LABORATÓRIO: ______________________________________________________________ PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO ALFA-AMILASE

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica

Índice
ÁCIDO ÚRICO - Método Enzimático Colorimétrico - UOD-PAP............................................ ALBUMINA - Método Colorimétrico Verde de Bromocresol................................................... ALFA-AMILASE - Método Cinético Gal G2 – CNP................................................................ BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL - Método Colorimétrico Malloy-Evelyn – DMSO………. CÁLCIO ASX -Método ARSENAZO III ................................................................................. CÁLCIO - Método Colorimétrico (o-CRESOLFTALEÍNA)...................................................... CLORO - Método Colorimétrico (Mercúrio – Tiocianato) ...................................................... COLESTEROL - Método Enzimático Colorimétrico .............................................................. HDL COLESTEROL DIRETO - Método Enzimático Colorimétrico Direto – Sem precipitação............................................................................................................................. HDL COLESTEROL - Método Precipitante – Ácido Fosfotúngstico...................................... CREATININA - Método Cinético Colorimétrico...................................................................... CREATINO QUINASE (CK-NAC) -Método Cinético – UV..................................................... CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) - Método Cinético – UV............................................. FERRO Ferrozine - Método Colorimétrico............................................................................. FERRO CRX - Método Cromazurol B .................................................................................... FOSFATASE ALCALINA - Método Cinético Colorimétrico (DGKC – DEA).......................... FÓSFORO – UV - Método Molibdato .................................................................................... FRUTOSAMINA – Método Cinético Colorimétrico................................................................. γ - GLUTAMILTRANSFERASE (GAMA - GT) - Método Cinético Colorimétrico.................... GLICOSE - Método Enzimático Colorimétrico ....................................................................... MAGNÉSIO MONO - Método colorimétrico - MAGON SULFONADO................................... PROTEÍNA TOTAL - Método Colorimétrico .......................................................................... PROTEÍNA URINÁRIA - Método Vermelho de Pirgalol......................................................... TGO / AST - Método Cinético – UV........................................................................................ TGP / ALT - Método Cinético – UV........................................................................................ TRIGLICÉRIDES - Método Enzimático Colorimétrico............................................................ URÉIA ENZIMÁTICA - Método Enzimático Colorimétrico ..................................................... URÉIA UV - Método Cinético Enzimático – UV ..................................................................... Página 03 07 11 16 20 24 28 32 36 41 45 50 54 58 62 66 70 74 77 81 85 90 94 98 102 106 110 114 Revisão 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ÁCIDO ÚRICO
Método Enzimático Colorimétrico UOD-PAP 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de enfermidades renais, doenças metabólicas genéticas e patologias como leucemias, linfomas, etc. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o ácido úrico é o produto final do metabolismo das purinas, estando elevado em várias situações clínicas além da gota. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia têm gota. Níveis elevados também são encontrados na insuficiência renal, etilismo, cetoacidose diabética, psoríase, pré-eclâmpsia, dieta rica em purinas, neoplasias, pós-quimioterapia e radioterapia, uso de paracetamol, ampicilina, aspirina (doses baixas), didanosina, diuréticos, beta-bloqueadores, dentre outras drogas. Diminuição dos níveis é encontrada na dieta pobre em purinas, defeitos dos túbulos renais, porfiria, uso de tetraciclina, alopurinol, aspirina, corticóides, indometacina, metotrexato, metildopa, verapamil, intoxicação por metais pesados e no aumento do “clearance” renal. Urina: cerca de 70% do ácido úrico é eliminado pelos rins. Esta dosagem é útil em pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção urinária de urato aumentada. Álcool causa diminuição do urato urinário. Antiinflamatórios, vitamina C, diuréticos e warfarim podem interferir no resultado. Líquido sinovial: pode ser útil no diagnóstico diferencial de artropatias. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO No presente método, o ácido úrico da amostra sofre a ação da uricase, na presença de oxigênio, produzindo alantoína e peróxido de hidrogênio, este em presença de um reagente fenólico (TOOS) e da 4-aminoantipirina, sofre a ação da peroxidase produzindo um complexo violáceo (quinonimina), com máximo de absorção em 500 nm. Ácido Úrico + O2 + 2H2O
uricase

Alantoína + CO2 + H2O2
peroxidase

2H2O2 + 4-aminoantipirina + TOOS 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA

Quinonimina + 3H2O

Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, urina e líquido sinovial. Não usar plasma, pois obtem-se resultados falsamente diminuídos. Soro: obtido da maneira usual. Separar dentro das próximas 2 horas da coleta. Soros ictéricos ou com hemólise produzem valores falsamente elevados. O fluoreto inibe a Uricase. Urina: de 24 horas, separar 10 mL, acertar o pH entre 7,0 e 9,0 com hidróxido de sódio a 5% e aquecer 10 minutos a 56°C para dissolver os cristais de urato e ácido úrico, evitando resultados falsamente diminuídos. Diluir a urina 1:20 com água destilada ou deionizada e fazer a determinação. Multiplicar o resultado por 20. Líquido sinovial: a coleta não deve ser feita antes de decorridos 07 dias da última punção, ou antes de 30 dias após a administração de medicamento intra-articular. Armazenamento e estabilidade das amostras: o o o Soro: O analito é estável 03 dias entre 2-8 C ou 06 meses a –10 C (10 C negativos). Não utilizar plasma, pois apresenta resultados falsamente diminuídos. Urina: Manter refrigerado. Líquido sinovial: Até 15 dias entre 2-8oC. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Urina: presença de ácido ascórbico. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material. 5. COMPONENTES DO KIT ÁCIDO ÚRICO - UOD-PAP Registro M.S.: 80027310038 Códigos: BT 10.001 – 1 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2,0 mL. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil.

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Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Padrão: Solução de Ácido Úrico (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Se o reagente for mantido de 15 – 25°C. evitando assim a deterioração das enzimas. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Peroxidase 2500 U/L. lavar o local com água corrente. plasma ou urina. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510). sua estabilidade será de 2 semanas O reativo é estável até a data de validade do Kit. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. com cubetas.com. 7. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. uma vez usado.3214. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Em caso de vazamento acidental.3 mmol/L. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. protegido da luz. O reagente.e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio.34 mmol/L e conservantes. Uricase 450 U/L. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. eventualmente infectado. Banho de água a 37 °C. Conservar entre 2 – 8 º C 6.0 – 50 mmol. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. 4 .biotecnicaltda. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. contém soro. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Seguir com rigor a metodologia proposta. 7. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. TOOS 0.br Reagente: Tampão Fosfato pH. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. 4-aminoantipirina 0.com. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Tel/Fax: 0 (XX) 35 . para a obtenção de resultados exatos. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. código).4646 Site: www. Pipetas automáticas. NÃO CONGELAR. 8. Em caso de contato com os olhos ou pele.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. 9. Procedimento automatizado Indicar nome. lavar abundantemente com água corrente.

procedendo à dosagem como descrito acima para o soro. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.02 mL de soro. misturar 1. 10. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). da absorbância do teste e calcular a concentração. medir o volume e separar uma amostra de cerca de 20 mL. Isso evitará contaminação cruzada. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente (16-25 °C) ou durante 10 minutos a 37°C. que pode ser obtida com a metodologia. 4. sendo o último. A cor é estável durante 30 minutos. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. para que resultados falsamente diminuídos não sejam obtidos. Teste → Absorbância do teste Abs.9 mL de água destilada ou deionizada). pode-se utilizar o método do fator: 5 . pois aumentam a imprecisão da medição. Para espectrofotômetros que requeiram volumes de leitura superiores aos indicados. Diminuir a absorbância assim obtida. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. deixar o soro em repouso durante 90 minutos antes de iniciar a dosagem. Ajustar o pH para a faixa entre 7 e 9 com NaOH 5% e aquecer a amostra durante 10 minutos a 56ºC. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco a 500 nm (490-510nm). 11. com água destilada ou deionizada. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido à ótima reprodutibilidade. • Diluir a urina assim tratada 1:10 (0. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos.0mL Amostra 20μL 1. 2. acertando o zero com água. Os cálculos permanecem inalterados. Os reagentes devem estar à temperatura ambiente. 5.0 mL de reagente.0 mL de NaCl 0. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Para soro lipêmico e/ou com bilirrubina superior a 10 mg/dL.0mL Padrão 20μL 1.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Se houver suspeita da presença de ácido ascórbico. Pipetar em tubos de ensaio: Água destilada Padrão Amostra Reagente Branco 20μL 1. o que poderia causar resultados errôneos. Este procedimento dissolve cristais de ácido úrico presentes. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL ácido úrico Abs. O enxágüe deve ser exaustivo. sem prejuízos para o desempenho do teste. CÁLCULOS Abs. Dosagem na urina: • Homogeneizar a urina. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. controle (se utilizado) e reagente. usar 50 μl de amostra ou padrão e 2.1 mL de urina + 0.01 mL) são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela.9% e 0. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Em caso de redução dos volumes é fundamental que se observe o volume mínimo necessário para a leitura fotométrica. Volume de amostra menores que 10 μL (10 microlitros = 0.0mL 3. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. evitando resultados falsamente diminuídos. • Multiplicar o resultado obtido por 10. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Os volumes de amostra e de reagentes podem ser modificados proporcionalmente. Padrão Onde: Abs. Ler em 520 nm ou filtro verde.

0 mg/dL = 89 a 356 mmol/L Para amostras de Urina: 250 a 750 mg/24horas. etc. do Padrão . Ltda – Revisão Maio/2005. 754-758. clorotiazida. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20 mg/dL (1190 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. fenotiazida. 13. Rio de Janeiro. Pardini – 2002 – 58-59 6 .5 a 7. metildopa. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. a hemoglobina > 1g/L e bilirrubina > 15 mg/dL interferem. : Mosby’s diagnostic and laboratory test reference 1992. Fossati P. Manual de exames – Laboratório H. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993. sulfinpirazona. 1997. Bert G. Clin Chem 1980. 14.0 mg/dL = 148 a 416 mmol/L Mulheres: 1.3 mmol/L. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. azatiopina. Esses valores são unicamente orientativos. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. Falsos Valores baixos: vitamina C (ácido ascórbico). probemicida. Guyton. Trinder P. coumarim. Prencipe L.5 = mmol/L ácido úrico Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: Homens: 2. Ácido Úrico – Bula do Kit – Biotécnica Ind e Com. alopurinol. acetohexamida.5 a 6. etc. 5ªedição. Ácido Úrico (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator Cálculo p/ Urina: Urina (mg/24 h) = mg/dL x volume urinário (em mL) 100 12.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Fator de calibração = Conc. Qualitymark ed.. mercaptopurina. Analyst 1972. 27:142-145.D. salicilatos. A lipemia pode afetar os resultados. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. estrógenos. Interferências O ácido ascórbico > 0. Pagana K. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. furosemida. Falsos Valores elevados: acetozolamida. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Barham D. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL ácido úrico x 59. 26:227-231. Para amostras de Líquido sinovial: Valores próximos ao do soro colhido na mesma ocasião.

com. COMPONENTES DO KIT ALBUMINA Códigos: Registro M. no entanto é útil para monitorar o estado do paciente.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ALBUMINA Método Colorimétrico Verde de Bromocresol 1. de enfermidades hepáticas avançadas.Varginha . verde de bromocresol 0.88 mmol – pH 4. 5. Líquido pleural ou líquido ascítico: O material não é colhido no laboratório. . Tel/Fax: 0 (XX) 35 . formando um complexo colorido que é quantificado espectrofotometricamente. Nutrição. na síndrome nefrótica e casos de desnutrição grave. azida sódica 9mmol. Havendo lesão hepática ou renal teremos distúrbios que podem ser resumidos em: Hipoalbuminemia: que ocorre nas doenças hepáticas crônicas. 7 . Padrão: Solução de Albumina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.: 80027310032 BT 10. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro: O analito é estável 3 dias entre 2 – 8°C e 7 dias a – 10oC (10°C negativos. 08 horas.2. PRINCÍPIO DO MÉTODO A albumina presente na amostra reage com o verde de bromocresol em meio ácido. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Critérios para a rejeição de amostras Presença de lipemia intensa.3214.biotecnicaltda. 4. Essa redução está relacionada a diminuição da síntese hepática ou perda excessiva renal. pelo menos. Realizar a coleta pela manhã Amostras: Soro.2 .br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com. 3. o conhecimento dos níveis de albumina é suficiente e até pode oferecer algumas vantagens em relação à proteína.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão .S. 2. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta.Brasil. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente: O paciente deve estar em jejum de.002 .) Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. líquido pleural ou líquido ascítico. enfermidades renais e casos de desidratação grave. separação e distribuição do material. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação do estado nutricional. levando a uma diminuição da pressão coloidosmótica do plasma provocando um aumento de reabsorção de sódio e água e conseqüentemente causando edema. Manutenção da pressão osmótica sangüínea. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A albumina é uma proteína globular produzida pelo fígado que é o principal componente protéico de um soro humano normal. icterícia e anemia dilucional. Em algumas situações clínicas. Esta característica é utilizada para dosar a albumina.4646 Site: www. Tem diversas funções importantes: Transporte de moléculas hidrofóbicas como a bilirrubina e os ácidos graxos.17 mmol/L. Soro: obtido da maneira usual. Hiperalbuminemia: é observada em casos de desidratação grave e queimaduras externas.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.M. Vila Verônica . Isto é possível devido a zona hidrofóbica que existe em sua estrutura.br Reagente: Tampão Succinato 0. Variações nos níveis séricos de albumina não são específicos já que podem ser devido a um grande número de alterações.G. onde teremos a perda excessiva de água causando uma hemoconcentração.

A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. lavar o local com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. código). Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. plasma ou urina. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. eventualmente infectado. sendo o último. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio. Conservar a temperatura ambiente 6. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Em caso de contato com os olhos ou pele. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. contém soro. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. 9. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 630 nm (620-640). mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. para a obtenção de resultados exatos. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. uma vez usado. O reativo é estável até a data de validade do Kit. 7. Manter ao abrigo da luz. Em caso de vazamento acidental. O reagente. Pipetas automáticas. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 8 . Procedimento automatizado Indicar nome. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. 8. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. com água destilada ou deionizada. Seguir com rigor a metodologia proposta. com cubetas Banho de água a 37 °C. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. O enxágüe deve ser exaustivo. lavar abundantemente com água corrente.

Para espectrofotômetros que requeiram volumes de leitura superiores aos indicados. o que poderia causar resultados errôneos. 10. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.0 mL Amostra 5 μL 1.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos.0 mL Padrão 5 μL 1. portanto. O reagente contém azida sódica que é tóxica.05 ml de amostra ou padrão e 2 mL de reagente. Padrão → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido a grande reprodutibilidade.9 g/L = g/dL x 10 Valores de referência Os valores são normais entre 3. Os volumes de amostra e de reagentes podem ser modificados proporcionalmente. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico.0 mL 2. controle (se utilizado) e reagente. Agitar bem e deixar nos tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. Os cálculos permanecem inalterados. 11. Padrão → Absorbância do Padrão Conc. lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc.8 g/dL. Fazer referência ao Manual ou POP de Segurança. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Albumina Amostra Reagente Branco 1. pois aumentam a imprecisão da medição. Amostra → Absorbância da Amostra Abs. usar 0. Albumina (g/dL) = Absorbância do Teste x Fator Globulina = Proteína Total – Albumina Relação A/G = Albumina / Globulina 12. Isso evitará contaminação cruzada. do Padrão . Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. usar bastante água. Em caso de redução dos volumes é fundamental que se observe o volume mínimo necessário para a leitura fotométrica. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. A cor é estável durante 30 minutos. sem prejuízos para o desempenho do teste. Padrão Onde Abs. 9 . Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco a 630 nm. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). aplicar as normas de segurança estabelecidas. 4. Padrão = g/dL Albumina Abs.01 mL) são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela. CÁLCULOS Abs. Estes valores são unicamente orientativos. 3. Volume de amostra menores que 10 μL (10 microlitros = 0. que pode ser obtida com a metodologia. No descarte do reagente. Amostra x conc.5 e 4. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : g/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): µmol/L = g/dL x 144.

1997. WA & Biggs H. R. Falsos Valores elevados: o uso de torniquete por mais de 3 minutos provoca um aumento no valor. Jacobs DS. Falsos Valores baixos: plasmas obtidos com heparina. – Clin. Manual de exames – Laboratório H. Chim. C. Lexi-Comp Inc. S. & Berkman. Qualitymark ed. BL. 14. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 6 g/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.. T: Watson. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 29/10:1491 (1957). Acta. Sobel. Interferências A bilirrubina > 25 mg/dL e a hemoglobina > 1 g/L interferem no método. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Doumas B. Albumina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 1996. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.31:1:87. 1971. lítio e oxalato de potássio combinando com fluoreto de sódio. Chem. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. Ltda – Revisão Maio/2005. Henry.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 13. Hudson.. Pardini – 2002 – 58-59 10 . Rio de Janeiro. Kasten Jr.G. 66. fornecem resultados falsamente diminuídos. – Laboratory Test Handbook. – Anal.

permanecem em níveis normais. pelo menos. 2. formando complexos de alto peso molecular denominados macroamilases. atingindo pico em 24 horas e retornando ao normal entre 48 a 72 horas. líquido pleural ou líquido ascítico. As dosagens da amilase sérica e urinária são amplamente utilizadas no diagnóstico de doenças do pâncreas. A relação entre o clearance de amilase/creatinina auxilia no diagnóstico diferencial da macroamilasemia (clearance muito baixo). 11 . persistindo por períodos mais longos. Amostras Pode ser usado soro. Encontra-se aumentada na pancreatite aguda. predominantemente. 08 horas. níveis de amilase podem estar ligeiramente aumentados. Tumores de pulmão e de ovário podem produzir hiperamilasemia em torno de 50 vezes do intervalo de referência. quando comparada com a sérica. Amilase sérica normal pode ser encontrada (em torno de 20%) em pacientes com pacreatite aguda.) Intoxicação alcoólica Insuficiência renal grave Obstrução das vias biliares Obstrução intestinal Obstrução do canal pancreático Câncer de pâncreas Cetoacidose diabética Neoplasias (pulmão ou ovário) Níveis diminuídos Insuficiência pancreática Fibrose cística avançada Hepatopatias graves AMILASE URINÁRIA Uma quantidade significativa de amilase sérica é excretada na urina e. A magnitude da elevação sérica não é diretamente relacionada com a gravidade do envolvimento pancreático. PRINCÍPIO DO MÉTODO A α-amilase catalisa a hidrólise do 2-cloro-4-nitrofenil-α-galactosilmatóside (Gal-G2-α-CNP) liberando 2-cloro-4-nitrofenol. São conhecidas duas isoenzimas: a pancreática e a salivar. sendo. freqüentemente. com grande probabilidade. A amilase pode ligar-se a proteínas (ex. Realizar a coleta pela manhã. apendicite aguda etc. A relação normal é de 1% a 4%. mas indica. sem conservantes. com o objetivo de compensar as variações de atividade da amilase em amostras obtidas de cada micção. 3. Quando se determina a amilase na amostra de urina. A macroamilasemia se caracteriza por elevação dos níveis séricos de amilase com valores urinários normais. Na maioria dos pacientes com pancreatite aguda. Urina: de 2 a 24 horas. porém.: imunoglobulinas). INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades pancreáticas agudas ou crônicas e no diagnóstico da parotidite (caxumba). elevações séricas serão refletidas na mesma. A quantidade de 2-cloro-4-nitrofenol liberada é medida a 405 nm. Níveis aumentados Parotidite Pancreatite aguda Macroamilasemia Gravidez ectópica Oclusão mesentérica Queimaduras graves Lesão de glândula salivar Doença intra-abdominal (peritonite. um diagnóstico de pancreatite aguda. Em torno de 25% da amilase sérica é normalmente eliminada na urina. Isso é caracterizado por amilase sérica elevada e urinária normal e pode ocorrer em indivíduos sadios. na proporção de 40:60 em soro de indivíduos sadios. Em episódios agudos de pancreatite crônica. Aumentos da amilase sérica não são necessariamente devidos à pancreatite.CNP 1. bem como na investigação da função pancreática. Soro: obtido da maneira usual.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ALFA-AMILASE Método Cinético Gal G2 . A amilase urinária parece atingir níveis mais elevados. sendo proporcional à atividade da enzima no soro. urina. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A α – amilase é uma hidrolase que degrada complexos de carboidratos. de origem pancreática e da glândula salivar. portanto. 4. Na insuficiência renal está aumentada em proporção à extensão do comprometimento renal. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. O resultado deverá ser reportado com Relação amilase/Creatinina (U/g). Colhido de maneira usual. seus níveis séricos elevam-se duas a 12 horas após o início do episódio. deve-se também determinar a creatinina na mesma amostra. diminuída na macroamilasemia e normal ou pouco diminuída na hiperamilasemia salivar.

A heparina não interfere como anticoagulante.001. capazes de deteriorar irreversivelmente o substrato. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . for igual ou maior que 0. 12 . Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. Cronômetro.22 mmol/L Reagente pronto para uso. apresenta um acréscimo de 0. Centrífuga. Vila Verônica .4646 Site: www. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 nm.: 80027310013 BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.com. Armazenamento e estabilidade das amostras: A α-amilase em soro e plasma é estável pelo menos por 5 dias a 2-8ºC. sem conservantes.com. Elevações repentinas da absorbância do substrato indicam contaminação com saliva ou suor.003 por mês.00 – 2 fr com 30mL Registro M.biotecnicaltda.3214. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. medida contra a água. o A dosagem da amilase urinária deve ser feita em urina de 2 a 24 horas. medida contra a água em 405 nm.CNP Códigos: BT 11. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta.00 – 2 fr com 15mL BT 11. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Outros líquidos biológicos também devem ser colhidos sem conservantes. .br Reagente Substrato: Tampão biológico pH 6. 6. 7. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. soprar no substrato. evitando assim a deterioração das enzimas.G.AMILASE . Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Cloreto de cálcio – 6 mmol/L.001. Conservar entre 2 – 8 º C Cuidados especiais: Pipetar o substrato com a boca. Segundo estudos de estabilidade a absorbância do substrato. capazes de deteriorar irremediavelmente o substrato. mantida entre 2 e 8 C. Gal G2 – CNP 2.Gal G2 . Cloreto de sódio – 70 mmol/L.005 ou quando mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. usar material contaminado com saliva e suor e conversar junto ao frasco destampado são ações que podem contaminar o reagente com quantidades microscópicas de saliva ou suor.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. NÃO CONGELAR. COMPONENTES DO KIT α . Não utilizar o reagente quando sua absorbância. separação e distribuição do material 5. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.00 – 50 mmol/L.S.Varginha . A data de validade aparece no rótulo da embalagem.Brasil. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.M.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Líquido pleural ou líquido ascítico: O material não é colhido no laboratório.

Evitar contaminações com íons metálicos. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 8.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Pipetar em uma cubeta: Soro / Plasma Reativo Amostra 3. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. eventualmente infectado. 9. Recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. o que poderia causar resultados errôneos. lavar o local com água corrente. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.600 A com o aparelho zerado em 405 nm com água deionizada indicam deterioração do reativo. Não misturar diferentes lotes de reagentes. para a obtenção de resultados exatos. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. plasma ou urina. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. O enxágüe deve ser exaustivo. controle (se utilizado) e reagente.0 mL 10μl Urina 1. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. 10. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. sendo o último.0 mL 10μl Líquidos Pleural / Ascítico 1. a temperatura desejada. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Pré-aquecer o Reagente durante alguns minutos. lavar abundantemente com água corrente. 1. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. uma vez usado. É necessário o uso de proteção respiratória. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso OBS: Leituras de absorbância do reativo superiores a 0. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Seguir com rigor a metodologia proposta. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Não soprar a pipeta utilizada. Procedimento manual 1. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Em caso de contato com os olhos ou pele. com água destilada ou deionizada. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. código). 2. para evitar a contaminação do reativo. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.0 mL 10μl Misturar e inserir no porta-cubetas termostatizado. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. contém soro. Isso evitará contaminação cruzada. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Em caso de vazamento acidental. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. 13 . O reagente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.

Valores maiores que 3 vezes o limite superior de referência indicam aumento considerável da atividade da amilase sérica. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS VT x 1000 Fator = Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L Valores de referência: Para os Líquidos Pleural / Ascítico os valore são iguais aos do soro.Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Interferências: Temperatura de incubação: A determinação deve efetuar-se a 37ºC.0 a 37 ºC (12. oxalato. 11. codeína. Os anticoagulantes fluoreto.9% e repetir a dosagem. diuréticos.150 a 405nm)U/L. Amostras com hemólises produzem resultados falsamente diminuídos. A2 e A3 respectivamente).9) 12. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). amostra contaminada.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 4. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear entre 10 e 1038 (0. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. citrato e EDTA interferem. Multiplicar o valor obtido pelo fator de diluição. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. morfina. CÁLCULOS Para linearidade: ΔA / min x 7537 a 37oC Amilase Urinária/Hora Amilase (U/l) x volume urinário (ml) Amilase urinária (U/h) = 1000 x tempo de coleta (h) Relação Amilase/Creatinina Amilase (U/l) x 100 Relação Amilase/Creatinina (U/g) = Creatinina (mg/dl) Relação depuração da amilase / depuração da creatinina Determinar a atividade da amilase e a concentração da creatinina no soro e em uma amostra de urina e aplicar os resultados na seguinte fórmula: Amilase na urina (U/l) x Creatinina no soro (mg/dl) Relação (%): Amilase no soro (U/l) x Creatinina na urina (mg/dl) Método para cálculo do fator VT = volume total do ensaio VA = volume da amostra 1000 = conversão de U/ml para U/l ε x VA x d d = espessura da solução ε = absortividade milimolar do 2-cloro-4-nitrofenol em 405 nm. Falsos Valores elevados: Meperidina. Soro/Plasma Urina 37ºC < 86 U/L < 470 U/L x 100 Esses valores são unicamente orientativos. tetraciclina. 13. diluir a amostra com solução salina 0. Para valores acima de 1038 U/L. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Valores de bilirrubina até 20 mg/dL e hiperlipemia (triglicerides até 1500 mg/dL) não interferem. pH 6. salicilatos. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Incluir o procedimento a ser adotado diante de um resultado crítico. Anotar a absorbância após 1 minuto e efetuar novas leituras após mais 1. 14 . 2 e 3 minutos (A1. álcool.

Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Clin Chem.. H.Bioquímica Falsos Valores baixos: Citratos. E. Alfa-Amilase – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.. Mosby Co. Philadelphia: W. Hunt MR. Rauscher. 14. Hudson: Lexi-Comp Inc. oxalatos e fluoretos. Kaplan LA. 1996. amd Chavez R. Tietz NW. Kasten Jr BL. Rio de Janeiro. 1987. Ltda – Revisão Maio/2005. 34. Wootton and H. Pesce AJ.D. St.. Saunders Company. 91. 38:920. Clin Chem 1980. Freeman. Methods in Clinical Chemistry. E. Louis: The C. 31. Kaufman RA. DAVID.(1988)..Sigler E. Cambridge. et al.. Rosenblum JL. Westgard JO.B. 1996.. Clin Chem 1992.V. Laboratory Test Handbook... 27: 493-501. Clinical Diagnosis and Management by Laboratory Methods.. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. 1997. Pardini – 2002 – 58-59 15 . Clin Chem 1981. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Winn-Deen. 525-527. 2005.P. 79-80.Procedimento Operacional Padrão .. Henry JB.1:14 (1985) I. Microanalysis Medical Biochemistry (1982). 26: 846-853.S. Qualitymark ed. Manual de exames – Laboratório H. 817-830. CNPG3 Technology: Genzyme Manual. Clin Chem. Barry PL. 1-35. Jacobs DS. 1996.10.

4646 Site: www. No caso de recém-nascidos. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro. A Bilirrubina Total é a soma das duas bilirrubinas (Direta + Indireta). ácido clorídrico 60 mmol/L. 04 horas. 3. Proteger da luz. que quantifica colorimetricamente a formação de azobilirrubina. -25 mL R3 (Nitrito) BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.S. a coloração aparece após o contato do soro e o reativo. No fígado.50 mL R1 (Bilirrubina Direta )+ 1 fr. de coloração vermelha. biliar e nas doenças hemolíticas. . superando a barreira hemato-encefálica podendo causar danos cerebrais irreversíveis. pouco polar. Esta eliminação se dá de maneira praticamente completa. onde é metabolisada pela flora bacteriana residente. -250 mL R1 (Bilirrubina Direta )+ 1 fr. Dimetilsulfóxido 10 mmol/L Reagente 3 – Nitrito: Nitrito de sódio 33 mmol/L. muito polar. pois uma elevação acentuada da Bilirrubina Indireta.M. veiculada pela albumina. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A bilirrubina é formada principalmente pela degradação da molécula heme e é transportada até o fígado. transformando-se assim em Bilirrubina Direta ou Bilirrubina Conjugada. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. O monitoramento da Bilirrubina do neonato. 4. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. doenças hemolíticas e na insuficiência hepática. não dá uma reação direta e é preciso adicionar um terceiro reativo para que seja produzida a reação de diazotação com o aparecimento da cor. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Bilirrubina Direta.3214. antes da próxima mamada.Bioquímica BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL Método Colorimétrico Malloy-Evelyn – DMSO 1. Estável por 8 horas a temperatura ambiente.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. A Bilirrubina conjugada.com. Reagente pronto para uso. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. .: 80027310029 Códigos: BT 10003 – 1 fr.Procedimento Operacional Padrão . a bilirrubina se liga ao ácido glicurônico para formar a Bilirrubina Conjugada. Amostras Soro: obtido da maneira usual.br Reagente 1 – Bilirrubina Direta: Ácido sulfanílico 35 mmol/L. pelo menos.5 mL R3 (Nitrito) BT 10003 – 1 fr.com.Varginha . A Bilirrubina Conjugada ou Bilirrubina Direta é excretada pelas vias biliares até o intestino. 16 . Reagente 2– Bilirrubina Total: Ácido sulfanílico 40 mmol/L. Esta Bilirrubina apresenta níveis séricos elevados na presença de obstrução das vias biliares. Nesta fase a bilirrubina é insolúvel em água e é conhecida como Bilirrubina Não Conjugada ou Bilirrubina Indireta. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação hepática. Vila Verônica . 2. .G. A Bilirrubina livre.Brasil. Conservar protegido da luz. PRINCÍPIO DO MÉTODO Quase todas as técnicas de quantificação da Bilirrubina se baseiam na reação de Malloy-Evelyn. reage em meio aquoso com o reativo de diazotação.azida sódica 16 mmol/L. conhecidos como estercobilinogenio. em particular do prematuro é de suma importância. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. à um grupo de produtos complexo. COMPONENTES DO KIT BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL – DMSO Registro M. ácido clorídrico 180 mmol/L. por este motivo se chama Bilirrubina Indireta.biotecnicaltda. separação e distribuição do material 5. mediante a atuação da enzima uridil difosfato glucoroniltransferase. 12 horas entre 2-8 ºC ou 24 horas congelado. . -250 mL R2 (Bilirrubina Total) + 1 fr.50 mL R2 (Bilirrubina Total) + 1 fr. quando a bilirrubina reage sob determinadas condições com o ácido sulfanílico diazotado.

Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Procedimento automatizado Indicar nome. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Seguir com rigor a metodologia proposta. Pipetas automáticas e ponteiras Banho Maria.570) com cubeta. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. evitando assim a deterioração das enzimas. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. com água destilada ou deionizada. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. uma vez usado. código). em lugar apropriado para material potencialmente infectante. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. eventualmente infectado.Procedimento Operacional Padrão . NÃO CONGELAR. Em caso de vazamento acidental. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Em caso de contato com os olhos ou pele. sendo o último. Cronômetro. 9. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. plasma ou urina. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. O reagente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.(530 . O enxágüe deve ser exaustivo. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. lavar abundantemente com água corrente. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 550 nm. Manter ao abrigo da luz. 8. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Centrífuga. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. 17 . Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.Bioquímica Conservar entre 2 – 8 º C 6. 7. para a obtenção de resultados exatos. lavar o local com água corrente. contém soro.

18 .Nitrito Amostra/Padrão 2.0 mL 30 μL 50 μL Branco Direta 1.2 = 1000 μL R–3 = 30 μL Amostra = 20 μL Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. com volume de amostra reduzido para 20 μL. Para pediatria pode-se variar os volumes proporcionalmente: R – 1 / R .0 Bilirrubina Direta (mg/dL) = AD – ABD x 15. Total R-3 . 10.020 AB.052 AD = 0. Pipetar em tubos de ensaio: (Nota 1) Branco Total 1.0 UNIDADES SI: mg/dL bilirrubina x 17. Os reativos de trabalho desenvolvem uma coloração alaranjada.040 AT .052 x 25 = 1.092 ABT = 0. 11.013 Bilirrubina Direta = (mg/dL) = 0.ABD = 0. porém isto não interfere no resultado final.013 x 15 = 0.Bioquímica Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.5 e BT = 60.ABT =0.8.0 mL 50 μL Direta 1.19 mg/dL Bilirrubina Total = (mg/dL) = 0. controle (se utilizado) e reagente. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Estável por 48 horas.1 = μmol/L bilirrubina Exemplo: AT = 0. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Cuidados especiais Conservar a amostra e o reativo protegidos da luz. Isso evitará contaminação cruzada.Procedimento Operacional Padrão . quando mantido em frasco fechado a 2-8°C e realizadas calibrações diárias. o que poderia causar resultados errôneos.0 mL 30 μL 50 μL R-1 – Bil Direta R-2 – Bil. CÁLCULOS CÁLCULOS Cálculos: Bilirrubina Total = AT – ABT x Concentração da Padrão AP – ABP Bilirrubina Direta = AD – ABD x Concentração da Padrão AP – ABP Onde: AT = Absorbância amostra Bilirrubina Total ABT = Absorbância branco da amostra de Bilirrubina Total AD = Absorbância amostra Bilirrubina Direta ABD = Absorbância branco da amostra de Bilirrubina Direta AP = Absorbância do Padrão ABD = Absorbância do Branco de Padrão Com fator: Bilirrubina Total (mg/dL) = AT – ABT x 25. os valores de fator se modificam para: BD = 36. Procedimento manual 1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Modo mono-reativo: Preparar alíquotas na proporção de 30 partes de Reativo 1 (Bilirrubina Direta) ou Reativo 2 (Bilirrubina Total) + 1 parte de Reativo 3 (Nitrito). Ler as absorbâncias. Nota: 1) Agitar bem e deixar reagir durante 5 minutos a temperatura ambiente.30 mg/dL Para amostras pediátricas.033 ABD =0.0 mL 50 μL Total -1.

2 mg/dL (20. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.0 15.8 μmol/L).. Rio de Janeiro. Bilirrubina Total (Recém-nascidos) – mg/dL Idade Cordão < 24 horas < 48 horas 3 a 5 dias 7 dias Pré-maturo 2. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: até 15 mg/dL = 256 μmol/L Para valores superiores diluir a amostra 1:2 com solução salina e repetir a determinação multiplicando o resultado por 2. and Evelyn. 13. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Muller P. Gerarde RW. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL bilirrubina x 17.. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 27: 493-501 Sims FH. 13. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. RG Clin. H. 481 (1937). Ltda – Revisão Maio/2005. Horn C. 90 (1916). 28: 412.0 Termo 2. Microchem 15.0 15. hemólise ou turbidez dos soros liofilizados. 1997. Qualitymark ed.Procedimento Operacional Padrão . J.. Biochem.5 6.0 10. Am J Clin Path 1958. Matimek. Interferências A leitura da amostra de branco evita a interferência da lipemia.Bioquímica 12.T. Pardini – 2002 – 62 19 . KA. Walters MI. 161 (1966). REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Hijmans Van der Bergh AA. Chem. Westgard JO. Manual de exames – Laboratório H. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 69. Hunt MR.1 = μmol/L bilirrubina Valores de referência Bilirrubina Total: até 1.0 Esses valores são unicamente orientativos.5 μmol/L) Bilirrubina Direta: até 0. Malloy.0 12. 119.0 10. Barry PL. Acta. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.9 8.Biol. 231 (1970). Bilirrubina Direta e Total – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Chim.4 mg/dL (6.0 12. Falsos Valores baixos: Soros fortemente hemolisados podem fornecer valores falsamente diminuídos 14. Clin Chem 1981. 77.

é recomendável o uso da técnica espectrofotométrica de Absorção Atômica. distúrbios da reabsorção tubular de cálcio.Procedimento Operacional Padrão . hipomagnesemia. Urina: até 02 semanas em HCl 50% à temperatura ambiente. diminui na alcalose).: 80027310052 20 . má absorção. entretanto varia com o pH (aumenta na acidose. citrato ou oxalato.S. Esta é a amostra teste. algumas neoplasias com ou sem metástases ósseas. Urina: Coletar todo volume da micção de 24 horas. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o cálcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). transmissão nervosa e mediação da coagulação sanguínea. Cálcio Iônico: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. osteomálacia. deficiência da vitamina D. diminuições de albumina e em situações que cursam com fósforo elevado (insuficiência renal. Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã. 4. Hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias. Não é observada nenhuma interferência do magnésio no pH mencionado. mieloma. Critérios para a rejeição de amostras Não deve ser utilizado soro hemolisado. hipertireoidismo. acromegalia. O hormônio paratireoideano e a Vitamina D aumentam a absorção do cálcio do trato gastrointestinal. 2. uso de diuréticos e estrógenos. com 50. cuja intensidade é medida a 650 nm. A determinação na urina requer uma dieta prévia de pelo menos 3 dias livres de cálcio (eliminar leite e derivados). uso de diuréticos e estrógenos. Armazenamento e estabilidade das amostras: Cálcio na amostra de soro ou plasma é estável 7 dias entre 2-8oC ou 6 meses à –20 ºC. hipertireoidismo. representando 43% desse.0 mL Registro M. Amostras Podem ser utilizados soro. separar 5. hepatopatias. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. raquitismo.0 mL cada + 1 fr. separação e distribuição do material 5. hiperabsorção intestinal de cálcio. Neste caso.Bioquímica CÁLCIO ASX Método ARSENAZO III 1. Também utilizado na avaliação de nefrolitíase. desidratação.10 mol/L) Não utilizar soro proveniente de pacientes em Terapia com EDTA – hiperparatireoidismo. Hipercalcemia é encontrada no hiperparatireoidismo. COMPONENTES DO KIT CÁLCIO ASX (ARSENAZO III) Códigos: BT 12002 – 2 fr. Níveis críticos de cálcio total são aqueles inferiores a 6 mg/dL e superiores a 14 mg/dL. homogeneizar bem todo o volume de 24 horas. Evitar amostra de plasma contendo EDTA. corticoterapia. Padrão – 2. pelo menos. insuficiência renal.5 mg/dL (0. alcalose. A intensidade de cor é proporcional a quantidade de cálcio presente na amostra. linfoma. feocromocitoma. sarcoidose. 3. liberando-o para os ossos em caso de déficit desse íon. para evitar que alterações no nível de albumina – ao redor do torniquete forme um gradiente de concentração de cálcio. plasma (heparina).O soro deve ser separado do coágulo o mais rápido possível. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. hipervolemia. Níveis baixos de cálcio total são encontrados na osteomalácia. síndrome de imobilidade. urina recente pode ser utilizada realizando a razão cálcio: creatinina. hipoparatireoidismo). Urina: é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea. insuficiência renal. porém sem deixar o torniquete por muito tempo. Exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. 08 horas. O uso do torniquete pode aumentar o nível de cálcio em 0. Este íon atua como mediador na contração muscular. Sua determinação é preferida na urina de 24 h. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. pancreatite. A hemólise pode elevar os resultados.0 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. Cushing. A dosagem do cálcio iônico independe da albumina. plasma ou urina Soro não hemolisado. Na interpretação dos valores normais deve-se levar em conta níveis de albumina. Hipocalciúria pode ser secundária à hipocalcemia. INDICAÇÃO MÉDICA Para determinação dos níveis de Cálcio sérico. PRINCÍPIO DO MÉTODO A pH levemente ácido o cálcio forma com o arsenazo (III) um complexo azul. A amostra deve ser obtida por via venosa. hipervitaminose D. osteoporose.

18 mmol/L. Em caso de contato com os olhos ou pele.com. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Conservar entre 15 .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. plasma ou urina. Pipetas automáticas e ponteiras. Procedimento automatizado Indicar nome.Brasil. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. 8. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Vila Verônica . MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 650 nm (600-660) com cubetas. . 6. 21 . fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.8. pH 6. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Em caso de vazamento acidental. Tampão MÊS 1.30º C Manter ao abrigo da luz. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Banho de água a 37 ºC. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. para a obtenção de resultados exatos. eventualmente infectado. 9. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. uma vez usado. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. 7. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . lavar abundantemente com água corrente.Varginha . O reativo é estável até a data de validade do Kit. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. conservantes Padrão: Solução de Cálcio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.4646 Site: www.3214. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.com.br Reagente: Arsenazo III 0.G. contém soro. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.Procedimento Operacional Padrão . lavar o local com água corrente. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 .biotecnicaltda. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Seguir com rigor a metodologia proposta.M. O reagente.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. código).30 ºC. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Cronômetro Tubos de ensaio.6 mmol/L. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.

Teste x FC Dosagem de Cálcio na urina de 24 horas: mg/24 = cálcio urina (mg/dL) x vol urinário 24 h (mL) 100 Cálculo do Cálcio Ionizável: Cal ioniz. O enxágüe deve ser exaustivo. = cálcio ionizável Ca = Cálcio sérico em mg/dL P = Proteína Total (g/dL) A = Albumina (g/dL) (0. 10.Procedimento Operacional Padrão . Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.25 = mmol/L cálcio 22 . PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com cálcio.= 6 x Ca – (0. 3. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL cálcio x 0.0 mL Agitar bem e deixar os tubos durante 2 minutos à temperatura ambiente. o que poderia causar resultados errôneos.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. controle (se utilizado) e reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reagente 2. sendo o último. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Isso evitará contaminação cruzada. Sugerimos a lavagem com ácido nítrico 6N ou com detergente não iônico. com água destilada ou deionizada..0 mL Amostra 10 μL 1. CÁLCULOS Determinar a absorbância do padrão Ap e Calcular o Fator de calibração: FC = concentração do padrão Absorbância padrão FC = Fator de Calibração Cálcio Sérico: Cálculo da concentração de Cálcio: (Multiplicar a absorbância pelo fator de calibração) Concentração Cálcio (mg/dL) = Abs. 11. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos..19 x P) + A 3 Cal ioniz.. Para análise bicromática utilizar filtro de referência: 700 nm. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA)da Amostra frente ao Branco á 650 nm (600 – 660 nm).0 mL Padrão 10 μL 1. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. A cor é estável durante 20 minutos. O material utilizado na preparação do reativo deverá estar completamente isento de íons cálcio. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Teste x FC Cálcio Urinário Ca Urina (mg/dL) = Abs. Branco 1. Depois lavar várias vezes com água deionizada.19 x P) + A + 6 12.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro..

Triglicérides acima de 900 mg/dL produzem resultados falsamente diminuídos. Review of Calcium Methodologies . Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. antiácidos. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20mg/dL = 5 mmol/L. cloreto de s´dio intravenoso..8 – 10. 27: 493-501. Epstein E. dieta rica em cálcio. o magnésio (10 mg/dL) e os fosfatos (20 mg/dL) não interferem.S. Falsos Valores elevados: estrógenos. Falsos Valores baixos: cortisona. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Manual de exames – Laboratório H. sais de cálcio. Jacobs DS. Clin Chem 1981. Guyton.Bioquímica Valores de referência Soro e plasma: Crianças: 10. 1996.2 – 2. Laboratory Test Handbook. Kasten Jr BL.0 –11. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. Cálcio – Arsenazo III – Bula do Kit – Biotecnica Ind e Com. Ltda – Revisão Maio/2005.. gentamicina. Barry PL. Rio de Janeiro. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Zak B. vitamina D. heparina. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Groth T. Babinski E.6 mg/dL = 2.. Hunt MR.5 . 14. 195 – 212 (1975). Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 13. uso excessivo de laxante. 1997..8 mg/dL = 2. a bilirrubina (20 mg/dL). 96-98.2.5 mmol/24 horas Esses valores são unicamente orientativos.7 mmol/L Urina: 100-300 mg/24 horas = 25 – 87. meticilina.Procedimento Operacional Padrão .9 mmol/L Adultos: 8. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Qualitymark ed. 5 ª edição Westgard JO. dieta pobre em cálcio. Hudson: Lexi-Comp Inc. Pardini – 2002 – 58-59 23 .Annals of Clinical and laboratory Science 5..5 g/L). Interferências A hemoglobina (1.

raquitismo. acromegalia. 4.Bioquímica CÁLCIO Método Colorimétrico (o-CRESOLFTALEÍNA) 1. Na interpretação dos valores normais deve-se levar em conta níveis de albumina. Urina recente pode ser utilizada realizando a razão cálcio / creatinina. osteoporose. INDICAÇÃO MÉDICA Para determinação dos níveis de Cálcio sérico. O hormônio paratireoideano e a Vitamina D aumentam a absorção do cálcio do trato gastrointestinal. O exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. desidratação. Esta é a amostra teste. deficiência vitamina D. homogeneizar bem todo o volume de 24 horas. hiperabsorção intestinal de cálcio. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de.Procedimento Operacional Padrão . sarcoidose. separar 5. diminui na alcalose). hipoparatireoidismo). Evitar amostra de plasma contendo EDTA. Hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias. transmissão nervosa e mediação da coagulação sanguínea. hipertireoidismo. insuficiência renal. Urina: Coletar todo volume da micção de 24 horas.5 mg/dL (0. distúrbios da reabsorção tubular de cálcio. para evitar que alterações no nível de albumina – ao redor do torniquete forme um gradiente de concentração de cálcio.0 mL RA + 1 fr. Critérios para a rejeição de amostras Não deve ser utilizado soro hemolisado. Cushing. linfoma. Neste caso. uso de diuréticos e estrógenos. hipervitaminose D. síndrome de imobilidade. com 50. 08 horas. Este íon atua como mediador na contração muscular. pancreatite. citrato ou oxalato. liberando-o para os ossos em caso de déficit desse íon. Urina: é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea. Hemólise pode elevar seus resultados. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o cálcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%).O soro deve ser separado do coágulo o mais rápido possível. PRINCÍPIO DO MÉTODO O composto o-cresolftaleína (CFC) reage com Cálcio presente na amostra em meio alcalino originando um complexo colorido que se pode quantificar espectrofotometricamente. O uso do torniquete pode aumentar o nível de cálcio em 0. Níveis baixos de cálcio total são encontrados na osteomalácia.10 mol/L) Não utilizar soro proveniente de pacientes em Terapia com EDTA – hiperparatireoidismo. hipertireoidismo. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Urina: até 02 semanas em HCl 50% à temperatura ambiente. hipervolemia. A amostra deve ser obtida por via venosa. separação e distribuição do material 5. pelo menos. corticoterapia. representando 43% desse. 3. diminuições da albumina. osteomalácia. feocromocitoma. Hipercalcemia é encontrada no hiperparatireoidismo. A determinação na urina requer uma dieta prévia de pelo menos 3 dias livres de cálcio (eliminar leite e derivados).0 mL RB + 1 fr. é recomendável o uso da técnica espectrofotométrica de Absorção Atômica. porém sem deixar o torniquete por muito tempo. Hipocalciúria pode ser secundária à hipocalcemia. hepatopatias. A dosagem do cálcio iônico independe da albumina.: 80027310027 Códigos: BT 12001 – 1 fr. Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã. Sua determinação é preferida na urina de 24 h. Níveis críticos de cálcio total são aqueles inferiores a 6 mg/dL e superiores a 14 mg/dL. mieloma. 2. plasma ou urina Soro não hemolisado. alcalose. COMPONENTES DO KIT CÁLCIO o-CRESOLFTALEÍNA-Complexona (CFC) Registro M.0 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. Armazenamento e estabilidade das amostras: Cálcio na amostra de soro ou plasma é estável 7 dias entre 2-8oC ou 6 meses à –20 ºC. Também utilizado na avaliação de nefrolitíase. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. plasma (heparina). e em situações que cursam com fósforo elevado (insuficiência renal. insuficiência renal. Padrão – 2. entretanto varia com o pH (aumenta na acidose. algumas neoplasias com ou sem metástases ósseas. Cálcio iônico: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. Amostras Podem ser utilizados soro. uso de diuréticos e estrógenos.0 mL 24 . má absorção. com 50.S. hipomagnesemia.

Pipetas automáticas e ponteiras.4646 Site: www. O reagente. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O reativo é estável até a data de validade do Kit.Brasil. Banho de água a 37 ºC. plasma ou urina. contém soro. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 . Tel/Fax: 0 (XX) 35 . e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. código). para a obtenção de resultados exatos. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 570 nm (550-590) com cubetas. . 25 .3214. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.Varginha . Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. eventualmente infectado. Padrão de Cálcio: Solução estabilizada de Cálcio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. 8. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.Procedimento Operacional Padrão . Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. 8-hidroxiquinoleína 69 mmol/L.62 mmol/L. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Vila Verônica . Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.M. lavar o local com água corrente. Cronômetro Tubos de ensaio. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. uma vez usado.br Reativo A: Tampão Etanolamina 500 mmol/L. Em caso de vazamento acidental.biotecnicaltda. Procedimento automatizado Indicar nome. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.30º C Manter ao abrigo da luz. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. 7. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Reativo B: orto-cresolftaleína complexona 0. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.com. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.G. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. 9. Seguir com rigor a metodologia proposta. Conservar entre 15 e 30º C 6.

Depois lavar várias vezes com água deonizada. Teste x FC Cálcio Urinário Ca Urina (mg/dL) = Abs. o que poderia causar resultados errôneos.200 de Absorbância indicam contaminação grosseira por cálcio e os reativos devem ser desprezados. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Um novo reativo de trabalho deve ser preparado. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 11. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Teste x FC Dosagem de Cálcio na urina de 24 horas: mg/24 = cálcio urina (mg/dL) x vol urinário 24 h (mL) 100 FC = Fator de Calibração Cálculo do Cálcio Ionizável: Cal ioniz. CÁLCULOS Determinar a absorbância do padrão Ap e Calcular o Fator de calibração: FC = concentração do padrão Absorbância padrão Cálcio Sérico: Cálculo da concentração de Cálcio: (Multiplicar a absorbância pelo fator de calibração) Concentração Cálcio (mg/dL) = Abs. A técnica se caracteriza por Absorbâncias dos brancos muito baixas.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Estável por 24 horas a temperatura ambiente. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Trab. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reat. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.Bioquímica Em caso de contato com os olhos ou pele.0 mL Padrão 10 μL 1. Isso evitará contaminação cruzada.. O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com cálcio.0 mL Amostra 10 μL 1. Sugerimos a lavagem com ácido nítrico 6N ou com detergente não iônico. Procedimento manual 1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos Reativos: Reativo de Trabalho: Mistura na proporção de 1 mL de Reativo A + 1 mL de Reativo B. sendo o último.Procedimento Operacional Padrão . ler a absorbância do Padrão e da Amostra frente ao Branco do reativo à 570 nm. Cuidados especiais O material utilizado na preparação do reativo de trabalho deverá estar completamente isento de íons cálcio. leituras acima de 0. 2.0 mL Agitar bem e deixar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. controle (se utilizado) e reagente. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.. 10. 3. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). com água destilada ou deionizada. lavar abundantemente com água corrente. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. O enxágüe deve ser exaustivo. Decorridos os 10 minutos. = cálcio ionizável Ca = Cálcio26 sérico em mg/dL P = Proteína Total (g/dL) A = Albumina (g/dL) . Branco 1.

