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POP - Bioquímica - Biotécnica

POP - Bioquímica - Biotécnica

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LABORATÓRIO: ______________________________________________________________ PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO ALFA-AMILASE

Pág. 1/117 POP - 003/01- B

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica

Índice
ÁCIDO ÚRICO - Método Enzimático Colorimétrico - UOD-PAP............................................ ALBUMINA - Método Colorimétrico Verde de Bromocresol................................................... ALFA-AMILASE - Método Cinético Gal G2 – CNP................................................................ BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL - Método Colorimétrico Malloy-Evelyn – DMSO………. CÁLCIO ASX -Método ARSENAZO III ................................................................................. CÁLCIO - Método Colorimétrico (o-CRESOLFTALEÍNA)...................................................... CLORO - Método Colorimétrico (Mercúrio – Tiocianato) ...................................................... COLESTEROL - Método Enzimático Colorimétrico .............................................................. HDL COLESTEROL DIRETO - Método Enzimático Colorimétrico Direto – Sem precipitação............................................................................................................................. HDL COLESTEROL - Método Precipitante – Ácido Fosfotúngstico...................................... CREATININA - Método Cinético Colorimétrico...................................................................... CREATINO QUINASE (CK-NAC) -Método Cinético – UV..................................................... CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) - Método Cinético – UV............................................. FERRO Ferrozine - Método Colorimétrico............................................................................. FERRO CRX - Método Cromazurol B .................................................................................... FOSFATASE ALCALINA - Método Cinético Colorimétrico (DGKC – DEA).......................... FÓSFORO – UV - Método Molibdato .................................................................................... FRUTOSAMINA – Método Cinético Colorimétrico................................................................. γ - GLUTAMILTRANSFERASE (GAMA - GT) - Método Cinético Colorimétrico.................... GLICOSE - Método Enzimático Colorimétrico ....................................................................... MAGNÉSIO MONO - Método colorimétrico - MAGON SULFONADO................................... PROTEÍNA TOTAL - Método Colorimétrico .......................................................................... PROTEÍNA URINÁRIA - Método Vermelho de Pirgalol......................................................... TGO / AST - Método Cinético – UV........................................................................................ TGP / ALT - Método Cinético – UV........................................................................................ TRIGLICÉRIDES - Método Enzimático Colorimétrico............................................................ URÉIA ENZIMÁTICA - Método Enzimático Colorimétrico ..................................................... URÉIA UV - Método Cinético Enzimático – UV ..................................................................... Página 03 07 11 16 20 24 28 32 36 41 45 50 54 58 62 66 70 74 77 81 85 90 94 98 102 106 110 114 Revisão 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ÁCIDO ÚRICO
Método Enzimático Colorimétrico UOD-PAP 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de enfermidades renais, doenças metabólicas genéticas e patologias como leucemias, linfomas, etc. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o ácido úrico é o produto final do metabolismo das purinas, estando elevado em várias situações clínicas além da gota. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia têm gota. Níveis elevados também são encontrados na insuficiência renal, etilismo, cetoacidose diabética, psoríase, pré-eclâmpsia, dieta rica em purinas, neoplasias, pós-quimioterapia e radioterapia, uso de paracetamol, ampicilina, aspirina (doses baixas), didanosina, diuréticos, beta-bloqueadores, dentre outras drogas. Diminuição dos níveis é encontrada na dieta pobre em purinas, defeitos dos túbulos renais, porfiria, uso de tetraciclina, alopurinol, aspirina, corticóides, indometacina, metotrexato, metildopa, verapamil, intoxicação por metais pesados e no aumento do “clearance” renal. Urina: cerca de 70% do ácido úrico é eliminado pelos rins. Esta dosagem é útil em pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção urinária de urato aumentada. Álcool causa diminuição do urato urinário. Antiinflamatórios, vitamina C, diuréticos e warfarim podem interferir no resultado. Líquido sinovial: pode ser útil no diagnóstico diferencial de artropatias. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO No presente método, o ácido úrico da amostra sofre a ação da uricase, na presença de oxigênio, produzindo alantoína e peróxido de hidrogênio, este em presença de um reagente fenólico (TOOS) e da 4-aminoantipirina, sofre a ação da peroxidase produzindo um complexo violáceo (quinonimina), com máximo de absorção em 500 nm. Ácido Úrico + O2 + 2H2O
uricase

Alantoína + CO2 + H2O2
peroxidase

2H2O2 + 4-aminoantipirina + TOOS 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA

Quinonimina + 3H2O

Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, urina e líquido sinovial. Não usar plasma, pois obtem-se resultados falsamente diminuídos. Soro: obtido da maneira usual. Separar dentro das próximas 2 horas da coleta. Soros ictéricos ou com hemólise produzem valores falsamente elevados. O fluoreto inibe a Uricase. Urina: de 24 horas, separar 10 mL, acertar o pH entre 7,0 e 9,0 com hidróxido de sódio a 5% e aquecer 10 minutos a 56°C para dissolver os cristais de urato e ácido úrico, evitando resultados falsamente diminuídos. Diluir a urina 1:20 com água destilada ou deionizada e fazer a determinação. Multiplicar o resultado por 20. Líquido sinovial: a coleta não deve ser feita antes de decorridos 07 dias da última punção, ou antes de 30 dias após a administração de medicamento intra-articular. Armazenamento e estabilidade das amostras: o o o Soro: O analito é estável 03 dias entre 2-8 C ou 06 meses a –10 C (10 C negativos). Não utilizar plasma, pois apresenta resultados falsamente diminuídos. Urina: Manter refrigerado. Líquido sinovial: Até 15 dias entre 2-8oC. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Urina: presença de ácido ascórbico. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material. 5. COMPONENTES DO KIT ÁCIDO ÚRICO - UOD-PAP Registro M.S.: 80027310038 Códigos: BT 10.001 – 1 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2,0 mL. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil.

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Uricase 450 U/L. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.br Reagente: Tampão Fosfato pH. 7. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. plasma ou urina. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. O reagente. contém soro.biotecnicaltda. TOOS 0. Seguir com rigor a metodologia proposta. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Em caso de vazamento acidental. lavar o local com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio. Conservar entre 2 – 8 º C 6.com. 7. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. protegido da luz. NÃO CONGELAR.4646 Site: www. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. evitando assim a deterioração das enzimas. Padrão: Solução de Ácido Úrico (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Peroxidase 2500 U/L. 4 . e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. eventualmente infectado. código). em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510).0 – 50 mmol. Se o reagente for mantido de 15 – 25°C. 4-aminoantipirina 0. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.3214. 8. Pipetas automáticas. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. sua estabilidade será de 2 semanas O reativo é estável até a data de validade do Kit. 9. Em caso de contato com os olhos ou pele. para a obtenção de resultados exatos. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Procedimento automatizado Indicar nome. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.3 mmol/L.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Tel/Fax: 0 (XX) 35 . modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.34 mmol/L e conservantes. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. uma vez usado.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. com cubetas. Banho de água a 37 °C.com. lavar abundantemente com água corrente.

A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Para espectrofotômetros que requeiram volumes de leitura superiores aos indicados.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. sendo o último. acertando o zero com água. sem prejuízos para o desempenho do teste. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. pode-se utilizar o método do fator: 5 . Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. 11. para que resultados falsamente diminuídos não sejam obtidos. misturar 1. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL ácido úrico Abs. Os cálculos permanecem inalterados. A cor é estável durante 30 minutos.02 mL de soro.0mL 3. o que poderia causar resultados errôneos. • Diluir a urina assim tratada 1:10 (0. CÁLCULOS Abs. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido à ótima reprodutibilidade. 2. deixar o soro em repouso durante 90 minutos antes de iniciar a dosagem.0 mL de reagente. controle (se utilizado) e reagente. com água destilada ou deionizada. evitando resultados falsamente diminuídos. da absorbância do teste e calcular a concentração. Os reagentes devem estar à temperatura ambiente. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Dosagem na urina: • Homogeneizar a urina.1 mL de urina + 0.9% e 0. medir o volume e separar uma amostra de cerca de 20 mL. Isso evitará contaminação cruzada. usar 50 μl de amostra ou padrão e 2. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1.0mL Amostra 20μL 1. Diminuir a absorbância assim obtida. Ajustar o pH para a faixa entre 7 e 9 com NaOH 5% e aquecer a amostra durante 10 minutos a 56ºC. • Multiplicar o resultado obtido por 10. Padrão Onde: Abs. Para soro lipêmico e/ou com bilirrubina superior a 10 mg/dL.01 mL) são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela. procedendo à dosagem como descrito acima para o soro. Se houver suspeita da presença de ácido ascórbico. 4. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 10.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 5. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.9 mL de água destilada ou deionizada). Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco a 500 nm (490-510nm). que pode ser obtida com a metodologia. Os volumes de amostra e de reagentes podem ser modificados proporcionalmente. Ler em 520 nm ou filtro verde. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Pipetar em tubos de ensaio: Água destilada Padrão Amostra Reagente Branco 20μL 1. Teste → Absorbância do teste Abs. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente (16-25 °C) ou durante 10 minutos a 37°C. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Em caso de redução dos volumes é fundamental que se observe o volume mínimo necessário para a leitura fotométrica. Volume de amostra menores que 10 μL (10 microlitros = 0. O enxágüe deve ser exaustivo. Este procedimento dissolve cristais de ácido úrico presentes.0 mL de NaCl 0.0mL Padrão 20μL 1. pois aumentam a imprecisão da medição. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.

CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20 mg/dL (1190 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. estrógenos. salicilatos. 754-758.5 a 7.0 mg/dL = 148 a 416 mmol/L Mulheres: 1. sulfinpirazona. A lipemia pode afetar os resultados. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993. etc. 26:227-231. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. acetohexamida.3 mmol/L. Pagana K. Trinder P. alopurinol.D. 13. Interferências O ácido ascórbico > 0.5 = mmol/L ácido úrico Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: Homens: 2. Bert G. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.5 a 6. : Mosby’s diagnostic and laboratory test reference 1992. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. 1997. Analyst 1972. Rio de Janeiro. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. metildopa. 27:142-145. Prencipe L. mercaptopurina. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL ácido úrico x 59. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. probemicida. Falsos Valores baixos: vitamina C (ácido ascórbico). Pardini – 2002 – 58-59 6 . fenotiazida. Esses valores são unicamente orientativos. Clin Chem 1980. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Barham D.0 mg/dL = 89 a 356 mmol/L Para amostras de Urina: 250 a 750 mg/24horas. Guyton. azatiopina. coumarim. etc. Ácido Úrico – Bula do Kit – Biotécnica Ind e Com. Para amostras de Líquido sinovial: Valores próximos ao do soro colhido na mesma ocasião. 14.. do Padrão .PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Fator de calibração = Conc. Falsos Valores elevados: acetozolamida. Qualitymark ed. Ltda – Revisão Maio/2005. Manual de exames – Laboratório H. Fossati P. clorotiazida. furosemida. Ácido Úrico (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator Cálculo p/ Urina: Urina (mg/24 h) = mg/dL x volume urinário (em mL) 100 12. 5ªedição. a hemoglobina > 1g/L e bilirrubina > 15 mg/dL interferem.

PRINCÍPIO DO MÉTODO A albumina presente na amostra reage com o verde de bromocresol em meio ácido. de enfermidades hepáticas avançadas.3214. 7 . Hiperalbuminemia: é observada em casos de desidratação grave e queimaduras externas.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ALBUMINA Método Colorimétrico Verde de Bromocresol 1. o conhecimento dos níveis de albumina é suficiente e até pode oferecer algumas vantagens em relação à proteína. Variações nos níveis séricos de albumina não são específicos já que podem ser devido a um grande número de alterações. Tem diversas funções importantes: Transporte de moléculas hidrofóbicas como a bilirrubina e os ácidos graxos. separação e distribuição do material.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. 5. 3.2. icterícia e anemia dilucional.G.S. Essa redução está relacionada a diminuição da síntese hepática ou perda excessiva renal. Esta característica é utilizada para dosar a albumina. pelo menos. levando a uma diminuição da pressão coloidosmótica do plasma provocando um aumento de reabsorção de sódio e água e conseqüentemente causando edema.2 . Padrão: Solução de Albumina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Vila Verônica .002 . Isto é possível devido a zona hidrofóbica que existe em sua estrutura. azida sódica 9mmol. Realizar a coleta pela manhã Amostras: Soro.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão . Nutrição.com. Em algumas situações clínicas.com. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta. 08 horas. Líquido pleural ou líquido ascítico: O material não é colhido no laboratório. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente: O paciente deve estar em jejum de. verde de bromocresol 0. no entanto é útil para monitorar o estado do paciente.17 mmol/L. . 4.) Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Varginha .: 80027310032 BT 10. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação do estado nutricional. Havendo lesão hepática ou renal teremos distúrbios que podem ser resumidos em: Hipoalbuminemia: que ocorre nas doenças hepáticas crônicas. 2.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Soro: obtido da maneira usual. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A albumina é uma proteína globular produzida pelo fígado que é o principal componente protéico de um soro humano normal. COMPONENTES DO KIT ALBUMINA Códigos: Registro M. líquido pleural ou líquido ascítico.br Reagente: Tampão Succinato 0. Critérios para a rejeição de amostras Presença de lipemia intensa.biotecnicaltda.4646 Site: www. na síndrome nefrótica e casos de desnutrição grave. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .M.88 mmol – pH 4. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro: O analito é estável 3 dias entre 2 – 8°C e 7 dias a – 10oC (10°C negativos.Brasil. formando um complexo colorido que é quantificado espectrofotometricamente. Manutenção da pressão osmótica sangüínea. enfermidades renais e casos de desidratação grave. onde teremos a perda excessiva de água causando uma hemoconcentração. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.

Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. plasma ou urina. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 630 nm (620-640).e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. 8. contém soro. código). Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. sendo o último. 7. 8 . Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. para a obtenção de resultados exatos. Procedimento automatizado Indicar nome. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. lavar abundantemente com água corrente. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Seguir com rigor a metodologia proposta. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Pipetas automáticas. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. lavar o local com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. 9. Em caso de vazamento acidental. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. eventualmente infectado. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. O reativo é estável até a data de validade do Kit. uma vez usado.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. com água destilada ou deionizada. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O reagente. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Conservar a temperatura ambiente 6. Em caso de contato com os olhos ou pele. Manter ao abrigo da luz. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. O enxágüe deve ser exaustivo. com cubetas Banho de água a 37 °C.

9 g/L = g/dL x 10 Valores de referência Os valores são normais entre 3. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. do Padrão . pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. 11. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco a 630 nm. usar 0. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. aplicar as normas de segurança estabelecidas. lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. CÁLCULOS Abs. pois aumentam a imprecisão da medição. A cor é estável durante 30 minutos. Amostra → Absorbância da Amostra Abs. tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos. usar bastante água. portanto. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. controle (se utilizado) e reagente. Os volumes de amostra e de reagentes podem ser modificados proporcionalmente. Estes valores são unicamente orientativos. 4.5 e 4.0 mL Amostra 5 μL 1. 10. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Albumina Amostra Reagente Branco 1. Em caso de redução dos volumes é fundamental que se observe o volume mínimo necessário para a leitura fotométrica. sem prejuízos para o desempenho do teste.01 mL) são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela.0 mL 2. Albumina (g/dL) = Absorbância do Teste x Fator Globulina = Proteína Total – Albumina Relação A/G = Albumina / Globulina 12. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. No descarte do reagente.8 g/dL. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. 3. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : g/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): µmol/L = g/dL x 144. Padrão Onde Abs. Agitar bem e deixar nos tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. Os cálculos permanecem inalterados.05 ml de amostra ou padrão e 2 mL de reagente. que pode ser obtida com a metodologia.0 mL Padrão 5 μL 1. Para espectrofotômetros que requeiram volumes de leitura superiores aos indicados.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. o que poderia causar resultados errôneos. O reagente contém azida sódica que é tóxica. Amostra x conc. Volume de amostra menores que 10 μL (10 microlitros = 0. Isso evitará contaminação cruzada. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Padrão = g/dL Albumina Abs. 9 . Padrão → Absorbância do Padrão Conc. Padrão → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido a grande reprodutibilidade. Fazer referência ao Manual ou POP de Segurança.

diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Sobel. Jacobs DS. Lexi-Comp Inc. 14. Kasten Jr.31:1:87. S. Acta. BL. Albumina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. fornecem resultados falsamente diminuídos. Pardini – 2002 – 58-59 10 . lítio e oxalato de potássio combinando com fluoreto de sódio. – Clin. 1996. Rio de Janeiro. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. 1997. 1971. Qualitymark ed. Ltda – Revisão Maio/2005. – Laboratory Test Handbook. WA & Biggs H. & Berkman. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 6 g/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 13.G. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Henry.. R. Falsos Valores elevados: o uso de torniquete por mais de 3 minutos provoca um aumento no valor. C. 29/10:1491 (1957). Chim. Interferências A bilirrubina > 25 mg/dL e a hemoglobina > 1 g/L interferem no método.. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Doumas B. 66. Chem. Hudson. Falsos Valores baixos: plasmas obtidos com heparina. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. – Anal. Manual de exames – Laboratório H. T: Watson.

Quando se determina a amilase na amostra de urina. sendo proporcional à atividade da enzima no soro. 11 . Amostras Pode ser usado soro. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. 08 horas. Encontra-se aumentada na pancreatite aguda. um diagnóstico de pancreatite aguda. A macroamilasemia se caracteriza por elevação dos níveis séricos de amilase com valores urinários normais. elevações séricas serão refletidas na mesma. permanecem em níveis normais. com grande probabilidade. sem conservantes. portanto. Tumores de pulmão e de ovário podem produzir hiperamilasemia em torno de 50 vezes do intervalo de referência. Isso é caracterizado por amilase sérica elevada e urinária normal e pode ocorrer em indivíduos sadios. Realizar a coleta pela manhã. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A α – amilase é uma hidrolase que degrada complexos de carboidratos.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ALFA-AMILASE Método Cinético Gal G2 . apendicite aguda etc.) Intoxicação alcoólica Insuficiência renal grave Obstrução das vias biliares Obstrução intestinal Obstrução do canal pancreático Câncer de pâncreas Cetoacidose diabética Neoplasias (pulmão ou ovário) Níveis diminuídos Insuficiência pancreática Fibrose cística avançada Hepatopatias graves AMILASE URINÁRIA Uma quantidade significativa de amilase sérica é excretada na urina e. 4. atingindo pico em 24 horas e retornando ao normal entre 48 a 72 horas. predominantemente. A relação normal é de 1% a 4%. de origem pancreática e da glândula salivar. Soro: obtido da maneira usual. na proporção de 40:60 em soro de indivíduos sadios. A magnitude da elevação sérica não é diretamente relacionada com a gravidade do envolvimento pancreático. O resultado deverá ser reportado com Relação amilase/Creatinina (U/g). A amilase pode ligar-se a proteínas (ex. 3. 2. mas indica. Na insuficiência renal está aumentada em proporção à extensão do comprometimento renal. deve-se também determinar a creatinina na mesma amostra. formando complexos de alto peso molecular denominados macroamilases. A amilase urinária parece atingir níveis mais elevados. Na maioria dos pacientes com pancreatite aguda. persistindo por períodos mais longos. diminuída na macroamilasemia e normal ou pouco diminuída na hiperamilasemia salivar. freqüentemente. Urina: de 2 a 24 horas. seus níveis séricos elevam-se duas a 12 horas após o início do episódio. pelo menos. líquido pleural ou líquido ascítico. urina. Amilase sérica normal pode ser encontrada (em torno de 20%) em pacientes com pacreatite aguda. A relação entre o clearance de amilase/creatinina auxilia no diagnóstico diferencial da macroamilasemia (clearance muito baixo).CNP 1. Em episódios agudos de pancreatite crônica.: imunoglobulinas). Níveis aumentados Parotidite Pancreatite aguda Macroamilasemia Gravidez ectópica Oclusão mesentérica Queimaduras graves Lesão de glândula salivar Doença intra-abdominal (peritonite. Colhido de maneira usual. com o objetivo de compensar as variações de atividade da amilase em amostras obtidas de cada micção. bem como na investigação da função pancreática. Aumentos da amilase sérica não são necessariamente devidos à pancreatite. Em torno de 25% da amilase sérica é normalmente eliminada na urina. níveis de amilase podem estar ligeiramente aumentados. São conhecidas duas isoenzimas: a pancreática e a salivar. quando comparada com a sérica. porém. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades pancreáticas agudas ou crônicas e no diagnóstico da parotidite (caxumba). As dosagens da amilase sérica e urinária são amplamente utilizadas no diagnóstico de doenças do pâncreas. sendo. A quantidade de 2-cloro-4-nitrofenol liberada é medida a 405 nm. PRINCÍPIO DO MÉTODO A α-amilase catalisa a hidrólise do 2-cloro-4-nitrofenil-α-galactosilmatóside (Gal-G2-α-CNP) liberando 2-cloro-4-nitrofenol.

CNP Códigos: BT 11. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Cloreto de cálcio – 6 mmol/L. Cronômetro.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.Varginha . Segundo estudos de estabilidade a absorbância do substrato. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.22 mmol/L Reagente pronto para uso.00 – 50 mmol/L. o A dosagem da amilase urinária deve ser feita em urina de 2 a 24 horas.S.005 ou quando mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. NÃO CONGELAR.br Reagente Substrato: Tampão biológico pH 6. mantida entre 2 e 8 C. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. O reativo é estável até a data de validade do Kit. medida contra a água. 12 . Outros líquidos biológicos também devem ser colhidos sem conservantes.00 – 2 fr com 15mL BT 11. capazes de deteriorar irremediavelmente o substrato. usar material contaminado com saliva e suor e conversar junto ao frasco destampado são ações que podem contaminar o reagente com quantidades microscópicas de saliva ou suor.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Líquido pleural ou líquido ascítico: O material não é colhido no laboratório. Elevações repentinas da absorbância do substrato indicam contaminação com saliva ou suor. Conservar entre 2 – 8 º C Cuidados especiais: Pipetar o substrato com a boca. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Gal G2 – CNP 2. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. 7.G. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. sem conservantes.: 80027310013 BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. A heparina não interfere como anticoagulante. Centrífuga. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta. Vila Verônica .00 – 2 fr com 30mL Registro M. soprar no substrato.001. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 nm. apresenta um acréscimo de 0. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.com.M. Não utilizar o reagente quando sua absorbância. medida contra a água em 405 nm.com. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.3214.Gal G2 . 6.001. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.biotecnicaltda.4646 Site: www. COMPONENTES DO KIT α . Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. evitando assim a deterioração das enzimas. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. Armazenamento e estabilidade das amostras: A α-amilase em soro e plasma é estável pelo menos por 5 dias a 2-8ºC. . for igual ou maior que 0. separação e distribuição do material 5. capazes de deteriorar irreversivelmente o substrato.AMILASE .003 por mês. Cloreto de sódio – 70 mmol/L.Brasil. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.

O enxágüe deve ser exaustivo. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. contém soro. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso OBS: Leituras de absorbância do reativo superiores a 0. Pré-aquecer o Reagente durante alguns minutos. plasma ou urina. uma vez usado. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.0 mL 10μl Líquidos Pleural / Ascítico 1. sendo o último. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.0 mL 10μl Misturar e inserir no porta-cubetas termostatizado. 13 . Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Em caso de vazamento acidental. lavar abundantemente com água corrente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. 2. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.0 mL 10μl Urina 1. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. 1. Não soprar a pipeta utilizada. lavar o local com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. para a obtenção de resultados exatos. 9. Em caso de contato com os olhos ou pele. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Evitar contaminações com íons metálicos. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. código). pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Isso evitará contaminação cruzada. com água destilada ou deionizada. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 8.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reagente. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. a temperatura desejada. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 10. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. É necessário o uso de proteção respiratória. controle (se utilizado) e reagente. Seguir com rigor a metodologia proposta. Recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. para evitar a contaminação do reativo. eventualmente infectado. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Procedimento manual 1. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. o que poderia causar resultados errôneos.600 A com o aparelho zerado em 405 nm com água deionizada indicam deterioração do reativo. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Pipetar em uma cubeta: Soro / Plasma Reativo Amostra 3. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado.

Amostras com hemólises produzem resultados falsamente diminuídos. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Multiplicar o valor obtido pelo fator de diluição. Para valores acima de 1038 U/L. diluir a amostra com solução salina 0. 11. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS VT x 1000 Fator = Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L Valores de referência: Para os Líquidos Pleural / Ascítico os valore são iguais aos do soro. álcool. Valores de bilirrubina até 20 mg/dL e hiperlipemia (triglicerides até 1500 mg/dL) não interferem. CÁLCULOS Para linearidade: ΔA / min x 7537 a 37oC Amilase Urinária/Hora Amilase (U/l) x volume urinário (ml) Amilase urinária (U/h) = 1000 x tempo de coleta (h) Relação Amilase/Creatinina Amilase (U/l) x 100 Relação Amilase/Creatinina (U/g) = Creatinina (mg/dl) Relação depuração da amilase / depuração da creatinina Determinar a atividade da amilase e a concentração da creatinina no soro e em uma amostra de urina e aplicar os resultados na seguinte fórmula: Amilase na urina (U/l) x Creatinina no soro (mg/dl) Relação (%): Amilase no soro (U/l) x Creatinina na urina (mg/dl) Método para cálculo do fator VT = volume total do ensaio VA = volume da amostra 1000 = conversão de U/ml para U/l ε x VA x d d = espessura da solução ε = absortividade milimolar do 2-cloro-4-nitrofenol em 405 nm.0 a 37 ºC (12.9) 12. pH 6. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. amostra contaminada. oxalato. A2 e A3 respectivamente). Incluir o procedimento a ser adotado diante de um resultado crítico. 14 .150 a 405nm)U/L.Valores maiores que 3 vezes o limite superior de referência indicam aumento considerável da atividade da amilase sérica. salicilatos. diuréticos.9% e repetir a dosagem. codeína. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. citrato e EDTA interferem. 2 e 3 minutos (A1. 13. Os anticoagulantes fluoreto. Interferências: Temperatura de incubação: A determinação deve efetuar-se a 37ºC.Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear entre 10 e 1038 (0. tetraciclina. Falsos Valores elevados: Meperidina.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 4. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Soro/Plasma Urina 37ºC < 86 U/L < 470 U/L x 100 Esses valores são unicamente orientativos. Anotar a absorbância após 1 minuto e efetuar novas leituras após mais 1. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. morfina.

