dadas duas razões , com b e d ≠ 0,
e
d b PROPORCIONAL
a c
teremos uma proporção se = . 1. INTRODUÇÃO:
b d
No dia-a-dia, você lida com situações que envol-
vem números, tais como: preço, peso, salário, dias de
Na expressão acima, a e c são chamados de trabalho, índice de inflação, velocidade, tempo, idade
antecedentes e b e d de consequentes. . e outros. Passaremos a nos referir a cada uma des-
sas situações mensuráveis como uma grandeza. Você
A proporção também pode ser representada como sabe que cada grandeza não é independente, mas
a : b = c : d. Qualquer uma dessas expressões é lida vinculada a outra conveniente. O salário, por exemplo,
assim: a está para b assim como c está para d. E está relacionado a dias de trabalho. Há pesos que
importante notar que b e c são denominados meios e dependem de idade, velocidade, tempo etc. Vamos
a e d, extremos. analisar dois tipos básicos de dependência entre
grandezas proporcionais.
Exemplo:
3 9 2. PROPORÇÃO DIRETA
A proporção = , ou 3 : 7 : : 9 : 21, é Grandezas como trabalho produzido e remunera-
7 21 ção obtida são, quase sempre, diretamente proporcio-
lida da seguinte forma: 3 está para 7 assim como 9 nais. De fato, se você receber R$ 2,00 para cada folha
está para 21. Temos ainda: que datilografar, sabe que deverá receber R$ 40,00
3 e 9 como antecedentes, por 20 folhas datilografadas.
7 e 21 como consequentes,
7 e 9 como meios e Podemos destacar outros exemplos de grandezas
3 e 21 como extremos. diretamente proporcionais:

3.1 PROPRIEDADE FUNDAMENTAL Velocidade média e distância percorrida, pois, se


O produto dos extremos é igual ao produto dos você dobrar a velocidade com que anda, deverá, num
meios: mesmo tempo, dobrar a distância percorrida.

a c Área e preço de terrenos.


= ⇔ ad = bc ; b, d ≠ 0
b d
Altura de um objeto e comprimento da sombra pro-
jetada por ele.
Exemplo:
Se 6 =
24 , então 6 . 96 = 24 . 24 = 576. Assim:
24 96
Duas grandezas São diretamente proporcionais
quando, aumentando (ou diminuindo) uma delas
3.2 ADIÇÃO (OU SUBTRAÇÃO) DOS numa determinada razão, a outra diminui (ou
ANTECEDENTES E CONSEQUENTES aumenta) nessa mesma razão.
Em toda proporção, a soma (ou diferença) dos an-
tecedentes está para a soma (ou diferença) dos con- 3. PROPORÇÃO INVERSA
sequentes assim como cada antecedente está para

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Grandezas como tempo de trabalho e número de tempo de permanência se reduzirá à metade. Esta é,
operários para a mesma tarefa são, em geral, inver- portanto, uma proporção inversa, ou melhor, as gran-
samente proporcionais. Veja: Para uma tarefa que 10 dezas número de pessoas e número de dias são in-
operários executam em 20 dias, devemos esperar versamente proporcionais.
que 5 operários a realizem em 40 dias.
4. DIVISÃO EM PARTES PROPORCIONAIS
Podemos destacar outros exemplos de grandezas
inversamente proporcionais: 4. 1 Diretamente proporcional
Duas pessoas, A e B, trabalharam na fabricação
Velocidade média e tempo de viagem, pois, se vo- de um mesmo objeto, sendo que A o fez durante 6
cê dobrar a velocidade com que anda, mantendo fixa horas e B durante 5 horas. Como, agora, elas deverão
a distância a ser percorrida, reduzirá o tempo do per- dividir com justiça os R$ 660,00 apurados com sua
curso pela metade. venda? Na verdade, o que cada um tem a receber
deve ser diretamente proporcional ao tempo gasto na
Número de torneiras de mesma vazão e tempo pa- confecção do objeto.
ra encher um tanque, pois, quanto mais torneiras esti-
verem abertas, menor o tempo para completar o tan- Dividir um número em partes diretamente
que. proporcionais a outros números dados é
encontrar partes desse número que sejam
Podemos concluir que : diretamente proporcionais aos números dados e
cuja soma reproduza o próprio número.
Duas grandezas são inversamente proporcionais No nosso problema, temos de dividir 660 em par-
quando, aumentando (ou diminuindo) uma delas tes diretamente proporcionais a 6 e 5, que são as
numa determinada razão, a outra diminui (ou horas que A e B trabalharam.
aumenta) na mesma razão. Vamos formalizar a divisão, chamando de x o que
A tem a receber, e de y o que B tem a receber.
Teremos então:
Vamos analisar outro exemplo, com o objetivo de
reconhecer a natureza da proporção, e destacar a
X + Y = 660
razão. Considere a situação de um grupo de pessoas
que, em férias, se instale num acampamento que X Y
cobra R$100,00 a diária individual. =
6 5
Observe na tabela a relação entre o número de Esse sistema pode ser resolvido, usando as
pessoas e a despesa diária: propriedades de proporção. Assim:
X + Y
Número de = Substituindo X + Y por 660,
pessoas 1 2 4 5 10 6 + 5
vem
660 X 6 ⋅ 660
= ⇒ X = = 360
Despesa 11 6 11
diária (R$ ) 100 200 400 500 1.000 Como X + Y = 660, então Y = 300
Concluindo, A deve receber R$ 360,00 enquanto
B, R$ 300,00.
Você pode perceber na tabela que a razão de au-
mento do número de pessoas é a mesma para o au- 4.2 INVERSAMENTE PROPORCIONAL
mento da despesa. Assim, se dobrarmos o número de E se nosso problema não fosse efetuar divisão em
pessoas, dobraremos ao mesmo tempo a despesa. partes diretamente proporcionais, mas sim inversa-
Esta é portanto, uma proporção direta, ou melhor, as mente? Por exemplo: suponha que as duas pessoas,
grandezas número de pessoas e despesa diária são A e B, trabalharam durante um mesmo período para
diretamente proporcionais. fabricar e vender por R$ 160,00 um certo artigo. Se A
chegou atrasado ao trabalho 3 dias e B, 5 dias, como
Suponha também que, nesse mesmo exemplo, a efetuar com justiça a divisão? O problema agora é
quantia a ser gasta pelo grupo seja sempre de dividir R$ 160,00 em partes inversamente proporcio-
R$2.000,00. Perceba, então, que o tempo de perma- nais a 3 e a 5, pois deve ser levado em consideração
nência do grupo dependerá do número de pessoas. que aquele que se atrasa mais deve receber menos.
Analise agora a tabela abaixo :
Número de 1 2 4 5 10
pessoas
Dividir um número em partes inversamente propor-
cionais a outros números dados é encontrar partes
Tempo de desse número que sejam diretamente proporcio-
permanência nais aos inversos dos números dados e cuja soma
(dias) 20 10 5 4 2 reproduza o próprio número.
Note que, se dobrarmos o número de pessoas, o

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No nosso problema, temos de dividir 160 em par-
tes inversamente proporcionais a 3 e a 5, que são os Convém lembrar que efetuar uma divisão em par-
números de atraso de A e B. Vamos formalizar a divi- tes inversamente proporcionais a certos números é o
são, chamando de x o que A tem a receber e de y o mesmo que fazer a divisão em partes diretamente
que B tem a receber. proporcionais ao inverso dos números dados.
x + y = 160
Resolvendo nosso problema, temos:
Chamamos de x: a quantia que deve receber a
x y
Teremos: = primeira turma; y: a quantia que deve receber a
1 1 segunda turma. Assim:
3 5 x y x y
= ou =
10 ⋅ 5 12 ⋅ 4 50 48
Resolvendo o sistema, temos: x + y x
x + y x x + y x ⇒ =
= ⇒ = 50 + 48 50
1 1 1 8 1
+
3 5 3 15 3 Como x + y = 29400, então
29400 x
=
98 50
x + y = 160, então
Mas, como
29400 ⋅ 50
160 x 160 1 ⇒x= ⇒ 15.000
= ⇒ x = ⋅ ⇒ 98
8 1 8 3
15 3 15 Portanto y = 14 400.

15 1 Concluindo, a primeira turma deve receber R$


⇒ x = 160 ⋅ ⋅ ⇒ x = 100 15.000,00 da empreiteira, e a segunda, R$ 14.400,00.
8 3
Observação: Firmas de projetos costumam cobrar
Como x + y = 160, então y = 60. Concluindo, A cada trabalho usando como unidade o homem-hora.
deve receber R$ 100,00 e B, R$ 60,00. O nosso problema é um exemplo em que esse critério
poderia ser usado, ou seja, a unidade nesse caso
4.3 DIVISÃO PROPORCIONAL COMPOSTA seria homem-dia. Seria obtido o valor de R$ 300,00
Vamos analisar a seguinte situação: Uma emprei- que é o resultado de 15 000 : 50, ou de 14 400 : 48.
teira foi contratada para pavimentar uma rua. Ela divi-
diu o trabalho em duas turmas, prometendo pagá-las REGRA DE TRÊS SIMPLES
proporcionalmente. A tarefa foi realizada da seguinte
maneira: na primeira turma, 10 homens trabalharam REGRA DE TRÊS SIMPLES
durante 5 dias; na segunda turma, 12 homens traba- Retomando o problema do automóvel, vamos
lharam durante 4 dias. Estamos considerando que os resolvê-lo com o uso da regra de três de maneira
homens tinham a mesma capacidade de trabalho. A prática.
empreiteira tinha R$ 29.400,00 para dividir com justiça
entre as duas turmas de trabalho. Como fazê-lo? Devemos dispor as grandezas, bem como os valo-
res envolvidos, de modo que possamos reconhecer a
Essa divisão não é de mesma natureza das anteri- natureza da proporção e escrevê-la.
ores. Trata-se aqui de uma divisão composta em par- Assim:
tes proporcionais, já que os números obtidos deverão
ser proporcionais a dois números e também a dois Grandeza 1: tempo Grandeza 2: distância
outros. (horas) percorrida
(km)
Na primeira turma, 10 homens trabalharam 5 dias,
produzindo o mesmo resultado de 50 homens, traba- 6 900
lhando por um dia. Do mesmo modo, na segunda
turma, 12 homens trabalharam 4 dias, o que seria 8 x
equivalente a 48 homens trabalhando um dia.

Para a empreiteira, o problema passaria a ser, Observe que colocamos na mesma linha valores
portanto, de divisão diretamente proporcional a 50 que se correspondem: 6 horas e 900 km; 8 horas e o
(que é 10 . 5), e 48 (que é 12 . 4). valor desconhecido.

Vamos usar setas indicativas, como fizemos antes,


Para dividir um número em partes de tal forma que para indicar a natureza da proporção. Se elas estive-
uma delas seja proporcional a m e n e a outra a p
rem no mesmo sentido, as grandezas são diretamente
e q, basta divida esse número em partes
proporcionais; se em sentidos contrários, são inversa-
proporcionais a m . n e p . q.
mente proporcionais.

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grandezas proporcionais. Como exemplo, vamos ana-
Nesse problema, para estabelecer se as setas têm lisar o seguinte problema.
o mesmo sentido, foi necessário responder à pergun-
ta: "Considerando a mesma velocidade, se aumen- Numa fábrica, 10 máquinas trabalhando 20 dias
tarmos o tempo, aumentará a distância percorrida?" produzem 2 000 peças. Quantas máquinas serão
Como a resposta a essa questão é afirmativa, as necessárias para se produzir 1 680 peças em 6 dias?
grandezas são diretamente proporcionais.
Como nos problemas anteriores, você deve verifi-
Já que a proporção é direta, podemos escrever: car a natureza da proporção entre as grandezas e
6 900 escrever essa proporção. Vamos usar o mesmo modo
= de dispor as grandezas e os valores envolvidos.
8 x
Grandeza 1: Grandeza 2: Grandeza 3:
7200 número de máquinas dias número de peças
Então: 6 . x = 8 . 900 ⇒ x = = 1 200
6

Concluindo, o automóvel percorrerá 1 200 km em 8 10 20 2000


horas.
x 6 1680
Vamos analisar outra situação em que usamos a
regra de três. Natureza da proporção: para estabelecer o sentido
das setas é necessário fixar uma das grandezas e
Um automóvel, com velocidade média de 90 km/h, relacioná-la com as outras.
percorre um certo espaço durante 8 horas. Qual será
o tempo necessário para percorrer o mesmo espaço Supondo fixo o número de dias, responda à ques-
com uma velocidade de 60 km/h? tão: "Aumentando o número de máquinas, aumentará
o número de peças fabricadas?" A resposta a essa
Grandeza 1: tempo Grandeza 2: velocidade questão é afirmativa. Logo, as grandezas 1 e 3 são
(horas) (km/h) diretamente proporcionais.

Agora, supondo fixo o número de peças, responda


8 90 à questão: "Aumentando o número de máquinas, au-
mentará o número de dias necessários para o traba-
x 60 lho?" Nesse caso, a resposta é negativa. Logo, as
grandezas 1 e 2 são inversamente proporcionais.
A resposta à pergunta "Mantendo o mesmo espaço
percorrido, se aumentarmos a velocidade, o tempo Para se escrever corretamente a proporção, de-
aumentará?" é negativa. Vemos, então, que as gran- vemos fazer com que as setas fiquem no mesmo sen-
dezas envolvidas são inversamente proporcionais. tido, invertendo os termos das colunas convenientes.
Como a proporção é inversa, será necessário in- Naturalmente, no nosso exemplo, fica mais fácil inver-
vertermos a ordem dos termos de uma das colunas, ter a coluna da grandeza 2.
tornando a proporção direta. Assim:
10 6 2000
8 60

x 90 x 20 1680

Escrevendo a proporção, temos: Agora, vamos escrever a proporção:


8 60 8 ⋅ 90 10 6 2000
= ⇒ x= = 12 = ⋅
x 90 60 x 20 1680

Concluindo, o automóvel percorrerá a mesma (Lembre-se de que uma grandeza proporcional a


distância em 12 horas. duas outras é proporcional ao produto delas.)
10 12000 10 ⋅ 33600
= ⇒ x= = 28
Regra de três simples é um processo prático utilizado x 33600 12000
para resolver problemas que envolvam pares de
grandezas direta ou inversamente proporcionais. Concluindo, serão necessárias 28 máquinas.
Essas grandezas formam uma proporção em que se
conhece três termos e o quarto termo é procurado.

REGRA DE TRÊS COMPOSTA


Vamos agora utilizar a regra de três para resolver PORCENTAGEM
problemas em que estão envolvidas mais de duas

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1. INTRODUÇÃO  Porcentagem: número que se obtém somando
Quando você abre o jornal, liga a televisão ou olha cada uma das 100 partes do principal até
vitrinas, frequentemente se vê às voltas com conseguir a taxa.
expressões do tipo:
 "O índice de reajuste salarial de março é de A partir dessas definições, deve ficar claro que, ao
16,19%." calcularmos uma porcentagem de um principal conhe-
 "O rendimento da caderneta de poupança em cido, não é necessário utilizar a montagem de uma
fevereiro foi de 18,55%." regra de três. Basta dividir o principal por 100 e to-
 "A inflação acumulada nos últimos 12 meses foi marmos tantas destas partes quanto for a taxa. Veja-
de 381,1351%. mos outro exemplo.
 "Os preços foram reduzidos em até 0,5%."
Exemplo:
Mesmo supondo que essas expressões não sejam Calcular 32% de 4.000.
completamente desconhecidas para uma pessoa, é Primeiro dividimos 4 000 por 100 e obtemos 40,
importante fazermos um estudo organizado do assun- que é a centésima parte de 4 000. Agora, somando 32
to porcentagem, uma vez que o seu conhecimento é partes iguais a 40, obtemos 32 . 40 ou 1 280 que é a
ferramenta indispensável para a maioria dos proble- resposta para o problema.
mas relativos à Matemática Comercial.
Observe que dividir o principal por 100 e multiplicar
2. PORCENTAGEM o resultado dessa divisão por 32 é o mesmo que mul-
O estudo da porcentagem é ainda um modo de 32
comparar números usando a proporção direta. Só que tiplicar o principal por ou 0,32. Vamos usar esse
100
uma das razões da proporção é um fração de deno- raciocínio de agora em diante:
minador 100. Vamos deixar isso mais claro: numa
situação em que você tiver de calcular 40% de R$
300,00, o seu trabalho será determinar um valor que Porcentagem = taxa X principal
represente, em 300, o mesmo que 40 em 100. Isso
pode ser resumido na proporção:
JUROS SIMPLES
40 x
= Consideremos os seguintes fatos:
100 300 • Emprestei R$ 100 000,00 para um amigo pelo
prazo de 6 meses e recebi, ao fim desse tempo,
Então, o valor de x será de R$ 120,00. R$ 24 000,00 de juros.
Sabendo que em cálculos de porcentagem será • O preço de uma televisão, a vista, é R$
necessário utilizar sempre proporções diretas, fica 4.000,00. Se eu comprar essa mesma televisão
claro, então, que qualquer problema dessa natureza em 10 prestações, vou pagar por ela R$
poderá ser resolvido com regra de três simples. 4.750,00. Portanto, vou pagar R$750,00 de ju-
ros.
3. TAXA PORCENTUAL No 1.° fato, R$ 24 000,00 é uma compensação em
O uso de regra de três simples no cálculo de por- dinheiro que se recebe por emprestar uma quantia por
centagens é um recurso que torna fácil o entendimen- determinado tempo.
to do assunto, mas não é o único caminho possível e
nem sequer o mais prático. No 2.° fato, R$ 750,00 é uma compensação em di-
nheiro que se paga quando se compra uma mercado-
Para simplificar os cálculos numéricos, é ria a prazo.
necessário, inicialmente, dar nomes a alguns termos.
Veremos isso a partir de um exemplo. Assim:
 Quando depositamos ou emprestamos certa
Exemplo: quantia por determinado tempo, recebemos
Calcular 20% de 800. uma compensação em dinheiro.
20  Quando pedimos emprestada certa quantia por
Calcular 20%, ou de 800 é dividir 800 em determinado tempo, pagamos uma compensa-
100 ção em dinheiro.
100 partes e tomar 20 dessas partes. Como a  Quando compramos uma mercadoria a prazo,
centésima parte de 800 é 8, então 20 dessas pagamos uma compensação em dinheiro.
partes será 160.
Pelas considerações feitas na introdução, pode-
Chamamos: 20% de taxa porcentual; 800 de mos dizer que :
principal; 160 de porcentagem. Juro é uma compensação em dinheiro que se
recebe ou que se paga.
Temos, portanto:
 Principal: número sobre o qual se vai calcular a
porcentagem. Nos problemas de juros simples, usaremos a se-
 Taxa: valor fixo, tomado a partir de cada 100 guinte nomenclatura: dinheiro depositado ou empres-
partes do principal. tado denomina-se capital.

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do durante 6 meses, rendeu juros de R$ 4 800,00.
O porcentual denomina-se taxa e representa o juro Qual foi a taxa (em %) ao mês?
recebido ou pago a cada R$100,00, em 1 ano. De acordo com os dados do problema:
x% em 1 mês ⇒ (6x)% em 6 meses
O período de depósito ou de empréstimo denomi- Devemos, então, resolver o seguinte problema:
na-se tempo. 4 800 representam quantos % de 80 000?
Dai:
A compensação em dinheiro denomina-se juro. 4 800 = 6x . 80 000 ⇒ 480 000 x = 4 800
4 800 48
RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE JUROS SIMPLES x= ⇒ x= ⇒ x = 0,01
480 000 4 800
1
Vejamos alguns exemplos: 0,01 = =1%
100
1.° exemplo: Calcular os juros produzidos por um Resposta: A taxa foi de 1% ao mês.
capital de R$ 720 000,00, empregado a 25% ao
ano, durante 5 anos. Resolva os problemas:
De acordo com os dados do problema, temos: - Emprestando R$ 50 000,00 à taxa de 1,1% ao
25% em 1ano ⇒ 125% (25 . 5) em 5 anos mês, durante 8 meses, quanto deverei receber
de juros?
125
125% = = 1,25 - Uma pessoa aplica certa quantia durante 2
100 anos, à taxa de 15% ao ano, e recebe R$ 21
000,00 de juros. Qual foi a quantia aplicada?
Nessas condições, devemos resolver o seguinte - Um capital de R$ 200 000,00 foi aplicado du-
problema: rante 1 ano e 4 meses à taxa de 18% ao ano.
Calcular 125% de R$ 720 000,00. Dai: No final desse tempo, quanto receberei de juros
x = 125% de 720 000 = e qual o capital acumulado (capital aplicado +
1,25 . 720 000 = 900 000. juros)?
900.000 – 720.000 = 180.000 - Um aparelho de televisão custa R$ 4 500,00.
Resposta: Os juros produzidos são de R$ Como vou comprá-lo no prazo de 10 meses, a
180.000,00 loja cobrará juros simples de 1,6% ao mês.
Quanto vou pagar por esse aparelho.
2.° exemplo: Apliquei um capital de R$ 10.000,00 - A quantia de R$ 500 000,00, aplicada durante 6
a uma taxa de 1,8% ao mês, durante 6 meses. meses, rendeu juros de R$ 33 000,00. Qual foi
Quanto esse capital me renderá de juros? a taxa (%) mensal da aplicação
1,8% em 1 mês ⇒ 6 . 1,8% = 10,8% em 6 meses - Uma geladeira custa R$ 1 000,00. Como vou
10,8 compra-la no prazo de 5 meses, a loja vende-
10,8% = = 0,108
100 dora cobrara juros simples de 1,5% ao mês.
Dai: Quanto pagarei por essa geladeira e qual o va-
x = 0,108 . 10 000 = 1080 lor de cada prestação mensal, se todas elas
Resposta: Renderá juros de R$ 1 080,00. são iguais.
- Comprei um aparelho de som no prazo de 8
3.° exemplo: Tomei emprestada certa quantia du- meses. O preço original do aparelho era de R$
rante 6 meses, a uma taxa de 1,2% ao mês, e de- 800,00 e os juros simples cobrados pela firma
vo pagar R$ 3 600,00 de juros. Qual foi a quantia foram de R$ 160,00. Qual foi a taxa (%) mensal
emprestada? dos juros cobrados?
De acordo com os dados do problema:
Respostas
1,2% em 1 mês ⇒ 6 . 1,2% = 7,2% em 6 meses
R$ 4 400,00
7,2 R$ 70 000,00
7,2% = = 0,072
100 R$ 48 000,00 e R$ 248 000,00
Nessas condições, devemos resolver o seguinte R$ 5 220,00
problema: 1,1%
3 600 representam 7,2% de uma quantia x. Calcule R$ 1 075,00 e R$ 215,00
x. 2,5%

Dai: JUROS COMPOSTOS


3600 = 0,072 . x ⇒ 0,072x = 3 600 ⇒
3600 1. Introdução
x=
0,072 O dinheiro e o tempo são dois fatores que se
x = 50 000 encontram estreitamente ligados com a vida das
Resposta: A quantia emprestada foi de R$ pessoas e dos negócios. Quando são gerados ex-
50.000,00. cedentes de fundos, as pessoas ou as empresas,
aplicam-no a fim de ganhar juros que aumentem o
4.° exemplo: Um capital de R$ 80 000,00, aplica- capital original disponível; em outras ocasiões, pelo
contrário, tem-se a necessidade de recursos

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financeiros durante um período de tempo e deve-se financiado, creditando o erário público. Dependendo da
pagar juros pelo seu uso. política de crédito do governo e do momento econômico, os
bancos costumam exigir dos financiados uma manutenção
Em período de curto-prazo utiliza-se, geralmente, de saldo médio, deixando parte do empréstimo vinculado à
como já se viu, os juros simples. Já em períodos de conta corrente. Esta operação é chamada de reciprocidade
longo-prazo, utiliza-se, quase que exclusivamente, os bancária. Depois de todos estes descontos sobre o valor
juros compostos. nominal do título, ao financiado resta o valor líquido recebi-
do. Esta modalidade de desconto, é a que denominamos
de desconto comercial, ou bancário, ou por fora.
2. Conceitos Básicos
No regime dos juros simples, o capital inicial sobre
Desconto Comercial, Bancário ou Por Fora
o qual calculam-se os juros, permanece sem variação Esta modalidade de desconto é a mais utilizada, a curto
alguma durante todo o tempo que dura a operação. prazo, no Brasil. As fórmulas utilizadas são as seguintes:
No regime dos juros compostos, por sua vez, os juros
que vão sendo gerados, vão sendo acrescentados ao
capital inicial, em períodos determinados e, que por e VP = VF(1 – d . n)
sua vez, irão gerar um novo juro adicional para o
período seguinte. onde:
Df = valor do desconto efetuado.
Diz-se, então, que os juros capitalizam-se e que se VF = valor nominal do título, ou seja, o valor futuro.
está na presença de uma operação de juros n = prazo da operação ou prazo de vencimento do título.
compostos. d = taxa de juros utilizada no desconto do título.
VP = valor presente ou valor líquido recebido pelo título
Nestas operações, o capital não é constante a- descontado.
través do tempo; pois aumenta ao final de cada
período pela adição dos juros ganhos de acordo com Exemplo 1 - A Cia. Descontada descontou um título no
a taxa acordada. Banco Recíproco com o valor nominal de $2.000,00 vencí-
vel dentro de 4 meses, à taxa contratada de 5% a.a. Calcu-
lar o desconto comercial e o valor liquido recebido pela
Esta diferença pode ser observada através do
empresa.
seguinte exemplo:
Resolução:
Exemplo 1: Suponha um capital inicial de R$ Para calcular o desconto comercial, vamos utilizar a
1.000,00 aplicado à taxa de 30.0 % a.a. por um fórmula:
período de 3 anos a juros simples e compostos. Qual Df = VF. d . n. = 2.000 (0,05) (4) = 400
será o total de juros ao final dos 3 anos sob cada um
dos rearmes de juros? A seguir, vamos calcular o valor liquido recebido,
usando a fórmula:
Pelo regime de juros simples: VP = VF(1 – d . n) = 2.000(1 - 0,20) =
J = c . i . t = R$ 1.000,00 (0,3) (3) = R$ 900,00 VP = 1.600

Pelo regime de juros compostos: Exemplo 2 - Uma empresa descontou em um banco


n uma duplicata. Recebeu $166.667,00. Se este tipo de des-
J = Co  1 + i − 1 =
( ) conto é de 60% a.a., e o vencimento da duplicata era de 4
   meses depois de seu desconto, qual era o valor nominal do
[ ]
J = R$1.000,00 (1,3) − 1 = R$1.197,00
3
título na data de seu vencimento?

