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EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DE DIREITO DA 12ª VARA CÍVEL E DE

ACIDENTE DE TRBALHO DA COMARCA DE MANAUS-AM.

Processo n.
( DECLARATÓRIA DE NULIDADE)

TOMASELLI SOM & STUDIOS LTDA, já devidamente qualificada


na inicial, por seu advogado que subscreve, com escritório cujo endereço consta
na procuração, vem apresentar sua CONTESTAÇÃO nos autos da Ação
Declaratória de Nulidade que lhe move FABIO FERNANDES LIMA,
apresentando inicialmente as preliminares seguintes:

1. DA LITISPENDÊNCIA

A litispendência se caracteriza através do ajuizamento de outra


ação que possui as mesmas partes, a mesma causa de pedir e o mesmo pedido,
conforme estabelece o Código de Processo Civil.
Leciona Nelson Nery Junior, que “ocorre a litispendência quando
se reproduz ação idêntica a outra que já está em curso. As ações são idênticas
quando têm os mesmos elementos, ou seja, quando têm as mesmas partes, a
mesma causa de pedir(próxima e remota) e o mesmo pedido( mediato e
imediato). A propositura da ação é o que determina o momento em que a
litispedência resta configurada, nos termos do Código de Processo Civil em
vigor.
Conforme se observa, a parte autora ajuizou ação de número
0631373-82.2018.8.04.0001, perante este juízo. Ocorre que em tal processo a
demandante busca o mesmo pleito desta ação, qual seja resistir à coisa julgada
já formada em favor da parte demandada.
Corroborando o exposto, verifica-se da demanda já proposta o
seguinte pedido: ‘’Destarte, o Requerente suplica pela concessão da ref. tutela
para fins de suspender o cumprimento da r. Sentença proferida nos autos da
AÇÃO DE ADJUDICAÇÃO COMPULSÓRIA, formulada no processo nº
0627994-12.2013.0001, especificamente ao que concerne a transferência da
propriedade do imóvel, 1(um) lote de terras nº03, localizado na Quadra D, Rua
A, loteamento Parque Shangri-lá VII, Bairro Parque 10 de Novembro, nesta
capital, matrícula de IPTU nº 468974, com assentamento no registro de Livro 02
– RG, sob o nº 93965, ficha 01, no Cartório do Registro de Imóveis e Protestos
de Letras do 1º Ofício da comarca de Manaus/AM, para a empresa TOMASELLI
SOM & STUDIOS LTDA’’ ( fls. 12 do processo de nº 0631373-
82.2018.8.04.0001, cuja inicial segue em anexo)
Claramente ocorre a litispendência. Como a primeira já fora
anteriormente ajuizada, a segunda ação, onde se verificou a litispendência, não
poderá prosseguir, devendo ser extinto o processo sem julgamento do mérito.
Assim, a ação ajuizada pela mesma parte, com o mesmo objetivo,
ou seja, infirmar a eficácia da ação de adjudicação por ausência de citação, claro
que caracteriza a litispendência, já que aqueles autos têm as mesmas partes,
conforme se vê nos extratos e na petição ora anexada.
Demonstrada pois a ocorrência de litispendência entre os dois
processos, o segundo deverá ser extinto sem apreciação do mérito.

