LABORATÓRIO: ______________________________________________________________ PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO ALFA-AMILASE

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica

Índice
ÁCIDO ÚRICO - Método Enzimático Colorimétrico - UOD-PAP............................................ ALBUMINA - Método Colorimétrico Verde de Bromocresol................................................... ALFA-AMILASE - Método Cinético Gal G2 – CNP................................................................ BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL - Método Colorimétrico Malloy-Evelyn – DMSO………. CÁLCIO ASX -Método ARSENAZO III ................................................................................. CÁLCIO - Método Colorimétrico (o-CRESOLFTALEÍNA)...................................................... CLORO - Método Colorimétrico (Mercúrio – Tiocianato) ...................................................... COLESTEROL - Método Enzimático Colorimétrico .............................................................. HDL COLESTEROL DIRETO - Método Enzimático Colorimétrico Direto – Sem precipitação............................................................................................................................. HDL COLESTEROL - Método Precipitante – Ácido Fosfotúngstico...................................... CREATININA - Método Cinético Colorimétrico...................................................................... CREATINO QUINASE (CK-NAC) -Método Cinético – UV..................................................... CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) - Método Cinético – UV............................................. FERRO Ferrozine - Método Colorimétrico............................................................................. FERRO CRX - Método Cromazurol B .................................................................................... FOSFATASE ALCALINA - Método Cinético Colorimétrico (DGKC – DEA).......................... FÓSFORO – UV - Método Molibdato .................................................................................... FRUTOSAMINA – Método Cinético Colorimétrico................................................................. γ - GLUTAMILTRANSFERASE (GAMA - GT) - Método Cinético Colorimétrico.................... GLICOSE - Método Enzimático Colorimétrico ....................................................................... MAGNÉSIO MONO - Método colorimétrico - MAGON SULFONADO................................... PROTEÍNA TOTAL - Método Colorimétrico .......................................................................... PROTEÍNA URINÁRIA - Método Vermelho de Pirgalol......................................................... TGO / AST - Método Cinético – UV........................................................................................ TGP / ALT - Método Cinético – UV........................................................................................ TRIGLICÉRIDES - Método Enzimático Colorimétrico............................................................ URÉIA ENZIMÁTICA - Método Enzimático Colorimétrico ..................................................... URÉIA UV - Método Cinético Enzimático – UV ..................................................................... Página 03 07 11 16 20 24 28 32 36 41 45 50 54 58 62 66 70 74 77 81 85 90 94 98 102 106 110 114 Revisão 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ÁCIDO ÚRICO
Método Enzimático Colorimétrico UOD-PAP 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de enfermidades renais, doenças metabólicas genéticas e patologias como leucemias, linfomas, etc. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o ácido úrico é o produto final do metabolismo das purinas, estando elevado em várias situações clínicas além da gota. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia têm gota. Níveis elevados também são encontrados na insuficiência renal, etilismo, cetoacidose diabética, psoríase, pré-eclâmpsia, dieta rica em purinas, neoplasias, pós-quimioterapia e radioterapia, uso de paracetamol, ampicilina, aspirina (doses baixas), didanosina, diuréticos, beta-bloqueadores, dentre outras drogas. Diminuição dos níveis é encontrada na dieta pobre em purinas, defeitos dos túbulos renais, porfiria, uso de tetraciclina, alopurinol, aspirina, corticóides, indometacina, metotrexato, metildopa, verapamil, intoxicação por metais pesados e no aumento do “clearance” renal. Urina: cerca de 70% do ácido úrico é eliminado pelos rins. Esta dosagem é útil em pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção urinária de urato aumentada. Álcool causa diminuição do urato urinário. Antiinflamatórios, vitamina C, diuréticos e warfarim podem interferir no resultado. Líquido sinovial: pode ser útil no diagnóstico diferencial de artropatias. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO No presente método, o ácido úrico da amostra sofre a ação da uricase, na presença de oxigênio, produzindo alantoína e peróxido de hidrogênio, este em presença de um reagente fenólico (TOOS) e da 4-aminoantipirina, sofre a ação da peroxidase produzindo um complexo violáceo (quinonimina), com máximo de absorção em 500 nm. Ácido Úrico + O2 + 2H2O
uricase

Alantoína + CO2 + H2O2
peroxidase

2H2O2 + 4-aminoantipirina + TOOS 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA

Quinonimina + 3H2O

Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, urina e líquido sinovial. Não usar plasma, pois obtem-se resultados falsamente diminuídos. Soro: obtido da maneira usual. Separar dentro das próximas 2 horas da coleta. Soros ictéricos ou com hemólise produzem valores falsamente elevados. O fluoreto inibe a Uricase. Urina: de 24 horas, separar 10 mL, acertar o pH entre 7,0 e 9,0 com hidróxido de sódio a 5% e aquecer 10 minutos a 56°C para dissolver os cristais de urato e ácido úrico, evitando resultados falsamente diminuídos. Diluir a urina 1:20 com água destilada ou deionizada e fazer a determinação. Multiplicar o resultado por 20. Líquido sinovial: a coleta não deve ser feita antes de decorridos 07 dias da última punção, ou antes de 30 dias após a administração de medicamento intra-articular. Armazenamento e estabilidade das amostras: o o o Soro: O analito é estável 03 dias entre 2-8 C ou 06 meses a –10 C (10 C negativos). Não utilizar plasma, pois apresenta resultados falsamente diminuídos. Urina: Manter refrigerado. Líquido sinovial: Até 15 dias entre 2-8oC. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Urina: presença de ácido ascórbico. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material. 5. COMPONENTES DO KIT ÁCIDO ÚRICO - UOD-PAP Registro M.S.: 80027310038 Códigos: BT 10.001 – 1 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2,0 mL. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil.

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modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.com. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Uricase 450 U/L. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510). Se o reagente for mantido de 15 – 25°C.e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 7. contém soro. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Banho de água a 37 °C. para a obtenção de resultados exatos. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. plasma ou urina. com cubetas. Em caso de vazamento acidental. evitando assim a deterioração das enzimas. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Pipetas automáticas. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. O reagente.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Tel/Fax: 0 (XX) 35 .4646 Site: www.34 mmol/L e conservantes. código). instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. NÃO CONGELAR. Em caso de contato com os olhos ou pele. Conservar entre 2 – 8 º C 6.com. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. uma vez usado. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Seguir com rigor a metodologia proposta. lavar o local com água corrente. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.br Reagente: Tampão Fosfato pH.3214. Padrão: Solução de Ácido Úrico (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Peroxidase 2500 U/L. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. 7. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. 4 .biotecnicaltda. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. protegido da luz. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. TOOS 0. eventualmente infectado. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. 9. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. 8. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. lavar abundantemente com água corrente. Procedimento automatizado Indicar nome. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.3 mmol/L. sua estabilidade será de 2 semanas O reativo é estável até a data de validade do Kit. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.0 – 50 mmol. 4-aminoantipirina 0. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.

Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. usar 50 μl de amostra ou padrão e 2. Ler em 520 nm ou filtro verde.1 mL de urina + 0. que pode ser obtida com a metodologia. 4. Diminuir a absorbância assim obtida. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL ácido úrico Abs. com água destilada ou deionizada. 2. A cor é estável durante 30 minutos.0mL Amostra 20μL 1. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco a 500 nm (490-510nm). A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. misturar 1. acertando o zero com água. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.0 mL de reagente.0mL Padrão 20μL 1. o que poderia causar resultados errôneos. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. CÁLCULOS Abs. procedendo à dosagem como descrito acima para o soro.0 mL de NaCl 0. sendo o último. Para soro lipêmico e/ou com bilirrubina superior a 10 mg/dL. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente (16-25 °C) ou durante 10 minutos a 37°C. Teste → Absorbância do teste Abs. Isso evitará contaminação cruzada. controle (se utilizado) e reagente. • Diluir a urina assim tratada 1:10 (0. Este procedimento dissolve cristais de ácido úrico presentes. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.9 mL de água destilada ou deionizada). Pipetar em tubos de ensaio: Água destilada Padrão Amostra Reagente Branco 20μL 1.01 mL) são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela. para que resultados falsamente diminuídos não sejam obtidos. 10. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Se houver suspeita da presença de ácido ascórbico. pois aumentam a imprecisão da medição.0mL 3. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido à ótima reprodutibilidade. 5. 11.9% e 0. pode-se utilizar o método do fator: 5 .PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O enxágüe deve ser exaustivo. • Multiplicar o resultado obtido por 10. Volume de amostra menores que 10 μL (10 microlitros = 0. Para espectrofotômetros que requeiram volumes de leitura superiores aos indicados. Os cálculos permanecem inalterados. medir o volume e separar uma amostra de cerca de 20 mL.02 mL de soro. deixar o soro em repouso durante 90 minutos antes de iniciar a dosagem. Padrão Onde: Abs. sem prejuízos para o desempenho do teste. Os reagentes devem estar à temperatura ambiente.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Ajustar o pH para a faixa entre 7 e 9 com NaOH 5% e aquecer a amostra durante 10 minutos a 56ºC. Os volumes de amostra e de reagentes podem ser modificados proporcionalmente. evitando resultados falsamente diminuídos. da absorbância do teste e calcular a concentração. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Em caso de redução dos volumes é fundamental que se observe o volume mínimo necessário para a leitura fotométrica. Dosagem na urina: • Homogeneizar a urina. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.

do Padrão . etc. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. alopurinol.. metildopa. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Barham D. Falsos Valores elevados: acetozolamida. Bert G.0 mg/dL = 148 a 416 mmol/L Mulheres: 1. etc. Guyton. Trinder P.5 a 6. 754-758. clorotiazida. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Fator de calibração = Conc.3 mmol/L. 26:227-231. Ácido Úrico (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator Cálculo p/ Urina: Urina (mg/24 h) = mg/dL x volume urinário (em mL) 100 12. azatiopina. Qualitymark ed. probemicida. Rio de Janeiro. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL ácido úrico x 59. 1997. A lipemia pode afetar os resultados. acetohexamida. salicilatos.D. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. furosemida. estrógenos. Interferências O ácido ascórbico > 0. Prencipe L. Clin Chem 1980. coumarim. : Mosby’s diagnostic and laboratory test reference 1992. Falsos Valores baixos: vitamina C (ácido ascórbico). 14. Esses valores são unicamente orientativos. a hemoglobina > 1g/L e bilirrubina > 15 mg/dL interferem. Analyst 1972. Para amostras de Líquido sinovial: Valores próximos ao do soro colhido na mesma ocasião. Pardini – 2002 – 58-59 6 . 5ªedição. Ltda – Revisão Maio/2005. Fossati P.5 = mmol/L ácido úrico Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: Homens: 2. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20 mg/dL (1190 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 13. fenotiazida. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Manual de exames – Laboratório H. Ácido Úrico – Bula do Kit – Biotécnica Ind e Com. Pagana K.5 a 7.0 mg/dL = 89 a 356 mmol/L Para amostras de Urina: 250 a 750 mg/24horas. mercaptopurina. 27:142-145. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993. sulfinpirazona.

: 80027310032 BT 10. o conhecimento dos níveis de albumina é suficiente e até pode oferecer algumas vantagens em relação à proteína.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A albumina é uma proteína globular produzida pelo fígado que é o principal componente protéico de um soro humano normal.002 . Líquido pleural ou líquido ascítico: O material não é colhido no laboratório.17 mmol/L. formando um complexo colorido que é quantificado espectrofotometricamente. Variações nos níveis séricos de albumina não são específicos já que podem ser devido a um grande número de alterações.2.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ALBUMINA Método Colorimétrico Verde de Bromocresol 1. separação e distribuição do material. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente: O paciente deve estar em jejum de.Brasil. no entanto é útil para monitorar o estado do paciente. onde teremos a perda excessiva de água causando uma hemoconcentração.com. líquido pleural ou líquido ascítico. Soro: obtido da maneira usual. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro: O analito é estável 3 dias entre 2 – 8°C e 7 dias a – 10oC (10°C negativos. de enfermidades hepáticas avançadas.com. Em algumas situações clínicas. 08 horas. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta. Critérios para a rejeição de amostras Presença de lipemia intensa. Manutenção da pressão osmótica sangüínea.G. Isto é possível devido a zona hidrofóbica que existe em sua estrutura. Esta característica é utilizada para dosar a albumina. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação do estado nutricional. PRINCÍPIO DO MÉTODO A albumina presente na amostra reage com o verde de bromocresol em meio ácido.4646 Site: www. na síndrome nefrótica e casos de desnutrição grave.Varginha . Tem diversas funções importantes: Transporte de moléculas hidrofóbicas como a bilirrubina e os ácidos graxos.3214.biotecnicaltda.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Vila Verônica .) Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. icterícia e anemia dilucional. Havendo lesão hepática ou renal teremos distúrbios que podem ser resumidos em: Hipoalbuminemia: que ocorre nas doenças hepáticas crônicas. COMPONENTES DO KIT ALBUMINA Códigos: Registro M. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Realizar a coleta pela manhã Amostras: Soro. Padrão: Solução de Albumina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.M. 7 . 3.2 .1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão . Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. 4. pelo menos. . azida sódica 9mmol. Essa redução está relacionada a diminuição da síntese hepática ou perda excessiva renal. 5. Nutrição. enfermidades renais e casos de desidratação grave. Hiperalbuminemia: é observada em casos de desidratação grave e queimaduras externas. levando a uma diminuição da pressão coloidosmótica do plasma provocando um aumento de reabsorção de sódio e água e conseqüentemente causando edema.S. 2. verde de bromocresol 0.br Reagente: Tampão Succinato 0.88 mmol – pH 4.

CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. 7. Em caso de contato com os olhos ou pele. Manter ao abrigo da luz. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. com água destilada ou deionizada. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. O reagente. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. O reativo é estável até a data de validade do Kit.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Procedimento automatizado Indicar nome. lavar abundantemente com água corrente. Em caso de vazamento acidental. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. código). eventualmente infectado. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. uma vez usado. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. lavar o local com água corrente. 8. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. plasma ou urina. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. contém soro. Pipetas automáticas. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. com cubetas Banho de água a 37 °C. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. O enxágüe deve ser exaustivo. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. sendo o último. Conservar a temperatura ambiente 6.e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. 8 . Seguir com rigor a metodologia proposta. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 630 nm (620-640). Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. 9. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. para a obtenção de resultados exatos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.

Estes valores são unicamente orientativos. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. usar bastante água. 10. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco a 630 nm. A cor é estável durante 30 minutos.0 mL 2. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : g/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): µmol/L = g/dL x 144.5 e 4. Os cálculos permanecem inalterados. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. O reagente contém azida sódica que é tóxica. Em caso de redução dos volumes é fundamental que se observe o volume mínimo necessário para a leitura fotométrica. pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. Os volumes de amostra e de reagentes podem ser modificados proporcionalmente. 4.01 mL) são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Fazer referência ao Manual ou POP de Segurança. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Albumina Amostra Reagente Branco 1. Albumina (g/dL) = Absorbância do Teste x Fator Globulina = Proteína Total – Albumina Relação A/G = Albumina / Globulina 12. o que poderia causar resultados errôneos. lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico.0 mL Amostra 5 μL 1.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. pois aumentam a imprecisão da medição. Volume de amostra menores que 10 μL (10 microlitros = 0.9 g/L = g/dL x 10 Valores de referência Os valores são normais entre 3. Agitar bem e deixar nos tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. 9 . aplicar as normas de segurança estabelecidas.0 mL Padrão 5 μL 1. tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos. controle (se utilizado) e reagente. 3. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. que pode ser obtida com a metodologia. Padrão = g/dL Albumina Abs. Padrão → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido a grande reprodutibilidade. sem prejuízos para o desempenho do teste. Isso evitará contaminação cruzada. Amostra → Absorbância da Amostra Abs.05 ml de amostra ou padrão e 2 mL de reagente. usar 0. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. No descarte do reagente. Padrão → Absorbância do Padrão Conc. 11. Amostra x conc. Para espectrofotômetros que requeiram volumes de leitura superiores aos indicados. portanto. Padrão Onde Abs. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. CÁLCULOS Abs.8 g/dL. do Padrão .

Hudson. T: Watson. WA & Biggs H. 66. Chim. Falsos Valores elevados: o uso de torniquete por mais de 3 minutos provoca um aumento no valor. R. C. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. BL. Kasten Jr. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Doumas B. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. – Anal. Sobel. Chem. Lexi-Comp Inc.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 13. Albumina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Acta. Jacobs DS. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. S. Qualitymark ed.. – Clin. 14. Falsos Valores baixos: plasmas obtidos com heparina.31:1:87. Rio de Janeiro. 1971. lítio e oxalato de potássio combinando com fluoreto de sódio. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.. Ltda – Revisão Maio/2005. Henry.G. Pardini – 2002 – 58-59 10 . 1997. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 6 g/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 29/10:1491 (1957). & Berkman. Manual de exames – Laboratório H. fornecem resultados falsamente diminuídos. Interferências A bilirrubina > 25 mg/dL e a hemoglobina > 1 g/L interferem no método. 1996. – Laboratory Test Handbook.

permanecem em níveis normais. 11 . Amostras Pode ser usado soro. persistindo por períodos mais longos. mas indica. São conhecidas duas isoenzimas: a pancreática e a salivar. urina. um diagnóstico de pancreatite aguda. A relação normal é de 1% a 4%. líquido pleural ou líquido ascítico. na proporção de 40:60 em soro de indivíduos sadios. atingindo pico em 24 horas e retornando ao normal entre 48 a 72 horas. porém. Na maioria dos pacientes com pancreatite aguda. O resultado deverá ser reportado com Relação amilase/Creatinina (U/g). 2. Tumores de pulmão e de ovário podem produzir hiperamilasemia em torno de 50 vezes do intervalo de referência.CNP 1. diminuída na macroamilasemia e normal ou pouco diminuída na hiperamilasemia salivar. A amilase urinária parece atingir níveis mais elevados. Em episódios agudos de pancreatite crônica. Níveis aumentados Parotidite Pancreatite aguda Macroamilasemia Gravidez ectópica Oclusão mesentérica Queimaduras graves Lesão de glândula salivar Doença intra-abdominal (peritonite. Isso é caracterizado por amilase sérica elevada e urinária normal e pode ocorrer em indivíduos sadios. freqüentemente. Quando se determina a amilase na amostra de urina. de origem pancreática e da glândula salivar.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ALFA-AMILASE Método Cinético Gal G2 . A quantidade de 2-cloro-4-nitrofenol liberada é medida a 405 nm. As dosagens da amilase sérica e urinária são amplamente utilizadas no diagnóstico de doenças do pâncreas. com grande probabilidade. Em torno de 25% da amilase sérica é normalmente eliminada na urina. A macroamilasemia se caracteriza por elevação dos níveis séricos de amilase com valores urinários normais. Aumentos da amilase sérica não são necessariamente devidos à pancreatite. Soro: obtido da maneira usual. quando comparada com a sérica. Urina: de 2 a 24 horas. A magnitude da elevação sérica não é diretamente relacionada com a gravidade do envolvimento pancreático. A relação entre o clearance de amilase/creatinina auxilia no diagnóstico diferencial da macroamilasemia (clearance muito baixo). Amilase sérica normal pode ser encontrada (em torno de 20%) em pacientes com pacreatite aguda. níveis de amilase podem estar ligeiramente aumentados.: imunoglobulinas). seus níveis séricos elevam-se duas a 12 horas após o início do episódio. bem como na investigação da função pancreática. 08 horas. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. deve-se também determinar a creatinina na mesma amostra. 3. A amilase pode ligar-se a proteínas (ex. pelo menos. sem conservantes.) Intoxicação alcoólica Insuficiência renal grave Obstrução das vias biliares Obstrução intestinal Obstrução do canal pancreático Câncer de pâncreas Cetoacidose diabética Neoplasias (pulmão ou ovário) Níveis diminuídos Insuficiência pancreática Fibrose cística avançada Hepatopatias graves AMILASE URINÁRIA Uma quantidade significativa de amilase sérica é excretada na urina e. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades pancreáticas agudas ou crônicas e no diagnóstico da parotidite (caxumba). SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A α – amilase é uma hidrolase que degrada complexos de carboidratos. elevações séricas serão refletidas na mesma. apendicite aguda etc. sendo proporcional à atividade da enzima no soro. predominantemente. sendo. Colhido de maneira usual. Na insuficiência renal está aumentada em proporção à extensão do comprometimento renal. formando complexos de alto peso molecular denominados macroamilases. Realizar a coleta pela manhã. 4. portanto. PRINCÍPIO DO MÉTODO A α-amilase catalisa a hidrólise do 2-cloro-4-nitrofenil-α-galactosilmatóside (Gal-G2-α-CNP) liberando 2-cloro-4-nitrofenol. Encontra-se aumentada na pancreatite aguda. com o objetivo de compensar as variações de atividade da amilase em amostras obtidas de cada micção.

S. separação e distribuição do material 5. medida contra a água.Brasil. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Segundo estudos de estabilidade a absorbância do substrato. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. usar material contaminado com saliva e suor e conversar junto ao frasco destampado são ações que podem contaminar o reagente com quantidades microscópicas de saliva ou suor. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. medida contra a água em 405 nm. capazes de deteriorar irremediavelmente o substrato. o A dosagem da amilase urinária deve ser feita em urina de 2 a 24 horas.G.com. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.001.Gal G2 . Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Vila Verônica .biotecnicaltda.003 por mês. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. NÃO CONGELAR. mantida entre 2 e 8 C. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta.00 – 50 mmol/L. O reativo é estável até a data de validade do Kit. 6. Centrífuga.com. Cloreto de cálcio – 6 mmol/L.CNP Códigos: BT 11. Armazenamento e estabilidade das amostras: A α-amilase em soro e plasma é estável pelo menos por 5 dias a 2-8ºC. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana.br Reagente Substrato: Tampão biológico pH 6. A heparina não interfere como anticoagulante.M. 12 .AMILASE .00 – 2 fr com 15mL BT 11. capazes de deteriorar irreversivelmente o substrato. Cloreto de sódio – 70 mmol/L. Não utilizar o reagente quando sua absorbância. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Líquido pleural ou líquido ascítico: O material não é colhido no laboratório. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 nm.00 – 2 fr com 30mL Registro M.005 ou quando mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. 7. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Conservar entre 2 – 8 º C Cuidados especiais: Pipetar o substrato com a boca. . Cronômetro. evitando assim a deterioração das enzimas. soprar no substrato. for igual ou maior que 0.4646 Site: www. Elevações repentinas da absorbância do substrato indicam contaminação com saliva ou suor. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Gal G2 – CNP 2.: 80027310013 BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. sem conservantes.001. COMPONENTES DO KIT α . Outros líquidos biológicos também devem ser colhidos sem conservantes.3214.22 mmol/L Reagente pronto para uso. apresenta um acréscimo de 0. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Varginha .

Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.0 mL 10μl Líquidos Pleural / Ascítico 1. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. uma vez usado. contém soro. Pipetar em uma cubeta: Soro / Plasma Reativo Amostra 3. 1. controle (se utilizado) e reagente. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. plasma ou urina.0 mL 10μl Misturar e inserir no porta-cubetas termostatizado. Pré-aquecer o Reagente durante alguns minutos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso OBS: Leituras de absorbância do reativo superiores a 0. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. O enxágüe deve ser exaustivo. com água destilada ou deionizada. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. É necessário o uso de proteção respiratória. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. lavar abundantemente com água corrente. Evitar contaminações com íons metálicos. para a obtenção de resultados exatos. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. O reagente. Em caso de contato com os olhos ou pele. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. 2. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. 10. Procedimento manual 1. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.0 mL 10μl Urina 1. Não misturar diferentes lotes de reagentes. para evitar a contaminação do reativo. Não soprar a pipeta utilizada. lavar o local com água corrente.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 8. sendo o último. Seguir com rigor a metodologia proposta. Recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. eventualmente infectado.600 A com o aparelho zerado em 405 nm com água deionizada indicam deterioração do reativo. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Isso evitará contaminação cruzada. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. código). 9. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 13 . Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Em caso de vazamento acidental. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. a temperatura desejada. o que poderia causar resultados errôneos. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.

oxalato. Interferências: Temperatura de incubação: A determinação deve efetuar-se a 37ºC. 14 . Multiplicar o valor obtido pelo fator de diluição. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Amostras com hemólises produzem resultados falsamente diminuídos. morfina. álcool. 13.150 a 405nm)U/L. 11. diluir a amostra com solução salina 0.9) 12. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. CÁLCULOS Para linearidade: ΔA / min x 7537 a 37oC Amilase Urinária/Hora Amilase (U/l) x volume urinário (ml) Amilase urinária (U/h) = 1000 x tempo de coleta (h) Relação Amilase/Creatinina Amilase (U/l) x 100 Relação Amilase/Creatinina (U/g) = Creatinina (mg/dl) Relação depuração da amilase / depuração da creatinina Determinar a atividade da amilase e a concentração da creatinina no soro e em uma amostra de urina e aplicar os resultados na seguinte fórmula: Amilase na urina (U/l) x Creatinina no soro (mg/dl) Relação (%): Amilase no soro (U/l) x Creatinina na urina (mg/dl) Método para cálculo do fator VT = volume total do ensaio VA = volume da amostra 1000 = conversão de U/ml para U/l ε x VA x d d = espessura da solução ε = absortividade milimolar do 2-cloro-4-nitrofenol em 405 nm. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS VT x 1000 Fator = Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L Valores de referência: Para os Líquidos Pleural / Ascítico os valore são iguais aos do soro. citrato e EDTA interferem.Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. salicilatos. Incluir o procedimento a ser adotado diante de um resultado crítico. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Os anticoagulantes fluoreto. tetraciclina.Valores maiores que 3 vezes o limite superior de referência indicam aumento considerável da atividade da amilase sérica. pH 6. Anotar a absorbância após 1 minuto e efetuar novas leituras após mais 1. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear entre 10 e 1038 (0.9% e repetir a dosagem. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.0 a 37 ºC (12. A2 e A3 respectivamente). Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Valores de bilirrubina até 20 mg/dL e hiperlipemia (triglicerides até 1500 mg/dL) não interferem.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 4. 2 e 3 minutos (A1. codeína. Para valores acima de 1038 U/L. diuréticos. amostra contaminada. Soro/Plasma Urina 37ºC < 86 U/L < 470 U/L x 100 Esses valores são unicamente orientativos. Falsos Valores elevados: Meperidina.

