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1- INTRODUÇÃO

- 1.1 Apresentação do comando MC16


- 1.2 Informações sobre o manual
- 1.3 Especificação do pedido

2- RECEBIMENTO E VERIFICAÇÕES PRELIMINARES


- 2.1 Embalagem
- 2.2 Recomendações
- 2.3 Identificações

3- INSTALAÇÃO DO ARMÁRIO
- 3.1 Características mecânicas
- 3.2 Dimensões
- 3.3 Fixação

4- DESCRIÇÃO DOS COMPONENTES DO COMANDO:


- 4.1 Identificação dos componentes
- 4.2 Fontes de alimentação
- 4.3 Placa de comando MC16
- 4.4 Interfaces de segurança
- 4.5 Interfaces de acionamento
- 4.6 Placas de temporização
- 4.7 Placas de indicador digital e setas
- 4.8 Resistências / Reatancias
- 4.9 Bornes de ligação

5- INSTALAÇÃO ELÉTRICA DO COMANDO:


- 5.1 Entrada de força
- 5.2 Conexão do fio terra
- 5.3 Ligação do motor de tração
- 5.4 Ligação do freio
- 5.5 Circuito de emergência
- 5.6 Circuito de Segurança
- 5.7 Limites de poço
- 5.8 Botoeira de inspeção
- 5.9 Botoeira de chamado
- 5.10 Seletor 1 velocidade / 2 velocidades
- 5.11 Operador de Porta
- 5.12 Saídas adicionais (auxiliares)
- 5.13 Fiação de Poço

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6- COLOCAÇÃO EM FUNCIONAMENTO

- 6.1 - Operação em manual / inspeção


- Verificação da segurança
- Abertura do freio
- Verificação dos limites / seletor
- Verificação dos sinais de porta / operador
- Verificação dos botões de chamado
- Ligação do ventilador/ rampa magnética
- Movimentação do elevador

6.2 - Operação em automático


- Reinicialização
- Sentido de viagem do carro
- Pulo do seletor para 1 velocidade
- Pulo do seletor para 2 velocidades
- Atendimento seletivo na descida
- Atendimento coletivo na subida e descida

7- CARACTERÍSTICAS DE FUNCIONAMENTO (SOFTWARE)


- 7.1 Estacionamento preferencial
- 7.2 Seleção de andares par / impar
- 7.3 Atendimento de chamado na subida
- 7.4 Cancelamento de chamados falsos (CCF)
- 7.5 Operação de emergência em incêndio (OEI)
- 7.6 Proteção do motor de porta
- 7.7 Proteção do motor de tração
- 7.8 Reabertura de porta pelo botão de pavimento (EXPO)
- 7.9 Corte do tempo de espera
- 7.10 Cancelamento de botão preso
- 7.11 Ventilador para o motor de tração ou cabine
- 7.12 Barreira infravermelha / fotocélula
- 7.13 Sinal de elevador preso (SEP)
- 7.14 Sinal de porta de pavimento aberta (PA)
- 7.15 Sinal de aproximação ou chegada da cabine no pavimento (gongo eletr.)
- 7.16 Abertura da porta de cabine somente na zona de nivelamento
- 7.17 Reinicialização automática no retorno da energia elétrica
- 7.18 Parada de emergência em viagem
- 7.19 Reconhecimento de falhas no funcionamento
- 7.20 Funcionamento com pesador de cargas

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8- FUNÇÕES ESPECIAIS
- 8.1 Operação independente
- 8.2 Operação em duplex
- 8.3 Serviço de ascensorista
- 8.4 Botoeira codificada (SENHA)

9- ESTADO DE FUNCIONAMENTO / CÓDIGO DE FALHAS


ER FØ
RE F1
MA F2
EM F3
P.A F4
NF F5
EP F6

10- PROGRAMAÇÕES DISPONÍVEIS

11- SINALIZADORES E ACESSÓRIOS (OPCIONAIS)


- Setas (modelos)
- Indicadores Digitais (modelos)
- Sinalizadores Sonoros
- Sensores Eletrônicos
- Acessórios

12- ESQUEMA ELETRICO PADRÃO (DESCRIÇÃO)


- Folha 1 Folha 4
- Folha 2 Folha 5
- Folha 3 Folha 6

13- IDENTIFICAÇÕES DO COMANDO MC16


- 13.1 Nomenclatura
- 13.2 Simbologia
- 13.3 Visualização rápida das ligações do painel

14- CUIDADOS NA INSTALAÇÃO E INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA

15- CUIDADOS NA CONSERVAÇÃO / MANUTENÇÃO

16- ASSISTÊNCIA TÉCNICA

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1 – INTRODUÇÃO:

1.1 APRESENTAÇÃO DO COMANDO MC16:

Utilizando-se de tecnologia de ponta e do que há de melhor em circuitos computadorizados, a ADDTECH


desenvolveu o MC16, um sistema de controle Eletrônico completo aplicável aos mais variados tipos e
marcas de elevadores existentes. O comando eletrônico MC16 pode ser utilizado em elevadores de 1 ou 2
velocidades para edifícios de até 24 andares com atendimento seletivo na descida ou até 16 andares com
atendimento seletivo na subida e descida. Pode também ser utilizado com operação em duplex (controle de
dois elevadores em conjunto). O Comando MC16 tem como características principais a agilidade e a
versatilidade nas programações, aliados a facilidade e a simplicidade na sua instalação, tornando-o ideal
para modernizações, reformas ou novas instalações de elevadores.

1.2 INFORMAÇÕES SOBRE O MANUAL:

Este manual foi elaborado com o propósito de fornecer ao Cliente, as informações básicas necessárias para
a correta aplicação do produto, apresentando de forma objetiva as principais etapas de instalação do
comando desde a especificação do pedido até os ajustes finais do equipamento no elevador. Os capítulos
foram descritos de forma seqüencial para oferecer ao instalador uma importante fonte de consulta durante a
instalação do equipamento.
É recomendável que o instalador leia atentamente todos os tópicos descritos neste manual, para se
familiarizar com as características de funcionamento do comando eletrônico MC16, antes de iniciar a
instalação do painel.

NOTA: O departamento de Engenharia da ADDTECH, trabalha continuamente no aperfeiçoamento


tecnológico de seus produtos para oferecer aos seus clientes, produtos de vanguarda e serviços de
qualidade. Para tanto a empresa se reserva o direito de promover mudanças de ordem técnica que
eventualmente poderão refletir em alguns tópicos descritos neste manual.
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1.3 ESPECIFICAÇÕES DO PEDIDO
Para orçamento e fabricação do produto, serão necessários algumas informações com as principais
características do Elevador onde o comando será instalado. Para tanto a ADDTECH possui formulário
próprio onde o cliente deverá preencher com tais informações. Esse formulário é fornecido ao cliente
através de FAX, e-mail ou através das correspondências que são enviadas freqüentemente.
Nesse formulário o cliente deverá informar:
- O nome da Empresa, o nome do responsável pelo pedido ou orçamento, o nome do Edifício ou alguma
referência sobre a obra, etc.
- A quantidade de quadros que estão sendo solicitados.
- A tensão da rede onde será instalado o comando.
- O número de pavimentos que possui o Edifício e as respectivas denominações das paradas;
- O tipo de motor, máquina de tração, modelo e marca do elevador;
- A potência em HP ou CV do motor de tração, se há resistências de alta e baixa, etc.
- Informar se o comando é para acionamento convencional (AC) ou com VVVF;
- Quando utilizado com inversor de freqüência (VVVF), informar a velocidade do elevador em metros por
minuto (M/M) e a corrente nominal do motor.
- O tipo de portas de pavimento, se há rampa mecânica ou magnética; etc.
- O tipo ou o modelo do operador de porta e como ele é acionado;
- O tipo de seletor utilizado no Elevador ou pelo qual será substituído;
- O tipo de freio da máquina e qual tensão de funcionamento,
- O tipo de botoeira utilizada no Elevador ou pela qual será substituída;
- Informar se há setas nos demais pavimentos, se utilizam lâmpadas ou led´s e qual a tensão de
funcionamento ou modelo utilizada;
- Informar se serão adicionados indicadores digitais, qual o modelo e a quantidade que serão utilizados;
- Informar se é necessário saídas adicionais para ventilador, renivelamento manual, sinal de carro preso,
gongo eletrônico, etc.
- Informar se irá trabalhar com funções especiais como Duplex, Triplex, operação independente, botoeira
com senha, etc.
- Informar como serão entregues os comandos e / ou os indicadores digitais.
Certifique-se que todas as informações necessárias estão sendo passadas de maneira clara e completa.
Qualquer particularidade ou característica especial deve também ser informada antes da fabricação do
comando.
Qualquer fornecimento não incluso no orçamento / proposta do quadro de comando será considerado
fornecimento adicional, sujeito a aprovação da ADDTECH e aos eventuais reflexos em custos e prazos de
entrega.
Em caso de dúvidas ligue para ADDTECH, estaremos a disposição para quaisquer esclarecimentos.

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2- VERIFICAÇÕES PRELIMINARES / RECEBIMENTO
2.1 EMBALAGEM:
O comando MC16 é fornecido e embalado com caixa de papelão padronizado. Na parte externa dessa
embalagem existe uma etiqueta de identificação com as mesmas informações da etiqueta interna do quadro.
Confira as informações contidas nesta etiqueta antes de abrir a caixa de papelão.
2.2 RECOMENDAÇÕES:
Retire o comando MC16 de sua embalagem e verifique se o mesmo não foi danificado durante o transporte.
Observe se as placas eletrônicas e demais componentes estão perfeitamente fixados no armário e se os
chicotes de ligações estão encaixados nos seus respectivos conectores.
Verifique se dentro do armário há o esquema elétrico de ligações e se o mesmo corresponde ao quadro
especificado (recebido).
Os acessórios solicitados (sensores, imãs, IPDS) normalmente são embalados e entregues juntamente com o
armário de comando. Confira seus modelos, quantidades e se estão de acordo com os solicitados no pedido.
OBS.: Em alguns casos os acessórios são despachados separadamente, verifique se o solicitante determinou
a entrega antecipada de algum modelo ou se o mesmo foi enviado diretamente ao fabricante de botoeiras.
2.3 IDENTIFICAÇÕES:
Todos os comandos ADDTECH possuem uma etiqueta de identificação fixada na parte interna superior do
armário. Essa etiqueta é formada pelos seguintes campos de informações:
A) CLIENTE: O nome da empresa responsável pela aquisição do equipamento.
B) EDIFÍCIO: O nome do edifício, condomínio ou alguma referência da obra onde será instalado o
equipamento.
C) ENDEREÇO: Endereço ou localização da referida obra.
D) REFERÊNCIA: Informações abreviadas das principais características do equipamento.
Ex.: 10P 7,5 HP 2V 220V RA + RB

Refere - se a resistência (alta e baixa veloc.)


Refere - se a tensão da rede (220Vac)
Refere - se ao tipo de motor (2 velocidades)
Refere - se a potência do motor (7,5 HP)
Refere - se ao número de paradas (10 paradas)
E) DATA: É a data de liberação para entrega ao cliente. Essa é a data válida para prescrição da
garantia do produto após os 12 meses subsequentes.

IMPORTANTE: A ADDTECH deverá ser informada imediatamente caso algum problema for
encontrado durante as verificações preliminares, para que sejam efetuadas as correções necessárias
antes da completa instalação do equipamento no Edifício.
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3- INSTALAÇÃO DO ARMÁRIO

3.1 CARACTERÍSTICAS MECÂNICAS:


Os comandos ADDTECH são montados em armários de aço padronizados com pintura eletrostática e
proteção contra umidade nível IP54.Possui borrachas de vedação contra pó e anilha de ventilação nos
extremos do armário. Essas anilhas devem ser retiradas sempre que o armário for instalado em local mal
ventilado, para se evitar a condensação de umidade e para liberação dos gases provocados por
centelhamento elétrico (chaveamento dos contatores).
Todos os modelos utilizam armários com abertura de porta frontal para direita (Padrão Mundial) e flange de
acesso para entrada da fiação pela parte inferior do armário.
NOTA: Armário com abertura de porta para esquerda, somente como pedido especial (fora do padrão)
sujeito a acréscimo de custo e disponibilidade de fornecimento.

3.2 DIMENSÕES:

3.3 FIXAÇÃO:
O armário do comando pode ser fixado diretamente na parede da casa de máquina ou cavaletes feitos com
cantoneiras de ferro para fixação central.
Para uma boa visualização dos componentes do painel pelo montador sugerimos utilizar as seguintes
medidas para fixação do armário:
QUANDO FIXADO DIRETAMENTE NA PAREDE: Manter altura mínima de 80 cm e máxima de
1,10 cm medido do piso da casa de máquina até a base do armário.
QUANDO FIXADO EM CAVALETE CENTRAL: Manter altura mínima de 60 cm e máxima de 90
cm medido do piso da casa de máquina até a base do armário.

ATENÇÃO:
Para fazer os furos de fixação do armário, proteja os componentes internos do comando das limalhas
de ferro e rebarbas durante a furação. Partículas metálicas podem provocar sérios danos aos
contatores. Procure furar pela parte traseira do armário, evitando retirar a placa de montagem
interna para não danificar acidentalmente, algum componente do Quadro de Comando.
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4 – DESCRIÇÕES DOS COMPONENTES DO COMANDO
4.2 FONTE DE ALIMENTAÇÃO:
O comando MC16 possui 3 fontes de alimentação formada por transformadores monofásicos e placas de
retificadores.
Utiliza uma tensão de 12 Volts para alimentação da placa de comando e indicadores digitais e uma tensão
de 24 Volts para circuitos de segurança, poço, seletor e também para iluminação dos botões de chamados.
Quando utilizado em elevadores acima de 16 paradas, a tensão dos circuitos de segurança, portas e trincos
passa a ser de 42Vdc, para compensar eventuais perdas de tensão.
Utiliza também uma tensão entre 50 e 125 Volts para alimentação da bobina do freio e rampa magnética
(quando houver) e é selecionada diretamente nos terminais do transformador de acordo com o modelo de
freio utilizado.

- PLACAS PRT:
MODELO PRT-04

Conector CH1:
- Bornes 1 e 2 = entrada alternada da fonte de (24Vac)
- Bornes 4 e 5 = entrada alternada da fonte de (12Vac).

Conector CH2:
- Bornes + / ov (esq.) = saída retificada da fonte (24Vdc)
- Bornes ov / + (dir.) = saída retificada da fonte (12Vdc)

LD1 = Led indicador 24V ok


LD2 = Led indicador 12V ok

MODELO PRT-02

Conector CH1:
- Bornes 1/3 = Entrada alternada da fonte de freio
(50 a 125Vac).

Conector CH2:
- Bornes 1/3 = Saída retificada da fonte do freio
(50 a 125Vdc).

LD1 = Led indicador tensão do freio ok.

• A substituição dos fusíveis devem ser feitas por outros de mesmo valor.
“Nunca utilize pedaços de fio de cobre no lugar do fusível.”

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4.3 PLACA DE COMANDO MC16:
É a placa principal do comando. Ela é responsável por todas as funções relacionadas ao funcionamento do
elevador. Por essa placa chegam todos os sinais provenientes dos botões de chamado, limites de poço,
contatos de segurança, seletor, etc, para que sejam monitorados, analisados e transmitidos através de
interfaces isoladas, aos componentes operacionais do comando. (Contatores do motor de tração, operador de
porta, bobina de freio, sinalizadores, etc.)

