LABORATÓRIO: ______________________________________________________________ PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO ALFA-AMILASE

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica

Índice
ÁCIDO ÚRICO - Método Enzimático Colorimétrico - UOD-PAP............................................ ALBUMINA - Método Colorimétrico Verde de Bromocresol................................................... ALFA-AMILASE - Método Cinético Gal G2 – CNP................................................................ BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL - Método Colorimétrico Malloy-Evelyn – DMSO………. CÁLCIO ASX -Método ARSENAZO III ................................................................................. CÁLCIO - Método Colorimétrico (o-CRESOLFTALEÍNA)...................................................... CLORO - Método Colorimétrico (Mercúrio – Tiocianato) ...................................................... COLESTEROL - Método Enzimático Colorimétrico .............................................................. HDL COLESTEROL DIRETO - Método Enzimático Colorimétrico Direto – Sem precipitação............................................................................................................................. HDL COLESTEROL - Método Precipitante – Ácido Fosfotúngstico...................................... CREATININA - Método Cinético Colorimétrico...................................................................... CREATINO QUINASE (CK-NAC) -Método Cinético – UV..................................................... CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) - Método Cinético – UV............................................. FERRO Ferrozine - Método Colorimétrico............................................................................. FERRO CRX - Método Cromazurol B .................................................................................... FOSFATASE ALCALINA - Método Cinético Colorimétrico (DGKC – DEA).......................... FÓSFORO – UV - Método Molibdato .................................................................................... FRUTOSAMINA – Método Cinético Colorimétrico................................................................. γ - GLUTAMILTRANSFERASE (GAMA - GT) - Método Cinético Colorimétrico.................... GLICOSE - Método Enzimático Colorimétrico ....................................................................... MAGNÉSIO MONO - Método colorimétrico - MAGON SULFONADO................................... PROTEÍNA TOTAL - Método Colorimétrico .......................................................................... PROTEÍNA URINÁRIA - Método Vermelho de Pirgalol......................................................... TGO / AST - Método Cinético – UV........................................................................................ TGP / ALT - Método Cinético – UV........................................................................................ TRIGLICÉRIDES - Método Enzimático Colorimétrico............................................................ URÉIA ENZIMÁTICA - Método Enzimático Colorimétrico ..................................................... URÉIA UV - Método Cinético Enzimático – UV ..................................................................... Página 03 07 11 16 20 24 28 32 36 41 45 50 54 58 62 66 70 74 77 81 85 90 94 98 102 106 110 114 Revisão 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ÁCIDO ÚRICO
Método Enzimático Colorimétrico UOD-PAP 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de enfermidades renais, doenças metabólicas genéticas e patologias como leucemias, linfomas, etc. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o ácido úrico é o produto final do metabolismo das purinas, estando elevado em várias situações clínicas além da gota. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia têm gota. Níveis elevados também são encontrados na insuficiência renal, etilismo, cetoacidose diabética, psoríase, pré-eclâmpsia, dieta rica em purinas, neoplasias, pós-quimioterapia e radioterapia, uso de paracetamol, ampicilina, aspirina (doses baixas), didanosina, diuréticos, beta-bloqueadores, dentre outras drogas. Diminuição dos níveis é encontrada na dieta pobre em purinas, defeitos dos túbulos renais, porfiria, uso de tetraciclina, alopurinol, aspirina, corticóides, indometacina, metotrexato, metildopa, verapamil, intoxicação por metais pesados e no aumento do “clearance” renal. Urina: cerca de 70% do ácido úrico é eliminado pelos rins. Esta dosagem é útil em pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção urinária de urato aumentada. Álcool causa diminuição do urato urinário. Antiinflamatórios, vitamina C, diuréticos e warfarim podem interferir no resultado. Líquido sinovial: pode ser útil no diagnóstico diferencial de artropatias. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO No presente método, o ácido úrico da amostra sofre a ação da uricase, na presença de oxigênio, produzindo alantoína e peróxido de hidrogênio, este em presença de um reagente fenólico (TOOS) e da 4-aminoantipirina, sofre a ação da peroxidase produzindo um complexo violáceo (quinonimina), com máximo de absorção em 500 nm. Ácido Úrico + O2 + 2H2O
uricase

Alantoína + CO2 + H2O2
peroxidase

2H2O2 + 4-aminoantipirina + TOOS 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA

Quinonimina + 3H2O

Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, urina e líquido sinovial. Não usar plasma, pois obtem-se resultados falsamente diminuídos. Soro: obtido da maneira usual. Separar dentro das próximas 2 horas da coleta. Soros ictéricos ou com hemólise produzem valores falsamente elevados. O fluoreto inibe a Uricase. Urina: de 24 horas, separar 10 mL, acertar o pH entre 7,0 e 9,0 com hidróxido de sódio a 5% e aquecer 10 minutos a 56°C para dissolver os cristais de urato e ácido úrico, evitando resultados falsamente diminuídos. Diluir a urina 1:20 com água destilada ou deionizada e fazer a determinação. Multiplicar o resultado por 20. Líquido sinovial: a coleta não deve ser feita antes de decorridos 07 dias da última punção, ou antes de 30 dias após a administração de medicamento intra-articular. Armazenamento e estabilidade das amostras: o o o Soro: O analito é estável 03 dias entre 2-8 C ou 06 meses a –10 C (10 C negativos). Não utilizar plasma, pois apresenta resultados falsamente diminuídos. Urina: Manter refrigerado. Líquido sinovial: Até 15 dias entre 2-8oC. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Urina: presença de ácido ascórbico. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material. 5. COMPONENTES DO KIT ÁCIDO ÚRICO - UOD-PAP Registro M.S.: 80027310038 Códigos: BT 10.001 – 1 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2,0 mL. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil.