Am. Ltda – Revisão Maio/2005.5 g/L). Falsos Valores elevados: estrógenos. antiácidos.2. Henry. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.25 = mmol/L cálcio Cal ioniz. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.5. Kasten Jr BL. Pardini – 2002 – 58-59 27 . Interferências A hemoglobina (1.4 mg/dL = 1.19 x P) + A 3 (0.5 mg/dL = 2. Harper & Row Publishers (1964). 96-98. Hunt MR.5 .J. Barry PL.0 . Jacobs DS. gentamicina. Med..G. a bilirrubina (20 mg/dL). Triglicérides acima de 900 mg/dL produzem resultados falsamente elevados por interferência fotométrica. R.35 mmol/L Urina: 60 . CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20 mg/dL (5.0 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL cálcio x 0. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.200 mg/24 horas = 1. Qualitymark ed. o magnésio (10 mg/dL) e os fosfatos (20 mg/dL) não interferem.0 – 1. R. Principles and Techniques. Manual de exames – Laboratório H.63 mmol/L Cálcio iônico: 4. 1997. dieta pobre em cálcio.03 mmol/24 horas 13. Groth T. 27: 493-501.Bioquímica 6 x Ca – (0.5. Westgard JO. vitamina D.5 .= Valores de referência Cálcio no Soro: 8. Rio de Janeiro.10. Falsos Valores baixos: cortisona. dieta rica em cálcio. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.19 x P) + A + 6 12. cloreto de s´dio intravenoso.. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Martineck. Clin Chem 1981. sais de cálcio. 33:416 (1971).Procedimento Operacional Padrão . – J. – Clinical Chemistry. Hudson: Lexi-Comp Inc. Tech. 1996. Cálcio – o-Cresolftaleína – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.12 . Laboratory Test Handbook. uso excessivo de laxante. meticilina. 14. heparina.

Procedimento Operacional Padrão . representa a maioria dos constituintes osmoticamente ativos do plasma. está envolvido na manutenção da pressão osmótica e balanço hidroeletrolítico. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Cloro Sérico É o principal ânion extracelular. Líquor Acompanha as alterações (diminuição ou elevação) dos níveis séricos. 3. Níveis Aumentados Aumento da ingestão Uso de diurético Depleção de potássio Doença de Addison Necrose tubular aguda Pielonefrites Rim policístico Síndrome de Bartter Uso de teofilina Níveis Diminuídos Diminuição da ingestão de sal Vômito Diarréia Aspiração gástrica Diabetes insipidus Fístulas gastrointestinais Síndrome de Cushing Cloro. São observados níveis fisiologicamente aumentados na diurese pós-menstrual e diminuídos na retenção hídrica pré-menstrual. Diminuindo na meningite tuberculosa e outras meningites bacterianas. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na dosagem de íons cloretos no sangue. Desta forma. A maior parte do cloro ingerido é absorvida e o excesso excretado na urina. A dosagem do cloreto no suor é útil no diagnóstico da fibrose cística.Bioquímica CLORO Método Colorimétrico (Mercúrio – Tiocianato) 1. PRINCÍPIO DO MÉTODO O íon cloreto reage com o íon mercúrico liberando uma quantidade equivalente de íon tiocianato que em presença de ferro trivalente forma um complexo colorido violeta. A determinação dos cloretos em amostras de sangue e urina faz parte da avaliação dos distúrbios hidro-eletrolíticos e ácido-básicos. 28 . A intensidade da coloração do complexo é proporcional a concentração do íon cloreto presente na amostra. 2. Juntamente com o sódio. Níveis Aumentados Insuficiência renal aguda Níveis Diminuídos Acidose metabólica associada a elevação de ânions orgânicos(cetoacidose diabética e insuficiência renal) Acidose respiratória Acidose metabólica associada à diarréia prolongada com perda de bicarbonato Acidose tubular renal Alcalose respiratória Alguns casos e hiperparatireoidismo primário Desidratação Diabetes insipidus Hiperfunção adrenocortical Intoxicação por salicilato Alcalose metabólica Aldosteronismo Doença de Addison Hipersudorese Nefrite perdedora de sal Secreção gástrica persistente Vômito prolongado Cloro Urinário Normalmente a excreção urinária de cloro se aproxima da ingestão.

4646 Site: www. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. pelo menos. Armazenamento e estabilidade das amostras: O íon cloreto é estável na amostra até 04 dias se armazenado entre 2-8oC. código). Urina de 24 horas. Reagente pronto para uso. Soro ou plasma: obtido da maneira usual. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. urina (colhida com intervalo de 24 horas). 7. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. 8. suor e líquor. citrato. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome.3214. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Manter protegido da luz. Banho de água a 37 ºC. Amostras Usar soro ou plasma (EDTA. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de.S.Bioquímica 4. Para evitar a passagem do cloreto para as hemácias. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 a 30º C. . Vila Verônica . utilizar amostras centrifugadas.com.: 80027310028 BT 12003 – 1 fr com 50mL. Urina ou líquor: Para dosagem no líquor ou na urina. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 460 . + 1 fr Padrão – 2.br Reagente: Tiocianato de mercúrio 12. ácido nítrico 50 mM. Conservar entre 15 – 30ºC. 08 horas.com. 6. devem ser separados até 1 hora após a coleta.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. 29 . COMPONENTES DO KIT CLORETO Códigos: Registro M. Multiplicar o resultado obtido por 2. Cronômetro. o plasma ou soro.500 nm com cubetas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. nitrato de ferro (III) 170 mM.G.Brasil. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. heparina).M. Pipetas automáticas e ponteiras. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. oxalato. Padrão: Solução de íons Cloreto (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). Diluir a urina 1:2. O analito é estável por 7 (sete) dias entre 15 – 30oC e vários meses a 10oC negativos. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.Varginha . separação e distribuição do material 5. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.Procedimento Operacional Padrão .9 mM.biotecnicaltda.

Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reagente Branco 2. 3.Procedimento Operacional Padrão . Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. uma vez usado. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Isso evitará contaminação cruzada. Seguir com rigor a metodologia proposta. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O reagente. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco á 460-500 nm. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. plasma ou urina. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Homogeneizar bem e incubar os tubos durante 5 minutos à temperatura ambiente. Padrão 30 . 11. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Cuidados especiais Cuidados especiais com a água utilizada! Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente. contém soro. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. CÁLCULOS Abs. lavar o local com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.0 mL Padrão 5 μL 2. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. controle (se utilizado) e reagente. 9. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.Bioquímica Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). o que poderia causar resultados errôneos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.0 mL Amostra 5 μL 2.0 mL 2. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. eventualmente infectado. sendo o último. com água destilada ou deionizada. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Em caso de vazamento acidental. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. para a obtenção de resultados exatos. Em caso de contato com os olhos ou pele. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. A cor é estável durante 30 minutos. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. lavar abundantemente com água corrente. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. 10. Amostra X Concentração do padrão = mEq/L cloreto Abs. O enxágüe deve ser exaustivo. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.

Garner D. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Zall D. 27: 493-501.Procedimento Operacional Padrão . Clin Chem 1981. Interferências Para amostras Lipêmica. Chem..5 Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: 98 – 110 mEq/L = 49 – 55 mmol/L Para amostras de Urina: 170 – 250 mEq/24h = 85 – 125 mmol/L Suor até 40 mEq/L.. Barry PL. Pardini – 2002 – 58-59 31 .. Qualitymark ed. ictéricas e hemolizadas. Amostra Abs. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Hunt MR. Metodologia Technicon. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.M.. que pode ser obtida com a metodologia. Ltda – Revisão Maio/2005. 14. Westgard JO. Padrão Absorbância da Amostra Absorbância do Padrão Devido à ótima reprodutibilidade. Manual de exames – Laboratório H. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mEq/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L = mEq/L x 0.Fisher D. Rio de Janeiro.O. fazer o branco da amostra com água destilada. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 200 mEq/L (100 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 1997.28. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência 13. Líquor: 118 a 132 mEq/L Esses valores são unicamente orientativos. Cloro – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. do Padrão . Cloreto (mEq/L) = Absorbância do Teste x Fator 12. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.Anal.Bioquímica Onde: Abs.1665 (1956) Skeggs L.

Drogas: corticosteróides. DIMINUIÇÃO: hepatopatias graves. Colesterol esterificado + H2O ------------------>Colesterol + Ac. S. Soro: obtido da maneira usual. D. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). nefrótica. após pancreatectomia. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise intensa. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. 2. uremia terminal. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. que apresenta máximo de absorção em 500 nm. de Von Gierke. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente: O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total.de Gaucher. hepatite por vírus. A enzima colesterol oxidase. líquido ascítico ou líquido pleural. acantocitose. produzindo peróxido de hidrogênio. dentre elas o colesterol. hipercolesterolemia familiar(deficiência de receptores LDL). hipercolesterolemia poligênica. porfiria intermitente aguda. uso de ACTH e corticóides. com conseqüente inflamação e fibrose de suas paredes. Não usar amostras visivelmente hemolisadas. Esterase 32 . em presença de oxigênio. de Tangier. anemia perniciosa. grandes queimados. graxo Colesterol +1/2 O2 ----------------> Colestenona + H2O2 2 H2O2 + 4-Aminoantipirina + Fenol -------------> Quinonaimina +4H2O 4. má nutrição. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta Armazenamento e estabilidade das amostras: As amostras de soro / plasma podem ser guardadas 2 – 8OC por uma semana ou – 20OC por 2 meses. inanição. septicemia. a qual é uma degeneração de artérias de grande e médio calibre através da deposição de lipoproteínas. hipotireoidismo. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação dos riscos de aterosclerose e monitoramento de pacientes diabéticos. de Addison. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO Os ésteres de colesterol existentes na amostra são hidrolisados pela enzima colesterol esterase produzindo o colesterol livre. disbetalipoproteinemia familiar.Bioquímica COLESTEROL Método Enzimático Colorimétrico 1. gravidez. linfangiectasia intestinal. S. oxidase col. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos.lipoproteína. Uma dosagem de colesterol elevada é uma boa indicação dos riscos de aterosclerose. O colesterol é o principal lipídio associado à doença vascular aterosclerótica. separação e distribuição do material. D. diabetes mellitus. AUMENTO: icterícia obstrutiva. anemia hemolítica . hipertireoidismo. Separar dentro das próximas 2 horas da coleta. pancreatite crônica. Volumes mínimos e ideais A serem definidos pelo próprio laboratório. obesos e com hipotiroidismo. D. abetalipoproteinemia. O colesterol total compreende todo colesterol encontrado em várias lipoproteínas. de má absorção. 20% a 35% pela HDL-lipoproteina e 5% a 12% pela VLDL-lipoproteina. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do reagente fenólico (fenol) pelo peróxido de hidrogênio formado. anemia hipocrômica severa. em presença de 4-aminoantipirina. cirrose porta. anorexia nervosa. A aterosclerose desencadeia várias disfunções em vários órgãos principalmente no coração. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O colesterol é um componente estrutural importante da membrana celular e precursor para biossíntese de ácidos biliares e hormônio esteróides. S. hiperlipidemia familiar combinada. peroxidase col. cérebro e rins. Amostras: Soro ou plasma. catalisa a oxidação do colesterol livre. de Cushing. Soro ou plasma heparinizado. D. aterosclerose. hepatoma. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). outros anticoagulantes podem interferir no resultado final. hemofilia. Líquido ascítico ou líquido pleural: O material não é colhido no laboratório. gota.Procedimento Operacional Padrão . sendo cerca de 60% a 70% transportados pela LDL.

CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Colesterol esterase (CHE) > 750 U/L.: 80027310039 BT 10.2. eventualmente infectado. O reagente. 9.0 mL BT 10. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Cronômetro Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. 33 . Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.Brasil. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.M. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.4646 Site: www. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510) com cubetas. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .biotecnicaltda.G. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Pipetas automáticas e ponteiras. 7. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. 4-Aminoantipirina 0. Colesterol oxidase > 200 U/L.Procedimento Operacional Padrão .Bioquímica 5. Peroxidase > 2000 KU/L. código). CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. O reativo é estável até a data de validade do Kit. 8.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. 4-Clorofenol 20 mmol/L.com. .com. Padrão: Solução de Colesterol (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.0 mL. Conservar entre 2 – 8 º C 6.3214. uma vez usado.br Reagente: Tampão fosfato 182. Vila Verônica . plasma ou urina. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. para a obtenção de resultados exatos. Banho de água a 37 °C.Varginha .004 – 4 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2.42 mmol/L– pH 7. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.S. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. COMPONENTES DO KIT COLESTEROL Códigos: Registro M. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. evitando assim a deterioração das enzimas. Seguir com rigor a metodologia proposta. Colato de Sodio 8 mM. contém soro.004 – 1 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2.6 mmol/L.

Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Deixar o Reagente durante alguns minutos á temperatura ambiente ou em um banho de água. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. A cor é estável durante 30 minutos.0 mL Amostra 10 µL 1. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. 11. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. do Padrão . Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.Procedimento Operacional Padrão . Ler a absorbância (AP) do Padrão e a (AA) da Amostra frente ao Branco á 500 nm. CÁLCULOS Colesterol (mg/dL) = Abs. Isso evitará contaminação cruzada.0 mL Padrão Amostra Reagente 3. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. lavar abundantemente com água corrente. Colesterol (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. Em caso de contato com os olhos ou pele. o que poderia causar resultados errôneos. O enxágüe deve ser exaustivo. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.026 Valores de referência Faixa Etária 2 a 19 anos 20 anos ou acima Valor (mg/dL) Menor que 170 De 170 a 199 Maior que 200 Menor que 200 De 200 a 239 Maior que 240 Interpretação Desejável Limítrofe Aumentado Ótimo Limítrofe Alto 34 .Bioquímica O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.0 mL Padrão 10 µL 1. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L = mg/dL x 0. Amostra X Concentração do Padrão Abs. lavar o local com água corrente. Padrão Devido à ótima reprodutibilidade. sendo o último. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. controle (se utilizado) e reagente. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente ou durante 10 minutos a 37ºC. que pode ser obtida com a metodologia. Em caso de vazamento acidental. 4. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. 10. com água destilada ou deionizada. 2. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.

kanamicina. Ltda – Revisão Maio/2005. Falsos valores diminuídos: neomicina..E. sulfonamidas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Trinder P. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Good NE. New Engl J Med 1967.Ann Clin Biochem 6124 (1969).Hemoglobina e Triglicérides elevados (amostra com turvação evidente): Hemoglobina acima de 150mg/dL (hemólise significativa) e hiperlipemia acentuada induzem a resultados falsamente aumentados. 215. 148. Líquido Ascítico ou Líquido Pleural: Inferior ao soro com triglicérides elevados: = quiloso Superior ao soro com triglicérides normal: = quiliforme Esses valores são unicamente orientativos. Interferências .. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 800 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Bull Org Mond Santé. Lee RS. Biol. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 125. Winger GD. Pardini – 2002 – 67-68 35 .Ácido Ascórbico: mesmo em baixas concentrações (abaixo de 2 mg/dL) o ácido ascórbico induz a resultados falsamente diminuídos.Procedimento Operacional Padrão . 195-357 (1952) Castelli. L. tetraciclina. fenitoína. . Abell.Bioquímica * Dados das III Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2001. anticoncepcional oral. Izawa S. Qualitymark ed. .P. Colesterol – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Chem. W. Singh RMM. F. 14. Connoly TN. Fredriickson DS. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 276. 1970. Rio de Janeiro. 276:24.43:891. Kendalll. Levy. – Current Prescribing 6177: 39 (1977).B. 1997. 13.. Biochemistry 1966. 94. Manual de exames – Laboratório H. B. agentes hipoglicemiantes. bromatos. Levy RJ.:J. Winter W. fenotiazina.L.5:467. heparina. aspirina e epinefrina. colchicina. Falsos valores elevados: Esteróides. Bilirrubina: Bilirrubina até 15 mg/dL não interfere no resultado do teste. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.

em presença de peroxidase. . seus valores não devem ser usados como estimativa de risco de aterosclerose. VLDL e Quilomicrons) deixando a lipoproteína HDL livre. Anti-hipertensivo. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. Em doenças da tireóide. Hipertrigliceridemia. 5. tiazídicos. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol).Brasil.androgênios. Neomicina. A concentração do HDL presente na amostra é proporcional a absorbância. + 1 fr. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Esteróides. Sedentarismo. Quando é adicionado o Reagente B.: 80027310035 Códigos: BT 10. Fatores que contribuem para o decréscimo do colesterol HDL Fatores genéticos: hipoalfalipoproteinemia.G. R-B com 15 mL + 1 fr Calibrador – 1. visto que o hipotireoidismo aumenta e o hipertireoidismo diminui seus níveis.006 – 1 fr R-A com 45 mL. Vila Verônica . Fumo.3214. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Vários estudos sugerem existir uma forte correlação inversa entre os níveis de C-HDL e o risco de aterosclerose. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de dislipidemias associadas a patologias coronárias. plasma (heparina ou EDTA) Armazenamento e estabilidade das amostras: O Colesterol é estável na amostra 7 dias à 2-8 ºC ou 30 dias à –20 ºC. O peróxido de hidrogênio produzido pela reação enzimática produz um complexo de cor azul sob condensação oxidativa com F-DAOS e 4-AAP. 3.M. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. anabólicos. Bloqueadores beta adrenérgicos. COMPONENTES DO KIT COLESTEROL HDL .Varginha .S.DIRETO Registro M. separação e distribuição do material. Critérios para a rejeição de amostras Soro hemolisado. Amostras Soro não hemolisado. 2. Valores de C–HDL são dependentes de sexo e idade. Valores de HDL – colesterol são aproximadamente 1/5 do colesterol total. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . somente o Colesterol HDL reage com a cadeia enzimática (CHE-CO). medida à 600 nm. Isso devese ao fato da HDL-lipoproteína estar envolvida no chamado transporte reverso do colesterol para ser metabolizado no fígado (sítio de maior excreção do colesterol). PRINCÍPIO DO MÉTODO O anticorpo antiβ-lipoproteína humana presente no Reagente A se liga as lipoproteínas (LDL.Bioquímica HDL COLESTEROL DIRETO Método Enzimático Colorimétrico Direto – Sem precipitação 1. Obesidade. tendendo a decrescer temporariamente após infarto agudo do miocárdio. progestágenos.Procedimento Operacional Padrão . 4.4646 36 .

uma vez usado.0. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. NÃO CONGELAR. Ascorbato oxidase > 2700 U/L. plasma ou urina. eventualmente infectado. para a obtenção de resultados exatos. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Anticorpos antiβ-lipoproteína humana 2. com cubetas. F-DAOS 0. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. lavar abundantemente com água corrente. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 600 nm. 9.br Reativo A: 4-aminoantipirina 0. Procedimento automatizado Indicar nome.com. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Conservar entre 2 e 8º C. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 37 . Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. O reagente. Pipetas automáticas e ponteiras. Calibrador: Soro liofilizado (Valor da concentração vide etiqueta do frasco). O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Em caso de vazamento acidental. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.com. pH 7. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Cronômetro Tubos de ensaio. evitando assim a deterioração das enzimas. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Em caso de contato com os olhos ou pele. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.9 mM. Tampão MES 30 mM. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. 8. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Colesterol oxidase > 2000 U/L.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Seguir com rigor a metodologia proposta.8 mM.Procedimento Operacional Padrão . contém soro. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. POD > 2400 U/L. Banho de água a 37 °C.biotecnicaltda.0 U/L. lavar o local com água corrente. 6. código). Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.Bioquímica Site: www. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Reativo B: Colesterol esterase > 4000 U/L. Reagente pronto para uso. 7.

Adicionar: 3. 5. 38 . 6. controle (se utilizado) e reagente. A reação é estável por 30 min. A estabilidade dos reativos é de pelo menos 60 dias. Ler a absorbância (A2p) do Padrão e (A2) da amostra frente ao Branco a 600 nm. Ler a absorbância a 600 nm (A1) da amostra e (A1p) do padrão. Deixar em repouso por 30 minutos antes do uso. pronto para uso. Homogeneizar cuidadosamente depois de descongelado. 10. Técnica Macro: 1. Homogeneizar. depois de reconstituído. Homogeneizar e incubar 5 minutos a 37 º C. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Congelar e descongelar somente uma vez. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. O calibrador é estável 03 dias se conservado entre 2-8ºC ou 30 dias a –20ºC. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. O enxágüe deve ser exaustivo. incubar a 37 ºC por 5 minutos. Homegeneizar e incubar 5 minutos a 37 ºC. se protegida da luz. Ler a absorbância (A2p) do Padrão e (A2) da Amostra frente ao Branco a 600 nm. 5. Adicionar: Reativo B 250 µL 250 µL 250 µL 4. Fechar o frasco e homogeneizar cuidadosamente. Reagentes: Os reagentes são fornecidos na forma líquida. Adicionar: 100 µL 100 µL 100 µL Reativo B 4.Bioquímica Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.. Homogeneizar. Ler a absorbância a 600 nm (A1) da amostra e (A1p) do padrão. se conservados de 2-8ºC e tomados os devidos cuidados para evitar contaminação. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 4 μL 300 μL Calibrador 4 μL 300 μL Amostra 4 μL 300 μL Água destilada Calibrador Amostra Reativo A 2. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 10 μL 750 μL Calibrador 10 μL 750 μL Amostra 10 μL 750 μL Água destilada Calibrador Amostra Reativo A 2. Evitar a formação de espuma. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Calibrador: Reconstituir o calibrador com exatamente 1. com água destilada ou deionizada. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. para dissolver todo o liofilizado. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. após o frasco aberto.Procedimento Operacional Padrão . o que poderia causar resultados errôneos. se protegida da luz. sendo o último. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Isso evitará contaminação cruzada. incubar a 37 ºC por 5 minutos. 3. 6.0 mL de água destilada ou deionizada. Procedimento manual Técnica Micro: 1. A reação é estável por 30 min.

HDL – Homens Col.056=0. CÁLCULOS A1p = ΔA padrão A2-A1 = ΔA amostra [P]= Concentração do Padrão ΔA padrão x valor da concentração do padrão = mg/dL de HDL-c ΔA amostra Com Fator: Fator de calibração = [P] ΔA padrão Concentração de HDL em mg/dL = ΔA amostra x Fator Calibração Exemplo: A2 = 0. HDL . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L Colesterol = mg/dL colesterol x 0. Hemoglobina (até 500 mg/dL).026 Valores de referência Desejável Colesterol LDL Colesterol Total Col.111 Fator = 35 = 315.142=0.167-0.Mulheres < 130 < 200 > 55 > 65 Risco moderado 130 – 159 200 – 239 35 – 55 45 – 65 Alto risco ≥160 ≥ 240 < 35 < 45 Estes valores são unicamente orientativos.Procedimento Operacional Padrão .142 A2p= 0. sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. os valores de referência para HDL Colesterol podem ser consultados por faixa etária.Bioquímica Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.138 ΔA padrão= 0. 11.138 x 315. Pelas últimas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose.167 A1p= 0. 12. Bilirrubina (até 40 mg/dL) e lipídios (até 5 g/dL) não interferem. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 180 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.3 = 43. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Valor (mg/dL) Maior que 40 Maior que 35 Menor que 40 Maior que 60 Maior que 45 Interpretação Desejável Desejável Baixo Alto Desejável 39 .111 Colesterol HDL (mg/dL) = 0.280-0. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).056 [P] = 35 mg/dL ΔA amostra= 0.5 mg/dL.3 0. como mostrado na tabela abaixo: Faixa Etária Até 10 anos De 10 a 19 anos 20 anos ou acima Diabéticos 13. Interferências Ácido Ascórbico (até 50 mg/dL). Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.280 A1= 0.

. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Qualitymark ed.: High density lipoprotein as a protective factor against coronary heart disease. And Pharm.. Med.Med. Rio de Janeiro. Pardini – 2002 – 67-68 40 . 37 (1997) HDL Colesterol –Direto – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.Procedimento Operacional Padrão . Manual de exames – Laboratório H. Ltda – Revisão Maio/2005.: A new direct method for measuring HDL – Cholesterol which does not produce any biased values. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 241.Sci. Am J. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Gordon T et al. J. Sachiko Izawa et al. 1385-1388. 62. The Framingham Study. 1997..707 (1977).Bioquímica 14.

: 80027310054 peroxidase col. progestágenos. Isso se deve ao fato da HDL-lipoproteína estar envolvida no chamado transporte reverso do colesterol para ser metabolizado no fígado (sítio de maior excreção do colesterol). 2. Bloqueadores beta adrenérgicos. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação dos riscos de doenças coronarianas e renais causadas por aterosclerose. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total.S. Sedentarismo. Anti-hipertensivo 3. Em doenças da tireóide. tiazídicos. seus valores não devem ser usados como estimativa de risco de aterosclerose. separação e distribuição do material 5. esterase 41 . Valores de HDL – colesterol são aproximadamente 1/5 do colesterol total. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. graxo Colesterol + ½ O2 + H2O --------------> Colestenona + H2O2 2H2O2 + 4-Aminoantipirina +DCFS ------------->Quinonaimina+4H2O 4. precipitam em presença de fosfotungstato e íons magnésio. O sobrenadante da centrifugação contém as lipoproteínas de elevada densidade (HDL). Esteróides. Armazenamento e estabilidade das amostras: O Colesterol é estável na amostra 3 dias à 2-8 ºC.androgênios.Procedimento Operacional Padrão . Fumo. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Fatores que contribuem para o decréscimo do colesterol HDL: Fatores genéticos: hipoalfalipoproteinemia. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Vários estudos sugerem existir uma forte correlação inversa entre os níveis de C-HDL e o risco de aterosclerose. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. cujo colesterol quantifica-se espectrofotometricamente mediante as reações acopladas descritas abaixo. plasma (heparina ou EDTA). COMPONENTES DO KIT HDL COLESTEROL (PRECIPITANTE) Códigos: BT 10. tendendo a decrescer temporariamente após infarto agudo do miocárdio. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. Colesterol esterificado + H2O -------------> Colesterol + Ac. oxidase col. Obesidade. visto que o hipotireoidismo aumenta e o hipertireoidismo diminui seus níveis. Neomicina.0 mL Registro M. Hipertrigliceridemia. + 1 fr Padrão – 2.Bioquímica HDL COLESTEROL Método Precipitante – Ácido Fosfotúngstico 1. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise intensa. Amostras Soro não hemolisado.005 – 1 fr com 50mL. Valores de C–HDL são dependentes de sexo e idade. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). anabólicos. PRINCÍPIO DO MÉTODO Os quilomicrons e as lipoproteínas de baixíssima densidade (VLDL) e de baixa densidade (LDL) presentes na amostra.

Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. 9. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. lavar abundantemente com água corrente. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 6. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 600 nm.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Seguir com rigor a metodologia proposta. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Conservar entre 2 e 8º C. cloreto de magnésio 3. Cronômetro Tubos de ensaio. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Em caso de contato com os olhos ou pele. eventualmente infectado. 42 . instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Em caso de vazamento acidental. . Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Pipetas automáticas e ponteiras.3214. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. uma vez usado. plasma ou urina. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. O reagente. 7. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Procedimento automatizado Indicar nome. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.Brasil.com.Varginha . modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.4646 Site: www. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Vila Verônica . Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.M. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. evitando assim a deterioração das enzimas. 8. NÃO CONGELAR. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. lavar o local com água corrente. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.Procedimento Operacional Padrão . Padrão: Solução padrão de Colesterol (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.biotecnicaltda.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. para a obtenção de resultados exatos.br Reagente: Ácido Fosfotúngstíco 16 mmol/L. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.5 mmol/L.G. com cubetas. contém soro. código). CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Banho de água a 37 °C..

PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual Precipitação 1. 10. Pipetar em tubo de centrífuga Amostra Reagente precipitante 2. Padrão Com Fator: Fc (Fator de calibração)= 40 Ap Concentração de HDL em mg/dL= Aa x Fc. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. controle (se utilizado) e reagente. Caso o sobrenadante permaneça ainda turvo a amostra não pode ser utilizada para determinar o colesterol HDL. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. para evitar resultados falsamente elevados. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Amostra X 40 * = mg/dL Colesterol HDL Abs.0 mL Amostra 100 μL 1.244 43 . A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. o que poderia causar resultados errôneos. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 100 μL 1. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 4. CÁLCULOS Aa= Absorbância da amostra Ap= Absorbância do padrão ( ) [P]= Concentração do Padrão = 40 mg/dL * ( ) * 40 equivale ao valor do padrão (20 mg/dL) corrigido de acordo com o fator de diluição (1:2) usado na precipitação. Agitar bem e incubar nos tubos durante 30 minutos à temperatura ambiente ou durante 10 minutos a 37ºC 8. 250 μL 250 μL Agitar e deixar durante 10 minutos à temperatura ambiente. sendo o último. 11. A cor é estável durante pelo menos 30 minutos. 5. Fc = 40 = 131. Neste caso diluir a amostra 1:2 com NaCI 150 mmol/l e repetir a precipitação.1 Exemplo: AA = 0.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco à 500 nm.000 rpm. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Após a centrifugação. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.Procedimento Operacional Padrão . Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.. Recolher com cuidado o sobrenadante. remover o sobrenadante límpido dentro de 15 minutos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. com água destilada ou deionizada. Multiplicar o resultado final por 2. Cuidados especiais Manter sempre a relação Amostra/Preciptante igual a 1:1. Isso evitará contaminação cruzada. Deixar o Reagente durante alguns minutos á temperatura ambiente ou em um banho de água. Centrifugar durante 10 minutos a um mínimo de 4.0 mL Padrão 100 μL 1. 6. O enxágüe deve ser exaustivo. Amostras lipêmicas e ocasionalmente amostras não lipêmicas podem apresentar o sobrenadante turvo. 3.0 mL Água destilada Padrão de colesterol HDL Sobrenadante Reagente do Colesterol 7. ( ) Abs. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).

. R. 25:560. Clin.) Methods of Enzymatic Analysis.1979. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.U. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L Colesterol = mg/dL colesterol x 0. Chem. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 241. Clin Chem 25(6):939. 1997. et al. Academic Press 2 ed. Burstein M. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Virella. nd Bergmeyer. J Lipid Res 1970. Kostner.305 Concentração de HDL(mg/dL)= 0. Interferências Àcido ascórbico >0. Clin Chem. Qualitymark ed. Clin Chem.305 0. Ltda – Revisão Maio/2005. os valores de referência para HDL Colesterol podem ser consultados por faixa etária. et al. como mostrado na tabela abaixo: Faixa Etária Até 10 anos De 10 a 19 anos 20 anos ou acima Diabéticos 13. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Warnick. 2:217.148. H.T. p. Scholnick HR. et al. G.026 Valores de referência Desejável Colesterol LDL Colesterol Total Col.99 mg/dL 12. HDL .. 23:882. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 150 mg/dL. a hemoglobina >3 g/L e a bilirrubina >0.1977. sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência.1985. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.F. 14. et al.25 mmol/L interferem. Manual de exames – Laboratório H. HDL Colesterol (Precipitante) – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 18:707.. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. (Ed.1985.3 mmol/L. M. HDL – Homens Col. 11: 583. Morfin R. Pelas últimas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose.L. Rio de Janeiro.G.1977. Friedwald W.M.Bioquímica Ap= 0.Mulheres < 130 < 200 > 55 > 65 Risco moderado 130 – 159 200 – 239 35 – 55 45 – 65 Alto risco ≥160 ≥ 240 < 35 < 45 Estes valores são unicamente orientativos.244 x 131.Procedimento Operacional Padrão . Grove TH. Pardini – 2002 – 67-68 Valor (mg/dL) Maior que 40 Maior que 35 Menor que 40 Maior que 60 Maior que 45 Interpretação Desejável Desejável Baixo Alto Desejável 44 .1= 31. Clin Chem 1979.

A concentração de creatinina somente torna-se anormal quando aproximadamente metade ou mais de néfrons tenham sido comprometidos. tendo. A determinação da creatinina urinária em mg/kg de peso é um parâmetro indicativo do volume correto da urina colhida no período de 24 horas. 2. choque.Homens e atletas produzem maiores quantidades de creatinina que crianças.Bioquímica CREATININA Método Cinético Colorimétrico 1. portanto. trimetoprim. o que não interfere na dosagem da creatinina. desidratação Insuficiência renal por decréscimo da Desnutrição filtração glomerular Obstrução do trato urinário Diminuição da massa muscular Intoxicação por metanol Doença hepática severa Terapia com metildopa. Exercícios severos e ingestão de altas quantidades de carne podem causar aumentos significativos na excreção de creatinina. Gravidez hidantoína.Procedimento Operacional Padrão . Os anticoagulantes como a heparina. idosos e mulheres em geral. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. trimetoprim e probenecide. como: diabetes melittus. uma relação direta com a massa muscular. PRINCÍPIO DO MÉTODO A creatinina presente na amostra reage com o picrato em meio alcalino originando um complexo de cor vermelhoamarelada. plasma ou urina. se quantidades excessivas de carnes forem consumidas. a creatinina eleva-se mais lentamente que a uréia. Com a redução do fluxo sanguineo renal. ocorrendo nos períodos finais da reação. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Adenoma hipofisário Distrofia muscular Diabetes mellitos Doença muscular inflamatória Doenças infecciosas Doenças com diminuição da massa muscular Encefalite Doença renal avançada Hipotireoidismo Hipertireoidismo Anemia Leucemia Paralisia 3. não interferem. cefalosporinas e ácido ascórbico CREATININA URINÁRIA É filtrada livremente pelos glomérulos somente sendo reabsorvida em certas condições clínicas. 08 horas. oxalato ou fluoreto. 4. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação da função renal. insuficiência cardíaca congestiva etc. porém. EDTA. Mede-se a velocidade de formação desse complexo utilizando uma cinética de 2 pontos durante os períodos iniciais da reação. O decréscimo da massa muscular no idoso deve ser considerado na interpretação dos resultados. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO CREATININA SÉRICA Trata-se de um produto metabólico formado pela descarboxilação da creatina-fosfato no músculo. Amostras: Soro. A secreção tubular da creatinina pode ser inibida por drogas como: cimetidina. 45 . a reação do picrato com outros cromogênios presentes na amostra é lenta. Armazenamento e estabilidade das amostras: A creatinina em soro ou plasma é estável 24 horas a 2-8ºC. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Diminuição do fluxo sanguíneo renal: Baixa estatura insuficiência cardíaca congestiva. enquanto a diminuição da massa muscular nos idosos provoca diminuição. A creatinina não é afetada normalmente pela dieta. os níveis séricos poderão sofrer aumento por um período de 48 horas. pelo menos.

com cubeta termostatizável.M.biotecnicaltda.Varginha . separação e distribuição do material 5. 50mL RA + 1 fr. Manter ao abrigo da luz. 8. Conservar entre 15-30oC 6. Cronômetro Tubos de ensaio. 250mL RA + 1 fr. 50mL RB + 1 fr.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Estável 4 dias a 2-8oC.Brasil. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.S. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura a 500 nm (490-510). Pipetas automáticas e ponteiras. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 7.4646 Site: www. código). Padrão – 2.G. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.com. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou intensa turvação. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.: 80027310025 BT 10. 250mL RB + 1 fr. COMPONENTES DO KIT CREATININA Códigos: Registro M. Vila Verônica .3214.Procedimento Operacional Padrão .Bioquímica Urina: amostra de urina de 24 horas deve ser conservada em geladeira durante o período de coleta e até o momento da dosagem.br Reagente A: Ácido pícrico 18 mmol/L.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. 46 . Procedimento automatizado Indicar nome.8 mmol/L. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Reagente B: Hidróxido sódico 1. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Multiplicar o resultado obtido por 100. Padrão – 2. Padrão: Solução de Creatinina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente.0 mL BT 10.com. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Tetraborato sódico 20 mmol/L. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Diluir a urina fresca 1/100 com água destilada.007 – 1 fr. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.007 – 1 fr.

Multiplicar o resultado obtido por 50. Homogeneizar. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. eventualmente infectado. o procedimento corretivo com desproteinização não é eficiente e. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. 47 . Medir o volume urinário de 24 horas. Dosagem em urina: 1. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. não é possível dosar a creatinina com exatidão. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. controle (se utilizado) e reagente. 3. 100 µL 1. O reagente. contém soro. Pipetar em uma cubeta pré-aquecida a 37ºC: Reagente de Trabalho 4. com água destilada ou deionizada. 4. para o soro. Em caso de vazamento acidental. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. lavar abundantemente com água corrente. 2. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). em lugar apropriado para material potencialmente infectante. aplicar as normas de segurança estabelecidas. Quando a temperatura no interior da cubeta alcançar 37ºC pipetar : Padrão ou Amostra 6. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho e a amostra ou padrão a 37ºC durante alguns minutos. Inserir em porta-cubetas termostatizado a 37ºC. Fazer referência ao Manual ou POP de Segurança. plasma ou urina. por 10 minutos a 3000 rpm. O Reativo B é caustico. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. lavar o local com água corrente. Ler a absorbância à 500 nm aos 30 segundos (A1) e aos 90 segundos (A2).0 mL Misturar e acionar imediatamente o cronômetro. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Seguir com rigor a metodologia proposta. Ajustar o espectrofotômetro em zero frente a água destilada.Bioquímica 9. sendo o último. nestes casos. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. o que poderia causar resultados errôneos.Procedimento Operacional Padrão . O enxágüe deve ser exaustivo. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. As amostras muito leitosas. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. 10. Fazer uma diluição do sobrenadante na proporção de 1:50 com água destilada ou deionizada. Centrifugar uma alíquota de 10 mL. Proceder a dosagem conforme o procedimento descrito acima. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. 5. Isso evitará contaminação cruzada. Estável por 10 dias a temperatura ambiente. 2. para a obtenção de resultados exatos. 5. Evitar contato com a pele. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes: Reagente de Trabalho: Misturar volumes iguais de Reativo A e Reativo B. Procedimento manual 1. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Em caso de contato com os olhos ou pele. 3. uma vez usado. 7. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.

7= 0.409 A1 .73 m ) = Depuração(mL/min) x 1. Cálculo da Superfície Corporal sem utilização do Nomograma: SC = P0.425 x A0.91 mg/dl 48 .25 = 164.83 x 1.25 Peso = 70 kg Altura = 170 cm Superfície corporal = 1.222 2 0.7 Creatinina (mg/dl)=(0.p = 0.91 Depuração (mL/min/1.725 x 0.73 Superfície corporal Exemplo: Creatinina na urina (mg/dl) = 120 Creatinina no soro (mg/dl) = 0.Procedimento Operacional Padrão .187 = 10. dividido por 1440 minutos) Atenção: A depuração deverá ser corrigida para a superfície corporal do paciente.91 Volume de 24 horas = 1800 mL Volume/minuto = 1800/1440 = 1.81 12.73 m2) = 164.007184 Onde: 2 SC = superfície corporal em m P = peso em Kg A = altura em cm Determinação do Clearence: 2 Clearence (mL/min/1. Urinário de 24 h. CÁLCULOS (A2 .83 mL/min.73 = 157.A = 0.222 Valor do Padrão: 2 mg/dl Cálculo na Urina Fc = Valor Padrão .A1) amostra x valor padrão = mg/dL creatinina (A2 .222 A2 .137) x 10. em mL.A1) padrão COM FATOR: Fc = Valor do padrão (A2 .81 m2 Depuração (mL/min) = 120 x 1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL Fc = = 2 0.Bioquímica 11.409-0.222 – 0. 0.137 A2 _ A = 0.A1) padrão Creatinina (mg/dl) = (A2 . (A2 – A1) Padrão Creatinina em mg/dl = (A2 – A1) amostra x Fc Creatinina Urina (mg/24 horas) = Creatinina mg/dL x Volume urinário 24hs (mL) 100 Creatinina em mg/kg peso/24 horas: Urina mg/kg peso /24 horas = Creatinina urina mg/ 24 horas Peso (kg) Depuração Da Creatinina Endógena (Clearence): Depuração (mL/minuto) = U x VM S Onde: U = creatinina na urina (mg/dL) S = creatinina no soro (mg/dL) VM = volume minuto (Vol.5 mL/min 1.A1) amostra x Fc Exemplo: A1 – p = 0.

• Crianças maiores de 3 anos: 12 a 30 mg/Kg peso/24 horas.97 μmol/L • Mulheres: 0. Falsos Valores baixos: Urinas muito acidificadas podem apresentar forte interferência negativa.4 = μmol/L creatinina Valores de referência Soro ou Plasma • Homens: 0. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • Bartels H. Fabiny DL. 32: 81. ácido ascórbico e levodopa. • Adultos: Mulheres: 16 a 22 mg/Kg peso/24 horas Homens: 21 a 26 mg/Kg peso/24 horas Clearence 2 • Criança: 70 a 140 mL/minuto/1. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Interferências A hemoglobina (0. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.1.5 . a bilirrubina (10 mg/dL).. 1997. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 12 mg/dL = 1768 μmol/L.3 anos: 6 a 22 mg/Kg/24 horas. Manual de exames – Laboratório H.6 . Clin Chem Acta 1971. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Rio de Janeiro. Bohmer M.73 m Obs: mg/Kg = mg/24 horas dividido pelo peso corporal do paciente.Bioquímica UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL creatinina x 88. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 14. 17: 696 Creatinina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. a proteína e compostos cetônicos não interferem. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Esses valores são unicamente orientativos.0 mg/dL = 44-80 μmol/L Urina (mg/24 horas) • Adultos: Homem: 1000 a 2000 mg/24 horas Mulher: 800 a 1800 mg/24 horas. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 143.1. A determinação pode ser afetada por concentrações elevadas de substâncias redutoras.1 g/L). cefalosporinas.73 m Adultos: Homem: 98 a 160 mL/minuto/1.2 mg/dL = 53 . Pardini – 2002 – 70-71 49 . Qualitymark ed. Clin Chem 1971.73 m2 2 Mulher: 95 a 150 mL/minuto/1. 13. Ertinghausen G. Ltda – Revisão Maio/2005.Procedimento Operacional Padrão . Falsos Valores elevados: A creatinina urinária aumenta com dietas hiperprotéicas. Creatinina na Urina (mg/kg/24 horas) • Crianças 2 .

A CK-BB é a isoenzima encontrada no cérebro. Estas duas cadeias podem combinar-se de três formas. Quantidades apreciáveis são encontradas no cérebro. A CK-MB está presente no miocárdio. onde representa cerca de 20% da CK contra 80% de CK-MM. 2. sendo predominante também no cólon.Procedimento Operacional Padrão . Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. estando presente também no intestino e nos pulmões. vesícula e trato gastrintestinal 3. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Creatino Quinase (CK) também denominada ATP-Creatino-N-fosfotransferase. G6P-DH HK CK Níveis Diminuídos Diminuição da massa muscular Doenças do tecido conjuntivo Doença alcoólica do fígado Terapia com esteróides 50 . obtendo-se creatino e ATP. CK-MB. trauma muscular etc). A CK-MM é encontrada em grande quantidade principalmente na musculatura estriada. e é uma importante enzima reguladora da produção e utilização de fosfatos de alta energia nos tecidos contráteis. compõe-se de duas cadeias diferentes. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Evitar exercícios físicos antes da colheita do material. PRINCÍPIO DO MÉTODO A creatino quinase (CK) catalisa a fosforização do ADP pelo fosfato de creatino. A CK não é encontrada no fígado.UV 1. isto é. Fosfato de creatino + ADP ------------> Creatino + ATP ATP + Glicose ------------> ADP + Glicose-6-fosfato Glicose-6-fosfato + NADP+------------->Gluconato-6-fosfato + NADPH + H+ 4. A CK é um dímero. estômago e bexiga. existe sob a forma de um dímero. sendo o restante CK-MM). medido à 340 nm. A atividade enzimática é estável por 24 horas entre 15 – 25 ºC e 7 dias entre 2 – 8 ºC. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada nos casos de infarto do miocárdio e miopatias (distrofia muscular progressiva. chamadas M (muscle) e B (brain). Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro. A concentração catalítica é determinada. A CK-MB é encontrada também no músculo estriado esquelético em pequena proporção (entre 1% e 4%. A CK total é encontrada em concentrações muito altas na musculatura esquelética e cardíaca. Não utilizar amostras hemolizadas. Várias condições não relacionadas ao miocárdio provocam elevação da CK total. Níveis Aumentados Infarto do miocárdio Lesões da musculatura cardíaca ou esquelética Miopatias congênitas e adquiridas Acidente vascular cerebral Fisioterapia Injeções intramusculares Hipotireoidismo Doenças infecciosas Embolia pulmonar Hipertermia maligna Convulsões generalizadas Neoplasias de próstata. Amostras Usar soro ou plasma colhido em EDTA. a partir da velocidade de formação do NADPH. porém os resultados não são específicos para lesão miocárdica. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. formando as chamadas isoenzimas da CK: CK-MM. empregando-se as reações acopladas da hexoquinase e glicose-6-fosfato desidrogenase. íleo. e CK-BB. A CK total possui alta sensibilidade clínica para o diagnóstico do IAM (>90%).Bioquímica CREATINO QUINASE (CK-NAC) Método Cinético . dermatomiosites.

fosfato desidrogenase > 2500 U/L.com. AMP 5 mmol. hexoquinase > 3000 U/L. ADP 2 mmol.br Reagente A: Imidazol 100 mmol/L. Os reativos são estáveis até a data de validade indicada no rótulo. 8. pH 6. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.1 fr. Seguir com rigor a metodologia proposta. Reagente pronto para uso.: 80027310034 BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. D-glicose 20 mmol/L. EDTA 2 mmol/L.biotecnicaltda.G.M. Evitar exposição à luz intensa. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro com cubeta termostatizada para leituras a 340 nm. 51 .S. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro. acetato de magnésio 10 mmol/L. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.Procedimento Operacional Padrão . Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.4646 Site: www. código). com 5 mL Registro M.Bioquímica Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. separação e distribuição do material 5.3214. Reagente B: Fosfato de creatina 30 mmol/L. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . EDTA 2 mmol/L. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. COMPONENTES DO KIT CREATINO QUINASE (CK-NAC) Códigos: BT 11002 . glicose – 6 . .Varginha . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO o Conservar o KIT a 2-8 C. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. N-acetil-cisteína 20 mmol.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Vila Verônica . modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. 6. para a obtenção de resultados exatos. NADP 2 mmol/L. Conservar entre 2-8oC.Brasil. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. sempre que conservados bem fechados e se evitada a contaminação durante o uso. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. com 20 mL + 1 fr. di (adenosina-5) pentafosfato 10 μmol/L. 9. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.7.com.

10. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. o que poderia causar resultados errôneos. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. aplicar as normas estabelecidas de segurança. Pipetar: Amostra Reativo de trabalho 3.Bioquímica O reagente.Procedimento Operacional Padrão . Procedimento manual 1. Não soprar a pipeta utilizada. uma vez usado. O enxágüe deve ser exaustivo. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Calcular a média das absorbâncias por minuto: ΔA/min = (A1 – A0) + (A2 – A1) + (A 3– A2) 3 Multiplicar o valor abaixo pelo valor do ΔA/min: 340 nm . Acionar o cronômetro. Evitar contaminações com íons metálicos.8095 `a 37°C 52 . Pré-aquecer o Reativo de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. 20 μL 1. mantê-lo protegido da luz. Em caso de contato com os olhos ou pele. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. lavar o local com água corrente. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. 4. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. Inserir nas porta-cubetas termostatizado. contém soro. plasma ou urina. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.0 mL Misturar e transferir de imediato a uma cubeta. Aos 3 minutos. sendo o último. A2 e A3.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 2. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. anotar a absorbância inicial (A0) e efetuar novas leituras após 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. 5. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. lavar abundantemente com água corrente. calcular a média da variação de absorbância por minuto (ΔA/min). CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias encontradas. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. 2 e 3. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Isso evitará contaminação cruzada. o Estável 20 dias a 2-8 C. Em caso de vazamento acidental. 11. eventualmente infectado.minutos (A1. controle (se utilizado) e reagente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. respectivamente) Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. Após a preparação do Reativo de Trabalho. com água destilada ou deionizada.

intoxicação por barbitúricos. carbenicilina. CK-NAC – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 53 .0167 Valores de referência 37ºC Mulheres < 170 U/L Homens < 195 U/L Estes valores são unicamente orientativos.250 à 340nm (2023 U/L). clofibrato.. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Pardini – 2002 – 71. 10:281 (1972). traumas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS International federation of Clinical Chemistry Clinica Chimica Acta. J. Manual de exames – Laboratório H. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): μkat/L = U/L x 0. Klin. Cin. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até ΔA/min = 0. clorpromazine. é recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 142. 33:291 (1974). anfotericína B. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Falsos Valores elevados: Injeções intramusculares. Interferências: Concentrações de hemoglobina acima de 200 mg/dL interferem no teste. 14.Bioquímica 12. 105:147F (1980) Deutschen gesellschaft fur Klinische Chemie Z. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. A hemólise interfere. cirurgias.Procedimento Operacional Padrão . Qualitymark ed. Ltda – Revisão Maio/2005. ampicilina. Lab Invest. 1997. Temperatura de incubação: A determinação também pode efetuar-se a 30º C (método IFCC). Para valores superiores repetir a reação com amostra diluída em solução fisiológica. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Rio de Janeiro. 13. multiplicando o resultado final pelo fator de diluição. Chem. Scandinavian Society for Clinical Chemistry: Scand.

Este anticorpo inibe totalmente a isoenzima CK-MM e a metade da atividade da forma CK-MB. 3. Isto pode diminuir a especificidade especialmente em paciente com lesões concomitantes na musculatura esquelética e cardíaca. a partir da velocidade de formação do NADPH. em uma dosagem seriada são quase patognomônicas para o diagnóstico de infarto do miocárdio. o músculo esquelético possui maior atividade de CK total por grama de tecido. específica para lesão do miocárdio. com 5 mL Registro M. em termos de diagnóstico. não havendo quantidade de CK-MB absoluta. relação ao CK total. Evitar exposição à luz solar intensa. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Evitar exercícios físicos antes da coleta do material. Assim qualquer dano ou lesão nestes tecidos provoca uma elevação dos níveis de CK-MB em soro. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. por isso. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação da extensão da lesão causada nos casos de infarto do miocárdio e em paciente com doenças ou traumas na musculatura esquelética. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A CK é um dímero composto por duas subunidades: B (cérebro) e M (músculo) no qual encontra-se 3 isoenzimas distintas: CK-BB. Como normalmente a isoenzima CK-BB não encontra-se no sangue. a determinação da quantidade do monômero B é praticamente específica para a forma CK-MB. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. têm sido a base para comparação com outros marcadores. Não utilizar amostras hemolizadas Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro ou plasma Diluir as amostras que possuam uma atividade de CK total superior ou igual a 1000 U/L com solução salina (NaCl 0. com 20 mL + 1 fr. medido à 340 nm. A concentração catalítica de CK-B. correspondente à metade da atividade CK-MB é determinada. A CK-MB em soro é estável pelo menos por 7 dias a 2-8º C.S. Creatina Fosfato + ADP ------------> Creatino + ATP ATP + Glicose ------------> ADP + Glicose-6-fosfato + + Glicose-6-fosfato + NADP ------------->Gluconato-6-fosfato + NADPH + H G6P-DH HK CK-B 4. COMPONENTES DO KIT CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) Códigos: BT 11003 – 1 fr. separação e distribuição do material 5. No infarto agudo do miocárdio é importante a proporção do CK-MB em.UV 1. empregando-se as reações acopladas da hexoquinase (HK) e Glicose-6-fosfato desidrogenase (G6P-DH). Apesar da CK-MB ser. recomenda-se a dosagem seriada ao longo de um período de 8 a 12 horas. A CK-MB encontra-se basicamente no músculo estriado e miocárdio.: 80027310036 54 . A isoenzima CK-MB têm sido considerada o marcador bioquímico de referência para o diagnóstico de lesão miocárdica e. A elevação e a queda características da CK-MB. Para um diagnóstico com alta sensibilidade e especificidade. A atividade enzimática é estável por 8 horas entre 15 – 25°C. sem afetar o monômero B das isoenzimas CK-MB e CK-BB.Bioquímica CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) Método Cinético . Multiplicar o resultado pelo fator de diluição. PRINCÍPIO DO MÉTODO O método baseia-se na determinação da atividade da CK na presença de um anticorpo contra o monômero M. e pode ter até 4% de CK-MB. A elevação inicial dos níveis de CK-MB ocorre entre 4 e 6 horas após o início dos sintomas atingindo o seu pico após 24 horas e retornando ao normal entre 48 e 72 horas. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. CK-MB e CK-MM. Amostras: Usar soro ou plasma colhido em EDTA ou heparina.Procedimento Operacional Padrão .9%). o que se utiliza quase que unicamente para diagnóstico do infarto do miocárdio. 2.

Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. O reagente. sempre que conservados bem fechados e se evitada a contaminação durante o uso.br Reagente A: Tampão Imidazol 100 mmol/L. para a obtenção de resultados exatos. NADP 2 mmol/L. Vila Verônica . Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Acetato de Magnésio 10 mmol/L.. Reagente pronto para uso. uma vez usado. NÃO UTILIZAR COMO CALIBRADOR.4646 Site: www. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. glicose – 6 . Conservar entre 2 . Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.fosfato desidrogenase 2000 U/L. 8. Os reativos são estáveis até a data de validade indicada no rótulo. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.Brasil. Em caso de contato com os olhos ou pele. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.8ºC 6. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. di (adenosina-5) pentafosfato 10 μmol/L. código). Tel/Fax: 0 (XX) 35 .Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Evitar exposição à luz intensa. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. . Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. pH 6. Controle: Soro controle de CK-MB. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Verifique valores na etiqueta do frasco.Varginha . Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Anticorpo anti-CK-MM policlonal >2000U/L. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. D-glicose 20 mmol/L. contém soro.biotecnicaltda.7. Em caso de vazamento acidental. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.G. lavar o local com água corrente. ADP 2 mmol. Reagente B: Creatino-fosfato 30 mmol/L. plasma ou urina. AMP 5 mmol. 9. 7. hexoquinase 2500 U/L. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.com.M. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro com cubeta termostatizada para leituras a 340 nm.Procedimento Operacional Padrão . Seguir com rigor a metodologia proposta.com. lavar abundantemente com água corrente. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 55 .3214. eventualmente infectado. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Conservar o KIT a 2-8oC. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.

10. com água destilada ou deionizada. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. O reativo. A diluição é realizada para que a atividade de CK total fique menor que 1000 U/L. Procedimento manual 6.0 mL 8. uma vez preparado. Após a preparação do Reativo de Trabalho. Não soprar a pipeta utilizada. CÁLCULOS Determine a diferença de absorbância: A10– A5= ΔAbs. Acionar o cronômetro. Inserir nas porta-cubetas termostatizadas. O enxágüe deve ser exaustivo. controle (se utilizado) e reagente. Estes valores são unicamente orientativos. possui um anticorpo anti CK-M humano. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. x 1350 12.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Misturar e transferir de imediato a uma cubeta. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. o Estável por 10 dias a 2-8 C. Pipetar: Amostra Reativo de trabalho 20 μL 1. CK-MB (U/L) = ΔAbs.Procedimento Operacional Padrão . 56 . Calcular a diferença das absorbâncias A10 .Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação.67 = nkat/L Valores de referência: Temperatura 37ºC U/L <25 A atividade de CK-MB representa de 6 a 20% da atividade de CK total. Pré-aquecer o Reativo de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. mantê-lo protegido da luz. Isso evitará contaminação cruzada. Diluir as amostras que possuam uma atividade de CK Total superior a 1000 U/L. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. sendo o último. Aos 5 minutos. o que poderia causar resultados errôneos. com uma solução de cloreto de sódio 9 g/L 1:1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. 11. 9. 7. em quantidade suficiente para inibir até 1500 U/L de CK-MM. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 U/L. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. anotar a absorbância inicial (A10) e aos 10 minutos anotar novamente(A15). 10. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não conversar nas proximidades do frasco destampado.A5 (ΔA). Evitar contaminações com íons metálicos. Neste caso multiplicar o resultado obtido por 2. É recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência 13.

H.572 (1985). International Federation of Clinical Chemistry Clinica Chimica Acta. Ltda – revisão Maio/2005. N. Bowers. Wu. C. 28. Interferências: Hemoglobina acima de 200 mg/dL interfere nos resultados. Pardini – 2002 – 72. STEIN. 105:147F (1980) nd Tietz. Manual de exames – Laboratório H. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS S. antes de 2 horas ou após 48 horas do IM.Bioquímica Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Falsos Valores positivos: Pode ocorrer em algumas doenças neurológicas. Chem.N.B. Weit 36: 572(1985). 14. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 116... A hemólise interfere. Concentrações de CK-MM superiores a 1500 U/L não são inibidas pelo anticorpo e interferirá na determinação. CK-MB – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. PA (1976). Weit 36. W.Procedimento Operacional Padrão .B. Qualitymark ed. W.2017 (1982) S. 1997. Fundamentais of Clinical Chemis”.W.. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 57 .: Clin. Rio de Janeiro.2 Ed. A. Philadelphia.: Med. Saunders.Stein Med. Falsos Valores baixos: Podem ser obtidos se o exame for realizado muito precocemente.

5 mmol/L. Armazenamento e estabilidade da amostra O analito é estável 4 dias entre 2 – 8º C.Varginha . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O ferro é um íon importante para a formação da hemoglobina.1 mmol/L. nos casos de grandes hemorragias e menstruação abundante.1% combinado à proteína transferrina no plasma sangüíneo e 15 a 30% armazenados. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. PRINCÍPIO DO MÉTODO O íon férrico presente na amostra e unido a transferrina é liberado por ação do guanidinio e reduzido a ferroso pela hidroxilamina. anemia hemolítica e perniciosa. Conservar entre 2-8 ºC. crianças alimentadas unicamente com leite. dos quais cerca de 65% estão presentes na forma de hemoglobina.4646 Site: www. Para controle terapêutico.: 80027310026 BT 12005 – 1 fr. Cerca de 4% estão presentes sob forma de mioglobina. devido a variações diurnas do ferro sérico. onde teremos uma elevação na destruição da hemoglobina liberada e conseqüentemente liberação de ferro. Padrão de Ferro: Solução de Ferro (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. Esse aumento ocorre pelo fato da liberação do ferro da sua forma de armazenamento no fígado (nas lesões hepatocelulares). Reativo B: Ferrozine 40 mmol/L. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . cloridrato de guanidina 4.G. hepatopatias virais e crônicas.Bioquímica FERRO Ferrozine Método Colorimétrico 1. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. com 50 mL + 1 fr com 1. principalmente no fígado sob forma de ferritina. 3. neoplasias da medula óssea e hepatopatias. diminuição da sua utilização na formação da hemoglobina principalmente nas neoplasias da medula óssea e na hemólise aumentada nas doenças hemolíticas.com.S. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de anemias. hidroxilamina 0. a citocromo oxidase. neoplasia da medula óssea. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise e lipemia excessiva. a peroxidase e a catalase.25 mL + 1 fr de padrão com 2 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. 2. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. mioglobina e outras substâncias como os citocromos.1% sob forma dos diversos compostos hêmicos que promovem a oxidação celular. Haverá um aumento de ferro sérico no tratamento de anemias com ferro.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. 0. é essencial se conhecer os meios pelos quais o ferro é utilizado no corpo. COMPONENTES DO KIT FERRO (Ferrozine) Códigos: Registro M. O íon ferroso forma um complexo colorido com a ferrozina que se pode quantificar através de leitura espectrofotométrica. 58 . A diminuição sérica ocorrerá na gravidez.3214. 4. anemias hemolíticas.biotecnicaltda.Procedimento Operacional Padrão . Amostras: Usar soro. separação e distribuição do material 5.M. A quantidade total de ferro no corpo é em média de cerca de 4 g. Portanto. drogas mielossupressoras. Vila Verônica .9. . é aconselhável colher a amostra sempre no mesmo horário.Brasil.com.br Reativo A: Tampão acetato 100 mmol – pH 4. 0. Reagente pronto para uso.

Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações.Procedimento Operacional Padrão . Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. NÃO CONGELAR. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. com cubetas Banho de água a 37 °C. Seguir com rigor a metodologia proposta. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. para a obtenção de resultados exatos. 8. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. 9. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 7. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Em caso de vazamento acidental. lavar abundantemente com água corrente. evitando assim a deterioração das enzimas. eventualmente infectado. O enxágüe deve ser exaustivo. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio de acrílico ou plástico. plasma ou urina. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. sendo o último. descartáveis. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Isso evitará contaminação cruzada. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 560 nm (546-570). o que poderia causar resultados errôneos. uma vez usado. com água destilada ou deionizada.Bioquímica 6. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Em caso de contato com os olhos ou pele. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. código). Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. O reagente. 59 . Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. O reativo é estável até a data de validade do Kit. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Procedimento automatizado Indicar nome. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. controle (se utilizado) e reagente. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. lavar o local com água corrente. contém soro. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.

INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : µg/dL UNIDADES Sistema Internacional (SI) : µg/dL ferro x 0. Ler as absorbâncias a 560 nm. A1 do branco da amostra. 3. eliminar a acidez com numerosas lavagens com água deionizada (livre de ferro).042 P2 = 0. Cuidados especiais Limpeza do material: todo material a ser utilizado na técnica deve estar livre de íons ferro. 11.Tampão Reativo B . A2 = Absorbância da amostra A1 = absorbância do Branco da amostra P2 = absorbância do padrão P1 = absorbância do Branco do Padrão [P] = valor do padrão Com Fator : Fator Calibração = [P] .Ferrozine 2.0 mL ---Amostra ---250μL ---1. Homogeneizar suavemente.042 x 100 0. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.156 A1 = 0.0 mL ---Branco Padrão 250μL ------1. CÁLCULOS Ferro(μg/dL)= A2 – A1 P2 . Pipetar: Branco Reativo ---------1. condutividade menor que 0.P1 x [P] onde.006 [P] = 100 mg/dL Ferro (μg/dL) = 111. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).156-0. A2 da amostra. Incubar 10 minutos à Temperatura ambiente.Procedimento Operacional Padrão . ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES.8 mg/dl 12. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE.0 mL ---Padrão ------250μL 1. zerando o parelho com o branco do reativo. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativos prontos pra uso Procedimento manual Dois tubo/amostra 1.102 x 100 Exemplo: A2 = 0. Deve-se deixar o mesmo submerso em uma solução de Ácido Nítrico ou Clorídrico 10-15%. (P2 – P1) Ferro(μg/dL)= 0.108P1 = 0.Bioquímica 10.5 . Ler as absorbâncias:P1 do branco do padrão. P2 do padrão.108-0.0 mL 25μL Branco Amostra ---250μL ---1.0 mL 25μL Água destilada Amostra Padrão de Ferro Reativo A .006 Ferro (μg/dL) = 0. após.01 μSiemens.179 = µmol/L ferro Valores de Referência: Para amostras de Soro e Plasma: Homens: 70-155 µg/dL = 12.7 µmol/L 60 . Secar o material a no máximo 80ºC em estantes de aço inox ou revestidos de plástico.27. Todo material utilizado nos procedimentos deve ser de plástico ou acrílico.114 0. por 6 horas e.

1 µmol/L Esses valores são unicamente orientativos. Falsos Valores elevados: Falsos Valores baixos: 14.Procedimento Operacional Padrão . Itano M.84 . Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Artiss JD. anemias hemolíticas. Anal Chem 1970. 42:779-81. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 200. 2.25. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de anemias. 14:311-15 Ferro Ferrozine – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Zak B. Qualitymark ed. Am J Clin Pathol 1978. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. neoplasias da medula óssea e hepatopatias. 70:516-22..5 µmol/L Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Rio de Janeiro. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Stookey LL. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Interferências Não devem ser usados soros lipêmicos. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 500 µg/dL = 89.Bioquímica Mulheres: 55-140 µg/dL = 9. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO 61 . 13. Manual de exames – Laboratório H. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Ltda – Revisão Maio/2005. 1997. Vinogradov S. Clin Biochem 1981. ictéricos ou hemolisados. Pardini – 2002 – 74 FERRO CRX Método Cromazurol B 1.

com. com 50 mL + 01 fr.Procedimento Operacional Padrão .G. 4. A diminuição sérica ocorrerá na gravidez. Amostras: Usar soro. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.82 mM. a peroxidase e a catalase. drogas mielossupressoras. com cubetas. de padrão 2 mL. Para controle terapêutico.Varginha . 1% sob forma dos diversos compostos hêmicos que promovem a oxidação celular.com. brometo de CTMA 0. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.1% combinado à proteína transferrina no plasma sangüíneo e 15 à 30% armazenados. Padrão de Ferro: Solução de Ferro (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE.Brasil. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Cerca de 4% estão presentes sob forma de mioglobina.13 mM. 3. mioglobina e outras substâncias como os citocromos. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Esse aumento ocorre pelo fato da liberação do ferro da sua forma de armazenamento no fígado (nas lesões hepatocelulares). Haverá um aumento de ferro sérico no tratamento de anemias com ferro. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. PRINCÍPIO DO MÉTODO O ferro sérico reage com o cromazurol B do CTMA-Br para formar um complexo colorido azul. devido a variações diurnas do ferro sérico.3214. a citocromo oxidase. hepatopatias virais e crônicas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. .75. dos quais cerca de 65% estão presentes na forma de hemoglobina. por isso é essencial conhecer os meios pelos quais o ferro é utilizado no corpo. 7.biotecnicaltda. A intensidade de cor do complexo é proporcional a concentração de ferro presente na amostra. onde teremos uma elevação na destruição da hemoglobina liberada e conseqüentemente liberação de ferro. neoplasia da medula óssea. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes em temperatura ambiente. Armazenamento e estabilidade da amostra O analito é estável 4 dias entre 2 – 8º C.S. 6. principalmente no fígado sob forma de ferritina. Reagente pronto para uso.: 80027310053 BT 12004 – 2 fr. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise e lipemia excessiva. Não utilizar amostra hemolisada. 0.4646 Site: www. Vila Verônica . A quantidade total de ferro no corpo é em média de cerca de 4g.br Reagente: Cromazurol B 0. crianças alimentadas unicamente com leite. anemia hemolítica e perniciosa. separação e distribuição do material 5. Conservar em temperatura ambiente. nos casos de grandes hemorragias e menstruação abundante. é aconselhável colher a amostra sempre no mesmo horário.M. 62 .Bioquímica O ferro é um íon importante para a formação da hemoglobina. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 630 nm (620-640). diminuição da sua utilização na formação da hemoglobina principalmente nas neoplasias da medula óssea e na hemólise aumentada nas doenças hemolíticas. COMPONENTES DO KIT FERRO CRX Códigos: Registro M. tampão acetato pH 4.

instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. descartáveis. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. o que poderia causar resultados errôneos. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. lavar abundantemente com água corrente. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. 8. lavar o local com água corrente. 9. para a obtenção de resultados exatos. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Procedimento automatizado Indicar nome. Isso evitará contaminação cruzada. Em caso de vazamento acidental. contém soro. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Em caso de contato com os olhos ou pele. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. código). CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. O reagente. sendo o último. controle (se utilizado) e reagente. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 10. eventualmente infectado. O enxágüe deve ser exaustivo. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Cronômetro Tubos de ensaio de acrílico ou plástico. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Seguir com rigor a metodologia proposta. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Pipetar em tubos de ensaio: Branco Reativo ---Padrão ---Amostra 40μL Amostra 63 .Bioquímica Pipetas automáticas e ponteiras. com água destilada ou deionizada. uma vez usado. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.Procedimento Operacional Padrão . CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. plasma ou urina. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.

13. Secar o material a no máximo 80ºC em estantes de aço inox ou revestidos de plástico.158 µg/dL = 10.Procedimento Operacional Padrão .6 μg/dL 12.Bioquímica Padrão de Ferro Reativo 2. 44 : 511-516. 11.0 mL 40μL 1. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993.01 μSiemens. Soros lipêmicos ou hemolisados não são apropriados para esta Técnica. 5 ª edição. ---1.7 = 102. Paris M. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. condutividade menor que 0.179 = μmol/L ferro Valores de Referência Homens: 59 .117 Ferro (μg/dL) = 0.9 μmol/L Esses valores são unicamente orientativos.Ann Biol Clin 1986. 3.0 mL ---1. Cuidados especiais Limpeza do material: todo material a ser utilizado na técnica deve estar livre de íons ferro. após. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Garcic A Clin Chim Acta 1979.120 Ap=0. Guyton.6 . CÁLCULOS Aa Ap [P] Absorbância da Amostra Absorbância do Padrão Concentração do Padrão Ferro (μg/dL) = Aa X [P] Ap COM FATOR: Fator = [P] Ap Ferro (μg/dL) = Aa x fator Exemplo: Aa=0.0 mL Agitar bem e deixar reagir durante 5 minutos a temperatura ambiente. ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES.28. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 94 : 115-119. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).7 F= 100 0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : μg/dL UNIDADES Sistema Internacional : μg/dL ferro x 0.145 µg/dL = 6.3 μmol/L Mulheres: 37 . Todo material utilizado nos procedimentos deve ser de plástico ou acrílico. Ler a absorbância (Ap) do Padrão e (Aa) da amostra contra o Branco de Reagente a 630 nm (620-640). 64 .5 μmol/L Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE.62 – 25. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 500 μg/dL = 89. 14. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.117 [P]=100 μg/dL = 854. eliminar a acidez com numerosas lavagens com água deionizada (livre de ferro). A cor é estável por 2 horas ao abrigo da luz. Interferências Não devem ser utilizados soros hemolisados. por 6 horas e. Recomenda-se utilizar um branco da amostra com água destilada se a amostra for fortemente ictérica (Bilirrubina Total > 3 mg/dL).12 X 854. Deve-se deixar o mesmo submerso em uma solução de Ácido Nítrico ou Clorídrico 10-15%.

INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de afecções ósseas e hepatobiliares. Manual de exames – Laboratório H. Pardini – 2002 – 74 FOSFATASE ALCALINA Método Cinético Colorimétrico (DGKC – DEA) 1. 1997. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 200. 2. Rio de Janeiro. Ltda – Revisão Maio/2005.Bioquímica Ferro CRX – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO 65 .Procedimento Operacional Padrão . Qualitymark ed.

simples ou combinado com androgênio Acromegalia Doença de Paget Hipertireoidismo Raquitismo Mononucleose infecciosa Hiperparatireoidismo Crescimento ósseo fisiológico 3. Reagente pronto para uso.: 80027310018 BT 11005 – 1 fr. 08 horas.Brasil. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. o 4-nitrofenilfosfato de sódio é hidrolisado especificamente pela fosfatase alcalina do soro em pH9.8. devido a adicional fração placentária. presente em muitos tecidos. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Doenças hepáticas e do trato biliar Hipotireoidismo Metástases para fígado e osso Uso de estrogênio. Sua função precisa no metabolismo ainda não está de todo compreendida e parece estar associada ao transporte lipídico no intestino e processos de calcificação óssea.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. osteoblastos. medida a 405 nm.Bioquímica A fosfatase alcalina é uma enzima com atividade ótima in vitro em pH próximo de 10.. pelo menos.Procedimento Operacional Padrão . esta enzima pode funcionar como marcador tumoral. é proporcional à atividade da enzima presente. Reagente B:: 4-nitrofenilfosfato 10 mmol/L. COMPONENTES DO KIT FOSFATASE ALCALINA Códigos: Registro M. Amostras Soro e plasma.Varginha . A forma presente no soro de adultos normais origina-se principalmente do fígado e esqueleto e são acentuadamente dependentes da idade. liberando o 4-nitrofenol. quando expostas a altas temperaturas.com. podem ser encontrados aumentados moderados.biotecnicaltda.S. baseado na DGKC.08 1. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. particularmente no epitélio intestinal. cuja velocidade de formação. com 40 mL + 1 fr. pode ser mais um auxílio na identificação de suas isoenzimas. . cloreto de magnésio 0.G. separação e distribuição do material 5. Mulheres no terceiro trimestre de gravidez podem apresentar aumentos em torno de duas a três vezes do intervalo normal. Em osteomalácia.0 mmol/L.4646 Site: www. A resposta de suas frações. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de.5 mmol/L. 66 .M.3214. Neste método.br Reagente A: Dietanolamina pH 9. túbulo renal. com 10 mL FAL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. que diminuem lentamente em resposta à terapia por vitamina D.com. Armazenamento e estabilidade das amostras: A fosfatase alcalina em soro ou plasma é estável até 7 dias a 2-8ºC A heparina não interfere como anticoagulante. Vila Verônica . fígado e placenta. PRINCÍPIO DO MÉTODO A determinação de fosfatase alcalina é feita através de método cinético com emprego do 4-nitrofenilfosfato de sódio. 4-Nitrofenilfosfato + H2O ---------------> 4-Nitrofenol + fosfato 4. Visto elevar-se em metástases do fígado e ósseas. Os níveis mais altos de fosfatase alcalina são encontrados na doença de Paget. Sua dosagem é de interesse na investigação de doenças hepatobiliares e ósseas associadas com hiperatividade osteoblástica. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .

o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Não soprar a pipeta utilizada. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 nm. 6. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Não misturar diferentes lotes de reagentes. eventualmente infectado. 67 . O reagente. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Conservar entre 2-8ºC. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. plasma ou urina.Procedimento Operacional Padrão . fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Pipetas automáticas e ponteiras. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. evitando assim a deterioração das enzimas. NÃO CONGELAR. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. O reativo é estável até a data de validade do Kit. uma vez usado. com cubetas termostatizadas. 9.Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Em caso de vazamento acidental. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. para a obtenção de resultados exatos. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Em caso de contato com os olhos ou pele. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 8. lavar abundantemente com água corrente. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Seguir com rigor a metodologia proposta. 7. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Cronômetro. contém soro. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. código). Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Evitar contaminações com íons metálicos. lavar o local com água corrente. Centrífuga. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.

4. 11. Agitar suavemente. Isso evitará contaminação cruzada.Bioquímica A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.290 U/L 180 . O enxágüe deve ser exaustivo. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática.225)+ (1.266) 3 ΔA/min = 0. 10.179 A1 = 1. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.0 mL 20μL Misturar e inserir no porta-cubetas termostatizado a 37ºC. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B.Procedimento Operacional Padrão . Estável 30 dias a 2-8°C. 1.1200 U/L 68 . o que poderia causar resultados errôneos. calcular a média da variação da absorbância por minuto (ΔA/min): ΔA/min = (A1 – A0) + (A2 – A1) + (A3-A2) 3 A atividade da fosfatase alcalina na amostra é calculada pela multiplicação do ΔA/min pelo seguinte fator: ΔA/min x 2757 = U/L Exemplo: A0 = 1.044 Fosfatase alcalina (U/L) = 0. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 3. Aos 60 segundos. sendo o último.225 A2 = 1. controle (se utilizado) e reagente.3 U/L 12. 2.044 x 2757 = 121.312-1.179) + (1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Procedimento manual 1. com água destilada ou deionizada. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 0. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. (A1.266 A3 = 1.01667 = µkat/L Valores de Referência Adultos Crianças 37ºC 100 . Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. 5.266-1. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho a temperatura desejada durante uns minutos.312 ΔA/min = (1. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos.225 – 1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. A2 e A3 respectivamente). CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos.

Kubler W.UV Método Molibdato 1. Qualitymark ed. D. fraturas ósseas e em lesões musculares extensas. Ltda – Revisão Maio/2005. Biochem. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 14. Chem Klin. A presença de Mg2+ e Zn2+. A hemólise interfere devido a fosfatase alcalina eritrocitária. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 1997. oxalato. 8 (1970) 658.250 = 700U/L. Pardini – 2002 – 76 FÓSFORO . 10 (1972) 182.. 21: 731 – 748 Fosfatase Alcalina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Med. citrato e EDTA interferem. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Z.Bioquímica Estes valores são unicamente orientativos. 8 (21973). 69 . CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até ΔA/min: 0. Deutsch Ges fur Lab. Symp. função da paratireóide. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 205. Manual de exames – Laboratório H. É recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação da insuficiência renal. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Rio de Janeiro. Clin Chem Clin Biochem 1983. 13. J. Klin.Procedimento Operacional Padrão . • • • • • • Interferências: Ácido ascórbico (vitamina C) maior que 400 mg/L Glicose maior que 500 mg/dL Triglicérides maior que 1200 mg/dL Os anticoagulantes fluoreto. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. produz um aumento nos resultados.