MODELOS:

- MC16P-02

- MC16P-03

- MC24P-01

CARACTERÍSTICAS (TENSÕES DE FUNCIONAMENTO):


Alimentação (conector VCC): utiliza 12Vdc para o regulador interno que abaixa essa tensão até 5 Vdc
para alimentar o controlador principal, a memória de programação e os demais drivers de acoplamento de
sinais.
Utiliza 24Vdc para a alimentação positiva das varreduras de chamados e iluminação dos botões.

Sinais de poço (conector LIM): utiliza tensão positiva 24Vdc proveniente dos limites de extremos, fins de
curso, contatos de segurança, seletor, etc.

Chamados de cabine e pavimentos (conector BT): utiliza tensão positiva 24Vdc proveniente das
varreduras de saída da placa.

Led`s de cabine e pavimento (conector LD): utiliza tensão negativa (∅V) para acendimento dos
respectivos Led´s das botoeiras de chamado.

Acessórios (conector AUX): possuem entradas e saídas negativas para setas, IPD´S e saídas auxiliares.

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CONECTOR BT:

B1 Leitura dos botões dos pavimentos 1-9-17


B2 Leitura dos botões dos pavimentos 2-10-18
B3 Leitura dos botões dos pavimentos 3-11-19
B4 Leitura dos botões dos pavimentos 4-12-20
B5 Leitura dos botões dos pavimentos 5-13-21
B6 Leitura dos botões dos pavimentos 6-14-22
B7 Leitura dos botões dos pavimentos 7-15-23
B8 Leitura dos botões dos pavimentos 8-16-24

CONECTOR LD:

L1 Saída para os Led´s dos pavimentos 1-9-17


L2 Saída para os Led´s dos pavimentos 2-10-18
L3 Saída para os Led´s dos pavimentos 3-11-19
L4 Saída para os Led´s dos pavimentos 4-12-20
L5 Saída para os Led´s dos pavimentos 5-13-21
L6 Saída para os Led´s dos pavimentos 6-14-22
L7 Saída para os Led´s dos pavimentos 7-15-23
L8 Saída para os Led´s dos pavimentos 8-16-24

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CONECTOR LIM:

LI Limite de parada inferior: Acionado não permite que o carro se movimento no


sentido de descida. Serve para informar a placa o início de contagem de pavimentos.

LS Limite de parada superior: Acionado não permite que o carro se movimento no


sentido de subida. Informa a placa o limite máximo de contagem dos pavimentos.

Contato de porta de pavimento: Informa a placa de comando se há alguma porta de


PP pavimento aberta ou se algum contato de emergência foi interrompido. Estando
fechado permite o fechamento da porta de cabine quando há chamado registrado.
Quando aberto em movimento, interrompe imediatamente o funcionamento do
elevador.

Limite de porta de cabine aberta: Informa a placa de comando que a porta de cabine
LPA está totalmente aberta ordenando o desligamento imediato do operador de porta
(desliga chave PA).
Limite de porta de cabine fechada: Informa que todos os contatos de segurança e
PC emergência estão fechados, permitindo a partida do elevador. Quando aberto em
movimento, interrompe imediatamente o funcionamento do elevador.

Limite de corte de velocidade alta: Quando acionado não permite a partida do


LA elevador em alta velocidade ou ordena o imediato desligamento do motor de alta
passando o elevador para baixa velocidade se o mesmo já estiver em movimento. O
led LA da placa só é aceso, quando uma chave de direção é acionada (S ou D).

Sinal de seletor: Informa a placa de comando que o elevador está recebendo sinal
CK do sensor do seletor. Provoca a mudança do indicador de posição e a troca para
velocidade de nivelamento (baixa) quando coincidir com o pavimento em que há
chamado registrado.

CP Sinal de parada: Informa a placa de comando o momento de desligar o motor de


baixa quando iniciado o atendimento da chamada.

EME Sinal de emergência: Monitora a malha de limites e contatos de emergência do


elevador.

RES Entrada reserva: Sem função.

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CONECTOR CH

S Liga a interface para acionar a chave S (subida)


D Liga a interface para acionar a chave D (descida)
A Liga a interface para acionar a chave A (Alta velocidade)
B Liga a interface para acionar a chave B (baixa velocidade)
PA Liga a interface para acionar a chave PA (Abrir a porta da cabine)
PF Liga a interface para acionar a chave PF (Fechar a porta da cabine)
R1 Saída reservada para acionar a chave VNT (Ventilador )
R2 Saída reservada para acionar a chave RM (Rampa magnética)

CONECTOR AUX:

O OEI: Informa a placa que está ativada a operação de emergência.


M MANUAL: Informa a placa que está ativada a operação manual.
I/P Entrada externa: Par / impar (MC16-02) – I/RX Entrada Duplex (MC16-03)
-
D/C Saída programável (sem função).
B Saída para contator de segurança (SG). Somente para VVVF.
A Saída para gongo eletrônico ou sinal de carro preso.
SS Saída para setas de subida. Somente Led´s.
SD Saída para setas de descida. Somente Led´s.

CONECTOR VCC

C3 Geral de botões e Led´s de cabine (17 ao 24).


P3 Geral de botões e Led´s de pavimento (17 ao 24).
TX Saída de comunicação para indicadores digitais
C1 Geral de botões e Led´s de cabine (1 ao 8).
C2 Geral de botões e Led´s de cabine (9 ao 16).
P1 Geral de botões e Led´s de pavimento (1 ao 8).
P1 Geral
P2 Geral de botões e Led´s de pavimento ( 9 ao 16).
+ Alimentação 24Vdc da placa de comando.
+ Alimentação 12Vdc da placa de comando.
- Alimentação
4.4 INTERFACES negativa da placa ØV.
DE SEGURANÇA:
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- PLACA EM - Placa de emergência, monitora a linha de
emergência através do relê EM. Esse relê mantém – se operado
se os limites de fim de curso, contato do regulador de
velocidade, botão de emergência, contato do relê térmico e
contato do relê FIF, estiverem todos fechados. Com relê EM
energizado deverá acender o led EME na placa de comando.

PLACA PFIF – Placa de proteção contra a falta ou inversão de

alguma fase da rede (Somente para 220Vac). Se as três fases

estão presentes no borne (R,S,T) e se a seqüência das fases

estão corretas, o Led monitor da placa deve acender com brilho

normal indicando que o relê FIF está energizado fechando os

contatos dos bornes (C, NA).

Se o Led monitor estiver apagado, ou aceso com pouca intensidade é sinal que o relê FIF não está ligado.
Neste caso proceda da seguinte forma:
1º) Com um multímetro de boa qualidade e na escala de tensão alternada (VAC), verifique se não falta uma
das fases nos bornes R, S, T.
2º) Se as três fases estão presentes e o relê FIF não liga, então inverta qualquer duas das fases do borne (R
com S) ou (S com T) ou ainda (T com R), para acertar a seqüência das fases na entrada.
3º) Caso a falha do relê ainda persista, gire o potenciômetro de sensibilidade para esquerda ou para a direita
até o ponto em que o relê FIF opere (Led monitor totalmente aceso).
Obs.: Se no momento da partida do elevador, notar-se que o Led monitor apaga ou o relê FIF desliga, ajuste
novamente o ponto de sensibilidade do potenciômetro.

NOTA: Em alguns casos pode-se encontrar redes de energia elétrica com desbalanceamento de fases,
oscilações na rede, ou interferências de linha quase imperceptíveis mas que provocam um mal
funcionamento do relê FIF. Para esses casos informar a ADDTECH para que se proceda as
modificações necessárias.
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4.5 INTERFACES DE ACIONAMENTO:

PLACA PIP: Placa de interface de potência. Essa placa é

formada por 4 módulos semicondutores AC (tiristores) que

acionam as bobinas dos contatores do Quadro de Comando

(normalmente 220 Vac). Cada módulo possui um Led monitor

devidamente identificado, que acende quando o contator

correspondente estiver energizado.

PLACA PRL: Placa de relês. Essa placa é composta por 4 relês

de 24 Vdc com contatos de 10 Amp, é utilizada quando se

necessita acionar tensões DC ou AC independentes do circuito

do comando como setas com lâmpadas, ILH, circuito auxiliar

de segurança, etc. Cada relê possui uma etiqueta que identifica

sua função na placa.

4.6 PLACA DE TEMPORIZAÇÃO:

PLACA PTP (TRB – TRA): Essa placa possui 2 conjuntos de

temporizadores independentes com potenciômetros para ajuste

da temporização. É utilizada normalmente para acionar as

chaves de resistência de alta e baixa velocidade, onde se

necessita de um pequeno intervalo de tempo após a partida do

elevador ou após a troca de velocidade.

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4.7 PLACA DE INDICADOR DIGITAL:

PLACA PIDS: Placa de indicador de posição digital. Essa placa é


parte integrante do comando MC16, é incorporada ao conjunto
frontal da botoeira de inspeção no Quadro de Comando para se
obter informações sobre o funcionamento do elevador tais como:
Estado de operação (manual, emergência, reinicialização, etc.)
Movimentação do elevador (números dos andares durante o
percurso em automático) ou ainda o código das principais falhas
ocorridas. Possui também setas indicando a existência de
chamados e o sentido de viagem do elevador.

PLACA – SETA: Placa auxiliar para setas, usadas quando acionar


setas de pavimento com lâmpadas (12V / 3W). A placa de
comando MC16 possui saídas negativas preparadas apenas para
acender setas com Led´s, sendo o geral de setas um sinal positivo
de 12V ou 24Vdc.

OBS.: Quando utilizar setas com Led cujo geral é sinal negativo,

informar a ADDTECH para que seja preparado uma saída auxiliar

para essa condição.

PLACA - 35: Placa auxiliar de pequeno tempo, usada no circuito

do freio para evitar o fechamento das sapatas na troca da

velocidade alta para a baixa velocidade.

O relê 35 é acionado inicialmente por contato da chave de alta e

permanece ligado por 1 segundo após o desligamento dessa chave,

tempo suficiente para que a chave de baixa já esteja acionada,


mantendo a bobina de freio ligada.

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4.8 REATÂNCIAS / RESISTÊNCIAS:
O comando MC16 permite a utilização de reatâncias ou resistências inseridas no circuito do motor de
tração, para diminuir o pico de corrente de partida e consequentemente suavizar a saída e a troca de
velocidade da máquina de tração.O padrão Addtech é utilizar reatãncias para motores de até 15CV.
As resistências ou reatâncias são fornecidas de acordo com a potência do motor onde serão aplicadas e seus
valores podem ser ajustados no local de instalação para se obter uma melhor performance do conjunto de
tração (motor e máquina).
Além do valor Ôhmico (no caso de resistências) ou da indutância (no caso de reatores), pode – se ajustar
também o tempo em que as resistências vão atuar no circuito, até que sejam eliminados pelas chaves de
curto de resistências (RA – para resistência de alta e RB – para resistência de baixa).
O tempo de atuação são ajustados na placa temporizadora TRA e TRB respectivamente.
- para diminuir o tempo, girar o potenciômetro no sentido anti – horário.
- para aumentar o tempo, girar o potenciômetro no sentido horário.
O conforto na partida do elevador e na troca de velocidade variam de uma máquina para outra, porém com a
inclusão de resistências ou reatâncias no acionamento do motor, podemos obter uma sensível melhora no
desempenho do conjunto motor e máquina de tração.
A seguir, daremos uma orientação para os ajustes das resistência / reatâncias.

- AJUSTE DE REATÂNCIA DE PARTIDA (ALTA)


A reatância de partida (RA), vem ajustada de fábrica em um valor intermediário (40% a 50% do valor total).
Normalmente esse valor já é suficiente para um bom desempenho do elevador, no entanto deve-se fazer
alguns testes práticos para essa verificação:
- Dê a partida no elevador e observe se com este ajuste padrão tem uma arrancada suave mas com força
suficiente para movimentar a cabine com carga . Se satisfeita esta condição então regule o potenciômetro
TRA para limitar o tempo de atuação da reatância (normalmente entre 0,5 segundos e 1,5 segundos).

1º caso: Se o motor teve força na partida mas a arrancada não foi suave, então aumente a reatância de
partida, gradativamente. (Ver desenho)

2º caso: O motor não teve força na partida com a reatância ajustada (só conseguiu sair após a entrada da
chave RA), então deve – se diminuir a reatância de partida gradativamente. (Ver desenho)
OBS.: É importante observar que o ajuste escolhido satisfaça as condições de partida nas duas direções.
Esse ajuste varia de um elevador para o outro e depende da sensibilidade do operador que está ajustando o
elevador.

ATENÇÃO: A manipulação dos cabos ligados as reatâncias, devem ser feitas com o quadro de
comando e a chave geral desligados.
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- AJUSTE DA REATÂNCIA DE TROCA DE VELOCIDADE (BAIXA).
Da mesma forma que a reatância de alta, a reatância de baixa também vem com o mesmo ajuste padrão de
fábrica, e deve-se fazer os testes práticos para verificação:

1 – Com o elevador em automático, faça um chamado e observe o comportamento da cabine durante a troca
de velocidade alta para a velocidade baixa. Observe se o motor teve uma troca suave, sem deslize excessivo
e com força suficiente para nivelar a cabine. Se satisfeita essa condição, então regule o potênciamento TRB
para limitar o tempo de atuação da reatância (Normalmente entre 0,5 segundo e 1 segundo). Essa regulagem
depende da velocidade do elevador e deve garantir a que a chave RB atue antes da parada do elevador.

1º) caso: A troca de velocidade foi muito brusca (tranco), mas o elevador teve força na velocidade baixa
para nivelar a cabine, então aumente a reatância de baixa gradativamente. (Ver desenho)

2º) caso: A troca de velocidade teve muito deslize (o motor só conseguiu segurar a cabine após a entrada da
chave RB), então diminua a reatância gradativamente. ( Ver desenho)

OBS.: É importante observar que o ajuste escolhido satisfaça as condições de troca de velocidade nas duas
direções.
Em todos os casos deve-se ajustar também o tempo de entrada da chave RB, verificando qual é o melhor
tempo para a atuação dessa chave.
Esse ajuste varia de um elevador para o outro e depende da sensibilidade do operador que está ajustando o
elevador.

CARACTERÍSTICAS DOS REATORES (RA E RB):

As saídas de 0 a 90 referem-se a porcentagem do valor total da


reatância.
Para se conseguir o valor desejado, basta subtrair a saída de
menor valor usado da saída de valor maior.
Ex.: Ajuste padrão ADDTECH:
Saídas usadas – 60 e 20
Valor percentual conseguido => 60 – 20 = 40%

20
TABELA DE VALORES POSSÍVEIS DE AJUSTE:

SAÍDAS USADAS VALOR

10 0 10% ➾Menor valor possível


20 0 20%

90 60 30%

60 20 40%

60 10 50%

60 0 60%

90 20 70%

90 10 80%

90 10 90% ➾Maior valor possível

DETALHE DOS BORNES:


Os bornes de saídas dos reatores estão dispostos
na seqüência indicada no desenho e identificados
com as letras X, Y, Z. Qualquer mudança nas
saídas para se conseguir novos valores (ver
tabela), deve-se mover as três linhas ao mesmo
tempo, respeitando a seqüência para não inverter
nenhum dos cabos de ligação.
Obs.: Os bornes identificados com a mesma
letra, pertence ao mesmo enrolamento interno do
reator conforme o desenho da figura abaixo.

