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Introdução a EaD
Sumário
Livro Texto Introdução a EaD

Marcando presença: Intodução à Educação a Distância..................................................3


1. De olho na tela: Conhecendo um pouco da EaD............................................................3
2. O conhecimento ao seu alcance: A UNIP Interativa......................................................5
3. Trilhando os caminhos para o sucesso: Os atores envolvidos....................................6
4. Para saber um pouco mais: Sugestão de conteúdo digitais.......................................8
5. Para ir mais além: Bibliografia................................................................................................9
Introdução a EaD

Livro Texto Introdução a EaD

MARCANDO PRESENÇA: INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA


Prezada(o) aluna(o),
Seja bem-vinda(o) à UNIP Interativa!
É com alegria que recebemos a sua escolha, ao nos selecionar como instituição responsável pela sua
formação acadêmica e profissional. Assim, a nossa intenção é estabelecer um vínculo intenso nesse pro-
cesso de construção do conhecimento, acompanhando-o nas diversas etapas do seu curso. Afinal, são mais
de quarenta anos de experiência em atividades educacionais, desenvolvidas em diferentes níveis de ensino.
A UNIP Interativa atua desde 2006, utilizando diferentes tecnologias da comunicação para disseminar
todos os saberes produzidos pelo corpo docente e equipe pedagógica da nossa instituição. Desta forma, a
disciplina Introdução à Educação a Distância busca apresentar o universo em que seu curso está inserido,
bem como as ferramentas de comunicação empregadas pela universidade, no intuito de disseminar os
conteúdos programáticos das disciplinas oferecidas pela instituição.
Vale lembrar: ao iniciar seu curso, faça a devida leitura de todos os manuais e documentos que com-
põem as informações primordiais do curso. Além disso, assista aos vídeos instrucionais, postados em seu
Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), pois eles trazem dados relevantes ao seu percurso acadêmico.
Assim, use – e abuse, legalmente! – o espaço digital reservado para você. Entre em contato com profes-
sores, tutores a distância, colegas de diferentes partes do país etc., ampliando sua possibilidade de produzir
conhecimento, seja individualmente ou de forma coletiva. É assim que retribuímos a sua escolha: a de fazer
parte da UNIP Interativa.
Um forte abraço e bons estudos!

1. DE OLHO NA TELA: CONHECENDO UM POUCO DA EaD


Muitas pessoas acreditam que a Educação a Distância (EaD) é um acontecimento recente e que será a nova
forma de obter conhecimento, devido às diversas e modernas tecnologias e instrumentos digitais de interação,
existentes atualmente. Essa afirmação não é falsa, mas a EaD é mais antiga e presente em nossa sociedade do
que se imagina, uma vez que ela seria “uma modalidade de educação em que professores e alunos estão sepa-
rados, planejada por instituições e que utiliza diversas tecnologias comunicação” (MAIA e MATTAR, 2007).
A partir desse pressuposto, veremos que foram utilizadas outras formas de comunicação entre docentes
e estudantes, divulgando saberes a distância. Oficialmente, a EaD começa em nosso país no início do século
XX, mais precisamente por volta de 1904, com o ensino por correspondência, de caráter profissionalizante
e sem exigência de escolarização. Aqui, diversas instituições foram responsáveis por esse tipo de ensino,
entre elas, Institutos Monitor e Universal Brasileiro, que existem até os dias atuais.
Duas décadas mais tarde, com a propagação dos transistores de rádio em todo o território brasileiro, a
EaD ganha asas e as ondas radiofônicas. Sua navegação é atribulada, pois os aparelhos eram caros e poucos
tinham possibilidade de obter tal instrumental. Aqui, teremos o nascimento de diversos rádios clubes ou

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rádios difusoras no interior do país (veja se, em sua cidade, ainda existe uma empresa com esse nome, seja
fantasia ou razão social), levando música, notícias e prestação de serviços para a população.
No caso da EaD, podemos encontrar diversos programas que foram irradiados por emissoras, em dife-
rentes partes do território brasileiro. Os primeiro registros datam dos primeiros anos da década de 1920,
com vários programas de rádio produzidos por Roquette Pinto, famoso médico e educador da época, cujas
ideias defendiam a escolarização de todos os brasileiros, onde quer que eles estivessem. Viu como a EaD é
bastante presente em nossa história?