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Tel/Fax: 0 (XX) 35 . CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 4 . contém soro. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510).3214. uma vez usado.34 mmol/L e conservantes. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. sua estabilidade será de 2 semanas O reativo é estável até a data de validade do Kit.0 – 50 mmol. Conservar entre 2 – 8 º C 6. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Banho de água a 37 °C. 8. O reagente. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Em caso de vazamento acidental.4646 Site: www. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. protegido da luz.br Reagente: Tampão Fosfato pH. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. plasma ou urina. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. 9. 7. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Padrão: Solução de Ácido Úrico (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. TOOS 0. Pipetas automáticas. lavar abundantemente com água corrente. eventualmente infectado. Peroxidase 2500 U/L. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. código). o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. NÃO CONGELAR. 7. evitando assim a deterioração das enzimas. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Procedimento automatizado Indicar nome.com. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Em caso de contato com os olhos ou pele. com cubetas.biotecnicaltda. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.3 mmol/L. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Se o reagente for mantido de 15 – 25°C. Uricase 450 U/L. 4-aminoantipirina 0. Seguir com rigor a metodologia proposta. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio. lavar o local com água corrente. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. para a obtenção de resultados exatos. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.

O enxágüe deve ser exaustivo. Ler em 520 nm ou filtro verde. acertando o zero com água.01 mL) são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela. Para espectrofotômetros que requeiram volumes de leitura superiores aos indicados. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco a 500 nm (490-510nm). Para soro lipêmico e/ou com bilirrubina superior a 10 mg/dL. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 4. misturar 1. Os reagentes devem estar à temperatura ambiente. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. pode-se utilizar o método do fator: 5 . a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido à ótima reprodutibilidade. 5. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.0 mL de NaCl 0. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Isso evitará contaminação cruzada.0mL Amostra 20μL 1. 10. Os cálculos permanecem inalterados. sendo o último.0 mL de reagente. Diminuir a absorbância assim obtida. sem prejuízos para o desempenho do teste. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. pois aumentam a imprecisão da medição. • Diluir a urina assim tratada 1:10 (0. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Volume de amostra menores que 10 μL (10 microlitros = 0.0mL Padrão 20μL 1.1 mL de urina + 0.9 mL de água destilada ou deionizada). Pipetar em tubos de ensaio: Água destilada Padrão Amostra Reagente Branco 20μL 1. CÁLCULOS Abs. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente (16-25 °C) ou durante 10 minutos a 37°C. Ajustar o pH para a faixa entre 7 e 9 com NaOH 5% e aquecer a amostra durante 10 minutos a 56ºC. controle (se utilizado) e reagente. o que poderia causar resultados errôneos. medir o volume e separar uma amostra de cerca de 20 mL. usar 50 μl de amostra ou padrão e 2. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.0mL 3. para que resultados falsamente diminuídos não sejam obtidos. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL ácido úrico Abs. Os volumes de amostra e de reagentes podem ser modificados proporcionalmente. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).9% e 0. procedendo à dosagem como descrito acima para o soro. 2. que pode ser obtida com a metodologia. Dosagem na urina: • Homogeneizar a urina. • Multiplicar o resultado obtido por 10. Em caso de redução dos volumes é fundamental que se observe o volume mínimo necessário para a leitura fotométrica. evitando resultados falsamente diminuídos. da absorbância do teste e calcular a concentração. Teste → Absorbância do teste Abs. Este procedimento dissolve cristais de ácido úrico presentes. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1.02 mL de soro. com água destilada ou deionizada. Padrão Onde: Abs. Se houver suspeita da presença de ácido ascórbico. 11. deixar o soro em repouso durante 90 minutos antes de iniciar a dosagem. A cor é estável durante 30 minutos.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.

fenotiazida. Guyton. Analyst 1972. 14. 754-758.0 mg/dL = 148 a 416 mmol/L Mulheres: 1. Pardini – 2002 – 58-59 6 .5 a 7. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. sulfinpirazona. 27:142-145. : Mosby’s diagnostic and laboratory test reference 1992. Ltda – Revisão Maio/2005. metildopa. 5ªedição. acetohexamida. Fossati P. Interferências O ácido ascórbico > 0. Trinder P. Esses valores são unicamente orientativos. Pagana K. Rio de Janeiro..0 mg/dL = 89 a 356 mmol/L Para amostras de Urina: 250 a 750 mg/24horas. Falsos Valores baixos: vitamina C (ácido ascórbico). Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Barham D. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL ácido úrico x 59.5 = mmol/L ácido úrico Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: Homens: 2. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. coumarim. a hemoglobina > 1g/L e bilirrubina > 15 mg/dL interferem. alopurinol. Falsos Valores elevados: acetozolamida. 26:227-231. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. etc.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Fator de calibração = Conc. probemicida. A lipemia pode afetar os resultados. etc. Para amostras de Líquido sinovial: Valores próximos ao do soro colhido na mesma ocasião. Ácido Úrico – Bula do Kit – Biotécnica Ind e Com.5 a 6. estrógenos. Ácido Úrico (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator Cálculo p/ Urina: Urina (mg/24 h) = mg/dL x volume urinário (em mL) 100 12. do Padrão . Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. Bert G. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993. Clin Chem 1980.D. mercaptopurina. salicilatos. clorotiazida. Manual de exames – Laboratório H. Prencipe L. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20 mg/dL (1190 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 1997. azatiopina. 13. Qualitymark ed. furosemida.3 mmol/L.

