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TUDO SOBRE O

SONO
Ana Amélia, Geovana, Giovanna e Laís
3ª série
Por que temos que dormir?
• O mais plausível é que a única razão pelo qual precisamos dormir é que simplesmente
necessitamos esvaziar a mente e o corpo, pra de algum modo "zerar" as informações que
recebemos ao longo do dia.

• Um estudo realizado no ano 2000 comprovou que um dos motivos pelo qual dormimos, é tornar
viável a possibilidade de nosso cérebro conseguir armazenar as memórias e consolidá-las dentro do
campo de memorização que incide sobre as lembranças à médio e à longo prazos. Ainda, nós
dormimos e abrimos os caminhos bioquímicos para que o cálcio atinja os nossos neurônios e
formem uma rede de reorganização, auxiliando o nosso sistema sensorial, tornando o sono algo
obrigatório em nossas vidas para que possamos ter uma vida com condições adequadas.

• Outra teoria datada do ano de 2008 sugere que assim como no reino animal, o sono serve para que
economizemos e reponhamos a energia gasta durante os picos de "disposição" que temos durante
o dia.

• Algumas vertentes esotéricas despontam com argumentos pertinentes, interligando nossa


atividade cerebral, com o sono,  e sugerindo que na verdade, nunca chegamos a definitivamente
"dormir", mas sim, ascender a outros planos e dimensões, nas chamadas "viagens astrais" ou
"projeções astrais".
Por que é importante dormir na escuridão?
• O que a ciência tem a nos dizer,  é que a exposição crônica à luz durante a noite leva a uma série de
problemas de saúde. Para entender por que essa exposição crônica à luz a noite é tão ruim, é
preciso considerar a evolução humana. Antes do fim da Idade da Pedra, os seres humanos só eram
expostos a dois tipos diferentes de luz natural, responsáveis pela regulação do ritmo circadiano –
durante o dia, tinha o sol, enquanto à noite, havia a lua e as estrelas, e talvez a luz de fogueiras.
Esse padrão binário de dia/noite configurava toda a nossa programação biológica.

• Hoje, temos iluminação artificial à noite. Essa iluminação interior é menos potente do que a luz
solar, mas ainda muitas ordens de magnitude maior do que a luz das estrelas e do luar – uma
diferença que influencia uma série de reações bioquímicas críticas ligadas a periodicidade de luz,
incluindo a produção de cortisol e melatonina.

• A parte do cérebro que controla o relógio biológico é o núcleo supraquiasmático (SCN), um grupo
celular do hipotálamo. Estas células respondem aos sinais claros e escuros. Os nervos ópticos em
nossos olhos percebem a luz e transmitem um sinal para o SCN, dizendo ao cérebro para acordar, e
reflete em processos como o aumento da temperatura corporal e a produção de hormônios como o
cortisol. A iluminação artificial eleva os níveis de cortisol à noite, que perturba o sono e apresenta
uma série de problemas relacionados a gordura corporal, resistência à insulina e inflamação
sistêmica, contribui para um sono ruim e uma interrupção da neuroregulação do apetite. Quando os
quartos ficam totalmente escuros à noite, nenhum sinal óptico é enviado para o SCN, de forma que
os nossos corpos produzem a melatonina necessária.
Passos para se conseguir
dormir no escuro
1-Acalme-se antes de ir para a cama. Uma
forma de superar o medo do escuro é
garantir um certo tempo para si mesmo
antes de dormir.

2-Afaste-se da luz gradualmente.

3-Desafie os seus medos.

4-Deixe um pouco de luz ligada se


necessário.

5-Torne o seu quarto mais aconchegante.

6-Aprenda a dormir sozinho.


