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Instituto Politécnico de Cacuaco IPC-4072

Trabalho De Fai

Tema:

Nº 39

10ªClasse
Docente
Sala:11
……………………………………………...
Curso:EIE
.
Turma:AD
Rosa Esmeralda
Grupo:B

Ano Lectivo 2020/21


Instituto politécnico Cacuaco IPC-4027

Trabalho de Fai

Os efeitos da aculturação da criança

Integrante do Grupo

1. Nsingi Ernesto Lukombo


ÍNDICE

1.Introdução............................................................................

2.Obectivo

3.Desenvolvimento..................................................................

Diferenças e problemas de aculturação sentidas em Angola...............

Influência de outras Sociedades no Sistema Educacional Angolano......

O Sistema Educacional Angolano.....................................................

A Educação depois da Independência Nacional...................................  

ACULTURAÇÃO..................................................................................

A Globalização.................................................................................

Internet, Aldeia Global e a Língua Inglesa.......................................

4.Conclusão.............................................................................

5.Referência Bibiográfica..............................................................

6. Anexos.................................................................................
Resumo
ABSTRACT
Objectivo especifíco
Objectivo Geral
Introdução

O processo de aculturação se dá pelo contato de duas ou mais matrizes culturais


diferentes, isto é, pela interação social entre grupos de culturas diferentes, sendo que
todos, ou um deles, sofrem mudanças, tendo como resultado uma nova cultura. Esta,
por sua vez, terá como base elementos de suas matrizes culturais.
Neste contexto vamos abordar sobre os efeitos da aculturação da criança. Por outro
lado, o processo de aculturação não tem apenas esse aspecto negativo ou radical, mas
pode ocorrer de outra forma, o que significa a existência de uma assimilação de
aspectos culturais entre os povos não de forma impositiva, mas sim natural. Mesmo
porque, como aponta Roque Laraia (2008), não existe um sistema cultural que seja
afetado apenas pelo que aqui se convencionou chamar de mudanças internas à
cultura, principalmente ao se considerar a remota possibilidade do isolamento total de
uma sociedade.

Diferenças e problemas de aculturação sentidas em Angola

A aculturação não é muito intenso para um português que acaba de chegar a Angola,
já que a verdadeira aculturação aconteceu ao longo de muitos anos, desde a primeira
vez que os portugueses chegaram a Angola.

Hoje, muita da nossa forma de pensar e viver encontra-se neste país.

A língua e a alimentação são, sem dúvida, grandes facilitadoras no processo de


integração.

As principais diferenças estão, na verdade, no campo económico, social e político.


Devemos ter em conta que Angola atravessou uma guerra colonial e que só há bem
pouco tempo, pouco mais de dez anos, é que uma certa estabilidade política permitiu
que o país se começasse a desenvolver, com a sua economia a crescer a uma média
próxima de 10% ao ano.

Angola tem procurado desenvolver as suas infra-estruturas mas, muito ainda está por
fazer. Grande parte das infra-estruturas e indústria foram destruídas e os agricultores
tiveram de fugir das suas terras para as cidades à procura de protecção
A Influência de outras Sociedades no Sistema Educacional Angolano

Quando se fala em Educação, vêem-nos logo a ideia clara que ela é um direito humano
e uma ferramenta essencial para o alcance dos objectivos de igualdade,
desenvolvimento e paz. Por isso, desde o limiar da Independência Nacional, o Governo
de Angola definiu-a como uma das suas principais prioridades, tendo em 1978 sido
adoptada uma nova Política Educacional, baseada no principio da igualdade de
oportunidades, com destaque particular, no direito da criança e na redução do
analfabetismo, estimado em 85% naquela altura.