Mosby Co. Clinical Diagnosis and Management by Laboratory Methods. amd Chavez R. Hunt MR. Hudson: Lexi-Comp Inc. CNPG3 Technology: Genzyme Manual. Pardini – 2002 – 58-59 15 . Clin Chem 1981. 27: 493-501. Henry JB. 1996. 2005. Jacobs DS. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.. Saunders Company.1:14 (1985) I. 1996. Kaplan LA. Laboratory Test Handbook.Procedimento Operacional Padrão .. Rauscher. Ltda – Revisão Maio/2005.D. 31. Clin Chem 1992.P.. Barry PL. et al..V. Clin Chem 1980. E. St. Kasten Jr BL. 1997. Rio de Janeiro. Qualitymark ed.. 1987. Cambridge. Rosenblum JL. Methods in Clinical Chemistry. Louis: The C. 26: 846-853. 91.Sigler E. Manual de exames – Laboratório H. Clin Chem.B. 14. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 34. Wootton and H. Microanalysis Medical Biochemistry (1982).10.. Alfa-Amilase – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Clin Chem. oxalatos e fluoretos.Bioquímica Falsos Valores baixos: Citratos. Pesce AJ. Philadelphia: W..(1988). Kaufman RA.S. 1-35. Westgard JO. 38:920. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Winn-Deen. 1996. H.. 817-830.. Freeman. 525-527.. DAVID. Tietz NW. 79-80. E.

a bilirrubina se liga ao ácido glicurônico para formar a Bilirrubina Conjugada.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. pois uma elevação acentuada da Bilirrubina Indireta.50 mL R1 (Bilirrubina Direta )+ 1 fr.Varginha . ácido clorídrico 60 mmol/L. PRINCÍPIO DO MÉTODO Quase todas as técnicas de quantificação da Bilirrubina se baseiam na reação de Malloy-Evelyn. reage em meio aquoso com o reativo de diazotação. . em particular do prematuro é de suma importância. . .50 mL R2 (Bilirrubina Total) + 1 fr.com. antes da próxima mamada.: 80027310029 Códigos: BT 10003 – 1 fr. mediante a atuação da enzima uridil difosfato glucoroniltransferase. veiculada pela albumina. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Dimetilsulfóxido 10 mmol/L Reagente 3 – Nitrito: Nitrito de sódio 33 mmol/L.biotecnicaltda. Vila Verônica . 4. Nesta fase a bilirrubina é insolúvel em água e é conhecida como Bilirrubina Não Conjugada ou Bilirrubina Indireta. No caso de recém-nascidos. biliar e nas doenças hemolíticas. pelo menos.azida sódica 16 mmol/L. a coloração aparece após o contato do soro e o reativo.G. Amostras Soro: obtido da maneira usual. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. por este motivo se chama Bilirrubina Indireta. 04 horas.Brasil. COMPONENTES DO KIT BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL – DMSO Registro M. . Conservar protegido da luz. quando a bilirrubina reage sob determinadas condições com o ácido sulfanílico diazotado. Esta Bilirrubina apresenta níveis séricos elevados na presença de obstrução das vias biliares.br Reagente 1 – Bilirrubina Direta: Ácido sulfanílico 35 mmol/L. superando a barreira hemato-encefálica podendo causar danos cerebrais irreversíveis.Bioquímica BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL Método Colorimétrico Malloy-Evelyn – DMSO 1. 12 horas entre 2-8 ºC ou 24 horas congelado. separação e distribuição do material 5. A Bilirrubina conjugada. conhecidos como estercobilinogenio. No fígado.M. à um grupo de produtos complexo. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .com. pouco polar. Reagente pronto para uso. -250 mL R2 (Bilirrubina Total) + 1 fr. Reagente 2– Bilirrubina Total: Ácido sulfanílico 40 mmol/L. muito polar. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação hepática. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A bilirrubina é formada principalmente pela degradação da molécula heme e é transportada até o fígado. 16 . Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro.S.Procedimento Operacional Padrão . Proteger da luz.5 mL R3 (Nitrito) BT 10003 – 1 fr. 2. Estável por 8 horas a temperatura ambiente. ácido clorídrico 180 mmol/L. -250 mL R1 (Bilirrubina Direta )+ 1 fr. O monitoramento da Bilirrubina do neonato. transformando-se assim em Bilirrubina Direta ou Bilirrubina Conjugada. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. onde é metabolisada pela flora bacteriana residente. 3. Bilirrubina Direta. A Bilirrubina Conjugada ou Bilirrubina Direta é excretada pelas vias biliares até o intestino. doenças hemolíticas e na insuficiência hepática. A Bilirrubina livre. A Bilirrubina Total é a soma das duas bilirrubinas (Direta + Indireta). Esta eliminação se dá de maneira praticamente completa. de coloração vermelha. que quantifica colorimetricamente a formação de azobilirrubina. -25 mL R3 (Nitrito) BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. não dá uma reação direta e é preciso adicionar um terceiro reativo para que seja produzida a reação de diazotação com o aparecimento da cor.4646 Site: www.3214.

CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Centrífuga. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 7. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Seguir com rigor a metodologia proposta. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Procedimento automatizado Indicar nome. uma vez usado. evitando assim a deterioração das enzimas. com água destilada ou deionizada. plasma ou urina. O enxágüe deve ser exaustivo. 9. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.Procedimento Operacional Padrão . O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. lavar o local com água corrente. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. para a obtenção de resultados exatos. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 550 nm.(530 . A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. lavar abundantemente com água corrente. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. O reagente.Bioquímica Conservar entre 2 – 8 º C 6. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 8. NÃO CONGELAR. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. sendo o último. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. contém soro. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Cronômetro. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. eventualmente infectado. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Pipetas automáticas e ponteiras Banho Maria. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Em caso de contato com os olhos ou pele. Manter ao abrigo da luz. código). 17 . Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Em caso de vazamento acidental.570) com cubeta. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.

porém isto não interfere no resultado final. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). o que poderia causar resultados errôneos. os valores de fator se modificam para: BD = 36. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Modo mono-reativo: Preparar alíquotas na proporção de 30 partes de Reativo 1 (Bilirrubina Direta) ou Reativo 2 (Bilirrubina Total) + 1 parte de Reativo 3 (Nitrito).ABT =0. Ler as absorbâncias.013 x 15 = 0.8. Procedimento manual 1. Cuidados especiais Conservar a amostra e o reativo protegidos da luz. Os reativos de trabalho desenvolvem uma coloração alaranjada.052 x 25 = 1.Procedimento Operacional Padrão . Para pediatria pode-se variar os volumes proporcionalmente: R – 1 / R . controle (se utilizado) e reagente.033 ABD =0.0 UNIDADES SI: mg/dL bilirrubina x 17.1 = μmol/L bilirrubina Exemplo: AT = 0.0 Bilirrubina Direta (mg/dL) = AD – ABD x 15.Bioquímica Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 11.2 = 1000 μL R–3 = 30 μL Amostra = 20 μL Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Total R-3 . Pipetar em tubos de ensaio: (Nota 1) Branco Total 1.0 mL 50 μL Direta 1.0 mL 30 μL 50 μL Branco Direta 1. com volume de amostra reduzido para 20 μL.052 AD = 0.Nitrito Amostra/Padrão 2. Estável por 48 horas. 18 . 10.5 e BT = 60. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.092 ABT = 0.020 AB.19 mg/dL Bilirrubina Total = (mg/dL) = 0.ABD = 0.040 AT .013 Bilirrubina Direta = (mg/dL) = 0. Isso evitará contaminação cruzada. quando mantido em frasco fechado a 2-8°C e realizadas calibrações diárias.0 mL 30 μL 50 μL R-1 – Bil Direta R-2 – Bil. CÁLCULOS CÁLCULOS Cálculos: Bilirrubina Total = AT – ABT x Concentração da Padrão AP – ABP Bilirrubina Direta = AD – ABD x Concentração da Padrão AP – ABP Onde: AT = Absorbância amostra Bilirrubina Total ABT = Absorbância branco da amostra de Bilirrubina Total AD = Absorbância amostra Bilirrubina Direta ABD = Absorbância branco da amostra de Bilirrubina Direta AP = Absorbância do Padrão ABD = Absorbância do Branco de Padrão Com fator: Bilirrubina Total (mg/dL) = AT – ABT x 25. Nota: 1) Agitar bem e deixar reagir durante 5 minutos a temperatura ambiente.0 mL 50 μL Total -1.30 mg/dL Para amostras pediátricas.

Interferências A leitura da amostra de branco evita a interferência da lipemia. 13. hemólise ou turbidez dos soros liofilizados.Biol. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.0 10. Chim. 13. J. Falsos Valores baixos: Soros fortemente hemolisados podem fornecer valores falsamente diminuídos 14.4 mg/dL (6. Microchem 15.0 12. 161 (1966). Walters MI. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.0 15. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL bilirrubina x 17. 231 (1970).. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Acta. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 119. Chem. and Evelyn. 28: 412. Pardini – 2002 – 62 19 . Muller P.0 Termo 2. KA.9 8.T. Hunt MR. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 69. Manual de exames – Laboratório H. H. 1997.0 Esses valores são unicamente orientativos. Biochem. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: até 15 mg/dL = 256 μmol/L Para valores superiores diluir a amostra 1:2 com solução salina e repetir a determinação multiplicando o resultado por 2. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.. Qualitymark ed. Barry PL.0 10.. Ltda – Revisão Maio/2005.2 mg/dL (20. Matimek. Westgard JO. Clin Chem 1981.1 = μmol/L bilirrubina Valores de referência Bilirrubina Total: até 1. 77. 90 (1916). Rio de Janeiro.8 μmol/L). RG Clin.5 6.5 μmol/L) Bilirrubina Direta: até 0. Bilirrubina Total (Recém-nascidos) – mg/dL Idade Cordão < 24 horas < 48 horas 3 a 5 dias 7 dias Pré-maturo 2.Procedimento Operacional Padrão . 481 (1937). Bilirrubina Direta e Total – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.0 15. Horn C.Bioquímica 12. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Hijmans Van der Bergh AA.0 12. Gerarde RW. Am J Clin Path 1958. Malloy. 27: 493-501 Sims FH.

: 80027310052 20 . Hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias. hepatopatias. diminui na alcalose). osteoporose. síndrome de imobilidade.10 mol/L) Não utilizar soro proveniente de pacientes em Terapia com EDTA – hiperparatireoidismo. Padrão – 2.Procedimento Operacional Padrão . Este íon atua como mediador na contração muscular. hipomagnesemia. diminuições de albumina e em situações que cursam com fósforo elevado (insuficiência renal. raquitismo. Níveis baixos de cálcio total são encontrados na osteomalácia. A intensidade de cor é proporcional a quantidade de cálcio presente na amostra. hipertireoidismo. cuja intensidade é medida a 650 nm. Sua determinação é preferida na urina de 24 h. Urina: até 02 semanas em HCl 50% à temperatura ambiente. Armazenamento e estabilidade das amostras: Cálcio na amostra de soro ou plasma é estável 7 dias entre 2-8oC ou 6 meses à –20 ºC. Níveis críticos de cálcio total são aqueles inferiores a 6 mg/dL e superiores a 14 mg/dL. Urina: é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea. hipervolemia. hipervitaminose D. Hipocalciúria pode ser secundária à hipocalcemia. para evitar que alterações no nível de albumina – ao redor do torniquete forme um gradiente de concentração de cálcio.S. feocromocitoma. alcalose. pancreatite. liberando-o para os ossos em caso de déficit desse íon. Cushing. separar 5. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Urina: Coletar todo volume da micção de 24 horas. uso de diuréticos e estrógenos. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. 4.O soro deve ser separado do coágulo o mais rápido possível. insuficiência renal. PRINCÍPIO DO MÉTODO A pH levemente ácido o cálcio forma com o arsenazo (III) um complexo azul. INDICAÇÃO MÉDICA Para determinação dos níveis de Cálcio sérico. urina recente pode ser utilizada realizando a razão cálcio: creatinina. hipoparatireoidismo). Cálcio Iônico: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. transmissão nervosa e mediação da coagulação sanguínea. 2. má absorção. plasma (heparina). separação e distribuição do material 5. insuficiência renal. acromegalia. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. algumas neoplasias com ou sem metástases ósseas. hiperabsorção intestinal de cálcio. Critérios para a rejeição de amostras Não deve ser utilizado soro hemolisado. deficiência da vitamina D. 08 horas. Hipercalcemia é encontrada no hiperparatireoidismo. com 50. A dosagem do cálcio iônico independe da albumina. entretanto varia com o pH (aumenta na acidose. A determinação na urina requer uma dieta prévia de pelo menos 3 dias livres de cálcio (eliminar leite e derivados). Esta é a amostra teste. Não é observada nenhuma interferência do magnésio no pH mencionado. O hormônio paratireoideano e a Vitamina D aumentam a absorção do cálcio do trato gastrointestinal. Amostras Podem ser utilizados soro. COMPONENTES DO KIT CÁLCIO ASX (ARSENAZO III) Códigos: BT 12002 – 2 fr.5 mg/dL (0. uso de diuréticos e estrógenos. hipertireoidismo. Evitar amostra de plasma contendo EDTA. homogeneizar bem todo o volume de 24 horas.0 mL Registro M. mieloma. A hemólise pode elevar os resultados. linfoma. osteomálacia. representando 43% desse. A amostra deve ser obtida por via venosa. pelo menos. 3. citrato ou oxalato. desidratação. porém sem deixar o torniquete por muito tempo. corticoterapia. distúrbios da reabsorção tubular de cálcio. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o cálcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). Na interpretação dos valores normais deve-se levar em conta níveis de albumina. Neste caso.0 mL cada + 1 fr.0 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado.Bioquímica CÁLCIO ASX Método ARSENAZO III 1. O uso do torniquete pode aumentar o nível de cálcio em 0. plasma ou urina Soro não hemolisado. é recomendável o uso da técnica espectrofotométrica de Absorção Atômica. Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã. sarcoidose. Exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. Também utilizado na avaliação de nefrolitíase.

A data de validade aparece no rótulo da embalagem. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.br Reagente: Arsenazo III 0. código). Tampão MÊS 1. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.Brasil. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.4646 Site: www. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. lavar o local com água corrente. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 650 nm (600-660) com cubetas. Em caso de vazamento acidental. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.M. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Vila Verônica .Procedimento Operacional Padrão .com. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.Varginha .30º C Manter ao abrigo da luz.biotecnicaltda.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. plasma ou urina. Pipetas automáticas e ponteiras. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. uma vez usado. eventualmente infectado. 9. Banho de água a 37 ºC. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.8. 21 . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.6 mmol/L. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. O reativo é estável até a data de validade do Kit. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 . lavar abundantemente com água corrente. 7. Em caso de contato com os olhos ou pele. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. conservantes Padrão: Solução de Cálcio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. contém soro. 8. Procedimento automatizado Indicar nome. para a obtenção de resultados exatos.3214. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Cronômetro Tubos de ensaio. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 6.30 ºC. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.com. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Seguir com rigor a metodologia proposta. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. O reagente. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. pH 6.G. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. . Conservar entre 15 .18 mmol/L.

A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.Procedimento Operacional Padrão . 3.. Sugerimos a lavagem com ácido nítrico 6N ou com detergente não iônico.0 mL Padrão 10 μL 1. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com cálcio.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. O enxágüe deve ser exaustivo. CÁLCULOS Determinar a absorbância do padrão Ap e Calcular o Fator de calibração: FC = concentração do padrão Absorbância padrão FC = Fator de Calibração Cálcio Sérico: Cálculo da concentração de Cálcio: (Multiplicar a absorbância pelo fator de calibração) Concentração Cálcio (mg/dL) = Abs.19 x P) + A 3 Cal ioniz.25 = mmol/L cálcio 22 . Teste x FC Dosagem de Cálcio na urina de 24 horas: mg/24 = cálcio urina (mg/dL) x vol urinário 24 h (mL) 100 Cálculo do Cálcio Ionizável: Cal ioniz. Branco 1. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.0 mL Agitar bem e deixar os tubos durante 2 minutos à temperatura ambiente. Depois lavar várias vezes com água deionizada. O material utilizado na preparação do reativo deverá estar completamente isento de íons cálcio..Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. controle (se utilizado) e reagente. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. = cálcio ionizável Ca = Cálcio sérico em mg/dL P = Proteína Total (g/dL) A = Albumina (g/dL) (0. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reagente 2. A cor é estável durante 20 minutos. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA)da Amostra frente ao Branco á 650 nm (600 – 660 nm). Isso evitará contaminação cruzada. com água destilada ou deionizada. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Teste x FC Cálcio Urinário Ca Urina (mg/dL) = Abs. 10.= 6 x Ca – (0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL cálcio x 0. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). sendo o último. 11.0 mL Amostra 10 μL 1. o que poderia causar resultados errôneos. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Para análise bicromática utilizar filtro de referência: 700 nm. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.19 x P) + A + 6 12. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes..

Clin Chem 1981. dieta pobre em cálcio. 5 ª edição Westgard JO. sais de cálcio. vitamina D. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Falsos Valores baixos: cortisona.2.5 g/L).2 – 2. 14.S.Annals of Clinical and laboratory Science 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Zak B..8 – 10.5 . Groth T. 13. 27: 493-501. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. Manual de exames – Laboratório H. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Rio de Janeiro. gentamicina.. o magnésio (10 mg/dL) e os fosfatos (20 mg/dL) não interferem. Epstein E.7 mmol/L Urina: 100-300 mg/24 horas = 25 – 87.. Hunt MR.5 mmol/24 horas Esses valores são unicamente orientativos. Review of Calcium Methodologies . Ltda – Revisão Maio/2005. Qualitymark ed. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Hudson: Lexi-Comp Inc. Cálcio – Arsenazo III – Bula do Kit – Biotecnica Ind e Com. meticilina. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.9 mmol/L Adultos: 8. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993. Interferências A hemoglobina (1. 1997.Bioquímica Valores de referência Soro e plasma: Crianças: 10. heparina. 96-98. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. a bilirrubina (20 mg/dL). Laboratory Test Handbook. Guyton. Jacobs DS. Kasten Jr BL.6 mg/dL = 2. Pardini – 2002 – 58-59 23 . Triglicérides acima de 900 mg/dL produzem resultados falsamente diminuídos. dieta rica em cálcio.0 –11.Procedimento Operacional Padrão . Falsos Valores elevados: estrógenos. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20mg/dL = 5 mmol/L. 1996. antiácidos. 195 – 212 (1975). uso excessivo de laxante.8 mg/dL = 2. Babinski E.. Barry PL.. cloreto de s´dio intravenoso.

hepatopatias. representando 43% desse.0 mL 24 . A amostra deve ser obtida por via venosa.: 80027310027 Códigos: BT 12001 – 1 fr. liberando-o para os ossos em caso de déficit desse íon. para evitar que alterações no nível de albumina – ao redor do torniquete forme um gradiente de concentração de cálcio. má absorção. osteoporose. e em situações que cursam com fósforo elevado (insuficiência renal. homogeneizar bem todo o volume de 24 horas. com 50. Padrão – 2. O uso do torniquete pode aumentar o nível de cálcio em 0. Níveis baixos de cálcio total são encontrados na osteomalácia. Amostras Podem ser utilizados soro. Hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias. plasma ou urina Soro não hemolisado. transmissão nervosa e mediação da coagulação sanguínea.5 mg/dL (0.Bioquímica CÁLCIO Método Colorimétrico (o-CRESOLFTALEÍNA) 1. linfoma. 3. deficiência vitamina D. hipomagnesemia.0 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. corticoterapia. Hipocalciúria pode ser secundária à hipocalcemia. Hemólise pode elevar seus resultados. plasma (heparina). uso de diuréticos e estrógenos. O hormônio paratireoideano e a Vitamina D aumentam a absorção do cálcio do trato gastrointestinal. Este íon atua como mediador na contração muscular. 4. Níveis críticos de cálcio total são aqueles inferiores a 6 mg/dL e superiores a 14 mg/dL. distúrbios da reabsorção tubular de cálcio. síndrome de imobilidade. Sua determinação é preferida na urina de 24 h. diminui na alcalose). com 50. insuficiência renal. A determinação na urina requer uma dieta prévia de pelo menos 3 dias livres de cálcio (eliminar leite e derivados). SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o cálcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). Na interpretação dos valores normais deve-se levar em conta níveis de albumina. feocromocitoma. entretanto varia com o pH (aumenta na acidose. COMPONENTES DO KIT CÁLCIO o-CRESOLFTALEÍNA-Complexona (CFC) Registro M. hipertireoidismo. acromegalia. alcalose. O exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. hipoparatireoidismo). mieloma. hipervolemia. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.S. algumas neoplasias com ou sem metástases ósseas. 08 horas. hipertireoidismo. Critérios para a rejeição de amostras Não deve ser utilizado soro hemolisado. Urina: Coletar todo volume da micção de 24 horas. Evitar amostra de plasma contendo EDTA.0 mL RA + 1 fr. PRINCÍPIO DO MÉTODO O composto o-cresolftaleína (CFC) reage com Cálcio presente na amostra em meio alcalino originando um complexo colorido que se pode quantificar espectrofotometricamente. Urina recente pode ser utilizada realizando a razão cálcio / creatinina. diminuições da albumina. separação e distribuição do material 5. desidratação. raquitismo. Armazenamento e estabilidade das amostras: Cálcio na amostra de soro ou plasma é estável 7 dias entre 2-8oC ou 6 meses à –20 ºC. Hipercalcemia é encontrada no hiperparatireoidismo. Urina: até 02 semanas em HCl 50% à temperatura ambiente. Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã. citrato ou oxalato. Urina: é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea. hipervitaminose D. Cushing. pancreatite.Procedimento Operacional Padrão . Também utilizado na avaliação de nefrolitíase. Esta é a amostra teste. sarcoidose. INDICAÇÃO MÉDICA Para determinação dos níveis de Cálcio sérico. Cálcio iônico: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. uso de diuréticos e estrógenos.10 mol/L) Não utilizar soro proveniente de pacientes em Terapia com EDTA – hiperparatireoidismo. porém sem deixar o torniquete por muito tempo. separar 5. osteomalácia. A dosagem do cálcio iônico independe da albumina. insuficiência renal. Neste caso. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. 2.0 mL RB + 1 fr. hiperabsorção intestinal de cálcio. pelo menos.O soro deve ser separado do coágulo o mais rápido possível. é recomendável o uso da técnica espectrofotométrica de Absorção Atômica. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.

8-hidroxiquinoleína 69 mmol/L.Varginha . código). Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. lavar o local com água corrente. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Cronômetro Tubos de ensaio. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.br Reativo A: Tampão Etanolamina 500 mmol/L. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O reagente. para a obtenção de resultados exatos. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. 9. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 570 nm (550-590) com cubetas. eventualmente infectado.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Procedimento automatizado Indicar nome.G.62 mmol/L.30º C Manter ao abrigo da luz. Pipetas automáticas e ponteiras. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 8. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Reativo B: orto-cresolftaleína complexona 0. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.com. Seguir com rigor a metodologia proposta. contém soro. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Conservar entre 15 e 30º C 6. Em caso de vazamento acidental. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. . Banho de água a 37 ºC. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Padrão de Cálcio: Solução estabilizada de Cálcio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. 25 . 7. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.biotecnicaltda.com. Vila Verônica . plasma ou urina.Brasil.4646 Site: www. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.3214. uma vez usado.Procedimento Operacional Padrão . Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 .M. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.

