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Baixa Auto-Estima - Crianças

Apresentação do Cliente

1. Observações Auto-Depreciativas (1)


A. O profundo sentimento de inferioridade do cliente reflectiu-se nas frequentes
observações auto-depreciativas acerca da sua aparência, valor e competências.
B. A falta de contacto ocular por parte do cliente e as auto-observações negativas são
prova do pouco que o cliente pensa de si próprio.
C. O cliente relatou sentir-se inferior aos outros e geralmente acreditar ser perdedor.
D. O cliente deixou de fazer observações auto críticas, começando mesmo a
consciencializar-se de algumas características positivas e sucessos.

2. AbusolNegligência na Infância (1)


A. O cliente relatou episódios de abuso fisico e emocional, o que lhe transmitiu um
forte sentimento de inutilidade, rejeição e de não ser amado.
B. O cliente forneceu inúmeros exemplos de como os pais sempre tiveram coisas
negativas a dizer dele, tais como: "Não és capaz de fazer nada direito" e "Se ao
menos pudesses ser como a tua irmã."
C. O cliente descreveu os seus pais como boas pessoas, de quem ele gosta, mas que
estiveram sempre demasiado ocupados para fazerem coisas com ele ou ir a
eventos escolares em que ele participasse.
D. O cliente começou a estabelecer algumas ligações entre o modo como foi tratado
pelos pais na infância e quão mal ele se sente consigo próprio agora.

3. Aceitar elogios (2)


A. O cliente consciencializou-se do seu problema em acreditar nos outros quando
estes lhe dizem coisas simpáticas ou elogiosas.
B. Os pais relataram que o cliente ignora qualquer pedido seu ou dos outros.
C. O cliente relatou nunca receber elogios dos seus pais de modo que agora sente-se
inseguro em como responder aos abraços de qualquer um.
D. O cliente começou agora a aceitar elogios directamente, sentindo-se
desconfortável mas bem quando estes ocorrem.
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4. Recusa em Tentar Novas Experiências (3)


A. A expectativa preponderante do cliente reflectiu-se na recusa em tentar novas
experiências.
B. O cliente exprimiu sentir-se frustrado com o seu padrão de nunca tentar novas
experiências.
C. O cliente listou muitas experiências nas quais se sentiu fracassado, mas a sua
percepção foi muitas vezes tendenciosa e distorcida.
D. O cliente exprimiu que o fracasso é o seu maior medo.
E. O cliente começou a correr alguns riscos e a tentar novas experiências com apoio
e encorajamento.

5. Evitante/Calado (4)
A. O cliente apresentou-se de um modo evitante e silencioso.
B. O cliente relatou evitar contactos mais longos com os outros e geralmente tem
pouco a dizer em situações sociais com os pares.
C. Os pais relatam que o cliente sempre foi tímido com os pares e com os adultos.
D. O cliente começou gradualmente a retirar-se menos e sente-se menos tenso entre
os outros.

6. CautelosolReceoso (4)
A. O cliente apresentou-se de uma forma receosa e muito cautelosa.
B. O cliente recorda-se que desde muito cedo receava os outros e tinha todo o
cuidado em não os aborrecer.

C. O cliente indicou ser cauteloso e recear fazer algo errado em acontecimentos


SOCIaIS.

D. O cliente começou a ser menos cauteloso e agora toma alguns nscos SOCIaIS
cuidadosamente escolhidos.

7. Agradável/Amigável (5)
A. O cliente apresenta-se de uma forma amigável, extrovertida e parece ansioso em
agradar.

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B. Tudo foi cuidadosamente verificado pelo cliente de modo a ter a certeza que tudo
aquilo que ele está a fazer ou a dizer é certo ou aceitável pelos outros.
C. As acções realizadas no passado para agradar os outros colocaram o cliente em
problemas ou fizeram-no sentir-se usa4o.
D. Um visível decréscimo nos comportamentos complacentes foi observado
concomitantemente com o inicio da partilha dos pensamentos e opiniões mais
assertivamente.

8. Incapacidade em AceitarlReconhecer Traços Positivos


A. O cliente nega ter quaisquer talentos ou atributos positivos que os outros
admirem.

B. O cliente lutou para identificar quaisquer traços positivos ou talentos sobre si


próprio.
C. O cliente rejeitou todos os traços positivos assinalados pelos outros.
D. O cliente foi capaz de reconhecer e aceitar aspectos positivos sobre si próprio.

9. Inseguro/Ansioso
A. Verificou-se uma insegurança e ansiedade visíveis por parte do cliente.
B. O cliente descreveu vários episódios nos quais não fez ou não disse nada em
frente aos pares por medo do ridículo e rejeição.
C. O cliente relatou sentir-se ansioso e inseguro em casa e em todas as situações
sociais/de pares por acreditar que os outros podem não gostar dele.
D. Com o evoluir da sessão, o cliente ficou menos ansioso e mais capaz de se abrir
com o terapeuta.
E. O cliente relatou sentir-se mais autoconfiante na presença dos pares.

10- Comportamento Auto-Derrotista (8)


A. O cliente muitas vezes entrou num comportamento auto-derrotista (ex. beber e
actividade sexual) para ser aceite pelos seus pares.
B. O cliente indicou achar ser mais fácil sentir-se aceite pelos pares sob o efeito de
substâncias.

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c. O cliente indicou ter efectuado vários "maus actos" com o intuito de adquirir
atenção e aceitação dos seus pares.
D. O cliente perdeu a maior parte do seu comportamento auto-derrotista e deu início a
um processo de aceitação de si mesmo.

11- Dificuldade em dizer "não" (9)


A. O cliente indicou que raramente diz "não" a terceiros por medo de não ser
querido(a).
B. O cliente mencionou acreditar no facto de que não será aceite a não ser que diga
"sim".
C. O cliente identificou o medo paralisante que experiencia quando diz "não" a
terceiros.
D. O cliente procurou começar a dizer "não" a terceiros de forma a ser maIS
congruente com as suas crenças, valores, sentimentos ou pensamentos.

mTERVENçÕESIMPLEMENTADAS

1. Implementar Terapia pelo Jogo Psicanalítico (1)


A. Uma abordagem psicanalítica de terapia pelo jogo foi utilizada, o que permitiu ao
cliente a liderar e explorar os seus conflitos e fixações inconscientes.
B. Uma abordagem psicanalítica de terapia pelo jogo foi utilizada para estabelecer a
confiança com o cliente a assisti-lo na libertação dos pensamentos negativos,
crenças e medos.
C. O cliente tem sido mais cooperativo, mas hesitante na construção da confiança
com o terapeuta ou a liderar a exploração dos conflitos e fixações inconscientes.
D. Abordagens psicanalíticas de terapia pelo jogo ajudaram o cliente a construir um
nível de confiança com o terapeuta e começou a libertar-se dos pensamentos
negativos, crenças e medos.

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2. Utilizar Fantoches para Construir a Auto-Estima (2)


A. Fantoches foram utilizados para ajudar o cliente no início de conversações e de
amizades pela ajuda na construção da sua auto-estima.
B. Fantoches foram utilizados para dar ao cliente prática em perguntar pelas coisas
que necessita.
C. Fantoches foram utilizados de uma forma indirecta para permitir ao cliente criar as
suas cenas para construir um sentimento mais positivo de auto-estima.
D. A utilização de fantoches ajudou o cliente a aprender competências para alimentar
a sua auto-estima e confiança.

3. Utilizar Plasticina para Relaxar as Defesas (3)


A. Plasticina foi utilizada de uma forma indirecta para ajudar o cliente a relaxar com o
terapeuta e a abrir caminho para a auto-expressão pessoal.
B. O envolvimento activo do cliente com a plasticina facilitou oportunidades para
melhorar a auto-estima.

C. O auto-diálogo negativo que emergiu na sessão psicoterapêutica de hoje foi


gentilmente confrontado e reformulado.
D. As defesas relaxadas do cliente e o aumento da abertura pela utilização da
plasticina na sessão resultou num marcado avanço na sua auto-estima.