Resolução:
Demonstrando agora, em detalhes, o que se Vamos utilizar a fórmula do desconto:
passou com os cálculos, temos:
VP ⋅ d ⋅ n
Ano Juros simples Juros Compostos Df =
1 R$ 1.000,00(0,3) = R$ 300,00 R$ 1.000,00(0,3) = R$ 300,00 1− d⋅n
2 R$ 1.000,00(0,3) = R$ 300,00 R$ 1.300,00(0,3) = R$ 390,00
3 R$ 1.000,00(0,3) = R$ 300,00 R$ 1.690,00(0,3) = R$ 507,00
R$ 900,00 R$ 1.197,00 VP = $166.667 d = 0,6 a.a. n = 4/12 =1/3

Sabendo-se que Df = VP . d . n e que VF = VP + Df vem:


DESCONTO SIMPLES
D f = ( VF + D f )d ⋅ n = VP ⋅ d ⋅ n + D ⋅ d ⋅ n
Desconto é uma operação de crédito que se realiza, D − D ⋅ d ⋅ n = VP ⋅ d ⋅ n
principalmente, em instituições financeiras bancárias ou VP ⋅ d ⋅ n
monetárias, e consiste em que estas instituições aceitem D(1 − d ⋅ n) = VP ⋅ d ⋅ n ∴ Df =
títulos de crédito, tais como notas promissórias e duplicatas (1 − d ⋅ n)
mercantis, entre outros antes da data de seus vencimentos,
e descontem de seus valores nominais, o equivalente aos
166.667(0,6 )(1 3) 33.333
Df = = =
juros do mercado mais comissões de serviço, além do IOF - 1 − ( 0,6)(1 3) 0,8
Imposto sobre Operações Financeiras. Este imposto é da
União e a instituição de crédito apenas recolhe-o do cliente Df =$41.667,00

Matemática 44 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Utilizando a fórmula VF = VP + D, temos: de de desconto comercial e o desconto racional:
VF = 166.667, + 41.667, = $208.334,00
Juros pelo desconto racional:
Exemplo 3 - Uma empresa desconta um titulo, pelo qual $200.000 - $166.667 = $ 33.333
recebe $87.912,00. A taxa contratada é de 55% a.a. e o $208.333 - $166.667 = $ 41.667
valor nominal do titulo é de $100.000,00 . Calcular quanto
tempo falta para o vencimento do título. Esta é uma das principais razões que justificam a
escolha, pelos bancos, pela utilização do desconto
Resolução: bancário, ao invés do desconto racional: maior taxa de
VF = $100.000 d = 0,55 a.a. VP = $ 87.912 desconto sobre o mesmo valor descontado.
Df = 100.000 - 87.912 = 12.088
3. Desconto Comercial e a Taxa de IOF
Usando a fórmula Df = VF. d . n, temos: O Imposto sobre Operações Financeiras é defini do pelo
12.088 Banco Central do Brasil e, na data que elaborávamos este
12.088 = 100.000(0,55)n ∴ n= = trabalho, as alíquotas vigentes em relação aos tipos de
55.000 operações eram as seguintes:

n = 0,21978 anos (12 meses) = 2,64 meses, n = 0,64 TIPO _______________________________I O F


meses = 19,2 dias ≅ 19 dias Operações até 364 dias ...........................................0,0041% ao dia
o prazo é de 2 meses e 19 dias. Operações com prazo 360 dias ....................................1,5% no ato
Crédito Direto ao Consumidor (CDC)..........0,3% a.m. e máx. 3,6%
2. Desconto Racional ou por Dentro Desconto de Duplicatas...........................................0,0041% ao dia
Esta modalidade de desconto simples, praticamente, Repasses governamentais............................................1,5% no ato
não é utilizada no Brasil, em operações de desconto e,
vamos ver porque, mais adiante. Este tipo de desconto Exemplo 1 - Considerando uma situação de desconto
representa, precisamente, o conceito de juros, já que é de duplicata com as seguintes condições:
mensurado a partir do capital reaImente utilizado na valor nominal do título = 100.000
operação. Prazo = 60 dias; IOF = 0,0041% ao dia;
As fórmulas utilizadas são: Taxa mensal = 5%.
VF ⋅ i ⋅ n Calcular a taxa de custo efetivo e o desconto no ato.
Dd = VP . i . n ou Dd =
1+ i ⋅n
Resolução:
Temos: D1=C . i . n/100 =10.000
Exemplo 4 - Se um banco realiza operações de descon-
to à taxa de juros de 50% a.a. e uma empresa deseja des- C ⋅ IOF ⋅ n 100.000( 0,0041)( 60 ) D2 = 246,00
D2 = = =
contar um título, com data de vencimento de 15 de agosto, 100 100
em 15 de junho, de valor nominal de $185.000,00 qual será
o valor líquido a receber? Onde: D1 = desconto de juros, D2 = desconto de IOF
O desconto total será: D1 + D2 =10.000 + 246 =10.246
Resolução: O valor descontado do título = Valor nominal - desconto
VF = $185.000,00 n = 2/12 = 1/6 = 0,50 total =100.000 - 10.246 = 89.754
VP = valor Líquido Recebido Custo efetivo = (100.000/89.754)1/2 - 1 = 0,055 ou 5,5%
Como neste caso temos o VF, vamos utilizar a fórmula ao mês.
do VP = Dd
4. Saldo Médio para Reciprocidade
185.000(0,5 )(1 6) 15.417 O saldo médio, eventualmente, solicitado pela instituição
Dd = = = $14.231
1 + (0,5 )(1 6) 1083333
, financeira, como reciprocidade, influi no custo total da ope-
ração de desconto de títulos.
VL = $185.000 - $14.231 = $170.769, (valor líquido
recebido)
Exemplo 1 - A Cia Emperrada descontou no Banco
Desconta Tudo, uma duplicata. A operação teve os seguin-
Podemos observar que, no regime de juros simples, o
tes parâmetros:
desconto racional aplicado ao valor nominal é igual dos
Valor nominal do título = $10.000.
juros devidos sobre o capital inicial (VP), que é o valor des-
Prazo de vencimento do título = 3 meses (90 dias)
contado (VF – Dd), desde que ambos sejam calculados à
IOF = 0,0041% ao dia, Taxa de desconto = 6% ao mês
mesma taxa (taxa de juros da operação = taxa).
Exemplo 5 - Uma empresa descontou em um banco
Determinar o fluxo de caixa da empresa e o custo
uma duplicata. Recebeu $166.677,00. Se a taxa de descon-
efetivo anual, nas hipóteses de:
to é de 60% a.a. e o vencimento do título era quatro meses
- não haver exigência de saldo médio (reciprocidade);
depois de seu desconto, qual era o valor nominal do título
e
na data de seu vencimento?
- exigência de um saldo médio de 30%
Resolução:
Resolução:
VP = 166.677, i = 0,60 n = 1/3
a) não haver existência de reciprocidade
Fórmula: VF = VP(1 + i . n)
Valor do IOF, em $: IOF =
VF = 166.677(1 +(0,6) (1/3) = $200.000
10.000(0,0041/100) (90) = $36,90
Valor do Desconto: D = 10.000 / 6 / 3000) (90) =
Comparando este exemplo com o exemplo 1.9.2., ob-
$1.800
servamos a diferença, no valor dos juros, entre a modalida-
Valor Líquido, na data zero: 10.000 - IOF - D

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=10.000 - 36,90 - 1.800 = 58,163,10
Valor a desembolsar, dentro de 90 dias =10.000

Primeiramente, calculamos o custo mensal efetivo


13
( Valor nominal)
(iem ) = i em =
Valor do desconto
−1=

i em =
(10.000,00)1 3 − 1 = 0,07 ou 7% ao mes
8.163,10
12
(
iea = 1 + iem ) − 1 = (107
, )
12
− 1 = 12522
, ou 125,22% a. a.
b) com reciprocidade de 30%
O saldo médio de 30% sobre $10.000 é de $3.000, que
deverá ficar sem movimentação pela companhia, na sua
conta bancária, durante o prazo da operação. Assim, Os polinômios são expressões algébricas que possuem
temos: monômios formados por coeficiente e parte literal
valor líquido recebido, na data zero: 8,163,10 - 3,000 =
$5.163,10 Um polinômio é uma expressão algébrica formada por
valor de resgate, daqui a 3 meses: 10.000 - 3.000 = monômios e operadores aritméticos. O monômio é estrutu-
$7.000 rado por números (coeficientes) e variáveis (parte literal) em
13 um produto, e os operadores aritméticos são: soma, subtra-
iem = (7000 5163,10) − 1 = 0,1068 ou 10,68% a.m. ção, divisão, multiplicação e potenciação. Para compreen-
12 der melhor o que é um polinômio, veja alguns exemplos:
iea = (11068
, ) − 1 = 2,3783 ou 237,83% a. a.
• 5
Coeficiente: 5
Parte literal: Qualquer variável elevada a zero, ou seja, x0 =
ÁLGEBRA – Cálculo algébrico: Operações com 1 → 5 . x0
polinômios; termos semelhantes; Produtos notá- Operadores aritméticos: Multiplicação
veis; Fatoração de polinômios; Operações com
frações algébricas de polinômios; Equações e • 2.x.y
Inequações do 1º grau; Equações do 1º grau Coeficiente: 2
Parte literal: a . y
com uma variável; Resoluções de problemas Operadores aritméticos: Multiplicação
redutíveis ao 1º grau; Inequações do 1º grau;
Sistema de equações com 2 variáveis; Sistemas • 3 . x . y + (4 . x : 2 . x)
de inequações do 1º grau; Equações e Inequa- Coeficiente: 3, 4 e 2
ções do 2º grau: Resolução de equações do 2º Parte literal: x .y e x
Operadores aritméticos: Adição, multiplicação e divisão.
grau; Discussão das raízes; Relação entre coefi-
cientes e raízes; Composição da equação do 2º • {[(2 . x + 6 . x)2 – 5] + 3 . y – 1 . x}
grau, conhecida as raízes; Sistemas simples de Coeficiente: 1, 2, 3, 5 e 6
equações do 2º grau; Equações biquadradas. Parte literal: x e y
Funções do 1º grau: Plano Cartesiano; Definição Operadores aritméticos: Adição, subtração, multiplicação e
potenciação.
de funções; Domínio, imagem e contradomínio;
Funções constantes; Função do 1º grau; Fun- Classificação de Polinômios
ções crescentes e decrescentes.
Os polinômios podem ser classificados de acordo com a sua
quantidade de termos:
Polinômios • Monômio: Possui um único produto com coeficien-
Expressões algébricas que possuem monômios são
te e parte literal. Exemplos:
consideradas polinômios. O estudo sobre essas ex-
pressões está diretamente relacionado com as opera-
ções aritméticas.
⇒2.x.y
Publicado por: Naysa Crystine Nogueira Oliveira em Mate-
⇒6
mática 37 comentários ⇒ 12 . x2

• Binômio: É um polinômio que possui somente dois


monômios. Exemplos:

⇒4.x.y+5.x
⇒ 34 . z + 12 . x
⇒ 105 . z + 25 . z2

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• Trinômio: É um polinômio que possui somente A forma completa desse polinômio seria: 3. x5 + 0 . x4 – 0 .
três monômios. Exemplos: x3 + 0 . x2 + 5 . x1 – 2 . x0. Faltaram os expoentes em rela-
ção à variável x: x4, x3 e x2. Por esse motivo, o polinômio é
⇒ 2 . x . y + 2x - y 3 incompleto.
3

⇒ x. z + 25 – z . x
4
Exercícios sobre Polinômios

⇒ 2 . w + 12 . x – 5 . w 2
Teste os seus conhecimentos: Faça exercícios sobre
Polinômios e veja a resolução comentada.
• Polinômio: possui uma infinidade de monômios. A
sua expressão geral é dada por: Por Marcos Noé Pedro da Silva
an xn+a(n-1) x(n-1)+...+a2 x2+a1 x+a

Grau de um Polinômio Questão 1

• Grau de polinômio com uma variável: Quando o Considerando que p(x) = 2x³ – kx² + 3x – 2k, para que
polinômio possui somente uma variável (termo desconheci-
do), seu grau é dado pelo maior valor que o expoente da
valores de k temos p(2) = 4?
variável assume. Exemplos:
ver resposta
⇒2. x2 +3.x

Variável: x
Maior expoente em relação à variável x: 2
Grau: Polinômio de 2° grau Questão 2

⇒3.z+4+5.z 3
Determine o valor de a e b no polinômio p(x) = x³ + ax²
Variável: z + (b – 18)x + 1, sabendo que 1 é raiz do polinômio e
Maior expoente em relação à variável z: 3
Grau: Polinômio de 3° grau p(2) = 25.

• Grau do polinômio com mais de uma variável: ver resposta


Quando o polinômio possui mais do que uma variável, para
saber o seu grau, devemos somar os expoentes de cada
monômio. A maior soma de expoentes determinará o grau.
Exemplo:
Questão 3
3 + 12 . x . y – 2 . x . y2
Grau do monômio: x1 . Y1 → 1 + 1 = 2
Grau do monômio: x . y2 → 1 + 2 = 3 Temos que a raiz do polinômio p(x) = x² – mx + 6 é
igual a 6. Calcule o valor de m.
Da soma de expoentes de cada monômio, obtivemos que:
para (x . y), o grau é 2; e para (x . y2), o grau é 3. Sendo
assim, o polinômio (3 + 12 . x . y – 2 . x . y2) é de terceiro ver resposta
grau.

Tipos de Polinômio

Os polinômios podem ser de dois tipos: completo ou incom- Questão 4


pleto.
(FEI–SP)
• Polinômios completos: O polinômio será comple-
to quando a ordem dos seus expoentes for decrescente (do
maior para o menor número) e não faltar nenhum expoente Determine A, B e C na decomposição
na sequência. Veja:

⇒ 3. x 5 + 2 . x4 – x3 + 12 . x2 + 5 . x1 – 2 . x0

Observe que os expoentes em relação à variável x seguem


uma sequência decrescente, que é dada por: 5, 4, 3, 2, 1 e ver resposta
0.

• Polinômios incompletos: O polinômio será in-


completo quando faltar algum número na sua sequência de
expoentes. Veja: Questão 5
⇒ 3. x 5 + 5 . x1 – 2 . x0
(FAAP–SP)

Matemática 47 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Calcule os valores de a, b e c para que o polinômio


p(x) = a(x + c)³ + b(x + d) seja idêntico a p(x) = x³ + Resposta Questão 1
6x² + 15x + 14.
p(x) = 2x³ – kx² + 3x – 2k
ver resposta p(2) = 4
2 * 2³ – k * 2² + 3 * 2 – 2k = 4
16 – 4k + 6 – 2k = 4
Questão 6 – 4k – 2k = – 16 – 6 + 4

(MACK – SP) – 6k = –18 *(–1)


6k = 18
Determine m Є R para que o polinômio p(x) = (m − k=3
4)x³ + (m² – 16)x² + (m + 4)x +4 seja de grau 2.
Temos que o valor de k é igual a 3.
ver resposta

voltar a questão

Questão 7

(MACK – SP)
Resposta Questão 2
Calcule os valores de m, n e l para os quais o polinô-
p(x) = x³ + ax² + (b – 18)x + 1
mio p(x) = (2m – 1)x³ – (5n – 2)x² + (3 – 2l) é nulo.
Sabendo que 1 é raiz temos:
ver resposta p(1) = 0
1³ + a * 1² + (b – 18) * 1 + 1 = 0
1 + a + b – 18 + 1 = 0
Questão 8 a + b = 16

(FEI – SP)
Fazendo p(2) = 25

Sendo p(x) = ax4 + bx³ + c e q(x) = ax³ – bx – c, de- 2³ + a * 2² + (b – 18) * 2 + 1 = 25

termine os coeficientes a, b e c, sabendo que p(0) = 0, 8 + 4a + 2b – 36 + 1 = 25

p(1) = 0 e q(1) = 2. 4a + 2b = 25 + 36 – 8 – 1
4a + 2b = 52 :(2)
ver resposta
2a + b = 26

Questão 9 a + b = 16

Quais são os valores de a e b considerando p(x) = – 2a + b = 26

4x³ + ax² + bx –18, onde 2 é raiz de p(x) e p(–1) = –


a = 16 – b
18.

ver resposta 2 * (16 – b) + b = 26


32 – 2b + b = 26
– b = 26 – 32
–b=–6
Respostas b=6

Matemática 48 A Opção Certa Para a Sua Realização


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a = 16 – b Os valores de A, B e C são respectivamente iguais a


a = 16 – 6 1/3, –1/3 e –2/3.
a = 10 voltar a questão

Os valores de a e b são respectivamente 10 e 6.

voltar a questão
Resposta Questão 5

a(x + c)³ + b(x + d) = x³ + 6x² + 15x + 14

Resposta Questão 3 a(x³ + 3x²c + 3xc² + c³) + bx + bd = x³ + 6x² + 15x + 14


ax³ + 3x²ac + 3axc² + ac³ + bx + bd = x³ + 6x² + 15x +
p(x) = x² – mx + 6
14
p(6) = 0
ax³ + 3x²ac + x(3ac² + b) + (ac³ + bd) = x³ + 6x² + 15x
6² – m * 6 + 6 = 0
+ 14
36 – 6m + 6 = 0
– 6m = – 42 *(–1) a=1
6m = 42 3ac = 6
m = 42/6 3ac² + b = 15
m=7 ac³ + bd = 14

O valor de m que satisfaz as condições informadas é Dessa forma:


7.
3ac = 6
3*1*c=6
voltar a questão
3c = 6
c=2

3ac² + b = 15
Resposta Questão 4
3 * 1 * 2² + b = 15
12 + b = 15
b=3

ac³ + bd = 14
1 * 2³ + 3 * d = 14
8 + 3d = 14
3d = 14 – 8
3d = 6
d=2

Os números a, b e c são respectivamente 1, 3 e 2.

voltar a questão

Matemática 49 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Resposta Questão 6

P(x) tenha grau 2, devemos respeitar as seguintes


Resposta Questão 8
condições:
p(0) = 0 → a * 04 + b * 03 + c = 0 → c = 0
m–4=0
m=4 p(1) = 0 → a * 14 + b * 13 + 0 = 0 → a + b = 0

m² – 16 ≠ 0 q(1) = 2 → a * 13 – b * 1 – 0 = 2 → a – b = 2
m² ≠ 16
m≠+4e–4

Para m = 4, temos:
(4 – 4)x³ + (4² – 16)x² + (4 + 4)x + 4
0x³ + 0x² + 8x + 4
8x +4

Para m = – 4, temos
(–4 –4)x³ + [(–4)² – 16]x² + (–4 + 4)x + 4
–8x³ + 0x² + 0x + 4
–8x³ + 4
Temos que a = 1, b = – 1 e c = 0
Não existe valor para m de modo que o polinômio p(x)
voltar a questão
seja de grau 2.

Resposta Questão 9

voltar a questão p(2) = –4 * (2)³ + a * 2² + b * 2 – 18


0 = –4 * 8 + a * 4 + 2b – 18
0 = –32 + 4a + 2b – 18

Resposta Questão 7 4a + 2b = 50

2m – 1 = 0 p(–1) = –18
2m = 1 –4 * (–1)³ + a * (–1)² + b * (–1) – 18 = – 18
m = 1/2 –4 *(–1) + a * (1) – b – 18 = – 18
4 + a – b – 18 = – 18
5n – 2 = 0
a – b = – 18 + 18 – 4
5n = 2
a–b=–4
n = 2/5

3 – 2l = 0
–2l = –3
2l = 3
l = 3/2

voltar a questão

Matemática 50 A Opção Certa Para a Sua Realização


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como variáveis (valor variável)
2) quando o termo algébrico não vier expresso o
coeficiente ou parte numérica fica subentendido
que este coeficiente é igual a 1.

Exemplo: 1) a3bx4 = 1.a3bx4 2) –abc = –1.a.b.c


Termos semelhantes: Dois ou mais termos são
semelhantes se possuem as mesmas letras elevadas
aos mesmos expoentes e sujeitas às mesmas opera-
ções.

Exemplos:
1) a3bx, –4a3bx e 2a3bx são termos semelhantes.
2) –x3 y, +3x3 y e 8x3 y são termos semelhantes.

Grau de um monômio ou termo algébrico: E a


soma dos expoentes da parte literal.

Exemplos:
Os valores de a e b são respectivamente 7 e 11. 1) 2 x4 y3 z = 2.x4.y3.z1 (somando os expoentes da
parte literal temos, 4 + 3 + 1 = 8) grau 8.

Expressão polinômio: É toda expressão literal


EQUAÇÕES constituída por uma soma algébrica de termos ou mo-
EXPRESSÕES LITERAIS OU ALGÉBRICAS nômios.

IGUALDADES E PROPRIEDADES Exemplos: 1)2a2b – 5x 2)3x2 + 2b+ 1


São expressões constituídas por números e letras,
unidos por sinais de operações. Polinômios na variável x são expressões polinomi-
ais com uma só variável x, sem termos semelhantes.
Exemplo: 3a2; –2axy + 4x2; xyz; x + 2 , é o mes-
3 Exemplo:
mo que 3.a2; –2.a.x.y + 4.x2; x.y.z; x : 3 + 2, as letras a, 5x2 + 2x – 3 denominada polinômio na variável x cu-
x, y e z representam um número qualquer. ja forma geral é a0 + a1x + a2x2 + a3x3 + ... + anxn, onde
a0, a1, a2, a3, ..., an são os coeficientes.
Chama-se valor numérico de uma expressão al-
gébrica quando substituímos as letras pelos respecti- Grau de um polinômio não nulo, é o grau do monô-
vos valores dados: mio de maior grau.

Exemplo: 3x2 + 2y para x = –1 e y = 2, substituin- Exemplo: 5a2x – 3a4x2y + 2xy


do os respectivos valores temos, 3.(–1)2 + 2.2 → 3 . 1+
4 → 3 + 4 = 7 é o valor numérico da expressão. Grau 2+1 = 3, grau 4+2+1= 7, grau 1+1= 2, 7 é o
maior grau, logo o grau do polinômio é 7.
Exercícios
Calcular os valores numéricos das expressões: Exercícios
1) 3x – 3y para x = 1 e y =3 1) Dar os graus e os coeficientes dos monômios:
2) x + 2a para x =–2 e a = 0 a)–3x y2 z grau coefciente__________
3) 5x2 – 2y + a para x =1, y =2 e a =3 b)–a7 x2 z2 grau coeficien-
Respostas: 1) –6 2) –2 3) 4 te__________
c) xyz grau coeficien-
Termo algébrico ou monômio: é qualquer número te__________
real, ou produto de números, ou ainda uma expressão
na qual figuram multiplicações de fatores numéricos e 2) Dar o grau dos polinômios:
literais. a) 2x4y – 3xy2+ 2x grau __________
Exemplo: 5x4 , –2y, 3 x , –4a , 3 , – x b) –2+xyz+2x5 y2 grau __________
Partes do termo algébrico ou monômio.
Respostas:
1) a) grau 4, coeficiente –3
Exemplo:
b) grau 11, coeficiente –1
sinal (–)
c) grau 3, coeficiente 1
–3x5ybz 3 coeficiente numérico ou parte numérica
2) a) grau 5 b) grau 7
x5ybz parte literal

Obs.: CÁLCULO COM EXPRESSÕES LITERAIS


1) As letras x, y, z (final do alfabeto) são usadas

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Adição e Subtração de monômios e expressões po- Exemplo: 2x + 3 = 8 + x
linômios: eliminam-se os sinais de associações, e re- fica assim: 2x – x = 8 – 3 = 5 ⇒ x = 5
duzem os termos semelhantes.
Note que o x foi para o 1.º membro e o 3 foi para o
Exemplo: 2.º membro com as operações invertidas.
3x2 + (2x – 1) – (–3a) + (x2 – 2x + 2) – (4a) Dizemos que 5 é a solução ou a raiz da equação,
3x2 + 2x – 1 + 3a + x2 – 2x + 2 – 4a = dizemos ainda que é o conjunto verdade (V).
3x2 + 1.x2 + 2x – 2x + 3a – 4a – 1 + 2 =
(3+1)x2 + (2–2)x + (3–4)a – 1+2 = Exercícios
4x2 + 0x – 1.a + 1 = Resolva as equações :
4x2 – a + 1 1) 3x + 7 = 19 2) 4x +20=0
3) 7x – 26 = 3x – 6
Obs.: As regras de eliminação de parênteses são as
mesmas usadas para expressões numéricas no con- Respostas: 1) x = 4 ou V = {4}
junto Z. 2) x = –5 ou V = {–5} 3) x = 5 ou V = {5}
Exercícios. Efetuar as operações:
1) 4x + (5a) + (a –3x) + ( x –3a) EQUAÇÕES DO 1.º GRAU COM DUAS VARIÁVEIS
2) 4x2 – 7x + 6x2 + 2 + 4x – x2 + 1 OU SISTEMA DE EQUAÇÕES LINEARES

Respostas: 1) 2x +3a 2) 9x2 – 3x + 3 Resolução por adição.


 x+ y=7 -I
MULTIPLICAÇÃO DE EXPRESSÕES ALGÉBRICAS Exemplo 1: 
 x − y = 1 - II
Multiplicação de dois monômios: Multiplicam-se
os coeficientes e após o produto dos coeficientes es- Soma-se membro a membro.
crevem-se as letras em ordem alfabética, dando a cada 2x +0 =8
letra o novo expoente igual à soma de todos os expo- 2x = 8
entes dessa letra e repetem-se em forma de produto as 8
x=
letras que não são comuns aos dois monômios. 2
x=4
Exemplos:
1) 2x4 y3 z . 3xy2 z3 ab = 2.3 .x 4+1 . y 3+2. z 1+3.a.b = Sabendo que o valor de x é igual 4 substitua este
6abx5y5z4 valor em qualquer uma das equações ( I ou II ),
2) –3a2bx . 5ab= –3.5. a2+1.b1 +1. x = –15a3b2 x Substitui em I fica:
4+y=7 ⇒ y=7–4 ⇒ y=3
Exercícios: Efetuar as multiplicações.
1) 2x2 yz . 4x3 y3 z = Se quisermos verificar se está correto, devemos
2) –5abx3 . 2a2 b2 x2 = substituir os valores encontrados x e y nas equações
x+y=7 x–y=1
Respostas: 1) 8x5 y4 z2 2) –10a3 b3 x5 4 +3 = 7 4–3=1

EQUAÇÕES DO 1.º GRAU Dizemos que o conjunto verdade: V = {(4, 3)}


2x + y = 11 - I
Equação: É o nome dado a toda sentença algébri- Exemplo 2 : 
 x + y = 8 - II
ca que exprime uma relação de igualdade.

Ou ainda: É uma igualdade algébrica que se verifica Note que temos apenas a operação +, portanto de-
somente para determinado valor numérico atribuído à vemos multiplicar qualquer uma ( I ou II) por –1, esco-
variável. Logo, equação é uma igualdade condicional. lhendo a II, temos:
2x + y = 11 2x + y = 11
 →
Exemplo: 5 + x = 11  x + y = 8 . ( - 1) - x − y = − 8
↓ ↓
1 0.membro 20.membro soma-se membro a membro
2x + y = 11
onde x é a incógnita, variável ou oculta.  +
 - x- y =-8
Resolução de equações x+0 = 3
x=3
Para resolver uma equação (achar a raiz) seguire-
mos os princípios gerais que podem ser aplicados nu-
Agora, substituindo x = 3 na equação II: x + y = 8, fi-
ma igualdade.
ca 3 + y = 8, portanto y = 5
Ao transportar um termo de um membro de uma
Exemplo 3:
igualdade para outro, sua operação deverá ser inverti-
da.

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5x + 2y = 18 -Ι PRODUTOS NOTÁVEIS

3x - y = 2 - ΙΙ
1.º Caso: Quadrado da Soma
neste exemplo, devemos multiplicar a equação II (a + b)2 = (a+b). (a+b)= a2 + ab + ab + b2
por 2 (para “desaparecer” a variável y). ↓ ↓
1.º 2.º ⇒ a2 + 2ab +b2
5x + 2y = 18 5 x + 2 y = 18
 ⇒
3x - y = 2 .(2) 6 x − 2 y = 4 Resumindo: “O quadrado da soma é igual ao qua-
soma-se membro a membro: drado do primeiro mais duas vezes o 1.º pelo 2.º mais o
5x + 2y = 18 quadrado do 2.º.
6x – 2y = 4
22 Exercícios. Resolver os produtos notáveis
11x+ 0=22 ⇒ 11x = 22 ⇒ x = ⇒x=2 1)(a+2)2 2) (3+2a)2 3) (x2+3a)2
11
Substituindo x = 2 na equação I:
5x + 2y = 18 Respostas: 1.º caso
5 . 2 + 2y = 18 1) a2 + 4a + 4 2) 9 + 12a + 4a2
10 + 2y = 18 3) x4 + 6x2a + 9a2
2y = 18 – 10
2y = 8 2.º Caso : Quadrado da diferença
(a – b)2 = (a – b). (a – b) = a2 – ab – ab - b2
8
y= ↓ ↓
2 1.º 2.º ⇒ a2 – 2ab + b2
y =4
então V = {(2,4)} Resumindo: “O quadrado da diferença é igual ao
quadrado do 1.º menos duas vezes o 1.º pelo 2.º mais
Exercícios. Resolver os sistemas de Equação Line-
o quadrado do 2.º.
ar:
7 x − y = 20 5 x + y = 7 8 x − 4 y = 28 Exercícios. Resolver os produtos notáveis:
1)  2)  3) 
5 x + y = 16 8 x − 3 y = 2 2x − 2y = 10 1) (a – 2)2 2) (4 – 3a)2 3) (y2 – 2b)2

Respostas: 1) V = {(3,1)} 2) V = {(1,2)} 3) V {(–3,2 Respostas: 2.º caso


)} 1) a2 – 4a +4 2) 16 – 24a + 9a2
3) y4 – 4y2b + 4b2
INEQUAÇÕES DO 1.º GRAU
3.º Caso: Produto da soma pela diferença
(a – b) (a + b) = a2 – ab + ab +b2 = a2 – b2
Distinguimos as equações das inequações pelo si-
↓ ↓ ↓ ↓
nal, na equação temos sinal de igualdade (=) nas ine-
1.º 2.º 1.º 2.º
quações são sinais de desigualdade.
> maior que, ≥ maior ou igual, < menor que ,
Resumindo: “O produto da soma pela diferença é
≤ menor ou igual igual ao quadrado do 1.º menos o quadrado do 2.º.
Exemplo 1: Determine os números naturais de mo- Exercícios. Efetuar os produtos da soma pela dife-
do que 4 + 2x > 12. rença:
4 + 2x > 12 1) (a – 2) (a + 2) 2) (2a – 3) (2a + 3)
2x > 12 – 4 3) (a2 – 1) (a2 + 1)
8
2x > 8 ⇒ x > ⇒ x>4
2 Respostas: 3.º caso
1) a2 – 4 2) 4a2 – 9
Exemplo 2: Determine os números inteiros de mo- 3) a – 1
4

do que 4 + 2x ≤ 5x + 13
4+2x ≤ 5x + 13 FATORAÇÃO ALGÉBRICA
2x – 5x ≤ 13 – 4
–3x ≤ 9 . (–1) ⇒ 3x ≥ – 9, quando multiplicamos por 1.º Caso: Fator Comum
(-1), invertemos o sinal dê desigualdade ≤ para ≥, fica:
−9 Exemplo 1:
3x ≥ – 9, onde x ≥ ou x ≥ – 3 2a + 2b: fator comum é o coeficiente 2, fica:
3
2 .(a+b). Note que se fizermos a distributiva volta-
Exercícios. Resolva: mos no início (Fator comum e distributiva são “opera-
ções inversas”)
1) x – 3 ≥ 1 – x,
2) 2x + 1 ≤ 6 x –2 Exercícios. Fatorar:
3) 3 – x ≤ –1 + x 1) 5 a + 5 b 2) ab + ax 3) 4ac + 4ab
Respostas: 1) x ≥ 2 2) x ≥ 3/4 3) x ≥ 2

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Respostas: 1.º caso
1) 5 .(a +b ) 2) a. (b + x) a2 – b2, extrair as raízes dos extremos a2 = a e
3) 4a. (c + b) b2 = b, então fica: a2 – b2 = (a + b) . (a – b)
Exemplo 2:
Exemplo 2:
3a2 + 6a: Fator comum dos coeficientes (3, 6) é 3,
porque MDC (3, 6) = 3. 4 – a2 , extrair as raízes dos extremos 4 = 2,
2
a = a, fica: (4 – a2) = (2 – a). (2+ a)
O m.d.c. entre: “a e a2 é “a” (menor expoente), então
o fator comum da expressão 3a2 + 6a é 3a. Dividindo
3a2: 3a = a e 6 a : 3 a = 2, fica: 3a. (a + 2). Exercícios. Fatorar:
1) x2 – y2 2) 9 – b2 3) 16x2 – 1
Exercícios. Fatorar:
1) 4a2 + 2a 2) 3ax + 6a2y 3) 4a3 + 2a2 Respostas: 3.º caso 1) (x + y) (x – y)
2) (3 + b) (3 – b) 3) (4x + 1) (4x – 1)
Respostas: 1.º caso 1) 2a .(2a + 1)
2) 3a .(x + 2ay) 3) 2a2 (2a + 1) EQUAÇÕES FRACIONÁRIAS

2.º Caso: Trinômio quadrado perfeito (É a “ope- São Equações cujas variáveis estão no denomina-
ração inversa” dos produtos notáveis caso 1) dor
4 1 3
Exemplo 1 Ex: = 2, + = 8, note que nos dois exem-
x x 2x
a2 + 2ab + b2 ⇒ extrair as raízes quadradas do
plos x ≠ 0, pois o denominador deverá ser sempre
2 2
extremo a + 2ab + b ⇒ a = a e b = b e o 2 2 diferente de zero.
termo do meio é 2.a.b, então a2 + 2ab + b2 = (a + b)2
(quadrado da soma). Para resolver uma equação fracionária, devemos
achar o m.m.c. dos denominadores e multiplicamos os
Exemplo 2: dois membros por este m.m.c. e simplificamos, temos
então uma equação do 1.º grau.
4a2 + 4a + 1 ⇒ extrair as raízes dos extremos
1 7
4a + 4a + 1 ⇒ 4a2 = 2a , 1 = 1 e o termo cen-
2 Ex: + 3 = , x ≠ 0, m.m.c. = 2x
x 2
tral é 2.2a.1 = 4a, então 4a2 + 4a + 1 = (2a + 1)2 1 7
2x . +3 = . 2x
x 2
Exercícios
Fatorar os trinômios (soma) 2x 14 x
+ 6x = , simplificando
1) x2 + 2xy + y2 2) 9a2 + 6a + 1 x 2
3) 16 + 8a + a2
2 + 6x = 7x ⇒ equação do 1.º grau.
Respostas: 2.º caso 1) (x + y)2
2) (3a + 1)2 3) (4 + a)2 Resolvendo temos: 2 = 7x – 6x
2 = x ou x = 2 ou V = { 2 }
Fazendo com trinômio (quadrado da diferença)
x2 – 2xy + y2, extrair as raízes dos extremos Exercícios
Resolver as equações fracionárias:
x2 = x e y 2 = y, o termo central é –2.x.y, então: 3 1 3
x2 – 2xy + y2 = (x – y)2 1) + = x≠0
x 2 2x
1 5
Exemplo 3: 2) + 1 = x≠0
16 – 8a + a2, extrair as raízes dos extremos x 2x
Respostas: Equações: 1) V = {–3} 2) V = { 3 }
16 = 4 e a2 = a, termo central –2.4.a = –8a, 2
então: 16 – 8a + a2 = (4 – a)2
RADICAIS
Exercícios
Fatorar: 4 = 2, 1 = 1, 9 = 3, 16 = 4 , etc., são raízes
1) x2 – 2xy + y2 2) 4 – 4a + a2 3) 4a2 – 8a + 4 exatas são números inteiros, portanto são racionais:
Respostas: 2.º caso 1) (x – y)2 2 = 1,41421356..., 3 = 1,73205807..., 5 =
2) (2 – a)2 3) (2a – 2)2 2,2360679775..., etc. não são raízes exatas, não são
números inteiros. São números irracionais. Do mesmo
3.º Caso: (Diferença de dois quadrados) (note modo 3 1 = 1, 3 8 = 2 , 3 27 = 3 , 3 64 = 4 ,etc., são
que é um binômio)
racionais, já 3 9 = 2,080083823052.., 3
20 =
Exemplo 1 2,714417616595... são irracionais.

