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CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO
Técnico de Gestão

PROGRAMA
Componente de Formação Técnica
Disciplina de

Cálculo Financeiro e
Estatística Aplicada
Escolas Proponentes/Autores
E P Tecnológica do Vale do Ave

Artur Manuel Pinto Passos

E P Magestil

Sandra Oliveira
Joaquim de Lé Matos

I T Artístico e Profissional de Coimbra

Alexandra Matias de Matos

E P de Gaia

Fátima Graça

E P de Sicó

Frederico Santos

E P Marinha Grande

Susana Cruz

E P Serra da Estrela
E P da Fundação Dra. Mariana Seixas

Maria de Fátima Marques
Paula Marques

Direcção-Geral de Formação Vocacional
2005

Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada

Cursos Profissionais

TÉCNICO DE GESTÃO

1

.. Elenco Modular ……. ………. …. 4 5... 3 4. … 2 2.……………….Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO Parte I Orgânica Geral Índice: Página 1... Bibliografia …………………. 2 3. Orientações Metodológicas / Avaliação …. Caracterização da Disciplina ……. ………….. …. …. Competências a Desenvolver...... 6 6. ……. 6 2 ... Visão Geral do Programa …………...

em articulação com as restantes disciplinas da componente de formação técnica. de uma disciplina que permite ao aluno adquirir um conjunto de competências que contribuirão para o tornar mais apto em termos do seu desempenho profissional e na sua constante adaptação às mudanças tecnológicas. recomenda-se que durante a sua leccionação não se perca de vista a futura realidade envolvente do aluno. pretende-se desenvolver nos alunos o gosto pela pesquisa. 2. • utilização dos meios informáticos na prática diária. Ao aplicar conhecimentos matemáticos a situações práticas de natureza administrativa. • preparar os alunos para o desenvolvimento da sua actividade profissional. sociais e financeiras. económico-financeira/económico-social. como Técnicos de Gestão que poderão desempenhar funções em diferentes instituições (empresas. É também de realçar que os conteúdos de informática adquiridos na disciplina de Tecnologias da Informação e Comunicação. pelo que os exemplos de aplicação que forem sendo utilizados. devem ter sempre em atenção situações reais correntes. económicas. económicofinanceira/económico-social. de natureza administrativa. Trata-se então. assim como na Estatística Aplicada. dedução e síntese. económico-financeira e económico-social. cooperativas. são importantes pois nos diversos módulos desta disciplina apela-se à utilização dos meios informáticos. todos os conteúdos abordados revelam-se estruturantes para a formação de profissionais de nível 3 da área da gestão. Tratando-se de uma disciplina eminentemente prática. por forma a possibilitar a resolução de problemas concretos das empresas e outras instituições nas várias vertentes: administrativa. bem como com as disciplinas da componente de formação científica. com uma carga horária de 100 horas.…). associações. Caracterização da Disciplina A disciplina de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada integra-se na componente de formação técnica do Curso Profissional de Técnico de Gestão (nível 3). autarquias. Esta disciplina visa preparar os alunos para o exercício da sua actividade profissional no âmbito da: • aplicação de conhecimentos matemáticos a situações práticas de natureza administrativa. Visão Geral do Programa O programa contempla os instrumentos de cálculo financeiro a aplicar nos regimes de capitalização. económico-financeira e económico-social. nos diversos tipos de rendas. preparar os alunos para o desenvolvimento da sua actividade profissional. 3 . pela análise.Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO 1. abrangendo a relação das empresas/Organizações de Economia Social com instituições financeiras. • aprendizagem de cálculos de juros e rendas. Tendo a presente disciplina como grande finalidade.