4. Utilizar a Técnica Expressiva com Barro (4)


A. Uma técnica expressiva com barro foi utilizada para ajudar o cliente na expressão e
comunicação de questões e para facilitar o aumento da sua auto-estima.
B. O cliente trabalhou activamente com o barro para aumentar a sua capacidade para
expressar e comunicar questões.
C. O cliente debateu-se no trabalho com barro e, apesar da assistência, não foi capaz
de expressar ou comunicar as suas questões.
D. O trabalho do cliente com o barro facilitou a sua capacidade para expressar e
comunicar questões assim como aumentou a sua auto-estima.

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S. Confrontar/Reformular Observações Auto-Depreciativas(S)


A. Os comentários auto-depreciativos do cliente foram confrontados com a forte
mensagem de que estes comentários não reflectiam exactamente a realidade.
B. Os comentários auto-depreciativos do Cliente foram reformulados realisticamente

e dados ao cliente para substituir os comentários negativos.


C. O cliente relatou estar mais consciente da sua tendência para fazer observações
auto-depreciativas e tem tido mais sucesso na redução da frequência deste
comportamento.

6. Explorar a Expressão dos Sentimentos Negativos (6)


A. Solicitou-se ao cliente a construção de uma lista de formas de como se vê a si
próprio, expressando os sentimentos negativos acerca se si próprio.
B. A auto consciência do cliente aumentou pela exploração de como expressa os
sentimentos negativos acerca de si e como conseguiu parar este hábito.
C. Foi consistentemente apontado ao cliente de forma calorosa, respeitosa sempre
que projectava uma auto-imagem negativa.

7. Referência à Terapia de Grupo (7)


A. O cliente é encaminhado para terapia de grupo que foca a construção da auto-
estima.

B. Os relatos de progressos reflectiram que o cliente está a participar activamente na


terapia de grupo e lentamente está a construir alguma autoconfiança.
C. O receio do cliente das interacções sociais foi estabelecida como uma razão para a
sua recusa em frequentar a terapia de grupo.

8. Identificar as Principais Interacções Parentais (8)


A. Nas sessões familiares, os padrões de interacção principais foram identificados
com a família e redireccionados para padrões de interacção afirmativos e
apoiantes.
B. A gravação da sessão familiar foi utilizada para ilustrar os principais padrões de
interacção familiar.

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C. Os métodos parentais negativos foram discutidos com os pais, e novos métodos


afirmativos foram recomendados.

D. Os pais tomaram-se mais conscientes dos seus métodos depreciativos e relataram


a implementação de mais técnicas afirmativas de orientação da criança.

9. Gravar Aspectos Positivos de Si Próprio (9)


A. O cliente foi solicitado a identificar um aspecto positivo de si próprio e gravá-lo
num diário.
B. O diário do cliente foi revisto e as características positivas ou elogios foram
identificados, afirmados e apoiados.
C. O cliente relatou que se sente mais positivo acerca de si próprio e está mais
consciente das suas características positivas.

10. Desenvolver Auto-diálogo Positivo (10)


A. Técnicas de auto-diálogo positivo foram ensinadas ao cliente para ajudar a
impulsionar a sua confiança e auto-imagem.
B. O role-play foi utilizado para praticar as técnicas de auto-diálogo positivo.
C. O compromisso foi deduzido pelo cliente para utilizar o auto-diálogo positivo
diariamente.
D. A técnica de auto-diálogo positivo tem sido efectiva no aumento da auto-estima do
cliente.

11. Desenvolver.uma Lista de Afirmações (11)


A. O cliente é apoiada no desenvolvimento de uma lista de afirmações positivas sobre
si próprio.
B. Foi estabelecido o compromisso com o cliente de ele ler a lista de afirmações três
vezes ao dia.
C. O cliente relatou que ler a lista de auto-afirmações foi benéfico na construção de
auto-estima.

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12. Reforçar as Afirmações Positivas (12)


A. As afinnações do cliente de autoconfiança e de aspectos positivos sobre si próprio
foram afinnadas verbalmente e reforçadas.
B. A frequência das afinnações auto-descritivas positivas do cliente aumentou.

13. Incrementar a Capacidade para Identificar Sentimentos (13)


A. Cartões e gráficos de sentimentos foram utilizados para ensinar o cliente a
identificar sentimentos específicos.
B. Foram dadas ao cliente afinnações verbais positivas e reforço para identificar
sentimentos específicos durante a sessão.
C. A resistência do cliente para identificar os seus sentimentos foi identificada,
conrrontada e resolvida.

D. Através do trabalho do cliente com os cartões e gráficos de sentimentos, ele


desenvolveu a capacidade para identificar sentimentos específicos.

14. Educar sobre a Identificação de Sentimentos (14)


A. O cliente foi educado a identificar, rotular e expressar sentimentos.
B. Foi dada ao cliente uma lista de sentimentos, depois foram dados vários cenários e
seguidamente o cliente foi solicitado a identificar o que o indivíduo no cenário
pudesse estar a sentir.
C. O cliente foi solicitado a realizar um diário de sentimentos.
D. O cliente tornou-se mais eficiente na identificação e expressão das suas emoções.

15. Encorajar o Contacto Ocular (15)


A. A falta de contacto ocular por parte do cliente foi discutido com o cliente.
B. Chegou-se a um acordo com o cliente para este manter o contacto ocular regular
com o terapeuta durante as sessões.
C. O cliente foi confrontado pelo terapeuta quando evitava ou falhava o contacto
ocular.

D. O cliente relatou um aumentou na rrequência do contacto ocular com os outros


fora das sessões psicoterapêuticas.

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16. Alargar a Experiência do Contacto Ocular(16)


A. O cliente foi solicitado a fazer um acordo para aumentar o contacto ocular com os
pais, professores e outros.
B. A experiência do cliente em estabelecer o contacto ocular com os adultos foi
analisada e os sentimentos específicos desta experiência foram identificados.
C. O cliente relatou um aumento na frequência do contacto ocular com os outros fora
das sessões psicoterapêuticas.

17. Prescrever Exercícios de Novas Experiências (17)


A. O cliente e os pais foram solicitados a completar os exercícios "Dixie supera os
seus medos" e "Aprende com os teus erros".
B. Os exercícios completos de novas experiências foram processados com o cliente e
pais, com ênfase na identificação de novas experiências que o cliente pode tentar.
C. O cliente foi ajudado a seleccionar e a comprometer-se verbalmente a tentar várias
novas actividades.

D. O cliente foi monitorizado, apoiado e encorajado a tentar novas experiências.


E. A mensagem que "fracasso é uma parte da experiência de aprendizagem" foi
reforçada em intervalos regulares com o cliente.
F. O cliente progrediu para onde ele estava disposto a tentar novas experiências e sem
ter medo de falhar.

18. Identificar as Necessidades Emocionais (18)


A. O cliente foi ensinado os conceitos básicos de como identificar e verbalizar as suas
necessidades emocionais.

B. Foram exploradas as formas de satisfazer as necessidades emocionais do cliente.

19. Partilhar as Necessidades Emocionais (19)


A. Uma sessão familiar foi conduzida, em que os pais e o cliente trocaram e
identificaram as suas necessidades emocionais.
B. O cliente e a família foram educados de forma a serem sensíveis às necessidades de

cada um e a perguntarem pelas suas necessidades emocionais em ordem a serem


conhecidas.
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20. Ensinar Competências Sociais e Assertividade (20)


A. O cliente foi solicitado a listar situações em que teve dificuldades sociais ou foi
dificil para si ser assertivo.
B. As situações sociais dificeis identificadas pelo cliente foram dramatizadas com ele
para se ensinar a assertividade.
c. O ensaio comportamental foi utilizado com o cliente para o preparar para lidar
com as situações sociais dificeis identificadas.

21. Explorar Incidentes de Abuso (21)


A. Possíveis incidentes de abuso fisico, sexual e emocional foram explorados com o
cliente.

B. O cliente foi apoiado na exploração de como ser vítima de abuso afectou os


sentimentos de si próprio.
C. A negação e a resistência do cliente foram explorados e resolvidos de modo que o
cliente pôde relacionar o abuso passado com os presentes sentimentos negativos
de si próprio.