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Simplificação de Radicais
n
Nomes: a = b : n = índice; a = radicando = si-
Podemos simplificar radicais, extraindo parte de raí-
nal da raiz e b = raiz. Dois radicais são semelhantes se
n n
o índice e o radicando forem iguais. zes exatas usando a propriedade a simplificar índi-
ce com expoente do radicando.
Exemplos: Exemplos:
1) 2, 3 2 , - 2 são semelhantes observe o n = 2 1)Simplificar 12
“raiz quadrada” pode omitir o índice, ou seja, 2
5 = 5 decompor 12 em fatores primos:
12 2
2) 53 7 , 3 7 , 23 7 são semelhantes 2
6 2 12 = 22 ⋅ 3 = 22 ⋅ 3 = 2 3
Operações: Adição e Subtração 3 3
Só podemos adicionar e subtrair radicais semelhan- 1
tes. 2) Simplificar 32 , decompondo 32 fica:
32 2
Exemplos: 16 2
1) 3 2 − 2 2 + 5 2 = (3 − 2 + 5 ) 2 = 6 2 8 2
4 2
2) 53 6 − 33 6 + 73 6 = (5 − 3 + 7 )3 6 = 93 6 2 2

Multiplicação e Divisão de Radicais 32 = 22 ⋅ 22 ⋅ 2 = 2 2 2 ⋅ 2 22 ⋅ 2 = 2 ⋅ 2 ⋅ 2 = 4 2


Só podemos multiplicar radicais com mesmo índice
e usamos a propriedade: n a ⋅ n b = n ab 3) Simplificar 3 128 , decompondo fica:
128 2
Exemplos 64 2
32 2
1) 2 ⋅ 2 = 2.2 = 4 = 2
16 2
2) 3 ⋅ 4 = 3 . 4 = 12 8 2
3) 3
3 ⋅ 3 9 = 3 3 . 9 = 3 27 = 3 4 2
3
2 2
4) 5 ⋅ 3 4 = 3 5 . 4 = 3 20 1
5) 3 ⋅ 5 ⋅ 6 = 3 . 5 . 6 = 90 fica
3 3 3
3
128 = 23 ⋅ 23 ⋅ 2 = 23 ⋅ 23 ⋅ 3 2 = 2 ⋅ 2 ⋅ 3 2 = 43 2
Exercícios
Exercícios
Efetuar as multiplicações Simplificar os radicais:
1) 3⋅ 8 2) 5⋅ 5 3) 3 6 ⋅ 3 4 ⋅ 3 5 1) 20 2) 50 3) 3 40
Respostas: 1) 24 2) 5 3) 3 120 Respostas: 1) 2 5 2) 5 2 3) 2. 3 5

Para a divisão de radicais usamos a propriedade Racionalização de Radiciação


a Em uma fração quando o denominador for um radi-
também com índices iguais = a : b = a:b
b 2
cal devemos racionalizá-lo. Exemplo: devemos
3
Exemplos: multiplicar o numerador e o denominador pelo mesmo
radical do denominador.
18 2 3 2 3 2 3 2 3
1) = 18 : 2 = 18 : 2 = 9 = 3 ⋅ = = =
2 3 3 3⋅3 9 3
20 2 2 3
2) = 20 : 10 = 20 : 10 = 2 e são frações equivalentes. Dizemos que
10 3 3
3
15 3 é o fator racionalizante.
3) = 3 15 : 3 5 = 3 15 : 5 = 3 3
3
5
Exercícios
Exercícios. Efetuar as divisões Racionalizar:
6 3
16 24 1 2 3
1) 2) 3) 1) 2) 3)
3 3
2 6 5 2 2

Respostas: 1) 2 2) 2 3) 2

Matemática 55 A Opção Certa Para a Sua Realização


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5 6
Respostas: 1) 2) 2 3) Quando uma equação é incompleta, b = 0 ou c = 0,
5 2
costuma-se escrever a equação sem termos de coefi-
ciente nulo.
2
Outros exemplos: devemos fazer: Exemplos:
3
2 x2 – 16 = 0, b = 0 (Não está escrito o termo x)
2 3
22 2 ⋅ 3 22 23 4 23 4 3 x2 + 4x = 0, c = 0 (Não está escrito o termo inde-
⋅ = = = = 4 pendente ou termo constante)
3
21 3
22
3
21 ⋅ 22
3
23 2
x2 = 0, b = 0, c = 0 (Não estão
escritos o termo x e termo independente)
Exercícios.
Racionalizar: FORMA NORMAL DA EQUAÇÃO DO 2.º GRAU
3 ax 2 + bx + c = 0
1 3 2
1) 2) 3)
3 3 3
4 22 3
EXERCÍCIOS
3
16 3
3 2 3
18 Escreva as equações na forma normal:
Respostas: 1) 2) 3) 1) 7x2 + 9x = 3x2 – 1 2) 5x2 – 2x = 2x2 + 2
4 2 3
Respostas: 1) 4x + 9x + 1= 0 2) 3x2 – 2x –2 = 0
2

EQUAÇÕES DO 2.º GRAU Resolução de Equações Completas


Para resolver a equação do 2.º Grau, vamos utilizar
Definição: Denomina-se equação de 2.º grau com a fórmula resolutiva ou fórmula de Báscara.
variável toda equação de forma: A expressão b2 - 4ac, chamado discriminante de
ax2 + bx + c = 0 equação, é representada pela letra grega ∆ (lê-se
onde : x é variável e a,b, c ∈ R, com a ≠ 0. deita).

Exemplos: ∆ = b2 - 4ac logo se ∆ > 0 podemos escrever:


3x2 - 6x + 8 = 0
2x2 + 8x + 1 = 0
x2 + 0x – 16 = 0 y2 - y + 9 = 0 −b± ∆
x=
- 3y2 - 9y+0 = 0 5x2 + 7x - 9 = 0 2a
COEFICIENTE DA EQUAÇÃO DO 2.º GRAU RESUMO
Os números a, b, c são chamados de coeficientes NA RESOLUÇÃO DE EQUAÇÕES DO 2.º GRAU
da equação do 2.º grau, sendo que: COMPLETA PODEMOS USAR AS DUAS FORMAS:
• a representa sempre o coeficiente do termo x2. ou ∆ = b2 - 4ac
• b representa sempre o coeficiente do termo x.
2
−b ± b − 4 a c
x=
• c é chamado de termo independente ou termo 2a −b± ∆
constante. x=
2a
Exemplos:
a)3x2 + 4x + 1= 0 b) y2 + 0y + 3 = 0 Exemplos:
a =3,b = 4,c = 1 a = 1,b = 0, c = 3 a) 2x2 + 7x + 3 = 0 a = 2, b =7, c = 3
c) – 2x2 –3x +1 = 0 d) 7y2 + 3y + 0 = 0
− b ± b2 − 4 a c
a = –2, b = –3, c = 1 a = 7, b = 3, c = 0 x= ⇒
2a
Exercícios
Destaque os coeficientes: x=
− (+ 7 ) ± (7)2 − 4 ⋅ 2 ⋅ 3
1)3y2 + 5y + 0 = 0 2)2x2 – 2x + 1 = 0 2⋅2
3)5y –2y + 3 = 0
2 4) 6x2 + 0x +3 = 0 − (+ 7 ) ± 49 − 24 − (+ 7 ) ± 25
x= ⇒x =
4 4
Respostas: − (+ 7 ) ± 5 −7 + 5 -2 -1
1) a =3, b = 5 e c = 0 x= ⇒x'= = =
2)a = 2, b = –2 e c = 1 4 4 4 2
3) a = 5, b = –2 e c =3 −7 − 5 -12
x"= = =-3
4) a = 6, b = 0 e c =3 4 4
−1 
EQUAÇÕES COMPLETAS E INCOMPLETAS S =  , - 3
 2 
Temos uma equação completa quando os
coeficientes a , b e c são diferentes de zero.
Exemplos: ou
3x2 – 2x – 1= 0 b) 2x2 +7x + 3 = 0 a = 2, b = 7, c = 3
y2 – 2y – 3 = 0 São equações completas. ∆ = b2 – 4.a. c
y2 + 2y + 5 = 0 ∆ =72 – 4 . 2 . 3

Matemática 56 A Opção Certa Para a Sua Realização


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∆ = 49 – 24 isto é − 25 ∉ R
∆ = 25 a equação dada não tem raízes em IR.
− (+ 7 ) ± 25 − (+ 7 ) ± 5 S=φ ou S = { }
x= ⇒x =
4 4
−7 + 5 -2 -1 c) 9x2 – 81= 0
⇒ ‘x'= = = e 9x2 = 81
4 4 2
81
−7 − 5 -12 x2 =
x"= = =-3 9
4 4
x2 = 9
−1 
S =  , - 3 x= ± 9
 2 
x=±3
S = { ±3}
Observação: fica ao SEU CRITÉRIO A ESCOLHA
DA FORMULA. Equação da forma: ax = 0 onde b = 0, c = 0
A equação incompleta ax = 0 admite uma única
EXERCÍCIOS solução x = 0. Exemplo:
Resolva as equações do 2.º grau completa: 3x2 = 0
1) x2 – 9x +20 = 0
0
2) 2x2 + x – 3 = 0 x2 =
3) 2x2 – 7x – 15 = 0 3
4) x2 +3x + 2 = 0 x2 = 0
5) x2 – 4x +4 = 0 x2 = + 0
Respostas S={0}
1) V = { 4 , 5) Exercícios Respostas:
−3 1) 4x2 – 16 = 0 1) V = { –2, + 2}
2) V = { 1, }
2 2) 5x2 – 125 = 0 2) V = { –5, +5}
−3 3) 3x2 + 75x = 0 3) V = { 0, –25}
3) V = { 5 , }
2
4) V = { –1 , –2 } Relações entre coeficiente e raízes
5) V = {2}
Seja a equação ax2 + bx + c = 0 ( a ≠ 0), sejam x’ e
EQUAÇÃO DO 2.º GRAU INCOMPLETA x” as raízes dessa equação existem x’ e x” reais dos
Estudaremos a resolução das equações coeficientes a, b, c.
incompletas do 2.º grau no conjunto R. Equação da −b+ ∆ −b− ∆
forma: ax2 + bx = 0 onde c = 0 x'= e x"=
2a 2a
Exemplo:
RELAÇÃO: SOMA DAS RAÍZES
2x2 – 7x = 0 Colocando-se o fator x em evidência
(menor expoente) −b+ ∆ −b − ∆
x'+ x"= + ⇒
2a 2a
x . (2x – 7) = 0 x=0
−b+ ∆ −b− ∆
x'+x"=
7 2a
ou 2x – 7 = 0 ⇒ x= −2b b
2 x'+x"= ⇒ x'+ x"= −
7 2a a
Os números reais 0 e são as raízes da equação
2
Daí a soma das raízes é igual a -b/a ou seja, x’+ x”
7 = -b/a
S={0; )
2 b
Equação da forma: ax2 + c = 0, onde b = 0 Relação da soma: x ' + x " = −
a
Exemplos
a) x2 – 81 = 0 RELAÇÃO: PRODUTO DAS RAÍZES
x2 = 81→transportando-se o termo independente −b+ ∆ −b− ∆
x'⋅ x "= ⋅ ⇒
para o 2.º termo. 2a 2a
x = ± 81 →pela relação fundamental.
x'⋅x "=
(− b + ∆ )⋅ (− b − ∆ )
x=±9 S = { 9; – 9 }
4a2
b) x2 +25 = 0   ( )
 − b2  − ∆ 2
x2 = –25 x'⋅x "=   ⇒ ∆ = b2 − 4 ⋅ a ⋅ c ⇒
4a 2
x=± − 25 , − 25 não representa número real,

Matemática 57 A Opção Certa Para a Sua Realização


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b2 −  b2 − 4ac  S=x'+x"= −
b
=-
(- 7) = 7
x '⋅ x " =   ⇒ a 1
4a 2 c 2
P = x'⋅x " = = = 2
b2 − b2 + 4ac a 1
x'⋅x "= ⇒ EXERCÍCIOS
4a2 Calcule a Soma e Produto
4ac c 1) 2x2 – 12x + 6 = 0
x'⋅x "= ⇒ x '⋅x " =
2) x2 – (a + b)x + ab = 0
4a2 a
3) ax2 + 3ax–- 1 = 0
4) x2 + 3x – 2 = 0
c
Daí o produto das raízes é igual a ou seja:
a Respostas:
c 1) S = 6 e P = 3
x '⋅ x " = ( Relação de produto) 2) S = (a + b) e P = ab
a
−1
3) S = –3 e P =
Sua Representação: a
• Representamos a Soma por S 4) S = –3 e P = –2
b
S=x'+x"= − APLICAÇÕES DAS RELAÇÕES
a
Se considerarmos a = 1, a expressão procurada é
c x2 + bx + c: pelas relações entre coeficientes e raízes
• Representamos o Produto pôr P P = x '⋅x " =
a temos:
Exemplos: x’ + x”= –b b = – ( x’ + x”)
1) 9x2 – 72x +45 = 0 a = 9, b = –72, c = 45. x’ . x” = c c = x’ . x”

S=x'+ x"= − =-
b (-72) = 72 = 8
Daí temos: x2 + bx + c = 0
a 9 9
c 45
P = x '⋅ x " = = =5
a 9

2) 3x2 +21x – 24= 0 a = 3, b = 21,c = –24


S=x'+x"= − =-
b (21) = - 21 = −7
a 3 3
c + (- 24 ) − 24
P = x '⋅x " = = = = −8
a 3 3 REPRESENTAÇÃO
a = 4, Representando a soma x’ + x” = S
Representando o produto x’ . x” = P
3) 4x2 – 16 = 0 b = 0, (equação incompleta) E TEMOS A EQUAÇÃO: x2 – Sx + P = 0
c = –16
b 0 Exemplos:
S = x ' + x "= − = = 0 a) raízes 3 e – 4
a 4
S = x’+ x” = 3 + (-4) =3 – 4 = –1
c + (- 16 ) − 16 P = x’ .x” = 3 . (–4) = –12
P = x '⋅ x " = = = = −4
a 4 4 x – Sx + P = 0
a = a+1 x2 + x – 12 = 0
4) ( a+1) x2 – ( a + 1) x + 2a+ 2 = 0 b = – (a+ 1)
c = 2a+2 b) 0,2 e 0,3
S=x'+x"= − =-
b [- (a + 1)] = a + 1 = 1 S = x’+ x” =0,2 + 0,3 = 0,5
a a +1 a +1 P = x . x =0,2 . 0,3 = 0,06
x2 – Sx + P = 0
c 2a + 2 2(a + 1)
P = x'⋅x " = = = =2 x2 – 0,5x + 0,06 = 0
a a +1 a +1
5 3
Se a = 1 essas relações podem ser escritas: c) e
2 4
b
x'+ x"= − x ' + x " = −b 5 3 10 + 3 13
1 S = x’+ x” = + = =
2 4 4 4
c
x'⋅x "= x '⋅ x "=c 5 3 15
1 P=x.x= . =
2 4 8
x2 – Sx + P = 0
Exemplo:
x2 –7x+2 = 0 a = 1, b =–7, c = 2 13 15
x2 – x+ =0
4 8

Matemática 58 A Opção Certa Para a Sua Realização


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RESOLVA OS PROBLEMAS DO 2.º GRAU:
d) 4 e – 4
S = x’ +x” = 4 + (–4) = 4 – 4 = 0 1) O quadrado de um número adicionado com o qu-
P = x’ . x” = 4 . (–4) = –16 ádruplo do mesmo número é igual a 32.
x2 – Sx + P = 0 2) A soma entre o quadrado e o triplo de um mesmo
x2 –16 = 0 número é igual a 10. Determine esse número.
3) O triplo do quadrado de um número mais o próprio
Exercícios número é igual a 30. Determine esse numero.
Componha a equação do 2.º grau cujas raízes são: 4) A soma do quadrado de um número com seu
−4 quíntuplo é igual a 8 vezes esse número, deter-
1) 3 e 2 2) 6 e –5 3) 2 e
5 mine-o.
4) 3 + 5e3– 5 5) 6 e 0 Respostas:
1) 4 e – 8 2) – 5 e 2
Respostas: 3) −10 3 e 3 4) 0 e 3
1) x2 – 5x+6= 0 2) x2 – x – 30 = 0
−6 x 8
3)x2 – – =0
5 5
SISTEMA DE EQUAÇÕES DO 2° GRAU
4) x2 – 6x + 4 = 0 5) x2 – 6x = 0 Como resolver
Para resolver sistemas de equações do 2º grau, é
RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS importante dominar as técnicas de resolução de sis-
tema de 1º grau: método da adição e método da
Um problema de 2.º grau pode ser resolvido por substituição.
meio de uma equação ou de um sistema de equações
do 2.º grau. Imagine o seguinte problema: dois irmãos possuem
idades cuja soma é 10 e a multiplicação 16. Qual a
Para resolver um problema do segundo grau deve- idade de cada irmão?
se seguir três etapas:
• Estabelecer a equação ou sistema de equações Equacionando:
correspondente ao problema (traduzir matemati-
camente), o enunciado do problema para linguagem
simbólica.
• Resolver a equação ou sistema
• Interpretar as raízes ou solução encontradas

Exemplo:
Qual é o número cuja soma de seu quadrado com
seu dobro é igual a 15?
número procurado : x
equação: x2 + 2x = 15
Pela primeira equação, que vamos chamar de I:
Resolução:
x2 + 2x –15 = 0
∆ =b2 – 4ac ∆ = (2)2 – 4 .1.(–15) ∆ = 4 + 60
∆ = 64
− 2 ± 64 −2 ± 8
x= x= Substituindo na segunda:
2 ⋅1 2
−2 + 8 6
x'= = =3
2 2
−2 − 8 −10
x"= = = −5
2 2

Os números são 3 e – 5. Logo:

Verificação:
x2 + 2x –15 = 0 x2 + 2x –15 = 0
(3)2 + 2 (3) – 15 = 0 (–5)2 + 2 (–5) – 15 = 0
9 + 6 – 15 = 0 25 – 10 – 15 = 0
0=0 0=0
(V) (V) Usando a fórmula:
S = { 3 , –5 }

Matemática 59 A Opção Certa Para a Sua Realização


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De Produtos notáveis:
Logo

Dividindo por 2:

Substituindo em I:

Logo:

As idades dos dois irmãos são, respectivamente, de 2


e 8 anos. Testando:
a multiplicação de 2 X 8 = 16 e a soma 2 + 8 = 10.

Outro exemplo
Encontre dois números cuja diferença seja 5 e a soma
dos quadrados seja 13. Substituindo em II:

Da primeira, que vamos chamar de II:

Substituindo em II:

Aplicando na segunda:

Os números são 3 e - 2 ou 2 e - 3.

Matemática 60 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Os sistemas a seguir envolverão equações do 1º e do x=6–2
2º grau, lembrando de que suas representações gráfi- x=4
cas constituem uma reta e uma parábola, respectiva-
mente. Resolver um sistema envolvendo equações Par ordenado (4; 2)
desse modelo requer conhecimentos do método da
substituição de termos. Observe as resoluções co- S = {(2: 4) e (4; 2)}
mentadas a seguir:

Exemplo 1 Exemplo 2

Isolando x ou y na 2ª equação:
x – y = –3
Isolando x ou y na 2ª equação do sistema:
x=y–3
x+y=6
x=6–y Substituindo o valor de x na 1ª equação:
Substituindo o valor de x na 1ª equação:
x² + 2y² = 18
(y – 3)² + 2y² = 18
x² + y² = 20
y² – 6y + 9 + 2y² – 18 = 0
(6 – y)² + y² = 20
3y² – 6y – 9 = 0 (dividir todos os membros da equação
(6)² – 2 * 6 * y + (y)² + y² = 20 por 3)
36 – 12y + y² + y² – 20 = 0
16 – 12y + 2y² = 0
y² – 2y – 3 = 0
2y² – 12y + 16 = 0 (dividir todos os membros da
equação por 2)
∆ = b² – 4ac
∆ = (–2)² – 4 * 1 * (–3)
y² – 6y + 8 = 0 ∆ = 4 + 12
∆ = 16
∆ = b² – 4ac
∆ = (–6)² – 4 * 1 * 8
a = 1, b = –2 e c = –3
∆ = 36 – 32
∆=4

a = 1, b = –6 e c = 8

Determinando os valores de x em relação aos valores


de y obtidos:

Determinando os valores de x em relação aos valores Para y = 3, temos:


de y obtidos: x=y–3
x=3–3
Para y = 4, temos: x=0
x=6–y
x=6–4 Par ordenado (0; 3)
x=2
Para y = –1, temos:
Par ordenado (2; 4) x=y–3
x = –1 –3
x = –4
Para y = 2, temos:
x=6–y Par ordenado (–4; –1)

Matemática 61 A Opção Certa Para a Sua Realização


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S = {(0; 3) e (–4; –1)}

FUNÇÕES

DEFINICÂO Esta relação é uma função de A em B, pois associa


Consideremos uma relação de um conjunto A em um todo elemento de A um único elemento de B.
conjunto B. Esta relação será chamada de função ou f)
aplicação quando associar a todo elemento de A um
único elemento de B.

Exemplos:
Consideremos algumas relações, esquematizadas
com diagramas de Euler-Venn, e vejamos quais são
funções: Esta relação é uma função de A em B, pois associa
todo elemento de A um único elemento de B.
a)
Observações:
a) Notemos que a definição de função não permite
que fique nenhum elemento "solitário" no domí-
nio (é o caso de x2, no exemplo d); permite, no
entanto, que fiquem elementos "solitários" no
contradomínio (são os casos de y2, no exemplo
Esta relação é uma função de A em B, pois associa a e, e de y3, no exemplo f ) .
todo elemento de A um único elemento de B. b) Notemos ainda que a definição de função não
permite que nenhum elemento do domínio "lance
b) mais do que uma flecha" (é o caso de x1, no
exemplo b); permite, no entanto, que elementos
do contradomínio "levem mais do que uma fle-
chada" (são os casos dos elementos y1, nos
exemplos c e f ).

NOTAÇÃO
Considere a função seguinte, dada pelo diagrama
Euler-Venn:
Esta relação não é uma função de A em B, pois
associa a x1 Є A dois elementos de B : y1 e y2.
c)

Esta função será denotada com f e as associações


que nela ocorrem serão denotadas da seguinte forma:

y2 = f ( x 1): indica que y2 é a imagem de x1 pela f


Esta relação é uma função de A em B, pois associa y2 = f ( x 2): indica que y2 é a imagem de x2 pela f
todo elemento de A um único elemento de B. y3 = f ( x 3): indica que y3 é a imagem de x3 pela f
d)
O conjunto formado pelos elementos de B, que são
imagens dos elementos de A, pela f, é denominado con-
junto imagem de A pela f, e é indicado por Im (f) .
No exemplo deste item, temos:
A = {x1, x2, x3 } é o domínio de função f.
B = {y1, y2, y3 } é o contradomínio de função f.
Im ( f ) = { y2, y3 } é o conjunto imagem de A pela f.
Esta relação não é uma função de A em B, pois não
associa a x2 Є A nenhum elemento de B. DOMÍNIO, CONTRADOMINIO E IMAGEM DE UMA
e) FUNCÃO
Consideremos os conjuntos:
A = { 2, 3, 4 }
B = { 4, 5, 6, 7, 8 }

Matemática 62 A Opção Certa Para a Sua Realização


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e f(x) = x+2 sobrejetora ao mesmo tempo, recebe o nome de função
bijetora.
f(2)=2+2=4
f(3)=3+2=5 Exemplo:
f(4)=4+2=6 é sobrejetora ⇒ Im(f) = B
é injetora - cada elemento da imagem em B tem um
Graficamente teremos: único correspondente em A.
A = D( f ) Domínio B = CD( f ) contradomínio

Como essa função é injetora e sobrejetora, dizemos


que é bijetora.

FUNÇÃO INVERSA
O conjunto A denomina-se DOMINIO de f e pode ser Seja f uma função bijetora definida de A em B, com
indicado com a notação D ( f ). x Є A e y Є B, sendo (x, y) Є f. Chamaremos de fun-
ção inversa de f, e indicaremos por f -1, o conjunto dos
O conjunto B denomina-se CONTRADOMINIO de f e pares ordenados (y, x) Є f -1 com y Є B e x Є A.
pode ser indicado com a notação CD ( f ).
Exemplo: Achar a função inversa de y = 2x
O conjunto de todos os elementos de B que são ima-
gem de algum elemento de A denomina-se conjunto- Solução:
imagem de f e indica-se Im ( f ). a) Troquemos x por y e y por x ; teremos: x = 2y
No nosso exemplo acima temos: b) Expressemos o novo y em função do novo x ;
D(f)=A ⇒ D ( f ) = { 2, 3, 4 }
x x
CD ( f ) = B ⇒ CD ( f ) = { 4, 5, 6, 7, 8 } teremos y = e então: f −1( x ) =
Im ( f ) = { 4, 5, 6 }. 2 2

TIPOS FUNDAMENTAIS DE FUNÇÕES GRÁFICOS

FUNCÀO INJETORA SISTEMA CARTESIANO ORTOGONAL


Uma função f definida de A em B é injetora quando Como já vimos, o sistema cartesiano ortogonal é
cada elemento de B , é imagem de um único elemento composto por dois eixos perpendiculares com origem
de A. comum e uma unidade de medida.

Exemplo:

- No eixo horizontal, chamado eixo das abscissas,


FUNÇÃO SOBREJETORA
representamos os primeiros elementos do par
Uma função f definida de A em B é sobrejetora se
ordenado de números reais.
todas os elementos de B são imagens, ou seja:
- No eixo vertical, chamado eixo das ordenadas,
Im ( f ) = B
representamos os segundos elementos do par
ordenado de números reais.
Exemplo:
Vale observar que:
A todo par ordenado de números reais corresponde
um e um só ponto do plano, e a cada ponto corresponde
um e um só par ordenado de números reais.

Vamos construir gráficos de funções definidas por


Im ( f ) = { 3, 5 } = B leis y = f (x) com x Є IR . Para isso:
1º) Construímos uma tabela onde aparecem os valo-
FUNCÃO BIJETORA res de x e os correspondentes valores de y, do
Uma função f definida de A em B, quando injetora e seguindo modo:

Matemática 63 A Opção Certa Para a Sua Realização


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a) atribuímos a x uma série de valores do domínio, te modo:
b) calculamos para cada valor de x o corresponden-
te valor de y através da lei de formação y = f ( x );
2º) Cada par ordenado (x,y), onde o 1º elemento é a
variável independente e o 2º elemento é a variá-
vel dependente, obtido na tabela, determina um
ponto do plano no sistema de eixos.
3º) 0 conjunto de todos os pontos (x,y), com x Є D(f)
formam o gráfico da função f (x).

Exemplo:
Construa o gráfico de f( x ) = 2x – 1 onde
D = { –1, 0, 1, 2 , 3 }

x y ponto
f ( –1 ) = 2 . ( –1 ) –1 = –3 –1 –3 ( –1, –3)
f ( 0 ) = 2 . 0 – 1 = –1 0 –1 ( 0, –1)
f(1)=2. 1 –1=1 1 1 ( 1, 1)
f(2)=2. 2 –1=3 2 3 ( 2, 3)
f(3)=2. 3 –1=5 3 5 ( 3, 5)

• ZERO DA FUNÇÃO:
3x 1 1
f(x)= 0 ⇒ + =0 ⇒ x = −
5 5 3

Graficamente, o zero da função é a abscissa do


ponto de intersecção do gráfico com o eixo x.

• DOMÍNIO: projetando o gráfico sobre o eixo x :


Os pontos A, B, C, D e E formam o gráfico da função. D ( f ) = [ –2, 3 ]
• IMAGEM: projetando o gráfico sobre o eixo y :
OBSERVAÇÃO Im ( f ) = [ –1, 2 ]
Se tivermos para o domínio o intervalo [–1,3],
teremos para gráfico de f(x) = 2x – 1 um segmento de observe, por exemplo, que para:
reta com infinitos pontos). – 2 < 3 temos f (–2) < f ( 3 )
–1 2
portanto dizemos que f é crescente.