Isso evitará contaminação cruzada. 2. = cálcio ionizável Ca = Cálcio26 sérico em mg/dL P = Proteína Total (g/dL) A = Albumina (g/dL) . Um novo reativo de trabalho deve ser preparado. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. leituras acima de 0. Estável por 24 horas a temperatura ambiente. ler a absorbância do Padrão e da Amostra frente ao Branco do reativo à 570 nm. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos Reativos: Reativo de Trabalho: Mistura na proporção de 1 mL de Reativo A + 1 mL de Reativo B.0 mL Amostra 10 μL 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.200 de Absorbância indicam contaminação grosseira por cálcio e os reativos devem ser desprezados. A técnica se caracteriza por Absorbâncias dos brancos muito baixas. Depois lavar várias vezes com água deonizada.. 11. Teste x FC Cálcio Urinário Ca Urina (mg/dL) = Abs. Branco 1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.Bioquímica Em caso de contato com os olhos ou pele..Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 3.0 mL Padrão 10 μL 1. CÁLCULOS Determinar a absorbância do padrão Ap e Calcular o Fator de calibração: FC = concentração do padrão Absorbância padrão Cálcio Sérico: Cálculo da concentração de Cálcio: (Multiplicar a absorbância pelo fator de calibração) Concentração Cálcio (mg/dL) = Abs. Teste x FC Dosagem de Cálcio na urina de 24 horas: mg/24 = cálcio urina (mg/dL) x vol urinário 24 h (mL) 100 FC = Fator de Calibração Cálculo do Cálcio Ionizável: Cal ioniz. Decorridos os 10 minutos. controle (se utilizado) e reagente. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. O enxágüe deve ser exaustivo. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Cuidados especiais O material utilizado na preparação do reativo de trabalho deverá estar completamente isento de íons cálcio. Procedimento manual 1. Trab. 10. com água destilada ou deionizada. Sugerimos a lavagem com ácido nítrico 6N ou com detergente não iônico. lavar abundantemente com água corrente. o que poderia causar resultados errôneos. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.0 mL Agitar bem e deixar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente.Procedimento Operacional Padrão . O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com cálcio. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reat. sendo o último.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Martineck.03 mmol/24 horas 13.35 mmol/L Urina: 60 . Henry.5.25 = mmol/L cálcio Cal ioniz. 33:416 (1971). cloreto de s´dio intravenoso.0 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Harper & Row Publishers (1964).0 – 1..Bioquímica 6 x Ca – (0. Tech. Triglicérides acima de 900 mg/dL produzem resultados falsamente elevados por interferência fotométrica. dieta pobre em cálcio.5 . Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Rio de Janeiro. Falsos Valores baixos: cortisona.19 x P) + A 3 (0. Med.4 mg/dL = 1. Falsos Valores elevados: estrógenos. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.12 . Cálcio – o-Cresolftaleína – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. gentamicina. R. Kasten Jr BL. Manual de exames – Laboratório H. – J. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL cálcio x 0.63 mmol/L Cálcio iônico: 4. Groth T. uso excessivo de laxante. antiácidos. Barry PL. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. sais de cálcio. Hunt MR. 1996. Interferências A hemoglobina (1. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. heparina.G.5. Ltda – Revisão Maio/2005.5 g/L). – Clinical Chemistry. Qualitymark ed.= Valores de referência Cálcio no Soro: 8.J. 1997. R. 96-98. 27: 493-501. Westgard JO.200 mg/24 horas = 1.. dieta rica em cálcio. o magnésio (10 mg/dL) e os fosfatos (20 mg/dL) não interferem. Laboratory Test Handbook.Am.19 x P) + A + 6 12. Principles and Techniques. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20 mg/dL (5.0 .Procedimento Operacional Padrão .10. Jacobs DS. 14.5 mg/dL = 2. Pardini – 2002 – 58-59 27 . meticilina. vitamina D.5 . a bilirrubina (20 mg/dL). Hudson: Lexi-Comp Inc.2. Clin Chem 1981.

representa a maioria dos constituintes osmoticamente ativos do plasma.Procedimento Operacional Padrão . Níveis Aumentados Aumento da ingestão Uso de diurético Depleção de potássio Doença de Addison Necrose tubular aguda Pielonefrites Rim policístico Síndrome de Bartter Uso de teofilina Níveis Diminuídos Diminuição da ingestão de sal Vômito Diarréia Aspiração gástrica Diabetes insipidus Fístulas gastrointestinais Síndrome de Cushing Cloro. 2. Diminuindo na meningite tuberculosa e outras meningites bacterianas. A maior parte do cloro ingerido é absorvida e o excesso excretado na urina. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO O íon cloreto reage com o íon mercúrico liberando uma quantidade equivalente de íon tiocianato que em presença de ferro trivalente forma um complexo colorido violeta. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Cloro Sérico É o principal ânion extracelular. A determinação dos cloretos em amostras de sangue e urina faz parte da avaliação dos distúrbios hidro-eletrolíticos e ácido-básicos. Juntamente com o sódio.Bioquímica CLORO Método Colorimétrico (Mercúrio – Tiocianato) 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na dosagem de íons cloretos no sangue. Líquor Acompanha as alterações (diminuição ou elevação) dos níveis séricos. São observados níveis fisiologicamente aumentados na diurese pós-menstrual e diminuídos na retenção hídrica pré-menstrual. Níveis Aumentados Insuficiência renal aguda Níveis Diminuídos Acidose metabólica associada a elevação de ânions orgânicos(cetoacidose diabética e insuficiência renal) Acidose respiratória Acidose metabólica associada à diarréia prolongada com perda de bicarbonato Acidose tubular renal Alcalose respiratória Alguns casos e hiperparatireoidismo primário Desidratação Diabetes insipidus Hiperfunção adrenocortical Intoxicação por salicilato Alcalose metabólica Aldosteronismo Doença de Addison Hipersudorese Nefrite perdedora de sal Secreção gástrica persistente Vômito prolongado Cloro Urinário Normalmente a excreção urinária de cloro se aproxima da ingestão. Desta forma. 28 . A dosagem do cloreto no suor é útil no diagnóstico da fibrose cística. A intensidade da coloração do complexo é proporcional a concentração do íon cloreto presente na amostra. está envolvido na manutenção da pressão osmótica e balanço hidroeletrolítico.

Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 a 30º C. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Conservar entre 15 – 30ºC.4646 Site: www. 7. 29 .Brasil.9 mM. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Vila Verônica . instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .com. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome.S. citrato. devem ser separados até 1 hora após a coleta.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Padrão: Solução de íons Cloreto (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). 6.br Reagente: Tiocianato de mercúrio 12.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. ácido nítrico 50 mM. Cronômetro.biotecnicaltda.Bioquímica 4. Urina de 24 horas. utilizar amostras centrifugadas.M.G. separação e distribuição do material 5. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Manter protegido da luz. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Urina ou líquor: Para dosagem no líquor ou na urina.500 nm com cubetas. Banho de água a 37 ºC. nitrato de ferro (III) 170 mM. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 08 horas. Para evitar a passagem do cloreto para as hemácias. COMPONENTES DO KIT CLORETO Códigos: Registro M. urina (colhida com intervalo de 24 horas). + 1 fr Padrão – 2. Reagente pronto para uso.Varginha . Diluir a urina 1:2. o plasma ou soro. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Amostras Usar soro ou plasma (EDTA. oxalato. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 460 . Pipetas automáticas e ponteiras. código). 8. suor e líquor. pelo menos.: 80027310028 BT 12003 – 1 fr com 50mL. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Armazenamento e estabilidade das amostras: O íon cloreto é estável na amostra até 04 dias se armazenado entre 2-8oC. heparina).com.Procedimento Operacional Padrão .3214. Multiplicar o resultado obtido por 2. Soro ou plasma: obtido da maneira usual. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. O analito é estável por 7 (sete) dias entre 15 – 30oC e vários meses a 10oC negativos.

Padrão 30 . CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. uma vez usado. Em caso de contato com os olhos ou pele. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. para a obtenção de resultados exatos. Homogeneizar bem e incubar os tubos durante 5 minutos à temperatura ambiente. plasma ou urina. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Seguir com rigor a metodologia proposta. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.Bioquímica Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. com água destilada ou deionizada.0 mL Padrão 5 μL 2. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Cuidados especiais Cuidados especiais com a água utilizada! Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente. A cor é estável durante 30 minutos. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. controle (se utilizado) e reagente. lavar abundantemente com água corrente.0 mL 2. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Em caso de vazamento acidental. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. lavar o local com água corrente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. eventualmente infectado. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reagente Branco 2. 11. sendo o último. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 9. CÁLCULOS Abs. contém soro. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco á 460-500 nm.0 mL Amostra 5 μL 2. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Isso evitará contaminação cruzada. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. 10. O reagente. Amostra X Concentração do padrão = mEq/L cloreto Abs. O enxágüe deve ser exaustivo. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.Procedimento Operacional Padrão . 3. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. o que poderia causar resultados errôneos. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.

Manual de exames – Laboratório H.Anal. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.28. Garner D. Metodologia Technicon.. 1997.Fisher D. Líquor: 118 a 132 mEq/L Esses valores são unicamente orientativos.M. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mEq/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L = mEq/L x 0. Cloreto (mEq/L) = Absorbância do Teste x Fator 12. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Cloro – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Amostra Abs. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência 13. do Padrão . CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 200 mEq/L (100 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 27: 493-501.. Westgard JO. Clin Chem 1981.. fazer o branco da amostra com água destilada. Ltda – Revisão Maio/2005. Hunt MR. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. ictéricas e hemolizadas. Padrão Absorbância da Amostra Absorbância do Padrão Devido à ótima reprodutibilidade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Zall D..Bioquímica Onde: Abs.1665 (1956) Skeggs L.5 Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: 98 – 110 mEq/L = 49 – 55 mmol/L Para amostras de Urina: 170 – 250 mEq/24h = 85 – 125 mmol/L Suor até 40 mEq/L. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc.. Interferências Para amostras Lipêmica.O. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 14. que pode ser obtida com a metodologia. Rio de Janeiro. Pardini – 2002 – 58-59 31 . Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.Procedimento Operacional Padrão . Barry PL. Qualitymark ed. Chem.

outros anticoagulantes podem interferir no resultado final. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do reagente fenólico (fenol) pelo peróxido de hidrogênio formado. hipotireoidismo. cirrose porta. 2. A aterosclerose desencadeia várias disfunções em vários órgãos principalmente no coração. de Addison. D. Líquido ascítico ou líquido pleural: O material não é colhido no laboratório. hipercolesterolemia poligênica. líquido ascítico ou líquido pleural. oxidase col. D. Não usar amostras visivelmente hemolisadas. que apresenta máximo de absorção em 500 nm. cérebro e rins.de Gaucher. gravidez. dentre elas o colesterol. A enzima colesterol oxidase. catalisa a oxidação do colesterol livre. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente: O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. grandes queimados. O colesterol é o principal lipídio associado à doença vascular aterosclerótica. AUMENTO: icterícia obstrutiva. Separar dentro das próximas 2 horas da coleta. Soro: obtido da maneira usual. uremia terminal. S. porfiria intermitente aguda. hiperlipidemia familiar combinada. em presença de 4-aminoantipirina. de Cushing. de má absorção. S. DIMINUIÇÃO: hepatopatias graves. anorexia nervosa. Colesterol esterificado + H2O ------------------>Colesterol + Ac. uso de ACTH e corticóides. abetalipoproteinemia. separação e distribuição do material. obesos e com hipotiroidismo. Soro ou plasma heparinizado. Uma dosagem de colesterol elevada é uma boa indicação dos riscos de aterosclerose. PRINCÍPIO DO MÉTODO Os ésteres de colesterol existentes na amostra são hidrolisados pela enzima colesterol esterase produzindo o colesterol livre. hipertireoidismo. S. de Von Gierke. nefrótica. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol).lipoproteína. hemofilia. D. má nutrição. pancreatite crônica. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). anemia perniciosa. a qual é uma degeneração de artérias de grande e médio calibre através da deposição de lipoproteínas. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. septicemia. de Tangier. Amostras: Soro ou plasma. disbetalipoproteinemia familiar. anemia hemolítica . Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. em presença de oxigênio. sendo cerca de 60% a 70% transportados pela LDL. O colesterol total compreende todo colesterol encontrado em várias lipoproteínas. inanição. 3. aterosclerose. hipercolesterolemia familiar(deficiência de receptores LDL). com conseqüente inflamação e fibrose de suas paredes.Bioquímica COLESTEROL Método Enzimático Colorimétrico 1. hepatoma. acantocitose. anemia hipocrômica severa. linfangiectasia intestinal. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise intensa. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação dos riscos de aterosclerose e monitoramento de pacientes diabéticos. gota. após pancreatectomia. graxo Colesterol +1/2 O2 ----------------> Colestenona + H2O2 2 H2O2 + 4-Aminoantipirina + Fenol -------------> Quinonaimina +4H2O 4. Drogas: corticosteróides. Esterase 32 . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O colesterol é um componente estrutural importante da membrana celular e precursor para biossíntese de ácidos biliares e hormônio esteróides. Volumes mínimos e ideais A serem definidos pelo próprio laboratório. peroxidase col.Procedimento Operacional Padrão . Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta Armazenamento e estabilidade das amostras: As amostras de soro / plasma podem ser guardadas 2 – 8OC por uma semana ou – 20OC por 2 meses. 20% a 35% pela HDL-lipoproteina e 5% a 12% pela VLDL-lipoproteina. D. hepatite por vírus. produzindo peróxido de hidrogênio. diabetes mellitus.

004 – 4 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2. Padrão: Solução de Colesterol (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. 4-Aminoantipirina 0. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.004 – 1 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2. Colesterol oxidase > 200 U/L. Cronômetro Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Conservar entre 2 – 8 º C 6. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. O reativo é estável até a data de validade do Kit. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.Varginha .42 mmol/L– pH 7. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Banho de água a 37 °C. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.S. 9.M. Colato de Sodio 8 mM. O reagente. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Seguir com rigor a metodologia proposta. evitando assim a deterioração das enzimas.4646 Site: www.Bioquímica 5.0 mL BT 10.Brasil. Colesterol esterase (CHE) > 750 U/L.Procedimento Operacional Padrão . . para a obtenção de resultados exatos. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Pipetas automáticas e ponteiras. 4-Clorofenol 20 mmol/L. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.biotecnicaltda. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.3214. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.6 mmol/L. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. COMPONENTES DO KIT COLESTEROL Códigos: Registro M. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. 33 . plasma ou urina. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.com.2. 7. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510) com cubetas. Vila Verônica . Tel/Fax: 0 (XX) 35 .: 80027310039 BT 10. código).0 mL. 8. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.br Reagente: Tampão fosfato 182. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.G. contém soro. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. uma vez usado.com. Peroxidase > 2000 KU/L. eventualmente infectado. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.

Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. do Padrão . Amostra X Concentração do Padrão Abs. Padrão Devido à ótima reprodutibilidade. Em caso de contato com os olhos ou pele.026 Valores de referência Faixa Etária 2 a 19 anos 20 anos ou acima Valor (mg/dL) Menor que 170 De 170 a 199 Maior que 200 Menor que 200 De 200 a 239 Maior que 240 Interpretação Desejável Limítrofe Aumentado Ótimo Limítrofe Alto 34 .Procedimento Operacional Padrão . Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Em caso de vazamento acidental. lavar abundantemente com água corrente. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente ou durante 10 minutos a 37ºC. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Colesterol (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. CÁLCULOS Colesterol (mg/dL) = Abs.0 mL Padrão Amostra Reagente 3. sendo o último. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. lavar o local com água corrente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. com água destilada ou deionizada. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. A cor é estável durante 30 minutos. Ler a absorbância (AP) do Padrão e a (AA) da Amostra frente ao Branco á 500 nm. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 4.0 mL Padrão 10 µL 1. 2. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Deixar o Reagente durante alguns minutos á temperatura ambiente ou em um banho de água. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). que pode ser obtida com a metodologia. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.Bioquímica O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Isso evitará contaminação cruzada. 11. controle (se utilizado) e reagente. 10. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.0 mL Amostra 10 µL 1. o que poderia causar resultados errôneos. O enxágüe deve ser exaustivo. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L = mg/dL x 0.

fenitoína. heparina.:J. Kendalll. agentes hipoglicemiantes. Qualitymark ed. Falsos valores elevados: Esteróides. Winter W. 276. L. colchicina. Líquido Ascítico ou Líquido Pleural: Inferior ao soro com triglicérides elevados: = quiloso Superior ao soro com triglicérides normal: = quiliforme Esses valores são unicamente orientativos. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 125. New Engl J Med 1967. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.Bioquímica * Dados das III Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2001. Good NE. – Current Prescribing 6177: 39 (1977). Izawa S. 1970.. 94. Ltda – Revisão Maio/2005. Bilirrubina: Bilirrubina até 15 mg/dL não interfere no resultado do teste.B.Ácido Ascórbico: mesmo em baixas concentrações (abaixo de 2 mg/dL) o ácido ascórbico induz a resultados falsamente diminuídos. bromatos.L.Procedimento Operacional Padrão . 148. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Trinder P. Biochemistry 1966. 1997. Bull Org Mond Santé. 13. aspirina e epinefrina. 195-357 (1952) Castelli. Pardini – 2002 – 67-68 35 . . Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 276:24. sulfonamidas. Manual de exames – Laboratório H. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Levy RJ. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 800 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. . Rio de Janeiro. F.Hemoglobina e Triglicérides elevados (amostra com turvação evidente): Hemoglobina acima de 150mg/dL (hemólise significativa) e hiperlipemia acentuada induzem a resultados falsamente aumentados.. kanamicina. Winger GD. Fredriickson DS.E. Singh RMM.43:891.. Connoly TN. B. Chem. 215. Biol.Ann Clin Biochem 6124 (1969). Lee RS. Interferências .5:467. Abell. Colesterol – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. W. Levy. 14. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. anticoncepcional oral. fenotiazina. Falsos valores diminuídos: neomicina. tetraciclina.P.

progestágenos. Valores de HDL – colesterol são aproximadamente 1/5 do colesterol total. Neomicina. Valores de C–HDL são dependentes de sexo e idade. Em doenças da tireóide.Bioquímica HDL COLESTEROL DIRETO Método Enzimático Colorimétrico Direto – Sem precipitação 1. Esteróides. tiazídicos.DIRETO Registro M. 4.Varginha . 2. Critérios para a rejeição de amostras Soro hemolisado. Anti-hipertensivo. anabólicos. Isso devese ao fato da HDL-lipoproteína estar envolvida no chamado transporte reverso do colesterol para ser metabolizado no fígado (sítio de maior excreção do colesterol). PRINCÍPIO DO MÉTODO O anticorpo antiβ-lipoproteína humana presente no Reagente A se liga as lipoproteínas (LDL. Obesidade. . visto que o hipotireoidismo aumenta e o hipertireoidismo diminui seus níveis.S. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. Quando é adicionado o Reagente B. COMPONENTES DO KIT COLESTEROL HDL . A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. A concentração do HDL presente na amostra é proporcional a absorbância. VLDL e Quilomicrons) deixando a lipoproteína HDL livre. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Fumo.Brasil.androgênios. Vila Verônica . seus valores não devem ser usados como estimativa de risco de aterosclerose. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Vários estudos sugerem existir uma forte correlação inversa entre os níveis de C-HDL e o risco de aterosclerose.3214. em presença de peroxidase. Amostras Soro não hemolisado. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. 3. tendendo a decrescer temporariamente após infarto agudo do miocárdio. separação e distribuição do material. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol).Procedimento Operacional Padrão . Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. medida à 600 nm.G. plasma (heparina ou EDTA) Armazenamento e estabilidade das amostras: O Colesterol é estável na amostra 7 dias à 2-8 ºC ou 30 dias à –20 ºC.M. O peróxido de hidrogênio produzido pela reação enzimática produz um complexo de cor azul sob condensação oxidativa com F-DAOS e 4-AAP. somente o Colesterol HDL reage com a cadeia enzimática (CHE-CO). Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. + 1 fr.006 – 1 fr R-A com 45 mL. Hipertrigliceridemia. 5. R-B com 15 mL + 1 fr Calibrador – 1. Fatores que contribuem para o decréscimo do colesterol HDL Fatores genéticos: hipoalfalipoproteinemia.4646 36 . INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de dislipidemias associadas a patologias coronárias. Sedentarismo.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Bloqueadores beta adrenérgicos.: 80027310035 Códigos: BT 10.

br Reativo A: 4-aminoantipirina 0. Em caso de vazamento acidental. para a obtenção de resultados exatos. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. uma vez usado. Anticorpos antiβ-lipoproteína humana 2. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. com cubetas.com.Procedimento Operacional Padrão . MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 600 nm.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Reativo B: Colesterol esterase > 4000 U/L. pH 7. O reativo é estável até a data de validade do Kit. código). Pipetas automáticas e ponteiras. lavar o local com água corrente. 37 . 6.0 U/L. Cronômetro Tubos de ensaio. NÃO CONGELAR. Tampão MES 30 mM. Conservar entre 2 e 8º C. Procedimento automatizado Indicar nome. 8. eventualmente infectado. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.8 mM. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Ascorbato oxidase > 2700 U/L. Calibrador: Soro liofilizado (Valor da concentração vide etiqueta do frasco). instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Colesterol oxidase > 2000 U/L. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. O reagente. evitando assim a deterioração das enzimas. plasma ou urina. Seguir com rigor a metodologia proposta. 7. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.Bioquímica Site: www. Reagente pronto para uso.9 mM. POD > 2400 U/L. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. lavar abundantemente com água corrente. Banho de água a 37 °C.biotecnicaltda. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. 9.0. Em caso de contato com os olhos ou pele. contém soro. F-DAOS 0. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.com.

se protegida da luz. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.Procedimento Operacional Padrão . A estabilidade dos reativos é de pelo menos 60 dias. A reação é estável por 30 min. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Calibrador: Reconstituir o calibrador com exatamente 1.0 mL de água destilada ou deionizada. 3. incubar a 37 ºC por 5 minutos. 10. Adicionar: 3. após o frasco aberto. para dissolver todo o liofilizado. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Reagentes: Os reagentes são fornecidos na forma líquida. Ler a absorbância (A2p) do Padrão e (A2) da amostra frente ao Branco a 600 nm. se conservados de 2-8ºC e tomados os devidos cuidados para evitar contaminação. O enxágüe deve ser exaustivo. 6. sendo o último. pronto para uso. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.. Técnica Macro: 1. Congelar e descongelar somente uma vez. Fechar o frasco e homogeneizar cuidadosamente. Adicionar: Reativo B 250 µL 250 µL 250 µL 4. incubar a 37 ºC por 5 minutos. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Ler a absorbância a 600 nm (A1) da amostra e (A1p) do padrão. Procedimento manual Técnica Micro: 1. Ler a absorbância a 600 nm (A1) da amostra e (A1p) do padrão. Ler a absorbância (A2p) do Padrão e (A2) da Amostra frente ao Branco a 600 nm. com água destilada ou deionizada. 6. Homogeneizar. Homogeneizar.Bioquímica Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Homegeneizar e incubar 5 minutos a 37 ºC. A reação é estável por 30 min. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. o que poderia causar resultados errôneos. Homogeneizar e incubar 5 minutos a 37 º C. O calibrador é estável 03 dias se conservado entre 2-8ºC ou 30 dias a –20ºC. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. depois de reconstituído. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 4 μL 300 μL Calibrador 4 μL 300 μL Amostra 4 μL 300 μL Água destilada Calibrador Amostra Reativo A 2. Deixar em repouso por 30 minutos antes do uso. controle (se utilizado) e reagente. Isso evitará contaminação cruzada. 38 . Homogeneizar cuidadosamente depois de descongelado. 5. 5. Adicionar: 100 µL 100 µL 100 µL Reativo B 4. Evitar a formação de espuma. se protegida da luz. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 10 μL 750 μL Calibrador 10 μL 750 μL Amostra 10 μL 750 μL Água destilada Calibrador Amostra Reativo A 2.

diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.142 A2p= 0. os valores de referência para HDL Colesterol podem ser consultados por faixa etária. 12. 11.026 Valores de referência Desejável Colesterol LDL Colesterol Total Col. Valor (mg/dL) Maior que 40 Maior que 35 Menor que 40 Maior que 60 Maior que 45 Interpretação Desejável Desejável Baixo Alto Desejável 39 .056=0. Pelas últimas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose.Bioquímica Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.Mulheres < 130 < 200 > 55 > 65 Risco moderado 130 – 159 200 – 239 35 – 55 45 – 65 Alto risco ≥160 ≥ 240 < 35 < 45 Estes valores são unicamente orientativos.142=0.280-0.167 A1p= 0. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 180 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.5 mg/dL.280 A1= 0. Interferências Ácido Ascórbico (até 50 mg/dL).056 [P] = 35 mg/dL ΔA amostra= 0.138 ΔA padrão= 0. Hemoglobina (até 500 mg/dL).111 Fator = 35 = 315. sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência.3 0. CÁLCULOS A1p = ΔA padrão A2-A1 = ΔA amostra [P]= Concentração do Padrão ΔA padrão x valor da concentração do padrão = mg/dL de HDL-c ΔA amostra Com Fator: Fator de calibração = [P] ΔA padrão Concentração de HDL em mg/dL = ΔA amostra x Fator Calibração Exemplo: A2 = 0. HDL – Homens Col.167-0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L Colesterol = mg/dL colesterol x 0. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.138 x 315. como mostrado na tabela abaixo: Faixa Etária Até 10 anos De 10 a 19 anos 20 anos ou acima Diabéticos 13.3 = 43. HDL . Bilirrubina (até 40 mg/dL) e lipídios (até 5 g/dL) não interferem.Procedimento Operacional Padrão . Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).111 Colesterol HDL (mg/dL) = 0.

Am J. Qualitymark ed... Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 241. J.: High density lipoprotein as a protective factor against coronary heart disease.Procedimento Operacional Padrão . Sachiko Izawa et al. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Gordon T et al. Manual de exames – Laboratório H. Med. Pardini – 2002 – 67-68 40 . The Framingham Study. 1385-1388. 62.707 (1977). And Pharm.. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.Sci. 37 (1997) HDL Colesterol –Direto – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.: A new direct method for measuring HDL – Cholesterol which does not produce any biased values. 1997. Rio de Janeiro. Ltda – Revisão Maio/2005.Bioquímica 14.Med.

tendendo a decrescer temporariamente após infarto agudo do miocárdio.: 80027310054 peroxidase col. Colesterol esterificado + H2O -------------> Colesterol + Ac. oxidase col.0 mL Registro M. graxo Colesterol + ½ O2 + H2O --------------> Colestenona + H2O2 2H2O2 + 4-Aminoantipirina +DCFS ------------->Quinonaimina+4H2O 4. Isso se deve ao fato da HDL-lipoproteína estar envolvida no chamado transporte reverso do colesterol para ser metabolizado no fígado (sítio de maior excreção do colesterol). Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. PRINCÍPIO DO MÉTODO Os quilomicrons e as lipoproteínas de baixíssima densidade (VLDL) e de baixa densidade (LDL) presentes na amostra. plasma (heparina ou EDTA).Bioquímica HDL COLESTEROL Método Precipitante – Ácido Fosfotúngstico 1. Anti-hipertensivo 3. Neomicina. O sobrenadante da centrifugação contém as lipoproteínas de elevada densidade (HDL). Obesidade. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise intensa. precipitam em presença de fosfotungstato e íons magnésio. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. progestágenos. visto que o hipotireoidismo aumenta e o hipertireoidismo diminui seus níveis. Armazenamento e estabilidade das amostras: O Colesterol é estável na amostra 3 dias à 2-8 ºC. Fumo. esterase 41 . seus valores não devem ser usados como estimativa de risco de aterosclerose. Em doenças da tireóide. Hipertrigliceridemia. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). tiazídicos.androgênios.005 – 1 fr com 50mL.S. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Valores de C–HDL são dependentes de sexo e idade. separação e distribuição do material 5. Bloqueadores beta adrenérgicos. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Vários estudos sugerem existir uma forte correlação inversa entre os níveis de C-HDL e o risco de aterosclerose. + 1 fr Padrão – 2. Sedentarismo. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Fatores que contribuem para o decréscimo do colesterol HDL: Fatores genéticos: hipoalfalipoproteinemia. Esteróides. COMPONENTES DO KIT HDL COLESTEROL (PRECIPITANTE) Códigos: BT 10. cujo colesterol quantifica-se espectrofotometricamente mediante as reações acopladas descritas abaixo. 2. anabólicos.Procedimento Operacional Padrão . Valores de HDL – colesterol são aproximadamente 1/5 do colesterol total. Amostras Soro não hemolisado. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação dos riscos de doenças coronarianas e renais causadas por aterosclerose.

com. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.Brasil.Varginha . Banho de água a 37 °C. para a obtenção de resultados exatos. 9.5 mmol/L. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. NÃO CONGELAR. O reagente. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 7. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.G. código). O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.br Reagente: Ácido Fosfotúngstíco 16 mmol/L. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Em caso de contato com os olhos ou pele. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. O reativo é estável até a data de validade do Kit. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Pipetas automáticas e ponteiras.4646 Site: www. A data de validade aparece no rótulo da embalagem..biotecnicaltda. 42 . Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.3214. plasma ou urina. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. lavar o local com água corrente. Em caso de vazamento acidental. eventualmente infectado. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. cloreto de magnésio 3. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Seguir com rigor a metodologia proposta.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. com cubetas. Conservar entre 2 e 8º C. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.Procedimento Operacional Padrão . uma vez usado. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. evitando assim a deterioração das enzimas.M. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Vila Verônica . contém soro. Cronômetro Tubos de ensaio. lavar abundantemente com água corrente. 6. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 600 nm. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Padrão: Solução padrão de Colesterol (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.com. Procedimento automatizado Indicar nome. . Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 8. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.

Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Centrifugar durante 10 minutos a um mínimo de 4. sendo o último.0 mL Amostra 100 μL 1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.0 mL Padrão 100 μL 1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.0 mL Água destilada Padrão de colesterol HDL Sobrenadante Reagente do Colesterol 7. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 100 μL 1. controle (se utilizado) e reagente. o que poderia causar resultados errôneos. Deixar o Reagente durante alguns minutos á temperatura ambiente ou em um banho de água. CÁLCULOS Aa= Absorbância da amostra Ap= Absorbância do padrão ( ) [P]= Concentração do Padrão = 40 mg/dL * ( ) * 40 equivale ao valor do padrão (20 mg/dL) corrigido de acordo com o fator de diluição (1:2) usado na precipitação.Procedimento Operacional Padrão . 10. Amostra X 40 * = mg/dL Colesterol HDL Abs. 3. ( ) Abs.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 250 μL 250 μL Agitar e deixar durante 10 minutos à temperatura ambiente. 4..000 rpm. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O enxágüe deve ser exaustivo. Pipetar em tubo de centrífuga Amostra Reagente precipitante 2. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Após a centrifugação. 11. Recolher com cuidado o sobrenadante. A cor é estável durante pelo menos 30 minutos. Multiplicar o resultado final por 2. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Padrão Com Fator: Fc (Fator de calibração)= 40 Ap Concentração de HDL em mg/dL= Aa x Fc. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). para evitar resultados falsamente elevados.244 43 . remover o sobrenadante límpido dentro de 15 minutos. 6. Cuidados especiais Manter sempre a relação Amostra/Preciptante igual a 1:1. 5. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco à 500 nm. Neste caso diluir a amostra 1:2 com NaCI 150 mmol/l e repetir a precipitação. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual Precipitação 1. Amostras lipêmicas e ocasionalmente amostras não lipêmicas podem apresentar o sobrenadante turvo. Agitar bem e incubar nos tubos durante 30 minutos à temperatura ambiente ou durante 10 minutos a 37ºC 8. Fc = 40 = 131. Caso o sobrenadante permaneça ainda turvo a amostra não pode ser utilizada para determinar o colesterol HDL. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.1 Exemplo: AA = 0. com água destilada ou deionizada. Isso evitará contaminação cruzada.

F. et al.L.Procedimento Operacional Padrão .Mulheres < 130 < 200 > 55 > 65 Risco moderado 130 – 159 200 – 239 35 – 55 45 – 65 Alto risco ≥160 ≥ 240 < 35 < 45 Estes valores são unicamente orientativos.T. Clin Chem 25(6):939.1= 31. Virella. os valores de referência para HDL Colesterol podem ser consultados por faixa etária. sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. et al. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L Colesterol = mg/dL colesterol x 0. 1997.1977.25 mmol/L interferem.Bioquímica Ap= 0. 2:217. Pelas últimas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose. p. nd Bergmeyer. et al. Qualitymark ed. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Chem.148. Kostner. 23:882. 25:560. R.M. HDL Colesterol (Precipitante) – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.G.305 Concentração de HDL(mg/dL)= 0.. HDL – Homens Col. J Lipid Res 1970. Pardini – 2002 – 67-68 Valor (mg/dL) Maior que 40 Maior que 35 Menor que 40 Maior que 60 Maior que 45 Interpretação Desejável Desejável Baixo Alto Desejável 44 . Clin Chem. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 241. Manual de exames – Laboratório H. Interferências Àcido ascórbico >0.) Methods of Enzymatic Analysis. Clin Chem. 14. Ltda – Revisão Maio/2005.026 Valores de referência Desejável Colesterol LDL Colesterol Total Col.1985. a hemoglobina >3 g/L e a bilirrubina >0.. como mostrado na tabela abaixo: Faixa Etária Até 10 anos De 10 a 19 anos 20 anos ou acima Diabéticos 13. (Ed. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 150 mg/dL. Friedwald W. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.1977. G. Academic Press 2 ed.. 18:707. et al. 11: 583. M.1985. Scholnick HR. H. Rio de Janeiro. Clin Chem 1979. Burstein M.99 mg/dL 12.305 0. HDL .U.244 x 131. Clin. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Morfin R. Grove TH.3 mmol/L.1979. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Warnick.

idosos e mulheres em geral. 2. Exercícios severos e ingestão de altas quantidades de carne podem causar aumentos significativos na excreção de creatinina. enquanto a diminuição da massa muscular nos idosos provoca diminuição. A creatinina não é afetada normalmente pela dieta. desidratação Insuficiência renal por decréscimo da Desnutrição filtração glomerular Obstrução do trato urinário Diminuição da massa muscular Intoxicação por metanol Doença hepática severa Terapia com metildopa. Os anticoagulantes como a heparina. Gravidez hidantoína. o que não interfere na dosagem da creatinina.Procedimento Operacional Padrão . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO CREATININA SÉRICA Trata-se de um produto metabólico formado pela descarboxilação da creatina-fosfato no músculo. a creatinina eleva-se mais lentamente que a uréia. a reação do picrato com outros cromogênios presentes na amostra é lenta. EDTA. Mede-se a velocidade de formação desse complexo utilizando uma cinética de 2 pontos durante os períodos iniciais da reação. insuficiência cardíaca congestiva etc. ocorrendo nos períodos finais da reação. os níveis séricos poderão sofrer aumento por um período de 48 horas. oxalato ou fluoreto. pelo menos. Amostras: Soro. cefalosporinas e ácido ascórbico CREATININA URINÁRIA É filtrada livremente pelos glomérulos somente sendo reabsorvida em certas condições clínicas. Armazenamento e estabilidade das amostras: A creatinina em soro ou plasma é estável 24 horas a 2-8ºC.Bioquímica CREATININA Método Cinético Colorimétrico 1. 08 horas. O decréscimo da massa muscular no idoso deve ser considerado na interpretação dos resultados. se quantidades excessivas de carnes forem consumidas. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. uma relação direta com a massa muscular. trimetoprim. não interferem. choque. plasma ou urina. porém. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Diminuição do fluxo sanguíneo renal: Baixa estatura insuficiência cardíaca congestiva. como: diabetes melittus. 4. A determinação da creatinina urinária em mg/kg de peso é um parâmetro indicativo do volume correto da urina colhida no período de 24 horas. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Adenoma hipofisário Distrofia muscular Diabetes mellitos Doença muscular inflamatória Doenças infecciosas Doenças com diminuição da massa muscular Encefalite Doença renal avançada Hipotireoidismo Hipertireoidismo Anemia Leucemia Paralisia 3. tendo. A concentração de creatinina somente torna-se anormal quando aproximadamente metade ou mais de néfrons tenham sido comprometidos. PRINCÍPIO DO MÉTODO A creatinina presente na amostra reage com o picrato em meio alcalino originando um complexo de cor vermelhoamarelada. portanto. 45 . trimetoprim e probenecide. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação da função renal.Homens e atletas produzem maiores quantidades de creatinina que crianças. A secreção tubular da creatinina pode ser inibida por drogas como: cimetidina. Com a redução do fluxo sanguineo renal.

Padrão – 2. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. . Padrão – 2. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Conservar entre 15-30oC 6. Estável 4 dias a 2-8oC. COMPONENTES DO KIT CREATININA Códigos: Registro M.biotecnicaltda.3214.Varginha . Vila Verônica . Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. 7. Pipetas automáticas e ponteiras. 250mL RA + 1 fr. Multiplicar o resultado obtido por 100. 8. Manter ao abrigo da luz. Procedimento automatizado Indicar nome. 50mL RB + 1 fr.Bioquímica Urina: amostra de urina de 24 horas deve ser conservada em geladeira durante o período de coleta e até o momento da dosagem. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .Procedimento Operacional Padrão .8 mmol/L.G.M. Tetraborato sódico 20 mmol/L. 250mL RB + 1 fr. Cronômetro Tubos de ensaio.0 mL BT 10. separação e distribuição do material 5. 46 .S. código). Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 50mL RA + 1 fr.007 – 1 fr. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.Brasil. Padrão: Solução de Creatinina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.com.com. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. O reativo é estável até a data de validade do Kit. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Reagente B: Hidróxido sódico 1.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente.br Reagente A: Ácido pícrico 18 mmol/L.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.007 – 1 fr. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou intensa turvação. Diluir a urina fresca 1/100 com água destilada.: 80027310025 BT 10. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura a 500 nm (490-510).4646 Site: www. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. com cubeta termostatizável. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.

Multiplicar o resultado obtido por 50. O reagente. 5. 5. Isso evitará contaminação cruzada. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. Fazer referência ao Manual ou POP de Segurança. 2. com água destilada ou deionizada. aplicar as normas de segurança estabelecidas. sendo o último. Proceder a dosagem conforme o procedimento descrito acima. contém soro. 100 µL 1. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. eventualmente infectado. uma vez usado. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). nestes casos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes: Reagente de Trabalho: Misturar volumes iguais de Reativo A e Reativo B. para a obtenção de resultados exatos. Ajustar o espectrofotômetro em zero frente a água destilada. não é possível dosar a creatinina com exatidão. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. lavar abundantemente com água corrente. O enxágüe deve ser exaustivo. Medir o volume urinário de 24 horas. Procedimento manual 1. Inserir em porta-cubetas termostatizado a 37ºC. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. As amostras muito leitosas. Em caso de contato com os olhos ou pele. Evitar contato com a pele. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho e a amostra ou padrão a 37ºC durante alguns minutos. Estável por 10 dias a temperatura ambiente. 4.Procedimento Operacional Padrão . por 10 minutos a 3000 rpm.Bioquímica 9. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 3. Pipetar em uma cubeta pré-aquecida a 37ºC: Reagente de Trabalho 4. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Ler a absorbância à 500 nm aos 30 segundos (A1) e aos 90 segundos (A2). O Reativo B é caustico. Quando a temperatura no interior da cubeta alcançar 37ºC pipetar : Padrão ou Amostra 6. 7. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. plasma ou urina. 47 . lavar o local com água corrente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. 3. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Seguir com rigor a metodologia proposta. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Fazer uma diluição do sobrenadante na proporção de 1:50 com água destilada ou deionizada. Em caso de vazamento acidental. o que poderia causar resultados errôneos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Dosagem em urina: 1. para o soro. controle (se utilizado) e reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. 10. o procedimento corretivo com desproteinização não é eficiente e. Centrifugar uma alíquota de 10 mL. Homogeneizar.0 mL Misturar e acionar imediatamente o cronômetro. 2.

Bioquímica 11.83 x 1.91 Volume de 24 horas = 1800 mL Volume/minuto = 1800/1440 = 1.91 Depuração (mL/min/1.25 Peso = 70 kg Altura = 170 cm Superfície corporal = 1.A1) padrão COM FATOR: Fc = Valor do padrão (A2 .A = 0.222 A2 .137 A2 _ A = 0.83 mL/min.7 Creatinina (mg/dl)=(0. em mL.425 x A0.73 = 157.A1) padrão Creatinina (mg/dl) = (A2 .A1) amostra x valor padrão = mg/dL creatinina (A2 .81 12. Urinário de 24 h.409-0.A1) amostra x Fc Exemplo: A1 – p = 0. Cálculo da Superfície Corporal sem utilização do Nomograma: SC = P0.p = 0.81 m2 Depuração (mL/min) = 120 x 1.007184 Onde: 2 SC = superfície corporal em m P = peso em Kg A = altura em cm Determinação do Clearence: 2 Clearence (mL/min/1.222 – 0.409 A1 . (A2 – A1) Padrão Creatinina em mg/dl = (A2 – A1) amostra x Fc Creatinina Urina (mg/24 horas) = Creatinina mg/dL x Volume urinário 24hs (mL) 100 Creatinina em mg/kg peso/24 horas: Urina mg/kg peso /24 horas = Creatinina urina mg/ 24 horas Peso (kg) Depuração Da Creatinina Endógena (Clearence): Depuração (mL/minuto) = U x VM S Onde: U = creatinina na urina (mg/dL) S = creatinina no soro (mg/dL) VM = volume minuto (Vol.25 = 164. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL Fc = = 2 0.73 m ) = Depuração(mL/min) x 1. dividido por 1440 minutos) Atenção: A depuração deverá ser corrigida para a superfície corporal do paciente.187 = 10.222 2 0.725 x 0.137) x 10. 0.73 m2) = 164.222 Valor do Padrão: 2 mg/dl Cálculo na Urina Fc = Valor Padrão .7= 0.73 Superfície corporal Exemplo: Creatinina na urina (mg/dl) = 120 Creatinina no soro (mg/dl) = 0.5 mL/min 1.91 mg/dl 48 . CÁLCULOS (A2 .Procedimento Operacional Padrão .

Pardini – 2002 – 70-71 49 . 32: 81.1. Falsos Valores baixos: Urinas muito acidificadas podem apresentar forte interferência negativa.1. 1997. • Crianças maiores de 3 anos: 12 a 30 mg/Kg peso/24 horas.5 . CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 12 mg/dL = 1768 μmol/L. 17: 696 Creatinina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Fabiny DL.Procedimento Operacional Padrão .73 m Adultos: Homem: 98 a 160 mL/minuto/1. Ltda – Revisão Maio/2005. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. A determinação pode ser afetada por concentrações elevadas de substâncias redutoras.73 m2 2 Mulher: 95 a 150 mL/minuto/1.73 m Obs: mg/Kg = mg/24 horas dividido pelo peso corporal do paciente.4 = μmol/L creatinina Valores de referência Soro ou Plasma • Homens: 0. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.6 . REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • Bartels H.2 mg/dL = 53 . • Adultos: Mulheres: 16 a 22 mg/Kg peso/24 horas Homens: 21 a 26 mg/Kg peso/24 horas Clearence 2 • Criança: 70 a 140 mL/minuto/1. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Clin Chem 1971. Manual de exames – Laboratório H. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 13.97 μmol/L • Mulheres: 0. Falsos Valores elevados: A creatinina urinária aumenta com dietas hiperprotéicas. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Esses valores são unicamente orientativos.3 anos: 6 a 22 mg/Kg/24 horas. a proteína e compostos cetônicos não interferem. Rio de Janeiro.Bioquímica UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL creatinina x 88. Interferências A hemoglobina (0.. Clin Chem Acta 1971.1 g/L). 14. Bohmer M. cefalosporinas. ácido ascórbico e levodopa. a bilirrubina (10 mg/dL). Creatinina na Urina (mg/kg/24 horas) • Crianças 2 .0 mg/dL = 44-80 μmol/L Urina (mg/24 horas) • Adultos: Homem: 1000 a 2000 mg/24 horas Mulher: 800 a 1800 mg/24 horas. Ertinghausen G. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 143. Qualitymark ed.

A CK-MB está presente no miocárdio. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Evitar exercícios físicos antes da colheita do material.Bioquímica CREATINO QUINASE (CK-NAC) Método Cinético . obtendo-se creatino e ATP. PRINCÍPIO DO MÉTODO A creatino quinase (CK) catalisa a fosforização do ADP pelo fosfato de creatino. isto é. formando as chamadas isoenzimas da CK: CK-MM. A atividade enzimática é estável por 24 horas entre 15 – 25 ºC e 7 dias entre 2 – 8 ºC. 2. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada nos casos de infarto do miocárdio e miopatias (distrofia muscular progressiva. chamadas M (muscle) e B (brain). A CK-MM é encontrada em grande quantidade principalmente na musculatura estriada.UV 1. Fosfato de creatino + ADP ------------> Creatino + ATP ATP + Glicose ------------> ADP + Glicose-6-fosfato Glicose-6-fosfato + NADP+------------->Gluconato-6-fosfato + NADPH + H+ 4. A CK-BB é a isoenzima encontrada no cérebro. Várias condições não relacionadas ao miocárdio provocam elevação da CK total. G6P-DH HK CK Níveis Diminuídos Diminuição da massa muscular Doenças do tecido conjuntivo Doença alcoólica do fígado Terapia com esteróides 50 . Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. A CK-MB é encontrada também no músculo estriado esquelético em pequena proporção (entre 1% e 4%. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. A CK total possui alta sensibilidade clínica para o diagnóstico do IAM (>90%).Procedimento Operacional Padrão . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Creatino Quinase (CK) também denominada ATP-Creatino-N-fosfotransferase. existe sob a forma de um dímero. A CK não é encontrada no fígado. A concentração catalítica é determinada. estando presente também no intestino e nos pulmões. A CK total é encontrada em concentrações muito altas na musculatura esquelética e cardíaca. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro. sendo o restante CK-MM). estômago e bexiga. e CK-BB. porém os resultados não são específicos para lesão miocárdica. onde representa cerca de 20% da CK contra 80% de CK-MM. íleo. Quantidades apreciáveis são encontradas no cérebro. A CK é um dímero. sendo predominante também no cólon. Amostras Usar soro ou plasma colhido em EDTA. dermatomiosites. CK-MB. Níveis Aumentados Infarto do miocárdio Lesões da musculatura cardíaca ou esquelética Miopatias congênitas e adquiridas Acidente vascular cerebral Fisioterapia Injeções intramusculares Hipotireoidismo Doenças infecciosas Embolia pulmonar Hipertermia maligna Convulsões generalizadas Neoplasias de próstata. Estas duas cadeias podem combinar-se de três formas. vesícula e trato gastrintestinal 3. e é uma importante enzima reguladora da produção e utilização de fosfatos de alta energia nos tecidos contráteis. trauma muscular etc). Não utilizar amostras hemolizadas. a partir da velocidade de formação do NADPH. empregando-se as reações acopladas da hexoquinase e glicose-6-fosfato desidrogenase. compõe-se de duas cadeias diferentes. medido à 340 nm.

9.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.3214. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .Procedimento Operacional Padrão .S. D-glicose 20 mmol/L. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. pH 6. Vila Verônica . acetato de magnésio 10 mmol/L. EDTA 2 mmol/L. 6. di (adenosina-5) pentafosfato 10 μmol/L. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. separação e distribuição do material 5. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. . instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. com 20 mL + 1 fr. 51 . código).com. 8. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.br Reagente A: Imidazol 100 mmol/L. com 5 mL Registro M. Seguir com rigor a metodologia proposta. EDTA 2 mmol/L. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 7. COMPONENTES DO KIT CREATINO QUINASE (CK-NAC) Códigos: BT 11002 . o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.fosfato desidrogenase > 2500 U/L. para a obtenção de resultados exatos. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro com cubeta termostatizada para leituras a 340 nm. sempre que conservados bem fechados e se evitada a contaminação durante o uso. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro. AMP 5 mmol. Reagente B: Fosfato de creatina 30 mmol/L. ADP 2 mmol.Bioquímica Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO o Conservar o KIT a 2-8 C.Varginha . CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.M.G. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.1 fr. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.com. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. NADP 2 mmol/L. hexoquinase > 3000 U/L. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Evitar exposição à luz intensa.Brasil.4646 Site: www. Reagente pronto para uso. Conservar entre 2-8oC. N-acetil-cisteína 20 mmol. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.biotecnicaltda.: 80027310034 BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Os reativos são estáveis até a data de validade indicada no rótulo.7. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. glicose – 6 .

minutos (A1. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 4.0 mL Misturar e transferir de imediato a uma cubeta. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. 10.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. controle (se utilizado) e reagente. 2 e 3. calcular a média da variação de absorbância por minuto (ΔA/min). Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. 20 μL 1. 11. o Estável 20 dias a 2-8 C. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. respectivamente) Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias encontradas. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. O enxágüe deve ser exaustivo. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. lavar o local com água corrente. Acionar o cronômetro. Em caso de vazamento acidental. Pré-aquecer o Reativo de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. com água destilada ou deionizada. Pipetar: Amostra Reativo de trabalho 3. A2 e A3. contém soro. anotar a absorbância inicial (A0) e efetuar novas leituras após 1. uma vez usado. Aos 3 minutos. sendo o último. lavar abundantemente com água corrente. o que poderia causar resultados errôneos. Inserir nas porta-cubetas termostatizado. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.Bioquímica O reagente. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Não misturar diferentes lotes de reagentes.8095 `a 37°C 52 . devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. 2. 5. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. aplicar as normas estabelecidas de segurança.Procedimento Operacional Padrão . Após a preparação do Reativo de Trabalho. eventualmente infectado. Evitar contaminações com íons metálicos. Procedimento manual 1. plasma ou urina. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Não soprar a pipeta utilizada. mantê-lo protegido da luz. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. Calcular a média das absorbâncias por minuto: ΔA/min = (A1 – A0) + (A2 – A1) + (A 3– A2) 3 Multiplicar o valor abaixo pelo valor do ΔA/min: 340 nm . e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Isso evitará contaminação cruzada. Em caso de contato com os olhos ou pele. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.

14. clofibrato. 105:147F (1980) Deutschen gesellschaft fur Klinische Chemie Z. Interferências: Concentrações de hemoglobina acima de 200 mg/dL interferem no teste. Ltda – Revisão Maio/2005. Cin. Para valores superiores repetir a reação com amostra diluída em solução fisiológica. multiplicando o resultado final pelo fator de diluição. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. anfotericína B. cirurgias. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): μkat/L = U/L x 0. ampicilina. Scandinavian Society for Clinical Chemistry: Scand. 53 .250 à 340nm (2023 U/L). traumas. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até ΔA/min = 0. Pardini – 2002 – 71. Klin. clorpromazine. 1997. CK-NAC – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. é recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.Bioquímica 12. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 142. Rio de Janeiro. 33:291 (1974). Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Manual de exames – Laboratório H. Chem.Procedimento Operacional Padrão . 10:281 (1972). Lab Invest. Qualitymark ed.0167 Valores de referência 37ºC Mulheres < 170 U/L Homens < 195 U/L Estes valores são unicamente orientativos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS International federation of Clinical Chemistry Clinica Chimica Acta. J. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 13.. Temperatura de incubação: A determinação também pode efetuar-se a 30º C (método IFCC). Falsos Valores elevados: Injeções intramusculares. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. A hemólise interfere. carbenicilina. intoxicação por barbitúricos.

separação e distribuição do material 5. CK-MB e CK-MM.UV 1. não havendo quantidade de CK-MB absoluta.Procedimento Operacional Padrão . Creatina Fosfato + ADP ------------> Creatino + ATP ATP + Glicose ------------> ADP + Glicose-6-fosfato + + Glicose-6-fosfato + NADP ------------->Gluconato-6-fosfato + NADPH + H G6P-DH HK CK-B 4. A elevação e a queda características da CK-MB. em termos de diagnóstico. Como normalmente a isoenzima CK-BB não encontra-se no sangue. Este anticorpo inibe totalmente a isoenzima CK-MM e a metade da atividade da forma CK-MB.S. 3. o que se utiliza quase que unicamente para diagnóstico do infarto do miocárdio. a determinação da quantidade do monômero B é praticamente específica para a forma CK-MB. A isoenzima CK-MB têm sido considerada o marcador bioquímico de referência para o diagnóstico de lesão miocárdica e. e pode ter até 4% de CK-MB. Para um diagnóstico com alta sensibilidade e especificidade. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação da extensão da lesão causada nos casos de infarto do miocárdio e em paciente com doenças ou traumas na musculatura esquelética. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. medido à 340 nm. Multiplicar o resultado pelo fator de diluição. por isso. específica para lesão do miocárdio. têm sido a base para comparação com outros marcadores. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Evitar exercícios físicos antes da coleta do material. recomenda-se a dosagem seriada ao longo de um período de 8 a 12 horas. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A CK é um dímero composto por duas subunidades: B (cérebro) e M (músculo) no qual encontra-se 3 isoenzimas distintas: CK-BB. Evitar exposição à luz solar intensa. em uma dosagem seriada são quase patognomônicas para o diagnóstico de infarto do miocárdio. com 20 mL + 1 fr. a partir da velocidade de formação do NADPH. A CK-MB encontra-se basicamente no músculo estriado e miocárdio. correspondente à metade da atividade CK-MB é determinada. A CK-MB em soro é estável pelo menos por 7 dias a 2-8º C. relação ao CK total. Assim qualquer dano ou lesão nestes tecidos provoca uma elevação dos níveis de CK-MB em soro. No infarto agudo do miocárdio é importante a proporção do CK-MB em. Amostras: Usar soro ou plasma colhido em EDTA ou heparina. Isto pode diminuir a especificidade especialmente em paciente com lesões concomitantes na musculatura esquelética e cardíaca. A atividade enzimática é estável por 8 horas entre 15 – 25°C. A concentração catalítica de CK-B.: 80027310036 54 . o músculo esquelético possui maior atividade de CK total por grama de tecido. com 5 mL Registro M. COMPONENTES DO KIT CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) Códigos: BT 11003 – 1 fr. empregando-se as reações acopladas da hexoquinase (HK) e Glicose-6-fosfato desidrogenase (G6P-DH).9%).Bioquímica CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) Método Cinético . sem afetar o monômero B das isoenzimas CK-MB e CK-BB. Apesar da CK-MB ser. 2. Não utilizar amostras hemolizadas Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro ou plasma Diluir as amostras que possuam uma atividade de CK total superior ou igual a 1000 U/L com solução salina (NaCl 0. A elevação inicial dos níveis de CK-MB ocorre entre 4 e 6 horas após o início dos sintomas atingindo o seu pico após 24 horas e retornando ao normal entre 48 e 72 horas. PRINCÍPIO DO MÉTODO O método baseia-se na determinação da atividade da CK na presença de um anticorpo contra o monômero M.