22. Identificar as Crenças Distorcidas (22)


A. O cliente foi solicitado a listar as suas crenças sobre si próprio e sobre o mundo.
B. As crenças negativas e distorcidas do cliente sobre si próprio e do mundo foram
reformuladas.

23. Desenvolver Mensagens Positivas (23)


A. O cliente foi ajudado a identificar e a desenvolver mensagens positivas e realistas
sobre si próprio e sobre o mundo.
B. Novas mensagens positivas e realistas sobre a vida foram implementadas pelo
cliente e utilizadas diariamente.

C. O cliente foi confTontado sempre que falhava nas afirmações realistas e positivas
sobre si próprio ou sobre os acontecimentos de vida.
D. O cliente relatou ter desenvolvido uma visão mais positiva sobre si próprio e sobre
o mundo.

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24. Utilizar Responsabilidades para Ajudar a Estima (24)


A. O cliente foi ajudado a identificar tarefas diárias em que a sua realização
aumentasse o seu sentido de responsabilidade e estima.

B. O prosseguimento do cliente na realização das tarefas diárias foi monitorizado para


a sua consistência.

C. Foi dado ao cliente feedback verbal positivo pelo seu prosseguimento nas tarefas de
autocuidado.

D. O cliente relatou sentir-se melhor sobre si próprio à medida que se tomou mais
activo na realização das responsabilidades diárias.

25. Ensinar aos Pais a Técnica de Disciplina dos Três R (25)


A. A técnica de disciplina dos três R foi ensinada aos pais.
B. Os pais foram assistidos na implementação de disciplina: respeito, razoável e
relacionada (3 R) perante o comportamento disruptivo e treinados a dar apoio,
orientação e encorajamento à medida que prosseguiam.
C. Os pais implementaram disciplina com sucesso, ou seja, respeitosamente,
razoavelmente e relacionada com o comportamento do cliente.

26. Prescrever o Contacto Telefónico sobre Feitos Realizados (26)


A. Foi dado ao cliente o trabalho de casa de iniciar urna conversa telefónica com o
terapeuta e relatar um recente feito seu.
B. Foi pedido ao cliente para iniciar um telefonema ao terapeuta para relatar um
recente feito seu.

C. O cliente recebeu um prémio verbal, feedback positivo e elogios pelo seu feito.
D. O cliente foi instruído de diversas formas para receber e consciencializar-se do
prémio, feedback positivo e elogios.
E. Os sentimentos relacionados com a experiência de relatar um recente feito foram
processados com o cliente.

27. Ensinar Aceitar Elogios (27)


A. Técnicas neurolinguísticas e de reformulação foram usadas para alterar as
automensagens do cliente para promover a abertura e aceitação de elogios.
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B. Técnicas de role-play foram utilizadas para dar ao cliente oportunidades para


praticar a aceitação de elogios.
C. O cliente relatou ter sido uma experiência positiva aceitar elogios dos outros
recentemente.

28. Referência a uma Classe Parental Positiva (28)


A. Os pais foram solicitados a frequentar uma classe parental que focasse os itens da
educação parental positiva.
B. A experiência das aulas de educação parental positiva foi processada em
conjugação com os ganhos chave recebidos.

29. Explorar as Expectativas Parentais (29)


A. Expectativas que os pais esperavam do cliente foram exploradas e depois afirmadas
onde eram apropriadas e ajustadas quando eram irrealistas.
B. Os pais foram educados sobre as expectativas realistas, desenvolvimentais e
apropriadas à idade do cliente e quais são as suas expectativas dadas as capacidades do
cliente.

C. Os pais foram desafiados de uma forma respeitosa quando as suas expectativas do


cliente pareceram irrealisticamente altas e inapropriadas para a idade do cliente.
D. Os pais ajustaram as suas expectativas a um nível mais realista dado o estádio
desenvolvimental do cliente.

30. Aumentar as Actividades com o Grupo de Pares (30)


A. Os pais foram apresentados com várias opções, como o escutismo, desporto,
música, etc, que podiam ajudar a potenciar a auto-estima do cliente, e eles foram
encorajados a envolvê-lo em pelo menos numa delas.
B. O papel das actividades extracurriculares na construção da auto-estima do cliente
foi explorado, identificando-se os aspectos positivos.
C. Os pais prosseguiram inscrevendo o cliente em mais actividades com o grupo de
pares.

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31. Identificar Oportunidades de ser Premiado pelos Pais (31)


A. Os pais foram assistidos na identificação de oportunidades em que podiam
aproveitar para premiar, reforçar e reconhecer as coisas positivas feitas pelo
cliente.
B. Os pais foram lembrados da importância do prémio, reforço e reconhecimento na
construção da auto-estima do cliente.
C. As oportunidades esquecidas de prémio, reforço e reconhecimento pelo cliente
foram apontados aos pais na sessão familiar.
D. Ambos, o cliente e seus pais relataram que a fTequência do prémio e
reconhecimento parental dos feitos do cliente aumentaram.

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DIXIE SUPERA OS SEUS MEDOS

Objectivos do exercício:

1. Elevar a auto-estima.
2. Identificar tarefas específicas ou actividades que possam ser executadas para
aumentar a auto-estima.
3. Reconhecer inseguranças pessoais que impeçam ou inibam novas tarefas ou de
adoptar actividades apropriadas à idade.
4. Diminuir a frequência de declarações que reflictam medo de falhar, rejeição ou
crítica.
5. Compreender os beneficios de ter alguém a acreditar em ti para te dar autoconfiança.

Trabalho adicional que pode ser aplicável a problemas com baixa auto-estima

- Ansiedade------------------------------------- Uma história ansiosa


- Baixa auto-estima ---------------------------- Três maneiras para te mudares
- Baixa auto-estima----------------------------- Jogo dos três desejos
- Pânico-fobia I Agorafobia ------------------ Maurício enfrenta o seu medo

Problemas adicionais para os quais este exercício pode ser útil

- Ansiedade
- Ansiedade de separação
- Fobia Social I Timidez
- Pânico-fobia I Agorafobia
- Enurese I Encoprese

Sugestões para realizar este exercício com o cliente

Este trabalho envolve a leitura da história "Dixie Supera os Seus Medos", uma
jovem pata que aprende a superar os seus medos e inseguranças de voar. Os pais ou
educadores são encorajados a ler a história à criança entre sessões terapêuticas. Depois
de ler a história, os pais ou educadores devem rever várias questões com a criança. Ao
responder às questões, espera-se que a criança identifique as suas próprias inseguranças.
Discuta as inseguranças com a criança para a ajudar a desenvolver estratégias (ex. auto-
diálogo positivo, reestruturação cognitiva, técnicas de relaxamento) para superar as suas
inseguranças. Ao desenvolver novas estratégias de coping, espera-se que a criança esteja
disposta a tentar novas tarefas ou a empenhar-se em actividades apropriadas para a
idade. Esta história foi criada para crianças com idades compreendidas entre os 5 e os
11 anos aproximadamente. Podes considerar útil usar a história com crianças mais novas
que são mais verbais e maduras no seu desenvolvimento ou com crianças mais velhas
que são menos verbais ou maduras.
INTRODUÇÃO

Instruções de leitura

A história, "Dixie Supera os Seus Medos", trata de uma jovem pata que aprende
a gerir os seus medos de voar. Dixie tem pouca autoconfiança e auto-estima, mas com
coragem e a ajuda de um amigo improvável, ele supera os seus medos e aprende a voar.

1. Contar histórias pode ser uma maneira útil de aproximação à criança para começar a
identificar as suas inseguranças ou a sua baixa auto-estima. Antes de ler a história
"Dixie Supera os Seus Medos" à criança, tenta criar uma atmosfera relaxante. Passa
alguns minutos a falar gentilmente com a criança. Familiariza-te com a história lendo-a
anteriormente. O que irá ajudar-te a ser mais animada ou espontânea nas tuas expressões
enquanto leres a história.

