LABORATÓRIO: ______________________________________________________________ PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO ALFA-AMILASE

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica

Índice
ÁCIDO ÚRICO - Método Enzimático Colorimétrico - UOD-PAP............................................ ALBUMINA - Método Colorimétrico Verde de Bromocresol................................................... ALFA-AMILASE - Método Cinético Gal G2 – CNP................................................................ BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL - Método Colorimétrico Malloy-Evelyn – DMSO………. CÁLCIO ASX -Método ARSENAZO III ................................................................................. CÁLCIO - Método Colorimétrico (o-CRESOLFTALEÍNA)...................................................... CLORO - Método Colorimétrico (Mercúrio – Tiocianato) ...................................................... COLESTEROL - Método Enzimático Colorimétrico .............................................................. HDL COLESTEROL DIRETO - Método Enzimático Colorimétrico Direto – Sem precipitação............................................................................................................................. HDL COLESTEROL - Método Precipitante – Ácido Fosfotúngstico...................................... CREATININA - Método Cinético Colorimétrico...................................................................... CREATINO QUINASE (CK-NAC) -Método Cinético – UV..................................................... CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) - Método Cinético – UV............................................. FERRO Ferrozine - Método Colorimétrico............................................................................. FERRO CRX - Método Cromazurol B .................................................................................... FOSFATASE ALCALINA - Método Cinético Colorimétrico (DGKC – DEA).......................... FÓSFORO – UV - Método Molibdato .................................................................................... FRUTOSAMINA – Método Cinético Colorimétrico................................................................. γ - GLUTAMILTRANSFERASE (GAMA - GT) - Método Cinético Colorimétrico.................... GLICOSE - Método Enzimático Colorimétrico ....................................................................... MAGNÉSIO MONO - Método colorimétrico - MAGON SULFONADO................................... PROTEÍNA TOTAL - Método Colorimétrico .......................................................................... PROTEÍNA URINÁRIA - Método Vermelho de Pirgalol......................................................... TGO / AST - Método Cinético – UV........................................................................................ TGP / ALT - Método Cinético – UV........................................................................................ TRIGLICÉRIDES - Método Enzimático Colorimétrico............................................................ URÉIA ENZIMÁTICA - Método Enzimático Colorimétrico ..................................................... URÉIA UV - Método Cinético Enzimático – UV ..................................................................... Página 03 07 11 16 20 24 28 32 36 41 45 50 54 58 62 66 70 74 77 81 85 90 94 98 102 106 110 114 Revisão 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ÁCIDO ÚRICO
Método Enzimático Colorimétrico UOD-PAP 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de enfermidades renais, doenças metabólicas genéticas e patologias como leucemias, linfomas, etc. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o ácido úrico é o produto final do metabolismo das purinas, estando elevado em várias situações clínicas além da gota. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia têm gota. Níveis elevados também são encontrados na insuficiência renal, etilismo, cetoacidose diabética, psoríase, pré-eclâmpsia, dieta rica em purinas, neoplasias, pós-quimioterapia e radioterapia, uso de paracetamol, ampicilina, aspirina (doses baixas), didanosina, diuréticos, beta-bloqueadores, dentre outras drogas. Diminuição dos níveis é encontrada na dieta pobre em purinas, defeitos dos túbulos renais, porfiria, uso de tetraciclina, alopurinol, aspirina, corticóides, indometacina, metotrexato, metildopa, verapamil, intoxicação por metais pesados e no aumento do “clearance” renal. Urina: cerca de 70% do ácido úrico é eliminado pelos rins. Esta dosagem é útil em pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção urinária de urato aumentada. Álcool causa diminuição do urato urinário. Antiinflamatórios, vitamina C, diuréticos e warfarim podem interferir no resultado. Líquido sinovial: pode ser útil no diagnóstico diferencial de artropatias. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO No presente método, o ácido úrico da amostra sofre a ação da uricase, na presença de oxigênio, produzindo alantoína e peróxido de hidrogênio, este em presença de um reagente fenólico (TOOS) e da 4-aminoantipirina, sofre a ação da peroxidase produzindo um complexo violáceo (quinonimina), com máximo de absorção em 500 nm. Ácido Úrico + O2 + 2H2O
uricase

Alantoína + CO2 + H2O2
peroxidase

2H2O2 + 4-aminoantipirina + TOOS 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA

Quinonimina + 3H2O

Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, urina e líquido sinovial. Não usar plasma, pois obtem-se resultados falsamente diminuídos. Soro: obtido da maneira usual. Separar dentro das próximas 2 horas da coleta. Soros ictéricos ou com hemólise produzem valores falsamente elevados. O fluoreto inibe a Uricase. Urina: de 24 horas, separar 10 mL, acertar o pH entre 7,0 e 9,0 com hidróxido de sódio a 5% e aquecer 10 minutos a 56°C para dissolver os cristais de urato e ácido úrico, evitando resultados falsamente diminuídos. Diluir a urina 1:20 com água destilada ou deionizada e fazer a determinação. Multiplicar o resultado por 20. Líquido sinovial: a coleta não deve ser feita antes de decorridos 07 dias da última punção, ou antes de 30 dias após a administração de medicamento intra-articular. Armazenamento e estabilidade das amostras: o o o Soro: O analito é estável 03 dias entre 2-8 C ou 06 meses a –10 C (10 C negativos). Não utilizar plasma, pois apresenta resultados falsamente diminuídos. Urina: Manter refrigerado. Líquido sinovial: Até 15 dias entre 2-8oC. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Urina: presença de ácido ascórbico. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material. 5. COMPONENTES DO KIT ÁCIDO ÚRICO - UOD-PAP Registro M.S.: 80027310038 Códigos: BT 10.001 – 1 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2,0 mL. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil.

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e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Uricase 450 U/L.3214. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. plasma ou urina. Em caso de vazamento acidental. TOOS 0. Banho de água a 37 °C. contém soro. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. NÃO CONGELAR. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. evitando assim a deterioração das enzimas. lavar o local com água corrente. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Peroxidase 2500 U/L. lavar abundantemente com água corrente.4646 Site: www. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. O reagente. uma vez usado. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.3 mmol/L.com.0 – 50 mmol. 7.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Pipetas automáticas. Seguir com rigor a metodologia proposta. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. 7. 8. com cubetas. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Padrão: Solução de Ácido Úrico (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Procedimento automatizado Indicar nome. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510). Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Se o reagente for mantido de 15 – 25°C. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. para a obtenção de resultados exatos. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio. Conservar entre 2 – 8 º C 6.34 mmol/L e conservantes. protegido da luz. sua estabilidade será de 2 semanas O reativo é estável até a data de validade do Kit. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. código). 4 . o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.br Reagente: Tampão Fosfato pH. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.biotecnicaltda. eventualmente infectado.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 4-aminoantipirina 0. 9. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.com. Em caso de contato com os olhos ou pele.

Ajustar o pH para a faixa entre 7 e 9 com NaOH 5% e aquecer a amostra durante 10 minutos a 56ºC. • Multiplicar o resultado obtido por 10.9 mL de água destilada ou deionizada). Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.0mL Padrão 20μL 1. medir o volume e separar uma amostra de cerca de 20 mL. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. evitando resultados falsamente diminuídos.02 mL de soro. Diminuir a absorbância assim obtida. Os reagentes devem estar à temperatura ambiente. usar 50 μl de amostra ou padrão e 2. para que resultados falsamente diminuídos não sejam obtidos. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. misturar 1. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido à ótima reprodutibilidade. Para soro lipêmico e/ou com bilirrubina superior a 10 mg/dL. Em caso de redução dos volumes é fundamental que se observe o volume mínimo necessário para a leitura fotométrica.0mL 3.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.1 mL de urina + 0. Volume de amostra menores que 10 μL (10 microlitros = 0. • Diluir a urina assim tratada 1:10 (0. procedendo à dosagem como descrito acima para o soro. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. Padrão Onde: Abs. Os volumes de amostra e de reagentes podem ser modificados proporcionalmente. Isso evitará contaminação cruzada. Dosagem na urina: • Homogeneizar a urina. Os cálculos permanecem inalterados.0 mL de NaCl 0. o que poderia causar resultados errôneos. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. sendo o último. 11. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. controle (se utilizado) e reagente. da absorbância do teste e calcular a concentração. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. deixar o soro em repouso durante 90 minutos antes de iniciar a dosagem.0 mL de reagente. 2. 10. Se houver suspeita da presença de ácido ascórbico. pois aumentam a imprecisão da medição. A cor é estável durante 30 minutos. Teste → Absorbância do teste Abs. sem prejuízos para o desempenho do teste.01 mL) são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela. pode-se utilizar o método do fator: 5 . Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.9% e 0. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco a 500 nm (490-510nm). que pode ser obtida com a metodologia. Ler em 520 nm ou filtro verde. CÁLCULOS Abs.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.0mL Amostra 20μL 1. acertando o zero com água. Este procedimento dissolve cristais de ácido úrico presentes. Pipetar em tubos de ensaio: Água destilada Padrão Amostra Reagente Branco 20μL 1. O enxágüe deve ser exaustivo. Para espectrofotômetros que requeiram volumes de leitura superiores aos indicados. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 5. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente (16-25 °C) ou durante 10 minutos a 37°C. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL ácido úrico Abs. 4. com água destilada ou deionizada.

Para amostras de Líquido sinovial: Valores próximos ao do soro colhido na mesma ocasião. coumarim. 754-758. etc. Esses valores são unicamente orientativos. Manual de exames – Laboratório H. Bert G. A lipemia pode afetar os resultados. Pardini – 2002 – 58-59 6 . acetohexamida. Analyst 1972. do Padrão . 13. Qualitymark ed. 14. sulfinpirazona. Fossati P. furosemida. mercaptopurina. : Mosby’s diagnostic and laboratory test reference 1992. azatiopina. clorotiazida. Clin Chem 1980. alopurinol. Guyton. salicilatos.D.5 = mmol/L ácido úrico Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: Homens: 2. Falsos Valores baixos: vitamina C (ácido ascórbico). estrógenos. Pagana K. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. Rio de Janeiro. Prencipe L. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20 mg/dL (1190 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 26:227-231.0 mg/dL = 89 a 356 mmol/L Para amostras de Urina: 250 a 750 mg/24horas.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Fator de calibração = Conc. Ácido Úrico – Bula do Kit – Biotécnica Ind e Com. fenotiazida.5 a 6. 5ªedição. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL ácido úrico x 59. Ácido Úrico (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator Cálculo p/ Urina: Urina (mg/24 h) = mg/dL x volume urinário (em mL) 100 12. Ltda – Revisão Maio/2005. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Barham D. probemicida. Trinder P. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório..0 mg/dL = 148 a 416 mmol/L Mulheres: 1. metildopa. a hemoglobina > 1g/L e bilirrubina > 15 mg/dL interferem. 1997. etc. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 27:142-145.3 mmol/L. Falsos Valores elevados: acetozolamida. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993. Interferências O ácido ascórbico > 0.5 a 7. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.

Nutrição. Critérios para a rejeição de amostras Presença de lipemia intensa. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação do estado nutricional. onde teremos a perda excessiva de água causando uma hemoconcentração.3214. Em algumas situações clínicas. 08 horas. Manutenção da pressão osmótica sangüínea.4646 Site: www. Essa redução está relacionada a diminuição da síntese hepática ou perda excessiva renal. enfermidades renais e casos de desidratação grave. Hiperalbuminemia: é observada em casos de desidratação grave e queimaduras externas. de enfermidades hepáticas avançadas. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A albumina é uma proteína globular produzida pelo fígado que é o principal componente protéico de um soro humano normal.88 mmol – pH 4.: 80027310032 BT 10. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro: O analito é estável 3 dias entre 2 – 8°C e 7 dias a – 10oC (10°C negativos. o conhecimento dos níveis de albumina é suficiente e até pode oferecer algumas vantagens em relação à proteína. Realizar a coleta pela manhã Amostras: Soro.G. Esta característica é utilizada para dosar a albumina. 7 .M. Padrão: Solução de Albumina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.com.2. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente: O paciente deve estar em jejum de. 2. no entanto é útil para monitorar o estado do paciente. .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Vila Verônica .0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. 3. verde de bromocresol 0.Brasil. Líquido pleural ou líquido ascítico: O material não é colhido no laboratório. PRINCÍPIO DO MÉTODO A albumina presente na amostra reage com o verde de bromocresol em meio ácido. 5. Tem diversas funções importantes: Transporte de moléculas hidrofóbicas como a bilirrubina e os ácidos graxos.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão . líquido pleural ou líquido ascítico. formando um complexo colorido que é quantificado espectrofotometricamente.br Reagente: Tampão Succinato 0.biotecnicaltda. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Havendo lesão hepática ou renal teremos distúrbios que podem ser resumidos em: Hipoalbuminemia: que ocorre nas doenças hepáticas crônicas. levando a uma diminuição da pressão coloidosmótica do plasma provocando um aumento de reabsorção de sódio e água e conseqüentemente causando edema. COMPONENTES DO KIT ALBUMINA Códigos: Registro M.S.com.2 . Variações nos níveis séricos de albumina não são específicos já que podem ser devido a um grande número de alterações. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta. Soro: obtido da maneira usual. azida sódica 9mmol. na síndrome nefrótica e casos de desnutrição grave. pelo menos.Varginha . separação e distribuição do material. 4.) Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.002 . Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Isto é possível devido a zona hidrofóbica que existe em sua estrutura. icterícia e anemia dilucional.17 mmol/L.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ALBUMINA Método Colorimétrico Verde de Bromocresol 1.

7. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. O reagente. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. lavar abundantemente com água corrente. código). o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. contém soro. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Pipetas automáticas. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. uma vez usado. Em caso de contato com os olhos ou pele. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. O enxágüe deve ser exaustivo. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Manter ao abrigo da luz. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. 9.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. plasma ou urina. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. com cubetas Banho de água a 37 °C. sendo o último. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Em caso de vazamento acidental. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 630 nm (620-640). 8 . Conservar a temperatura ambiente 6. 8. com água destilada ou deionizada.e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. eventualmente infectado. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. para a obtenção de resultados exatos. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Procedimento automatizado Indicar nome. Seguir com rigor a metodologia proposta. lavar o local com água corrente. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.

05 ml de amostra ou padrão e 2 mL de reagente. lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. 10.0 mL Padrão 5 μL 1. 11. Padrão → Absorbância do Padrão Conc. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). do Padrão . pois aumentam a imprecisão da medição. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Albumina Amostra Reagente Branco 1. O reagente contém azida sódica que é tóxica. Padrão → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido a grande reprodutibilidade.5 e 4. Fazer referência ao Manual ou POP de Segurança.0 mL 2. sem prejuízos para o desempenho do teste. Os volumes de amostra e de reagentes podem ser modificados proporcionalmente. pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo.8 g/dL. Para espectrofotômetros que requeiram volumes de leitura superiores aos indicados.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Estes valores são unicamente orientativos. aplicar as normas de segurança estabelecidas.9 g/L = g/dL x 10 Valores de referência Os valores são normais entre 3. Padrão Onde Abs. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. portanto. usar 0. 9 . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : g/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): µmol/L = g/dL x 144. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos. Os cálculos permanecem inalterados. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco a 630 nm. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.01 mL) são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. usar bastante água. Isso evitará contaminação cruzada. controle (se utilizado) e reagente.0 mL Amostra 5 μL 1. Em caso de redução dos volumes é fundamental que se observe o volume mínimo necessário para a leitura fotométrica. Padrão = g/dL Albumina Abs. Volume de amostra menores que 10 μL (10 microlitros = 0. No descarte do reagente. Amostra → Absorbância da Amostra Abs. 3. Agitar bem e deixar nos tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. o que poderia causar resultados errôneos. 4. A cor é estável durante 30 minutos. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. CÁLCULOS Abs. que pode ser obtida com a metodologia. Amostra x conc. Albumina (g/dL) = Absorbância do Teste x Fator Globulina = Proteína Total – Albumina Relação A/G = Albumina / Globulina 12.

fornecem resultados falsamente diminuídos. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. Falsos Valores baixos: plasmas obtidos com heparina. – Anal. Jacobs DS. Qualitymark ed. S. Falsos Valores elevados: o uso de torniquete por mais de 3 minutos provoca um aumento no valor. BL. Albumina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Sobel. Chim. 66. C. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Doumas B. 14. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. T: Watson.. R. – Laboratory Test Handbook. Kasten Jr. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.. 1996. 29/10:1491 (1957). WA & Biggs H.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 13. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. & Berkman. Chem. – Clin.G. lítio e oxalato de potássio combinando com fluoreto de sódio. 1997. Lexi-Comp Inc. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 6 g/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.31:1:87. Interferências A bilirrubina > 25 mg/dL e a hemoglobina > 1 g/L interferem no método. 1971. Manual de exames – Laboratório H. Henry. Pardini – 2002 – 58-59 10 . Rio de Janeiro. Acta. Ltda – Revisão Maio/2005. Hudson.

São conhecidas duas isoenzimas: a pancreática e a salivar. Quando se determina a amilase na amostra de urina. com grande probabilidade. Amostras Pode ser usado soro. Na maioria dos pacientes com pancreatite aguda.CNP 1. Isso é caracterizado por amilase sérica elevada e urinária normal e pode ocorrer em indivíduos sadios. seus níveis séricos elevam-se duas a 12 horas após o início do episódio. de origem pancreática e da glândula salivar. 3. Aumentos da amilase sérica não são necessariamente devidos à pancreatite. portanto. 08 horas. sendo proporcional à atividade da enzima no soro. pelo menos. 4.: imunoglobulinas). porém. A amilase pode ligar-se a proteínas (ex. sem conservantes. A relação entre o clearance de amilase/creatinina auxilia no diagnóstico diferencial da macroamilasemia (clearance muito baixo).PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ALFA-AMILASE Método Cinético Gal G2 . Amilase sérica normal pode ser encontrada (em torno de 20%) em pacientes com pacreatite aguda. Colhido de maneira usual. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A α – amilase é uma hidrolase que degrada complexos de carboidratos. deve-se também determinar a creatinina na mesma amostra. A macroamilasemia se caracteriza por elevação dos níveis séricos de amilase com valores urinários normais. diminuída na macroamilasemia e normal ou pouco diminuída na hiperamilasemia salivar.) Intoxicação alcoólica Insuficiência renal grave Obstrução das vias biliares Obstrução intestinal Obstrução do canal pancreático Câncer de pâncreas Cetoacidose diabética Neoplasias (pulmão ou ovário) Níveis diminuídos Insuficiência pancreática Fibrose cística avançada Hepatopatias graves AMILASE URINÁRIA Uma quantidade significativa de amilase sérica é excretada na urina e. com o objetivo de compensar as variações de atividade da amilase em amostras obtidas de cada micção. Urina: de 2 a 24 horas. A amilase urinária parece atingir níveis mais elevados. permanecem em níveis normais. atingindo pico em 24 horas e retornando ao normal entre 48 a 72 horas. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades pancreáticas agudas ou crônicas e no diagnóstico da parotidite (caxumba). predominantemente. Níveis aumentados Parotidite Pancreatite aguda Macroamilasemia Gravidez ectópica Oclusão mesentérica Queimaduras graves Lesão de glândula salivar Doença intra-abdominal (peritonite. Tumores de pulmão e de ovário podem produzir hiperamilasemia em torno de 50 vezes do intervalo de referência. níveis de amilase podem estar ligeiramente aumentados. persistindo por períodos mais longos. As dosagens da amilase sérica e urinária são amplamente utilizadas no diagnóstico de doenças do pâncreas. Realizar a coleta pela manhã. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. mas indica. freqüentemente. Em episódios agudos de pancreatite crônica. Em torno de 25% da amilase sérica é normalmente eliminada na urina. elevações séricas serão refletidas na mesma. PRINCÍPIO DO MÉTODO A α-amilase catalisa a hidrólise do 2-cloro-4-nitrofenil-α-galactosilmatóside (Gal-G2-α-CNP) liberando 2-cloro-4-nitrofenol. A magnitude da elevação sérica não é diretamente relacionada com a gravidade do envolvimento pancreático. sendo. Soro: obtido da maneira usual. quando comparada com a sérica. apendicite aguda etc. A relação normal é de 1% a 4%. 2. 11 . urina. O resultado deverá ser reportado com Relação amilase/Creatinina (U/g). formando complexos de alto peso molecular denominados macroamilases. Encontra-se aumentada na pancreatite aguda. na proporção de 40:60 em soro de indivíduos sadios. bem como na investigação da função pancreática. um diagnóstico de pancreatite aguda. Na insuficiência renal está aumentada em proporção à extensão do comprometimento renal. líquido pleural ou líquido ascítico. A quantidade de 2-cloro-4-nitrofenol liberada é medida a 405 nm.

medida contra a água em 405 nm.CNP Códigos: BT 11.00 – 2 fr com 15mL BT 11. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. soprar no substrato.com. Gal G2 – CNP 2. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.G. Vila Verônica . Conservar entre 2 – 8 º C Cuidados especiais: Pipetar o substrato com a boca.00 – 50 mmol/L. Outros líquidos biológicos também devem ser colhidos sem conservantes. mantida entre 2 e 8 C.AMILASE . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.Varginha .S.003 por mês. Segundo estudos de estabilidade a absorbância do substrato.: 80027310013 BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. Armazenamento e estabilidade das amostras: A α-amilase em soro e plasma é estável pelo menos por 5 dias a 2-8ºC. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.001. 6. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.Brasil.005 ou quando mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.001. o A dosagem da amilase urinária deve ser feita em urina de 2 a 24 horas. Cloreto de sódio – 70 mmol/L.M. Cronômetro.com. Cloreto de cálcio – 6 mmol/L. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Centrífuga. NÃO CONGELAR.4646 Site: www.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Líquido pleural ou líquido ascítico: O material não é colhido no laboratório. Elevações repentinas da absorbância do substrato indicam contaminação com saliva ou suor. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.00 – 2 fr com 30mL Registro M. capazes de deteriorar irreversivelmente o substrato. COMPONENTES DO KIT α . A heparina não interfere como anticoagulante. O reativo é estável até a data de validade do Kit. medida contra a água. separação e distribuição do material 5. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.br Reagente Substrato: Tampão biológico pH 6. capazes de deteriorar irremediavelmente o substrato.Gal G2 .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. 12 . sem conservantes. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.22 mmol/L Reagente pronto para uso. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 nm.3214. evitando assim a deterioração das enzimas. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta.biotecnicaltda. usar material contaminado com saliva e suor e conversar junto ao frasco destampado são ações que podem contaminar o reagente com quantidades microscópicas de saliva ou suor. 7. for igual ou maior que 0. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . . Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Não utilizar o reagente quando sua absorbância. apresenta um acréscimo de 0. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.

Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. eventualmente infectado. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. a temperatura desejada. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Pipetar em uma cubeta: Soro / Plasma Reativo Amostra 3. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. controle (se utilizado) e reagente. para a obtenção de resultados exatos.0 mL 10μl Líquidos Pleural / Ascítico 1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. 2. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. código). Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. com água destilada ou deionizada. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso OBS: Leituras de absorbância do reativo superiores a 0. 1. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. plasma ou urina. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.0 mL 10μl Urina 1. 9. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 8. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. 10. Recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. lavar o local com água corrente. Evitar contaminações com íons metálicos. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Em caso de contato com os olhos ou pele. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.0 mL 10μl Misturar e inserir no porta-cubetas termostatizado. para evitar a contaminação do reativo.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.600 A com o aparelho zerado em 405 nm com água deionizada indicam deterioração do reativo. contém soro. o que poderia causar resultados errôneos. O enxágüe deve ser exaustivo. É necessário o uso de proteção respiratória. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Procedimento manual 1. Seguir com rigor a metodologia proposta. uma vez usado. lavar abundantemente com água corrente. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não misturar diferentes lotes de reagentes. 13 . Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Pré-aquecer o Reagente durante alguns minutos. Em caso de vazamento acidental. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Isso evitará contaminação cruzada. Não soprar a pipeta utilizada. O reagente. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. sendo o último. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.

Valores maiores que 3 vezes o limite superior de referência indicam aumento considerável da atividade da amilase sérica. A2 e A3 respectivamente). Valores de bilirrubina até 20 mg/dL e hiperlipemia (triglicerides até 1500 mg/dL) não interferem. Para valores acima de 1038 U/L. citrato e EDTA interferem.0 a 37 ºC (12. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. pH 6. Os anticoagulantes fluoreto.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 4. oxalato. morfina. Multiplicar o valor obtido pelo fator de diluição. 14 . Incluir o procedimento a ser adotado diante de um resultado crítico.9) 12. Falsos Valores elevados: Meperidina. tetraciclina. Interferências: Temperatura de incubação: A determinação deve efetuar-se a 37ºC. 13. diuréticos. Amostras com hemólises produzem resultados falsamente diminuídos. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.150 a 405nm)U/L. codeína. álcool. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS VT x 1000 Fator = Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L Valores de referência: Para os Líquidos Pleural / Ascítico os valore são iguais aos do soro. amostra contaminada. Soro/Plasma Urina 37ºC < 86 U/L < 470 U/L x 100 Esses valores são unicamente orientativos. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 2 e 3 minutos (A1.9% e repetir a dosagem. CÁLCULOS Para linearidade: ΔA / min x 7537 a 37oC Amilase Urinária/Hora Amilase (U/l) x volume urinário (ml) Amilase urinária (U/h) = 1000 x tempo de coleta (h) Relação Amilase/Creatinina Amilase (U/l) x 100 Relação Amilase/Creatinina (U/g) = Creatinina (mg/dl) Relação depuração da amilase / depuração da creatinina Determinar a atividade da amilase e a concentração da creatinina no soro e em uma amostra de urina e aplicar os resultados na seguinte fórmula: Amilase na urina (U/l) x Creatinina no soro (mg/dl) Relação (%): Amilase no soro (U/l) x Creatinina na urina (mg/dl) Método para cálculo do fator VT = volume total do ensaio VA = volume da amostra 1000 = conversão de U/ml para U/l ε x VA x d d = espessura da solução ε = absortividade milimolar do 2-cloro-4-nitrofenol em 405 nm. diluir a amostra com solução salina 0. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear entre 10 e 1038 (0. Anotar a absorbância após 1 minuto e efetuar novas leituras após mais 1. salicilatos. 11. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).