O Sistema Educacional Angolano

A Educação em Angola (até os anos de 1920)

O ensino escolar teve início em Angola nos séculos XVI e XVII, portanto muito antes do


actual território constituir uma unidade. No decorrer da sua presença no Reino do
Kongo, os padres católicos presentes na corte de M’Banza Kongo empenharam-se em
divulgar não apenas o cristianismo, mas também a língua portuguesa e a
correspondente escrita, bem como rudimentos de matemática.

Depois da fundação das Praças Fortes de Luanda e de Benguela, estabeleceram-se lá


algumas escolas de nível básico, inicialmente apenas para filhos dos colonos brancos,
inclusive alguns que tiveram mulheres africanas, depois também para um pequeno
número de crianças africanas. Nesta fase, as escolas não constituíam um sistema de
ensino e nem sequer tinham estruturas muito definidas.

A situação mudou no decorrer do século XIX, quando Portugal passou a ocupar


lentamente o território correspondente ao da Angola de hoje e, paralelamente à acção
militar, e muitas vezes a precedê-la, houve uma acção missionária cada vez mais
extensa, tanto católica como protestante. Os missionários ligavam sempre a
cristianização a uma escolarização mais ou menos desenvolvida. Esta começou,
inclusive, a abranger a população africana urbanizada que se aglomerava em Luanda e
Benguela bem como nas vilas que se foram fundando passo a passo.

A Educação depois da Independência Nacional

Como vimos acima a a educação é um direito humano e uma ferramenta essencial


para o alcance dos objectivos de igualdade, desenvolvimento e paz. Por isso, desde o
limiar da Independência Nacional, o Governo de Angola definiu-a como uma das suas
principais prioridades, tendo em 1978 sido adoptada uma nova Política Educacional,
baseada no principio da igualdade de oportunidades, com destaque particular, no
direito da criança à educação e na redução do analfabetismo, estimado em 85%
naquela altura.

Dos alunos que iniciam o ensino primário, apenas cerca de 40% conclui a 4ª classe. A
capacidade de absorção de alunos no sistema é manifestamente insuficiente. De classe
para classe o número de alunos baixa abruptamente. A situação é mais grave quando
se transita de um nível para outro: estatísticas escolares recentes mostram que
( 1.159.746 alunos (81%) do ensino geral estão inscritos no 1º nível, 152.929 (13%) no
2º nível e 75.335 (6%) no 3º nível, o que é bem revelador da distorção do sistema em
termos de capacidade de absorção de alunos.

As taxas de promoção raramente ultrapassam os 50%. As assimetrias regionais são


evidentes: uma forte concentração de alunos nas províncias do litoral – Luanda,
Benguela e Huíla enquadram cerca de 51% da população escolar.

O Governo aprovou em Setembro de 2001, uma Estratégia integrada para a Melhoria


do Sistema de Educação até 2015, consciente de que o direito à educação impõe aos
Estados a obrigação de garantir a todos os cidadãos a oportunidade de satisfazer as
necessidades básicas de aprendizagem e porque da educação e formação da
população depende o desenvolvimento do País. A pobreza é causa e consequência de
muitos males desta sociedade enferma. Para a sua erradicação, todos são poucos, para
romper este ciclo vicioso e a aposta na educação é uma das vias a utilizar.

Percebemos, então, que não basta ter muitas ferramentas para auxiliar na educação, é
preciso, antes de tudo, preparar os professores para fazer o melhor uso possível deste
material, e por consequência, contribuir na formação cultural do aluno.  Em Angola, a
educação não tem recebido por parte do governo a devida atenção para que
acompanhe o ritmo de mudanças tecnológicas que vem ocorrendo dentro do nosso
próprio país.

Podemos encontrar em nossas escolas diferentes realidades como: escolas onde não
existem salas de informática e nem acesso a internet, enquanto em outras possuem
este recurso, no entanto, não são usados porque o profissional não tem preparo para
fazer uso destas ferramentas. Então, não basta ter os meios tecnológicos se o
professor não souber utilizá-los. A sociedade contemporânea exige da nossa escola a
formação de um profissional culto, crítico e capaz de produzir e realizar as mais
variadas tarefas dentro um grupo. “Neste sentido a internet tem sido uma via de mão
dupla na qual podemos usa-la para expandir ou limitar nossos horizontes dentro da
educação”.