70 . hormônio da paratireóide. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. 08 horas. Em torno de 85% dos 600g deste elemento (medido como fósforo inorgânico) em adultos está presente no esqueleto. que quantifica-se por espectrofotometria à 340 nm. hora do dia e dieta. O aumento do fósforo sérico ocorre por diminuição da filtração glomerular. aumento da reabsorção tubular renal e aporte exógeno ou endógeno. carboidratos e incorporados a outras substâncias orgânicas como fosfolipídios. Níveis Aumentados Insuficiência renal Hipoparatireoidismo Pseudo-hipoparatireoidismo Hipervitaminose D Osteoporose Acromegalia Mieloma múltiplo Leucemia mielóide crônica Metástase óssea Hipocalcemia Diabetes mellitus descompensada Desidratação e hipovolemia Exercícios Níveis diminuídos Defeitos tubulares de reabsorção (síndrome de Fanconi) Hiperparatireoidismo primário Hiperparatireoidismo secundário Hipotireoidismo Esteatorréias Osteomalácia Hipovitaminose D Raquitismo Hemodiálise Doença hepática Alimentação parenteral prolongada Antiácidos Diuréticos Alcolismo Tratamento da cetoacidose diabética Fósforo Urinário Fosfato urinário varia com idade.Bioquímica 2. Este parâmetro é mais informativo quando efetuado em urina de 24 horas. Os níveis séricos de fósforo são inversamente proporcionais aos do cálcio sérico. ácidos nucléicos. rins (filtração e reabsorção) e esqueleto (estocagem). função renal. proteínas. em meio ácido. Cerca de 90% do fósforo plasmático é filtrado pelos glomérulos e quase totalmente reabsorvido pelos túbulos. A diminuição ocorre por desordens tubulares e aumento das perdas. 7H3PO4 + 12(Mo7O24)-6 → 7H3PO4(MoO3)12 + 36 O-2 Níveis Diminuidos Hipoparatireoidismo Pseudo-hipoparatireoidismo Osteomalácia 4. Em torno de 2/3 do fosfato ingerido é absorvido (absorção ativa) principalmente no jejuno e o restante é excretado pelas fezes. A absorção é aumentada no decréscimo da ingestão de cálcio. É recomendada a coleta pela manhã devido a relatos de variações diurnas. PRINCÍPIO DO MÉTODO O fósforo inorgânico presente na amostra reage com o molibdato de amônio. fosfoproteinas e compostos de alta energia envolvidos na integridade celular (estocagem e troca de energia). O PTH inibe a sua reabsorção tubular renal. O restante é principalmente combinado com lipídios. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O fósforo é um importante elemento. amplamente distribuído pelo organismo na forma de fosfato orgânico ou inorgânico. na acidez do conteúdo intestinal e também pela ação da vitamina D e hormônio de crescimento (GH). massa muscular. A absorbância é proporcional a quantidade de fósforo inorgânico presente na amostra. A ação do hormônio da paratireóide (PTH) na sua absorção é provavelmente um efeito indireto do metabolismo da vitamina D. pelo menos. Três órgãos são majoritariamente comprometidos com a homeostasia do fósforo: intestino delgado (absorção). Níveis Aumentados Hiperpareatireoidismo primário Hipervitaminose D Acidose tubular renal Uso de diurético Doença de Paget Defeitos tubulares de reabsorção (síndrome de Fancini) 3. devido a sua variação diária.Procedimento Operacional Padrão . originando o complexo fosfomolibdato.

com. com cubetas. 71 . Tel/Fax: 0 (XX) 35 . instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Importante: a amostra de urina acidificada não deve ser utilizada para dosagem de creatinina.5 mmoL. Banho de água a 37 °C. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Reagente pronto para uso.3214. deve-se lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Urina: Coletar a urina de 24 horas e acidificar com 15 mL de HCl 37% (concentrado). Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Pipetas automáticas e ponteiras. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Ácido sulfúrico 220 mmol/L. COMPONENTES DO KIT FÓSFORO – UV Registro M. Cronômetro Tubos de ensaio.Bioquímica Amostras Soro. Multiplicar o resultado obtido por 20.Procedimento Operacional Padrão .Brasil. Padrão: Solução de fósforo inorgânico (Vide valor da concentração do padrão na etiqueta do frasco) O reagente de fósforo é cáustico e pode produzir queimaduras.br Reagente: Solução de Molibdato de Amônio 0. 7. Procedimento automatizado Indicar nome. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. plasma (heparina ou EDTA).4646 Site: www. NÃO CONGELAR. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Vila Verônica . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. evitando assim a deterioração das enzimas. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Na utilizar fluoreto de sódio como anticoagulante.com.: 80027310033 Códigos: BT 12006 – 1 fr. 6. código). com 50 mL + 1 fr. Padrão – 2. A amostra de urina deve ser diluída 1:20 com água deionizada ou destilada antes da análise.S.M. No caso de contato com os olhos.Varginha . MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 340 nm (335-366). A amostra pode ser conservada por 7 dias à 4oC. Conservar entre 2 – 8oC. separação e distribuição do material 5.1%. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. deve ser acidificada e/ou aquecida até 56 ºC durante 15 minutos até completa redissolução do precipitado. Triton X 0. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.biotecnicaltda. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro ou plasma: utilizar soro não hemolisado. . plasma ou urina.G. Deve-se utilizar os equipamentos de proteção adequados para manipular reagentes cáusticos. 8. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. A amostra de urina não acidificada e que esteve refrigerada. pode-se obter valores falsamente baixos.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.

uma vez usado. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Em caso de contato com os olhos ou pele. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. lavar abundantemente com água corrente. 10. Em caso de vazamento acidental. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). o que poderia causar resultados errôneos.Bioquímica Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. com água destilada ou deionizada. lavar o local com água corrente. sendo o último. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Homogeneizar. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. plasma ou urina. incubar à 37 C por 5 minutos. CÁLCULOS Abs. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com íons de fósforo. 3. Ler a absorbância do Padrão e da Amostra. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. O enxágüe deve ser exaustivo. Seguir com rigor a metodologia proposta. 11. O reagente. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Procedimento manual 1. 9. A cor é estável por 1 hora. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações.Procedimento Operacional Padrão . CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. controle (se utilizado) e reagente. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL Fósforo Abs. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. para a obtenção de resultados exatos. contém soro. zerando o aparelho com o Branco à 340 nm.. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparo do reagente: Reagente pronto para uso. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1000 µL Padrão 10 μL 1000 µL Amostra 10 μL 1000 µL Padrão de fósforo Amostra Reagente o 2. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Padrão 72 . em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. eventualmente infectado. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Isso evitará contaminação cruzada.

Rio de Janeiro. 14. acetazolamida. do Padrão . lítio e prometazina podem interferir nos resultados. isoniazida. 13. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Yee. salbutamol. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL fósforo x 0. fluoretados ou com EDTA produzem resultados falsamente diminuídos. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido a ótima reprodutibilidade. Teste → Absorbância do teste Abs. 898 (1968).Procedimento Operacional Padrão .84 mmol/L . Ltda – Revisão Maio/2005. Para amostra hiperlipêmicas ou com conteúdo elevado de Bilirrubina é preferível fazer um branco da amostra adicionando 100 μL de amostra + 3 mL de água destilada. Pardini – 2002 – 77-78 FRUTOSAMINA Método Cinético Colorimétrico 1. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. plasma: Adultos: 3. 14.Bioquímica Onde: Abs. H. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 208-209. 1997. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. desprezar o reativo.5 mg/dL • Urina : 300 . se os valores forem superiores a 0. Anticoncepcionais. Chem.. Qualitymark ed. Interferências Valores do branco elevados indicam contaminação.600 A. Manual de exames – Laboratório H. oxalados.0 – 6. Plasmas citratados. Fósforo UV – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. azatioprina. Obtendo-se o valor da absorbância da amostra (Aamostra).5 mg/dL Crianças: 4. – Clin. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc.323 = mmol/L fósforo Valores de referência • Soro.1000 mg/24 horas Esses valores são unicamente orientativos.Y. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. que pode ser obtida com a metodologia.0 – 4. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. Fósforo (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. alendronato. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 15 mg/dL = 4. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. INDICAÇÃO MÉDICA 73 .

Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.Bioquímica Esta dosagem é utilizada na avaliação da basicamente das glicoproteínas do soro. 7.8 oC. O reativo é estável até a data de validade do Kit. PRINCÍPIO DO MÉTODO Em meio alcalino as frutosaminas (proteínas séricas glicadas) presentes na amostra reduzem o reagente azul de nitrotetrazol formando cor roxo-azulada. Azul de Nitrotetrazol 0.com. 3. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual 74 . separação e distribuição do material 5. 2.Brasil. Não usar amostras hemolisadas e separar o soro o mais rapidamente o possível.3. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 4. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Reagente pronto para uso.25 mmol/L.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.: 80027310069 Códigos: BT 10017 – 1 fr. . A data de validade aparece no rótulo da embalagem. a determinação de frutosamina trata-se basicamente da medição destas glicoproteínas no soro.biotecnicaltda. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A glicose presente no plasma humano reage com diversas proteínas formando glicoproteínas estáveis sendo a principal delas a albumina. Vila Verônica . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Calibrador – 3. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.4646 Site: www. Potencialmente Infectante.M. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. os níveis de Frutosamina no sangue são um reflexo direto dos níveis de glicose sanguíneo tendo sua determinação grande utilidade no controle glicêmico de pacientes diabéticos ou de pacientes hipoglicêmicos. Conservar entre 2 . Tel/Fax: 0 (XX) 35 . NÃO CONGELAR.br Reagente: Tampão Carbonato 200 mmol/L pH 10.0 mL 2 fr. Calibrador – 3. A intensidade desta coloração é proporcional a concentração de frutosamina presente na amostra e é então determinada em espectrofotômetro a 520 nm. num segundo momento.Procedimento Operacional Padrão . Amostras Soro. 6.Varginha .S.G. se transformam irreversivelmente em cetoaminas estáveis (frutosaminas). Armazenamento e estabilidade da amostra: Estável 7 dias de 2 a 8 ºC. com 50 mL + 1 fr. com 50 mL + 1 fr. Desta forma. A concentração de Frutosamina reflete o índice de variação de glicose durantes as últimas duas a três semanas prévias à coleta da amostra. pelo menos.3214. as quais. Logo. 08 horas. COMPONENTES DO KIT FRUTOSAMINA Registro M. Calibrador: Soro liofilizado contendo albumina glicada (Valor da concentração: vide rótulo do frasco de calibrador).0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Esta reação se dá através da ligação covalente da glicose com resíduos de lisina das proteínas sanguíneas dando origem a bases de Schiff.

8. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Pipetas de vidro e/ou automáticas. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). código). Não misturar diferentes lotes de reagentes. As informações de Descarte. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.Procedimento Operacional Padrão . Medir a absorbância a 520 nm (500-550) aos 10 minutos (A1) e aos 15 minutos (A2). Não trocar as tampas dos frascos dos reagentes.Bioquímica Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura em 520 nm (500-550) com cubeta termostatizada. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1000 µL Padrão 50 μL 1000 µL Amostra 50 μL 1000 µL Calibrador de Frutosamina Amostra Reagente 4. Tubos de ensaio. Em caso de vazamento acidental. As amostras a serem analisadas devem ser tratadas como material potencialmente infectante. lavar abundantemente com água corrente. 5. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 10. Banho de água a 37 ºC. pele ou mucosa. 9. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Relógio ou Cronômetro. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. a fim de evitar contaminação cruzada. Procedimento automatizado Indicar nome. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparo do reagente: Reagente pronto para uso. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. 75 . Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais devem ser observados. Segurança e Primeiros Socorros estão descritas na Ficha Individual de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) deste produto. Homogeneizar e inserir no porta-cubetas termostatizado. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico em local próprio para materiais potencialmente infectantes. CUIDADOS E PRECAUÇÕES • • • • • • • • • • • O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Utilizar os EPI’s de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico. Não usar o reagente quando este mostrar-se com sinais de contaminação. contato com os olhos. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. padrão/calibrador e reagente. Procedimento manual 4. controle.

realizar nova dosagem e multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. Para valores superiores a 8.. Hunt M.734-0.5 mmol/L.A1) amostra x Fc Exemplo: A1C = 0. Hurst. CÁLCULOS (A2 .146 A1A = 0. 33/10: 1947. Clin.23 A2 A = 0.Bioquímica 11.A1) Calibrador Frutosamina (mmol/L) = (A2 .630 Frutosamina (mmol/L) = (0.A1) Calibrador COM FATOR: Fc = Valor do Calibrador (A2 . 1985. Groth T.R.79 mmol/L Valor do Calibrador: 2. Clin. A multi-rule Shewhart chart quality control in clinical chemistry.... Chem. L. Barry P.5 mmol/L. Westgard J.630) x 16. 14. P. Ambruster D A.A1) amostra x valor Calibrador = mmol/L Frutosamina (A2 . diluir a amostra com NaCl 150 mM (0. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear de 0. O.588 0.37 mmol/L 12. 31/9: 1550-1554.23 A2C = 0. Clin.9%).802 = 2. 76 . Chem.0. 33/12: 2153.Procedimento Operacional Padrão .734 0. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • • • Baker J R et al.. Clin.9 a 2.37 = 16. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mmol/L Valores de referência Soro: 1. 1987.588 Fc = 2.37 = 2.1981.. 27:493-501.2 a 8. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Chem.802 .9 mmol/L 13. 1987. Chem.

25.com. Vila Verônica . clofibrato. γ-GT 77 . A y-Glutamiltransferase em soro é estável pelo menos por 7 dias a 2-8 ºC Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. carbamazepina. doença obstrutiva da árvore biliar.biotecnicaltda. pâncreas e fígado. É usada na avaliação das colestases hepática. e no acompanhamento do tratamento de alcólatras. ácido valpróico e contraceptivos. Reagente B: L-y-Glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida 4mmol/L. Amostras: Soro ou plasma.S. 3.Brasil. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.GLUTAMILTRANSFERASE (GAMA . liberando 5-amido-2-nitrobenzoato.: 80027310012 Códigos: BT 11006 – 1 fr. A concentração catalítica é determinada a partir da velocidade de formação do 5-amido-2-nitrobenzoato. Conservar entre 2-8 ºC 6.G. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Esta enzima está presente em numerosos tecidos. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação das colestases hepáticas. estrógenos e metrovidazol. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . nas neoplasias do fígado valores elevados podem ocorrer. 2. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. Diminuição dos valores podem ocorrer no uso de azatioprina. com 40 mL + 1 fr.Procedimento Operacional Padrão . no uso prolongado de drogas que induzem o sistema microssomal hepático. com 10 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Anticoagulantes contendo citrato. como exemplo. fluoreto ou oxalato inibem a atividade da GGT. fenobarbital.GT) Registro M.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. L−γ−glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida + glicilglicina ⎯⎯→ L-γ−glutamil.br Reagente A:Tampão TRIS 100 mmol/L . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.3214. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. PRINCÍPIO DO MÉTODO A gama-glutamiltransferase (γ−GT) catalisa a transferência do grupo γ−glutamilo da γ−glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida a glicilglicina.com. fenitoína.M.GLUTAMILTRANSFERASE (γ .GT) Método Cinético Colorimétrico 1. NÃO CONGELAR. Reagente pronto para uso. . Plasma (EDTA ou heparina).pH 8.Bioquímica γ . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. O reativo é estável até a data de validade do Kit.glicilglicina + 5-amido-2-nitrobenzoato 4. Critérios para a rejeição de amostras Evitar amostras com hemólise.Varginha .Glicilglicina 100 mmol/L. separação e distribuição do material 5. mas a concentração mais elevada está nos rins. COMPONENTES DO KIT γ .4646 Site: www. doenças obstrutivas da árvore biliar e no monitoramento da administração de algumas drogas.

Não misturar diferentes lotes de reagentes. código). Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. 78 . plasma ou urina. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Em caso de vazamento acidental. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. contém soro. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Centrífuga. para a obtenção de resultados exatos. O reagente. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. eventualmente infectado. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.Procedimento Operacional Padrão . Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 9. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 ou 410 nm. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Isso evitará contaminação cruzada. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. 8. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Em caso de contato com os olhos ou pele. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. uma vez usado. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Não soprar a pipeta utilizada. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. O enxágüe deve ser exaustivo. com água destilada ou deionizada. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. sendo o último. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Evitar contaminações com íons metálicos. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Cronômetro. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. controle (se utilizado) e reagente. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. lavar abundantemente com água corrente. o que poderia causar resultados errôneos. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Seguir com rigor a metodologia proposta. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.Bioquímica 7. lavar o local com água corrente. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente.

ΔA/min = (1.22 A3 = 1.Procedimento Operacional Padrão . A2 e A3 respectivamente). Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.25. 13.16)+(1. Inserir no porta-cubeta termostatizado a 37º C. Estável 6 semanas a 2-8°C. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos.22) 3 ΔA/min = 0. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.18-1.18 A2 = 1. 79 . Pré-aquecer o Reagente de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. Aos 60 segundos. 2.Bioquímica 10. (A1. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). calcular a média da variação da absorbância por minuto (ΔA/min). Procedimento manual 1.7 U/L 12.22 -1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B.25-1. ΔA/min = (A1 . Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.03 x 1158 = 34.A0) + (A2 – A1) + (A3 – A2) 3 A atividade de γ-GT na amostra é calculada pela multiplicação do ΔA/min.18)+(1. Pré-incubar o reativo por 5 minutos. 5. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 U/L. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos.67 = µkat/L Valores de referência Homens Mulheres 37°C 10 – 47 7 – 30 Fator de correlação: 37°C / 30°C – 1’24 37°C / 25°C – 1’68 Estes valores são unicamente orientativos. 4. É recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. utilizando –se o seguinte fator Fator (F) = 1158 γ-GT = ΔA/min X F Exemplo: A0 = 1. 11. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. Pipetar: Reativo de Trabalho Amostras 1.0 mL 100 µL 3.03 γ-GT (U/L)= 0. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).16 A1 = 1.

podem causar resultados diminuídos. fluoreto ou oxalato inibem a atividade da GGT.. Clin. Chem. 2051 (1976).Procedimento Operacional Padrão . 22. – Scand. – Clin Chem. Anticoagulantes contendo citrato. Invest. Hemoglobina até 180 mg/dL e Triglicérides até 1800 mg/dL não produzem interferências significativas. γ . também podem aumentar o valor da GGT. estrogenose metronidazol. Szasz G. Valores de Bilirrubina até 38 mg/dL. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 215 Manual de exames – Laboratório H.glutamiltransferase (Gama GT) – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 119 (1976). Qualitymark ed. Pardini – 2002 – 78 80 .. fenobarbital. carbamazepina. Ltda – Revisão Maio/2005. Falsos Valores elevados: Valores de Triglicérides entre 1800 e 3500 mg/dL produzem resultados falsamente elevados. J. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Commitee of the Scand. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.Bioquímica Interferências: O etanol e vários fármacos induzem a síntese hepática da y-glutamiltransferase. Falsos Valores baixos: O uso de azatioprina. clofibrato. 14. O uso de fenitoína. for Clin. 366. ácido valpróico e contraceptivos. 1997. Rio de Janeiro. Lab. Soc.

consumo e armazenamento da glicose no organismo. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). em presença de 4-amino-antipirina. furosemida). que apresenta um máximo de absorção em 500 nm. etc. A reformulação dos critérios diagnósticos do diabetes mellitus pela American Diabetes Association (ADA) visou sua precocidade diagnóstica. sarcomas. no diagnóstico diferencial das acidoses metabólicas. PRINCÍPIO DO MÉTODO A enzima glicose oxidase catalisa a oxidação da glicose existente na amostra. em etnias de alto risco. ** Bloqueadores pela adrenérgicos. carbonato de lítio. Níveis Elevados Diabetes Hipertireoidismo Feocromocitoma Pancreatite aguda Extresse Várias drogas * Níveis Diminuídos Insulinomas Tumores extrapancreáticos (fibromas. estrogênios. levodopa. anticonvulsivantes. diuréticos (tiazídicos. etanol. rifampicina. em mães de bebês macrossômicos ou que desenvolveram Diabetes Mellitus Gestacional (DMG). Esta faixa etária e freqüência de investigação devem ser reconsideradas nos obesos (índice de massa corpórea > 27 Kg/m2). Glicose. acetaminofen. Glicose + O2 + H2O --------------------> Ácido Glucônico + H2O2 peroxidase glicose oxidase 81 . hepatomas.Procedimento Operacional Padrão . em parentes em 1º grau de pacientes diabéticos. pacientes hipertensos e naqueles com níveis baixos de HDL-Colesterol (<35 mg/dL) e /ou elevados de triglicerídeos (250 mg/dL). desidratações. clortalidona. inibidora da MAO. A avaliação laboratorial deve ser considerada em todos os indivíduos acima de 45 anos de idade. Líquor Níveis Aumentados Hiperglicemia diabética Encefalite epidêmica Glicose sérica aumentada Níveis Diminuídos Hemorragias subaracnóides Meningoencefalites não bacterianas Meningite piogênica aguda Meningite tuberculósica Meningite criptocócica Sífilis neurológica Sarcoidose Tumor primário ou metastático das meninges 3. produzindo peróxido de hidrogênio. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação do controle de produção. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Útil no estabelecimento do diagnóstico e monitoração terapêutica do diabetes mellitus. contraceptivos orais. 2. necrose hepática fulminante) Várias drogas** * Ácido Acetilsalicílico.Bioquímica GLICOSE Método Enzimático Colorimétrico 1. mesoteliomas) Insuficiência adrenal (doença de Addison) Hipotireoidismo Hipopituitarismo Hiperinsulinismo Pancreatite crônica Desnutrição síndrome de máabsorção Alcoolismo Dano hepático (insuficiência cardíaca severa. na avaliação de distúrbios do metabolismo de carboidratos. dopamina. esteróides anabólicos. hipoglicemias e na avaliação da secreção inapropriada de insulina. etc. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do fenol pelo peróxido de hidrogênio formado. A intensidade de cor é proporcional à concentração de glicose na amostra. em presença de oxigênio. anti-histamínicos. corticóide. adrenalina. com o objetivo de desacelerar a progressão da doença e o aparecimento de suas complicações tardias. tiabendazol. ácido ascórbico. ácido etacrínico. atropina. indometacina.

POD-Peroxidase > 1200 U/L. obtido no máximo duas horas após a coleta. CONTROLE DE QUALIDADE 82 .0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Amostras Soro. com cubetas.pH 7. evitando assim a deterioração das enzimas. Conservar entre 2 . GOD-Glicose oxidase > 15000 U/L.M. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.Varginha .Procedimento Operacional Padrão . . Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. 6. Pipetas automáticas e ponteiras.8ºC. Padrão com 2. O reativo é estável até a data de validade do Kit. COMPONENTES DO KIT GLICOSE Códigos: Registro M. Outra forma de se evitar este problema é a coleta de uma fração do líquido em fluoreto.: 80027310031 BT 10008 – 1 fr com 250 mL + 1 fr.3214.42 mmol/L .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. por centrifugação. Cronômetro Tubos de ensaio.Brasil. 4-Aminoantipirina 0.G.com.br Reagente: Tampão fosfato 182.S. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.0. Vila Verônica . Padrão com 2. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro límpido. Fenol 10 mmol/L. para evitar a glicólise (falso baixo) ou plasma obtido com anticoagulante fluoretado.Bioquímica 2H2O2 + 4-Aminoantipirina + Fenol --------------> Quinonimina + 4 H2O 4. separação e distribuição do material 5. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Glicemia de jejum: recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. Critérios para a rejeição de amostras Presença de coágulo.biotecnicaltda.com. Banho de água a 37 °C. 7. para que não haja consumo do analíto. com 250 mL + 1 fr. leucócitos e outras células) deve ser feita de forma imediata. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.4646 Site: www. Procedimento automatizado Indicar nome. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Padrão: Solução de Glicose (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. 8.0 mL BT 10008 – 4 fr. Observações para todas as amostras: a separação da parte fluida dos elementos figurados (hemácias. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 505 nm (490-510).3 mmol/L. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.

contém soro. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. 2. uma vez usado. código).0 mL Padrão 10 µL 1. lavar o local com água corrente. 9. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.Bioquímica Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. com água destilada ou deionizada. para a obtenção de resultados exatos.Procedimento Operacional Padrão . lavar abundantemente com água corrente. Isso evitará contaminação cruzada. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O enxágüe deve ser exaustivo.0 mL Amostra 10 µL 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Procedimento manual 1. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso. sendo o último. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 4. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. 83 .0 mL Padrão de glicose Amostra Reagente 3. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. controle (se utilizado) e reagente. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Em caso de vazamento acidental. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 505 nm. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Agitar bem e incubar os tubos durante 10 minutos a 37ºC ou durante 15 minutos a temperatura ambiente 25ºC. Seguir com rigor a metodologia proposta. o que poderia causar resultados errôneos. A cor é estável durante pelo menos 1 hora. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 10. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Deixar o Reagente durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em banho de água. Em caso de contato com os olhos ou pele. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. eventualmente infectado. plasma ou urina. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. O reagente. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
11. CÁLCULOS Abs. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL Glicose Abs. Padrão Onde: Abs. Teste → Absorbância do teste Abs. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco)

Devido a ótima reprodutibilidade, que pode ser obtida com a metodologia, pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. do Padrão . Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco.

Glicose (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL

UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL glicose x 0,0555 = mmol/L glicose
Valores de referência Soro ou plasma: 70 a 110 mg/dL Líquor: 40 a 75 mg/dL, (2/3 da glicemia) Esses valores são unicamente orientativos. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 13. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: Até 400 mg/dL = 22 mmol/L Para valores superiores, diluir a amostra 1:2 ou 1:4 com NaCl 0,85%, repetir a dosagem e multiplicar o resultado pelo fator de diluição. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade, diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Interferências: O ácido ascórbico (5 mg/dL), a hemoglobina (0,2 g/dL) e a bilirrubina (40 mg/dL) não interferem. A lipemia moderada não afeta os resultados. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Trinder R. - Ann Clin Biochem 1969; 6:24. Henry, R. J. Cannon, D.C. Winkelman, J. – Clinical Chemistry Principles and Techniques, 2 ed. Harper and Row Publishers Inc. N.Y.; p. 1288 (1974). Glicose – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Ltda – Revisão Maio/2005. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação, Qualitymark ed., Rio de Janeiro, 1997. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 231-233 Manual de exames – Laboratório H. Pardini – 2002 – 81-82

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
MAGNÉSIO MONO
Método colorimétrico MAGON SULFONADO 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada como auxílio na detecção de hipoparatireoidismo, hiperaldosteronismo e hipertireoidismo. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Magnésio Sérico É o quarto mais abundante cátion no organismo humano. Atua como um c-fator essencial para enzimas ligadas à respiração celular, glicólise e transporte (através da membrana) de outros cátions (cálcio e sódio). O magnésio é essencial para a preservação da estrutura molecular de DNA, RNA e ribossomas. Um terço do magnésio sérico é ligado à proteína, principalmente à albumina; os outros 2/3 existem predominantemente como íon livre e um pequeno percentual como complexo de ânions. O magnésio ingerido é absorvido no intestino delgado e excretado na urina. O processo de absorção parece ser de controle deficiente, sendo afetado por síndromes de má-absorção, com sua homeostase exercida basicamente pela excreção renal (a qual é regulada pela reabsorção tubular). Diminuições do magnésio são mais significativas e frequentes que o excesso, e sintomas dessa depleção não ocorrem em níveis séricos até 1,0 mEq/L. Severas diminuições estão ligadas à função neuromuscular como tetania, convulsão, fraqueza, irritabilidade e delírio. Níveis baixos de magnésio, após um infarto do miocárdio, podem indicar um mau prognóstico.

