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Ficha de Registo Ensino Especial

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Ficha de Registo para a Avaliação do Desempenho - Docentes do Ensino Especial - Avaliação feita pelo Coordenador. Autores: Ramiro Marques e Fátima André
Ficha de Registo para a Avaliação do Desempenho - Docentes do Ensino Especial - Avaliação feita pelo Coordenador. Autores: Ramiro Marques e Fátima André

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FICHA DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO

DOCENTES DO ENSINO ESPECIAL
AVALIAÇÃO EFECTUADA PELO COORDENADOR DE DEPARTAMENTO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Agrupamento de Escolas / Escola _________________________________________________________________________________ Código ___________________ Direcção Regional de Educação ___________________________________________________________________________________ (A preencher pelo avaliador) Nome do avaliador_____________________________________________________________________________________________ Cargo_______________________________________________________________________________________________________ NIF_______________________________ Nome do avaliado_____________________________________________________________________________________________ Categoria____________________________________________________________________________________________________ Departamento Curricular________________________________________________________________________________________ NIF________________________________ Período em avaliação ________ a ________

A A.1

Preparação e organização das actividades lectivas Adequação dos Programas Educativos Individuais às necessidades de cada aluno, tendo em conta os princípios da inclusão, em trabalho conjunto com os docentes de turma/disciplina e encarregados de educação
1 – O docente não promove, em conjunto com os docentes da turma/disciplina e Encarregados de Educação, nem adequa os programas educativos individuais às necessidades específicas de cada aluno 2 – O docente reúne, no início do ano lectivo, com os docentes da turma/disciplina e Encarregados de Educação, com o objectivo de adequar os programas educativos individuais às necessidades específicas de cada aluno 3 – O docente reúne, regularmente, com os docentes da turma/disciplina e Encarregados de Educação, com o objectivo de adequar os programas educativos individuais às necessidades específicas de cada aluno 4 – O docente reúne, com regularidade e tem em consideração as sugestões, com os docentes da turma/disciplina e Encarregados de Educação, com o objectivo de adequar os programas educativos individuais às necessidades específicas de cada aluno

Classificação

A.2

Adequação das estratégias de ensino e aprendizagem às necessidades de cada aluno e às aprendizagens adquiridas
1 – O docente não adequa as estratégias de ensino e aprendizagem às necessidades de cada aluno e às aprendizagens adquiridas 2 – O docente adequa, esporadicamente, as estratégias de ensino e aprendizagem às necessidades de cada aluno e às aprendizagens adquiridas 3 – O docente adequa, regularmente, as estratégias de ensino e aprendizagem às necessidades de cada aluno e às aprendizagens adquiridas 4 – O docente adequa, com regularidade e de forma sempre adequada, as estratégias de ensino e aprendizagem às necessidades de cada aluno e às aprendizagens adquiridas

A.3

Ponderação dos progressos de cada aluno na planificação das actividades lectivas
1 – O professor não pondera os progressos de cada aluno na planificação das actividades lectivas 2 – O professor pondera, apenas esporadicamente, os progressos de cada aluno na planificação das actividades lectivas 3 – O professor pondera, com regularidade, os progressos de cada aluno na planificação das actividades lectivas 4 – O professor pondera, com regularidade e sempre de forma adequada, os progressos de cada aluno na planificação das actividades lectivas

A.4

Participação na elaboração do Plano Individual de Transição
1 – O professor não participa na elaboração do PIT 2 – O professor participa na elaboração do PIT mas não apresenta sugestões nem estabelece parcerias para a implementação do PIT 3 – O professor participa na elaboração do PIT, apresenta sugestões mas não desenvolve parcerias para a implementação do PIT 4 – O professor participa na elaboração do PIT, apresenta sugestões e desenvolve parcerias para uma adequada implementação do PIT

A.5

Outro a estipular pelo Agrupamento / Escola não agrupada
1– 2– 3– 4–

SUB-TOTAL A

B B.1

Realização das actividades lectivas Cumprimento dos objectivos definidos no PEI (áreas curriculares específicas e conteúdos dos currículos específicos individuais que lecciona)
1 – Não cumpre os objectivos e orientações definidos no PEI 2 – Cumpre, esporadicamente, os objectivos e orientações definidas no PEI 3 – Cumpre, regularmente, os objectivos e orientações definidas no PEI 4 – Cumpre, regularmente e de forma muito eficaz, os objectivos e orientações definidas no PEI, enriquecendo-os com adaptações que visam melhorar os resultados dos alunos