Para saber +
Nem sempre a EaD foi vista de forma interessante e, ao mesmo tempo, revolucionária. Muitas pessoas
e entidades eram contra – e existem ainda entidades que atualmente também negam a Educação a Dis-
tância – a tal modalidade de ensino, ao ponto de criarem focos de resistência à transmissão de saberes por
meio do rádio.
Exemplo disso é o conteúdo discutido no livro escrito por Marilena Chauí, Conformismo e Resistên-
cia(1989), o qual relata como uma atividade EaD pode ser implodida e destruída. Entre os diversos exem-
plos citados, selecionamos o caso do Projeto SACI, implantado nos anos 1970 no Rio Grande do Norte pelo
governo federal.
O projeto era baseado em modernas técnicas behavioristas de aprendizagem e nas psicologias da mo-
tivação, recorrendo a programas em módulos “sérios” e “cômicos”, próximos das técnicas sistêmicas dos
publicitários, sendo que os módulos “cômicos” reforçariam os “sérios”.
Foi então realizado um teste com crianças em São José dos Campos (SP), sem levar em conta suas di-
ferenças em relação às crianças e adolescentes do sertão. O programa foi mal-sucedido, pois o reforço não
“reforçava” e os modernizadores culparam o tradicionalismo das professoras. Em uma pesquisa de campo,
averiguaram que as condições de vida da população testada eram tão trágicas, que o riso possuía um sen-
tido muito especial, não sendo oferecido a qualquer banalidade.
Assim, a solução encontrada foi suprimir os módulos “cômicos” e baixar o nível dos “sérios”, para adap-
tá-los à “baixa inteligência local”. Outro problema surgiu quando os programadores foram avaliar o resulta-
do do trabalho, pois julgaram não ser possível avaliar os questionários distribuídos, posto que “as respostas
não são objetivas, não se ajustam a perguntas feitas porque as pessoas dizem o que pensam e emitem opi-
niões” (CHAUÍ, 1989, p. 65), inviabilizando a “avaliação científica ou objetiva”. No entanto, o que provocou
o cancelamento total do programa foi o fato de a população utilizar as baterias dos rádios e televisores
para ouvirem e assistirem o que queriam e não a transmissão do SACI, em uma clara demonstração de
resistência ao projeto.

Entre os anos 1970 e 80, ocorre uma proliferação de programas a de educação a distância, empregando
a televisão como ferramenta de disseminação. Exemplo disso seria o conjunto de programas produzidos
pelo Serviço Social da Indústria (Sesi), a Fundação Roberto Marinho e outras entidades, exibido nas primei-
ras horas da programação da Rede Globo de Televisão, da TV Cultura (em São Paulo) e da TV Educativa (em
todo o país). Se você não descobriu qual é o programa, o nome começa com “Telecurso”.
Caso você ainda não tenha reconhecido qual é o programa, acorde mais cedo e ligue a televisão. Criado

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em 1978, o programa tinha a finalidade de levar conhecimento para pessoas que não conseguiram finalizar
os estudos em nível de segundo grau (atual ensino médio). Três anos mais tarde, foram criadas teleaulas e
cursos destinados às pessoas de nível fundamental, ou seja, primeiro grau. Atualmente, temos desdobra-
mentos desse curso em Telecurso Tec, Novo Telecurso 2000 e Teia do Saber, cujas finalidades consistiam em
atingir pessoas de diferentes situações de aprendizagem.
Em 1996, a EaD torna-se instrumento oficial de formação básica e superior, por meio da promulgação
da Lei de Diretrizes e Bases (LDB), que delimita as funções das atividades educacionais em nosso país. Con-
tudo, apenas em 19/12/2005 é promulgado o decreto 5622, que valida a EaD como modalidade oficial de
educação básica e superior. Veja o trecho:

A Educação a Distância é a modalidade educacional


na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de
ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias
de informação e comunicação, com estudantes e professores
desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos.