Regimes de Capitalização Rendas Estatística Aplicada Instrumentos de Cálculo Financeiro Resolução de problemas de cariz Administrativo e Económico-Financeiro/Económico-Social 3. aos diversos tipos de rendas e à estatística. que pretendem ajudar o futuro Técnico de Gestão a manusear um conjunto de instrumentos de cálculo financeiro. • aplicar as fórmulas adequadas a cada situação prática. em articulação com os objectivos de aprendizagem: • identificar os diferentes regimes de capitalização. quer de natureza económico-financeiro e económico-social durante a sua actividade profissional. aplicados aos regimes de capitalização. prazos e juros. • resolver problemas práticos sobre rendas financeiras. • utilizar os meios informáticos na sua prática diária. Competências a Desenvolver No conjunto dos quatro módulos pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências. • interpretar resultados obtidos nos casos práticos propostos. • calcular taxas de juro. 4 . O módulo 4 apresenta dois desenvolvimentos modulares em opção. foram desenvolvidos quatro módulos. Assim. • mobilizar conhecimentos e procedimentos em novas situações.Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO Tendo em conta o esquema conceptual que se apresenta. quer de natureza administrativa. Gestão/Planeamento e Produção e Gestão/Recursos Humanos e o módulo 4 D na área de Gestão/Autárquica. o módulo 4 ABC deverá ser leccionado nas áreas de Gestão (Geral). • realizar as tarefas com rigor e clareza. • deduzir as fórmulas adequadas a cada situação prática. capitais. mediante a área de gestão leccionada. • consultar as tabelas financeiras. de forma a resolver diversificados problemas.

• desenvolver a capacidade crítica. com destaque para a folha de cálculo. assim como as restantes disciplinas da componente técnica. • desenvolver o espírito de observação da realidade onde se insere. Orientações Metodológicas / Avaliação A disciplina de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada. por outro lado. devendo promover simulações equivalentes ao contexto de trabalho. nas competências e atitudes. • desenvolver capacidades de compreensão e de expressão oral e escrita. adaptadas quer aos conteúdos. Aconselhase a realização de visitas de estudo. no desenvolvimento curricular. Todo o trabalho desenvolvido deve estar assente. quer aos alunos. • desenvolver o gosto pela pesquisa. deve ser leccionada à base de aulas práticas. O docente desta disciplina deve socorrer-se de diversificadas fichas de trabalho em número suficiente para que os alunos se confrontem em cada aula com situações propiciadoras de discussão.Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO • utilizar metodologias de «aprender a aprender». competências e atitudes deve ser alicerçada em diversos instrumentos e técnicas de avaliação. a empresas e outras instituições de diferentes características e regiões. por um lado. O recurso a textos de jornais. conducentes ao perfil de um Técnico de Gestão. sugere-se a utilização de tecnologias de informação e comunicação (TIC). assim como de origem audiovisual. adequados aos diferentes objectos de avaliação e a cada um dos módulos propostos. para que os alunos possam despertar para a realidade. • desenvolver hábitos e métodos de estudo. A avaliação na disciplina de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada é realizada módulo a módulo. aproveitando-se algumas dessas fichas para a realização de trabalhos e actividades práticas em grupo e/ou individual. deve constituir um hábito normal de pesquisa para quem pretende estudar as situações que ocorrem no dia-a-dia das empresas e de outras instituições. • desenvolver a capacidade de apresentar ideias. A avaliação dos conhecimentos. 5 . tendo por base as competências a desenvolver. quer sejam cognitivas. • comunicar informações e decisões de forma clara. • utilizar novas tecnologias de informação e comunicação. • criar hábitos de cooperação e solidariedade. no âmbito do plano de actividades de cada escola. revistas e livros. 4. de as fundamentar e de as confrontar com outras. partindo-se de situações concretas do mundo empresarial/economia social. Desta forma. tendo em consideração as suas características e duração de referência. • demonstrar espírito de inovação e de participação na mudança. quer sejam relacionais e atitudinais. • desenvolver hábitos de trabalho em grupo.