Classificação

B.2

Adequação dos materiais utilizados ao nível da funcionalidade de cada aluno, ao seu nível etário e ao seu estilo de aprendizagem
1 – Não adequa os materiais utilizados ao nível da funcionalidade de cada aluno, ao seu nível etário e ao seu estilo cognitivo 2 – Adequa, apenas esporadicamente, os materiais utilizados ao nível da funcionalidade de cada aluno, ao seu nível etário e ao seu estilo cognitivo 3 – Adequa, regularmente, os materiais utilizados ao nível da funcionalidade de cada aluno, ao seu nível etário e ao seu estilo cognitivo 4 – Adequa, regularmente e de forma muito eficaz, os materiais utilizados ao nível da funcionalidade de cada aluno, ao seu nível etário e ao seu estilo cognitivo

B.3

Adequação das estratégias e actividades desenvolvidas às medidas e objectivos educativos definidos no PEI
1 – Não adequa as estratégias e actividades às medidas e objectivos individuais definidos no PEI e não recorre à utilização de recursos inovadores e às TICs 2 – Adequa, apenas esporadicamente, as estratégias e actividades às medidas e objectivos individuais definidos no PEI, recorrendo pouco à utilização de recursos inovadores e às TICs 3 – Adequa, regularmente, as estratégias e actividades às medidas e objectivos individuais definidos no PEI, recorrendo à utilização de recursos inovadores e às TICs 4 – Adequa, regularmente e com muita eficácia, as estratégias e actividades às medidas e objectivos individuais definidos no PEI, recorrendo à utilização de recursos inovadores e às TICs

B.4

Utilização de métodos de ensino adequados às estratégias de aprendizagem de cada aluno em situação de grupo
1 – Não implementa métodos de ensino adequados às estratégias de aprendizagem de cada aluno 2 – Implementa, esporadicamente, métodos de ensino adequados às estratégias de aprendizagem de cada aluno 3 – Implementa, regularmente, métodos de ensino adequados às estratégias de aprendizagem de cada aluno e revela alguma criatividade na sua utilização 4 – Implementa, regularmente e com muita eficácia, métodos de ensino adequados às estratégias de aprendizagem de cada aluno e revela grande criatividade na sua utilização

B.5

Outro a estipular pelo Agrupamento / Escola não agrupada
1– 2– 3– 4–

SUB-TOTAL B
Classificação

C C.1

Relação pedagógica com os alunos Promoção de um clima favorável à aprendizagem, ao bem-estar e desenvolvimento emocional e social dos alunos
1 – O docente não contribui para a criação de um clima favorável à aprendizagem, bem-estar e desenvolvimento emocional e social do aluno 2 – O docente contribui, esporadicamente, para a criação de um clima favorável à aprendizagem, bem-estar e desenvolvimento emocional e social do aluno 3 – O docente contribui, regularmente, para a criação de um clima favorável à aprendizagem, bem-estar e desenvolvimento emocional e social do aluno 4 – O docente contribui, regularmente e com muita eficácia, para a criação de um clima favorável à aprendizagem, bem-estar e desenvolvimento emocional e social do aluno

C.2

Criação de um ambiente de trabalho favorável à convivência, ao respeito pelos outros e pelas diferenças individuais
1 – O docente não contribui para a criação de um ambiente de trabalho favorável à convivência, ao respeito pelos outros e pelas diferenças individuais dos alunos e não proporciona uma relação estável e amiga entre os pares 2 - O docente contribui, esporadicamente, para a criação de um ambiente de trabalho favorável à convivência, ao respeito pelos outros e pelas diferenças individuais dos alunos e proporciona uma relação estável entre os pares 3 - O docente contribui, regularmente, para a criação de um ambiente de trabalho favorável à convivência, ao respeito pelos outros e pelas diferenças individuais dos alunos e proporciona uma boa relação afectiva e alguns momentos de interacção social positiva entre os pares 4 – O docente contribui, regularmente e com muita eficácia, para a criação de um ambiente de trabalho favorável à convivência, ao respeito pelos outros e pelas diferenças individuais dos alunos e proporciona uma relação afectiva segura, positiva e de confiança entre os pares