1996. Mosby Co. Kasten Jr BL. Clinical Diagnosis and Management by Laboratory Methods. Barry PL. 91. 817-830. 27: 493-501. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Winn-Deen..Procedimento Operacional Padrão . 1987. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. oxalatos e fluoretos.S. Pardini – 2002 – 58-59 15 . Methods in Clinical Chemistry. Clin Chem 1980. 38:920. Saunders Company. DAVID.P. Rauscher. Louis: The C.. Alfa-Amilase – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. St.D. Ltda – Revisão Maio/2005. Rosenblum JL. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação..10.. Philadelphia: W. Pesce AJ. E. 1-35. Henry JB. CNPG3 Technology: Genzyme Manual. Clin Chem 1981. 1996. amd Chavez R.. Clin Chem.Sigler E..1:14 (1985) I. Qualitymark ed. Wootton and H. 79-80. 31.Bioquímica Falsos Valores baixos: Citratos. H. E.. Kaufman RA. Microanalysis Medical Biochemistry (1982). 14. Jacobs DS.. Clin Chem 1992. Freeman. Rio de Janeiro. 1996. Cambridge. 26: 846-853. 34. Kaplan LA. et al. 525-527. Hudson: Lexi-Comp Inc. Clin Chem. 1997.(1988). 2005. Manual de exames – Laboratório H. Westgard JO. Tietz NW.. Laboratory Test Handbook.V..B. Hunt MR.

Conservar protegido da luz. Estável por 8 horas a temperatura ambiente.4646 Site: www.Varginha .Bioquímica BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL Método Colorimétrico Malloy-Evelyn – DMSO 1. muito polar. 4. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro. A Bilirrubina livre.3214.50 mL R1 (Bilirrubina Direta )+ 1 fr. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.br Reagente 1 – Bilirrubina Direta: Ácido sulfanílico 35 mmol/L. pelo menos. A Bilirrubina Conjugada ou Bilirrubina Direta é excretada pelas vias biliares até o intestino.biotecnicaltda. -250 mL R1 (Bilirrubina Direta )+ 1 fr. superando a barreira hemato-encefálica podendo causar danos cerebrais irreversíveis.azida sódica 16 mmol/L. . não dá uma reação direta e é preciso adicionar um terceiro reativo para que seja produzida a reação de diazotação com o aparecimento da cor. mediante a atuação da enzima uridil difosfato glucoroniltransferase. Amostras Soro: obtido da maneira usual. por este motivo se chama Bilirrubina Indireta. 16 . . em particular do prematuro é de suma importância. transformando-se assim em Bilirrubina Direta ou Bilirrubina Conjugada. Esta eliminação se dá de maneira praticamente completa. reage em meio aquoso com o reativo de diazotação. onde é metabolisada pela flora bacteriana residente. ácido clorídrico 180 mmol/L. No caso de recém-nascidos.: 80027310029 Códigos: BT 10003 – 1 fr. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação hepática. -25 mL R3 (Nitrito) BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. . Reagente pronto para uso. doenças hemolíticas e na insuficiência hepática.S. . veiculada pela albumina.Procedimento Operacional Padrão . Dimetilsulfóxido 10 mmol/L Reagente 3 – Nitrito: Nitrito de sódio 33 mmol/L. Reagente 2– Bilirrubina Total: Ácido sulfanílico 40 mmol/L. 2. A Bilirrubina Total é a soma das duas bilirrubinas (Direta + Indireta). ácido clorídrico 60 mmol/L. separação e distribuição do material 5. PRINCÍPIO DO MÉTODO Quase todas as técnicas de quantificação da Bilirrubina se baseiam na reação de Malloy-Evelyn. antes da próxima mamada.5 mL R3 (Nitrito) BT 10003 – 1 fr. 3. pouco polar. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. biliar e nas doenças hemolíticas.G. Bilirrubina Direta.com.50 mL R2 (Bilirrubina Total) + 1 fr. Proteger da luz. à um grupo de produtos complexo. 12 horas entre 2-8 ºC ou 24 horas congelado.M. O monitoramento da Bilirrubina do neonato. de coloração vermelha. a coloração aparece após o contato do soro e o reativo. Esta Bilirrubina apresenta níveis séricos elevados na presença de obstrução das vias biliares. que quantifica colorimetricamente a formação de azobilirrubina. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . pois uma elevação acentuada da Bilirrubina Indireta. A Bilirrubina conjugada.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. conhecidos como estercobilinogenio. No fígado.com. 04 horas. -250 mL R2 (Bilirrubina Total) + 1 fr. Nesta fase a bilirrubina é insolúvel em água e é conhecida como Bilirrubina Não Conjugada ou Bilirrubina Indireta. Vila Verônica . COMPONENTES DO KIT BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL – DMSO Registro M. a bilirrubina se liga ao ácido glicurônico para formar a Bilirrubina Conjugada. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A bilirrubina é formada principalmente pela degradação da molécula heme e é transportada até o fígado.Brasil. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. quando a bilirrubina reage sob determinadas condições com o ácido sulfanílico diazotado.

570) com cubeta. 17 . para a obtenção de resultados exatos. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 550 nm. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. sendo o último. contém soro. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. O enxágüe deve ser exaustivo. Centrífuga.Procedimento Operacional Padrão . CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. uma vez usado. código).(530 . eventualmente infectado. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Manter ao abrigo da luz. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Pipetas automáticas e ponteiras Banho Maria. Em caso de vazamento acidental. 8. Seguir com rigor a metodologia proposta. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Em caso de contato com os olhos ou pele. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. 7. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. lavar o local com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. lavar abundantemente com água corrente. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. NÃO CONGELAR. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.Bioquímica Conservar entre 2 – 8 º C 6. O reagente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Cronômetro. Procedimento automatizado Indicar nome. com água destilada ou deionizada. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. plasma ou urina. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. 9. evitando assim a deterioração das enzimas.

040 AT .052 AD = 0.30 mg/dL Para amostras pediátricas.Procedimento Operacional Padrão .ABT =0.0 mL 50 μL Total -1.0 mL 50 μL Direta 1. 11.0 Bilirrubina Direta (mg/dL) = AD – ABD x 15. Os reativos de trabalho desenvolvem uma coloração alaranjada.013 Bilirrubina Direta = (mg/dL) = 0. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).052 x 25 = 1.8. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Modo mono-reativo: Preparar alíquotas na proporção de 30 partes de Reativo 1 (Bilirrubina Direta) ou Reativo 2 (Bilirrubina Total) + 1 parte de Reativo 3 (Nitrito).2 = 1000 μL R–3 = 30 μL Amostra = 20 μL Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. quando mantido em frasco fechado a 2-8°C e realizadas calibrações diárias. Isso evitará contaminação cruzada. 18 . Para pediatria pode-se variar os volumes proporcionalmente: R – 1 / R .Nitrito Amostra/Padrão 2. Cuidados especiais Conservar a amostra e o reativo protegidos da luz.Bioquímica Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.19 mg/dL Bilirrubina Total = (mg/dL) = 0. Ler as absorbâncias.020 AB.ABD = 0.033 ABD =0.013 x 15 = 0. 10.092 ABT = 0. com volume de amostra reduzido para 20 μL. Total R-3 . o que poderia causar resultados errôneos. Nota: 1) Agitar bem e deixar reagir durante 5 minutos a temperatura ambiente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Procedimento manual 1. os valores de fator se modificam para: BD = 36. CÁLCULOS CÁLCULOS Cálculos: Bilirrubina Total = AT – ABT x Concentração da Padrão AP – ABP Bilirrubina Direta = AD – ABD x Concentração da Padrão AP – ABP Onde: AT = Absorbância amostra Bilirrubina Total ABT = Absorbância branco da amostra de Bilirrubina Total AD = Absorbância amostra Bilirrubina Direta ABD = Absorbância branco da amostra de Bilirrubina Direta AP = Absorbância do Padrão ABD = Absorbância do Branco de Padrão Com fator: Bilirrubina Total (mg/dL) = AT – ABT x 25.0 mL 30 μL 50 μL Branco Direta 1. Pipetar em tubos de ensaio: (Nota 1) Branco Total 1. controle (se utilizado) e reagente.1 = μmol/L bilirrubina Exemplo: AT = 0.0 mL 30 μL 50 μL R-1 – Bil Direta R-2 – Bil.0 UNIDADES SI: mg/dL bilirrubina x 17. porém isto não interfere no resultado final. Estável por 48 horas.5 e BT = 60.

RG Clin. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.0 10. H. 231 (1970).0 15. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Hijmans Van der Bergh AA. 481 (1937). Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 69.Bioquímica 12. Acta.2 mg/dL (20. 119.0 10. Pardini – 2002 – 62 19 . Chim. Chem. 28: 412. and Evelyn. Barry PL. Qualitymark ed. J. Ltda – Revisão Maio/2005. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Manual de exames – Laboratório H. Microchem 15. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL bilirrubina x 17. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: até 15 mg/dL = 256 μmol/L Para valores superiores diluir a amostra 1:2 com solução salina e repetir a determinação multiplicando o resultado por 2..1 = μmol/L bilirrubina Valores de referência Bilirrubina Total: até 1. Bilirrubina Total (Recém-nascidos) – mg/dL Idade Cordão < 24 horas < 48 horas 3 a 5 dias 7 dias Pré-maturo 2. hemólise ou turbidez dos soros liofilizados. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 161 (1966). Horn C.0 Termo 2..0 Esses valores são unicamente orientativos. Falsos Valores baixos: Soros fortemente hemolisados podem fornecer valores falsamente diminuídos 14. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Rio de Janeiro. Westgard JO.Biol.8 μmol/L).Procedimento Operacional Padrão . KA.0 15. Clin Chem 1981. Bilirrubina Direta e Total – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Malloy. Matimek.9 8. 27: 493-501 Sims FH. Hunt MR.5 μmol/L) Bilirrubina Direta: até 0. 77. 90 (1916).T. Gerarde RW.0 12. 13. Am J Clin Path 1958. 1997. Walters MI.0 12. Interferências A leitura da amostra de branco evita a interferência da lipemia. Biochem. 13.5 6..4 mg/dL (6. Muller P.

Cálcio Iônico: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. Níveis baixos de cálcio total são encontrados na osteomalácia. osteoporose. Também utilizado na avaliação de nefrolitíase. cuja intensidade é medida a 650 nm. A intensidade de cor é proporcional a quantidade de cálcio presente na amostra.5 mg/dL (0. 4. separação e distribuição do material 5. síndrome de imobilidade. pancreatite. entretanto varia com o pH (aumenta na acidose. osteomálacia. hipervolemia. Amostras Podem ser utilizados soro. acromegalia. insuficiência renal.0 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. é recomendável o uso da técnica espectrofotométrica de Absorção Atômica.0 mL cada + 1 fr. Hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias. separar 5. para evitar que alterações no nível de albumina – ao redor do torniquete forme um gradiente de concentração de cálcio. COMPONENTES DO KIT CÁLCIO ASX (ARSENAZO III) Códigos: BT 12002 – 2 fr.: 80027310052 20 . urina recente pode ser utilizada realizando a razão cálcio: creatinina. Neste caso. desidratação. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. Sua determinação é preferida na urina de 24 h. Hipocalciúria pode ser secundária à hipocalcemia. corticoterapia. Exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. O hormônio paratireoideano e a Vitamina D aumentam a absorção do cálcio do trato gastrointestinal. porém sem deixar o torniquete por muito tempo. mieloma. A hemólise pode elevar os resultados. 2. liberando-o para os ossos em caso de déficit desse íon. Armazenamento e estabilidade das amostras: Cálcio na amostra de soro ou plasma é estável 7 dias entre 2-8oC ou 6 meses à –20 ºC. alcalose. citrato ou oxalato. 08 horas.0 mL Registro M. Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã. PRINCÍPIO DO MÉTODO A pH levemente ácido o cálcio forma com o arsenazo (III) um complexo azul. A dosagem do cálcio iônico independe da albumina. Urina: Coletar todo volume da micção de 24 horas. linfoma. hipoparatireoidismo). Padrão – 2. hipervitaminose D. Critérios para a rejeição de amostras Não deve ser utilizado soro hemolisado. Hipercalcemia é encontrada no hiperparatireoidismo. Não é observada nenhuma interferência do magnésio no pH mencionado. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.O soro deve ser separado do coágulo o mais rápido possível.Bioquímica CÁLCIO ASX Método ARSENAZO III 1. representando 43% desse. transmissão nervosa e mediação da coagulação sanguínea. hepatopatias. raquitismo. hipertireoidismo. diminuições de albumina e em situações que cursam com fósforo elevado (insuficiência renal. feocromocitoma. Evitar amostra de plasma contendo EDTA. distúrbios da reabsorção tubular de cálcio. sarcoidose. plasma ou urina Soro não hemolisado. O uso do torniquete pode aumentar o nível de cálcio em 0.S. uso de diuréticos e estrógenos. hiperabsorção intestinal de cálcio. Na interpretação dos valores normais deve-se levar em conta níveis de albumina. INDICAÇÃO MÉDICA Para determinação dos níveis de Cálcio sérico. plasma (heparina). Níveis críticos de cálcio total são aqueles inferiores a 6 mg/dL e superiores a 14 mg/dL. algumas neoplasias com ou sem metástases ósseas. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o cálcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). Urina: é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea. hipertireoidismo. deficiência da vitamina D. com 50. má absorção. pelo menos. homogeneizar bem todo o volume de 24 horas.10 mol/L) Não utilizar soro proveniente de pacientes em Terapia com EDTA – hiperparatireoidismo. insuficiência renal. hipomagnesemia. A determinação na urina requer uma dieta prévia de pelo menos 3 dias livres de cálcio (eliminar leite e derivados). uso de diuréticos e estrógenos. Urina: até 02 semanas em HCl 50% à temperatura ambiente. Cushing. diminui na alcalose). 3. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Este íon atua como mediador na contração muscular. A amostra deve ser obtida por via venosa. Esta é a amostra teste.Procedimento Operacional Padrão .

21 . contém soro. Procedimento automatizado Indicar nome. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. pH 6. 7. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.30º C Manter ao abrigo da luz.30 ºC. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.Brasil.G. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. lavar o local com água corrente. O reativo é estável até a data de validade do Kit. uma vez usado. 9. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.M. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.4646 Site: www. lavar abundantemente com água corrente. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. 8.Varginha . O reagente.6 mmol/L. 6. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. eventualmente infectado. Seguir com rigor a metodologia proposta. Cronômetro Tubos de ensaio. . Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.Procedimento Operacional Padrão . O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. plasma ou urina.com. Vila Verônica . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 .br Reagente: Arsenazo III 0. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Tampão MÊS 1.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Em caso de vazamento acidental. Em caso de contato com os olhos ou pele.3214. Conservar entre 15 . Banho de água a 37 ºC. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.com. código). Pipetas automáticas e ponteiras. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.18 mmol/L.8.biotecnicaltda. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 650 nm (600-660) com cubetas. para a obtenção de resultados exatos. conservantes Padrão: Solução de Cálcio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.

19 x P) + A + 6 12. Sugerimos a lavagem com ácido nítrico 6N ou com detergente não iônico. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com cálcio. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Teste x FC Dosagem de Cálcio na urina de 24 horas: mg/24 = cálcio urina (mg/dL) x vol urinário 24 h (mL) 100 Cálculo do Cálcio Ionizável: Cal ioniz. 11. A cor é estável durante 20 minutos.Procedimento Operacional Padrão .. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL cálcio x 0. controle (se utilizado) e reagente. com água destilada ou deionizada. Branco 1.. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1.= 6 x Ca – (0. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA)da Amostra frente ao Branco á 650 nm (600 – 660 nm). O enxágüe deve ser exaustivo.25 = mmol/L cálcio 22 . Para análise bicromática utilizar filtro de referência: 700 nm. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. CÁLCULOS Determinar a absorbância do padrão Ap e Calcular o Fator de calibração: FC = concentração do padrão Absorbância padrão FC = Fator de Calibração Cálcio Sérico: Cálculo da concentração de Cálcio: (Multiplicar a absorbância pelo fator de calibração) Concentração Cálcio (mg/dL) = Abs. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Depois lavar várias vezes com água deionizada.0 mL Amostra 10 μL 1. 10. O material utilizado na preparação do reativo deverá estar completamente isento de íons cálcio. = cálcio ionizável Ca = Cálcio sérico em mg/dL P = Proteína Total (g/dL) A = Albumina (g/dL) (0.. 3. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. sendo o último. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Isso evitará contaminação cruzada.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico.0 mL Agitar bem e deixar os tubos durante 2 minutos à temperatura ambiente.19 x P) + A 3 Cal ioniz. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. o que poderia causar resultados errôneos. Teste x FC Cálcio Urinário Ca Urina (mg/dL) = Abs.0 mL Padrão 10 μL 1. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reagente 2..

Bioquímica Valores de referência Soro e plasma: Crianças: 10. Falsos Valores baixos: cortisona. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20mg/dL = 5 mmol/L.2. dieta pobre em cálcio. 13.9 mmol/L Adultos: 8.. cloreto de s´dio intravenoso. Kasten Jr BL. Guyton.5 . Barry PL. Groth T.Procedimento Operacional Padrão . 1996. a bilirrubina (20 mg/dL). 1997. Clin Chem 1981. Epstein E. Manual de exames – Laboratório H...7 mmol/L Urina: 100-300 mg/24 horas = 25 – 87. Rio de Janeiro. heparina.5 g/L). 96-98. Interferências A hemoglobina (1. Qualitymark ed. Cálcio – Arsenazo III – Bula do Kit – Biotecnica Ind e Com.Annals of Clinical and laboratory Science 5. Laboratory Test Handbook.S. Hudson: Lexi-Comp Inc. Babinski E. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993. 27: 493-501. uso excessivo de laxante. Jacobs DS.6 mg/dL = 2. vitamina D. Review of Calcium Methodologies . sais de cálcio. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. dieta rica em cálcio. meticilina. 195 – 212 (1975). Ltda – Revisão Maio/2005. 5 ª edição Westgard JO. Triglicérides acima de 900 mg/dL produzem resultados falsamente diminuídos. Falsos Valores elevados: estrógenos. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.5 mmol/24 horas Esses valores são unicamente orientativos. Pardini – 2002 – 58-59 23 . Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.0 –11.. o magnésio (10 mg/dL) e os fosfatos (20 mg/dL) não interferem. Hunt MR.. 14.2 – 2. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Zak B.8 mg/dL = 2. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. gentamicina.8 – 10. antiácidos. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.

Níveis baixos de cálcio total são encontrados na osteomalácia. pancreatite. Urina: é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea. hipoparatireoidismo). Esta é a amostra teste. 4. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o cálcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). liberando-o para os ossos em caso de déficit desse íon. Cálcio iônico: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. Hemólise pode elevar seus resultados. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Níveis críticos de cálcio total são aqueles inferiores a 6 mg/dL e superiores a 14 mg/dL. representando 43% desse. Critérios para a rejeição de amostras Não deve ser utilizado soro hemolisado. acromegalia. PRINCÍPIO DO MÉTODO O composto o-cresolftaleína (CFC) reage com Cálcio presente na amostra em meio alcalino originando um complexo colorido que se pode quantificar espectrofotometricamente. alcalose. Evitar amostra de plasma contendo EDTA. Sua determinação é preferida na urina de 24 h.0 mL 24 . homogeneizar bem todo o volume de 24 horas. citrato ou oxalato. COMPONENTES DO KIT CÁLCIO o-CRESOLFTALEÍNA-Complexona (CFC) Registro M. osteomalácia. Armazenamento e estabilidade das amostras: Cálcio na amostra de soro ou plasma é estável 7 dias entre 2-8oC ou 6 meses à –20 ºC. hipertireoidismo.: 80027310027 Códigos: BT 12001 – 1 fr. linfoma. Também utilizado na avaliação de nefrolitíase. diminuições da albumina. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. hepatopatias. deficiência vitamina D. 2. má absorção. uso de diuréticos e estrógenos. 3. INDICAÇÃO MÉDICA Para determinação dos níveis de Cálcio sérico. O hormônio paratireoideano e a Vitamina D aumentam a absorção do cálcio do trato gastrointestinal. O exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. plasma (heparina). O uso do torniquete pode aumentar o nível de cálcio em 0. hiperabsorção intestinal de cálcio. Hipocalciúria pode ser secundária à hipocalcemia. hipervitaminose D.S. Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã. Amostras Podem ser utilizados soro. separação e distribuição do material 5. A determinação na urina requer uma dieta prévia de pelo menos 3 dias livres de cálcio (eliminar leite e derivados). pelo menos. é recomendável o uso da técnica espectrofotométrica de Absorção Atômica. hipomagnesemia. sarcoidose. algumas neoplasias com ou sem metástases ósseas. insuficiência renal. desidratação.Procedimento Operacional Padrão . Cushing.10 mol/L) Não utilizar soro proveniente de pacientes em Terapia com EDTA – hiperparatireoidismo. mieloma. insuficiência renal. e em situações que cursam com fósforo elevado (insuficiência renal. entretanto varia com o pH (aumenta na acidose. Urina recente pode ser utilizada realizando a razão cálcio / creatinina. Hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias. Neste caso. porém sem deixar o torniquete por muito tempo. Urina: Coletar todo volume da micção de 24 horas. Hipercalcemia é encontrada no hiperparatireoidismo. raquitismo. com 50. A dosagem do cálcio iônico independe da albumina. hipervolemia.0 mL RA + 1 fr. feocromocitoma. hipertireoidismo. diminui na alcalose). separar 5.O soro deve ser separado do coágulo o mais rápido possível. distúrbios da reabsorção tubular de cálcio. 08 horas. uso de diuréticos e estrógenos. A amostra deve ser obtida por via venosa.Bioquímica CÁLCIO Método Colorimétrico (o-CRESOLFTALEÍNA) 1.0 mL RB + 1 fr. transmissão nervosa e mediação da coagulação sanguínea. Urina: até 02 semanas em HCl 50% à temperatura ambiente. síndrome de imobilidade. osteoporose.5 mg/dL (0. corticoterapia. Este íon atua como mediador na contração muscular. Padrão – 2.0 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. plasma ou urina Soro não hemolisado. para evitar que alterações no nível de albumina – ao redor do torniquete forme um gradiente de concentração de cálcio. Na interpretação dos valores normais deve-se levar em conta níveis de albumina. com 50. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de.

Pipetas automáticas e ponteiras.com. 25 .G. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 570 nm (550-590) com cubetas. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. contém soro.30º C Manter ao abrigo da luz. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. . código).62 mmol/L. Procedimento automatizado Indicar nome.Procedimento Operacional Padrão .4646 Site: www. 9.M. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Em caso de vazamento acidental. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.Brasil. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. 8-hidroxiquinoleína 69 mmol/L. O reativo é estável até a data de validade do Kit.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.3214. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Reativo B: orto-cresolftaleína complexona 0. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. para a obtenção de resultados exatos.Varginha . plasma ou urina. Seguir com rigor a metodologia proposta. 8. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Banho de água a 37 ºC.biotecnicaltda. Padrão de Cálcio: Solução estabilizada de Cálcio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . 7. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.com. O reagente. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. eventualmente infectado. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Conservar entre 15 e 30º C 6. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Vila Verônica . mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 . Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. uma vez usado. Cronômetro Tubos de ensaio.br Reativo A: Tampão Etanolamina 500 mmol/L. lavar o local com água corrente.

3. Sugerimos a lavagem com ácido nítrico 6N ou com detergente não iônico. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. lavar abundantemente com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Cuidados especiais O material utilizado na preparação do reativo de trabalho deverá estar completamente isento de íons cálcio.0 mL Agitar bem e deixar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. = cálcio ionizável Ca = Cálcio26 sérico em mg/dL P = Proteína Total (g/dL) A = Albumina (g/dL) . Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. ler a absorbância do Padrão e da Amostra frente ao Branco do reativo à 570 nm. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos Reativos: Reativo de Trabalho: Mistura na proporção de 1 mL de Reativo A + 1 mL de Reativo B. controle (se utilizado) e reagente. Isso evitará contaminação cruzada. Depois lavar várias vezes com água deonizada.200 de Absorbância indicam contaminação grosseira por cálcio e os reativos devem ser desprezados. Teste x FC Dosagem de Cálcio na urina de 24 horas: mg/24 = cálcio urina (mg/dL) x vol urinário 24 h (mL) 100 FC = Fator de Calibração Cálculo do Cálcio Ionizável: Cal ioniz. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. A técnica se caracteriza por Absorbâncias dos brancos muito baixas. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Teste x FC Cálcio Urinário Ca Urina (mg/dL) = Abs.Procedimento Operacional Padrão . com água destilada ou deionizada.0 mL Padrão 10 μL 1. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.. Trab. CÁLCULOS Determinar a absorbância do padrão Ap e Calcular o Fator de calibração: FC = concentração do padrão Absorbância padrão Cálcio Sérico: Cálculo da concentração de Cálcio: (Multiplicar a absorbância pelo fator de calibração) Concentração Cálcio (mg/dL) = Abs. 11. O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com cálcio. leituras acima de 0. 2. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.0 mL Amostra 10 μL 1. Um novo reativo de trabalho deve ser preparado. Estável por 24 horas a temperatura ambiente. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reat. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Procedimento manual 1. Branco 1. 10. O enxágüe deve ser exaustivo. Decorridos os 10 minutos. o que poderia causar resultados errôneos.Bioquímica Em caso de contato com os olhos ou pele. sendo o último. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos..