A Influência de Outras Sociedades no Sistema Educacional Angolano


ACULTURAÇÃO

O que é Aculturação?

Aculturação é o conjunto das mudanças resultantes do contato, de dois ou mais

grupos de indivíduos, representante de culturas diferentes, quando postos em contato

direto e contínuo. A aculturação é o resultado dos contatos, de natureza constante,

que implicam geralmente na transmissão de certos elementos da cultura de uma

sociedade para a outra.

A transmissão de elementos de uma cultura vai sempre precedida por uma relação,

que implica na aceitação de alguns e na rejeição de outros elementos culturais. A

aculturação leva muitas vezes à desintegração de uma ou de várias culturas, sob a

influência dos contatos que se estabelecem entre os seus integrantes.

É frequente a desintegração de uma ou várias culturas, sob a influência dos contatos

que se estabelecem entre os grupos. Muito comum também é a mudança dos

elementos adquiridos, ocorrendo uma desorganização social, o que pode envolver o

desaparecimento, total ou parcial das configurações anteriores, como também a fusão

de certos elementos numa nova configuração.

O termo assimilação é o que define todo o processo que diz respeito às mudanças na

personalidade das pessoas envolvidas no processo de aculturação.


Podendo assim influênciar até no sistema educacional de uma Sociedade. Estanto

conjuntamente ligado com a Globalização.

A Globalização

O que é Globalização?

            Podemos dizer que é um processo económico e social que estabelece uma

integração entre os países e as pessoas do mundo todo. Através deste processo, as

pessoas, os governos e as empresas trocam ideias, realizam transacções financeiras e

comerciais e espalham aspectos culturais pelos quatro cantos do planeta.

O conceito de Aldeia Global se encaixa neste contexto, pois está relacionado com a

criação de uma rede de conexões, que deixam as distâncias cada vez mais curtas,

facilitando as relações culturais e económicas de forma rápida e eficiente.

 Origens da Globalização e suas Características

 Muitos historiadores afirmam que este processo teve início nos séculos XV e XVI com

as Grandes Navegações e Descobertas Marítimas. Neste contexto histórico, o homem

europeu entrou em contacto com povos de outros continentes, estabelecendo

relações comerciais e culturais. Porém, a globalização efectivou-se no final do século

XX, logo após a queda do socialismo no leste europeu e na União Soviética. O


neoliberalismo, que ganhou força na década de 1970, impulsionou o processo de

globalização.

Internet, Aldeia Global e a Língua Inglesa

 Como dissemos, a globalização extrapola as relações comerciais e financeiras. As

pessoas estão cada vez mais descobrindo na Internet uma maneira rápida e eficiente

de entrar em contacto com pessoas de outros países ou, até mesmo, de conhecer

aspectos culturais e sociais de várias partes do planeta. Junto com a televisão, a rede

mundial de computadores quebra barreiras e vai, cada vez mais, ligando as pessoas e

espalhando as ideias, formando assim uma grande Aldeia Global. Saber ler, falar e

entender a língua inglesa torna-se fundamental dentro deste contexto, pois é o idioma

universal e o instrumento pelo qual as pessoas podem se comunicar.

A Globalização e seus Efeitos no Ensino

Neste capítulo procura-se mostrar e comprovar que a qualidade de nosso ensino

(fundamental, médio e superior) se perdeu, com as irresponsáveis mudanças

promovidas no ensino, refletindo diretamente na formação de mão-de-obra e no

mercado de trabalho.