• SINAIS:
1
x Є [ –2, – [ ⇒ f(x)<0
3
1
xЄ ]– ,3] ⇒ f(x)>0
3
• VALOR MÍNIMO: –1 é o menor valor
assumido por y = f ( x ) , Ymín = – 1
• VALOR MÁXIMO: 2 é o maior valor assumido
Se tivermos como domínio o conjunto IR, teremos por y = f ( x ) , Ymáx = 2
para o gráfico de f(x) = 2x – 1 uma reta.
TÉCNICA PARA RECONHECER SE UM GRÁFICO
ANÁLISE DE GRÁFICOS REPRESENTA OU NÃO UMA FUNÇAO
Através do gráfico de uma função podemos obter Para reconhecermos se o gráfico de uma relação re-
informações importantes o respeito do seu presenta ou não uma função, aplicamos a seguinte téc-
comportamento, tais como: crescimento, decrescimento, nica:
domínio, imagem, valores máximos e mínimos, e, ainda,
quando a função é positiva ou negativa etc. Traçamos várias retas paralelas ao eixo y ; se o grá-
fico da relação for interceptado em um único ponto, en-
3x 1
Assim, dada a função real f(x) = + e o seu grá- tão o gráfico representa uma função. Caso contrário não
5 5 representa uma função.
fico, podemos analisar o seu comportamento do seguin-

Matemática 64 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Exemplos: a) f(x) = 5 b) f(x) = –2
c) f(x) = 3 d) f(x) = ½

Seu gráfico é uma reta paralela ao eixo x , passando


pelo ponto (0, c).

O gráfico a) representa uma função, pois qualquer


que seja a reta traçada paralelamente a y, o gráfico é
interceptado num único ponto, o que não acontece com
b) e c ). FUNÇÃO IDENTIDADE
É a função de lR em lR definida por
FUNÇÂO CRESCENTE f(x) = x
Consideremos a função y = 2x definida de IR em IR. x y=f(x)=x
Atribuindo-se valores para x, obtemos valores –2 –2
correspondentes para y e os representamos no plano –1 –1
cartesiano: 0 0
1 1
2 2

Observe que seu gráfico é uma reta que contém as


bissetrizes do 1º e 3º quadrantes.
D = IR CD = IR lm = IR

FUNÇÃO AFIM
É toda função f de IR em IR definida por
f (x) = ax + b (a, b reais e a ≠ 0)

Exemplos:
a) f(x) = 2x –1 b) f(x) = 2 – x
Observe que a medida que os valores de x c) f(x) = 5x
aumentam, os valores de y também aumentam; neste
caso dizemos que a função é crescente. Observações
1) quando b = 0 a função recebe o nome de função
FUNÇÃO DECRESCENTE linear.
Consideremos a função y = –2x definida de IR em IR. 2) o domínio de uma função afim é IR: D(f) = IR
3) seu conjunto imagem é IR: lm(f) = IR
Atribuindo-se valores para x, obteremos valores 4) seu gráfico é uma reta do plano cartesiano.
correspondentes para y e os representamos no plano
cartesiano. FUNÇÃO COMPOSTA
Dadas as funções f e g de IR em IR definidas por
f ( x ) = 3x e g ( x ) = x2 temos que:
f(1)=3.1=3
f(2)=3.2=6
f ( a ) = 3 . a = 3 a (a Є lR)
f ( g ) = 3 . g = 3 g (g Є lR)
f [ g( x ) ] = 3.g( x )
⇒ f [ g ( x ) ] = 3x 2
g ( x ) = x2

função composta de f e g
Note que a medida que as valores de x aumentam, Esquematicamente:
os valores de y diminuem; neste caso dizemos que a
função é decrescente.

FUNÇÃO CONSTANTE
É toda função de IR em IR definida por
f(x)= c (c = constante)
Símbolo:
Exemplos: f o g lê-se "f composto g" - (f o g) ( x ) = f [ g (
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x)] FUNÇÃO PAR E FUNÇÃO ÍMPAR
Uma função f de A em B diz-se função par se, para
FUNÇÃO QUADRÁTICA todo x Є A, tivermos f (x ) = f ( –x ).
É toda função f de IR em IR definida por
f(x) = ax2 + bx + c Uma função f de A em B diz-se uma função ímpar se,
(a, b ,c reais e a ≠ 0 ) para todo x Є R, tivermos f( –x ) = – f (x).

Exemplos: Decorre das definições dadas que o gráfico de uma


a) f(x) = 3x2 + 5x + 2 função par é simétrico em relação ao eixo y e o gráfico
b) f(x) = x2 – 2x de uma função ímpar é simétrico em relação ao ponto
c) f(x) = –2x2 + 3 origem.
d) f(x) = x2

Seu gráfico e uma parábola que terá concavidade


voltada "para cima" se a > 0 ou voltada "para baixo"
se a < 0.

Exemplos:
f ( x ) = x2 – 6x + 8 (a = 1 > 0) concavidade p/ cima

função par: f( x ) = f ( – x ) unção ímpar: f( –x ) = – f


(x)

EXERCICIOS
01) Das funções de A em B seguintes, esquematiza-
das com diagramas de Euler-Venn, dizer se elas
são ou não sobrejetoras, injetoras, bijetoras.
a) b)

f ( x ) = – x2 + 6x – 8 (a = –1 < 0) concavidade p/ baixo

c) d)

RESPOSTAS
a) Não é sobrejetora, pois y1, y3, y4 Є B não estão
FUNÇÃO MODULAR
associados a elemento algum do domínio: não é
Consideremos uma função f de IR em IR tal que,
injetora, pois y2 Є B é imagem de x1, x2, x3, x4 Є
para todo x Є lR, tenhamos f ( x ) = | x | onde o símbolo |
A: logo, por dupla razão, não é bijetora.
x | que se lê módulo de x, significa:
b) É sobrejetora, pois todos os elementos de B (no
x, se x ≥0 caso há apenas y1) são imagens de elementos
x = de A; não é injetora, pois y1 Є B é imagem de x1,
- x, se x<0
x2, x3, x4 Є A, logo, por não ser injetora, embora
esta função será chamada de função modular. seja sobrejetora, não é bijetora.
c) Não é sobrejetora, pois y1, y2, y4 Є B não estão
Gráfico da função modular: associados a elemento algum do domínio; é
injetora, pois nenhum elemento de B é imagem
do que mais de um elemento de A; logo, por não
ser sobrejetora, embora seja injetora, não é
bijetora.
d) É sobrejetora, pois todos os elementos de B (no
caso há apenas y1) são imagens de elementos
de A; é injetora, pois o único elemento de B é
imagem de um único elemento de A; logo, por
ser simultaneamente sobrejetora e injetora, é

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bijetora. 2) crescente: [ 0, 3] decrescente: [ 3, 5 ] crescente:
[5, 8 ]
2) Dê o domínio e a imagem dos seguintes gráficos: 3) decrescente
4) crescente
5) decrescente: ] – ∞ , 1] crescente: [ 1, + ∞ [
6) crescente: ] – ∞ , 1] decrescente: [ 1, + ∞ [
7) crescente
8) decrescente

04) Determine a função inversa das seguintes


funções:
a) y = 3x b) y = x – 2
x −5
c) y = x3 d) y =
3
RESPOSTAS
x
a) y = b) y = x + 2
3
c) y = 3 x d) y = 3x + 5

05) Analise a função f ( x ) = x2 – 2x – 3 ou y = x2 –


2x – 3 cujo gráfico é dado por:

Respostas:
1) D ( f ) = ] –3, 3 ] e lm ( f ) = ] –1, 2 ]
2) D ( f ) = [ –4, 3 [ e lm ( f ) = [ –2, 3 [
3) D ( f ) = ] –3, 3 [ e lm ( f ) = ] 1, 3 [
4) D ( f ) = [ –5, 5 [ e lm ( f ) = [ –3, 4 [
5) D ( f ) = [ –4, 5 ] e lm ( f ) = [ –2, 3 ]
6) D ( f ) = [ 0, 6 [ e lm ( f ) = [ 0, 4[

03) Observar os gráficos abaixo, e dizer se as fun-


ções são crescentes ou decrescentes e escrever
os intervalos correspondentes:

• Zero da função: x = –1 e x = 3
• f ( x ) é crescente em ] 1, + ∞ [
• f ( x ) e decrescente em ] – ∞ , 1[
• Domínio → D(f) = IR
• Imagem → Im(f) = [ –4, + ∞ [
• Valor mínimo → ymín = – 4
• Sinais: x Є ] – ∞ , –1[ ⇒ f ( x ) > 0
x Є ] 3, + ∞ [ ⇒ f ( x ) > 0
x Є [ – 1, 3 [ ⇒ f ( x ) < 0
06) Analise a função y = x3 – 4x cujo gráfico é dado
por:

RESPOSTAS RESPOSTAS
1) crescente: [ –3, 2] decrescente: [ 2, 5 ] • Zero da função: x = – 2; x = 0; x = 2
crescente: [ 5, 8 ]
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2 3 2 3 O conjunto dos infinitos pontos A, B, C, D, ..:...
• f (x) é crescente em ]– ∞ ,– [ e em ] , chama-se gráfico da função linear y = 2x.
3 3
+∞ [ Outro exemplo:
2 3 2 3 Construir, num sistema de coordenadas cartesianas,
• f ( x ) é decrescente em ] – , [
3 3 o gráfico da função linear definida pela equação y = –3x.
• Domínio → D(f) = lR x = 1 → y = – 3 . (1) = – 3
• Imagem → Im(f) = lR x = –1 → y = –3 . (–1) = 3
• Sinais: x Є ] – ∞ , –2 [ ⇒ f ( x ) < 0 x = 2 → y = –3 . ( 2) = – 6
x Є ] – 2, 0 [ ⇒ f ( x ) > 0 x = –2 → y = –3 . (–2) = 6
x Є ] 0, 2 [ ⇒ f ( x ) < 0
x y
x Є ] 2, + ∞ [ ⇒ f ( x ) > 0
1 –3 → A ( 1,– 3)
FUNÇÃO DO 1º GRAU –1 3 → B ( –1, 3)
2 –6 → C ( 2, – 6)
FUNCÃO LINEAR –2 6 → D ( –2, 6)
Uma função f de lR em lR chama-se linear quando é
definida pela equação do 1º grau com duas variáveis y =
ax , com a Є lR e a ≠ 0.

Exemplos:
f definida pela equação y = 2x onde f : x → 2x
f definida pela equação y = –3x onde f : x → –3x

GRÁFICO
Num sistema de coordenadas cartesianas podemos
construir o gráfico de uma função linear.

Para isso, vamos atribuir valores arbitrários para x


(que pertençam ao domínio da função) e obteremos
valores correspondentes para y (que são as imagens
dos valores de x pela função).

A seguir, representamos num sistema de coordena- O conjunto dos infinitos pontos A, B, C, D , ......
das cartesianas os pontos (x, y) onde x é a abscissa e y chama-se gráfico da função linear y = –3x.
é a ordenada.
Conclusão:
Vejamos alguns exemplos: O gráfico de uma função linear é a reta suporte dos
Construir, num sistema cartesiano de coordenadas infinitos pontos A, B, C, D, .... e que passa pelo ponto
cartesianas, o gráfico da função linear definida pela origem O.
equação: y = 2x.
x=1 →y=2.(1)=2 Observação
x = –1 → y = 2 . ( –1 ) = –2 Como uma reta é sempre determinada por dois
pontos, basta representarmos dois pontos A e B para
x=2 → y=2.(2)=4
obtermos o gráfico de uma função linear num sistema de
x = – 3 → y = 2 . ( –3 ) = – 6
coordenadas cartesianas.
x y FUNÇÃO AFIM
1 2 → A ( 1, 2) Uma função f de lR em lR chama-se afim quando é
–1 –2 → B (–1, –2) definida pela equação do 1º grau com duas variáveis
2 4 → C ( 2, 4) y = ax + b com a,b Є IR e a ≠ 0.
–3 –6 → D ( –3, –6)
Exemplos:
f definida pela equação y = x +2 onde f : x → x + 2
f definida pela equação y = 3x –1onde f : x → 3x – 1

A função linear é caso particular da função afim,


quando b = 0.

GRÁFICO
Para construirmos o gráfico de uma função afim, num
sistema de coordenadas cartesianas, vamos proceder
do mesmo modo como fizemos na função linear.

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Assim, vejamos alguns exemplos, com b ≠ 0. FUNÇÃO DO 1º GRAU
As funções linear e afim são chamadas, de modo
Construir o gráfico da função y = x – 1 geral, funções do 1º grau.
Solução:
x=0 → y=0 –1=–1 Assim são funções do primeiro grau:
x=1 → y=1–1 =0 f definida pela equação y = 3x
x = –1 → y = –1 – 1 = –2 f definida pela equação y = x + 4
x=2 → y=2 –1=1 f definida pela equação y = – x
x = –3 → y = –3 – 1 = –4 f definida pela equação y = – 4x + 1

x y FUNÇÃO CONSTANTE
→ pontos ( x , y)
Consideremos uma função f de IR em IR tal que,
0 –1 → A ( 0, –1)
para todo x Є lR, tenhamos f(x) = c, onde c Є lR; esta
1 0 → B ( 1, 0 ) função será chamada de função constante.
–1 –2 → C ( –1, –2)
2 1 → D ( 2, 1 ) O gráfico da função constante é uma reta paralela ou
–3 –4 → E ( –3, –4) coincidente com o eixo x ; podemos ter três casos:
a) c > 0 b) c = 0 c) c < 0

Observações:
Na função constante, f ( x ) = c ; o conjunto imagem
é unitário.

O conjunto dos infinitos pontos A, B, C, D, E,... A função constante não é sobrejetora, não é injetora
chama-se gráfico da função afim y = x – 1. e não é bijetora; e, em consequência disto, ela não
admite inversa.
Outro exemplo:
Construir o gráfico da função y = –2x + 1. Exemplo:
Consideremos a função y = 3, na qual a = 0 e b = 3
Solução: Atribuindo valores para x Є lR determinamos y Є lR
x=0 → y = –2. (0) + 1 = 0 + 1 = 1 xЄR y=0.X+3 y Є lR (x, y)
x=1 → y = –2. (1) + 1 = –2 + 1 = –1 –3 y = 0 .(–3)+ 3 y = 3 (–3, 3)
x = –1 → y = –2. (–1) +1 = 2 + 1 = 3 –2 y = 0. (–2) + 3 y = 3 (–2, 3)
–1 y = 0. (–1) + 3 y = 3 (–1, 3)
x=2 → y = –2. (2) + 1 = –4 + 1 = –3
0 y = 0. 0 + 3 y=3 ( 0, 3)
x = –2 → y = –2. (–2)+ 1 = 4 + 1 = 5 1 y = 0. 1 + 3 y=3 (1 , 3)
2 y = 0. 2 + 3 y=3 ( 2, 3)
x y → pontos ( x , y)
0 1 → A ( 0, 1) Você deve ter percebido que qualquer que seja o
1 –1 → B ( 1, –1) valor atribuído a x, y será sempre igual a 3.
–1 3 → C ( –1, 3)
2 –3 → D ( 2, –3) Representação gráfica:
–2 5 → E ( –2, 5)

Gráfico

Toda função linear, onde a = 0, recebe o nome de


função constante.

FUNÇÃO IDENTIDADE
Consideremos a função f de IR em IR tal que, para
todo x Є R, tenhamos f(x) = x; esta função será chama-
da função identidade.

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Observemos algumas determinações de imagens na
função identidade.
x = 0 ⇒ f ( 0 ) = 0 ⇒ y = 0; logo, (0, 0) é um ponto
do gráfico dessa função.
x = 1 ⇒ f ( 1) = 1 ⇒ y = 1; logo (1, 1) é um ponto
do gráfico dessa função.
x = –1 ⇒ f (–1) = – 1 ⇒ y = –1; logo (–1,–1) é um
ponto gráfico dessa função.

Usando estes pontos, como apoio, concluímos que o


gráfico da função identidade é uma reta, que é a bisse-
triz dos primeiro e terceiro quadrantes. Observando o gráfico podemos afirmar:
a) para x = 3 obtém-se y = 0
b) para x > 3 obtêm-se para y valores negativos,
isto é, y < 0.
c) para x < 3 obtêm-se para y valores positivos, isto
é, y > 0.

Resumindo:
∀ x ∈ lR | x > 3 ⇒ y<0
∀ x ∈ lR | x < 3 ⇒ y>0
∃ x ∈ lR | x = 3 ⇒ y=0

Esquematizando:
VARIAÇÃO DO SINAL DA FUNÇÃO LINEAR
A variação do sinal da função linear y = ax + b é for-
necida pelo sinal dos valores que y adquire, quando
atribuímos valores para x.

1º CASO: a > 0
Consideremos a função y = 2x – 4, onde a = 2 e
b= – 4. De um modo geral podemos utilizar a seguinte
técnica para o estudo da variação do sinal da função
Observando o gráfico podemos afirmar: linear:

y tem o mesmo sinal de a quando x assume valores


maiores que a raiz.
a) para x = 2 obtém-se y = 0 y tem sinal contrário ao de a quando x assume
b) para x > 2 obtém-se para y valores positivos, isto valores menores que a raiz.
é, y > 0.
c) para x < 2 obtém-se para y valores negativos, EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
isto é, y < 0. 01) Determine o domínio das funções definidas por:
Resumindo: a) f ( x ) = x2 + 1
∀ x ∈ lR | x > 2 ⇒ y>0 x3 + 1
b) f ( x ) =
∀ x ∈ lR | x < 2 ⇒ y<0 x−4
∀ x ∈ lR | x = 2 ⇒ y=0 x −1
c) f ( x ) =
x−2
Esquematizando:
Solução:
a) Para todo x real as operações indicadas na
fórmula são possíveis e geram como resultado
um número real dai: D ( f ) = IR
b) Para que as operações indicadas na fórmula
sejam possíveis, deve-se ter: x – 4 ≠ 0, isto é,
x ≠ 4. D ( f ) = { x Є lR | x ≠ 4}
2º CASO: a < 0 c) Devemos ter:
Consideremos a função y = –2x + 6, onde a = – 2 e x –1 ≥ 0 e x–2 ≠0
b = 6. x ≥ 1 x ≠2

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e daí: D ( f ) = { x Є lR | x ≥ 1 e x ≠ 2 } 5
Portanto, y = 0 para x =
3
02) Verificar quais dos gráficos abaixo representam
funções: b) Determinação do sinal de y:
5
se x > , então y < 0 (mesmo sinal de a)
3
5
se x < , então y > 0 (sinal contrário de a)
3

Resposta:

Somente o gráfico 3 não é função, porque existe x 05) Dentre os diagramas seguintes, assinale os que
com mais de uma imagem y, ou seja, traçando-se uma representam função e dê D ( f ) e Im( f )
reta paralela ao eixo y, ela pode Interceptar a curva em
mais de um ponto. Ou seja:

Os pontos P e Q têm a mesma abscissa, o que não


satisfaz a definição de função.

3) Estudar o sinal da função y = 2x – 6


Solução a = +2 (sinal de a)
b=–6

a) Determinação da raiz:
y = 2x – 6 = 0 ⇒ 2x = 6 ⇒ x = 3
Portanto, y = 0 para x = 3.

b) Determinação do sinal de y:
Se x > 3 , então y > 0 (mesmo sinal de a)
Se x < 3 , então y < 0 (sinal contrário de a)

Respostas:
1) È função ; D(f) = {a.b,c,d} e Im(f) = {e,f }
2) Não é função
3) È função ; D(f) = {1, 2, 3} e Im(f) = { 4, 5, 6 }
4) È função ; D(f) = {1, 2, 3 } e Im(f) = { 3, 4, 5}
5) Não é função
04) Estudar o sinal da fundão y = –3x + 5 6) È função ; D(f) = {5, 6, 7, 8, 9} e Im(f) = {3}
Solução: 7) É função ; D(f) = { 2 } e Im(f) = { 3 }
a = –3 (sinal de a) b=+5
06) Construa o gráfico das funções:
a) Determinação da raiz: 1
a) f(x) = 3x b) g ( x ) = – x
5 2
y = –3x + 5 = 0 ⇒ –3x = – 5 ⇒ x=
3 2 5
c) h ( x ) = 5x + 2 d) i ( x ) = x +
3 2
Matemática 71 A Opção Certa Para a Sua Realização
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e) y = – x Respostas:
1) x > –2 ⇒ y > 0; x = –2 ⇒ y = 0; x < –2 ⇒ y < 0
Solução: 2) x > –4 ⇒ y > 0; x = –4 ⇒ y = 0; x < –4 ⇒ y < 0
3) x > 2 ⇒ y < 0; x = 2 ⇒ y = 0; x < 2 ⇒ y > 0
4) x > 3 ⇒ y < 0; x = 3 ⇒ y = 0; x < 3 ⇒ y > 0
5) x > 2 ⇒ y > 0; x = 2 ⇒ y = 0; x < 2 ⇒ y < 0
6) x > 5 ⇒ y > 0; x = 5 ⇒ y = 0; x < 5 ⇒ y < 0
4 4 4
7) x > – ⇒ y < 0; x = – ⇒ y = 0; x < – ⇒ y>
3 3 3
0
8) x > –5 ⇒ y < 0; x = –5 ⇒ y = 0; x < –5 ⇒ y > 0
9) x > –5 ⇒ y > 0; x = –5 ⇒ y = 0; x < –5 ⇒ y < 0

FUNÇÃO QUADRÁTICA
EQUACÃO DO SEGUNDO GRAU
07) Uma função f, definida por f ( x ) = 2x – 1, tem Toda equação que pode ser reduzida à equação do
domínio D(f ) = { x Є lR | –1 ≤ x ≤ 2} Determi- tipo: ax2 + bx + c = 0 onde a, b e c são números reais e
ne o conjunto-imagem a ≠ 0, é uma equação do 2º grau em x.

Solução: Exemplos:
Desenhamos o gráfico de f e o projetamos sobre São equações do 2º grau:
o eixo 0x
x2 – 7x + 10 = 0 ( a = 1, b = –7, c = 10)
x y O segmento AB é o gráfico de f; sua 3x2 +5 x + 2 = 0 ( a = 3, b = 5, c = 2)
–1 –3 projeção sobre o eixo 0y nos dá: x2 – 3x + 1 = 0 ( a = 1, b = –3, c = 1)
2 3 Im ( f ) = [ – 3 , 3 ] x2 – 2x = 0 ( a = 1, b = –2, c = 0)
– x2 + 3 = 0 ( a = –1, b = 0, c = 3)
x2 = 0 ( a = 1, b = 0, c = 0)

Resolução:
Calculamos as raízes ou soluções de uma equação
−b± ∆
do 2º grau usando a fórmula: x =
2a
onde ∆ = b2 – 4a c

Chamamos ∆ de discriminante da equação ax2 + bx


+c=0

Podemos indicar as raízes por x1 e x2, assim:


−b + ∆ −b − ∆
x1 = e x2 =
2a 2a
08) Classifique as seguintes funções lineares em
crescentes ou decrescentes: A existência de raízes de uma equação do 2º grau
a) y = f ( x ) = – 2x – 1 depende do sinal do seu discriminante. Vale dizer que:
b) y = g ( x ) = – 3 + x ∆ >0 → existem duas raízes reais e distintas (x1 ≠ x2)
1 ∆ = 0 → existem duas raízes reais e iguais (x1 =x2)
c) y = h ( x ) = x–5 ∆ < 0 → não existem raízes reais
2
Exercícios:
d) y = t ( x ) = – x
1) Determine o conjunto verdade da equação
Respostas:
x2 – 7x + 10 = 0, em IR
a) decrescente b) crescente
temos: a = 1, b = –7 e c = 10
c) crescente d) decrescente
∆ = (–7)2 – 4 . 1 . 10 = 9
09) Fazer o estudo da variação do sinal das funções: −(-7)± 9 7±3 x1 = 5
x= = ⇒
1) y = 3x + 6 6) y = 5x – 25 2 ⋅1 2 x2 = 2
2) y = 2x + 8 7) y = –9x –12 As raízes são 2 e 5.
3) y = –4x + 8 8) y = –3x –15 V = { 2, 5 }
4) y = –2x + 6 9) y = 2x + 10
5) y = 4x – 8 2) Determine x real, tal que 3x2 – 2x + 6 = 0
temos: a = 3, b = –2 e c = 6

Matemática 72 A Opção Certa Para a Sua Realização


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∆ = (–2 )2 – 4 . 3 . 6 = –68
∆ = - 68 e - 68 ∉ lR
não existem raízes reais V = { }

FUNÇÃO QUADRÁTICA

Toda lei de formação que pode ser reduzida a forma:


f ( x ) = ax2 + bx + c ou y = ax2 + bx + c

Onde a, b e c são números reais e a ≠ 0, define uma


função quadrática ou função do 2º grau para todo x real.

GRÁFICO
Façamos o gráfico de f : IR → IR definida por
f ( x ) = x2 – 4x + 3 VÉRTICE E CONCAVIDADE
O ponto V indicado nos gráficos seguintes é
A tabela nos mostra alguns pontos do gráfico, que é denominado vértice da parábola. Em ( I ) temos uma
uma curva aberta denominada parábola. Basta marcar parábola de concavidade voltada para cima (côncava
estes pontos e traçar a curva. para cima), enquanto que em (II) temos uma parábola
de concavidade voltada para baixo (côncava para baixo)
x y = x2 - 4x + 3 ponto
I) gráfico de f(x) = x2 – 4x + 3
-1 y = ( -1 )2 - 4 ( -1 ) + 3 = 8 (-1, 8)
0 y = 02 - 4 . 0 + 3 = 3 ( 0, 3)
1 y = 12 - 4 . 1 + 3 = 0 ( 1, 0)
2 y = 22 - 4 . 2 + 3 = -1 ( 2,-1)
3 y = 32 - 4 . 3 + 3 = 0 ( 3, 0)
4 y = 42 - 4 . 4 + 3 = 3 ( 4, 3)
5 y = 52 - 4 . 5 + 3 = 8 ( 5, 8)

De maneira geral, o gráfico de uma função


quadrática é uma parábola.

Gráfico:
Parábola côncava para cima

II) gráfico de f(x) = – x2 + 4x

Eis o gráfico da função f(x) = –x2 + 4x

x y = - x2 + 4x ponto parábola côncava para baixo


-1 y = - ( -1 + 4 ( -1 ) = -5
)2 (-1, -5)
0 y = - 02 + 4 . 0 = 0 ( 0, 0 ) Note que a parábola côncava para cima é o gráfico
1 y = -( 1 )2 + 4 .1 = 3 ( 1, 3 ) de f(x) = x2 – 4x + 3 onde temos a = 1 (portanto a > 0)
2 y = - ( 2 )2 + 4 . 2 = 4 ( 2, 4 ) enquanto que a côncava para baixo é o gráfico de f(x) =
3 y = - ( 3 )2 + 4 . 3 = 3 ( 3, 3 ) – x2 + 4x onde temos a = –1 (portanto a > 0).
4 y = - ( 4 )2 + 4 . 4 = 0 ( 4, 0 )
5 y = - ( 5 )2 + 4 . 5 = -5 ( 5, -5) De maneira geral, quando a > 0 o gráfico da função
f(x) = ax2 + bx + c é uma parábola côncava para ci-
Gráfico: ma.
E quando a < 0 a parábola é côncava para baixo.

Matemática 73 A Opção Certa Para a Sua Realização


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COORDENADA DO VÉRTICE 14 7
Observe os seguintes esboços de gráficos de = =
16 8
funções do 2º grau:
3 7
Portanto: V = ( , )
4 8

EXERCICIOS
Determine as coordenadas do vértice da parábola
definida pelas funções quadráticas:
a) y = x2 – 6x + 5
b) y = –x2 – 8x +16
c) y = 2x2 + 6x
d ) y = –2x2 + 4x – 8
e) y = –x2 + 6x – 9
f) y = x2 – 16

Respostas:
a) V = {3, –4} b) V = {–4, 32}
Note que a abscissa do vértice é obtida pela semi-
c) V = {–3/2, –9/2} d) V = { 1, –6}
soma dos zeros da função. No esboço ( a ) temos:
e) V = { 3, 0} f) V = {0, –16}
x + x2 2 + 4 6
xv = 1 = = =3
2 2 2 RAÍZES OU ZEROS DA FUNÇAO DO 2º GRAU
Os valores de x que anulam a função y = ax2 + bx +
No esboço (b) temos: c são denominados zeros da função.
x + x 2 −1 + 3 2
xv = 1 = = =1
2 2 2 Na função y = x2 – 2x – 3 :
• o número –1 é zero da função, pois para x = –1,
Como a soma das raízes de uma equação do 2º grau temos y = 0.
−b • o número 3 é também zero da função, pois para
é obtida pela fórmula S = , podemos concluir que: x = 3, temos y = 0.
a
−b Para determinar os zeros da função y = ax2 + bx + c
x1 + x 2 S −b
xv = = = a = devemos resolver a equação ax2 + bx + c = 0.
2 2 2 2a
Exemplos:
ou seja, a abscissa do vértice da parábola é obtida Determinar os zeros da função
−b y = x2 – 2x – 3
pela fórmula: x v =
2a
Solução:
x2 – 2x – 3 = 0
Exemplos de determinação de coordenadas do
∆ = b2 – 4ac
vértice da parábola das funções quadráticas:
∆ = ( – 2)2 – 4. ( 1 ). ( –3)
a) y = x2 – 8x + 15 ∆ = 4 + 12 = 16 ⇒ ∆=4
Solução: 6
−b −( −8 ) 8 =3
xv = = = =4 − ( − 2) ± 4 2 ± 4 2
2a 2(1) 2 x= = ⇒
y v = (4)2 – 8. (4) + 15 = 16 – 32 + 15 = – 1
2(1) 2 −2
= −1
2
Portanto: V = (4, –1)
Portanto: – 1 e 3 são os zeros da função:
b) y = 2x2 – 3x +2 y = x2 – 2x – 3

Solução: Como no plano cartesiano os zeros da função são as


− b − (− 3) 3 abscissas dos pontos de intersecção da parábola com o
xv = = = eixo x, podemos fazer o seguinte esboço do gráfico da
2a 2 (2 ) 4 função y = x2 – 2x – 3.
2
3 3
y v = 2  − 3  + 2 = Lembre-se que, como a > 0, a parábola tem a
4 4 concavidade voltada para cima.
9 9 18 9 18 − 36 + 32
= 2.  − + 2 = − + 2 = =
 16  4 16 4 16

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Vamos determinar os zeros e esboçar o gráfico das
funções:
a) y = x2 – 4x + 3

Solução:
x2 – 4x + 3 = 0
∆ = b2 – 4ac d) y = –3x2 + 2x – 1
∆ = (–4)2 – 4. ( 1 ) . ( 3 )
∆ = 16 – 12 = 4 ⇒ ∆=2 Solução:
−b± ∆ –3x2 + 2x – 1= 0
x= ∆ = b2 – 4ac
2a ∆ = ( 2 )2 – 4( –3 ) ( –1 )
6 ∆ = 4 – 12 = – 8
=3
− ( −4 ) ± 2 4 ± 2 2
x= = ⇒ A função não tem raízes reais.
2 ( 1) 2 2
=1
2
Como a = –3 < 0, a parábola tem a concavidade
voltada para baixo.
Como a = 1 > 0, a concavidade está voltada para
cima.