Rauscher. Wootton and H. 1996. 817-830.D.. Clin Chem 1980. Clin Chem 1981.. Louis: The C. Microanalysis Medical Biochemistry (1982). Hudson: Lexi-Comp Inc. oxalatos e fluoretos. 1996. Manual de exames – Laboratório H. Pesce AJ. Clin Chem. 34.Sigler E. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Kasten Jr BL. Barry PL. St. Mosby Co. 1996.(1988).. Methods in Clinical Chemistry.V.P. 14. et al.1:14 (1985) I.Bioquímica Falsos Valores baixos: Citratos. Clin Chem. Kaufman RA. Pardini – 2002 – 58-59 15 . 525-527. 1-35. Laboratory Test Handbook. 31. Rosenblum JL. Hunt MR. amd Chavez R. Jacobs DS.Procedimento Operacional Padrão .. H. 2005. 27: 493-501. 26: 846-853.. 91. Rio de Janeiro. 38:920. 1997.10. E. 1987. DAVID... Qualitymark ed.. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Winn-Deen.B..S. Philadelphia: W. E. CNPG3 Technology: Genzyme Manual. Tietz NW. Clinical Diagnosis and Management by Laboratory Methods. Kaplan LA. Henry JB. 79-80. Ltda – Revisão Maio/2005. Cambridge. Alfa-Amilase – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Freeman. Westgard JO. Clin Chem 1992.. Saunders Company. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.

Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Reagente 2– Bilirrubina Total: Ácido sulfanílico 40 mmol/L. . Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. veiculada pela albumina. por este motivo se chama Bilirrubina Indireta. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. mediante a atuação da enzima uridil difosfato glucoroniltransferase. à um grupo de produtos complexo. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .3214. ácido clorídrico 60 mmol/L. separação e distribuição do material 5. antes da próxima mamada. que quantifica colorimetricamente a formação de azobilirrubina. a coloração aparece após o contato do soro e o reativo.M. reage em meio aquoso com o reativo de diazotação. Dimetilsulfóxido 10 mmol/L Reagente 3 – Nitrito: Nitrito de sódio 33 mmol/L.50 mL R1 (Bilirrubina Direta )+ 1 fr.: 80027310029 Códigos: BT 10003 – 1 fr. Proteger da luz. A Bilirrubina Conjugada ou Bilirrubina Direta é excretada pelas vias biliares até o intestino.com. transformando-se assim em Bilirrubina Direta ou Bilirrubina Conjugada.biotecnicaltda. biliar e nas doenças hemolíticas. conhecidos como estercobilinogenio. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação hepática.br Reagente 1 – Bilirrubina Direta: Ácido sulfanílico 35 mmol/L. pelo menos. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A bilirrubina é formada principalmente pela degradação da molécula heme e é transportada até o fígado. Esta eliminação se dá de maneira praticamente completa. Conservar protegido da luz. . muito polar. pois uma elevação acentuada da Bilirrubina Indireta.com. PRINCÍPIO DO MÉTODO Quase todas as técnicas de quantificação da Bilirrubina se baseiam na reação de Malloy-Evelyn. A Bilirrubina Total é a soma das duas bilirrubinas (Direta + Indireta). No caso de recém-nascidos. não dá uma reação direta e é preciso adicionar um terceiro reativo para que seja produzida a reação de diazotação com o aparecimento da cor. onde é metabolisada pela flora bacteriana residente.Bioquímica BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL Método Colorimétrico Malloy-Evelyn – DMSO 1.50 mL R2 (Bilirrubina Total) + 1 fr. ácido clorídrico 180 mmol/L. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Estável por 8 horas a temperatura ambiente. No fígado.5 mL R3 (Nitrito) BT 10003 – 1 fr. Bilirrubina Direta. 16 . -25 mL R3 (Nitrito) BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.Brasil. O monitoramento da Bilirrubina do neonato. superando a barreira hemato-encefálica podendo causar danos cerebrais irreversíveis. de coloração vermelha. . Amostras Soro: obtido da maneira usual. pouco polar.4646 Site: www.G. COMPONENTES DO KIT BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL – DMSO Registro M. 3. Nesta fase a bilirrubina é insolúvel em água e é conhecida como Bilirrubina Não Conjugada ou Bilirrubina Indireta. Vila Verônica . -250 mL R1 (Bilirrubina Direta )+ 1 fr. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro. 04 horas. quando a bilirrubina reage sob determinadas condições com o ácido sulfanílico diazotado. doenças hemolíticas e na insuficiência hepática. em particular do prematuro é de suma importância. 12 horas entre 2-8 ºC ou 24 horas congelado. A Bilirrubina livre. -250 mL R2 (Bilirrubina Total) + 1 fr. 4.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.Varginha . a bilirrubina se liga ao ácido glicurônico para formar a Bilirrubina Conjugada. A Bilirrubina conjugada. Esta Bilirrubina apresenta níveis séricos elevados na presença de obstrução das vias biliares.azida sódica 16 mmol/L.S.Procedimento Operacional Padrão . . Reagente pronto para uso. 2.

para a obtenção de resultados exatos. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. contém soro. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Procedimento automatizado Indicar nome. NÃO CONGELAR. 8. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. lavar abundantemente com água corrente. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.(530 . Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 550 nm. uma vez usado. Em caso de vazamento acidental. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.Procedimento Operacional Padrão . O enxágüe deve ser exaustivo. Manter ao abrigo da luz. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Seguir com rigor a metodologia proposta. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. plasma ou urina. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Pipetas automáticas e ponteiras Banho Maria. Cronômetro. eventualmente infectado. Em caso de contato com os olhos ou pele. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. sendo o último. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. O reagente. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. evitando assim a deterioração das enzimas.Bioquímica Conservar entre 2 – 8 º C 6.570) com cubeta. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. 9. com água destilada ou deionizada. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. O reativo é estável até a data de validade do Kit. código). Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Centrífuga. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 17 . lavar o local com água corrente.

controle (se utilizado) e reagente. Os reativos de trabalho desenvolvem uma coloração alaranjada. Pipetar em tubos de ensaio: (Nota 1) Branco Total 1. 18 . Nota: 1) Agitar bem e deixar reagir durante 5 minutos a temperatura ambiente.ABD = 0. os valores de fator se modificam para: BD = 36.19 mg/dL Bilirrubina Total = (mg/dL) = 0.052 AD = 0.0 mL 30 μL 50 μL Branco Direta 1.0 UNIDADES SI: mg/dL bilirrubina x 17.Nitrito Amostra/Padrão 2.0 Bilirrubina Direta (mg/dL) = AD – ABD x 15. CÁLCULOS CÁLCULOS Cálculos: Bilirrubina Total = AT – ABT x Concentração da Padrão AP – ABP Bilirrubina Direta = AD – ABD x Concentração da Padrão AP – ABP Onde: AT = Absorbância amostra Bilirrubina Total ABT = Absorbância branco da amostra de Bilirrubina Total AD = Absorbância amostra Bilirrubina Direta ABD = Absorbância branco da amostra de Bilirrubina Direta AP = Absorbância do Padrão ABD = Absorbância do Branco de Padrão Com fator: Bilirrubina Total (mg/dL) = AT – ABT x 25. Para pediatria pode-se variar os volumes proporcionalmente: R – 1 / R .30 mg/dL Para amostras pediátricas. quando mantido em frasco fechado a 2-8°C e realizadas calibrações diárias. 10.033 ABD =0.0 mL 30 μL 50 μL R-1 – Bil Direta R-2 – Bil. com volume de amostra reduzido para 20 μL.5 e BT = 60. Cuidados especiais Conservar a amostra e o reativo protegidos da luz. Procedimento manual 1.Bioquímica Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.013 Bilirrubina Direta = (mg/dL) = 0. Estável por 48 horas.Procedimento Operacional Padrão .092 ABT = 0. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.ABT =0.040 AT . o que poderia causar resultados errôneos. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Isso evitará contaminação cruzada.1 = μmol/L bilirrubina Exemplo: AT = 0. Ler as absorbâncias. porém isto não interfere no resultado final.0 mL 50 μL Direta 1. 11.2 = 1000 μL R–3 = 30 μL Amostra = 20 μL Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Total R-3 . PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Modo mono-reativo: Preparar alíquotas na proporção de 30 partes de Reativo 1 (Bilirrubina Direta) ou Reativo 2 (Bilirrubina Total) + 1 parte de Reativo 3 (Nitrito).020 AB.8.0 mL 50 μL Total -1.013 x 15 = 0.052 x 25 = 1.

0 10.1 = μmol/L bilirrubina Valores de referência Bilirrubina Total: até 1. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: até 15 mg/dL = 256 μmol/L Para valores superiores diluir a amostra 1:2 com solução salina e repetir a determinação multiplicando o resultado por 2. Westgard JO. 1997. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Barry PL. 231 (1970). Chim. Rio de Janeiro.0 10. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 69. 119.0 Termo 2. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Hijmans Van der Bergh AA. Bilirrubina Direta e Total – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Pardini – 2002 – 62 19 . Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 481 (1937). Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Clin Chem 1981.8 μmol/L). hemólise ou turbidez dos soros liofilizados.4 mg/dL (6.. Horn C.. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 27: 493-501 Sims FH.9 8. Falsos Valores baixos: Soros fortemente hemolisados podem fornecer valores falsamente diminuídos 14. Biochem. Acta. Bilirrubina Total (Recém-nascidos) – mg/dL Idade Cordão < 24 horas < 48 horas 3 a 5 dias 7 dias Pré-maturo 2. and Evelyn.0 12. 161 (1966). Gerarde RW. J. RG Clin. Ltda – Revisão Maio/2005.Bioquímica 12. Interferências A leitura da amostra de branco evita a interferência da lipemia.0 12. Walters MI.Biol. 90 (1916).Procedimento Operacional Padrão . Microchem 15.0 15. Malloy.T. H.5 μmol/L) Bilirrubina Direta: até 0. 13. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL bilirrubina x 17. Manual de exames – Laboratório H. Qualitymark ed. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.. Am J Clin Path 1958. KA. Matimek.5 6.0 Esses valores são unicamente orientativos. Hunt MR.0 15. 28: 412.2 mg/dL (20. 13. Chem. Muller P. 77.

Hipocalciúria pode ser secundária à hipocalcemia. Neste caso. Urina: é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea. 08 horas. desidratação. sarcoidose. insuficiência renal.: 80027310052 20 . 4.0 mL cada + 1 fr. Amostras Podem ser utilizados soro. Hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias. pancreatite. hipertireoidismo. citrato ou oxalato. Na interpretação dos valores normais deve-se levar em conta níveis de albumina. raquitismo. hipervolemia. Níveis baixos de cálcio total são encontrados na osteomalácia. linfoma. feocromocitoma.0 mL Registro M. hipomagnesemia. representando 43% desse. Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã. transmissão nervosa e mediação da coagulação sanguínea. urina recente pode ser utilizada realizando a razão cálcio: creatinina. diminui na alcalose). Não é observada nenhuma interferência do magnésio no pH mencionado.0 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. hepatopatias. A determinação na urina requer uma dieta prévia de pelo menos 3 dias livres de cálcio (eliminar leite e derivados).O soro deve ser separado do coágulo o mais rápido possível. Hipercalcemia é encontrada no hiperparatireoidismo. hipertireoidismo. é recomendável o uso da técnica espectrofotométrica de Absorção Atômica. Urina: Coletar todo volume da micção de 24 horas. Sua determinação é preferida na urina de 24 h. má absorção.10 mol/L) Não utilizar soro proveniente de pacientes em Terapia com EDTA – hiperparatireoidismo. plasma ou urina Soro não hemolisado. síndrome de imobilidade. uso de diuréticos e estrógenos. Evitar amostra de plasma contendo EDTA. Cushing. liberando-o para os ossos em caso de déficit desse íon. 3.S. deficiência da vitamina D. Urina: até 02 semanas em HCl 50% à temperatura ambiente. Esta é a amostra teste. algumas neoplasias com ou sem metástases ósseas. Também utilizado na avaliação de nefrolitíase. homogeneizar bem todo o volume de 24 horas. plasma (heparina).5 mg/dL (0. Cálcio Iônico: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. para evitar que alterações no nível de albumina – ao redor do torniquete forme um gradiente de concentração de cálcio. A intensidade de cor é proporcional a quantidade de cálcio presente na amostra. O uso do torniquete pode aumentar o nível de cálcio em 0. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o cálcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Padrão – 2. cuja intensidade é medida a 650 nm. insuficiência renal. Exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. uso de diuréticos e estrógenos. INDICAÇÃO MÉDICA Para determinação dos níveis de Cálcio sérico. A hemólise pode elevar os resultados. diminuições de albumina e em situações que cursam com fósforo elevado (insuficiência renal. separação e distribuição do material 5.Procedimento Operacional Padrão . Critérios para a rejeição de amostras Não deve ser utilizado soro hemolisado. pelo menos. acromegalia. 2. com 50. hipoparatireoidismo). porém sem deixar o torniquete por muito tempo. distúrbios da reabsorção tubular de cálcio. A dosagem do cálcio iônico independe da albumina. osteomálacia. alcalose. PRINCÍPIO DO MÉTODO A pH levemente ácido o cálcio forma com o arsenazo (III) um complexo azul. O hormônio paratireoideano e a Vitamina D aumentam a absorção do cálcio do trato gastrointestinal. Armazenamento e estabilidade das amostras: Cálcio na amostra de soro ou plasma é estável 7 dias entre 2-8oC ou 6 meses à –20 ºC. osteoporose. COMPONENTES DO KIT CÁLCIO ASX (ARSENAZO III) Códigos: BT 12002 – 2 fr.Bioquímica CÁLCIO ASX Método ARSENAZO III 1. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. separar 5. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. hiperabsorção intestinal de cálcio. entretanto varia com o pH (aumenta na acidose. Este íon atua como mediador na contração muscular. A amostra deve ser obtida por via venosa. hipervitaminose D. mieloma. Níveis críticos de cálcio total são aqueles inferiores a 6 mg/dL e superiores a 14 mg/dL. corticoterapia.

fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. código). 21 . instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.30 ºC.com. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações.Procedimento Operacional Padrão . 7. Em caso de contato com os olhos ou pele. . Procedimento automatizado Indicar nome. conservantes Padrão: Solução de Cálcio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. pH 6. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Banho de água a 37 ºC. plasma ou urina.4646 Site: www. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.Varginha . contém soro. O reagente.30º C Manter ao abrigo da luz. Conservar entre 15 . Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Cronômetro Tubos de ensaio. Pipetas automáticas e ponteiras. 8. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 650 nm (600-660) com cubetas. 9. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.18 mmol/L. 6. eventualmente infectado.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.br Reagente: Arsenazo III 0. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.biotecnicaltda. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.3214. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Tampão MÊS 1. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. uma vez usado. Seguir com rigor a metodologia proposta. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.G.6 mmol/L. lavar abundantemente com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Em caso de vazamento acidental.8. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 . O reativo é estável até a data de validade do Kit. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Vila Verônica . Tel/Fax: 0 (XX) 35 .M. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. lavar o local com água corrente.com.Brasil. para a obtenção de resultados exatos.

Teste x FC Cálcio Urinário Ca Urina (mg/dL) = Abs.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. A cor é estável durante 20 minutos. Para análise bicromática utilizar filtro de referência: 700 nm. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL cálcio x 0. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. sendo o último. o que poderia causar resultados errôneos.0 mL Padrão 10 μL 1.. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Depois lavar várias vezes com água deionizada. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 3. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.0 mL Amostra 10 μL 1. 11.. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA)da Amostra frente ao Branco á 650 nm (600 – 660 nm). Branco 1. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. = cálcio ionizável Ca = Cálcio sérico em mg/dL P = Proteína Total (g/dL) A = Albumina (g/dL) (0. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reagente 2. 10. Teste x FC Dosagem de Cálcio na urina de 24 horas: mg/24 = cálcio urina (mg/dL) x vol urinário 24 h (mL) 100 Cálculo do Cálcio Ionizável: Cal ioniz.= 6 x Ca – (0. O enxágüe deve ser exaustivo. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. com água destilada ou deionizada.19 x P) + A + 6 12.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico.0 mL Agitar bem e deixar os tubos durante 2 minutos à temperatura ambiente.25 = mmol/L cálcio 22 . Isso evitará contaminação cruzada.. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).Procedimento Operacional Padrão . O material utilizado na preparação do reativo deverá estar completamente isento de íons cálcio. CÁLCULOS Determinar a absorbância do padrão Ap e Calcular o Fator de calibração: FC = concentração do padrão Absorbância padrão FC = Fator de Calibração Cálcio Sérico: Cálculo da concentração de Cálcio: (Multiplicar a absorbância pelo fator de calibração) Concentração Cálcio (mg/dL) = Abs..19 x P) + A 3 Cal ioniz. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com cálcio. Sugerimos a lavagem com ácido nítrico 6N ou com detergente não iônico. controle (se utilizado) e reagente.

.8 – 10.6 mg/dL = 2. Pardini – 2002 – 58-59 23 .8 mg/dL = 2. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993. Triglicérides acima de 900 mg/dL produzem resultados falsamente diminuídos. Ltda – Revisão Maio/2005. Qualitymark ed. Kasten Jr BL. o magnésio (10 mg/dL) e os fosfatos (20 mg/dL) não interferem. 27: 493-501. 14. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.. Laboratory Test Handbook. a bilirrubina (20 mg/dL).9 mmol/L Adultos: 8. Interferências A hemoglobina (1.0 –11.Annals of Clinical and laboratory Science 5. 96-98.7 mmol/L Urina: 100-300 mg/24 horas = 25 – 87. Cálcio – Arsenazo III – Bula do Kit – Biotecnica Ind e Com. vitamina D.S.5 mmol/24 horas Esses valores são unicamente orientativos. Epstein E. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Zak B. Manual de exames – Laboratório H. dieta rica em cálcio. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 1997. Barry PL. uso excessivo de laxante.5 . heparina. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20mg/dL = 5 mmol/L. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Falsos Valores baixos: cortisona. Groth T. Rio de Janeiro. dieta pobre em cálcio. meticilina. sais de cálcio.5 g/L). Review of Calcium Methodologies . gentamicina. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. 13.. cloreto de s´dio intravenoso. 1996. Hudson: Lexi-Comp Inc. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 5 ª edição Westgard JO.. Falsos Valores elevados: estrógenos. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Clin Chem 1981. Babinski E. Guyton.Bioquímica Valores de referência Soro e plasma: Crianças: 10. Jacobs DS.2. Hunt MR.Procedimento Operacional Padrão . 195 – 212 (1975).2 – 2.. antiácidos.

síndrome de imobilidade. Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã. Critérios para a rejeição de amostras Não deve ser utilizado soro hemolisado. Esta é a amostra teste. porém sem deixar o torniquete por muito tempo. feocromocitoma. pancreatite. distúrbios da reabsorção tubular de cálcio. diminui na alcalose). A dosagem do cálcio iônico independe da albumina. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. O hormônio paratireoideano e a Vitamina D aumentam a absorção do cálcio do trato gastrointestinal. citrato ou oxalato.0 mL RB + 1 fr. 08 horas. má absorção. Este íon atua como mediador na contração muscular. insuficiência renal. com 50. liberando-o para os ossos em caso de déficit desse íon. Também utilizado na avaliação de nefrolitíase. Armazenamento e estabilidade das amostras: Cálcio na amostra de soro ou plasma é estável 7 dias entre 2-8oC ou 6 meses à –20 ºC. separação e distribuição do material 5. hipomagnesemia. hipertireoidismo. hipervolemia. para evitar que alterações no nível de albumina – ao redor do torniquete forme um gradiente de concentração de cálcio. Cálcio iônico: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. Urina: é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea.0 mL RA + 1 fr. é recomendável o uso da técnica espectrofotométrica de Absorção Atômica. Níveis críticos de cálcio total são aqueles inferiores a 6 mg/dL e superiores a 14 mg/dL. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o cálcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). plasma (heparina). homogeneizar bem todo o volume de 24 horas. representando 43% desse. desidratação. corticoterapia. e em situações que cursam com fósforo elevado (insuficiência renal. alcalose. Hipocalciúria pode ser secundária à hipocalcemia.Bioquímica CÁLCIO Método Colorimétrico (o-CRESOLFTALEÍNA) 1. Evitar amostra de plasma contendo EDTA. separar 5. Níveis baixos de cálcio total são encontrados na osteomalácia. hipoparatireoidismo). osteomalácia. Amostras Podem ser utilizados soro. A determinação na urina requer uma dieta prévia de pelo menos 3 dias livres de cálcio (eliminar leite e derivados). diminuições da albumina. transmissão nervosa e mediação da coagulação sanguínea. Padrão – 2. Hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias. Hemólise pode elevar seus resultados.5 mg/dL (0. entretanto varia com o pH (aumenta na acidose.: 80027310027 Códigos: BT 12001 – 1 fr. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO O composto o-cresolftaleína (CFC) reage com Cálcio presente na amostra em meio alcalino originando um complexo colorido que se pode quantificar espectrofotometricamente.0 mL 24 . Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. osteoporose. COMPONENTES DO KIT CÁLCIO o-CRESOLFTALEÍNA-Complexona (CFC) Registro M. pelo menos. Sua determinação é preferida na urina de 24 h.0 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. hipervitaminose D. uso de diuréticos e estrógenos. acromegalia. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de.O soro deve ser separado do coágulo o mais rápido possível. hipertireoidismo. mieloma. Urina: até 02 semanas em HCl 50% à temperatura ambiente. A amostra deve ser obtida por via venosa. hepatopatias. INDICAÇÃO MÉDICA Para determinação dos níveis de Cálcio sérico. 4. O uso do torniquete pode aumentar o nível de cálcio em 0. deficiência vitamina D. uso de diuréticos e estrógenos. raquitismo. 2. O exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. hiperabsorção intestinal de cálcio.10 mol/L) Não utilizar soro proveniente de pacientes em Terapia com EDTA – hiperparatireoidismo. Urina: Coletar todo volume da micção de 24 horas. Na interpretação dos valores normais deve-se levar em conta níveis de albumina. algumas neoplasias com ou sem metástases ósseas.Procedimento Operacional Padrão . sarcoidose. Urina recente pode ser utilizada realizando a razão cálcio / creatinina. Cushing. Hipercalcemia é encontrada no hiperparatireoidismo. plasma ou urina Soro não hemolisado. com 50. insuficiência renal.S. Neste caso. linfoma.

fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.G.Varginha .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. 7. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. plasma ou urina. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.62 mmol/L. Em caso de vazamento acidental. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.Procedimento Operacional Padrão . Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 . Pipetas automáticas e ponteiras. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. 8-hidroxiquinoleína 69 mmol/L. Reativo B: orto-cresolftaleína complexona 0. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 570 nm (550-590) com cubetas. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. O reagente. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. contém soro. 9. código). 25 . Seguir com rigor a metodologia proposta. Conservar entre 15 e 30º C 6. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.4646 Site: www.3214. Procedimento automatizado Indicar nome. para a obtenção de resultados exatos. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Cronômetro Tubos de ensaio.br Reativo A: Tampão Etanolamina 500 mmol/L.com. Padrão de Cálcio: Solução estabilizada de Cálcio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.com. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Vila Verônica . Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.M. 8. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . . instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Banho de água a 37 ºC.30º C Manter ao abrigo da luz. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.Brasil. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. eventualmente infectado. uma vez usado.biotecnicaltda. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. lavar o local com água corrente. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.

0 mL Padrão 10 μL 1. Isso evitará contaminação cruzada. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos Reativos: Reativo de Trabalho: Mistura na proporção de 1 mL de Reativo A + 1 mL de Reativo B. 11. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. 10. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reat.. Estável por 24 horas a temperatura ambiente.. O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com cálcio. Sugerimos a lavagem com ácido nítrico 6N ou com detergente não iônico. com água destilada ou deionizada.Procedimento Operacional Padrão . Decorridos os 10 minutos. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Teste x FC Dosagem de Cálcio na urina de 24 horas: mg/24 = cálcio urina (mg/dL) x vol urinário 24 h (mL) 100 FC = Fator de Calibração Cálculo do Cálcio Ionizável: Cal ioniz. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. A técnica se caracteriza por Absorbâncias dos brancos muito baixas. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. controle (se utilizado) e reagente. o que poderia causar resultados errôneos. 3. lavar abundantemente com água corrente. ler a absorbância do Padrão e da Amostra frente ao Branco do reativo à 570 nm. Trab. O enxágüe deve ser exaustivo. Branco 1.Bioquímica Em caso de contato com os olhos ou pele. Depois lavar várias vezes com água deonizada. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Um novo reativo de trabalho deve ser preparado. Procedimento manual 1. = cálcio ionizável Ca = Cálcio26 sérico em mg/dL P = Proteína Total (g/dL) A = Albumina (g/dL) . Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.200 de Absorbância indicam contaminação grosseira por cálcio e os reativos devem ser desprezados. Cuidados especiais O material utilizado na preparação do reativo de trabalho deverá estar completamente isento de íons cálcio. sendo o último.0 mL Agitar bem e deixar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. Teste x FC Cálcio Urinário Ca Urina (mg/dL) = Abs. CÁLCULOS Determinar a absorbância do padrão Ap e Calcular o Fator de calibração: FC = concentração do padrão Absorbância padrão Cálcio Sérico: Cálculo da concentração de Cálcio: (Multiplicar a absorbância pelo fator de calibração) Concentração Cálcio (mg/dL) = Abs. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. 2.0 mL Amostra 10 μL 1. leituras acima de 0.