ESQUEMA ELÉTRICO EQUIVALENTE (REATOR):

21
CARACTERÍSTICAS DAS RESISTÊNCIAS (RA / RB / RP):
• As resistências são utilizadas somente para motores com potência acima de 15 CV
Quando solicitado no pedido, a ADDTECH poderá fornecer o conjunto de resistências para a partida (RA),
troca de velocidade (RB) ou resistência para o operador de porta (RP).
As resistências devem ser instaladas externamente na lateral ou na parte superior do quadro de comando.
Devem ser fixadas adequadamente com suportes metálicos presos nas partes isoladas do tubo e com
espaçamento mínimo que permita boa ventilação para dissipar o calor.
Fig. 1 Fig. 2 Fig. 3

Anel de Ajuste

- AJUSTES DAS RESISTÊNCIAS:


O valor Ôhmico das resistências dependem do tipo e da potência do motor do elevador e podem variar entre
0,5 ohm a 3,5 ohms com dissipação entre 500 e 1000 Watts.
O ajuste do valor ôhmico da resistência é feito através do anel central, como mostra a figura 2. Para
obtermos o valor mínimo devemos move-los na direção do terminal (B). Observar as orientações de ajuste
das reatâncias, descritas na página ___ (Ajustes das reatâncias).

- LIGAÇÃO DAS RESISTÊNCIAS NO QUADRO DE COMANDO:


O comando MC16 possui bornes de ligação específicos para a ligação das resistências. Esses bornes estão
identificados conforme desenho abaixo:

Obs.: As letras A e B correspondem aos

terminais de cada tubo de resistência.

Saídas para RA Saídas para RB


Resistência de alta. Resistência de baixa.

ATENÇÃO: Após ligados no Quadro de Comando, os terminais das resistências permanecem


energizados. O instalador não deve toca-los ou encosta-los em qualquer parte metálica do Quadro. Os
ajustes devem ser feitos com o Quadro de Comando e a chave geral desligados.
22
5- INSTALAÇÃO ELÉTRICA DO COMANDO.

5.1 ENTRADA DE FORÇA:


O comando MC16 é alimentado através de rede trifásica ligada diretamente nos terminais L1, L2, L3 do
relê de proteção térmica (RT). A tensão da rede deve ser a mesma tensão especificada no pedido. Para os
cabos de ligação podem ser utilizados fios rígidos ou flexíveis e sua bitola deve ser adequada a potência do
motor especificado. Os cabos de ligação devem vir da chave seccionadora (geral) instalada na casa de
máquinas, contendo fusíveis de ação retardada tipo NH cuja amperagem de atuação devem atender a tabela
abaixo:

5.2 CONEXÃO DO FIO TERRA:

A placa de montagem interna do armário de comando possui em uma das extremidades, um parafuso
roscado onde deve ser conectado um fio de ligação ao terra com bitola mínima de 4mm². Esse fio deverá ser
ligado no condutor de proteção ao terra existente no quadro de distribuição da casa de máquinas.
“Atenção: Não confundir ou utilizar o condutor neutro como o terra”.
Assim como o armário do comando, a carcaça do motor de tração também deverá estar aterrada no mesmo
condutor

5.3 LIGAÇÃO DO MOTOR DE TRAÇÃO:


O motor de tração é ligado diretamente nos terminais dos contatores (A) e (B).

T1, T2, T3 Para o enrolamento do motor de alta velocidade


T11, T12, T13 Para o enrolamento do motor de baixa velocidade
A bitola dos cabos de alimentação do motor deve atender a tabela abaixo.
A corrente nominal do motor deve estar compreendida na faixa de ajuste do relê térmico.
Potência do Amper. do Faixa de ajuste do Bitola do cabo de Bitola do cabo do
motor fusível R.T. entrada motor
3,0 CV 25 A 8-12 A 2,5 mm² (min.) 1,5 mm² (min.)
5,0 CV 35 A 11 - 17 A 4,0 mm² (min.) 2,5 mm² (min.)
7,5 CV 50 A 15 - 23 A 6,0 mm² (min.) 4,0 mm² (min.)
10,0 CV 63 A 22 - 32 A 6,0 mm² (min.) 6,0 mm² (min.)
12,5 CV 100 A 30 - 46 A 10,0 mm² (min.) 6,0 mm² (min.)
15,0 CV 100 A 30 - 46 A 10,0 mm² (min.) 10,0 mm² (min.)

• Tabela orientativa para partida de motores em AC 3 / 220V / 4 pólos / 60 HZ.

IMPORTANTE: Certifique – se de que os cabos estão fixados firmemente nos respectivos terminais
dos contatores. Essa verificação deve ser feita freqüentemente pelo conservador. Cabos mal apertados
ou frouxos provocam aquecimento e o desligamento intermitente do relê térmico ou ainda a queima
do contator e fiação do motor. Utilize preferencialmente cabos flexíveis com terminais crimpados nas
extremidades para uma melhor conexão nos bornes dos contatores.

25
5.4 LIGAÇÃO DO FREIO:
O acionamento da bobina do freio é feito pelos contatos das chaves de direção (S) ou (D) e das chaves de
velocidade (A) ou (B). Um relê auxiliar de freio (35) é utilizado para se evitar o desligamento momentâneo
da bobina durante a troca de velocidade.

Freio com bobina DC:


A bobina de freio deve ser ligada nos bornes B1, B2 do quadro de comando. A tensão do freio deve ser
especificada no pedido, porém o comando MC16 possui transformador com diferentes tensões de saída que
poderão ser mudadas pelo instalador para melhorar o acionamento do freio.

Freio com motor trifásico:


Quando utilizado freio motor, deve ser ligado nos bornes FR1, FR2, FR3 do Quadro de Comando.

OBS.: Em alguns casos, o freio é ligado juntamente com o motor de tração. Para essa aplicação a ligação
deve ser feita como indicada no esquema de ligação do fabricante da máquina.

5.5 CIRCUITO DE EMERGÊNCIA:


Neste circuito são inseridos os componentes que atuam em situações de emergência do elevador.
Esses componentes devem ser ligados nos bornes correspondentes no Quadro de Comando:

LCS / LCD Limites de fim de curso superior e inferior: ligados em série nos bornes 51 – 52.

Esses limites só devem atuar caso o elevador ultrapasse os limites de nivelamento nos extremos.

RG / LFC Limite do reg. de veloc. e/ou fita seletora: ligados em série nos bornes 71 – 72.

Esses limites ou contatos devem atuar caso o elevador ultrapasse a velocidade nominal licenciada.

BEM / PAP Botão de emergência e/ou porta de acesso ao poço: ligados nos bornes 91 – 92.

Faz parte do circuito de emergência, o contato do relê térmico (RT) e o contato do relê FIF, que já estão
incorporados ao comando.

A ATUAÇÃO DE QUALQUER UM DESSES DISPOSITIVOS DEVERÁ PROVOCAR A PARADA IMEDIATA DO


ELEVADOR.

26
5.6 CIRCUITO DE SEGURANÇA:
Juntamente com o circuito de emergência, esse circuito completa a segurança do elevador. É composto
pelos componentes que são atuados constantemente durante a utilização do elevador. Devem ser ligados nos
bornes correspondentes do quadro:

• PP Contatos de porta de pavimento: ligados em série nos bornes P19 – P20

• CT Contatos de trinco de portas: ligados em série nos bornes P21 – P27

• PC Contato de porta de cabine fechada: ligado nos bornes P2 – P22

LPA Contato ou limite de porta de cabine aberta: ligado nos bornes P7 – P8

PO Botão para reabertura de porta: ligado nos bornes PO – PO

•A atuação de qualquer um desses dispositivos deverá provocar a parada imediata do elevador.


O conservador deve verificar freqüentemente se todos os componentes de emergência e segurança estão
atuando perfeitamente no comando eletrônico. Deve – se verificar também se algum item de segurança
interno do comando não está operando, ou opera com funcionamento irregular. Caso não seja possível
solucionar o problema, favor entrar em contato com a ADDTECH.

5.7 LIMITES DE POÇO:


O Comando MC16 necessita de 02 (dois) limites de parada nos extremos:

LFD Limite de parada final de descida: Ligado nos bornes 61 – 62


LFS Limite de parada final de subida: Ligado nos bornes 59 - 60

Esses limites definem o nivelamento da cabine nos extremos e impedem o movimento do elevador no
sentido em que estão acionados.

Limites de corte da velocidade alta (somente para 2 velocidades)


O comando MC16 necessita de 02 (dois) limites para a limitação da velocidade alta nos extremos:

LSA Limite de corte de alta na subida: Ligado nos bornes 67 – 95

LDA Limite de corte de alta na descida: Ligado nos bornes 67 – 97

Esses limites determinam o desligamento da chave de alta velocidade (A) na aproximação da cabine aos
extremos do poço, informando a placa de comando o momento de ligar a chave de baixa velocidade (B).

IMPORTANTE: O elevador só poderá ser liberado para uso, se todos os dispositivos de emergência e
segurança estiverem funcionando corretamente.

27
5.8 BOTOEIRA DE INSPEÇÃO:
O comando MC16 possui botoeira de inspeção incorporada ao comando, mas permite também a utilização
de botoeira de inspeção externa.
A botoeira do Quadro está localizada na parte central a direita do armário e possui 04 chaves de
acionamento e um visor com indicador digital (ver figura 1).
Descrição dos botões:

Serve para transferir a operação do comando de modo automático. (Chave na


CHAVE A/M
posição A) para modo manual (chave na posição M).

Com o comando em manual, o botão S serve para movimentar o elevador no


BOTÃO S:
sentido de subida.

Com o comando em manual, o botão D serve para movimentar o elevador no


BOTÃO D:
sentido de descida.

O botão R serve para resgatar as mensagens de falhas registradas pela placa de


comando.Com o comando em manual ao pressionar o botão R, imediatamente o
BOTÃO R:
display localizado na botoeira começa a piscar, mostrando os códigos das cinco
últimas falhas registradas. Voltando a chave para posição automático a placa de
comando apaga as falhas registradas automaticamente, iniciando um novo ciclo de
registros. (* Disponível em apenas alguns modelos de comando).

“VISUALIZAÇÃO DO FRONTAL DA BOTOEIRA INTERNA”.

28
A botoeira de inspeção externa pode ser ativada através de uma chave tipo liga / desliga inserida
nos bornes 245 - 246 do quadro de comando.
• Botão de subida: deve ser ligado no borne MS.
• Botão de descida: deve ser ligado no borne MD.
• Comum dos botões (geral): deve ser ligado no borne MG.
Para garantir uma operação com maior segurança, é aconselhável adicionar um botão de desarme (BSEG)
com contatos normalmente fechados (NF) em série com o comum dos botões de subida e descida (fig 1)
para o caso de haver alguma falha nesses botões. Outro botão de emergência deve também ser inserido nos
bornes 91 –92 do quadro de comando, provocando a parada imediata do elevador quando acionado.

LIGAÇÃO DA BOTOEIRA DE INSPEÇÃO EXTERNA:

BEM = Botão de Emergência

BSEG = Botão de Segurança

BS = Botão de Subida

BD = Botão de Descida

MAN = Chave automática / manual externa

* Ligar borne AM com 0V somente quando o Quadro for operado em


manual sem a placa de comando.
Em funcionamento normal, o borne AM deve estar desligado.

- Mesmo em operação manual, o elevador só irá se movimentar se todas as condições de segurança


estiverem satisfeitas. Se necessário movimentar o elevador sem que os dispositivos de segurança
estejam devidamente ligados no comando, deve-se fechar os respectivos bornes descritos nos tópicos
6.4, 6.5 e 6.6.

ATENÇÃO: Esse procedimento obriga o instalador a operar o elevador com o máximo de cuidado,
pois os sistemas de segurança estarão “anulados”.

29
5.9 BOTOEIRA DE CHAMADO:
O comando MC16 permite utilizar qualquer modelo de botão de chamado, desde que acionado por contatos
(NA) como micro-switch, push-boton, etc. A placa de comando está preparada para botões iluminados com
led´s. Nos casos em que os botões utilizarem lâmpadas, a ADDTECH deverá ser informada para adicionar
uma placa de interface de saída para lâmpadas 12V. (Com acréscimo de custo).

VC/VP = Geral dos botões e led´s de chamado.


C = Linha de retorno dos botões.
L = Linha de retorno dos led´s.

COMANDO PARA UTILIZAÇÃO C/ ATENDIMENTO SELETIVO NA DESCIDA (ATÉ 24 PARADAS)

VC1 Geral dos botões e led´s chamados de cabine do andar 1 ao 8


VC2 Geral dos botões e led´s chamados de cabine do andar 9 ao 16
*VC3 Geral dos botões e led´s chamados de cabine do andar 17 ao 24
VP1 Geral dos botões e led´s chamados de pavimento do andar 1 ao 8
VP2 Geral dos botões e led´s chamados de pavimento do andar 9 ao 16
*VP3 Geral dos botões e led´s chamados de pavimento do andar 17 ao 24

C1 Retorno dos botões de chamados (Cab./Pav.) dos andares 1-9-17


C2 Retorno dos botões de chamados (Cab./Pav.) dos andares 2-10-18
C3 Retorno dos botões de chamados (Cab./Pav.) dos andares 3-11-19
C4 Retorno dos botões de chamados (Cab./Pav.) dos andares 4-12-20
C5 Retorno dos botões de chamados (Cab./Pav.) dos andares 5-13-21
C6 Retorno dos botões de chamados (Cab./Pav.) dos andares 6-14-22
C7 Retorno dos botões de chamados (Cab./Pav.) dos andares 7-15-23
C8 Retorno dos botões de chamados (Cab./Pav.) dos andares 8-16-24

L1 Retorno dos led´s (Cab./Pav.) dos andares 1-9-17


L2 Retorno dos led´s (Cab./Pav.) dos andares 2-10-18
L3 Retorno dos led´s (Cab./Pav.) dos andares 3-11-19
L4 Retorno dos led´s (Cab./Pav.) dos andares 4-12-20
L5 Retorno dos led´s (Cab./Pav.) dos andares 5-13-21
L6 Retorno dos led´s (Cab./Pav.) dos andares 6-14-22
L7 Retorno dos led´s (Cab./Pav.) dos andares 7-15-23
L8 Retorno dos led´s (Cab./Pav.) dos andares 8-16-24

30
COMANDO PARA UTILIZAÇÃO C/ ATENDIMENTO NA SUBIDA E DESCIDA (ATÉ 16 PARADAS)

VC1 Geral dos botões e led´s dos chamados de cabine do andar 1 ao 8


VC2 Geral dos botões e led´s dos chamados de cabine do andar 9 ao 16
*VC3 Geral dos botões e led´s dos chamados de pavimento subida do andar 1 ao 8
VP1 Geral dos botões e led´s dos chamados de pavimento subida do andar 9 ao 16
VP2 Geral dos botões e led´s dos chamados de pavimento descida do andar 1 ao 8
*VP3 Geral dos botões e led´s dos chamados de pavimento descida do andar 9 ao 16

C1 Retorno dos botões de chamados (Cab./Pav.) dos andares 1-9


C2 Retorno dos botões de chamados (Cab./Pav.) dos andares 2-10
C3 Retorno dos botões de chamados (Cab./Pav.) dos andares 3-11
C4 Retorno dos botões de chamados (Cab./Pav.) dos andares 4-12
C5 Retorno dos botões de chamados (Cab./Pav.) dos andares 5-13
C6 Retorno dos botões de chamados (Cab./Pav.) dos andares 6-14
C7 Retorno dos botões de chamados (Cab./Pav.) dos andares 7-15
C8 Retorno dos botões de chamados (Cab./Pav.) dos andares 8-16

L1 Retorno dos led´s (Cab./Pav.) dos andares 1-9


L2 Retorno dos led´s (Cab./Pav.) dos andares 2-10
L3 Retorno dos led´s (Cab./Pav.) dos andares 3-11
L4 Retorno dos led´s (Cab./Pav.) dos andares 4-12
L5 Retorno dos led´s (Cab./Pav.) dos andares 5-13
L6 Retorno dos led´s (Cab./Pav.) dos andares 6-14
L7 Retorno dos led´s (Cab./Pav.) dos andares 7-15
L8
L8 Retorno dos led´s (Cab./Pav.) dos andares 8-16

33
5.10 SELETOR 1 VELOCIDADE / 2 VELOCIDADES:

O comando MC16 permite utilizar diversos tipos de dispositivos seletores como: molas, fitas seletoras,
sensores eletrônicos, sensores magnéticos, etc..., desde que acionados por contatos normalmente abertos
(NA). Os bornes de ligação dos seletores estão identificados como:

Borne CS Deve ser ligado o seletor de corte de alta velocidade de subida.