de enfermidades hepáticas avançadas. Padrão: Solução de Albumina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Variações nos níveis séricos de albumina não são específicos já que podem ser devido a um grande número de alterações. separação e distribuição do material. 5.Varginha . . Soro: obtido da maneira usual. líquido pleural ou líquido ascítico.com. no entanto é útil para monitorar o estado do paciente. Esta característica é utilizada para dosar a albumina.17 mmol/L. formando um complexo colorido que é quantificado espectrofotometricamente.88 mmol – pH 4. verde de bromocresol 0. Critérios para a rejeição de amostras Presença de lipemia intensa.M.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. COMPONENTES DO KIT ALBUMINA Códigos: Registro M.com.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão .G. Realizar a coleta pela manhã Amostras: Soro. Havendo lesão hepática ou renal teremos distúrbios que podem ser resumidos em: Hipoalbuminemia: que ocorre nas doenças hepáticas crônicas.Brasil.biotecnicaltda. na síndrome nefrótica e casos de desnutrição grave.3214.) Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.2. Nutrição. enfermidades renais e casos de desidratação grave. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação do estado nutricional.4646 Site: www.: 80027310032 BT 10. Em algumas situações clínicas. 3. icterícia e anemia dilucional. 08 horas.002 . 7 . o conhecimento dos níveis de albumina é suficiente e até pode oferecer algumas vantagens em relação à proteína.2 . Essa redução está relacionada a diminuição da síntese hepática ou perda excessiva renal. pelo menos. PRINCÍPIO DO MÉTODO A albumina presente na amostra reage com o verde de bromocresol em meio ácido.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ALBUMINA Método Colorimétrico Verde de Bromocresol 1. 2. Hiperalbuminemia: é observada em casos de desidratação grave e queimaduras externas.S.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente: O paciente deve estar em jejum de. levando a uma diminuição da pressão coloidosmótica do plasma provocando um aumento de reabsorção de sódio e água e conseqüentemente causando edema. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro: O analito é estável 3 dias entre 2 – 8°C e 7 dias a – 10oC (10°C negativos. 4. Manutenção da pressão osmótica sangüínea. Líquido pleural ou líquido ascítico: O material não é colhido no laboratório. onde teremos a perda excessiva de água causando uma hemoconcentração. Vila Verônica .br Reagente: Tampão Succinato 0. Isto é possível devido a zona hidrofóbica que existe em sua estrutura. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . azida sódica 9mmol. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A albumina é uma proteína globular produzida pelo fígado que é o principal componente protéico de um soro humano normal. Tem diversas funções importantes: Transporte de moléculas hidrofóbicas como a bilirrubina e os ácidos graxos. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta.

Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. contém soro. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. uma vez usado. sendo o último. para a obtenção de resultados exatos. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Em caso de contato com os olhos ou pele. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Seguir com rigor a metodologia proposta. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Procedimento automatizado Indicar nome. lavar abundantemente com água corrente. com cubetas Banho de água a 37 °C. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Pipetas automáticas. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. eventualmente infectado. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. 8 . Conservar a temperatura ambiente 6. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Manter ao abrigo da luz.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. plasma ou urina. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. lavar o local com água corrente. código). Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. 8. Em caso de vazamento acidental. com água destilada ou deionizada. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O reagente. O enxágüe deve ser exaustivo.e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 630 nm (620-640). 7. 9. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.

O reagente contém azida sódica que é tóxica.01 mL) são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. controle (se utilizado) e reagente. Agitar bem e deixar nos tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. Volume de amostra menores que 10 μL (10 microlitros = 0.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Fazer referência ao Manual ou POP de Segurança. usar bastante água. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. 9 .0 mL Amostra 5 μL 1. lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. o que poderia causar resultados errôneos. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : g/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): µmol/L = g/dL x 144. Padrão = g/dL Albumina Abs. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc.5 e 4. Para espectrofotômetros que requeiram volumes de leitura superiores aos indicados. 4. A cor é estável durante 30 minutos. aplicar as normas de segurança estabelecidas. Padrão → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido a grande reprodutibilidade. CÁLCULOS Abs. 11. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Albumina Amostra Reagente Branco 1. Os cálculos permanecem inalterados. No descarte do reagente. que pode ser obtida com a metodologia.0 mL Padrão 5 μL 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.05 ml de amostra ou padrão e 2 mL de reagente. do Padrão . 10. Albumina (g/dL) = Absorbância do Teste x Fator Globulina = Proteína Total – Albumina Relação A/G = Albumina / Globulina 12. Em caso de redução dos volumes é fundamental que se observe o volume mínimo necessário para a leitura fotométrica. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco a 630 nm.9 g/L = g/dL x 10 Valores de referência Os valores são normais entre 3. pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. Amostra x conc. tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos. usar 0. 3. Padrão → Absorbância do Padrão Conc.0 mL 2.8 g/dL. portanto. Padrão Onde Abs. pois aumentam a imprecisão da medição. sem prejuízos para o desempenho do teste. Amostra → Absorbância da Amostra Abs. Isso evitará contaminação cruzada. Estes valores são unicamente orientativos. Os volumes de amostra e de reagentes podem ser modificados proporcionalmente.

Albumina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Chim. 1996. Chem.31:1:87. R. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 6 g/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Falsos Valores baixos: plasmas obtidos com heparina. Rio de Janeiro. Kasten Jr. BL. 66. Ltda – Revisão Maio/2005. T: Watson.G. S. Sobel. 14. & Berkman. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.. 1997. fornecem resultados falsamente diminuídos. Hudson. C. – Anal. Interferências A bilirrubina > 25 mg/dL e a hemoglobina > 1 g/L interferem no método. lítio e oxalato de potássio combinando com fluoreto de sódio. Manual de exames – Laboratório H. – Clin. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Qualitymark ed. WA & Biggs H. – Laboratory Test Handbook. Falsos Valores elevados: o uso de torniquete por mais de 3 minutos provoca um aumento no valor. Lexi-Comp Inc. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. 1971. Jacobs DS. Henry.. 29/10:1491 (1957). Pardini – 2002 – 58-59 10 . Acta.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 13. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Doumas B.