Para muitos, a EaD começa de fato por aqui. Contudo, a construção e transmissão de saberes empre-
gando meios de comunicação remotos é mais antiga do que se imagina. Exemplo disso é o próprio Grupo
Objetivo – mantenedor da Universidade Paulista e UNIP Interativa –, que utiliza a teleaula há mais de vinte
anos no sistema multiensino. Além disso, produziu programas de televisão como Vestibulando e Vestibu-
lando Digital, e, hoje, tem a TV UNIP, veiculada no Canal Universitário. E já que estamos falando da UNIP
Interativa...

2. O CONHECIMENTO AO SEU ALCANCE: A UNIP INTERATIVA


Com o credenciamento obtido pelo Ministério da Educação, na modalidade de Educação a Distância,
conforme Portarias MEC 3.633, de 9 de novembro de 2004, e 3.475, de 22 de outubro de 2004, e o resultado
obtido dessa experiência, a Universidade Paulista ampliou sua atuação na EaD.
Assim, a UNIP Interativa inicia suas atividades acadêmicas em EAD em 2006, oferecendo cursos de gra-
duação e pós-graduação lato sensu. Todos eles eram transmitidos via internet ou satélite, de acordo com
a modalidade de ensino. Eram apenas seis cursos ofertados, para uma dezena de polos. Atualmente, são
quase 600 polos, que oferecem mais de 30 cursos de graduação e pós-graduação.
Todas essas atividades ocorrem tanto em âmbito presencial, nos polos, como a distância, em nosso
Ambiente Virtual de Aprendizagem, o AVA-MoodIe. Lá (ou aqui, se você estiver lendo este texto em
ambiente digital), você terá acesso aos diversos conteúdos programáticos que fazem parte do seu curso,
como também espaço para relações sociais entre seus professores, tutores a distância e colegas de curso.
Em suma, o AVA-MoodIe será sua morada nos próximos anos.
Contudo, para muitas pessoas, existe uma pequena dificuldade em acreditar que estudar a distância é a mesma
coisa que estudar em ambiente presencial. Algumas coisas são semelhantes, como o lema “aula dada, aula estuda-
da”, como também realizar as atividades em dia, com certa antecedência ao prazo estipulado. São verdades pétreas.
Por outro lado, por você ter a universidade “em casa”, praticamente entre seus dedos e olhos (por meio

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do computador e do telefone), espera-se uma postura ativa de sua parte, seja na leitura dos textos propos-
tos, seja na resolução das atividades sugeridas e indicadas em seu curso. Assim, sempre fique atento aos
avisos, tanto na plataforma, como na disciplina, uma vez que eles podem informá-lo a respeito do anda-
mento do seu percurso acadêmico.
De qualquer forma, você não está sozinho nessa jornada. Conheça um pouco das pessoas envolvidas, as
quais você terá contato e irão lhe acompanhar nessa etapa. Muitos deles estarão em momentos específicos,
enquanto outros serão praticamente seus companheiros, auxiliando-o em todas as dificuldades existentes.