Borne CD
Borne CD Deve ser ligado o seletor de corte de alta velocidade de descida.
Borne CP Deve ser ligado o seletor de parada (corte de baixa veloc. subida e descida).

Na pag. (___), temos um exemplo de ligação de seletor de 1 velocidade. Podemos observar a posição
correta da colocação dos sensores magnéticos ou rampas metálicas e a distribuição dos imãs ou molinhas no
percurso do poço. Podemos verificar também as posições corretas de colocação dos limites de extremos
superior e inferior.

Analogamente na página (___) temos o exemplo para seletor de 2 velocidades.

• PULO DE SELETOR PARA 1 VELOCIDADE / 2 VELOCIDADES.


Para elevadores de 1 ou 2 velocidades, a cada impulso gerado pelo seletor de subida (CS), o comando
incrementa em 1 (uma) unidade o indicador digital de pavimentos, sendo que a contagem máxima é limitada
pelo limite de parada superior (LFS). Esse limite sempre que acionado corrige automaticamente a posição
programada para o pavimento superior.
Para o sentido de descida, o impulso é gerado pelo seletor de descida (CD) e o indicador digital é
decrementado em 1 (uma) unidade a cada impulso. O limite mínimo de contagem é determinado pelo limite
de parada inferior (LFD) que também corrige automaticamente a posição programada para o pavimento
inferior.
O seletor de parada (CP) é utilizado somente em elevadores com 2 velocidades. O impulso gerado por esse
seletor não altera o número mostrado no indicador digital e serve apenas para parar o elevador quando já
estiver acionado a baixa velocidade.
Para elevadores de 1 velocidade, os seletores (CS) e (CD) além de atualizarem a posição do indicador
digital, é responsável também pela parada do elevador. A cada pulo de seletor (CS) para subida ou (CD)
para descida, o comando compara automaticamente a sua posição e verifica se deve parar ou não nesse
pavimento. Quando uma chamada é encontrada o comando então desliga o motor de tração, o sistema de
freio é acionado e a porta da cabine é aberta. Nos extremos superior e inferior, o carro deve parar
37
preferencialmente pelos seletores de subida e descida. Posicione os limites de parada (LFS) e (LFD) para
atuarem logo após o pulo do seletor. Os limites devem atuar somente se houver alguma falha no seletor ou
no religamento da energia elétrica.
Para elevadores com 2 velocidades, os seletores (CS) e (CD) passam agora a serem responsáveis pela troca
de velocidade do carro. A cada pulo de seletor o comando compara a sua posição com o andar onde foi
registrado um chamado. Assim que um chamado é encontrado, o comando automaticamente desliga a alta
velocidade e liga a baixa. Com a baixa velocidade acionada o comando aguarda o sinal (CP) para completar
a manobra, desligando o Elevador. Nos extremos, além das linhas de parada superior e inferior, São
adicionados os limites de corte de velocidade alta na subida (LSA) e o limite de corte de velocidade alta na
descida (LDA).
Analogamente para elevadores de 2 velocidades também devemos posicionar esses limites ligeiramente
após os sinais de seletores, fazendo com que as trocas de velocidades e as paradas sejam feitas
preferencialmente pelos seletores (CS), (CD) e (CP).

38
5.11 OPERADOR DE PORTA:
Os operadores de portas mais comuns, utilizam normalmente motores trifásicos com potências inferiores a
1,0 CV. Para esses modelos o comando MC16 possui contatores trifásicos com bloqueio mecânico (chaves
PA / PF) que podem ser acionados de acordo com o modelo do operador.

Exemplo: A chave PF desliga na partida do elevador.


A chave PF fica ligada por (2 Seg.) após a partida do elevador (PFEX).
A chave PF fica contínuamente ligada durante a viagem do elevador.

Os operadores trifásicos devem ser ligados diretamente nos bornes 301, 302, 303. Para se verificar o sentido
correto de abertura e fechamento da porta, deve-se ligar manualmente o contator correspondente. Se o
operador movimentar-se no sentido contrário ao desejado então deve-se inverter qualquer duas das linhas
ligadas nos bornes (trocar 301 com 303 por exemplo).
Em alguns casos, são utilizados operadores de porta acionados com motores especiais como:
Motor com bobina de freio, motor DC (corrente contínua) motor com controle VVVF, etc.
Para esses casos, a ADDTECH fornecerá junto ao esquema, o desenho de ligação referente ao modelo de
operador utilizado.

- LIMITES E CONTATOS DO OPERADOR DE PORTA.

Independente do modelo utilizado, os operadores devem conter limites ou contatos elétricos que atuam
junto com a porta da cabine, informando ao comando a posição em que se encontra a porta.

LPA Limite de porta da cabine aberta Deve ser ligado nos bornes P7 – P8
Esse limite ou contato (NF) quando aberto, informa a placa de comando o momento de desligar a
chave de abrir porta (PA). Deve ser regulado de forma a ser acionado (aberto), somente quando a
porta da cabine estiver totalmente aberta, e voltar a fechar assim que a porta da cabine comece a
fechar. Essa regulagem permitirá a reabertura da porta da cabine na interrupção da barreira
infravermelha ou abertura da porta de pavimento.

PC Contato de porta de cabine fechada Deve ser ligado nos bornes P2 – P22
Esse limite ou contato (NA) quando fechado completa, juntamente com a série de trincos, o circuito
de segurança fazendo operar o contator 40 no Quadro de Comando.
Com o contator 40 ligado, a placa de comando reconhece que as condições de segurança estão
satisfeitas, podendo então acionar as chaves para movimentar o Elevador (Partida).
Esse limite ou contato quando fechado, informa a placa de comando o momento de desligar a chave
de fechar porta (PF), quando programado o modo (PF desliga na partida).
CT Contatos de trinco Deve ser ligados nos bornes P21 – P27

Para portas simultâneas com abertura lateral ou central, os contatos dos trincos acionados pelo
operador, devem ser ligados em série nos referidos bornes do comando independentes do contato de
cabine fechada(PC).

41
5.12 SAÍDAS ADICIONAIS (AUXILIARES)
Ventilador: Quando solicitado no pedido, o comando MC16 poderá ser fabricado com um contator auxiliar
para acionamento de ventiladores (VNT). Esse contator é controlado automaticamente através do software
do comando, acionado sempre que existir chamados registrado. Pode ser utilizado tanto para o ventilador da
máquina de tração quanto para o ventilador da cabine. Os bornes de saída para essa função estão
identificados como VT1, VT2, VT3 e podem ser utilizados ventiladores monofásicos (110Vac/220Vac) ou
trifásicos 220Vac.

Rampa Magnética: Em alguns elevadores, os trincos das portas de pavimentos são atuados através de
rampas móveis acionadas por uma bobina magnética ou motor elétrico. Para esses casos o comando MC16
poderá ser fabricado com um contator auxiliar para acionamento dessa bobina (RM). Esse contator será
acionado sempre que a porta de cabine for completamente fechada e permanecerá ligado em viagem até que
uma parada seja selecionada. Na parada do Elevador o comando desligará primeiro o contator (RM) e após
um pequeno intervalo de tempo ordenará a abertura da porta da cabine, evitando conflitos mecânicos no
operador.
Os bornes de saída para essa função estão identificados com RM1, RM2, RM3 e podem acionar rampa
magnética com tensões de 50 a 125Vdc ou rampa elétrica com 220Vac.

Operador de porta adicional: Em cabines especiais, pode existir a necessidade de mais um operador para
porta oposta, ou seja, a cabine permite acesso tanto pela porta frontal como pela porta traseira. Para esses
casos o comando MC16 poderá ser fabricado com contatores auxiliares para acionamento de 2 (dois)
operadores (OP1 / OP2).
Esses contatores serão acionados pelo comando, respeitando o correto posicionamento para abertura das
portas. Esse controle é feito através de sensores ou limites adicionados no poço para determinar quando e
qual porta deverá ser acionada pelo comando. Os bornes de saída para o segundo operador estão
identificados como 401, 402, 403 e podem acionar operadores trifásicos, monofásicos ou VVVF.

Disjuntor para luz de cabine: Quando solicitado pelo cliente poderá ser incorporado ao comando,
disjuntores unipolares de 6 / 10 amp. para acionamento de luzes da cabine (com acréscimo de custo).
A inclusão de disjuntores auxiliares dependerá do espaço físico disponível no comando.
Quando permitido, os disjuntores adicionais serão identificados como LUZ e os respectivos bornes como
LZE, LZS, sempre para 220Vac / 10amp.

Obs.: O comando padrão ADDTECH, não possui disjuntores para luz incorporados ao painel. As
luzes da cabine deverão ser ligadas em disjuntores externos ao comando e em local de fácil acesso ao
servidor do Edifício (zelador).

42
5.13 FIAÇÃO DE POÇO
Para instalação do comando MC16 não é necessário fios e cabos especiais para as ligações de poço, porém
algumas características mínimas quanto a qualidade dos condutores devem ser obedecidas:

• Material do condutor: Cobre


• Material do isolante: PVC / Resistente a chama
• Tensão de isolação: 750V
• Temperatura de trabalho: 70°C
Conforme norma NBR 6148

•BITOLAS DE FIOS E CABOS RECOMENDADAS:


Utilizar fios e cabos com secção de 1,0mm² ou maior para:
• Motor de operador de porta • Motor de ventilador • Motor de freio • Bobina de freio • Bobina de rampa
magnética • Iluminação da cabine • etc.

Utilizar fios e cabos com secção de 0,75mm² ou maior para:


• Limites de parada e fins de curso • Circuitos de portas e trincos • Limites de corte de velocidade • Limites
e contatos do operador de porta • Botoeira de inspeção e emergência • Reguladores de velocidade • etc.

Utilizar fios e cabos com secção de 0,50mm² ou maior para:


• Botoeiras de chamado • seletores • indicadores digitais • Setas direcionais • Botoeira de ascensorista •
Funções auxiliares • Chave de bombeiro • etc.

As bitolas de fios recomendadas estão dimensionadas de forma a permitir a mínima perda de tensão e
aquecimento da fiação, resultante da passagem da corrente elétrica (Amperagem) exigidas pelos
componentes ligados nessa fiação.
Essas caracteristicas devem ser observadas, caso o instalador deseje utilizar fios com bitolas
diferentes das especificadas..

43
6 - COLOCAÇÃO EM FUNCIONAMENTO:
6.1 OPERAÇÃO EM MANUAL / INSPEÇÃO.
• Ao ser colocado em Manual, o comando imediatamente informa nos indicadores digitais o código MA, e
o led M da placa de comando permanece aceso. Com o circuito de emergência devidamente ligado, o led
EME da placa de comando deve acender-se informando que os respectivos dispositivos estão fechados
(Relê EM operado). O comando MC16 quando em Manual, não aciona os contatores PA/PF, portanto não
atua no operador de porta. Para maior segurança do instalador, as portas da cabine e pavimentos deverão ser
fechadas manualmente até que o contato de segurança (PC) seja fechado (contator 40 operado / Led´s PP,
LPA e PC acesos). Na impossibilidade do instalador intervir manualmente no fechamento das portas, então
deve-se proceder da seguinte forma:
- Certifique-se de que as condições de emergência estão satisfeitas.
- Certifique-se de que nada está obstruindo as portas.
- Colocar a chave A/M em posição A (automático). O comando deve iniciar o fechamento da porta.
- Assim que o contator 40 operar volte imediatamente à chave A/M para posição M (manual).
Com esse procedimento as portas estarão fechadas e as condições de segurança estarão satisfeitas podendo
então ser operado pelo instalador através da botoeira de inspeção.

Movimentação Do Elevador: Concluída a operação anterior, o instalador poderá acionar o elevador para
subir ou descer acionando os botões correspondentes na botoeira. Nos elevadores com 02 velocidades o
comando permite o funcionamento apenas do motor de baixa, já para elevadores de 01 velocidades o motor
de alta é acionado.
Caso o sentido de viagem não corresponda ao botão acionado, então o instalador deverá inverter qualquer
duas das linhas ligadas nos terminais T11, T12, T13 (Trocar T11 com T12 por exemplo).
Durante a movimentação do elevador, o instalador deverá checar os circuitos de segurança, ou seja,
qualquer dispositivo que desligar os relês EM ou contator 40 deverá provocar a parada imediata do
elevador.
O instalador deverá também movimentar o elevador até os extremos observando os sinais de seletor (Led´s
CK e CP) e os respectivos limites.
No extremo inferior a cabine deve atuar primeiro no limite de alta na descida (LDA) apagando o led LA da
placa (para elevadores com 02 velocidades) e posteriormente no limite da parada de descida LFD, apagando
o led LI da placa de comando.
No extremo superior a cabine deve atuar primeiro no limite de alta na subida (LSA) apagando o led LA da
placa de comando e posteriormente no limite de parada de subida (LFS), apagando o led LS da placa. Com
a cabine nivelada em qualquer dos extremos os limites de alta veloc. e parada devem estar atuados
simultaneamente.
Nos elevadores de 01 velocidades apenas os limites de parada são acionados (LFS e LFD).
Cabe lembrar que esses limites ao serem acionados impedem o movimento do elevador naquela direção.

Atenção: Qualquer movimento do elevador ou abertura de portas de acesso aos passageiros, devem
ser precedidas de sinalizações e placas de advertência, alertando o zelador e usuários sobre o estado
de funcionamento ou proibição de uso do elevador.
44
É importante também o instalador observar a abertura e o fechamento do freio, procedendo os ajustes
necessários antes de colocar o carro em funcionamento.
Com o comando em manual, o instalador poderá verificar também o funcionamento das botoeiras de
pavimento e cabine. Ao ser pressionado qualquer botão de chamado, a placa imediatamente acionará a saída
para iluminação correspondente aquele botão, sendo que ao solta-lo o led deverá se apagar. Dessa forma o
instalador poderá corrigir possíveis erros nas ligações das botoeiras.

OBS.: Em operação manual nenhum chamado é registrado e o indicador digital não é atualizado pelo
seletor.

Quando utilizado resistência ou reatância de baixa, o contator RB é acionado sempre que o elevador entrar
em movimento e seu tempo de atuação é ajustado através da placa TRB. Se o elevador for operado por
longo tempo em manual, é aconselhável zerar o tempo de RB girando o potenciômetro TRB totalmente para
esquerda (sentido anti-horário). Isso evitará aquecimento desnecessário das resistências ou reatâncias.
Em funcionamento manual o contator do ventilador e rampa magnética (se houver) permanecem acionados.