plasma ou urina. Reagente B: Creatino-fosfato 30 mmol/L. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Anticorpo anti-CK-MM policlonal >2000U/L. Os reativos são estáveis até a data de validade indicada no rótulo.4646 Site: www. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro com cubeta termostatizada para leituras a 340 nm. lavar abundantemente com água corrente. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. di (adenosina-5) pentafosfato 10 μmol/L. 8. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Em caso de contato com os olhos ou pele. Vila Verônica . fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.Brasil. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. hexoquinase 2500 U/L. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Controle: Soro controle de CK-MB.com. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias..Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. lavar o local com água corrente. código). Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Seguir com rigor a metodologia proposta. 7.biotecnicaltda. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.fosfato desidrogenase 2000 U/L.Procedimento Operacional Padrão . Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. D-glicose 20 mmol/L. Em caso de vazamento acidental.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. AMP 5 mmol. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. para a obtenção de resultados exatos. sempre que conservados bem fechados e se evitada a contaminação durante o uso.M. ADP 2 mmol. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro.G. uma vez usado. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Conservar o KIT a 2-8oC. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Acetato de Magnésio 10 mmol/L. eventualmente infectado. Reagente pronto para uso.3214. . 9.com.7. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Verifique valores na etiqueta do frasco.8ºC 6. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O reagente. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.br Reagente A: Tampão Imidazol 100 mmol/L. Evitar exposição à luz intensa. contém soro.Varginha . NADP 2 mmol/L. Conservar entre 2 . 55 . NÃO UTILIZAR COMO CALIBRADOR. pH 6. glicose – 6 . o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.

anotar a absorbância inicial (A10) e aos 10 minutos anotar novamente(A15). CÁLCULOS Determine a diferença de absorbância: A10– A5= ΔAbs. Aos 5 minutos. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 U/L. 10. mantê-lo protegido da luz. Não soprar a pipeta utilizada. o que poderia causar resultados errôneos. x 1350 12. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Após a preparação do Reativo de Trabalho. Procedimento manual 6. O enxágüe deve ser exaustivo. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase.67 = nkat/L Valores de referência: Temperatura 37ºC U/L <25 A atividade de CK-MB representa de 6 a 20% da atividade de CK total. controle (se utilizado) e reagente. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. 7. Evitar contaminações com íons metálicos.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. o Estável por 10 dias a 2-8 C. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Diluir as amostras que possuam uma atividade de CK Total superior a 1000 U/L. Misturar e transferir de imediato a uma cubeta.0 mL 8. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. em quantidade suficiente para inibir até 1500 U/L de CK-MM. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. É recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência 13. Calcular a diferença das absorbâncias A10 . 11. Pipetar: Amostra Reativo de trabalho 20 μL 1. Isso evitará contaminação cruzada. Não misturar diferentes lotes de reagentes. 9. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. O reativo. uma vez preparado. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.Procedimento Operacional Padrão . Inserir nas porta-cubetas termostatizadas. Acionar o cronômetro. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 10. sendo o último. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Estes valores são unicamente orientativos.A5 (ΔA). com uma solução de cloreto de sódio 9 g/L 1:1. Neste caso multiplicar o resultado obtido por 2. Pré-aquecer o Reativo de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. CK-MB (U/L) = ΔAbs. com água destilada ou deionizada. 56 . possui um anticorpo anti CK-M humano. A diluição é realizada para que a atividade de CK total fique menor que 1000 U/L.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.

Fundamentais of Clinical Chemis”.2 Ed.: Med. STEIN.N. 28.B. Falsos Valores baixos: Podem ser obtidos se o exame for realizado muito precocemente. A. Manual de exames – Laboratório H. A hemólise interfere. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Falsos Valores positivos: Pode ocorrer em algumas doenças neurológicas. PA (1976). Wu. N. W. Saunders. Weit 36: 572(1985). Bowers.Bioquímica Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 57 . antes de 2 horas ou após 48 horas do IM..Stein Med.H. International Federation of Clinical Chemistry Clinica Chimica Acta.: Clin. 14. Interferências: Hemoglobina acima de 200 mg/dL interfere nos resultados. Qualitymark ed. CK-MB – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. C. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.B. Rio de Janeiro.. Concentrações de CK-MM superiores a 1500 U/L não são inibidas pelo anticorpo e interferirá na determinação. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS S.W. Ltda – revisão Maio/2005. Philadelphia. 105:147F (1980) nd Tietz.572 (1985). Pardini – 2002 – 72. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 116. 1997. Weit 36.2017 (1982) S.Procedimento Operacional Padrão . Chem. W..

A diminuição sérica ocorrerá na gravidez. Esse aumento ocorre pelo fato da liberação do ferro da sua forma de armazenamento no fígado (nas lesões hepatocelulares). dos quais cerca de 65% estão presentes na forma de hemoglobina. 0. separação e distribuição do material 5. Cerca de 4% estão presentes sob forma de mioglobina.G. Haverá um aumento de ferro sérico no tratamento de anemias com ferro.25 mL + 1 fr de padrão com 2 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Para controle terapêutico. Padrão de Ferro: Solução de Ferro (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES.1 mmol/L. anemias hemolíticas.M.5 mmol/L. nos casos de grandes hemorragias e menstruação abundante. neoplasias da medula óssea e hepatopatias.com. 2. drogas mielossupressoras. principalmente no fígado sob forma de ferritina.1% sob forma dos diversos compostos hêmicos que promovem a oxidação celular. é essencial se conhecer os meios pelos quais o ferro é utilizado no corpo. é aconselhável colher a amostra sempre no mesmo horário. diminuição da sua utilização na formação da hemoglobina principalmente nas neoplasias da medula óssea e na hemólise aumentada nas doenças hemolíticas. O íon ferroso forma um complexo colorido com a ferrozina que se pode quantificar através de leitura espectrofotométrica. crianças alimentadas unicamente com leite.S. 4. Reagente pronto para uso.br Reativo A: Tampão acetato 100 mmol – pH 4. 58 .Brasil. mioglobina e outras substâncias como os citocromos. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. hepatopatias virais e crônicas. Armazenamento e estabilidade da amostra O analito é estável 4 dias entre 2 – 8º C. com 50 mL + 1 fr com 1. cloridrato de guanidina 4. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de anemias. Portanto.4646 Site: www.com. PRINCÍPIO DO MÉTODO O íon férrico presente na amostra e unido a transferrina é liberado por ação do guanidinio e reduzido a ferroso pela hidroxilamina. A quantidade total de ferro no corpo é em média de cerca de 4 g. Amostras: Usar soro. Conservar entre 2-8 ºC. devido a variações diurnas do ferro sérico. a citocromo oxidase. a peroxidase e a catalase. hidroxilamina 0. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. 3.: 80027310026 BT 12005 – 1 fr. anemia hemolítica e perniciosa.Procedimento Operacional Padrão .1% combinado à proteína transferrina no plasma sangüíneo e 15 a 30% armazenados.9. Reativo B: Ferrozine 40 mmol/L.3214. COMPONENTES DO KIT FERRO (Ferrozine) Códigos: Registro M. . NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. neoplasia da medula óssea. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. 0. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .br / e-mail: sac@biotecnicaltda.Varginha .Bioquímica FERRO Ferrozine Método Colorimétrico 1. Vila Verônica . Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise e lipemia excessiva. onde teremos uma elevação na destruição da hemoglobina liberada e conseqüentemente liberação de ferro.biotecnicaltda. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O ferro é um íon importante para a formação da hemoglobina.

Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. para a obtenção de resultados exatos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. O reagente. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. o que poderia causar resultados errôneos. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. sendo o último. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio de acrílico ou plástico. 59 . Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. contém soro. O reativo é estável até a data de validade do Kit. eventualmente infectado. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Isso evitará contaminação cruzada. evitando assim a deterioração das enzimas. código). Em caso de vazamento acidental. O enxágüe deve ser exaustivo. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.Procedimento Operacional Padrão . Seguir com rigor a metodologia proposta. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 7. lavar abundantemente com água corrente. lavar o local com água corrente. uma vez usado. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. 8. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. plasma ou urina. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. NÃO CONGELAR. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 560 nm (546-570). descartáveis. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Em caso de contato com os olhos ou pele. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Procedimento automatizado Indicar nome. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. com cubetas Banho de água a 37 °C. com água destilada ou deionizada. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.Bioquímica 6. controle (se utilizado) e reagente. 9.

Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).8 mg/dl 12. eliminar a acidez com numerosas lavagens com água deionizada (livre de ferro). P2 do padrão. após.Procedimento Operacional Padrão . Secar o material a no máximo 80ºC em estantes de aço inox ou revestidos de plástico.102 x 100 Exemplo: A2 = 0.108P1 = 0. ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES.0 mL 25μL Branco Amostra ---250μL ---1.0 mL ---Branco Padrão 250μL ------1.114 0.108-0.006 [P] = 100 mg/dL Ferro (μg/dL) = 111.042 P2 = 0. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.27.006 Ferro (μg/dL) = 0. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. zerando o parelho com o branco do reativo. 3.Bioquímica 10. Deve-se deixar o mesmo submerso em uma solução de Ácido Nítrico ou Clorídrico 10-15%. A2 = Absorbância da amostra A1 = absorbância do Branco da amostra P2 = absorbância do padrão P1 = absorbância do Branco do Padrão [P] = valor do padrão Com Fator : Fator Calibração = [P] . (P2 – P1) Ferro(μg/dL)= 0.Tampão Reativo B .0 mL 25μL Água destilada Amostra Padrão de Ferro Reativo A . Ler as absorbâncias a 560 nm. Todo material utilizado nos procedimentos deve ser de plástico ou acrílico.P1 x [P] onde.156 A1 = 0. 11. Cuidados especiais Limpeza do material: todo material a ser utilizado na técnica deve estar livre de íons ferro. condutividade menor que 0. Incubar 10 minutos à Temperatura ambiente. A2 da amostra.156-0. A1 do branco da amostra.0 mL ---Amostra ---250μL ---1.Ferrozine 2. Ler as absorbâncias:P1 do branco do padrão. Pipetar: Branco Reativo ---------1. Homogeneizar suavemente.01 μSiemens. CÁLCULOS Ferro(μg/dL)= A2 – A1 P2 . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : µg/dL UNIDADES Sistema Internacional (SI) : µg/dL ferro x 0.179 = µmol/L ferro Valores de Referência: Para amostras de Soro e Plasma: Homens: 70-155 µg/dL = 12. por 6 horas e.042 x 100 0.5 . PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativos prontos pra uso Procedimento manual Dois tubo/amostra 1.0 mL ---Padrão ------250μL 1.7 µmol/L 60 .

Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.Bioquímica Mulheres: 55-140 µg/dL = 9. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO 61 . 2. 13. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 500 µg/dL = 89. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de anemias. Manual de exames – Laboratório H. ictéricos ou hemolisados. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Itano M.. Qualitymark ed. Am J Clin Pathol 1978. 42:779-81. 1997. Artiss JD. Interferências Não devem ser usados soros lipêmicos. Zak B.5 µmol/L Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Anal Chem 1970. Clin Biochem 1981. Ltda – Revisão Maio/2005. neoplasias da medula óssea e hepatopatias. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. anemias hemolíticas. Vinogradov S.Procedimento Operacional Padrão . Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 200.25. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 14:311-15 Ferro Ferrozine – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.84 .1 µmol/L Esses valores são unicamente orientativos. 70:516-22. Falsos Valores elevados: Falsos Valores baixos: 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Stookey LL. Pardini – 2002 – 74 FERRO CRX Método Cromazurol B 1. Rio de Janeiro.

separação e distribuição do material 5. nos casos de grandes hemorragias e menstruação abundante. principalmente no fígado sob forma de ferritina. devido a variações diurnas do ferro sérico. Haverá um aumento de ferro sérico no tratamento de anemias com ferro. COMPONENTES DO KIT FERRO CRX Códigos: Registro M.M. 62 . 7.4646 Site: www. por isso é essencial conhecer os meios pelos quais o ferro é utilizado no corpo. 4. A quantidade total de ferro no corpo é em média de cerca de 4g. 0.br Reagente: Cromazurol B 0. neoplasia da medula óssea. 1% sob forma dos diversos compostos hêmicos que promovem a oxidação celular.75. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes em temperatura ambiente. Padrão de Ferro: Solução de Ferro (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. PRINCÍPIO DO MÉTODO O ferro sérico reage com o cromazurol B do CTMA-Br para formar um complexo colorido azul. Amostras: Usar soro. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Vila Verônica . hepatopatias virais e crônicas.biotecnicaltda. é aconselhável colher a amostra sempre no mesmo horário. anemia hemolítica e perniciosa.com. brometo de CTMA 0. a citocromo oxidase.Procedimento Operacional Padrão . BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.13 mM.com. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. Armazenamento e estabilidade da amostra O analito é estável 4 dias entre 2 – 8º C.3214. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise e lipemia excessiva. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.: 80027310053 BT 12004 – 2 fr. Cerca de 4% estão presentes sob forma de mioglobina.S. A diminuição sérica ocorrerá na gravidez. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. onde teremos uma elevação na destruição da hemoglobina liberada e conseqüentemente liberação de ferro.1% combinado à proteína transferrina no plasma sangüíneo e 15 à 30% armazenados. 3. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. com cubetas. de padrão 2 mL.Brasil. Esse aumento ocorre pelo fato da liberação do ferro da sua forma de armazenamento no fígado (nas lesões hepatocelulares).Varginha .Bioquímica O ferro é um íon importante para a formação da hemoglobina. com 50 mL + 01 fr. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. diminuição da sua utilização na formação da hemoglobina principalmente nas neoplasias da medula óssea e na hemólise aumentada nas doenças hemolíticas. dos quais cerca de 65% estão presentes na forma de hemoglobina. . A intensidade de cor do complexo é proporcional a concentração de ferro presente na amostra. a peroxidase e a catalase. Conservar em temperatura ambiente.82 mM. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . 6.G. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 630 nm (620-640). Não utilizar amostra hemolisada. tampão acetato pH 4. drogas mielossupressoras. Reagente pronto para uso. crianças alimentadas unicamente com leite. Para controle terapêutico.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. O reativo é estável até a data de validade do Kit. mioglobina e outras substâncias como os citocromos.

Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. código). O reagente. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. plasma ou urina. descartáveis.Procedimento Operacional Padrão . Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 8. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. controle (se utilizado) e reagente. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. lavar o local com água corrente. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. com água destilada ou deionizada. Pipetar em tubos de ensaio: Branco Reativo ---Padrão ---Amostra 40μL Amostra 63 . Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. O enxágüe deve ser exaustivo. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.Bioquímica Pipetas automáticas e ponteiras. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. 10. Em caso de vazamento acidental. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Em caso de contato com os olhos ou pele. eventualmente infectado. sendo o último. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Seguir com rigor a metodologia proposta. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Cronômetro Tubos de ensaio de acrílico ou plástico. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. lavar abundantemente com água corrente. para a obtenção de resultados exatos. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Procedimento automatizado Indicar nome. 9. contém soro. Isso evitará contaminação cruzada. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. uma vez usado. o que poderia causar resultados errôneos.

0 mL Agitar bem e deixar reagir durante 5 minutos a temperatura ambiente.117 Ferro (μg/dL) = 0. CÁLCULOS Aa Ap [P] Absorbância da Amostra Absorbância do Padrão Concentração do Padrão Ferro (μg/dL) = Aa X [P] Ap COM FATOR: Fator = [P] Ap Ferro (μg/dL) = Aa x fator Exemplo: Aa=0. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE.3 μmol/L Mulheres: 37 . 3. 5 ª edição.7 F= 100 0.6 μg/dL 12. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993.Ann Biol Clin 1986.28. A cor é estável por 2 horas ao abrigo da luz. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Secar o material a no máximo 80ºC em estantes de aço inox ou revestidos de plástico. Cuidados especiais Limpeza do material: todo material a ser utilizado na técnica deve estar livre de íons ferro. 14. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : μg/dL UNIDADES Sistema Internacional : μg/dL ferro x 0.62 – 25. Deve-se deixar o mesmo submerso em uma solução de Ácido Nítrico ou Clorídrico 10-15%. Ler a absorbância (Ap) do Padrão e (Aa) da amostra contra o Branco de Reagente a 630 nm (620-640).120 Ap=0. 44 : 511-516.6 .12 X 854. eliminar a acidez com numerosas lavagens com água deionizada (livre de ferro).145 µg/dL = 6. 64 .0 mL 40μL 1. após. Interferências Não devem ser utilizados soros hemolisados.9 μmol/L Esses valores são unicamente orientativos. 11. Recomenda-se utilizar um branco da amostra com água destilada se a amostra for fortemente ictérica (Bilirrubina Total > 3 mg/dL). Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.5 μmol/L Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 94 : 115-119. Guyton.7 = 102.01 μSiemens. Soros lipêmicos ou hemolisados não são apropriados para esta Técnica.Procedimento Operacional Padrão . Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Paris M.179 = μmol/L ferro Valores de Referência Homens: 59 .158 µg/dL = 10. Todo material utilizado nos procedimentos deve ser de plástico ou acrílico. por 6 horas e.Bioquímica Padrão de Ferro Reativo 2.117 [P]=100 μg/dL = 854. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 500 μg/dL = 89.0 mL ---1. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Garcic A Clin Chim Acta 1979. condutividade menor que 0. ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. ---1. 13.

Qualitymark ed.. Ltda – Revisão Maio/2005. Pardini – 2002 – 74 FOSFATASE ALCALINA Método Cinético Colorimétrico (DGKC – DEA) 1. Rio de Janeiro. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de afecções ósseas e hepatobiliares. 1997. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 200. Manual de exames – Laboratório H.Bioquímica Ferro CRX – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO 65 .Procedimento Operacional Padrão . Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.

3214. Visto elevar-se em metástases do fígado e ósseas. medida a 405 nm. 66 .Procedimento Operacional Padrão . Em osteomalácia. Sua dosagem é de interesse na investigação de doenças hepatobiliares e ósseas associadas com hiperatividade osteoblástica. o 4-nitrofenilfosfato de sódio é hidrolisado especificamente pela fosfatase alcalina do soro em pH9. que diminuem lentamente em resposta à terapia por vitamina D.M. fígado e placenta. separação e distribuição do material 5. túbulo renal. podem ser encontrados aumentados moderados. Mulheres no terceiro trimestre de gravidez podem apresentar aumentos em torno de duas a três vezes do intervalo normal..Varginha . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. Armazenamento e estabilidade das amostras: A fosfatase alcalina em soro ou plasma é estável até 7 dias a 2-8ºC A heparina não interfere como anticoagulante.S. . Reagente B:: 4-nitrofenilfosfato 10 mmol/L.G.5 mmol/L. Neste método. PRINCÍPIO DO MÉTODO A determinação de fosfatase alcalina é feita através de método cinético com emprego do 4-nitrofenilfosfato de sódio.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. simples ou combinado com androgênio Acromegalia Doença de Paget Hipertireoidismo Raquitismo Mononucleose infecciosa Hiperparatireoidismo Crescimento ósseo fisiológico 3. cloreto de magnésio 0.biotecnicaltda.com. quando expostas a altas temperaturas. pelo menos. com 40 mL + 1 fr.com. esta enzima pode funcionar como marcador tumoral. baseado na DGKC. 4-Nitrofenilfosfato + H2O ---------------> 4-Nitrofenol + fosfato 4. A resposta de suas frações. devido a adicional fração placentária. particularmente no epitélio intestinal. liberando o 4-nitrofenol. Amostras Soro e plasma. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.4646 Site: www.br Reagente A: Dietanolamina pH 9. Os níveis mais altos de fosfatase alcalina são encontrados na doença de Paget.Brasil.: 80027310018 BT 11005 – 1 fr.Bioquímica A fosfatase alcalina é uma enzima com atividade ótima in vitro em pH próximo de 10. 08 horas. Vila Verônica .0 mmol/L. cuja velocidade de formação. Reagente pronto para uso. osteoblastos. A forma presente no soro de adultos normais origina-se principalmente do fígado e esqueleto e são acentuadamente dependentes da idade. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. pode ser mais um auxílio na identificação de suas isoenzimas. é proporcional à atividade da enzima presente. presente em muitos tecidos.8. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Doenças hepáticas e do trato biliar Hipotireoidismo Metástases para fígado e osso Uso de estrogênio. COMPONENTES DO KIT FOSFATASE ALCALINA Códigos: Registro M.08 1. com 10 mL FAL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Sua função precisa no metabolismo ainda não está de todo compreendida e parece estar associada ao transporte lipídico no intestino e processos de calcificação óssea. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise.

Conservar entre 2-8ºC. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. evitando assim a deterioração das enzimas. Em caso de vazamento acidental. O reagente. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. 8. plasma ou urina. código). Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. com cubetas termostatizadas. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. lavar abundantemente com água corrente. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 nm. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. 7. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. lavar o local com água corrente. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. eventualmente infectado. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. uma vez usado. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Centrífuga. Seguir com rigor a metodologia proposta. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Pipetas automáticas e ponteiras. 67 . Não misturar diferentes lotes de reagentes. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente.Procedimento Operacional Padrão . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Cronômetro. Não soprar a pipeta utilizada. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Não conversar nas proximidades do frasco destampado.Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Evitar contaminações com íons metálicos. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. contém soro. O reativo é estável até a data de validade do Kit. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. 6. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. 9. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. NÃO CONGELAR. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. para a obtenção de resultados exatos. Em caso de contato com os olhos ou pele.

Pré-aquecer o Reagente de Trabalho a temperatura desejada durante uns minutos.266) 3 ΔA/min = 0. 2.179) + (1. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 3.312 ΔA/min = (1.Bioquímica A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Estável 30 dias a 2-8°C. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). O enxágüe deve ser exaustivo.266 A3 = 1.312-1. 4.3 U/L 12. Aos 60 segundos. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. o que poderia causar resultados errôneos. (A1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 0.266-1. com água destilada ou deionizada. calcular a média da variação da absorbância por minuto (ΔA/min): ΔA/min = (A1 – A0) + (A2 – A1) + (A3-A2) 3 A atividade da fosfatase alcalina na amostra é calculada pela multiplicação do ΔA/min pelo seguinte fator: ΔA/min x 2757 = U/L Exemplo: A0 = 1.01667 = µkat/L Valores de Referência Adultos Crianças 37ºC 100 .044 Fosfatase alcalina (U/L) = 0. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. 11.179 A1 = 1. sendo o último. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B.290 U/L 180 .225 – 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. controle (se utilizado) e reagente.225 A2 = 1. Isso evitará contaminação cruzada. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 5. 10.044 x 2757 = 121. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. Agitar suavemente.225)+ (1.Procedimento Operacional Padrão . 1. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática.1200 U/L 68 . A2 e A3 respectivamente).0 mL 20μL Misturar e inserir no porta-cubetas termostatizado a 37ºC. Procedimento manual 1. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos.

Rio de Janeiro. Qualitymark ed. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até ΔA/min: 0. Manual de exames – Laboratório H. 1997. Klin.250 = 700U/L. A hemólise interfere devido a fosfatase alcalina eritrocitária. produz um aumento nos resultados.. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 205. Kubler W. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação da insuficiência renal. D.UV Método Molibdato 1. Clin Chem Clin Biochem 1983.Procedimento Operacional Padrão . REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Z. Deutsch Ges fur Lab. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 8 (21973). 10 (1972) 182.Bioquímica Estes valores são unicamente orientativos. citrato e EDTA interferem. Med. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 69 . função da paratireóide. fraturas ósseas e em lesões musculares extensas. A presença de Mg2+ e Zn2+. Symp. • • • • • • Interferências: Ácido ascórbico (vitamina C) maior que 400 mg/L Glicose maior que 500 mg/dL Triglicérides maior que 1200 mg/dL Os anticoagulantes fluoreto. Biochem. 21: 731 – 748 Fosfatase Alcalina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 14. 8 (1970) 658. É recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 13. oxalato. Chem Klin. J. Pardini – 2002 – 76 FÓSFORO . Ltda – Revisão Maio/2005. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.

PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. que quantifica-se por espectrofotometria à 340 nm. 08 horas. O restante é principalmente combinado com lipídios. massa muscular. Níveis Aumentados Insuficiência renal Hipoparatireoidismo Pseudo-hipoparatireoidismo Hipervitaminose D Osteoporose Acromegalia Mieloma múltiplo Leucemia mielóide crônica Metástase óssea Hipocalcemia Diabetes mellitus descompensada Desidratação e hipovolemia Exercícios Níveis diminuídos Defeitos tubulares de reabsorção (síndrome de Fanconi) Hiperparatireoidismo primário Hiperparatireoidismo secundário Hipotireoidismo Esteatorréias Osteomalácia Hipovitaminose D Raquitismo Hemodiálise Doença hepática Alimentação parenteral prolongada Antiácidos Diuréticos Alcolismo Tratamento da cetoacidose diabética Fósforo Urinário Fosfato urinário varia com idade. A diminuição ocorre por desordens tubulares e aumento das perdas. 7H3PO4 + 12(Mo7O24)-6 → 7H3PO4(MoO3)12 + 36 O-2 Níveis Diminuidos Hipoparatireoidismo Pseudo-hipoparatireoidismo Osteomalácia 4. O PTH inibe a sua reabsorção tubular renal. Em torno de 2/3 do fosfato ingerido é absorvido (absorção ativa) principalmente no jejuno e o restante é excretado pelas fezes. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O fósforo é um importante elemento. pelo menos.Bioquímica 2. Em torno de 85% dos 600g deste elemento (medido como fósforo inorgânico) em adultos está presente no esqueleto. O aumento do fósforo sérico ocorre por diminuição da filtração glomerular. A absorção é aumentada no decréscimo da ingestão de cálcio. A absorbância é proporcional a quantidade de fósforo inorgânico presente na amostra. devido a sua variação diária.Procedimento Operacional Padrão . originando o complexo fosfomolibdato. Este parâmetro é mais informativo quando efetuado em urina de 24 horas. A ação do hormônio da paratireóide (PTH) na sua absorção é provavelmente um efeito indireto do metabolismo da vitamina D. PRINCÍPIO DO MÉTODO O fósforo inorgânico presente na amostra reage com o molibdato de amônio. Cerca de 90% do fósforo plasmático é filtrado pelos glomérulos e quase totalmente reabsorvido pelos túbulos. fosfoproteinas e compostos de alta energia envolvidos na integridade celular (estocagem e troca de energia). rins (filtração e reabsorção) e esqueleto (estocagem). aumento da reabsorção tubular renal e aporte exógeno ou endógeno. Os níveis séricos de fósforo são inversamente proporcionais aos do cálcio sérico. É recomendada a coleta pela manhã devido a relatos de variações diurnas. proteínas. Três órgãos são majoritariamente comprometidos com a homeostasia do fósforo: intestino delgado (absorção). ácidos nucléicos. hormônio da paratireóide. na acidez do conteúdo intestinal e também pela ação da vitamina D e hormônio de crescimento (GH). amplamente distribuído pelo organismo na forma de fosfato orgânico ou inorgânico. Níveis Aumentados Hiperpareatireoidismo primário Hipervitaminose D Acidose tubular renal Uso de diurético Doença de Paget Defeitos tubulares de reabsorção (síndrome de Fancini) 3. hora do dia e dieta. função renal. em meio ácido. 70 . carboidratos e incorporados a outras substâncias orgânicas como fosfolipídios.

Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro ou plasma: utilizar soro não hemolisado. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Reagente pronto para uso. pode-se obter valores falsamente baixos.4646 Site: www.Brasil.Bioquímica Amostras Soro. Banho de água a 37 °C. plasma ou urina.br Reagente: Solução de Molibdato de Amônio 0.com. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.5 mmoL. Urina: Coletar a urina de 24 horas e acidificar com 15 mL de HCl 37% (concentrado). A amostra de urina não acidificada e que esteve refrigerada. Multiplicar o resultado obtido por 20. 71 . A data de validade aparece no rótulo da embalagem. NÃO CONGELAR. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Cronômetro Tubos de ensaio. A amostra pode ser conservada por 7 dias à 4oC. Procedimento automatizado Indicar nome. separação e distribuição do material 5. código). Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.Varginha . Padrão – 2. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Vila Verônica . MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 340 nm (335-366).G. 7. Pipetas automáticas e ponteiras. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. O reativo é estável até a data de validade do Kit.M. 6. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.biotecnicaltda. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. com 50 mL + 1 fr. Ácido sulfúrico 220 mmol/L. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.Procedimento Operacional Padrão .com.1%. Importante: a amostra de urina acidificada não deve ser utilizada para dosagem de creatinina. A amostra de urina deve ser diluída 1:20 com água deionizada ou destilada antes da análise. . deve ser acidificada e/ou aquecida até 56 ºC durante 15 minutos até completa redissolução do precipitado. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Triton X 0.3214. 8.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. deve-se lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. Na utilizar fluoreto de sódio como anticoagulante. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. plasma (heparina ou EDTA). evitando assim a deterioração das enzimas.S.: 80027310033 Códigos: BT 12006 – 1 fr. com cubetas. Padrão: Solução de fósforo inorgânico (Vide valor da concentração do padrão na etiqueta do frasco) O reagente de fósforo é cáustico e pode produzir queimaduras.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Deve-se utilizar os equipamentos de proteção adequados para manipular reagentes cáusticos. COMPONENTES DO KIT FÓSFORO – UV Registro M. Conservar entre 2 – 8oC. No caso de contato com os olhos.

Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. zerando o aparelho com o Branco à 340 nm. Procedimento manual 1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 10. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. uma vez usado. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparo do reagente: Reagente pronto para uso. plasma ou urina. para a obtenção de resultados exatos. o que poderia causar resultados errôneos. A cor é estável por 1 hora. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.. Isso evitará contaminação cruzada. 3. Homogeneizar. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. sendo o último. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1000 µL Padrão 10 μL 1000 µL Amostra 10 μL 1000 µL Padrão de fósforo Amostra Reagente o 2. incubar à 37 C por 5 minutos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. CÁLCULOS Abs. Em caso de contato com os olhos ou pele. Seguir com rigor a metodologia proposta. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. contém soro. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL Fósforo Abs. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. controle (se utilizado) e reagente. O reagente. 9. com água destilada ou deionizada. lavar o local com água corrente. Em caso de vazamento acidental. lavar abundantemente com água corrente. O enxágüe deve ser exaustivo. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com íons de fósforo. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 11.Procedimento Operacional Padrão . O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Ler a absorbância do Padrão e da Amostra. eventualmente infectado. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Padrão 72 . Em caso de ingestão procurar atendimento médico.Bioquímica Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.

Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 208-209. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Yee. Fósforo (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. acetazolamida. plasma: Adultos: 3. oxalados. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Qualitymark ed. que pode ser obtida com a metodologia. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. salbutamol. 898 (1968). CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 15 mg/dL = 4. lítio e prometazina podem interferir nos resultados. alendronato. Interferências Valores do branco elevados indicam contaminação.84 mmol/L . INDICAÇÃO MÉDICA 73 . Obtendo-se o valor da absorbância da amostra (Aamostra).0 – 4. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.Procedimento Operacional Padrão . desprezar o reativo.5 mg/dL Crianças: 4. Rio de Janeiro. se os valores forem superiores a 0.1000 mg/24 horas Esses valores são unicamente orientativos. Chem. do Padrão . isoniazida.Bioquímica Onde: Abs. Fósforo UV – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Plasmas citratados. 1997. – Clin. Teste → Absorbância do teste Abs.600 A. 13. H. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido a ótima reprodutibilidade. Anticoncepcionais. fluoretados ou com EDTA produzem resultados falsamente diminuídos.0 – 6. Manual de exames – Laboratório H.. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. 14. Ltda – Revisão Maio/2005.5 mg/dL • Urina : 300 . Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. 14. azatioprina. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.323 = mmol/L fósforo Valores de referência • Soro.Y. Pardini – 2002 – 77-78 FRUTOSAMINA Método Cinético Colorimétrico 1. Para amostra hiperlipêmicas ou com conteúdo elevado de Bilirrubina é preferível fazer um branco da amostra adicionando 100 μL de amostra + 3 mL de água destilada. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL fósforo x 0.

3214. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. com 50 mL + 1 fr. Logo.25 mmol/L.Procedimento Operacional Padrão . separação e distribuição do material 5.com. num segundo momento.br Reagente: Tampão Carbonato 200 mmol/L pH 10. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. . A data de validade aparece no rótulo da embalagem. 3.S. 4. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual 74 . Calibrador: Soro liofilizado contendo albumina glicada (Valor da concentração: vide rótulo do frasco de calibrador).M. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. A intensidade desta coloração é proporcional a concentração de frutosamina presente na amostra e é então determinada em espectrofotômetro a 520 nm.: 80027310069 Códigos: BT 10017 – 1 fr. Amostras Soro.0 mL 2 fr. Desta forma.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.biotecnicaltda. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. A concentração de Frutosamina reflete o índice de variação de glicose durantes as últimas duas a três semanas prévias à coleta da amostra. COMPONENTES DO KIT FRUTOSAMINA Registro M. Conservar entre 2 . PRINCÍPIO DO MÉTODO Em meio alcalino as frutosaminas (proteínas séricas glicadas) presentes na amostra reduzem o reagente azul de nitrotetrazol formando cor roxo-azulada. os níveis de Frutosamina no sangue são um reflexo direto dos níveis de glicose sanguíneo tendo sua determinação grande utilidade no controle glicêmico de pacientes diabéticos ou de pacientes hipoglicêmicos. a determinação de frutosamina trata-se basicamente da medição destas glicoproteínas no soro. Reagente pronto para uso. 08 horas. Não usar amostras hemolisadas e separar o soro o mais rapidamente o possível. pelo menos. Calibrador – 3.Brasil. NÃO CONGELAR.3.Varginha . Esta reação se dá através da ligação covalente da glicose com resíduos de lisina das proteínas sanguíneas dando origem a bases de Schiff. O reativo é estável até a data de validade do Kit.8 oC. Armazenamento e estabilidade da amostra: Estável 7 dias de 2 a 8 ºC. Azul de Nitrotetrazol 0. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. as quais.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.G. 6. 7. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A glicose presente no plasma humano reage com diversas proteínas formando glicoproteínas estáveis sendo a principal delas a albumina. se transformam irreversivelmente em cetoaminas estáveis (frutosaminas).com. Vila Verônica .Bioquímica Esta dosagem é utilizada na avaliação da basicamente das glicoproteínas do soro. 2. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Calibrador – 3. Potencialmente Infectante. com 50 mL + 1 fr.4646 Site: www.

instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. CUIDADOS E PRECAUÇÕES • • • • • • • • • • • O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. As amostras a serem analisadas devem ser tratadas como material potencialmente infectante. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1000 µL Padrão 50 μL 1000 µL Amostra 50 μL 1000 µL Calibrador de Frutosamina Amostra Reagente 4. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Não usar o reagente quando este mostrar-se com sinais de contaminação. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico em local próprio para materiais potencialmente infectantes. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. 9. contato com os olhos. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Procedimento manual 4. 8. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Medir a absorbância a 520 nm (500-550) aos 10 minutos (A1) e aos 15 minutos (A2). Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais devem ser observados. a fim de evitar contaminação cruzada. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Em caso de vazamento acidental. Relógio ou Cronômetro. 5. As informações de Descarte. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparo do reagente: Reagente pronto para uso. 10. Banho de água a 37 ºC. Segurança e Primeiros Socorros estão descritas na Ficha Individual de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) deste produto. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Pipetas de vidro e/ou automáticas. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Homogeneizar e inserir no porta-cubetas termostatizado. Não trocar as tampas dos frascos dos reagentes. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. lavar abundantemente com água corrente. padrão/calibrador e reagente. 75 . Procedimento automatizado Indicar nome. código). pele ou mucosa. controle.Procedimento Operacional Padrão . Utilizar os EPI’s de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.Bioquímica Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura em 520 nm (500-550) com cubeta termostatizada. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Tubos de ensaio.

Bioquímica 11. 14. 31/9: 1550-1554.. O.734-0. Clin.A1) Calibrador COM FATOR: Fc = Valor do Calibrador (A2 . Ambruster D A.9 a 2.. Chem.23 A2C = 0. Hunt M..37 = 16.A1) Calibrador Frutosamina (mmol/L) = (A2 . CÁLCULOS (A2 ..734 0.79 mmol/L Valor do Calibrador: 2. Groth T. realizar nova dosagem e multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. Clin. Clin.802 = 2.1981. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mmol/L Valores de referência Soro: 1.5 mmol/L.37 mmol/L 12.588 Fc = 2.R. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.9%).630) x 16.A1) amostra x Fc Exemplo: A1C = 0.9 mmol/L 13. 1985. 33/10: 1947. diluir a amostra com NaCl 150 mM (0.588 0.. Chem. 33/12: 2153.. P. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • • • Baker J R et al. Barry P.2 a 8. L.A1) amostra x valor Calibrador = mmol/L Frutosamina (A2 . Hurst. 76 .23 A2 A = 0.802 . Para valores superiores a 8. A multi-rule Shewhart chart quality control in clinical chemistry. Clin. Westgard J. Chem. 1987. Chem.630 Frutosamina (mmol/L) = (0.37 = 2.Procedimento Operacional Padrão . 1987.5 mmol/L.0. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear de 0. 27:493-501.146 A1A = 0.

br Reagente A:Tampão TRIS 100 mmol/L . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Esta enzima está presente em numerosos tecidos. Critérios para a rejeição de amostras Evitar amostras com hemólise. e no acompanhamento do tratamento de alcólatras. estrógenos e metrovidazol.25.G. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .4646 Site: www. separação e distribuição do material 5. como exemplo.M. fenitoína.GLUTAMILTRANSFERASE (GAMA .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. O reativo é estável até a data de validade do Kit.Glicilglicina 100 mmol/L. clofibrato. PRINCÍPIO DO MÉTODO A gama-glutamiltransferase (γ−GT) catalisa a transferência do grupo γ−glutamilo da γ−glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida a glicilglicina. COMPONENTES DO KIT γ . Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. Reagente B: L-y-Glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida 4mmol/L. liberando 5-amido-2-nitrobenzoato. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. . doença obstrutiva da árvore biliar.GT) Método Cinético Colorimétrico 1. carbamazepina.com. É usada na avaliação das colestases hepática. Vila Verônica .S.Bioquímica γ . Amostras: Soro ou plasma.GT) Registro M.biotecnicaltda. ácido valpróico e contraceptivos. mas a concentração mais elevada está nos rins.Brasil. Anticoagulantes contendo citrato. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. 2. pâncreas e fígado. L−γ−glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida + glicilglicina ⎯⎯→ L-γ−glutamil. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.pH 8. Conservar entre 2-8 ºC 6. 3. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.: 80027310012 Códigos: BT 11006 – 1 fr. com 40 mL + 1 fr. com 10 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. γ-GT 77 .GLUTAMILTRANSFERASE (γ . fluoreto ou oxalato inibem a atividade da GGT. A concentração catalítica é determinada a partir da velocidade de formação do 5-amido-2-nitrobenzoato. Diminuição dos valores podem ocorrer no uso de azatioprina.3214. Plasma (EDTA ou heparina). no uso prolongado de drogas que induzem o sistema microssomal hepático.com. doenças obstrutivas da árvore biliar e no monitoramento da administração de algumas drogas. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.Procedimento Operacional Padrão . Não utilizar reativos com a data de validade vencida. nas neoplasias do fígado valores elevados podem ocorrer. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação das colestases hepáticas.Varginha . NÃO CONGELAR. A y-Glutamiltransferase em soro é estável pelo menos por 7 dias a 2-8 ºC Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.glicilglicina + 5-amido-2-nitrobenzoato 4. fenobarbital. Reagente pronto para uso.

Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase.Bioquímica 7. Não soprar a pipeta utilizada. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Em caso de contato com os olhos ou pele. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Isso evitará contaminação cruzada. o que poderia causar resultados errôneos. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Seguir com rigor a metodologia proposta. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. controle (se utilizado) e reagente. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Cronômetro. Evitar contaminações com íons metálicos. Em caso de vazamento acidental.Procedimento Operacional Padrão . lavar o local com água corrente. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. contém soro. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 ou 410 nm. lavar abundantemente com água corrente. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. O enxágüe deve ser exaustivo. 8. O reagente. código). Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. para a obtenção de resultados exatos. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. sendo o último. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. com água destilada ou deionizada. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 9. Centrífuga. uma vez usado. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. plasma ou urina. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. eventualmente infectado. 78 . Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.

Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). É recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.03 x 1158 = 34. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min).25. utilizando –se o seguinte fator Fator (F) = 1158 γ-GT = ΔA/min X F Exemplo: A0 = 1. calcular a média da variação da absorbância por minuto (ΔA/min).0 mL 100 µL 3. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática.Bioquímica 10. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.22 -1. ΔA/min = (A1 . 13.18-1. Estável 6 semanas a 2-8°C. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos.18)+(1. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. 79 .25-1. Pipetar: Reativo de Trabalho Amostras 1.18 A2 = 1. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.A0) + (A2 – A1) + (A3 – A2) 3 A atividade de γ-GT na amostra é calculada pela multiplicação do ΔA/min.Procedimento Operacional Padrão . Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. (A1. Pré-incubar o reativo por 5 minutos. Inserir no porta-cubeta termostatizado a 37º C. Procedimento manual 1. ΔA/min = (1. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 U/L. 4.22) 3 ΔA/min = 0.67 = µkat/L Valores de referência Homens Mulheres 37°C 10 – 47 7 – 30 Fator de correlação: 37°C / 30°C – 1’24 37°C / 25°C – 1’68 Estes valores são unicamente orientativos. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. Aos 60 segundos. 5.16)+(1.7 U/L 12. 2.22 A3 = 1. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.03 γ-GT (U/L)= 0.16 A1 = 1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. A2 e A3 respectivamente). 11.

Falsos Valores baixos: O uso de azatioprina. Chem. Qualitymark ed. podem causar resultados diminuídos. Szasz G. 2051 (1976). Rio de Janeiro.Procedimento Operacional Padrão . Falsos Valores elevados: Valores de Triglicérides entre 1800 e 3500 mg/dL produzem resultados falsamente elevados. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Commitee of the Scand. clofibrato. fluoreto ou oxalato inibem a atividade da GGT. Soc. Lab. Clin. – Clin Chem. 119 (1976). Valores de Bilirrubina até 38 mg/dL. também podem aumentar o valor da GGT. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. for Clin. ácido valpróico e contraceptivos. Invest. γ .. 1997. O uso de fenitoína.. fenobarbital. carbamazepina. J. 22.Bioquímica Interferências: O etanol e vários fármacos induzem a síntese hepática da y-glutamiltransferase. 366. 14. – Scand. Pardini – 2002 – 78 80 . estrogenose metronidazol. Ltda – Revisão Maio/2005.glutamiltransferase (Gama GT) – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 215 Manual de exames – Laboratório H. Hemoglobina até 180 mg/dL e Triglicérides até 1800 mg/dL não produzem interferências significativas. Anticoagulantes contendo citrato.

PRINCÍPIO DO MÉTODO A enzima glicose oxidase catalisa a oxidação da glicose existente na amostra. levodopa. mesoteliomas) Insuficiência adrenal (doença de Addison) Hipotireoidismo Hipopituitarismo Hiperinsulinismo Pancreatite crônica Desnutrição síndrome de máabsorção Alcoolismo Dano hepático (insuficiência cardíaca severa. anticonvulsivantes. atropina. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do fenol pelo peróxido de hidrogênio formado. produzindo peróxido de hidrogênio. em presença de oxigênio. carbonato de lítio. necrose hepática fulminante) Várias drogas** * Ácido Acetilsalicílico. pacientes hipertensos e naqueles com níveis baixos de HDL-Colesterol (<35 mg/dL) e /ou elevados de triglicerídeos (250 mg/dL). Níveis Elevados Diabetes Hipertireoidismo Feocromocitoma Pancreatite aguda Extresse Várias drogas * Níveis Diminuídos Insulinomas Tumores extrapancreáticos (fibromas. dopamina. diuréticos (tiazídicos. em parentes em 1º grau de pacientes diabéticos.Procedimento Operacional Padrão . em etnias de alto risco. rifampicina. ácido etacrínico. Esta faixa etária e freqüência de investigação devem ser reconsideradas nos obesos (índice de massa corpórea > 27 Kg/m2). ácido ascórbico. no diagnóstico diferencial das acidoses metabólicas. Glicose + O2 + H2O --------------------> Ácido Glucônico + H2O2 peroxidase glicose oxidase 81 . acetaminofen. em presença de 4-amino-antipirina. etanol. Glicose. adrenalina. que apresenta um máximo de absorção em 500 nm. consumo e armazenamento da glicose no organismo. etc. hipoglicemias e na avaliação da secreção inapropriada de insulina. contraceptivos orais. estrogênios. desidratações. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação do controle de produção. A intensidade de cor é proporcional à concentração de glicose na amostra. furosemida). ** Bloqueadores pela adrenérgicos. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). clortalidona. 2. corticóide. A reformulação dos critérios diagnósticos do diabetes mellitus pela American Diabetes Association (ADA) visou sua precocidade diagnóstica. na avaliação de distúrbios do metabolismo de carboidratos. tiabendazol. Líquor Níveis Aumentados Hiperglicemia diabética Encefalite epidêmica Glicose sérica aumentada Níveis Diminuídos Hemorragias subaracnóides Meningoencefalites não bacterianas Meningite piogênica aguda Meningite tuberculósica Meningite criptocócica Sífilis neurológica Sarcoidose Tumor primário ou metastático das meninges 3. A avaliação laboratorial deve ser considerada em todos os indivíduos acima de 45 anos de idade. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Útil no estabelecimento do diagnóstico e monitoração terapêutica do diabetes mellitus. anti-histamínicos. esteróides anabólicos. etc. inibidora da MAO. hepatomas.Bioquímica GLICOSE Método Enzimático Colorimétrico 1. indometacina. com o objetivo de desacelerar a progressão da doença e o aparecimento de suas complicações tardias. em mães de bebês macrossômicos ou que desenvolveram Diabetes Mellitus Gestacional (DMG). sarcomas.

para que não haja consumo do analíto.Varginha .Procedimento Operacional Padrão . com 250 mL + 1 fr. CONTROLE DE QUALIDADE 82 . leucócitos e outras células) deve ser feita de forma imediata. Padrão: Solução de Glicose (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Glicemia de jejum: recomenda-se jejum mínimo de 8 horas.3 mmol/L. Padrão com 2. Vila Verônica .Bioquímica 2H2O2 + 4-Aminoantipirina + Fenol --------------> Quinonimina + 4 H2O 4. Outra forma de se evitar este problema é a coleta de uma fração do líquido em fluoreto. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Amostras Soro.pH 7. GOD-Glicose oxidase > 15000 U/L.8ºC. obtido no máximo duas horas após a coleta. por centrifugação. Procedimento automatizado Indicar nome. Cronômetro Tubos de ensaio.M.0. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.S. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.br Reagente: Tampão fosfato 182. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. . Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.4646 Site: www. 4-Aminoantipirina 0. 8.G. Banho de água a 37 °C.com. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 505 nm (490-510).3214. COMPONENTES DO KIT GLICOSE Códigos: Registro M.42 mmol/L . O reativo é estável até a data de validade do Kit.biotecnicaltda.0 mL BT 10008 – 4 fr. para evitar a glicólise (falso baixo) ou plasma obtido com anticoagulante fluoretado. Critérios para a rejeição de amostras Presença de coágulo. evitando assim a deterioração das enzimas. Pipetas automáticas e ponteiras. separação e distribuição do material 5. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro límpido.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. 7. Padrão com 2. 6.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. com cubetas. POD-Peroxidase > 1200 U/L.Brasil.com.: 80027310031 BT 10008 – 1 fr com 250 mL + 1 fr. Fenol 10 mmol/L. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Observações para todas as amostras: a separação da parte fluida dos elementos figurados (hemácias. Conservar entre 2 .

O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 83 . mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Agitar bem e incubar os tubos durante 10 minutos a 37ºC ou durante 15 minutos a temperatura ambiente 25ºC. Seguir com rigor a metodologia proposta. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. lavar o local com água corrente. uma vez usado. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Isso evitará contaminação cruzada. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. sendo o último. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Em caso de contato com os olhos ou pele. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. eventualmente infectado. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. plasma ou urina. o que poderia causar resultados errôneos. 4. 10. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Em caso de vazamento acidental. código). O enxágüe deve ser exaustivo. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 505 nm. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.Procedimento Operacional Padrão . Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reagente. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. contém soro. A cor é estável durante pelo menos 1 hora. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso. 2. controle (se utilizado) e reagente. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. 9. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. lavar abundantemente com água corrente.0 mL Padrão de glicose Amostra Reagente 3. Procedimento manual 1. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.0 mL Amostra 10 µL 1. para a obtenção de resultados exatos. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Deixar o Reagente durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em banho de água. com água destilada ou deionizada.0 mL Padrão 10 µL 1.Bioquímica Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
11. CÁLCULOS Abs. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL Glicose Abs. Padrão Onde: Abs. Teste → Absorbância do teste Abs. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco)

Devido a ótima reprodutibilidade, que pode ser obtida com a metodologia, pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. do Padrão . Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco.

Glicose (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL

UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL glicose x 0,0555 = mmol/L glicose
Valores de referência Soro ou plasma: 70 a 110 mg/dL Líquor: 40 a 75 mg/dL, (2/3 da glicemia) Esses valores são unicamente orientativos. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 13. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: Até 400 mg/dL = 22 mmol/L Para valores superiores, diluir a amostra 1:2 ou 1:4 com NaCl 0,85%, repetir a dosagem e multiplicar o resultado pelo fator de diluição. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade, diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Interferências: O ácido ascórbico (5 mg/dL), a hemoglobina (0,2 g/dL) e a bilirrubina (40 mg/dL) não interferem. A lipemia moderada não afeta os resultados. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Trinder R. - Ann Clin Biochem 1969; 6:24. Henry, R. J. Cannon, D.C. Winkelman, J. – Clinical Chemistry Principles and Techniques, 2 ed. Harper and Row Publishers Inc. N.Y.; p. 1288 (1974). Glicose – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Ltda – Revisão Maio/2005. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação, Qualitymark ed., Rio de Janeiro, 1997. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 231-233 Manual de exames – Laboratório H. Pardini – 2002 – 81-82

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
MAGNÉSIO MONO
Método colorimétrico MAGON SULFONADO 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada como auxílio na detecção de hipoparatireoidismo, hiperaldosteronismo e hipertireoidismo. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Magnésio Sérico É o quarto mais abundante cátion no organismo humano. Atua como um c-fator essencial para enzimas ligadas à respiração celular, glicólise e transporte (através da membrana) de outros cátions (cálcio e sódio). O magnésio é essencial para a preservação da estrutura molecular de DNA, RNA e ribossomas. Um terço do magnésio sérico é ligado à proteína, principalmente à albumina; os outros 2/3 existem predominantemente como íon livre e um pequeno percentual como complexo de ânions. O magnésio ingerido é absorvido no intestino delgado e excretado na urina. O processo de absorção parece ser de controle deficiente, sendo afetado por síndromes de má-absorção, com sua homeostase exercida basicamente pela excreção renal (a qual é regulada pela reabsorção tubular). Diminuições do magnésio são mais significativas e frequentes que o excesso, e sintomas dessa depleção não ocorrem em níveis séricos até 1,0 mEq/L. Severas diminuições estão ligadas à função neuromuscular como tetania, convulsão, fraqueza, irritabilidade e delírio. Níveis baixos de magnésio, após um infarto do miocárdio, podem indicar um mau prognóstico.

