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PSICOPATOLOGIAS DO EGO

FUNÇÕES MENTAIS SACOPLIMCA


EXAME DO ESTADO MENTAL

• É a pesquisa sistemática de sinais e sintomas de alterações do


funcionamento mental.
• É obtido através da observação direta da aparência da pessoa, da
anamnese, bem como do relato de familiares e outros informantes.
FUNÇÕES MENTAIS
Sensopercepção, Atenção, Consciência, Orientação, Pensamento,
Linguagem, Inteligência, Memória, Conduta e Afeto.
CONSCIÊNCIA
Parte do aparelho psíquico que possibilita o reconhecimento de si próprio e
do ambiente externo, o entendimento e a reflexão. A consciência é a
capacidade de responder estímulos e de captar as informações ambientais
como: lugar, situação geral e pessoal.
ALTERAÇÕES QUANTITATIVAS
1. OSBCURECIEMENTO DA CONSCIÊNCIA: Ocasiona perda da claridade
das operações mentais uma espécie de adormecimento em vigília e
elaboração psíquica. O conteúdo consciente e a clareza mental
diminuidos.
1.1 OBNUBILAÇÃO (NEVOEIRO): A clareza mental não é completa, refere-
se a uma redução geral da consciência quanto ao ambiente. Está alterada a
capacidade para: pensar claramente, perceber, responder, recordar.
FREQUÊNCIA: Traumatismo craniano, processos infecciosos agudos,
epilepsia, histeria.
1.2 CONFUSÃO (Perplexidade): É um grau mais severo de obnubilação,
caracteriza-se por: Embotamento do sensório, dificuldade de compreesão,
não coerente, demora para responder aos estímulos e diminui o interesse
pelo ambiente.
FREQUÊNCIA: Epilepsia, histeria, e certas ocasiões de grande tensão
emocional.

1.3 ESTUPOR (Imobilidade): Apresenta extrema imobilidade com a


diminuição de seus movimentos espontâneos, ausência completa de
resposta. Ele não reage ou reage pobremente aos estímulos externos.
FREQUÊNCIA: Depressão, esquizofrenia tipo catatônica e em psicose
orgânicas.
1.4 COMA (Inconsciência profunda): Não responde mesmo aos estímulos
externos(dolorosos),ou internos(frio, fome, necessidades fisiológias, outros).
Abolição completa da consciência.
FREQUÊNCIA: Indicativo de problema neurológico.

1.5 DELIRIUM: Reação desnorteada, intranquila, confusa, associada com


intenso medo. Desorientação, ilusões e alucinações.
FREQUÊNCIA: Esquizofrenia.

1.6 ESTREITAMENTO DA CONSCIÊNCIA: Voltado para dentro. Perambula


como que ausente psiquicamente, automático, sem objetivos definidos.
Pode manifestar pavor irracional ou uma agressividade extremada durante
a crise.
FREQUÊNCIA: Estados psicóticos graves. Esquizofrenias.
ORIENTAÇÃO
Capacidade mental que a pessoa tem de situar-se no espaço, tempo de
reconhecer a si mesma, de cada momento de nossa vida e da situação
real em que nos encontramos.

TIPOS DE ORIENTAÇÃO:
• AUTOPSÍQUICA: Orientação em relação à própria pessoa.
• ALOPSÍQUICA: Orientação em relação a outras pessoas, tempo e
lugar.
ALTERAÇÕES
1. DESORIENTAÇÃO AUTOPSÍQUICA: Está desorientado em relação a si
próprio, não sabe seu nome, idade, sexo, etc.

2. DESORIENTAÇÃO ALOPSIQUICA: Está desorientado em relação a outras


pessoas, tempo, lugar e espaço. Não sabe dia, mês, ano.

3. DESORIENTAÇÃO APÁTICA: Está lúcido e percebe com clareza e nitidez


o que se passa no mundo exterior, porém há falta de interesse, energia
psíquica. Percebe o ambiente mas não forma um juízo sobre a sua própria
situação.
FREQUÊNCIA: Esquizofrênicos e em quadros depressivos.

