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CIÊNCIAS BIOLÓGICAS BACHARELADO – 1° TERMO – 2008

QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL – PROFª RENATA MÉDICI

Relatório no. 03
Título – Solubilidade de Sais Inorgânicos

Miriam Carla Bleggi Macedo Bleggi RA: 1300803649


Sharisy Horácio Alves RA: 1300803584
Heitor Garcia RA: 1300803258
Rafaela Marchesi Barrionuevo RA: 1300803606

Resumo
O experimento teve por objetivo a construção de um gráfico
demonstrando a curva de solubilidade do sal KNO3 (nitrato de
potássio), a qual foi traçada sobre os coeficientes de solubilidade do
mesmo, tendo como base a análise das temperaturas limite nas quais
determinadas quantidades do sal se dissolveu.

Introdução
Dispersão é um sistema em que uma substância (disperso) está
disseminada em outra substância (dispersante ou dispergente).

Pode ser classificado em:


● Solução: sistema cujas partículas possuem diâmetros inferiores a
1nm (10-10m);
● Dispersão Coloidal: sistema cujas partículas possuem diâmetros
entre 1nm e 100 nm;
● Suspensão: sistema cujas partículas possuem diâmetros acima de
100 nm.

Uniformida Retenção do
Característ Visibilidade Sedimentaçã
de da disperso em
icas do disperso o do disperso
dispersão filtros
Não visível em Não é retido por
Solução Homogênea nenhum Não sedimenta nenhum tipo de
aparelho filtro
Sedimenta
Visível em
Dispersão Heterogêne apenas por É retido somente
ultramicroscópi
Coloidal a meio de por ultrafiltros
o
ultracentrífuga
Sedimenta
espontaneame
Visível em
Heterogêne nte ou por É retido por filtros
Suspensão microscópio
a meio de comuns
comum
centífuga
comum

Nosso objeto de estudo são as SOLUÇÕES


Solução: é o nome dado a dispersões cujo tamanho das moléculas
dispersas é menor que 1 nanômetro (10 Angstroms), caracterizada
por formar um sistema homogêneo (a olho nu e ao microscópio), por
ser impossível separar o disperso do dispersante por processos
físicos. São compostas por moléculas ou íons comuns.
Podem envolver sólidos, líquidos ou gases como dispersantes
(chamados de solventes - existentes em maior quantidade na
solução) e como dispersos (chamados de solutos - existentes em
menor quantidade).
A solução também pode apresentar-se nos três estados da matéria
(sólido, líquido ou gasoso).
São classificadas de acordo com:
• Estado de agregação da solução: sólido, líquido ou gasoso -
• Soluções sólidas: o solvente é sempre sólido e o soluto pode
ser sólido, líquido ou gasoso.
Exemplos:
- liga metálica - níquel (soluto) e cobre (solvente),
- amálgama de prata - prata (soluto) e mercúrio (solvente),
- liga de platina e hidrogênio - hidrogênio (soluto) e platina
(solvente).
• Soluções líquidas: o solvente é sempre líquido e o soluto
pode ser sólido, líquido ou gasoso.
Exemplos:
- açúcar (soluto) e água (solvente),
- álcool (soluto) e água (solvente),
- oxigênio (soluto) e água (solvente).
• Soluções gasosas: o solvente é gasoso e o soluto gasoso.
Exemplo:
- ar atmosférico filtrado.

Tipos de Solven Solut


Exemplo
soluções te o
oxigênio dissolvido em
gás gás
nitrogênio
SOLUÇÕES líquid clorofórmio dissolvido em
gás
GASOSAS o nitrogênio (vaporizado)
sólid gelo seco dissolvido em
gás
o nitrogênio (sublimado)
líquid dióxido de carbono
gás
o dissolvido em água
SOLUÇÕES líquid líquid etanol (álcool de cereais)
LÍQUIDAS o o dissolvido em água
líquid sólid
açúcar dissolvido em água
o o
SOLUÇÕES hidrogênio dissolvido em
sólido gás
SÓLIDAS paládio
líquid
sólido mercúrio dissolvido em ouro
o
sólido sólid cobre dissolvido em níquel
o

• Natureza do soluto:
• Soluções Eletrolíticas: conduzem a corrente elétrica
(partículas dispersas do soluto são íons ou íons e moléculas,
dependendo do sal ou do ácido).
Exemplo: sal e água.
• Soluções Não-Eletrolíticas: não conduzem a corrente
elétrica (partículas dispersas do soluto são moléculas).
Exemplo: açúcar e água.

• Proporção entre soluto e solvente: solução concentrada e


solução diluída.