A classificação atribuída a cada pergunta deve assegurar a representatividade dos conteúdos. o professor poderá socorrer-se de fichas de avaliação formativa (de conhecimentos e competências. Como instrumentos de avaliação sugerem-se as fichas de avaliação sumativa e testes orais. inquéritos. painéis sobre os temas a abordar ou a elaboração de artigos sobre um tema definido. O professor deverá atender e acompanhar o processo de construção do saber. brainstorming. atitudes ou trabalho de grupo. A avaliação a realizar na disciplina deve ter as seguintes finalidades. A avaliação sumativa tem subjacente a ideia de súmula. identificando dificuldades e sucessos. Assim. tendo como base os objectivos e competências definidos. através de relatórios descritivos. pesquisa e autoavaliação deve socorrer-se de fichas de autoavaliação de conhecimentos. A avaliação deve ser contínua e contemplar as modalidades: diagnóstico. mobilização e ampliação de conhecimentos sobre os temas abordados.Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO A avaliação deverá assumir finalidades de aquisição. deverá permitir desenvolver competências de organização do conhecimento e hábitos de trabalho. grelhas de auto-avaliação dos alunos e grelhas de observação do desempenho dos alunos). portfolios ou dossiês temáticos. permite acompanhar os processos de formação. para que os alunos se confrontem com diferentes formas de questionar e diferentes tipos de escrita. encarando a avaliação também como autoregulação das aprendizagens. a concepção das fichas de avaliação sumativa deve ter em conta o que se quer avaliar e recorrer a diferentes tipos de perguntas. diários de bordo. diários de bordo ou portfolios. diálogo com os alunos. • formadora: concebe a avaliação numa perspectiva de aprender a aprender. devendo aplicar-se sempre que se inicia uma nova aprendizagem e pode socorrer-se dos seguintes instrumentos/procedimentos: fichas. focando-se não apenas nos produtos. • sumativa: corresponde a um balanço das aprendizagens dos alunos no módulo e situam os alunos perante as metas estabelecidas. • formativa: fornece informações sobre a evolução da aprendizagem. O desenvolvimento de competências de auto-organização dos alunos. Além disso. formativa e sumativa. Através da avaliação devem promover-se competências de organização da informação e o acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem. Como exemplos de instrumentos. mas essencialmente nos processos. utilizando como instrumentos relatórios descritivos. mas níveis cognitivos mais elevados como a análise e a síntese. através de trabalho de casa. É concretizada na classificação que cada aluno atingiu no módulo. As perguntas devem permitir avaliar não apenas a memorização e compreensão. 6 . instrumentos e procedimentos: • diagnóstica: permite aos alunos situarem-se face aos temas a abordar. síntese dos conhecimentos adquiridos pelos alunos e das competências desenvolvidas ao longo do módulo. através de trabalhos de pesquisa sobre determinado assunto ou entrevistas para recolha de informação. ou seja.

Maria Fernanda Assis (1987). Y. Lisboa. Costa. • relatórios de actividades desenvolvidas. A. J. Plátano Editora. 7 . • matriz de registo de atitudes e comportamentos. Estatística para todos. Bernard.Gestão/Recursos Humanos D. Bibliografia Livros Barreto. e Jean-Claude Colli (1997). Dicionário Económico-Financeiro. Editorial Pórtico. Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO Propõe-se uma listagem de instrumentos e técnicas. Como Trabalhar em Grupo. Lisboa. Petrópolis. Lisboa. • testes escritos/orais. La Documentation Français Bordenave.Gestão B. e Maria Pereira (1991).Paris. Elenco Modular Número Designação Duração de referência (horas) 1 Sistema Financeiro Simples 27 2 Sistema Financeiro Composto 18 3 Estatística Aplicada 18 4ABC Rendas 4D Regime Financeiro das AL 36 36 Módulos Opcionais: A. Lisboa. Quixote. Lisboa.Gestão/Autárquica 6. L´ Économie Sociale: un secteur d´avenir?.Gestão/Planeamento e Produção C. Publicações D. Editoral Vozes Clegg. Conquet. 5. F. para posterior selecção: • matriz de observação do trabalho de grupo/individual. Gradiva. • execução de trabalhos práticos. Bidet. Eric (1997). • apresentações orais/escritas de trabalhos/projectos. (s/d). Estratégias de Ensino-Aprendizagem. et al (1998). Cálculo Financeiro. A Situação Social em Portugal 1960-95. António (Coord) (1996). D.