Em resumo, eis alguns gráficos de função quadrática:

b) y = –2x2 + 5x – 2

Solução:
∆ = b2 – 4ac
∆ = ( 5 )2 – 4. ( –2 ) . ( –2 )
∆ = 25 – 16 = 9 ⇒ ∆=3
−b± ∆
x=
2a
−2 1
=
− (5) ± 3 − 5 ± 3 −4 2
x= = ⇒
2(−2) −4 −8 CONSTRUÇÃO DO GRÁFICO
=2 Para construir uma parábola começamos fazendo
−4 uma tabela de pontos da curva. O vértice é um ponto
importante e por isso é conveniente que ele esteja na
Como a = –2 < 0, a parábola tem a concavidade tabela.
voltada para baixo.
Eis como procedemos:
−b
a) determinemos xv, aplicando a fórmula xV =
2a
b) atribuímos a x o valor xv e mais alguns valores,
c) y = 4x2 – 4x + 1 menores e maiores que xv .
c) Calculamos os valores de y
Solução: d) marcamos os pontos no gráfico
4x2 – 4x +1= 0 e) traçamos a curva
∆ = b2 – 4ac
∆ = ( –4 )2 – 4. ( 4 ) . ( 1 ) Exemplo:
∆ = 16 – 16 = 0 Construir o gráfico de f(x) = x2 – 2x + 2
−b -(-4) 4 1 Solução: temos: a = 1, b = –2 e c = 2
x= ⇒ x= = = −b −( −2)
2a 2(4) 8 2 xv = = =1
2a 2 ⋅ 1
Como a = 4 > 0, a parábola tem a concavidade Fazemos a tabela dando a x os valores -1, 0, 2 e 3.
voltada para cima.
x y = x² – 2x + 2 ponto
-1 y = ( -1 )2 – 2( -1) + 2 = 5 ( -1, 5)
0 y = 02 – 2 . 0 + 2 = 2 ( 0, 2)
1 y = 12 – 2 . 1 + 2 = 1 ( 1, 1)
2 y = 22 – 2 . 2 + 2 = 2 ( 2, 2)
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3 y = 32 – 2 . 3 + 2 = 5 ( 3, 5) Para x = 3 temos f ( x ) = 0 (3 é raiz de f ).

Gráfico: Depois de x = 3, todos os pontos da parábola estão


acima do eixo x, tendo ordenada y positiva. Isto significa
que para todos os valores de x maiores do que 3 temos
f(x) > 0.

Este estudo de sinais pode ser sintetizado num


esquema gráfico como o da figura abaixo, onde
representamos apenas o eixo x e a parábola.

ESTUDO DO SINAL DA FUNÇÃO DO 2º GRAU


Estudar o sinal de uma função quadrática é determi-
nar os valores de x que tornam a função positiva, negati-
Marcamos no esquema as raízes 1 e 3, e os sinais
va ou nula.
da função em cada trecho. Estes são os sinais das or-
denadas y dos pontos da curva (deixamos o eixo y fora
Já sabemos determinar os zeros (as raízes) de uma
da jogada mas devemos ter em mente que os pontos
função quadrática, isto é, os valores de x que anulam a
que estão acima do eixo x têm ordenada y positiva e os
função, e esboçar o gráfico de uma função quadrática.
que estão abaixo do eixo x têm ordenada negativa).
Sinais da função f ( x ) = ax2 + bx + c
Fica claro que percorrendo o eixo x da esquerda
para a direita tiramos as seguintes conclusões:
Vamos agora esboçar o gráfico de
x<1 ⇒ f(x)>0
f ( x ) = x2 – 4x + 3
x=1 ⇒ f(x)=0
As raízes de f, que são 1 e 3, são as abscissas dos 1<x<3 ⇒ f(x)<0
pontos onde a parábola corta o eixo x. x=3 ⇒ f(x)=0
x >3 ⇒ f(x)>0

De maneira geral, para dar os sinais da função poli-


nomial do 2º grau f ( x ) = ax2 + bx + c cumprimos as
seguintes etapas:
a) calculamos as raízes reais de f (se existirem)
b) verificamos qual é a concavidade da parábola
c) esquematizamos o gráfico com o eixo x e a
parábola
d) escrevemos as conclusões tiradas do esquema
Vamos percorrer o eixo dos x da esquerda para a Exemplos:
direita. Vamos estudar os sinais de algumas funções
quadráticas:
Antes de chegar em x = 1, todos os pontos da
parábola estão acima do eixo x, tendo ordenada y 1) f ( x ) = –x2 – 3x
positiva. Isto significa que para todos os valores de x
menores que 1 temos f ( x ) > 0. Solução:
Raízes: – x2 – 3x = 0 ⇒ –x ( x + 3) = 0 ⇒
Para x = 1 temos f ( x ) = 0 (1 é uma das raízes de f )
( - x = 0 ou x + 3 = 0 ) ⇒ x = 0 ou x = – 3
concavidade: a = – 1 ⇒ a < 0 para baixo
Depois de x = 1 e antes de x = 3, os pontos da
parábola estão abaixo do eixo x, tendo ordenada y
negativa. Isto significa que para os valores de x Esquema gráfico
compreendidos entre 1 e 3 temos f ( x ) < 0.

Conclusões:
x < –3 ⇒ f(x)<o
x = –3 ⇒ f(x)=0

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–3 < x < 0 ⇒ f(x)>0 para x < 2 ou x > 4 ⇒ y>0
x=0 ⇒ f(x)=0 para x = 2 ou x = 4 ⇒ y=0
x>0 ⇒ f(x)<0 para 2 < x < 4 ⇒ y<0

2) f ( x ) = 2x2 – 8x +8 5) f ( x ) = –2x2 + 5x – 2
Solução: Solução:
Raízes: Zeros da função: ∆ = ( 5 )2 – 4 . ( –2) .( –2)
8 ± 64 − 4 ⋅ 2 ⋅ 8 ∆ = 25 – 16 = 9 ⇒ ∆ =3
2x2 – 8x + 8 = 0 ⇒ x= -5+3 −2 1
4 = =
−5±3 -4 −4 2
8± 0 x= ⇒
= =2 2( −2) -5-3 −8
4 = =2
-4 −4
A parábola tangência o eixo x no ponto de abscissa 1
x1 = e x2 = 2
2. 2

concavidade: a = 2 ⇒ a > 0 ⇒ para cima Esboço do gráfico:

Esquema gráfico

Estudo do sinal
Conclusões: 1
Para x < ou x > 2 ⇒ y < 0
x< 2 ⇒ f(x)>0 2
x= 2 ⇒ f(x)=0 1
Para x = ou x = 2 ⇒ y = 0
x> 2 ⇒ f(x)>0 2
1
3) f ( x ) = x2 + 7x +13 Para < x <2 ⇒ y > 0
2
Solução:
Raízes: 6) f ( x ) = x2 – 10x + 25
− 7 ± 49 − 4 ⋅ 1 ⋅ 13 − 7 ± − 3 Solução: ∆ = ( –10 )2 – 4 . 1 . 25
x= = ∉ lR
2 2 ∆ = 100 – 100 = 0
−( −10 ) 10
x= = =5
Esquema gráfico 2(1 ) 2

Esboço gráfico:

Conclusão: ∀ x ∈ lR, f ( x ) > 0


Estudo do sinal:
4) f ( x ) = –6x + 8
x2 para x ≠ 5 ⇒ y > 0
Solução: para x = 5 ⇒ y = 0
Raízes: ∆ = ( – 6)2 – 4 . 1 . 8
∆ = 36 –32 = 4 ⇒ ∆ = 2 Observe que não existe valor que torne a função
negativa.
6+2 8
= =4
6±2 2 2 7) f ( x ) = – x2 – 6x – 9
x= ⇒
2 6−2 4 Solução:
= =2 Zeros da função: ∆ = (–6)2 – 4(–1)(–9 )
2 2
∆ = 36 – 36 = 0
x1 = 2 e x2 = 4
−( −6) 6
x= = = −3
Esboço gráfico: 2( −1 ) − 2
Esboço gráfico:

Estudo do sinal:

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Portanto:
f(x)>0 para [ x Є R / x < 2 ou x > 3 ]
f(x)<0 para [ x Є R / 2 < x < 3 ]

EXERCÍCIOS
Estudo do sinal: 01) Determine as raízes, o vértice, D( f ) e Im( f ) das
para x ≠ –3 ⇒ y < 0 para x = –3 ⇒ y = 0 seguintes funções:
a) y = x2 + x +1
Observe que não existe valor de x que torne a função b) y = x2 – 9
positiva. c) y = – x2 + 4x – 4
d) y = – x2 – 8x
8) f ( x ) = x2 – 3x + 3
Solução: Respostas:
Zeros da função ∆ = (–3)2 – 4 . 1 . 3 3
a) não tem; (-1/2, 3/4); IR; { y Є lR | y ≥ }
∆ = 9 –12 = –3 4
b) 3, -3; (0, 0); lR; { y Є lR | y ≥ 0}
A função não tem zeros reais c) 2; (2,0); lR; { y Є R | y ≤ 0}
d) 0, -8; (-4, 16); lR; { y Є lR | y ≤ 16}
Esboço do gráfico:
02) Determine os zeros (se existirem) das funções
quadráticas:
a) y = x2 – 6x + 8
b) y = –x2 + 4x – 3
c ) y = –x2 + 4x
Estudo do sinal: ∀ x ∈ lR ⇒ y > 0 d) y = x2 – 6x + 9
e) y = –9x2 + 12x – 4
f) y = 2x2 – 2x +1
9) Determine os valores de m, reais, para que a
g) y = x2 + 2x – 3
função
h) y = 3x2 + 6x
f ( x ) = (m2 – 4)x2 + 2x
i) y = x2
seja uma função quadrática.
Solução: Respostas:
A função é quadrática ⇔ a ≠ 0 a) 2 e 4 b) 1 e 3
Assim: m2 – 4 ≠ 0 ⇒ m2 ≠ 4 ⇒ m ≠ ± 2 c) 4 e 0 d) 3
Temos: m Є lR, com m ≠ ± 2 e) 2/3 f) φ
g) –3 e 1 h) – 2 e 0
10) Determine m de modo que a parábola
i) 0
y = ( 2m – 5 ) x2 – x
tenha concavidade voltada para cima.
03) Determine os valores reais de m, para os quais:
Solução:
a) x2 – 6x – m – 4 = 0 admita duas raízes reais
Condição: concavidade para cima ⇔ a > 0
diferentes
5 b) mx2 – (2m – 2)x + m – 3 = 0 admita duas raízes
2m – 5 > 0 ⇒ m >
2 reais e iguais
c) x2 – (m + 4)x + 4m + 1 = 0 não admita raízes reais
11) Determinar m para que o gráfico da função qua- d) x2 – 2mx – 3m + 4 = 0 admita duas raízes reais di-
drática y = (m – 3)x2 + 5x – 2 tenha concavidade ferentes.
volta para cima.
solução: Respostas:
condição: a > 0 ⇒ m – 3 > 0 ⇒ m > 3 {
a) m ∈ lR | m > − 13 }
12) Para que valores de m função f ( x ) = x2 – 3 x + b) { m ∈ lR | m = - 1 }
m – 2 admite duas raízes reais iguais? c) { m ∈ lR | 2 < m < 6 }
Solução:
condição: ∆ > 0 d) { m ∈ lR | m < - 4 e m > 1 }
∆ = ( –3)² – 4 ( 1 ) ( m – 2) = 9 – 4m +8 ⇒
−17 17 04) Dada a função y = x2 – x – 6, determine os
⇒ –4 m + 17 > 0 ⇒ m => ⇒m> valores de x para que se tenha y > 0.
−4 4
{
Resposta : S = x ∈ lR | x < - 2 ou x > 3 }
13) Para que valores de x a função f(x) = –5x + 6 x2
assume valores que acarretam f(x) > 0 e f(x) < 0? 05) Dada a função y = x2 – 8x + 12, determine os
Solução: valores de x para que se tenha y < 0.
f ( x ) = x2 – 5x + 6 {
Resposta : S = x ∈ lR | 2 < x < 6 }
f ( x ) = 0 ⇒ x2 – 5x + 6 = 0 ⇒ x1 = 2 e x2 = 3

Matemática 78 A Opção Certa Para a Sua Realização


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FUNÇÃO PAR ímpares ou nenhuma das duas.
FUNÇÃO ÍMPAR a) f(x) = x
b) f(x) = x2
FUNÇAO PAR c) f(x) = x3
Dizemos que uma função de D em A é uma função d) f(x) = | x |
e) f(x) = x +1
par se e somente se: f ( x ) = f (– x ), ∀ x , x ∈ D
isto é, a valores simétricos da variável x correspondem a Respostas
mesma imagem pela função. a) f(-x) = -x = -f(x); é função ímpar
b) f(-x) = (-x)2 = x2 = f(x); é função par
Exemplo: c) f(-x) = (-x)3 = -x3 = -f ( x ); é função ímpar
f ( x ) = x2 é uma função par, pois temos, por d) f(-x) = | -x | = | x | = f ( x ); é função par
exemplo: e) f(-x) = -x + 1
≠x+1=f(x)
f ( - 2) = ( - 2)2 = 4 ≠ - ( x + 1)= - f ( x )
f ( - 2) = f ( 2 ) não é função par nem função ímpar
f ( 2 ) = 22 = 4
02) Dizer se as funções seguintes, dados seus
Observe o seu gráfico: gráficos cartesianos são pares, ímpares ou
nenhuma das duas.

Resposta
Vale observar que: o gráfico de uma função par é a) é uma função par, pois seu gráfico é simétrico
simétrico em relação ao eixo dos y. em relação ao eixo x.
b) é uma função ímpar, pois seu gráfico é simétrico
FUNÇÃO ÍMPAR em relação ao ponto origem,
Dizemos que uma função D em A é uma função c) é uma função par, pois seu gráfico é simétrico
impar se e somente se f ( – x ) = – f ( x ), em relação ao eixo y.
d) Não é nem função par nem função impar, pois
∀ x , x ∈ D , isto é, os valores simétricos da variável x seu gráfico não é simétrico nem em relação ao
correspondem as imagens simétricas pela função. eixo y e nem em relação ao ponto origem.

Exemplo: FUNÇÃO MODULO


f ( x ) = 2x é uma função ímpar, pois temos, por Chamamos de função modular a toda função do tipo y =
exemplo: | x | definida por:
f ( - 1) = 2( - 1) = - 2 x, se x ≥ 0
f ( - 1) = − f ( 1 )
f ( 1) = 2 ⋅ 1 = 2 f (x)=
- x, se x < 0, para todo x real
Observe o seu gráfico: Representação gráfica:

D(f)=R
O gráfico de uma função impar é simétrico em Im ( f ) = R+
relação a origem do sistema cartesiano.
EXERCÍCIOS Exemplos:
01) Dizer se as funções seguintes são pares, a) y = | x | + 1

Matemática 79 A Opção Certa Para a Sua Realização


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 x + 1, se x ≥ 0 3) y = | x + 2| 6) y = | x – 1 | – 1
y=
- x + 1, se x < 0

D(f)=R Im ( f ) = { y Є lR | y ≥ 1}

b) Calcular | x – 5 | = 3
Solução:
| x – 5 | = 3 ⇔ x – 5 = 3 ou x – 5 = –3

Resolvendo as equações obtidas, temos:


x – 5=3 x – 5=–3
x=8 x=2
S = {2, 8} FUNÇÃO COMPOSTA
Consideremos a seguinte função:
c) Resolver a equação | x | 2 + 2 | x | – 15 = 0
Solução: Um terreno foi dividido em 20 lotes, todos de forma
Fazemos | x | = y, com y ≥ 0, e teremos quadrada e de mesma área. Nestas condições, vamos
y2 + 2y – 15 = 0 ∆ = 64 mostrar que a área do terreno é uma função da medida
y’ = 3 ou y " = – 5 (esse valor não convêm pois y ≥ do lado de cada lote, representando uma composição de
0) funções.

Como | x | = y e y = 3, temos Para isto, indicaremos por:


| x | = 3 ⇔ x =3 ou x = –3 x = medida do lado de cada lote
S = { –3, 3} y = área de cada terreno
z = área da terreno
d) Resolver a equação | x2 – x – 1| = 1
Solução: 1) Área de cada lote = (medida do lado)2
| x2 – x – 1| = 1 x2 – x – 1 = 1 ou ⇒ y = x2
x2 – x – 1 = – 1
x –x–1 =1
2 x2 – x – 1 = – 1 Então, a área de cada lote é uma função da medida
x –x–2 =0
2 x2 – x = 0 do lado, ou seja, y = f ( x ) = x2
∆ =9
x ( x – 1) = 0 2) Área do terreno = 20. (área de cada lote)
x’ = 2 ou x ” = –1 x’ = 0 ou x “ = 1 ⇒ z = 20y
S = { –1, 0, 1, 2 } Então, a área do terreno é uma função da área de
cada lote, ou seja: z = g(y) = 20y
e) Resolver a equação | x |2 – 2 | x | – 3 = 0
Solução: 3) Comparando (1) e (2), temos:
Fazendo | x | = y, obtemos Área do terreno = 20 . (medida do lado)2, ou seja: z =
y2 – 2y – 3 = 0 ⇒ y = –1 ou y = 3 20x2 pois y = x2 e z = 20y

Como y = | x |, vem: então, a área do terreno é uma função da medida de


| x | = 3 ⇒ x = –3 ou x = 3 cada lote, ou seja, z = h ( x ) = 20x2
| x | = –1 não tem solução pois | x | ≥ 0

Assim, o conjunto-solução da equação é


S = { –3, 3}

EXERCÍCIOS
Represente graficamente as seguintes funções
modulares e dê D ( f ) e lm ( f ) : A função h, assim obtida, denomina-se função
1) y = | x | + 2 4) y = –| x – 3 | composta de g com f.
2) y = | x | – 1 5) y = –| x + 1 |

Matemática 80 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Observe agora: Solução
y=f(x) Neste caso, vamos substituir x por g ( x ) na função f
⇒ z = g[ f ( x ) ] (x)e teremos 2 [ g ( x ) ] – 1 = 6x + 11.
z = g( y )
2 g ( x ) – 1 = 6x + 11 ⇒ 2 g ( x ) = 6x + 12
z =h( x )
⇒ h( x ) = g[h( x )] g ( x) =
6x + 12
⇒ g ( x ) = 3x + 6
z = g [f(x)] 2

A função h ( x ), composta de g com f, pode ser 05) Considere as funções:


indicada por: f de lR em lR, cuja lei é f ( x ) = x + 1
g[f(x)] ou (g o f ) ( x )
g de lR em lR, cuja lei é x2

a) calcular (f o g) ( x ) d) calcular (f o f ) ( x )
b) calcular (g o f) ( x ) e) calcular (g o g ) ( x )
e) dizer se (f o g) ( x ) = (g o f ) ( x )
EXERCICIOS Respostas:
x3 a) ( f o g) ( x ) = x2 + 1
01) Sendo f ( x ) = 2x e g (x ) = funções reais, b) (g o f) ( x) = x2 +2x +1
2
calcule g [ f ( –2) ]. c) Observando os resultados dos itens anteriores,
constatamos que, para x ≠ 0, (f o q) ( x) ≠ ( g o
Temos : f) ( x )
f ( x ) = 2x ⇒ f ( –2) = 2 ( –2) = ⇒ f ( –2)= –4 d) ( f o f )(x) = x + 2
e) ( g o g)( x ) = x4
x3
g(x)= e g [ f ( –2) ] = g ( –4 ) =
2 FUNÇÃO EXPONENCIAL
( −4)3
g [ f ( –2) ] = = –32 ⇒ g [ f ( –2) ] = –32
2 Propriedades das potências
Considerando a, r e s reais, temos como
x3
02) Sendo f ( x ) = 2x e g ( x ) = funções reais, PROPRIEDADES DAS POTÊNCIAS:
2 Vamos admitir que :
calcule f [ g ( –2 ) ]. a1 = a
ar . as = ar +s
Temos :

g(x)=
x3
⇒ g ( –2 ) =
(− 2)3 ⇒ g ( –2) = –4
2 2 a0 = 1 ( a ≠ 0)
f ( x ) = 2x e f [ g (–2)] = f (–4)
f [ g(–2)] = 2 . (–4) = – 8 ⇒ f [ g (–2)] = – 8 ar : as = ar -s ( a ≠ 0)
(ar)s = ar . s
03) Sendo f(x) = 2x – 1 e g ( x ) = x + 2 funções reais,
calcule: (a . b)s = as . bs
a) ( g o f ) ou g [ f ( x ) ] 1
b) ( f o g ) ( x ) a -r= ( a ≠ 0)
ar
a) Para obter g[ f ( x ) ] substituímos x de g( x ) por s
(2x – 1) que é a expressão de f ( x ). ar/s = ar (s ∈ lN, s > 2)
g ( x ) = x + 2 ⇒ g [ f ( x )] = (2x – 1) + 2 ⇒
⇒ g [ f ( x ) ] = 2x + 1 Exemplos:
1) (-2 )3 .( -2 )2.(-2) = (-2)3+2+1 = (-2)6 = 64
f(x) 2x – 1
2) 35 : 33 = 35 – 3 = 32 = 9
b) Para obter f [ g ( x ) ] substituímos o x de f ( x ) por 2
 1 3   1
6
1
( x + 1 ) que é a expressão de g ( x ). 3)    =   =
f ( x ) = 2x – 2 ⇒ f [ g ( x )] = 2 (x + 2) –1 ⇒ 2
   2
  64
⇒ f [ g ( x ) ] = 2x + 3 4) 2 . 5 = ( 2 . 5)2 = 102 = 100
2 2

1 1
g(x) x+2 5) 3 − 4 = 4 =
3 81
04) Dados f ( x ) = 2x – 1 e f [ g ( x ) ] = 6x + 11, 6) 53 2 = 53 = 5 5
calcular g ( x ).
RESOLVENDO EXERCÍCIOS:
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1. Determine o valor de:
a) (32)0,1 b) (81)2/5
f(x) = ax ou y = ax
Resolvendo:
a) (32)0,1 = (25)1/10 = 25/10 = 21/2 = 2
5 5 onde a é um número real positivo e diferente de 1,
b) (81)2/5 = 81 2 = 38 = 35 27 define uma função exponencial de base a para todo x
real.
2. Calcule e Simplifique:
−2 −1 2 0 Exemplos:
2  1 2
+ (− 2)
−3
a)   b) 243 :   ⋅  São funções exponenciais:
3 3 3 x x
 1  1 1
1) f ( x ) =   ou y =   , onde a =
Resolvendo: 2 2 2
−2
a)
2
  + (− 2 )
−3
=
32
+
1
=
9 1 17
− = 2) f ( x ) = ( 3 )x ou y = ( 3 )x , onde a = 3
3 2 2
(− 2) 3 4 8 8
−1 2 0 Gráfico
 1 2
b) 243 :   ⋅  Numa função exponencial, sendo a um numero
3
  3 real positivo e diferente de 1, podemos ter a > 1 ou 0
=3 : 3 . 1= 35/2 – 1/2 = 32 = 9
5/2 1/2
< a < 1 e obtemos um tipo de curva para cada caso.
Vamos, então construir dois gráficos, um com a = 3 e
3. Simplifique: 1
outro com a = .
3r +1 ⋅ 9r −1 3
a) r +1
b) 5n + 3 + 5n + 2
27 a>1
f ( x ) = 3 ou y = 3x onde a = 3 ⇒ a>1
x
Resolvendo: x y ponto
a) 3r + 1 . 32r – 2 : 33r +3 = 3r + 1 + 2r – 2 – 3r –3= 1 -2 1  1
1 1
f ( -2 )= (3)-2 =  − 2, 
3 –4 = 4 = 9 9  9
3 81
1 -1 1  1
b) 5n . 53 + 5n . 52 = 5n(53 + 52) = 5n . 150 f ( -1 )= (3)-1 =  − 1, 
3 3  3
Exercícios: f ( 0 )= (3) 0 = 1 0 1 ( 0 , 1)
f ( 1 )= (3) 1 = 3 1 3 (1,3)
4. Calcule: f ( 2 )= (3) 2 = 9 2 9 (2,9)
a) (8)2/3 b) (0,027)1/3 c) (16)0,25
−4
 1 
d) (125)-0,25 e) ( 2 ) – 3 f)  − 
 3
5. Efetue:
2
a) (0,75)−1 ⋅  3  b) (64)0,08 . (64)0,17
4
−9
1
c) (0,01) ⋅ (0,001)2 ⋅  
 10 
Podemos observar que:
6. Efetue e simplifique: • D = IR e Im = lR *+

a) 3
8⋅ 2: 4 4
b)
(3 ) 1 2 −3
⋅ 31 2 •

a curva intercepta o eixo dos y em 1.
a função é crescente.
3 − 4 ⋅ 32 3 0<a<1
5n ⋅ 52 + 5n ⋅ 5 −1 2n −1 − 2n − 2 x x
c) d)  1  1
n
5 ⋅5 −2 n+3
2 f(x)=   ou y =   ,
3 3
1
7. Copie apenas as verdadeiras onde a = ⇒ 0<a<1
a) 2n-2 = 2n . 2-2 b) 2b = 23 ⇔ b = 4 3
c) 3b+1=35 ⇔ b =5 d) 3b + 1 = 35 ⇔ b=4 x y ponto
−2
 1
Gráfico f ( -2 )=   =9 -2 9 (2,9)
3
Definição: Uma lei de formação do tipo:

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−1 -1 3
 1
f ( -1 )=   =3 (1,3) RESOLVENDO EXERCÍCIOS
3 8. Sendo f ( x ) = (2) -2x, calcule f (-1), f (0) e f
0 (1).
 1
f ( 0 )=   = 1 0 1 ( 0 , 1) f (-1) = ( 2 )-2 (-1) = 22 =4
3
1
1 1  1 f ( 1) = ( 2 )-2 . 1 = 2-2 =
 1 1  − 1,  4
f ( 1 )=   = 1 3 3
3 3  f ( 0 ) = 2 -2 . 0 = 20 = 1
 1
2
1 1  1
f ( 2 )=   = 2  − 2,  9. Determine m ∈ IR de modo que f ( x ) =(m -
3 9 9  9 
  2)x seja decrescente:
f ( x ) é decrescente quando a base (m- 2) estiver
entre 0 e 1. Portanto:
0 < m - 2 ⇒ m > 2

0 < m - 2 < 1 ⇔ e
m - 2 < 1 ⇒ m < 3

Devemos Ter: 2 < m < 3

10. Determine o valor de x, em lR.


2x −1 3 x 5
 1  1 2 2
a)   =  c)   >  
Podemos observar que: 3 3 3
  3
x 3
•D = lR e Im = lR *+ 5 5
b)   > 
• a curva intercepta o eixo dos y em 1. 4 4
• a função é decrescente.
Resolvendo:
Para qualquer função exponencial y = ax, com a >  1
2 x −1
 1
3
0 e a ≠ 1, vale observar: a)   =   ⇔ 2x − 1 = 3 ⇒ x = 2
3 3
5
b) Como é maior que 1, conservamos a
4
desigualdade para os expoentes:
x 3
5 5
  >  ⇒x>3 S = {x ∈ lR | x > 3}
4 4
a > 1 ⇒ função crescente 2
c) Como está entre 0 e 1, invertemos a
1 x1 < x2 ⇔ a x1 < a x 2 3
0 <a < 1 ⇒ função decrescente desigualdade para os expoentes:
x 5
2 x 1 < x 2 ⇔ a x1 > a x 2 2 2
  >  ⇒x<5 S = {x ∈ lR | x < 5}
Domínio: D = lR 3
  3
3 Imagem: Im = lR *+
Exercícios:
10. Esboce o gráfico das funções dadas por:
x
 1
a) y = 2x b) y =  
2
2
11. Sendo f ( x ) = (3 )x −2 , calcule:
a) f ( -1) b) f(0) c) f (2)
d)f ( 2)

12. Determine me IR de modo que f ( x ) = (2m -


a curva está acima do eixo dos x. 3)x seja:
4 a > 0 ⇒ ax >0 ∀ x, x ∈ lR a) crescente b) decrescente
a curva intercepta o eixo dos y em y = 1 13. Determine o valor de x, em lR:
5 x = 0 ⇒ y = a0 ⇒ y =1 x −1 −2
2 2
a) 3x = 34 e)   < 
6 a x1 = a x 2 ⇔ x1 = x2 3 3

Matemática 83 A Opção Certa Para a Sua Realização


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 1
3 x −1
 1
2
4
x +1
4
3 3y2 – 3y - 18 = 0 ⇒ y = -2 ou y = 3
b)   =  f)   >  3x = -2 ∃ solução, pois 3x > 0
3
  3 3 3
x 5 3x – y
c) 2 < 2
∀ x real
x 3
 1  1
d)   >  
2 2 3x = 3 ⇒ x = 1