4. DESORIENTAÇÃO DELIRANTE: Produzida por perturbações do juízo de


realidade, devido à presença de falsos conteúdos da consciência.
FREQUÊNCIA: Esquizofrenia, depressão psicótica.
ATENÇÃO
Reação consciente seletiva, por meio da qual examina o mundo externo e
extrai seus dados úteis. Pode manter o foco em certa atividade.
TIPOS DE ATENÇÃO
VOLUNTÁRIA: Concentração ativa e intencional (PROVA)
ESPONTÂNEA: suscitada pelo interesse momentâneo (CONSUMO)

DIREÇÃO
INTERNA: voltada para o meio interno ( Pensamento)
EXTERNA: Voltada para o meio externo ( Situações)
ALTERAÇÕES
1. APROSEXIA: É ausência da capacidade de atenção. Perturbação do ego
permanente, transitória, determinados por fatores tóxicos, afetivos,
traumáticos.
2. HIPOPROSEXIA: Diminuição da atenção causada pela fadiga, estado
tóxico. Perda da capacidade de concentração, dificultada a percepção dos
estímulos ambientais e sua compreensão. Lembranças tornam-se difícieis
e imprecisas.
3. HIPERPROSEXIA: Hiperatividade da atenção. Consiste em atender as
mais variadas impressões, sem fixar a atenção num objeto determinado.
4. DISTRAÇÃO: Há dificuldades em fixar-se em um estímulo devido à falta
de foco.
SENSOPERCEPÇÃO
Capacidade de perceber e interpretar os estímulos que se apresentam aos
órgãos do sentido. Tomamos consciência imediatamente dos objetos.
ALTERAÇÕES SENSITIVAS
1. HIPERESTESIA: Aumento da intensidade das sensações. Maior
excitabilidade da sensibilidade fisiológica e aceleração do ritmo dos
processos psíquicos. Nos estados de ansiedade, de fadiga ou
esgotamento, a capacidade auditiva, tato podem estar aumentados.
FREQUÊNCIA: Excitação maníaca, pacientes afetivos, acessos de
enxaqueca, etc.

2. HIPOESTESIA: Diminuição da sensibilidade (alimentos sem sabor, vida


sem brilho).
FREQUÊNCIA: Estados de depressão, períodos pós-trauma, etc.

3. ANESTESIA: Abolição de todas as formas de sensibilidade.


FREQUÊNCIA: Seccionamentos dos nervos periféricos, pacientes
conversivos.
PERCEPÇÃO
Consiste na apreensão de uma totalidade e sua organização consciente.
Não é uma simples adição de estímulos locais e temporais capatados
pelos órgãos dos sentidos, ela se organiza de acordo com estruturas
específicas, conferindo originalidade pessoal à realidade apreeendida.
ALTERAÇÕES NA PERCEPÇÃO
1. ANOSOGNOSIA: Negação da doença.
2. AGNOSIA TÁTIL: Incapacidade reconhecer objetos pela toque.
3. AGNOSIA VISUAL: Incapacidade reconhecer objetos pela visão.
4. PROSOPAGNOSIA: Incapacidade reconhecer rostos.
5. APRAXIA: Incapacidade de realizar tarefas específicas.
6. ALUCINAÇÃO: Percepção de algo inexistente.
7. ALUCINAÇÕES AUDITIVAS: Ouve ruídos, sons.
8. ALUCINAÇÕES EXTRACAMPINAS: Enxerga do outro lado da parede.
9. ALUCINAÇÕES TÁTEIS: Percepção tatéis inexistente. Estrangulamento,
picada de inseto, alfinetadas, queimaduras, etc.
10. ALUCINAÇÕES TÁTEIS CINESTÉSICA: Percepção inesxistente referente
aos órgãos internos. Fígado revirado, pulmões esvaziados, coração rasgado,
cérebro apodrecido.
11. ALUCINAÇÕES GUSTATIVAS E OLFATIVAS: Percepção de gostos e oderes
inexistentes. Gosto de sangue, catarro, terra.
12. ALUCINAÇÃO COMBINADA: Associação de duas alucinações.
13. ALUCINAÇÃO ONIRÓIDE: Adquire a consistência de uma cena, de
uma situação, como se fosse sonhar acordado.
14. ILUSÕES: Percepção deformada de um objeto real e presente.
Percepções reais falsificadas. O objeto existe, mas a percepção dele é
falsa. Sombras de árvores e pensam que são vultos, pessoas se mexendo,
o cinto é uma cobra.
MEMÓRIA
Capacidade fixar, evocar e reconhecer o estímulo. Função pela qual a
informação armazenada no cérebro, é mais tarde, trazida pela consciência.