Franco. Lisboa. Lições de Finanças Públicas. Edições Asa. Murteira. Finanças Europeias. Ministério das Finanças. Portugal Contemporâneo. Fernando e Rui Bento (1982).icep. Lisboa. et al (1996). Nabais.ine. Lisboa. Uma Forma de Estruturar o Ensino e a Aprendizagem. Lisboa. Vol I.pt Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas – www.cgd. Carlos (1989). Coimbra. Definir os Objectivos da Educação. Texto do Código de Conduta. Centro de Estudos Fiscais. (1988). Fonseca. Estatística Descritiva.pt Banco de Portugal – www.P. Isabel Pestana Neves e Luísa Galhardo (1981). De Landsheere. Lisboa. Sanches e Brito. Introdução aos subsectores Institucionais. António Ferreira e Marcos José Rodrigues (1988).pt/empresas 8 . Franco. Exercícios de Cálculo Financeiro. António Luciano de Sousa (1991). McGraw-Hill Portugal.pt DECO . Santos (1985). Adaptado. José Joaquim (l997). 7ª Ed.ine. Coimbra. Lisboa.pt Banco Português do Investimento – www. Editora Atlas S. Lisboa. Lisboa.iapmei. Coimbra.pt SAPO – Empresas – www.deco. Covilhã. Introdução à Estatística. F. Porto. Edições Almedina. Moraes Editores. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. E. Simões. Curso de Estatística. 2000. P. Bento et al (1990).A. Lisboa. Santos. Barcelona.bp. Cálculo Financeiro. Edições Almedina. Elementos de Cálculo Financeiro. Economics of The Public Sector. V. E G. Áreas Editoras.sapo.www. Domingos.pt Instituto Nacional de Estatística – www. Instituto Politécnico da Covilhã. McGraw-Hill Portugal. Cálculo Financeiro. António Luciano de Sousa (2001). Porto Editora..proteste. Entradas na Internet Acção Local de Estatística Aplicada – http://alea. Cf. João. Coimbra Editora. Ana Maria.Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO Cravinho.bpi. L. Fiscalidade das empresas.pt Instituto do Comércio Externo de Portugal – www. Livros Horizonte. Murteira. Cálculo Financeiro: Noções e Exercícios.pt Caixa Geral de Depósitos – www. Jairo S. Plátano Editora. Finanças Públicas e Direito Financeiro. Editorial Presença Ribeiro. São Paulo. Rodrigues. AAFDL e Stiglitz (1999). Feldmann. (1976).. José (2003). Bento et al (2002). Estatística Descritiva. António Luciano de Sousa et al (1994). Fernandes. Lisboa. Noções Fundamentais de Cálculo Financeiro. a chamada “Lei de Estabilidade Orçamental” de 2002. (1983). Problema e Perspectivas. Aprender a Aprender. Jesus. Finanças do Sector Público. Plaza e Janes Editores. Franco. Rui (1990).

televisor e vídeo. Excel.º 42/98.º 169/99. 9 . DVD) projector de slides livros e revistas da especialidade para consulta.Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO Legislação Lei das Finanças Locais: Lei n.º 13/98. de 6 de Agosto Lei das Autarquias Locais: Lei n. de 24 de Fevereiro Outros Recursos máquinas de calcular sala de aula equipada com computadores ligados à Internet impressoras software de uso corrente: Word. máquina fotográfica digital. de 18 de Setembro Lei de Finanças das Regiões Autónomas: Lei n. Power Point e Access quadro branco expositores para apresentação de trabalhos meios audiovisuais (retroprojector e écran.

Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO Parte II Módulos Índice: Página Módulo 1 Sistema Financeiro Simples 10 Módulo 2 Sistema Financeiro Composto 13 Módulo 3 Estatística Aplicada 15 Módulo 4ABC Rendas 18 Módulo 4D Regime Financeiro das AL 20 10 .

.deduzir a expressão algébrica para determinação do capital inicial em função do acumulado.deduzir a expressão algébrica do capital acumulado em função do inicial.inferir que o juro é uma função de proporcionalidade directa do capital e do tempo. . . .Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO MÓDULO 1 Sistema Financeiro Simples Duração de Referência: 27 horas 1 Apresentação Neste módulo pretende-se a familiarização do aluno com conceitos básicos de aplicação do rendimento (consumo e poupança) bem como a identificação e distinção. . .identificar o Sistema Financeiro Simples.deduzir a fórmula do juro simples.inferir da importância do juro na vida comercial. .deduzir a expressão algébrica para cálculo do juro em função do capital acumulado. 2 Objectivos de Aprendizagem Até ao final do módulo o aluno deve atingir os seguintes objectivos: . .resolver problemas de cálculo do capital acumulado conhecido o juro. dos contratos de depósito e de empréstimo. serão aprofundadas as diversas fórmulas de juro em função das diferentes variáveis bem como desenvolver o conceito de capitalização.definir capital acumulado.resolver problemas de cálculo do juro. conhecendo o capital acumulado.deduzir a expressão algébrica para determinação do capital acumulado em função do juro.resolver problemas de cálculo do capital inicial. . 11 . . . . Deste modo. Este enquadramento teórico permitirá introduzir a temática do juro e da capitalização.resolver problemas de cálculo do capital acumulado. desenvolvendose depois uma série de aplicações práticas no contexto da área administrativa e económico-financeira.