um diagnóstico de pancreatite aguda. Encontra-se aumentada na pancreatite aguda. Realizar a coleta pela manhã. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades pancreáticas agudas ou crônicas e no diagnóstico da parotidite (caxumba). urina. atingindo pico em 24 horas e retornando ao normal entre 48 a 72 horas. Níveis aumentados Parotidite Pancreatite aguda Macroamilasemia Gravidez ectópica Oclusão mesentérica Queimaduras graves Lesão de glândula salivar Doença intra-abdominal (peritonite. Amilase sérica normal pode ser encontrada (em torno de 20%) em pacientes com pacreatite aguda. sendo proporcional à atividade da enzima no soro. Colhido de maneira usual. 3. Isso é caracterizado por amilase sérica elevada e urinária normal e pode ocorrer em indivíduos sadios. Soro: obtido da maneira usual. de origem pancreática e da glândula salivar. freqüentemente. quando comparada com a sérica. Tumores de pulmão e de ovário podem produzir hiperamilasemia em torno de 50 vezes do intervalo de referência. deve-se também determinar a creatinina na mesma amostra. líquido pleural ou líquido ascítico. A quantidade de 2-cloro-4-nitrofenol liberada é medida a 405 nm. 08 horas. permanecem em níveis normais. O resultado deverá ser reportado com Relação amilase/Creatinina (U/g). sendo. com o objetivo de compensar as variações de atividade da amilase em amostras obtidas de cada micção. seus níveis séricos elevam-se duas a 12 horas após o início do episódio. predominantemente.: imunoglobulinas). SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A α – amilase é uma hidrolase que degrada complexos de carboidratos. As dosagens da amilase sérica e urinária são amplamente utilizadas no diagnóstico de doenças do pâncreas. diminuída na macroamilasemia e normal ou pouco diminuída na hiperamilasemia salivar. porém. Na maioria dos pacientes com pancreatite aguda. Amostras Pode ser usado soro. bem como na investigação da função pancreática. persistindo por períodos mais longos. 4.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ALFA-AMILASE Método Cinético Gal G2 . sem conservantes. 2. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. A amilase urinária parece atingir níveis mais elevados. portanto. apendicite aguda etc. mas indica. A amilase pode ligar-se a proteínas (ex. formando complexos de alto peso molecular denominados macroamilases. Em episódios agudos de pancreatite crônica. níveis de amilase podem estar ligeiramente aumentados. A macroamilasemia se caracteriza por elevação dos níveis séricos de amilase com valores urinários normais.) Intoxicação alcoólica Insuficiência renal grave Obstrução das vias biliares Obstrução intestinal Obstrução do canal pancreático Câncer de pâncreas Cetoacidose diabética Neoplasias (pulmão ou ovário) Níveis diminuídos Insuficiência pancreática Fibrose cística avançada Hepatopatias graves AMILASE URINÁRIA Uma quantidade significativa de amilase sérica é excretada na urina e. A magnitude da elevação sérica não é diretamente relacionada com a gravidade do envolvimento pancreático. com grande probabilidade. São conhecidas duas isoenzimas: a pancreática e a salivar. Urina: de 2 a 24 horas. A relação normal é de 1% a 4%. Em torno de 25% da amilase sérica é normalmente eliminada na urina. Quando se determina a amilase na amostra de urina. pelo menos. PRINCÍPIO DO MÉTODO A α-amilase catalisa a hidrólise do 2-cloro-4-nitrofenil-α-galactosilmatóside (Gal-G2-α-CNP) liberando 2-cloro-4-nitrofenol. Na insuficiência renal está aumentada em proporção à extensão do comprometimento renal.CNP 1. elevações séricas serão refletidas na mesma. 11 . na proporção de 40:60 em soro de indivíduos sadios. A relação entre o clearance de amilase/creatinina auxilia no diagnóstico diferencial da macroamilasemia (clearance muito baixo). Aumentos da amilase sérica não são necessariamente devidos à pancreatite.

001. usar material contaminado com saliva e suor e conversar junto ao frasco destampado são ações que podem contaminar o reagente com quantidades microscópicas de saliva ou suor. 6.br Reagente Substrato: Tampão biológico pH 6. o A dosagem da amilase urinária deve ser feita em urina de 2 a 24 horas. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 nm. Conservar entre 2 – 8 º C Cuidados especiais: Pipetar o substrato com a boca. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Vila Verônica . Tel/Fax: 0 (XX) 35 .005 ou quando mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. capazes de deteriorar irreversivelmente o substrato.4646 Site: www. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. apresenta um acréscimo de 0. A heparina não interfere como anticoagulante.00 – 2 fr com 15mL BT 11.Gal G2 . Cloreto de sódio – 70 mmol/L. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. 7. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras.: 80027310013 BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Cronômetro.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Líquido pleural ou líquido ascítico: O material não é colhido no laboratório. Cloreto de cálcio – 6 mmol/L. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.3214.00 – 2 fr com 30mL Registro M.com. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.AMILASE .biotecnicaltda. Elevações repentinas da absorbância do substrato indicam contaminação com saliva ou suor. evitando assim a deterioração das enzimas. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Segundo estudos de estabilidade a absorbância do substrato. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.Varginha . Centrífuga. medida contra a água em 405 nm. 12 . medida contra a água. sem conservantes.CNP Códigos: BT 11.00 – 50 mmol/L.G. soprar no substrato.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.M. NÃO CONGELAR. . COMPONENTES DO KIT α .Brasil. Armazenamento e estabilidade das amostras: A α-amilase em soro e plasma é estável pelo menos por 5 dias a 2-8ºC. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Outros líquidos biológicos também devem ser colhidos sem conservantes. for igual ou maior que 0. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. separação e distribuição do material 5.001. Gal G2 – CNP 2.22 mmol/L Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Não utilizar o reagente quando sua absorbância.com.003 por mês. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.S. capazes de deteriorar irremediavelmente o substrato. mantida entre 2 e 8 C. O reativo é estável até a data de validade do Kit.