3. TRILHANDO OS CAMINHOS PARA O SUCESSO: OS ATORES ENVOLVIDOS


Em seu cotidiano acadêmico, você terá contato com pessoas, tanto em âmbito presencial como a
distância. No polo em que estiver matriculado, você terá um conjunto de pessoas responsáveis pelo es-
paço físico, como também pela organização de eventos. Assim, você terá como referência direta o tutor
presencial, que lhe poderá auxiliar em questionamentos administrativos, além de plantões de dúvidas ou
acompanhamento nas atividades avaliativas do seu curso.
Desta forma, sugerimos que entre em contato o seu polo, registrando os horários de funcionamento,
assim como os endereços eletrônicos dos tutores, uma vez que eles podem responder aos seus questiona-
mentos. No dia em que você tiver alguma avaliação, palestra, espaço de orientação (chats) ou atividade
direcionada discente, faça uma ligação telefônica para seu tutor ou responsável pelo polo, para que eles
possam atendê-lo de forma atenciosa e pontual.
Por sua vez, por meio do AVA, você poderá conversar e tirar dúvidas com o tutor a distância e com os
professores responsáveis pelas disciplinas que fazem parte da sua grade curricular. Além disso, você tem a
possibilidade de se comunicar com seus colegas, seja por meio das caixas de mensagens disponibilizadas
em cada uma das disciplinas, seja pelos fóruns de discussão e chats de orientação.
Você pode também enviar e-mail ou estabelecer contato telefônico com seu tutor e outros departa-
mentos da universidade, como Administrativo EaD, Setor de Provas e Estágio e demais divisões adminis-
trativas e pedagógicas da instituição. Todos eles estão à disposição para ajudá-lo e tirar quaisquer tipos de
dúvidas ou solucionar possíveis dificuldades.
Contudo, ao entrar em contato conosco, pedimos que você tenha em mãos os seguintes dados, os
quais buscam facilitar o atendimento: número do registro acadêmico e polo em que está matriculado. Por
sua vez, se você escrever uma mensagem, envie também um telefone para contato, com DDD, para que os
setores que você contatou possam conversar contigo.
Além disso, respeite a “netiqueta” (etiqueta da internet), em especial a norma culta da língua portugue-
sa e os demais elementos a seguir:

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Para saber +
Seguem alguns conselhos de netiqueta que circulam em diversas redes sociais da Internet,
mas que são de autoria anônima. Adaptamos alguns trechos que podem fazer parte do cotidiano
do estudante de EaD.
 Nunca se esqueça de que há pessoas do outro lado da linha, pois sendo toda sua interação com a

rede realizada por meio de um equipamento impessoal como o computador, é fácil se esquecer de
que existem pessoas “do lado de lá” e se expressar de forma mais livre do que você faria se estivesse
frente a frente com elas.
 Se você está aborrecido com algo ou alguém, reflita sobre o assunto antes de tomar uma decisão. Tente

não dizer para alguém nada que você não diria pessoalmente, face a face, em uma sala repleta de gente.
 Seja cuidadoso com o que fala para e sobre os outros. Você não é a única pessoa que se comunica

na internet, mais alguns milhões de pessoas também o fazem. Portanto, pense bem antes de enviar
mensagens com informações pessoais para newsgroups, listas de discussão ou endereços particulares.
 Se o conteúdo de sua mensagem for de caráter exclusivamente pessoal e particular, considere outros

meios, que não o correio eletrônico, para comunicar-se com o seu interlocutor. Um exemplo é ligar
para seu tutor a distância.
 Sem a inflexão da voz e a linguagem corporal existentes nas comunicações face a face, comentários

bem humorados do autor podem ser mal interpretados nas comunicações eletrônicas. Para compensar
essa falta de visualização, a rede desenvolveu símbolos denominados emoticons ou smilies. Um deles
é :-) e significa que a intenção do autor é bem-humorada. Use-os com moderação.
 Seja claro, breve e objetivo. Sempre! Assim, nunca use dez palavras para expressar o que pode ser dito

em cinco. Lembre-se de que, quanto maior for sua mensagem, menos pessoas a lerão.
 A maioria das pessoas na internet vai lhe conhecer somente a partir do que e de como você escrever.