Ltda – Revisão Maio/2005.Am. Henry. Qualitymark ed. a bilirrubina (20 mg/dL). 1996. Interferências A hemoglobina (1.. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.Procedimento Operacional Padrão ..5 g/L). Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Falsos Valores elevados: estrógenos.4 mg/dL = 1.J.19 x P) + A + 6 12. Clin Chem 1981. – J. Manual de exames – Laboratório H.Bioquímica 6 x Ca – (0.5. Med. Rio de Janeiro. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20 mg/dL (5. Cálcio – o-Cresolftaleína – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. R. sais de cálcio. Westgard JO. 96-98. gentamicina. Kasten Jr BL. Barry PL. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL cálcio x 0. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.63 mmol/L Cálcio iônico: 4. Groth T.5 . cloreto de s´dio intravenoso. dieta rica em cálcio. Hudson: Lexi-Comp Inc. Triglicérides acima de 900 mg/dL produzem resultados falsamente elevados por interferência fotométrica.12 . 27: 493-501. Pardini – 2002 – 58-59 27 . Tech. 14. vitamina D.0 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Principles and Techniques.0 . R. antiácidos. 33:416 (1971).35 mmol/L Urina: 60 . Falsos Valores baixos: cortisona. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Martineck. uso excessivo de laxante. Hunt MR. Harper & Row Publishers (1964). o magnésio (10 mg/dL) e os fosfatos (20 mg/dL) não interferem. dieta pobre em cálcio.25 = mmol/L cálcio Cal ioniz. heparina.G.03 mmol/24 horas 13.10. – Clinical Chemistry.5 . 1997.19 x P) + A 3 (0. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.2.5. Laboratory Test Handbook.200 mg/24 horas = 1.0 – 1. Jacobs DS.= Valores de referência Cálcio no Soro: 8.5 mg/dL = 2. meticilina.

São observados níveis fisiologicamente aumentados na diurese pós-menstrual e diminuídos na retenção hídrica pré-menstrual. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Cloro Sérico É o principal ânion extracelular. Juntamente com o sódio. Desta forma. Diminuindo na meningite tuberculosa e outras meningites bacterianas. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na dosagem de íons cloretos no sangue. A intensidade da coloração do complexo é proporcional a concentração do íon cloreto presente na amostra. PRINCÍPIO DO MÉTODO O íon cloreto reage com o íon mercúrico liberando uma quantidade equivalente de íon tiocianato que em presença de ferro trivalente forma um complexo colorido violeta. está envolvido na manutenção da pressão osmótica e balanço hidroeletrolítico. 2.Bioquímica CLORO Método Colorimétrico (Mercúrio – Tiocianato) 1. Níveis Aumentados Aumento da ingestão Uso de diurético Depleção de potássio Doença de Addison Necrose tubular aguda Pielonefrites Rim policístico Síndrome de Bartter Uso de teofilina Níveis Diminuídos Diminuição da ingestão de sal Vômito Diarréia Aspiração gástrica Diabetes insipidus Fístulas gastrointestinais Síndrome de Cushing Cloro. A determinação dos cloretos em amostras de sangue e urina faz parte da avaliação dos distúrbios hidro-eletrolíticos e ácido-básicos. Líquor Acompanha as alterações (diminuição ou elevação) dos níveis séricos. representa a maioria dos constituintes osmoticamente ativos do plasma. A maior parte do cloro ingerido é absorvida e o excesso excretado na urina. Níveis Aumentados Insuficiência renal aguda Níveis Diminuídos Acidose metabólica associada a elevação de ânions orgânicos(cetoacidose diabética e insuficiência renal) Acidose respiratória Acidose metabólica associada à diarréia prolongada com perda de bicarbonato Acidose tubular renal Alcalose respiratória Alguns casos e hiperparatireoidismo primário Desidratação Diabetes insipidus Hiperfunção adrenocortical Intoxicação por salicilato Alcalose metabólica Aldosteronismo Doença de Addison Hipersudorese Nefrite perdedora de sal Secreção gástrica persistente Vômito prolongado Cloro Urinário Normalmente a excreção urinária de cloro se aproxima da ingestão. A dosagem do cloreto no suor é útil no diagnóstico da fibrose cística. 3.Procedimento Operacional Padrão . 28 .

Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome.3214. 8. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. código). + 1 fr Padrão – 2. oxalato. . Diluir a urina 1:2. utilizar amostras centrifugadas. 08 horas. 7. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. separação e distribuição do material 5.500 nm com cubetas. Soro ou plasma: obtido da maneira usual.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Urina ou líquor: Para dosagem no líquor ou na urina.G.Brasil. citrato. suor e líquor. Reagente pronto para uso. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Pipetas automáticas e ponteiras.M.Varginha .com. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Bioquímica 4. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Para evitar a passagem do cloreto para as hemácias. Multiplicar o resultado obtido por 2. 29 . Urina de 24 horas. COMPONENTES DO KIT CLORETO Códigos: Registro M. O analito é estável por 7 (sete) dias entre 15 – 30oC e vários meses a 10oC negativos. urina (colhida com intervalo de 24 horas).4646 Site: www. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 a 30º C. nitrato de ferro (III) 170 mM. heparina). O reativo é estável até a data de validade do Kit.br Reagente: Tiocianato de mercúrio 12. Vila Verônica . instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Banho de água a 37 ºC.com.: 80027310028 BT 12003 – 1 fr com 50mL. Armazenamento e estabilidade das amostras: O íon cloreto é estável na amostra até 04 dias se armazenado entre 2-8oC. ácido nítrico 50 mM.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Padrão: Solução de íons Cloreto (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). Conservar entre 15 – 30ºC. Amostras Usar soro ou plasma (EDTA.9 mM. pelo menos.S. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Cronômetro.Procedimento Operacional Padrão . o plasma ou soro.biotecnicaltda. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 460 . devem ser separados até 1 hora após a coleta. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 6. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Manter protegido da luz. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de.

A cor é estável durante 30 minutos. Seguir com rigor a metodologia proposta. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 11. Em caso de contato com os olhos ou pele. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. lavar o local com água corrente. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Isso evitará contaminação cruzada. lavar abundantemente com água corrente. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).0 mL 2. plasma ou urina. sendo o último. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. controle (se utilizado) e reagente. contém soro.0 mL Padrão 5 μL 2. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Padrão 30 . e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reagente Branco 2. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco á 460-500 nm. Em caso de vazamento acidental. 9. Cuidados especiais Cuidados especiais com a água utilizada! Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.0 mL Amostra 5 μL 2. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Homogeneizar bem e incubar os tubos durante 5 minutos à temperatura ambiente. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. para a obtenção de resultados exatos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. com água destilada ou deionizada. CÁLCULOS Abs. eventualmente infectado. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Amostra X Concentração do padrão = mEq/L cloreto Abs. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. uma vez usado. 3. O enxágüe deve ser exaustivo. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.Procedimento Operacional Padrão . O reagente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 10.Bioquímica Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. o que poderia causar resultados errôneos. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações.

ictéricas e hemolizadas. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.Procedimento Operacional Padrão . Ltda – Revisão Maio/2005. 1997.Fisher D. Clin Chem 1981. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Pardini – 2002 – 58-59 31 .28. Líquor: 118 a 132 mEq/L Esses valores são unicamente orientativos. Rio de Janeiro. Qualitymark ed. Hunt MR. Garner D. Manual de exames – Laboratório H. 27: 493-501.1665 (1956) Skeggs L. Cloro – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.. Metodologia Technicon.. do Padrão . pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc.Anal. Cloreto (mEq/L) = Absorbância do Teste x Fator 12.M. fazer o branco da amostra com água destilada.. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.5 Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: 98 – 110 mEq/L = 49 – 55 mmol/L Para amostras de Urina: 170 – 250 mEq/24h = 85 – 125 mmol/L Suor até 40 mEq/L. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência 13. Westgard JO. 14. Padrão Absorbância da Amostra Absorbância do Padrão Devido à ótima reprodutibilidade. Barry PL.Bioquímica Onde: Abs. Amostra Abs.. Interferências Para amostras Lipêmica..O. que pode ser obtida com a metodologia. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Zall D. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mEq/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L = mEq/L x 0. Chem. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 200 mEq/L (100 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.

Líquido ascítico ou líquido pleural: O material não é colhido no laboratório. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta Armazenamento e estabilidade das amostras: As amostras de soro / plasma podem ser guardadas 2 – 8OC por uma semana ou – 20OC por 2 meses. anemia hemolítica . 2. AUMENTO: icterícia obstrutiva.Procedimento Operacional Padrão . hipotireoidismo. S. hiperlipidemia familiar combinada. gravidez. de Von Gierke. de Tangier. S. 20% a 35% pela HDL-lipoproteina e 5% a 12% pela VLDL-lipoproteina. PRINCÍPIO DO MÉTODO Os ésteres de colesterol existentes na amostra são hidrolisados pela enzima colesterol esterase produzindo o colesterol livre. dentre elas o colesterol. D. O colesterol é o principal lipídio associado à doença vascular aterosclerótica. Drogas: corticosteróides. anemia hipocrômica severa. hepatite por vírus. Soro ou plasma heparinizado. A enzima colesterol oxidase. graxo Colesterol +1/2 O2 ----------------> Colestenona + H2O2 2 H2O2 + 4-Aminoantipirina + Fenol -------------> Quinonaimina +4H2O 4. Amostras: Soro ou plasma. S. disbetalipoproteinemia familiar. má nutrição. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente: O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. com conseqüente inflamação e fibrose de suas paredes. pancreatite crônica. grandes queimados. em presença de oxigênio. gota. septicemia. hemofilia. uso de ACTH e corticóides. Uma dosagem de colesterol elevada é uma boa indicação dos riscos de aterosclerose. produzindo peróxido de hidrogênio. nefrótica. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. obesos e com hipotiroidismo. Separar dentro das próximas 2 horas da coleta. catalisa a oxidação do colesterol livre. hepatoma. hipercolesterolemia familiar(deficiência de receptores LDL). de Cushing. 3. inanição. abetalipoproteinemia. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). que apresenta máximo de absorção em 500 nm. linfangiectasia intestinal. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O colesterol é um componente estrutural importante da membrana celular e precursor para biossíntese de ácidos biliares e hormônio esteróides. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. Soro: obtido da maneira usual. oxidase col. anorexia nervosa. D. cirrose porta. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação dos riscos de aterosclerose e monitoramento de pacientes diabéticos. de má absorção. peroxidase col. A aterosclerose desencadeia várias disfunções em vários órgãos principalmente no coração. Colesterol esterificado + H2O ------------------>Colesterol + Ac. diabetes mellitus. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise intensa. porfiria intermitente aguda. Volumes mínimos e ideais A serem definidos pelo próprio laboratório.lipoproteína. em presença de 4-aminoantipirina. cérebro e rins. sendo cerca de 60% a 70% transportados pela LDL. acantocitose. a qual é uma degeneração de artérias de grande e médio calibre através da deposição de lipoproteínas. uremia terminal. outros anticoagulantes podem interferir no resultado final. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. anemia perniciosa. hipercolesterolemia poligênica. de Addison. Esterase 32 . D. D. DIMINUIÇÃO: hepatopatias graves.Bioquímica COLESTEROL Método Enzimático Colorimétrico 1. Não usar amostras visivelmente hemolisadas. O colesterol total compreende todo colesterol encontrado em várias lipoproteínas. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). após pancreatectomia.de Gaucher. aterosclerose. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do reagente fenólico (fenol) pelo peróxido de hidrogênio formado. hipertireoidismo. separação e distribuição do material. líquido ascítico ou líquido pleural.

7. Banho de água a 37 °C. contém soro. 8. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.42 mmol/L– pH 7.com.6 mmol/L. Conservar entre 2 – 8 º C 6. Padrão: Solução de Colesterol (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.Brasil.: 80027310039 BT 10. O reagente. COMPONENTES DO KIT COLESTEROL Códigos: Registro M. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.4646 Site: www. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Vila Verônica . Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Cronômetro Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. evitando assim a deterioração das enzimas. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Peroxidase > 2000 KU/L.Procedimento Operacional Padrão .Bioquímica 5.2. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Seguir com rigor a metodologia proposta.004 – 4 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2. Colato de Sodio 8 mM. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. plasma ou urina.0 mL. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . 4-Aminoantipirina 0.M. 9. para a obtenção de resultados exatos. O reativo é estável até a data de validade do Kit.G. Colesterol oxidase > 200 U/L. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. uma vez usado. código). Colesterol esterase (CHE) > 750 U/L.S. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510) com cubetas.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.biotecnicaltda.3214. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. eventualmente infectado. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.Varginha . CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.0 mL BT 10. . Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. 4-Clorofenol 20 mmol/L. 33 .br Reagente: Tampão fosfato 182.004 – 1 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Pipetas automáticas e ponteiras.

do Padrão . A cor é estável durante 30 minutos. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Em caso de vazamento acidental. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. lavar o local com água corrente. Isso evitará contaminação cruzada. Amostra X Concentração do Padrão Abs. lavar abundantemente com água corrente.Procedimento Operacional Padrão . com água destilada ou deionizada. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 2. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. o que poderia causar resultados errôneos. Colesterol (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Deixar o Reagente durante alguns minutos á temperatura ambiente ou em um banho de água. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. que pode ser obtida com a metodologia. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.0 mL Padrão 10 µL 1. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente ou durante 10 minutos a 37ºC. Em caso de contato com os olhos ou pele. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. CÁLCULOS Colesterol (mg/dL) = Abs. 11. 10. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.0 mL Amostra 10 µL 1. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.Bioquímica O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Ler a absorbância (AP) do Padrão e a (AA) da Amostra frente ao Branco á 500 nm. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L = mg/dL x 0.026 Valores de referência Faixa Etária 2 a 19 anos 20 anos ou acima Valor (mg/dL) Menor que 170 De 170 a 199 Maior que 200 Menor que 200 De 200 a 239 Maior que 240 Interpretação Desejável Limítrofe Aumentado Ótimo Limítrofe Alto 34 . controle (se utilizado) e reagente. Padrão Devido à ótima reprodutibilidade. 4.0 mL Padrão Amostra Reagente 3. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. sendo o último. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. O enxágüe deve ser exaustivo.

CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 800 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Connoly TN.Procedimento Operacional Padrão . Bilirrubina: Bilirrubina até 15 mg/dL não interfere no resultado do teste.E.P. fenotiazina. heparina. fenitoína. . B. Líquido Ascítico ou Líquido Pleural: Inferior ao soro com triglicérides elevados: = quiloso Superior ao soro com triglicérides normal: = quiliforme Esses valores são unicamente orientativos. Levy. Good NE. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 125.. Chem. W. F. Biol. 195-357 (1952) Castelli. Falsos valores diminuídos: neomicina. bromatos. – Current Prescribing 6177: 39 (1977). 148.. Pardini – 2002 – 67-68 35 .5:467. tetraciclina. Lee RS. Manual de exames – Laboratório H. L.L. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Abell. Fredriickson DS. aspirina e epinefrina.Ácido Ascórbico: mesmo em baixas concentrações (abaixo de 2 mg/dL) o ácido ascórbico induz a resultados falsamente diminuídos. Falsos valores elevados: Esteróides. Biochemistry 1966.. 94. Winger GD. 13.Hemoglobina e Triglicérides elevados (amostra com turvação evidente): Hemoglobina acima de 150mg/dL (hemólise significativa) e hiperlipemia acentuada induzem a resultados falsamente aumentados. Levy RJ.:J. Rio de Janeiro. Singh RMM. 1997. Ltda – Revisão Maio/2005.Ann Clin Biochem 6124 (1969). Kendalll. Winter W.B. sulfonamidas. kanamicina. anticoncepcional oral. Colesterol – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Interferências . 276:24. Izawa S. New Engl J Med 1967. colchicina. . 276.Bioquímica * Dados das III Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2001. 14. Qualitymark ed.43:891. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Trinder P. Bull Org Mond Santé. 1970. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 215. agentes hipoglicemiantes.

Esteróides. Anti-hipertensivo. Hipertrigliceridemia. Bloqueadores beta adrenérgicos.Bioquímica HDL COLESTEROL DIRETO Método Enzimático Colorimétrico Direto – Sem precipitação 1. Quando é adicionado o Reagente B. Fatores que contribuem para o decréscimo do colesterol HDL Fatores genéticos: hipoalfalipoproteinemia. . mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol).0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. COMPONENTES DO KIT COLESTEROL HDL . Critérios para a rejeição de amostras Soro hemolisado. seus valores não devem ser usados como estimativa de risco de aterosclerose. tiazídicos. em presença de peroxidase.androgênios. 4. progestágenos. Isso devese ao fato da HDL-lipoproteína estar envolvida no chamado transporte reverso do colesterol para ser metabolizado no fígado (sítio de maior excreção do colesterol). Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Em doenças da tireóide. separação e distribuição do material. 3. Sedentarismo. 5. Obesidade.006 – 1 fr R-A com 45 mL. somente o Colesterol HDL reage com a cadeia enzimática (CHE-CO). VLDL e Quilomicrons) deixando a lipoproteína HDL livre. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de dislipidemias associadas a patologias coronárias.Varginha . Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. + 1 fr. Vila Verônica . A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste.Procedimento Operacional Padrão .: 80027310035 Códigos: BT 10.3214.S. medida à 600 nm. Fumo. Valores de HDL – colesterol são aproximadamente 1/5 do colesterol total.Brasil. anabólicos. A concentração do HDL presente na amostra é proporcional a absorbância.4646 36 .M. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . tendendo a decrescer temporariamente após infarto agudo do miocárdio. Valores de C–HDL são dependentes de sexo e idade.G. visto que o hipotireoidismo aumenta e o hipertireoidismo diminui seus níveis. Neomicina. Amostras Soro não hemolisado. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. plasma (heparina ou EDTA) Armazenamento e estabilidade das amostras: O Colesterol é estável na amostra 7 dias à 2-8 ºC ou 30 dias à –20 ºC. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Vários estudos sugerem existir uma forte correlação inversa entre os níveis de C-HDL e o risco de aterosclerose.DIRETO Registro M. PRINCÍPIO DO MÉTODO O anticorpo antiβ-lipoproteína humana presente no Reagente A se liga as lipoproteínas (LDL. R-B com 15 mL + 1 fr Calibrador – 1. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. O peróxido de hidrogênio produzido pela reação enzimática produz um complexo de cor azul sob condensação oxidativa com F-DAOS e 4-AAP. 2.

em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. plasma ou urina. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Reagente pronto para uso. 7. uma vez usado. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. O reagente. Em caso de contato com os olhos ou pele. pH 7. com cubetas. Anticorpos antiβ-lipoproteína humana 2. 8. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Banho de água a 37 °C. Procedimento automatizado Indicar nome. Em caso de vazamento acidental. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. evitando assim a deterioração das enzimas. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Conservar entre 2 e 8º C. 37 . Pipetas automáticas e ponteiras. 9. lavar o local com água corrente. código).Bioquímica Site: www. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Seguir com rigor a metodologia proposta. eventualmente infectado. para a obtenção de resultados exatos. O reativo é estável até a data de validade do Kit. contém soro. lavar abundantemente com água corrente.0. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Cronômetro Tubos de ensaio. Colesterol oxidase > 2000 U/L. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.8 mM.9 mM. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. POD > 2400 U/L. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.br Reativo A: 4-aminoantipirina 0.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. NÃO CONGELAR. Ascorbato oxidase > 2700 U/L. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. F-DAOS 0. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 600 nm. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Reativo B: Colesterol esterase > 4000 U/L. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.com. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Tampão MES 30 mM.com. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.biotecnicaltda. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. 6. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Calibrador: Soro liofilizado (Valor da concentração vide etiqueta do frasco).Procedimento Operacional Padrão . Em caso de ingestão procurar atendimento médico.0 U/L.

incubar a 37 ºC por 5 minutos. 5. O calibrador é estável 03 dias se conservado entre 2-8ºC ou 30 dias a –20ºC. controle (se utilizado) e reagente. Ler a absorbância a 600 nm (A1) da amostra e (A1p) do padrão. com água destilada ou deionizada. incubar a 37 ºC por 5 minutos.0 mL de água destilada ou deionizada. se protegida da luz. Procedimento manual Técnica Micro: 1. Homogeneizar e incubar 5 minutos a 37 º C. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. pronto para uso. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Deixar em repouso por 30 minutos antes do uso. Homogeneizar. se conservados de 2-8ºC e tomados os devidos cuidados para evitar contaminação. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Ler a absorbância (A2p) do Padrão e (A2) da amostra frente ao Branco a 600 nm. 5. Evitar a formação de espuma.Bioquímica Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 6. Congelar e descongelar somente uma vez. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 10 μL 750 μL Calibrador 10 μL 750 μL Amostra 10 μL 750 μL Água destilada Calibrador Amostra Reativo A 2. Ler a absorbância (A2p) do Padrão e (A2) da Amostra frente ao Branco a 600 nm. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 4 μL 300 μL Calibrador 4 μL 300 μL Amostra 4 μL 300 μL Água destilada Calibrador Amostra Reativo A 2. 38 . Homogeneizar. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Isso evitará contaminação cruzada. Adicionar: Reativo B 250 µL 250 µL 250 µL 4. Fechar o frasco e homogeneizar cuidadosamente. para dissolver todo o liofilizado. Adicionar: 3.Procedimento Operacional Padrão . A reação é estável por 30 min. 3. sendo o último. Técnica Macro: 1. 10. depois de reconstituído. 6. Ler a absorbância a 600 nm (A1) da amostra e (A1p) do padrão. A reação é estável por 30 min. A estabilidade dos reativos é de pelo menos 60 dias. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Homogeneizar cuidadosamente depois de descongelado. Homegeneizar e incubar 5 minutos a 37 ºC. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Calibrador: Reconstituir o calibrador com exatamente 1. após o frasco aberto. se protegida da luz. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. o que poderia causar resultados errôneos. O enxágüe deve ser exaustivo. Adicionar: 100 µL 100 µL 100 µL Reativo B 4. Reagentes: Os reagentes são fornecidos na forma líquida.

167 A1p= 0.111 Colesterol HDL (mg/dL) = 0. CÁLCULOS A1p = ΔA padrão A2-A1 = ΔA amostra [P]= Concentração do Padrão ΔA padrão x valor da concentração do padrão = mg/dL de HDL-c ΔA amostra Com Fator: Fator de calibração = [P] ΔA padrão Concentração de HDL em mg/dL = ΔA amostra x Fator Calibração Exemplo: A2 = 0. Interferências Ácido Ascórbico (até 50 mg/dL). HDL . 12. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 180 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. HDL – Homens Col. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Bilirrubina (até 40 mg/dL) e lipídios (até 5 g/dL) não interferem.3 = 43. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.3 0. 11. sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. os valores de referência para HDL Colesterol podem ser consultados por faixa etária.280 A1= 0.5 mg/dL.056 [P] = 35 mg/dL ΔA amostra= 0. Valor (mg/dL) Maior que 40 Maior que 35 Menor que 40 Maior que 60 Maior que 45 Interpretação Desejável Desejável Baixo Alto Desejável 39 .138 x 315.Bioquímica Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.026 Valores de referência Desejável Colesterol LDL Colesterol Total Col.Mulheres < 130 < 200 > 55 > 65 Risco moderado 130 – 159 200 – 239 35 – 55 45 – 65 Alto risco ≥160 ≥ 240 < 35 < 45 Estes valores são unicamente orientativos.167-0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L Colesterol = mg/dL colesterol x 0.Procedimento Operacional Padrão .111 Fator = 35 = 315.142 A2p= 0.280-0. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.138 ΔA padrão= 0.142=0. Hemoglobina (até 500 mg/dL).056=0. Pelas últimas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose. como mostrado na tabela abaixo: Faixa Etária Até 10 anos De 10 a 19 anos 20 anos ou acima Diabéticos 13.

Rio de Janeiro.Bioquímica 14. Am J. And Pharm.. 1997.Procedimento Operacional Padrão . REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Gordon T et al.707 (1977). Pardini – 2002 – 67-68 40 . 37 (1997) HDL Colesterol –Direto – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Ltda – Revisão Maio/2005. J. 62. Sachiko Izawa et al. Med.: A new direct method for measuring HDL – Cholesterol which does not produce any biased values. Qualitymark ed. 1385-1388.: High density lipoprotein as a protective factor against coronary heart disease.Med.. Manual de exames – Laboratório H.Sci. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 241. The Framingham Study.

Hipertrigliceridemia.Bioquímica HDL COLESTEROL Método Precipitante – Ácido Fosfotúngstico 1. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Neomicina. Isso se deve ao fato da HDL-lipoproteína estar envolvida no chamado transporte reverso do colesterol para ser metabolizado no fígado (sítio de maior excreção do colesterol). PRINCÍPIO DO MÉTODO Os quilomicrons e as lipoproteínas de baixíssima densidade (VLDL) e de baixa densidade (LDL) presentes na amostra. oxidase col. precipitam em presença de fosfotungstato e íons magnésio. seus valores não devem ser usados como estimativa de risco de aterosclerose. Obesidade. tendendo a decrescer temporariamente após infarto agudo do miocárdio. separação e distribuição do material 5. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise intensa. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação dos riscos de doenças coronarianas e renais causadas por aterosclerose. O sobrenadante da centrifugação contém as lipoproteínas de elevada densidade (HDL). Armazenamento e estabilidade das amostras: O Colesterol é estável na amostra 3 dias à 2-8 ºC. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Vários estudos sugerem existir uma forte correlação inversa entre os níveis de C-HDL e o risco de aterosclerose. Colesterol esterificado + H2O -------------> Colesterol + Ac.0 mL Registro M. COMPONENTES DO KIT HDL COLESTEROL (PRECIPITANTE) Códigos: BT 10. + 1 fr Padrão – 2. progestágenos.005 – 1 fr com 50mL. Valores de C–HDL são dependentes de sexo e idade.: 80027310054 peroxidase col.androgênios. Amostras Soro não hemolisado. Esteróides. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. Em doenças da tireóide. Fumo. tiazídicos. anabólicos. Sedentarismo. Fatores que contribuem para o decréscimo do colesterol HDL: Fatores genéticos: hipoalfalipoproteinemia. graxo Colesterol + ½ O2 + H2O --------------> Colestenona + H2O2 2H2O2 + 4-Aminoantipirina +DCFS ------------->Quinonaimina+4H2O 4.Procedimento Operacional Padrão . Valores de HDL – colesterol são aproximadamente 1/5 do colesterol total. 2. plasma (heparina ou EDTA). visto que o hipotireoidismo aumenta e o hipertireoidismo diminui seus níveis. esterase 41 . Bloqueadores beta adrenérgicos. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. cujo colesterol quantifica-se espectrofotometricamente mediante as reações acopladas descritas abaixo.S. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). Anti-hipertensivo 3.

o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. cloreto de magnésio 3.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. lavar o local com água corrente. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. com cubetas. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. eventualmente infectado.com. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.Varginha . 42 . Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. O reagente. plasma ou urina. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Cronômetro Tubos de ensaio. Padrão: Solução padrão de Colesterol (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. 7.3214. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.G. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Procedimento automatizado Indicar nome..Procedimento Operacional Padrão . O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Banho de água a 37 °C. 6.4646 Site: www.br Reagente: Ácido Fosfotúngstíco 16 mmol/L. Em caso de contato com os olhos ou pele.5 mmol/L. uma vez usado. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Pipetas automáticas e ponteiras. 9. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.M. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 8. Seguir com rigor a metodologia proposta.com. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.Brasil. . código). lavar abundantemente com água corrente. evitando assim a deterioração das enzimas.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. contém soro. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Vila Verônica . NÃO CONGELAR. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.biotecnicaltda. Conservar entre 2 e 8º C. Em caso de vazamento acidental. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 600 nm. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. O reativo é estável até a data de validade do Kit. para a obtenção de resultados exatos.