Não soprar a pipeta utilizada. 9. uma vez usado. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. contém soro. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. lavar abundantemente com água corrente. É necessário o uso de proteção respiratória. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Procedimento manual 1. plasma ou urina. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso OBS: Leituras de absorbância do reativo superiores a 0. código). lavar o local com água corrente. Em caso de contato com os olhos ou pele. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Isso evitará contaminação cruzada.0 mL 10μl Urina 1. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. O reagente. com água destilada ou deionizada. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não misturar diferentes lotes de reagentes. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. o que poderia causar resultados errôneos. 1. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Em caso de vazamento acidental. 10.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 8. controle (se utilizado) e reagente. Pré-aquecer o Reagente durante alguns minutos. para evitar a contaminação do reativo. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.600 A com o aparelho zerado em 405 nm com água deionizada indicam deterioração do reativo. sendo o último. a temperatura desejada. O enxágüe deve ser exaustivo. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Evitar contaminações com íons metálicos. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. 2. eventualmente infectado. Seguir com rigor a metodologia proposta.0 mL 10μl Líquidos Pleural / Ascítico 1. 13 . em lugar apropriado para material potencialmente infectante.0 mL 10μl Misturar e inserir no porta-cubetas termostatizado. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. para a obtenção de resultados exatos. Pipetar em uma cubeta: Soro / Plasma Reativo Amostra 3. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.

Amostras com hemólises produzem resultados falsamente diminuídos. salicilatos. pH 6. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Anotar a absorbância após 1 minuto e efetuar novas leituras após mais 1. álcool. amostra contaminada.9) 12. CÁLCULOS Para linearidade: ΔA / min x 7537 a 37oC Amilase Urinária/Hora Amilase (U/l) x volume urinário (ml) Amilase urinária (U/h) = 1000 x tempo de coleta (h) Relação Amilase/Creatinina Amilase (U/l) x 100 Relação Amilase/Creatinina (U/g) = Creatinina (mg/dl) Relação depuração da amilase / depuração da creatinina Determinar a atividade da amilase e a concentração da creatinina no soro e em uma amostra de urina e aplicar os resultados na seguinte fórmula: Amilase na urina (U/l) x Creatinina no soro (mg/dl) Relação (%): Amilase no soro (U/l) x Creatinina na urina (mg/dl) Método para cálculo do fator VT = volume total do ensaio VA = volume da amostra 1000 = conversão de U/ml para U/l ε x VA x d d = espessura da solução ε = absortividade milimolar do 2-cloro-4-nitrofenol em 405 nm. Valores de bilirrubina até 20 mg/dL e hiperlipemia (triglicerides até 1500 mg/dL) não interferem. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 11. diuréticos. oxalato. Interferências: Temperatura de incubação: A determinação deve efetuar-se a 37ºC. 14 . Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. codeína. Multiplicar o valor obtido pelo fator de diluição. morfina. Incluir o procedimento a ser adotado diante de um resultado crítico.150 a 405nm)U/L. 2 e 3 minutos (A1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Os anticoagulantes fluoreto.9% e repetir a dosagem. citrato e EDTA interferem.0 a 37 ºC (12.Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 13. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear entre 10 e 1038 (0. diluir a amostra com solução salina 0. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Falsos Valores elevados: Meperidina. A2 e A3 respectivamente).Valores maiores que 3 vezes o limite superior de referência indicam aumento considerável da atividade da amilase sérica.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 4. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS VT x 1000 Fator = Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L Valores de referência: Para os Líquidos Pleural / Ascítico os valore são iguais aos do soro. Soro/Plasma Urina 37ºC < 86 U/L < 470 U/L x 100 Esses valores são unicamente orientativos. Para valores acima de 1038 U/L. tetraciclina.

oxalatos e fluoretos.. 1996. Clin Chem. Mosby Co. Hudson: Lexi-Comp Inc. 79-80. Qualitymark ed. 26: 846-853. 14. 1996. Kasten Jr BL. Alfa-Amilase – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 2005. 1987. Philadelphia: W. DAVID. 27: 493-501. Rosenblum JL.S..Procedimento Operacional Padrão . Saunders Company. Wootton and H.1:14 (1985) I. Laboratory Test Handbook. Kaufman RA. 91. 1996. Hunt MR.. Henry JB.. Clinical Diagnosis and Management by Laboratory Methods. 1997.V. Pardini – 2002 – 58-59 15 . REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Winn-Deen. 525-527. 817-830. Clin Chem. Ltda – Revisão Maio/2005.. Freeman. Kaplan LA. Methods in Clinical Chemistry. Clin Chem 1992.Sigler E.10. Manual de exames – Laboratório H. Westgard JO.. Rio de Janeiro. St. E.B.. Barry PL. Cambridge. 34. CNPG3 Technology: Genzyme Manual.D. Microanalysis Medical Biochemistry (1982). amd Chavez R.(1988).. 31. 38:920. et al. Pesce AJ. Louis: The C. Tietz NW. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. 1-35.Bioquímica Falsos Valores baixos: Citratos. H. Clin Chem 1980... E. Rauscher. Jacobs DS. Clin Chem 1981.P.