            Impulsionados por uma onda de modernidade trazida pela globalização, nos

início dos anos 80 – quando começaram a era do computador, a troca de informações

em tempo real, o relacionamento a cabo entre empresas, a internet, outras facilidades


tecnológicas e de telecomunicações, e com a queda das barreiras comerciais – todos

os segmentos de nossa sociedade precisaram se adaptar rapidamente à nova ordem

social: a possibilidade de interação dos mercados econômicos com um sistema de

comunicação mais rápido e  a simultaneidade das operações financeiras contribuiu

para uma nova onda de progresso e modernidade.

Esse contexto frenético de mudanças, aliado à necessidade de transformações,

adaptações e modernizações necessárias de nossos organismos sociais ocasionaram

uma série de anomalias que produziram seus efeitos em nossa sociedade.

Devido à crise econômica Angola, passou a depender quase exclusivamente dos

empréstimos de organismos financiadores internacionais para obtenção de recursos

para investir e financiar a estrutura educacional.

A globalização nos trouxe muitos fatores positivos, como maior acesso ao comércio

mundial, um acesso muito grande, a evolução tecnológica na área de saúde, a

informações em tempo real pela internet e celulares, etc. Porém, como tudo na vida,

sempre há um lado positivo e seu contraponto negativo.

Quando se fala em “globalização” associa-se um sentido ideológico de padronização de

sociedades a um processo de integração econômica sob a tutela do neoliberalismo. Há,

notadamente, predomínio dos interesses financeiros pela desregulamentação dos

mercados, relegando a plano secundário os seus efeitos sobre os demais organismos

sociais.
Esse fenômeno proporcionou a construção de relações múltiplas no campo político,

social e econômico que levaram a sociedade a questionar muitas das certezas e

conquistas realizadas pelas gerações anteriores. A globalização das sociedades e a

mundialização da cultura rompe a integridade social sensibilizando a capacidade, do

indivíduo e das sociedades, de discernir sobre os limites de cada um e do todo.

Na realidade a globalização não é um processo homogêneo e, muito menos, seus

efeitos e as suas repercussões nas sociedades. A globalização traz na sua essência a

padronização de informações, influenciando a sociedade a interagir de forma favorável

aos interesses do sistema essencialmente capitalista emanado de outras sociedades

econômica e tecnologicamente mais desenvolvidas. Desta forma, a cultura social se

transforma, alterando-se os valores referenciais das comunidades.

A Educação por sua vez sofre a influência direta das características de um sistema

essencialmente capitalista que é de natureza competitiva, individualista e excludente,

provocando mutações de conceitos de cidadania, qualidade, conhecimento,

produtividade e competência.

A globalização como foi imposta às sociedades e aos organismos sociais, se assemelha

e muito, a uma nova forma de colonização. Desta vez, com métodos modernos, sem

violência física, com nova roupagem e em nome de um mercado livre e da defesa do

fim das fronteiras. Seus efeitos nas economias de países globalizados não só reorienta

seus rumos, como reduz a capacidade decisória do poder governante.


Entendo que a globalização é um movimento produzido essencialmente pelo sistema

capitalista que, através de um conjunto de ações produz uma série de dispositivos

político-econômicos para a organização da economia global, tendo como objetivo,

único e exclusivo, alimentar e retro alimentar, num ciclo vicioso, o sistema capitalista

ativo e predominante na ordem social.

Essa prioridade de auto-alimentação do sistema capitalista supera quaisquer outros

conjuntos de valores, inclusive os culturais e sociais, e é impulsionada através de

pressão econômica e de interesses das sociedades dominantes.

O processo de globalização fundamentado pela modernização tecnológica trouxe uma

visão homogênea centrada na sociedade mundial. E, justamente, essa homogeneidade

social atrelada ao processo é que se torna o maior problema.

O processo da globalização não é homogêneo e, muito menos seus efeitos. As

resultantes variam de acordo com as realidades sócio-econômica e cultural das

populações e sua dependência de recursos externos, favorecendo, evidentemente as

sociedades mais desenvolvidas e com maior poder econômico.