Entradas na Internet Banco de Portugal – www. Exercícios de Cálculo Financeiro. Taxa de juro 1. Cálculo Financeiro.P. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Rodrigues. 2.bp.pt 12 . Multiplicadores fixos simples Capitalização a juros simples 2. Conceito de capital acumulado e dedução da fórmula 2.Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 1: Sistema Financeiro Simples 3 Âmbito dos Conteúdos 1.ª Ed. Processo prático para o cálculo dos juros 1.2. Conceito de juro 1. Sistemas de capitalização 1. Santos. Porto.bpi. Lisboa. 7. José (2003).5. Simões.1. Fernando e Rui Bento(1982).pt Caixa Geral de Depósitos – www.pt Instituto Nacional de Estatística – www. Dedução das expressões algébricas do capital. Santos (1985). Implicações algébricas e práticas da utilização do ano comercial e do ano civil 1. Rui (1990).2. Resolução algébrica de problemas variados 4 Bibliografia / Outros Recursos Livros Costa. Edições Asa. Elementos de Cálculo Financeiro. Lisboa. Maria Fernanda (1987). Plátano Editora.3. E.cgd.ine. Áreas Editora. Fernandes.4. Noções Fundamentais de Cálculo Financeiro.6. Representação gráfica do juro 1. Sanches Brito. Plátano Editora. António Ferreira e Marcos José Rodrigues (1988). Lisboa. Cálculo Financeiro. Lisboa. do tempo e da taxa 1.7. Porto Editora. Lisboa.. Cálculo Financeiro: Noções e Exercícios.1. L.pt Banco Português de Investimento – www.

Power Point e Access quadro branco 13 . Excel.Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 1: Sistema Financeiro Simples Recursos máquinas de calcular computadores impressoras software de uso corrente: Word.

. do capital acumulado e do tempo. Esta temática deverá ser abordada como complemento à temática do módulo 1 – Sistema Financeiro Simples e deverá continuar a dar-se ênfase à exemplificação através do recurso a casos práticos do dia-a-dia das empresas e outras instituições. . deduzir a expressão do número de períodos de duração do empréstimo em função do capital inicial.distinguir o Sistema Financeiro Simples do Sistema Financeiro Composto. 14 .utilizar as tabelas financeiras.utilizar o Excel. da taxa de juro e do tempo. . . nomeadamente através do recurso à folha de cálculo. . .Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO MÓDULO 2 Sistema Financeiro Composto Duração de Referência: 18 horas 1 Apresentação O módulo 2 deverá garantir que os alunos apreendam a temática do juro composto.dar a noção de juro composto. . do capital acumulado e da taxa de juro.deduzir a expressão do capital acumulado em função do capital inicial.resolver problemas de aplicação. 2 Objectivos de Aprendizagem Até ao final do módulo o aluno deve atingir os seguintes objectivos: . Este módulo deverá dar seguimento à utilização de meios informáticos na prática diária.deduzir a expressão do juro em função do capital inicial. da taxa de juro e do tempo.deduzir a expressão da taxa de juro em função do capital inicial.

Porto. Generalidades 2.ª Ed. Distinção entre juro simples e juro composto 3. António Ferreira e Marcos José Rodrigues (1988). Porto Editora. Plátano Editora. Resolução de problemas variados com a aplicação das tabelas financeiras 4 Bibliografia / Outros Recursos Livros Costa.ine. Lisboa. Lisboa. Cálculo Financeiro. Simões. Plátano Editora. Cálculo Financeiro.bp. Santos (1985). Sanches Brito. Edições Asa. Santos.. Imprensa Nacional – Casa da Moeda. 7. Elementos de Cálculo Financeiro. Áreas Editora. Lisboa.pt Banco Português de Investimento – www. Excel. Power Point e Access quadro branco 15 .bpi. Entradas na Internet Banco de Portugal – www. Fernando e Rui Bento (1982).cgd.Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 2: Sistema Financeiro Composto 3 Âmbito dos Conteúdos 1. Fernandes. E. Cálculo Financeiro: Noções e Exercícios. Rodrigues.pt Recursos máquinas de calcular computadores impressoras software de uso corrente: Word. Rui (1990). Lisboa. Lisboa. L. Noções Fundamentais de Cálculo Financeiro. José (2003). Maria Fernanda (1987).pt Instituto Nacional de Estatística – www.pt Caixa Geral de Depósitos – www.P. Exercícios de Cálculo Financeiro.

Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO MÓDULO 3 Estatística Aplicada Duração de Referência: 18horas 1 Apresentação Pretende-se com este módulo desenvolver nos alunos a capacidade de interpretar dados.recolher e organizar os dados. . formular e resolver problemas do quotidiano. . . pretende. será dado ênfase à organização e interpretação de dados qualitativos e quantitativos.classificar variáveis estatísticas. 2 Objectivos de Aprendizagem No final do presente módulo os alunos devem ter adquirido os conhecimentos.definir Estatística. Um outro aspecto importante é a compreensão da ciência e da investigação como meio de resolver problemas. 16 .construir tabelas de frequências absolutas e relativas com dados simples e agrupados. procedimentos e atitudes que seguidamente se enunciam: . C e D. que os professores tratem este módulo numa vertente muito mais prática.distinguir as fases do trabalho estatístico. . em cada uma das áreas de gestão designadas – A. recorrendo-se a situações/problemas reais. .classificar os tipos de Estatística.construir e interpretar os diferentes tipos de gráficos. dotando os alunos de sentido crítico e capacidade de argumentação.conhecer a origem da Estatística. Tratando-se de um estudo estatístico geralmente descritivo. concretos. nesta altura. . B. A Estatística tendo sido já abordada na disciplina de Matemática. . .interpretar os diferentes tipos de gráficos.

calcular a mediana. Métodos de observação 3.classificar distribuições. .2. Recolha de dados 2.1. .calcular a moda. Classificação das distribuições 7. Mediana 6. . .calcular o desvio padrão. Quartis e Percentis 8. .1 Tabelas de frequência absoluta e relativa 4. Média 5. 3 Âmbito dos Conteúdos 1. B. .identificar graficamente os percentis. Moda 5. . .calcular a média.construir o diagrama de extremos e quartis. Tratamento de dados 3.aplicar os conhecimentos adquiridos às situações concretas das áreas de gestão designadas – A.identificar graficamente a moda.calcular os quartis. . Medidas de dispersão 8. . .1.identificar graficamente os quartis. Construção de gráficos 5. C e D. Recolha e organização de dados 2.calcular o desvio médio.Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 3: Estatística Aplicada . Variância 17 . Medidas de tendência central 5.1.2. .identificar graficamente a mediana. .calcular a variância. Noções gerais de Estatística 2.3.

Power Point e Access quadro branco expositores para apresentação de trabalho meios audiovisuais (retroprojector e écran. Entradas na Internet Acção Local de Estatística Aplicada – http://alea. Lisboa.pt DECO .ine.pt Banco de Portugal – www. Murteira. Estatística Descritiva. et al (1998). Estatística para todos.iapmei. Editora Atlas S. Lisboa. (1976).bp. Estatística Descritiva. (1996).ine. Jesus. Instituto Politécnico da Covilhã. Gradiva. Interpretação dos Resultados 4 Bibliografia / Outros Recursos Livros Clegg. Fonseca. Jairo S.A.pt SAPO – Empresas – www. Covilhã.sapo.pt Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas – www. Introdução à estatística. Curso de Estatística. Bento et al (1990).icep. Desvio médio 9. et al.proteste. São Paulo. McGraw-Hill Portugal. Bento et al (2002). Lisboa. máquina fotográfica digital.pt/empresas Recursos máquinas de calcular computadores impressoras software de uso corrente: Word. Murteira. F.pt Instituto Nacional de Estatística – www. McGraw-Hill Portugal.Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 3: Estatística Aplicada 8. Excel.deco. DVD) 18 .2.pt Instituto do Comércio Externo de Portugal – www. Desvio padrão 8.3. televisor e vídeo. F.www.