a bilirrubina se liga ao ácido glicurônico para formar a Bilirrubina Conjugada. No caso de recém-nascidos. reage em meio aquoso com o reativo de diazotação. transformando-se assim em Bilirrubina Direta ou Bilirrubina Conjugada. de coloração vermelha. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro. Amostras Soro: obtido da maneira usual. antes da próxima mamada. conhecidos como estercobilinogenio.50 mL R2 (Bilirrubina Total) + 1 fr.S. separação e distribuição do material 5.com. onde é metabolisada pela flora bacteriana residente.br Reagente 1 – Bilirrubina Direta: Ácido sulfanílico 35 mmol/L. mediante a atuação da enzima uridil difosfato glucoroniltransferase. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação hepática. -250 mL R1 (Bilirrubina Direta )+ 1 fr. 04 horas. . -250 mL R2 (Bilirrubina Total) + 1 fr. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. pelo menos. à um grupo de produtos complexo. . Esta Bilirrubina apresenta níveis séricos elevados na presença de obstrução das vias biliares. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.G. Bilirrubina Direta. ácido clorídrico 180 mmol/L. A Bilirrubina Total é a soma das duas bilirrubinas (Direta + Indireta). biliar e nas doenças hemolíticas. doenças hemolíticas e na insuficiência hepática. pois uma elevação acentuada da Bilirrubina Indireta. PRINCÍPIO DO MÉTODO Quase todas as técnicas de quantificação da Bilirrubina se baseiam na reação de Malloy-Evelyn.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Reagente 2– Bilirrubina Total: Ácido sulfanílico 40 mmol/L. A Bilirrubina Conjugada ou Bilirrubina Direta é excretada pelas vias biliares até o intestino.: 80027310029 Códigos: BT 10003 – 1 fr.Bioquímica BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL Método Colorimétrico Malloy-Evelyn – DMSO 1.50 mL R1 (Bilirrubina Direta )+ 1 fr. Proteger da luz.Varginha .5 mL R3 (Nitrito) BT 10003 – 1 fr. em particular do prematuro é de suma importância. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. muito polar.3214. Estável por 8 horas a temperatura ambiente. -25 mL R3 (Nitrito) BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.Procedimento Operacional Padrão . superando a barreira hemato-encefálica podendo causar danos cerebrais irreversíveis. ácido clorídrico 60 mmol/L. COMPONENTES DO KIT BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL – DMSO Registro M. 3.biotecnicaltda. 16 . Reagente pronto para uso. Vila Verônica . Dimetilsulfóxido 10 mmol/L Reagente 3 – Nitrito: Nitrito de sódio 33 mmol/L. O monitoramento da Bilirrubina do neonato.Brasil.M. . não dá uma reação direta e é preciso adicionar um terceiro reativo para que seja produzida a reação de diazotação com o aparecimento da cor. No fígado. pouco polar. 4. que quantifica colorimetricamente a formação de azobilirrubina.4646 Site: www.azida sódica 16 mmol/L. quando a bilirrubina reage sob determinadas condições com o ácido sulfanílico diazotado. Conservar protegido da luz. 2. veiculada pela albumina. Esta eliminação se dá de maneira praticamente completa. A Bilirrubina conjugada.com. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . A Bilirrubina livre. . a coloração aparece após o contato do soro e o reativo. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A bilirrubina é formada principalmente pela degradação da molécula heme e é transportada até o fígado. 12 horas entre 2-8 ºC ou 24 horas congelado. por este motivo se chama Bilirrubina Indireta. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Nesta fase a bilirrubina é insolúvel em água e é conhecida como Bilirrubina Não Conjugada ou Bilirrubina Indireta.

9. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Centrífuga. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 550 nm.(530 . modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. eventualmente infectado. lavar o local com água corrente. 17 . O reagente. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Em caso de contato com os olhos ou pele. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. O enxágüe deve ser exaustivo.Procedimento Operacional Padrão . O reativo é estável até a data de validade do Kit. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. contém soro. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. NÃO CONGELAR. código). evitando assim a deterioração das enzimas. Manter ao abrigo da luz. Seguir com rigor a metodologia proposta. Pipetas automáticas e ponteiras Banho Maria. 7. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Procedimento automatizado Indicar nome. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. plasma ou urina. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.Bioquímica Conservar entre 2 – 8 º C 6. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. uma vez usado. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. lavar abundantemente com água corrente. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.570) com cubeta. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. 8. Cronômetro. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Em caso de vazamento acidental. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. sendo o último. com água destilada ou deionizada. para a obtenção de resultados exatos. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.

10.ABD = 0.0 mL 30 μL 50 μL Branco Direta 1. Estável por 48 horas. porém isto não interfere no resultado final.ABT =0.0 mL 50 μL Total -1.1 = μmol/L bilirrubina Exemplo: AT = 0. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.0 mL 30 μL 50 μL R-1 – Bil Direta R-2 – Bil.30 mg/dL Para amostras pediátricas.052 x 25 = 1.5 e BT = 60. Pipetar em tubos de ensaio: (Nota 1) Branco Total 1. com volume de amostra reduzido para 20 μL.013 x 15 = 0.19 mg/dL Bilirrubina Total = (mg/dL) = 0. Para pediatria pode-se variar os volumes proporcionalmente: R – 1 / R . 11.033 ABD =0. 18 .2 = 1000 μL R–3 = 30 μL Amostra = 20 μL Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.Bioquímica Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Modo mono-reativo: Preparar alíquotas na proporção de 30 partes de Reativo 1 (Bilirrubina Direta) ou Reativo 2 (Bilirrubina Total) + 1 parte de Reativo 3 (Nitrito).020 AB.0 mL 50 μL Direta 1. Total R-3 .0 Bilirrubina Direta (mg/dL) = AD – ABD x 15.8.013 Bilirrubina Direta = (mg/dL) = 0. Nota: 1) Agitar bem e deixar reagir durante 5 minutos a temperatura ambiente. Isso evitará contaminação cruzada. quando mantido em frasco fechado a 2-8°C e realizadas calibrações diárias. controle (se utilizado) e reagente. Os reativos de trabalho desenvolvem uma coloração alaranjada.092 ABT = 0. Ler as absorbâncias.Procedimento Operacional Padrão .Nitrito Amostra/Padrão 2. os valores de fator se modificam para: BD = 36. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).040 AT . o que poderia causar resultados errôneos. Procedimento manual 1. CÁLCULOS CÁLCULOS Cálculos: Bilirrubina Total = AT – ABT x Concentração da Padrão AP – ABP Bilirrubina Direta = AD – ABD x Concentração da Padrão AP – ABP Onde: AT = Absorbância amostra Bilirrubina Total ABT = Absorbância branco da amostra de Bilirrubina Total AD = Absorbância amostra Bilirrubina Direta ABD = Absorbância branco da amostra de Bilirrubina Direta AP = Absorbância do Padrão ABD = Absorbância do Branco de Padrão Com fator: Bilirrubina Total (mg/dL) = AT – ABT x 25. Cuidados especiais Conservar a amostra e o reativo protegidos da luz.052 AD = 0.0 UNIDADES SI: mg/dL bilirrubina x 17.