Quais são as fases do sono? O que acontece em cada uma?
• Há cinco fases do sono: estágios 1, 2, 3, 4 e REM (sigla para Rapid Eye Movement ou Movimento
Rápido dos Olhos). Normalmente, quando você está dormindo, você começa no estágio 1 e
passar por cada etapa até atingir o sono REM. O ciclo recomeça a cada 90-110 minutos. Seu
cérebro age de forma diferente em cada estágio. Em algumas etapas, seu corpo se movimenta,
enquanto em outras, você permanece completamente imóvel. Algumas das etapas estão
diretamente ligadas com a saúde de sua memória, concentração e até problemas com estresse.

• Fase 1: É o sono leve, onde você experimenta um entrar e sair do sono, sendo facilmente
acordado. O movimento dos olhos e os movimentos do corpo desaceleram. Você pode
experimentar movimento espasmódico de pernas ou outros músculos. Estes sono inicial e tais
espasmos são os que causam as repentinas sensações de queda que acordam um indivíduo no
susto.
• Fase 2: Cerca de 50 por cento de seu tempo dormindo é gasto nesta etapa do sono. Durante
este estágio, o movimento dos olhos para e suas ondas cerebrais (uma medida do nível de
atividade do cérebro) tornam-se mais lentas, o corpo esfria e os músculos começam a relaxar.
Haverá também breves explosões de atividade cerebral chamado fusos do sono, associados
normalmente a espasmos musculares.
• Fase 3: É a primeira fase do sono profundo. As ondas cerebrais são uma combinação de ondas
lentas, conhecidas como ondas delta, combinadas com as ondas mais rápidas. Durante este
estágio, pode ser muito difícil acordar alguém. Quando acordado durante este estágio, você pode
sentir-se fraco e desorientado por vários minutos antes de recobrar plena consciência de seus
arredores e ações.
• Fase 4: Segunda fase do sono profundo. Aqui, o cérebro trabalha quase que exclusivamente com as
ondas delta lentas. Também é muito difícil acordar alguém. Ambos os estágios de sono profundo são
importantes para se sentir revigorado pela manhã. Se essas etapas são muito curtas, o sono não vai
ser satisfatório. As ondas delta são medições da atividade do cérebro e normalmente estão
associadas com o começo dos sonhos, ou seja, o descanso do cérebro das atividades do dia a dia.
• Os estágios 1, 2, 3 e 4 são necessários principalmente par ao descanso e relaxamento do indivíduo,
além da secreção do hormônio do crescimento para aqueles que estão neste estágio (principalmente
adolescentes e crianças). Pessoas que tem problemas de insônia normalmente não conseguem
passar do estágio 1 e as pessoas com má qualidade de sono raramente completam o ciclo com o
sono REM.
• REM: Fase do sono em que a maior parte dos sonhos ocorre. Quando você entra em sono REM, sua
respiração torna-se rápida, irregular e superficial. Seus olhos se movem rapidamente e seus
músculos se tornam imóveis. A frequência cardíaca e pressão arterial aumentam. Homens podem
desenvolver ereções. Cerca de 20 por cento do sono é o REM. Começa a cerca de 70 a 90 minutos
depois de adormecer. O primeiro ciclo de sono tem um curto período de sono REM. A medida que os
ciclos passam e o horário de acordar vai chegando, o tempo gasto no sono REM aumenta e os
estágios de sono profundo diminuem. Os pesquisadores não entendem completamente o sono REM
e os sonhos. Eles sabem que é importante para a criação de memórias de longo prazo. Se o sono de
uma pessoa REM é interrompido, o ciclo do sono seguinte tende a não seguir a ordem normal,
muitas vezes indo diretamente para o sono REM até o momento de onde o sono foi interrompido. Ter
uma noite de sono sem REM não significa não ter um sono de má qualidade. Porém, é necessário
tomar cuidado quando você sonha pouco: isso pode ser um sinal de algum problema de sono, de
memória ou no estágio REM.
Insônia
• Insônia é um distúrbio do sono caracterizado pela dificuldade em adormecer e manter o sono. É um
transtorno extremamente comum que atinge 1 em cada 5 pessoas e que pode ser resolvido com o
tratamento adequado.
• Tipos:
 De acordo com o tempo de duração: 1. Transiente, dura apenas alguns dias e pode chegar até 3
semanas; 2. Crônica, também chamada de longa duração, a insônia crônica é aquela que dura mais
de 3 semanas; 3. Intermitente, é o tipo de insônia de curta duração que ocorre de tempos em tempos.
Entre esses tempos, há períodos de sono regular e revigorante.
 De acordo com a causa: 1. Primária, quando não há nenhuma doença causando a insônia — ela
acontece por si só; 2. Secundária, quando a insônia é sintoma de alguma condição médica, distúrbio
mental ou efeito colateral de alguma droga.
• Causas:
 Estresse, ambiente e hábitos não adequados, aparelhos eletrônicos, estilo de vida, transtornos
mentais (ansiedade, esquizofrenia, TOC), transtornos hormonais, problemas respiratórios ou
gastrointestinais e medicamentos (nicotina, cafeína)
Por que sonhamos?