6.2 OPERAÇÃO EM AUTOMÁTICO

Reinicialização: Ao ser colocado em modo automático, o comando inicia o processo de reconhecimento de


sua posição (seletor), o código RE (Reinicialização) aparecerá no indicador digital, a porta da cabine será
fechada e o carro partirá em velocidade alta em direção ao extremo inferior. Ao atingir o limite de alta
(LDA) o comando acionará a baixa velocidade e seguirá até encontrar o limite de parada inferior (LFD)
parando o elevador e abrindo a porta da cabine.
Atingindo o limite inferior, o comando acertará o seletor, atualizará o indicador digital e habilitará a leitura
dos botões de chamados, entrando em funcionamento normal.
Caso o elevador já esteja em um dos extremos quando colocado em automático, esse processo não será
realizado, pois o comando já reconhece a sua posição.
Cabe lembrar que a reinicialização ocorre também na energização do comando e a movimentação do
elevador só se dará se as condições de segurança estiverem satisfeitas.

IMPORTANTE: Em funcionamento com porta automática a placa de comando necessita reconhecer


os limites acionados pelo operador de porta (LPA, PC) para funcionamento correto do sistema, caso
contrário a reinicialização será interrompida e a mensagem de falha será mostrada no display.

45
• Sentido de viagem do carro: Ao ser pressionado qualquer botão, o mesmo se ilumina indicando o
registro da chamada, o comando então reconhece sua posição atual e indica o sentido da viagem acendendo
a seta correspondente (led SS ou SD), inicia o fechamento da porta da cabine e ordena a partida do carro
para atendimento dos chamados registrados.
• Seletor para uma velocidade: A cada pulo do seletor os led´s CK e CP da placa de comando irão
piscar simultaneamente atualizando o indicador digital. Quando o seletor coincidir com o andar onde foi
registrado o chamado e a parada ter sido selecionada pela placa, o comando desligará as chaves de manobra
e freio, e iniciará a abertura da porta.
• Seletor para duas velocidades: O indicador digital será atualizado apenas pelo pulo do seletor de corte
de alta velocidade de subida e descida (led CK aceso). Quando o seletor coincidir com o andar onde foi
registrado o chamado e a parada ter sido selecionada pela placa, o comando desligará a chave de alta
velocidade acionando a baixa velocidade e seguirá até que seja lido o seletor de parada (led CP aceso).
Neste momento o comando desligará as chaves de manobra e freio iniciando a abertura da porta da cabine.
• Atendimento seletivo descida: Em edifícios residenciais, onde a circulação de passageiros é mais
acentuada entre o andar principal (térreo) e os andares de apartamentos, as botoeiras de pavimentos
costumam ter apenas um único botão de chamado. Nesses casos o comando MC16 seleciona estes botões
para atendimento no sentido de descida, ou seja, o elevador com sentido de subida deverá atender primeiro
o chamado registrado no andar mais alto até que sua direção seja invertida. A partir daí o comando ordena o
atendimento seqüencial dos chamados registrados nos pavimentos até que o menor deles seja atendido. Os
chamados registrados na botoeira da cabine, sempre serão atendidos seqüencialmente independente do
sentido de movimentação do elevador.
Em edifícios que possuem pavimentos inferiores ao andar térreo (sub-solos e garagens por exemplo), é
desejável que esses pavimentos tenham seleção de atendimento no sentido de subida. Para esses casos o
comando MC16 poderá ser programado de forma a permitir a seleção de subida para esses pavimentos.
• Atendimento coletivo na subida e descida: Em edifícios comerciais a circulação de passageiros é
considerável também entre os andares e não somente em direção ao térreo. Estes edifícios costumam ter
dois botões de chamados nas botoeiras de pavimento, onde um deles registra o chamado com sentido de
subida e o outro na descida. Nesses casos o comando MC16 irá executar o atendimento coletivo das
chamadas. Com direção de subida, o comando atenderá seqüencialmente somente as chamadas registradas
nos botões de subida, bem como as chamadas da cabine até que a última chamada nesse sentido seja
atendida. Os chamados de descida permanecem registrados e só serão atendidos quando o elevador estiver
em viagem de descida.
No extremo inferior um único botão é utilizado sendo este um chamado de subida. O mesmo ocorre para o
extremo superior para o chamado de descida.

46
7 CARACTERISTÍCAS DE FUNCIOANAMENTO (SOFTWARE)

7.1 ESTACIONAMENTO PREFERENCIAL:


Sempre que o elevador ficar por mais de 45 segundos parado sem que seja registrado nenhum outro
chamado, o Comando enviará automaticamente o carro até o andar de estacionamento. Normalmente adota-
se como andar de estacionamento o pavimento principal (TÉRREO), ou outro pavimento definido pelo
cliente na colocação do pedido.
Esta função é habilitada através do strap localizado na placa de comando.

7.2 SELEÇÃO DE ANDARES PARES / IMPARES:


O comando MC16 permite dividir o atendimento das chamadas externas entre dois elevadores para evitar
viagens desnecessárias dos carros. Com essa função ativada, um dos elevadores atenderá apenas as
chamadas de pavimento registradas nos andares pares (2º, 4º, 6º, 8º, etc.) e outro os chamados dos
pavimentos impares (1º, 3º, 5º, 7º, etc.). Os chamados dos pavimentos principais como térreo, garagens, sub
– solos, mezanino, etc; onde circulam um número maior de usuários, serão atendidos pelos dois elevadores.
A seleção dos andares pares / impares e pavimentos principais, são feitas automaticamente através do
software do comando.
Esta função é habilitada através dos straps localizados na placa de comando.

NOTA: Quando os elevadores estão operando em sistema “Duplex” a seleção par / impar é desativada
automaticamente.

7.3 ATENDIMENTO DE CHAMADO NA SUBIDA:


Em edifícios em que há apenas um botão de chamado externo nos pavimentos, o comando é utilizado em
modo automático coletivo com seleção de descida isto é, o elevador atende as chamadas de pavimento
quando estiver com sentido de descida. Para os casos em que há pisos inferiores ao andar térreo (sub –
solos,garagens, etc.), o comando MC16 poderá ser programado para atendimento desses andares, inclusive o
térreo,no sentido de subida.
Com essa função o comando agiliza o atendimento dos andares de maior tráfego de passageiros.

7.4 CANCELAMENTO DE CHAMADOS FALSOS:


Toda vez que um chamado registrado é atendido, e nenhuma pessoa entra ou sai da cabine, o comando
reconhece como chamada falsa, após 3 chamadas falsas o comando cancela automaticamente todas as
chamadas registradas na botoeira da cabine.
O cancelamento pode também atuar nas chamadas de pavimento.
Esta função poderá ser desabilitada ou alterado o número de chamadas atendidas de acordo com a
necessidade do cliente (informar no pedido).

47
7.5 OPERAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM CASO DE INCÊNDIO (OEI):
Em caso de emergência, pode-se chamar rapidamente o elevador até o piso principal. Para isto, basta
instalar um interruptor neste piso ou na portaria para ativar a função. Em operação de emergência o elevador
cancelará todas as chamadas existentes, inverterá o sentido de direção se estiver subindo e irá se dirigir até o
piso principal. O elevador ficará inoperante até que esta condição seja desfeita (interruptor desativado).

NOTA: Com a função OEI ativada, o código EM será mostrado nos indicadores digitais, informando aos
usuários a condição do elevador.

7.6 PROTEÇÃO DO MOTOR DE PORTA:


Em condições normais de funcionamento, os limites do operador de porta (LPA, LPF, PC) determinam o
desligamento do motor do operador. Em caso de falha de algum desses limites o comando detecta a falha e
desliga o motor automaticamente cancelando todas as chamadas. Esta função evita que o motor fique
operado por tempo indefinido, o que poderia ocasionar a queima do mesmo.
Ao detectar esta falha o comando mostrará no indicador digital o código correspondente.

7.7 PROTEÇÃO DO MOTOR DE TRAÇÃO:


Quando o elevador está em movimento, o comando aguarda por um tempo pré determinado, que sejam lidos
os sinais dos seletores (CK, CP). Na ausência desses sinais ou com intervalo de tempo excessivo entre eles,
o comando reconhece como falha, desligando o motor de tração e cancelando todos os chamados existentes.
Após nova chamada registrada o comando tentará novamente movimentar o elevador e caso persista a falha
o motor será novamente desligado e o elevador ficará inoperante até que seja desligado e ligado novamente.
Ao detectar esta falha será mostrado no indicador digital o código correspondente.

7.8 REABERTURA DA PORTA PELO BOTÃO DO PAVIMENTO (EXPO):


Esta função permite reabrir a porta da cabine quando está sendo fechada, apenas pressionando o botão do
pavimento, é utilizada preferencialmente em elevadores com porta simultânea, podendo também ser usada
para os de eixo vertical.
A função EXPO é opcional e deve ser especificada na colocação do pedido, no entanto se o carro for
estacionar com portas fechadas é obrigatório o uso dessa função.

7.9 CORTE DO TEMPO DE ESPERA:


Após o atendimento de um chamado, o carro espera um tempo pré determinado (aproximadamente 5,0
segundos) para atender um outro chamado existente. Após a abertura da porta de pavimento (no caso de
eixo vertical) ou após a interrupção da fotocélula ou barreira infravermelha (no caso de portas simultânea),
o comando cancela este tempo ordenando o fechamento imediato da porta de cabine para a partida do
elevador.

48
7.10 CANCELAMENTO DE BOTÃO PRESO:
Os chamados de cabine ou pavimento são registrados após o fechamento dos contatos dos botões. Se por
qualquer motivo um ou mais botões ficarem permanentemente fechados (presos), o comando aceitará e
atenderá esses chamados uma única vez e só tornará à aceita-los quando esses botões forem normalizados
(soltos). Essa função evita que o elevador atenda continuamente chamados provocados por falha no botão.

7.11 VENTILAÇÃO PARA MOTOR DE TRAÇÃO OU CABINE:


Sempre que um chamado é registrado, o comando aciona o contator VNT (ventilador).
Esse contator fica continuamente ligado durante as viagens do elevador e só é desligado *60 segundos após
o atendimento do último chamado.
*Esse tempo pode ser alterado através do programador manual

7.12 BARREIRA INFRAVERMELHA OU FOTOCÉLULA:


Sempre que o sinal da barreira infravermelha ou fotocélula for interrompido, o comando ordena a reabertura
imediata das portas, tornando fecha-las após o restabelecimento deste sinal.
Se o sinal ficar interrompido por mais de 10 segundos, será mostrado no display a informação de porta
aberta (P.A).

7.13 SINAL DE ELEVADOR PRESO (SEP):


Se o elevador ficar retido no andar com a porta aberta por mais de 30 segundos, e existir outro chamado
para ser atendido, o comando acionará uma cigarra ou gongo eletrônico alertando o usuário para liberar a
porta do elevador.

NOTA: O gongo eletrônico não é incorporado ao comando e deve ser adquirido separadamente
(acessórios).

7.14 SINAL DE APROXIMAÇÃO OU CHEGADA DA CABINE NO PAVIMENTO


(GONGO ELETRÔNICO):
Em edifícios comerciais, onde o número de usuários é elevado, pode-se utilizar um gongo eletrônico para
anunciar a aproximação da cabine ao piso onde foi registrado o chamado. O gongo eletrônico pode ser
acionado também sempre que a porta da cabine é aberta, no caso em que as portas forem simultâneas.
OBS: Esta função anula a função 7.13 (Sinal de elevador preso).

49
7.15 SINAL DE PORTA DE PAVIMENTO ABERTA (P.A):
Sempre que a porta de pavimento ficar aberta por mais de 10 segundos, o comando mostrará no indicador
digital a mensagem PA, alternadamente com o número do pavimento em que se encontra a cabine.
Essa mensagem será mostrada em todos os pavimentos que possuírem indicadores digitais, informando os
usuários em qual andar a cabine está retida.
Para os casos em que a porta de pavimento for simultânea com a porta da cabine seja com abertura central
ou lateral, essa informação se dará ao se obstruir a fotocélula ou a barreira infravermelha por mais de 10
segundos.

ATENÇÃO: Devido a ligação elétrica do circuito de portas estar condicionada aos dispositivos de
emergência do elevador (ligação em série), a falha de algum desses dispositivos poderão ocasionar a
informação enganosa do sinal de porta aberta. Se a informação PA aparecer continuamente nos
indicadores, o técnico deverá checar primeiro todos os dispositivos de emergência do elevador antes
do circuito de portas para normalização do sistema.

7.16 ABERTURA DA PORTA DA CABINE SOMENTE NA ZONA DE NIVELAMENTO:


Quando solicitado no pedido, o comando MC16 poderá funcionar com acionamento de abertura de portas
somente quando a cabine do elevador estiver dentro da região de nivelamento. Essa região compreende um
espaço aproximado de 20 cm acima ou abaixo do nível do piso da cabine com o pavimento e é determinada
por limites ou sensores auxiliares incorporados ao elevador, que serão ligados ao quadro de comando.
(Consulte a ADDTECH para maiores informações sobre essa função). As informações para aplicação desse
sistema serão fornecidas juntamente com esquema específico para essa finalidade.

7.17 REINCIALIZAÇÃO AUTOMÁTICA NO RETORNO DA ENERGIA ELÉTRICA:


Sempre que o quadro de comando é energizado, a placa de comando inicia um processo de auto-check,
verificando os sinais de entrada e saída antes de colocar o elevador em movimento. Durante a
reinicialização aparecerá nos indicadores digitais a mensagem RE e o elevador ira se dirigir ao extremo
inferior para zerar sua posição inicial e restabelecer a leitura das chamadas e demais funções de operação
normal.
Caso o elevador encontrar-se em um dos extremos no retorno da energia elétrica, sua posição será acertada
automaticamente.
Esse processo também é executado sempre que o comando for colocado em modo automático e só é
possível desde que as condições de segurança permitam a movimentação do carro.

50
7.18 PARADA DE EMERGÊNCIA EM VIAGEM
Com o elevador em movimento, sempre que algum dispositivo de emergência ou segurança for acionado, o
comando ordena a parada imediata do elevador desligando as chaves de manobra e acionando o freio. Após
5 segundos da parada o comando ordenará a abertura da porta da cabine e fará uma nova tentativa de partida
se as condições de segurança permitir. Caso a falha persitir os chamados serão cancelados e o Elevador
ficará inoperante até a correção do problema.
A abertura da porta da cabine poderá ser cancelada através do programador manual. Ver item prgamações

Obs.: A abertura da porta da cabine em emergência só se dará quando não selecionado o item 7.16
(Abertura da porta da cabine somente na zona de nivelamento).

7.19 RECONHECIMENTO DE FALHAS NO FUNCIONAMENTO

O Comando MC16 possui incorporado ao programa principal, uma rotina de diagnose de falhas que
monitora constantemente os sinais de limites, sensores, botoeiras, etc... e informa através dos indicadores
digitais o código correspondente a falha reconhecida.
(Ver item 9 – Código de falhas).

7.20 FUNCIONAMENTO COM PESADOR DE CARGAS


Quando na cabine do elevador existir sensor ou pesador de carga monitorados ou não por módulo
Eletrônico, o sinal desse pesador poderá ser ligado ao quadro de comando, que por sua vez irá reter o
elevador no andar com a porta da cabine aberta, sempre que o peso exceder a carga limite licenciada para o
elevador. Para essa condição o comando mostrará no indicador digital o código EP (excesso de peso) e
soará um alarme, até que a carga seja normalizada para permitir a partida do elevador.
A leitura do sinal do pesador de carga pelo comando, só é feita com o elevador parado no andar
Obs.: Essa função é opcional e deverá ser especificada na colocação do pedido.