2. DA ILEGITIMIDADE ATIVA DO AUTOR

Só há legitimidade para propor uma ação quando a pessoa é titular


da relação jurídica material objeto da demanda. A legitimidade é uma das
condições da ação (art. 18 e 485, VI do CPC/15 VI).
Todavia, pelos fatos narrados na inicial, o autor desta demanda
não foi parte na ação que busca anular, inclusive utilizando de argumento a falha
em uma citação que ocorreu corretamente, conforme AR em anexo, tendo sido
posteriormente ratificada a validade da citação por certidão no processo, tendo
em vista que consta no AR o recebimento, e conforme narra a própria petição,
pela mãe do réu, não sendo a senilidade por sí só capaz de afastar a validade
do ato.
Ou seja, não há que se falar em legitimidade ativa, pois o
demandante não pode defender em juízo o direito ao devido processo legal de
outrem que supostamente teria sido violado, tampouco possui materialmente
condições de comprovar que o processo não se desenvolveu de forma válida.
O direito de anular um processo sem sequer se utilizar do
expediente da ação rescisória somente é reconhecido em situações extremas,
por vício que implique na inexistência ou grave invalidade do processo e somente
pode ser manejado pela própria parte em face da qual houve o trânsito em
julgado de uma sentença. O promovente no máximo poderia se utilizar do
expediente da ação rescisória, caso comprovasse interesse jurídico legítimo
afetado e que poderia defender na condição de parte.
Trata-se de situação que diz respeito ao réu do processo transitado
em julgado, e a discussão a respeito da validade do título apresentado pelo autor
deve se dar em outra esfera, que não o questionamento da validade do processo
de adjudicação compulsória, que transcorreu de forma hígida. Neste sentido:
AÇÃO RESCISÓRIA DE ACÓRDÃO ART. 485, V DO CPC
- IMPERTINÊNCIA ILEGITIMIDADE ATIVA
RECONHECIDA EXTINÇÃO DA AÇÃO. Autor que propõe
ação rescisória sob pretexto de ser terceiro interessado,
alegando, contudo, situação que não é apta a configurar
interesse jurídico seu diretamente atingido pelo conteúdo
do Acórdão rescindendo, o que resulta em não possui
ilegitimidade ativa ad causam, sendo de rigor o
indeferimento da inicial, nos termos do art. 295, I e VI, do
CPC. O interesse simplesmente econômico ou de qualquer
outra natureza não dá azo ao ajuizamento de ação
rescisória com lastro no artigo 487, II do Código de
Processo Civil. (TJ-SP - AR: 21711416820148260000 SP
2171141-68.2014.8.26.0000, Relator: Paulo Ayrosa, Data
de Julgamento: 07/10/2014, 16º Grupo de Câmaras de
Direito Privado, Data de Publicação: 08/10/2014)

Logo, deve ser reconhecido que a autora da demanda é parte


ilegítima para através de mera ação declaratória de nulidade infirmar a validade
de processo transitado em julgado do qual não foi sequer parte, extinguindo a
demanda sem exame do mérito.

3. DA INDEVIDA CONCESSÃO DO BENEFÍCIO DA GRATUIDADE DE


JUSTIÇA

Pelo que se depreende da documentação juntada à inicial, o Autor


apenas declarou ser pobre nos termos da lei para auferir os benefícios da
Assistência Judiciária Gratuita.

Ocorre que a declaração de pobreza gera presunção relativa


acerca da necessidade da AJG, cabendo ao Réu impugnar e ao Julgador
verificar outros elementos para decidir acerca do cabimento do benefício.
No presente caso, há inúmeras evidências de que o Autor tem
condições de pagar as custas, tais como a propriedade de diversos imóveis,
conforme consta em anexo.
Não por outra razão o benefício foi inicialmente indeferido por este
juízo. Esse entendimento predomina nos Tribunais devendo ser indeferido o
benefício pleiteado:
APELAÇÃO CÍVEL. DIREITO PRIVADO NÃO
ESPECIFICADO. AÇÃO DE COBRANÇA. IMPUGNAÇÃO
À AJG. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA. AJG.
NECESSIDADE. A Constituição Federal, art. 5º, LXXIV,
incluiu entre os direitos e garantias fundamentais o de
assistência jurídica na forma integral e gratuita pelo Estado
aos que comprovarem insuficiência de recursos.
Não faz jus ao benefício quem dispõe de significativos
recursos líquidos de modo a poder recolher as despesas
judiciais e pagar honorários advocatícios ao seu advogado
sem comprometer a subsistência própria ou de sua família.
- Circunstância dos autos em que se impõe manter a
sentença. RECURSO DESPROVIDO. (Apelação Cível Nº
70067204073, Décima Oitava Câmara Cível, Tribunal de
Justiça do RS, Relator: João Moreno Pomar, Julgado em
26/11/2015).
AGRAVO DE INSTRUMENTO. PASSAGEM FORÇADA.
AJG. A declaração de pobreza firmada pela parte gera
presunção relativa, podendo ser verificados outros
elementos no processo para a análise da necessidade de
a parte obter AJG. Não juntando o recorrente cópia da
última declaração do imposto de renda, para se aferir a real
impossibilidade de arcar com as despesas processuais, vai
mantida a determinação para a juntada no juízo de origem.
NEGADO SEGUIMENTO. DECISÃO MONOCRÁTICA.
(Agravo de Instrumento Nº 70068508795, Vigésima
Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Walda
Maria Melo Pierro, Julgado em 07/03/2016).

Ademais, insta registrar a vida abastada conduzida pelo Autor


conforme provas que faz em anexo, devendo ser revista a concessão do
benefício da AJG.

4. QUANTO AO MÉRITO,

Pretende o autor declarar a nulidade da sentença proferida nos


autos de Adjudicação Compulsória do imóvel sob o argumento de que a citação
não teria sido válida. Alega ainda que seria o legítimo proprietário do imóvel em
litígio.
Tal argumento é manifestamente insubsistente, haja vista a
CITAÇÃO ter ocorrido de forma regular, conforme se verifica nos autos do
processo que se pretende anular, tendo sido regularmente recebida.
A revelia não foi ficta, e sim real pois a parte demandada citada
quedou-se inerte, nada opondo à pretensão do então promovente, ora réu, que
apresentou o contrato de compromisso de compra e venda, as certidões dos
cartórios e toda a documentação necessária e pertinente à obtenção de uma
sentença favorável, o que de fato ocorreu.
Observe-se a certidão que consta no processo, que segue em
anexo:
‘’Certifico, para os devidos fins, que, de
acordo com o Despacho de fls. 28 e as informações dos
correios de fls. 30, a requerida foi citada, tendo o prazo de
15 dias para se manifestar no processo em epígrafe.
Certifico, também, que o prazo expirou e não houve
manifestação da demandada perante esta secretaria. É o
que me cumpre certificar. O referido é verdade. Dou fé.’’
Fls. 283 do Processo nº 0627994-12.2013.8.04.0001
Não cabe ao autor da demanda alegar que quem recebeu aludida
notificação foi a genitora do réu, pois isso não invalida o ato citatório, que teve
sua validade reconhecida pelo juízo. Não trouxe o demandante qualquer prova
de que a pessoa que recebeu a citação não teria condições físicas ou mentais
de repassar a intimação ao réu na demanda.
Diante dos fatos expostos e considerando que a fé publica norteia
os atos praticados pelos Serventuários dos Órgão Públicos, não há como ser
acolhido o pedido de nulidade da citação argüida pela parte autora, haja visto
que não foi apresentado nos autos qualquer prova capaz de elidir a validade da
mesma, ratificada na sentença que encerrou o processo.
Também carece de fundamento a alegação de aquisição legitima
da propriedade em questão pelo autor, pois Conforme documentação encartada
a presente, poderá ser compreendido mediante breve análise que a lide tem por
objeto a outorga de escritura definitiva do imóvel localizado objeto desta querela
fora adquirido pela parte demanda muito antes da suposta aquisição efetuada
pela autora, sendo esta irregular.
No processo que transitou em julgado consta a situação registral
do imóvel, não havendo nada a respeito dos registros informados pelo autor, o
que põe em cheque a validade dos documentos apresentados.
O imóvel possui Matrícula junto ao Registro de Imóveis e Anexos,
cuja descrição do imóvel consta o lote inteiro, tendo sido adquiridos pela ré os
lotes 02 e 03 da Quadra D, Rua A do loteamento Parque Shangri-lá VII, Bairro
Parque Dez, e os lotes 17 e 18 da Quadra Comercial XI, Rua H, do loteamento
Parque Shangri-lá VII, Bairro Parque Dez. Com uma área total de 1.320 m², sem
área construída, conforme documentos anexos.
Naquela matrícula, pode se observar que o proprietário era PAULO
FARIAS IMÓVEIS SOCIEDADE CIVIL LTDA, réu na demanda já transitada em
julgado que estava prometendo a venda a Promitente Compradora a parte
demandada, que quitou sua parte no compromisso e conseguiu judicialmente a
adjudicação compulsória do imóvel.
No curso do negócio, conforme documentos juntados, tem-se que
o imóvel objeto da demanda é de legítima propriedade e posse da ré, sendo a
presente ação carente de qualquer fundamento, seja em razão da regularidade
da citação, seja em razão de serem ilegítimos os documentos apresentados pela
parte autora, pois contrastam com os já apresentados em juízo pela ré na ação
de adjudicação compulsória que correu anteriormente.
Na data de 07 de ABRIL DE 2003 a ré por Instrumento Particular
de Compra e Venda e Compra, adquiriu o terreno em questão À VISTA,
conforme consta em anexo.
A anterioridade do documento é notória, tendo em vista que foi
utilizada em 2013 para subsidiar o pedido de adjudicação compulsória, ao passo
que a autora indica que formalizou a compra do mesmo imóvel em 2017, tendo
em 2018 reclamado judicialmente a sua posse e propriedade, bastante tempo
depois da ré.
Fato é que no processo originário não foram localizadas as
matriculas apresentadas pela parte autora em cartório, tendo surgido
misteriosamente somente no momento em que esta vem a ajuizar a presente
ação.
De modo a simplificar o entendimento deste Douto Juízo quanto à
cronologia da concretização dos negócios aqui mencionados, em que pese esta
peça vestibular trazer consigo os Contratos de Cessão e Compra e Venda em
que constam todas as noticiadas transações, é de grande valia esquematizar a
cadeia de acontecimentos, senão vejamos:

1) Promessa de venda na qual a ré adquiriu o imóvel em questão, em 2003;

2) Ajuizamento pela ré de ação de adjudicação compulsória em 2013;

3) Sentença julgando procedente a adjudicação compulsória para que fosse


efetuada a matrícula do imóvel objeto da lide em nome da ré em dezembro de
2015;

4) Transito em julgado em favor da promovida em janeiro de 2016;

5) Suposta aquisição do terreno pela parte autora em 2017;


6) Ajuizamento da presente demanda em 2018;

Diante do exposto, é evidente que a suposta aquisição nunca


existiu de forma lícita por parte da autora, e se existiu violou a coisa julgada pois
já havia sentença transitada em julgado.
A Requerente paga regularmente todos os impostos e taxas
incidentes sobre o imóvel, e vinha até então exercendo a posse regular sobre o
imóvel.
Na ação de adjudicação compulsória houveram Diligencias nos
Cartórios de Registro de Imóveis e Cartório de Notas desta Comarca, porém
nunca foram localizadas as escrituras da forma como apresentado pela parte
autora.
Excelência, a pretensão autoral encontra amparo jurídico nos
seguintes diplomas legais: Decreto-Lei nº 58/67, arts. 15 e 16; Código Civil, arts.
1.417 e 1418; e Código de Processo Civil, arts. 466-A, 466-B e 466-C e implica
declaração judicial para transferência do bem junto ao Registro de Imóveis.
A título elucidativo, vale o excerto de alguns dos dispositivos
mencionados.
Decreto-Lei nº 58/67 - Art. 15. Os compromissários têm o
direito de, antecipando ou ultimando o pagamento integral
do preço, e estando quites com os impostos e taxas, exigir
a outorga da escritura de compra e venda.
Decreto-Lei nº 58/67 - Art. 16. Recusando-se os
compromitentes a outorgar a escritura definitiva no caso do
artigo 15, o compromissário poderá propor, para o
cumprimento da obrigação, ação de adjudicação
compulsória, que tomará o rito sumaríssimo.
CC - Art. 1.417. Mediante promessa de compra e venda,
em que se não pactuou arrependimento, celebrada por
instrumento público ou particular, e registrada no Cartório
de Registro de Imóveis, adquire o promitente comprador
direito real à aquisição do imóvel.
CC - Art. 1.418. O promitente comprador, titular de direito
real, pode exigir do promitente vendedor, ou de terceiros, a
quem os direitos deste forem cedidos, a outorga da
escritura definitiva de compra e venda, conforme o disposto
no instrumento preliminar; e, se houver recusa[2], requerer
ao juiz a adjudicação do imóvel.
Nessa seara, tem-se que a fartura dos documentos carreados
pelos Requerentes demonstra, com clareza, o preenchimento de todos os
requisitos necessários à provocação da tutela estatal.
Ou seja, (i) o preço do imóvel já foi integralmente pago; (ii) foi