TIPOS DE MEMÓRIA
1. MEMÓRIA IMEDIATA: Trata a informação do presente momento. Pedir
para repetir seis números em ordem e depois em ordem inversa.
2. MEMÓRIA RECENTE: De curto ou longo prazo. Guardar três palavras e
depois pedir para repetir cinco minutos depois (Curto prazo). Perguntar o
que comeu de manhã (Longo prazo)
3. MEMÓRIA REMOTA: Passado. Perguntar sobre aniversários, onde
nasceu, estudou, assuntos pessoais, etc.
ALTERAÇÕES QUANTITATIVAS
1. HIPERMNÉSIA: Grau exagerado de retenção e recordação. Evocados
com muita exatidão e vivacidade.
2. HIPOMNÉSIA: Dimunição de lembranças evocáveis. Incapacidade de
reter conhecimentos recentes, falsas recordações, cria história sem
consistência.
3. AMNÉSIA: Incapacidade total ou parcial para recordar experiências
passadas, podendo ter origem orgânica ou emocional.
4. AMNÉSIA DE FIXAÇÃO: Incapacidade de recordar fatos recentes.
5. AMNÉSIA DE EVOCAÇÃO: Incapacidade de recordar fatos que
ocorreram há meses ou anos.
6. AMNÉSIA TOTAL: Ocorre deterioração mental grande.
7. AMNÉSIA LACUNAR: Suspensa durante um período traumático.
8. AMNÉSIA ANTERÓGRADA: Amnésia para eventos ocorridos após
determinado ponto do tempo.
9. AMNÉSIA RETRÓGRADA: Amnésia anterior a um determinado ponto.
10. DEJA-VU: Impressão de já ter vivenciado, o que na realidade é visto
pela primeira vez. É rápido, fugaz, nível de sensação.
11. JAMAIS-VU: Falso sentimento de estranheza ante situações que na
realidade já se tem experimentado, rápido e momentâneo.
13. CONFABULAÇÃO: Preenchimento inconsciente de lacunas na
memória por experiências imaginadas ou falsas, nas quais o paciente crê
em qualquer base sólida. É a evocação de algo que nunca se fixou, nem
se conservou. Inventado mesmo.
INTELIGÊNCIA
Capacidade mental de raciocinar, planejar, resolver problemas, abstrair ideias,
compreender linguagens, integrar construtivamente o aprendizado anterior e
confronter-se com novas situações. Relacionada ao meio e aos novos estímulos.

RETARDO MENTAL
Deficiência mental caracterizada por atraso ou insuficiência de evolução intelectual,
compreende três graus:
1. RETARDO MENTAL LEVE: Idade de 7 e 10 anos, Q.I entre 50 e 70. Não são
capazes de planejamento útil e de atuação prudente de seus negócios.
Necessitam de cuidados e supervisão para sua proteção.

2. RETARDO MENTAL SEVERO E MODERADO. Idade mental entre 3 e 7 anos,


Q.I entre 25 e 49. aprendem a falar e realizar trabalho simples, mas são
incapazes de dirigir a si próprios ou nos negócios.

3. RETARDO MENTAL PROFUNDO: Idade mental inferior a 3 anos, Q.I abaixo de


25. são incapazes de se resguardar dos perigos físicos comuns. Não aprendem
a falar, vestirem-se, banharem-se etc.