2. O propósito de ler a história "Di xie Supera os Seus Medos" é o de ajudar a criança a
identificar as suas inseguranças ou dúvidas que podem impedi-la de tentar novas tarefas
ou desempenhar actividades apropriadas à idade. É esperado que ao criar um novo
ambiente de apoio, a criança se sinta suficientemente confortável para falar das suas
inseguranças. Depois de ler a história, faz à criança algumas perguntas sobre as suas
inseguranças ou medos.
Segue-se uma lista das questões que podes considerar útil ao permitir à criança
identificar e debater as suas inseguranças ou medos. Estas questões são apresentadas
como guia. Sente-te a vontade para colocar outras questões que consideres mais
apropriadas a uma determinada criança. Não sintas que tens de colocar todas as
questões. Além do mais, é muito importante que sejas sensível à forma como a criança
responde à história ou questões. Regista quaisquer comentários dignos de menção que a
criança possa fazer nos espaços seguintes. Isto também vai ajudar a criança a partilhar
os seus receios ou inseguranças com o terapeuta na próxima sessão terapêutica. O
terapeuta, com a tua ajuda, pode ajudar a criança a encontrar meios de reduzir os seus
medos ou inseguranças para que ela possa começar a incorrer em alguns riscos
saudáveis.

1 - Do que tiveste medo de tentar no passado?

2 - De que tinhas medo que acontecesse se tentasses?


3 - Pensa nas vezes em que tiveste medo de tentar alguma coisa de novo, mas depois de
tentar de qualquer forma, acabaste por ser bem sucedida. Fala-me sobre algumas dessas
vezes.

4 - Como te sentiste depois de conseguir?

5 - Na história, a Dixie vê-se como sendo mais pequena e fraca do que os outros patos.
O que pensas ser a tua fraqueza! fragilidade?

6 - Dixie sentiu-se triste quando os outros patos troçaram dela. Podes lembrar-te de
algumas vezes em que outras crianças troçaram de ti? Como te sentiste quando eles
troçavam? Por favor, partilha os teus pensamentos e sentimentos sobre estas
experiências ..

7 - Que tarefas ou actividades tens vontade de tentar actualmente mas, talvez, tenhas
medo de o fazer?

8 - O que podes fazer para superar os teus medos ou preocupações?

9 - Quem pode ajudar-te através de encorajamento e acreditar em ti como Noel fez por
Dixie?
DIXIE SUPERA OS SEUS MEDOS

o Rio Indiana é um rio que corre fluentemente ao longo do Michigan do Norte,


ligando dois lindos lagos, o Lago Burt e o Lago Mullet. No Inverno, o rio corre
suavemente sob uma capa de gelo e neve. Às vezes, parece que os Invernos duram para
sempre no Michigan do Norte, mas a Primavera chega eventualmente. A Primavera é
uma estação excitante do ano porque traz nova vida. Os gansos canadianos e patos
selvagens voltam das suas terras das férias de Inverno e instalam-se na área do Rio
Indiana para construir as casas de Verão.

É aqui, nesta quieta comunidade ribeirinha que a família de uma pata amigável,
Claire, se instala cada ano. Claire anda sempre ansiosa para voltar para o Rio Indiana a
cada Primavera, mas este ano ela estava mais excitada que nunca. Este ano, ela iria ser
mãe. Claire pôs oito lindos ovos. Tomou conta dos seus ovos com muito amor e
cuidado, e quando todos os seus ovos estavam chocados, os seus vizinhos nadaram até
si para a felicitar por ter oito lindos patinhos. Foi um momento de orgulho para Claire.
Ela cuidou com atenção das suas crias e assegurou-se que tinham a quantidade
necessária de alimento. Os seus filhotes formavam um grupo vivo - cheios de energia.
Todos, com excepção do mais novo e mais pequeno patinho, tinham espírito
aventureiro, e Claire tinha de estar de olhos bem abertos para tomar conta deles. Mas
Dixie, a mais nova e mais jovem dos seus oito patinhos, permaneceu próximo de Claire.
Ela não se atrevia a ir muito longe porque tinha medo ser ferida por um dos inimigos
naturais dos patos, a raposa, texugo, ou falcão. A Dixie aprendeu a confiar na sua mãe
para arranjar muitas das suas refeições.

Todos os patos continuaram a crescer, e em breve chegou a altura da sua


primeira lição de voo. Claire ensinou aos seus filhos que era muito importante que
aprendessem a voar porque teriam de voltar para sul no Inverno. Um após um, os
irmãos e irmãs de Dixie fizeram as suas tentativas para aprender a voar. No início
esforçaram-se um bocadinho mas com o encorajamento e conselho da mãe, os patinhos
estavam todos a voar e a planar no ar no final do dia. Todos os patinhos, excepto Dixie.
Dixie disse à mãe que não estava preparada para voar porque não era tão grande ou forte
como os outros. Claire podia ver o medo nos olhos de Dixie e tentou tranquilizá-la.
Dixie recusou voar naquele dia, mas concordou em ter uma aula privada de voo com a
sua mãe no dia seguinte.

O dia seguinte chegou, e embora Dixie estivesse nervosa, sabia que teria de
cumprir a sua promessa de tentar aprender a voar. Dixie tentou quatro vezes e caiu de
cabeça todas as vezes. Na quinta tentativa, viu que estava a planar no céu. Voou cerca de
60 metros antes de se virar e gritar para a mãe: "Olha, mãe, estou a voar!". Mas, quando
voltou a cabeça, embateu num enorme ramo e caiu direita no chão. Aterrou sobre a sua
assa direita e gritou com dores. Claire voou imediatamente até junto de Dixie e pediu a
um dos seus outros filhotes para ir chamar o médico.
O médico veio o mais rápido possível. Era um homem sisudo que dava pelo
nome de Doutor Quack. O Df. Quack examinou Dixie com cuidado e preocupação.
Ficou por uns momentos parado e depois disse: "Bom, penso que ela vai ficar bem. Ela
tem uma ferida feia na asa direita, e irá precisar de descansar por algum tempo. Mas
penso que ela irá voar em breve". O Dr. Quack aconselhou Dixie a descansar a asa
durante uma semana, altura em que ele iria visitá-la de novo.
Quando o doutor voltou, uma semana depois, achou que estava tudo bem. Disse
à Dixie que ela podia voltar novamente a aprender a voar. A força de Dixie voltou, mas
infelizmente, a sua confiança não. Ela disse ansiosamente à sua mãe: ''Tenho medo de
voltar a ferir-me, além disso, não sou tão grande como os outros". Claire disse a Dixie
que ela teria de aprender a voar depressa porque teria de treinar as suas forças antes de
se dar início à longa viagem para sul, durante o Inverno. Dixie recusou aprender a voar
apesar dos apelos de sua mãe.
Os patos vizinhos do Rio Indiana viram que ela não voava e começaram a troçar
de Dixie. Um pato, chamado Thomas, parecia ter um prazer especial em arreliar Dixie.
Ele ria-se e dizia: "Nah nah nah nah!!! Dixie é uma medricas."