. controle (se utilizado) e reagente. Multiplicar o resultado final por 2. remover o sobrenadante límpido dentro de 15 minutos. Isso evitará contaminação cruzada.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. 3. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.244 43 . Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. 4.0 mL Água destilada Padrão de colesterol HDL Sobrenadante Reagente do Colesterol 7. Amostras lipêmicas e ocasionalmente amostras não lipêmicas podem apresentar o sobrenadante turvo. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Fc = 40 = 131.1 Exemplo: AA = 0. Recolher com cuidado o sobrenadante. Após a centrifugação.000 rpm.0 mL Padrão 100 μL 1. Padrão Com Fator: Fc (Fator de calibração)= 40 Ap Concentração de HDL em mg/dL= Aa x Fc. A cor é estável durante pelo menos 30 minutos. Deixar o Reagente durante alguns minutos á temperatura ambiente ou em um banho de água. O enxágüe deve ser exaustivo. 250 μL 250 μL Agitar e deixar durante 10 minutos à temperatura ambiente. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco à 500 nm. Agitar bem e incubar nos tubos durante 30 minutos à temperatura ambiente ou durante 10 minutos a 37ºC 8. Neste caso diluir a amostra 1:2 com NaCI 150 mmol/l e repetir a precipitação. 5. 6. CÁLCULOS Aa= Absorbância da amostra Ap= Absorbância do padrão ( ) [P]= Concentração do Padrão = 40 mg/dL * ( ) * 40 equivale ao valor do padrão (20 mg/dL) corrigido de acordo com o fator de diluição (1:2) usado na precipitação. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. sendo o último. Centrifugar durante 10 minutos a um mínimo de 4. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 100 μL 1. 11. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Pipetar em tubo de centrífuga Amostra Reagente precipitante 2. Amostra X 40 * = mg/dL Colesterol HDL Abs. Caso o sobrenadante permaneça ainda turvo a amostra não pode ser utilizada para determinar o colesterol HDL. para evitar resultados falsamente elevados. o que poderia causar resultados errôneos. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual Precipitação 1. 10.0 mL Amostra 100 μL 1. com água destilada ou deionizada. Cuidados especiais Manter sempre a relação Amostra/Preciptante igual a 1:1. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.Procedimento Operacional Padrão . ( ) Abs.

U. Clin.148.1= 31. 11: 583. HDL – Homens Col.L. HDL .G. os valores de referência para HDL Colesterol podem ser consultados por faixa etária. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 150 mg/dL. et al. Clin Chem. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Kostner. Burstein M. Scholnick HR. HDL Colesterol (Precipitante) – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.) Methods of Enzymatic Analysis. et al.1977. H. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. J Lipid Res 1970.Procedimento Operacional Padrão .305 0.026 Valores de referência Desejável Colesterol LDL Colesterol Total Col. Pelas últimas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose. Chem. como mostrado na tabela abaixo: Faixa Etária Até 10 anos De 10 a 19 anos 20 anos ou acima Diabéticos 13. p.1979.Bioquímica Ap= 0. Academic Press 2 ed.. Interferências Àcido ascórbico >0.1977. Clin Chem 25(6):939. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Warnick. 1997. Morfin R. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L Colesterol = mg/dL colesterol x 0.1985. Grove TH.99 mg/dL 12. Rio de Janeiro. Qualitymark ed.244 x 131. Virella.T. et al. M. Manual de exames – Laboratório H. R. 25:560.1985. Friedwald W. a hemoglobina >3 g/L e a bilirrubina >0. Pardini – 2002 – 67-68 Valor (mg/dL) Maior que 40 Maior que 35 Menor que 40 Maior que 60 Maior que 45 Interpretação Desejável Desejável Baixo Alto Desejável 44 .3 mmol/L. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 241. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.25 mmol/L interferem. 18:707. Ltda – Revisão Maio/2005. nd Bergmeyer.F. (Ed. et al.. Clin Chem. sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência.Mulheres < 130 < 200 > 55 > 65 Risco moderado 130 – 159 200 – 239 35 – 55 45 – 65 Alto risco ≥160 ≥ 240 < 35 < 45 Estes valores são unicamente orientativos. 2:217.. 23:882.M. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 14. Clin Chem 1979.305 Concentração de HDL(mg/dL)= 0. G.

cefalosporinas e ácido ascórbico CREATININA URINÁRIA É filtrada livremente pelos glomérulos somente sendo reabsorvida em certas condições clínicas. portanto. Mede-se a velocidade de formação desse complexo utilizando uma cinética de 2 pontos durante os períodos iniciais da reação. porém. Com a redução do fluxo sanguineo renal. pelo menos.Procedimento Operacional Padrão . o que não interfere na dosagem da creatinina. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Diminuição do fluxo sanguíneo renal: Baixa estatura insuficiência cardíaca congestiva. oxalato ou fluoreto. PRINCÍPIO DO MÉTODO A creatinina presente na amostra reage com o picrato em meio alcalino originando um complexo de cor vermelhoamarelada. Amostras: Soro. A determinação da creatinina urinária em mg/kg de peso é um parâmetro indicativo do volume correto da urina colhida no período de 24 horas. 08 horas.Homens e atletas produzem maiores quantidades de creatinina que crianças. 2. EDTA. Os anticoagulantes como a heparina. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. desidratação Insuficiência renal por decréscimo da Desnutrição filtração glomerular Obstrução do trato urinário Diminuição da massa muscular Intoxicação por metanol Doença hepática severa Terapia com metildopa. A secreção tubular da creatinina pode ser inibida por drogas como: cimetidina. 45 . trimetoprim e probenecide. O decréscimo da massa muscular no idoso deve ser considerado na interpretação dos resultados. idosos e mulheres em geral. trimetoprim. tendo. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação da função renal. choque. plasma ou urina. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Adenoma hipofisário Distrofia muscular Diabetes mellitos Doença muscular inflamatória Doenças infecciosas Doenças com diminuição da massa muscular Encefalite Doença renal avançada Hipotireoidismo Hipertireoidismo Anemia Leucemia Paralisia 3. a reação do picrato com outros cromogênios presentes na amostra é lenta. como: diabetes melittus. uma relação direta com a massa muscular. A concentração de creatinina somente torna-se anormal quando aproximadamente metade ou mais de néfrons tenham sido comprometidos. A creatinina não é afetada normalmente pela dieta. Exercícios severos e ingestão de altas quantidades de carne podem causar aumentos significativos na excreção de creatinina. 4. Armazenamento e estabilidade das amostras: A creatinina em soro ou plasma é estável 24 horas a 2-8ºC. enquanto a diminuição da massa muscular nos idosos provoca diminuição. ocorrendo nos períodos finais da reação.Bioquímica CREATININA Método Cinético Colorimétrico 1. Gravidez hidantoína. insuficiência cardíaca congestiva etc. a creatinina eleva-se mais lentamente que a uréia. os níveis séricos poderão sofrer aumento por um período de 48 horas. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO CREATININA SÉRICA Trata-se de um produto metabólico formado pela descarboxilação da creatina-fosfato no músculo. não interferem. se quantidades excessivas de carnes forem consumidas.

8.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. 7. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.G. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.: 80027310025 BT 10. COMPONENTES DO KIT CREATININA Códigos: Registro M.Brasil. Diluir a urina fresca 1/100 com água destilada. Reagente B: Hidróxido sódico 1. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou intensa turvação. Manter ao abrigo da luz. 50mL RB + 1 fr. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Procedimento automatizado Indicar nome.Varginha . Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Pipetas automáticas e ponteiras.S. Padrão: Solução de Creatinina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Tetraborato sódico 20 mmol/L.biotecnicaltda. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. 250mL RB + 1 fr. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.M. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.com. código). 250mL RA + 1 fr. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.Bioquímica Urina: amostra de urina de 24 horas deve ser conservada em geladeira durante o período de coleta e até o momento da dosagem. Conservar entre 15-30oC 6.4646 Site: www. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.Procedimento Operacional Padrão .0 mL BT 10. Estável 4 dias a 2-8oC.007 – 1 fr.3214. Padrão – 2. Padrão – 2. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. separação e distribuição do material 5.8 mmol/L. Cronômetro Tubos de ensaio.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. 46 .br Reagente A: Ácido pícrico 18 mmol/L. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. 50mL RA + 1 fr. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Multiplicar o resultado obtido por 100.007 – 1 fr. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura a 500 nm (490-510). Vila Verônica . com cubeta termostatizável.

o procedimento corretivo com desproteinização não é eficiente e. lavar o local com água corrente. Fazer uma diluição do sobrenadante na proporção de 1:50 com água destilada ou deionizada. 5. o que poderia causar resultados errôneos. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. aplicar as normas de segurança estabelecidas. O Reativo B é caustico. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Em caso de vazamento acidental. 3.Bioquímica 9. controle (se utilizado) e reagente. 2.0 mL Misturar e acionar imediatamente o cronômetro. contém soro. Em caso de contato com os olhos ou pele. com água destilada ou deionizada. Evitar contato com a pele. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. 4. O reagente.Procedimento Operacional Padrão . Pré-aquecer o Reagente de Trabalho e a amostra ou padrão a 37ºC durante alguns minutos. Centrifugar uma alíquota de 10 mL. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Procedimento manual 1. As amostras muito leitosas. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Pipetar em uma cubeta pré-aquecida a 37ºC: Reagente de Trabalho 4. 10. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. uma vez usado. por 10 minutos a 3000 rpm. Ajustar o espectrofotômetro em zero frente a água destilada. nestes casos. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Ler a absorbância à 500 nm aos 30 segundos (A1) e aos 90 segundos (A2). Seguir com rigor a metodologia proposta. 2. sendo o último. Quando a temperatura no interior da cubeta alcançar 37ºC pipetar : Padrão ou Amostra 6. O enxágüe deve ser exaustivo. Inserir em porta-cubetas termostatizado a 37ºC. 47 . Fazer referência ao Manual ou POP de Segurança. Medir o volume urinário de 24 horas. Estável por 10 dias a temperatura ambiente. Dosagem em urina: 1. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Multiplicar o resultado obtido por 50. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. não é possível dosar a creatinina com exatidão. plasma ou urina. eventualmente infectado. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. 5. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. lavar abundantemente com água corrente. 3. Isso evitará contaminação cruzada. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 100 µL 1. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. para o soro. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 7. para a obtenção de resultados exatos. Homogeneizar. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes: Reagente de Trabalho: Misturar volumes iguais de Reativo A e Reativo B. Proceder a dosagem conforme o procedimento descrito acima.

25 Peso = 70 kg Altura = 170 cm Superfície corporal = 1.725 x 0. (A2 – A1) Padrão Creatinina em mg/dl = (A2 – A1) amostra x Fc Creatinina Urina (mg/24 horas) = Creatinina mg/dL x Volume urinário 24hs (mL) 100 Creatinina em mg/kg peso/24 horas: Urina mg/kg peso /24 horas = Creatinina urina mg/ 24 horas Peso (kg) Depuração Da Creatinina Endógena (Clearence): Depuração (mL/minuto) = U x VM S Onde: U = creatinina na urina (mg/dL) S = creatinina no soro (mg/dL) VM = volume minuto (Vol.91 mg/dl 48 .73 m ) = Depuração(mL/min) x 1.425 x A0. dividido por 1440 minutos) Atenção: A depuração deverá ser corrigida para a superfície corporal do paciente. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL Fc = = 2 0.91 Volume de 24 horas = 1800 mL Volume/minuto = 1800/1440 = 1.Procedimento Operacional Padrão .73 Superfície corporal Exemplo: Creatinina na urina (mg/dl) = 120 Creatinina no soro (mg/dl) = 0. em mL.409-0.5 mL/min 1.187 = 10.A1) amostra x Fc Exemplo: A1 – p = 0.81 m2 Depuração (mL/min) = 120 x 1.7 Creatinina (mg/dl)=(0. 0.137) x 10.7= 0. Urinário de 24 h.222 Valor do Padrão: 2 mg/dl Cálculo na Urina Fc = Valor Padrão .409 A1 .81 12.73 = 157.p = 0.A1) padrão Creatinina (mg/dl) = (A2 . CÁLCULOS (A2 .007184 Onde: 2 SC = superfície corporal em m P = peso em Kg A = altura em cm Determinação do Clearence: 2 Clearence (mL/min/1.137 A2 _ A = 0.91 Depuração (mL/min/1.83 mL/min.A = 0. Cálculo da Superfície Corporal sem utilização do Nomograma: SC = P0.222 A2 .A1) amostra x valor padrão = mg/dL creatinina (A2 .222 – 0.A1) padrão COM FATOR: Fc = Valor do padrão (A2 .83 x 1.222 2 0.Bioquímica 11.73 m2) = 164.25 = 164.

Rio de Janeiro.Bioquímica UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL creatinina x 88. Manual de exames – Laboratório H. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • Bartels H. Bohmer M.73 m2 2 Mulher: 95 a 150 mL/minuto/1.73 m Obs: mg/Kg = mg/24 horas dividido pelo peso corporal do paciente. Esses valores são unicamente orientativos.1. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. a proteína e compostos cetônicos não interferem.2 mg/dL = 53 . Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. • Crianças maiores de 3 anos: 12 a 30 mg/Kg peso/24 horas. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 13.. Pardini – 2002 – 70-71 49 . Clin Chem Acta 1971.5 . Falsos Valores baixos: Urinas muito acidificadas podem apresentar forte interferência negativa.1.0 mg/dL = 44-80 μmol/L Urina (mg/24 horas) • Adultos: Homem: 1000 a 2000 mg/24 horas Mulher: 800 a 1800 mg/24 horas. 17: 696 Creatinina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. a bilirrubina (10 mg/dL). Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 143. A determinação pode ser afetada por concentrações elevadas de substâncias redutoras. Falsos Valores elevados: A creatinina urinária aumenta com dietas hiperprotéicas. Interferências A hemoglobina (0. Creatinina na Urina (mg/kg/24 horas) • Crianças 2 . diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.6 .3 anos: 6 a 22 mg/Kg/24 horas. Fabiny DL. 1997. 14. • Adultos: Mulheres: 16 a 22 mg/Kg peso/24 horas Homens: 21 a 26 mg/Kg peso/24 horas Clearence 2 • Criança: 70 a 140 mL/minuto/1. ácido ascórbico e levodopa.4 = μmol/L creatinina Valores de referência Soro ou Plasma • Homens: 0. Ertinghausen G. Clin Chem 1971.73 m Adultos: Homem: 98 a 160 mL/minuto/1.97 μmol/L • Mulheres: 0.Procedimento Operacional Padrão . CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 12 mg/dL = 1768 μmol/L. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 32: 81.1 g/L). cefalosporinas. Qualitymark ed. Ltda – Revisão Maio/2005.

Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro. G6P-DH HK CK Níveis Diminuídos Diminuição da massa muscular Doenças do tecido conjuntivo Doença alcoólica do fígado Terapia com esteróides 50 . estando presente também no intestino e nos pulmões. existe sob a forma de um dímero. e CK-BB. A CK-BB é a isoenzima encontrada no cérebro. Amostras Usar soro ou plasma colhido em EDTA. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Creatino Quinase (CK) também denominada ATP-Creatino-N-fosfotransferase. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada nos casos de infarto do miocárdio e miopatias (distrofia muscular progressiva. chamadas M (muscle) e B (brain).UV 1. A CK total é encontrada em concentrações muito altas na musculatura esquelética e cardíaca. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Evitar exercícios físicos antes da colheita do material. isto é. A CK-MB está presente no miocárdio. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. dermatomiosites. Não utilizar amostras hemolizadas. onde representa cerca de 20% da CK contra 80% de CK-MM. trauma muscular etc). Várias condições não relacionadas ao miocárdio provocam elevação da CK total. CK-MB. A CK-MB é encontrada também no músculo estriado esquelético em pequena proporção (entre 1% e 4%. vesícula e trato gastrintestinal 3. empregando-se as reações acopladas da hexoquinase e glicose-6-fosfato desidrogenase. A CK é um dímero. sendo o restante CK-MM). Estas duas cadeias podem combinar-se de três formas.Procedimento Operacional Padrão . estômago e bexiga. A CK não é encontrada no fígado. porém os resultados não são específicos para lesão miocárdica. obtendo-se creatino e ATP. PRINCÍPIO DO MÉTODO A creatino quinase (CK) catalisa a fosforização do ADP pelo fosfato de creatino. Níveis Aumentados Infarto do miocárdio Lesões da musculatura cardíaca ou esquelética Miopatias congênitas e adquiridas Acidente vascular cerebral Fisioterapia Injeções intramusculares Hipotireoidismo Doenças infecciosas Embolia pulmonar Hipertermia maligna Convulsões generalizadas Neoplasias de próstata. e é uma importante enzima reguladora da produção e utilização de fosfatos de alta energia nos tecidos contráteis. medido à 340 nm. sendo predominante também no cólon. A concentração catalítica é determinada. formando as chamadas isoenzimas da CK: CK-MM. 2.Bioquímica CREATINO QUINASE (CK-NAC) Método Cinético . compõe-se de duas cadeias diferentes. Fosfato de creatino + ADP ------------> Creatino + ATP ATP + Glicose ------------> ADP + Glicose-6-fosfato Glicose-6-fosfato + NADP+------------->Gluconato-6-fosfato + NADPH + H+ 4. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. A atividade enzimática é estável por 24 horas entre 15 – 25 ºC e 7 dias entre 2 – 8 ºC. Quantidades apreciáveis são encontradas no cérebro. A CK total possui alta sensibilidade clínica para o diagnóstico do IAM (>90%). íleo. A CK-MM é encontrada em grande quantidade principalmente na musculatura estriada. a partir da velocidade de formação do NADPH.

Procedimento Operacional Padrão .7. 51 .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Vila Verônica . Evitar exposição à luz intensa. EDTA 2 mmol/L. com 20 mL + 1 fr.S. para a obtenção de resultados exatos. D-glicose 20 mmol/L. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. pH 6.4646 Site: www. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome.Brasil. 8. Conservar entre 2-8oC. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro. Reagente B: Fosfato de creatina 30 mmol/L. hexoquinase > 3000 U/L.3214. glicose – 6 . Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. acetato de magnésio 10 mmol/L. ADP 2 mmol. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO o Conservar o KIT a 2-8 C.G. 9.br Reagente A: Imidazol 100 mmol/L. Reagente pronto para uso. 6. Os reativos são estáveis até a data de validade indicada no rótulo. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.Varginha . MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro com cubeta termostatizada para leituras a 340 nm. 7. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. AMP 5 mmol.com. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. com 5 mL Registro M. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. sempre que conservados bem fechados e se evitada a contaminação durante o uso. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. NADP 2 mmol/L. código). di (adenosina-5) pentafosfato 10 μmol/L. EDTA 2 mmol/L.M.: 80027310034 BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.biotecnicaltda. separação e distribuição do material 5. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.com.Bioquímica Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. N-acetil-cisteína 20 mmol. . o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.fosfato desidrogenase > 2500 U/L. COMPONENTES DO KIT CREATINO QUINASE (CK-NAC) Códigos: BT 11002 . Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.1 fr. Seguir com rigor a metodologia proposta. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .

Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. plasma ou urina. o Estável 20 dias a 2-8 C. o que poderia causar resultados errôneos. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). 20 μL 1. lavar abundantemente com água corrente. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias encontradas. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Aos 3 minutos. Calcular a média das absorbâncias por minuto: ΔA/min = (A1 – A0) + (A2 – A1) + (A 3– A2) 3 Multiplicar o valor abaixo pelo valor do ΔA/min: 340 nm . Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. Pipetar: Amostra Reativo de trabalho 3. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente.0 mL Misturar e transferir de imediato a uma cubeta. sendo o último. Em caso de vazamento acidental. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. lavar o local com água corrente.Procedimento Operacional Padrão . controle (se utilizado) e reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Após a preparação do Reativo de Trabalho. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. com água destilada ou deionizada. 11. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. calcular a média da variação de absorbância por minuto (ΔA/min). mantê-lo protegido da luz. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. anotar a absorbância inicial (A0) e efetuar novas leituras após 1. uma vez usado. Acionar o cronômetro. Evitar contaminações com íons metálicos.8095 `a 37°C 52 . Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. O enxágüe deve ser exaustivo. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. 10. Em caso de contato com os olhos ou pele. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase.Bioquímica O reagente. 5. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Procedimento manual 1. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. A2 e A3. contém soro. respectivamente) Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Isso evitará contaminação cruzada. Pré-aquecer o Reativo de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. aplicar as normas estabelecidas de segurança. 4. 2 e 3.minutos (A1. eventualmente infectado. Inserir nas porta-cubetas termostatizado. Não soprar a pipeta utilizada. 2. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.

intoxicação por barbitúricos. 105:147F (1980) Deutschen gesellschaft fur Klinische Chemie Z.. 1997. 10:281 (1972). ampicilina.Bioquímica 12.Procedimento Operacional Padrão . Temperatura de incubação: A determinação também pode efetuar-se a 30º C (método IFCC). CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até ΔA/min = 0. 14. Pardini – 2002 – 71. Falsos Valores elevados: Injeções intramusculares. Chem. Manual de exames – Laboratório H. é recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 33:291 (1974). Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. CK-NAC – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Ltda – Revisão Maio/2005. clorpromazine. traumas. J. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. multiplicando o resultado final pelo fator de diluição. Qualitymark ed.250 à 340nm (2023 U/L). REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS International federation of Clinical Chemistry Clinica Chimica Acta. anfotericína B. Lab Invest. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 142. A hemólise interfere. cirurgias. Cin. Scandinavian Society for Clinical Chemistry: Scand. Interferências: Concentrações de hemoglobina acima de 200 mg/dL interferem no teste.0167 Valores de referência 37ºC Mulheres < 170 U/L Homens < 195 U/L Estes valores são unicamente orientativos. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): μkat/L = U/L x 0. Rio de Janeiro. 53 . clofibrato. Para valores superiores repetir a reação com amostra diluída em solução fisiológica. Klin. 13. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. carbenicilina.

em termos de diagnóstico. a determinação da quantidade do monômero B é praticamente específica para a forma CK-MB. Isto pode diminuir a especificidade especialmente em paciente com lesões concomitantes na musculatura esquelética e cardíaca. não havendo quantidade de CK-MB absoluta. Não utilizar amostras hemolizadas Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro ou plasma Diluir as amostras que possuam uma atividade de CK total superior ou igual a 1000 U/L com solução salina (NaCl 0. A isoenzima CK-MB têm sido considerada o marcador bioquímico de referência para o diagnóstico de lesão miocárdica e. empregando-se as reações acopladas da hexoquinase (HK) e Glicose-6-fosfato desidrogenase (G6P-DH).Bioquímica CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) Método Cinético . Creatina Fosfato + ADP ------------> Creatino + ATP ATP + Glicose ------------> ADP + Glicose-6-fosfato + + Glicose-6-fosfato + NADP ------------->Gluconato-6-fosfato + NADPH + H G6P-DH HK CK-B 4. a partir da velocidade de formação do NADPH. PRINCÍPIO DO MÉTODO O método baseia-se na determinação da atividade da CK na presença de um anticorpo contra o monômero M.Procedimento Operacional Padrão . específica para lesão do miocárdio. A elevação e a queda características da CK-MB. o músculo esquelético possui maior atividade de CK total por grama de tecido. Para um diagnóstico com alta sensibilidade e especificidade. o que se utiliza quase que unicamente para diagnóstico do infarto do miocárdio. relação ao CK total.UV 1.S. Assim qualquer dano ou lesão nestes tecidos provoca uma elevação dos níveis de CK-MB em soro. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação da extensão da lesão causada nos casos de infarto do miocárdio e em paciente com doenças ou traumas na musculatura esquelética. por isso. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. No infarto agudo do miocárdio é importante a proporção do CK-MB em.: 80027310036 54 . com 5 mL Registro M. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A CK é um dímero composto por duas subunidades: B (cérebro) e M (músculo) no qual encontra-se 3 isoenzimas distintas: CK-BB. A concentração catalítica de CK-B. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. sem afetar o monômero B das isoenzimas CK-MB e CK-BB. em uma dosagem seriada são quase patognomônicas para o diagnóstico de infarto do miocárdio. COMPONENTES DO KIT CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) Códigos: BT 11003 – 1 fr. Como normalmente a isoenzima CK-BB não encontra-se no sangue. Multiplicar o resultado pelo fator de diluição. A CK-MB em soro é estável pelo menos por 7 dias a 2-8º C. Apesar da CK-MB ser. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Evitar exercícios físicos antes da coleta do material. medido à 340 nm. têm sido a base para comparação com outros marcadores. correspondente à metade da atividade CK-MB é determinada.9%). A atividade enzimática é estável por 8 horas entre 15 – 25°C. separação e distribuição do material 5. e pode ter até 4% de CK-MB. Evitar exposição à luz solar intensa. Amostras: Usar soro ou plasma colhido em EDTA ou heparina. 3. recomenda-se a dosagem seriada ao longo de um período de 8 a 12 horas. CK-MB e CK-MM. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. A CK-MB encontra-se basicamente no músculo estriado e miocárdio. com 20 mL + 1 fr. Este anticorpo inibe totalmente a isoenzima CK-MM e a metade da atividade da forma CK-MB. A elevação inicial dos níveis de CK-MB ocorre entre 4 e 6 horas após o início dos sintomas atingindo o seu pico após 24 horas e retornando ao normal entre 48 e 72 horas. 2.

Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro. 7. eventualmente infectado. Verifique valores na etiqueta do frasco. hexoquinase 2500 U/L. Seguir com rigor a metodologia proposta. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.Varginha . NÃO UTILIZAR COMO CALIBRADOR. O reagente. AMP 5 mmol. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. D-glicose 20 mmol/L. Controle: Soro controle de CK-MB.com. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Em caso de contato com os olhos ou pele.G.M. Conservar entre 2 . uma vez usado.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.Brasil. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.com. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Vila Verônica . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Conservar o KIT a 2-8oC. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.biotecnicaltda. Reagente B: Creatino-fosfato 30 mmol/L. 9. Evitar exposição à luz intensa. Os reativos são estáveis até a data de validade indicada no rótulo. sempre que conservados bem fechados e se evitada a contaminação durante o uso. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. di (adenosina-5) pentafosfato 10 μmol/L. lavar abundantemente com água corrente. glicose – 6 . em lugar apropriado para material potencialmente infectante. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. código). pH 6.Procedimento Operacional Padrão .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. lavar o local com água corrente. .8ºC 6. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. 55 . NADP 2 mmol/L. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro com cubeta termostatizada para leituras a 340 nm. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. para a obtenção de resultados exatos. Reagente pronto para uso. plasma ou urina. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.fosfato desidrogenase 2000 U/L. contém soro. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.7. Acetato de Magnésio 10 mmol/L.br Reagente A: Tampão Imidazol 100 mmol/L.4646 Site: www. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.. Anticorpo anti-CK-MM policlonal >2000U/L.3214. ADP 2 mmol. 8. Em caso de vazamento acidental. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.

INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. Pré-aquecer o Reativo de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. Não misturar diferentes lotes de reagentes. A diluição é realizada para que a atividade de CK total fique menor que 1000 U/L. com uma solução de cloreto de sódio 9 g/L 1:1. o Estável por 10 dias a 2-8 C. Estes valores são unicamente orientativos. Pipetar: Amostra Reativo de trabalho 20 μL 1. com água destilada ou deionizada. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Inserir nas porta-cubetas termostatizadas. Misturar e transferir de imediato a uma cubeta. controle (se utilizado) e reagente. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. O reativo. Diluir as amostras que possuam uma atividade de CK Total superior a 1000 U/L. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. O enxágüe deve ser exaustivo. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Evitar contaminações com íons metálicos. Isso evitará contaminação cruzada. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. o que poderia causar resultados errôneos. 56 . sendo o último. 10. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Não soprar a pipeta utilizada. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. possui um anticorpo anti CK-M humano.Procedimento Operacional Padrão . CÁLCULOS Determine a diferença de absorbância: A10– A5= ΔAbs. anotar a absorbância inicial (A10) e aos 10 minutos anotar novamente(A15). Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação.67 = nkat/L Valores de referência: Temperatura 37ºC U/L <25 A atividade de CK-MB representa de 6 a 20% da atividade de CK total. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. É recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência 13. Procedimento manual 6. mantê-lo protegido da luz. 9. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.A5 (ΔA). Acionar o cronômetro. Aos 5 minutos. em quantidade suficiente para inibir até 1500 U/L de CK-MM. uma vez preparado. Neste caso multiplicar o resultado obtido por 2. 11. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. 10. 7. x 1350 12.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Calcular a diferença das absorbâncias A10 .0 mL 8. CK-MB (U/L) = ΔAbs. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 U/L. Após a preparação do Reativo de Trabalho.

diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 116. Qualitymark ed.572 (1985). Fundamentais of Clinical Chemis”. Pardini – 2002 – 72. Wu. CK-MB – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Rio de Janeiro. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS S. 14. Weit 36: 572(1985).B. Manual de exames – Laboratório H. W. Weit 36. International Federation of Clinical Chemistry Clinica Chimica Acta. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Falsos Valores positivos: Pode ocorrer em algumas doenças neurológicas. Philadelphia.Procedimento Operacional Padrão ..H.B. Saunders. C.: Med. Interferências: Hemoglobina acima de 200 mg/dL interfere nos resultados. Concentrações de CK-MM superiores a 1500 U/L não são inibidas pelo anticorpo e interferirá na determinação.. STEIN. 1997.Bioquímica Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 57 . Chem. 105:147F (1980) nd Tietz. PA (1976).N. N.: Clin.2017 (1982) S. antes de 2 horas ou após 48 horas do IM. 28. Falsos Valores baixos: Podem ser obtidos se o exame for realizado muito precocemente. W. A hemólise interfere. Bowers. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Ltda – revisão Maio/2005.Stein Med. A.2 Ed..W.

Esse aumento ocorre pelo fato da liberação do ferro da sua forma de armazenamento no fígado (nas lesões hepatocelulares). mioglobina e outras substâncias como os citocromos. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. a citocromo oxidase. A diminuição sérica ocorrerá na gravidez. cloridrato de guanidina 4.3214. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . é aconselhável colher a amostra sempre no mesmo horário.4646 Site: www. 0. diminuição da sua utilização na formação da hemoglobina principalmente nas neoplasias da medula óssea e na hemólise aumentada nas doenças hemolíticas.Varginha .25 mL + 1 fr de padrão com 2 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Amostras: Usar soro.Procedimento Operacional Padrão . neoplasias da medula óssea e hepatopatias. Vila Verônica . 2.com.1% sob forma dos diversos compostos hêmicos que promovem a oxidação celular.br Reativo A: Tampão acetato 100 mmol – pH 4.5 mmol/L. onde teremos uma elevação na destruição da hemoglobina liberada e conseqüentemente liberação de ferro. 4. 0. anemias hemolíticas.Brasil.G. Portanto.M. neoplasia da medula óssea.1% combinado à proteína transferrina no plasma sangüíneo e 15 a 30% armazenados.biotecnicaltda. PRINCÍPIO DO MÉTODO O íon férrico presente na amostra e unido a transferrina é liberado por ação do guanidinio e reduzido a ferroso pela hidroxilamina. Padrão de Ferro: Solução de Ferro (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de anemias. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O ferro é um íon importante para a formação da hemoglobina.: 80027310026 BT 12005 – 1 fr.S.1 mmol/L. Conservar entre 2-8 ºC. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. Reagente pronto para uso. Armazenamento e estabilidade da amostra O analito é estável 4 dias entre 2 – 8º C. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. crianças alimentadas unicamente com leite. . COMPONENTES DO KIT FERRO (Ferrozine) Códigos: Registro M. é essencial se conhecer os meios pelos quais o ferro é utilizado no corpo.9. hepatopatias virais e crônicas. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. a peroxidase e a catalase. A quantidade total de ferro no corpo é em média de cerca de 4 g. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Cerca de 4% estão presentes sob forma de mioglobina. devido a variações diurnas do ferro sérico. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise e lipemia excessiva. nos casos de grandes hemorragias e menstruação abundante. O íon ferroso forma um complexo colorido com a ferrozina que se pode quantificar através de leitura espectrofotométrica. dos quais cerca de 65% estão presentes na forma de hemoglobina. 3. 58 .Bioquímica FERRO Ferrozine Método Colorimétrico 1. anemia hemolítica e perniciosa. Reativo B: Ferrozine 40 mmol/L. hidroxilamina 0. principalmente no fígado sob forma de ferritina. drogas mielossupressoras. Para controle terapêutico. Haverá um aumento de ferro sérico no tratamento de anemias com ferro. com 50 mL + 1 fr com 1. separação e distribuição do material 5.

instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Em caso de vazamento acidental. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio de acrílico ou plástico. para a obtenção de resultados exatos.Procedimento Operacional Padrão . evitando assim a deterioração das enzimas. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. lavar o local com água corrente. 8. O reagente. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. plasma ou urina. uma vez usado. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 560 nm (546-570).Bioquímica 6. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. sendo o último. 9. 59 . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. código). lavar abundantemente com água corrente. contém soro. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. com água destilada ou deionizada. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. O enxágüe deve ser exaustivo. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 7. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Em caso de contato com os olhos ou pele. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Isso evitará contaminação cruzada. Seguir com rigor a metodologia proposta. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. controle (se utilizado) e reagente. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. com cubetas Banho de água a 37 °C. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. eventualmente infectado. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. NÃO CONGELAR. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. descartáveis. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Procedimento automatizado Indicar nome. o que poderia causar resultados errôneos. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.

após. Cuidados especiais Limpeza do material: todo material a ser utilizado na técnica deve estar livre de íons ferro. Secar o material a no máximo 80ºC em estantes de aço inox ou revestidos de plástico.0 mL ---Padrão ------250μL 1.01 μSiemens.114 0. A2 da amostra. Incubar 10 minutos à Temperatura ambiente. zerando o parelho com o branco do reativo. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE.Tampão Reativo B .Procedimento Operacional Padrão .006 Ferro (μg/dL) = 0.006 [P] = 100 mg/dL Ferro (μg/dL) = 111.27. 3.156-0. eliminar a acidez com numerosas lavagens com água deionizada (livre de ferro).108P1 = 0.042 P2 = 0.8 mg/dl 12.Ferrozine 2.156 A1 = 0. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.108-0.0 mL 25μL Água destilada Amostra Padrão de Ferro Reativo A . CÁLCULOS Ferro(μg/dL)= A2 – A1 P2 . 11. A2 = Absorbância da amostra A1 = absorbância do Branco da amostra P2 = absorbância do padrão P1 = absorbância do Branco do Padrão [P] = valor do padrão Com Fator : Fator Calibração = [P] .0 mL 25μL Branco Amostra ---250μL ---1. condutividade menor que 0.Bioquímica 10. Ler as absorbâncias:P1 do branco do padrão. P2 do padrão.102 x 100 Exemplo: A2 = 0.5 . Todo material utilizado nos procedimentos deve ser de plástico ou acrílico.7 µmol/L 60 . Pipetar: Branco Reativo ---------1. por 6 horas e. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : µg/dL UNIDADES Sistema Internacional (SI) : µg/dL ferro x 0.0 mL ---Amostra ---250μL ---1. (P2 – P1) Ferro(μg/dL)= 0. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativos prontos pra uso Procedimento manual Dois tubo/amostra 1.0 mL ---Branco Padrão 250μL ------1. Deve-se deixar o mesmo submerso em uma solução de Ácido Nítrico ou Clorídrico 10-15%. Ler as absorbâncias a 560 nm.P1 x [P] onde. ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Homogeneizar suavemente.042 x 100 0.179 = µmol/L ferro Valores de Referência: Para amostras de Soro e Plasma: Homens: 70-155 µg/dL = 12. A1 do branco da amostra.

5 µmol/L Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.84 . Artiss JD. Pardini – 2002 – 74 FERRO CRX Método Cromazurol B 1. Interferências Não devem ser usados soros lipêmicos.1 µmol/L Esses valores são unicamente orientativos..Procedimento Operacional Padrão . CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 500 µg/dL = 89. Itano M. anemias hemolíticas. Rio de Janeiro.25. 70:516-22. Falsos Valores elevados: Falsos Valores baixos: 14. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 200. 2. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 13. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Qualitymark ed. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.Bioquímica Mulheres: 55-140 µg/dL = 9. neoplasias da medula óssea e hepatopatias. 42:779-81. Clin Biochem 1981. Manual de exames – Laboratório H. Zak B. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Stookey LL. Anal Chem 1970. 14:311-15 Ferro Ferrozine – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 1997. Vinogradov S. Ltda – Revisão Maio/2005. ictéricos ou hemolisados. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de anemias. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO 61 . Am J Clin Pathol 1978.

CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes em temperatura ambiente. dos quais cerca de 65% estão presentes na forma de hemoglobina. Cerca de 4% estão presentes sob forma de mioglobina. A diminuição sérica ocorrerá na gravidez. tampão acetato pH 4.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.Brasil.biotecnicaltda.3214. Para controle terapêutico. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. neoplasia da medula óssea.M. 1% sob forma dos diversos compostos hêmicos que promovem a oxidação celular. a citocromo oxidase. a peroxidase e a catalase. 3. principalmente no fígado sob forma de ferritina. Reagente pronto para uso. Haverá um aumento de ferro sérico no tratamento de anemias com ferro. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. é aconselhável colher a amostra sempre no mesmo horário. 4. O reativo é estável até a data de validade do Kit. drogas mielossupressoras.13 mM.75. A quantidade total de ferro no corpo é em média de cerca de 4g. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 630 nm (620-640). COMPONENTES DO KIT FERRO CRX Códigos: Registro M. Conservar em temperatura ambiente. com cubetas. brometo de CTMA 0. Não utilizar amostra hemolisada. 0. de padrão 2 mL.82 mM. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.com.S. mioglobina e outras substâncias como os citocromos.1% combinado à proteína transferrina no plasma sangüíneo e 15 à 30% armazenados. separação e distribuição do material 5. 62 . Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise e lipemia excessiva. crianças alimentadas unicamente com leite. 7. PRINCÍPIO DO MÉTODO O ferro sérico reage com o cromazurol B do CTMA-Br para formar um complexo colorido azul.com.Bioquímica O ferro é um íon importante para a formação da hemoglobina. onde teremos uma elevação na destruição da hemoglobina liberada e conseqüentemente liberação de ferro. Armazenamento e estabilidade da amostra O analito é estável 4 dias entre 2 – 8º C. devido a variações diurnas do ferro sérico.Procedimento Operacional Padrão . Tel/Fax: 0 (XX) 35 .br Reagente: Cromazurol B 0. 6. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. .G. diminuição da sua utilização na formação da hemoglobina principalmente nas neoplasias da medula óssea e na hemólise aumentada nas doenças hemolíticas.: 80027310053 BT 12004 – 2 fr. Esse aumento ocorre pelo fato da liberação do ferro da sua forma de armazenamento no fígado (nas lesões hepatocelulares). Padrão de Ferro: Solução de Ferro (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. Vila Verônica . nos casos de grandes hemorragias e menstruação abundante. com 50 mL + 01 fr. hepatopatias virais e crônicas. Amostras: Usar soro. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. A intensidade de cor do complexo é proporcional a concentração de ferro presente na amostra.4646 Site: www. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. por isso é essencial conhecer os meios pelos quais o ferro é utilizado no corpo.Varginha . anemia hemolítica e perniciosa. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas.

mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Pipetar em tubos de ensaio: Branco Reativo ---Padrão ---Amostra 40μL Amostra 63 . em lugar apropriado para material potencialmente infectante. com água destilada ou deionizada. 8. Isso evitará contaminação cruzada. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. lavar abundantemente com água corrente. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. O reagente. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. descartáveis. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. contém soro. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. controle (se utilizado) e reagente. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. código). Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Procedimento automatizado Indicar nome. Em caso de contato com os olhos ou pele. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 9. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Cronômetro Tubos de ensaio de acrílico ou plástico. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.Procedimento Operacional Padrão . O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. para a obtenção de resultados exatos. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.Bioquímica Pipetas automáticas e ponteiras. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. o que poderia causar resultados errôneos. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. plasma ou urina. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. sendo o último. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. uma vez usado. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. lavar o local com água corrente. O enxágüe deve ser exaustivo. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Em caso de vazamento acidental. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. eventualmente infectado. 10. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Seguir com rigor a metodologia proposta. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.

Procedimento Operacional Padrão .01 μSiemens. 64 . Interferências Não devem ser utilizados soros hemolisados. condutividade menor que 0. por 6 horas e. 3.120 Ap=0. Recomenda-se utilizar um branco da amostra com água destilada se a amostra for fortemente ictérica (Bilirrubina Total > 3 mg/dL). INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : μg/dL UNIDADES Sistema Internacional : μg/dL ferro x 0. 11.117 Ferro (μg/dL) = 0.12 X 854. Cuidados especiais Limpeza do material: todo material a ser utilizado na técnica deve estar livre de íons ferro. Todo material utilizado nos procedimentos deve ser de plástico ou acrílico. 13. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Paris M.0 mL ---1.117 [P]=100 μg/dL = 854.3 μmol/L Mulheres: 37 . diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Ler a absorbância (Ap) do Padrão e (Aa) da amostra contra o Branco de Reagente a 630 nm (620-640). CÁLCULOS Aa Ap [P] Absorbância da Amostra Absorbância do Padrão Concentração do Padrão Ferro (μg/dL) = Aa X [P] Ap COM FATOR: Fator = [P] Ap Ferro (μg/dL) = Aa x fator Exemplo: Aa=0.7 F= 100 0.5 μmol/L Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.179 = μmol/L ferro Valores de Referência Homens: 59 . ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. Guyton. Soros lipêmicos ou hemolisados não são apropriados para esta Técnica. Secar o material a no máximo 80ºC em estantes de aço inox ou revestidos de plástico.28. 44 : 511-516. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE.145 µg/dL = 6. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 500 μg/dL = 89. eliminar a acidez com numerosas lavagens com água deionizada (livre de ferro).6 μg/dL 12. 5 ª edição.9 μmol/L Esses valores são unicamente orientativos.Ann Biol Clin 1986.7 = 102.Bioquímica Padrão de Ferro Reativo 2.0 mL 40μL 1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Garcic A Clin Chim Acta 1979. 94 : 115-119.6 . ---1.0 mL Agitar bem e deixar reagir durante 5 minutos a temperatura ambiente. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993. após. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Deve-se deixar o mesmo submerso em uma solução de Ácido Nítrico ou Clorídrico 10-15%.158 µg/dL = 10. 14.62 – 25. A cor é estável por 2 horas ao abrigo da luz.

Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Ltda – Revisão Maio/2005. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 200. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO 65 . 1997. Manual de exames – Laboratório H. Pardini – 2002 – 74 FOSFATASE ALCALINA Método Cinético Colorimétrico (DGKC – DEA) 1.Bioquímica Ferro CRX – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 2.. Rio de Janeiro. Qualitymark ed.Procedimento Operacional Padrão . INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de afecções ósseas e hepatobiliares.

4646 Site: www. com 40 mL + 1 fr. pode ser mais um auxílio na identificação de suas isoenzimas. baseado na DGKC.G. podem ser encontrados aumentados moderados. COMPONENTES DO KIT FOSFATASE ALCALINA Códigos: Registro M.08 1. liberando o 4-nitrofenol. esta enzima pode funcionar como marcador tumoral. Armazenamento e estabilidade das amostras: A fosfatase alcalina em soro ou plasma é estável até 7 dias a 2-8ºC A heparina não interfere como anticoagulante.com. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Mulheres no terceiro trimestre de gravidez podem apresentar aumentos em torno de duas a três vezes do intervalo normal. presente em muitos tecidos. Visto elevar-se em metástases do fígado e ósseas. particularmente no epitélio intestinal.5 mmol/L.br Reagente A: Dietanolamina pH 9. cloreto de magnésio 0.Bioquímica A fosfatase alcalina é uma enzima com atividade ótima in vitro em pH próximo de 10. 4-Nitrofenilfosfato + H2O ---------------> 4-Nitrofenol + fosfato 4.S. A forma presente no soro de adultos normais origina-se principalmente do fígado e esqueleto e são acentuadamente dependentes da idade. Em osteomalácia.Varginha . quando expostas a altas temperaturas. Reagente B:: 4-nitrofenilfosfato 10 mmol/L. Reagente pronto para uso. A resposta de suas frações.8.biotecnicaltda. é proporcional à atividade da enzima presente. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Doenças hepáticas e do trato biliar Hipotireoidismo Metástases para fígado e osso Uso de estrogênio. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. com 10 mL FAL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. 66 . osteoblastos. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.M. Sua dosagem é de interesse na investigação de doenças hepatobiliares e ósseas associadas com hiperatividade osteoblástica. fígado e placenta. Amostras Soro e plasma. devido a adicional fração placentária. 08 horas. medida a 405 nm.Brasil.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Os níveis mais altos de fosfatase alcalina são encontrados na doença de Paget.com. separação e distribuição do material 5. simples ou combinado com androgênio Acromegalia Doença de Paget Hipertireoidismo Raquitismo Mononucleose infecciosa Hiperparatireoidismo Crescimento ósseo fisiológico 3. o 4-nitrofenilfosfato de sódio é hidrolisado especificamente pela fosfatase alcalina do soro em pH9. túbulo renal. PRINCÍPIO DO MÉTODO A determinação de fosfatase alcalina é feita através de método cinético com emprego do 4-nitrofenilfosfato de sódio.0 mmol/L. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. pelo menos.: 80027310018 BT 11005 – 1 fr.3214. cuja velocidade de formação.. que diminuem lentamente em resposta à terapia por vitamina D. Neste método. .Procedimento Operacional Padrão . Sua função precisa no metabolismo ainda não está de todo compreendida e parece estar associada ao transporte lipídico no intestino e processos de calcificação óssea. Vila Verônica .

instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. contém soro. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Seguir com rigor a metodologia proposta. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. 7. Não conversar nas proximidades do frasco destampado.Procedimento Operacional Padrão . Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Não soprar a pipeta utilizada. Em caso de vazamento acidental.Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Centrífuga. lavar abundantemente com água corrente. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Cronômetro. Pipetas automáticas e ponteiras. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. 8. 9. Conservar entre 2-8ºC. O reagente. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. 67 . Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Em caso de contato com os olhos ou pele. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 nm. uma vez usado. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. NÃO CONGELAR. lavar o local com água corrente. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Evitar contaminações com íons metálicos. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. plasma ou urina. evitando assim a deterioração das enzimas. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. com cubetas termostatizadas. código). e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. 6. eventualmente infectado. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. para a obtenção de resultados exatos. Não misturar diferentes lotes de reagentes. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.

225 – 1. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais.225 A2 = 1. o que poderia causar resultados errôneos. 11.266-1. Procedimento manual 1. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. Aos 60 segundos. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho a temperatura desejada durante uns minutos. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.044 Fosfatase alcalina (U/L) = 0. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. com água destilada ou deionizada. A2 e A3 respectivamente). Isso evitará contaminação cruzada. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. Agitar suavemente.266) 3 ΔA/min = 0. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 3.290 U/L 180 .266 A3 = 1. 1.01667 = µkat/L Valores de Referência Adultos Crianças 37ºC 100 .312 ΔA/min = (1. sendo o último. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 0. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. calcular a média da variação da absorbância por minuto (ΔA/min): ΔA/min = (A1 – A0) + (A2 – A1) + (A3-A2) 3 A atividade da fosfatase alcalina na amostra é calculada pela multiplicação do ΔA/min pelo seguinte fator: ΔA/min x 2757 = U/L Exemplo: A0 = 1.225)+ (1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). O enxágüe deve ser exaustivo. Estável 30 dias a 2-8°C. controle (se utilizado) e reagente.Bioquímica A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.1200 U/L 68 .3 U/L 12.179) + (1. 5.0 mL 20μL Misturar e inserir no porta-cubetas termostatizado a 37ºC. (A1. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 4.044 x 2757 = 121. 2. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.Procedimento Operacional Padrão .179 A1 = 1. 10.312-1.

Med.Procedimento Operacional Padrão . A presença de Mg2+ e Zn2+. É recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.. Ltda – Revisão Maio/2005. 13. D.UV Método Molibdato 1. 69 . 21: 731 – 748 Fosfatase Alcalina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Qualitymark ed. Chem Klin. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. produz um aumento nos resultados. Deutsch Ges fur Lab. citrato e EDTA interferem. Symp. J. Kubler W. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Z. 8 (1970) 658. 8 (21973). Manual de exames – Laboratório H. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 205. função da paratireóide.250 = 700U/L. 14. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até ΔA/min: 0. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 10 (1972) 182. Rio de Janeiro. Pardini – 2002 – 76 FÓSFORO . A hemólise interfere devido a fosfatase alcalina eritrocitária. Biochem.Bioquímica Estes valores são unicamente orientativos. • • • • • • Interferências: Ácido ascórbico (vitamina C) maior que 400 mg/L Glicose maior que 500 mg/dL Triglicérides maior que 1200 mg/dL Os anticoagulantes fluoreto. Klin. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. oxalato. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Clin Chem Clin Biochem 1983. fraturas ósseas e em lesões musculares extensas. 1997. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação da insuficiência renal.