DEMÊNCIA
Deterioração global e orgânica do funcionamento intelectual. É a perda da função
mental. Empobrecida, progressiva e persistente das funções intelectuais.
LINGUAGEM
Processo mental de manifestação do pensamento e de natureza
essencialmente consciente, significativa e orientada para contato
interpessoal. Oral, escrita e mímica.
ALTERAÇÕES DA LINGUAGEM
1. BRADILALIA: Diminuição da velocidade de expressão por lentidão
associativa.FREQUÊNCIA: Melancolia, depressão e confusão mental.
2. TAQUILALIA OU VERBORRÉIA: Aceleração da velocidade de expressão
associativa. FREQUÊNCIA: Estados maníacos.
3. JARGONOFASIA: Mistura incoerente de palavras, incompreensível de
elementos verbais. FREQUÊNCIA: Esquizofrenia.
4. VERBIGERAÇÃO: Monólogo repetitivo, constituido por pedaços de frases.
FREQUÊNCIA: Catatônico.
5. MUTISMO: Inibição voluntária ou semi da palavra falada. Não fala o porquê, não
pode falar. FREQUÊNCIA: Mutismo esquizofrênico (voltado para si).
6. ECOLALIA: Repetição como eco da ultima palavra do interlocutor, ou do final da
palavra. FREQUÊNCIA: Esquizofrenia.
7. ESTERIOTIPIA VERBAL: Repetição automática de uma sílaba ou som. Tá, hum,
né...
8. COPROLALIA: Esteriotipia verbal. Verbalização compulsiva de palavrões.
PENSAMENTO
Conjunto de funções integrativas capazes de: Associar conhecimentos novos
e antigos, integrar estímulos internos e externos. Analisar, abstrair, julgar,
concluir, sintetizar, criar.
DISTÚRBIOS DO PENSAMENTO