• Passamos um terço de nossas vidas dormindo. No entanto, somente sonhamos por poucos minutos.
Se calcularmos uma média, ao longo de nossa vida sonhamos seis anos inteiros. Durante este
processo, o cérebro é quase totalmente ativado, necessitando que o fluxo de sangue seja o dobro do
necessário durante a vigília. Apenas uma parte do cérebro para de funcionar enquanto dormimos: o
centro lógico. É por isso que os sonhos adquirem, muitas vezes, tons de irrealidade. Além disso, para
não exteriorizar nossos sonhos, o cérebro envia sinais para a medula espinhal paralisando assim
nossos membros temporariamente. O único que movemos durante o sono, que ocorre durante a fase
conhecida como REM, são os nossos olhos que se movem de acordo com a nossa atividade no sonho.

• Quando sonhamos, nosso cérebro tenta resolver os problemas que nos ocupam durante o dia.
Portanto, dormir pode ser a solução para um problema que não conseguimos resolver. Além disso,
um sonho pode ser um reflexo fiel ou, na maioria dos casos, simbólico do que ocupa a nossa mente,
de nossos medos e de nossos desejos. Por isso são comuns alguns pesadelos que evocam medos
como a falta de autoconfiança que muitas vezes se reflete em um sonho no qual a pessoa está nua
em um lugar público e não pode se esconder ou se cobrir.

• Freud argumentava que a função dos sonhos era satisfazer os nossos desejos e, certamente, não
estava errado. No entanto, esta é apenas uma das muitas respostas para a pergunta: por que
sonhamos? Que papel os sonhos desempenham? A verdade é que nem as centenas de páginas de “A
Interpretação dos Sonhos”, de Freud, nem os vários estudos que foram feitos puderam responder de
maneira definitiva todas as perguntas sobre os sonhos.
O que é Sonambulismo?

• O sonambulismo é um distúrbio do sono que se manifesta, na maioria das vezes, nas primeiras
horas após dormir. O distúrbio costuma atingir principalmente as crianças, mas é estimado que 1 a
15% da população já tenha tido pelo menos um episódio de sonambulismo. Inclusive, a faixa etária
que mais tem sonambulismo são as crianças, estima-se que 25% delas já tiveram, no mínimo, um
episódio de sonambulismo. Gêmeos idênticos têm quadros de sonambulismo seis vezes mais que
os não-idênticos. Acredita-se que 0,5% até 4% dos adultos apresentam sonambulismo. O
sonambulismo é caracterizado pela realização de atividades, como andar, falar e até mesmo
preparar comidas, sem que haja consciência do que está acontecendo.