A absorção é aumentada no decréscimo da ingestão de cálcio. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O fósforo é um importante elemento. Níveis Aumentados Insuficiência renal Hipoparatireoidismo Pseudo-hipoparatireoidismo Hipervitaminose D Osteoporose Acromegalia Mieloma múltiplo Leucemia mielóide crônica Metástase óssea Hipocalcemia Diabetes mellitus descompensada Desidratação e hipovolemia Exercícios Níveis diminuídos Defeitos tubulares de reabsorção (síndrome de Fanconi) Hiperparatireoidismo primário Hiperparatireoidismo secundário Hipotireoidismo Esteatorréias Osteomalácia Hipovitaminose D Raquitismo Hemodiálise Doença hepática Alimentação parenteral prolongada Antiácidos Diuréticos Alcolismo Tratamento da cetoacidose diabética Fósforo Urinário Fosfato urinário varia com idade. A diminuição ocorre por desordens tubulares e aumento das perdas. Níveis Aumentados Hiperpareatireoidismo primário Hipervitaminose D Acidose tubular renal Uso de diurético Doença de Paget Defeitos tubulares de reabsorção (síndrome de Fancini) 3. hormônio da paratireóide. 7H3PO4 + 12(Mo7O24)-6 → 7H3PO4(MoO3)12 + 36 O-2 Níveis Diminuidos Hipoparatireoidismo Pseudo-hipoparatireoidismo Osteomalácia 4. PRINCÍPIO DO MÉTODO O fósforo inorgânico presente na amostra reage com o molibdato de amônio. originando o complexo fosfomolibdato. Em torno de 2/3 do fosfato ingerido é absorvido (absorção ativa) principalmente no jejuno e o restante é excretado pelas fezes. A absorbância é proporcional a quantidade de fósforo inorgânico presente na amostra.Bioquímica 2. 70 . em meio ácido. Três órgãos são majoritariamente comprometidos com a homeostasia do fósforo: intestino delgado (absorção). O restante é principalmente combinado com lipídios. função renal. aumento da reabsorção tubular renal e aporte exógeno ou endógeno. É recomendada a coleta pela manhã devido a relatos de variações diurnas. Em torno de 85% dos 600g deste elemento (medido como fósforo inorgânico) em adultos está presente no esqueleto. Os níveis séricos de fósforo são inversamente proporcionais aos do cálcio sérico. carboidratos e incorporados a outras substâncias orgânicas como fosfolipídios. amplamente distribuído pelo organismo na forma de fosfato orgânico ou inorgânico. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. A ação do hormônio da paratireóide (PTH) na sua absorção é provavelmente um efeito indireto do metabolismo da vitamina D. rins (filtração e reabsorção) e esqueleto (estocagem). massa muscular. fosfoproteinas e compostos de alta energia envolvidos na integridade celular (estocagem e troca de energia). ácidos nucléicos. O aumento do fósforo sérico ocorre por diminuição da filtração glomerular. na acidez do conteúdo intestinal e também pela ação da vitamina D e hormônio de crescimento (GH). O PTH inibe a sua reabsorção tubular renal. 08 horas. pelo menos. Cerca de 90% do fósforo plasmático é filtrado pelos glomérulos e quase totalmente reabsorvido pelos túbulos. hora do dia e dieta. proteínas. devido a sua variação diária.Procedimento Operacional Padrão . Este parâmetro é mais informativo quando efetuado em urina de 24 horas. que quantifica-se por espectrofotometria à 340 nm.

separação e distribuição do material 5. plasma (heparina ou EDTA). 7. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. deve ser acidificada e/ou aquecida até 56 ºC durante 15 minutos até completa redissolução do precipitado.Brasil. Importante: a amostra de urina acidificada não deve ser utilizada para dosagem de creatinina. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Reagente pronto para uso. Triton X 0. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.br Reagente: Solução de Molibdato de Amônio 0.biotecnicaltda.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.com. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Ácido sulfúrico 220 mmol/L. Conservar entre 2 – 8oC. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 340 nm (335-366). O reativo é estável até a data de validade do Kit. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .3214. Cronômetro Tubos de ensaio.M. deve-se lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. 71 . NÃO CONGELAR. No caso de contato com os olhos. Padrão: Solução de fósforo inorgânico (Vide valor da concentração do padrão na etiqueta do frasco) O reagente de fósforo é cáustico e pode produzir queimaduras. Deve-se utilizar os equipamentos de proteção adequados para manipular reagentes cáusticos. A amostra de urina não acidificada e que esteve refrigerada.Bioquímica Amostras Soro. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.S.Procedimento Operacional Padrão . . evitando assim a deterioração das enzimas. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro ou plasma: utilizar soro não hemolisado. 8. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. COMPONENTES DO KIT FÓSFORO – UV Registro M. Vila Verônica .5 mmoL. Padrão – 2. com 50 mL + 1 fr. Banho de água a 37 °C. A amostra de urina deve ser diluída 1:20 com água deionizada ou destilada antes da análise. Procedimento automatizado Indicar nome.com. A amostra pode ser conservada por 7 dias à 4oC. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. 6. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Multiplicar o resultado obtido por 20.: 80027310033 Códigos: BT 12006 – 1 fr.Varginha . plasma ou urina. pode-se obter valores falsamente baixos. Na utilizar fluoreto de sódio como anticoagulante.4646 Site: www.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. código). com cubetas. Urina: Coletar a urina de 24 horas e acidificar com 15 mL de HCl 37% (concentrado). Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.G. Pipetas automáticas e ponteiras.1%.

mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Ler a absorbância do Padrão e da Amostra. 10.Procedimento Operacional Padrão . o que poderia causar resultados errôneos. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 11. incubar à 37 C por 5 minutos. para a obtenção de resultados exatos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. sendo o último. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. 3. com água destilada ou deionizada. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1000 µL Padrão 10 μL 1000 µL Amostra 10 μL 1000 µL Padrão de fósforo Amostra Reagente o 2. Procedimento manual 1. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com íons de fósforo. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. plasma ou urina. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. CÁLCULOS Abs. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. controle (se utilizado) e reagente. zerando o aparelho com o Branco à 340 nm. Padrão 72 . Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. A cor é estável por 1 hora. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). lavar o local com água corrente. O reagente. Homogeneizar. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL Fósforo Abs. uma vez usado. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Em caso de vazamento acidental. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.Bioquímica Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Em caso de contato com os olhos ou pele. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparo do reagente: Reagente pronto para uso. eventualmente infectado. 9. Isso evitará contaminação cruzada. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. contém soro.. O enxágüe deve ser exaustivo. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Seguir com rigor a metodologia proposta. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. lavar abundantemente com água corrente.

Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 208-209. oxalados. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 15 mg/dL = 4. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Para amostra hiperlipêmicas ou com conteúdo elevado de Bilirrubina é preferível fazer um branco da amostra adicionando 100 μL de amostra + 3 mL de água destilada. Manual de exames – Laboratório H. lítio e prometazina podem interferir nos resultados. 898 (1968). Qualitymark ed. Interferências Valores do branco elevados indicam contaminação. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Pardini – 2002 – 77-78 FRUTOSAMINA Método Cinético Colorimétrico 1.323 = mmol/L fósforo Valores de referência • Soro. Plasmas citratados.Procedimento Operacional Padrão . Teste → Absorbância do teste Abs. 1997. plasma: Adultos: 3. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. do Padrão . isoniazida.Bioquímica Onde: Abs.0 – 6. Fósforo (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. Fósforo UV – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.600 A. se os valores forem superiores a 0.Y. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL fósforo x 0. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Yee. Obtendo-se o valor da absorbância da amostra (Aamostra). Chem. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido a ótima reprodutibilidade.5 mg/dL Crianças: 4. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.84 mmol/L . alendronato. H. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. desprezar o reativo. que pode ser obtida com a metodologia. 14.5 mg/dL • Urina : 300 .1000 mg/24 horas Esses valores são unicamente orientativos.. salbutamol. INDICAÇÃO MÉDICA 73 . Ltda – Revisão Maio/2005. fluoretados ou com EDTA produzem resultados falsamente diminuídos. – Clin. acetazolamida. 13.0 – 4. azatioprina. Anticoncepcionais. Rio de Janeiro.

Vila Verônica .: 80027310069 Códigos: BT 10017 – 1 fr.com. PRINCÍPIO DO MÉTODO Em meio alcalino as frutosaminas (proteínas séricas glicadas) presentes na amostra reduzem o reagente azul de nitrotetrazol formando cor roxo-azulada. Esta reação se dá através da ligação covalente da glicose com resíduos de lisina das proteínas sanguíneas dando origem a bases de Schiff. se transformam irreversivelmente em cetoaminas estáveis (frutosaminas).0 mL 2 fr. 3. Não usar amostras hemolisadas e separar o soro o mais rapidamente o possível.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. 08 horas. as quais.G.M. 4. . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. a determinação de frutosamina trata-se basicamente da medição destas glicoproteínas no soro.3. Armazenamento e estabilidade da amostra: Estável 7 dias de 2 a 8 ºC. 7. com 50 mL + 1 fr. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.Brasil. com 50 mL + 1 fr. NÃO CONGELAR. Logo.br Reagente: Tampão Carbonato 200 mmol/L pH 10. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.25 mmol/L. O reativo é estável até a data de validade do Kit.3214. separação e distribuição do material 5. Calibrador – 3.S.Varginha . Tel/Fax: 0 (XX) 35 . A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Calibrador: Soro liofilizado contendo albumina glicada (Valor da concentração: vide rótulo do frasco de calibrador). Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Amostras Soro. Reagente pronto para uso. A concentração de Frutosamina reflete o índice de variação de glicose durantes as últimas duas a três semanas prévias à coleta da amostra. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. 2. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. num segundo momento. Desta forma. Calibrador – 3.biotecnicaltda. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.4646 Site: www. pelo menos. os níveis de Frutosamina no sangue são um reflexo direto dos níveis de glicose sanguíneo tendo sua determinação grande utilidade no controle glicêmico de pacientes diabéticos ou de pacientes hipoglicêmicos.8 oC. A intensidade desta coloração é proporcional a concentração de frutosamina presente na amostra e é então determinada em espectrofotômetro a 520 nm. Conservar entre 2 .Bioquímica Esta dosagem é utilizada na avaliação da basicamente das glicoproteínas do soro. Potencialmente Infectante. COMPONENTES DO KIT FRUTOSAMINA Registro M. 6. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual 74 .Procedimento Operacional Padrão .com.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Azul de Nitrotetrazol 0. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A glicose presente no plasma humano reage com diversas proteínas formando glicoproteínas estáveis sendo a principal delas a albumina.

Segurança e Primeiros Socorros estão descritas na Ficha Individual de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) deste produto. 5. pele ou mucosa. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Não misturar diferentes lotes de reagentes. contato com os olhos. Medir a absorbância a 520 nm (500-550) aos 10 minutos (A1) e aos 15 minutos (A2). Procedimento automatizado Indicar nome. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais devem ser observados. 9. Homogeneizar e inserir no porta-cubetas termostatizado.Bioquímica Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura em 520 nm (500-550) com cubeta termostatizada. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico em local próprio para materiais potencialmente infectantes. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Em caso de vazamento acidental. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1000 µL Padrão 50 μL 1000 µL Amostra 50 μL 1000 µL Calibrador de Frutosamina Amostra Reagente 4. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Tubos de ensaio. Relógio ou Cronômetro. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparo do reagente: Reagente pronto para uso. a fim de evitar contaminação cruzada. Não trocar as tampas dos frascos dos reagentes. As informações de Descarte. As amostras a serem analisadas devem ser tratadas como material potencialmente infectante. 10. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 75 . Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Procedimento manual 4.Procedimento Operacional Padrão . o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. 8. código). Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não usar o reagente quando este mostrar-se com sinais de contaminação. controle. CUIDADOS E PRECAUÇÕES • • • • • • • • • • • O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. lavar abundantemente com água corrente. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Pipetas de vidro e/ou automáticas. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Banho de água a 37 ºC. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Utilizar os EPI’s de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico. padrão/calibrador e reagente.

37 mmol/L 12.23 A2 A = 0.9 a 2. P.588 0. Westgard J. 76 . Para valores superiores a 8.. Clin. 1987..A1) Calibrador Frutosamina (mmol/L) = (A2 . Ambruster D A.. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. CÁLCULOS (A2 . REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • • • Baker J R et al.802 ..5 mmol/L.9%).Bioquímica 11. 33/12: 2153. Clin. 1985. Barry P.0. Chem. 33/10: 1947. Hunt M.79 mmol/L Valor do Calibrador: 2.23 A2C = 0.37 = 16. 27:493-501.734-0. Clin.630) x 16. 31/9: 1550-1554. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear de 0. 1987.37 = 2.9 mmol/L 13. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mmol/L Valores de referência Soro: 1. Groth T.588 Fc = 2. diluir a amostra com NaCl 150 mM (0.A1) Calibrador COM FATOR: Fc = Valor do Calibrador (A2 . 14.630 Frutosamina (mmol/L) = (0. O. L.146 A1A = 0..R.1981.Procedimento Operacional Padrão . Chem.734 0. Hurst. Clin.802 = 2. Chem.A1) amostra x Fc Exemplo: A1C = 0. Chem.5 mmol/L.A1) amostra x valor Calibrador = mmol/L Frutosamina (A2 .2 a 8. realizar nova dosagem e multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição.. A multi-rule Shewhart chart quality control in clinical chemistry.

Bioquímica γ . clofibrato. doenças obstrutivas da árvore biliar e no monitoramento da administração de algumas drogas. 3. separação e distribuição do material 5. e no acompanhamento do tratamento de alcólatras.br Reagente A:Tampão TRIS 100 mmol/L . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Esta enzima está presente em numerosos tecidos. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .25.pH 8. Reagente pronto para uso.G. NÃO CONGELAR. γ-GT 77 . É usada na avaliação das colestases hepática.Procedimento Operacional Padrão .com. 2. O reativo é estável até a data de validade do Kit.GT) Método Cinético Colorimétrico 1. liberando 5-amido-2-nitrobenzoato. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. com 40 mL + 1 fr. carbamazepina. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Plasma (EDTA ou heparina). ácido valpróico e contraceptivos. doença obstrutiva da árvore biliar.Glicilglicina 100 mmol/L. como exemplo.S. estrógenos e metrovidazol. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.com. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. fluoreto ou oxalato inibem a atividade da GGT.glicilglicina + 5-amido-2-nitrobenzoato 4. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.Brasil. no uso prolongado de drogas que induzem o sistema microssomal hepático.Varginha . Reagente B: L-y-Glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida 4mmol/L. Vila Verônica .GT) Registro M. pâncreas e fígado. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Diminuição dos valores podem ocorrer no uso de azatioprina. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. A y-Glutamiltransferase em soro é estável pelo menos por 7 dias a 2-8 ºC Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. com 10 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. COMPONENTES DO KIT γ . L−γ−glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida + glicilglicina ⎯⎯→ L-γ−glutamil. nas neoplasias do fígado valores elevados podem ocorrer. Critérios para a rejeição de amostras Evitar amostras com hemólise.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.3214. Anticoagulantes contendo citrato.M. fenobarbital.: 80027310012 Códigos: BT 11006 – 1 fr. Amostras: Soro ou plasma.GLUTAMILTRANSFERASE (γ . INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação das colestases hepáticas. A concentração catalítica é determinada a partir da velocidade de formação do 5-amido-2-nitrobenzoato.4646 Site: www.GLUTAMILTRANSFERASE (GAMA .biotecnicaltda. fenitoína. Conservar entre 2-8 ºC 6. . Não utilizar reativos com a data de validade vencida. PRINCÍPIO DO MÉTODO A gama-glutamiltransferase (γ−GT) catalisa a transferência do grupo γ−glutamilo da γ−glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida a glicilglicina. mas a concentração mais elevada está nos rins.

lavar o local com água corrente. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. 8. uma vez usado. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O enxágüe deve ser exaustivo. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Não misturar diferentes lotes de reagentes. eventualmente infectado. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 ou 410 nm. Cronômetro. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Isso evitará contaminação cruzada. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. 9. Em caso de vazamento acidental. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação.Procedimento Operacional Padrão . plasma ou urina. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. para a obtenção de resultados exatos. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. contém soro. com água destilada ou deionizada. sendo o último. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Em caso de contato com os olhos ou pele. lavar abundantemente com água corrente. Seguir com rigor a metodologia proposta. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Evitar contaminações com íons metálicos. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. O reagente. controle (se utilizado) e reagente. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. o que poderia causar resultados errôneos. Centrífuga. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Não soprar a pipeta utilizada. código). Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. 78 .Bioquímica 7.

Pipetar: Reativo de Trabalho Amostras 1.03 γ-GT (U/L)= 0. Estável 6 semanas a 2-8°C. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática.22 A3 = 1.A0) + (A2 – A1) + (A3 – A2) 3 A atividade de γ-GT na amostra é calculada pela multiplicação do ΔA/min.Bioquímica 10. 11. calcular a média da variação da absorbância por minuto (ΔA/min).03 x 1158 = 34. Inserir no porta-cubeta termostatizado a 37º C. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 U/L. 79 . utilizando –se o seguinte fator Fator (F) = 1158 γ-GT = ΔA/min X F Exemplo: A0 = 1.22 -1. 4. A2 e A3 respectivamente).18)+(1. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). Pré-incubar o reativo por 5 minutos. Aos 60 segundos. 2. 5. (A1. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos.25-1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).7 U/L 12. ΔA/min = (1. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos.0 mL 100 µL 3.16 A1 = 1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16.18 A2 = 1.22) 3 ΔA/min = 0. Procedimento manual 1.67 = µkat/L Valores de referência Homens Mulheres 37°C 10 – 47 7 – 30 Fator de correlação: 37°C / 30°C – 1’24 37°C / 25°C – 1’68 Estes valores são unicamente orientativos. É recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.Procedimento Operacional Padrão . a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos.18-1. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. ΔA/min = (A1 . CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. 13.16)+(1.25.

Pardini – 2002 – 78 80 . ácido valpróico e contraceptivos. fluoreto ou oxalato inibem a atividade da GGT. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. estrogenose metronidazol. Qualitymark ed. J. for Clin. Anticoagulantes contendo citrato. 119 (1976). clofibrato. – Clin Chem.. Rio de Janeiro. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Commitee of the Scand. 366. Lab. podem causar resultados diminuídos. Hemoglobina até 180 mg/dL e Triglicérides até 1800 mg/dL não produzem interferências significativas. Valores de Bilirrubina até 38 mg/dL. Ltda – Revisão Maio/2005.. γ . Falsos Valores baixos: O uso de azatioprina. 1997. Chem. Falsos Valores elevados: Valores de Triglicérides entre 1800 e 3500 mg/dL produzem resultados falsamente elevados. Clin. – Scand.Bioquímica Interferências: O etanol e vários fármacos induzem a síntese hepática da y-glutamiltransferase.Procedimento Operacional Padrão . também podem aumentar o valor da GGT. 22. fenobarbital. 2051 (1976). Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 215 Manual de exames – Laboratório H. Soc.glutamiltransferase (Gama GT) – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. carbamazepina. Szasz G. O uso de fenitoína. 14. Invest.

hepatomas. acetaminofen. Esta faixa etária e freqüência de investigação devem ser reconsideradas nos obesos (índice de massa corpórea > 27 Kg/m2). produzindo peróxido de hidrogênio. em mães de bebês macrossômicos ou que desenvolveram Diabetes Mellitus Gestacional (DMG). A intensidade de cor é proporcional à concentração de glicose na amostra. rifampicina. Glicose + O2 + H2O --------------------> Ácido Glucônico + H2O2 peroxidase glicose oxidase 81 . consumo e armazenamento da glicose no organismo. anticonvulsivantes. ácido ascórbico. 2. estrogênios. necrose hepática fulminante) Várias drogas** * Ácido Acetilsalicílico. carbonato de lítio. furosemida). Líquor Níveis Aumentados Hiperglicemia diabética Encefalite epidêmica Glicose sérica aumentada Níveis Diminuídos Hemorragias subaracnóides Meningoencefalites não bacterianas Meningite piogênica aguda Meningite tuberculósica Meningite criptocócica Sífilis neurológica Sarcoidose Tumor primário ou metastático das meninges 3. em presença de oxigênio. Níveis Elevados Diabetes Hipertireoidismo Feocromocitoma Pancreatite aguda Extresse Várias drogas * Níveis Diminuídos Insulinomas Tumores extrapancreáticos (fibromas. em presença de 4-amino-antipirina. em etnias de alto risco.Bioquímica GLICOSE Método Enzimático Colorimétrico 1. sarcomas. A avaliação laboratorial deve ser considerada em todos os indivíduos acima de 45 anos de idade. clortalidona. dopamina. PRINCÍPIO DO MÉTODO A enzima glicose oxidase catalisa a oxidação da glicose existente na amostra. atropina. ** Bloqueadores pela adrenérgicos. ácido etacrínico. em parentes em 1º grau de pacientes diabéticos. com o objetivo de desacelerar a progressão da doença e o aparecimento de suas complicações tardias. na avaliação de distúrbios do metabolismo de carboidratos. contraceptivos orais.Procedimento Operacional Padrão . diuréticos (tiazídicos. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do fenol pelo peróxido de hidrogênio formado. anti-histamínicos. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). etc. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação do controle de produção. tiabendazol. mesoteliomas) Insuficiência adrenal (doença de Addison) Hipotireoidismo Hipopituitarismo Hiperinsulinismo Pancreatite crônica Desnutrição síndrome de máabsorção Alcoolismo Dano hepático (insuficiência cardíaca severa. no diagnóstico diferencial das acidoses metabólicas. etc. esteróides anabólicos. indometacina. levodopa. adrenalina. hipoglicemias e na avaliação da secreção inapropriada de insulina. desidratações. Glicose. corticóide. pacientes hipertensos e naqueles com níveis baixos de HDL-Colesterol (<35 mg/dL) e /ou elevados de triglicerídeos (250 mg/dL). SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Útil no estabelecimento do diagnóstico e monitoração terapêutica do diabetes mellitus. que apresenta um máximo de absorção em 500 nm. etanol. inibidora da MAO. A reformulação dos critérios diagnósticos do diabetes mellitus pela American Diabetes Association (ADA) visou sua precocidade diagnóstica.

Cronômetro Tubos de ensaio. Vila Verônica . GOD-Glicose oxidase > 15000 U/L.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. COMPONENTES DO KIT GLICOSE Códigos: Registro M.3214. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . obtido no máximo duas horas após a coleta. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.Bioquímica 2H2O2 + 4-Aminoantipirina + Fenol --------------> Quinonimina + 4 H2O 4.biotecnicaltda. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Padrão com 2.8ºC. Fenol 10 mmol/L. Critérios para a rejeição de amostras Presença de coágulo. . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Glicemia de jejum: recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 505 nm (490-510). Padrão com 2.Brasil.Procedimento Operacional Padrão . separação e distribuição do material 5.G. Padrão: Solução de Glicose (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Pipetas automáticas e ponteiras. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. 8. 6. Amostras Soro.3 mmol/L. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. O reativo é estável até a data de validade do Kit.M.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.br Reagente: Tampão fosfato 182. para que não haja consumo do analíto. com cubetas. POD-Peroxidase > 1200 U/L. para evitar a glicólise (falso baixo) ou plasma obtido com anticoagulante fluoretado.42 mmol/L . por centrifugação.0 mL BT 10008 – 4 fr.4646 Site: www. Banho de água a 37 °C. Conservar entre 2 . Outra forma de se evitar este problema é a coleta de uma fração do líquido em fluoreto. 7. com 250 mL + 1 fr. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. CONTROLE DE QUALIDADE 82 . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.pH 7. Observações para todas as amostras: a separação da parte fluida dos elementos figurados (hemácias.Varginha . Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro límpido.S.com. Procedimento automatizado Indicar nome. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.: 80027310031 BT 10008 – 1 fr com 250 mL + 1 fr. evitando assim a deterioração das enzimas.com. leucócitos e outras células) deve ser feita de forma imediata. 4-Aminoantipirina 0.0.

9. plasma ou urina. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. A cor é estável durante pelo menos 1 hora. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Em caso de vazamento acidental. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. 4. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Em caso de contato com os olhos ou pele. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Isso evitará contaminação cruzada. Deixar o Reagente durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em banho de água. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).0 mL Amostra 10 µL 1. lavar abundantemente com água corrente.0 mL Padrão de glicose Amostra Reagente 3. Procedimento manual 1. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Agitar bem e incubar os tubos durante 10 minutos a 37ºC ou durante 15 minutos a temperatura ambiente 25ºC. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. uma vez usado. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Seguir com rigor a metodologia proposta. código). Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. contém soro. o que poderia causar resultados errôneos. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. para a obtenção de resultados exatos. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. eventualmente infectado. 10. sendo o último. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.Bioquímica Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. com água destilada ou deionizada. 83 . mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. O enxágüe deve ser exaustivo. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso. controle (se utilizado) e reagente. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. lavar o local com água corrente.Procedimento Operacional Padrão . e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O reagente. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 505 nm. 2. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.0 mL Padrão 10 µL 1.

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
11. CÁLCULOS Abs. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL Glicose Abs. Padrão Onde: Abs. Teste → Absorbância do teste Abs. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco)

Devido a ótima reprodutibilidade, que pode ser obtida com a metodologia, pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. do Padrão . Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco.

Glicose (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL

UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL glicose x 0,0555 = mmol/L glicose
Valores de referência Soro ou plasma: 70 a 110 mg/dL Líquor: 40 a 75 mg/dL, (2/3 da glicemia) Esses valores são unicamente orientativos. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 13. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: Até 400 mg/dL = 22 mmol/L Para valores superiores, diluir a amostra 1:2 ou 1:4 com NaCl 0,85%, repetir a dosagem e multiplicar o resultado pelo fator de diluição. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade, diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Interferências: O ácido ascórbico (5 mg/dL), a hemoglobina (0,2 g/dL) e a bilirrubina (40 mg/dL) não interferem. A lipemia moderada não afeta os resultados. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Trinder R. - Ann Clin Biochem 1969; 6:24. Henry, R. J. Cannon, D.C. Winkelman, J. – Clinical Chemistry Principles and Techniques, 2 ed. Harper and Row Publishers Inc. N.Y.; p. 1288 (1974). Glicose – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Ltda – Revisão Maio/2005. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação, Qualitymark ed., Rio de Janeiro, 1997. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 231-233 Manual de exames – Laboratório H. Pardini – 2002 – 81-82

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
MAGNÉSIO MONO
Método colorimétrico MAGON SULFONADO 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada como auxílio na detecção de hipoparatireoidismo, hiperaldosteronismo e hipertireoidismo. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Magnésio Sérico É o quarto mais abundante cátion no organismo humano. Atua como um c-fator essencial para enzimas ligadas à respiração celular, glicólise e transporte (através da membrana) de outros cátions (cálcio e sódio). O magnésio é essencial para a preservação da estrutura molecular de DNA, RNA e ribossomas. Um terço do magnésio sérico é ligado à proteína, principalmente à albumina; os outros 2/3 existem predominantemente como íon livre e um pequeno percentual como complexo de ânions. O magnésio ingerido é absorvido no intestino delgado e excretado na urina. O processo de absorção parece ser de controle deficiente, sendo afetado por síndromes de má-absorção, com sua homeostase exercida basicamente pela excreção renal (a qual é regulada pela reabsorção tubular). Diminuições do magnésio são mais significativas e frequentes que o excesso, e sintomas dessa depleção não ocorrem em níveis séricos até 1,0 mEq/L. Severas diminuições estão ligadas à função neuromuscular como tetania, convulsão, fraqueza, irritabilidade e delírio. Níveis baixos de magnésio, após um infarto do miocárdio, podem indicar um mau prognóstico.