Portanto, evite erros gramaticais e certifique-se de que o conteúdo é de fácil leitura e compreensão
para o seu público-alvo.
 Quando fizer menção a outra mensagem, faça um breve resumo para reavivar na memória do

leitor a mensagem original. Para tanto, inclua na sua mensagem as partes essenciais da mensagem
referenciada. Não é preciso incluí-la toda!
 A linha do subject de uma mensagem é essencial para alguém com uma caixa postal abarrotada

decidir se vai ou não ler a sua mensagem. Seja claro e conciso ao expressar o assunto da mensagem,
evitando títulos vagos ou incompreensíveis.
 “Assinaturas” são informações que podem ser colocadas automaticamente no final de sua mensagem

para ajudar os leitores a localizá-lo. Uma assinatura com nome, telefone e fax é geralmente suficiente.
Evite assinaturas longas e grafismos rebuscados, que, além de serem cansativos em listas, contribuem
para congestionar as linhas de comunicação.
 Tente fazer o seu texto em um tamanho genérico, que possa ser lido por todas as pessoas, não

importando o tipo de equipamento que elas utilizem. Evite caracteres especiais e insira um máximo
de 70 caracteres em cada linha.
 ESCREVER USANDO SOMENTE LETRAS MAIÚSCULAS FAZ SUPOR QUE O AUTOR ESTÁ FALANDO EM

VOZ ALTA OU GRITANDO. Portanto, evite!

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Respeite direitos autorais (copyright).


Se você está usando argumentos para ajudá-lo em sua teoria, diga de onde eles provêm. Não utilize
ideias alheias como sendo suas.
 Não divulgue propaganda pela rede.

 A internet cresceu em um ambiente exclusivamente não comercial e boa parte de suas redes nucleares

e satélites continua sendo mantida por órgãos governamentais. Enquanto anúncios e relatórios
técnicos de produtos e serviços de interesse da comunidade acadêmica são aceitos com naturalidade,
a propaganda com fins puramente comerciais, no estilo de mala direta, é usualmente repelida com
veemência e punida com a expulsão do infrator.
 Antes de executar programas obtidos via rede, certifique-se de que as defesas antivírus de seu

computador estão acionadas.


Use letras maiúsculas apenas para destacar determinado ponto, como títulos e cabeçalhos. Você pode
usar ***asteriscos*** também.

4. PARA SABER UM POUCO MAIS: SUGESTÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS


Selecionamos um conjunto de páginas da internet para ampliar seus conhecimentos ao longo da sua
trajetória. São diversos sites que trazem textos, vídeos e entrevistas que abordam assuntos diversos. Por isso,
acesse e aproveite para navegar nesse mar de informação interessante e relevante. Além disso, matricule-se
nas disciplinas optativas ofertadas para os alunos de graduação, vá e assista às palestras transmitidas em
seu polo por meio do Ciclo de Palestras.
 TV Web UNIP (http://virou.gr/qXmKmq): Desde 2002, a UNIP oferece aos alunos uma oportunidade

de ampliar seus conhecimentos, esclarecer dúvidas com palestras gravadas nos campi presenciais da
Universidade Paulista, com expoentes das áreas profissionais em que o aluno pretende atuar depois
de formado, e também atualização quanto aos rumos da carreira escolhida.
 Google Acadêmico (Scholar Google – http://virou.gr/pjOD8X): ferramenta de pesquisa do Google

que permite pesquisar em trabalhos acadêmicos, literatura escolar, jornais de universidades e artigos
variados. Lançado em novembro de 2004, passou a oferecer buscas em língua portuguesa em janeiro
de 2006, trazendo resultados por ordem de relevância. Os critérios são a íntegra de cada artigo e seu
autor, onde ele foi publicado e a frequência de suas citações na literatura acadêmica.
 Banco de cases ESPM (http://virou.gr/pdsflZ): tem como objetivo promover os mais variados casos sobre

estratégias empresariais nas áreas de administração, marketing, comunicação, design e relações internacionais,
recriando e antecipando os principais problemas vividos por executivos no dia a dia profissional.
 Univesp TV (http://virou.gr/n4ewm1): a Univesp TV, da TV Cultura, é uma das ferramentas de

tecnologia de informação e comunicação da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp),


e visa à formação integral do cidadão. Foi o primeiro canal digital do País a apresentar programação
própria, diversa da transmitida pelo correspondente canal analógico, o que representa um pioneirismo
da Fundação Padre Anchieta e da TV Cultura. Atualmente, a Univesp TV produz os programas de apoio
dos cursos da Univesp, como as licenciaturas em Pedagogia e Ciências e o curso de especialização
Ética, Valores e Saúde. O canal conta ainda com séries de sucesso produzidas pela BBC, Channel4,
Open University, PBS e EuropesImages, entre outras.