25 = mmol/L cálcio Cal ioniz.63 mmol/L Cálcio iônico: 4. Triglicérides acima de 900 mg/dL produzem resultados falsamente elevados por interferência fotométrica.. Westgard JO. heparina. Jacobs DS.Am. 1997. a bilirrubina (20 mg/dL).0 – 1. Principles and Techniques. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. – J.4 mg/dL = 1. Rio de Janeiro. R. Ltda – Revisão Maio/2005.Procedimento Operacional Padrão .200 mg/24 horas = 1. Groth T.0 . Harper & Row Publishers (1964). R.10. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20 mg/dL (5. Kasten Jr BL. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Martineck.5 mg/dL = 2. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Interferências A hemoglobina (1. – Clinical Chemistry.12 .35 mmol/L Urina: 60 . Tech.19 x P) + A + 6 12. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. vitamina D. uso excessivo de laxante. 1996.2. 14. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL cálcio x 0.03 mmol/24 horas 13. dieta pobre em cálcio.. meticilina. 27: 493-501. Qualitymark ed. 33:416 (1971). Barry PL. dieta rica em cálcio. Manual de exames – Laboratório H.5. cloreto de s´dio intravenoso.5 g/L). 96-98. Clin Chem 1981.5 . Hudson: Lexi-Comp Inc.J.5. Laboratory Test Handbook.5 . o magnésio (10 mg/dL) e os fosfatos (20 mg/dL) não interferem.= Valores de referência Cálcio no Soro: 8.0 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.G. Cálcio – o-Cresolftaleína – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Falsos Valores elevados: estrógenos. gentamicina. Pardini – 2002 – 58-59 27 . sais de cálcio.Bioquímica 6 x Ca – (0. Falsos Valores baixos: cortisona. Hunt MR. Med. antiácidos. Henry.19 x P) + A 3 (0.

A dosagem do cloreto no suor é útil no diagnóstico da fibrose cística. 3. Juntamente com o sódio. Líquor Acompanha as alterações (diminuição ou elevação) dos níveis séricos. Desta forma.Bioquímica CLORO Método Colorimétrico (Mercúrio – Tiocianato) 1. A determinação dos cloretos em amostras de sangue e urina faz parte da avaliação dos distúrbios hidro-eletrolíticos e ácido-básicos. Diminuindo na meningite tuberculosa e outras meningites bacterianas. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Cloro Sérico É o principal ânion extracelular. 28 . PRINCÍPIO DO MÉTODO O íon cloreto reage com o íon mercúrico liberando uma quantidade equivalente de íon tiocianato que em presença de ferro trivalente forma um complexo colorido violeta. Níveis Aumentados Insuficiência renal aguda Níveis Diminuídos Acidose metabólica associada a elevação de ânions orgânicos(cetoacidose diabética e insuficiência renal) Acidose respiratória Acidose metabólica associada à diarréia prolongada com perda de bicarbonato Acidose tubular renal Alcalose respiratória Alguns casos e hiperparatireoidismo primário Desidratação Diabetes insipidus Hiperfunção adrenocortical Intoxicação por salicilato Alcalose metabólica Aldosteronismo Doença de Addison Hipersudorese Nefrite perdedora de sal Secreção gástrica persistente Vômito prolongado Cloro Urinário Normalmente a excreção urinária de cloro se aproxima da ingestão. São observados níveis fisiologicamente aumentados na diurese pós-menstrual e diminuídos na retenção hídrica pré-menstrual.Procedimento Operacional Padrão . Níveis Aumentados Aumento da ingestão Uso de diurético Depleção de potássio Doença de Addison Necrose tubular aguda Pielonefrites Rim policístico Síndrome de Bartter Uso de teofilina Níveis Diminuídos Diminuição da ingestão de sal Vômito Diarréia Aspiração gástrica Diabetes insipidus Fístulas gastrointestinais Síndrome de Cushing Cloro. A intensidade da coloração do complexo é proporcional a concentração do íon cloreto presente na amostra. representa a maioria dos constituintes osmoticamente ativos do plasma. está envolvido na manutenção da pressão osmótica e balanço hidroeletrolítico. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na dosagem de íons cloretos no sangue. 2. A maior parte do cloro ingerido é absorvida e o excesso excretado na urina.

separação e distribuição do material 5. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. heparina). CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 a 30º C. Amostras Usar soro ou plasma (EDTA.com. Vila Verônica . 6.br Reagente: Tiocianato de mercúrio 12. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. 29 . O analito é estável por 7 (sete) dias entre 15 – 30oC e vários meses a 10oC negativos. utilizar amostras centrifugadas. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 460 .biotecnicaltda.com. Para evitar a passagem do cloreto para as hemácias. o plasma ou soro. suor e líquor. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Urina ou líquor: Para dosagem no líquor ou na urina.Procedimento Operacional Padrão . urina (colhida com intervalo de 24 horas). oxalato. Armazenamento e estabilidade das amostras: O íon cloreto é estável na amostra até 04 dias se armazenado entre 2-8oC. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. nitrato de ferro (III) 170 mM.3214. 8.G.S.: 80027310028 BT 12003 – 1 fr com 50mL. Diluir a urina 1:2.9 mM.Varginha .4646 Site: www. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Padrão: Solução de íons Cloreto (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. devem ser separados até 1 hora após a coleta. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. ácido nítrico 50 mM. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Pipetas automáticas e ponteiras. Reagente pronto para uso.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. pelo menos. Conservar entre 15 – 30ºC.M.Brasil. COMPONENTES DO KIT CLORETO Códigos: Registro M. Cronômetro. + 1 fr Padrão – 2. Urina de 24 horas.Bioquímica 4. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. código). citrato. Banho de água a 37 ºC. Manter protegido da luz.500 nm com cubetas. 7.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. 08 horas. Soro ou plasma: obtido da maneira usual. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Multiplicar o resultado obtido por 2. . Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. O reativo é estável até a data de validade do Kit.

O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. 3. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reagente Branco 2. Seguir com rigor a metodologia proposta. Cuidados especiais Cuidados especiais com a água utilizada! Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. 9. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. o que poderia causar resultados errôneos. CÁLCULOS Abs. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. contém soro. Padrão 30 . Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Em caso de vazamento acidental. controle (se utilizado) e reagente. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. lavar abundantemente com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.0 mL Padrão 5 μL 2. O enxágüe deve ser exaustivo. Homogeneizar bem e incubar os tubos durante 5 minutos à temperatura ambiente. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. plasma ou urina. 10. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Amostra X Concentração do padrão = mEq/L cloreto Abs. Isso evitará contaminação cruzada. eventualmente infectado. sendo o último.0 mL 2. 11. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. O reagente. uma vez usado. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.0 mL Amostra 5 μL 2. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.Bioquímica Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.Procedimento Operacional Padrão . Em caso de contato com os olhos ou pele. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. lavar o local com água corrente. para a obtenção de resultados exatos. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. A cor é estável durante 30 minutos. com água destilada ou deionizada. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco á 460-500 nm. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.

CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 200 mEq/L (100 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.Fisher D. Rio de Janeiro..O. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. Cloro – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Pardini – 2002 – 58-59 31 . fazer o branco da amostra com água destilada. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco.28. Barry PL.. Chem. 14. Hunt MR. Interferências Para amostras Lipêmica. Clin Chem 1981. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. que pode ser obtida com a metodologia.. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. Qualitymark ed.Anal. Líquor: 118 a 132 mEq/L Esses valores são unicamente orientativos. Ltda – Revisão Maio/2005. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Zall D. 1997. Metodologia Technicon. Cloreto (mEq/L) = Absorbância do Teste x Fator 12.Bioquímica Onde: Abs.. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mEq/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L = mEq/L x 0. do Padrão . Padrão Absorbância da Amostra Absorbância do Padrão Devido à ótima reprodutibilidade.1665 (1956) Skeggs L.M.. Amostra Abs. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência 13. Westgard JO. 27: 493-501. Manual de exames – Laboratório H.Procedimento Operacional Padrão . diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Garner D. ictéricas e hemolizadas. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.5 Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: 98 – 110 mEq/L = 49 – 55 mmol/L Para amostras de Urina: 170 – 250 mEq/24h = 85 – 125 mmol/L Suor até 40 mEq/L.

peroxidase col. catalisa a oxidação do colesterol livre. D. de Cushing. 20% a 35% pela HDL-lipoproteina e 5% a 12% pela VLDL-lipoproteina. 2. com conseqüente inflamação e fibrose de suas paredes. que apresenta máximo de absorção em 500 nm. hipotireoidismo. hepatite por vírus. A enzima colesterol oxidase. aterosclerose. cérebro e rins. AUMENTO: icterícia obstrutiva. Separar dentro das próximas 2 horas da coleta. D. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. S. D. hemofilia. graxo Colesterol +1/2 O2 ----------------> Colestenona + H2O2 2 H2O2 + 4-Aminoantipirina + Fenol -------------> Quinonaimina +4H2O 4. oxidase col. grandes queimados. PRINCÍPIO DO MÉTODO Os ésteres de colesterol existentes na amostra são hidrolisados pela enzima colesterol esterase produzindo o colesterol livre. abetalipoproteinemia. Não usar amostras visivelmente hemolisadas. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). Soro ou plasma heparinizado. uremia terminal. hipertireoidismo. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta Armazenamento e estabilidade das amostras: As amostras de soro / plasma podem ser guardadas 2 – 8OC por uma semana ou – 20OC por 2 meses. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente: O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total.Bioquímica COLESTEROL Método Enzimático Colorimétrico 1. hipercolesterolemia poligênica. inanição. Esterase 32 .Procedimento Operacional Padrão . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O colesterol é um componente estrutural importante da membrana celular e precursor para biossíntese de ácidos biliares e hormônio esteróides. hepatoma. anemia hemolítica . Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise intensa. linfangiectasia intestinal. diabetes mellitus. Uma dosagem de colesterol elevada é uma boa indicação dos riscos de aterosclerose. de Von Gierke. hiperlipidemia familiar combinada. disbetalipoproteinemia familiar. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. a qual é uma degeneração de artérias de grande e médio calibre através da deposição de lipoproteínas. Volumes mínimos e ideais A serem definidos pelo próprio laboratório. Drogas: corticosteróides. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do reagente fenólico (fenol) pelo peróxido de hidrogênio formado. O colesterol é o principal lipídio associado à doença vascular aterosclerótica. em presença de oxigênio. S. gravidez. acantocitose. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. de Addison. hipercolesterolemia familiar(deficiência de receptores LDL). Colesterol esterificado + H2O ------------------>Colesterol + Ac. separação e distribuição do material. gota. D. má nutrição. sendo cerca de 60% a 70% transportados pela LDL. em presença de 4-aminoantipirina. após pancreatectomia. dentre elas o colesterol. produzindo peróxido de hidrogênio. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). líquido ascítico ou líquido pleural. uso de ACTH e corticóides. Líquido ascítico ou líquido pleural: O material não é colhido no laboratório. obesos e com hipotiroidismo. nefrótica. DIMINUIÇÃO: hepatopatias graves. anorexia nervosa. de má absorção. de Tangier. Soro: obtido da maneira usual. anemia perniciosa. cirrose porta. septicemia. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação dos riscos de aterosclerose e monitoramento de pacientes diabéticos. porfiria intermitente aguda. pancreatite crônica.de Gaucher.lipoproteína. Amostras: Soro ou plasma. anemia hipocrômica severa. A aterosclerose desencadeia várias disfunções em vários órgãos principalmente no coração. outros anticoagulantes podem interferir no resultado final. O colesterol total compreende todo colesterol encontrado em várias lipoproteínas. 3. S.

br Reagente: Tampão fosfato 182. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.0 mL. Colesterol esterase (CHE) > 750 U/L. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. 4-Aminoantipirina 0. COMPONENTES DO KIT COLESTEROL Códigos: Registro M. Pipetas automáticas e ponteiras. contém soro. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.6 mmol/L. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .com.Brasil. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. 33 . Padrão: Solução de Colesterol (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Peroxidase > 2000 KU/L. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. O reativo é estável até a data de validade do Kit. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.42 mmol/L– pH 7.004 – 4 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. 4-Clorofenol 20 mmol/L.3214.M. 7. Vila Verônica . Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510) com cubetas.Procedimento Operacional Padrão . Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. evitando assim a deterioração das enzimas. Seguir com rigor a metodologia proposta. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. para a obtenção de resultados exatos. Colesterol oxidase > 200 U/L.com. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.G. Banho de água a 37 °C. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Cronômetro Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. eventualmente infectado.biotecnicaltda. Colato de Sodio 8 mM.Varginha .Bioquímica 5. O reagente. . uma vez usado. plasma ou urina. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.2.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.: 80027310039 BT 10.4646 Site: www.004 – 1 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.0 mL BT 10. 8. 9.S. código). Conservar entre 2 – 8 º C 6. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.

lavar abundantemente com água corrente. Ler a absorbância (AP) do Padrão e a (AA) da Amostra frente ao Branco á 500 nm. Deixar o Reagente durante alguns minutos á temperatura ambiente ou em um banho de água. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. 4. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. Em caso de vazamento acidental. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente ou durante 10 minutos a 37ºC. 10. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L = mg/dL x 0. Padrão Devido à ótima reprodutibilidade. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. o que poderia causar resultados errôneos. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.0 mL Padrão 10 µL 1. do Padrão . pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. O enxágüe deve ser exaustivo. Em caso de contato com os olhos ou pele.026 Valores de referência Faixa Etária 2 a 19 anos 20 anos ou acima Valor (mg/dL) Menor que 170 De 170 a 199 Maior que 200 Menor que 200 De 200 a 239 Maior que 240 Interpretação Desejável Limítrofe Aumentado Ótimo Limítrofe Alto 34 . com água destilada ou deionizada. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). CÁLCULOS Colesterol (mg/dL) = Abs. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. lavar o local com água corrente.0 mL Amostra 10 µL 1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. que pode ser obtida com a metodologia. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 2. Amostra X Concentração do Padrão Abs. 11. controle (se utilizado) e reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Colesterol (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12.0 mL Padrão Amostra Reagente 3. sendo o último.Bioquímica O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. A cor é estável durante 30 minutos.Procedimento Operacional Padrão . Isso evitará contaminação cruzada.

Chem. Biol. 1970.Procedimento Operacional Padrão . – Current Prescribing 6177: 39 (1977). F. Good NE. L. Falsos valores elevados: Esteróides. 1997. . aspirina e epinefrina. Interferências . Biochemistry 1966. Qualitymark ed. 148. Pardini – 2002 – 67-68 35 . W. 13. kanamicina. Abell. anticoncepcional oral.E. 276. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 125.L. Singh RMM. colchicina.Ann Clin Biochem 6124 (1969). B... Colesterol – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Connoly TN. New Engl J Med 1967. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 800 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. heparina. bromatos.Bioquímica * Dados das III Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2001. Líquido Ascítico ou Líquido Pleural: Inferior ao soro com triglicérides elevados: = quiloso Superior ao soro com triglicérides normal: = quiliforme Esses valores são unicamente orientativos. Winter W. Lee RS. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. sulfonamidas. Kendalll. Fredriickson DS. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 94.P. Ltda – Revisão Maio/2005. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Trinder P. agentes hipoglicemiantes. Levy RJ. Manual de exames – Laboratório H. Levy. .5:467.Ácido Ascórbico: mesmo em baixas concentrações (abaixo de 2 mg/dL) o ácido ascórbico induz a resultados falsamente diminuídos.43:891. Rio de Janeiro. 276:24.. fenitoína. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. fenotiazina. 14. Winger GD. Falsos valores diminuídos: neomicina.B.Hemoglobina e Triglicérides elevados (amostra com turvação evidente): Hemoglobina acima de 150mg/dL (hemólise significativa) e hiperlipemia acentuada induzem a resultados falsamente aumentados. Bull Org Mond Santé. 195-357 (1952) Castelli. Bilirrubina: Bilirrubina até 15 mg/dL não interfere no resultado do teste. tetraciclina. 215.:J. Izawa S.

Em doenças da tireóide. progestágenos.S. somente o Colesterol HDL reage com a cadeia enzimática (CHE-CO).M. tendendo a decrescer temporariamente após infarto agudo do miocárdio. PRINCÍPIO DO MÉTODO O anticorpo antiβ-lipoproteína humana presente no Reagente A se liga as lipoproteínas (LDL. anabólicos.G.Brasil. medida à 600 nm. VLDL e Quilomicrons) deixando a lipoproteína HDL livre. Hipertrigliceridemia. Amostras Soro não hemolisado. seus valores não devem ser usados como estimativa de risco de aterosclerose. Quando é adicionado o Reagente B. 5. Valores de HDL – colesterol são aproximadamente 1/5 do colesterol total.4646 36 . Isso devese ao fato da HDL-lipoproteína estar envolvida no chamado transporte reverso do colesterol para ser metabolizado no fígado (sítio de maior excreção do colesterol). plasma (heparina ou EDTA) Armazenamento e estabilidade das amostras: O Colesterol é estável na amostra 7 dias à 2-8 ºC ou 30 dias à –20 ºC. Neomicina. 3. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Bloqueadores beta adrenérgicos. O peróxido de hidrogênio produzido pela reação enzimática produz um complexo de cor azul sob condensação oxidativa com F-DAOS e 4-AAP. COMPONENTES DO KIT COLESTEROL HDL . Obesidade.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. separação e distribuição do material. Esteróides.Bioquímica HDL COLESTEROL DIRETO Método Enzimático Colorimétrico Direto – Sem precipitação 1.Varginha . Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. . Sedentarismo. Anti-hipertensivo. em presença de peroxidase.006 – 1 fr R-A com 45 mL. A concentração do HDL presente na amostra é proporcional a absorbância.DIRETO Registro M. Critérios para a rejeição de amostras Soro hemolisado. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Vários estudos sugerem existir uma forte correlação inversa entre os níveis de C-HDL e o risco de aterosclerose. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de dislipidemias associadas a patologias coronárias.3214. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. 4. + 1 fr.androgênios. R-B com 15 mL + 1 fr Calibrador – 1. Fatores que contribuem para o decréscimo do colesterol HDL Fatores genéticos: hipoalfalipoproteinemia. visto que o hipotireoidismo aumenta e o hipertireoidismo diminui seus níveis. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol).: 80027310035 Códigos: BT 10. Fumo. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos.Procedimento Operacional Padrão . Valores de C–HDL são dependentes de sexo e idade. tiazídicos. 2. Vila Verônica . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total.

7. Seguir com rigor a metodologia proposta. POD > 2400 U/L. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Tampão MES 30 mM. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Em caso de contato com os olhos ou pele. Colesterol oxidase > 2000 U/L. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. evitando assim a deterioração das enzimas. 6. lavar o local com água corrente. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.8 mM. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. F-DAOS 0. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Em caso de vazamento acidental. Pipetas automáticas e ponteiras. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. plasma ou urina. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. lavar abundantemente com água corrente. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. NÃO CONGELAR. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Conservar entre 2 e 8º C. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. 8. Cronômetro Tubos de ensaio.9 mM. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.com. Anticorpos antiβ-lipoproteína humana 2. O reagente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 600 nm. código). O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.com. Reagente pronto para uso. 9. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. para a obtenção de resultados exatos. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.0. pH 7. Ascorbato oxidase > 2700 U/L.biotecnicaltda. Reativo B: Colesterol esterase > 4000 U/L. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Procedimento automatizado Indicar nome. Calibrador: Soro liofilizado (Valor da concentração vide etiqueta do frasco). O reativo é estável até a data de validade do Kit.Bioquímica Site: www. uma vez usado. contém soro. com cubetas. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. 37 .br Reativo A: 4-aminoantipirina 0. eventualmente infectado. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.Procedimento Operacional Padrão .0 U/L. Banho de água a 37 °C.

6. controle (se utilizado) e reagente. sendo o último. Ler a absorbância (A2p) do Padrão e (A2) da amostra frente ao Branco a 600 nm. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.Procedimento Operacional Padrão . Evitar a formação de espuma. Técnica Macro: 1. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 4 μL 300 μL Calibrador 4 μL 300 μL Amostra 4 μL 300 μL Água destilada Calibrador Amostra Reativo A 2. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. o que poderia causar resultados errôneos. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Adicionar: 3. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.0 mL de água destilada ou deionizada. Procedimento manual Técnica Micro: 1. Homogeneizar e incubar 5 minutos a 37 º C. Homogeneizar cuidadosamente depois de descongelado. Homogeneizar. Reagentes: Os reagentes são fornecidos na forma líquida. após o frasco aberto. se protegida da luz. Homogeneizar. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Calibrador: Reconstituir o calibrador com exatamente 1. 38 . Ler a absorbância a 600 nm (A1) da amostra e (A1p) do padrão. 3. A reação é estável por 30 min. 5. A reação é estável por 30 min. Ler a absorbância (A2p) do Padrão e (A2) da Amostra frente ao Branco a 600 nm. Congelar e descongelar somente uma vez. 10. 6. incubar a 37 ºC por 5 minutos.Bioquímica Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 5. pronto para uso. depois de reconstituído. se protegida da luz. O calibrador é estável 03 dias se conservado entre 2-8ºC ou 30 dias a –20ºC. Adicionar: 100 µL 100 µL 100 µL Reativo B 4.. O enxágüe deve ser exaustivo. A estabilidade dos reativos é de pelo menos 60 dias. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. com água destilada ou deionizada. Fechar o frasco e homogeneizar cuidadosamente. Adicionar: Reativo B 250 µL 250 µL 250 µL 4. Homegeneizar e incubar 5 minutos a 37 ºC. Ler a absorbância a 600 nm (A1) da amostra e (A1p) do padrão. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Isso evitará contaminação cruzada. para dissolver todo o liofilizado. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Deixar em repouso por 30 minutos antes do uso. se conservados de 2-8ºC e tomados os devidos cuidados para evitar contaminação. incubar a 37 ºC por 5 minutos. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 10 μL 750 μL Calibrador 10 μL 750 μL Amostra 10 μL 750 μL Água destilada Calibrador Amostra Reativo A 2.

Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 12. CÁLCULOS A1p = ΔA padrão A2-A1 = ΔA amostra [P]= Concentração do Padrão ΔA padrão x valor da concentração do padrão = mg/dL de HDL-c ΔA amostra Com Fator: Fator de calibração = [P] ΔA padrão Concentração de HDL em mg/dL = ΔA amostra x Fator Calibração Exemplo: A2 = 0.026 Valores de referência Desejável Colesterol LDL Colesterol Total Col.142 A2p= 0.056 [P] = 35 mg/dL ΔA amostra= 0. como mostrado na tabela abaixo: Faixa Etária Até 10 anos De 10 a 19 anos 20 anos ou acima Diabéticos 13.111 Colesterol HDL (mg/dL) = 0.Bioquímica Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.280-0. os valores de referência para HDL Colesterol podem ser consultados por faixa etária.167-0.280 A1= 0.056=0. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).142=0.111 Fator = 35 = 315.3 = 43. HDL – Homens Col. Pelas últimas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose.138 x 315.5 mg/dL. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 180 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.167 A1p= 0. 11. Interferências Ácido Ascórbico (até 50 mg/dL). HDL . diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.Mulheres < 130 < 200 > 55 > 65 Risco moderado 130 – 159 200 – 239 35 – 55 45 – 65 Alto risco ≥160 ≥ 240 < 35 < 45 Estes valores são unicamente orientativos. sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência.138 ΔA padrão= 0.Procedimento Operacional Padrão . Valor (mg/dL) Maior que 40 Maior que 35 Menor que 40 Maior que 60 Maior que 45 Interpretação Desejável Desejável Baixo Alto Desejável 39 . Bilirrubina (até 40 mg/dL) e lipídios (até 5 g/dL) não interferem. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L Colesterol = mg/dL colesterol x 0.3 0. Hemoglobina (até 500 mg/dL).

1385-1388.: A new direct method for measuring HDL – Cholesterol which does not produce any biased values. Rio de Janeiro. Pardini – 2002 – 67-68 40 .Bioquímica 14.Med. J. 1997. And Pharm. Am J. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Gordon T et al.: High density lipoprotein as a protective factor against coronary heart disease. The Framingham Study. Qualitymark ed.Procedimento Operacional Padrão . Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 241.. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Sachiko Izawa et al.. Manual de exames – Laboratório H. Med.Sci. Ltda – Revisão Maio/2005.707 (1977).. 62. 37 (1997) HDL Colesterol –Direto – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.

Colesterol esterificado + H2O -------------> Colesterol + Ac. Anti-hipertensivo 3. Valores de HDL – colesterol são aproximadamente 1/5 do colesterol total. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. COMPONENTES DO KIT HDL COLESTEROL (PRECIPITANTE) Códigos: BT 10. graxo Colesterol + ½ O2 + H2O --------------> Colestenona + H2O2 2H2O2 + 4-Aminoantipirina +DCFS ------------->Quinonaimina+4H2O 4. PRINCÍPIO DO MÉTODO Os quilomicrons e as lipoproteínas de baixíssima densidade (VLDL) e de baixa densidade (LDL) presentes na amostra. anabólicos.005 – 1 fr com 50mL. Neomicina. Bloqueadores beta adrenérgicos.Procedimento Operacional Padrão . INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação dos riscos de doenças coronarianas e renais causadas por aterosclerose. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise intensa. Em doenças da tireóide. progestágenos. Armazenamento e estabilidade das amostras: O Colesterol é estável na amostra 3 dias à 2-8 ºC. plasma (heparina ou EDTA). Sedentarismo. Amostras Soro não hemolisado. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. tendendo a decrescer temporariamente após infarto agudo do miocárdio. Valores de C–HDL são dependentes de sexo e idade. seus valores não devem ser usados como estimativa de risco de aterosclerose. cujo colesterol quantifica-se espectrofotometricamente mediante as reações acopladas descritas abaixo. Obesidade. precipitam em presença de fosfotungstato e íons magnésio. Fumo. 2. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.Bioquímica HDL COLESTEROL Método Precipitante – Ácido Fosfotúngstico 1. oxidase col. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Vários estudos sugerem existir uma forte correlação inversa entre os níveis de C-HDL e o risco de aterosclerose.androgênios.0 mL Registro M. Isso se deve ao fato da HDL-lipoproteína estar envolvida no chamado transporte reverso do colesterol para ser metabolizado no fígado (sítio de maior excreção do colesterol). Esteróides. visto que o hipotireoidismo aumenta e o hipertireoidismo diminui seus níveis. tiazídicos. + 1 fr Padrão – 2.S. Hipertrigliceridemia. separação e distribuição do material 5. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). O sobrenadante da centrifugação contém as lipoproteínas de elevada densidade (HDL). esterase 41 . Fatores que contribuem para o decréscimo do colesterol HDL: Fatores genéticos: hipoalfalipoproteinemia.: 80027310054 peroxidase col.

biotecnicaltda. . Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.com. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 600 nm..M. 6.3214. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.Procedimento Operacional Padrão . plasma ou urina. Procedimento automatizado Indicar nome. código). A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. evitando assim a deterioração das enzimas.br Reagente: Ácido Fosfotúngstíco 16 mmol/L. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. cloreto de magnésio 3. Padrão: Solução padrão de Colesterol (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.5 mmol/L. Conservar entre 2 e 8º C. eventualmente infectado.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. 8. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. para a obtenção de resultados exatos. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. lavar abundantemente com água corrente. Cronômetro Tubos de ensaio. O reagente.4646 Site: www. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. NÃO CONGELAR. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 7.Brasil.Varginha . Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. lavar o local com água corrente. com cubetas. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Em caso de vazamento acidental. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Vila Verônica . Seguir com rigor a metodologia proposta.com.G. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. uma vez usado. 42 . O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Pipetas automáticas e ponteiras. contém soro. 9. Banho de água a 37 °C. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Em caso de contato com os olhos ou pele.

Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 3.Procedimento Operacional Padrão . Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. com água destilada ou deionizada. 250 μL 250 μL Agitar e deixar durante 10 minutos à temperatura ambiente. 4. A cor é estável durante pelo menos 30 minutos. Cuidados especiais Manter sempre a relação Amostra/Preciptante igual a 1:1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Isso evitará contaminação cruzada. Caso o sobrenadante permaneça ainda turvo a amostra não pode ser utilizada para determinar o colesterol HDL.000 rpm. Pipetar em tubo de centrífuga Amostra Reagente precipitante 2.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Centrifugar durante 10 minutos a um mínimo de 4. O enxágüe deve ser exaustivo. sendo o último. remover o sobrenadante límpido dentro de 15 minutos. ( ) Abs. Agitar bem e incubar nos tubos durante 30 minutos à temperatura ambiente ou durante 10 minutos a 37ºC 8. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.. CÁLCULOS Aa= Absorbância da amostra Ap= Absorbância do padrão ( ) [P]= Concentração do Padrão = 40 mg/dL * ( ) * 40 equivale ao valor do padrão (20 mg/dL) corrigido de acordo com o fator de diluição (1:2) usado na precipitação. Amostras lipêmicas e ocasionalmente amostras não lipêmicas podem apresentar o sobrenadante turvo. controle (se utilizado) e reagente.0 mL Amostra 100 μL 1. Neste caso diluir a amostra 1:2 com NaCI 150 mmol/l e repetir a precipitação. 6.244 43 . Amostra X 40 * = mg/dL Colesterol HDL Abs. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.1 Exemplo: AA = 0. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 11. Recolher com cuidado o sobrenadante. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. 5. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual Precipitação 1.0 mL Água destilada Padrão de colesterol HDL Sobrenadante Reagente do Colesterol 7. 10. para evitar resultados falsamente elevados. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco à 500 nm. Após a centrifugação. o que poderia causar resultados errôneos. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).0 mL Padrão 100 μL 1. Deixar o Reagente durante alguns minutos á temperatura ambiente ou em um banho de água. Padrão Com Fator: Fc (Fator de calibração)= 40 Ap Concentração de HDL em mg/dL= Aa x Fc. Fc = 40 = 131. Multiplicar o resultado final por 2. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 100 μL 1.

11: 583. 1997. Virella. os valores de referência para HDL Colesterol podem ser consultados por faixa etária. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 241. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. J Lipid Res 1970.1= 31.F. nd Bergmeyer. 2:217.305 0. Manual de exames – Laboratório H. Clin Chem. Academic Press 2 ed. Clin Chem.25 mmol/L interferem. 25:560.) Methods of Enzymatic Analysis. 14. Ltda – Revisão Maio/2005. HDL .1985. Grove TH.Procedimento Operacional Padrão . Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.G.148. et al. Pelas últimas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose. et al. Burstein M. Scholnick HR. 18:707. H. (Ed. Qualitymark ed.305 Concentração de HDL(mg/dL)= 0.T. Chem. G. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. HDL – Homens Col.99 mg/dL 12.1985.. Clin Chem 1979.244 x 131. Clin Chem 25(6):939.1977. Interferências Àcido ascórbico >0.1979. como mostrado na tabela abaixo: Faixa Etária Até 10 anos De 10 a 19 anos 20 anos ou acima Diabéticos 13. et al.. p.M.L. Kostner. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Warnick. R. 23:882. Pardini – 2002 – 67-68 Valor (mg/dL) Maior que 40 Maior que 35 Menor que 40 Maior que 60 Maior que 45 Interpretação Desejável Desejável Baixo Alto Desejável 44 . et al.. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L Colesterol = mg/dL colesterol x 0. a hemoglobina >3 g/L e a bilirrubina >0.3 mmol/L. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 150 mg/dL. M. HDL Colesterol (Precipitante) – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Rio de Janeiro.Mulheres < 130 < 200 > 55 > 65 Risco moderado 130 – 159 200 – 239 35 – 55 45 – 65 Alto risco ≥160 ≥ 240 < 35 < 45 Estes valores são unicamente orientativos. Friedwald W.U.Bioquímica Ap= 0. Morfin R.026 Valores de referência Desejável Colesterol LDL Colesterol Total Col.1977. Clin.

tendo. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO CREATININA SÉRICA Trata-se de um produto metabólico formado pela descarboxilação da creatina-fosfato no músculo. portanto. 2. 08 horas. Os anticoagulantes como a heparina. a reação do picrato com outros cromogênios presentes na amostra é lenta. trimetoprim e probenecide. A secreção tubular da creatinina pode ser inibida por drogas como: cimetidina. plasma ou urina. a creatinina eleva-se mais lentamente que a uréia. choque. A creatinina não é afetada normalmente pela dieta. Gravidez hidantoína. O decréscimo da massa muscular no idoso deve ser considerado na interpretação dos resultados. como: diabetes melittus. Armazenamento e estabilidade das amostras: A creatinina em soro ou plasma é estável 24 horas a 2-8ºC. Com a redução do fluxo sanguineo renal. A concentração de creatinina somente torna-se anormal quando aproximadamente metade ou mais de néfrons tenham sido comprometidos. uma relação direta com a massa muscular. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Adenoma hipofisário Distrofia muscular Diabetes mellitos Doença muscular inflamatória Doenças infecciosas Doenças com diminuição da massa muscular Encefalite Doença renal avançada Hipotireoidismo Hipertireoidismo Anemia Leucemia Paralisia 3.Homens e atletas produzem maiores quantidades de creatinina que crianças. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de.Bioquímica CREATININA Método Cinético Colorimétrico 1. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Diminuição do fluxo sanguíneo renal: Baixa estatura insuficiência cardíaca congestiva. porém. desidratação Insuficiência renal por decréscimo da Desnutrição filtração glomerular Obstrução do trato urinário Diminuição da massa muscular Intoxicação por metanol Doença hepática severa Terapia com metildopa. Exercícios severos e ingestão de altas quantidades de carne podem causar aumentos significativos na excreção de creatinina. idosos e mulheres em geral. A determinação da creatinina urinária em mg/kg de peso é um parâmetro indicativo do volume correto da urina colhida no período de 24 horas. Mede-se a velocidade de formação desse complexo utilizando uma cinética de 2 pontos durante os períodos iniciais da reação. trimetoprim. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação da função renal. pelo menos. Amostras: Soro. ocorrendo nos períodos finais da reação. insuficiência cardíaca congestiva etc. 4. enquanto a diminuição da massa muscular nos idosos provoca diminuição. não interferem.Procedimento Operacional Padrão . oxalato ou fluoreto. 45 . cefalosporinas e ácido ascórbico CREATININA URINÁRIA É filtrada livremente pelos glomérulos somente sendo reabsorvida em certas condições clínicas. se quantidades excessivas de carnes forem consumidas. o que não interfere na dosagem da creatinina. EDTA. PRINCÍPIO DO MÉTODO A creatinina presente na amostra reage com o picrato em meio alcalino originando um complexo de cor vermelhoamarelada. os níveis séricos poderão sofrer aumento por um período de 48 horas.

Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Varginha . Padrão: Solução de Creatinina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Pipetas automáticas e ponteiras. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.Procedimento Operacional Padrão . COMPONENTES DO KIT CREATININA Códigos: Registro M. código). Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. 50mL RB + 1 fr.S. com cubeta termostatizável. separação e distribuição do material 5. 7. Reagente B: Hidróxido sódico 1. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. . fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou intensa turvação. 8. Padrão – 2. 50mL RA + 1 fr.Bioquímica Urina: amostra de urina de 24 horas deve ser conservada em geladeira durante o período de coleta e até o momento da dosagem.4646 Site: www. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.3214.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Estável 4 dias a 2-8oC.G.com. Cronômetro Tubos de ensaio.br Reagente A: Ácido pícrico 18 mmol/L. Padrão – 2. Multiplicar o resultado obtido por 100.M. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.: 80027310025 BT 10. Manter ao abrigo da luz. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.0 mL BT 10. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 250mL RA + 1 fr. Conservar entre 15-30oC 6.biotecnicaltda. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.Brasil. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.007 – 1 fr. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. 250mL RB + 1 fr. Diluir a urina fresca 1/100 com água destilada. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura a 500 nm (490-510). Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.com.8 mmol/L. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.007 – 1 fr. Tetraborato sódico 20 mmol/L. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Procedimento automatizado Indicar nome. 46 . Vila Verônica .

e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. O reagente. O enxágüe deve ser exaustivo. Medir o volume urinário de 24 horas. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. não é possível dosar a creatinina com exatidão. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho e a amostra ou padrão a 37ºC durante alguns minutos. nestes casos. aplicar as normas de segurança estabelecidas. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. lavar abundantemente com água corrente. para a obtenção de resultados exatos. Ajustar o espectrofotômetro em zero frente a água destilada. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Seguir com rigor a metodologia proposta. Ler a absorbância à 500 nm aos 30 segundos (A1) e aos 90 segundos (A2). Pipetar em uma cubeta pré-aquecida a 37ºC: Reagente de Trabalho 4. 2. Homogeneizar. 10. 3. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.Procedimento Operacional Padrão . mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 3. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Dosagem em urina: 1. 47 . 100 µL 1.0 mL Misturar e acionar imediatamente o cronômetro. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. para o soro. com água destilada ou deionizada. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Em caso de contato com os olhos ou pele. Isso evitará contaminação cruzada. 2. Procedimento manual 1. Inserir em porta-cubetas termostatizado a 37ºC. Fazer uma diluição do sobrenadante na proporção de 1:50 com água destilada ou deionizada. O Reativo B é caustico. lavar o local com água corrente.Bioquímica 9. eventualmente infectado. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Multiplicar o resultado obtido por 50. uma vez usado. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. o que poderia causar resultados errôneos. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. 4. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Quando a temperatura no interior da cubeta alcançar 37ºC pipetar : Padrão ou Amostra 6. Em caso de vazamento acidental. Centrifugar uma alíquota de 10 mL. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 5. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. Estável por 10 dias a temperatura ambiente. Fazer referência ao Manual ou POP de Segurança. plasma ou urina. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Proceder a dosagem conforme o procedimento descrito acima. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. controle (se utilizado) e reagente. 7. sendo o último. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). o procedimento corretivo com desproteinização não é eficiente e. contém soro. por 10 minutos a 3000 rpm. 5. Evitar contato com a pele. As amostras muito leitosas. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes: Reagente de Trabalho: Misturar volumes iguais de Reativo A e Reativo B.

425 x A0. (A2 – A1) Padrão Creatinina em mg/dl = (A2 – A1) amostra x Fc Creatinina Urina (mg/24 horas) = Creatinina mg/dL x Volume urinário 24hs (mL) 100 Creatinina em mg/kg peso/24 horas: Urina mg/kg peso /24 horas = Creatinina urina mg/ 24 horas Peso (kg) Depuração Da Creatinina Endógena (Clearence): Depuração (mL/minuto) = U x VM S Onde: U = creatinina na urina (mg/dL) S = creatinina no soro (mg/dL) VM = volume minuto (Vol. CÁLCULOS (A2 .91 mg/dl 48 .A1) amostra x Fc Exemplo: A1 – p = 0.A1) amostra x valor padrão = mg/dL creatinina (A2 .222 – 0.187 = 10.25 = 164.7 Creatinina (mg/dl)=(0.5 mL/min 1.007184 Onde: 2 SC = superfície corporal em m P = peso em Kg A = altura em cm Determinação do Clearence: 2 Clearence (mL/min/1.83 x 1.73 m2) = 164.A1) padrão COM FATOR: Fc = Valor do padrão (A2 .137 A2 _ A = 0.A = 0.222 2 0.25 Peso = 70 kg Altura = 170 cm Superfície corporal = 1. 0.91 Volume de 24 horas = 1800 mL Volume/minuto = 1800/1440 = 1.7= 0.725 x 0.A1) padrão Creatinina (mg/dl) = (A2 .81 m2 Depuração (mL/min) = 120 x 1.409 A1 . dividido por 1440 minutos) Atenção: A depuração deverá ser corrigida para a superfície corporal do paciente.409-0.73 = 157.91 Depuração (mL/min/1.p = 0.222 Valor do Padrão: 2 mg/dl Cálculo na Urina Fc = Valor Padrão . Cálculo da Superfície Corporal sem utilização do Nomograma: SC = P0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL Fc = = 2 0.83 mL/min. em mL. Urinário de 24 h.Procedimento Operacional Padrão .73 m ) = Depuração(mL/min) x 1.137) x 10.222 A2 .81 12.Bioquímica 11.73 Superfície corporal Exemplo: Creatinina na urina (mg/dl) = 120 Creatinina no soro (mg/dl) = 0.

Pardini – 2002 – 70-71 49 . Manual de exames – Laboratório H. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Rio de Janeiro. Bohmer M. Interferências A hemoglobina (0. cefalosporinas.73 m2 2 Mulher: 95 a 150 mL/minuto/1.2 mg/dL = 53 .0 mg/dL = 44-80 μmol/L Urina (mg/24 horas) • Adultos: Homem: 1000 a 2000 mg/24 horas Mulher: 800 a 1800 mg/24 horas.1. • Crianças maiores de 3 anos: 12 a 30 mg/Kg peso/24 horas. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 13. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Clin Chem Acta 1971. A determinação pode ser afetada por concentrações elevadas de substâncias redutoras. a bilirrubina (10 mg/dL). 17: 696 Creatinina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.97 μmol/L • Mulheres: 0. 14. Ertinghausen G. Clin Chem 1971. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 12 mg/dL = 1768 μmol/L.73 m Adultos: Homem: 98 a 160 mL/minuto/1.1 g/L). Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 143. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.Procedimento Operacional Padrão . REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • Bartels H. Ltda – Revisão Maio/2005. • Adultos: Mulheres: 16 a 22 mg/Kg peso/24 horas Homens: 21 a 26 mg/Kg peso/24 horas Clearence 2 • Criança: 70 a 140 mL/minuto/1. Falsos Valores elevados: A creatinina urinária aumenta com dietas hiperprotéicas.73 m Obs: mg/Kg = mg/24 horas dividido pelo peso corporal do paciente. Falsos Valores baixos: Urinas muito acidificadas podem apresentar forte interferência negativa. Fabiny DL.4 = μmol/L creatinina Valores de referência Soro ou Plasma • Homens: 0. Esses valores são unicamente orientativos. Creatinina na Urina (mg/kg/24 horas) • Crianças 2 .6 .Bioquímica UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL creatinina x 88. 32: 81. ácido ascórbico e levodopa. Qualitymark ed. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 1997. a proteína e compostos cetônicos não interferem.1.5 ..3 anos: 6 a 22 mg/Kg/24 horas.

trauma muscular etc). A CK-MM é encontrada em grande quantidade principalmente na musculatura estriada. Quantidades apreciáveis são encontradas no cérebro.UV 1. sendo predominante também no cólon.Bioquímica CREATINO QUINASE (CK-NAC) Método Cinético . e é uma importante enzima reguladora da produção e utilização de fosfatos de alta energia nos tecidos contráteis. existe sob a forma de um dímero.Procedimento Operacional Padrão . íleo. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro. isto é. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Creatino Quinase (CK) também denominada ATP-Creatino-N-fosfotransferase. Amostras Usar soro ou plasma colhido em EDTA. A atividade enzimática é estável por 24 horas entre 15 – 25 ºC e 7 dias entre 2 – 8 ºC. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Evitar exercícios físicos antes da colheita do material. A CK-BB é a isoenzima encontrada no cérebro. chamadas M (muscle) e B (brain). A CK-MB é encontrada também no músculo estriado esquelético em pequena proporção (entre 1% e 4%. A CK total possui alta sensibilidade clínica para o diagnóstico do IAM (>90%). Estas duas cadeias podem combinar-se de três formas. sendo o restante CK-MM). G6P-DH HK CK Níveis Diminuídos Diminuição da massa muscular Doenças do tecido conjuntivo Doença alcoólica do fígado Terapia com esteróides 50 . A CK total é encontrada em concentrações muito altas na musculatura esquelética e cardíaca. Não utilizar amostras hemolizadas. 2. A CK não é encontrada no fígado. medido à 340 nm. Várias condições não relacionadas ao miocárdio provocam elevação da CK total. e CK-BB. A concentração catalítica é determinada. dermatomiosites. compõe-se de duas cadeias diferentes. a partir da velocidade de formação do NADPH. CK-MB. estômago e bexiga. vesícula e trato gastrintestinal 3. obtendo-se creatino e ATP. A CK-MB está presente no miocárdio. PRINCÍPIO DO MÉTODO A creatino quinase (CK) catalisa a fosforização do ADP pelo fosfato de creatino. estando presente também no intestino e nos pulmões. porém os resultados não são específicos para lesão miocárdica. onde representa cerca de 20% da CK contra 80% de CK-MM. A CK é um dímero. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada nos casos de infarto do miocárdio e miopatias (distrofia muscular progressiva. empregando-se as reações acopladas da hexoquinase e glicose-6-fosfato desidrogenase. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Fosfato de creatino + ADP ------------> Creatino + ATP ATP + Glicose ------------> ADP + Glicose-6-fosfato Glicose-6-fosfato + NADP+------------->Gluconato-6-fosfato + NADPH + H+ 4. Níveis Aumentados Infarto do miocárdio Lesões da musculatura cardíaca ou esquelética Miopatias congênitas e adquiridas Acidente vascular cerebral Fisioterapia Injeções intramusculares Hipotireoidismo Doenças infecciosas Embolia pulmonar Hipertermia maligna Convulsões generalizadas Neoplasias de próstata. formando as chamadas isoenzimas da CK: CK-MM. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise.

biotecnicaltda. para a obtenção de resultados exatos.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. D-glicose 20 mmol/L.M. glicose – 6 . N-acetil-cisteína 20 mmol. Seguir com rigor a metodologia proposta. 51 . .Procedimento Operacional Padrão . com 20 mL + 1 fr. 7.Varginha . MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro com cubeta termostatizada para leituras a 340 nm.fosfato desidrogenase > 2500 U/L.G.com. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.4646 Site: www. EDTA 2 mmol/L.1 fr. acetato de magnésio 10 mmol/L.S. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. sempre que conservados bem fechados e se evitada a contaminação durante o uso. COMPONENTES DO KIT CREATINO QUINASE (CK-NAC) Códigos: BT 11002 . 8. Reagente B: Fosfato de creatina 30 mmol/L. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .com. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. ADP 2 mmol. hexoquinase > 3000 U/L. código).7. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Conservar entre 2-8oC. 9. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Reagente pronto para uso. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. EDTA 2 mmol/L. 6. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.3214. di (adenosina-5) pentafosfato 10 μmol/L. pH 6.Bioquímica Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Os reativos são estáveis até a data de validade indicada no rótulo. separação e distribuição do material 5. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. com 5 mL Registro M. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.Brasil. NADP 2 mmol/L. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.br Reagente A: Imidazol 100 mmol/L. AMP 5 mmol.: 80027310034 BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO o Conservar o KIT a 2-8 C. Evitar exposição à luz intensa. Vila Verônica .

uma vez usado. aplicar as normas estabelecidas de segurança. calcular a média da variação de absorbância por minuto (ΔA/min). Em caso de contato com os olhos ou pele. mantê-lo protegido da luz. anotar a absorbância inicial (A0) e efetuar novas leituras após 1. o que poderia causar resultados errôneos. A2 e A3. Após a preparação do Reativo de Trabalho.Procedimento Operacional Padrão . Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Calcular a média das absorbâncias por minuto: ΔA/min = (A1 – A0) + (A2 – A1) + (A 3– A2) 3 Multiplicar o valor abaixo pelo valor do ΔA/min: 340 nm . plasma ou urina. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Aos 3 minutos. 4. 20 μL 1. Não soprar a pipeta utilizada. O enxágüe deve ser exaustivo. o Estável 20 dias a 2-8 C. respectivamente) Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Pipetar: Amostra Reativo de trabalho 3. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Em caso de vazamento acidental. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. sendo o último.minutos (A1. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. 2. 2 e 3.Bioquímica O reagente. Isso evitará contaminação cruzada. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. eventualmente infectado. lavar o local com água corrente. 5. 11. Inserir nas porta-cubetas termostatizado. controle (se utilizado) e reagente. Procedimento manual 1. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). contém soro. com água destilada ou deionizada. lavar abundantemente com água corrente. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias encontradas. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Evitar contaminações com íons metálicos. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.8095 `a 37°C 52 . Acionar o cronômetro. Pré-aquecer o Reativo de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.0 mL Misturar e transferir de imediato a uma cubeta. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. 10.

Chem. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Scandinavian Society for Clinical Chemistry: Scand. Pardini – 2002 – 71. cirurgias. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS International federation of Clinical Chemistry Clinica Chimica Acta. Temperatura de incubação: A determinação também pode efetuar-se a 30º C (método IFCC). 1997. traumas. 105:147F (1980) Deutschen gesellschaft fur Klinische Chemie Z. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Falsos Valores elevados: Injeções intramusculares. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Cin. A hemólise interfere. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 142. multiplicando o resultado final pelo fator de diluição.Bioquímica 12. Ltda – Revisão Maio/2005. clorpromazine. ampicilina. intoxicação por barbitúricos.Procedimento Operacional Padrão . 10:281 (1972). CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até ΔA/min = 0. anfotericína B. Klin. Qualitymark ed. 13. 14. Manual de exames – Laboratório H. clofibrato. carbenicilina. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): μkat/L = U/L x 0.250 à 340nm (2023 U/L). é recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 53 . Rio de Janeiro. J.0167 Valores de referência 37ºC Mulheres < 170 U/L Homens < 195 U/L Estes valores são unicamente orientativos. CK-NAC – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.. Para valores superiores repetir a reação com amostra diluída em solução fisiológica. Lab Invest. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Interferências: Concentrações de hemoglobina acima de 200 mg/dL interferem no teste. 33:291 (1974).

INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação da extensão da lesão causada nos casos de infarto do miocárdio e em paciente com doenças ou traumas na musculatura esquelética. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A CK é um dímero composto por duas subunidades: B (cérebro) e M (músculo) no qual encontra-se 3 isoenzimas distintas: CK-BB.S. recomenda-se a dosagem seriada ao longo de um período de 8 a 12 horas. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. a partir da velocidade de formação do NADPH. e pode ter até 4% de CK-MB. A CK-MB em soro é estável pelo menos por 7 dias a 2-8º C. PRINCÍPIO DO MÉTODO O método baseia-se na determinação da atividade da CK na presença de um anticorpo contra o monômero M.Procedimento Operacional Padrão . correspondente à metade da atividade CK-MB é determinada. separação e distribuição do material 5. A elevação inicial dos níveis de CK-MB ocorre entre 4 e 6 horas após o início dos sintomas atingindo o seu pico após 24 horas e retornando ao normal entre 48 e 72 horas. com 20 mL + 1 fr. No infarto agudo do miocárdio é importante a proporção do CK-MB em. o músculo esquelético possui maior atividade de CK total por grama de tecido. A elevação e a queda características da CK-MB. CK-MB e CK-MM. Creatina Fosfato + ADP ------------> Creatino + ATP ATP + Glicose ------------> ADP + Glicose-6-fosfato + + Glicose-6-fosfato + NADP ------------->Gluconato-6-fosfato + NADPH + H G6P-DH HK CK-B 4. não havendo quantidade de CK-MB absoluta. COMPONENTES DO KIT CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) Códigos: BT 11003 – 1 fr. o que se utiliza quase que unicamente para diagnóstico do infarto do miocárdio. Como normalmente a isoenzima CK-BB não encontra-se no sangue. por isso.Bioquímica CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) Método Cinético . a determinação da quantidade do monômero B é praticamente específica para a forma CK-MB. Apesar da CK-MB ser. Este anticorpo inibe totalmente a isoenzima CK-MM e a metade da atividade da forma CK-MB. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise.UV 1. A isoenzima CK-MB têm sido considerada o marcador bioquímico de referência para o diagnóstico de lesão miocárdica e. 3. A CK-MB encontra-se basicamente no músculo estriado e miocárdio. Evitar exposição à luz solar intensa.9%). Isto pode diminuir a especificidade especialmente em paciente com lesões concomitantes na musculatura esquelética e cardíaca. Para um diagnóstico com alta sensibilidade e especificidade. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Evitar exercícios físicos antes da coleta do material. com 5 mL Registro M. sem afetar o monômero B das isoenzimas CK-MB e CK-BB. Amostras: Usar soro ou plasma colhido em EDTA ou heparina. têm sido a base para comparação com outros marcadores. Multiplicar o resultado pelo fator de diluição. Não utilizar amostras hemolizadas Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro ou plasma Diluir as amostras que possuam uma atividade de CK total superior ou igual a 1000 U/L com solução salina (NaCl 0. relação ao CK total. Assim qualquer dano ou lesão nestes tecidos provoca uma elevação dos níveis de CK-MB em soro. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. medido à 340 nm.: 80027310036 54 . em termos de diagnóstico. específica para lesão do miocárdio. em uma dosagem seriada são quase patognomônicas para o diagnóstico de infarto do miocárdio. A atividade enzimática é estável por 8 horas entre 15 – 25°C. empregando-se as reações acopladas da hexoquinase (HK) e Glicose-6-fosfato desidrogenase (G6P-DH). 2. A concentração catalítica de CK-B.