51
8 FUNÇÕES ESPECIAIS

Além das características de funcionamento apresentadas no capítulo 7, o comando MC16 pode também ser
fornecido com software especial para funções diferenciadas. Essas funções devem ser solicitadas pelo
cliente na colocação do pedido, sendo implantadas com custo adicional. A seguir faremos um breve resumo
com exemplos de aplicações :

8.1 OPERAÇÃO INDEPENDENTE:

Essa função quando ativada, faz com que o elevador obedeça apenas os chamados registrados na cabine,
cancelando todos os chamados externos (pavimentos). Desta forma o usuário poderá executar viagens
preferenciais entre os pavimentos sem que o elevador pare para atender chamados indesejáveis. (Viagem
expressa). Essa função é muito útil em algumas aplicações como: Hospitais, Shopping Centers, Industrias,
etc...

8.2 OPERAÇÃO DUPLEX:

O comando MC16 permite o funcionamento de 2 elevadores em conjunto, quando ligado através de um


cabo de comunicação serial com outro quadro de comando. O funcionamento do comando duplex possui as
mesmas características do comando individual (simplex), exceto no que se refere ao atendimento dos
chamados externos (pavimentos).
Um software especial foi desenvolvido pela ADDTECH para tornar mais eficiente o controle e despacho
dos carros, otimizando o atendimento dos chamados, reduzindo o tempo de espera e o número de viagens
executadas por cada elevador.
Quando conectado o cabo serial entre os quadros de comando, imediatamente os led´s sinalizadores (RX) de
cada placa, começam a piscar em sincronismo informando que a comunicação entre eles está estabelecida.
A partir daí o sistema adota o controle do carro A como mestre e carro B como escravo.
Desta forma o atendimento dos chamados externos passa a ser de forma inteligente ou seja,o sistema
verifica continuamente o estado de funcionamento de cada elevador e despacha apenas o carro que levará
menos tempo para atender cada chamado, levando em consideração a posição de cada carro, o sentido de
viagem, o número de chamadas registradas em cada um, a proximidade dos carros para cada chamado,
etc..., sendo que em igualdade de condições o carro escravo é quem atenderá o chamado.
Sempre que um dos carros for desligado ou transferido para operação manual, o outro carro passa a operar
em modo simplex automaticamente, passando a atender todos os chamados registrados. Se um dos carros
ficar retido no andar por tempo demasiado ou o sistema identificar qualquer falha em um dos elevadores, as
chamadas externas desse elevador serão transferidas para o outro que passará também a atender todas as
chamadas registradas. Depois de liberado o elevador ou reparado a falha, o sistema volta a incluí-lo no
grupo, operando novamente em modo duplex. Este sistema é ideal para ser aplicado em Condomínios e
Edifícios comerciais, pois além da otimização do trafego de passageiros no edifício, permite ainda uma
acentuada redução no consumo de energia elétrica e desgaste do equipamento eliminando as viagens
desnecessárias que ocorrem com o sistema convencional (simplex).

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EXEMPLO DE BOTOEIRAS DE PAVIMENTOS PARA DUPLEX:

O sistema duplex pode ser instalado em edifícios que possuem apenas um único botão por andar para os
dois elevadores ou botoeiras individuais para cada um deles.

As funções de chamados e iluminação dos botões de pavimento são feitas pelo


Para 1 botão: carro A (mestre). O carro B (escravo) recebe apenas o controle de despacho
feito pela comunicação serial
As funções de chamados e iluminação dos botões de pavimento são feitas
pelos dois carros (A e B). Cada carro recebe as ligações dos seus botões
Para 2 botões: correspondentes. Qualquer chamado de pavimento registrado provocará o
acendimento do outro botão no mesmo pavimento, porém apenas um dos
carros atenderá essa chamada e cancelará o acendimento dos dois botões ao
mesmo tempo.
Para 1 botão c/ As funções de chamados são feitas pelos dois carros (A e B). Cada carro
02 contatos recebe as ligações dos chamados dos seus botões correspondentes, porém
apenas o carro A recebe a ligação da iluminação de chamados.

8.3 SERVIÇO DE ASCENSSORISTA:

Em edificações comerciais é comum a necessidade do elevador ser controlado manualmente por um


ascensorista através da botoeira da cabine. O comando MC16 permite a operação simplificada dos
principais controles utilizados pelo ascensorista.

Este botão quando acionado, faz com que o elevador atenda apenas os
BOTÃO NP chamados registrados na cabine. É utilizado quando a cabine estiver com sua
(Não para) lotação máxima. Deve ficar acionado continuamente pelo ascensorista para a
execução dessa função.(Os chamados de pavimento permanecem registrados).
Este botão ao ser acionado, faz com que o elevador feche a porta para a partida
BOTÃO RS com direção de subida mesmo que tenha chamados no sentido de descida.
Para essa condição deve existir um chamado superior a posição em que se
encontra o elevador.

BOTÃO RD O mesmo que RS, porém para o sentido de descida.

CHAVE ASC Chave que libera o elevador para funcionamento com ascensorista.

53
8.4 BOTOEIRA CODIFICADA (SENHA)
Para maior segurança e conforto dos usuário em Edifícios Residenciais, pode-se utilizar um sistema de
chamados codificados para partida do elevador ao andar correspondente.
Esta função quando ativada, obriga o usuário a digitar na própria botoeira da cabine, uma senha formada por
3 algarismo, dentro de um tempo máximo de 5 segundos. O primeiro botão apertado deve ser o do andar
desejado que imediatamente começa a piscar iniciando o processo de senha. A partir daí o usuário deverá
registrar os dois outros botões que formam a senha correspondente aquele andar. Depois de confirmado a
senha o primeiro botão registrado permanecerá aceso, iniciando a partida do elevador. O sistema permite
apenas 3 tentativas de registro de senha, sendo que após essas tentativas o chamado desse andar será
cancelado. A operação com botoeira codificada pode ser adotada para todos os andares ou para alguns
andares específicos, sendo que em ambos os casos os pavimentos comuns como térreo, garagens, etc., terão
livre acesso.
Quando necessário, pode-se cancelar essa função utilizando-se uma chave instalada na botoeira da cabine.
Desta forma o elevador passará a funcionar em modo convencional atendendo qualquer botão registrado na
botoeira..

Obs.: Essa função só poderá ser utilizada se nenhuma outra função especial for aplicado ao comando.

54
9 ESTADO DE FUNCIONAMENTO / CÓDIGO DE FALHAS
O software do comando MC16 possui em seu programa uma rotina constante de auto diagnose. O comando
informa no display interno do quadro e também nos demais indicadores digitais, as condições de
funcionamento do elevador e as principais falhas ocorridas com o sistema. Essas informações são mostradas
através dos códigos relacionados na tabela a seguir e aparecem sempre no momento da ocorrência das
falhas.
Esta característica é uma ferramenta importantíssima para auxiliar o técnico e/ou instalador a identificar
defeitos com maior rapidez.
Essas falhas são identificadas e memorizadas pela placa do comando e podem ser recuperadas (resgatadas)
através do botão R (disponível somente em alguns modelos), consulte a ADDTECH sobre essa função.

9.1 CÓDIGOS DE FALHAS

COD. FUNÇÃO PRINCIPAIS CAUSAS


• Verifique se a linha TX do IPD está corretamente conectada
INDICA ERRO DE ou se não está interrompida
• A fiação dos IPD´s pode estar recebendo interferências de
COMUNICAÇÃO outros equipamentos elétricos. Afaste os fios do IPD de motores
ENTRE A PLACA de porta, ventiladores, lâmpadas fluorescentes, etc., mude a
ER DE COMANDO E linha do cabo de manobra se necessário.
O INDICADOR DE • Verifique se o fusível da fonte de 12V ou 24V não está
queimado.
POSIÇÃO
• O led TX da placa de comando deve estar piscando, se estiver
DIGITAL. apagado ou aceso direto a saída TX foi danificada. Enviar a
placa para conserto.
• Em alguns casos deve-se adicionar supressores de ruído,
consulte a ADDTECH.

COD. FUNÇÃO OCORRÊNCIA

INDICA • O quadro de comando é energizado e a chave A/M está na


REINICIALIZAÇÃO posição automático.
RE • O comando foi colocado em modo manual e retornado para
DO automático.
SISTEMA. • No retorno da energia elétrica do edifício.
• Quando o sistema é resetado por alguma interferência
elétrica.

Durante a reinicialização o carro se dirige ao extremo inferior para acerto do contador / seletor. Nesse
percurso nenhum chamado é registrado e o código RE aparece nos indicadores digitais. Esse procedimento é
realizado apenas uma única vez nas situações descritas acima. Caso esse código apareça repetidas vezes em
funcionamento normal, a placa de comando pode estar recebendo alguma interferência, contate a
ADDTECH para correção do problema.

55
COD FUNÇÃO OCORRÊNCIA
.
INDICA • Quando acionada a chave do bombeiro (OEI), o elevador passa
OPERAÇÃO DE a operar em modo de emergência. Durante esse processo o
EM EMERGÊNCIA código EM aparecerá em todos os indicadores digitais e assim
ATIVADA. permanecerá até que seja desfeita esta condição.

COD. FUNÇÃO OCORRÊNCIA


INDICA • Quando acionada a chave A/M para posição manual, o
ELEVADOR EM comando cancelará todos os chamados existentes e desligará
MA OPERAÇÃO
todas as chaves de manobra se já estiver em movimento. O
código MA aparecerá no display e nenhum chamado será
MANUAL
registrado, permitindo que e elevador seja operado apenas pela
(INSPEÇÃO). botoeira de inspeção.

COD. FUNÇÃO OCORRÊNCIA


• Sempre que alguma porta de pavimento permanecer aberta por
mais de 10 segundos, o comando mostrará nos indicadores o
PA INDICA PORTA
código PA, alternadamente com o número do pavimento em que
DE se encontra o elevador. No caso de portas simultâneas, essa
PAVIMENTO informação se dará se a barreira eletrônica ou fotocélula ficar
ABERTA. obstruída por esse tempo.

• Se mesmo com todas as portas de pavimentos fechadas o código PA continuar aparecendo nos indicadores
digitais, deve-se então checar os seguintes pontos:

- Verificar se os limites de fim de curso estão fechados (Bornes 51 –52)


- Verificar se o contato do limitador de velocidade está fechado (Borne 71-72).
- Verificar se os botões de emergência ou porta de acesso ao poço estão fechados. (Bornes 91-92).
- Verificar se o relê de falta de fase está operado (Borne C-NA da placa FIF).
- Verificar se o contato auxiliar do relê térmico está fechado (Terminal 95-96 do RT).
- Verificar se os relês EM-EM estão operados (Bornes A-B da placa EM).
- Verificar se o botão PO não está aberto (Borne PO-PO)
- Verificar se há alguma porta de pavimento aberta. (Bornes P19-P20).

COD. FUNÇÃO OCORRÊNCIA


Quando o sensor ou módulo do pesador de cargas for acionado
por excesso de peso na cabine, o código EP será mostrado no
EP EXCESSO DE
display, informando que o elevador não partirá até que seja
PESO normalizada essa condição.Poderá ser acompanhada de um sinal
sonóro e deverá ser solicitada na colocação do pedido.(opcional).

56
COD FUNÇÃO OCORRÊNCIA
.
NENHUMA • Este código só aparece nos comandos que possuem resgate de
NF FALHA
falhas memorizadas. (Botão R):
Indica que não há nenhuma falha registrada.

COD FUNÇÃO OCORRÊNCIA

• Sempre que a placa de comando detectar a falta de algum


parâmetro de programação, aparecerá no display a falha F0.

PRINCIPAIS CAUSAS
FO INDICA FALHA
• Verificar se o chip do controlador está bem encaixado e na
NA PLACA DE
posição correta.
COMANDO. • Verificar se a memória de programação está encaixada e na
(SOFTWARE) posição correta.
• Verificar se o led ON da placa está aceso com intensidade
normal. (Fonte de 12V e 24V ok).
• Verificar se todos os conectores da placa estão bem encaixados
e na posição correta.
• Não Constatado nenhum problema, enviar a placa de comando
para conserto.

COD. FUNÇÃO OCORRÊNCIA


• Sempre que o comando ficar por mais de 20 segundos sem
receber os sinais provenientes dos seletores de corte de alta (CK)
e parada (CP), aparecerá nos indicadores digitais o código F1.
Em seguida o comando cancelará todos os chamados registrados
e ordenaná a parada do elevador. (*1).Este tempo poderá ser
alterado de acordo com a aplicação e velocidade do elevador.
INDICA PRINCIPAIS CAUSAS
F1
FALHA • Verificar o funcionamento dos seletores: sensores, molas, fita
NO seletora, etc.
SISTEMA • Verificar o sistema de freio, se o motor está travado com o freio
acionado.
SELETOR
• Verificar os limites de alta velocidade (se o elevador andar
muito tempo em baixa velocidade o sistema acusará também a
falha F1.
• Verificar se a velocidade nominal do elevador é muito baixa e a
distância entre os sensores durante o percurso é muito longa
(veloc. menor que 12m/m e pé direito maior do que 4 mts.)
• Verificar se a velocidade nominal do elevador é muito alta e o
tempo de acionamento dos sensores está muito rápido. (Veloc.
maior que 90 m/m).

57
COD. FUNÇÃO OCORRÊNCIA
• Quando iniciado o processo de fechamento das portas o comando
aguarda a atuação do contator de segurança (40) para confirmar a
partida do elevador. Caso algum contato de segurança não permita
INDICA essa condição, o comando reabrirá a porta e fará nova tentativa.
FALHA DE Após 3 (três) tentativas sem sucesso o comando cancelará todos os
F2
SEGURANÇA chamados e mostrará o código F2 nos indicadores digitais. Esse
NO processo se repete se outro chamado for registrado.
FECHAMENTO PRINCIPAIS CAUSAS
DA PORTA
- Verificar o contato de porta de cabine PC (Bornes P2-P22).
DE CABINE • Verificar os contatos de trinco CT (Bornes P21-P27).
• Verificar o funcionamento do contator 40.
• Verificar o fusível da fonte de 24Vdc.

COD FUNÇÃO OCORRÊNCIA


• Sempre que o elevador estiver em movimento e algum contato da
INDICA série de trincos ou portas de cabine for aberto, o comando ordenará
FALHA NA a parada imediata do elevador, acionando os sistemas de freio e a
SEGURANÇA abertura das portas em seguida (*1). Com essa falha o comando
F3 mostrará nos indicadores digitais o código F3 e só permitirá nova
DE TRINCOS
partida se a condição de segurança for reestabelecida.
OU PORTA DE
CABINE COM
O CARRO EM PRINCIPAIS CAUSAS
MOVIMENTO. • Verificar os contatos dos trincos (CT) e o contato de partida (PC).
Seguir a sequência de verificações para o código F2.
Seguir a seqüência de verificações indicadas para o código PA.
FUNÇÃO PRINCIPAIS CAUSAS

INDICA FALHA * A mesma seqüência de verificações de F3 porém com a falha nos


NO CIRCUITO limites de emergência (EM) ou contatos de portas (PP).
* Seguir a seqüência de verificações indicadas para o código PA.
F4 DE EMERGÊN.
(*1) Obs.: Em alguns casos as falhas F3 e F4 podem se sobrepor ,
OU PORTAS DE
ou seja, devido as ligações do circuito de segurança e emergência
PAVIMENTOS estarem em série, as falhas ocorridas nestes circuitos são informadas
COM O CARRO simultaneamente para placa de comando. Nesses casos o comando
EM poderá mostrar nos indicadores apenas o código da falha inicial
MOVIMENTO. (o que a placa reconheceu primeiro).