A brincadeira envergonhou Dixie, fazendo-a correr para se esconder dos outros


patos. Encontrou uma margem de rio isolada e subiu para uma rocha e começou a
chorar. "Nunca aprenderei a voar. Tenho demasiado medo.", murmurou. De repente, a
rocha começou a mexer-se sob os seus pés trémulos. Ela ficou surpreendida por ver que
na realidade estava em cima de uma tartaruga. A tartaruga olhou para a chorosa Dixie e
disse: "Olá, o meu nome é Noel e não pude evitar ouvir-te chorar".
Dixie desculpou-se: "Lamento ter-me sentado em cima de ti".
Noel respondeu: "Não há problema, não é a primeira vez que isso acontece, mas penso
que antes de aprenderes a voar, vais ter de começar a acreditar em ti".
Dixie começou a ficar aborrecida com a tartaruga e respondeu: "O que sabes tu sobre
voar, és só uma tartaruga".
Noel replicou: "Bom, é verdade, sou apenas uma tartaruga, mas eu sei que se não
arriscares, nunca conseguirás o que queres. Eu posso esconder-me sob a minha carapaça
e nunca sair. Dessa forma, ficarei segura de qualquer ataque de um texugo ou raposa,
que adorariam transformar-me em sopa de tartaruga, mas tenho de aventurar-me se
quero arranjar comida. Também gosto qe nadar no Rio Indiana e fazer amigos". A
tartaruga acrescentou: "Assim vês, eu tenho de arriscar para sobreviver e ter novos
amigos. Tu tens de arriscar-te a ficares ferida para aprenderes a voar".
Dixie escutava agora próxima de Noel e declarou tristemente: "Mas mesmo se eu tentar
aprender a voar, os outros patos vão rir-se de mim se não o fizer correctamente. Não
posso ouvir mais as suas provocações".
Noel respondeu: "Conheço um campo onde os patos raramente vão. Posso levar-te lá, e
vou ver-te enquanto praticas. Prometo que não vou rir-me de ti".
Dixie concordou encontrar-se com Noel na manhã seguinte, antes de os seus irmãos e
irmãs acordarem. Dixie tentou várias vezes, mas não conseguia. Quando Dixie
começava a ficar sem coragem, Noel encorajou-a: "Agora, agora, lembra-te do que
disse. Tens de acreditar em ti".
Dixie fechou os olhos e imaginou-se mentalmente a voar no ar. Sem perceber, ela
começou a bater as asas e afastou-se do chão. Foi levantada por um sopro de vento, e
antes de dar por isso, estava a 10 metros metros de altura. Noel gritou: "Tu consegues
Dixie, é só continuar a bater as asas". Dixie começou a bater as asas e gritou: "Não
posso acreditar, estou mesmo a voar! Tenho de ir mostrar à minha mãe. Noel, podes
dizer aos outros patos que aprendi a voar?"
Noel deixou o campo e correu o mais rápido que as suas pequenas e grossas
pernas o permitiam. Ela encontrou Thomas e disse alegremente: "Não vais adivinhar o
que aconteceu!" Thomas respondeu sarcasticamente: "Oh, diz logo, criatura de pés
rápidos. Mentes curiosas querem saber!"
Noel disse: "Podes não acreditar, mas Dixie aprendeu a voar". Thomas olhou
para Noel com descrença e disse: "Não, a Dixie é muito medricas. Só acredito depois de
ver com os meus próprios olhos".
Nessa altura, Dixie apareceu de cima e os seus irmãos e irmãs olharam e viram
que Dixie estava a voar. Eles juntaram-se-Ihe alegremente para lhe dar os parabéns.
Dixie passou o resto do dia a voar sobre o Rio indiana com os seus irmãos e irmãs.
Dixie passou o resto do Verão a fazer jogos no ar com os seus irmãos e irmãs e a
visitar a sua amiga Noel. A cada dia que passava Dixie tomava-se mais forte. O tempo
fresco chegou e as cores de Outono apareceram. Era agora altura para Dixie fazer a sua
primeira viagem para Sul. Sentiu-se um pouco nervosa, mas depois percebeu que iria ter
a sua família a voar com ela. Antes de sair, foi despedir-se de Noel. Encontrou a sua
amiga tartaruga a construir a sua casa na lama macia das margens do Rio Indiana. Ela
abraçou Noel e disse-lhe adeus. Noel deu a Dixie o melhor abraço que uma tartaruga
pode dar com as suas pequenas e grossas pernas. Noel desejou a Dixie tudo de bom e
disse: "Espero poder encontrar-te no próximo Verão". Dixie disse: "Oh, tenho a certeza
de que irei voltar. O Rio Indiana é o melhor local para passar o Verão, especialmente
com amigos como tu".
E sabes que mais? Dixie fez a viagem para a sua casa de Inverno, no sul.
Também voltou ao Rio indiana no Verão seguinte. Ela passou os dias de Verão a
apanhar comida, a rir e a brincar com os seus irmãos e irmãs e a sua boa amiga Noel.
APRENDE COM OS TEUS ERROS

Objectivos do exercício

1. Melhorar a auto-estima.
2. Reconhecer como o fracasso pode tomar-se numa valiosa experiência de
aprendizagem.
3. Identificar os passos que devem ser tomados para superar as falhas ou atingir os
objectivos desejados.
4. Identificar os factores que contribuíram para o fracasso da experiência.

Trabalho adicional que pode ser aplicável a clientes com baixa auto-estima

- Depressão n nn n_n Três Maneiras de Mudar o Mundo


- Baixa Auto-Estima ----------------------- Três Maneiras de te Mudares
- Baixa Auto-Estima __ n Jogo dos Três Desejos
- Perturbação da Linguagem! Discurso--- Canção de Shauna

Problemas adicionais que este exercício pode ajudar a resolver

- Depressão
- Ansiedade
- Fobia Social/Timidez
- Problemas de AprendizageD;1l Baixo Aproveitamento

Sugestões para realizar este exercício com o cliente

Neste trabalho, pede-se ao cliente para escrever sobre três experiências nas quais
ele/ela perderam ou falharam de alguma forma. Este trabalho dá ao cliente a
oportunidade de analisar como a experiência afectou os seus sentimentos sobre si
próprio. Fornece uma visão sobre a forma como o cliente lida com o fracasso. O
exercício é particularmente útil para clientes de reagem exageradamente a perdas ou
catastrofizam fracassos. Desafia o cliente a considerar como a experiência de fracasso
pode tomar-se numa valiosa experiência de aprendizagem. Espera-se que o cliente
também reconheça que embora possa falhar ou perder de vez em quando, ele é, apesar
disso, uma pessoa digna de respeito e afirmação.
Para clientes mais jovens com problemas de aprendizagem a parte escrita da
linguagem, constrói uma lista de ajuda de pessoas que possam ajudar, como o pai ou
outro adulto importante, o cliente a responder às questões.
APRENDE COM OS TEUS ERROS

Perder ou falhar não é divertido. Pode originar muitos sentimentos negativos


como tristeza, desapontamento, frustração ou fúria. Contudo, falhar faz parte da vida.
Todas as pessoas falham de vez em quando e até pode ser útil a longo prazo. Pela falha,
podes aprender com os teus erros ou a ganhares mais determinação para fazer melhor da
próxima vez. Lá porque falhas às vezes, isso não te torna menos importante ou especial.
Neste exercício, és convidado a escrever sobre três importantes alturas na tua
vida em que tenhas falhado. Pensa nessas experiências durante alguns minutos antes de
te sentares para escrever. Revê as seguintes questões antes de começares a escrever. Se
sentires que precisas de ajuda para responder a estas questões, podes pedir a um dos
pais, professor, outro adulto ou outra pessoa mais velha.
Por favor responde às seguintes questões. Escreve cada experiência de falha em
folhas diferentes. (Nota: O teu terapeuta vai dar-te três cópias desta folha). Lembra-te de
trazer estas folhas na tua próxima sessão terapêutica.

1. Descreve uma altura dolorosa em que sentiste que falhaste:

2. Como reagiste à experiência de falhar?

3. Na altura, como é que a experiência de falhar ter fez sentir contigo próprio?

4 - Que factores levaram ao fTacasso?


5 - Que aprendeste com a tua experiência de fracasso ou o que farias diferente se
tivesses de repetir a situação?

6 - Como é que a experiência pode tornar-te numa melhor pessoa?

7 - O que de bom pode resultar, ou poderá vir a resultar, de uma experiência de


fracasso?
TRÊS MANEIRAS PARA TE MUDARES

Objectivos do exercício

1. Elevar a auto-estima.
2. Aumentar a consciência de ser e maneiras de mudar no sentido de melhorar a
imagem própria.
3. Identificar passos que podem ser tomados para levar a mudanças positivas na vida.
4. Estabelecer ligação com o cliente nas fases iniciais da terapia.