Cada sociedade tem a sua particularidade, seus costumes, tradições e seus próprios

problemas. A implantação de processos homogêneos não respeita essas diferenças e

práticas, e tende a gerar lacunas no segmento evolutivo das sociedades e de seus

organismos sociais.
Com relação ao ensino, o processo de globalização vem interferindo nas políticas

educativas, de maneira profunda e significativa, acarretando conseqüências negativas.

Percebe-se claramente a crise do setor educacional. Ações desconexas, improdutivas e

ineficientes, de cunho meramente eleitoreiro, vem sendo tomadas ao longo dos anos

culminando com a pobreza educacional e resultando, desculpem-me pelo termo,

emburrecimento do estudante.

Como qualquer empresa as instituições de ensino que se transformaram em

empreendimentos comerciais, naturalmente, adotaram postura de organização

empresarial e passaram a seguir as leis de mercado e de consumo, a priorizar a

sobrevivência e o lucro regendo-se por diretrizes econômicas e tecnocráticas, como

eficácia, produtividade, eficiência, marketing e lucro.

A Instituição de Ensino deixou de prestar um serviço público que era direito do cidadão

para ofertar um serviço que pode ser comprado mediante o poder aquisitivo do

cliente. A escola como uma agência de prestação de serviços, para se manter

comercialmente ativa, deve satisfazer seus clientes e consumidores que, por sua vez,

fazem valer seus interesses particulares.

A partir do momento no qual a figura do estudante, do aluno, do aprendiz se modifica

e passa a ser a figura do consumidor, que é tratado como cliente, podendo ser

fidelizado (cursos de extensão e pós-graduação), o direito do cidadão se perde e surge

o direito do consumidor.
Além disso, a escola na qualidade legitima de instituição comercial buscam o lucro, o

crescimento do número de clientes, com redução de custos para aumento da

lucratividade, pois, passa a ser mais importante gerar o lucro nas instituições de

ensino, ficando a qualidade de ensino relegada a plano secundário. No papel de gestor,

o Estado vem promovendo periodicamente avaliação através de provões e todos nós

podemos comprovar a queda de qualidade do ensino.

As políticas públicas educacionais devem direcionar a prioridade de ensino para a

formação de um currículo escolar, com conhecimentos, habilidades e atitudes a serem

ministrados aos alunos para responder às demandas sociais e culturais. Porém, o que

se observa é que as transformações causadas do modelo atendem novos interesses e

novos objetivos que não atendem as necessidades prioritárias da Nação.

A inclusão do ensino superior no setor de serviços com a justificativa de

descentralização de amarras, traz como conseqüência imediata a conversão da

educação de um direito social para um serviço a ser consumido por quem tem recursos

para pagar. A partir dessa lógica, a qualidade do “serviço” irá depender de quanto cada

individuo pode e quer pagar.

Além de tudo, essa posição neoliberal resultou na desvalorização do profissional da

educação. Afinal, há que se reduzir custos em qualquer atividade comercial e,

equivocadamente, a maioria dos gestores (muitos dos quais não são administradores),

inclusive de instituições educacionais, preferem reduzir despesas no quadro de


colaboradores do que se dar ao trabalho de elaborar outra alternativa, mais criativa e

mais racional.

Como exigir uma qualificação melhor do professor se ele mal ganha para se sustentar?

O Projeto Educacional Angolano não deve ser estanque nem muito menos seguir

padrões impostos por sociedades mais desenvolvidas e de maior poderio econômico e

sim parte de um Projeto Nacional coerente e abrangente, considerando-se a realidade

do País e as variáveis sócio-econômicas e eqüalizando o ensino às necessidades do

mercado de trabalho.
Conclusão
Referência Bibliográ
Anexos
fica

http://beta.networkcontacto.com/visaocontacto/Lists/Posts/Post.aspx?
List=3e1cd5f3%2Dabf7%2D4d75%2Dadec%2D2658218d629a&ID=1303