0 15.9 8. Ltda – Revisão Maio/2005. Rio de Janeiro. Acta. KA.8 μmol/L). 119.T. 27: 493-501 Sims FH. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Hijmans Van der Bergh AA.Biol. 161 (1966). Falsos Valores baixos: Soros fortemente hemolisados podem fornecer valores falsamente diminuídos 14. RG Clin.0 Esses valores são unicamente orientativos. Am J Clin Path 1958. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.4 mg/dL (6.5 6. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Chem.0 10. 13. 481 (1937). 77.. Horn C. Gerarde RW. J.0 10. 1997. H. Chim. Matimek. and Evelyn. Barry PL. Qualitymark ed.0 15. hemólise ou turbidez dos soros liofilizados. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL bilirrubina x 17.1 = μmol/L bilirrubina Valores de referência Bilirrubina Total: até 1. Interferências A leitura da amostra de branco evita a interferência da lipemia. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 69.0 12. Westgard JO. Hunt MR.2 mg/dL (20.0 Termo 2. Microchem 15. 231 (1970). Malloy. Biochem. Walters MI. Muller P. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.Bioquímica 12. Manual de exames – Laboratório H. 13.Procedimento Operacional Padrão ...5 μmol/L) Bilirrubina Direta: até 0. Clin Chem 1981. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Bilirrubina Total (Recém-nascidos) – mg/dL Idade Cordão < 24 horas < 48 horas 3 a 5 dias 7 dias Pré-maturo 2. 90 (1916).0 12. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: até 15 mg/dL = 256 μmol/L Para valores superiores diluir a amostra 1:2 com solução salina e repetir a determinação multiplicando o resultado por 2. 28: 412. Pardini – 2002 – 62 19 . Bilirrubina Direta e Total – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.

Bioquímica CÁLCIO ASX Método ARSENAZO III 1. Níveis baixos de cálcio total são encontrados na osteomalácia. Cálcio Iônico: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. Na interpretação dos valores normais deve-se levar em conta níveis de albumina. pelo menos. feocromocitoma. transmissão nervosa e mediação da coagulação sanguínea. Urina: até 02 semanas em HCl 50% à temperatura ambiente. INDICAÇÃO MÉDICA Para determinação dos níveis de Cálcio sérico. Amostras Podem ser utilizados soro. porém sem deixar o torniquete por muito tempo. separar 5. pancreatite. hepatopatias. Níveis críticos de cálcio total são aqueles inferiores a 6 mg/dL e superiores a 14 mg/dL. Urina: é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea. raquitismo.0 mL Registro M.5 mg/dL (0. osteoporose. uso de diuréticos e estrógenos. urina recente pode ser utilizada realizando a razão cálcio: creatinina. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. 08 horas. plasma (heparina). hipervitaminose D. é recomendável o uso da técnica espectrofotométrica de Absorção Atômica. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. hipoparatireoidismo). insuficiência renal. Urina: Coletar todo volume da micção de 24 horas. hipervolemia. distúrbios da reabsorção tubular de cálcio. COMPONENTES DO KIT CÁLCIO ASX (ARSENAZO III) Códigos: BT 12002 – 2 fr. 4.10 mol/L) Não utilizar soro proveniente de pacientes em Terapia com EDTA – hiperparatireoidismo. Hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias. entretanto varia com o pH (aumenta na acidose. citrato ou oxalato. Também utilizado na avaliação de nefrolitíase. acromegalia. Neste caso. 2. Exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. síndrome de imobilidade. hiperabsorção intestinal de cálcio. hipertireoidismo. plasma ou urina Soro não hemolisado. liberando-o para os ossos em caso de déficit desse íon.0 mL cada + 1 fr. Critérios para a rejeição de amostras Não deve ser utilizado soro hemolisado. A intensidade de cor é proporcional a quantidade de cálcio presente na amostra. má absorção. para evitar que alterações no nível de albumina – ao redor do torniquete forme um gradiente de concentração de cálcio. osteomálacia. representando 43% desse. uso de diuréticos e estrógenos. A determinação na urina requer uma dieta prévia de pelo menos 3 dias livres de cálcio (eliminar leite e derivados). A dosagem do cálcio iônico independe da albumina. hipomagnesemia.O soro deve ser separado do coágulo o mais rápido possível. desidratação. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o cálcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). O hormônio paratireoideano e a Vitamina D aumentam a absorção do cálcio do trato gastrointestinal. Hipocalciúria pode ser secundária à hipocalcemia. A hemólise pode elevar os resultados. hipertireoidismo. A amostra deve ser obtida por via venosa. sarcoidose. corticoterapia. alcalose. homogeneizar bem todo o volume de 24 horas. Esta é a amostra teste. com 50. diminui na alcalose). Armazenamento e estabilidade das amostras: Cálcio na amostra de soro ou plasma é estável 7 dias entre 2-8oC ou 6 meses à –20 ºC. mieloma. deficiência da vitamina D. Hipercalcemia é encontrada no hiperparatireoidismo. algumas neoplasias com ou sem metástases ósseas. Este íon atua como mediador na contração muscular. linfoma. Padrão – 2. PRINCÍPIO DO MÉTODO A pH levemente ácido o cálcio forma com o arsenazo (III) um complexo azul. Evitar amostra de plasma contendo EDTA. diminuições de albumina e em situações que cursam com fósforo elevado (insuficiência renal.S.Procedimento Operacional Padrão . Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã. Sua determinação é preferida na urina de 24 h. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. 3. O uso do torniquete pode aumentar o nível de cálcio em 0. insuficiência renal. separação e distribuição do material 5. Não é observada nenhuma interferência do magnésio no pH mencionado.: 80027310052 20 . Cushing. cuja intensidade é medida a 650 nm.0 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado.