Trabalho adicional que pode ser aplicável a clientes com baixa auto-estima

- Baixa Auto-Estima ----------------------------- Dixie Supera os Seus Medos


- Baixa Auto-Estima---m-------m--------------Aprende com os Teus Erros
- Baixa Auto-Estima ------------------------------Jogo dos Três Desejos

Problemas adicionais para os quais este exercício pode ser útil

- Depressão
- Ansiedade
- Perturbação do Comportamento / Delinquência
- Hiperactividade e Défice de Atenção
- Enurese / Encoprese

Sugestões para realizar este exercício com o cliente

Esta actividade pode ser utilizada muitas vezes na sequência do Jogo dos Três Desejos.
Como o Jogo dos Três Desejos, recomenda-se que esta actividade seja utilizada nas
primeiras etapas da terapia para ajudar no estabelecimento da relação com o cliente. A
actividade Três Maneiras Para Te Mudares pode ser utilizada com crianças que
apresentam uma variedade de problemas comportamentais e emocionais mas está
incluída nesta secção da baixa auto-estima pelo seu potencial de melhorar a auto-
imagem do cliente. Neste exercício, pede-se ao cliente para desenhar três desenhos
separados, entre as consultas, que reflictam três mudanças que gostaria de fazer em si
próprio. O cliente é instruído a trazer os desenhos na consulta seguinte para serem
processados com o mesmo. Na discussão dos desenhos, ajuda-se o cliente a identificar
maneiras de efectuar mudanças positivas em si próprio. A informação obtida neste
exercício pode também ajudar o cliente e o terapeuta a estabelecer claramente os
objectivos do tratamento.
TRÊS MANEIRAS PARA TE MUDARES

Esta actividade pode ser uma forma divertida para o teu terapeuta te conhecer
melhor. Aqui, és convidado a ser um artista criativo e desenhar desenhos de três
mudanças que gostarias de fazer em ti próprio. Tenta expressar o que realmente é
importante para ti, mas lembra-te também de relaxar e divertires-te quando estiveres a
desenhar as imagens.
Antes de te sentares para começares a desenhar, passa alguns minutos a pensar
nas mudanças que mais gostarias que acontecessem em ti próprio ou na tua vida. Podes
expressar o teu desejo de mudança em inúmeras formas diferentes. Algumas pessoas
querem desenvolver um talento, competência ou um interesse numa certa área. Por
exemplo, podem desenhar uma bailarina, um cantor, ou um jogador de futebol. Outras
pessoas podem escolher desenhar alguma coisa relacionada com a sua personalidade.
Por exemplo, algumas pessoas gostariam de se ver a controlar o seu temperamento, a
serem mais organizadas, ou a levar menos (ou mais) a sério a vida. Talvez gostarias de
mudar como te relacionas com as outras pessoas. Algumas pessoas podem escolher
desenhar imagens que mostrem que têm mais amigos, que sorriem ou riem mais vezes,
ou são mais amigos ou mais atenciosos. Finalmente, algumas pessoas podem expressar
os seus desejos de mudar alguma coisa na sua aparência pessoal.
Só existem algumas regras nesta actividade. Primeiro, pensa em três mudanças
diferentes que gostarias de fazer em ti próprio. Se não conseguires pensar em pelo
menos três, então fala com alguém que confies para desenvolveres algumas ideias.
Segundo, não utilizes quaisquer palavras escritas nos teus desenhos. Isto é porque o teu
terapeuta tentará adivinhar quais as mudanças que gostarias de fazer depois de trazeres
os teus desenhos na consulta seguinte. O teu terapeuta terá três hipóteses para adivinhar
quais são as mudanças desejadas. Se o teu terapeuta não conseguir adivinhar quais são
as mudanças que gostarias de fazer nas três tentativas, então poderás dizer a ele como
gostarias de mudar.
Depois de teres pensado nas mudanças que gostarias de fazer em ti próprio e as
teres listado abaixo, desenha-as em folhas brancas separadas. Lembra-te de trazer os
teus desenhos na tua próxima consulta, assim como as tuas respostas às seguintes
perguntas.
Faz uma lista das tuas três mudanças e das razões para teres seleccionado cada uma
delas. Pensa ainda sobre as maneiras de as outras pessoas saberem que tu mudaste.

1. A primeira mudança que gostarias de fazer é:

2. As razões porque gostaria de fazer esta mudança são:


3. Como saberão as outras pessoas que mudei? Que sinais lhes mostrarei? Como o meu
comportamento será diferente?

4. A segunda mudança que gostarias de fazer é:

5. As razões porque gostaria de fazer esta mudança são:

6. Como saberão as outras pessoas que fiz esta Segunda mudança? Que sinais lhes
mostrarei? Como o meu comportamento será diferente?

7. A terceira mudança que gostarias de fazer é:

8. As razões porque gostaria de fazer esta mudança são:

9. Como saberão as outras pessoas que fiz esta terceira mudança? Que sinais lhes
mostrarei? Como o meu comportamento será diferente?

Não mostres esta lista ao teu terapeuta antes de ele tentar


adivinhar quais são as tuas mudanças desejadas.
JOGO DOS TRÊS DESEJOS

Objectivos do exercício:

1. Aumentar a capacidade para identificar e expressar as necessidades.


2. Identificar as etapas que devem ser realizadas para satisfazer as necessidades.
3. Estabelecer uma relação com o terapeuta nas etapas iniciais da terapia.

Trabalho adicional que pode ser aplicável a clientes com baixa auto-estima

- Baixa Auto-Estima ----------------------------- Dixie Supera os Seus Medos


- Baixa Auto-Estima ----------------------------- Aprende com os Teus Erros
- Baixa Auto-Estima ----------------------------- Três Maneiras de te Mudares

Problemas adicionais para os quais este exercício pode ser útil

- Depressão
- Ansiedade
- Perturbação do Comportamento / Delinquência
- Oposicional Desafiante
- Enurese/ Encoprese

Sugestões para realizar este exercício com o cliente

o Jogo dos Três Desejos é uma actividade divertida que pode ser utilizada nas
primeiras etapas da terapia para estabelecer a relação com o cliente. Esta actividade
pode ser utilizada com crianças que estão a experienciar uma variedade de problemas
comportamentais ou emocionais, mas foi incluída nesta secção da baixa auto-estima
pelo seu potencial de ajudar o cliente a elevar os sentimentos de si próprio. Neste
exercício, o cliente é solicitado a desenhar três imagens separadamente, entre as sessões
terapêuticas, que reflictam os seus próprios desejos. O cliente é instruído a trazer os
desenhos na sessão terapêutica seguinte para serem processados.
Avalia-se quão realistas ou atingíveis são os desejos do cliente. Se o cliente
produziu uma imagem que identifica os seus interesses ou potenciais talentos, então ele
deve ser encorajado em prosseguir as etapas para o desenvolvimento desses interesses
ou talentos. Por exemplo, se uma criança expressa um desejo de ser uma estrela do
futebol ou um músico, então ele deve ser encorajado a entrar numa equipa de futebol de
colegas da mesma idade ou a rrequentar aulas de música. Por outro lado, não se deve
desencorajar ou considerar a tarefa um rracasso se o cliente desenha um desejo
inatingível ou baseado apenas na fantasia. Por fim, o exercício proporciona ao cliente a
oportunidade de expressar ou identificar as suas necessidades individuais. Este jogo
também pode ser incorporado na sessão terapêutica.
JOGO DOS TRÊS DESEJOS

o Jogo dos Três Desejos é uma actividade divertida que pode ajudar o teu terapeuta a
conhecer-te melhor. Aqui, tens a oportunidade de ser um artista e desenhar imagens dos
teus três desejos mais importantes. Passa alguns minutos a pensar no que gostarias mais
de desenhar, mas sobretudo, lembra-te de relaxar, divertires-te e seres tu próprio.

I. Imagina, com o fim de te divertires, que te foram concedidos três desejos, e podes
desejar qualquer coisa de qualquer parte do mundo. Talvez desejes algo especial ou
um bem material. Podes desejar ir a um lugar especial na terra ou no universo. Da
mesma forma, podes desejar concretizar algum feito especial sozinho ou com outra
pessoa. Por outro lado, podes escolher gastar um ou mais desejos noutra pessoa.
Deves pedir um desejo para alguém que realmente gostes, como um pai, irmão, avô,
amigo ou alguém da tua escola ou da tua turma.