C.3

Promoção da participação activa dos alunos na construção e prática de regras de convivência, fomentando a vivência de práticas de colaboração, no âmbito da formação para a cidadania democrática
1 – O professor não promove a participação dos alunos na construção de regras de convivência e de cortesia e na interiorização de valores cívicos 2 – O professor promove, esporadicamente, a participação dos alunos em alguns momentos da vida do grupo que favorecem a educação para a cidadania, o espírito de ajuda mútua e de solidariedade, envolvendo os alunos na elaboração e implementação de regras claras, baseadas naqueles princípios 3 – O professor promove, regularmente, a participação dos alunos em alguns momentos da vida do grupo que favorecem a educação para a cidadania, o espírito de ajuda mútua e de solidariedade, envolvendo os alunos na elaboração e implementação de regras claras, baseadas naqueles princípios 4 – O professor promove, sempre de forma muto eficaz, a participação dos alunos em alguns momentos da vida do grupo que favorecem a educação para a cidadania, o espírito de ajuda mútua e de solidariedade, envolvendo os alunos na elaboração e implementação de regras claras, baseadas naqueles princípios

C.4

Disponibilidade para atender, ouvir e apoiar os seus alunos
1 – O professor não revela disponibilidade para atender, ouvir e apoiar os alunos 2 – O professor revela, apenas esporadicamente, disponibilidade para atender e ouvir os alunos, mas não desenvolve estratégias de apoio aos alunos 3 – O professor revela, regularmente, disponibilidade para atender e ouvir os alunos, mas nem sempre desenvolve estratégias adequadas para os apoiar 4 – O professor revela sempre disponibilidade para atender e ouvir os alunos e desenvolve sempre estratégias adequadas para os apoiar

C.5

Outro a estipular pelo Agrupamento / Escola não agrupada
1– 2– 3– 4–

SUB-TOTAL C

D D.1

Avaliação das aprendizagens dos alunos Realização das avaliações pedagógicas especializadas sempre que solicitadas pelos professores/educadores do ensino regular ou outros
1 – O docente não realiza as avaliações pedagógicas especializadas sempre que solicitado pelos professores/educadores do ensino regular ou outros 2 - O docente nem sempre realiza as avaliações pedagógicas especializadas solicitadas pelos professore/educadores do ensino regular ou outros 3 – O professor realiza, no início do ano lectivo e no final de cada trimestre, as avaliações pedagógicas especializadas solicitadas pelos professores/educadores do ensino regular ou outros 4 – O docente realiza sempre as avaliações pedagógicas especializadas solicitadas pelos professores/educadores do ensino regular ou outros

Classificação

D.2

Realização da avaliação diagnóstica das aprendizagens e competências dos alunos
1 – O docente não realiza a avaliação diagnóstica das aprendizagens dos alunos 2 – O docente realiza, apenas esporadicamente, a avaliação diagnóstica das aprendizagens dos alunos 3 - O docente realiza sempre a avaliação diagnóstica das aprendizagens dos alunos, quando solicitado por outros docentes 4 – O docente realiza sempre a avaliação diagnóstica das aprendizagens dos alunos, quando solicitado por outros docentes e por iniciativa própria

D.3

Avaliação do trabalho realizado com vista ao ajustamento permanente do processo de ensino/aprendizagem
1 – O docente não avalia o trabalho realizado, não tendo como preocupação o ajustamento do processo de ensino e aprendizagem 2 - O docente avalia, esporadicamente, o trabalho realizado, mas sem grande preocupação de ajustamento do processo de ensino e aprendizagem 3 - O docente avalia, com regularidade, o trabalho realizado com vista ao ajustamento do processo de ensino e aprendizagem 4 – O docente avalia sempre o trabalho realizado com vista ao ajustamento do processo de ensino e aprendizagem

D.4

Promoção, no final de cada período, da intervenção dos alunos na sua auto-avaliação
1 – O docente não promove a intervenção dos alunos na sua auto-avaliação 2 - O docente promove, esporadicamente, a intervenção dos alunos na sua auto-avaliação 3 - O docente promove, com regularidade, a intervenção dos alunos na sua autoavaliação 4 – O docente promove sempre e tem em consideração a intervenção dos alunos na sua autoavaliação

D.5

Outro a estipular pelo Agrupamento / Escola não agrupada
1– 234–

SUB-TOTAL D

TOTAL A+B+C+D (1º+2ºANO)

O Avaliador __________________________________, em _____/_____/_____

(Ramiro Marques e Fátima André)

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