Níveis aumentados Uso de sais de magnésio Antiácidos e laxantes Doença de Addison Desidratação grave Insuficiência renal Acidose diabética Hipertireoidismo Hipercalcemia Níveis diminuídos Associados com hipocalemia e hipocalcemia Alcoolismo crônico Pancreatite aguda Má-absorção Lactação excessiva Diálise Diarréia grave Diabetes mellitus Terapia diurética Dietas pobres em magnésio Hiperaldosteronismo primário Má-nutrição Nefropatias tubulares Hiperparatireoidismo Hiperaldosteronismo

Magnésio Urinário A excreção do magnésio está intimamente ligada à dieta. Sua análise tem sido utilizada antes e após administração terapêutica de magnésio.

Níveis Aumentados Álcool Diuréticos Síndrome de Bartter Glomerulonefrite crônica Aldosteronismo 85

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
Terapia com drogas (ciclosporina, diuréticos tiazídicos, corticosteróides) Níveis Diminuídos Dieta pobre Má-absorção Hipoparatireoidismo Decréscimo da função renal
3. PRINCÍPIO DO MÉTODO O magnésio presente na amostra reage com azul de xilidina II (Magon Sulfonado) em meio alcalino formando um complexo intensamente corado com máximo de absorção em 510 nm. O desenvolvimento de um monoreagente líquido estável, sem solventes orgânicos voláteis, torna o método especialmente adaptável a analisadores automáticos. 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, plasma e urina. Armazenamento e estabilidade das amostras: o Soro ou plasma obtido com heparina. Sob refrigeração o magnésio é estável por 15 dias entre 2-8 C. Urina e líquido céfalo-raquidiano. Dosagem na urina: efetuar a homogeneização prévia de todo o material, tomar uma amostra de cerca de 5 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. Tal procedimento transforma todos os sais de magnésio presentes na urina em sais solúveis. Diluir a urina 1:5 (1,0 mL de urina + 4,0 mL de água destilada ou deionizada). Proceder a seguir como descrito para o soro. Multiplicar o resultado obtido por 5. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise, mesmo discreta. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT MAGNÉSIO Códigos: Registro M.S.: 80027310015 BT 12007 – 1 fr com 50 mL. + 1 fr Padrão – 2,0 mL

BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil. Tel/Fax: 0 (XX) 35 - 3214.4646 Site: www.biotecnicaltda.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.br Reagente: Carbonato de potássio 120 mM, EGTA 40 mM, Magon sulfonado (xilidil blue) 0,1 mM e azida sódica 18,5 mM. Padrão: Solução aquosa de íons Magnésio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 15 e 30º C. 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 e 30º C. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 510 nm, com cubetas. Banho de água a 37 °C.

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o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. eventualmente infectado. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Os reagentes devem estar a temperatura ambiente. Cronômetro Tubos de ensaio. 2.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. código). em lugar apropriado para material potencialmente infectante. pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo.Bioquímica Pipetas automáticas e ponteiras. lavar abundantemente com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Pipetar em tubos de ensaio: 87 . Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. portanto. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. No descarte do reagente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Isso evitará contaminação cruzada. para a obtenção de resultados exatos. usar bastante água. O reagente contém azida sódica que é tóxica. o que poderia causar resultados errôneos. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. controle (se utilizado) e reagente. contém soro. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Reativo pronto para uso. plasma ou urina. 10. O reagente. Procedimento manual 1. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 9. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. lavar o local com água corrente. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Procedimento automatizado Indicar nome. O enxágüe deve ser exaustivo. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Seguir com rigor a metodologia proposta. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Em caso de vazamento acidental. Em caso de contato com os olhos ou pele.Procedimento Operacional Padrão . Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. com água destilada ou deionizada. sendo o último. 8. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. uma vez usado. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos.

0 mg/dL 12. 520-522 (1982) F= 2 = 10.5 mmol/L. Devido ao alto conteúdo intracelular de megnésio. Interferências Hiperlipemia.0 mL Amostra 10 μL 1.41 = mmol/L magnésio Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: 1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 4. 32:70. CÁLCULOS Aa x Valor padrão = mg/dL Magnésio Ap Onde Aa → Absorbância da Amostra Ap → Absorbância do Padrão Padrão → Valor da Concentração do Padrão Urina (mg/24horas) = Magnésio Urina (mg/dL) x volume de 24 h em mL 100 Com Fator: F = Valor padrão Ap Magnésio (mg/dL) = Aa x F Exemplo: Aa = 0.9 – 2. Maxwell et al. 11. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL magnésio x 0. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.5 mg/dL Esses valores são unicamente orientativos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Chauman UPS.175 Ap = 0. Ler a absorbância (Ap) do Padrão e da Amostra(Aa) frente ao Branco a 510 nm. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.Bioquímica Branco 1. ácido ascórbico. Ray Sarkar BC. – Clin Chem. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Gindler EM.5 0. mesmo em elevadas concentrações (acima de 26 mg/dL) e bilirrubina (até 20 mg/dL) não interferem. Não utilizar amostras hemolisadas. 14. Clin Chem 1971.191 Valor Padrão = 2.191 Magnésio(mg/dL) = 0. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear até 4.5 – 3. hemólises mesmo discretas interferem significativamente. 17:662.Procedimento Operacional Padrão . Agitar bem e deixar os tubos durante 2 minutos à temperatura ambiente. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.8 mg/dL 88 . 13. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com íons magnésio.175 x 10.0 mL Padrão Amostra Reagente 3. 31/3. Heth DA.5 mg/dL Para amostras de Urina/24 h: 48 – 152 mg/24h Liquido Céfalo Raquidiano: 2. Anal Biochem 1969.0 mL Padrão 10 μL 1.5 = 1.

Pardini – 2002 – 87 89 . Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 324-325 Manual de exames – Laboratório H. Qualitymark ed..Bioquímica Magnésio . Rio de Janeiro.Procedimento Operacional Padrão .Magon – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Ltda – Revisão Maio/2005. 1997. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.

CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. linfogranuloma e endocardite bacteriana sub-aguda. hidróxido de sódio 140 mM. queimaduras graves e hemodiluição.Brasil. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.: 80027310030 BT 10.3214.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Valores Diminuídos A concentração de proteína total do soro está diminuída na hiperhidratação. Vila Verônica .br Reagente: Sulfato de cobre 10 mM.4646 Site: www. macroglobulinemia. O nível de proteínas séricas é basicamente um reflexo de sínteses hepáticas ou de perda de proteínas devido a enfermidade renal. 90 . porque a alteração em uma das frações pode ser compensada por alteração oposta de outra fração. PRINCÍPIO DO MÉTODO A proteína presente na amostra reage com os íons cobre (II) em meio alcalino. Estável 8 dias à 2-8º C. desnutrição severa. 08 horas. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A dosagem isolada da proteína total tem pouco valor clínico. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. A eliminação excessiva de proteínas pelos rins ou a diminuição da síntese hepática provoca uma diminuição na pressão coloidosmótica do plasma.com. artrite reumatóide.Bioquímica PROTEÍNA TOTAL Método Colorimétrico 1.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.biotecnicaltda.M. 3. crioglobulinemia. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro e plasma heparinizado. sarcoidose. nefrose. mieloma múltiplo. lupus eritematoso. cuja absorbância em 550 nm é proporcional à concentração protéica da amostra. 6. desnutrição grave.2.009 . Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Reagente pronto para uso. queimaduras graves. infecções crônicas. 4. Conservar entre 15-30 ºC. em que há diminuição de albumina com aumento de gamaglobulina. separação e distribuição do material 5. insuficiência renal. como ocorre nas doenças crônicas. tartarato de sódio e potássio 15 mM. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. que aumenta a reabsorção de sódio e água levando a edema.S. Valores Aumentados A concentração de proteína total do soro está comumente aumentada em pacientes com desidratação. . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades hepáticas e renais.G. Amostras Soro e plasma.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão .com.Varginha .Procedimento Operacional Padrão . iodeto de potássio 15 mM. originando um complexo de cor violácea. pelo menos. 2. Padrão: Solução de Albumina bovina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). deficiência de cálcio e vitamina D. síndrome de má absorção. COMPONENTES DO KIT PROTEÍNAS TOTAIS Códigos: Registro M.

em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O reativo é estável até a data de validade do Kit. lavar abundantemente com água corrente. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. O reagente. Cronômetro Tubos de ensaio. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. contém soro. o que poderia causar resultados errôneos. com cubetas. sendo o último. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Procedimento automatizado Indicar nome. 9. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. uma vez usado. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Em caso de vazamento acidental. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Em caso de contato com os olhos ou pele. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O enxágüe deve ser exaustivo. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. controle (se utilizado) e reagente. 8. Pipetas automáticas e ponteiras. Isso evitará contaminação cruzada. com água destilada ou deionizada. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. 7. código). CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. para a obtenção de resultados exatos. Banho de água a 37 °C. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 545 nm (535-555). lavar o local com água corrente. plasma ou urina. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.Bioquímica Manter ao abrigo da luz. 91 . Seguir com rigor a metodologia proposta. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. eventualmente infectado.Procedimento Operacional Padrão .

2 g/L) e a bilirrubina (15 mg/dL) interferem. CÁLCULOS A Amostra X Valor da concentração do padrão = g/dL proteína A Calibrador onde.Procedimento Operacional Padrão . Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.0 g/dL Plasma: 6. A amostra = Absorbância da amostra.04 g/dL Globulina = Proteína Total . Interferências Interferências: a hemoglobina (0. Hemacel ou PVP). Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.0 mL Água destilada Padrão Proteína Amostra Reagente 2. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: g/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): g/L = g/dL x 10 Valores de referência Valores Normais Soro : 6.Albumina 12.352 A padrão = 0. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco à 545 nm. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.352 x 20 FC= 5. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência.0 mL Padrão 10 μL 1. fornecem valores elevados. 13.5 – 8. 11. O soro deve ser obtido o mais breve possível.0 mL Amostra 10 μL 1.25 Proteína (g/dL) = 7. 92 .3 g/dL Estes valores são unicamente orientativos. Com fator Fator de calibração (FC) = concentração do padrão A do padrão Exemplo: A amostra = 0. A cor é estável durante pelo menos 2 horas.Bioquímica 10. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.8 – 8.0 = 20 0. 3. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Agitar bem e deixar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear até 12 g/dL. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 10 μL 1.25 Concentração do padrão = 5 g/dL Proteína (g/dL) = 0. A padrão = Absorbância do padrão. As amostras de soro hemolisado ou contendo expansores plasmáticos (Dextram.

J Biol Chem 1949. T: Watson. em geral. Pardini – 2002 – 90-91 93 . A concentração de proteína total aumenta com o passar do dia. R.Bioquímica Soros fortemente lipêmicos podem causar turvação. Acta 31/1:87 (1971).G Clin. Ltda – Revisão Maio/2005.Procedimento Operacional Padrão .. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. C. No inverno. Doumas. 177:751. Vários íons de amônio interferem no teste pela formação de complexo cúprico amônio. David MM. Qualitymark ed. Henry. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Gornall AG. 14. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 398-400 Manual de exames – Laboratório H. B. Chim. Bardawill CS. Proteína Total – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Rio de Janeiro. WA & Biggs. S Anal Chem 29/10: 1491 (1957). 1997.: Sobel. H. & Berkman. a concentração de proteína total é maior que no verão.

Armazenamento e estabilidade das amostras: Urina . Reagente pronto para uso. em meio ácido.35 mmol/L. não havendo necessidade de adicionar conservantes.G. pH 2. em associação a outros achados. Ácido succínico 0.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão . separação e distribuição do material 5.4646 Site: www.Bioquímica PROTEÍNA URINÁRIA Método Colorimétrico 1.: 80027310128 BT 10. Padrão: Solução de Albumina (valor de padrão: vide rótulo do frasco).Utilizar amostra colhida no período de 24 horas. 94 . formando um complexo colorido. A intensidade da cor formada é proporcional à concentração protéica da amostra.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.com.Procedimento Operacional Padrão . Molibdato de sódio 0.05 Mol/L. Líquor: Utilizar amostra centrifugada. Aumentos ou decréscimos no valor de proteinúria são importantes marcadores do prognóstico renal do paciente. PRINCÍPIO DO MÉTODO A proteína presente na amostra reage com o vermelho de pirogalol e o molibdato. A sua presença e a determinação do seu grau podem.5. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Amostras Urina e Líquor. 2. normalmente o glomérulo evita a passagem das mesmas do sangue para o filtrado glomerular. .Centrifugar por 10 minutos a 3000 rpm.2.br Reagente: Vermelho de pirogalol 0. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . . Concentrações elevadas de proteínas no líquido cefalorraquidiano (Líquor) podem ser devidas a infecções ou à pressão intracraniana elevada. Oxalato de sódio 1 mmol/L.009 . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A proteinúria é um marcador de doença renal e constitui um fator de risco independente para a sua progressão. em pacientes com doença renal a pesquisa de proteinúria constitui um elemento importante no diagnóstico e no acompanhamento. O diagnóstico clínico deve ser realizado levando-se em conta todos os dados clínicos e de laboratório.biotecnicaltda. Vila Verônica . Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.S.8 ºC.Homogeneizar a urina.Utilizar o sobrenadante para proceder o ensaio.1mmol/L. 3. Dessa forma.Varginha .M. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação renais.04 mmol/L. A presença persistente de proteína na urina indica enfermidade renal.13 mmol/L. . Benzoato de sódio 0.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. . SDS 0. COMPONENTES DO KIT PROTEÍNAS URINÁRIA Códigos: Registro M. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Alterações glomerulares causam o aumento da permeabilidade das proteínas plasmáticas o que ocasiona a proteinúria. medir o volume e separar uma amostra de cerca de 20 mL.3214.Brasil. A urina de pessoas saudáveis não contém proteínas ou contém somente em pequenas quantidades. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.com. Conservar entre 2 . 4. ajudar a estabelecer o diagnóstico de certas síndromes ou entidades patológicas cujos achados renais são conhecidos.

Não usar o reagente quando este mostrar-se com sinais de contaminação. As amostras a serem analisadas (urina ou líquor) devem ser tratadas como material potencialmente infectante. 7. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso 95 . código). contato com os olhos. Relógio ou Cronômetro. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos devem ser observados. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. controle. pele ou mucosa. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes 2 a 8 ºC. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. a fim de evitar contaminação cruzada. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura em 598 nm com cubetas termostatizada. CUIDADOS E PRECAUÇÕES • • • • • • • • • • • O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. 9. Tubos de ensaio. 8. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Em caso de vazamento acidental. 10. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Procedimento automatizado Indicar nome. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. lavar abundantemente com água corrente. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Manter ao abrigo da luz. padrão/calibrador e reagente. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Pipetas de vidro e/ou automáticas.Bioquímica 6. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico em local próprio para materiais potencialmente infectantes. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.Procedimento Operacional Padrão . Segurança e Primeiros Socorros estão descritas na Ficha Individual de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) deste produto. Não trocar as tampas dos frascos dos reagentes. Utilizar os EPI’s de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico. O reativo é estável até a data de validade do Kit. As informações de Descarte. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.

13.Procedimento Operacional Padrão . Medir a absorbância do Padrão (Ap) e da Amostra (Aa) frente ao Branco a 600 nm.2L FC = 1000 = 7519 0.0 mL 2.(L) urina 24h = mg proteínas/24h A Padrão Líquor (LCR): A Amostra X concentração do padrão = mg/L proteínas A Padrão onde. realizar nova dosagem e multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. A padrão = Absorbância do padrão.2 x 7519 Proteína Urinária = 226 mg/24 h 12.133 Proteína (mg/24h) = 0. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A linearidade da reação é de 3000 mg/L.025 x 1. CÁLCULOS Urina de 24horas: A Amostra X concentração do padrão X vol.450 mg/L GESTANTES < 150 mg/24h Líquor Urina ADULTOS E CRIANÇAS < 100 mg/24h Estes valores são unicamente orientativos. A cor é estável durante 30 minutos. A amostra = Absorbância da amostra. 11.001 Valores Normais CRIANÇAS 300 . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: g/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): g/L = Proteinúria (mg/L) x 0. Pipetar em tubos de ensaio: BRANCO PADRÃO Padrão --20 μL Amostra ----Reagente 1. diluir a amostra com água deionizada ou destilada. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.1000 mg/L ADULTOS 150 .Bioquímica Procedimento manual 1. 96 .133 Concentração do padrão = 1000 mg/L Volume urinário 24h = 1.0 mL AMOSTRA --20 μL 1. 3. Homogeneizar manter os tubos durante 5 a 37 ºC.025 A padrão = 0. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Para valores superiores. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Com fator Fator de calibração (FC) = concentração do padrão A Padrão Exemplo: A amostra = 0.0 mL 1.

M. 27: 493-501. • Orsonneau JL et al. A multi-rule Shewhart chart quality control in clinical chemistry.. • Westgard J. Effects of drugs on Clinical Lab. Toronto. Chem... 4th ed. Oshawa. An Improved Pyrogallol Red-Molybdate Method for Determing Total Urinary Protein. O. A presença de detergentes (surfactantes) na amostra ou seus resíduos em materiais e/ou equipamentos de laboratório interferem com a reação. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • Watanabe. Yamanaka. Chem. • Tietz N W et al. Clin. AACC 1999. A.Bioquímica Interferências Interferências: hemólise (LCR). Clin. Al. 2001.. Tietz Testbook of Clinical Chemistry. Clin Chem 1989.. Tests. Clin Chem The C. Mosby Co. Groth T. A presença de Lauril sulfato de sódio (0. St Louis. Kaplan A et. • Burtis A et al. AACC Press. Clinical Guide to Laboratory tests.. R. • Young DS. 35:2233-22236. 1995.. • Koller A. AACC 1995. L. 97 . AACC Press. • Young DS. Total serum protein. Tests.. 4th ed.V. Kamei. 1981.1%) e Triton X100 (1%) também interferem na reação.Procedimento Operacional Padrão . 14. S. Hunt M. Princeton 1984. N. Effects of disease on Clinical Lab. 32: 1551 (1986). Barry P. 3rd ed. 13161324 and 418. S. 3rd ed. Ohkubo.

Bioquímica TGO / AST Método Cinético . distrofias musculares. plasma (EDTA ou heparina).com. dermatomiosites. pancreatite aguda. rim e cérebro. musculatura esquelética. separação e distribuição do material 5.8. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. Pequenas elevações são observadas durante a gravidez. com 10 mL R-B BT 11007 – 1 fr.M. Aspartato Aminotransferase (AST)). Reagente pronto para uso. AST L-Aspartato + 2-Oxoglutarato -----------> Oxaloacetato + L-Glutamato Oxalacetato + NADH + H+ ------------> Malato + NAD+ LDH MDH Piruvato endógeno + NADH ------------> L. sendo usada na monitoração de terapias que utilizam drogas hepatotóxicas.3214. hepatites. 2-Oxoglutarato: 12mmol. trauma e necrose cerebral. hepáticas e musculares. Vila Verônica .br Reagente A: Tampão Tris 80 mmol . Reagente B: Malato desidrogenase 0. .4646 Site: www. A atividade enzimática é estável por 4 dias entre 2 – 8°C. 3.Brasil. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Transaminase Oxalacética – TGO (sinonímia.Varginha . formando oxalacetato e glutamato. 2. Inúmeras drogas comumente usadas podem elevar os níveis de AST (isoniazida. é uma enzima encontrada no miocárdio. lesões da musculatura esquelética. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de hepatites agudas e é um bom indicador no diagnóstico de infarto agudo do miocárdio. A atividade dessa enzima no infarto do miocárdio eleva-se dentro das primeiras 12 horas. mononucleose. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.malato desidrogenase > 600 U/L. L-aspartato 240 mmol. atingindo um pico em 24 horas e retornando ao normal por volta do quinto dia.com. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. anemias hemolíticas. a partir da velocidade de desaparecimento do NADH.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.S. cirrose hepática.18 mmol.Lactato + NAD 4. PRINCÍPIO DO MÉTODO O Aspartato aminotransferase (AST ou GOT) catalisa a transferência do grupo amino do aspartato a 2-oxo-glutarato. esteróides anabólicos etc. com 200 mL R-A + 1 fr. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. Níveis elevados dessa enzima auxiliam no diagnóstico de doenças cardíacas. LDH . progesterona. hipotireoidismo. icterícia obstrutiva.pH 7. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Níveis aumentados também são encontrados em necrose hepática. medido à 340 nm. fígado.). com 50 mL R-B BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.UV 1. Amostra Soro ou plasma.G.lactato desidrogenase > 1200 U/L. cateterização e angioplastia cardíaca.Procedimento Operacional Padrão . empregando a reação acoplada de malato desidrogenase (MDH). MDH .. 98 . queimaduras severas.: 80027310017 BT 11007 – 1 fr com 40 mL R-A + 1 fr.biotecnicaltda. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . A concentração catalítica se determina. COMPONENTES DO KIT TGO / AST Códigos: Registro M. eritromicina.

Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. para a obtenção de resultados exatos. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. 8. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 340 nm. Centrífuga. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. lavar o local com água corrente. código). 7. Cronômetro. Não soprar a pipeta utilizada. plasma ou urina. uma vez usado. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Em caso de vazamento acidental. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. lavar abundantemente com água corrente. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. 99 . Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Conservar entre 2-8 ºC 6. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. O reagente. Não misturar diferentes lotes de reagentes. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. NÃO CONGELAR. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras.Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.Procedimento Operacional Padrão . O reativo é estável até a data de validade do Kit. 9. Seguir com rigor a metodologia proposta. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. eventualmente infectado. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. contém soro. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Em caso de contato com os olhos ou pele. Evitar contaminações com íons metálicos.

189 – 1.Bioquímica A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Proteger o reativo de trabalho da luz. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias.039 TGO (U/L) = 0.). o que poderia causar resultados errôneos. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 3.228) + (1. Isso evitará contaminação cruzada.800 a 340 nm. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16.189 A3= 1. 11. à 37ºC. (A1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). (∆A/min. calcular a média da variação da absorbância por minuto (∆A/min. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). O enxágüe deve ser exaustivo. A2 e A3 respectivamente). 37oC 1000 μL 100 μL Misturar e inserir nas porta-cubetas termostatizadas.) = (A0 – A1) + (A1 – A2) + (A2 – A3) 3 A atividade da TGO na amostra é calculada pela multiplicação do ∆A/minuto pelo seguinte fator: Fator (37ºC) Exemplo: Temperatura = 37ºC A0= 1. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. sendo o último. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Procedimento manual 1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.= 0. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos.039 x 1746 = 67. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.= (1. 2.5 U/L 12. com água destilada ou deionizada.152 ∆A/min. controle (se utilizado) e reagente. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. 4.189) + (1.228 – 1. Acionar o cronômetro. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática.67 x 10–9 Kat/L = µkat/L Valores Normais: 1746 100 .268 – 1.228 A2= 1.Procedimento Operacional Padrão . Descartar o reativo de trabalho quando a leitura da absorbância contra água for < 0. Aos 60 segundos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B.152) 3 ∆A/min. 5.268 A1= 1. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho durante 5 minutos. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Estável 2 semanas a 2-8°C. 10.

Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 34. et al. Colchicina. Falsos valores baixos: Salicilatos (aspirina) 14..Bioquímica 37ºC até 37 U/L até 31 U/L HOMENS MULHERES Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Interferências: Falsos valores elevados: Acetaminofem. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • • • • • Karmen A. – J. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até: ΔA/min de 0. Metildopa.250 = 440 U/L.S. 5 (1975) TGO – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Qualitymark ed. Barbiturados. el al. 126 (1955) Young D. Rio de Janeiro. 21. 13. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 455 Manual de exames – Laboratório H. Fenotiazinas. Narcóticos. Invest. – Clin. Corticoesteróides.Procedimento Operacional Padrão . Alopurinol. Clin. 1997. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Anfotericina B. Anticoncepcionais orais. Chem. Ltda – Revisão Maio/2005. Pardini – 2002 – 93 101 .

A atividade enzimática é estável por 4 dias entre 2 – 8°C e 2 semanas. 3.pH 7. LDH . . 2-Oxoglutarato: 15mM. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Reagente pronto para uso. LDH Piruvato endógeno + NADH -----------> L-Lactato + NAD ALT L . Tel/Fax: 0 (XX) 35 .malato desidrogenase > 600 U/L. Em pacientes com infarto do miocárdio a ALT geralmente está normal ou ligeiramente elevada. insuficiência cardíaca ou choque com necrose hepática concomitante pode levar a elevações de seus níveis. L-alanina 500 mmol.UV 1.: 80027310019 BT 11008 – 1 fr com 40 mL R-A + 1 fr. a ALT é mais sensível para detecção de danos do hepatócito do que para obstrução biliar.alanina + 2-Oxoglutarato -----------> Piruvato + L-Glutamato Piruvato + NADH ------------> D .Procedimento Operacional Padrão .Brasil. e pequenas quantidades na musculatura esquelética e coração. MDH . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. medido à 340 nm. Níveis elevados são encontrados na hepatite infecciosa e tóxica. Reagente B: Malato desidrogenase 0. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Transaminase Pirúvica – TGP (sinonímia: Alanina Aminotransferase (ALT). com 200 mL R-A + 1 fr. com 50 mL R-B BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. formando piruvato e glutamato. PRINCÍPIO DO MÉTODO A Alanina Aminotransferase (ALT ou GPT) catalisa a transferência do grupo amino da alanina a 2-oxoglutarato. 102 .G. com 10 mL R-B BT 11008 – 1 fr. Entretanto.Varginha . Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. Amostra: Soro ou plasma. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de pacientes com lesões hepáticas virais.S. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. tóxicas e cirrose. sendo considerada um excelente marcador hepatocelular. plasma (EDTA ou heparina).5. Como teste de função hepática.3214. a partir da velocidade de desaparecimento do NADH.4646 Site: www. separação e distribuição do material 5.M.br Reagente A: Tampão Tris 100 mmol . é uma enzima intracelular presente em grandes quantidades no fígado e rim. empregando a reação acoplada de lactato desidrogenase (LDH). 2. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Bioquímica TGP / ALT Método Cinético . COMPONENTES DO KIT TGP / ALT Códigos: Registro M. cirrose.Lactato + NAD+ LDH 4.18 mM.biotecnicaltda. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. doença pancreática. Vila Verônica .lactato desidrogenase > 1200 U/L.com. A concentração catalítica se determina. icterícia obstrutiva e carcinoma metastático.com.

Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Não soprar a pipeta utilizada. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. eventualmente infectado.Bioquímica Conservar entre 2-8 ºC 6. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. plasma ou urina. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. Evitar contaminações com íons metálicos. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente 103 . Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. 8. com água destilada ou deionizada. Centrífuga. 7. uma vez usado. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Em caso de vazamento acidental. O enxágüe deve ser exaustivo. código). Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Em caso de contato com os olhos ou pele. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. lavar abundantemente com água corrente. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. NÃO CONGELAR. sendo o último.Procedimento Operacional Padrão . Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. contém soro. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 340 nm. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 9. Cronômetro. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. lavar o local com água corrente. para a obtenção de resultados exatos. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Seguir com rigor a metodologia proposta. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. O reagente. O reativo é estável até a data de validade do Kit. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente.

263) + (1. Procedimento manual 6.) = (A0 – A1) + (A1 – A2) + (A2 – A3) 3 A atividade da TGP na amostra é calculada pela multiplicação do ∆A/minuto pelo seguinte fator: Fator (37ºC) 1746 Exemplo: Temperatura: 37ºC A0 = 1.Bioquímica A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. calcular a média da variação da absorbância por minuto (∆A/min. Aos 60 segundos. Isso evitará contaminação cruzada. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 8. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L Sistema Internacional . 10. Descartar o reativo de trabalho quando a leitura da absorbância contra água for < 0. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. 11. A2 e A3 respectivamente).67 x 10 µKat/L 1 µkat/L = 60 U/L Valores Normais -3 104 .278) + (1.800 a 340 nm.297 A1 = 1.= (1.SI 1 U/L = 16.017 x 1746 = 29. o que poderia causar resultados errôneos. 10. controle (se utilizado) e reagente. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Proteger o reativo de trabalho da luz. `37ºC. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B.278 – 1.263 A3 = 1.245) 3 ∆A/min = 0. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho durante 5 minutos. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. 7. 37 C 1000 μL 100 μL o Misturar e inserir nas porta-cubetas termostatizadas. 9. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Acionar o cronômetro.297 – 1. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Estável 2 semanas a 2-8°C. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos.67 x 10-9 Kat/L = 16. (A1.245 ∆A/min. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).017 TGO (U/L) = 0.6 U/L 12.278 A2 = 1. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.Procedimento Operacional Padrão .263 – 1.): (∆A/min.

34:381 Henry R. Chem. Clin. Ltda – Revisão Maio/2005.J.Procedimento Operacional Padrão . et al. Lab. Pardini – 2002 – 93 105 . Scandinavian Society for Clinical Chemistry (SSCC) Scand. Klin. TGP – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 1956. 10: 281 (1972). Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 455 Manual de exames – Laboratório H. – Am.200 = 350 U/L. Exp. Sec. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 1997. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Wroblewski F. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.. 1960. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até: ΔA/min de 0.Proc. International Federation of Clinical Chemistry (IFCC) Clinica Chimica Acta 105: 147 (1980). Invest.Bioquímica HOMENS MULHERES 37ºC até 42 U/L até 32 U/L Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Biol. Qualitymark ed. 13. Clin. And med.. Rio de Janeiro. Deustchen Gesellschaft fur Klinische Chemie (DGKC) Z.. Path. J. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Jnl. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. LaDue JS. Interferências: Falsos valores elevados: hemólise 14. 33: 291 (1974).

2. que apresenta um máximo de absorção em 500 nm. com 250 mL + 1 fr. Triglicérides ⎯⎯⎯→ Glicerol + Ácidos graxos Glicerol + ATP ⎯⎯⎯⎯⎯⎯→ L-Glicerolfosfato + ADP L-Glicerolfosfato + O2 ⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯→ Dihidroxiacetona-P + H2O2 2H2O2 + Clorofenol + 4-AF ⎯⎯⎯⎯⎯→ p-benzoquinona monoímio fenazona + 4 H2O 4. no hipotireoidismo. que são transportados via ducto torácico para a circulação. Padrão com 2. na pancreatite aguda. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .Bioquímica TRIGLICÉRIDES Método Enzimático Colorimétrico 1.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. em presença da 4-amino-antipirina.M. O aumento dos triglicerídeos no diabetes está relacionado ao aumento da mobilização das áreas de armazenamento de lipídeos (triglicerídeos) em decorrência da diminuição da insulina.Procedimento Operacional Padrão . são hidrolisados a glicerol e ácidos graxos.Brasil. A enzima glicerol quinase fosforila o glicerol livre formado cujo produto. produzindo seu metabolismo anormal e depósito de lipídeos nas paredes vasculares levando à arteriosclerose. produzindo glicerol livre.0 mL BT 10010 – 2 fr. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas e jejum alcoólico de 24 horas.: 80027310014 BT 10010 – 1 fr.biotecnicaltda. na obesidade e nos hábitos alimentares errôneos. Após absorção são ressintetisados nas células epiteliais intestinais e combinados com colesterol e apolipoproteínas para formar quilomícrons.Varginha . produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina).3214. 3. Os triglicerídeos provenientes da dieta sofrem digestão no duodeno e íleo proximal. na uremia. separação e distribuição do material 5. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Os triglicerídeos são ésteres de glicerol. Esta dosagem serve como parâmetro na avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares.0 mL peroxidase L-Glicerolfosfato-oxidase glicerol quinase lipase BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. em presença de oxigênio e sob a ação catalítica da enzima glicerol-Poxidase. no diabetes. . Amostra Soro ou plasma Armazenamento e estabilidade das amostras: O analito é estável por 3 dias a 2-8 ºC. O aumento de triglicerídeos no plasma é indicativo de distúrbios metabólicos. produz peróxido de hidrogênio. PRINCÍPIO DO MÉTODO A enzima lípase lipoprotéica hidrolisa os triglicerídeos existentes na amostra.G. COMPONENTES DO KIT TRIGLICÉRIDES Códigos: Registro M. Vila Verônica .S.4646 Site: www. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.br 106 .com. Padrão com 2.com. Através da ação de lípases e ácidos biliares. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do reagente fenólico (p-clorofenol) pelo peróxido de hidrogênio formado. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada como parâmetro na avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares. com 250 mL + 1 fr.

Em caso de vazamento acidental. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Em caso de contato com os olhos ou pele. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.0 mM pH 7. GPO – Glicerol-3-fosfato oxidase > 5000 U/L.0 mM. 8. lavar o local com água corrente. 9. O reagente. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 7. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. lavar abundantemente com água corrente. POD – Peroxidase > 1000 U/L. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. 107 . 4 clorofenol 2. 6. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Procedimento automatizado Indicar nome. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. código). Cronômetro Tubos de ensaio.adenosina trifosfato 2. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Seguir com rigor a metodologia proposta. evitando assim a deterioração das enzimas. tampão Tris 50. ATP . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 4-aminoantipirina 0. plasma ou urina. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. para a obtenção de resultados exatos. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. LPL – Lipoproteína lípase > 2000 U/L. Conservar entre 2-8 ºC. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.2. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510). CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. com cubetas. contém soro.3 mM. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.Procedimento Operacional Padrão . e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. eventualmente infectado.Bioquímica Reagente de Trabalho: GK – glicerolquinase > 1000 U/L. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Padrão: Solução de Glicerol equivalente à concentração de Triglicérides (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Banho de água a 37 °C. uma vez usado.7 mM. Pipetas automáticas e ponteiras.

sendo o último. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.Bioquímica Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.1.248 = 806. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente (16-25º C) ou durante 10 minutos a 37º C. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 11.0 mL Padrão triglicérides Amostra Reagente 3.5= 222. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).70 . Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.0 mL Padrão 10 µL 1. Cuidados especiais Cuidado com a limpeza do material utilizado para os testes.70 mmol/L Esses valores são unicamente orientativos. CÁLCULOS Com calibrador ou padrão: A Amostra X valor do padrão = mg/dL Triglicérides A Padrão onde: A amostra = absorbância da amostra A padrão = absorbância do padrão Com fator: ƒc = valor do padrão Apadrão Triglicérides (mg/dL) = Aamostra X ƒc Exemplo: Aamostra = 0.276 Apadrão = 0.0 mL Amostra 10 µL 1. controle (se utilizado) e reagente. A cor é estável durante pelo menos 1 hora. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Isso evitará contaminação cruzada. Deixar ambientar o Reagente durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em banho de água. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.248 Valor do padrão: 200 mg/dL F= 200 0.6 mg/dL 12. 108 . A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. O enxágüe deve ser exaustivo. 10. com água destilada ou deionizada. o que poderia causar resultados errôneos.276 x 806. 2. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 500 nm.170 mg/dl = 0.Procedimento Operacional Padrão . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL Triglicerides x 0. Lavar no mínimo 3 vezes com água deionizada para eliminar qualquer vestígio de Glicerol que é um forte contaminante nas reações do triglicérides. Procedimento manual 1.0113 = mmol/L Trigliceridese Valores de referência 30 . PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso. 4.5 Triglicérides= 0. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.

J.3 mmol/L). L. Med... Triglicérides – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.25 mmol/L) interferem. Arb. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 460-461 Manual de exames – Laboratório H. 250-255. And Nussel E. Qualitymark ed. 1997. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. A lipemia não afeta os resultados.Bioquímica 13. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 88 (1960). Biochem. Rio de Janeiro.K.. Prav. Ltda – Revisão Maio/2005.. N. Bacteriol.Ann Clin Biochem 6 (1969). W. Interferências O ácido ascórbico (0. Kodischek.Procedimento Operacional Padrão . 10 (1975) 25. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Umbreit. Van Denmark.. Trinder P. Med. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Schettler G.J. 14. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.W. Pardini – 2002 – 94 109 . Aarch. 98 (1969) 1063-1068. . Biophys. a hemoglobina (3 g/L) e a bilirrubina (0. 24-27.. P. Jacobs.

doença celíaca. A uremia é observada na dieta rica em proteínas. aumento da diurese e redução do catabolismo protéico.Bioquímica URÉIA ENZIMÁTICA Método Enzimático Colorimétrico 1. 2. É livremente filtrada pelos glomérulos dependendo do estado de hidratação e 40% a 80% da uréia filtrada são passivamente reabsorvidas nos túbulos proximais. 3. reabsorção. causando uma hiperamoniemia. A amônia formada reage com salicilato e hipoclorito de sódio em meio alcalino. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. A urina de 24 horas deve ser colhida em frasco contendo 2mL de HCl a 50% (v/v). insuficiência renal aguda e carcinomas no trato urinário.) Níveis diminuídos Caquexia. ela passa para a circulação sangüínea. onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo suor. Centrifugar antes de processar. estresse. pelo menos.Pós Renal Resultado de uma obstrução do trato urinário. nefrite. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades renais e hepáticas. Sua concentração varia em indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores como: grau de hidratação. dieta protéica e função renal. O aumento da absorbância em 580 nm é proporcional a concentração de uréia na amostra. plasma (heparina) e urina. com produção de NH3 e CO2. Obstrução do trato urinário (cálculo. hemodiluição. obstrução prostática etc.Pré-renal Condições em que a circulação através dos rins é menos eficiente que o normal Desidratação (diarréia persistente) Choque Diminuição do volume sangüíneo (hemorragias digestivas) Catabolismo protéico aumentado (febre. secreção e excreção. Multiplicar o resultado obtido por 50. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A uréia é o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das proteínas. insuficiência hepática aguda e ingestão protéica diminuída. Amostras Soro. haverá uma diminuição da conversão de amônia em uréia. trato gastrintestinal e rim. Na lesão hepática. Níveis aumentados A . PRINCÍPIO DO MÉTODO A uréia é hidrolisada na presença da enzima urease e água. A lesão renal provoca uma retenção de substâncias tóxicas como a uréia através de distúrbios da filtração. Produzida no fígado. 4. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. A diminuição da uréia está relacionada a insuficiência hepática grave.Renal Diminuição da filtração glomerular como conseqüência de uma doença renal aguda ou crônica Nefropatias Tratamento com glicocorticóides (efeito antianabólico) C . 08 horas. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. queimaduras etc. É utilizada na avaliação do estado do funcionamento renal. Diluir a urina 1/50 com água destilada. originando uma coloração verde (reação de Berthelot modificada). gravidez.) Insuficiência cardíaca B . na infância.Procedimento Operacional Padrão . Não usar anticoagulantes fluoretados e nem contendo sais de amônio. 110 . separação e distribuição do material. Armazenamento e estabilidade das amostras: A uréia no soro é estável por 7 dias a 2 – 8 º C. insuficiência cardíaca congestiva.

Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Nitroprussiato de sódio 3. Reagente B: Hipoclorito de sódio 140 mmol/L e hidróxido de sódio 150 mmol/L. evitando assim a deterioração das enzimas. Procedimento automatizado Indicar nome. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. código).0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.G. 7.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. para a obtenção de resultados exatos. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Conservar entre 2 e 8º C 6. Reagente C: Urease – 30. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. O reativo é estável até a data de validade do Kit.Varginha . Vila Verônica . Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 9. COMPONENTES DO KIT URÉIA ENZIMÁTICA Registro M. com cubetas Banho de água a 37 °C.br Reagente A: Tampão fosfato pH 6. Salicilato sódico 60 mmol/L. Cronômetro Tubos de ensaio. 111 . A data de validade aparece no rótulo da embalagem. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. EDTA 2 mmol/L.Brasil. 8. .M.0 mL R-C fr + Padrão com 2. Padrão: Solução de Uréia (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.4646 Site: www. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.0 mL R-C fr + Padrão com 2.Procedimento Operacional Padrão .0 mL BT 10013 – 1 fr com 250 mL R-A + 1 fr com 250 mL R-B + 1fr com 10. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.70 – 50 mmol/L.3214. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 580 nm.Bioquímica 5.biotecnicaltda.: 80027310068 Códigos: BT 10013 – 1 fr com 50 mL R-A + 1 fr com 50 mL R-B + 1fr com 2. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Seguir com rigor a metodologia proposta. Pipetas automáticas e ponteiras. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.000 U/L.com.S.com.2 mmol/L. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.

Pipetar: Reagente B 1. eventualmente infectado.Procedimento Operacional Padrão . Agitar bem e incubar os tubos durante 5 minutos a 37º C. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Deixar ambientar os Reagentes durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em um banho de água. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. se refrigerado. lavar o local com água corrente. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.0 mL de Reativo A-1 + 1.0 mL Amostra 10 μL 1. Em caso de vazamento acidental. com água destilada ou deionizada. Procedimento manual 1. 6. 4. Agitar bem e incubar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente (15-30º C) ou durante 5 minutos a 37º C. 2. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 580 nm. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. CÁLCULOS A Amostra x Valor Padrão = mg/dL uréia. controle (se utilizado) e reagente. A cor é estável por 30 minutos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. sendo o último.0 mL 1.0 mL 5. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.0 mL Padrão 10 μL 1. Em caso de contato com os olhos ou pele. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.0 mL 1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo A de Trabalho: Misturar na proporção de 25. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. plasma ou urina.0 mL de Reativo A-2 Estabilidade do Reativo A de Trabalho: 15 dias. A Calibrador Onde. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Aamostra = Absorbância da amostra Apadrão = Absorbância do padrão Com fator: F = Valor do Padrão Apadrão Uréia = Aamostra x F 112 .0 mL Padrão de uréia Amostra Reagente A de trabalho 3. 10. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. O enxágüe deve ser exaustivo. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. 11. Reativo B: pronto para uso. o que poderia causar resultados errôneos.Bioquímica O reagente.. contém soro. uma vez usado. lavar abundantemente com água corrente. Isso evitará contaminação cruzada.

INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): Soro / plasma: Urina: mg/dL uréia x 0. (Ed.49 mmol/L) Urina: 20 – 35 g / 24 horas Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 1997. Fawcet. Pardini – 2002 – 94 113 . Interferências: O ácido ascórbico.4 = 32. Qualitymark ed. 14. Clin Path. & Scott. Clin Chem 1979. hiperlipemia e bilirrubina até 20 mg/dL. p. não interferem nos resultados. Foreman JA.237 Valor padrão = 70mg/dL F= 70 = 295. Academic Press. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. já que interferem na reação.1980. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. et al. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Amer J Med Technol 1967. Bergmeyer. Tobacco A.E.2mg/dL Dosagem na urina (mg/24 hs): mg/24 hs = Uréia urinária (mg/dL) X Volume urinário de 24 horas (mL) 100 Uréia urina (g/24 h) = Uréia urina (mg/24 h) 1000 12. : 13:156.166 = mmol/L uréia mg/24h ÷ 1000 = g/24h uréia. mesmo em concentrações elevadas (acima de 20 mg/dL).237 Uréia(mg/dL) = 0.49 – 7.) Methods of Enzymatic Analysis.K. J. 13.109 x 295. Não devem utilizar-se sais de amônia como anticoagulantes. 33:15. Clin Chem 1962. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 467 Manual de exames – Laboratório H.4 0. Valores de referência Soro e plasma: 15 – 45 mg/dL (2. Reardon JE. J. Marbach CP. Rio de Janeiro. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Chaney AL. Uréia Enzimática – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.449.Procedimento Operacional Padrão .109 Apadrão = 0. 8:130. Searcy RL. 1985. H. Brit. 25:336. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 200 mg/dL.U.. J. Ltda – Revisão Maio/2005. hemoglobina até 400 mg/dL.Bioquímica Exemplo: Aamostra = 0.

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
URÉIA UV
Método Cinético Enzimático - UV 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades renais e hepáticas 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A uréia é o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das proteínas. Produzida no fígado, ela passa para a circulação sangüínea, onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo suor, trato gastrintestinal e rim. É livremente filtrada pelos glomérulos dependendo do estado de hidratação e 40% a 80% da uréia filtrada são passivamente reabsorvidas nos túbulos proximais. Sua concentração varia em indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores como: grau de hidratação, dieta protéica e função renal. É utilizada na avaliação do estado do funcionamento renal. A uremia é observada na dieta rica em proteínas, insuficiência cardíaca congestiva, nefrite, insuficiência renal aguda e carcinomas no trato urinário. A diminuição da uréia está relacionada a insuficiência hepática grave, aumento da diurese e redução do catabolismo protéico. A lesão renal provoca a retenção de substâncias tóxicas como a uréia devido aos distúrbios da filtração, reabsorção, secreção e excreção. Na lesão hepática, haverá uma diminuição da conversão de amônia em uréia, causando uma hiperamoniemia. Níveis aumentados A - Pré-renal Condições em que a circulação através dos rins é menos eficiente que o normal Desidratação (diarréia persistente) Choque Diminuição do volume sangüíneo (hemorragias digestivas) Catabolismo protéico aumentado (febre, estresse, queimaduras etc.) Insuficiência cardíaca B - Renal Diminuição da filtração glomerular como conseqüência de uma doença renal aguda ou crônica Nefropatias Tratamento com glicocorticóides (efeito antianabólico) C - Pós Renal Resultado de uma obstrução do trato urinário (cálculo, obstrução prostática etc.) Níveis diminuídos Caquexia, gravidez, doença celíaca, hemodiluição, na infância, insuficiência hepática aguda e ingestão protéica diminuída. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO A uréia da amostra é hidrolisada pela enzima urease com produção de gás carbônico e íons amônio. Estes são captados por uma segunda enzima, a glutamato desidrogenase, a qual em presença de outros substratos como o NADH2 e αcetoglutarato, produz NAD e glutamato. A diminuição da concentração de NADH2 no meio pode ser medida espectrofotometricamente em 340 nm, sendo proporcional à concentração de uréia na amostra. Uréia + H2O ---------------> 2 NH4+ + CO2 NH4+ + NADH + H+ + 2-Oxoglutarato ------------------------>Glutamato + NAD+ 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, plasma ou urina. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro e plasma (heparina ou EDTA): Estáveis por 7 dias a 2-8ºC. Urina de 24 horas: Centrifugar antes de processar. Diluir a amostra 1/50 com água destilada (0,1 mL de urina + 4,9 mL de H2O destilada ou deionizada). Multiplicar o resultado obtido por 50.
glutamato desidrogenase Urease

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT URÉIA UV Códigos: Registro M.S.: 80027310045 BT 10012 – 1 fr com 40,0 mL R-A + 1 fr com 10,0 mL R-B + 1 fr com Padrão 2,0 mL BT 10012 – 1 fr com 200,0 mL R-A + 1 fr com 10,0 mL R-B fr + + 1 fr com Padrão 2,0 mL

BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil. Tel/Fax: 0 (XX) 35 - 3214.4646 Site: www.biotecnicaltda.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.br Reagente A : Tampão TRIS 115mmol/L pH 7,6; α-cetoglutarato 7,5 mmol/L. Reagente B: Enzimático: NADH 0,25 mmol/L; Urease ≥ 8 KU/L, glutamato desidrogenase > 800 U/L, ADP 1,2 mmol/L. Padrão: Solução de Uréia (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 2-8 ºC 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados, evitando assim a deterioração das enzimas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 340 nm (330-350) com cubeta termostatizada. Pipetas automáticas e ponteiras. Cronômetro Tubos de ensaio. Procedimento automatizado Indicar nome, modelo e local onde se encontra o equipamento analítico, fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 8. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante, código), instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância, o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
9. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Seguir com rigor a metodologia proposta, para a obtenção de resultados exatos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reagente, uma vez usado, contém soro, plasma ou urina, eventualmente infectado, e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório, em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Em caso de vazamento acidental, lavar o local com água corrente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória, mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Em caso de contato com os olhos ou pele, lavar abundantemente com água corrente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O enxágüe deve ser exaustivo, sendo o último, com água destilada ou deionizada. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra, controle (se utilizado) e reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Isso evitará contaminação cruzada, o que poderia causar resultados errôneos. O reagente contém azida sódica que é tóxica, portanto, tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos, lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. No descarte do reagente, usar bastante água, pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. 10. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 50,0 mL de Reativo A + 0,5 mL de Reativo B + 0,5 mL de Reativo C. Estabilidade do Reativo A de Trabalho: 15 dias, se refrigerado. Descartar o reativo de trabalho se sua absorbância em 340 nm, medida frente a água, for inferior a 1,00. Procedimento manual Reagente de Trabalho: Misturar 4 (quatro) partes do Ragente A com 1 (uma) parte do Reagente B. Ex: Adicionar 4,0 mL de Reagente A – Tampão a 1,0 mL de Reagente B – Enzimático. O reagente de trabalho é estável por 4 semanas se mantido ao abrigo da luz, refrigerado de 2 a 8ºC e fora de refrigeração somente o tempo necessário para as dosagens. • Desprezar o Reagente de Trabalho se sua absorbância em 340 nm, medida frente a água, for inferior a 0,900.

B) Procedimento 1. 2. Pré-aquecer o reagente de trabalho e a amostra a 37ºC durante 2 minutos. Pipetar em uma cubeta pré-aquecida a 37ºC. Reagente de Trabalho Padrão ou amostra 3. 4. 1,0 mL 10 μL

Misturar e acionar o cronômetro simultaneamente Anotar a absorbância aos 30 segundos (A1) e aos 120 segundos (A2) da amostra e do padrão, a 340 nm.

Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 11. CÁLCULOS (A2 - A1) amostra x Valor padrão = mg/dL Uréia. (A2 - A1) padrão

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ácido Etacrínico. Falsos Valores elevados: Hidroclorotiazida. 1997. furosemida. (Ed.) Methods of Enzymatic Analysis. 285: 385.052 A2.A1) padrão Uréia (mg/dL) = ΔAteste x Fator Exemplo: A1. Hallet C. kanamicina. Kassirer. salicilato. Chim.052) 0. neomicina. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.Procedimento Operacional Padrão .054-0. tianterene. Ltda – Revisão Maio/2005. Bergmeyer HU. p.. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Talke H. cloranfenicol. J. Uréia UV – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.P.J. 1971. Rio de Janeiro. mitramicina. sulfonamidas.M. gentamicina. New Engl.166 = mmol/L uréia mg/24h ÷ 1000 = g/24h uréia. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.145 – 0. propanolol. vancomicina. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. lítio. Para valores acima de 250 mg/dL. 444..amostra = 0. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 467 Manual de exames – Laboratório H. Clin. meticilina.7 Uréia (mg/dL) = 23. J.093 Uréia (mg/dL) = (0. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear entre 6 e 250 mg/dL. J.023) x 752. diluir a amostra com água destilada. Multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. timol. Schubert GE. Sensibilidade: 6 mg/dL 14.34 mg/dL Dosagem na Urina (mg/24 horas) mg/24 horas = Uréia urinária (mg/dL) x Volume urinário de 24 h/mL 100 12. é recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de normalidade. Ácido Ascórbico e Hemoglobina: Ácido Ascórbico apenas em concentrações elevadas (acima de 20 mg/dL) e hemoglobina (acima de 200 mg/dL) induzem a resultados falsamente elevados. Bilirrubina: A bilirrubina até 15 mg/dL não interfere.G. Interferências: Não devem ser utilizados sais de amônia como anticoagulantes.7 F= 70 (0. Valores de referência Soro e plasma: 15-45 mg/dL Urina: 20-35 g/24 horas Estes valores são unicamente a título orientativo. Pardini – 2002 – 94 117 . Klin Wschr 1965. pois os mesmos interferem na reação. & Cook. metildopa. Academic Press.amostra = 0. guanetimidina. cefalosporida. Falsos Valores Diminuídos: fenotiazinas. Med.padrão = 0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): Soro / plasma: Urina: mg/dL uréia x 0. Acta 35:37. Qualitymark ed. morfina. 1985. 43:174.Bioquímica Fator de calibração = Valor do padrão / (A2 .054 A1-padrão = 0.1971.145 Valor do padrão = 70 mg/dL = 70 = 752. bacitracina.023 A2. 13.

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