2. Existem apenas duas regras nesta actividade. Primeiro, tens apenas três desejos. Não
podes usar um dos desejos para pedires mais desejos. Segundo, deves desenhar algo
que represente cada desejo. Não podes utilizar quaisquer palavras escritas nos teus
desenhos para expressar os teus desejos. Isto porque o teu terapeuta tentará
adivinhar o que realmente desejas depois de trazeres os teus desenhos na sessão
terapêutica seguinte. O teu terapeuta terá três hipóteses para adivinhar cada um dos
teus desejos. Se o terapeuta não conseguir adivinhar cada desejo, então poderás
dizer-lhe o que desejas que se tome realidade.

3. Lista quais são os teus três desejos e as razões pelas quais seleccionaste cada um nos
espaços seguintes. Não mostres esta lista ao teu terapeuta antes de ele tentar
adivinhar cada um dos teus desejos. Depois desenha cada um dos teus desejos em
folhas de papel separadas.

1. O meu primeiro desejo é:

2. As razões por este desejo:

3. O meu segundo desejo é:


4. As razões por este desejo:

5. O meu terceiro desejo é:

6. As razões por este desejo:


Qualidades Positivas

Às vezes não reconhecemos as nossas boas qualidades nem os


nossos méritos. Há pessoas que ficam aborrecidas se os outros
reconhecem e elogiam os seus valores. Uma coisa é estar todo o dia a
vangloriar-se, dizendo a todo o mundo o muito têm, sabem ou valem,
e outra coisa é ocultar ou negar o bom e o mérito que têm.

Pensa em algumas coisas boas que tens e fazes, e completa as frases seguintes:

1. Sou bom filho (a) porque _

2. Sou bom estudante porque _

3. Sou bom amigo porque _

4. Uma boa qualidade minha que os outros valorizam é _

5. Sinto-me orgulhoso daquela vez que _

6. Uma coisa que podia melhorar e que ainda não tentei é _

7. O melhor que penso de mim é _

És capaz de fazer muitas coisas. De certeza, mais boas que más. Não vejas só as más.
o CARTAZ

Tenta descrever-te através de desenhos, frases, palavras ou coisas que se


refiram a ti mesmo.

<l
EU, NO MEU MELHOR

Imagina que vais fazer uma campanha publicitária sobre ti.

1° Anúncio: Imagina um anúncio (desenho, frase, slogan) para convencer os outro~


como és um bom amigo, como seria estupendo para eles conhecer-te.

2° Anúncio: Também queres dar-te a conhecer, por isso escreve ou desenha nestas
camisolas algo que indique como és, do que gostas, o que valorizas ...
A Família de

1. Que pessoas fonnam a tua família? _

2. Quais são as mais importantes para ti? _

3. O que mais gostas na tua família? _

4. O que mais gostas de fazer quando está toda a família reunida? _

5. Conta alguma história bonita que se passou em tua casa. _

6. Estás contente com família que tens?


O Muito DBastante O Regular o Pouco LMuito Pouco

7. Sentes vergonha de alguém ou por algo que sucedeu na tua família? Podes contá-lo?

És tão importante para a tua família como ela é para ti. Não duvides. A tua família
depende de ti.
CONFIAR EM MIM

1. Consideras-te uma pessoa em quem se pode confiar? Porquê?

2. Os teus pais confiam em ti?


O Muito DBastante O Regular o Pouco [JV1uitoPouco

3. Em que notas que confiam em ti? Dá alguns exemplos: _

4. Que fazes para ganhar a confiança dos teus amigos?


1° 2° 3°

5. Conta uma experiência em que demonstraste que eras digno de


confiança _

Se queres que os outros confiem em ti, tens que merecer a sua confiança. A confiança se
ganha com o trabalho bem feito e a obrigação cumprida.
Dizer Não É Importante

Com frequência, os outros dizem-nos para


fazermos ou deixarmos de fazer coisas ou influencia-
nos na maneira de nos comportarmos.
Algum amigo pode dizer-te para fumares
beberes ou roubes algo. Pode pedir-te algo que tu nã<
queres emprestar ou que vás a algum sítio que nã<
deves ir. Quer que faças asneiras ou que enganes o:
teus pais. Pode propor-te fazer coisas que não estás d<
acordo.
Muitas vezes não sabes que fazer. E custa-te muito dizer não, sobretudo am
amIgos.

1. Os teus companheiros e amigos influenciam o que fazes ou desejas fazer?


O Muito DBastante O Regular O Pouco [!v1uito Pouco

2. Recordas alguma ocasião em que fizeste algo que não querias por não te atrevestes a
dizer não a alguém? O que aconteceu?

3. As pessoas também nos influenciam para que façamos coisas boas, por
exemplo _

4. Conta alguma situação em que influenciaste alguém.

5. como fazes para dizer não a alguém, sobretudo a um amigo, que te pede que digas ou
faças algo que achas que não deves fazer? _

Mesmo que muitas vezes recebamos elogios das pessoas, temos de estar preparados
para os comentários negativos e as críticas.
SOU CAPAZ

Sou o mais pequeno da minha casa. A minha innã


tem 16 anos e o meu innão 14. Acabei de fazer 11 anos e
hoje estou contente porque convidei os meus innão para ir
ao cinema com o dinheiro que acabei de receber.
Encarreguei-me de tudo: fui buscar o panfleto do
cinema, ajudei a escolher o filme, trouxe os bilhetes e
paguei os gelados. Os meus innãos deixaram-me organizar
e decidir.
Já em casa, a minha innã comentou com os meus
pais como fui bom em tudo. Ela pensava que era uma
menino pequeno e muito protegido, mas mudou de opinião.
Senti-me muito contente e satisfeito com o comentário. Os
11 anos assentam-me bem. Mas penso ser capaz de fazer
mais coisas do que aquelas que imaginei.

1. És decidido para fazer e organizar coisas e tomar decisões?


O Muito DBastante O Regular O Pouco [Muito Pouco

2. Acontece-te o mesmo que o menino da história? És mais capaz do que os outros


pensam? Diz algumas dessas capacidades.
A. B. C _

3. Preferes que os outros decidam e organizem por ti? Porquê?

4. Que coisas eras capaz de fazer, mesmo que os teus pais e professores não saibam ou
não acreditem?
A. B. c

Temos mais qualidades e valores do que parece, mas não o demonstramos porque não
tivemos oportunidade para fazê-lo. O menino da história teve essa oportunidade e
demonstrou-o.
QUE SABES FAZER SOZINHO?

Os pais de Miguel estão sempre a vigiá-lo


Controlam tudo o que ele faz e tem de pedir autorizaçã(
para fazer coisas que parecem de um bebé. Migue
apercebeu-se que os pais dos seus amigos não são assim
mas não se atreve a protestar nem a desobedecer, porque;
lhe davam um sermão de primeira. Queria fazer muita5
coisas sozinho sem que seus o repreendam, mas não sabe como explicar-lhes o que se
passa.

1. Que podia fazer Miguel? _

2. Indica algumas coisas importantes que os teus pais te deixam fazer sozinho.
A. B. C _

3. Que coisas não te deixam fazer e que gostarias, porque já te sentes capaz?
A. B. C

4. Podes fazer sozinho alguma destas coisas? Sim - Não

Comprar um bilhete para viajar fora da tua aldeia ou cidade


Escolher os livros de leitura que mais gostas
Escolher a roupa que te favorece
Tomar os medicamentos que o médico mandou
Ir ao cinema com os amigos
Ir de uma parte da cidade a outra apanhando algum
meio de transporte
Andar à vontade na zona onde vives
Preparar alguns pratos de comida
Limpar e arrumar a tua casa
Organizar uma pequena festa com os amigos
o orgulho dos meus pais

Rita chegou a casa da escola muito contente. A sua mã(


notou logo e perguntou-lhe porque estava tão contente. Rita contOl
que a sua professora a elogiou perante toda a turma por ser uma bm
companheira, que ajuda os outros e por ser muito responsável.
Todos os seus companheiros a aplaudiram e ela emocionou-st:
muito. Gostou muito do que aconteceu e tinha vontade de continua!
a ser aSSIm.
A mãe está muito orgulhosa da sua filha. Em casa também
ajuda muito em tudo, e especialmente a sua irmã pequena, mesmo
que às vezes seja preguiçosa, porque só pensa em jogar.

