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ALTERIDADE E SUAS FIFERENÇAS

 Alteridade é sinônimo de empatia?


o Vídeo (Prof. João Gabriel): capacidade de colocar-se no lugar do outro numa
relação interpessoal: Consideração, identificação e diálogo.
 Empatia é pensar no outro colocando-se no lugar dele, mas com uma
perspectiva psicológica, de sentimento. Alteridade leva em conta
aspectos étnicos e culturais. Cita, Todorov, exemplificando o caso da
conquista asteca. Nem sempre e um aspecto positivo, pois pode servir
para a criação de ideias e ferramentas para dominação.
 Montaigne, combate o conceito de bárbaro e civilizado, cabe a ideia
de relativismo.
 Alteridade é ligado à antropologia e a história, mas além disso é uma
forma de reconhecer no outro uma humanidade, que não se perde,
afim de se reafirmar as diferenças.
 Professor diverge: empatia e alteridade não são sinônimos. Com
alteridade reconhece-se a existência do outro e se constrói relações
sociais.
 Empatia: (dicio.com.br). Colocar-se no lugar do outro. Aliada à ética, consegue-se
distinguir o certo do errado e também de agir moralmente.
 Empatia difere-se de simpatia.
o Empatia: eu sinto a sua dor
o Simpatia: eu sinto muito por você sentir essa dor.
o Exemplo BBB CABELO BLACK
 E a ética com alteridade?
o Emmanuel Lévinas, francês nascido na Lituânia (Wikipédia)
 Trabalhou exaustivamente ética e alteridade
 “A relação eu-outro emerge uma nova perspectiva de
ponderação, a de pensar a sim mesmo e à sociedade a partir e
com o outro. A ética, enquanto produto da interpelação do
rosto do outro”
 Ética da alteridade
o Observação dos valores éticos
o Observação do outo
o Conectividade dos elementos
o Resultado: viver harmonicamente em sociedade!

 [20:03] Leonardo Gomes Fernandes

 A (in)visibilidade do transexual no mercado de trabalho

 Exemplo, filme Filadélfia, tom hanks, denzel w., ao não pegar na


mão não mostra alteridade.

Finalização da exposição dos conceitos de ÉTICA GERAL.

Transição entre ética geral e profissional.


AULA 05 – ÉTICA ESPECIAL: aspectos éticos referentes à vida, à procriação, à família, à ordem
social, e à propriedade.

 Teoria tridimensional do direito, ética, valor, moral, consciência e alteridade. Conceitos


fundamentais para a aplicação na ética profissional.
 Aspetos éticos referentes à vida
o É possível definirmos uma ética para a vida? Existe um manual de ética para a
vida? Sim, em determinadas situações e não em outras.
o Até onde se pode ir em nome da ética ou em nome da vida?
 Ética no início da vida
o Concepção natural
o Teorias em confronto: natalista x concepcionista.
 Art. 2º CC. “ A personalidade civil da pessoa começa do nascimento
com vida (natalista); mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os
direitos do nascituro (concepcionista). ”
 Majoritariamente, prevalece a primeira parte, por ser uma regra geral
categórica. Concepcionista é minoritária, em virtude, por exemplo de
abortos espontâneos. Trataremos ética a partir do nascimento com
vida.
 Resquícios da “Ação Cautelar Posse em nome do Nascituro” – antigo, CPC (art. 877 e
ss)
 CPC ATUAL: como fica o regramento? (art 294 e ss)
o Efetividade processual
o Tutelas de urgência e evidência
 Caráter antecedente
 Caráter incidental
 Leis esparsas garantidoras.
 Alimentos gravídicos
o Lei nº 11804/2008 (diz respeito ao estado da gravidez, não à gravida)
 Alimentos provisórios
o Lei nº 5478/68 (dados em sede de tutela antecipada) revogada
 Alimentos provisionais
o Cpc/73: cautelar – art 852 e ss (dados em sede de natureza )
 Concepção assistida
 Diferença entre nos artif. E fertilização in vitro.
o Inseminação artificial: clínica capacita o material e o coloca dentro do útero.
o In vitro: ...
 Previsibilidade da causuística no ordenamento.

Aborto.

 Hipóteses legais
 Supralegais
o ADPF 54
o INTERRUPÇÃO DE FETO ANENCÉFALO.
 Questiona-se a respeito da autonomia da mulher em relação ao seu corpo.
Bioética como ferramenta de interdisciplinariedade

Ciência da sobrevivência. Utilizada em todas as áreas que envolvem a vida.

Princípios bioéticos:

 Autonomia: eleva a condição do ser humano . chamado livre-arbítrio. Argumento a


favor do aborto por exemplo.
 Beneficência: fazer o bem a outrem. Cuidado para não confundir-se com benevolência
e benemerência. A primeira refere-se À desejar o bem, atitude mental; a segunda, por
sua vez, diz respeito a merecer o bem, em virtude de determinada conduta, a ex da
ortotanásia, o autorizante é beneficente , quando deseja fazê-lo é benevolente; e o
paciente benemerente.
 Não maleficência: precisa-se fazer o bem, bastando que não se faça mal.
 Justiça: equilíbrio, ponderação, temprerança entre as ações.