vencimento de termos e valor actual. . Pretende-se também que o aluno compreenda a articulação que se estabelece com os conteúdos seleccionados em módulos anteriores nomeadamente os conceitos de juro. Anuidades de Amortização 3. Generalidades 2.2. 2 Objectivos de Aprendizagem Até ao final do módulo o aluno deve atingir os seguintes objectivos: .Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO MÓDULO 4ABC Rendas Duração de Referência: 36 horas 1 Apresentação Neste módulo pretende-se que os alunos se familiarizem com o conceito de rendas. aplicando-o na resolução de problemas.1. período. Anuidades 3. .classificar rendas. factor de amortização e de capitalização. . Classificação das Rendas 3.resolver problemas envolvendo os conceitos de termo. Anuidades de Capitalização 19 . capitalização e anuidade. amortização. .resolver problemas recorrendo a tabelas financeiras e expressões matemáticas para cálculo dos termos.enunciar o conceito de renda.distinguir amortização de capitalização. anuidades. 3 Âmbito dos Conteúdos 1.

António Ferreira e Marcos José Rodrigues (1988). Leasing 4. Fernando e Rui Bento(1982).pt Recursos máquinas de calcular computadores impressoras software de uso corrente: Word. L. Lisboa. José (2003). Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Outras 5. Simões. E. Áreas Editora. Plátano Editora. Empréstimo por obrigações 4 Bibliografia / Outros Recursos Livros Costa.cgd. Lisboa.pt Banco Português de Investimento – www. Maria Fernanda (1987). Lisboa.. Entradas na Internet Banco de Portugal – www. Fernandes. Excel. Porto. Cálculo Financeiro. Elementos de Cálculo Financeiro. Rodrigues. Porto Editora.2. Santos (1985). 7. Rui (1990).1. Santos. Plátano Editora.P.Cálculo Financeiro.Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 4 ABC: Rendas 4. Algumas aplicações 4.ª Ed.ine. Sanches Brito. Exercícios de Cálculo Financeiro. Power Point e Access quadro branco 20 .bpi. Edições Asa.bp.pt Caixa Geral de Depósitos – www. Lisboa. Noções Fundamentais de Cálculo Financeiro. Cálculo Financeiro: Noções e Exercícios.pt Instituto Nacional de Estatística – www. Lisboa.

Este propósito é preconizado com base no conhecimento jurídico financeiro. introduzindo-se de seguida o enquadramento genérico e constitucional. Os princípios fundamentais do regime Português de Finanças Locais estão consagrados constitucionalmente e posteriormente adoptados nas várias leis de Finanças Locais Uma vez que a actividade financeira autárquica gira em volta da Lei de Finanças Locais: Lei n.º 42/98.Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO MÓDULO 4D Regime de financiamento das AL Duração de Referência: 36 horas 1 Apresentação Com este módulo pretende-se fazer uma abordagem ao regime financeiro dos municípios e das freguesias tão necessária e fundamental. como instrumento regulador da vida da Administração Local. Ao abordarmos o regime financeiro dos municípios e das freguesias que tão necessário e fundamental é ao mundo autárquico. e o regime legislativo das Finanças das Autarquias Locais. de 6 de Agosto. visando a compreensão da importância destas. Para além da Administração Estadual. Assim sendo. paradigmas da descentralização administrativa do Estado Português (artigo 235º da Constituição). bem como da compreensão de que a análise financeira deve ser realizada de acordo com uma estrutura jurídica financeira. irá ser feita inicialmente uma interpretação da lei em geral. ao mundo autárquico. a organização administrativa portuguesa compreende ainda uma Administração Local e Regional. estabelecendo-se uma relação interdisciplinar com a disciplina das TIC. de que as autarquias locais são titulares. Estas competências vão servir de base de trabalho à Contabilidade. propomo-nos efectuar uma análise das receitas dos municípios e das freguesias. protagonizada pelos órgãos administrativos ligados ao poder central. é imprescindível a abordagem desta temática de forma a permitir que os alunos estejam aptos a reconhecer e caracterizar os princípios fundamentais que os regem bem como os seus limites. 21 . que os alunos vão adquirindo ao longo do curso.