NOTA: (*1) Nas falhas ocorridas em que impliquem a parada imediata do elevador, a porta da cabine se
abrirá em 5 segundos após a parada. Esse processo ocorrerá em qualquer posição ao longo do percurso do
elevador. Para os casos em que o comando utilizar a função com zona de ivelamento, a porta da cabine só
abrirá na região permitida (cabine nivelada) , que é monitorada por um sensor instalado para esse fim.

58
COD. FUNÇÃO OCORRÊNCIA
- Quando iniciado o processo de abertura da porta de cabine, o
comando aguarda o acionamento do limite de porta aberta (LPA)
para desligamento da chave PA (abrir porta). Caso haja alguma
INDICA falha nesse limite, o comando só desligará a chave PA após o
FALHA NA tempo excedido de abertura de portas e o código F5 será mostrado
F5
ABERTURA DA no display.Com a falha do limite LPA, o elevador ficará mais
PORTA tempo com a porta de cabine aberta .(tempo de espera).
DE CABINE PRINCIPAIS CAUSAS
- Verificar o funcionamento do limite LPA, que deve ser um
contato (NF) normalmente fechado o qual deverá estar atuado
(aberto) quando a porta da cabine estiver totalmente aberta.

COD. FUNÇÃO OCORRÊNCIA

F6

COD. FUNÇÃO OCORRÊNCIA


- Essa mensagem ocorre quando o controlador encontrar algum
erro ou conflito no programa principal que impeçam o comando de
BLOQUEIO DE
funcionar corretamente. Com essa falha o comando não permite o
FF SEGURANÇA registro de chamados e o funcionamento em modo automático,
DO SOFTWARE liberando apenas o modo de operação manual.

[
OBS.: Neste tópico foram relacionados apenas os códigos operacionais que estavam
incorporados ao comando MC16 até a data de editoração deste manual.
Novos códigos poderão ser adicionados em atualizações futuras de software.

59
10. PROGRAMAÇÕES:

A placa de comando MC16, permite modificações em vários parâmetros de funcionamento do Elevador.


Essas modificações são feitas através do programador manual desenvolvido pela ADDTECH (ADPROG).
Maiores detalhes sobre esta aplicação estão descritos no manual de instruções desse programador.
Abaixo relacionamos as características de funcionamento que podem ser modificadas:

QUANTIDADE DE Quantos pavimentos o elevador deverá atender (mínimo 2 / máximo 24).


PARADAS
INDICADOR Quais letras ou números que deverão aparecer nos IPD´S em cada
DIGITAL pavimento para identificação do andar.

Quais pavimentos serão selecionados como pares e quais serão


PAR / IMPAR selecionados como impares ou ainda quais pavimentos serão excluídos
(atendimento normal).
Para qual andar o elevador deverá se dirigir quando não estiver sendo
ESTACIONAMENTO
utilizado.

Para qual andar o elevador deverá se dirigir em operação de emergência


EMERGÊNCIA
(serviço de bombeiro).

Quantos segundos a chave PF (Fechar porta), deve permanecer ligada


PF EXPANDIDO após o fechamento total da porta da cabine (0,0 a 5,0 Seg.) ou se a PF
deve permanecer ligado em viagem (Direto).
TEMPO PARA Quantos segundos a cabine ficará estacionada com a porta aberta até
CABINE iniciar o fechamento para atender o próximo chamado (1,0 a 12,7 Seg.)
TEMPO PARA Quantos segundos o comando levará para ligar a chave B (Baixa
TROCA DE BAIXA
velocidade) após desligar a chave A (Alta velocidade) – 0,0 a 2,5 Seg.
VELOCIDADE
- Usado normalmente em máquinas com 2 motores (Schindler).
TEMPO PARA Quantos segundos o comando levará para ligar a chave PA (Abrir porta),
ABRIR PORTA após ter determinado a parada normal do elevador (0,0 a 12,7 Seg.)

Quantos segundos o comando levará para ligar as chaves de manobra


TEMPO DE PARTIDA (partida), após o fechamento completo da porta da cabine (0,0 a 12,7
Seg.).

EXPO Determina se o comando irá ou não reabrir a porta da cabine ao ser


apertado o botão de pavimento do andar onde se encontra o elevador.

60
Determina se o comando reabrirá a porta da cabine pelo sinal da fotocelula
FOTOCELULA
ou barreira infravermelha.
TEMPO DE Quanto tempo o ventilador do motor de tração ou cabine permanecerá
VENTILADOR ligado após atender o último chamado registrado (0,0 a 30 min.).

Quanto tempo o comando permite que a porta de pavimento permaneça


TEMPO DE CARRO aberta com chamados registrados, antes de disparar um sinal sonoro
PRESO
(gongo) – (0,0 a 2 min.).

PORTA DE CABINE Determina se o comando irá trabalhar sem operador de porta, ou seja, com
MANUAL portas pantográficas ou similares.
* PROGRAMAÇÃO Determina se o comando irá operar com botoeira de cabine codificada
DE SENHAS (senha). Essa função só estará disponível se for previamente solicitada
pelo cliente.
INTERVALO DE Quantos segundos o elevador poderá se movimentar sem que sejam lidos
SELETOR os sinais de seletor (CK e CP).

Quais pavimentos deverão ser atendidos na subida pelo botão de


pavimento. O comando MC16 permite que sejam selecionados até 8
SELEÇÃO DE
SUBIDA pavimentos para atendimento na subida, iniciando pelo inferior, utilizando
o mesmo geral de descida. Muito útil em edifícios que possuem vários
subsolos ou garagens abaixo do andar térreo.
Determina quantos chamados consecutivos o comando irá atender sem
que haja abertura das portas de pavimento ou interrupção da barreira
NÚMERO DE
CHAMADOS FALSOS infravermelha. Após o número determinado o comando cancelará todos os
chamados registrados na botoeira de cabine. (Mínimo 2 máximo 6
chamados).
RAMPA Determina se o comando irá trabalhar com saída para rampa elétrica ou
MAGNÉTICA magnética para acionamento dos trincos.
CONTATOR DE Determina o acionamento do contator geral de segurança (SG). Somente
SEGURANÇA PARA para comando MC16 fabricado com inversor de freqüência (VVVF).
VVVF

ABERTURA DA Determina se aporta da cabine irá abrir, quando ocorrer alguma falha que
PORTA DE CABINE obrigue a parada do elevador em movimento. (Falhas de emergência,
EM EMERGÊNCIA segurança ou seletor)

61
11 SINALIZADORES E ACESSÓRIOS (OPCIONAIS)
A ADDTECH possui uma linha completa de sinalizadores e acessórios eletrônicos para a aplicação direta
no comando MC16. Entre eles podemos destacar modernos sinalizadores visuais como setas seqüenciais e
indicadores digitais de alto brilho, e também sinalizadores sonoros como gongo eletrônico 3 tons e o
anunciador de andar “ADDVOX”.
Alguns modelos já possuem saídas padronizadas existentes no comando e outros somente quando solicitado
pelo cliente. Outros modelos de sinalizadores existentes no mercado só poderão ser aplicados ao comando
MC16, após a avaliação técnica da ADDTECH e desde que informados e aprovados na especificação do
pedido.
Nos esquemas a seguir, são mostrados a correta ligação dos sinalizadores e acessórios no comando MC16,
maiores detalhes sobre cada modelo de sinalizadores eletrônicos poderão ser obtidos no manual técnico
específico para indicadores ADDTECH.
SETAS:
- Ligação da seta modelo Flecha-------------------------------------------------
- Ligação da seta Seqüencial Rotativa-------------------------------------------
- Ligação de Setas tipo SH 600---------------------------------------------------
- Ligação de Setas com lâmpadas 6, 12, 24 Volts / 3 Watts------------------
- Ligação de indicador luminoso horizontal (ILH)-----------------------------
INDICADORES DIGITAIS:
- Ligação dos IPD´S 13mm---------------------------------------------------
- Ligação dos IPD´S 20mm---------------------------------------------------
- Ligação dos IPD´S 55mm (1 Dígito)--------------------------------------
- Ligação dos IPD´S 55mm (1 Dígito c/ seta)------------------------------
- Ligação dos IPD´S 55mm (2 Dígitos)-------------------------------------
- Ligação dos IPD´S 55mm (2 Dígitos c/ seta)-----------------------------
SINALIZADORES SONOROS:
- Ligação do gongo eletrônico 3 tons-------------------------------------------
- Ligação do gongo p/ sinal de carro preso-------------------------------------
- Ligação do anunciador de andar ADDVOX----------------------------------
SENSORES ELETRÔNICOS:
- Ligação dos sensores magnéticos (Seletor)----------------------------------
- Ligação dos sensores ópticos (Seletor)---------------------------------------
- Ligação do seletor com molinhas---------------------------------------------
ACESSÓRIOS:
- Ligação da chave do bombeiro (OEI)----------------------------------------
- Ligação do pesador de cargas-------------------------------------------------
- Ligação do cabo serial Duplex------------------------------------------------
- Ligação dos comandos do ascensorista--------------------------------------
- Ativação da botoeira codificada (Senha)-------------------------------------
- Ligação da barreira infravermelha--------------------------------------------
- Ligação da operação independente-------------------------------------------

62
LIGAÇÃO DA BARREIRA INFRAVERMELHA

Sem botão PO: (Ligar diretamente a saída do módulo da


barreira nos bornes PO – PO do quadro de comando).

Com botão PO: Fazer série com a saída do módulo


B.I.V e o botão PO da botoeira da cabine. Ligar a
série nos bornes PO – PO do quadro de comando.

LIGAÇÃO DA CHAVE DO BOMBEIRO

- Ligar o interruptor de incêndio diretamente nos

bornes ∅V – OEI do quadro de comando.

73
PESADOR DE CARGAS (*)

- Ligar a saída do módulo pesador de cargas nos terminais 51 – EP do


quadro de comando.
Obs.: A saída do módulo pesador deve ser um contato NA (normalmente
aberto). Esse contato deverá fechar quando o módulo pesador identificar
um excesso de pêso.

OPERAÇÃO INDEPENDENTE (*)

- Ligar a chave da função independente nos terminais


51-IND do quadro de comando

ATUAÇÃO DA BOTOEIRA CODIFICADA (SENHA)

- Ligar a chave para ativação da senha nos terminais 51 – SEN do quadro de

comando.

Obs.: Com a senha ativada os chamados da cabine só poderão ser registrados

através dos códigos individuais (senha) pertinentes a cada andar.

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COMANDOS DO ASCENSORISTA

- Ligar a chave do ascensorista nos terminais 51 - ASC

- Ligar o botão não para (NP) nos terminais 51 - NP

- Ligar o botão de subida (S) nos terminais 51 - RS

- Ligar o botão de descida (D) nos terminais 51 - RD

LIGAÇÃO DO CABO DUPLEX

Procedimentos

1) Desligar os 02 (dois) quadros de comando


2) Retirar a tampa da canaleta dos bornes
3) Encaixar os plug´s macho/fêmea conforme figura
4) Ligar os 02 (dois comandos)

75
12 ESQUEMA ELÉTRICO PADRÃO:
12.1 INTERPRETAÇÃO DO ESQUEMA ELÉTRICO:
A seguir, daremos uma breve orientação sobre a correta interpretação do esquema elétrico.
1º) LINHAS DE LIGAÇÕES INTERNAS DO QUADRO DE COMANDO:
A linha contínua terminada com um pequeno circulo na extremidade representa a
ligação de algum componente do quadro até o borne correspondente na régua de
bornes. O número ou letra que aparece ao lado do circulo representa a respectiva
identificação do borne.
A linha contínua terminada com uma seta na extremidade, representa uma
derivação da ligação, ou seja, esta ligação continua em outra página do mesmo
esquema.
A linha contínua com um ou mais pontos de intersecção, representam a união de
linhas do circuito ou seja, essas linhas estão unidas eletricamente no circuito do
quadro.
A linha contínua terminada com uma elipse, representa uma ligação com a placa de
comando. As letras que aparecem dentro dessa elipse identificam o terminal da placa.

2º) LINHAS DE LIGAÇÕES EXTERNAS AO COMANDO:


X X O Todas as linhas de ligações que aparecem tracejadas no esquema, são as ligações
que deverão ser feitas pelo instalador.
3º) SIMBOLOGIA:

Os retângulos tracejados que aparecem no esquema, representam as ligações com as


placas eletrônicas de interface. As letras que aparecem nas extremidades do retângulo
PXX (ex.: PXX), identificam a placa de interface.

Os demais símbolos que aparecem no esquema, estão representados no capítulo Identificação do Comando
deste manual.
As letras e números que aparecem ao redor desses símbolos, identificam o componente e seus respectivos
terminais.
4º) IDENTIFICAÇÃO DO ESQUEMA:
Nas principais folhas do esquema de ligações, aparece no rodapé da página uma legenda com as seguintes
informações:
ESQ.000.SCH ADDTECH
Número do esquema Logo Marca

PÁG.00 MOD. MC16


Número da Página Mod. do Comando
DATA LIGAÇÃO ---
Data da última atualização Título do Esquema
00 / 00 / 00

76
12.2 DESCRIÇÃO DAS FOLHAS DO ESQUEMA:

FOLHA 1 – LIGAÇÃO DO MOTOR DE TRAÇÃO:

Nesta página aparece a ligação dos principais contatores que acionam o motor de tração. Podemos notar que
para alimentar o motor de alta velocidade, será necessário o acionamento de um dos contatores de direção
(S ou D) e o contator de alta velocidade (A). Inicialmente estará alimentado também através dos
enrolamentos da reatância de alta, o que faz diminuir o pico de corrente na partida, provocando um arranque
mais suave do motor. Essa reatância será anulada em seguida com o acionamento do contator RA. O tempo
de atuação da chave RA é determinado pelo ajuste da interface de temporização (TRA) incorporada ao
comando.
Analogamente temos o mesmo circuito para o motor de baixa velocidade.
O motor de tração tanto para veloc. alta como para veloc. baixa, é protegido pelo relê térmico (RT), cuja
atuação deve ser ajustada pelo instalador de acordo com a corrente nominal do motor de alta.

FOLHA 2 – LIGAÇÃO DOS TRANSFORMADORES, FALTA DE FASE E OPERADOR DE PORTA:

Nesta página aparece as ligações dos transformadores e das fontes retificadas do quadro de comando.
Aparece também a ligação trifásica do monitor eletrônico de fases (PFIF) e os contatores para acionamento
do motor de porta.
Observamos que todos os componentes desse circuito inclusive o motor do operador de porta, estão
protegidos por três disjuntores unipolares identificados por L01, L02, L03. Esses disjuntores também são as
chaves liga / desliga (geral) do quadro de comando.

FOLHA 3 – LIGAÇÃO DAS CHAVES:

Nesta página aparecem as ligações das bobinas dos contatores do quadro, que são acionadas por placas de
interface com tiristores.
Dentro dos retângulos formados por linhas tracejadas, aparecem os símbolos de contatos abertos que nesse
caso representam os módulos de acionamento com tiristores. As letras que aparecem ao redor desses
símbolos identificam cada bloco desses módulos.
Notamos também que a linha de alimentação dos principais contatores de manobra, passa por contatos
abertos do relê geral de segurança (40), sendo que desta forma os contatores S, D, A, B, só poderão ser
acionados com o relê 40 energizado (segurança completada).
Nesta página temos também a ligação do relê auxiliar de transferência automático / manual.
Os bornes 245 e 246 são para ligação da botoeira de inspeção externa que alimenta o contator auxiliar
automático (AUT) . O contato A/M representa a chave de transferência da botoeira interna do quadro.