Solubilidade: é a medida da capacidade de uma determinada


substância dissolver-se num líquido. Pode-se expressar em mols por
litro, em gramas por litro, ou em percentagem de soluto/solvente. O
conceito de solubilidade se estende também para solventes sólidos.
Na solubilidade, o caráter polar ou apolar da substância influi muito,
já que, devido a polaridade das substâncias, estas serão mais ou
menos solúveis.
Pode-se colocar, como regra geral, que:
• Substâncias polares dissolvem substâncias polares. As
substâncias polares também dissolvem substâncias iônicas;
• Substâncias apolares dissolvem substâncias apolares.

O termo solubilidade é utilizado tanto para designar o fenômeno


qualitativo do processo (dissolução) como para expressar
quantitativamente a concentração das soluções. A solubilidade de
uma substância depende da natureza do soluto e do solvente, assim
como da temperatura e da pressão do sistema. É a tendência do
sistema em alcançar o valor máximo de entropia.
O processo de interação entre as moléculas do solvente e as
partículas do soluto para formar agregados é denominado
solvatação e, se o solvente for a água, hidratação.

Como acontece o processo de dissolução


Quando uma solução é formada ocorre uma disseminação
espontânea de uma substância no interior de outra, originando um
sistema mais entrópico (desorganizado) que as substâncias originais.
O processo de dissolução usando o exemplo do soluto Cloreto de
Sódio (NaCl) - sal de cozinha - e o solvente água (hidratação) será
descrito abaixo.
A figura a seguir representa o retículo iônico (retículo cristalino) do
cloreto de sódio – NaCl - (íons cloro em azul e íons sódio em
vermelho), que é um sólido de alto ponto de fusão e ebulição.

Figura 1 - Retículo iônico (retículo cristalino) do NaCl


Fonte: http://www.virtualquimica.hpg.com.br/image0IH.JPG

Quando dissolvemos cloreto de sódio em água, o processo de


dissolução ocorre porque as moléculas do solvente colocam-se entre
os íons cloro e sódio, enfraquecendo a atração entre os íons,
ocasionando o “desmoronamento” do retículo iônico, dispersando os
íons sódio e cloro entre a massa líquida.
Mais particularmente, o pólo positivo da molécula da água atrai os
íons negativos (cloro) do sal e o pólo negativo da molécula da água
atrai os íons positivos (sódio), que ocasiona o enfraquecimento da
estrutura iônica.

Figura 2 - Enfraquecimento da Estrutura Iônica

Fonte: http://www.virtualquimica.hpg.com.br/image78P.JPG

Tipos de Soluções:

Saturação: é uma propriedade das soluções que indica a capacidade


das mesmas em suportar quantidades crescentes de solutos,
mantendo-se homogêneas.
Em alguns casos especiais é possível manter em condições normais
uma solução com quantidade de soluto acima daquela que pode ser
dissolvida. Nesse caso fala-se em solução supersaturada, que é
instável: com alterações físicas mínimas a quantidade extra de soluto
pode ser precipitada.

Solução Insaturada É quando a quantidade de soluto usado se


dissolve totalmente, ou seja, a quantidade
adicionada é inferior ao coeficiente de
solubilidade.
Solução Saturada É quando o solvente (ou dispersante) já
dissolveu toda a quantidade possível de soluto
(ou disperso), e toda a quantidade agora
adicionada não será dissolvida e ficará no
fundo do recipiente, ou seja, vai ser
precipitada.

Solução Supersaturada Isto só acontece quando o solvente e


soluto estão em uma temperatura em que seu
coeficiente de solubilidade é maior, e depois a
solução é resfriada ou aquecida, de modo a
reduzir o coeficiente de solubilidade. Quando
isso é feito de modo cuidadoso, o soluto
permanece dissolvido, mas a solução se torna
extremamente instável. Qualquer oscilação na
temperatura faz precipitar a quantidade de
soluto em excesso dissolvida.

Solubilidade nos gases


Os gases apresentam propriedades particulares para a solubilidade.
Quando se aumenta a pressão, a solubilidade aumenta (Lei de
Henry). O mesmo não acontece quanto à temperatura. Quando se
aumenta a temperatura, diminui a solubilidade. Assim, a solubilidade
é diretamente proporcional à pressão e inversamente proporcional à
temperatura.
Exemplo: para que um gás se dissolva num líquido - ex: água
mineral gaseificada - é preciso aumentar a pressão sobre o gás e
diminuir a temperatura do sistema.
Vale lembrar que essas leis são válidas para qualquer gás, mas não
para substâncias em outros estados físicos.

Coeficiente Solubilidade: é definido como a máxima quantidade de


soluto que é possível dissolver de uma quantidade fixa de solvente, a
uma determinada temperatura e pressão. É o que define se a solução
é saturada, insaturada e supersaturada.
• Dissolução endotérmica: aquela em que quanto maior a
temperatura, maior o coeficiente de solubilidade do solvente,
ou seja, temperatura e solubilidade são diretamente
proporcionais.
• Dissolução exotérmica: quanto menor a temperatura, maior
o coeficiente de solubilidade do solvente, ou seja, temperatura
e solubilidade são inversamente proporcionais.