ADP 2 mmol. 8. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. contém soro. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Acetato de Magnésio 10 mmol/L.biotecnicaltda. . Reagente B: Creatino-fosfato 30 mmol/L.8ºC 6.br Reagente A: Tampão Imidazol 100 mmol/L. Verifique valores na etiqueta do frasco. eventualmente infectado. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Conservar o KIT a 2-8oC. lavar o local com água corrente. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.Varginha . Controle: Soro controle de CK-MB. para a obtenção de resultados exatos.M. 7. sempre que conservados bem fechados e se evitada a contaminação durante o uso. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome.3214. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. glicose – 6 .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. lavar abundantemente com água corrente.G. Evitar exposição à luz intensa. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. uma vez usado. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . 55 . Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. 9. Os reativos são estáveis até a data de validade indicada no rótulo. Em caso de vazamento acidental. di (adenosina-5) pentafosfato 10 μmol/L. hexoquinase 2500 U/L.fosfato desidrogenase 2000 U/L. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Seguir com rigor a metodologia proposta.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. NADP 2 mmol/L. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro com cubeta termostatizada para leituras a 340 nm. AMP 5 mmol. Reagente pronto para uso. O reagente. NÃO UTILIZAR COMO CALIBRADOR. código).. Vila Verônica . Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Conservar entre 2 . Em caso de contato com os olhos ou pele.4646 Site: www.7. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.Procedimento Operacional Padrão .com. plasma ou urina.com. Anticorpo anti-CK-MM policlonal >2000U/L. pH 6.Brasil. D-glicose 20 mmol/L.

Evitar contaminações com íons metálicos. Após a preparação do Reativo de Trabalho. Aos 5 minutos. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. com água destilada ou deionizada. mantê-lo protegido da luz. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 9. CK-MB (U/L) = ΔAbs. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Acionar o cronômetro. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 U/L. O reativo. O enxágüe deve ser exaustivo. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. possui um anticorpo anti CK-M humano.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 10. Misturar e transferir de imediato a uma cubeta. A diluição é realizada para que a atividade de CK total fique menor que 1000 U/L. uma vez preparado. CÁLCULOS Determine a diferença de absorbância: A10– A5= ΔAbs.0 mL 8. É recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência 13. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 10. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. 7. Inserir nas porta-cubetas termostatizadas. 11. com uma solução de cloreto de sódio 9 g/L 1:1. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. 56 . Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. o Estável por 10 dias a 2-8 C.A5 (ΔA). Procedimento manual 6. x 1350 12. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Diluir as amostras que possuam uma atividade de CK Total superior a 1000 U/L. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Neste caso multiplicar o resultado obtido por 2.67 = nkat/L Valores de referência: Temperatura 37ºC U/L <25 A atividade de CK-MB representa de 6 a 20% da atividade de CK total. Estes valores são unicamente orientativos. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.Procedimento Operacional Padrão . Pipetar: Amostra Reativo de trabalho 20 μL 1. sendo o último. Calcular a diferença das absorbâncias A10 . Isso evitará contaminação cruzada.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. anotar a absorbância inicial (A10) e aos 10 minutos anotar novamente(A15). INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. Não soprar a pipeta utilizada. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Pré-aquecer o Reativo de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. o que poderia causar resultados errôneos. controle (se utilizado) e reagente. em quantidade suficiente para inibir até 1500 U/L de CK-MM.

PA (1976).2 Ed.: Med. 28. Qualitymark ed. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Bowers.H. antes de 2 horas ou após 48 horas do IM.N. C. Falsos Valores positivos: Pode ocorrer em algumas doenças neurológicas. N.B. International Federation of Clinical Chemistry Clinica Chimica Acta. Manual de exames – Laboratório H. Concentrações de CK-MM superiores a 1500 U/L não são inibidas pelo anticorpo e interferirá na determinação. Chem.Procedimento Operacional Padrão . Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 116. Ltda – revisão Maio/2005.2017 (1982) S. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Pardini – 2002 – 72.: Clin. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.W. 105:147F (1980) nd Tietz. CK-MB – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. W. Falsos Valores baixos: Podem ser obtidos se o exame for realizado muito precocemente. STEIN. Saunders. Fundamentais of Clinical Chemis”. W.B.Bioquímica Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 14. Rio de Janeiro..Stein Med. Weit 36: 572(1985)..572 (1985). A hemólise interfere. 1997. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS S. Wu. Philadelphia. Weit 36. 57 . Interferências: Hemoglobina acima de 200 mg/dL interfere nos resultados. A..

Padrão de Ferro: Solução de Ferro (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. crianças alimentadas unicamente com leite. 3.S.com. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.1% sob forma dos diversos compostos hêmicos que promovem a oxidação celular. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise e lipemia excessiva. a peroxidase e a catalase. com 50 mL + 1 fr com 1. 0.4646 Site: www. anemia hemolítica e perniciosa. PRINCÍPIO DO MÉTODO O íon férrico presente na amostra e unido a transferrina é liberado por ação do guanidinio e reduzido a ferroso pela hidroxilamina. onde teremos uma elevação na destruição da hemoglobina liberada e conseqüentemente liberação de ferro. . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O ferro é um íon importante para a formação da hemoglobina. 58 . Amostras: Usar soro. devido a variações diurnas do ferro sérico. dos quais cerca de 65% estão presentes na forma de hemoglobina.Procedimento Operacional Padrão . INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de anemias. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. anemias hemolíticas. 4.1% combinado à proteína transferrina no plasma sangüíneo e 15 a 30% armazenados. nos casos de grandes hemorragias e menstruação abundante. 2. neoplasia da medula óssea.Brasil.M.Bioquímica FERRO Ferrozine Método Colorimétrico 1. mioglobina e outras substâncias como os citocromos. neoplasias da medula óssea e hepatopatias. hepatopatias virais e crônicas. Portanto. Conservar entre 2-8 ºC.br Reativo A: Tampão acetato 100 mmol – pH 4. Reativo B: Ferrozine 40 mmol/L.3214. Haverá um aumento de ferro sérico no tratamento de anemias com ferro. principalmente no fígado sob forma de ferritina.: 80027310026 BT 12005 – 1 fr.com. cloridrato de guanidina 4. drogas mielossupressoras. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. separação e distribuição do material 5. Reagente pronto para uso. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . A quantidade total de ferro no corpo é em média de cerca de 4 g. Cerca de 4% estão presentes sob forma de mioglobina. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.biotecnicaltda.1 mmol/L.9. Esse aumento ocorre pelo fato da liberação do ferro da sua forma de armazenamento no fígado (nas lesões hepatocelulares).Varginha . Para controle terapêutico.G.25 mL + 1 fr de padrão com 2 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. 0. Vila Verônica . A diminuição sérica ocorrerá na gravidez.5 mmol/L. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. O íon ferroso forma um complexo colorido com a ferrozina que se pode quantificar através de leitura espectrofotométrica. Armazenamento e estabilidade da amostra O analito é estável 4 dias entre 2 – 8º C. diminuição da sua utilização na formação da hemoglobina principalmente nas neoplasias da medula óssea e na hemólise aumentada nas doenças hemolíticas. a citocromo oxidase. é essencial se conhecer os meios pelos quais o ferro é utilizado no corpo. hidroxilamina 0. COMPONENTES DO KIT FERRO (Ferrozine) Códigos: Registro M. é aconselhável colher a amostra sempre no mesmo horário.

descartáveis. com água destilada ou deionizada. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. com cubetas Banho de água a 37 °C. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Isso evitará contaminação cruzada. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 560 nm (546-570). lavar o local com água corrente. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. código). O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Seguir com rigor a metodologia proposta. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. sendo o último. 7. eventualmente infectado. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. O enxágüe deve ser exaustivo. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.Procedimento Operacional Padrão . plasma ou urina. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. lavar abundantemente com água corrente.Bioquímica 6. controle (se utilizado) e reagente. NÃO CONGELAR. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. uma vez usado. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. o que poderia causar resultados errôneos. Em caso de vazamento acidental. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. para a obtenção de resultados exatos. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O reagente. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. 59 . Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio de acrílico ou plástico. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. contém soro. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Procedimento automatizado Indicar nome. evitando assim a deterioração das enzimas. 8. Em caso de contato com os olhos ou pele. 9. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.

Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Todo material utilizado nos procedimentos deve ser de plástico ou acrílico. Pipetar: Branco Reativo ---------1.7 µmol/L 60 . Deve-se deixar o mesmo submerso em uma solução de Ácido Nítrico ou Clorídrico 10-15%.108P1 = 0.156 A1 = 0. P2 do padrão.Procedimento Operacional Padrão . Ler as absorbâncias:P1 do branco do padrão. A1 do branco da amostra. A2 da amostra.114 0.0 mL 25μL Branco Amostra ---250μL ---1.156-0.5 .042 x 100 0. após. Ler as absorbâncias a 560 nm.0 mL ---Amostra ---250μL ---1.P1 x [P] onde. 11.Ferrozine 2. Cuidados especiais Limpeza do material: todo material a ser utilizado na técnica deve estar livre de íons ferro. zerando o parelho com o branco do reativo. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : µg/dL UNIDADES Sistema Internacional (SI) : µg/dL ferro x 0. condutividade menor que 0.Tampão Reativo B .006 Ferro (μg/dL) = 0.27. Incubar 10 minutos à Temperatura ambiente.0 mL 25μL Água destilada Amostra Padrão de Ferro Reativo A . por 6 horas e.042 P2 = 0. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE.Bioquímica 10. Homogeneizar suavemente. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativos prontos pra uso Procedimento manual Dois tubo/amostra 1.102 x 100 Exemplo: A2 = 0. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.006 [P] = 100 mg/dL Ferro (μg/dL) = 111.8 mg/dl 12. Secar o material a no máximo 80ºC em estantes de aço inox ou revestidos de plástico. A2 = Absorbância da amostra A1 = absorbância do Branco da amostra P2 = absorbância do padrão P1 = absorbância do Branco do Padrão [P] = valor do padrão Com Fator : Fator Calibração = [P] . eliminar a acidez com numerosas lavagens com água deionizada (livre de ferro).0 mL ---Branco Padrão 250μL ------1. ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. CÁLCULOS Ferro(μg/dL)= A2 – A1 P2 .0 mL ---Padrão ------250μL 1.179 = µmol/L ferro Valores de Referência: Para amostras de Soro e Plasma: Homens: 70-155 µg/dL = 12. 3.01 μSiemens. (P2 – P1) Ferro(μg/dL)= 0.108-0.

neoplasias da medula óssea e hepatopatias.Procedimento Operacional Padrão .. anemias hemolíticas. Anal Chem 1970. 42:779-81. 14:311-15 Ferro Ferrozine – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de anemias. ictéricos ou hemolisados. 1997. 13. Vinogradov S. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Ltda – Revisão Maio/2005. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Pardini – 2002 – 74 FERRO CRX Método Cromazurol B 1.25. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Stookey LL. Artiss JD.84 .5 µmol/L Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Rio de Janeiro. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 200. Clin Biochem 1981. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 500 µg/dL = 89. Manual de exames – Laboratório H. Zak B.Bioquímica Mulheres: 55-140 µg/dL = 9. Qualitymark ed. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO 61 . Interferências Não devem ser usados soros lipêmicos. Falsos Valores elevados: Falsos Valores baixos: 14. 2.1 µmol/L Esses valores são unicamente orientativos. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Itano M. Am J Clin Pathol 1978. 70:516-22.

M. Padrão de Ferro: Solução de Ferro (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. Para controle terapêutico. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO O ferro sérico reage com o cromazurol B do CTMA-Br para formar um complexo colorido azul.75. hepatopatias virais e crônicas.G. 62 . Armazenamento e estabilidade da amostra O analito é estável 4 dias entre 2 – 8º C.biotecnicaltda.13 mM.com. a peroxidase e a catalase. mioglobina e outras substâncias como os citocromos.br Reagente: Cromazurol B 0. com 50 mL + 01 fr. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. onde teremos uma elevação na destruição da hemoglobina liberada e conseqüentemente liberação de ferro. A quantidade total de ferro no corpo é em média de cerca de 4g. Esse aumento ocorre pelo fato da liberação do ferro da sua forma de armazenamento no fígado (nas lesões hepatocelulares). nos casos de grandes hemorragias e menstruação abundante. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.S. principalmente no fígado sob forma de ferritina.com. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.: 80027310053 BT 12004 – 2 fr. O reativo é estável até a data de validade do Kit. de padrão 2 mL. brometo de CTMA 0. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise e lipemia excessiva. crianças alimentadas unicamente com leite. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Reagente pronto para uso. A intensidade de cor do complexo é proporcional a concentração de ferro presente na amostra. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. é aconselhável colher a amostra sempre no mesmo horário. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes em temperatura ambiente. 7. 6.3214. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 630 nm (620-640).Brasil. separação e distribuição do material 5. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. 0. com cubetas. neoplasia da medula óssea. por isso é essencial conhecer os meios pelos quais o ferro é utilizado no corpo.Procedimento Operacional Padrão .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. tampão acetato pH 4. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. drogas mielossupressoras. a citocromo oxidase. dos quais cerca de 65% estão presentes na forma de hemoglobina. Vila Verônica . COMPONENTES DO KIT FERRO CRX Códigos: Registro M. Conservar em temperatura ambiente. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.Varginha . diminuição da sua utilização na formação da hemoglobina principalmente nas neoplasias da medula óssea e na hemólise aumentada nas doenças hemolíticas.1% combinado à proteína transferrina no plasma sangüíneo e 15 à 30% armazenados. 4. Amostras: Usar soro. devido a variações diurnas do ferro sérico.82 mM. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . anemia hemolítica e perniciosa. . A diminuição sérica ocorrerá na gravidez. 1% sob forma dos diversos compostos hêmicos que promovem a oxidação celular. Cerca de 4% estão presentes sob forma de mioglobina.4646 Site: www. Não utilizar amostra hemolisada.Bioquímica O ferro é um íon importante para a formação da hemoglobina. Haverá um aumento de ferro sérico no tratamento de anemias com ferro.

Em caso de vazamento acidental. Em caso de contato com os olhos ou pele. contém soro. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. código). Seguir com rigor a metodologia proposta. O reagente. lavar o local com água corrente. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. plasma ou urina. O enxágüe deve ser exaustivo. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. 8. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Isso evitará contaminação cruzada. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. com água destilada ou deionizada. uma vez usado. controle (se utilizado) e reagente. 9. Pipetar em tubos de ensaio: Branco Reativo ---Padrão ---Amostra 40μL Amostra 63 . Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. sendo o último. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. descartáveis. eventualmente infectado. 10. o que poderia causar resultados errôneos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.Procedimento Operacional Padrão . Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Procedimento automatizado Indicar nome. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. para a obtenção de resultados exatos. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. lavar abundantemente com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.Bioquímica Pipetas automáticas e ponteiras. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Cronômetro Tubos de ensaio de acrílico ou plástico. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.

INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : μg/dL UNIDADES Sistema Internacional : μg/dL ferro x 0. ---1.6 . Recomenda-se utilizar um branco da amostra com água destilada se a amostra for fortemente ictérica (Bilirrubina Total > 3 mg/dL). Cuidados especiais Limpeza do material: todo material a ser utilizado na técnica deve estar livre de íons ferro.28. 64 . ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. 5 ª edição. eliminar a acidez com numerosas lavagens com água deionizada (livre de ferro). Paris M.12 X 854. 44 : 511-516. A cor é estável por 2 horas ao abrigo da luz.7 F= 100 0.145 µg/dL = 6.Bioquímica Padrão de Ferro Reativo 2. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993.120 Ap=0. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 500 μg/dL = 89.Ann Biol Clin 1986.01 μSiemens. Todo material utilizado nos procedimentos deve ser de plástico ou acrílico. Soros lipêmicos ou hemolisados não são apropriados para esta Técnica. 14. 3. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.5 μmol/L Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Interferências Não devem ser utilizados soros hemolisados. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.0 mL 40μL 1. 11. por 6 horas e.179 = μmol/L ferro Valores de Referência Homens: 59 .117 [P]=100 μg/dL = 854. Secar o material a no máximo 80ºC em estantes de aço inox ou revestidos de plástico.Procedimento Operacional Padrão .6 μg/dL 12.0 mL Agitar bem e deixar reagir durante 5 minutos a temperatura ambiente. Deve-se deixar o mesmo submerso em uma solução de Ácido Nítrico ou Clorídrico 10-15%. 13. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). CÁLCULOS Aa Ap [P] Absorbância da Amostra Absorbância do Padrão Concentração do Padrão Ferro (μg/dL) = Aa X [P] Ap COM FATOR: Fator = [P] Ap Ferro (μg/dL) = Aa x fator Exemplo: Aa=0. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.117 Ferro (μg/dL) = 0. Guyton.62 – 25.158 µg/dL = 10.9 μmol/L Esses valores são unicamente orientativos.7 = 102. condutividade menor que 0. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Garcic A Clin Chim Acta 1979. 94 : 115-119. Ler a absorbância (Ap) do Padrão e (Aa) da amostra contra o Branco de Reagente a 630 nm (620-640).3 μmol/L Mulheres: 37 .0 mL ---1. após.

2. Qualitymark ed. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de afecções ósseas e hepatobiliares. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 200. Manual de exames – Laboratório H. 1997. Ltda – Revisão Maio/2005.Bioquímica Ferro CRX – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO 65 .. Rio de Janeiro.Procedimento Operacional Padrão . Pardini – 2002 – 74 FOSFATASE ALCALINA Método Cinético Colorimétrico (DGKC – DEA) 1.

Vila Verônica .0 mmol/L.com. baseado na DGKC. COMPONENTES DO KIT FOSFATASE ALCALINA Códigos: Registro M. PRINCÍPIO DO MÉTODO A determinação de fosfatase alcalina é feita através de método cinético com emprego do 4-nitrofenilfosfato de sódio.3214. podem ser encontrados aumentados moderados. presente em muitos tecidos.Brasil. com 10 mL FAL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. que diminuem lentamente em resposta à terapia por vitamina D.. Em osteomalácia.br Reagente A: Dietanolamina pH 9. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. pelo menos. esta enzima pode funcionar como marcador tumoral. fígado e placenta. devido a adicional fração placentária.Varginha .4646 Site: www.G. Visto elevar-se em metástases do fígado e ósseas. pode ser mais um auxílio na identificação de suas isoenzimas. A resposta de suas frações. 66 . Tel/Fax: 0 (XX) 35 . túbulo renal.5 mmol/L.S. com 40 mL + 1 fr.M. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Doenças hepáticas e do trato biliar Hipotireoidismo Metástases para fígado e osso Uso de estrogênio. cloreto de magnésio 0. osteoblastos.Bioquímica A fosfatase alcalina é uma enzima com atividade ótima in vitro em pH próximo de 10.: 80027310018 BT 11005 – 1 fr. Sua dosagem é de interesse na investigação de doenças hepatobiliares e ósseas associadas com hiperatividade osteoblástica. Armazenamento e estabilidade das amostras: A fosfatase alcalina em soro ou plasma é estável até 7 dias a 2-8ºC A heparina não interfere como anticoagulante. . é proporcional à atividade da enzima presente. 08 horas. medida a 405 nm.com. Sua função precisa no metabolismo ainda não está de todo compreendida e parece estar associada ao transporte lipídico no intestino e processos de calcificação óssea. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. A forma presente no soro de adultos normais origina-se principalmente do fígado e esqueleto e são acentuadamente dependentes da idade. separação e distribuição do material 5. cuja velocidade de formação. Neste método. Reagente pronto para uso. Reagente B:: 4-nitrofenilfosfato 10 mmol/L.biotecnicaltda. simples ou combinado com androgênio Acromegalia Doença de Paget Hipertireoidismo Raquitismo Mononucleose infecciosa Hiperparatireoidismo Crescimento ósseo fisiológico 3.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. particularmente no epitélio intestinal.8. o 4-nitrofenilfosfato de sódio é hidrolisado especificamente pela fosfatase alcalina do soro em pH9.08 1. liberando o 4-nitrofenol. Mulheres no terceiro trimestre de gravidez podem apresentar aumentos em torno de duas a três vezes do intervalo normal. 4-Nitrofenilfosfato + H2O ---------------> 4-Nitrofenol + fosfato 4. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. Os níveis mais altos de fosfatase alcalina são encontrados na doença de Paget.Procedimento Operacional Padrão . Amostras Soro e plasma. quando expostas a altas temperaturas. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de.

Não soprar a pipeta utilizada. Não misturar diferentes lotes de reagentes. com cubetas termostatizadas. Seguir com rigor a metodologia proposta. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 67 . código). Evitar contaminações com íons metálicos. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. lavar o local com água corrente. NÃO CONGELAR. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. 6. Em caso de vazamento acidental. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. O reagente. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. para a obtenção de resultados exatos. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. O reativo é estável até a data de validade do Kit. 7. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Cronômetro. Pipetas automáticas e ponteiras. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. eventualmente infectado. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. 8. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. plasma ou urina. lavar abundantemente com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. uma vez usado.Procedimento Operacional Padrão . MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 nm. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. evitando assim a deterioração das enzimas. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Centrífuga. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Em caso de contato com os olhos ou pele. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. 9. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Conservar entre 2-8ºC. contém soro. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.

anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. 4.266-1.290 U/L 180 .179 A1 = 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 3. Estável 30 dias a 2-8°C.225)+ (1. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. o que poderia causar resultados errôneos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. com água destilada ou deionizada.266) 3 ΔA/min = 0. Agitar suavemente.225 A2 = 1.044 x 2757 = 121. calcular a média da variação da absorbância por minuto (ΔA/min): ΔA/min = (A1 – A0) + (A2 – A1) + (A3-A2) 3 A atividade da fosfatase alcalina na amostra é calculada pela multiplicação do ΔA/min pelo seguinte fator: ΔA/min x 2757 = U/L Exemplo: A0 = 1.044 Fosfatase alcalina (U/L) = 0. 11. sendo o último. 10.312-1. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho a temperatura desejada durante uns minutos. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. controle (se utilizado) e reagente.0 mL 20μL Misturar e inserir no porta-cubetas termostatizado a 37ºC.225 – 1.1200 U/L 68 . Aos 60 segundos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.312 ΔA/min = (1.266 A3 = 1.179) + (1.3 U/L 12.Bioquímica A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. 5. O enxágüe deve ser exaustivo. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 0. A2 e A3 respectivamente). 2. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. (A1.01667 = µkat/L Valores de Referência Adultos Crianças 37ºC 100 . 1. Procedimento manual 1. Isso evitará contaminação cruzada.Procedimento Operacional Padrão . PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B.

Rio de Janeiro.Procedimento Operacional Padrão . Med. Biochem. função da paratireóide. 8 (1970) 658. Symp. Kubler W. Ltda – Revisão Maio/2005. 13. oxalato. 69 . 21: 731 – 748 Fosfatase Alcalina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Clin Chem Clin Biochem 1983.Bioquímica Estes valores são unicamente orientativos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Z. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. • • • • • • Interferências: Ácido ascórbico (vitamina C) maior que 400 mg/L Glicose maior que 500 mg/dL Triglicérides maior que 1200 mg/dL Os anticoagulantes fluoreto.UV Método Molibdato 1. produz um aumento nos resultados. Chem Klin. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. A presença de Mg2+ e Zn2+. Qualitymark ed. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. A hemólise interfere devido a fosfatase alcalina eritrocitária. fraturas ósseas e em lesões musculares extensas. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até ΔA/min: 0. Manual de exames – Laboratório H. Klin. citrato e EDTA interferem. 10 (1972) 182. J. Pardini – 2002 – 76 FÓSFORO . 14. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação da insuficiência renal.. 1997. D. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. É recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 205. 8 (21973). Deutsch Ges fur Lab.250 = 700U/L.