Níveis aumentados Uso de sais de magnésio Antiácidos e laxantes Doença de Addison Desidratação grave Insuficiência renal Acidose diabética Hipertireoidismo Hipercalcemia Níveis diminuídos Associados com hipocalemia e hipocalcemia Alcoolismo crônico Pancreatite aguda Má-absorção Lactação excessiva Diálise Diarréia grave Diabetes mellitus Terapia diurética Dietas pobres em magnésio Hiperaldosteronismo primário Má-nutrição Nefropatias tubulares Hiperparatireoidismo Hiperaldosteronismo

Magnésio Urinário A excreção do magnésio está intimamente ligada à dieta. Sua análise tem sido utilizada antes e após administração terapêutica de magnésio.

Níveis Aumentados Álcool Diuréticos Síndrome de Bartter Glomerulonefrite crônica Aldosteronismo 85

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
Terapia com drogas (ciclosporina, diuréticos tiazídicos, corticosteróides) Níveis Diminuídos Dieta pobre Má-absorção Hipoparatireoidismo Decréscimo da função renal
3. PRINCÍPIO DO MÉTODO O magnésio presente na amostra reage com azul de xilidina II (Magon Sulfonado) em meio alcalino formando um complexo intensamente corado com máximo de absorção em 510 nm. O desenvolvimento de um monoreagente líquido estável, sem solventes orgânicos voláteis, torna o método especialmente adaptável a analisadores automáticos. 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, plasma e urina. Armazenamento e estabilidade das amostras: o Soro ou plasma obtido com heparina. Sob refrigeração o magnésio é estável por 15 dias entre 2-8 C. Urina e líquido céfalo-raquidiano. Dosagem na urina: efetuar a homogeneização prévia de todo o material, tomar uma amostra de cerca de 5 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. Tal procedimento transforma todos os sais de magnésio presentes na urina em sais solúveis. Diluir a urina 1:5 (1,0 mL de urina + 4,0 mL de água destilada ou deionizada). Proceder a seguir como descrito para o soro. Multiplicar o resultado obtido por 5. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise, mesmo discreta. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT MAGNÉSIO Códigos: Registro M.S.: 80027310015 BT 12007 – 1 fr com 50 mL. + 1 fr Padrão – 2,0 mL

BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil. Tel/Fax: 0 (XX) 35 - 3214.4646 Site: www.biotecnicaltda.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.br Reagente: Carbonato de potássio 120 mM, EGTA 40 mM, Magon sulfonado (xilidil blue) 0,1 mM e azida sódica 18,5 mM. Padrão: Solução aquosa de íons Magnésio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 15 e 30º C. 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 e 30º C. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 510 nm, com cubetas. Banho de água a 37 °C.

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Bioquímica Pipetas automáticas e ponteiras. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Reativo pronto para uso. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. com água destilada ou deionizada. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Em caso de contato com os olhos ou pele. plasma ou urina. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. código). contém soro. 8. usar bastante água. lavar o local com água corrente. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Procedimento manual 1. O enxágüe deve ser exaustivo. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 9. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. sendo o último. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. para a obtenção de resultados exatos. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. 10. Pipetar em tubos de ensaio: 87 . o que poderia causar resultados errôneos. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Os reagentes devem estar a temperatura ambiente. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. No descarte do reagente. Cronômetro Tubos de ensaio.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. uma vez usado. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. lavar abundantemente com água corrente. O reagente contém azida sódica que é tóxica. Em caso de vazamento acidental. Isso evitará contaminação cruzada.Procedimento Operacional Padrão . Seguir com rigor a metodologia proposta. tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos. portanto. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. eventualmente infectado. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. O reagente. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. controle (se utilizado) e reagente. 2. lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. Procedimento automatizado Indicar nome. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.

5 mg/dL Para amostras de Urina/24 h: 48 – 152 mg/24h Liquido Céfalo Raquidiano: 2.175 x 10. 14. Maxwell et al.0 mL Padrão Amostra Reagente 3. 4. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.5 – 3.5 = 1.175 Ap = 0. 17:662.41 = mmol/L magnésio Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: 1. 11. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.Procedimento Operacional Padrão . ácido ascórbico. 31/3. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.0 mg/dL 12. – Clin Chem.191 Valor Padrão = 2.0 mL Padrão 10 μL 1. Clin Chem 1971.9 – 2. Devido ao alto conteúdo intracelular de megnésio. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Chauman UPS.5 mmol/L. 32:70. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL magnésio x 0. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. mesmo em elevadas concentrações (acima de 26 mg/dL) e bilirrubina (até 20 mg/dL) não interferem. 13. Heth DA. Gindler EM. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).Bioquímica Branco 1.191 Magnésio(mg/dL) = 0. Interferências Hiperlipemia. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com íons magnésio. hemólises mesmo discretas interferem significativamente. Anal Biochem 1969. Agitar bem e deixar os tubos durante 2 minutos à temperatura ambiente.5 mg/dL Esses valores são unicamente orientativos. 520-522 (1982) F= 2 = 10.0 mL Amostra 10 μL 1. CÁLCULOS Aa x Valor padrão = mg/dL Magnésio Ap Onde Aa → Absorbância da Amostra Ap → Absorbância do Padrão Padrão → Valor da Concentração do Padrão Urina (mg/24horas) = Magnésio Urina (mg/dL) x volume de 24 h em mL 100 Com Fator: F = Valor padrão Ap Magnésio (mg/dL) = Aa x F Exemplo: Aa = 0. Não utilizar amostras hemolisadas.5 0. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.8 mg/dL 88 . Ray Sarkar BC. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear até 4. Ler a absorbância (Ap) do Padrão e da Amostra(Aa) frente ao Branco a 510 nm.

Rio de Janeiro..Magon – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.Procedimento Operacional Padrão . Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 324-325 Manual de exames – Laboratório H.Bioquímica Magnésio . Pardini – 2002 – 87 89 . Qualitymark ed. 1997. Ltda – Revisão Maio/2005.

br Reagente: Sulfato de cobre 10 mM.G. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. macroglobulinemia. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . queimaduras graves e hemodiluição. tartarato de sódio e potássio 15 mM. Amostras Soro e plasma.: 80027310030 BT 10. 6. nefrose. insuficiência renal. 2. em que há diminuição de albumina com aumento de gamaglobulina.biotecnicaltda.Bioquímica PROTEÍNA TOTAL Método Colorimétrico 1. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. hidróxido de sódio 140 mM. Valores Diminuídos A concentração de proteína total do soro está diminuída na hiperhidratação. Padrão: Solução de Albumina bovina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco).M.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão . INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades hepáticas e renais. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Reagente pronto para uso. A eliminação excessiva de proteínas pelos rins ou a diminuição da síntese hepática provoca uma diminuição na pressão coloidosmótica do plasma. 90 . crioglobulinemia. artrite reumatóide. síndrome de má absorção. 08 horas.Procedimento Operacional Padrão .2.Brasil. infecções crônicas. iodeto de potássio 15 mM. COMPONENTES DO KIT PROTEÍNAS TOTAIS Códigos: Registro M. desnutrição severa. linfogranuloma e endocardite bacteriana sub-aguda.S.com. deficiência de cálcio e vitamina D. sarcoidose. como ocorre nas doenças crônicas. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. lupus eritematoso.4646 Site: www. . pelo menos. porque a alteração em uma das frações pode ser compensada por alteração oposta de outra fração.009 . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A dosagem isolada da proteína total tem pouco valor clínico.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro e plasma heparinizado. cuja absorbância em 550 nm é proporcional à concentração protéica da amostra. Vila Verônica . 3. Estável 8 dias à 2-8º C.3214. Valores Aumentados A concentração de proteína total do soro está comumente aumentada em pacientes com desidratação. queimaduras graves. desnutrição grave. Conservar entre 15-30 ºC. separação e distribuição do material 5.com. PRINCÍPIO DO MÉTODO A proteína presente na amostra reage com os íons cobre (II) em meio alcalino. originando um complexo de cor violácea.Varginha . mieloma múltiplo. O nível de proteínas séricas é basicamente um reflexo de sínteses hepáticas ou de perda de proteínas devido a enfermidade renal. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. 4. que aumenta a reabsorção de sódio e água levando a edema.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.

A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Cronômetro Tubos de ensaio. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. com cubetas. para a obtenção de resultados exatos. Isso evitará contaminação cruzada. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. o que poderia causar resultados errôneos. Em caso de contato com os olhos ou pele. eventualmente infectado. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. lavar o local com água corrente. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.Bioquímica Manter ao abrigo da luz. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. controle (se utilizado) e reagente. 9. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. 7. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. sendo o último. Banho de água a 37 °C. Procedimento automatizado Indicar nome. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. O reagente. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. lavar abundantemente com água corrente. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. contém soro. O enxágüe deve ser exaustivo. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. uma vez usado. com água destilada ou deionizada. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. plasma ou urina. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 545 nm (535-555). 8. Pipetas automáticas e ponteiras. Seguir com rigor a metodologia proposta. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. código). Em caso de vazamento acidental. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. 91 .Procedimento Operacional Padrão .

Albumina 12. 11.2 g/L) e a bilirrubina (15 mg/dL) interferem.352 A padrão = 0. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Agitar bem e deixar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco à 545 nm. O soro deve ser obtido o mais breve possível.25 Proteína (g/dL) = 7. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 10 μL 1. Com fator Fator de calibração (FC) = concentração do padrão A do padrão Exemplo: A amostra = 0.3 g/dL Estes valores são unicamente orientativos. 13. A cor é estável durante pelo menos 2 horas. 92 .0 = 20 0. A amostra = Absorbância da amostra.Bioquímica 10.Procedimento Operacional Padrão .352 x 20 FC= 5. Hemacel ou PVP).0 mL Padrão 10 μL 1. CÁLCULOS A Amostra X Valor da concentração do padrão = g/dL proteína A Calibrador onde. Interferências Interferências: a hemoglobina (0. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.0 mL Amostra 10 μL 1. fornecem valores elevados. As amostras de soro hemolisado ou contendo expansores plasmáticos (Dextram.8 – 8. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 3.0 g/dL Plasma: 6.04 g/dL Globulina = Proteína Total . CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear até 12 g/dL.0 mL Água destilada Padrão Proteína Amostra Reagente 2.25 Concentração do padrão = 5 g/dL Proteína (g/dL) = 0. A padrão = Absorbância do padrão. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.5 – 8. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: g/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): g/L = g/dL x 10 Valores de referência Valores Normais Soro : 6.

David MM. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. S Anal Chem 29/10: 1491 (1957). 14. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 398-400 Manual de exames – Laboratório H.Procedimento Operacional Padrão . Doumas. Qualitymark ed. C. J Biol Chem 1949. & Berkman. Rio de Janeiro. Chim. Henry. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Gornall AG. No inverno. R.: Sobel. 1997. B. Acta 31/1:87 (1971). WA & Biggs. Pardini – 2002 – 90-91 93 . 177:751. Ltda – Revisão Maio/2005.G Clin. Bardawill CS. T: Watson. Vários íons de amônio interferem no teste pela formação de complexo cúprico amônio.. A concentração de proteína total aumenta com o passar do dia. Proteína Total – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. em geral.Bioquímica Soros fortemente lipêmicos podem causar turvação. H. a concentração de proteína total é maior que no verão.

Dessa forma. A presença persistente de proteína na urina indica enfermidade renal.com. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação renais.009 . Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Concentrações elevadas de proteínas no líquido cefalorraquidiano (Líquor) podem ser devidas a infecções ou à pressão intracraniana elevada.5.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão .35 mmol/L.Utilizar o sobrenadante para proceder o ensaio.G. Padrão: Solução de Albumina (valor de padrão: vide rótulo do frasco). Benzoato de sódio 0.05 Mol/L.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. 2. Oxalato de sódio 1 mmol/L.Procedimento Operacional Padrão . . Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A proteinúria é um marcador de doença renal e constitui um fator de risco independente para a sua progressão. .Utilizar amostra colhida no período de 24 horas. não havendo necessidade de adicionar conservantes. ajudar a estabelecer o diagnóstico de certas síndromes ou entidades patológicas cujos achados renais são conhecidos. O diagnóstico clínico deve ser realizado levando-se em conta todos os dados clínicos e de laboratório. normalmente o glomérulo evita a passagem das mesmas do sangue para o filtrado glomerular. .1mmol/L. Reagente pronto para uso. . em pacientes com doença renal a pesquisa de proteinúria constitui um elemento importante no diagnóstico e no acompanhamento.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. A urina de pessoas saudáveis não contém proteínas ou contém somente em pequenas quantidades. Alterações glomerulares causam o aumento da permeabilidade das proteínas plasmáticas o que ocasiona a proteinúria. em associação a outros achados.: 80027310128 BT 10.Brasil.04 mmol/L. em meio ácido. Conservar entre 2 . A sua presença e a determinação do seu grau podem.Centrifugar por 10 minutos a 3000 rpm. 4. SDS 0. Aumentos ou decréscimos no valor de proteinúria são importantes marcadores do prognóstico renal do paciente. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Amostras Urina e Líquor. A intensidade da cor formada é proporcional à concentração protéica da amostra. Armazenamento e estabilidade das amostras: Urina . Molibdato de sódio 0.13 mmol/L.3214. Vila Verônica .biotecnicaltda.M.S.br Reagente: Vermelho de pirogalol 0. PRINCÍPIO DO MÉTODO A proteína presente na amostra reage com o vermelho de pirogalol e o molibdato. formando um complexo colorido. medir o volume e separar uma amostra de cerca de 20 mL.8 ºC. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. COMPONENTES DO KIT PROTEÍNAS URINÁRIA Códigos: Registro M.4646 Site: www. 94 . pH 2.Varginha . Líquor: Utilizar amostra centrifugada.Bioquímica PROTEÍNA URINÁRIA Método Colorimétrico 1. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . 3. separação e distribuição do material 5. Ácido succínico 0.Homogeneizar a urina.2.

Em caso de ingestão procurar atendimento médico. CUIDADOS E PRECAUÇÕES • • • • • • • • • • • O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Segurança e Primeiros Socorros estão descritas na Ficha Individual de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) deste produto. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico em local próprio para materiais potencialmente infectantes. Relógio ou Cronômetro. Pipetas de vidro e/ou automáticas. código). pele ou mucosa. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. a fim de evitar contaminação cruzada. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Utilizar os EPI’s de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico. As amostras a serem analisadas (urina ou líquor) devem ser tratadas como material potencialmente infectante. Em caso de vazamento acidental. 9. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. controle. As informações de Descarte.Bioquímica 6. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Procedimento automatizado Indicar nome. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura em 598 nm com cubetas termostatizada. Não usar o reagente quando este mostrar-se com sinais de contaminação. 8. contato com os olhos. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Tubos de ensaio. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. padrão/calibrador e reagente. lavar abundantemente com água corrente. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso 95 . 7. Não trocar as tampas dos frascos dos reagentes. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos devem ser observados. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Manter ao abrigo da luz.Procedimento Operacional Padrão . A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes 2 a 8 ºC. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 10.

Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).1000 mg/L ADULTOS 150 . Homogeneizar manter os tubos durante 5 a 37 ºC.133 Proteína (mg/24h) = 0. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A linearidade da reação é de 3000 mg/L. realizar nova dosagem e multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição.025 x 1. 11. Com fator Fator de calibração (FC) = concentração do padrão A Padrão Exemplo: A amostra = 0. A amostra = Absorbância da amostra. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. A cor é estável durante 30 minutos. Pipetar em tubos de ensaio: BRANCO PADRÃO Padrão --20 μL Amostra ----Reagente 1. diluir a amostra com água deionizada ou destilada. 96 .Bioquímica Procedimento manual 1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: g/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): g/L = Proteinúria (mg/L) x 0.001 Valores Normais CRIANÇAS 300 . A padrão = Absorbância do padrão. 13. 3. Medir a absorbância do Padrão (Ap) e da Amostra (Aa) frente ao Branco a 600 nm.2 x 7519 Proteína Urinária = 226 mg/24 h 12.(L) urina 24h = mg proteínas/24h A Padrão Líquor (LCR): A Amostra X concentração do padrão = mg/L proteínas A Padrão onde.Procedimento Operacional Padrão .2L FC = 1000 = 7519 0. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. CÁLCULOS Urina de 24horas: A Amostra X concentração do padrão X vol.0 mL AMOSTRA --20 μL 1. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.450 mg/L GESTANTES < 150 mg/24h Líquor Urina ADULTOS E CRIANÇAS < 100 mg/24h Estes valores são unicamente orientativos.133 Concentração do padrão = 1000 mg/L Volume urinário 24h = 1.025 A padrão = 0.0 mL 1. Para valores superiores.0 mL 2.

Kamei. • Tietz N W et al. 4th ed. Effects of disease on Clinical Lab. Kaplan A et.1%) e Triton X100 (1%) também interferem na reação.. Hunt M. 4th ed. A multi-rule Shewhart chart quality control in clinical chemistry. • Burtis A et al.. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • Watanabe. St Louis. • Orsonneau JL et al. • Young DS. AACC 1999. 3rd ed. Yamanaka. Oshawa. Chem. 32: 1551 (1986). 2001. Tietz Testbook of Clinical Chemistry. AACC 1995... Clin. Toronto.. 3rd ed. • Westgard J. L.Bioquímica Interferências Interferências: hemólise (LCR). • Young DS. A presença de Lauril sulfato de sódio (0. • Koller A. Effects of drugs on Clinical Lab. S. Clinical Guide to Laboratory tests. 35:2233-22236. S. Tests. A presença de detergentes (surfactantes) na amostra ou seus resíduos em materiais e/ou equipamentos de laboratório interferem com a reação. 13161324 and 418. A. Clin. Total serum protein. An Improved Pyrogallol Red-Molybdate Method for Determing Total Urinary Protein. Groth T. Tests. Clin Chem 1989. N. M. 1995.Procedimento Operacional Padrão . 14.. AACC Press. Ohkubo... 97 . Barry P.V. AACC Press. R. Clin Chem The C. O. Princeton 1984. Chem. 27: 493-501. Al. 1981. Mosby Co.

2-Oxoglutarato: 12mmol.lactato desidrogenase > 1200 U/L. plasma (EDTA ou heparina). com 50 mL R-B BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.M. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Reagente pronto para uso.com.G. cirrose hepática. pancreatite aguda. lesões da musculatura esquelética. 98 .Lactato + NAD 4. Níveis elevados dessa enzima auxiliam no diagnóstico de doenças cardíacas.pH 7. hepáticas e musculares. eritromicina. separação e distribuição do material 5.S. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de hepatites agudas e é um bom indicador no diagnóstico de infarto agudo do miocárdio. é uma enzima encontrada no miocárdio. a partir da velocidade de desaparecimento do NADH. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Níveis aumentados também são encontrados em necrose hepática. queimaduras severas. empregando a reação acoplada de malato desidrogenase (MDH). COMPONENTES DO KIT TGO / AST Códigos: Registro M. MDH . L-aspartato 240 mmol.: 80027310017 BT 11007 – 1 fr com 40 mL R-A + 1 fr.).4646 Site: www. Vila Verônica . 2.. Aspartato Aminotransferase (AST)). SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Transaminase Oxalacética – TGO (sinonímia. hipotireoidismo. Pequenas elevações são observadas durante a gravidez. LDH .3214. rim e cérebro. A concentração catalítica se determina. 3. . com 200 mL R-A + 1 fr. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. fígado. AST L-Aspartato + 2-Oxoglutarato -----------> Oxaloacetato + L-Glutamato Oxalacetato + NADH + H+ ------------> Malato + NAD+ LDH MDH Piruvato endógeno + NADH ------------> L. anemias hemolíticas. distrofias musculares.Procedimento Operacional Padrão . sendo usada na monitoração de terapias que utilizam drogas hepatotóxicas. Inúmeras drogas comumente usadas podem elevar os níveis de AST (isoniazida. musculatura esquelética. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. A atividade enzimática é estável por 4 dias entre 2 – 8°C.18 mmol. com 10 mL R-B BT 11007 – 1 fr.Bioquímica TGO / AST Método Cinético .UV 1. medido à 340 nm. mononucleose. trauma e necrose cerebral. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas.biotecnicaltda. esteróides anabólicos etc. Reagente B: Malato desidrogenase 0. icterícia obstrutiva.Varginha . PRINCÍPIO DO MÉTODO O Aspartato aminotransferase (AST ou GOT) catalisa a transferência do grupo amino do aspartato a 2-oxo-glutarato. dermatomiosites. formando oxalacetato e glutamato.Brasil. Amostra Soro ou plasma.com. progesterona. A atividade dessa enzima no infarto do miocárdio eleva-se dentro das primeiras 12 horas. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.8.malato desidrogenase > 600 U/L.br Reagente A: Tampão Tris 80 mmol . atingindo um pico em 24 horas e retornando ao normal por volta do quinto dia. hepatites. cateterização e angioplastia cardíaca.

O reativo é estável até a data de validade do Kit. Cronômetro. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Centrífuga. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Seguir com rigor a metodologia proposta. lavar abundantemente com água corrente. código). pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. O reagente. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Não soprar a pipeta utilizada. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. contém soro. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 340 nm. plasma ou urina. eventualmente infectado. para a obtenção de resultados exatos. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Não misturar diferentes lotes de reagentes. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Em caso de contato com os olhos ou pele. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Conservar entre 2-8 ºC 6. 9. uma vez usado. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Em caso de vazamento acidental.Procedimento Operacional Padrão . Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Evitar contaminações com íons metálicos. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 8. 7. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. 99 . Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. lavar o local com água corrente.Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. NÃO CONGELAR.

5 U/L 12. (∆A/min. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). sendo o último. calcular a média da variação da absorbância por minuto (∆A/min. 10.268 A1= 1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. O enxágüe deve ser exaustivo.Bioquímica A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.189) + (1.189 A3= 1.189 – 1. controle (se utilizado) e reagente.152 ∆A/min.039 x 1746 = 67. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min).Procedimento Operacional Padrão . a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos.= 0.800 a 340 nm.039 TGO (U/L) = 0.= (1. 11. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos.268 – 1. com água destilada ou deionizada. A2 e A3 respectivamente). CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias.67 x 10–9 Kat/L = µkat/L Valores Normais: 1746 100 .). o que poderia causar resultados errôneos.) = (A0 – A1) + (A1 – A2) + (A2 – A3) 3 A atividade da TGO na amostra é calculada pela multiplicação do ∆A/minuto pelo seguinte fator: Fator (37ºC) Exemplo: Temperatura = 37ºC A0= 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. à 37ºC. Proteger o reativo de trabalho da luz. 37oC 1000 μL 100 μL Misturar e inserir nas porta-cubetas termostatizadas. Descartar o reativo de trabalho quando a leitura da absorbância contra água for < 0. 4.228 – 1. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. Acionar o cronômetro. 5. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B.152) 3 ∆A/min. 2. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.228) + (1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. Aos 60 segundos. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho durante 5 minutos.228 A2= 1. Procedimento manual 1. (A1. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 3. Isso evitará contaminação cruzada. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Estável 2 semanas a 2-8°C.

diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 1997. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até: ΔA/min de 0. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Clin. Anfotericina B. el al. Falsos valores baixos: Salicilatos (aspirina) 14. Barbiturados. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Colchicina. Alopurinol.250 = 440 U/L. 126 (1955) Young D. et al. Ltda – Revisão Maio/2005. Chem. Rio de Janeiro. Invest. Fenotiazinas. Corticoesteróides.S. – Clin. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • • • • • Karmen A. Metildopa.Bioquímica 37ºC até 37 U/L até 31 U/L HOMENS MULHERES Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência..Procedimento Operacional Padrão . 5 (1975) TGO – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 455 Manual de exames – Laboratório H. Interferências: Falsos valores elevados: Acetaminofem. Anticoncepcionais orais. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Qualitymark ed. 34. 13. Pardini – 2002 – 93 101 . – J. Narcóticos. 21.

empregando a reação acoplada de lactato desidrogenase (LDH). COMPONENTES DO KIT TGP / ALT Códigos: Registro M. formando piruvato e glutamato. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas.S.4646 Site: www. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . a partir da velocidade de desaparecimento do NADH. tóxicas e cirrose.pH 7. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Bioquímica TGP / ALT Método Cinético .alanina + 2-Oxoglutarato -----------> Piruvato + L-Glutamato Piruvato + NADH ------------> D . A atividade enzimática é estável por 4 dias entre 2 – 8°C e 2 semanas. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. sendo considerada um excelente marcador hepatocelular. insuficiência cardíaca ou choque com necrose hepática concomitante pode levar a elevações de seus níveis.br Reagente A: Tampão Tris 100 mmol . Amostra: Soro ou plasma. cirrose.Brasil.com.lactato desidrogenase > 1200 U/L. Em pacientes com infarto do miocárdio a ALT geralmente está normal ou ligeiramente elevada. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de pacientes com lesões hepáticas virais. 102 . Reagente B: Malato desidrogenase 0. é uma enzima intracelular presente em grandes quantidades no fígado e rim.: 80027310019 BT 11008 – 1 fr com 40 mL R-A + 1 fr. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. MDH . a ALT é mais sensível para detecção de danos do hepatócito do que para obstrução biliar. com 10 mL R-B BT 11008 – 1 fr.Lactato + NAD+ LDH 4. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. 2. Entretanto. Como teste de função hepática. LDH Piruvato endógeno + NADH -----------> L-Lactato + NAD ALT L . icterícia obstrutiva e carcinoma metastático. L-alanina 500 mmol.Procedimento Operacional Padrão . Vila Verônica .18 mM. e pequenas quantidades na musculatura esquelética e coração.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.Varginha . 3. A concentração catalítica se determina. plasma (EDTA ou heparina).5. com 200 mL R-A + 1 fr.biotecnicaltda. separação e distribuição do material 5. com 50 mL R-B BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.3214.G. 2-Oxoglutarato: 15mM.com. LDH . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.malato desidrogenase > 600 U/L.UV 1. doença pancreática. Reagente pronto para uso. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Transaminase Pirúvica – TGP (sinonímia: Alanina Aminotransferase (ALT).M. Níveis elevados são encontrados na hepatite infecciosa e tóxica. PRINCÍPIO DO MÉTODO A Alanina Aminotransferase (ALT ou GPT) catalisa a transferência do grupo amino da alanina a 2-oxoglutarato. . medido à 340 nm.