V = { 1}
EQUAÇÕES EXPONENCIAIS
Exercícios:
Vamos resolver equações exponenciais, isto é, 20. Resolva a equação:
equações onde a variável pode aparecer no expoente. 1
a) 3 x = 3 81 c) 27 2 + x =
São equações exponenciais: 81
2 1
d) 2 x +1 =
2
1] 2X = 32 2] 5 X − X = 25 3] 32X – 3X –6=0 b) 10x = 0,001
2
21. Determine x em :
Resolução: Para resolver uma equação
exponencial, devemos lembrar que: a) 3x . 3-2 = 27 c) (0,001)x-2=102x+1
b) ( 72)x = 343
a x1 = a x 2 ⇔ x1 = x 2 (a > 0 e a ≠1 )
22. Resolva a equação:
2
RESOLVENDO EXERCÍCIOS: a) 2 x ⋅ 22 x = 215 c) [3(x-1)](2 –x) = 1
1
15. Resolva a equação = (113)x-2 2  1
4x
1
121 b) 5 x ⋅   = Obs: 1 = 30
113( x –2) = 11 –2 ⇒ 3(x – 2)= -2 ⇒ 5 125
4
⇒ 3 x – 6 = - 2⇒ x = 23. Determine x tal que:
3
6
4 a) 253 x +1 = 1254 x −2
V=  x
3  b) 81 . 3x-2= 94 (x ∈ lN | x ≥ 2)
−3 x
2  1 1
16. Determine x tal que 2x =   ⋅ 24. Resolva a equação:
2 4
a) 2x+3 + 2x-2 = 33 b) 25x –2 . 5x = -1
2 1 2
c) 32x + 2 . 3x = 0 d) 22x + 3 - 6 . 2x +1 =
2 x = 23 x ⋅ ⇒ 23 x ⋅ 2− 2 ⇒ 2 x = 23 x − 2 ⇒
22 0
⇒ x2 = 3x – 2 ⇒ x2 – 3x + 2 = 0 ⇒ x = 1 ou x = 2
V = {1, 2} 25. Resolva a equação;
a) 4x +2 –2x+3 + 1= 0 b) 26x – 9 . 23x + 8 = 0
4
17. Resolva a equação 8 ⋅ 22x +5 = 8 x −1
INEQUAÇÕES EXPONENCIAIS
3x −3
23 . 22x +5 = [23(x –1 )]1/4 ⇒ 22x + 8 = ⇒ 2 4 Vamos resolver inequações exponenciais, isto é,
3x − 3 inequações onde podemos ter a variável no expoente.
⇒ 2x + 8 = ⇒ 8x + 32 = 3x - 3 ⇒ x = -7
4 Exemplos:
V = {-7} x 2 −6x 9
2 2
1] 2x –1< 8 2]   ⋅  ≥ 1
18. Resolva a equação: 3 3
X Resolução:
33 ⋅ 3 X = 243 2 ( x ∈ lN, x ≥ 2)
Para resolver uma inequação exponencial, vamos
lembrar que:
Sendo 243 = 35, temos 2432 = (35)2 = 310; então:
x 10 a>1 0< a < 1
33 + x = 310 ⇒ 33 + x = 310 x ⇒ 3 + x = ⇒ x1 x2
x a < a ⇔ x1 < x 2 a < a x 2 ⇔ x1 > x 2
x1

⇒ x 2 + 3 x − 10 = 0 ⇒ x1 = 2 ou x 2 = −5 “conservamos” a “invertemos” a desigual-


Como x é índice de raiz, a solução é x = 2 desigualdade dade
V = { 2}
RESOLVENDO EXERCÍCIOS
2
19. Determine x em: 32x+1
= 18 –3x+1 26. Resolva a inequação: 2 x ⋅ 2 x < 410 .
3 . 3 – 3 . 3 = 18 ⇒ (3 ) . 3 – 3x . 3 - 18 = 0
2x x x 2 2
2 x + x < 220 e como 2 é maior que 1, conservamos
e fazendo 3x = y , temos: a desigualdade para os expoentes:

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2 31. Resolva a inequação:
2 x + x < 220 ⇒ x 2 + x < 20
x2 3x +4 (x −1)2 x −4
x2 + x < 20 ⇒ x2 + x – 20 < 0 8 8  1  1 1
a)   <  c)   ⋅  <
5 5 2 2 8
Resolvendo essa inequação, temos: - 5 < x < 4.
x 2 −6x +9 2x 2
S= ] -5, 4[  1 3x  1
b)   ≥1 d) 2 ⋅  ≥ 32 −1
5 2
x 2 −4 6x
 1  1
27. Determine x tal que:   <  32. Determine x tal que:
4 2
a) 5 x +1 − 3 ⋅ 5 x + 5 x −1 ≤ 55
 1 
x2 −4
 1
6x
 1
(
2 x2 −4 )  1
6x
  <  ⇒  <  b) 52 x +1 − 5 x > 5 x + 2 − 5
 22  2 2 2 c) 22 x −1 − 2 x −1 > 2 x − 1
10
1 d) 32 x + 2 − ⋅ 3 x + 2 < −1
como está entre 0 e 1, invertemos a 9
2
desigualdade para os expoentes. e) 72 x +1 + 1 ≤ 8 ⋅ 7 x
(
2 x2 −4 ) 6x
 1
 
2
 1
< 
2
(
⇒ 2 x2 − 4 > 6x ) EXERCÍCIOS DE APROFUNDAMENTO:

33. Calcule:
2
Resolvendo 2x2 - 6x - 8 > 0, temos: 3
a) (27 ) d) (216 )−2 3
x < -1 ou x> 4 , S = ]−∞,−1[ ∪ ]4,+∞[
b) (8 )−0,25 e) 80,333...
28. Resolva a inequação: 22x + 2- 5. 2x ≤ -1 −2 13

22x . 22 - 5 . 2x ≤ -1 ⇒ 4 . (2x)2 - 5 . 2x + 1 ≤ 0
 5
c)  4 
 3 
( )
 1 2
f)  7 4 

 
Fazendo 2x = y, Vem:
1 34. Determine o valor de:
4 y2 − 5y + 1 ≤ 0 ⇒ ≤ y ≤ 1⇒
4 12x3 a) (81)0,21 ⋅ (81)0,09 : (81)0,05
2
−1 2
 1
b) (0,04 )1 4 ⋅   ⋅ 125
⇒ 2−2 ≤ 2 x ≤ 20 ⇒ −2 ≤ x ≤ 0 5
S = [ -2, 0]
c)
(3 ) 13 12
⋅ 3-1 2

1  1
x 32 ⋅ 3 -3 2
29. Resolva a inequação: <  <3
9 3 35. Efetue:
Devemos ter, simultaneamente: a) 3m +1 . 3m+3 : 9m –1 b)
2n +1 n
5 − 25
2n
5
c) (4n+1 + 22n –1 ) : 4n

36. Calcule:
a) (a-1 + b-1)-1, com a ≠ 0, b ≠ 0 e a ≠ -b.
1
b) (a-2 - b-2) . , com a ≠ 0, b ≠ 0 e a ≠ b.
b−a

37. Copie apenas as afirmações verdadeiras:


a) 22 x − 3 = 4 ⇔ x = 2
x −1 3
 1 1 10
b)   = ⇔x=
S = ] - 1, 2 [ 2 8 3
Exercícios: 3 x
 1  1
30. Resolva a inequação: c)   <  ⇔x<3
x −1 2 2
 1
a) 3x ≤ 81 c) 52 x −3 ≤  
5 d) 2 2x < 8 ⇔ x > 4

b) (0,2)x < (0,2)5 d) ( 2 ) 3 x > ( 2 ) 2x −5 38. Resolva as equações:

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1 e) ]−1, 0[
a) 22 x ⋅ = 16 c) (0,01)2 x −1 = 1003 x + 2
4 4
2 15 1 3
2
x −1
33. a) 9b) c) d) e) 2 f) 49
4 x  1  6(x −1)
2 5 36
b) 25 ⋅ 5 = 125 d)   =2 6
 32  3
34. a) 3 b) 5 5 c)
3
39. Determine x tal que: 9
6
35. a) 729 b) 4 c)
a) 91− 2 x = 27 x −1 2
x −1 ab b+a
1  36. a) b)
b)
4
3 x 2 −7x +8
= 6 
 a+b a2 ⋅ b2
 27 
37. São verdadeiras b e c
40. Determine x tal que:  − 1  − 11 
38. a) { 3 } b) { 4 } c)   d)  , 1
a) 3 x +1 + 3 x + 3 x −1 = 39 5   5 
b) 52 x − 30 ⋅ 5 x + 125 = 0 5 
39. a)   b) {2, 3}
c) − 16 ⋅ 2 x + 4 x = −64 9 
d) 32 x +1 − 10 ⋅ 3 x = −3 40. a) { 2 } b) { 1, 2} c) { 3 }
d) {1, 1}
Respostas:
4. a) 4 b) 0,3 c) 2 FUNÇÃO LOGARÍTMICA
5
4 2
d) e) f) 9 Definição:
5 4
Podemos dizer que em : 53 = 125
3 3 é o logaritmo de 125 na base 5. isso pode ser
5. a) b) 2 2 c) 10
4 escrito da seguinte forma: log5 = 125 = 3
b) 93 3
3
6. a) 4 2 c) 630 d)
Veja outros casos:
1 25 = 32 ⇔ log232 = 5
32 34 = 81 ⇔ log381 = 4
7. são verdadeiras: a e d 100.3010 = 2 ⇔ log10 2 = 0,3010
1 1
11. a) b) c) 9 d) 1
3 9 De um modo geral, dados dois números reais a e
3 b, positivos, com b ≠ 1, chama-se logaritmo de a na
12. a) m >2 b) < m < 2 base b, ao número c, tal que bC = a. Ou seja:
2
13. a) 4 b)1 c) {x ∈ lR | x < 5} logb a = c ⇔ bC = a
O número a recebe o nome de logaritimando e b é
{
d) x ∈ lR | x < 3 } e) {x ∈ lR | x > - 1} a base.
f) {x ∈ lR | x > 2}
Alguns logaritmos são fáceis de serem
4  − 10  encontrados. Outros são achados nas tabelas.
20. a)   b) {−3} c)   d) φ
3   3 
Vamos, agora, achar alguns logaritmos fáceis.
3 
21. a) {5} b)   c) { 1 }
2 1. Calcular:
22. a) {−5, 3} b) { 1, 3} c) { 1, 2} a) log416
− 3 Solução: Se log416 = x, então 4x = 16.
23. a)   b) { 2} Como 16 = 42, temos :
 4 
x
4 =4 2
24. a) { 2 } b) {0 } c) φ d) { -2, -1}
Comparando, vem que: x = 2
25. a) { -2 } b) { 0,1 } Resposta: log416 = 2
 4
30. a) ]−∞,4] b) ] 5, + ∞[ c)  − ∞, 
 3 b) log25 5
d) ]−5, + ∞[ Solução: Se log25 5 = x, então 25 x =5
31. a) ]−1, 4[ b) { 3 } c) ]−∞, - 2[ ∪ ]3, + ∞[
Como 25 = 52, temos: (52)x = 5
 5
d)  − 1,  1
 2 52x = 5 ou 2x = 1 ex=
2
32. a) ]−∞, 2] b) ]−∞, - 1[ ∪ ]1, + ∞[
1
c) ]−∞, 0[ ∪ ]1, + ∞[ d) ]−2, 0[ Resposta: log25 5 =
2

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c) log3 1 é a base?
Solução: Se log3 1 = x, então 3x = 1. Solução
Como 30 = 1, temos: Se logx243 = 5, então x5 = 243.
3x = 30 ou x = 0 Como 243 =3 x5=35 ou x =3
Resposta: A base é 3.
Resposta: log3 1 = 0
3. Qual é o logaritmo de - 9 na base 3?
Obs.: De modo geral, para um número a qualquer Solução
positivo e diferente de 1, temos:
log3(-9) = x, então 3x = - 9
loga 1 = 0 Não há um número x que satisfaça essas
condições. Lembre-se de que em logb a, a deve
ser positivo.
d) log9 27
Resposta: Não existem logaritmo de - 9 na base 3.
Solução: Se log9 27 = x, então 9x = 27.
Como 9 = 32 e 27 = 33, temos :
(32) x = 33 4. Encontrar um número x tal que logx36 = 2
Solução
3
32x = 33 ou 2x = 3 e x = Se logx36= 2, então x2= 36.
2
3 ou x = ± 36 ou x = ± 6
Resposta: log927 =
2 Como não tem sentido log-636, ficaremos somente
1 com x = 6.
e) log8 Resposta: x = 6
2
1 1 Exercícios Propostos
Solução: Se log8 = x, então 8 x = .
2 2 1. Calcular:
1 1
Como 8 = 23 e = 2 –1 temos: a) log232 i) log2
2 8
( 23)x = 2 –1 1
−1 b) log1664 j) log8
23x = 2 –1 ou 3x = -1 e x = 16
3 c) log100,01 l) log10010 000
1 −1 d) log16 32 m) log6255
Resposta: log8 =
2 3
e) log6464 n) log 3 3
f) log100,1
Solução: log100,1= x, então 10x = 0,1 f) logxx, x > 0 e x ≠ 1 o) log981
1 1 3
Como 0,1 = = 10 –1, temos: g) log4 p) loga a 2 , a > 0 e a ≠ 1
10 4
10x = 10 –1 ou x = -1 h) log4 3 4
Resposta: log100,1= -1
2. Achar o valor de x tal que:
3 a) logx4 = 1 f) log(x+1)4 = 2
g) log2 2
b) log2 x = -1 g) log x 18 = 2
Solução: Se log2 3 2 =x, então 2x = 3 2
1 1 c) log2(4+x ) = 3 h) logx0,00001 = - 5
3 1
Como 2= 3
2 , temos: 2x = 2 3 ou x = d) log2 x = 4 i) log2x2 = 2
3
e) logx169 = 2 j) log749 = 1 + x
1
Resposta: log2 3 2 =
3 3. Qual é a base na qual o logaritmo de 4 dá o
h) log125 25 3 mesmo resultado que o logaritmo de 10 na
base 100?
Solução: Se log125 3 25 =x, então 125x = 3 25
2 PROPRIEDADES DOS LOGARITMOS
3 3 2
Como 125 = 53 e 25 = 5 = 53 , temos: Quatro propriedades serão de importância
3 2
fundamental nos cálculos com logaritmos daqui para
(53) x = 5 frente. Vamos estudá-las.
2
2 2 1. Logaritmo de um produto
53 x = 53 ou 3x=
ex=
3 9 Já sabemos que log2 16 = 4 e log28 = 3. Podemos
2 achar o log2( 16 . 8) da seguinte maneira:
Resposta: log125 3 25 =
9 Se log2 (16 . 8) = x, então 2x = 16 . 8

2. O logaritmo de 243 numa certa base é 5. Qual Como 24 = 16 e 23 = 8, então :


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2x = 24 . 23 ou x = 4 + 3 3
Portanto: log168 = ou ainda
Assim: log2(16 . 8) = 4 + 3 ou ainda: 4
log2(16 . 8) = log2 16 + log2 8 log 28
log 16 8 =
log 216
De um modo geral: De um modo geral, temos: log ca
log ba =
logC (a . b) = logC a + logC b log cb

onde a, b e c são tais que tornam possível a Nessa expressão, c é a base em que pretendemos
existência da expressão. trabalhar.

2. Logaritmo de um quociente Exercícios Resolvidos


Já sabemos que log216 = 4 e log28 = 3 Podemos 1. Sabendo que log2 5 = 2,289 e log26 = 2,585,
calcular:
 16   16 
achar log2   da seguinte maneira: log2   = x, a) log230
 8   8  Solução
16 Como 30 = 5 . 6, então log230 = log2 (5 . 6).
então 2x =
8 Aplicando a propriedade do logaritmo do produto,
Mas 16 = 24 e 8 = 23 . Podemos escrever então: vem:
log2 30 = log2 (5 . 6) = log2 5 + log2 6
24 log2 30 = 2,289 + 2,585
2x = ⇒ 2 x = 24 −3 ou x = 4 - 3
23 Resposta: log2 30 = 4,874

Assim : 5
b) log2  
 16  6
log2   = 4 – 3 ou ainda: Solução: Aplicando a propriedade do logaritmo do
 8 
quociente, vem :
 16 
log2   = log216 - log2 8 5
 8  log2   = log25 - log26 = 2,289 - 2,585
6
De um modo geral, temos: 5
Resposta: log2   = - 0,296
6
a
log c   = log c a − log c b
b c) log2625
Solução Como 625 = 54, temos :
3. Logaritmo da potência
log2 625 = log2 54
Sabendo que log2 8 = 3, podemos achar log2 85 da
Usando a propriedade do logaritmo de potência,
seguinte maneira:
temos:
Se log2 85 = x, então 2x = 85.
log2 625 = log2 54 = 4 log25 = 4 . 2,289
Mas como 8 = 23, podemos escrever:
Resposta: log2 625 = 9,156
2x = (23)5 ⇒ 2x = 23 . 5
x = 3 . 5 ou x = 5 . log28 d) log65
Solução: Usando a propriedade da mudança de
base, temos:
Desta maneira: log285 = 5 . log2 8 log 25 2,289
log 65 = = = 0,885
log 26 2,585
De um modo geral, temos:
Resposta: log65 = 0,885
logban = n logba
2. Desenvolver as expressões abaixo usando as
propriedades dos logaritmos:
4. Mudança de base  ab 
a) log x  
Sabendo que log28 = 3 e log216 = 4, podemos  c 
calcular Iog168 da seguinte forma:
 ab 
log28 = x ⇒ 16x = 8 Solução: log x   =logX(ab)-logXc=logXa+logXb–
 c 
logXc
Mas como 16 = 24 e 8 = 23, temos: (24)x = 23
3
24x = 23 ou 4x = 3 ⇒ x=
4

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 a2b3  log2(x2 + 2x + 7) – log2 ( x - 1) = 2
b) log x   Solução:
 c4 
  Antes de começar a resolver esta equação,
Solução: devemos nos lembrar de que não podemos encontrar
 a2b3  logaritmos de números negativos. Por isso, o valor de
log x  = x que encontraremos não poderá tornar x2 + 2x + 7 ou
 c4 
  x - 1 negativos.
= logx(a b ) – logxc4 = logxa2 + logxb3 – logxc4 =
2 3

= 2logxa + 3logxb – 4logxc Aplicando a propriedade do logaritmo do quociente


no sentido inverso, teremos:
1 log2(x2 + 2x - 7) – log2 ( x - 1) = 2

c) log x =
(a b)
2 3  x 2 + 2x − 7 
log 2   = 2 ou
1  
 x - 1 
c 2
Solução: x 2 + 2x − 7 x 2 + 2x − 7
1
= 22 ⇒ =4
x -1 x -1
log x =
(a b)
2 3
( )
1 1
= log x a2b 3 − log x c 2 = x 2 + 2x − 7 = 4( x − 1) ⇒ x 2 + 2x − 7 = 4 x − 4
1
c2 x 2 − 2x − 3 = 0
1
1
( )
= log x a2b − log x c 2 =
3
Aplicando a fórmula de Báskara para resolução de
− b ± b2 − 4ac
1 equações do segundo grau, x = , na
=
1
3
(
log x a2 + log xb − log x ) = c 2 2a
qual a é o coeficiente de x2, b é o coeficiente de x e c,
1 1 o termo independente de x, vem :
= ( 2 log x a + log x b ) − log x c =
3 2 x1 = 3
2 ± (− 2)2 − 4 ⋅ 1 ⋅ (− 3 ) 2 ± 4
x= =
 a  2 ⋅1 2
d) log x   x2 = − 1
 bc  Observe que x2 = -1 torna as expressões x - 1 e x2
 a  - 2x - 7, em log2(x - 1)e Iog2(x2 + 2x - 7), negativas.
Solução: log x   = log x a − log x bc = Por isso, deveremos desprezar esse valor e consi-
 bc 
1
derar apenas x1 = 3.
2 Resposta: x = 3.
= log x a − log x (bc ) =
1 6. Resolver a equação :
= log xa − log x (bc ) =
2 log4x = log2 3
1 Solução:
= log x a − (log xb + log x c ) Primeiramente vamos igualar as bases desses
2
logaritmos, passando-os para base 2.
log 2 x log 2 x
3. Dados log102 = 0,301 e log103 = 0,477, = log 23 ⇒ = log 23
calcular log10162. log 2 4 2
Solução: log 2 x = 2 log 23 ⇒ log 2 x = log 232
Decompondo 162 em fatores primos, encontramos log2 x = log2 9
162 = 2 . 34. Então: log10 162 = log10 ( 2 . 34)
Aplicando as propriedades, vem : Comparando os dois termos da igualdade,
log10162 = log102 + 4log103 concluímos que x = 9.
log10162 = 0,301 + 4 . 0,477 Resposta: x = 9.
log10162 = 2,209
Exercícios Propostos
4. Encontrar um número x > 0 tal que: 4. Aplicar as propriedades dos logaritmos para
desenvolver as expressões:
log5 x + log5 2 = 2
Solução: Utilizando ao contrário a propriedade do
logaritmo do produto, teremos:
a) log c a2b ( )  ab 
f) log c 
 d 

 
log5 x + log5 2 = 2
25
b) log c (a b )
3 4
( )
g) log c abn
log5(x . 2) = 2 ou x . 2 = 52 e x =  3 
2  a   a 
c) log c   h) log c  
 b2   3 b2
 
5. Resolva a equação:

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 1  1
d) log c a i) log c   -1
 abc  2
 a  1
e) log c   -2
4
 b2d3 

5. Sendo dado log102 = 0,301 e log103 = 0,477,


calcular:
a) log 106 f) log 10 8
b) log 10 27 g) log 32
 1
c) log 10  h) log 23
 16 
3  10  Perceba que y = log2x é crescente. Então, podemos
d) log 10  i) log 105  sugestão : 5 =  dizer que se b > c então log2b > log2c. Isso de fato
2  2 
acontece sempre que a base do logaritmo é um
e) log 1054 j) log 10 45 número maior que 1.

6. Encontrar o valor de x tal que : Em contrapartida, y = log 1 x é decrescente.


a) log3x + log34 = 2
2
b) log32 – log3x = 4
Então, podemos dizer que se b > c, então
c) log3x - 1 = log32
log 1 b < log 1 c Isso acontece sempre que a base é
d) log4(x + 1) = log45
e) log10 3 + log10(2x +1) = log10(2 - x) 2 2
um número entre 0 e 1.
FUNÇÃO LOGARITMICA
Chamamos de função logarítmica a junção que a Exercícios Propostos
cada número real e positivo x associa o seu logaritmo 16. Construir os gráficos das funções ;
a certa base positiva e diferente de 1. a) y = log3x b) y = log 1 x
Assim = y = logax, x > 0, a > 0, a ≠ 1 3
17. Verifique se as afirmações abaixo são
Vamos construir o gráfico de algumas funções verdadeiras ou falsas:
logarítmicas. a) log25 > log23 b) log 1 5 > log 1 3
2 2
Gráfico 1 y = log2x
c) log0,40,31 > log0,40,32
x log2x
d)Iog403100>Iog403000
8 3
4 2 e) log41,4> log51,4 f) log0,40,5 < log0,40,6
2 1
1 0 18. Construir num mesmo sistema de eixos os
x
1  1
-1 gráficos das funções f1(x) = 2x e f2(x) =   .
2 2
1 Encontrar o ponto (x , y) em que f1(x) = f2(x).
-2
4
Respostas dos exercícios
1)
a) 5 i) –3
b) 1,5 −4
c) –2 j)
3
d) 0,625 l) 2
e) 1
1
f) 1 m)
g) –1 4
Gráfico 2 y = log 1 x 1 n) 2
h) o) 2
2 3
2
x log 1 x p)
3
2
2)
8 -3 a) 4 f) 1
4 -2 g) 18
1
2 1 b) h) 10
1 0 2

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c) 4 2
d) 256 i)
2
e) 13
j) 1
3) 16
4)
a) 2logc a + logc b b) 3logc a + 4 logc b
1
c) logc a - logc b d) logc a
2 Conclusões:
e) logc a - 2 logc b –3logc d
1 1 a) O domínio é D(f) = lR.
f) logc a + logc b – logc d b) O conjunto imagem é
2 2
3 2 Im(f) = {y ∈ lR | - 1 ≤ y ≤ 1}
g) logc a + n logc b h) logc a - logc b c) O nome da curva é senóide.
2 3
d) O período é 2 π rd.
i) - logc a - logc b –1

5) Exercícios
a) 0,778 f) 0,451 1. Calcular:
b) 1,431 g) 0,631 a) sen 90° b) sen π c) sen 270°
c) –1,204 h) 1,585 d) sen 2 π e) sen 0°
d) 0,176 i) 0,699
e) 1.732 j) 1,653 2. Encontre o sinal de:
a) sen 130° b) sen 300° c) sen 240°
6) d) sen 72° e) sen 350°
9 2 −1
a) b) c) 6 d) 4 e) 3. Qual é o sinal de:
4 81 7
2π 3π π
a) sen b) sen c) sen
16) 3 4 3
a) b) 5π 3π
d) sen e) sen
4 5

4. Encontre o sinal de:


a) sen 670° b) sen 787° c) sen 1125°
d) sen 1275° e) sen 972°

5. Calcule: sen 90° + 3 sen 270° – 2 sen 180°.


17) Respostas
a) V b) F c) V d) V e) V f) F 1. a) 1 b) 0 c) –1 d) 0 e) 0
18) (0, 1)
2. a) + b) + c) – d) + e) –
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS 3. a) + b) + c) + d) – e) +
SENO 4. a) – b) + c) + d) – e) +
A função seno é definida pela ordenada do ponto
M no ciclo trigonométrico. No caso, a ordenada de M 5. – 2
é OM'.
CO-SENO
sen x = OM' A função co-seno é definida pela abscissa do pon-
to M no ciclo trigonométrico. No caso, a abscissa de M
é OM".

cos x = OM"

Veja o gráfico de y = sen x:

Matemática 91 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Veja o gráfico da função y = cos x:

Conclusões: Veja o gráfico da função y = tg x :

a) O domínio é D(f) = lR.


b) O conjunto imagem é
Im(f) = {y ∈ lR | - 1 ≤ y ≤ 1}
c) O nome da curva é
co-senóide.
d) O período é 2 π rd.

Exercícios:
1. Calcule o valor de:
π a) O domínio é D(f) =
a) cos 0º b) cos c) cos π
2  π 
d) cos 270º e) cos 2 π x ∈ lR | x ≠ + kπ 
 2 
2. Encontre o Sinal de: b) O conjunto imagem é
a) cos 150º b) cos 216º c) cos 315º lm(f) = lR
c) O nome da curva é
π
d) cos e) cos 682º tangentóide.
3 d) O período é igual a π
ou 180º.
3. Qual é o sinal de y=sen 194°. cos 76°. cos 200°
Exercícios:
4. Dada a função f(x) = cos 3x + sen x - 3 cos x, 1) Qual é o sinal de :
calcule f(90)°. a) tg 132° b) tg 245° c) tg 309°
π 
5. Calcule f   para f (x) = sen 2x − 4 cos x + sen x
2 3 + cos 2x d) tg (– 40º) e) tg (– 110°) f) tg (– 202°)
π 3π
g) tg h) tg
6. Para que valores reais de m, existe cos x = 4 5
m −1 ? 1. Encontre o sinal de:
2 a) tg 430° b) tg 674° c) tg 817°
d) tg 1.181°
Respostas:
1. a) 1 b) 0 c) –1 d) 0 e)1 2. Dada a função f(x) = tg x + 3 tg 3x + 1, calcule
f( π ).
2. a) – b) – c) + d) + e) +
3. Para que valores reais de x está definida a
3. o sinal de y é positivo função f(x) = tg (x + 50°) ?
π
4. 1 5. ½ 6. –1 ≤ m ≤ 3 4. Qual é o domínio de y = tg (x - )?
2
TANGENTE Respostas:
A função tangente é definida pelo segmento 1. a) – b) + c) – d) – e) + f) – g) + h) –

orientado AT . 2. a) + b) – c) – d) –
tg x = AT
3. 1
sen x
Podemos mostrar que: tg x = 4. x ≠ 40 º +k ⋅ 180 º
cos x
5. x ≠ π + k ⋅π

Vamos recordar os sinais de sen x, cos x e tg x.

Matemática 92 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Veja o gráfico de y = cotg x:

5. Qual é o sinal de
m = (sen 213°) . (cos 107°) . (tg 300°)?

6. Qual é o sinal de
a = (cos 350°) . (tg 110°) . (tg 215°)?
Conclusões:
7. Dada f(x) = sen 2x + 3 cos x + tg x, calcule a) O domínio é D(f) = {x ∈ lR | x ≠ kπ } ( k ∈ Z)
f( π ). b) O conjunto imagem é lm(f) = lR
c) O nome da curva é co- tangentóide.
8. Se f(x) = cos 2x – sen x – tg x, encontre f(180°). d) O período é igual a π ou 180º.

9. se f(x) = (sen x) . (cos x) . (tg x) e x um arco do Exercícios:


2º quadrante, qual é o sinal de f(x)? 1. Qual é o sinal de:
a) cotg 140° b) cotg 252° c) cotg 310°
10. Calcule: sen 90° + 4 . cos 0° + 3 . tg 180°. d) cotg 615°

11. Encontre o sinal das expressões, calculando 2. Encontre o sinal de


inicialmente a menor determinação de cada m = (cotg 1313°) . (tg 973°).
arco.
a = (sen 462°) . (cos 613°) . (tg 815°) 3. Calcule a expressão
b = (sen 715°) . (cos 1125°) . (tg 507°) cotg 90º + sen180º + 4 ⋅ cos90º
c = (cos 930°) . (sen (– 580°) . (tg 449°)
3 ⋅ tg360 º + 2 ⋅ cos .0º
12. Qual é o valor de: 4. Dada a função f(x) = cotg x+ sen x+3 . tg 2x,
sen 540° + cos 900° + 3. tg 720° – 2 sen 450° π
calcule f( ).
2
13. Calcular o valor numérico de :
5. Qual é o sinal de
(sen 484º ) ⋅ (cot g 1610º ) ?
5π (tg 999º ) ⋅ (cos− 120 º )
sen + 3 ⋅ cos 5π − tg7π + 10
2 6. Ache o domínio de f(x) = cotg (2x – π ).
9π 8π
14. Determine o sinal de: (sen ). (tg ).
4 3 Respostas:
15. Se x é um arco do 2º quadrante, encontre o 1. a) – b) + c) – d) +
sinal de
(cos x + tg x ) . π kπ
2) + 3) 0 4) 1 5) – 6) x ≠ +
sen x 2 2

Respostas: SECANTE
6) – 7) – 8) – 3 9) 1 A função secante é definida pela função :
10) +
11) 5 12) a) + b) + c) – 1
13) – 3 14) 8 15) – 16) – f(x) = sec x =
cos x
CO-TANGENTE
Veja o gráfico de y = sec x :
A função co-tangente é definida pelo segmento
orientado BD . Podemos mostrar que:

cos x Conclusões:
cotg x =
sen x

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 π  2π
a) O domínio é D(f) = x ∈ lR | x ≠ + kπ  (k ∈ Z) d) cosec
 2  5
b) O conjunto imagem é lm(f) = {y ∈lR| y ≤ -1ou y ≥ 1} 2. Ache o valor de: cosec

+2.tg
c) O nome da curva é secantóide. 2
d) O período é igual a 2 π ou 360º. π
π +3.cos2 π +cosec
2
Exercícios:
1. Qual é o sinal de: 3. Seja a função
a) sec 92° b) sec 210° c) sec 318° f(x) = cosec x + sen 2x + 8 cotg x. Calcule
2π f(90°).
d) sec 685° e) sec
3
2. Encontre o sinal da seguinte expressão : 4. Encontre o sinal da seguinte expressão :
3π (cosec 315 °) .(sen 240 °) . (tg 100 °)
m = (sec 512°) . (cos 170°) . (sec 300°) . (tg ) =
4 (cotg 295 °) . (cos - 108 °)

3. Dada a função f(x) = sec 2x + cos x - sen x, 5. Qual é o domínio de f(x) = cosec 2x ?
calcule f( π ),
a −1
6. Sendo cosec x = , encontre a para que
4. Determine o sinal de 3
(sec 210º ) ⋅  sec 3π  ⋅ (tg190º ) exista cosec x.
 4 
(cot g800 º ) ⋅ (sec 732º ) Respostas:
1. a) + b) + c) – d) +

6sec 180º + 3cos 90º + 8 tg 0º 2) 3 3) 1 4) – 5) x ≠
5. Calcule 2
3 sen 90 º + cot g 180 º 6) a ≤ -2 ou a ≥ 4

6. Qual é o domínio de y = sec 2x ? EQUAÇÕES POLINOMIAIS


Respostas:
1. a) – b) – c) + d) + e) – Definição:
π kπ
2) – 3) 0 4) + 5) – 2 6) x ≠ + Equação polinomial é toda equação de
4 2
forma P ( x ) = 0, onde P(x) é um polinômio.
CO-SECANTE Raiz de uma equação polinomial P(x) = 0 é
A função co-secante é definida pela função: todo número α , tal que P( α ) =0.
1
f(x) = cosec x =
sen x Teorema da decomposição

Veja o gráfico de y = cossec x: Todo polinômio P(x) = a0xn + a1 xn -1 + . . . + an, de


grau n ≥ 1, pode ser escrito na forma faturada:

P(x) = a0 . (x – x1) (x – x2) . . . (x - xn),


onde x1, x2, . . . xn são as raízes de P( x ).

OBSERVAÇÃO: Toda equação polinomial de grau


n(n ∈ lN* ) apresenta n e somente n raízes.

Aplicação:

Conclusões: 1) Faturar o polinômio P(x) = 3x2 - 21x + 30.


a) O domínio é D(f) = {x ∈ lR | x ≠ kπ } (k ∈ Z)
b) O conjunto imagem é lm(f) = {y ∈lR| y ≤ -1ou y ≥ 1} Solução
c) O nome da curva é co-secantóide.
d) O período é igual a 2 π ou 360º. As raízes de 3x2 - 21x + 30 = 0 são :
21 ± 441 - 360 21 ± 9
Exercícios: x= = 5
6 6
1. Qual é o sinal de: 2
a) cosec 82° b) cosec 160° c) cosec 300°
3x2 - 21x + 30 = 3 ( x - 5) (x - 2)

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2) Faturar o polinômio P(x) = 5x3+15x2 -5x -15, 1
9) e - 2 são raízes do polinômio P(x)
sabendo-se que suas raízes são 1, -1 e –3. 2
= 2x3 + ax2 + bx - 2. Os valores de a e b são,
Solução: respectivamente:
5x3 + 15x2 - 5x –15 = 5 ( x -1) ( x + 1) ( x + 3) 1
a) 5 e 1 c) e –2 e) 3 e –2
2
3) As raízes de um polinômio P(x) do 3º grau são
1, -1 e 2. Obter P( x ), sabendo-se que P ( 0) = 1
b) 3 e 2 d) –2 e
6. 2

Solução:
Temos: 10) Um polinômio de grau 3 tem como raízes os
P(x) = a(x – x1) (x – x2)(x – x3) = a(x - 1)(x + 1)(x -2) números 1, -2 e 3. Sabendo que P(- 1) = -2, o
valor de P(2) será:
Como : a) 1 c) –4 e) n.d.a.
P(0) = 6, vem : 6 = a(0 -1)(0 + 1)(0 - 2) ⇒ 3
b) d) 3
6=a.2 ∴ a=3 4

Logo: P( x ) = 3 (x -1) ( x +1) (x - 2) 11) Seja f(x) um polinômio de grau 3, tal que f(0)= -
2, f(1)= 3, f(2)= 1, e f(3)= 6. Então:
4) Escrever o polinômio P(x) = x3 - 5x2 + 7x - 3 na a) f (4) < 0
forma fatorada, sabendo-se que uma raiz é 3. b) 0 < f(4) < 6
c) 3 < f(4) < 6
Solução: d) f(4) > 6
Se 3 é raiz, usando o Briot-Ruffini, vem : e) n.d.a.

3 1 -5 7 -3 12) Um polinômio do 3º grau anula-se para x = 1 e


x = 1
 para x = -3. Assume os valores -12 e 30 para x
2
x − 2 x + 1 = 0 ∴ ou = 0 e x = 2, respectivamente. Esse polinômio
1 -2 1 0 x = 1 é:

a) P( x) = (x – 1)(x + 3)(x –4)
Assim:
b) P( x) = (x – 1)(x + 3)(x +4)
P(x) = 1 . ( x - 1) (x - 1 ) (x - 3) = ( x -1)2(x - 3) c) P( x) = (x + 1)(x + 3)(x –4)
d) P( x) = (x + 1)(x - 3)(x +4)
Exercícios e) n.d.a.
1) Fatore:
a) P(x) = x3 - x b) P(x)=x2 - 5x + 6 1
13) A equação do 3º grau cujas raízes são - ,1
2
2) Fatore o polinômio P(x) = x3 - x2 - 14x + 24, e 2 é:
sabendo que suas raízes são 2, 3 e -4.
a) x3 - 2x2 – x + 2 = 0
3) Determine o polinômio do 2º grau P(x) cujas b) 2x3 - 5x2 + x + 2 = 0
raízes são 2 e 3, sabendo que P(1) = 5. c) 2x3- 5x2 – x – 2 = 0
d) 2x3 +7x2 + 7x + 2 = 0
4) Determine o polinômio P(x) do 3º grau cujas ei 2x3 - 7x2 + 7x – 2 = 0
 1 3
raízes são 0, 1e 2, sabendo que P  = .
2 2 14) Se-4 é a raiz de 2x3+ 6x2 + 7x + a = 0,a vale:
a) 40 c) 0 e) 10
5) Obtenha o polinômio do 2º grau P(x), sabendo b) –60 d) 60
que P(1) = 0, P(2) = 0 eP(3) =1.
Multiplicidade de uma raiz
6) Obtenha o polinômio do 3º grau P(x), sabendo
que P(-1) = 0, P(1) = 0, P(3) = 0 e P(4) = 2.
Dada a equação a0xn+a1 xn -1+ . . . + an = 0(a0 ≠ 0),
7) Escreva o polinômio do 4º grau cujas raízes diz-se que α é raiz de multiplicidade m(m ∈ lN* e
são 1, 2, i, -i. m ≤ n) se, e somente se, das n raízes, apenas m
forem iguais a α .
8) Escreva o polinômio P(x) = x3 + 2x2 - x - 2 na
forma fatorada, sabendo que uma raiz é igual a
1. Aplicações

Matemática 95 A Opção Certa Para a Sua Realização


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1) Classificar as raízes das equações, quanto à Pelo dispositivo de Briot-Ruffini, temos:
sua multiplicidade:
a) (x + 2)(x – 1)3(x – 3)2 ( x + 4)5 = 0 3 1 0 0 1 -84
b) x(x2 + x)4 . (x3 + 2x2 + x) = 0
c) (x2 - 5x + 5)6 . (x - 2)3 . (x2 + 3x) = 0 1 3 9 28 0

Solução: x4 + x - 84 = (x - 3) (x3 + 3x2+ 9x + 28) = 0

a) -2 é raiz de multiplicidade 1 (ou raiz simples) Usando novamente o dispositivo de Briot-Ruffini:


1 é raiz de multiplicidade 3 (ou raiz tripla) 3 1 3 9 28
3 é raiz de multiplicidade 2 (ou raiz dupla)
-4 é raiz de multiplicidade 5
1 6 27 82
b) Fatoremos o polinômio em binômios do 1º grau:
4
x(x2 + x) . (x3 + 2x2 + x) = 0 ⇒ Como R ≠ 0, 3 não é raiz de x3+3x2+9x+28 = 0.
Assim, 3 é raiz de multiplicidade 1.
⇒ x .[ x ( x+1)]4. [x(x2 +2x+1)]=0 ∴
∴ x . x4. ( x + 1)4. x . (x+1)2 =0 ∴ Exercícios
x6 . ( x +1 )6 =0
Assim, temos que: 1) classifique as raízes das equações a seguir,
-1 é raiz de multiplicidade 6 quanto à sua multiplicidade :
0 é raiz de multiplicidade 6
a) (x2 - 7x + 10)2 (x – 2) = 0
b) (x - 1)2 (x2 - 5x + 6) (x2 - 3x) = 0
c) Fatoremos o polinômio em binômios do 1º grau :
c) (x – 1)7 (x2 – 1)4 = 0
( x2 - 5x + 6)5 ( x - 2)3( x2 + 3x) = 0 ⇒
d) (x4 - 1)2 (x - i) (x + i) = 0
⇒ [ ( x - 2) ( x -3) ]5 ( x -2)3 x ( x +3 ) = 0 ∴
∴ ( x –2 )5( x -3)5( x -2)3 x ( x + 3) = 0 ∴ 2) Ache a multiplicidade da raiz 1 na equação x3
∴ ( x - 2)8 ( x -3)5 x ( x + 3) = 0 + 2x2 - x - 2 = 0.
Assim, temos que:
3) Ache a multiplicidade da raiz 2 na equação x3 -
2 é raiz de multiplicidade 8
3 é raiz de multiplicidade 5 6x2 + 12x - 8 = 0.
0 é raiz de multiplicidade 1
-3 é raiz de multiplicidade 1 4) Ache a multiplicidade da raiz 1 nas equações:
a) x4 + x - 2 = 0 b) x4 – x3 - 3x2 + 5x - 2 = 0
2) Achar a multiplicidade da raiz 1 na equação x3
- 3x + 2 = 0. 5) Componha uma equação de grau 3, sabendo
que 3 é raiz simples e 2 é raiz dupla.
Solução: 6) Admite uma raiz de multiplicidade dois a
Se 1 é raiz, então P(x) = x3 - 3x + 2 é divisível por seguinte equação:
x - 1, a) x2 - 4 = 0
Pelo dispositivo prático de Briot-Ruffini, temos: b) x6 – x4 + 3x2 = 0
c) x – 2 = 0
1 1 0 -3 2 d) ( x – 1)4 = 0
e) ( x - 1)3 = 0
11442
144-32 0
Q (x) 7) Assinale, entre as equações a seguir, a que
apresenta raiz de multiplicidade três:
a) x3 - 1 = 0
x3 - 3x + 2 = (x2 + x - 2) (x - 1) = 0. b) (x - 2)4 =0
As raízes de x2 + x - 2 = 0 são 1 e -2. c) x4 -4x2 = 0
Portanto: d) ( x - 1)3. (x + 1 ) = 0
x3 - 3x + 2 = (x + 2) (x – 1)(x -1) = (x + 2)(x - 1)2 e) x5 – x = 0
Logo, 1 é raiz de multiplicidade 2.
8) Da equação x4 - 11x3 + 45x2 - 81x + 54 = 0,
3) Achar a multiplicidade da raiz 3 na equação x4 podemos afirmar que :
+ x - 84 = 0. a) 2 é raiz de multiplicidade dois;
b) 3 é raiz de multiplicidade quatro;
Solução : c) 3 é raiz de multiplicidade três;
3 é raiz, logo P(x) é divisível por x - 3. d) 2 é raiz de multiplicidade três;

Matemática 96 A Opção Certa Para a Sua Realização


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e) 2 e 1 são raízes de multiplicidade dois.
1 1 x + x1 5
Relações de Girard d) + = 2 =
x1 x 2 x1 ⋅ x 2 6

Em toda equação do 2º grau ax2 + bx + c = 0, de


raízes x1 e x2, temos: ( )
e) x13 + x 32 = (x1 + x 2 ) x12 − x1x 2 + x 22 =

 b 5 ( 13 – 6) = 35
 x 1 + x 2 = − a

x ⋅ x = c 2) Sendo x1, x2 e x3 as raízes da equação 2x3 -
 1 2
a
4x2 + 6x + 8 = 0, calcular:
Em toda equação do 3º grau ax3 + bx2 + cx + d = 1 1 1
0, de raízes x1, x2 e x3, temos: a) x1 + x2 + x3 d) + +
x1 x 2 x 3

 b b) x1x2 + x1x3 + x2x3 e) x12 + x 22 + x 32


 x1 + x2 + x3 = − a
 c) x1 . x2 . x3
 c
 x 1x 2 + x 1 x 3 + x 2 x 3 = Solução:
 a
 d b 4
a) x1 + x2 + x3 = − = = 2
 x1 ⋅ x2 ⋅ x3 = − a a 2

c 6
b) x1x2 + x1x3 + x2x3 = = = 3
a 2
Em toda equação do 4º grau ax4 + bx3 + cx2 + + dx d 8
c) x1 . x2 . x3 = − = − = −4
+ e = 0, de raízes x1, x2, x3 e x4, a 2
temos: 1 1 1 x x + x1x 3 + x1x 2
d) + + = 2 3 =
 b x1 x 2 x 3 x1x 2 x3
 x1 + x2 + x3 + x4 = − a 3 3
 = =−
−4 4
 x x +x x +x x +x x +x x +x x = c
 1 2 1 3 1 4 2 3 2 4 3 4 a e) x1 + x 2 + x 32 =
2 2

 = (x1 + x 2 + x3 )2 − 2(x1x 2 + x1x 3 + x 2 x3 ) =


x x x + x x x + x x x + x x x = − d
 1 2 3 1 2 4 1 3 4 2 3 4 a = 22 – 2 . 3 = - 2

 x1 ⋅ x2 ⋅ x3 ⋅ x4 = e 3) Dada a equação x4 + x2 - 7 = 0, calcular:
 a a) a soma das raízes
b) o produto das raízes
OBSERVAÇÃO: Estas relações podem ser
generalizadas para equações de grau n, n > 4. Solução:

b
APLICAÇÕES a) x1 + x2 + x3 + x4 = - =0
a
1) Sendo x1 e x2 as raízes da equação x2 - 5x + 6
e
= 0, calcular: b) x1 x2 x3 x4 = =-7
a
a) x1 + x2 c) x12 + x 22 e) x13 + x32
1 1
b) x1 . x2 d) +
x1 x 2 4) Determinar m e n, sabendo-se que 2 é raiz
Solução: dupla da equação mx3 + nx + 16 = 0.

b Solução:
a) x1 + x 2 = − =5
a
Pelas relações de Girard :
c
b) x1 ⋅ x 2 = =6
a
c) x12 + x 22 = (x1 + x 2 )2 − 2 x1x 2 =

= 5 2 − 2 ⋅ 6 = 25 - 12 = 13

Matemática 97 A Opção Certa Para a Sua Realização


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 Substituindo x1 = x2 + x3 em (1), vem :
 x1 + x 2 + x 3 = 0 x1 + x1 = 4 ⇒ 2x1 = 4 ∴ x1 = 2
 Substituindo x1 = 2 em (3), vem :
 n
 x 1x 2 + x 1 x 3 + x 2 x 3 = 2x2 x3 = -6 ⇒ x2 x3 = - 3
 m
x 2 + x 3 = 2
 16 Resolvendo o sistema  , vem :
 x1 ⋅ x 2 ⋅ x 3 = −  x 2 ⋅ x 3 = −3
m

Como x1 = x2 = 2, vem : x2 = 3 ⇒ x3 = -1 ou x2 = -1 ⇒ x3 = 3 ∴
S = { 2, 3, -1)
  Exercícios
 2 + 2 + x3 = 0 x 3 = −4
 
 n  n 1) Calcule a soma e o produto das raízes da
 2 ⋅ 2 + 2x 3 + 2x 3 = ⇒ 4 + 4 x 3 = ∴
 m  m equação 3x3 - 6x2 + 7x - 3 = 0.
 16  4
 2 ⋅ 2 ⋅ x3 = − m x 3 = − m 2) Sendo x1, x2 e x3 as raízes da equação 2x3 –
 
1 1 1
 n x2 + 17x + 10 = 0, calcule + + .
4 + 4(− 4 ) = m - 12 = n n = -12 x1 x 2 x 3
∴ ∴ m ∴
− 4 = − 4 m = 1 m = 1
 
m
3) Sendo x 1 e x2 as raízes da equação x2 +
x + 1 = 0, calcule :
5) Determinar k, de modo que o produto de duas
raízes da equação x3 + kx2 + 2 = 0 seja 1. a) x1 +x2 c) x12 + x 22 e) x13 + x32
1 1
solução: b) x1 x2 d) +
x1 x 2
Sejam x1, x2 e x3 as raízes da equação x3 +
kx2 + 0x + 2 = 0 : 4) Sendo x1, x2 e x3 as raízes da equação 3x3+
 x 1 + x 2 + x 3 = −k (1) 6x + 9 = 0, calcule:

 x 1x 2 + x 1x 3 + x 2 x 3 = 0 (2) a) x1 + x2 + x3
 x ⋅ x ⋅ x = −2 b) x1 x2 + x1 x3 + x2 x3
 1 2 3 (3 ) c) x1 x2 x3
1 1 1
O produto de duas raízes é 1. d) + +
x1 x 2 x 3
Portanto, x1 x2 = 1
Substituindo x1 x2 = 1 em (3), vem : x3 = -2 e) x12 + x 22 + x32
Substituindo x1 x2 = 1 e x3 = -2 em (2), vem :
5) Sendo x1, x2 , x3 e x4 as raízes da equação x4
1 + 3x2 + 7x + 8 = 0, calcule:
1 - 2x1 - 2x2 = 0 ⇒ 2x1 + 2x2 = 1 ∴ x1 +x2 =
2 a) x1 + x2 + x3 + x4
1 b) x1 x2 + x1 x3 + x1 x4 + x2 x3 + x2 x4 + x3x4
Substituindo x1 +x2 = e x3 = -2 em (1) vem:
2 c) x1 x2 x3 x4
1 1 3
+ ( -2) = -k ⇒ k = 2 - ∴ k=
2 2 2
6) Uma das raízes do polinômio x3 +
2
2x - 9x - 18 é -2. A soma das outras raízes é:
6) Resolver a equação x3 - 4x2 + x + 6 = 0,
sabendo que uma das raízes é a soma das a) –2 b) –1 c) 0 d) 1 e) 2
outras duas.
7) Resolva a equação x3 + 5x2 - 12x - 36 = 0,
Solução: sabendo-se que uma raiz é o produto das
 x1 + x 2 + x 3 = 4 (1) outras duas.

 x 1x 2 + x 1x 3 + x 2 x 3 = +1 (2) 8) Determine k, de modo que a equação x3 -
 x ⋅ x ⋅ x = −6 (3 ) 28x + k = 0 tenha uma raiz igual ao dobro de
 1 2 3 uma outra.

Uma das raízes é a soma das outras duas:


x1 = x2 + x3

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9) Determine k, de modo que o produto das a) -1, 1, 3 c) 3, 7, 11 e) 3, 5, 7
raízes da equação x3 - 7x2 + 8x + k - 1 = 0 b)1,5,9 d) 5, 7, 9
seja -2. 21) Se as raízes da equação x3 - 6x2 + ax + b = 0
constituem uma PA de razão 3, então o valor
10) Determine k, de modo que a equação x3 de a + b é :
+ kx + 2 = 0 admita como raiz dupla o número a) 13 c) 5 e) -13
1. b) 10 d) –10

11) Resolva a equação x3 -3x2 - 4x + 12 = 0, Respostas


sabendo que duas raízes são simétricas, isto
definição
é, x 1 = - x2
1) .a) P (x) = x (x + 1) ( x –1)
12) Resolva a equação x3 - 5x2 + 2x + 8 = 0, b) P (x) = ( x –2) (x –3)
sabendo que uma das raízes é o quádruplo da
soma das outras duas. 2) P(x) = ( x -2) (x –3) (x +4)
5
13) As raízes da equação x3 - 6x2 + kx + 64 = 0 3) P(x) = ( x − 2)( x − 3)
2
estão em progressão geométrica. O valor de k 4) P(x) = 4x (x-2)(x –1)
é:
1
a) –10 c) –24 e) 12 5) P(x) = ( x − 1)( x − 2)
b) –18 d) 16 2
2
6) P(x) = ( x + 1)( x − 1)( x − 3)
14) Sendo a, b e c as raízes da equação 2x3 - 15
3x2 + 5x + 1 = 0, o valor da expressão a2b2 + 7) P(x) = a ( x –1)(x –2)(x +i)(x -i) com a ε lR
b2c2 + c2a2 é: 8) P(x) =(x -1)(x+1)(x+2)
a) 19 c) 19/4 e) n.d.a. 9) a
b) 31 d) 31/4 10) a
11) d
12) b
15) Se x1, x2 e x3 são as três soluções distintas da
13) b
x 1 0 14) d
equação − 2 x 2 = 0 e S = x1, + x2 + x3,
0 3 x multiplicidade de uma raíz
então : 1) a) 2 é raiz de multiplicidade 3
a) S = 0 c) S = 4 e) n.d.a. 5 é raiz de multiplicidade 2
b) S = 2 d) S = 8
b) 0 é raiz de multiplicidade 1
16) Se duas raízes da equação x3 + x2 - qx - q = 0 1 é raiz de multiplicidade 2
têm soma nula, a terceira raiz será: 2 é raiz de multiplicidade 1
a) 1 c) 4 e) n.d.a. 3 é raiz de multiplicidade 2
b) –1 d) –4
c) 1 é raiz de multiplicidade 11
17) O número a é a raiz tripla da equação x3 - -1 é raiz de multiplicidade 4
3ax2 + 6ax - 8 = 0. O valor de x é;
a) –2 c) 0 e) 2 d) 1 é raiz de multiplicidade 2
b) –1 d) 1 1 é raiz de multiplicidade 2
-1 é raiz de multiplicidade 2
i é raiz de multiplicidade 3
18) As raízes da equação 2x3 - 7x2 + 7x - 2 = o
-i é raiz de multiplicidade 3
estão em progressão geométrica. O produto de
duas das maiores raízes será :
2) 1 é raiz de multiplicidade 1
a) 2 c) 1 e) n.d.a.
3) 2 é raiz de multiplicidade 3
b) ½ d) 7/2
4) a) 1 é raiz de multiplicidade 1
b) 1 é raiz de multiplicidade 3
19) As raízes da equação x3 - 5x2 + 8x - 4 = 0 são
as idades de três crianças. Sabendo que duas
5) x3 –7x2 +16x –12 = 0
crianças são gêmeas, podemos afirmar que as
6) b
idades são:
7) d
a) 1, 1, 2 c) 1, 3, 3 e) 1, 1, 4
8) c
b) 1, 2, 2 d) 1, 1, 3
Relações de Girard
20) As raízes da equação x3 – 15x2 + 71x - 105 =
0 formam uma PA. Estas raízes são:
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1) S = 2; P = 1.
−17
2)
10
3) a) –1 b) 1 c) –1 d) –1 e) 2
−2
4) a) 0 b) 2 c) –3 d) e)-4
3
5) a) 0 b) 3 c) 8
3. SEGMENTO
6) c
7) S = { -6, -2, 3 } Sejam A e B dois pontos distintos sobre a reta AB .
8) K = ± 48 Ficam determinadas as semi-retas: AB e BA .
9) k = 3
10) K = -3
11) S = { -2, 2, 3 } AB ∩ BA = AB
12) S = { -1, 2, 4 }
13) c A intersecção das duas semi-retas define o
14) d
15) a segmento AB .
16) b
17) e
18) a
19) b
20) e
21)a
4. ÂNGULO
A união de duas semi-retas de mesma origem é um
GEOMETRIA - Elementos geométricos: Ponto; ângulo.
Reta; Plano; Operações com ângulos; Polígonos:
Elementos; Congruência; Classificação; Ângulos
internos e externos; Paralelismo: ângulos forma-
dos por retas coplanares e uma transversal; Pos-
tulado de Euclides; Quadriláteros: Paralelogra-
mos, trapézios e suas propriedades; Perímetro e
área; Circunferências: Perímetro e área; Posi-
ções relativas de uma reta de uma circunferên-
cia; Triângulos: Perímetro e área; Classificação
dos triângulos; Relações métricas de um triângu- 5. ANGULO RASO
lo qualquer; Relações métricas do triângulo re- É formado por semi-retas opostas.
tângulo; Razões trigonométricas do triângulo
retângulo (seno, cosseno e tangente); Teorema
de Pitágoras; Seno, cosseno e tangente em um
triângulo retângulo; Semelhança de triângulos.

GEOMETRIA NO PLANO E NO ESPAÇO.


PERÍMETRO. 6. ANGULOS SUPLEMENTARES
São ângulos que determinam por soma um ângulo
1.POSTULADOS raso.
a) A reta é ilimitada; não tem origem nem
extremidades.
b) Na reta existem infinitos pontos.
c) Dois pontos distintos determinam uma única
reta (AB).
7. CONGRUÊNCIA DE ÂNGULOS
2. SEMI-RETA O conceito de congruência é primitivo. Não há
Um ponto O sobre uma reta divide-a em dois definição. lntuitivamente, quando imaginamos dois
subconjuntos, denominando-se cada um deles semi- ângulos coincidindo ponto a ponto, dizemos que
reta. possuem a mesma medida ou são congruentes (sinal
de congruência: ≅ ).

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13. ANGULOS OPOSTOS PELO VÉRTICE


São ângulos formados com as semi-retas apostas
duas a duas.
Ângulos apostos pelo vértice são congruentes
(Teorema).

8. ÂNGULO RETO
Considerando ângulos suplementares e con-
gruentes entre si, diremos que se trata de ângulos
retos.
14. TEOREMA FUNDAMENTAL SOBRE RETAS
PARALELAS
Se uma reta transversal forma com duas retas de
um plano ângulos correspondentes congruentes,
então as retas são paralelas.

9. MEDIDAS
1 reto ↔ 90° (noventa graus)
1 raso ↔ 2 retos ↔ 180°

1° ↔ 60' (um grau - sessenta minutos)


1' ↔ 60" (um minuto - sessenta segundos)
) )
As subdivisões do segundo são: décimos, a ≅ m
centésimos etc.
) )
b ≅n
) )  ângulos correspondentes congruentes
c ≅ p
) )
d ≅ q 

Consequências:
a) ângulos alternos congruentes:
) ) ) )
d ≅ n = 180 0 (alternos a ≅ p (alternos
90o = 89o 59’ 60” ) ) ) )
c ≅ m = 180 0 internos) b ≅ q externos)
10. ÂNGULOS COMPLEMENTARES
São ângulos cuja soma é igual a um ângulo reto. b) ângulos colaterais suplementares:
) )
a + q = 180 o 
) ) (colaterais externos)
b + p = 180 o 
) )
d + m = 180 o 
) ) (colaterais internos)
c + n = 180 o 

15. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS


11. REPRESENTAÇÃO
1) Determine o complemento de 34°15'34".
x é o ângulo; (90° – x) seu complemento e
Resolução:
(180° – x) seu suplemento.
89° 59' 60"
- 34° 15' 34"
12. BISSETRIZ
55° 44' 26"
É a semi-reta que tem origem no vértice do ângulo
Resp.: 55° 44' 26"
e o divide em dois ângulos congruentes.

Matemática 101 A Opção Certa Para a Sua Realização


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2) As medidas 2x + 20° e 5x – 70° são de ângulos 16. TRIÂNGULOS
opostos pelo vértice. Determine-as. 16.1 – Ângulos
Resolução: ∆ ABC = AB ∪ BC ∪ CA
2x + 20° = 5x – 70° ⇔
⇔ + 70° + 20° = 5x – 2x ⇔ AB; BC; CA são os lados
⇔ 90° = 3x ⇔ ) ) )
A; B; C são ângulos internos
x = 30° ) ) )
A ex ; B ex ; C ex são angulos externos
Resp. : os ângulos medem 80º

3) As medidas de dois ângulos complementares


estão entre si como 2 está para 7. Calcule-as.
Resolução: Sejam x e y as medidas de 2
ângulos complementares. Então:
x + y = 90 o x + y = 90 o
 
 x 2 ⇔ x 2 ⇔
 = y + 1 = + 1
 y 7  7 LEI ANGULAR DE THALES:
o x + y = 90 o
x + y = 90
  ) ) )
x + y 9 ⇔  90o 9 A + B + C = 180°
 y =7  =
  y 7

⇒ x = 20° e y = 70°
Resp.: As medidas são 20° e 70°.

4) Duas retas paralelas cortadas por uma


transversal formam 8 ângulos. Sendo 320° a
soma dos ângulos obtusos internos, calcule os Consequências:
demais ângulos. ) )
A + A ex = 180°  ) ) )
) ) )  ⇒ Aex = B + C
A + B + C = 180°

Analogamente:
) ) )
B ex = A + C
Resolução:
) ) )
C ex = B + A
De acordo com a figura seguinte, teremos pelo
enunciado:
Soma dos ângulos externos:
â + â = 320° ⇔ 2â = 320° ⇔ â = 160° ) ) )
A ex + B ex + Cex = 360°
Sendo b a medida dos ângulos agudos, vem:
) ) ) ) 16.2 – Classificação
a + b = 180° ou 160° + b = 180° ⇒ b = 20°
Resp.: Os ângulos obtusos medem 160° e os
agudos 20°.

5) Na figura, determine x.