Em torno de 2/3 do fosfato ingerido é absorvido (absorção ativa) principalmente no jejuno e o restante é excretado pelas fezes. função renal. em meio ácido. 7H3PO4 + 12(Mo7O24)-6 → 7H3PO4(MoO3)12 + 36 O-2 Níveis Diminuidos Hipoparatireoidismo Pseudo-hipoparatireoidismo Osteomalácia 4.Procedimento Operacional Padrão . hormônio da paratireóide. Três órgãos são majoritariamente comprometidos com a homeostasia do fósforo: intestino delgado (absorção). devido a sua variação diária. 08 horas. na acidez do conteúdo intestinal e também pela ação da vitamina D e hormônio de crescimento (GH). O aumento do fósforo sérico ocorre por diminuição da filtração glomerular. A absorbância é proporcional a quantidade de fósforo inorgânico presente na amostra. PRINCÍPIO DO MÉTODO O fósforo inorgânico presente na amostra reage com o molibdato de amônio. Os níveis séricos de fósforo são inversamente proporcionais aos do cálcio sérico. Cerca de 90% do fósforo plasmático é filtrado pelos glomérulos e quase totalmente reabsorvido pelos túbulos. massa muscular. amplamente distribuído pelo organismo na forma de fosfato orgânico ou inorgânico. A diminuição ocorre por desordens tubulares e aumento das perdas. carboidratos e incorporados a outras substâncias orgânicas como fosfolipídios. Em torno de 85% dos 600g deste elemento (medido como fósforo inorgânico) em adultos está presente no esqueleto. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. originando o complexo fosfomolibdato. fosfoproteinas e compostos de alta energia envolvidos na integridade celular (estocagem e troca de energia).Bioquímica 2. Níveis Aumentados Insuficiência renal Hipoparatireoidismo Pseudo-hipoparatireoidismo Hipervitaminose D Osteoporose Acromegalia Mieloma múltiplo Leucemia mielóide crônica Metástase óssea Hipocalcemia Diabetes mellitus descompensada Desidratação e hipovolemia Exercícios Níveis diminuídos Defeitos tubulares de reabsorção (síndrome de Fanconi) Hiperparatireoidismo primário Hiperparatireoidismo secundário Hipotireoidismo Esteatorréias Osteomalácia Hipovitaminose D Raquitismo Hemodiálise Doença hepática Alimentação parenteral prolongada Antiácidos Diuréticos Alcolismo Tratamento da cetoacidose diabética Fósforo Urinário Fosfato urinário varia com idade. O PTH inibe a sua reabsorção tubular renal. É recomendada a coleta pela manhã devido a relatos de variações diurnas. Este parâmetro é mais informativo quando efetuado em urina de 24 horas. 70 . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O fósforo é um importante elemento. Níveis Aumentados Hiperpareatireoidismo primário Hipervitaminose D Acidose tubular renal Uso de diurético Doença de Paget Defeitos tubulares de reabsorção (síndrome de Fancini) 3. pelo menos. A absorção é aumentada no decréscimo da ingestão de cálcio. proteínas. O restante é principalmente combinado com lipídios. que quantifica-se por espectrofotometria à 340 nm. A ação do hormônio da paratireóide (PTH) na sua absorção é provavelmente um efeito indireto do metabolismo da vitamina D. hora do dia e dieta. ácidos nucléicos. aumento da reabsorção tubular renal e aporte exógeno ou endógeno. rins (filtração e reabsorção) e esqueleto (estocagem).

Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Deve-se utilizar os equipamentos de proteção adequados para manipular reagentes cáusticos. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. A amostra pode ser conservada por 7 dias à 4oC. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Cronômetro Tubos de ensaio.M.S. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro ou plasma: utilizar soro não hemolisado. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Conservar entre 2 – 8oC.G.5 mmoL. Pipetas automáticas e ponteiras. evitando assim a deterioração das enzimas.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. plasma ou urina. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . . 7.3214.com. O reativo é estável até a data de validade do Kit. pode-se obter valores falsamente baixos.Procedimento Operacional Padrão . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. com cubetas. 6. código). deve-se lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. Procedimento automatizado Indicar nome.Varginha . CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Triton X 0. 8. Importante: a amostra de urina acidificada não deve ser utilizada para dosagem de creatinina. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. No caso de contato com os olhos. Ácido sulfúrico 220 mmol/L. Na utilizar fluoreto de sódio como anticoagulante.br Reagente: Solução de Molibdato de Amônio 0. Multiplicar o resultado obtido por 20. NÃO CONGELAR. A amostra de urina deve ser diluída 1:20 com água deionizada ou destilada antes da análise. Urina: Coletar a urina de 24 horas e acidificar com 15 mL de HCl 37% (concentrado). Vila Verônica . com 50 mL + 1 fr. COMPONENTES DO KIT FÓSFORO – UV Registro M. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.: 80027310033 Códigos: BT 12006 – 1 fr. 71 . Padrão: Solução de fósforo inorgânico (Vide valor da concentração do padrão na etiqueta do frasco) O reagente de fósforo é cáustico e pode produzir queimaduras. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 340 nm (335-366).com. separação e distribuição do material 5. plasma (heparina ou EDTA). Padrão – 2. Banho de água a 37 °C. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.4646 Site: www.1%.Brasil. A amostra de urina não acidificada e que esteve refrigerada. Reagente pronto para uso.biotecnicaltda.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. deve ser acidificada e/ou aquecida até 56 ºC durante 15 minutos até completa redissolução do precipitado.Bioquímica Amostras Soro.

Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Padrão 72 . O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. sendo o último. uma vez usado. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Em caso de vazamento acidental. Seguir com rigor a metodologia proposta. o que poderia causar resultados errôneos. Homogeneizar. O enxágüe deve ser exaustivo. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparo do reagente: Reagente pronto para uso. controle (se utilizado) e reagente. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com íons de fósforo. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL Fósforo Abs. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 3. Procedimento manual 1. 11. com água destilada ou deionizada.Procedimento Operacional Padrão . Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1000 µL Padrão 10 μL 1000 µL Amostra 10 μL 1000 µL Padrão de fósforo Amostra Reagente o 2. lavar o local com água corrente. eventualmente infectado. CÁLCULOS Abs. Isso evitará contaminação cruzada. A cor é estável por 1 hora. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. incubar à 37 C por 5 minutos. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Em caso de contato com os olhos ou pele. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. plasma ou urina. lavar abundantemente com água corrente. contém soro. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. para a obtenção de resultados exatos. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. zerando o aparelho com o Branco à 340 nm. Ler a absorbância do Padrão e da Amostra. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 9. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Em caso de ingestão procurar atendimento médico..Bioquímica Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. O reagente. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 10. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.

alendronato. Anticoncepcionais.0 – 6. desprezar o reativo. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Rio de Janeiro. Qualitymark ed. – Clin.. oxalados. 14. 14. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.Procedimento Operacional Padrão . 13. que pode ser obtida com a metodologia. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 208-209. Interferências Valores do branco elevados indicam contaminação. Pardini – 2002 – 77-78 FRUTOSAMINA Método Cinético Colorimétrico 1. INDICAÇÃO MÉDICA 73 . Obtendo-se o valor da absorbância da amostra (Aamostra).5 mg/dL Crianças: 4. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido a ótima reprodutibilidade. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL fósforo x 0.1000 mg/24 horas Esses valores são unicamente orientativos. lítio e prometazina podem interferir nos resultados. H. 1997.323 = mmol/L fósforo Valores de referência • Soro. Para amostra hiperlipêmicas ou com conteúdo elevado de Bilirrubina é preferível fazer um branco da amostra adicionando 100 μL de amostra + 3 mL de água destilada. plasma: Adultos: 3. Chem.0 – 4. azatioprina. fluoretados ou com EDTA produzem resultados falsamente diminuídos.Y. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 15 mg/dL = 4. Ltda – Revisão Maio/2005. acetazolamida. Teste → Absorbância do teste Abs. Fósforo UV – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.5 mg/dL • Urina : 300 .600 A. do Padrão . diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 898 (1968). isoniazida. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Yee. salbutamol. Plasmas citratados. Fósforo (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. Manual de exames – Laboratório H.84 mmol/L . se os valores forem superiores a 0.Bioquímica Onde: Abs.

M. NÃO CONGELAR. a determinação de frutosamina trata-se basicamente da medição destas glicoproteínas no soro. Calibrador – 3. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . separação e distribuição do material 5. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Calibrador – 3. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.com.8 oC. Reagente pronto para uso.G.biotecnicaltda. Logo. Desta forma. 08 horas. Não usar amostras hemolisadas e separar o soro o mais rapidamente o possível. 2. Azul de Nitrotetrazol 0. Vila Verônica . as quais.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.25 mmol/L. pelo menos. 6. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual 74 . PRINCÍPIO DO MÉTODO Em meio alcalino as frutosaminas (proteínas séricas glicadas) presentes na amostra reduzem o reagente azul de nitrotetrazol formando cor roxo-azulada.S. COMPONENTES DO KIT FRUTOSAMINA Registro M.3214.4646 Site: www. A intensidade desta coloração é proporcional a concentração de frutosamina presente na amostra e é então determinada em espectrofotômetro a 520 nm. Esta reação se dá através da ligação covalente da glicose com resíduos de lisina das proteínas sanguíneas dando origem a bases de Schiff. O reativo é estável até a data de validade do Kit. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A glicose presente no plasma humano reage com diversas proteínas formando glicoproteínas estáveis sendo a principal delas a albumina.Procedimento Operacional Padrão .Brasil. Potencialmente Infectante.Varginha .0 mL 2 fr. 3. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de.3.: 80027310069 Códigos: BT 10017 – 1 fr. Calibrador: Soro liofilizado contendo albumina glicada (Valor da concentração: vide rótulo do frasco de calibrador).br Reagente: Tampão Carbonato 200 mmol/L pH 10. Armazenamento e estabilidade da amostra: Estável 7 dias de 2 a 8 ºC.Bioquímica Esta dosagem é utilizada na avaliação da basicamente das glicoproteínas do soro. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. 7. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. A concentração de Frutosamina reflete o índice de variação de glicose durantes as últimas duas a três semanas prévias à coleta da amostra. . num segundo momento. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Conservar entre 2 . se transformam irreversivelmente em cetoaminas estáveis (frutosaminas). com 50 mL + 1 fr. Amostras Soro.com. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. os níveis de Frutosamina no sangue são um reflexo direto dos níveis de glicose sanguíneo tendo sua determinação grande utilidade no controle glicêmico de pacientes diabéticos ou de pacientes hipoglicêmicos. 4. com 50 mL + 1 fr.

PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparo do reagente: Reagente pronto para uso. 5. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Relógio ou Cronômetro. Tubos de ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Procedimento automatizado Indicar nome.Procedimento Operacional Padrão . modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Homogeneizar e inserir no porta-cubetas termostatizado. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1000 µL Padrão 50 μL 1000 µL Amostra 50 μL 1000 µL Calibrador de Frutosamina Amostra Reagente 4. Procedimento manual 4. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais devem ser observados. Não usar o reagente quando este mostrar-se com sinais de contaminação. padrão/calibrador e reagente. As amostras a serem analisadas devem ser tratadas como material potencialmente infectante. Não trocar as tampas dos frascos dos reagentes. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. pele ou mucosa. lavar abundantemente com água corrente. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Pipetas de vidro e/ou automáticas. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. contato com os olhos. 75 . CUIDADOS E PRECAUÇÕES • • • • • • • • • • • O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Segurança e Primeiros Socorros estão descritas na Ficha Individual de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) deste produto. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. 8. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. As informações de Descarte.Bioquímica Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura em 520 nm (500-550) com cubeta termostatizada. 10. Em caso de vazamento acidental. a fim de evitar contaminação cruzada. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. controle. Banho de água a 37 ºC. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico em local próprio para materiais potencialmente infectantes. Medir a absorbância a 520 nm (500-550) aos 10 minutos (A1) e aos 15 minutos (A2). Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Utilizar os EPI’s de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico. código). 9.

0.5 mmol/L. Hurst.. 1987.630 Frutosamina (mmol/L) = (0.146 A1A = 0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mmol/L Valores de referência Soro: 1.. Ambruster D A.37 mmol/L 12. O. 27:493-501.A1) Calibrador COM FATOR: Fc = Valor do Calibrador (A2 .630) x 16.37 = 16.79 mmol/L Valor do Calibrador: 2.A1) Calibrador Frutosamina (mmol/L) = (A2 .5 mmol/L.A1) amostra x Fc Exemplo: A1C = 0. Clin. Chem. diluir a amostra com NaCl 150 mM (0.802 = 2.2 a 8. Chem.9 a 2.37 = 2. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear de 0. Chem. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • • • Baker J R et al.588 Fc = 2.1981. realizar nova dosagem e multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. Chem.588 0. Barry P. Clin.9 mmol/L 13.23 A2 A = 0. 14. 31/9: 1550-1554. A multi-rule Shewhart chart quality control in clinical chemistry.734-0.9%).R.Procedimento Operacional Padrão ..23 A2C = 0. Para valores superiores a 8.. L. Clin. 1987. Clin. 33/12: 2153. Groth T.Bioquímica 11.. 76 .802 .734 0. 33/10: 1947.A1) amostra x valor Calibrador = mmol/L Frutosamina (A2 . Hunt M. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.. 1985. Westgard J. CÁLCULOS (A2 . P.

fluoreto ou oxalato inibem a atividade da GGT.Procedimento Operacional Padrão .Bioquímica γ . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. . COMPONENTES DO KIT γ . doença obstrutiva da árvore biliar. separação e distribuição do material 5.4646 Site: www. como exemplo. fenitoína. Critérios para a rejeição de amostras Evitar amostras com hemólise. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.M. e no acompanhamento do tratamento de alcólatras. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. A concentração catalítica é determinada a partir da velocidade de formação do 5-amido-2-nitrobenzoato.GT) Método Cinético Colorimétrico 1. γ-GT 77 . 3. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação das colestases hepáticas. Não utilizar reativos com a data de validade vencida.25. NÃO CONGELAR. Vila Verônica .: 80027310012 Códigos: BT 11006 – 1 fr. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Esta enzima está presente em numerosos tecidos. Conservar entre 2-8 ºC 6. 2. doenças obstrutivas da árvore biliar e no monitoramento da administração de algumas drogas. Diminuição dos valores podem ocorrer no uso de azatioprina. com 10 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.Varginha .Brasil.G.S. A y-Glutamiltransferase em soro é estável pelo menos por 7 dias a 2-8 ºC Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.3214. liberando 5-amido-2-nitrobenzoato. pâncreas e fígado. estrógenos e metrovidazol. Reagente pronto para uso. com 40 mL + 1 fr. Plasma (EDTA ou heparina). no uso prolongado de drogas que induzem o sistema microssomal hepático.pH 8. Reagente B: L-y-Glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida 4mmol/L.glicilglicina + 5-amido-2-nitrobenzoato 4.biotecnicaltda. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. clofibrato.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Anticoagulantes contendo citrato. L−γ−glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida + glicilglicina ⎯⎯→ L-γ−glutamil. PRINCÍPIO DO MÉTODO A gama-glutamiltransferase (γ−GT) catalisa a transferência do grupo γ−glutamilo da γ−glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida a glicilglicina.GLUTAMILTRANSFERASE (GAMA . fenobarbital. Amostras: Soro ou plasma. nas neoplasias do fígado valores elevados podem ocorrer. mas a concentração mais elevada está nos rins.GT) Registro M.br Reagente A:Tampão TRIS 100 mmol/L . carbamazepina. ácido valpróico e contraceptivos. É usada na avaliação das colestases hepática. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.com.GLUTAMILTRANSFERASE (γ .Glicilglicina 100 mmol/L.com.

Isso evitará contaminação cruzada. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. sendo o último. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. eventualmente infectado. 9. com água destilada ou deionizada. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Em caso de contato com os olhos ou pele. plasma ou urina. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. contém soro. Centrífuga. Evitar contaminações com íons metálicos. Em caso de vazamento acidental. uma vez usado. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Não soprar a pipeta utilizada. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. controle (se utilizado) e reagente. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. código). lavar o local com água corrente. lavar abundantemente com água corrente.Bioquímica 7. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. para a obtenção de resultados exatos. 78 . O reagente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. 8. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. O enxágüe deve ser exaustivo. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Seguir com rigor a metodologia proposta. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.Procedimento Operacional Padrão . Cronômetro. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 ou 410 nm. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. o que poderia causar resultados errôneos. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.

calcular a média da variação da absorbância por minuto (ΔA/min). 5. (A1.16)+(1.16 A1 = 1.25-1.22) 3 ΔA/min = 0. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias.18 A2 = 1.A0) + (A2 – A1) + (A3 – A2) 3 A atividade de γ-GT na amostra é calculada pela multiplicação do ΔA/min. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos.22 A3 = 1.Bioquímica 10.0 mL 100 µL 3.22 -1.18-1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. A2 e A3 respectivamente).03 x 1158 = 34. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. Pré-incubar o reativo por 5 minutos.03 γ-GT (U/L)= 0. 79 . diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 U/L. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 13. ΔA/min = (A1 . Inserir no porta-cubeta termostatizado a 37º C. 11.67 = µkat/L Valores de referência Homens Mulheres 37°C 10 – 47 7 – 30 Fator de correlação: 37°C / 30°C – 1’24 37°C / 25°C – 1’68 Estes valores são unicamente orientativos.Procedimento Operacional Padrão . Pré-aquecer o Reagente de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos.7 U/L 12. 4. Estável 6 semanas a 2-8°C. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). É recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Pipetar: Reativo de Trabalho Amostras 1. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. ΔA/min = (1. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. utilizando –se o seguinte fator Fator (F) = 1158 γ-GT = ΔA/min X F Exemplo: A0 = 1.25. Aos 60 segundos.18)+(1. 2. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. Procedimento manual 1.

– Scand. Clin. Anticoagulantes contendo citrato.Procedimento Operacional Padrão . Falsos Valores elevados: Valores de Triglicérides entre 1800 e 3500 mg/dL produzem resultados falsamente elevados. 14. Rio de Janeiro. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. – Clin Chem. Chem.. Qualitymark ed. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 215 Manual de exames – Laboratório H. podem causar resultados diminuídos. Soc. Invest. 2051 (1976). 22. for Clin.Bioquímica Interferências: O etanol e vários fármacos induzem a síntese hepática da y-glutamiltransferase. 1997. J. 119 (1976). Valores de Bilirrubina até 38 mg/dL. clofibrato. γ . Lab. fluoreto ou oxalato inibem a atividade da GGT.. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Commitee of the Scand. 366. estrogenose metronidazol. Pardini – 2002 – 78 80 . Ltda – Revisão Maio/2005. ácido valpróico e contraceptivos.glutamiltransferase (Gama GT) – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. também podem aumentar o valor da GGT. Hemoglobina até 180 mg/dL e Triglicérides até 1800 mg/dL não produzem interferências significativas. O uso de fenitoína. carbamazepina. Falsos Valores baixos: O uso de azatioprina. Szasz G. fenobarbital.

SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Útil no estabelecimento do diagnóstico e monitoração terapêutica do diabetes mellitus. ácido etacrínico. ácido ascórbico. hipoglicemias e na avaliação da secreção inapropriada de insulina. tiabendazol. anti-histamínicos. carbonato de lítio. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). clortalidona. sarcomas. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação do controle de produção. ** Bloqueadores pela adrenérgicos. em presença de 4-amino-antipirina. com o objetivo de desacelerar a progressão da doença e o aparecimento de suas complicações tardias. Esta faixa etária e freqüência de investigação devem ser reconsideradas nos obesos (índice de massa corpórea > 27 Kg/m2). estrogênios. PRINCÍPIO DO MÉTODO A enzima glicose oxidase catalisa a oxidação da glicose existente na amostra. Níveis Elevados Diabetes Hipertireoidismo Feocromocitoma Pancreatite aguda Extresse Várias drogas * Níveis Diminuídos Insulinomas Tumores extrapancreáticos (fibromas. inibidora da MAO. Glicose. A intensidade de cor é proporcional à concentração de glicose na amostra. diuréticos (tiazídicos. rifampicina. anticonvulsivantes.Bioquímica GLICOSE Método Enzimático Colorimétrico 1. produzindo peróxido de hidrogênio. em presença de oxigênio. furosemida). etc. indometacina. na avaliação de distúrbios do metabolismo de carboidratos. Glicose + O2 + H2O --------------------> Ácido Glucônico + H2O2 peroxidase glicose oxidase 81 . levodopa. desidratações. A reformulação dos critérios diagnósticos do diabetes mellitus pela American Diabetes Association (ADA) visou sua precocidade diagnóstica. dopamina. necrose hepática fulminante) Várias drogas** * Ácido Acetilsalicílico. contraceptivos orais. em mães de bebês macrossômicos ou que desenvolveram Diabetes Mellitus Gestacional (DMG). A enzima peroxidase catalisa a oxidação do fenol pelo peróxido de hidrogênio formado. atropina. etc. hepatomas. que apresenta um máximo de absorção em 500 nm. 2. em etnias de alto risco. pacientes hipertensos e naqueles com níveis baixos de HDL-Colesterol (<35 mg/dL) e /ou elevados de triglicerídeos (250 mg/dL). esteróides anabólicos. no diagnóstico diferencial das acidoses metabólicas.Procedimento Operacional Padrão . Líquor Níveis Aumentados Hiperglicemia diabética Encefalite epidêmica Glicose sérica aumentada Níveis Diminuídos Hemorragias subaracnóides Meningoencefalites não bacterianas Meningite piogênica aguda Meningite tuberculósica Meningite criptocócica Sífilis neurológica Sarcoidose Tumor primário ou metastático das meninges 3. A avaliação laboratorial deve ser considerada em todos os indivíduos acima de 45 anos de idade. acetaminofen. etanol. adrenalina. mesoteliomas) Insuficiência adrenal (doença de Addison) Hipotireoidismo Hipopituitarismo Hiperinsulinismo Pancreatite crônica Desnutrição síndrome de máabsorção Alcoolismo Dano hepático (insuficiência cardíaca severa. corticóide. consumo e armazenamento da glicose no organismo. em parentes em 1º grau de pacientes diabéticos.

com. POD-Peroxidase > 1200 U/L. Fenol 10 mmol/L.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. com 250 mL + 1 fr. O reativo é estável até a data de validade do Kit.Brasil. Procedimento automatizado Indicar nome. para que não haja consumo do analíto. Pipetas automáticas e ponteiras. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 505 nm (490-510). CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Padrão com 2.3 mmol/L. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. GOD-Glicose oxidase > 15000 U/L. Conservar entre 2 .br Reagente: Tampão fosfato 182.0. evitando assim a deterioração das enzimas. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro límpido.pH 7.3214. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.42 mmol/L .4646 Site: www. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.Procedimento Operacional Padrão . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.com.G. Observações para todas as amostras: a separação da parte fluida dos elementos figurados (hemácias.0 mL BT 10008 – 4 fr. Critérios para a rejeição de amostras Presença de coágulo. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.S. COMPONENTES DO KIT GLICOSE Códigos: Registro M. separação e distribuição do material 5. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Amostras Soro. 8. por centrifugação. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. com cubetas. CONTROLE DE QUALIDADE 82 .br / e-mail: sac@biotecnicaltda.: 80027310031 BT 10008 – 1 fr com 250 mL + 1 fr.Bioquímica 2H2O2 + 4-Aminoantipirina + Fenol --------------> Quinonimina + 4 H2O 4.8ºC. Padrão com 2. Cronômetro Tubos de ensaio. 7.biotecnicaltda. Outra forma de se evitar este problema é a coleta de uma fração do líquido em fluoreto. Vila Verônica . para evitar a glicólise (falso baixo) ou plasma obtido com anticoagulante fluoretado. Banho de água a 37 °C.M.Varginha . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Glicemia de jejum: recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . 4-Aminoantipirina 0. 6. . Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. obtido no máximo duas horas após a coleta. leucócitos e outras células) deve ser feita de forma imediata. Padrão: Solução de Glicose (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.

0 mL Padrão de glicose Amostra Reagente 3. 83 . com água destilada ou deionizada. 10. lavar o local com água corrente. Deixar o Reagente durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em banho de água. Em caso de vazamento acidental. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Agitar bem e incubar os tubos durante 10 minutos a 37ºC ou durante 15 minutos a temperatura ambiente 25ºC. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 505 nm.0 mL Amostra 10 µL 1. 4. para a obtenção de resultados exatos. O reagente. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. lavar abundantemente com água corrente. código). Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. controle (se utilizado) e reagente. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. 9. o que poderia causar resultados errôneos. Seguir com rigor a metodologia proposta. Procedimento manual 1. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. contém soro. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Isso evitará contaminação cruzada. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O enxágüe deve ser exaustivo. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.Procedimento Operacional Padrão . Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso. Em caso de contato com os olhos ou pele.Bioquímica Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. sendo o último.0 mL Padrão 10 µL 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. plasma ou urina. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. A cor é estável durante pelo menos 1 hora. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 2. eventualmente infectado. uma vez usado.

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
11. CÁLCULOS Abs. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL Glicose Abs. Padrão Onde: Abs. Teste → Absorbância do teste Abs. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco)

Devido a ótima reprodutibilidade, que pode ser obtida com a metodologia, pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. do Padrão . Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco.

Glicose (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL

UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL glicose x 0,0555 = mmol/L glicose
Valores de referência Soro ou plasma: 70 a 110 mg/dL Líquor: 40 a 75 mg/dL, (2/3 da glicemia) Esses valores são unicamente orientativos. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 13. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: Até 400 mg/dL = 22 mmol/L Para valores superiores, diluir a amostra 1:2 ou 1:4 com NaCl 0,85%, repetir a dosagem e multiplicar o resultado pelo fator de diluição. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade, diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Interferências: O ácido ascórbico (5 mg/dL), a hemoglobina (0,2 g/dL) e a bilirrubina (40 mg/dL) não interferem. A lipemia moderada não afeta os resultados. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Trinder R. - Ann Clin Biochem 1969; 6:24. Henry, R. J. Cannon, D.C. Winkelman, J. – Clinical Chemistry Principles and Techniques, 2 ed. Harper and Row Publishers Inc. N.Y.; p. 1288 (1974). Glicose – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Ltda – Revisão Maio/2005. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação, Qualitymark ed., Rio de Janeiro, 1997. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 231-233 Manual de exames – Laboratório H. Pardini – 2002 – 81-82

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
MAGNÉSIO MONO
Método colorimétrico MAGON SULFONADO 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada como auxílio na detecção de hipoparatireoidismo, hiperaldosteronismo e hipertireoidismo. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Magnésio Sérico É o quarto mais abundante cátion no organismo humano. Atua como um c-fator essencial para enzimas ligadas à respiração celular, glicólise e transporte (através da membrana) de outros cátions (cálcio e sódio). O magnésio é essencial para a preservação da estrutura molecular de DNA, RNA e ribossomas. Um terço do magnésio sérico é ligado à proteína, principalmente à albumina; os outros 2/3 existem predominantemente como íon livre e um pequeno percentual como complexo de ânions. O magnésio ingerido é absorvido no intestino delgado e excretado na urina. O processo de absorção parece ser de controle deficiente, sendo afetado por síndromes de má-absorção, com sua homeostase exercida basicamente pela excreção renal (a qual é regulada pela reabsorção tubular). Diminuições do magnésio são mais significativas e frequentes que o excesso, e sintomas dessa depleção não ocorrem em níveis séricos até 1,0 mEq/L. Severas diminuições estão ligadas à função neuromuscular como tetania, convulsão, fraqueza, irritabilidade e delírio. Níveis baixos de magnésio, após um infarto do miocárdio, podem indicar um mau prognóstico.