Centrífuga. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. com água destilada ou deionizada. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. 9. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.Procedimento Operacional Padrão . Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente 103 . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Em caso de vazamento acidental. lavar abundantemente com água corrente. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 340 nm. Seguir com rigor a metodologia proposta. Em caso de contato com os olhos ou pele. Cronômetro. Evitar contaminações com íons metálicos. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. O reagente. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. eventualmente infectado. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. NÃO CONGELAR. O reativo é estável até a data de validade do Kit. O enxágüe deve ser exaustivo. sendo o último. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. Não soprar a pipeta utilizada.Bioquímica Conservar entre 2-8 ºC 6. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. para a obtenção de resultados exatos. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. lavar o local com água corrente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. uma vez usado. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. contém soro. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 7. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. plasma ou urina. 8. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. código).

278) + (1.800 a 340 nm. calcular a média da variação da absorbância por minuto (∆A/min. controle (se utilizado) e reagente.) = (A0 – A1) + (A1 – A2) + (A2 – A3) 3 A atividade da TGP na amostra é calculada pela multiplicação do ∆A/minuto pelo seguinte fator: Fator (37ºC) 1746 Exemplo: Temperatura: 37ºC A0 = 1.SI 1 U/L = 16. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho durante 5 minutos.263 – 1. Descartar o reativo de trabalho quando a leitura da absorbância contra água for < 0.297 – 1.263 A3 = 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.Bioquímica A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. (A1. 11.): (∆A/min.017 TGO (U/L) = 0. 10. 7. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática.297 A1 = 1. 10. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L Sistema Internacional . A2 e A3 respectivamente).263) + (1.6 U/L 12. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. Acionar o cronômetro. 9.278 – 1. Estável 2 semanas a 2-8°C. 37 C 1000 μL 100 μL o Misturar e inserir nas porta-cubetas termostatizadas. `37ºC. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Aos 60 segundos. o que poderia causar resultados errôneos.245) 3 ∆A/min = 0. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Proteger o reativo de trabalho da luz.245 ∆A/min. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.= (1. Isso evitará contaminação cruzada. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 8.67 x 10 µKat/L 1 µkat/L = 60 U/L Valores Normais -3 104 .278 A2 = 1.67 x 10-9 Kat/L = 16. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).Procedimento Operacional Padrão .017 x 1746 = 29. Procedimento manual 6.

Rio de Janeiro. LaDue JS. Pardini – 2002 – 93 105 . Klin. et al. International Federation of Clinical Chemistry (IFCC) Clinica Chimica Acta 105: 147 (1980). 33: 291 (1974). Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. – Am. Sec. 10: 281 (1972). Chem.Bioquímica HOMENS MULHERES 37ºC até 42 U/L até 32 U/L Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. 1960. 1956. Lab.. Deustchen Gesellschaft fur Klinische Chemie (DGKC) Z.200 = 350 U/L. Ltda – Revisão Maio/2005. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 455 Manual de exames – Laboratório H.J. J..Proc. Scandinavian Society for Clinical Chemistry (SSCC) Scand. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até: ΔA/min de 0. Path. Interferências: Falsos valores elevados: hemólise 14. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Jnl. Clin. Qualitymark ed. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Clin.. TGP – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 34:381 Henry R. Exp. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Biol. 13. Invest. 1997. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Wroblewski F.Procedimento Operacional Padrão . And med.

: 80027310014 BT 10010 – 1 fr. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Triglicérides ⎯⎯⎯→ Glicerol + Ácidos graxos Glicerol + ATP ⎯⎯⎯⎯⎯⎯→ L-Glicerolfosfato + ADP L-Glicerolfosfato + O2 ⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯→ Dihidroxiacetona-P + H2O2 2H2O2 + Clorofenol + 4-AF ⎯⎯⎯⎯⎯→ p-benzoquinona monoímio fenazona + 4 H2O 4. O aumento de triglicerídeos no plasma é indicativo de distúrbios metabólicos.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada como parâmetro na avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares. .com. no hipotireoidismo. Após absorção são ressintetisados nas células epiteliais intestinais e combinados com colesterol e apolipoproteínas para formar quilomícrons. em presença da 4-amino-antipirina. 2. PRINCÍPIO DO MÉTODO A enzima lípase lipoprotéica hidrolisa os triglicerídeos existentes na amostra. na obesidade e nos hábitos alimentares errôneos. na pancreatite aguda.Procedimento Operacional Padrão . A enzima glicerol quinase fosforila o glicerol livre formado cujo produto. 3.biotecnicaltda.0 mL BT 10010 – 2 fr. produzindo seu metabolismo anormal e depósito de lipídeos nas paredes vasculares levando à arteriosclerose. produz peróxido de hidrogênio. Padrão com 2. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). separação e distribuição do material 5. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. em presença de oxigênio e sob a ação catalítica da enzima glicerol-Poxidase.Brasil.br 106 . no diabetes. COMPONENTES DO KIT TRIGLICÉRIDES Códigos: Registro M.com. são hidrolisados a glicerol e ácidos graxos.0 mL peroxidase L-Glicerolfosfato-oxidase glicerol quinase lipase BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.Bioquímica TRIGLICÉRIDES Método Enzimático Colorimétrico 1. na uremia.G. Padrão com 2. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. produzindo glicerol livre.S. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do reagente fenólico (p-clorofenol) pelo peróxido de hidrogênio formado.Varginha . com 250 mL + 1 fr.3214. Os triglicerídeos provenientes da dieta sofrem digestão no duodeno e íleo proximal.M. Vila Verônica .4646 Site: www. que são transportados via ducto torácico para a circulação. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Os triglicerídeos são ésteres de glicerol. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas e jejum alcoólico de 24 horas. Através da ação de lípases e ácidos biliares. com 250 mL + 1 fr. O aumento dos triglicerídeos no diabetes está relacionado ao aumento da mobilização das áreas de armazenamento de lipídeos (triglicerídeos) em decorrência da diminuição da insulina. Amostra Soro ou plasma Armazenamento e estabilidade das amostras: O analito é estável por 3 dias a 2-8 ºC. Esta dosagem serve como parâmetro na avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares. que apresenta um máximo de absorção em 500 nm.

9. plasma ou urina. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 8. Padrão: Solução de Glicerol equivalente à concentração de Triglicérides (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Em caso de contato com os olhos ou pele. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. GPO – Glicerol-3-fosfato oxidase > 5000 U/L. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 6. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 4 clorofenol 2.adenosina trifosfato 2. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. 7. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. lavar o local com água corrente. Banho de água a 37 °C. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. eventualmente infectado. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510).0 mM pH 7.3 mM. Procedimento automatizado Indicar nome. lavar abundantemente com água corrente.7 mM.0 mM. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Pipetas automáticas e ponteiras. com cubetas. Conservar entre 2-8 ºC. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Em caso de vazamento acidental. Seguir com rigor a metodologia proposta. O reativo é estável até a data de validade do Kit.2. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. LPL – Lipoproteína lípase > 2000 U/L. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. contém soro. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. POD – Peroxidase > 1000 U/L. uma vez usado. 107 . tampão Tris 50.Procedimento Operacional Padrão . evitando assim a deterioração das enzimas. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.Bioquímica Reagente de Trabalho: GK – glicerolquinase > 1000 U/L. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. 4-aminoantipirina 0. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. O reagente. ATP . O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. para a obtenção de resultados exatos. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Cronômetro Tubos de ensaio. código). Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.

248 Valor do padrão: 200 mg/dL F= 200 0. 10. A cor é estável durante pelo menos 1 hora.70 mmol/L Esses valores são unicamente orientativos. CÁLCULOS Com calibrador ou padrão: A Amostra X valor do padrão = mg/dL Triglicérides A Padrão onde: A amostra = absorbância da amostra A padrão = absorbância do padrão Com fator: ƒc = valor do padrão Apadrão Triglicérides (mg/dL) = Aamostra X ƒc Exemplo: Aamostra = 0.1.0 mL Amostra 10 µL 1.248 = 806. O enxágüe deve ser exaustivo. 4. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL Triglicerides x 0.Procedimento Operacional Padrão . Isso evitará contaminação cruzada. Procedimento manual 1.0 mL Padrão 10 µL 1. sendo o último. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Deixar ambientar o Reagente durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em banho de água. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Lavar no mínimo 3 vezes com água deionizada para eliminar qualquer vestígio de Glicerol que é um forte contaminante nas reações do triglicérides. 108 .0 mL Padrão triglicérides Amostra Reagente 3.6 mg/dL 12.5= 222. 11.70 . 2.0113 = mmol/L Trigliceridese Valores de referência 30 . Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).5 Triglicérides= 0. controle (se utilizado) e reagente. o que poderia causar resultados errôneos. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente (16-25º C) ou durante 10 minutos a 37º C. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 500 nm.170 mg/dl = 0.Bioquímica Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Cuidados especiais Cuidado com a limpeza do material utilizado para os testes. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. com água destilada ou deionizada. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.276 Apadrão = 0.276 x 806. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1.

Umbreit. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.25 mmol/L) interferem. 88 (1960). N. Trinder P. Van Denmark. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Triglicérides – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Med. 14. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.Bioquímica 13.W. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Schettler G. Bacteriol. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 460-461 Manual de exames – Laboratório H. Pardini – 2002 – 94 109 .Procedimento Operacional Padrão .J. And Nussel E. Qualitymark ed. A lipemia não afeta os resultados. Biophys. Ltda – Revisão Maio/2005. 250-255.. Biochem.. Kodischek. Arb.. Rio de Janeiro.. Aarch. L.. P. 24-27. 98 (1969) 1063-1068. Med. a hemoglobina (3 g/L) e a bilirrubina (0.Ann Clin Biochem 6 (1969).. 10 (1975) 25. W.K. Prav. Interferências O ácido ascórbico (0.J. 1997. . diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.3 mmol/L). Jacobs.

hemodiluição. doença celíaca. plasma (heparina) e urina. ela passa para a circulação sangüínea. Na lesão hepática.) Níveis diminuídos Caquexia. causando uma hiperamoniemia. Diluir a urina 1/50 com água destilada. A urina de 24 horas deve ser colhida em frasco contendo 2mL de HCl a 50% (v/v). Obstrução do trato urinário (cálculo. insuficiência renal aguda e carcinomas no trato urinário. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A uréia é o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das proteínas. 110 . É utilizada na avaliação do estado do funcionamento renal. A lesão renal provoca uma retenção de substâncias tóxicas como a uréia através de distúrbios da filtração. 08 horas. Centrifugar antes de processar. pelo menos. Níveis aumentados A . obstrução prostática etc. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Sua concentração varia em indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores como: grau de hidratação.Pós Renal Resultado de uma obstrução do trato urinário. Multiplicar o resultado obtido por 50. PRINCÍPIO DO MÉTODO A uréia é hidrolisada na presença da enzima urease e água. 2. gravidez. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades renais e hepáticas. Amostras Soro. 3. nefrite. queimaduras etc. originando uma coloração verde (reação de Berthelot modificada). insuficiência cardíaca congestiva. Armazenamento e estabilidade das amostras: A uréia no soro é estável por 7 dias a 2 – 8 º C.Pré-renal Condições em que a circulação através dos rins é menos eficiente que o normal Desidratação (diarréia persistente) Choque Diminuição do volume sangüíneo (hemorragias digestivas) Catabolismo protéico aumentado (febre. secreção e excreção. com produção de NH3 e CO2. estresse. dieta protéica e função renal.) Insuficiência cardíaca B . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. É livremente filtrada pelos glomérulos dependendo do estado de hidratação e 40% a 80% da uréia filtrada são passivamente reabsorvidas nos túbulos proximais. separação e distribuição do material. haverá uma diminuição da conversão de amônia em uréia.Renal Diminuição da filtração glomerular como conseqüência de uma doença renal aguda ou crônica Nefropatias Tratamento com glicocorticóides (efeito antianabólico) C . A diminuição da uréia está relacionada a insuficiência hepática grave. reabsorção. A uremia é observada na dieta rica em proteínas. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.Procedimento Operacional Padrão .Bioquímica URÉIA ENZIMÁTICA Método Enzimático Colorimétrico 1. A amônia formada reage com salicilato e hipoclorito de sódio em meio alcalino. onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo suor. trato gastrintestinal e rim. Produzida no fígado. O aumento da absorbância em 580 nm é proporcional a concentração de uréia na amostra. na infância. 4. Não usar anticoagulantes fluoretados e nem contendo sais de amônio. aumento da diurese e redução do catabolismo protéico. insuficiência hepática aguda e ingestão protéica diminuída.

Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Cronômetro Tubos de ensaio. EDTA 2 mmol/L. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.G. Padrão: Solução de Uréia (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . 111 .br / e-mail: sac@biotecnicaltda.Brasil. Seguir com rigor a metodologia proposta. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.: 80027310068 Códigos: BT 10013 – 1 fr com 50 mL R-A + 1 fr com 50 mL R-B + 1fr com 2. 8.Varginha . instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Procedimento automatizado Indicar nome. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Nitroprussiato de sódio 3.com. 9.2 mmol/L. código). Vila Verônica . Salicilato sódico 60 mmol/L. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. com cubetas Banho de água a 37 °C. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.M.70 – 50 mmol/L.Bioquímica 5. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. evitando assim a deterioração das enzimas.000 U/L. para a obtenção de resultados exatos. Reagente B: Hipoclorito de sódio 140 mmol/L e hidróxido de sódio 150 mmol/L. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. . Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.biotecnicaltda. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 580 nm.3214.Procedimento Operacional Padrão .br Reagente A: Tampão fosfato pH 6.0 mL R-C fr + Padrão com 2. Conservar entre 2 e 8º C 6. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Reagente C: Urease – 30.0 mL BT 10013 – 1 fr com 250 mL R-A + 1 fr com 250 mL R-B + 1fr com 10.4646 Site: www. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.0 mL R-C fr + Padrão com 2. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. COMPONENTES DO KIT URÉIA ENZIMÁTICA Registro M. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.S.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.com. 7. Pipetas automáticas e ponteiras.

Bioquímica O reagente.Procedimento Operacional Padrão . A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. A cor é estável por 30 minutos. Procedimento manual 1. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.0 mL Padrão 10 μL 1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. se refrigerado. plasma ou urina. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.. Isso evitará contaminação cruzada. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 580 nm. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. lavar abundantemente com água corrente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Aamostra = Absorbância da amostra Apadrão = Absorbância do padrão Com fator: F = Valor do Padrão Apadrão Uréia = Aamostra x F 112 . Agitar bem e incubar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente (15-30º C) ou durante 5 minutos a 37º C. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.0 mL 1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo A de Trabalho: Misturar na proporção de 25. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.0 mL de Reativo A-2 Estabilidade do Reativo A de Trabalho: 15 dias. Em caso de vazamento acidental.0 mL 5.0 mL 1. lavar o local com água corrente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.0 mL Padrão de uréia Amostra Reagente A de trabalho 3. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. o que poderia causar resultados errôneos. Agitar bem e incubar os tubos durante 5 minutos a 37º C. 10. 4.0 mL de Reativo A-1 + 1. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. 11. contém soro. 2. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Pipetar: Reagente B 1. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. uma vez usado. Reativo B: pronto para uso. controle (se utilizado) e reagente. 6. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.0 mL Amostra 10 μL 1. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. com água destilada ou deionizada. CÁLCULOS A Amostra x Valor Padrão = mg/dL uréia. eventualmente infectado. Deixar ambientar os Reagentes durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em um banho de água. sendo o último. Em caso de contato com os olhos ou pele. A Calibrador Onde. O enxágüe deve ser exaustivo. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.

49 – 7. : 13:156. 8:130. (Ed. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Chaney AL. J. Qualitymark ed.237 Valor padrão = 70mg/dL F= 70 = 295.4 = 32. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 200 mg/dL. J. Interferências: O ácido ascórbico. Clin Chem 1979.K. 1985. 1997. Amer J Med Technol 1967. Bergmeyer.4 0. já que interferem na reação. Rio de Janeiro. Brit. et al.166 = mmol/L uréia mg/24h ÷ 1000 = g/24h uréia.2mg/dL Dosagem na urina (mg/24 hs): mg/24 hs = Uréia urinária (mg/dL) X Volume urinário de 24 horas (mL) 100 Uréia urina (g/24 h) = Uréia urina (mg/24 h) 1000 12. Marbach CP. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Pardini – 2002 – 94 113 . 13. Academic Press. Não devem utilizar-se sais de amônia como anticoagulantes. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): Soro / plasma: Urina: mg/dL uréia x 0. Foreman JA. hemoglobina até 400 mg/dL. & Scott. Valores de referência Soro e plasma: 15 – 45 mg/dL (2.) Methods of Enzymatic Analysis.Procedimento Operacional Padrão . H. Clin Path.109 x 295. hiperlipemia e bilirrubina até 20 mg/dL.E. Reardon JE. mesmo em concentrações elevadas (acima de 20 mg/dL). Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.237 Uréia(mg/dL) = 0.Bioquímica Exemplo: Aamostra = 0. Uréia Enzimática – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 25:336. Tobacco A. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 467 Manual de exames – Laboratório H.. Searcy RL. p. 33:15. Fawcet. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Ltda – Revisão Maio/2005.U.109 Apadrão = 0. 14. Clin Chem 1962. não interferem nos resultados.449. J.49 mmol/L) Urina: 20 – 35 g / 24 horas Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.1980.

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
URÉIA UV
Método Cinético Enzimático - UV 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades renais e hepáticas 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A uréia é o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das proteínas. Produzida no fígado, ela passa para a circulação sangüínea, onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo suor, trato gastrintestinal e rim. É livremente filtrada pelos glomérulos dependendo do estado de hidratação e 40% a 80% da uréia filtrada são passivamente reabsorvidas nos túbulos proximais. Sua concentração varia em indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores como: grau de hidratação, dieta protéica e função renal. É utilizada na avaliação do estado do funcionamento renal. A uremia é observada na dieta rica em proteínas, insuficiência cardíaca congestiva, nefrite, insuficiência renal aguda e carcinomas no trato urinário. A diminuição da uréia está relacionada a insuficiência hepática grave, aumento da diurese e redução do catabolismo protéico. A lesão renal provoca a retenção de substâncias tóxicas como a uréia devido aos distúrbios da filtração, reabsorção, secreção e excreção. Na lesão hepática, haverá uma diminuição da conversão de amônia em uréia, causando uma hiperamoniemia. Níveis aumentados A - Pré-renal Condições em que a circulação através dos rins é menos eficiente que o normal Desidratação (diarréia persistente) Choque Diminuição do volume sangüíneo (hemorragias digestivas) Catabolismo protéico aumentado (febre, estresse, queimaduras etc.) Insuficiência cardíaca B - Renal Diminuição da filtração glomerular como conseqüência de uma doença renal aguda ou crônica Nefropatias Tratamento com glicocorticóides (efeito antianabólico) C - Pós Renal Resultado de uma obstrução do trato urinário (cálculo, obstrução prostática etc.) Níveis diminuídos Caquexia, gravidez, doença celíaca, hemodiluição, na infância, insuficiência hepática aguda e ingestão protéica diminuída. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO A uréia da amostra é hidrolisada pela enzima urease com produção de gás carbônico e íons amônio. Estes são captados por uma segunda enzima, a glutamato desidrogenase, a qual em presença de outros substratos como o NADH2 e αcetoglutarato, produz NAD e glutamato. A diminuição da concentração de NADH2 no meio pode ser medida espectrofotometricamente em 340 nm, sendo proporcional à concentração de uréia na amostra. Uréia + H2O ---------------> 2 NH4+ + CO2 NH4+ + NADH + H+ + 2-Oxoglutarato ------------------------>Glutamato + NAD+ 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, plasma ou urina. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro e plasma (heparina ou EDTA): Estáveis por 7 dias a 2-8ºC. Urina de 24 horas: Centrifugar antes de processar. Diluir a amostra 1/50 com água destilada (0,1 mL de urina + 4,9 mL de H2O destilada ou deionizada). Multiplicar o resultado obtido por 50.
glutamato desidrogenase Urease

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT URÉIA UV Códigos: Registro M.S.: 80027310045 BT 10012 – 1 fr com 40,0 mL R-A + 1 fr com 10,0 mL R-B + 1 fr com Padrão 2,0 mL BT 10012 – 1 fr com 200,0 mL R-A + 1 fr com 10,0 mL R-B fr + + 1 fr com Padrão 2,0 mL

BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil. Tel/Fax: 0 (XX) 35 - 3214.4646 Site: www.biotecnicaltda.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.br Reagente A : Tampão TRIS 115mmol/L pH 7,6; α-cetoglutarato 7,5 mmol/L. Reagente B: Enzimático: NADH 0,25 mmol/L; Urease ≥ 8 KU/L, glutamato desidrogenase > 800 U/L, ADP 1,2 mmol/L. Padrão: Solução de Uréia (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 2-8 ºC 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados, evitando assim a deterioração das enzimas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 340 nm (330-350) com cubeta termostatizada. Pipetas automáticas e ponteiras. Cronômetro Tubos de ensaio. Procedimento automatizado Indicar nome, modelo e local onde se encontra o equipamento analítico, fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 8. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante, código), instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância, o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
9. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Seguir com rigor a metodologia proposta, para a obtenção de resultados exatos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reagente, uma vez usado, contém soro, plasma ou urina, eventualmente infectado, e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório, em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Em caso de vazamento acidental, lavar o local com água corrente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória, mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Em caso de contato com os olhos ou pele, lavar abundantemente com água corrente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O enxágüe deve ser exaustivo, sendo o último, com água destilada ou deionizada. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra, controle (se utilizado) e reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Isso evitará contaminação cruzada, o que poderia causar resultados errôneos. O reagente contém azida sódica que é tóxica, portanto, tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos, lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. No descarte do reagente, usar bastante água, pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. 10. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 50,0 mL de Reativo A + 0,5 mL de Reativo B + 0,5 mL de Reativo C. Estabilidade do Reativo A de Trabalho: 15 dias, se refrigerado. Descartar o reativo de trabalho se sua absorbância em 340 nm, medida frente a água, for inferior a 1,00. Procedimento manual Reagente de Trabalho: Misturar 4 (quatro) partes do Ragente A com 1 (uma) parte do Reagente B. Ex: Adicionar 4,0 mL de Reagente A – Tampão a 1,0 mL de Reagente B – Enzimático. O reagente de trabalho é estável por 4 semanas se mantido ao abrigo da luz, refrigerado de 2 a 8ºC e fora de refrigeração somente o tempo necessário para as dosagens. • Desprezar o Reagente de Trabalho se sua absorbância em 340 nm, medida frente a água, for inferior a 0,900.

B) Procedimento 1. 2. Pré-aquecer o reagente de trabalho e a amostra a 37ºC durante 2 minutos. Pipetar em uma cubeta pré-aquecida a 37ºC. Reagente de Trabalho Padrão ou amostra 3. 4. 1,0 mL 10 μL

Misturar e acionar o cronômetro simultaneamente Anotar a absorbância aos 30 segundos (A1) e aos 120 segundos (A2) da amostra e do padrão, a 340 nm.

Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 11. CÁLCULOS (A2 - A1) amostra x Valor padrão = mg/dL Uréia. (A2 - A1) padrão

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Chim. 285: 385.amostra = 0. propanolol.054 A1-padrão = 0. Clin. kanamicina. Hallet C. diluir a amostra com água destilada. é recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de normalidade.166 = mmol/L uréia mg/24h ÷ 1000 = g/24h uréia.padrão = 0. Schubert GE. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): Soro / plasma: Urina: mg/dL uréia x 0. Ácido Ascórbico e Hemoglobina: Ácido Ascórbico apenas em concentrações elevadas (acima de 20 mg/dL) e hemoglobina (acima de 200 mg/dL) induzem a resultados falsamente elevados. 1971.G..052) 0. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Acta 35:37. vancomicina. sulfonamidas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Talke H. Falsos Valores Diminuídos: fenotiazinas. neomicina.145 Valor do padrão = 70 mg/dL = 70 = 752.1971. Ltda – Revisão Maio/2005. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Academic Press. mitramicina. cloranfenicol. morfina. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear entre 6 e 250 mg/dL. J. Uréia UV – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Interferências: Não devem ser utilizados sais de amônia como anticoagulantes.34 mg/dL Dosagem na Urina (mg/24 horas) mg/24 horas = Uréia urinária (mg/dL) x Volume urinário de 24 h/mL 100 12. Kassirer.J.) Methods of Enzymatic Analysis.amostra = 0. & Cook.Procedimento Operacional Padrão . Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 467 Manual de exames – Laboratório H.023 A2. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 43:174.145 – 0. Rio de Janeiro. lítio. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. (Ed.093 Uréia (mg/dL) = (0. J. J.023) x 752. gentamicina.7 Uréia (mg/dL) = 23. ácido Etacrínico. New Engl. Bilirrubina: A bilirrubina até 15 mg/dL não interfere. 13.7 F= 70 (0. p.. timol. metildopa. Valores de referência Soro e plasma: 15-45 mg/dL Urina: 20-35 g/24 horas Estes valores são unicamente a título orientativo. Bergmeyer HU. Multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. Qualitymark ed. Med.P. 444.Bioquímica Fator de calibração = Valor do padrão / (A2 . Falsos Valores elevados: Hidroclorotiazida. 1985. meticilina. Klin Wschr 1965.054-0. salicilato. pois os mesmos interferem na reação.A1) padrão Uréia (mg/dL) = ΔAteste x Fator Exemplo: A1. 1997. furosemida. cefalosporida. Pardini – 2002 – 94 117 . bacitracina.052 A2. Sensibilidade: 6 mg/dL 14. guanetimidina.M. tianterene. Para valores acima de 250 mg/dL.

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