1. Os teus pais estão orgulhosos de ti?


D Muito DBastante D Regular D Pouco eMuito Pouco

2. Quais são as coisas de que mais se orgulham de ti?


A. --------------------------------
B. --------------------------------
C.

3. Mereces que o teu professor(a) diga coisas parecidas com as que disse a professora
de Rita? Que qualidades achas que deveria destacar?

A., _
B.
C. _

4. Há algum companheiro ou companheira da tua turma que mereça um aplauso de


todos? Que fazem para merecê-lo? Dá um exemplo.


SENTIR VERGONHA

A mãe de André ficou sem azeite e como está na hora de fazer a


comida pediu-lhe para ir depressa ao supermercado da esquina e o
compre. Como André tem muita vergonha de ir comprar, amua, até que a
sua mãe se fartou e o obrigou a ir.
André comprou o azeite e de volta a casa apercebe-se que não
custou assim tanto, inclusive se sentiu orgulhoso de ter ajudado a sua
mãe e pensa que se repetir muitas vezes estas compras seguramente se
acostumará e também poderá ajudar em casa.

1. Acontece-te o mesmo como a André? Escreve algumas coisas que te dá muita


vergonha fazer pelo que podem pensar as outras pessoas.

A. C.

B. D.

2. Como se pode vencer a vergonha?

A. B. c.

3. Deixaste de fazer coisas que te interessavam muito por causa da vergonha? Conta
algum caso que te tenha acontecido.

4. Faz um plano para superar essa dificuldade. Pode ajudar-te o exemplo do André:

Tenho vergonha de fazer compras à loja.


Para superá-lo farei o seguinte: durante uns dias vou comprar o jornal, depois o pão e a
seguir outras coisas que fazem falta em casa. Ao fim de uns dias, estarei habituado e não
terei vergonha em ir fazer compras.
Pensamentos Negativos, Fora!

Joana pensa que os seus companheiros não lhe


ligam nenhuma. Por isso está sempre na defensiva.
Qualquer coisa que digam ou façam interpreta mal, o que
lhe traz muitos problemas. Quando tem de relacionar-se
com meninos ou meninas da sua idade passa maus
bocados.
Aqui está uma lista de pensamentos que estão
sempre a passar pela cabeça da Joana. Acontece-te o
mesmo?

Põe um x na opção correspondente.

Passa pela minha cabeça que ... Quase Algumas Quase


Sempre Vezes Nunca

1. Todos se metem comigo


2. Os outros ignoram-me
3. Riem-se de mim
4. Saem comigo por interesse
5. Ninguém se importa comigo
6. Têm inveja de mim
7. Quase nunca me convidam
para saIr
8. Não simpatizam comigo
9. Penso que não gostam de mim

1. Que podes fazer para te libertares dos pensamentos negativos?

A. c.
B. D.
o Valor das Palavras

As pessoas falam uma com as outras e dizem muitas


coisas. Umas vezes fazem comentários agradáveis que fazem
sentir bem os outros, gostam de os ouvirem, outras dizem
palavras e frases que aborrecem muito, que doem e fazem
sofrer.
Todos gostamos que gabem o que fazemos, as coisas
que temos e as nossas qualidades. Anima-nos. Mas, quando
nos dizem coisas desagradáveis ou nos atiram à cara as nossas
falhas e defeitos sentimo-nos doridos e desanimados.
Pensa na importância que tem uma palavra agradável. Se sabemos utilizar bem
as palavras na relação com os outros, será mais fácil fazer amigos e sentimo-nos muito
melhor.

1. Escreve algumas palavras ou frases agradáveis e desagradáveis que costumas dizer.

Agradáveis: _

Desagradáveis: _

2. Pode-se dizer que és uma pessoa amável e educada? _

3. Disseram-te alguma vez palavras que te aborreceram tanto que nunca maIS
esqueceste? Queres contá-lo?

4. Escreve algum comentário que te fizeram alguma vez e que te lembres porque
gostaste e te animou.
As Minhas Reacções

Este exercício é uma ocasião para conheceres como reages em momentos diferentes.
Escolhe em cada caso a resposta que indique melhor a tua reacção. Se nunca te
aconteceu algo parecido, imagina como reagirias se te acontecesse.

1. Quando as coisas te saem mal:


A. Aborreço-me.
R É igual para mim, será para a próxima.
C. Preocupo-me em melhorar.
D. Penso que sou inútil.

2. Quando tens um problema ou dificuldade:


A. Espero que passe com o tempo.
R Enfrento o problema até resolvê-lo.
C. Deixo-o, não quero preocupações.
D. Espero que me ajudem.

3. Quando anseias muito algo e não o consegues:


A. Aguardo, o que se vai fazer.
R Já não quero saber dele.
C. Tenho pena e entristece-me.
D. Proponho-me a tentá-lo de novo.

4. Quando jogas e perdes:


A. Aceito o resultado.
R Dá-me muita raiva.
C. Não me importa perder.
D. Proponho-me a ganhar na próxima vez.

5. Quando te corrigem sem teres culpa:


A. Queixo-me e protesto aborrecido.
R Calo-me e aguento.
C. Digo que não fui eu.
D. Tento esclarecer as coisas.

6. Quando os adultos prometem algo e não o cumprem:


A. Fico desiludido.
R Digo e exijo que o cumpram.
C. Desconfio deles na próxima vez
D. Calo-me por medo, ainda que sinta raiva.
Dar-me bem com os outros

Relacionar-se bem com as pessoas que nos


rodeiam é algo muito importante na vida. Já observaste
que alguns meninos têm muita facilidade para
entenderem-se bem com todo o mundo. Parece que têm
uma arte especial. A outros custas-lhes muito e não
conseguem. Não são más pessoas, só não sabem como
agir quando estão com os outros.

1. Já observaste que qualidades têm as pessoas que sabem relacionar-se bem?

A. c.
B. D.

2. Porquê alguns meninos têm problemas em relacionarem-se e entenderem-se com os


da sua idade? Escreves algumas possíveis causas.

A. C.

B. D.

3. Como te dás com as pessoas que te rodeiam?

D Muito DBem D NonTIal DMal

4. Nas tuas relações com os outros ...

A. Quais são as tuas principais qualidades? 1. _

2.

B. E os teus principais defeitos? 1.

2.
Ajudando os Outros

Mário tem uma perna doente, sobre a qual só se pode apoiar-se. Quando vai de
um sítio para outro não pode levar muito peso. Ontem estava na biblioteca e queria levar
uns livros para a sua casa, já que gosta muito de ler e escrever contos e histórias.
Susana, sua vizinha, acompanhou-o e trouxe-lhe os livros. Mário ficou muito
agradecido, porque graças a ela pôde fazer o que mais gosta: ler. Por sua vez, Susana
está muito contente porque se sente útil ajudando.

1. Em que podes ser útil aos teus companheiros?


A. B. c

2. Ajudaste algum nos últimos dias? Em que ajudaste?


A. B.

3. Necessitas algumas vezes dos outros? Em que precisas de ser ajudado?

4. Em que podias ajudar na tua sala de aula? Põe vários exemplos.


ÚLTIMOS ÊXITOS

Hoje vais recordar algumas das coisas que melhor fi~este ultimamente e das que te
sentiste muito satisfeito.

1. Com os teus companheiros.

A.

B.

C.

2. No trabalho de casa.

A.

B.

C. _

3. Na tua família.

A.

B.

C.

4. O melhor de tudo foi: