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Ducato 2.

8 JTD Common Rail

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IMPRESSO NO BRASIL

REPRODUÇÃO PERMITIDA SOMENTE COM A AUTORIZAÇÃO ESCRITA


DA FIAT AUTOMÓVEIS S.A. E CITAÇÃO DA FONTE

Os dados contidos nesta apostila são fornecidos a título


indicativo e poderão ficar desatualizados em conseqüência das
modificações feitas pelo fabricante, a qualquer momento, por
razões de natureza técnica ou comercial.
Injeção Eletrônica Diesel
Bosch EDC 15C7

60352800 - III/2005
ÍNDICE

Funcionamento do sistema Common Rail......................................................03

Histórico do Common Rail.............................................................................04

Novidades no sistema...................................................................................05

Emissão de poluentes...................................................................................06

Componentes/Estratégias do sistema Common Rail.......................................09

Tanque e eletrobomba de combustível........................................................10

Filtro de combustível..................................................................................10

Bomba de combustível...............................................................................11

Regulador de pressão de combustível.........................................................12

Eletroválvula de descoplamento do pistão da bomba...................................13

Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento....................................13

Sensor de temperatura do ar e pressão do turbo.........................................14

Sensor de posição do pedal do acelerador..................................................14

Interruptor de freio e embreagem...............................................................15

Sensor de pressão de combustível...............................................................15

Sensor de rotação e PMS............................................................................16

Sensor de fase...........................................................................................16

Eletroinjetor de combustível........................................................................17

Quadro de controle dos sinais....................................................................18

Estratégias de funcionamento.....................................................................18

Gerenciamento eletrônico do motor..............................................................19

Pin-out da central de injeção.........................................................................21

Perguntas.....................................................................................................23

32 1
RESPOSTAS

31
RESPOSTAS FUNCIONAMENTO DO SISTEMA COMMON RAIL

BOMBA DE LINHA DE ALTA PRESSÃO


ALTA PRESSÃO SENSOR DE
PRESSÃO
DO RAIL
RAIL
ELETROVÁLVULA
REGULADORA
DE PRESSÃO

RETORNO
LINHA DE
BAIXA PRESSÃO

FILTRO DE
COMBUSTÍVEL

ELETROINJETORES

ELETROBOMBA DE
COMBUSTÍVEL

30 3
HISTÓRICO DO COMMON RAIL RESPOSTAS

INÍCIO ANOS 80

FIAT DESENVOLVE O PRIMEIRO MOTOR COM INJEÇÃO DIRETA, MONTADO NA


FIAT CROMA EM 1987.

EM 1987

FIAT INICIA A PESQUISA PARA CRIAÇÃO DE UM SISTEMA DE INJEÇÃO DIRETA


COM UMA ÚNICA GALERIA ( COMMON RAIL ).

EM 1990

O SISTEMA JÁ ESTÁ TOTALMENTE DESENVOLVIDO E SE INICIA O PROCESSO


DE PRÉ-INDUSTRIALIZAÇÃO DO SISTEMA UNIJET.

EM 1993

COMPLETADA A ATIVIDADE DE PRÉ-INDUSTRIALIZAÇÃO.

EM 1994

A FIAT SEDE A ROBERT BOSCH O DIREITO DE INDUSTRIALIZAR E COMERCIALIZAR


O SISTEMA UNIJET.

EM 1997

A FIAT COMERCIALIZA O PRIMEIRO VEÍCULO COM O SISTEMA COMMON


RAIL UNIJET.

4 29
RESPOSTAS NOVIDADES DO SISTEMA
NOVIDADES NO SISTEMA DE INJEÇÃO BOSCH EDC 15C7

- O controle da injeção passa de mecânico/hidráulico para eletrônico, gerenciado por uma

central eletrônica que, através de mapas específicos, controla a injeção de combustível

levando a uma melhora nas emissões de poluentes, emissão de ruídos e no rendimento

térmico do motor.

- O controle da pressão de injeção independe da rotação e carga do motor.

- Máxima flexibilidade no controle da pressão de injeção podendo ir de 150 até 1350 bar.

- Possibilidade de efetuar pré-injeção (controle do ruído do motor) e pós-injeção (controle

de emissões) com flexibilidade na quantidade de combustível injetado.

- Auto-adaptação ao funcionamento do motor.

- Lay out simplificado.

28 5
EMISSÃO DE POLUENTES RESPOSTAS
INTRODUÇÃO À EMISSÃO DE POLUENTES

- O Diesel é obtido pela destilação fracionada do petróleo e é formado por uma variedade

de hidrocarbonetos com ponto de ebulição que varia de 180°C a 360°C (Norma DIN 51

601 aplicada na Alemanha).

- A composição do Diesel após a destilação irá variar de acordo com a qualidade do Petróleo

usado. a quantidade de enxofre e outros compostos indesejáveis devem ser tratados e

monitorados pelo fabricante.

- A relação teórica ideal ar/combustível do Diesel é de 14,5 partes de ar para 1 parte de Diesel.

- Durante o funcionamento do motor a mistura ar/combustível é extremamente pobre, com

Lambda variando de 1,1 a 1,4.

- O início da injeção, curva de injeção e pulverização do combustível influem sobre o

consumo e a emissão de poluentes.

6 27
RESPOSTAS EMISSÃO DE POLUENTES
INÍCO DA INJEÇÃO :

- Uma injeção atrasada diminui a emissão de NOx em função das baixas temperaturas

do processo.

- Uma injeção muito atrasada aumenta a emissão de HC e o consumo de combustível


e, mediante alta carga, também a emissão de fuligem.

- Um desvio da injeção do valor nominal em apenas 1° (um grau) pode aumentar a


emissão de NOx em 5%.

- Um início de injeção excessivamente adiantado em 2° (dois graus) pode provocar um

aumento da pressão de pico do cilindro em 10 bar.

- Essa alta sensibilidade exige um início de injeção precisamente ajustado.

CURVA DE INJEÇÃO :

- A curva de injeção determina a massa de combustível debitada durante o atraso da


ignição.

PULVERIZAÇÃO DO COMBUSTÍVEL :

- O combustível finalmente pulverizado (atomizado) promove uma boa mistura com o ar. Ela

contribui para a redução das emissões de HC e fuligem.

26 7
EMISSÃO DE POLUENTES RESPOSTAS
VEJAMOS AGORA AS LEIS BRASILEIRAS DE EMISSÕES:

- Ssegundo a resolução 315 de 29 de Outubro de 2002 do CONAMA (Conselho Nacional do Meio

Ambiente), a partir de 2006 100% dos veículos pesados fabricados no Brasil devem atender aos

índices exigidos pelo PROCONVE 5 (P5) e, a partir de 2009, devem atender ao PROCONVE 6 (P6)

que é mais rigoroso que o P5.

- O s índices P5 e P6 equivalem às normas EURO III e IV respectivamente que, por sua vez

são representadas pelas fases V e VI do CONAMA.

CONAMA CO(g/kwh) HC(g/kwh) NO(g/kwh) FUMAÇA(k) PARTÍCULAS(g/kwh)

FASE 1 - - - 2,5 -

FASE 2 11,2 2,5 14,4 2,5 -

FASE 3 4,9 1,23 9,0 2,5 0,7/0,4

FASE 4 4,0 1,1 0,7 - 0,15

CONAMA CO(g/kwh) NMHC(g/kwh) METANO CH4(g/kwh) NOX(g/kwh) MP-PARTICULADOS(g/kwh)

P5-2006 5,45 1,6 5,45 5,0 0,16 ou 0,21*

P6-2009 4,0 1,1 4,0 3,5 0,03

NMHC - HIDRO CARBONETOS NÃO METANO


* PARA MOTORES DE CILINDRADA UNITÁRIA INFERIOR A 0,75 dm3 e rotação à potência nominal superior a 3000 min. (FONTE CONAMA).

1 25
PERGUNTAS

1- Quais são as vantagens do Sistema Common Rail, quando comparado ao sistema de


injeção mecânico/hidráulico ?

2- Quanto tempo a eletrobomba de combustível é mantida energizada pela central com a


chave na posição “MARCHA” ? Porque?

3- Qual é a pressão de combustível da linha de pré-alimentação ?


- com motor parado, porém chave de ignição em “MARCHA” ?
- com motor funcionando em marcha lenta ?

4- Qual é o componente que garante que a linha de baixa pressão tenha pressão constante ?

5- Qual é a pressão da linha de retorno do combustível com o motor funcionando em


marcha lenta ?

6- Qual é a temperatura de ativação do sistema de aquecimento do Diesel ? COMPONENTES /


7- Qual a função da serpentina colocada na linha de retorno de combustível do tanque ? ESTRATÉGIAS DO SISTEMA
8- Qual a função do solenóide posicionado sobre um dos pistões da bomba ? COMMON RAIL
9- Qual é a rotação máxima que a bomba de alta pressão pode trabalhar ?

10- Qual é a pressão máxima que a bomba de alta pressão atinge ?

11- No sistema 15C7 utilizado no Ducato, quantas injeções de combustível existem ? Quais
são elas ?

12- Onde está localizado o sensor de aquecimento do Diesel ?

13- Qual é a pressão do Rail com a chave de ignição na posição “MARCHA” ?

14- Quais são os componentes do sistema que fazem com que o motor não funcione ?

15- Qual a finalidade do interruptor de freio enviar informação para a central de injeção ?

16- Qual a finalidade do interruptor de embreagem enviar informação para a central de


injeção ?

24 9
COMPONENTES/ESTRATÉGIAS OSCILOSCÓPIO
TANQUE E ELETROBOMBA DE
COMBUSTÍVEL
Eletrobomba de
Combustível ELETROBOMBA DE COMBUSTÍVEL :

Função:
Enviar combustível para a entrada da
bomba de alta pressão.

Vazão:
120 litros / hora

Pressão da linha de baixa pressão: 2,5 bar


(em qualquer situação de carga do motor /
valor medido entre a saída da eletrobomba
e a entrada do filtro).

Pressão da linha de retorno :


Serpentina para arrefecimento do 0,1 bar
combustível

FILTRO DE COMBUSTÍVEL

O aquecimento do Diesel é comandado


sempre que sua temperatura chegar a
6° C e fica ativado até 15° C.

1- Saída de combustível para bomba de alta


3 2 pressão.

1 2- Regulador de pressão.

3- Retorno para o tanque.

4 4- Entrada de combustível proveniente do


tanque.

5- Sensor de água no Diesel.

5 6- Sensor de temperatura do Diesel.


6 7
7- Resistência P.T.C. para aquecimento do
combustível.

10 23
PIN-OUT DA CENTRAL COMPONENTES/ESTRATÉGIAS

2
BOMBA DE COMBUSTÍVEL 3

1- Eletroválvula de controle da pressão no


Rail.

2- Saída de combustível para o Rail.

3- Entrada de combustível.
1

1
3

4 SAÍDA DE
ALTA PRESSÃO

5 6

RETORNO PARA
ENTRADA DE O TANQUE
BAIXA PRESSÃO

1- Válvula de descarga.
2- Eletroválvula de controle da vazão.
3- Válvula de admissão.
4- Pistão.
5- Eixo.
6- Came.
7- Eletroválvula reguladora de pressão.

22 11
COMPONENTES/ESTRATÉGIAS PIN-OUT DA CENTRAL
REGULADOR DE PRESSÃO DE
COMBUSTÍVEL

CR / DRV / FK / 10S
Tensão aplicada com motor em marcha
lenta : ~ 230 mV
Valor lido no EDI : 17 %
Resistência elétrica : 3 ohms a 20ºC
Freqüência de trabalho em marcha
lenta: aproximadamente 260 Hz

Com a chave de ignição na posição STOP,


a eletroválvula encontra-se aberta, portanto
não existe pressão na linha de baixa pressão.

Ao se colocar a chave de ignição na posição


MARCHA, a eletrobomba de combustível do
tanque é acionada para pressurizar a linha
de baixa pressão (2,5 bar) enquanto a
central de injeção comanda o regulador
de pressão no sentido de fechamento do
retorno. A pressão aumenta no interior da
bomba de alta pressão, preparando o
sistema para uma possível partida do
motor.

Se a partida não for dada em 12 segundos,


a Central de Injeção desliga o relé principal,
cortando a alimentação do regulador de
pressão. Este fica aberto, causando a
despressurização da linha de baixa
pressão.

A mola interna do regulador de pressão age


no sentido de fechamento do canal de
retorno. A eletroválvula interna tem
também a função de ajudar no
fechamento do canal de retorno,
atuando no mesmo sentido da mola.

12 21
GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DO MOTOR COMPONENTES/ESTRATÉGIAS
ELETROVÁLVULA DE
DESACOPLAMENTO DO
PISTÃO DA BOMBA
Atuação:
Acima de 4000 rpm, a central comanda esta
eletroválvula com tensão da bateria a fim de
desativar um dos pistões de bombeamento.
Essa ação tem a finalidade de diminuir a
vazão da bomba de alta pressão e a
temperatura de combustível.

Resistência elétrica: ~24 ohms

SENSOR DE TEMPERATURA
DO LÍQUIDO DE
ARREFECIMENTO

Características:
-Sensor do tipo NTC.
-Localizado junto à Válvula Termostática.
-Informa a temperatura do líquido de
arrefecimento somente para a central.
Para o quadro de instrumentos existe
outro sensor.
-Quando em circuito aberto (C.A.) ou
curto-circuito (C.C.), a unidade de
comando adota um valor recovery de
-40°C e a central comanda o
acionamento dos dois eletroventiladores.
- a central detecta erro no acionamento
das bobinas dos relés de 1ª e 2ª Resistência:
velocidades. 20 º C - 2500 Ohms
100 º C - 186 Ohms
- A 1ª velocidade é acionada com a
temperatura em 95°C, e a 2ª é acionada Tensão:
com aproximadamente 100°C. 30 º C - 3.45 Volts
40 º C - 3.01 Volts
- Aletrações neste sensor provocam o 50 º C - 2.60 Volts
aumento do tempo de injeção.

20 13
COMPONENTES/ESTRATÉGIAS GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DO MOTOR
SENSOR DE TEMPERATURA
DO AR E PRESSÃO DO TURBO
Terminais do Sensor:

1 2 3 4
(-) (+)(+) Saída do sensor de
1
pressão
2
1- Sensor de pressão do turbo.
2- Sensor de temperatura do ar.

Temperatura do ar:
0ºC 5 . 500 OHMS
10 º C 3 . 600 OHMS
02 01 03 04 50 º C 840 OHMS
80 º C 340 OHMS
+ - + S 100 º C 200 OHMS

Pressão do turbo:
1.72 Volts 914 mbar
°C
1.81 Volts 980 mbar
1.93 Volts 1025 mbar

SENSOR DE POSIÇÃO DO
PEDAL DO ACELERADOR
Características:

- Tensão de alimentação: 5V

- Este sensor é muito importante porque


toda a determinação de torque e carga
solicitados ao motor é feita pela posição
angular do mesmo.

- Na falta deste sensor a rotação fica


Pedal na posição de repouso:
limitada em 800 rpm.
P1= 727 mV
P2= 366 mV

14 19
COMPONENTES/ESTRATÉGIAS COMPONENTES/ESTRATÉGIAS

ESTRATÉGIAS DE FUNCIONAMENTO INTERRUPTOR DE FREIO E


EMBREAGEM
Temperatura do combustível: Interruptor do pedal do freio:

- Informa que o veículo está sendo


Acima de 110°C de temperatura do Diesel, a central diminui a pressão da linha de desacelerado para que a central possa
combustível sem modificar o tempo de injeção. realizar a função dash pot.
- Faz plausibilidade com o sinal do sensor
com o pedal do acelerador.
Temperatura do líquido de arrefecimento:
Interruptor de embreagem:

Acima de 105° C a central de injeção: - Informa a central sobre as mudanças de


marcha para que a central possa fazer o
- Reduz a quantidade de combustível injetado (reduz potência).
controle de emissões também nesta
- Comanda o eletroventilador na 2ª velocidade. situação.
- Acende o LED de sinalização da temperatura no quadro de instrumentos.
SENSOR DE PRESSÃO DO
COMBUSTÍVEL
Corte de combustível (Cut-Off):
Características:
- Pedal solto e rotação acima de 800 rpm. Caso o sensor apresente circuito aberto ou
- O comando é feito na válvula reguladora de combustível. curto-circuito, a central adota um valor fixo
de 1500 bar e coloca a válvula reguladora
CONEXÃO ELÉTRICA
de pressão em 23% com o motor em
marcha lenta.
Controle de estabilidade da marcha lenta - condições normais de funcionamento):
CIRCUITO DE AVALIAÇÃO
Tensão de trabalho:
DIAFRAGMA COM
- Válvula reguladora de pressão: ~17%. 500 mV..........................0 bar ELEMENTO SENSOR
4500 mV........................1500 bar
- Pressão na linha de baixa antes do filtro de combustível: 2,5 bar. ALTA PRESSÃO DO
COMBUSTÍVEL
- Pressão do Rail (em marcha lenta): ~257 bar. Terminais do sensor:

1 2 3
Controle de fumosidade com aumento da carga - a central leva em consideração:
+ sinal -

- Cálculo da massa de ar. Estratégia em caso de falha - Valor


- Se a pressão no Rail está próximo da objetiva. adotado pela central:

- Sensor de rotação. Valor medido: fixo em 1500 bar.


Valor objetivo: 450 bar.
A central modifica este valor tomando como
Isto para ajustar o tempo de injeção em cada injetor. base a carga do motor pelo pedal do
acelerador. O “giro” máximo do motor
fica limitado a 3.600 rpm.

18 15
COMPONENTES/ESTRATÉGIAS COMPONENTES/ESTRATÉGIAS
ELETROINJETOR DE COMBUSTÍVEL
SENSOR DE ROTAÇÃO E P.M.S.
O sensor de rotação é um sensor do tipo
indutivo e está localizado próximo ao
Retorno de combustível volante do motor. a referência para o
sensor são furos no volante do motor
(60-2).
Quadro de funcionamento Eletroimã
Sem este sensor o motor não entra em
Eletroimã

Eletroválvula
funcionamento.
Entrada de
alta pressão
Resistência elétrica: 860 Ohms ± 10%. Falha de 2 furos no volante
Eletroválvula

Haste

F1 > F2
Eletroinjetor fechado.
SENSOR DE FASE
Agulha não abre.
Agulha
O sensor de fase é do tipo Hall.
Agulha

Alimentação: 12 Volts.

Distância do sensor à referência na polia:


0,8 a 1,5 mm.

Com este sensor desligado o motor não


entra em funcionamento

QUADRO DE CONTROLE DOS SINAIS

Sensor de Fase
(No comando)

Eletroinjetores

Sensor de Rotação
(No volante do
motor)

Obs.: Com o pistão do 1º cilindro em P.M.S., o sensor de rotação está na saída do 19º dente.

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