-.Sistemas de Organização Administrativa (Concentração. .aplicar saberes e conceitos adquiridos a situações novas. Desconcentração.aplicar a lei de Tutela Administrativa.Princípios Fundamentais das Autarquias Locais .compreender os princípios fundamentais das autarquias locais. 3 Âmbito dos Conteúdos .resolver problemas práticos da análise e aplicação da lei de Finanças Locais.Finanças Locais e Gestão Autárquica . .caracterizar a actividade financeira. .Tutela Administrativa .O Regime Financeiro dos Municípios . .Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 4D: Regime de Financiamento das AL 2 Objectivos de Aprendizagem No final do módulo o aluno deverá ter adquirido os conhecimentos. -.reconhecer a importância histórica da actividade financeira autárquica. procedimentos e atitudes que seguidamente se enunciam: . Centralização e Descentralização) . . .Autonomia Financeira .aplicar as várias modalidades dos princípios constitucionais em situações – tipo simuladas.resolver problemas práticos da análise e interpretação de preceitos legais. .Receitas Públicas .analisar os sistemas de organização administrativa.Princípios Constitucionais .analisar a relação existente entre autonomia financeira e tutela administrativa. . .Noção 22 .pesquisar e seleccionar informação jurídica financeira pertinente.Receitas autárquicas e Investimentos Autárquicos .referir os princípios constitucionais que orientam o nosso sistema financeiro fiscal. .reconhecer a importância da necessidade da existência de regras de conduta no âmbito da actividade financeira autárquica.

Receitas autárquicas próprias .Definição Recurso ao Crédito .Cooperação técnica e financeira .Critérios de distribuição das verbas . Receitas coactivas e Receitas creditícias) .Enquadramento Legal .Fundos municipais .Recursos Financeiros Próprios .Receitas provenientes do Orçamento de Estado .Locação financeira Fundos externos Subsídios e comparticipações .Auxílios financeiros .Crédito ao município .programa . Receitas de capital e Outras receitas) .Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 4D: Regime de Financiamento das AL .Jurídica (Receitas Patrimoniais.Investimentos .Outros meios financeiros .Económica (Receitas correntes.Financiamentos .Protocolos de modernização administrativa .Contratos de Reequilíbrio Financeiro 23 .Receitas municipais .Receitas das freguesias .Outras receitas municipais .Acordos de colaboração .Caracterização .Fundos comunitários .Empréstimos .Planificação .Contratos .Definição .Enquadramento Legal .Empreendimentos intermunicipais .Impostos Locais .As receitas autárquicas .

António Luciano de Sousa. Legislação Lei das Finanças Locais: Lei n. 2001. Ribeiro. vol. Lições de Finanças Públicas. Coimbra. Economics of The Public Sector. Coimbra. Adaptado. de 18 de Setembro Lei de Finanças das Regiões Autónomas: Lei n. Finanças Europeias. Franco.. Ministério das Finanças. Problema e Perspectivas. Texto do Código de Conduta.António Luciano de Sousa (1991). de 24 de Fevereiro Outros Recursos retroprojector écran de parede expositores para apresentação de trabalhos sala de aula equipada com computadores ligados à Internet impressoras equipamento de vídeo e DVD projector de slides 24 . Cf.António Luciano de Sousa (2001). Finanças Públicas e Direito Financeiro. Edições Almedina.º 42/98. Coimbra.Programa de Cálculo Financeiro e Estatística Aplicada Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO Módulo 4D: Regime de Financiamento das AL 4 Bibliografia / Outros Recursos Livros Cravinho. de 6 de Agosto Lei das Autarquias Locais: Lei n. Almedina. Vol I. e tal (1994)..º 13/98. In Portugal Contemporâneo. 558/99. Centro de Estudos Fiscais..António Luciano de Sousa (2001). 2000. Coimbra Editora. Franco. I –vide D. Edições Almedina. Franco . Introdução aos Subsectores Institucionais.. a chamada “Lei de Estabilidade Orçamental” de 2002. Finanças do Sector Público.José Joaquim Teixeira (1997).º 169/99. Coimbra. Fiscalidade das empresas. L. de 17 de Dezembro. AAFDL e Stiglitiz (1999). Franco. Lisboa. João. Finanças Públicas e Direito Financeiro.