77
FOLHA 4 – LIGAÇÃO DOS LIMITES DE SEGURANÇA E POÇO:

Nesta página são mostradas as ligações de todos os limites, contatos e dispositivos necessários para o
funcionamento do elevador. A seguir, descreveremos de forma resumida o funcionamento de cada parte do
circuito.
• Placa EM (Emergência): é composta por dois relês cujas bobinas são acionadas por uma tensão
contínua de 24Vdc. Essa tensão só estará presente nestes relês se todos os limites e dispositivos
inseridos nesta linha estiverem fechados. Notamos que além desses limites, o relê monitor de fase e o
contato do relê térmico também devem estar fechados.
• Contator 40 (Segurança): é acionado por uma tensão contínua de 24Vdc. Esta tensão só estará presente
na bobina do contator 40 se o relê EM estiver operado e se os contatos de portas de pavimentos, trincos
e porta de cabine estiverem fechados. Qualquer limite ou contato que compõe as linhas de emergência e
segurança que for aberto, provocara o desligamento desse relê com a parada imediata do elevador e o
acionamento do freio.
• Acionamento das Interfaces de Manobra: nesta página, estão representados também o acionamento
dos módulos de tiristores. Esses módulos são compostos por circuitos semicondutores foto acoplados
(OPTO), que recebem sinais 24V (negativo) da placa de comando através dos terminais identificados
como (B1, B2, B3, B4) e que disparam os tiristores que estão alimentados com tensão alternada de 220V
para acionar as bobinas dos respectivos contatores.
As placas de interfaces estão representadas por retângulos tracejados identificados como PIP. Podemos
notar que a alimentação 24V (positiva) dos módulos OPTO se faz pelos terminais identificados com as
letras (A1, A2, A3, A4) que por sua vez dependem de contatos e limites de poço para serem
energizados. Os módulos OPTO são utilizados para acionar os contatores de manobra identificados com
as letras S, D, A, B, PA, PF, RA, RB.
• Acionamento dos Temporizadores: a placa TRB, TRA recebe uma tensão positiva de 24Vdc através
dos contatos abertos das chaves A e B e iniciam uma temporização para acionar os contatores RB e RA.
O tempo de atuação desses contatores são ajustados nos potenciômetros da placa TRB / TRA.
O contato aberto da chave A aciona também o relê auxiliar 35.
FOLHA 5 – LIGAÇÃO DO FREIO:
Nesta página está representado o esquema de ligação da bobina do freio.
Podemos notar que a bobina de freio só é alimentada se acionados os contatores de direção (subida ou
descida) e os contatores de velocidade (alta ou baixa). Neste circuito aparece também os contatos do relê 35,
que permanece ligado por um pequeno tempo, após o desligamento do contator da alta velocidade.

FOLHA 6 – LIGAÇÃO DA BOTOEIRA DE INSPEÇÃO / CHAVE DO BOMBEIRO.


Nesta página está representado o esquema de ligação dos botões externos para movimentar o elevador em
manual. Além dos botões de subida e descida estão incluídos os botões de segurança e emergência que
obrigatoriamente devem ser ligados nos respectivos bornes para garantir a segurança do instalador.
Nesta página está representado também a ligação da chave externa para uso do bombeiro (Opcional).
As demais folhas que acompanham o esquema elétrico do comando, estão representadas e comentadas em
outros tópicos deste manual.

78
13 - IDENTIFICAÇÕES DO COMANDO MC16:
13.1 NOMENCLATURA:
IDENTIFICAÇÃO SIGNIFICADO
L1 L2 L3 Entrada de força do comando
T1 T2 T3 Saída para motor de alta velocidade
T11 T12 T13 Saída para motor de baixa velocidade
301 302 303 Saída para motor de operador de porta
401 402 403 Saída para um segundo operador de porta
VT1 VT2 VT3 Saída para ventilador
FR1 FR2 FR3 Saída auxiliar para freio trifásico
RM1 RM2 RM3 Saída para rampa magnética ou elétrica
RA1 RA2 RA3 Saída para resistência de partida (externa)
RB1 RB2 RB3 Saída para resistência de baixa velocidade (externa)
LCS Limite de fim de curso de subida
LCD Limite de fim de curso de descida
LFC Limite de fita seletora (cabine)
RG Limite de regulador de velocidade
BEM Botão de emergência
BPO Botão de reabertura da porta de cabine
P.A.P Porta de acesso ao poço
FIF Contato de relê de falta ou inversão de fase
RT Contato do relê térmico
PP Contatos das portas de pavimentos
PC Contato ou limite de porta de cabine fachada (partida)
CT Contatos dos trincos
LPA Limite de porta de cabine aberta
LPF Limite de porta de cabine fechada (para desligar chave PF)
LFS Limite de parada final de subida
LFD Limite de parada final de descida
LSA Limite de corte da alta velocidade na subida
LDA Limite de corte da alta velocidade na descida

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CP Sensor de parada em aut. (subida / descida)
CS Sensor de corte de velocidade na subida
CD Sensor de corte de velocidade na descida
B1 B2 Saída para bobina de freio
MS Saída para botão de inspeção manual (sobe)
MD Saída para botão de inspeção manual (desce)
MG Geral de botão de inspeção manual
VC1 VC2 VC3 Gerais para chamados de cabine
VP1 VP2 VP3 Gerais para chamados de pavimento
C1 A C8 Entradas dos botões de chamado Pav / Cab.
L1 A L8 Saídas para led´s dos botões de chamado Pav / Cab.
SS Saída para setas de subida (Led)
SD Saída para setas de descida (Led)
TX Saída para IPD´S
RX Saída para comunicação Duplex
0V 12V 24V Saídas para alimentação dos IPD´S e acessórios
OEI Entrada para chave de bombeiro
SGE Sinal para gongo eletrônico
SEP Sinal para elevador preso
AM Entrada auxiliar para funcionamento manual (sem a placa do comando)
ASC Entrada para chave do ascensorista
RS para descer Botão reverte para subir
Botão reverte
RD Botão reverte para descer
NP Botão não para (lotado)
EP Entrada para pesador de carga
DUP Entrada para chave Duplex
IND Entrada para botão Independente
SEN Entrada para Chave de Senha
BNS / BND Botão para renivelamento de subida / descida

LNS / LND Limite de renivelamento subida / descida


L01 L02 L03 Disjuntores gerais liga / desliga
LZE / LZS Saídas para luz de cabine (opcional)

86
14 – CUIDADOS NA INSTALAÇÃO E INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA

A instalação do comando MC16, como foi mostrado nos tópicos anteriores deste manual, é bastante
simples. No entanto, é obrigatório que este equipamento seja instalado por empresas fabricantes e ou
conservadoras, as quais dispõe de pessoal técnico habilitados e que conheçam bem o elevador onde será
aplicado o produto.

14.1 CUIDADOS BÁSICOS DURANTE A INSTALAÇÃO

) Dispositivos de segurança: Checar todos os elementos externos que serão utilizados tais como:
Limites, reguladores e fins de curso, contatos, trincos, seletores, operador de portas, etc..., distribuídos ao
longo do poço do elevador, assegurando-se de que estão em perfeitas condições de uso e funcionamento,
antes de conecta-los ao comando.

2) Fiação de Poço: É recomendávelque a fiação e os principais dispositivos de segurança sejam


substituídos por novos durante a reforma ou modernização do elevador, porém caso o instalador desejar
utilizar a fiação usada no quadro antigo, será necessário avaliar suas condições de conservação:

- Verificar se o condutor de cobre não está oxidado, quebradiço ou com alterações na resistência ôhmica
- Verificar se a capa de isolação dos fios e cabos não estão comprometidas.
- Verificar se não há linhas interrompidas.
- Verificar se não há curto-circuito entre as linhas ou com as partes metálicas. (ligação a massa).
- Verificar os cabos de alimentação da rede e motor de tração.
- Verificar todos os trincos, contatos de portas, operador, limites, etc.

3) Fixação do armário: Procure fixar o armário no local mais apropriado na casa de máquinas
de maneira que possa ser aberto e fechado sem obstáculos, que permita fácil acesso para as ligações e
ajustes e que receba iluminação e ventilação adequada.

4) Identificações: Para facilitar a instalação e futura manutenção do equipamento, é


aconselhável que o instalador primeiramente reconheça e identifique todas as linhas de ligação distribuídas
no poço, principalmente as do cabo de comando da cabine.

5) Acessórios e Botoeiras: A aplicação de acessórios e componentes eletrônicos em elevadores


requer alguns cuidados especiais.A fiação destinada aos indicadores digitais, botões de chamados, seletores,
etc..., devem estar distantes das fiações de tensão elevada (220V). A proximidade, poderá provocar
funcionamento irregular desses componentes devido a interferências elétricas. (Indução).
Preferencialmente utilize cabos de comando separados para potência. (Motor de porta, luz, ventilador, ou
quaisquer outros elementos que possam gerar interferências).

90
6) Acabamento: Evite tocar nos componentes do comando com ferramentas ou mãos
sujas com óleos ou graxas para não danificar as etiquetas de identificação dos componentes.
As fiações ligadas aos bornes do quadro de comando, devem ser feitas de modo a permitir fácil visualização
e acesso desses bornes e estar devidamente amarrados com cintas de nylon ou abraçadeiras isoladas,
complementando um bom acabamento do conjunto.

14.2 INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA

Algumas ações durante o manuseio do equipamento são expressamente proibidas:

- Não executar testes com lâmpadas ou qualquer outro dispositivo com carga nos bornes do comando.
- Não atuar diretamente sobre os contatores para colocar o motor em movimento.
- Não substituir linhas ou fazer reparos em componentes internos ou externos com o equipamento ligado.
- Não jumpear fusíveis, relês térmicos ou qualquer outro componente de proteção do comando.
- Não ligar nenhum outro equipamento elétrico nos bornes de saída nos disjuntores, ou nas fontes de
alimentação do quadro, a não ser os especificados no esquema elétrico do comando.
- Não manusear nenhum produto inflamável nas proximidades do quadro de comando.
- Não fazer ou mandar fazer por terceiros, nenhuma modificação nas ligações internas do comando sem o
conhecimento e autorização prévia da ADDTECH.
- Não jumpear ou curto-circuitar os bornes referentes a ligação dos circuitos de emergência e segurança do
elevador como limites de velocidade e parada, fins de curso, trincos e contatos de porta, etc.
- Ao movimentar o elevador, utilize apenas os recursos disponíveis no quadro de comando destinados a
esse fim. (Ver capítulo 6.0 – Colocação em funcionamento).
- Trabalhe sempre em condições seguras, utilizando equipamentos de proteção, ferramentas e instrumentos
adequados para cada operação.

Atenção:A não observação das instruções de segurança descritas nesse capítulo, poderá provocar
sérios danos ao equipamento ou ainda acidentes com conseqüências graves ou fatal.

91
15 – CUIDADOS NA CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO
O comando MC16, assim como todo equipamento de comando e controle utilizados em elevadores e outros
meios de transporte vertical, devem receber periodicamente pelo Conservador / Instalador, verificações
regulares em seu funcionamento e a devida manutenção quando necessário.
Os intervalos entre essas verificações devem ser estabelecida pelo Conservador / Instalador considerando
para cada caso a finalidade de uso do elevador, a intensidade de sua utilização e o grau de risco oferecido
aos usuários. Abaixo, relacionamos os principais itens que deverão ser checados pela empresa conservadora
após a instalação do equipamento:
- * Verificar o estado e o aperto de todos as conexões do comando, principalmente as do motor de tração.
- Verificar as condições da rede de energia elétrica do Edifício.
- Verificar as condições de aterramento do armário.
- Verificar a atuação dos disjuntores de proteção (geral) do comando.
- Verificar as tensões das fontes do comando, os fusíveis e as condições de temperatura dos
transformadores.
- * Verificar o funcionamento dos contatores de manobra e as condições do motor de tração.
- Medir a corrente nominal do motor e o tempo de atuação do relê térmico.
- Acompanhar o desgaste dos contatos das chaves de manobra e segurança com o tempo de uso e
substitui-los antes do término de sua vida útil.
- * Verificar os componentes de segurança e emergência do comando, simular falhas de funcionamento e
verificar a correspondente atuação dos dispositivos de segurança do elevador.
- Verificar a atuação das chaves RA e RB em funcionamento. Proceder os ajustes se necessário.
- * Verificar o correto funcionamento do sistema de freio do elevador (com a cabine vazia e lotada).
- Verificar se as condições de temperatura em torno do produto, esteja em nível aceitável (Ventilação da
casa de máquinas).
- Remover poeira depositadas nos componentes do comando (somente com a chave geral desligada)
- Verificar o funcionamento do comando em manual através da botoeira de inspeção
- Verificar o funcionamento dos contatores de abrir e fechar porta
- Verificar o funcionamento do ventilador do motor de tração (quando houver)
- Verificar o funcionamento da rampa magnética (quando houver)
- Verificar o funcionamento geral do elevador em automático; botoeiras, atendimento dos chamados,
seletores, indicadores digitais, etc.
• Os itens identificados com (*) devem ter prioridade na conservação e manutenção do equipamento.
*Quando o elevador precisar ficar desligado por longo período, o conservador deverá funcioná-lo ao -menos
1 vez por mês durante 1 hora ou mais para descondensação de umidade nas placas eletrônicas e limpeza das
pastilhas dos contatores, caso contrário a vida útil do equipamento poderá ser reduzida.

Estes procedimentos deverão ser incluídos pelo conservador em suas planilhas de manutenção e
conservação de elevadores.

Qualquer irregularidade no funcionamento do comando que não tenha sido possível ser sanada pelo
conservador, deverá então ser comunicada a ADDTECH para que sejam tomadas as devidas
providências para resolução do problema.
92
16 – ASSISTÊNCIA TÉCNICA

A ADDTECH disponibiliza a todos os clientes, seu departamento de assistência técnica para o qual deverão
ser encaminhadas todas as solicitações, reclamações ou comunicações de defeitos referentes a produtos
adquiridos, estando ou não em garantia.
Ao entrar em contato com a ADDTECH será solicitado ao cliente, algumas informações importantes sobre a
situação do equipamento com problemas; tais como:
- O nome do Edifício ou alguma referência do local de instalação.
- A data de fabricação do produto.
- Tipo de irregularidade encontrada. (Relatar o defeito constatado).
- Em que circunstâncias ocorre o problema. (Relatar se ocorre em alguma situação específica e com que
freqüência o defeito ocorre).
- Comunicar qualquer acontecimento externo incomum que precedeu a irregularidade ex.: (Queda de
energia elétrica, limpeza do prédio com água, intervenção da prestadora de serviços na rede elétrica,
manutenção preventiva, intervenção por terceiros no elevador como instalações de cameras de vídeo,
interfones, etc..., se ocorreu descargas atmosféricas como raios e relâmpagos, etc.)
- O cliente / Instalador deverá ter sempre em mãos o esquema elétrico de ligações que acompanha o
quadro de comando.
- Sempre que possível, contatar a ADDTECH diretamente da obra onde encontra-se o comando com
problemas, através de telefone celular ou rádio, isso agiliza bastante a identificação e resolução do
problema.
Na grande maioria dos casos, os problemas são solucionados de forma rápida e eficiente através dos
procedimentos descritos acima, porém caso seja solicitado pelo cliente o atendimento no local de instalação
do equipamento, a ADDTECH poderá agendar em tempo hábil a visita de pessoal técnico, a qual deverá ser
previamente aprovada pelo cliente sobre os eventuais reflexos em custos com locomoção e / ou estadia do
pessoal.

93