Curva de Solubilidade: são gráficos que apresentam a variação dos


coeficientes de solubilidade das substâncias em função da
temperatura.
Existem três tipos de curvas:

• Curvas Ascendentes: representam as substâncias cujo


coeficiente de solubilidade aumenta com a temperatura. São
substâncias que se dissolvem com a absorção de calor, isto é, a
dissolução é endotérmica.

Figura 3 – Curva Ascendente

• Curvas Descendentes: representam as substâncias cujo


coeficiente de solubilidade diminui com o aumento de
temperatura. São substâncias que se dissolvem com liberação
de calor, isto é, a dissolução é exotérmica.

Figura 4 – Curva Descendente

• Curvas com Inflexões: representam as substâncias que


sofrem modificações em sua estrutura com a variação da
temperatura. O sulfato de sódio, por exemplo, até a
temperatura de 32,4ºC, apresenta em sua estrutura dez
moléculas de água, em temperatura acima de 32,4ºC o sulfato
de sódio perde suas moléculas de "água de cristalização" e a
curva de solubilidade sofre uma inflexão.

Figura 5 – Curva com Inflexões


Nitrato de Potássio (KNO3): é um sólido incolor romboédrico ou
trigonal (KNO3), solúvel em água e insolúvel em álcool.
Ocorre naturalmente como nitro e pode ser preparado pela reação de
nitrato de sódio com cloreto de potássio seguido de cristalização
fracionada.

PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS
Estado Físico Sólido
Forma Cristais
Cor Brando
Odor Inodoro
pH (solução 1% em 6-9
água)

Ponto de fusão 333°C


Calor específico (25°C) 0,22 kcal/g °C
Calor de Fusão 25 kcal/kg
Calor de Dissolução - 85 kcal/kg
Temperatura de 400°C
decomposição
Solubilidade em água Temperatura Solubilidade (g/100g
(°C) H2O)
0 13
10 17
20 30
35 65
40 70
60 112

Materiais e Reagentes
- 02 béquers com capacidade para 250ml
- 01 proveta calibrada para 50ml
- tubos de ensaio com capacidade para 20ml
- estante para tubos de ensaio
- 01 bico de Bunsen
- 01 tripé e tela de amianto
- 01 termômetro de 0 a 100°C
- 02 espátulas
- 01 vidro de relógio
- 01 pinça de madeira
- 01 bagueta
- 01 piceta contendo água destilada
- Nitrato de potássio – KNO3
- Água destilada
- Banho de gelo
Experimento

Observação: a professora anotou na lousa uma escala de massa de


KNO3 e cada bancada foi designada para realizar o procedimento de
acordo com determinada massa de sal à qual foi incumbida. No caso
do nosso grupo, realizamos o experimento utilizando 3 (três) gramas
de KNO3.

Iniciamos o experimento montando o sistema de aquecimento,


posicionando adequadamente o tripé de ferro com a tela de amianto
sobre o bico de Bunsen e acendemos o fogo.

Figura 6 - Sistema de Aquecimento

Fonte: http://www.cq.ufam.edu.br/cd_24_05/Fig9.jpg

Então coletamos 10ml de água destilada utilizando a proveta e


despejamos em um tubo de ensaio e reservamos.

Figura 7
Em seguida, fomos até a bancada da professora e coletamos 3
gramas de KNO3 com a ajuda de um papel dobrado ao meio (para
evitar que o sal caia) e de duas espátulas (uma para pegar o KNO3 do
recipiente de armazenamento e outra para despejar cuidadosamente
o sal sobre o papel dobrado), pesando cuidadosamente na balança
analítica devidamente estabilizada (tendo o cuidado de verificar o
peso do papel). Anotamos na lousa o peso real do KNO 3 pesado (3,02
g).

Figura 8 – Pesagem do KNO3

Observação: no esquema representativo, a cor vermelha do sal


KNO3 é apenas ilustrativo.

Então voltamos para nossa bancada e despejamos cuidadosamente o


KNO3 no tubo de ensaio contendo 10ml de água destilada que estava
reservado, observando de imediato que o sal não dissolveu.
Figura 9

Colocamos em um béquer aproximadamente 50 ml de água de


torneira (não tem necessidade de ser água destilada) e colocamos
sobre a tela de amianto para aquecer.
Prendemos o tubo de ensaio na pinça de madeira e o colocamos
(segurando pela pinça) dentro do béquer que estava aquecendo,
realizando assim um “banho-maria”, mexendo cuidadosamente a
solução com a bagueta até o sal dissolver completamente, resultando
em uma solução supersaturada.