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 Café Filosófico (http://virou.gr/ngEaUJ): programa que remonta a uma tradição existente desde
pelo menos a década de 1990, originalmente francesa, de encontros informais em que se discutem
ideias, animados por uma pessoa de formação intelectual, geralmente (mas não sempre) um professor
de filosofia. Inicialmente realizados no Brasil pela Livraria Cultura, em São Paulo, e apresentados
por Olgaria Matos, esses encontros posteriormente foram realizados em vários estados do Brasil,
destacando-se o promovido em Campinas, pela CPFL, cujo primeiro curador foi Renato Janine
Ribeiro, em 2003 e 2004. Este tem sido o formato exibido desde então na TV Cultura, agora com
vários curadores.
 Associação Brasileira de Ensino a Distância (http://virou.gr/qc7qZ7): é uma sociedade científica sem fins
lucrativos, voltada para o desenvolvimento da educação aberta, flexível e a distância, criada em 21 de junho de
1995 por um grupo de educadores interessados em educação a distância e em novas tecnologias de aprendizagem.
 Teses USP (http://virou.gr/pdewtP): a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da Universidade de São
Paulo foi criada para disponibilizar na internet o conhecimento produzido pelos trabalhos defendidos
na Universidade de São Paulo, permitindo que as comunidades brasileira e internacional possam ter
em mãos a versão digital completa das teses e dissertações. A Biblioteca Digital foi inaugurada em
2001, juntamente com o Portal do Conhecimento.
 Endeavor Brasil (http://virou.gr/o9tBA2): organização que identifica e viabiliza a continuidade
sustentada dos negócios de empreendedores de alto potencial de crescimento. Ao colocar em
contato os empreendedores selecionados com uma lista de cerca dos 400 maiores e mais experientes
empresários do país onde a meritocracia, a obsessão por resultados e por crescimento domina
fortemente, a Endeavor cria exemplos inspiradores de sucesso e contribui para o desenvolvimento
sustentável do País. Presente no Brasil desde junho de 2000, já ajudou a criar mais de 10 mil postos
de trabalho. A organização brasileira foi criada a partir de uma parceria com a Endeavor Initiative
Inc., uma organização internacional sem fins lucrativos que promove o empreendedorismo em países
em desenvolvimento. Seu foco são países emergentes como México, Argentina, Chile e Uruguai, além
do próprio Brasil.
 Universia Brasil (http://virou.gr/pnqsDM): projeto de referencia internacional em responsabilidade social
corporativa do Banco Santander, a Universia é uma rede de 1.216 universidades que representa 14 milhões
de professores e estudantes universitários. Está presente em 23 países (Andorra, Argentina, Bolívia, Brasil,
Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Honduras, Nicarágua,
México, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela).

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5. PARA IR MAIS ALÉM: BIBLIOGRAFIA


ANDERSON, C. A cauda longa. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. 9. ed. São Paulo: 1999.
BENJAMIN, W. Sobre arte, técnica, linguagem e política. Lisboa: Relógio D’Água, 1992.
BRUNS, A. Blogs, Wikipedia, Second Life, and beyond: from production to produsage. New York: Peter Lang, 2008.
CHARTIER, R. (Org.). Práticas de leitura. São Paulo, Estação Liberdade, 1996.
___________. A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: Editora UNESP/Imprensa Ofi-
cial do Estado de São Paulo, 1999.
___________. Inscrever e apagar: cultura escrita e literatura (séculos XI-XVIII). São Paulo: UNESP, 2007.
FLUSSER, V. O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007.
FREIRE, P. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
____________ Pedagogia do oprimido. 12. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.
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grupos sociais. São José do Rio Preto: Bluecom, 2008.
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de aprendizagem”. In: BARBOSA, R. M. (org). Ambientes virtuais de aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2005.
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