• Na maioria das vezes, os olhos do sonâmbulo estão abertos, mas é muito difícil que ele lembre do
que aconteceu. Os episódios costumam durar de poucos minutos até uma hora. Há alguns fatores
que podem aumentar o risco de desenvolver o transtorno. Eles são:
 Ficar muito tempo sem dormir; Cansaço excessivo; Febre; Apneia do sono; Asma; Mudanças na
rotina do sono; Ingerir bebidas alcoólicas (principalmente antes de dormir); Ansiedade; Enxaqueca;
Síndrome das pernas inquietas; Narcolepsia; Depressão; Doença do refluxo gastresofágico;
Estresse;

• Não há tratamentos específicos para os sonâmbulos. O que deve ser feito, porém, é garantir a
segurança, evitando manter objetos pontiagudos e trancar as portas e janelas. Apesar de não ter
cura, se o sonambulismo for muito frequente, o médico pode prescrever algum medicamento que
combate a tensão e a ansiedade, como antidepressivos e benzodiazepínicos. Algumas técnicas de
relaxamento também podem ser feitas para controlar o distúrbio.
Por que acordamos com mau hálito?
• A primeira causa é a de origem bucal, que ocorre durante o período de sono quando a salivação é
diminuída. Enquanto dormimos acontece, inevitavelmente, uma descamação da mucosa bucal do
excesso de células, em especial quando o paciente respira pela boca ou ronca. Essas células se
depositam na língua e entram em decomposição, liberando mau odor nesse processo. Dessa
maneira, é formada a saburra (crosta) lingual, principal responsável pelo mau hálito.

• A outra causa é a extrabucal, que acontece por conta do longo período sem comer. Durante o sono, o
corpo entra em hipoglicemia, ou seja, ocorre uma baixa de glicose no sangue. Para restabelecer o
nível, o organismo busca outra fonte interna de fabricação de energia. É utilizado então a gordura
que, por sua vez, será transformada em glicose. Só que nesse processo, parte da gordura
metabolizada não é utilizada (acetona) e é eliminada por via pulmonar, alterando o odor do hálito.

Por que acordamos com 'remela' nos olhos?


• Ela não é nada mais do que a forma sólida do líquido que compõe a lágrima, que é formada
enquanto você aproveita as suas preciosas horas de sono, ficando acumulada no canto dos olhos ao
acordar ou depois de “tirar” longos cochilos durante o dia. A “remela” é formada por três
componentes: muco (responsável por reter a poeira), uma camada líquida (composta por sal,
proteínas e substâncias essenciais para a córnea humana) e gordura (que não deixa a lágrima
evaporar nos olhos). Conforme você pisca, o excesso dela fica acumulado nos cantos do globo
ocular, e isso não é tão nojento assim.
Por que acordamos à noite para ir ao banheiro?
• A eliminação normal de urina no ser humano ocorre predominantemente durante o dia, fato que
guarda uma relação com o consumo de líquidos e com as perdas pelo suor e outras fontes. Por sua
vez, algumas doenças resultam em maior eliminação de urina durante a noite, condição denominada
nictúria ou noctúria.

• A nictúria pode ser decorrente de uma maior produção corporal de urina, durante a noite ou de
diminuição da capacidade da bexiga em armazenar a urina, conforme revelam investigadores norte-
americanos, em artigo publicado na revista The Journal of Urology, de Agosto de 2007. Não há um
numero exato de vezes que você pode acordar para ir ao banheiro, o simples fato de ter vontade já te
acorda e pode estar relacionado com problemas urinários, cardíacos, respiratórios ou vasculares.
Dormir de “barriga cheia” faz mal à saúde?
• Consumir alimentos inadequados antes de dormir, pode afetar a qualidade do sono e se refletir, no dia
seguinte, em fadiga, cansaço ou irritação. O metabolismo funciona mais lentamente à noite e o sistema
digestivo também. Por isso, fica mais fácil armazenar os alimentos sob a forma de gordura. É bom evitar as
frituras, massas, doces, bebidas estimulantes e até mesmo refrigerantes.

• Vale ressaltar que o mais indicado é comer duas horas (no mínimo) antes de ir pra cama. Após esse
intervalo, o processo digestivo estará mais completo e as chances de comprometer a qualidade do sono são
menores. Para obter uma refeição saudável e balanceada – independente de ser noturna ou não – é preciso
dividir bem as porções. Ou seja, o prato deve conter legumes e verduras, que são ótimas fontes de
vitaminas, fibras e sais minerais, carboidratos e proteínas vegetais (arroz, batata ou feijão) e proteína animal
(carne branca ou vermelha, além de alguma fruta como sobremesa. Sopas, saladas e lanches naturais
também são bem vindos.