Níveis aumentados Uso de sais de magnésio Antiácidos e laxantes Doença de Addison Desidratação grave Insuficiência renal Acidose diabética Hipertireoidismo Hipercalcemia Níveis diminuídos Associados com hipocalemia e hipocalcemia Alcoolismo crônico Pancreatite aguda Má-absorção Lactação excessiva Diálise Diarréia grave Diabetes mellitus Terapia diurética Dietas pobres em magnésio Hiperaldosteronismo primário Má-nutrição Nefropatias tubulares Hiperparatireoidismo Hiperaldosteronismo

Magnésio Urinário A excreção do magnésio está intimamente ligada à dieta. Sua análise tem sido utilizada antes e após administração terapêutica de magnésio.

Níveis Aumentados Álcool Diuréticos Síndrome de Bartter Glomerulonefrite crônica Aldosteronismo 85

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
Terapia com drogas (ciclosporina, diuréticos tiazídicos, corticosteróides) Níveis Diminuídos Dieta pobre Má-absorção Hipoparatireoidismo Decréscimo da função renal
3. PRINCÍPIO DO MÉTODO O magnésio presente na amostra reage com azul de xilidina II (Magon Sulfonado) em meio alcalino formando um complexo intensamente corado com máximo de absorção em 510 nm. O desenvolvimento de um monoreagente líquido estável, sem solventes orgânicos voláteis, torna o método especialmente adaptável a analisadores automáticos. 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, plasma e urina. Armazenamento e estabilidade das amostras: o Soro ou plasma obtido com heparina. Sob refrigeração o magnésio é estável por 15 dias entre 2-8 C. Urina e líquido céfalo-raquidiano. Dosagem na urina: efetuar a homogeneização prévia de todo o material, tomar uma amostra de cerca de 5 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. Tal procedimento transforma todos os sais de magnésio presentes na urina em sais solúveis. Diluir a urina 1:5 (1,0 mL de urina + 4,0 mL de água destilada ou deionizada). Proceder a seguir como descrito para o soro. Multiplicar o resultado obtido por 5. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise, mesmo discreta. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT MAGNÉSIO Códigos: Registro M.S.: 80027310015 BT 12007 – 1 fr com 50 mL. + 1 fr Padrão – 2,0 mL

BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil. Tel/Fax: 0 (XX) 35 - 3214.4646 Site: www.biotecnicaltda.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.br Reagente: Carbonato de potássio 120 mM, EGTA 40 mM, Magon sulfonado (xilidil blue) 0,1 mM e azida sódica 18,5 mM. Padrão: Solução aquosa de íons Magnésio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 15 e 30º C. 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 e 30º C. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 510 nm, com cubetas. Banho de água a 37 °C.

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usar bastante água. Pipetar em tubos de ensaio: 87 . Procedimento automatizado Indicar nome. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. lavar abundantemente com água corrente. o que poderia causar resultados errôneos. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Procedimento manual 1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.Bioquímica Pipetas automáticas e ponteiras. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. com água destilada ou deionizada. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. Cronômetro Tubos de ensaio. 2. Em caso de contato com os olhos ou pele. O enxágüe deve ser exaustivo. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos. O reagente contém azida sódica que é tóxica. Isso evitará contaminação cruzada. O reagente. controle (se utilizado) e reagente. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. 10. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. plasma ou urina. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. eventualmente infectado. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Reativo pronto para uso. Os reagentes devem estar a temperatura ambiente. código). A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. sendo o último. 9. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. portanto. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. contém soro. Seguir com rigor a metodologia proposta. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.Procedimento Operacional Padrão . 8. No descarte do reagente. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. lavar o local com água corrente. Em caso de vazamento acidental. uma vez usado. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. para a obtenção de resultados exatos.

31/3. 4.5 mg/dL Esses valores são unicamente orientativos. mesmo em elevadas concentrações (acima de 26 mg/dL) e bilirrubina (até 20 mg/dL) não interferem.175 Ap = 0. 11. Ray Sarkar BC.175 x 10. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear até 4. hemólises mesmo discretas interferem significativamente. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL magnésio x 0. Devido ao alto conteúdo intracelular de megnésio. 17:662. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).0 mg/dL 12. 14. 32:70.0 mL Amostra 10 μL 1. Maxwell et al.191 Magnésio(mg/dL) = 0.0 mL Padrão 10 μL 1.5 – 3. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.Procedimento Operacional Padrão .8 mg/dL 88 . Interferências Hiperlipemia.5 0. Não utilizar amostras hemolisadas. Clin Chem 1971. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 13.5 = 1. – Clin Chem.5 mg/dL Para amostras de Urina/24 h: 48 – 152 mg/24h Liquido Céfalo Raquidiano: 2.0 mL Padrão Amostra Reagente 3. ácido ascórbico. Ler a absorbância (Ap) do Padrão e da Amostra(Aa) frente ao Branco a 510 nm. Agitar bem e deixar os tubos durante 2 minutos à temperatura ambiente. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com íons magnésio. Anal Biochem 1969. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Chauman UPS. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. CÁLCULOS Aa x Valor padrão = mg/dL Magnésio Ap Onde Aa → Absorbância da Amostra Ap → Absorbância do Padrão Padrão → Valor da Concentração do Padrão Urina (mg/24horas) = Magnésio Urina (mg/dL) x volume de 24 h em mL 100 Com Fator: F = Valor padrão Ap Magnésio (mg/dL) = Aa x F Exemplo: Aa = 0.5 mmol/L.Bioquímica Branco 1.9 – 2.191 Valor Padrão = 2. Gindler EM. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 520-522 (1982) F= 2 = 10.41 = mmol/L magnésio Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: 1. Heth DA.

Pardini – 2002 – 87 89 . Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Rio de Janeiro.Bioquímica Magnésio . Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 324-325 Manual de exames – Laboratório H.Procedimento Operacional Padrão .. Ltda – Revisão Maio/2005.Magon – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Qualitymark ed. 1997.

com.4646 Site: www.Bioquímica PROTEÍNA TOTAL Método Colorimétrico 1. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. A eliminação excessiva de proteínas pelos rins ou a diminuição da síntese hepática provoca uma diminuição na pressão coloidosmótica do plasma. Estável 8 dias à 2-8º C.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. originando um complexo de cor violácea. .Procedimento Operacional Padrão . Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro e plasma heparinizado. macroglobulinemia. deficiência de cálcio e vitamina D. como ocorre nas doenças crônicas. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades hepáticas e renais. Valores Aumentados A concentração de proteína total do soro está comumente aumentada em pacientes com desidratação.M.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A dosagem isolada da proteína total tem pouco valor clínico. insuficiência renal. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente.009 .2. hidróxido de sódio 140 mM. sarcoidose. lupus eritematoso.S.3214. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. 90 . que aumenta a reabsorção de sódio e água levando a edema.com. em que há diminuição de albumina com aumento de gamaglobulina. queimaduras graves. mieloma múltiplo. 6. síndrome de má absorção. COMPONENTES DO KIT PROTEÍNAS TOTAIS Códigos: Registro M. infecções crônicas. queimaduras graves e hemodiluição. O nível de proteínas séricas é basicamente um reflexo de sínteses hepáticas ou de perda de proteínas devido a enfermidade renal. iodeto de potássio 15 mM. linfogranuloma e endocardite bacteriana sub-aguda.biotecnicaltda. 3. tartarato de sódio e potássio 15 mM. Amostras Soro e plasma. Padrão: Solução de Albumina bovina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). desnutrição grave. nefrose.: 80027310030 BT 10. desnutrição severa. porque a alteração em uma das frações pode ser compensada por alteração oposta de outra fração. PRINCÍPIO DO MÉTODO A proteína presente na amostra reage com os íons cobre (II) em meio alcalino. 4. 08 horas. 2. Conservar entre 15-30 ºC.br Reagente: Sulfato de cobre 10 mM. pelo menos. artrite reumatóide. Reagente pronto para uso. Valores Diminuídos A concentração de proteína total do soro está diminuída na hiperhidratação.G. cuja absorbância em 550 nm é proporcional à concentração protéica da amostra.Brasil. separação e distribuição do material 5. crioglobulinemia. Vila Verônica .Varginha . Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.

O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. 91 . O reagente. Isso evitará contaminação cruzada. Banho de água a 37 °C. Seguir com rigor a metodologia proposta. código). Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. 9. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Cronômetro Tubos de ensaio. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. com água destilada ou deionizada. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. eventualmente infectado. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.Bioquímica Manter ao abrigo da luz. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Em caso de contato com os olhos ou pele. o que poderia causar resultados errôneos. para a obtenção de resultados exatos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Em caso de vazamento acidental. Procedimento automatizado Indicar nome. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 8. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. com cubetas. uma vez usado. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O reativo é estável até a data de validade do Kit. controle (se utilizado) e reagente. O enxágüe deve ser exaustivo. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.Procedimento Operacional Padrão . sendo o último. Pipetas automáticas e ponteiras. plasma ou urina. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. lavar o local com água corrente. contém soro. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 545 nm (535-555). Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. lavar abundantemente com água corrente. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.

04 g/dL Globulina = Proteína Total . 13. Com fator Fator de calibração (FC) = concentração do padrão A do padrão Exemplo: A amostra = 0. A cor é estável durante pelo menos 2 horas. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco à 545 nm.0 = 20 0. Agitar bem e deixar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente.0 mL Padrão 10 μL 1.0 g/dL Plasma: 6. Interferências Interferências: a hemoglobina (0. Hemacel ou PVP). O soro deve ser obtido o mais breve possível. fornecem valores elevados.0 mL Amostra 10 μL 1.Bioquímica 10.25 Proteína (g/dL) = 7.352 A padrão = 0.352 x 20 FC= 5. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). A amostra = Absorbância da amostra. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear até 12 g/dL. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 10 μL 1. 3.8 – 8.25 Concentração do padrão = 5 g/dL Proteína (g/dL) = 0.0 mL Água destilada Padrão Proteína Amostra Reagente 2. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. 11. CÁLCULOS A Amostra X Valor da concentração do padrão = g/dL proteína A Calibrador onde. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.5 – 8. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. As amostras de soro hemolisado ou contendo expansores plasmáticos (Dextram. A padrão = Absorbância do padrão.Albumina 12. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.3 g/dL Estes valores são unicamente orientativos.Procedimento Operacional Padrão . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: g/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): g/L = g/dL x 10 Valores de referência Valores Normais Soro : 6.2 g/L) e a bilirrubina (15 mg/dL) interferem. 92 .

A concentração de proteína total aumenta com o passar do dia. em geral.: Sobel. J Biol Chem 1949. T: Watson. No inverno. Henry. & Berkman.Bioquímica Soros fortemente lipêmicos podem causar turvação. Bardawill CS. Acta 31/1:87 (1971). Ltda – Revisão Maio/2005. David MM. Chim. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Gornall AG.. WA & Biggs. C. Rio de Janeiro.Procedimento Operacional Padrão . Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 398-400 Manual de exames – Laboratório H. 177:751. 14. R. Vários íons de amônio interferem no teste pela formação de complexo cúprico amônio. H. 1997. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. B. Pardini – 2002 – 90-91 93 .G Clin. Qualitymark ed. Doumas. a concentração de proteína total é maior que no verão. Proteína Total – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. S Anal Chem 29/10: 1491 (1957).

Tel/Fax: 0 (XX) 35 .biotecnicaltda. A urina de pessoas saudáveis não contém proteínas ou contém somente em pequenas quantidades.009 .1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão .1mmol/L.Utilizar amostra colhida no período de 24 horas. normalmente o glomérulo evita a passagem das mesmas do sangue para o filtrado glomerular.M.com. . . em pacientes com doença renal a pesquisa de proteinúria constitui um elemento importante no diagnóstico e no acompanhamento. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.Procedimento Operacional Padrão . pH 2.S.04 mmol/L. formando um complexo colorido. Benzoato de sódio 0. medir o volume e separar uma amostra de cerca de 20 mL. A intensidade da cor formada é proporcional à concentração protéica da amostra. separação e distribuição do material 5.3214. 4.4646 Site: www.5. ajudar a estabelecer o diagnóstico de certas síndromes ou entidades patológicas cujos achados renais são conhecidos.Homogeneizar a urina.8 ºC.Brasil. Armazenamento e estabilidade das amostras: Urina . Alterações glomerulares causam o aumento da permeabilidade das proteínas plasmáticas o que ocasiona a proteinúria. .br Reagente: Vermelho de pirogalol 0. SDS 0.Utilizar o sobrenadante para proceder o ensaio. PRINCÍPIO DO MÉTODO A proteína presente na amostra reage com o vermelho de pirogalol e o molibdato.Centrifugar por 10 minutos a 3000 rpm. . em meio ácido.2. O diagnóstico clínico deve ser realizado levando-se em conta todos os dados clínicos e de laboratório. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação renais. Oxalato de sódio 1 mmol/L. Molibdato de sódio 0.Bioquímica PROTEÍNA URINÁRIA Método Colorimétrico 1.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Ácido succínico 0. Dessa forma. 3. 94 .: 80027310128 BT 10.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Amostras Urina e Líquor.05 Mol/L.G. A sua presença e a determinação do seu grau podem. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A proteinúria é um marcador de doença renal e constitui um fator de risco independente para a sua progressão.Varginha . Concentrações elevadas de proteínas no líquido cefalorraquidiano (Líquor) podem ser devidas a infecções ou à pressão intracraniana elevada. em associação a outros achados. Conservar entre 2 . COMPONENTES DO KIT PROTEÍNAS URINÁRIA Códigos: Registro M.35 mmol/L. Líquor: Utilizar amostra centrifugada.13 mmol/L.com. não havendo necessidade de adicionar conservantes. Padrão: Solução de Albumina (valor de padrão: vide rótulo do frasco). 2. Vila Verônica . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. A presença persistente de proteína na urina indica enfermidade renal. Aumentos ou decréscimos no valor de proteinúria são importantes marcadores do prognóstico renal do paciente. Reagente pronto para uso.

fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura em 598 nm com cubetas termostatizada. Em caso de vazamento acidental. CUIDADOS E PRECAUÇÕES • • • • • • • • • • • O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. As informações de Descarte. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Pipetas de vidro e/ou automáticas.Procedimento Operacional Padrão . Não trocar as tampas dos frascos dos reagentes. 8. lavar abundantemente com água corrente. Tubos de ensaio. código). modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes 2 a 8 ºC. 7. 10. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Procedimento automatizado Indicar nome. a fim de evitar contaminação cruzada. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos devem ser observados. As amostras a serem analisadas (urina ou líquor) devem ser tratadas como material potencialmente infectante. 9. Não misturar diferentes lotes de reagentes. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. padrão/calibrador e reagente. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico em local próprio para materiais potencialmente infectantes. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso 95 . controle. Segurança e Primeiros Socorros estão descritas na Ficha Individual de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) deste produto. Não usar o reagente quando este mostrar-se com sinais de contaminação.Bioquímica 6. contato com os olhos. pele ou mucosa. Relógio ou Cronômetro. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Manter ao abrigo da luz. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Utilizar os EPI’s de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico.

1000 mg/L ADULTOS 150 . Para valores superiores.Procedimento Operacional Padrão . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: g/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): g/L = Proteinúria (mg/L) x 0. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.(L) urina 24h = mg proteínas/24h A Padrão Líquor (LCR): A Amostra X concentração do padrão = mg/L proteínas A Padrão onde. 11. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A linearidade da reação é de 3000 mg/L.025 A padrão = 0. Com fator Fator de calibração (FC) = concentração do padrão A Padrão Exemplo: A amostra = 0. A cor é estável durante 30 minutos. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 3. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. A amostra = Absorbância da amostra.2L FC = 1000 = 7519 0.025 x 1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).0 mL 2.450 mg/L GESTANTES < 150 mg/24h Líquor Urina ADULTOS E CRIANÇAS < 100 mg/24h Estes valores são unicamente orientativos.0 mL AMOSTRA --20 μL 1.2 x 7519 Proteína Urinária = 226 mg/24 h 12.133 Proteína (mg/24h) = 0. A padrão = Absorbância do padrão. CÁLCULOS Urina de 24horas: A Amostra X concentração do padrão X vol. realizar nova dosagem e multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição.133 Concentração do padrão = 1000 mg/L Volume urinário 24h = 1. Medir a absorbância do Padrão (Ap) e da Amostra (Aa) frente ao Branco a 600 nm. Homogeneizar manter os tubos durante 5 a 37 ºC. Pipetar em tubos de ensaio: BRANCO PADRÃO Padrão --20 μL Amostra ----Reagente 1. 13.001 Valores Normais CRIANÇAS 300 . diluir a amostra com água deionizada ou destilada. 96 .Bioquímica Procedimento manual 1.0 mL 1.

• Koller A. A multi-rule Shewhart chart quality control in clinical chemistry.Procedimento Operacional Padrão . L. Princeton 1984. Yamanaka. • Young DS.. Effects of drugs on Clinical Lab. Tests. N.. 2001. 4th ed.V. S. Toronto. AACC Press. A. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • Watanabe. 35:2233-22236. Groth T. 3rd ed. 13161324 and 418.. 1995. R.Bioquímica Interferências Interferências: hemólise (LCR). • Burtis A et al. AACC 1999. Barry P. • Orsonneau JL et al. Effects of disease on Clinical Lab. Oshawa. A presença de detergentes (surfactantes) na amostra ou seus resíduos em materiais e/ou equipamentos de laboratório interferem com a reação.1%) e Triton X100 (1%) também interferem na reação.. Chem. AACC Press. • Young DS.. 1981. Clinical Guide to Laboratory tests. St Louis. Tests. 27: 493-501. O. 14. • Westgard J. Total serum protein. 4th ed. Clin. A presença de Lauril sulfato de sódio (0.. Clin Chem 1989. Mosby Co. 97 . S. Kamei.. M. Hunt M. Chem. • Tietz N W et al. AACC 1995. Clin. 32: 1551 (1986). An Improved Pyrogallol Red-Molybdate Method for Determing Total Urinary Protein. Al.. Ohkubo. Kaplan A et. Clin Chem The C. 3rd ed. Tietz Testbook of Clinical Chemistry.

: 80027310017 BT 11007 – 1 fr com 40 mL R-A + 1 fr. cirrose hepática. sendo usada na monitoração de terapias que utilizam drogas hepatotóxicas. separação e distribuição do material 5. rim e cérebro.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Inúmeras drogas comumente usadas podem elevar os níveis de AST (isoniazida. dermatomiosites. AST L-Aspartato + 2-Oxoglutarato -----------> Oxaloacetato + L-Glutamato Oxalacetato + NADH + H+ ------------> Malato + NAD+ LDH MDH Piruvato endógeno + NADH ------------> L.Bioquímica TGO / AST Método Cinético . hepatites. L-aspartato 240 mmol. Reagente B: Malato desidrogenase 0. mononucleose. Amostra Soro ou plasma. 98 .8. anemias hemolíticas.3214. A concentração catalítica se determina.18 mmol. Níveis elevados dessa enzima auxiliam no diagnóstico de doenças cardíacas. é uma enzima encontrada no miocárdio. atingindo um pico em 24 horas e retornando ao normal por volta do quinto dia.Procedimento Operacional Padrão . esteróides anabólicos etc. hepáticas e musculares. empregando a reação acoplada de malato desidrogenase (MDH). Tel/Fax: 0 (XX) 35 . fígado. 3.biotecnicaltda. icterícia obstrutiva.lactato desidrogenase > 1200 U/L. pancreatite aguda.M. com 50 mL R-B BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. 2. trauma e necrose cerebral.Brasil. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. A atividade enzimática é estável por 4 dias entre 2 – 8°C. eritromicina. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de hepatites agudas e é um bom indicador no diagnóstico de infarto agudo do miocárdio.pH 7. cateterização e angioplastia cardíaca. a partir da velocidade de desaparecimento do NADH.com. Reagente pronto para uso. Aspartato Aminotransferase (AST)).).4646 Site: www. COMPONENTES DO KIT TGO / AST Códigos: Registro M. distrofias musculares. Vila Verônica . PRINCÍPIO DO MÉTODO O Aspartato aminotransferase (AST ou GOT) catalisa a transferência do grupo amino do aspartato a 2-oxo-glutarato. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Transaminase Oxalacética – TGO (sinonímia. lesões da musculatura esquelética. 2-Oxoglutarato: 12mmol. . queimaduras severas.UV 1.br Reagente A: Tampão Tris 80 mmol .S. MDH . hipotireoidismo.malato desidrogenase > 600 U/L. progesterona. A atividade dessa enzima no infarto do miocárdio eleva-se dentro das primeiras 12 horas. com 10 mL R-B BT 11007 – 1 fr.Varginha . medido à 340 nm.com. Níveis aumentados também são encontrados em necrose hepática. plasma (EDTA ou heparina). musculatura esquelética.. formando oxalacetato e glutamato. Pequenas elevações são observadas durante a gravidez. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. com 200 mL R-A + 1 fr.G.Lactato + NAD 4. LDH .

e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Em caso de vazamento acidental. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Cronômetro. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. O reagente. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. uma vez usado. Evitar contaminações com íons metálicos. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. contém soro. 7. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. 99 . 8. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Seguir com rigor a metodologia proposta. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. O reativo é estável até a data de validade do Kit. código). Conservar entre 2-8 ºC 6. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. 9. lavar o local com água corrente. Em caso de contato com os olhos ou pele. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.Procedimento Operacional Padrão . Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação.Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. lavar abundantemente com água corrente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. plasma ou urina. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 340 nm. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. NÃO CONGELAR. Não misturar diferentes lotes de reagentes. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. Não soprar a pipeta utilizada. Centrífuga. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. eventualmente infectado. para a obtenção de resultados exatos.

Procedimento Operacional Padrão . sendo o último. Aos 60 segundos. controle (se utilizado) e reagente.Bioquímica A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. (∆A/min. O enxágüe deve ser exaustivo. Isso evitará contaminação cruzada. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos.) = (A0 – A1) + (A1 – A2) + (A2 – A3) 3 A atividade da TGO na amostra é calculada pela multiplicação do ∆A/minuto pelo seguinte fator: Fator (37ºC) Exemplo: Temperatura = 37ºC A0= 1. 5. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. à 37ºC.268 – 1.).228 – 1.189) + (1.228) + (1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. Estável 2 semanas a 2-8°C. Acionar o cronômetro.189 – 1. A2 e A3 respectivamente).67 x 10–9 Kat/L = µkat/L Valores Normais: 1746 100 . calcular a média da variação da absorbância por minuto (∆A/min. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 4.189 A3= 1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16.= (1.228 A2= 1. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). Procedimento manual 1.800 a 340 nm.039 TGO (U/L) = 0. Descartar o reativo de trabalho quando a leitura da absorbância contra água for < 0. com água destilada ou deionizada. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho durante 5 minutos.5 U/L 12.152 ∆A/min.039 x 1746 = 67. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. 10. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.268 A1= 1. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 3. 2. 11.152) 3 ∆A/min. Proteger o reativo de trabalho da luz. o que poderia causar resultados errôneos. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. 37oC 1000 μL 100 μL Misturar e inserir nas porta-cubetas termostatizadas. (A1.= 0.

250 = 440 U/L. Anfotericina B. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.S.Procedimento Operacional Padrão . 5 (1975) TGO – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Narcóticos. Rio de Janeiro. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Ltda – Revisão Maio/2005. – J. – Clin.. Anticoncepcionais orais. Interferências: Falsos valores elevados: Acetaminofem. Qualitymark ed. Clin. 126 (1955) Young D. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Falsos valores baixos: Salicilatos (aspirina) 14. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até: ΔA/min de 0. 21. el al. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • • • • • Karmen A. 34. Pardini – 2002 – 93 101 . Metildopa. Corticoesteróides. Chem. Colchicina. Invest. Fenotiazinas. Barbiturados. 1997. 13.Bioquímica 37ºC até 37 U/L até 31 U/L HOMENS MULHERES Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. et al. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 455 Manual de exames – Laboratório H. Alopurinol.

malato desidrogenase > 600 U/L. Como teste de função hepática. Em pacientes com infarto do miocárdio a ALT geralmente está normal ou ligeiramente elevada. 2. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. a partir da velocidade de desaparecimento do NADH.4646 Site: www.18 mM.br Reagente A: Tampão Tris 100 mmol . a ALT é mais sensível para detecção de danos do hepatócito do que para obstrução biliar.Lactato + NAD+ LDH 4. Entretanto. com 200 mL R-A + 1 fr. PRINCÍPIO DO MÉTODO A Alanina Aminotransferase (ALT ou GPT) catalisa a transferência do grupo amino da alanina a 2-oxoglutarato. e pequenas quantidades na musculatura esquelética e coração. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. cirrose. L-alanina 500 mmol. medido à 340 nm. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. A concentração catalítica se determina. Níveis elevados são encontrados na hepatite infecciosa e tóxica. com 50 mL R-B BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. . icterícia obstrutiva e carcinoma metastático. com 10 mL R-B BT 11008 – 1 fr.G.Procedimento Operacional Padrão .pH 7. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de pacientes com lesões hepáticas virais. COMPONENTES DO KIT TGP / ALT Códigos: Registro M. 102 .alanina + 2-Oxoglutarato -----------> Piruvato + L-Glutamato Piruvato + NADH ------------> D . Reagente pronto para uso. doença pancreática.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. separação e distribuição do material 5. formando piruvato e glutamato. LDH . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Transaminase Pirúvica – TGP (sinonímia: Alanina Aminotransferase (ALT). 3.5.UV 1. 2-Oxoglutarato: 15mM. plasma (EDTA ou heparina). MDH .com. Reagente B: Malato desidrogenase 0. insuficiência cardíaca ou choque com necrose hepática concomitante pode levar a elevações de seus níveis. LDH Piruvato endógeno + NADH -----------> L-Lactato + NAD ALT L .S. tóxicas e cirrose.Varginha .: 80027310019 BT 11008 – 1 fr com 40 mL R-A + 1 fr. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.com.Bioquímica TGP / ALT Método Cinético .3214. A atividade enzimática é estável por 4 dias entre 2 – 8°C e 2 semanas. sendo considerada um excelente marcador hepatocelular. empregando a reação acoplada de lactato desidrogenase (LDH). é uma enzima intracelular presente em grandes quantidades no fígado e rim.Brasil.lactato desidrogenase > 1200 U/L. Vila Verônica .M. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. Amostra: Soro ou plasma.biotecnicaltda.

Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. sendo o último. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. lavar abundantemente com água corrente. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.Procedimento Operacional Padrão . Em caso de contato com os olhos ou pele. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 340 nm. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. O reagente. Centrífuga. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. O reativo é estável até a data de validade do Kit. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente 103 . CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. plasma ou urina. 9. contém soro. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.Bioquímica Conservar entre 2-8 ºC 6. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Cronômetro. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. 8. NÃO CONGELAR. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Em caso de vazamento acidental. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. com água destilada ou deionizada. lavar o local com água corrente. Não soprar a pipeta utilizada. uma vez usado. 7. Seguir com rigor a metodologia proposta. Evitar contaminações com íons metálicos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. O enxágüe deve ser exaustivo. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. eventualmente infectado. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. código). e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. para a obtenção de resultados exatos.

calcular a média da variação da absorbância por minuto (∆A/min.278 – 1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. Descartar o reativo de trabalho quando a leitura da absorbância contra água for < 0.= (1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.67 x 10 µKat/L 1 µkat/L = 60 U/L Valores Normais -3 104 .017 TGO (U/L) = 0.278) + (1. Proteger o reativo de trabalho da luz.Bioquímica A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.SI 1 U/L = 16. A2 e A3 respectivamente).6 U/L 12. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L Sistema Internacional .800 a 340 nm. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 11. controle (se utilizado) e reagente. 7. Isso evitará contaminação cruzada. Acionar o cronômetro. 37 C 1000 μL 100 μL o Misturar e inserir nas porta-cubetas termostatizadas. 10. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. (A1.017 x 1746 = 29.278 A2 = 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. `37ºC. Estável 2 semanas a 2-8°C.): (∆A/min. Aos 60 segundos. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho durante 5 minutos. Procedimento manual 6.) = (A0 – A1) + (A1 – A2) + (A2 – A3) 3 A atividade da TGP na amostra é calculada pela multiplicação do ∆A/minuto pelo seguinte fator: Fator (37ºC) 1746 Exemplo: Temperatura: 37ºC A0 = 1. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 8.263 A3 = 1.263 – 1.297 A1 = 1.245) 3 ∆A/min = 0. o que poderia causar resultados errôneos. 9.263) + (1. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. 10.245 ∆A/min.67 x 10-9 Kat/L = 16.297 – 1. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).Procedimento Operacional Padrão . a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos.

Pardini – 2002 – 93 105 . REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Wroblewski F. J.Bioquímica HOMENS MULHERES 37ºC até 42 U/L até 32 U/L Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência.200 = 350 U/L. Ltda – Revisão Maio/2005. Klin. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até: ΔA/min de 0. 13. LaDue JS. Biol. 10: 281 (1972).. – Am.J. Clin.Proc. Deustchen Gesellschaft fur Klinische Chemie (DGKC) Z. International Federation of Clinical Chemistry (IFCC) Clinica Chimica Acta 105: 147 (1980). And med. et al. Qualitymark ed. Sec. TGP – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 455 Manual de exames – Laboratório H. 33: 291 (1974). 1997. Chem. Interferências: Falsos valores elevados: hemólise 14. Lab. 1956. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Rio de Janeiro.Procedimento Operacional Padrão .. 1960. 34:381 Henry R.. Invest. Jnl. Clin. Scandinavian Society for Clinical Chemistry (SSCC) Scand. Exp. Path. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.

Padrão com 2. O aumento dos triglicerídeos no diabetes está relacionado ao aumento da mobilização das áreas de armazenamento de lipídeos (triglicerídeos) em decorrência da diminuição da insulina. Após absorção são ressintetisados nas células epiteliais intestinais e combinados com colesterol e apolipoproteínas para formar quilomícrons. PRINCÍPIO DO MÉTODO A enzima lípase lipoprotéica hidrolisa os triglicerídeos existentes na amostra. no diabetes. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do reagente fenólico (p-clorofenol) pelo peróxido de hidrogênio formado.G.0 mL peroxidase L-Glicerolfosfato-oxidase glicerol quinase lipase BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. no hipotireoidismo. em presença de oxigênio e sob a ação catalítica da enzima glicerol-Poxidase. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. produzindo seu metabolismo anormal e depósito de lipídeos nas paredes vasculares levando à arteriosclerose. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Varginha . são hidrolisados a glicerol e ácidos graxos.biotecnicaltda. Os triglicerídeos provenientes da dieta sofrem digestão no duodeno e íleo proximal. 3. produzindo glicerol livre.com.Bioquímica TRIGLICÉRIDES Método Enzimático Colorimétrico 1. produz peróxido de hidrogênio.3214. em presença da 4-amino-antipirina. Amostra Soro ou plasma Armazenamento e estabilidade das amostras: O analito é estável por 3 dias a 2-8 ºC. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .com.Procedimento Operacional Padrão .M. Esta dosagem serve como parâmetro na avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Os triglicerídeos são ésteres de glicerol. com 250 mL + 1 fr. O aumento de triglicerídeos no plasma é indicativo de distúrbios metabólicos. com 250 mL + 1 fr. A enzima glicerol quinase fosforila o glicerol livre formado cujo produto.4646 Site: www. . INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada como parâmetro na avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares. COMPONENTES DO KIT TRIGLICÉRIDES Códigos: Registro M. na uremia. que apresenta um máximo de absorção em 500 nm. Vila Verônica .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas e jejum alcoólico de 24 horas. separação e distribuição do material 5. Padrão com 2.br 106 .: 80027310014 BT 10010 – 1 fr.0 mL BT 10010 – 2 fr. na pancreatite aguda.S.Brasil. 2. Triglicérides ⎯⎯⎯→ Glicerol + Ácidos graxos Glicerol + ATP ⎯⎯⎯⎯⎯⎯→ L-Glicerolfosfato + ADP L-Glicerolfosfato + O2 ⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯→ Dihidroxiacetona-P + H2O2 2H2O2 + Clorofenol + 4-AF ⎯⎯⎯⎯⎯→ p-benzoquinona monoímio fenazona + 4 H2O 4. na obesidade e nos hábitos alimentares errôneos. que são transportados via ducto torácico para a circulação. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). Através da ação de lípases e ácidos biliares.

uma vez usado. ATP . Em caso de ingestão procurar atendimento médico.Bioquímica Reagente de Trabalho: GK – glicerolquinase > 1000 U/L. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.Procedimento Operacional Padrão . O reagente. 8. tampão Tris 50. código). evitando assim a deterioração das enzimas. com cubetas.0 mM pH 7. 9. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Banho de água a 37 °C. plasma ou urina. eventualmente infectado. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. POD – Peroxidase > 1000 U/L. 6. 7. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.2. Seguir com rigor a metodologia proposta. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Padrão: Solução de Glicerol equivalente à concentração de Triglicérides (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. LPL – Lipoproteína lípase > 2000 U/L.3 mM. Em caso de contato com os olhos ou pele. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. lavar abundantemente com água corrente. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Em caso de vazamento acidental. GPO – Glicerol-3-fosfato oxidase > 5000 U/L. 4 clorofenol 2. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. contém soro. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Procedimento automatizado Indicar nome. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. 107 .0 mM.adenosina trifosfato 2. Pipetas automáticas e ponteiras. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. 4-aminoantipirina 0. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510). Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. lavar o local com água corrente. para a obtenção de resultados exatos. Conservar entre 2-8 ºC. Cronômetro Tubos de ensaio. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.7 mM.

controle (se utilizado) e reagente. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. 11.Bioquímica Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Deixar ambientar o Reagente durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em banho de água. A cor é estável durante pelo menos 1 hora. sendo o último.1. o que poderia causar resultados errôneos.248 Valor do padrão: 200 mg/dL F= 200 0. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. Procedimento manual 1.70 .0 mL Amostra 10 µL 1. 4. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 500 nm. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.276 x 806.248 = 806. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. CÁLCULOS Com calibrador ou padrão: A Amostra X valor do padrão = mg/dL Triglicérides A Padrão onde: A amostra = absorbância da amostra A padrão = absorbância do padrão Com fator: ƒc = valor do padrão Apadrão Triglicérides (mg/dL) = Aamostra X ƒc Exemplo: Aamostra = 0. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.70 mmol/L Esses valores são unicamente orientativos.170 mg/dl = 0.276 Apadrão = 0.6 mg/dL 12. com água destilada ou deionizada. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente (16-25º C) ou durante 10 minutos a 37º C. Cuidados especiais Cuidado com a limpeza do material utilizado para os testes. O enxágüe deve ser exaustivo.5 Triglicérides= 0. Isso evitará contaminação cruzada.0 mL Padrão triglicérides Amostra Reagente 3. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.0 mL Padrão 10 µL 1. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. 10.5= 222. Lavar no mínimo 3 vezes com água deionizada para eliminar qualquer vestígio de Glicerol que é um forte contaminante nas reações do triglicérides.0113 = mmol/L Trigliceridese Valores de referência 30 . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL Triglicerides x 0. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.Procedimento Operacional Padrão . 108 . 2. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso.

. Triglicérides – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. P. Med. Biophys. And Nussel E. a hemoglobina (3 g/L) e a bilirrubina (0. N.Bioquímica 13. Aarch. Pardini – 2002 – 94 109 . W. 1997. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Ltda – Revisão Maio/2005. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Schettler G.3 mmol/L). Qualitymark ed.K. Kodischek. 88 (1960)..J. Interferências O ácido ascórbico (0. Biochem. Med. 250-255.. 98 (1969) 1063-1068. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. .. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.Procedimento Operacional Padrão . L. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 460-461 Manual de exames – Laboratório H.25 mmol/L) interferem. Bacteriol. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.. Umbreit. Van Denmark. Prav. 10 (1975) 25. Arb. Rio de Janeiro.Ann Clin Biochem 6 (1969). A lipemia não afeta os resultados. Jacobs.J..W. Trinder P. 24-27.

insuficiência cardíaca congestiva. hemodiluição. haverá uma diminuição da conversão de amônia em uréia. ela passa para a circulação sangüínea. aumento da diurese e redução do catabolismo protéico. Não usar anticoagulantes fluoretados e nem contendo sais de amônio. Multiplicar o resultado obtido por 50. 3. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. 110 . nefrite. onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo suor. Centrifugar antes de processar. pelo menos. O aumento da absorbância em 580 nm é proporcional a concentração de uréia na amostra. A lesão renal provoca uma retenção de substâncias tóxicas como a uréia através de distúrbios da filtração. dieta protéica e função renal. insuficiência hepática aguda e ingestão protéica diminuída.Renal Diminuição da filtração glomerular como conseqüência de uma doença renal aguda ou crônica Nefropatias Tratamento com glicocorticóides (efeito antianabólico) C . causando uma hiperamoniemia. obstrução prostática etc. Amostras Soro. É livremente filtrada pelos glomérulos dependendo do estado de hidratação e 40% a 80% da uréia filtrada são passivamente reabsorvidas nos túbulos proximais. É utilizada na avaliação do estado do funcionamento renal.Pós Renal Resultado de uma obstrução do trato urinário. gravidez. Obstrução do trato urinário (cálculo. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A uréia é o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das proteínas. separação e distribuição do material. 08 horas. originando uma coloração verde (reação de Berthelot modificada). Níveis aumentados A . 2. trato gastrintestinal e rim. A uremia é observada na dieta rica em proteínas.Bioquímica URÉIA ENZIMÁTICA Método Enzimático Colorimétrico 1.Procedimento Operacional Padrão . PRINCÍPIO DO MÉTODO A uréia é hidrolisada na presença da enzima urease e água.Pré-renal Condições em que a circulação através dos rins é menos eficiente que o normal Desidratação (diarréia persistente) Choque Diminuição do volume sangüíneo (hemorragias digestivas) Catabolismo protéico aumentado (febre. reabsorção.) Níveis diminuídos Caquexia. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. secreção e excreção. insuficiência renal aguda e carcinomas no trato urinário. Diluir a urina 1/50 com água destilada. A urina de 24 horas deve ser colhida em frasco contendo 2mL de HCl a 50% (v/v). A amônia formada reage com salicilato e hipoclorito de sódio em meio alcalino. com produção de NH3 e CO2. plasma (heparina) e urina. Produzida no fígado. na infância. queimaduras etc. Sua concentração varia em indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores como: grau de hidratação. doença celíaca. Armazenamento e estabilidade das amostras: A uréia no soro é estável por 7 dias a 2 – 8 º C. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades renais e hepáticas. 4. estresse. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.) Insuficiência cardíaca B . A diminuição da uréia está relacionada a insuficiência hepática grave. Na lesão hepática.

4646 Site: www. Nitroprussiato de sódio 3. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. evitando assim a deterioração das enzimas.Brasil.2 mmol/L. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Padrão: Solução de Uréia (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.Bioquímica 5. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.000 U/L.70 – 50 mmol/L. Cronômetro Tubos de ensaio. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Procedimento automatizado Indicar nome. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. com cubetas Banho de água a 37 °C. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 580 nm. para a obtenção de resultados exatos. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Vila Verônica . Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.Varginha . . Pipetas automáticas e ponteiras. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Reagente B: Hipoclorito de sódio 140 mmol/L e hidróxido de sódio 150 mmol/L. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Reagente C: Urease – 30. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.Procedimento Operacional Padrão . código).biotecnicaltda. Seguir com rigor a metodologia proposta. 8. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.com.S. Conservar entre 2 e 8º C 6.G. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.0 mL R-C fr + Padrão com 2. 7.0 mL BT 10013 – 1 fr com 250 mL R-A + 1 fr com 250 mL R-B + 1fr com 10. 9.com. 111 . COMPONENTES DO KIT URÉIA ENZIMÁTICA Registro M.: 80027310068 Códigos: BT 10013 – 1 fr com 50 mL R-A + 1 fr com 50 mL R-B + 1fr com 2. EDTA 2 mmol/L. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Salicilato sódico 60 mmol/L.0 mL R-C fr + Padrão com 2.3214. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.br Reagente A: Tampão fosfato pH 6.M.

controle (se utilizado) e reagente. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. O enxágüe deve ser exaustivo. plasma ou urina. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 580 nm. A Calibrador Onde. Procedimento manual 1. Isso evitará contaminação cruzada. lavar o local com água corrente. 6.0 mL 5.0 mL de Reativo A-2 Estabilidade do Reativo A de Trabalho: 15 dias.0 mL 1. 4.0 mL de Reativo A-1 + 1. 10. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo A de Trabalho: Misturar na proporção de 25.0 mL 1. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.Bioquímica O reagente. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. eventualmente infectado. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. lavar abundantemente com água corrente. o que poderia causar resultados errôneos. Pipetar: Reagente B 1. sendo o último. CÁLCULOS A Amostra x Valor Padrão = mg/dL uréia. Em caso de vazamento acidental. contém soro. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Agitar bem e incubar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente (15-30º C) ou durante 5 minutos a 37º C. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.Procedimento Operacional Padrão . mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Agitar bem e incubar os tubos durante 5 minutos a 37º C. A cor é estável por 30 minutos. Aamostra = Absorbância da amostra Apadrão = Absorbância do padrão Com fator: F = Valor do Padrão Apadrão Uréia = Aamostra x F 112 . 11. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. 2. com água destilada ou deionizada. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. uma vez usado. Deixar ambientar os Reagentes durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em um banho de água.0 mL Padrão 10 μL 1. Reativo B: pronto para uso. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. se refrigerado. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra..0 mL Padrão de uréia Amostra Reagente A de trabalho 3. Em caso de contato com os olhos ou pele. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).0 mL Amostra 10 μL 1.

Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 467 Manual de exames – Laboratório H. Interferências: O ácido ascórbico. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Fawcet. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. (Ed.E. Ltda – Revisão Maio/2005. Rio de Janeiro. Pardini – 2002 – 94 113 . hiperlipemia e bilirrubina até 20 mg/dL. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): Soro / plasma: Urina: mg/dL uréia x 0. : 13:156. et al. Marbach CP.2mg/dL Dosagem na urina (mg/24 hs): mg/24 hs = Uréia urinária (mg/dL) X Volume urinário de 24 horas (mL) 100 Uréia urina (g/24 h) = Uréia urina (mg/24 h) 1000 12. J. Tobacco A. 1985.4 = 32. J. hemoglobina até 400 mg/dL. Reardon JE. 8:130.1980. Clin Chem 1962. 25:336. J.Procedimento Operacional Padrão . Brit. Valores de referência Soro e plasma: 15 – 45 mg/dL (2.237 Uréia(mg/dL) = 0. Não devem utilizar-se sais de amônia como anticoagulantes. não interferem nos resultados. Clin Chem 1979. p.449. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 200 mg/dL. Searcy RL. 33:15.. Bergmeyer.4 0. Uréia Enzimática – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Amer J Med Technol 1967. Academic Press. Foreman JA.49 – 7. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.109 Apadrão = 0.237 Valor padrão = 70mg/dL F= 70 = 295.49 mmol/L) Urina: 20 – 35 g / 24 horas Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 13.Bioquímica Exemplo: Aamostra = 0. H. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Chaney AL. & Scott. Qualitymark ed. mesmo em concentrações elevadas (acima de 20 mg/dL).109 x 295. Clin Path. 14.K. 1997. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.U.) Methods of Enzymatic Analysis.166 = mmol/L uréia mg/24h ÷ 1000 = g/24h uréia. já que interferem na reação.

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
URÉIA UV
Método Cinético Enzimático - UV 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades renais e hepáticas 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A uréia é o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das proteínas. Produzida no fígado, ela passa para a circulação sangüínea, onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo suor, trato gastrintestinal e rim. É livremente filtrada pelos glomérulos dependendo do estado de hidratação e 40% a 80% da uréia filtrada são passivamente reabsorvidas nos túbulos proximais. Sua concentração varia em indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores como: grau de hidratação, dieta protéica e função renal. É utilizada na avaliação do estado do funcionamento renal. A uremia é observada na dieta rica em proteínas, insuficiência cardíaca congestiva, nefrite, insuficiência renal aguda e carcinomas no trato urinário. A diminuição da uréia está relacionada a insuficiência hepática grave, aumento da diurese e redução do catabolismo protéico. A lesão renal provoca a retenção de substâncias tóxicas como a uréia devido aos distúrbios da filtração, reabsorção, secreção e excreção. Na lesão hepática, haverá uma diminuição da conversão de amônia em uréia, causando uma hiperamoniemia. Níveis aumentados A - Pré-renal Condições em que a circulação através dos rins é menos eficiente que o normal Desidratação (diarréia persistente) Choque Diminuição do volume sangüíneo (hemorragias digestivas) Catabolismo protéico aumentado (febre, estresse, queimaduras etc.) Insuficiência cardíaca B - Renal Diminuição da filtração glomerular como conseqüência de uma doença renal aguda ou crônica Nefropatias Tratamento com glicocorticóides (efeito antianabólico) C - Pós Renal Resultado de uma obstrução do trato urinário (cálculo, obstrução prostática etc.) Níveis diminuídos Caquexia, gravidez, doença celíaca, hemodiluição, na infância, insuficiência hepática aguda e ingestão protéica diminuída. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO A uréia da amostra é hidrolisada pela enzima urease com produção de gás carbônico e íons amônio. Estes são captados por uma segunda enzima, a glutamato desidrogenase, a qual em presença de outros substratos como o NADH2 e αcetoglutarato, produz NAD e glutamato. A diminuição da concentração de NADH2 no meio pode ser medida espectrofotometricamente em 340 nm, sendo proporcional à concentração de uréia na amostra. Uréia + H2O ---------------> 2 NH4+ + CO2 NH4+ + NADH + H+ + 2-Oxoglutarato ------------------------>Glutamato + NAD+ 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, plasma ou urina. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro e plasma (heparina ou EDTA): Estáveis por 7 dias a 2-8ºC. Urina de 24 horas: Centrifugar antes de processar. Diluir a amostra 1/50 com água destilada (0,1 mL de urina + 4,9 mL de H2O destilada ou deionizada). Multiplicar o resultado obtido por 50.
glutamato desidrogenase Urease

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT URÉIA UV Códigos: Registro M.S.: 80027310045 BT 10012 – 1 fr com 40,0 mL R-A + 1 fr com 10,0 mL R-B + 1 fr com Padrão 2,0 mL BT 10012 – 1 fr com 200,0 mL R-A + 1 fr com 10,0 mL R-B fr + + 1 fr com Padrão 2,0 mL

BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil. Tel/Fax: 0 (XX) 35 - 3214.4646 Site: www.biotecnicaltda.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.br Reagente A : Tampão TRIS 115mmol/L pH 7,6; α-cetoglutarato 7,5 mmol/L. Reagente B: Enzimático: NADH 0,25 mmol/L; Urease ≥ 8 KU/L, glutamato desidrogenase > 800 U/L, ADP 1,2 mmol/L. Padrão: Solução de Uréia (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 2-8 ºC 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados, evitando assim a deterioração das enzimas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 340 nm (330-350) com cubeta termostatizada. Pipetas automáticas e ponteiras. Cronômetro Tubos de ensaio. Procedimento automatizado Indicar nome, modelo e local onde se encontra o equipamento analítico, fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 8. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante, código), instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância, o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
9. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Seguir com rigor a metodologia proposta, para a obtenção de resultados exatos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reagente, uma vez usado, contém soro, plasma ou urina, eventualmente infectado, e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório, em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Em caso de vazamento acidental, lavar o local com água corrente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória, mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Em caso de contato com os olhos ou pele, lavar abundantemente com água corrente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O enxágüe deve ser exaustivo, sendo o último, com água destilada ou deionizada. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra, controle (se utilizado) e reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Isso evitará contaminação cruzada, o que poderia causar resultados errôneos. O reagente contém azida sódica que é tóxica, portanto, tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos, lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. No descarte do reagente, usar bastante água, pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. 10. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 50,0 mL de Reativo A + 0,5 mL de Reativo B + 0,5 mL de Reativo C. Estabilidade do Reativo A de Trabalho: 15 dias, se refrigerado. Descartar o reativo de trabalho se sua absorbância em 340 nm, medida frente a água, for inferior a 1,00. Procedimento manual Reagente de Trabalho: Misturar 4 (quatro) partes do Ragente A com 1 (uma) parte do Reagente B. Ex: Adicionar 4,0 mL de Reagente A – Tampão a 1,0 mL de Reagente B – Enzimático. O reagente de trabalho é estável por 4 semanas se mantido ao abrigo da luz, refrigerado de 2 a 8ºC e fora de refrigeração somente o tempo necessário para as dosagens. • Desprezar o Reagente de Trabalho se sua absorbância em 340 nm, medida frente a água, for inferior a 0,900.

B) Procedimento 1. 2. Pré-aquecer o reagente de trabalho e a amostra a 37ºC durante 2 minutos. Pipetar em uma cubeta pré-aquecida a 37ºC. Reagente de Trabalho Padrão ou amostra 3. 4. 1,0 mL 10 μL

Misturar e acionar o cronômetro simultaneamente Anotar a absorbância aos 30 segundos (A1) e aos 120 segundos (A2) da amostra e do padrão, a 340 nm.

Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 11. CÁLCULOS (A2 - A1) amostra x Valor padrão = mg/dL Uréia. (A2 - A1) padrão

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Academic Press. Acta 35:37. p. gentamicina. ácido Etacrínico. salicilato. Schubert GE. Valores de referência Soro e plasma: 15-45 mg/dL Urina: 20-35 g/24 horas Estes valores são unicamente a título orientativo. é recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de normalidade.amostra = 0.166 = mmol/L uréia mg/24h ÷ 1000 = g/24h uréia.P. morfina.padrão = 0. Med. Ácido Ascórbico e Hemoglobina: Ácido Ascórbico apenas em concentrações elevadas (acima de 20 mg/dL) e hemoglobina (acima de 200 mg/dL) induzem a resultados falsamente elevados. bacitracina. Falsos Valores Diminuídos: fenotiazinas. J. Rio de Janeiro. Multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. Para valores acima de 250 mg/dL. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): Soro / plasma: Urina: mg/dL uréia x 0.093 Uréia (mg/dL) = (0. J. Chim. Uréia UV – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Interferências: Não devem ser utilizados sais de amônia como anticoagulantes.023 A2.054-0. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear entre 6 e 250 mg/dL.) Methods of Enzymatic Analysis. cloranfenicol. propanolol. 1971.052) 0. & Cook. 13.M. Kassirer. Clin. 1997. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.amostra = 0.J. timol. (Ed. Falsos Valores elevados: Hidroclorotiazida.1971.145 – 0. pois os mesmos interferem na reação. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.7 Uréia (mg/dL) = 23. metildopa.7 F= 70 (0. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Ltda – Revisão Maio/2005.. neomicina. Sensibilidade: 6 mg/dL 14.Bioquímica Fator de calibração = Valor do padrão / (A2 . 285: 385.34 mg/dL Dosagem na Urina (mg/24 horas) mg/24 horas = Uréia urinária (mg/dL) x Volume urinário de 24 h/mL 100 12. 1985. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 467 Manual de exames – Laboratório H. 43:174. sulfonamidas. Bergmeyer HU. kanamicina. vancomicina. lítio.A1) padrão Uréia (mg/dL) = ΔAteste x Fator Exemplo: A1. furosemida. guanetimidina. mitramicina.G.023) x 752. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Talke H. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. cefalosporida. diluir a amostra com água destilada. J. Klin Wschr 1965.052 A2. New Engl. Qualitymark ed. meticilina. 444.. Pardini – 2002 – 94 117 .054 A1-padrão = 0. tianterene. Hallet C. Bilirrubina: A bilirrubina até 15 mg/dL não interfere.Procedimento Operacional Padrão .145 Valor do padrão = 70 mg/dL = 70 = 752.

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