Resolução: Pelos ângulos alternos internos:

x + 30° = 50° ⇒ x = 20°

Matemática 102 A Opção Certa Para a Sua Realização


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G é o baricentro
Propriedade: AG = 2GM
BG = 2GN
CG = 2GP

b) A perpendicular baixada do vértice ao lado


oposto é denominada ALTURA.
O encontro das alturas é denominado
ORTOCENTRO.

Obs. : Se o triângulo possui os 3 ângulos menores


que 90°, é acutângulo; e se possui um dos seus
ângulos maior do que 90°, é obtusângulo.

16.3 - Congruência de triângulos


Dizemos que dois triângulos são congruentes
quando os seis elementos de um forem congruentes
com os seis elementos correspondentes do outro. c) INCENTRO é o encontro das bissetrizes in-
ternas do triângulo. (É centro da circunferência
inscrita.)
d) CIRCUNCENTRO é o encontro das
mediatrizes dos lados do triângulo, lÉ centro da
circunferência circunscrita.)

16.6 – Desigualdades
) )
 A ≅ A' AB ≅ A' B' Teorema: Em todo triângulo ao maior lado se opõe
 ) )  o maior ângulo e vice-Versa.
B ≅ B' e BC ≅ B' C'
) )  Em qualquer triângulo cada lado é menor do que a
C ≅ C' AC ≅ A' C'
soma dos outros dois.
⇔ ∆ABC ≅ ∆A' B' C'
16.7 - EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
16.4 - Critérios de congruência 1) Sendo 8cm e 6cm as medidas de dois lados de
um triângulo, determine o maior número inteiro
LAL: Dois triângulos serão congruentes se pos- possível para ser medida do terceiro lado em
suírem dois lados e o ângulo entre eles cm.
congruentes.
LLL: Dois triângulos serão congruentes se pos- Resolução:
suírem os três lados respectivamente con-
gruentes.
ALA : Dois triângulos serão congruentes se pos-
suírem dois ângulos e o lado entre eles
congruentes.
LAAO : Dois triângulos serão congruentes se pos-
suírem dois ângulos e o lado oposto a um
deles congruentes.

16.5 - Pontos notáveis do triângulo x < 6 + 8 ⇒ x < 14


a) O segmento que une o vértice ao ponto médio 6 < x + 8 ⇒ x > –2 ⇒ 2 < x < 14
do lado oposto é denominado MEDIANA. 8 < x + 6 ⇒ x > 2
O encontro das medianas é denominado
BARICENTRO. Assim, o maior numero inteiro possível para medir

Matemática 103 A Opção Certa Para a Sua Realização


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o terceiro lado é 13.

2) O perímetro de um triângulo é 13 cm. Um dos


lados é o dobro do outro e a soma destes dois
lados é 9 cm. Calcule as medidas dos lados.

Resolução:

Resolução:
a) 80° + x = 120° ⇒ x = 40°
b) x + 150° + 130° = 360° ⇒ x = 80°

5) Determine x no triângulo:
Resolução:
a + b + c = 13
a = 2b 3b = 9
a + b = 9
b =3 a = 6
e

Portanto: c = 4

As medidas são : 3 cm; 4 cm; 6 cm ) )


Sendo ∆ABC isósceles, vem: B ≅ Ce
3) Num triângulo isósceles um dos ângulos da portanto:
base mede 47°32'. Calcule o ângulo do vértice. ) ) ) ) )
B ≅ C = 50° , pois A + B + C = 180° .
Resolução:
Assim, x = 80° + 50° ⇒ x = 130°

17. POLIGONOS
O triângulo é um polígono com o menor número de
lados possível (n = 3),

De um modo geral dizemos; polígono de n lados.

17.1 - Número de diagonais

x + 47° 32' + 47° 32' = 180° ⇔


x + 94° 64' = 180° ⇔
x + 95° 04' = 180° ⇔
x = 180° – 95° 04' ⇔
x = 84° 56'
rascunho: n ( n - 3)
179° 60'
d =
2
– 95° 04'
84° 56'
(n = número de lados )
Resp. : O ângulo do vértice é 84° 56'.
De 1 vértice saem (n – 3) diagonais.
4) Determine x nas figuras:
De n vértices saem n . (n – 3) diagonais; mas,
a)
cada uma é considerada duas vezes.
n ( n - 3)
Logo ; d =
2
17.2 - Soma dos ângulos internos

Si = 180° ( n – 2 )
b)

Matemática 104 A Opção Certa Para a Sua Realização


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17.3 - Soma dos ângulos externos Propriedades:
1) Todas as do paralelogramo.
Se = 360° 2) Diagonais são perpendiculares.
3) Diagonais são bissetrizes internas.
17.4 – Quadriláteros
a) Trapézio: e) Quadrado:
"Dois lados paralelos". "Retângulo e losango ao mesmo tempo".
AB // DC

Obs: um polígono é regular quando é equiângulo e


b) Paralelogramo: equilátero.
“Lados opostos paralelos dois a dois”.
AB // DC e AD // BC SEMELHANÇAS

1. TEOREMA DE THALES
Um feixe de retas paralelas determina sobre um
feixe de retas concorrentes segmentos cor-
respondentes proporcionais.

Propriedades:
1) Lados opostos congruentes.
2) Ângulos apostos congruentes.
3) Diagonais se encontram no ponto médio
AB EF MN
c) Retângulo: = = = ...
CD GH PQ
"Paralelogramo com um ângulo reto".
AC EG MP
= = = ...
BC FG NP
etc...
2. SEMELHANÇA DE TRIÂNGULOS
Dada a correspondência entre dois triângulos,
Propriedades: dizemos que são semelhantes quando os ângulos
1) Todas as do paralelogramo. correspondentes forem congruentes e os lados
2) Diagonais congruentes. correspondentes proporcionais.

d) Losango: 3. CRITÉRIOS DE SEMELHANÇA


"Paralelogramo com os quatro lados congruentes". a) (AAL) Dois triângulos possuindo dois ân-
gulos correspondentes congruentes
são semelhantes.
b) (LAL) Dois triângulos, possuindo
dois lados proporcionais e os ângulos
entre eles formados congruentes, são
semelhantes.
c) (LLL) Dois triângulos, possuindo os
três lados proporcionais, são
semelhantes.

Matemática 105 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Representação:
) ) ou b2 = a . n (II)
 A ≅ A'
) )
∆ABC ~ ∆A' B' C' ⇔ B ≅ B' e Cada cateto é média proporcional entre a
) )
hipotenusa e a sua projeção sobre a mesma.
C ≅ C'
AH HB
∆AHB ~ ∆CHA ⇔ = ⇔
AB BC AC b) CH HA
= = = k
A' B' B' C' A' C' ⇔ AH 2 = CH ⋅ HB
razão de semelhança ou h2 = m . n (III)

Exemplo: calcule x
A altura é média proporcional entre os seg-
mentos que determina sobre a hipotenusa
Consequências:

(I) + (II) vem:


c 2 + b 2 = am + an ⇔
⇔ c 2 + b 2 = a (m + n ) ⇔
a
Resolução :
∆ABC ~ ∆MNC ⇔ ⇔ c DE
4.2 - TEOREMA + bPITÁGORAS
=a2 2 2

AB AC x 9 a2 + b2 = c2
= ⇒ = ∴x = 6
MN MC 4 6
Exemplo:
4. RELAÇÕES MÉTRICAS NO TRIÂNGULO Na figura, M é ponto médio de BC , Â = 90°
RETÂNGULO
e M̂ = 90°. Sendo AB = 5 e AC = 2, calcule Al.
Na figura:

Resolução:

a) Teorema de Pitágoras:
BC 2 = AB2 + AC2 ⇒ BC2 = 52 + 2 2 ⇒
A é vértice do ângulo reto (Â = 90° )
) )
B + C = 90° ⇒ BC = 29 ≅ 5,38 e 29
MB =
2
m = projeção do cateto c sobre a hipotenusa a
n = projeção do cateto b sobre a hipotenusa a AB BC
H é o pé da altura AH = h. b) ∆ABC ~ ∆MBI ⇔ = ou
4.1 – Relações MB BI
AB HB 5 29 29
∆AHB ~ ∆CAB ⇔ ⇔ ⇔ = ⇔ BI = = 2,9
a) CB AB 29 BI 10
⇔ AB 2 = CB ⋅ HB 2
ou c2 = a . m (I) Logo, sendo AI = AB - BI, teremos:

AI = 5 - 2,9 AI = 2,1 ⇒
AC HC
∆AHC ~ ∆BAC ⇔ = ⇔
BC AC
⇔ AC 2 = BC ⋅ HC

Matemática 106 A Opção Certa Para a Sua Realização


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5. RELAÇÕES MÉTRICAS NO CÍRCULO b) Triângulo equilátero:

AC = l 3 (lado do triângulo)
OA = R (raio do círculo)
OH = a (apótema do triângulo)
Nas figuras valem as seguintes relações:
Relações:
δ 2 =PA . PB=PM . PN
• AC2 = AH2 + HC2 ⇒ l3 3
h=
2
(altura em função do lado)

R = 2a
• AO = 2 OH ⇒
o número δ2 é denominado Potência do ponto (o raio é o dobro do apótema)

P em relação à circunferência.
δ 2= d2 − R 2 l3 = R 3
6. POLÍGONOS REGULARES • (lado em função do raio)
a) Quadrado:

O quadrado da hipotenusa é igual à soma dos


l 23 3
• Área: S=
quadrados dos catetos. 4
(área do triângulo equilátero em função do
lado)

c) Hexágono regular:

AB = lado do quadrado ( l 4)
OM = apótema do quadrado (a4)
OA = OB = R = raio do círculo AB = l 6 (lado do hexágono)
OA = OB = R (raio do círculo)
Relações: OM = a (apótema)
• AB 2 = R 2 + R 2 ⇒
l4 Relações:
AB a4 =
• OM = ⇒ 2 • ∆ OAB é equilátero ⇒
2 R 3
a=
• OM é altura ∆ OAB ⇒ 2
• Área do quadrado:
S4 = l 2
4
• Área:
3R 2 3
S = 6 ⋅ S ∆ABC ⇒ S=
2

Matemática 107 A Opção Certa Para a Sua Realização


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7. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
l 3 6 3
1) Num triângulo retângulo os catetos medem 9 h= ⇒h= ∴ h=3 3 m
cm e 12 cm. Calcule as suas projeções sobre a 2 2
hipotenusa. A l = 2πR ⋅ 2R = 4πR 2
Resolução:
A T = 2 ⋅ πR 2 + 4πR 2 = 6πR 2
V = πR 2 ⋅ 2R = 2πR 3

TEOREMA DE PITÁGORAS
Relembrando: Triângulo retângulo é todo triângulo
que possui um ângulo interno reto. ( = 90º)

a) Pitágoras: a2 = b2 + c2 ⇒
⇒ a2 =122 + 92 ⇒ a = 15 cm
b) C2 = a . m ⇒ 92 = 15 . m ⇒ m = 5,4
cm

c) b2 = a . n ⇒ 122 = 15 . n ⇒n = 9,6
cm
2) As diagonais de um losango medem 6m e 8m. Obs: Num triângulo retângulo o lado oposto ao ân-
Calcule o seu perímetro: gulo reto é chamado hipotenusa e os lados adjacen-
Resolução: tes ao ângulo reto são chamados catetos.
Teorema de Pitágoras
Enunciado: Num triângulo retângulo, o quadrado
da medida da hipotenusa é igual à soma dos quadra-
dos das medidas dos catetos.

Exemplo:

l 2 = 4 2 + 32 ⇒ l = 5m

O perímetro é: P = 4 X 5 m = 20 m Exemplo numérico:

3) Calcule x na figura:

Exercícios:
1) Num triângulo retângulo os catetos medem 8 cm
e 6 cm; a hipotenusa mede:

a) 5 cm
b) 14 cm
Resolução:
c) 100 cm
PA . PB = PM . PN ⇒ 2. ( 2 + x ) = 4 X 10
d) 10 cm

4 + 2 x = 40 ⇔ 2 x = 36 ⇔
⇔ x=18
2) Num triângulo retângulo os catetos medem 5 cm
e 12 cm. A hipotenusa mede:
4) Calcule a altura de um triângulo equilátero cuja
a) 13cm b) 17 cm c) 169 cm d) 7 cm
área é 9 3 m2:
Resolução:
l2 3 l2 3 l = 6m
S= ⇒9 3 = ∴
4 4

Matemática 108 A Opção Certa Para a Sua Realização


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3) O valor de x na figura abaixo é: medida do cateto oposto a B b
sen B = ⇒ sen B =
medida da hipotenusa a

medida do cateto oposto a C c


sen C = ⇒ sen C =
medida da hipotenusa a

Num triângulo retângulo, chama-se


Respostas: 1) d 2) a 3) x = 3 cosseno de um ângulo agudo o número
que expressa a razão entre a medida do
RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS DO TRIÂN- cateto adjacente ao ângulo e a medida da
GULO RETÂNGULO hipotenusa.
Vamos observar o triângulo retângulo ABC (reto
em A). O cosseno de um ângulo a indica-se por cos α.

medida do cateto adjacente a B c


cos B = ⇒ cos B =
medida da hipotenusa a

medida do cateto adjacente a C b


cos C = ⇒ cos C =
medida da hipotenusa a

Num triângulo retângulo chama-se tangente de um


ângulo agudo o número que expressa a razão entre a
Nos estudos que faremos nesta unidade, se faz medida do cateto oposto e a medida do cateto adja-
necessário diferenciar os dois catetos do triângulo. cente a esse ângulo.
Usamos para isso a figura que acabamos de ver.
A tangente de um ângulo a indica-se por tg α
Tomando como referência o ângulo E. dizemos cateto oposto a C c
que: tg C = ⇒ tg C = .
cateto adjacente a C b
• AC é o cateto oposto de B:
RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS NUM TRIÂN-
• AB é o cateto adjacente ao ângulo B. GULO QUALQUER

No triângulo da figura destacamos:


• h1 : medida de altura relativa ao lado BC:
• h2 : medida da altura relativa ao lado AB,

no ∆ retângulo ABH1 ( H1 é reto):


h1
sen B = ⇒ h1 = c ⋅ sen B
c

Tomando como referência o ângulo C, dizemos


que:
• AC o cateto adjacente ao ângulo C;
• AB é o cateto oposto ao ângulo C.

Razões trigonométricas
Num triângulo retângulo, chama-se seno de um
ângulo agudo o número que expressa a razão entre a
medida do cateto oposto a esse ângulo e a medida da No ∆ retângulo ACH1 ( H1 é reto):
hipotenusa.
h1
sen C = ⇒ h1 = b ⋅ sen C
b
Comparando 1 e 2. temos:
c b
c . sen B = b . sen C ⇒ =
sen C sen B

O seno de um ângulo o indica-se por sen α. No ∆ retângulo BCH2 ( H é reto):


h
sen B = 2 ⇒ h2 = a . sen B
a
Matemática 109 A Opção Certa Para a Sua Realização
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m
No ∆ retângulo ACH2 (H é reto): No triângulo retângulo ABH. temos: cos B = ⇒
c
h m = C . cos b
sen A = 2 ⇒ h2 = b . sen A
b
Substituindo 2 em 1: b2 = a2 + c2 - 2ac . cos B
Comparando 4 e 5, temos:
a b A expressão foi mostrada para um triângulo acu-
a . sen B = b . sen A ⇒ = tângulo. Vejamos, agora, como ela é válida, também.
sen A sen B
para os triângulos obtusângulos:
Comparando 3 e 5. temos:
No triângulo obtusângulo ABC, temos: b2 = a2 + c2
a b c + 2am
= =
sen A sen B sen C

Observação: A expressão encontrada foi desen-


volvida a partir de um triângulo acutângulo. No entan-
to, chegaríamos à mesma expressão se tivéssemos
partido de qualquer triângulo. Daí temos a lei dos
senos:
a b c
= =
sen A sen B sen C
No triângulo retângulo AHB. temos: cos ( 180º –
m
B) =
c

Como cos (180º – B) = – cos B, por uma proprie-


dade não provada aqui, temos que:
m
– cos B = ⇒ m = – c . cos B
Exemplo: No triângulo da figura calcular a medida x: c

Substituindo 2 em 1, temos:
b2 = a2 + c2 + 2 . a .( –c . cos B )

b2 = a2 + c2 – 2 a c . cos B

Dai a lei dos cosenos:


Resolução:
Pela lei dos senos:
8 x 8 x
= ⇒ =
sen 45° sen 60° 2 3
2 2

8 3 x 2 8 3 2 a2 = b2 + c2 – 2 b . c . cos A
⇒ = ⇒x= . b2 = a2 + c2 – 2 a . c . cos B
2 2 2 2
c2 = a2 + b2 – 2 a . b . cos C
8 6
⇒ `x = ⇒ x=4 6
2 Exemplo:
No triângulo abaixo calcular a medida de b
LEI DOS COSENOS
1. No triângulo acutângulo ABC, temos b2 = a2
+ c2 - 2am

Resolução: Aplicando ao triângulo dado a lei dos


cosenos:
b2 = 102 + 62 – 2 . 10 . 6 . cos 60º
1
b2 = 100 + 36 – 120 .
2

Matemática 110 A Opção Certa Para a Sua Realização


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b2 = 76 ⇒ b = 76 ⇒ b = 2 19 3) ( 2 3 + 6 – 2 ) cm
4) x = 100 2 cm
Exercícios
Resolva os seguintes problemas: 5) Ĉ = 45º; Â = 120º
6) a = 7 cm
1) Num triângulo ABC, calcule b e c, sendo  =
7) d1 = 26 ; d2 = 50
30º, B̂ = 45º e a = 2cm 8) 2,5 cm2
9) 108 cm
2) Num triângulo ABC, calcule  e Ĉ , sendo B̂ =
2 6− 2
105º, b = cm e c = cm. ÁREA DAS FIGURAS PLANAS
2 2
RETÂNGULO
3) Calcule o perímetro do triângulo abaixo:
A=b.h

A = área b = base h = altura

Perímetro: 2b + 2h
Exemplo 1

4) Calcule x na figura:

Qual a área de um retângulo cuja altura é 2 cm e


5) Calcule  e Ĉ num triângulo ABC onde b = 1, seu perímetro 12 cm?
Solução: A = b. h
c= 3 +1 e B̂ = 15º.
h = 2 cm
6) Calcule a num triângulo ABC, onde b = 4 cm, c 2 +b+2+b = 12
= 3 cm e  = 30º. 2b+4 = 12
2b = 12 - 4
7) Calcule as diagonais de um paralelogramo cujos 2b =8
b = 8 ÷ 2=4
lados medem 6cm e 2 cm e formam um ângulo de b =4cm
45º. A=4 .2
2
8) Calcule a área de um triângulo ABC, sabendo A = 8 cm
que o lado AB mede 2cm, o lado BC mede 5cm e
QUADRADO
que esses lados formam entre si um ângulo de 30º.

9) Calcule a medida da diagonal maior do losango PERÍMETRO: L + L + L + L = 4L


da figura abaixo: Área do quadrado:

A = l ⋅ l = l2

Respostas
1) b = 2 2 cm, c = 6 + 2 cm Exemplo 2
Qual a área do quadrado de 5 cm de lado?
2) Â = 30º ; Ĉ = 45º
Solução: A = l2

Matemática 111 A Opção Certa Para a Sua Realização


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l = 5 cm b = base menor
2 h = altura
A=5
2
A = 25 cm Exemplo 5:
Calcular a área do trapézio de base maior de 6 cm,
PARALELOGRAMO base menor de 4 cm. e altura de 3 cm.
Solução:
A = área do paralelogramo:
A=
(B + b ) ⋅ h
2
A=B.H B = 6 cm
b = 4 cm
h = 3 cm

A =
( 6 + 4) ⋅ 3
Perímetro: 2b + 2h 2
2
A = 15 cm
Exemplo 3
A altura de um paralelogramo é 4 cm e é a
metade de sua base. Qual é suá área ? LOSANGO
Solução: A = b .h
h = 4cm
b =2.h
b = 2 . 4 = 8cm
2
A =8.4 A = 32 m

TRIÂNGULO

Perímetro: é a soma dos três lados.

D= diagonal maior
d = diagonal menor
Perímetro = é a soma dos quatro lados.
Área do losango:

D ⋅ d
A =
2

Área do triângulo: Exemplo 6:


Calcular a área do losango de diagonais 6 cm
b ⋅ h
A = e 5 cm.
2 D ⋅ d
Solução: A =
Exemplo 4: 2
A altura de um triângulo é 8 cm e a sua base é a 6 ⋅ 5
A =
metade da altura. Calcular sua área. 2
b ⋅ h A = 15 cm
2
Solução: A =
2
h = 8cm CIRCULO
h 8
b = = = 4 cm Área do círculo:
2 2
8⋅4
A=
2 A = π R2
2
A = 16 m
A = área do círculo
R = raio
TRAPÉZIO
π = 3,14
Perímetro: B + b + a soma dos dois lados. Exemplo 7
O raio de uma circunferência é 3 cm. Calcular a
Área do trapézio: sua área.
B = base maior

Matemática 112 A Opção Certa Para a Sua Realização


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A = π R2
(diagonal do cubo)
A = 3,14 . 3
2 D=a 3
A = 3,14 . 9
2 1.2 - Paralelepípedo reto retângulo
A = 28,26 cm

Geometria no Espaço
1. PRISMAS

São sólidos que possuem duas faces apostas


paralelas e congruentes denominadas bases.
dimensões a, b, c
a l = arestas laterais AT = 2 ( ab + ac + bc ) (área total)
h = altura (distância entre as bases)

V = abc
(volume)

(diagonal)
D = a2 + b2 + c 2

2. PIRÂMIDES
São sólidos com uma base plana e um vértice fora
do plano dessa base.

Cálculos:
A b = área do polígono da base.
A l = soma das áreas laterais.

A T = A l + 2A b (área total).
Para a pirâmide temos:
V = Ab . h A b = área da base
(volume)
A l = álea dos triângulos faces laterais
1.1 – Cubo

O cubo é um prisma onde todas as faces são A T =(área


A l +total)
Ab
quadradas.

AT = 6 . a2 (área total)
1 (volume)
V= Ab ⋅ h
3
V = a3 (volume)

a = aresta 2.1 - Tetraedro regular

É a pirâmide onde todas as faces são triângulos


equiláteros.

Para o cálculo das diagonais teremos:

(diagonal de uma face)


d=a 2

Matemática 113 A Opção Certa Para a Sua Realização


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Tetraedro de aresta a : A l = 2πR ⋅ 2R = 4πR 2

a 6 A T = 2 ⋅ πR 2 + 4πR 2 = 6πR 2
h= ( altura )
3 V = πR 2 ⋅ 2R = 2πR 3

AT = a2 3 (área total) 4. CONE CIRCULAR RETO

g é geratriz.
a3 2 ( volume )
V= ∆ ABC é secção meridiana.
12

3. CILINDRO CIRCULAR RETO

As bases são paralelas e circulares; possui


uma superfície lateral.

g2 = h2 + R2
A l = πRg (área lateral)
A b = πR 2
(área da base)

A b = πR 2
( área da base) AT = Al + Ab (área total)

A l = 2πR ⋅ h 1
( área lateral )
v= ⋅ Ab ⋅ h (volume)
3

A T = 2A b + A l ( área total ) 4.1 - Cone equilátero

Se o ∆ ABC for equilátero, o cone será deno-


minado equilátero.
V = Ab ⋅h ( volume )

3.1 - Cilindro equilátero

Quando a secção meridiana do cilindro for


quadrada, este será equilátero.

h=R 3 (altura)
Logo:
A b = πR 2 (base)
A l = πR ⋅ 2R = 2πR (área lateral)
2

Matemática 114 A Opção Certa Para a Sua Realização


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A T = 3πR 2 (área total) 8) Um polígono regular tem 8 lados; a medida de
um dos seus ângulos internos é:
a) 135° b) 45° c) 20°
1 (volume)
V = πR 3 3 d) 90° e) 120°
3
9) O encontro das bissetrizes internas de um
triângulo é o:
5. ESFERA a) bicentro
b) baricentro
Perímetro do círculo maior: 2 π R c) incentro
d) metacentro
Área da superfície: 4 π R2 e) n.d.a.

10) As medianas de um triângulo se cruzam num


Volume:
4 ponto, dividindo-se em dois segmentos tais que
πR 3 um deles é:
3 a) o triplo do outro
b) a metade do outro
c) um quinto do outro
Área da secção meridiana: π R2. 2
d) os do outro
3
e) n.d.a.

11) Entre os.critérios abaixo, aquele que não garante


a congruência de triângulos é:
a) LLL b) ALA c) LAAO d) AAA
e) LAL

12) O menor valor inteiro para o terceiro lado de um


triângulo, cujos outros dois medem 6 e 9, será:
a) 4 b) 10 c) 6 d) 7 e) 1

13) Num paralelogramo de perímetro 32cm e um dos


EXERCICIOS PROPOSTOS 1 lados10cm, a medida para um dos outros lados
é:
a) 6 cm b) 12 cm c) 20 cm
1) Os 3/4 do valor do suplemento de um angulo de
d) 22 cm e) 5 cm
60° são:
a) 30° b) 70º c) 60º d) 90º e) 100º
RESPOSTAS AOS EXERCICIOS PROPOSTOS
1) d 6) e 11) d
2) A medida de um ângulo igual ao dobro do seu
2) a 7) d 12) a
complemento é:
3) b 8) a 13) a
a) 60° b) 20º c) 35º d) 40º e) 50°
4) c 9) c
5) b 10) b
3) O suplemento de 36°12'28" é:
a) 140º 27’12” b) 143°47'32"
c) 143°57'42" d) 134°03'03" EXERCÍCIOS PROPOSTOS 2
e) n.d.a.

4) número de diagonais de um polígono convexo de


7 lados é:
a) 6 b) 8 c) 14 d) 11 e) 7

5) O polígono que tem o número de lados igual ao


número de diagonais é o:
a) quadrado b) pentágono
c) hexágono d) de15 lados
1) Na figura
e) não existe
AB = 4 cm BC = 6 cm MN = 8 cm
Então, NP vale:
6) O número de diagonais de um polígono convexo
a) 10 cm b) 8 cm c) 1 2 cm d) 6 cm
é o dobro do número de vértices do mesmo.
e) 9 cm
Então o número de lados desse polígono é:
a) 2 b) 3 c) 4 d) 6 e) 7
2) Com as retas suportes dos lados (AD e BC) não
paralelos do trapézio ABCD, construímos o ∆ ABE.
7) A soma dos ângulos internos de um pentágono é
Sendo AE = 12 cm; AD = 5 cm; BC = 3 cm. O valor
igual a:
de BE é:
a) 180° b) 90° c) 360°
a) 6,4cm b) 7,2 cm c) 3,8 cm d) 5,2 cm e)
d) 540° e) 720°
8,2cm
Matemática 115 A Opção Certa Para a Sua Realização
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3) O lado AB de um ∆ ABC mede 16 cm. Pelo ponto D
pertencente ao lado AB, distante 5 cm de A, ___________________________________
constrói-se paralela ao lado BC que encontra o lado
___________________________________
AC em E a 8 cm de A. A medida de AC é:
a) 15,8 cm b) 13,9 cm c) 22,6 cm ___________________________________
d) 25,6 cm e) 14 cm
___________________________________
4) A paralela a um dos lados de um triângulo divide os ___________________________________
outros dois na razão 3/4. Sendo 21cm e 42 cm as
_______________________________________________________
medidas desses dois lados. O maior dos segmentos
determinado pela paralela mede: _______________________________________________________
a) 9cm b) 12cm c) 18 cm
_______________________________________________________
d) 25 cm e) 24 cm
_______________________________________________________
5) Num trapézio os lados não paralelos prolongados
_______________________________________________________
determinam um triângulo de lados 24 dm e 36 dm. O
menor dos lados não paralelos do trapézio mede 10 _______________________________________________________
dm. O outro lado do trapézio mede:
_______________________________________________________
a) 6 dm b) 9 dm c) 10 dm
d) 13 dm e) 15 dm _______________________________________________________
_______________________________________________________
6) Num triângulo os lados medem 8 cm; 10 cm e 15
cm. O lado correspondente ao menor deles, num _______________________________________________________
segundo triângulo semelhante ao primeiro, mede
_______________________________________________________
16cm. O perímetro deste último triângulo é:
a) 60 cm b) 62 cm c) 66 cm _______________________________________________________
d) 70 cm e) 80 cm
_______________________________________________________
7) Dois triângulos semelhantes possuem os seguintes _______________________________________________________
perímetros: 36 cm e 108 cm. Sendo 12 cm a medida
_______________________________________________________
de um dos lados do primeiro, a medida do lado
correspondente do segundo será: _______________________________________________________
a) 36 cm b) 48 cm c) 27 cm
_______________________________________________________
d) 11 cm e) 25 cm
_______________________________________________________
8) A base e a altura de um retângulo estão na razão
_______________________________________________________
12
. Se a diagonal mede 26cm, a base medida _______________________________________________________
5
será: _______________________________________________________
a) 12 cm b) 24 cm c) 16 cm _______________________________________________________
d) 8 cm e) 5 cm
_______________________________________________________
9) A altura relativa à hipotenusa de um triângulo mede _______________________________________________________
14,4 dm e a projeção de um dos catetos sobre a
mesma 10,8 dm. O perímetro do triângulo é: _______________________________________________________
a) 15 dm b) 32 dm c) 60 dm _______________________________________________________
d) 72 dm e) 81 dm
_______________________________________________________
10) A altura relativa à hipotenusa de um triângulo _______________________________________________________
retângulo de catetos 5 cm e 12 cm, mede:
a) 4,61cm b) 3,12 cm c) 8,1 cm _______________________________________________________
d) 13,2 cm e) 4 cm ______________________________________________________
11) Duas cordas se cruzam num círculo. Os segmentos _______________________________________________________
de uma delas medem 3 cm e 6 cm; um dos _______________________________________________________
segmentos da outra mede 2 cm. Então o outro
segmento medirá: _______________________________________________________
a) 7 cm b) 9 cm c) 10 cm _______________________________________________________
d) 11 cm e) 5 cm
_______________________________________________________
_______________________________________________________
RESPOSTAS AOS EXERCICIOS PROPOSTOS
1) c 5) e 9) d _______________________________________________________
2) b 6) c 10) a _______________________________________________________
3) d 7) a 11) b
4) e 8) b _______________________________________________________
_______________________________________________________

Matemática 116 A Opção Certa Para a Sua Realização


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