• O famoso copo de leite morno, consumido algumas horas antes de dormir, pode ajudar a ter um sono
tranquilo. Esse truque bastante utilizado por mães e avós possui comprovação científica: o leite é rico em
triptofano, substância que induz naturalmente ao sono e aumenta a quantidade de serotonina,
neurotransmissor que atua como sedativo no cérebro e contribui para o sono tranquilo e relaxante. DICA:
Acrescente uma colher de mel ao leite para potencializar seus efeitos. Por ser um carboidrato simples, ele
facilita a absorção do triptofano pelo organismo.
• A digestão pode ser melhorada ao dormir virado do lado esquerdo por uma questão de gravidade,
pois permite que os resíduos de alimentos passem mais facilmente do intestino grosso para o cólon.
Isso significa uma maior propensão a ter um movimento intestinal ao acordar. Dormir sobre o lado
esquerdo também permite que o estômago e o pâncreas fiquem naturalmente pendentes,
aprimorando o desenvolvimento de enzimas pancreáticas e outros processos digestivos.
Por que o bocejo é contagioso?
• Segundo o fisiologista Raúl Santo de Oliveira, da Universidade Federal Paulista (Unifesp), há muitas
teorias sobre o motivo de bocejarmos e sobre o porquê de ele ser "contagioso". Uma das mais aceitas
indica que o bocejo é uma ação involuntária que o corpo faz para despertar, entrar em alerta. De
acordo com Oliveira, a ação faz com que captemos mais oxigênio, o que aumenta a frequência
cardíaca.

• E por que ele é "contagioso"? O bocejo contagioso é uma forma comum do chamado "fenômeno de
eco" - uma imitação automática da fala ou ação de alguém. Oliveira explica que uma teoria, bem
aceita, diz que a culpa é dos neurônios-espelho. Ao vermos alguém bocejando, os neurônios-espelho
desencadeiam um ato-reflexo, que não controlamos, e dão início ao bocejo. Até podemos tentar pará-
lo, mas ele vai começar sem que queiramos. O que acontece é que quando bocejamos por "reflexo",
em geral estamos em uma situação parecida com a primeira pessoa que bocejou. Oliveira afirma que,
curiosamente, costumamos bocejar após ver uma pessoa de quem gostamos fazer isso. Se alguém
com quem não nos relacionamos bem faz o ato, tendemos a não repetir ou pelo menos nos
esforçamos a interrompê-lo. Os cientistas acreditam que isso ocorra para que não demonstremos
afinidade com a pessoa de quem não gostamos.
O Sono e o Emagrecimento
• Uma pesquisa norte-americana acompanhou dez pessoas com idade entre 21 e 46 anos, que tinham
sobrepeso. Ao longo do estudo, constatou-se que o tempo e a qualidade do sono afetavam não só a
velocidade do emagrecimento, como também a vontade comer alimentos mais doces e calóricos. Ao
medir a qualidade do sono, eles viram que os jovens que dormiam melhor apresentaram redução de
14% no apetite e de 62% no desejo por lanches calóricos.

• Tudo indica que a noite de sono afeta a química do cérebro e nossos hábitos alimentares.

• Sabe-se que quanto menor o nível da leptina, hormônio presentes durante o processo de dormir,
maior será a sensação de fome. Assim, horas de sono reduzidas também diminuem a quantidade de
leptina, trazendo o desequilíbrio.

• A importância de uma boa noite de sono é atestada pela pesquisa, que mostra ainda que dormir
pouco favorece a perda de massa magra, ou seja, perdemos músculos, sabe-se que quanto menos
massa magra temos mais lento se torna o nosso metabolismo, pois queimamos menos calorias.