Níveis aumentados Uso de sais de magnésio Antiácidos e laxantes Doença de Addison Desidratação grave Insuficiência renal Acidose diabética Hipertireoidismo Hipercalcemia Níveis diminuídos Associados com hipocalemia e hipocalcemia Alcoolismo crônico Pancreatite aguda Má-absorção Lactação excessiva Diálise Diarréia grave Diabetes mellitus Terapia diurética Dietas pobres em magnésio Hiperaldosteronismo primário Má-nutrição Nefropatias tubulares Hiperparatireoidismo Hiperaldosteronismo

Magnésio Urinário A excreção do magnésio está intimamente ligada à dieta. Sua análise tem sido utilizada antes e após administração terapêutica de magnésio.

Níveis Aumentados Álcool Diuréticos Síndrome de Bartter Glomerulonefrite crônica Aldosteronismo 85

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
Terapia com drogas (ciclosporina, diuréticos tiazídicos, corticosteróides) Níveis Diminuídos Dieta pobre Má-absorção Hipoparatireoidismo Decréscimo da função renal
3. PRINCÍPIO DO MÉTODO O magnésio presente na amostra reage com azul de xilidina II (Magon Sulfonado) em meio alcalino formando um complexo intensamente corado com máximo de absorção em 510 nm. O desenvolvimento de um monoreagente líquido estável, sem solventes orgânicos voláteis, torna o método especialmente adaptável a analisadores automáticos. 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, plasma e urina. Armazenamento e estabilidade das amostras: o Soro ou plasma obtido com heparina. Sob refrigeração o magnésio é estável por 15 dias entre 2-8 C. Urina e líquido céfalo-raquidiano. Dosagem na urina: efetuar a homogeneização prévia de todo o material, tomar uma amostra de cerca de 5 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. Tal procedimento transforma todos os sais de magnésio presentes na urina em sais solúveis. Diluir a urina 1:5 (1,0 mL de urina + 4,0 mL de água destilada ou deionizada). Proceder a seguir como descrito para o soro. Multiplicar o resultado obtido por 5. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise, mesmo discreta. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT MAGNÉSIO Códigos: Registro M.S.: 80027310015 BT 12007 – 1 fr com 50 mL. + 1 fr Padrão – 2,0 mL

BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil. Tel/Fax: 0 (XX) 35 - 3214.4646 Site: www.biotecnicaltda.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.br Reagente: Carbonato de potássio 120 mM, EGTA 40 mM, Magon sulfonado (xilidil blue) 0,1 mM e azida sódica 18,5 mM. Padrão: Solução aquosa de íons Magnésio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 15 e 30º C. 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 e 30º C. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 510 nm, com cubetas. Banho de água a 37 °C.

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Bioquímica Pipetas automáticas e ponteiras.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 9. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. portanto. O reagente. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. com água destilada ou deionizada. No descarte do reagente. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Cronômetro Tubos de ensaio. Procedimento manual 1. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Isso evitará contaminação cruzada. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 10. plasma ou urina. Procedimento automatizado Indicar nome. lavar abundantemente com água corrente. o que poderia causar resultados errôneos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Pipetar em tubos de ensaio: 87 . Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Em caso de vazamento acidental. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. 2. Os reagentes devem estar a temperatura ambiente. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. código). Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. sendo o último.Procedimento Operacional Padrão . PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Reativo pronto para uso. eventualmente infectado. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos. O enxágüe deve ser exaustivo. 8. para a obtenção de resultados exatos. controle (se utilizado) e reagente. usar bastante água. Seguir com rigor a metodologia proposta. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. O reagente contém azida sódica que é tóxica. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. lavar o local com água corrente. Em caso de contato com os olhos ou pele. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. uma vez usado. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. contém soro.

5 mmol/L.Bioquímica Branco 1. ácido ascórbico.175 x 10.175 Ap = 0. Clin Chem 1971. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com íons magnésio.5 mg/dL Para amostras de Urina/24 h: 48 – 152 mg/24h Liquido Céfalo Raquidiano: 2. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear até 4. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 31/3.191 Valor Padrão = 2.5 = 1. Ray Sarkar BC.5 – 3.0 mL Padrão 10 μL 1. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.5 0.9 – 2. Gindler EM. mesmo em elevadas concentrações (acima de 26 mg/dL) e bilirrubina (até 20 mg/dL) não interferem. 13. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL magnésio x 0. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Chauman UPS. Não utilizar amostras hemolisadas. – Clin Chem. Heth DA. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Ler a absorbância (Ap) do Padrão e da Amostra(Aa) frente ao Branco a 510 nm. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.0 mL Padrão Amostra Reagente 3. 11.Procedimento Operacional Padrão . Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Anal Biochem 1969. 4.191 Magnésio(mg/dL) = 0.41 = mmol/L magnésio Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: 1. 14.0 mg/dL 12.5 mg/dL Esses valores são unicamente orientativos. 32:70.0 mL Amostra 10 μL 1. CÁLCULOS Aa x Valor padrão = mg/dL Magnésio Ap Onde Aa → Absorbância da Amostra Ap → Absorbância do Padrão Padrão → Valor da Concentração do Padrão Urina (mg/24horas) = Magnésio Urina (mg/dL) x volume de 24 h em mL 100 Com Fator: F = Valor padrão Ap Magnésio (mg/dL) = Aa x F Exemplo: Aa = 0. Agitar bem e deixar os tubos durante 2 minutos à temperatura ambiente. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.8 mg/dL 88 . hemólises mesmo discretas interferem significativamente. Maxwell et al. 17:662. Interferências Hiperlipemia. 520-522 (1982) F= 2 = 10. Devido ao alto conteúdo intracelular de megnésio.

Rio de Janeiro.. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 324-325 Manual de exames – Laboratório H. Qualitymark ed. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.Bioquímica Magnésio . Ltda – Revisão Maio/2005.Procedimento Operacional Padrão . Pardini – 2002 – 87 89 . 1997.Magon – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.

desnutrição severa. 4. originando um complexo de cor violácea. Valores Diminuídos A concentração de proteína total do soro está diminuída na hiperhidratação. que aumenta a reabsorção de sódio e água levando a edema.M. lupus eritematoso. síndrome de má absorção.com.biotecnicaltda. A eliminação excessiva de proteínas pelos rins ou a diminuição da síntese hepática provoca uma diminuição na pressão coloidosmótica do plasma. infecções crônicas. em que há diminuição de albumina com aumento de gamaglobulina.Brasil. desnutrição grave.br Reagente: Sulfato de cobre 10 mM.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. . Vila Verônica . mieloma múltiplo. COMPONENTES DO KIT PROTEÍNAS TOTAIS Códigos: Registro M. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. O nível de proteínas séricas é basicamente um reflexo de sínteses hepáticas ou de perda de proteínas devido a enfermidade renal. cuja absorbância em 550 nm é proporcional à concentração protéica da amostra. 2. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades hepáticas e renais. queimaduras graves e hemodiluição. Padrão: Solução de Albumina bovina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A dosagem isolada da proteína total tem pouco valor clínico. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. porque a alteração em uma das frações pode ser compensada por alteração oposta de outra fração. sarcoidose.3214. Reagente pronto para uso. iodeto de potássio 15 mM. como ocorre nas doenças crônicas. 3. insuficiência renal.Varginha .Bioquímica PROTEÍNA TOTAL Método Colorimétrico 1. hidróxido de sódio 140 mM. pelo menos. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. artrite reumatóide. Amostras Soro e plasma. 6.Procedimento Operacional Padrão .0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.2. 90 . 08 horas. crioglobulinemia. nefrose. Conservar entre 15-30 ºC. Valores Aumentados A concentração de proteína total do soro está comumente aumentada em pacientes com desidratação. tartarato de sódio e potássio 15 mM. Estável 8 dias à 2-8º C. linfogranuloma e endocardite bacteriana sub-aguda. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente.009 . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.G. macroglobulinemia. queimaduras graves.com.: 80027310030 BT 10.4646 Site: www. PRINCÍPIO DO MÉTODO A proteína presente na amostra reage com os íons cobre (II) em meio alcalino. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro e plasma heparinizado.S.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão . deficiência de cálcio e vitamina D. separação e distribuição do material 5.

fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. uma vez usado. controle (se utilizado) e reagente. plasma ou urina. 8. Seguir com rigor a metodologia proposta. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. lavar abundantemente com água corrente. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. com água destilada ou deionizada. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. eventualmente infectado. O enxágüe deve ser exaustivo. O reagente. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Banho de água a 37 °C. lavar o local com água corrente. o que poderia causar resultados errôneos. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. com cubetas. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. código). Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.Bioquímica Manter ao abrigo da luz. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. sendo o último. Procedimento automatizado Indicar nome. 9. Pipetas automáticas e ponteiras. 7. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. 91 . O reativo é estável até a data de validade do Kit. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. contém soro. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Isso evitará contaminação cruzada. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 545 nm (535-555). mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Em caso de contato com os olhos ou pele. Cronômetro Tubos de ensaio. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. para a obtenção de resultados exatos. Em caso de vazamento acidental.Procedimento Operacional Padrão . Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.

Procedimento Operacional Padrão . Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência.5 – 8.8 – 8. A amostra = Absorbância da amostra. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.25 Concentração do padrão = 5 g/dL Proteína (g/dL) = 0.0 mL Amostra 10 μL 1.Bioquímica 10.04 g/dL Globulina = Proteína Total . Interferências Interferências: a hemoglobina (0.3 g/dL Estes valores são unicamente orientativos.0 mL Água destilada Padrão Proteína Amostra Reagente 2.2 g/L) e a bilirrubina (15 mg/dL) interferem.0 mL Padrão 10 μL 1.25 Proteína (g/dL) = 7. As amostras de soro hemolisado ou contendo expansores plasmáticos (Dextram. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear até 12 g/dL. Hemacel ou PVP).0 = 20 0.352 A padrão = 0. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. fornecem valores elevados. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 10 μL 1. 92 . 11.0 g/dL Plasma: 6. Com fator Fator de calibração (FC) = concentração do padrão A do padrão Exemplo: A amostra = 0. A cor é estável durante pelo menos 2 horas. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: g/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): g/L = g/dL x 10 Valores de referência Valores Normais Soro : 6. 3. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). O soro deve ser obtido o mais breve possível. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Agitar bem e deixar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. CÁLCULOS A Amostra X Valor da concentração do padrão = g/dL proteína A Calibrador onde. 13.352 x 20 FC= 5. A padrão = Absorbância do padrão.Albumina 12. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco à 545 nm.

Doumas. 14. Chim. A concentração de proteína total aumenta com o passar do dia. H. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Henry. David MM. C. S Anal Chem 29/10: 1491 (1957). Bardawill CS.Procedimento Operacional Padrão .. 177:751. Proteína Total – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. em geral. B. WA & Biggs. & Berkman. Qualitymark ed. R. a concentração de proteína total é maior que no verão. Pardini – 2002 – 90-91 93 .: Sobel. T: Watson. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Gornall AG. 1997.Bioquímica Soros fortemente lipêmicos podem causar turvação. Ltda – Revisão Maio/2005. Vários íons de amônio interferem no teste pela formação de complexo cúprico amônio. No inverno. Acta 31/1:87 (1971). J Biol Chem 1949. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 398-400 Manual de exames – Laboratório H.G Clin. Rio de Janeiro.

PRINCÍPIO DO MÉTODO A proteína presente na amostra reage com o vermelho de pirogalol e o molibdato. Oxalato de sódio 1 mmol/L.br Reagente: Vermelho de pirogalol 0. Padrão: Solução de Albumina (valor de padrão: vide rótulo do frasco). Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Concentrações elevadas de proteínas no líquido cefalorraquidiano (Líquor) podem ser devidas a infecções ou à pressão intracraniana elevada.Brasil. não havendo necessidade de adicionar conservantes.Utilizar amostra colhida no período de 24 horas. normalmente o glomérulo evita a passagem das mesmas do sangue para o filtrado glomerular. Ácido succínico 0. separação e distribuição do material 5. Benzoato de sódio 0.3214.009 .com.Homogeneizar a urina.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Vila Verônica .Procedimento Operacional Padrão . . formando um complexo colorido. COMPONENTES DO KIT PROTEÍNAS URINÁRIA Códigos: Registro M. 3. . A intensidade da cor formada é proporcional à concentração protéica da amostra. Líquor: Utilizar amostra centrifugada. Aumentos ou decréscimos no valor de proteinúria são importantes marcadores do prognóstico renal do paciente. Armazenamento e estabilidade das amostras: Urina .biotecnicaltda.04 mmol/L. 94 .8 ºC. A presença persistente de proteína na urina indica enfermidade renal.Utilizar o sobrenadante para proceder o ensaio. Reagente pronto para uso.35 mmol/L. .Centrifugar por 10 minutos a 3000 rpm. Alterações glomerulares causam o aumento da permeabilidade das proteínas plasmáticas o que ocasiona a proteinúria. em associação a outros achados.com.1mmol/L. em pacientes com doença renal a pesquisa de proteinúria constitui um elemento importante no diagnóstico e no acompanhamento. pH 2.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.05 Mol/L.Varginha . Dessa forma. Molibdato de sódio 0.13 mmol/L. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação renais. O diagnóstico clínico deve ser realizado levando-se em conta todos os dados clínicos e de laboratório. A urina de pessoas saudáveis não contém proteínas ou contém somente em pequenas quantidades.M.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão . A sua presença e a determinação do seu grau podem. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Amostras Urina e Líquor. 4. .S. ajudar a estabelecer o diagnóstico de certas síndromes ou entidades patológicas cujos achados renais são conhecidos.Bioquímica PROTEÍNA URINÁRIA Método Colorimétrico 1.4646 Site: www.2. medir o volume e separar uma amostra de cerca de 20 mL. em meio ácido.: 80027310128 BT 10.5. 2. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A proteinúria é um marcador de doença renal e constitui um fator de risco independente para a sua progressão. SDS 0. Conservar entre 2 . Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.G.

Não trocar as tampas dos frascos dos reagentes. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.Bioquímica 6. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não misturar diferentes lotes de reagentes. pele ou mucosa. padrão/calibrador e reagente. 7. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes 2 a 8 ºC. Em caso de vazamento acidental. Manter ao abrigo da luz. As informações de Descarte. 8. CUIDADOS E PRECAUÇÕES • • • • • • • • • • • O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Segurança e Primeiros Socorros estão descritas na Ficha Individual de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) deste produto. Não usar o reagente quando este mostrar-se com sinais de contaminação. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico em local próprio para materiais potencialmente infectantes. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos devem ser observados. contato com os olhos.Procedimento Operacional Padrão . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso 95 . Utilizar os EPI’s de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura em 598 nm com cubetas termostatizada. Relógio ou Cronômetro. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. lavar abundantemente com água corrente. Procedimento automatizado Indicar nome. 10. Pipetas de vidro e/ou automáticas. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Tubos de ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. As amostras a serem analisadas (urina ou líquor) devem ser tratadas como material potencialmente infectante. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. código). 9. a fim de evitar contaminação cruzada. controle.

INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: g/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): g/L = Proteinúria (mg/L) x 0.2 x 7519 Proteína Urinária = 226 mg/24 h 12. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Pipetar em tubos de ensaio: BRANCO PADRÃO Padrão --20 μL Amostra ----Reagente 1.450 mg/L GESTANTES < 150 mg/24h Líquor Urina ADULTOS E CRIANÇAS < 100 mg/24h Estes valores são unicamente orientativos. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência.0 mL 2.025 x 1. realizar nova dosagem e multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A linearidade da reação é de 3000 mg/L. A amostra = Absorbância da amostra. Homogeneizar manter os tubos durante 5 a 37 ºC.0 mL AMOSTRA --20 μL 1. 11. 96 . Para valores superiores.Procedimento Operacional Padrão . A cor é estável durante 30 minutos. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.1000 mg/L ADULTOS 150 . 3.(L) urina 24h = mg proteínas/24h A Padrão Líquor (LCR): A Amostra X concentração do padrão = mg/L proteínas A Padrão onde.001 Valores Normais CRIANÇAS 300 . Com fator Fator de calibração (FC) = concentração do padrão A Padrão Exemplo: A amostra = 0. diluir a amostra com água deionizada ou destilada. Medir a absorbância do Padrão (Ap) e da Amostra (Aa) frente ao Branco a 600 nm.133 Concentração do padrão = 1000 mg/L Volume urinário 24h = 1. A padrão = Absorbância do padrão. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 13.025 A padrão = 0.133 Proteína (mg/24h) = 0.Bioquímica Procedimento manual 1.2L FC = 1000 = 7519 0.0 mL 1. CÁLCULOS Urina de 24horas: A Amostra X concentração do padrão X vol.

O. S. Effects of disease on Clinical Lab. Ohkubo. • Young DS. 97 . Chem. Clin. 4th ed. 3rd ed. 27: 493-501.. Al. Groth T. 2001. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • Watanabe. 13161324 and 418. M. Yamanaka. Chem. AACC Press. Tietz Testbook of Clinical Chemistry. AACC 1999. 35:2233-22236. R. AACC 1995.. 1981. Total serum protein. Mosby Co. 32: 1551 (1986). 1995. A multi-rule Shewhart chart quality control in clinical chemistry. An Improved Pyrogallol Red-Molybdate Method for Determing Total Urinary Protein... • Orsonneau JL et al. Tests. A presença de detergentes (surfactantes) na amostra ou seus resíduos em materiais e/ou equipamentos de laboratório interferem com a reação.Bioquímica Interferências Interferências: hemólise (LCR).. • Koller A. Princeton 1984. Clin Chem 1989. • Tietz N W et al. Oshawa. N. Hunt M.. Toronto. • Burtis A et al. L. 4th ed.Procedimento Operacional Padrão . St Louis. Barry P. Kamei. Tests. Clin.V.. Kaplan A et. • Young DS. 3rd ed. Effects of drugs on Clinical Lab. S. A. Clin Chem The C. AACC Press.. A presença de Lauril sulfato de sódio (0. • Westgard J.1%) e Triton X100 (1%) também interferem na reação. Clinical Guide to Laboratory tests. 14.

empregando a reação acoplada de malato desidrogenase (MDH).com.M. L-aspartato 240 mmol. Reagente B: Malato desidrogenase 0.Brasil. dermatomiosites. fígado. Amostra Soro ou plasma..: 80027310017 BT 11007 – 1 fr com 40 mL R-A + 1 fr. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Níveis elevados dessa enzima auxiliam no diagnóstico de doenças cardíacas. lesões da musculatura esquelética.G.Procedimento Operacional Padrão . é uma enzima encontrada no miocárdio. hipotireoidismo.). SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Transaminase Oxalacética – TGO (sinonímia. sendo usada na monitoração de terapias que utilizam drogas hepatotóxicas. Inúmeras drogas comumente usadas podem elevar os níveis de AST (isoniazida. atingindo um pico em 24 horas e retornando ao normal por volta do quinto dia. anemias hemolíticas. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de hepatites agudas e é um bom indicador no diagnóstico de infarto agudo do miocárdio. a partir da velocidade de desaparecimento do NADH. com 10 mL R-B BT 11007 – 1 fr. mononucleose. Reagente pronto para uso. MDH . AST L-Aspartato + 2-Oxoglutarato -----------> Oxaloacetato + L-Glutamato Oxalacetato + NADH + H+ ------------> Malato + NAD+ LDH MDH Piruvato endógeno + NADH ------------> L. A atividade enzimática é estável por 4 dias entre 2 – 8°C. musculatura esquelética. Aspartato Aminotransferase (AST)). Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. queimaduras severas.biotecnicaltda. com 50 mL R-B BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. LDH . A atividade dessa enzima no infarto do miocárdio eleva-se dentro das primeiras 12 horas. A concentração catalítica se determina.malato desidrogenase > 600 U/L. cateterização e angioplastia cardíaca.Varginha . pancreatite aguda. cirrose hepática. esteróides anabólicos etc. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas.com.UV 1. PRINCÍPIO DO MÉTODO O Aspartato aminotransferase (AST ou GOT) catalisa a transferência do grupo amino do aspartato a 2-oxo-glutarato. Níveis aumentados também são encontrados em necrose hepática.lactato desidrogenase > 1200 U/L. progesterona. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. separação e distribuição do material 5. distrofias musculares. plasma (EDTA ou heparina). com 200 mL R-A + 1 fr. COMPONENTES DO KIT TGO / AST Códigos: Registro M.Bioquímica TGO / AST Método Cinético . 3.Lactato + NAD 4.pH 7. medido à 340 nm. Pequenas elevações são observadas durante a gravidez. 2-Oxoglutarato: 12mmol.S. Vila Verônica . Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. 98 . .3214. hepatites. eritromicina. formando oxalacetato e glutamato.4646 Site: www. 2.br Reagente A: Tampão Tris 80 mmol . hepáticas e musculares.18 mmol. rim e cérebro. trauma e necrose cerebral.8. icterícia obstrutiva.

Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Cronômetro. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Centrífuga. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. lavar o local com água corrente. 7.Procedimento Operacional Padrão . Não conversar nas proximidades do frasco destampado. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. plasma ou urina. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. código). A data de validade aparece no rótulo da embalagem. NÃO CONGELAR. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Evitar contaminações com íons metálicos. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. para a obtenção de resultados exatos. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 340 nm. contém soro. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. eventualmente infectado. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Em caso de contato com os olhos ou pele. 99 . O reativo é estável até a data de validade do Kit. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. Seguir com rigor a metodologia proposta. 8. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Conservar entre 2-8 ºC 6. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. uma vez usado. Não soprar a pipeta utilizada. O reagente. lavar abundantemente com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Em caso de vazamento acidental. 9. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.

Aos 60 segundos. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. Isso evitará contaminação cruzada. (A1.268 – 1.Procedimento Operacional Padrão . Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 3. Procedimento manual 1. à 37ºC.189 – 1. (∆A/min.152) 3 ∆A/min.67 x 10–9 Kat/L = µkat/L Valores Normais: 1746 100 .228 A2= 1. 2. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho durante 5 minutos.268 A1= 1.) = (A0 – A1) + (A1 – A2) + (A2 – A3) 3 A atividade da TGO na amostra é calculada pela multiplicação do ∆A/minuto pelo seguinte fator: Fator (37ºC) Exemplo: Temperatura = 37ºC A0= 1.228) + (1. O enxágüe deve ser exaustivo. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. o que poderia causar resultados errôneos. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. Estável 2 semanas a 2-8°C. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16.039 TGO (U/L) = 0. com água destilada ou deionizada.= 0. Acionar o cronômetro.189 A3= 1. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). Proteger o reativo de trabalho da luz.).5 U/L 12.800 a 340 nm.= (1. Descartar o reativo de trabalho quando a leitura da absorbância contra água for < 0.189) + (1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B.228 – 1.039 x 1746 = 67. 4. 10. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.Bioquímica A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. 37oC 1000 μL 100 μL Misturar e inserir nas porta-cubetas termostatizadas. A2 e A3 respectivamente). sendo o último. controle (se utilizado) e reagente. 11.152 ∆A/min. 5. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. calcular a média da variação da absorbância por minuto (∆A/min.

Falsos valores baixos: Salicilatos (aspirina) 14. et al. 126 (1955) Young D. Rio de Janeiro. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Chem. Invest. 34. Corticoesteróides. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Colchicina. 21.Procedimento Operacional Padrão . CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até: ΔA/min de 0.Bioquímica 37ºC até 37 U/L até 31 U/L HOMENS MULHERES Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Narcóticos. Ltda – Revisão Maio/2005. 13. Anfotericina B. Pardini – 2002 – 93 101 . Alopurinol. 5 (1975) TGO – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Anticoncepcionais orais. Qualitymark ed. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • • • • • Karmen A.. 1997. Metildopa. Clin.250 = 440 U/L. Interferências: Falsos valores elevados: Acetaminofem. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Fenotiazinas. – J. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 455 Manual de exames – Laboratório H.S. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Barbiturados. – Clin. el al.

Brasil. Como teste de função hepática. empregando a reação acoplada de lactato desidrogenase (LDH). 2-Oxoglutarato: 15mM. e pequenas quantidades na musculatura esquelética e coração.M. L-alanina 500 mmol. 102 .4646 Site: www.5. COMPONENTES DO KIT TGP / ALT Códigos: Registro M. sendo considerada um excelente marcador hepatocelular. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. A concentração catalítica se determina. com 200 mL R-A + 1 fr. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. MDH . com 50 mL R-B BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.Lactato + NAD+ LDH 4.3214. doença pancreática. Reagente pronto para uso. A atividade enzimática é estável por 4 dias entre 2 – 8°C e 2 semanas. plasma (EDTA ou heparina). Vila Verônica .: 80027310019 BT 11008 – 1 fr com 40 mL R-A + 1 fr. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO A Alanina Aminotransferase (ALT ou GPT) catalisa a transferência do grupo amino da alanina a 2-oxoglutarato.alanina + 2-Oxoglutarato -----------> Piruvato + L-Glutamato Piruvato + NADH ------------> D . é uma enzima intracelular presente em grandes quantidades no fígado e rim. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. com 10 mL R-B BT 11008 – 1 fr. cirrose. Amostra: Soro ou plasma. a ALT é mais sensível para detecção de danos do hepatócito do que para obstrução biliar.18 mM. Níveis elevados são encontrados na hepatite infecciosa e tóxica.malato desidrogenase > 600 U/L. medido à 340 nm. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. . Entretanto.G. tóxicas e cirrose. a partir da velocidade de desaparecimento do NADH. icterícia obstrutiva e carcinoma metastático.lactato desidrogenase > 1200 U/L. LDH .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. LDH Piruvato endógeno + NADH -----------> L-Lactato + NAD ALT L . 2.Varginha .Bioquímica TGP / ALT Método Cinético . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Transaminase Pirúvica – TGP (sinonímia: Alanina Aminotransferase (ALT).S. insuficiência cardíaca ou choque com necrose hepática concomitante pode levar a elevações de seus níveis.com.br Reagente A: Tampão Tris 100 mmol . Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Reagente B: Malato desidrogenase 0. separação e distribuição do material 5.biotecnicaltda.Procedimento Operacional Padrão . formando piruvato e glutamato.com. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de pacientes com lesões hepáticas virais. Em pacientes com infarto do miocárdio a ALT geralmente está normal ou ligeiramente elevada.pH 7.UV 1.

Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. NÃO CONGELAR. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.Procedimento Operacional Padrão . Em caso de contato com os olhos ou pele. Em caso de vazamento acidental. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Não soprar a pipeta utilizada. lavar abundantemente com água corrente. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. O reativo é estável até a data de validade do Kit. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. contém soro. eventualmente infectado. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. uma vez usado. para a obtenção de resultados exatos. plasma ou urina. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. 7. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. O reagente. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. código). Não misturar diferentes lotes de reagentes. 8. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Seguir com rigor a metodologia proposta. Cronômetro. 9. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome.Bioquímica Conservar entre 2-8 ºC 6. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Centrífuga. O enxágüe deve ser exaustivo. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente 103 . Evitar contaminações com íons metálicos. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 340 nm. lavar o local com água corrente. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. sendo o último. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. com água destilada ou deionizada. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras.

10. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.245 ∆A/min.67 x 10 µKat/L 1 µkat/L = 60 U/L Valores Normais -3 104 . PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. 9.800 a 340 nm. 10.): (∆A/min.) = (A0 – A1) + (A1 – A2) + (A2 – A3) 3 A atividade da TGP na amostra é calculada pela multiplicação do ∆A/minuto pelo seguinte fator: Fator (37ºC) 1746 Exemplo: Temperatura: 37ºC A0 = 1. 37 C 1000 μL 100 μL o Misturar e inserir nas porta-cubetas termostatizadas.017 x 1746 = 29. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais.6 U/L 12. A2 e A3 respectivamente).297 A1 = 1.Bioquímica A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.263) + (1. Aos 60 segundos. 7. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Acionar o cronômetro.SI 1 U/L = 16. Isso evitará contaminação cruzada.297 – 1.278 A2 = 1. (A1. o que poderia causar resultados errôneos.263 – 1. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 8. Descartar o reativo de trabalho quando a leitura da absorbância contra água for < 0.278) + (1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L Sistema Internacional . `37ºC.= (1. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos.278 – 1.245) 3 ∆A/min = 0. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).017 TGO (U/L) = 0. Procedimento manual 6. Proteger o reativo de trabalho da luz.67 x 10-9 Kat/L = 16.Procedimento Operacional Padrão .263 A3 = 1. Estável 2 semanas a 2-8°C. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho durante 5 minutos. controle (se utilizado) e reagente. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. 11. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. calcular a média da variação da absorbância por minuto (∆A/min.

Procedimento Operacional Padrão . Clin. Klin. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 33: 291 (1974). 10: 281 (1972). 34:381 Henry R. et al.200 = 350 U/L. Interferências: Falsos valores elevados: hemólise 14.. TGP – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.Bioquímica HOMENS MULHERES 37ºC até 42 U/L até 32 U/L Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Sec. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até: ΔA/min de 0.J. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Deustchen Gesellschaft fur Klinische Chemie (DGKC) Z. Pardini – 2002 – 93 105 .Proc. LaDue JS. Clin.. 1956. Scandinavian Society for Clinical Chemistry (SSCC) Scand. And med.. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Wroblewski F. – Am. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. International Federation of Clinical Chemistry (IFCC) Clinica Chimica Acta 105: 147 (1980). Qualitymark ed. 13. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 455 Manual de exames – Laboratório H. Chem. J. 1997. Jnl. Exp. Path. Lab. Rio de Janeiro. 1960. Ltda – Revisão Maio/2005. Biol. Invest.

que apresenta um máximo de absorção em 500 nm. A enzima glicerol quinase fosforila o glicerol livre formado cujo produto. Após absorção são ressintetisados nas células epiteliais intestinais e combinados com colesterol e apolipoproteínas para formar quilomícrons.3214. produzindo glicerol livre. na obesidade e nos hábitos alimentares errôneos. 2. Vila Verônica . A enzima peroxidase catalisa a oxidação do reagente fenólico (p-clorofenol) pelo peróxido de hidrogênio formado.biotecnicaltda. Esta dosagem serve como parâmetro na avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares. no hipotireoidismo. COMPONENTES DO KIT TRIGLICÉRIDES Códigos: Registro M. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. O aumento de triglicerídeos no plasma é indicativo de distúrbios metabólicos. separação e distribuição do material 5. Através da ação de lípases e ácidos biliares.Procedimento Operacional Padrão . Triglicérides ⎯⎯⎯→ Glicerol + Ácidos graxos Glicerol + ATP ⎯⎯⎯⎯⎯⎯→ L-Glicerolfosfato + ADP L-Glicerolfosfato + O2 ⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯→ Dihidroxiacetona-P + H2O2 2H2O2 + Clorofenol + 4-AF ⎯⎯⎯⎯⎯→ p-benzoquinona monoímio fenazona + 4 H2O 4. Padrão com 2.Varginha .Bioquímica TRIGLICÉRIDES Método Enzimático Colorimétrico 1. no diabetes.M. são hidrolisados a glicerol e ácidos graxos. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Os triglicerídeos são ésteres de glicerol. Os triglicerídeos provenientes da dieta sofrem digestão no duodeno e íleo proximal. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. . Tel/Fax: 0 (XX) 35 . na uremia.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. em presença de oxigênio e sob a ação catalítica da enzima glicerol-Poxidase. produz peróxido de hidrogênio. 3. O aumento dos triglicerídeos no diabetes está relacionado ao aumento da mobilização das áreas de armazenamento de lipídeos (triglicerídeos) em decorrência da diminuição da insulina. com 250 mL + 1 fr. que são transportados via ducto torácico para a circulação.S. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada como parâmetro na avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares.Brasil. em presença da 4-amino-antipirina. Padrão com 2. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas e jejum alcoólico de 24 horas. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina).br 106 .com.com.G.4646 Site: www. com 250 mL + 1 fr. na pancreatite aguda.: 80027310014 BT 10010 – 1 fr. produzindo seu metabolismo anormal e depósito de lipídeos nas paredes vasculares levando à arteriosclerose.0 mL BT 10010 – 2 fr.0 mL peroxidase L-Glicerolfosfato-oxidase glicerol quinase lipase BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Amostra Soro ou plasma Armazenamento e estabilidade das amostras: O analito é estável por 3 dias a 2-8 ºC. PRINCÍPIO DO MÉTODO A enzima lípase lipoprotéica hidrolisa os triglicerídeos existentes na amostra.

Pipetas automáticas e ponteiras. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. LPL – Lipoproteína lípase > 2000 U/L. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Em caso de vazamento acidental. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.adenosina trifosfato 2. plasma ou urina. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.2. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. eventualmente infectado. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. 107 .3 mM. com cubetas. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. uma vez usado. ATP . Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. contém soro. tampão Tris 50. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Padrão: Solução de Glicerol equivalente à concentração de Triglicérides (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. lavar o local com água corrente. lavar abundantemente com água corrente. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.7 mM. POD – Peroxidase > 1000 U/L. para a obtenção de resultados exatos.0 mM pH 7. Banho de água a 37 °C.Procedimento Operacional Padrão . MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510). A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Em caso de contato com os olhos ou pele. Cronômetro Tubos de ensaio. 6. O reativo é estável até a data de validade do Kit. 4-aminoantipirina 0. Conservar entre 2-8 ºC.Bioquímica Reagente de Trabalho: GK – glicerolquinase > 1000 U/L. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. GPO – Glicerol-3-fosfato oxidase > 5000 U/L. 8. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. 7. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 4 clorofenol 2. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. 9. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Seguir com rigor a metodologia proposta. Procedimento automatizado Indicar nome. O reagente. código).0 mM. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. evitando assim a deterioração das enzimas.

Bioquímica Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 4. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 2. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.0113 = mmol/L Trigliceridese Valores de referência 30 .276 Apadrão = 0. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.70 mmol/L Esses valores são unicamente orientativos. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso. com água destilada ou deionizada. A cor é estável durante pelo menos 1 hora. o que poderia causar resultados errôneos.0 mL Amostra 10 µL 1. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente (16-25º C) ou durante 10 minutos a 37º C.0 mL Padrão triglicérides Amostra Reagente 3. 108 .Procedimento Operacional Padrão . O enxágüe deve ser exaustivo. Lavar no mínimo 3 vezes com água deionizada para eliminar qualquer vestígio de Glicerol que é um forte contaminante nas reações do triglicérides.248 Valor do padrão: 200 mg/dL F= 200 0. 10. 11.70 . Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 500 nm. controle (se utilizado) e reagente. Cuidados especiais Cuidado com a limpeza do material utilizado para os testes.1.276 x 806.170 mg/dl = 0. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Procedimento manual 1.248 = 806.5= 222.0 mL Padrão 10 µL 1.5 Triglicérides= 0. sendo o último. Deixar ambientar o Reagente durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em banho de água. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL Triglicerides x 0. Isso evitará contaminação cruzada. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.6 mg/dL 12. CÁLCULOS Com calibrador ou padrão: A Amostra X valor do padrão = mg/dL Triglicérides A Padrão onde: A amostra = absorbância da amostra A padrão = absorbância do padrão Com fator: ƒc = valor do padrão Apadrão Triglicérides (mg/dL) = Aamostra X ƒc Exemplo: Aamostra = 0.

Pardini – 2002 – 94 109 . 24-27. 10 (1975) 25. 1997..Bioquímica 13.K. Qualitymark ed. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Schettler G... Med. P. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. a hemoglobina (3 g/L) e a bilirrubina (0.25 mmol/L) interferem. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.Ann Clin Biochem 6 (1969).J. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.. 250-255. Umbreit.. Biochem.W.J. Prav. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 460-461 Manual de exames – Laboratório H. Van Denmark.Procedimento Operacional Padrão . 88 (1960). Kodischek. Jacobs. Biophys. W. Aarch. Ltda – Revisão Maio/2005. And Nussel E. . 14. Med. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Rio de Janeiro. Triglicérides – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Bacteriol.3 mmol/L). N. Arb. A lipemia não afeta os resultados. Interferências O ácido ascórbico (0. L.. 98 (1969) 1063-1068. Trinder P.

Produzida no fígado. hemodiluição. 110 . Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Pré-renal Condições em que a circulação através dos rins é menos eficiente que o normal Desidratação (diarréia persistente) Choque Diminuição do volume sangüíneo (hemorragias digestivas) Catabolismo protéico aumentado (febre. com produção de NH3 e CO2. ela passa para a circulação sangüínea. Obstrução do trato urinário (cálculo.Pós Renal Resultado de uma obstrução do trato urinário.Renal Diminuição da filtração glomerular como conseqüência de uma doença renal aguda ou crônica Nefropatias Tratamento com glicocorticóides (efeito antianabólico) C . doença celíaca. na infância. A urina de 24 horas deve ser colhida em frasco contendo 2mL de HCl a 50% (v/v). 3. trato gastrintestinal e rim. insuficiência renal aguda e carcinomas no trato urinário. Armazenamento e estabilidade das amostras: A uréia no soro é estável por 7 dias a 2 – 8 º C. causando uma hiperamoniemia. secreção e excreção. PRINCÍPIO DO MÉTODO A uréia é hidrolisada na presença da enzima urease e água. A uremia é observada na dieta rica em proteínas. insuficiência cardíaca congestiva. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. Na lesão hepática. aumento da diurese e redução do catabolismo protéico. Sua concentração varia em indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores como: grau de hidratação. originando uma coloração verde (reação de Berthelot modificada). obstrução prostática etc.) Níveis diminuídos Caquexia.Bioquímica URÉIA ENZIMÁTICA Método Enzimático Colorimétrico 1. insuficiência hepática aguda e ingestão protéica diminuída. plasma (heparina) e urina. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. 08 horas. Níveis aumentados A . queimaduras etc. A diminuição da uréia está relacionada a insuficiência hepática grave. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades renais e hepáticas. A lesão renal provoca uma retenção de substâncias tóxicas como a uréia através de distúrbios da filtração.) Insuficiência cardíaca B . Centrifugar antes de processar. Não usar anticoagulantes fluoretados e nem contendo sais de amônio. Amostras Soro. estresse. É livremente filtrada pelos glomérulos dependendo do estado de hidratação e 40% a 80% da uréia filtrada são passivamente reabsorvidas nos túbulos proximais. A amônia formada reage com salicilato e hipoclorito de sódio em meio alcalino. pelo menos. gravidez. O aumento da absorbância em 580 nm é proporcional a concentração de uréia na amostra. 4. Multiplicar o resultado obtido por 50. 2. Diluir a urina 1/50 com água destilada. haverá uma diminuição da conversão de amônia em uréia. É utilizada na avaliação do estado do funcionamento renal. reabsorção. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A uréia é o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das proteínas. separação e distribuição do material. onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo suor. nefrite.Procedimento Operacional Padrão . dieta protéica e função renal.

Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. 9.com. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 580 nm.0 mL R-C fr + Padrão com 2.0 mL R-C fr + Padrão com 2. Pipetas automáticas e ponteiras. Salicilato sódico 60 mmol/L.biotecnicaltda. com cubetas Banho de água a 37 °C. 7.0 mL BT 10013 – 1 fr com 250 mL R-A + 1 fr com 250 mL R-B + 1fr com 10.G.M. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. evitando assim a deterioração das enzimas. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.br Reagente A: Tampão fosfato pH 6. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. EDTA 2 mmol/L.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. 111 . Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.Procedimento Operacional Padrão . A data de validade aparece no rótulo da embalagem. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Vila Verônica .4646 Site: www.2 mmol/L.: 80027310068 Códigos: BT 10013 – 1 fr com 50 mL R-A + 1 fr com 50 mL R-B + 1fr com 2. código).Bioquímica 5.000 U/L. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.3214. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. . Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Seguir com rigor a metodologia proposta. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Reagente B: Hipoclorito de sódio 140 mmol/L e hidróxido de sódio 150 mmol/L.Brasil. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.Varginha . Nitroprussiato de sódio 3. COMPONENTES DO KIT URÉIA ENZIMÁTICA Registro M. Cronômetro Tubos de ensaio. Procedimento automatizado Indicar nome. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Reagente C: Urease – 30. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.70 – 50 mmol/L.com.S. 8. para a obtenção de resultados exatos. Padrão: Solução de Uréia (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Conservar entre 2 e 8º C 6.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.

Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. sendo o último.0 mL 1.0 mL Amostra 10 μL 1. 6. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.0 mL de Reativo A-1 + 1.0 mL 1. 4. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo A de Trabalho: Misturar na proporção de 25. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Procedimento manual 1. 2. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1.. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Em caso de vazamento acidental. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.0 mL de Reativo A-2 Estabilidade do Reativo A de Trabalho: 15 dias. A cor é estável por 30 minutos. 11. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.0 mL Padrão de uréia Amostra Reagente A de trabalho 3. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. o que poderia causar resultados errôneos. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. contém soro. eventualmente infectado. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. O enxágüe deve ser exaustivo. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Em caso de contato com os olhos ou pele. Agitar bem e incubar os tubos durante 5 minutos a 37º C. Deixar ambientar os Reagentes durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em um banho de água. lavar abundantemente com água corrente. 10. A Calibrador Onde. uma vez usado.Procedimento Operacional Padrão . Agitar bem e incubar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente (15-30º C) ou durante 5 minutos a 37º C.0 mL 5. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Pipetar: Reagente B 1. CÁLCULOS A Amostra x Valor Padrão = mg/dL uréia. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.0 mL Padrão 10 μL 1. lavar o local com água corrente. Isso evitará contaminação cruzada. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 580 nm. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. se refrigerado. plasma ou urina. controle (se utilizado) e reagente.Bioquímica O reagente. com água destilada ou deionizada. Aamostra = Absorbância da amostra Apadrão = Absorbância do padrão Com fator: F = Valor do Padrão Apadrão Uréia = Aamostra x F 112 . Reativo B: pronto para uso. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.

Interferências: O ácido ascórbico.449. Searcy RL.49 – 7.109 Apadrão = 0. Amer J Med Technol 1967. Reardon JE. Não devem utilizar-se sais de amônia como anticoagulantes. Tobacco A.Bioquímica Exemplo: Aamostra = 0. Uréia Enzimática – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 14.4 0. & Scott.109 x 295.) Methods of Enzymatic Analysis. Clin Chem 1979. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. : 13:156. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 8:130. Valores de referência Soro e plasma: 15 – 45 mg/dL (2. Foreman JA. já que interferem na reação. Fawcet. Pardini – 2002 – 94 113 . Rio de Janeiro.. hiperlipemia e bilirrubina até 20 mg/dL. 1985. J. Brit. 33:15.1980. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. mesmo em concentrações elevadas (acima de 20 mg/dL).49 mmol/L) Urina: 20 – 35 g / 24 horas Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 467 Manual de exames – Laboratório H. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.K. (Ed. 1997.166 = mmol/L uréia mg/24h ÷ 1000 = g/24h uréia. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Chaney AL. 25:336.Procedimento Operacional Padrão .U. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): Soro / plasma: Urina: mg/dL uréia x 0. Ltda – Revisão Maio/2005. Academic Press. hemoglobina até 400 mg/dL. et al.E. p. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 200 mg/dL. não interferem nos resultados.237 Valor padrão = 70mg/dL F= 70 = 295. Marbach CP. H. Clin Path. J.237 Uréia(mg/dL) = 0. 13. Bergmeyer. J.2mg/dL Dosagem na urina (mg/24 hs): mg/24 hs = Uréia urinária (mg/dL) X Volume urinário de 24 horas (mL) 100 Uréia urina (g/24 h) = Uréia urina (mg/24 h) 1000 12. Qualitymark ed. Clin Chem 1962.4 = 32.

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
URÉIA UV
Método Cinético Enzimático - UV 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades renais e hepáticas 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A uréia é o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das proteínas. Produzida no fígado, ela passa para a circulação sangüínea, onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo suor, trato gastrintestinal e rim. É livremente filtrada pelos glomérulos dependendo do estado de hidratação e 40% a 80% da uréia filtrada são passivamente reabsorvidas nos túbulos proximais. Sua concentração varia em indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores como: grau de hidratação, dieta protéica e função renal. É utilizada na avaliação do estado do funcionamento renal. A uremia é observada na dieta rica em proteínas, insuficiência cardíaca congestiva, nefrite, insuficiência renal aguda e carcinomas no trato urinário. A diminuição da uréia está relacionada a insuficiência hepática grave, aumento da diurese e redução do catabolismo protéico. A lesão renal provoca a retenção de substâncias tóxicas como a uréia devido aos distúrbios da filtração, reabsorção, secreção e excreção. Na lesão hepática, haverá uma diminuição da conversão de amônia em uréia, causando uma hiperamoniemia. Níveis aumentados A - Pré-renal Condições em que a circulação através dos rins é menos eficiente que o normal Desidratação (diarréia persistente) Choque Diminuição do volume sangüíneo (hemorragias digestivas) Catabolismo protéico aumentado (febre, estresse, queimaduras etc.) Insuficiência cardíaca B - Renal Diminuição da filtração glomerular como conseqüência de uma doença renal aguda ou crônica Nefropatias Tratamento com glicocorticóides (efeito antianabólico) C - Pós Renal Resultado de uma obstrução do trato urinário (cálculo, obstrução prostática etc.) Níveis diminuídos Caquexia, gravidez, doença celíaca, hemodiluição, na infância, insuficiência hepática aguda e ingestão protéica diminuída. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO A uréia da amostra é hidrolisada pela enzima urease com produção de gás carbônico e íons amônio. Estes são captados por uma segunda enzima, a glutamato desidrogenase, a qual em presença de outros substratos como o NADH2 e αcetoglutarato, produz NAD e glutamato. A diminuição da concentração de NADH2 no meio pode ser medida espectrofotometricamente em 340 nm, sendo proporcional à concentração de uréia na amostra. Uréia + H2O ---------------> 2 NH4+ + CO2 NH4+ + NADH + H+ + 2-Oxoglutarato ------------------------>Glutamato + NAD+ 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, plasma ou urina. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro e plasma (heparina ou EDTA): Estáveis por 7 dias a 2-8ºC. Urina de 24 horas: Centrifugar antes de processar. Diluir a amostra 1/50 com água destilada (0,1 mL de urina + 4,9 mL de H2O destilada ou deionizada). Multiplicar o resultado obtido por 50.
glutamato desidrogenase Urease

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT URÉIA UV Códigos: Registro M.S.: 80027310045 BT 10012 – 1 fr com 40,0 mL R-A + 1 fr com 10,0 mL R-B + 1 fr com Padrão 2,0 mL BT 10012 – 1 fr com 200,0 mL R-A + 1 fr com 10,0 mL R-B fr + + 1 fr com Padrão 2,0 mL

BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil. Tel/Fax: 0 (XX) 35 - 3214.4646 Site: www.biotecnicaltda.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.br Reagente A : Tampão TRIS 115mmol/L pH 7,6; α-cetoglutarato 7,5 mmol/L. Reagente B: Enzimático: NADH 0,25 mmol/L; Urease ≥ 8 KU/L, glutamato desidrogenase > 800 U/L, ADP 1,2 mmol/L. Padrão: Solução de Uréia (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 2-8 ºC 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados, evitando assim a deterioração das enzimas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 340 nm (330-350) com cubeta termostatizada. Pipetas automáticas e ponteiras. Cronômetro Tubos de ensaio. Procedimento automatizado Indicar nome, modelo e local onde se encontra o equipamento analítico, fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 8. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante, código), instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância, o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
9. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Seguir com rigor a metodologia proposta, para a obtenção de resultados exatos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reagente, uma vez usado, contém soro, plasma ou urina, eventualmente infectado, e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório, em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Em caso de vazamento acidental, lavar o local com água corrente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória, mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Em caso de contato com os olhos ou pele, lavar abundantemente com água corrente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O enxágüe deve ser exaustivo, sendo o último, com água destilada ou deionizada. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra, controle (se utilizado) e reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Isso evitará contaminação cruzada, o que poderia causar resultados errôneos. O reagente contém azida sódica que é tóxica, portanto, tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos, lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. No descarte do reagente, usar bastante água, pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. 10. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 50,0 mL de Reativo A + 0,5 mL de Reativo B + 0,5 mL de Reativo C. Estabilidade do Reativo A de Trabalho: 15 dias, se refrigerado. Descartar o reativo de trabalho se sua absorbância em 340 nm, medida frente a água, for inferior a 1,00. Procedimento manual Reagente de Trabalho: Misturar 4 (quatro) partes do Ragente A com 1 (uma) parte do Reagente B. Ex: Adicionar 4,0 mL de Reagente A – Tampão a 1,0 mL de Reagente B – Enzimático. O reagente de trabalho é estável por 4 semanas se mantido ao abrigo da luz, refrigerado de 2 a 8ºC e fora de refrigeração somente o tempo necessário para as dosagens. • Desprezar o Reagente de Trabalho se sua absorbância em 340 nm, medida frente a água, for inferior a 0,900.

B) Procedimento 1. 2. Pré-aquecer o reagente de trabalho e a amostra a 37ºC durante 2 minutos. Pipetar em uma cubeta pré-aquecida a 37ºC. Reagente de Trabalho Padrão ou amostra 3. 4. 1,0 mL 10 μL

Misturar e acionar o cronômetro simultaneamente Anotar a absorbância aos 30 segundos (A1) e aos 120 segundos (A2) da amostra e do padrão, a 340 nm.

Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 11. CÁLCULOS (A2 - A1) amostra x Valor padrão = mg/dL Uréia. (A2 - A1) padrão

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timol.) Methods of Enzymatic Analysis. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 1997. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 467 Manual de exames – Laboratório H.166 = mmol/L uréia mg/24h ÷ 1000 = g/24h uréia. Academic Press. Ácido Ascórbico e Hemoglobina: Ácido Ascórbico apenas em concentrações elevadas (acima de 20 mg/dL) e hemoglobina (acima de 200 mg/dL) induzem a resultados falsamente elevados. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear entre 6 e 250 mg/dL. Acta 35:37.padrão = 0. Falsos Valores Diminuídos: fenotiazinas. vancomicina. Sensibilidade: 6 mg/dL 14. cefalosporida. (Ed.Bioquímica Fator de calibração = Valor do padrão / (A2 . 1985. J..023 A2.1971. neomicina. Kassirer.054 A1-padrão = 0. 13. ácido Etacrínico.7 F= 70 (0. Uréia UV – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Falsos Valores elevados: Hidroclorotiazida.023) x 752. Bilirrubina: A bilirrubina até 15 mg/dL não interfere.7 Uréia (mg/dL) = 23. 285: 385. Rio de Janeiro. lítio. bacitracina. Clin.052 A2.145 – 0. gentamicina. pois os mesmos interferem na reação.Procedimento Operacional Padrão .. morfina. Para valores acima de 250 mg/dL.145 Valor do padrão = 70 mg/dL = 70 = 752. Hallet C. Pardini – 2002 – 94 117 . é recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de normalidade. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.M. 43:174. New Engl. Multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. Ltda – Revisão Maio/2005. Interferências: Não devem ser utilizados sais de amônia como anticoagulantes. propanolol. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Talke H.P.amostra = 0. meticilina. kanamicina. Med. cloranfenicol. mitramicina. 1971. diluir a amostra com água destilada. J. furosemida.34 mg/dL Dosagem na Urina (mg/24 horas) mg/24 horas = Uréia urinária (mg/dL) x Volume urinário de 24 h/mL 100 12. Bergmeyer HU. metildopa. Klin Wschr 1965. tianterene.093 Uréia (mg/dL) = (0. sulfonamidas. guanetimidina.G. & Cook. p.052) 0. Schubert GE. salicilato.amostra = 0. Chim. 444. J.054-0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): Soro / plasma: Urina: mg/dL uréia x 0. Qualitymark ed. Valores de referência Soro e plasma: 15-45 mg/dL Urina: 20-35 g/24 horas Estes valores são unicamente a título orientativo.A1) padrão Uréia (mg/dL) = ΔAteste x Fator Exemplo: A1.J.