• FUGA DE IDEIAS: Verbalizações rápidas e contínuas, ou uma


constante mudança de ideias por outras.
• PROLIXIDADE: Minuciosidade excessiva do pensamento que
consiste em detalhes.
• DELÍRIOS: Falsa crença, baseada em uma interferencia
incorreta aobre a realidade externa. Não pode ser corrigida pela
argumentação.
• DELÍRIO BIZARRO: Uma falsa crença, absurda e totalemente
implausível e muito estranha. Ex Eletrodos no cérebro
implantados pelos ETS.
• DELÍRIO DE AUTOACUSAÇÃO: Atos insignificantes convencem o
paciente que ele é responsável pelo crime que não cometeu.
• DELÍRIO PERSECUTÓRIO: Falsa crença que a pessoa está sendo
enganada, molestada e perseguida.
• DELÍRIO DE GRANDEZA: Concepção exagerada da própria importância, poder
ou identidade. Acredita ser rico, poderoso, belo.
• DELÍRIO DE CIÚMES: Convicção de infidelidade por patte da pessoa amada,
embora não haja qualquer base real.
• DELÍRIO EROTOMANÍACO: Crença que a pessoa está apaixonada pela pessoa.
Geralmente de uma pessoa com situação mais elevada.
• DELÍRIO DE REFERÊNCIA: Quando a pessoa diz estar sendo alvo constante de
referências depreciativas, caluniosas.
• HIPOCONDRIA: Preocupação exagerada com a própria saúde, sem base em
patologia real.
• OBSESSÃO: Persistência patológica de um pensamento ou sentimento,
associado a ansiedade. Ruminação.
• FOBIA: Temor persistente, irracional, exagerado e patológico. Evita o objeto.
• FOBIA SOCIAL: Medo de humilhação pública, como falar em público ou comer
em público.
• ACROFOBIA: Medo de altura.
• AGORAFOBIA: Medo de espaços abertos.
• ALGOFOBIA: Medo da dor.
• ERITROFOBIA: Medo de ficar vermelho.
• PANFOBIA: Medo de tudo.
• CLAUSTROFOBIA: Medo de lugares fechados.
• XENOFOBIA: Medo de estranhos.
• ZOOFOBIA: Medo de animais.
AFETO
Conjunto de fênomenos que se manifestam sob a forma de
emoções,sentimentos, paixões, acompanhadas por: dor ou prazer. Alegria
ou tristeza.
• AFETO ADEQUADO: Condição normal em que o tom emocional está em
harmonia com ideia, pensamento ou fala.
• AFETO INADEQUADO: Desarmonia e indiferença diante das situações
emocionais.
• AFETO EMBOTADO: Redução de intensidade. Indiferença emocional.
• EUFORIA: Intensa relação com sentimentos de grandeza. Grande
sentimento de bem-estar.
• LUTO: Tristeza adequada a uma perda real, processo lento e longo.
• DEPRESSÃO SIMPLES: Sentimento de mal estar, tristeza, inutilidade e
incapacidade de realizar atividades.
• DEPRESSÃO PATOLÓGICA: Estado profundo de abatimento e tristeza.
• ANEDONIA: Perda do interesse e afastamento de todas as atividades
regulares e prazerosas.
• ANSIEDADE: Sentimento de apreensão provocado pelo perigo.
• AGITAÇÃO: Ansiedade associada com grave inquietação motora.
• MEDO: Ansiedade provocada por um perigo real e
conscientemente reconhecido.
• TENSÃO: Aumento desagradável da atividade motora ou
psicológica.
• PÂNICO: Ataque intenso, agudo e episódico de ansiedade.
• INCONTINÊNCIA EMOCIONAL: Extrema facilidade de emoção.
• APATIA: Indiferença afetiva em relação ao mundo externo.
• VERGONHA: Fracasso em satisfazer às próprias expectativas.
• CULPA: Fazer algo de errado.
• HUMOR EXPANSIVO: Expressão de sentimentos sem restrições.
• HUMOR IRRITÁVEL: Provocado pela raiva.
• HUMOR LÁBIL: Períodos de euforia e depressão.
• HUMOR EXALTADO: Ar de confiança e alegria. Um humor mais
animado que o normal. Não é necessariamente patológico.
CONDUTA
Função adaptativa fundamental do ser humano. Todo impulso tende a uma
expressão, a uma manifestação na conduta.
• HIPERATIVIDADE: Aumento das atividades, a pessoa não consegue
fixar um objeto, as atividades não são produtivas.
• AGITAÇÃO PSICOMOTORA: Excessiva hiperatividade, geralmente há
perda do controle e pode iniciar atividade destruidora.
• AGRESSIVIDADE: Manifestação de raiva e ódio, pode ser verbal ou
física.
• HIPOATIVIDADE: Atividade diminuida. Lentidão.
• ESTERIOTIPIA: Padrão repetitivo fixo ou fala, ou seja, repetição
constante de movimentos, posições.
• MANEIRISMO: Movimentos corporais repetitivos. Gestos.
• ATO COMPULSIVO: Ato urgente e insistente. Contrários aos desejos.
• RITUAL COMPULSIVO: Conduta compulsiva torna-se esteriotipada.
• ISOLACIONISMO: Tendência a afastar-se.
• INSÔNIA: Falta ou redução do sono.
• INICIAL: Dificuldade para adormecer.
• Intermediária: Dificuldade para dormir a noite inteira.
• TERMINAL: Despertar precocemente de manhã.
• HIPERSONIA: Sono excessivo.
• SONAMBULISMO: Atividade motora durante o sono.
• CONDUTA BIZARRA: Comer papel, andar nu.
• ENURESE: Incontinência urinária. Conduta regressiva.
• ENCOPRESE: Dificuldade de defecar.
• ABULIA: Impulso reduzido para agir e pensar.
• Anorexia: Perda ou diminuição do apetite.
• HIPERFAGIA: Aumento no apetite e consumo de alimentos.
• BULIMIA: Compulsão alimentar frequentemente é seguida por
purgação.