Figura 10 – Aquecimento do tubo de ensaio para dissolução


da solução
Preenchemos outro béquer com água de torneira (não tem
necessidade de ser água destilada) até que a altura da água no
béquer seja suficiente para submergir completamente os 10ml de
água que estão no tubo de ensaio, e colocamos algumas pedras de
gelo.
Em seguida colocamos o tubo de ensaio com a solução supersaturada
dentro do béquer com gelo, realizando assim um banho frio, e dentro
do tubo de ensaio colocamos o termômetro. Esperamos até começar
a surgir os primeiros cristais precipitados e anotamos a temperatura
limite.

Figura 11 – Resfriamento da solução


supersaturada
até surgimento de cristais
Para termos certeza de que a leitura estava correta, voltamos a
aquecer o tubo de ensaio até dissolver completamente os cristais que
surgiram e voltamos a realizar o banho frio, medindo novamente a
temperatura quando surgiram novamente os cristais do sal. Se a
segunda leitura observada fosse muito diferente da primeira leitura,
fomos instruídos a repetirmos o procedimento pela terceira vez por
garantia. A média entre as temperaturas obtidas será a temperatura
limite correta.
Resultados e Discussões
Observamos e anotamos os resultados obtidos no experimento, que
seguem tabelados abaixo:

Massa
Média
KNO3 T1 (°C) T2 (°C)
(°C)
(g)
2,00 7 8 7,5
3,02 19 18,5 18,75
4,028 21,5 22 21,75
5,035 41 40 40,5
6,368 68 74 71
7,026 60 55 57,5
8,094 50 55 52,5
9 - - -
11 - - -
13 - - -
15 - - -

Aplicando os resultados obtidos no gráfico, para assim traçar a Curva


de Solubilidade de KNO3 (g):
3
KNO3

10ml
H2O
g

1 2

Temperatura (°C)

Lendo o gráfico acima, observando o Coeficiente de Solubilidade


de 3g de KNO3, notamos que 1 representa a solução insaturada, 2
representa a solução saturada e 3 representa a solução
supersaturada.
Conclusões
Observando os resultados obtidos, notamos que as temperaturas
limite lidas nos experimentos com 6,368, 7,026 e 8,094 gramas de
KNO3 estão indicando uma variação de temperatura limite
significativa, especialmente observando a leitura de temperatura no
experimento realizado com 6 gramas de KNO3, que indica uma
temperatura limite superior à temperatura limite lida no experimento
com 7,026 gramas, bem como na observação da leitura de
temperatura no experimento realizado com 7,026 e 8,094 gramas de
KNO3, notando que a temperatura limite para a solução com 8 gramas
é inferior à temperatura limite para a solução com 7 gramas.

Massa
Média
KNO3 T1 (°C) T2 (°C)
(°C)
(g)
2,00 7 8 7,5
3,02 19 18,5 18,75
4,028 21,5 22 21,75
5,035 41 40 40,5
6,368 68 74 71
7,026 60 55 57,5
8,094 50 55 52,5

A curva gerada no gráfico deveria ser uma curva ascendente


(indicando que o coeficiente de solubilidade aumenta com a
temperatura), tendo em vista que o KNO3 é um soluto que se dissolve
com maior facilidade com a absorção de calor, isto é, é uma solução
endotérmica.
Concluímos então que pode ter ocorrido alguma falha no momento de
realizar a leitura da temperatura.

Referências Bibliográficas

- WIKIPEDIA. Disponível em: http://www..wikipedia.org. Acesso em: 01


maio 2008.
- COLÉGIO SALESIANO – PROFª. EDNA. Disponível em:
<http://64.233.169.104/search?
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%25E7%25F4es.ppt+%22solubilidade%22+%22Professora:+Edna
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- PROGRAMA EDUCAR. Disponível em:
<http://educar.sc.usp.br/experimentoteca/quimica/4solucaog_1.pdf>
. Acesso em: 01 maio 2008.
- VIRTUAL QUÍMICA. Disponível em:
<http://www.virtualquimica.hpg.com.br/misturas.htm>. Acesso em:
01 maio 2008.
- SETREM - QUÍMICA. Disponível em:
<http://www.setrem.com.br/ti/trabalhos/quimica/solucoes.htm>.
Acesso em: 01 maio 2008.
- PUC-RS. Disponível em:
<http://www.pucrs.br/quimica/mateus/quimicageralII.pdf>. Acesso
em: 01 maio 2008.
- CEFETEC - Centro Federal de Educação Tecnológica de Química de
Nilópolis/RJ. Disponível em:
<http://www.cefeteq.br/aluno/arquivos/apostilas/quimica/Apostila_ge
ral2_laboratorio.pdf >. Acesso em: 01 maio 2008.
- ESPAÇO CIENTÍFICO CULTURAL. Disponível em:
<http://ecientificocultural.com/BFQ/solu01.htm#A>. Acesso em: 02
maio 2008.