ajuizada ação de adjudicação compulsória, julgada procedente; (iii) nãohá
qualquer nulidade do processo, tendo havido revelia real e não ficta; e (iv) há
real incompatibilidade entre a documentação e as afirmações do autor e o que
já restou comprovado no processo que já transitou em julgado.
Prosseguindo, ainda que prescindível, urge sobressaltar que a
transação formalizada pela parte ré precedeu todas as afirmadas pela parte
autora.
Aliás, ainda que houvesse adquirido legitimamente o terreno,
importa arguir que o promitente comprador de um imóvel, celebrado por
instrumento público ou particular (CC, art. 1.417), por ser titular de um direito
obrigacional - de receber a escritura – após a quitação do preço, pode exercer
esse direito contra todos.
Então, considerando que a ré ao quitar o preço da venda pelo
imóvel em questão, se sub-rogara nos direitos do bem, possuem legitimidade
para buscar em juízo o direito que lhes cabe de ter a escritura definitiva do imóvel
outorgado. Nesse sentido:
APELAÇÃO CÍVEL. ADJUDICAÇÃO COMPULSÓRIA.
CADEIA SUCESSIVA DE CESSÕES. SUB-ROGAÇÃO DA
AUTORA-CESSIONÁRIA NOS DIREITOS CONFERIDOS
AOS CEDENTES. ESCRITURA DEFINITIVA. OUTORGA
A SER EFETUADA PELAS PROMITENTES
VENDEDORAS. (...) RECURSO A QUE SE DÁ
PROVIMENTO, NA FORMA DO ART. 557, § 1º - A, DO
CPC, PARA ANULAR A SENTENÇA.(0184030-
85.2011.8.19.0001- APELACAO DES. ANDRE ANDRADE
- Julgamento: 18/04/2013 - SETIMA CÂMARA CIVEL)
(grifamos)
ADJUDICAÇÃO COMPULSÓRIA PROMITENTE
COMPRADOR QUE CEDE SEUS DIREITOS A UM
TERCEIRO, PROMITENTE CESSIONÁRIO, QUE, POR
SUA VEZ, OS CEDE, NOVAMENTE, À AUTORA, ORA
APELADA. AÇÃO PROPOSTA PELA
PROMITENTECESSIONÁRIA DE DIREITOS, CONTRA O
PROMITENTE VENDEDOR, APÓS O PAGAMENTO
INTEGRAL DO PREÇO AJUSTADO.(...) SENTENÇA DE
PROCEDÊNCIA, DETERMINANDO A ADJUDICAÇÃO
(0050289-17.2009.8.19.0001- APELACAO / REEXAME
NECESSARIO -DES. SERGIO LUCIO CRUZ - Julgamento:
26/06/2012 - DECIMA QUINTA CÂMARA CIVEL)
(grifamos)

Assim, demonstrado que a ação declaratória não merece


prosperar, deve ser a ação julgada improcedente.

5. PEDIDOS

Diante do exposto, requer o acolhimento das preliminares arguidas


com a imediata extinção do processo sem resolução de mérito, nos termos dos
arts. 354 e 485 do CPC; Requer também que seja indeferida a justiça gratuita ao
autor;
No mérito, A TOTAL IMPROCEDÊNCIA da presente demanda;
A condenação do Autor ao pagamento das custas processuais e
honorários advocatícios. A produção de todas as provas em direito admitido, em
especial a testemunhal e documental, podendo ser posteriormente arroladas ou
levadas à audiência sob própria responsabilidade as testemunhas;

Nestes termos, pede deferimento

Manaus, 21 de Fevereiro de 2019.

Francisco de Paulo Queiroz Bernardino Júnior


Advogado – OAB/CE 34.129