Procedimento Operacional Padrão . Seguir com rigor a metodologia proposta. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Tampão MÊS 1. conservantes Padrão: Solução de Cálcio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.Varginha . em lugar apropriado para material potencialmente infectante.4646 Site: www. Vila Verônica . plasma ou urina. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 650 nm (600-660) com cubetas. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Pipetas automáticas e ponteiras. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. eventualmente infectado. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Banho de água a 37 ºC. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. pH 6. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.com. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .Brasil.G. lavar abundantemente com água corrente. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. 21 . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 .3214. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Procedimento automatizado Indicar nome.18 mmol/L. Conservar entre 15 . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. para a obtenção de resultados exatos. Cronômetro Tubos de ensaio. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.M. lavar o local com água corrente. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. O reagente. 8.8.biotecnicaltda. código).br Reagente: Arsenazo III 0.30º C Manter ao abrigo da luz.30 ºC. O reativo é estável até a data de validade do Kit.com. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. uma vez usado. contém soro. Em caso de contato com os olhos ou pele. Em caso de vazamento acidental. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.6 mmol/L. 6. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 9. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. .

= cálcio ionizável Ca = Cálcio sérico em mg/dL P = Proteína Total (g/dL) A = Albumina (g/dL) (0. O material utilizado na preparação do reativo deverá estar completamente isento de íons cálcio. Teste x FC Cálcio Urinário Ca Urina (mg/dL) = Abs. CÁLCULOS Determinar a absorbância do padrão Ap e Calcular o Fator de calibração: FC = concentração do padrão Absorbância padrão FC = Fator de Calibração Cálcio Sérico: Cálculo da concentração de Cálcio: (Multiplicar a absorbância pelo fator de calibração) Concentração Cálcio (mg/dL) = Abs.19 x P) + A + 6 12.0 mL Agitar bem e deixar os tubos durante 2 minutos à temperatura ambiente. Para análise bicromática utilizar filtro de referência: 700 nm. Sugerimos a lavagem com ácido nítrico 6N ou com detergente não iônico.Procedimento Operacional Padrão .0 mL Padrão 10 μL 1. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reagente 2. 10. A cor é estável durante 20 minutos. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA)da Amostra frente ao Branco á 650 nm (600 – 660 nm). Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com cálcio. 3. com água destilada ou deionizada. 11. Teste x FC Dosagem de Cálcio na urina de 24 horas: mg/24 = cálcio urina (mg/dL) x vol urinário 24 h (mL) 100 Cálculo do Cálcio Ionizável: Cal ioniz. Isso evitará contaminação cruzada. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. sendo o último. O enxágüe deve ser exaustivo. controle (se utilizado) e reagente.19 x P) + A 3 Cal ioniz.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Branco 1.0 mL Amostra 10 μL 1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.25 = mmol/L cálcio 22 . Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL cálcio x 0. o que poderia causar resultados errôneos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação..= 6 x Ca – (0.. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Depois lavar várias vezes com água deionizada.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.

Interferências A hemoglobina (1.8 – 10. Triglicérides acima de 900 mg/dL produzem resultados falsamente diminuídos.7 mmol/L Urina: 100-300 mg/24 horas = 25 – 87. Pardini – 2002 – 58-59 23 . Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. dieta rica em cálcio. Manual de exames – Laboratório H. Hudson: Lexi-Comp Inc. Clin Chem 1981.0 –11. Cálcio – Arsenazo III – Bula do Kit – Biotecnica Ind e Com. 195 – 212 (1975).8 mg/dL = 2. a bilirrubina (20 mg/dL). REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Zak B. Groth T. Kasten Jr BL. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.5 .6 mg/dL = 2.. 5 ª edição Westgard JO.2.Annals of Clinical and laboratory Science 5. gentamicina. Rio de Janeiro. 14. sais de cálcio.. 96-98. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993. Falsos Valores elevados: estrógenos. Epstein E. Falsos Valores baixos: cortisona. Laboratory Test Handbook. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. dieta pobre em cálcio. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20mg/dL = 5 mmol/L.S. 13.5 g/L). Barry PL.2 – 2. o magnésio (10 mg/dL) e os fosfatos (20 mg/dL) não interferem. Jacobs DS.Procedimento Operacional Padrão .. Review of Calcium Methodologies .9 mmol/L Adultos: 8.. Guyton. Qualitymark ed. uso excessivo de laxante. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. antiácidos. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. meticilina.5 mmol/24 horas Esses valores são unicamente orientativos. cloreto de s´dio intravenoso. Ltda – Revisão Maio/2005. vitamina D. Hunt MR. 1997. 1996.Bioquímica Valores de referência Soro e plasma: Crianças: 10. heparina. Babinski E. 27: 493-501..

insuficiência renal. citrato ou oxalato. insuficiência renal.Bioquímica CÁLCIO Método Colorimétrico (o-CRESOLFTALEÍNA) 1. COMPONENTES DO KIT CÁLCIO o-CRESOLFTALEÍNA-Complexona (CFC) Registro M. plasma ou urina Soro não hemolisado. representando 43% desse. hiperabsorção intestinal de cálcio.0 mL RB + 1 fr. uso de diuréticos e estrógenos. linfoma. osteoporose.10 mol/L) Não utilizar soro proveniente de pacientes em Terapia com EDTA – hiperparatireoidismo. Na interpretação dos valores normais deve-se levar em conta níveis de albumina. hipertireoidismo. porém sem deixar o torniquete por muito tempo. homogeneizar bem todo o volume de 24 horas. alcalose. transmissão nervosa e mediação da coagulação sanguínea. Neste caso. Critérios para a rejeição de amostras Não deve ser utilizado soro hemolisado. 08 horas. Hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias. PRINCÍPIO DO MÉTODO O composto o-cresolftaleína (CFC) reage com Cálcio presente na amostra em meio alcalino originando um complexo colorido que se pode quantificar espectrofotometricamente. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. para evitar que alterações no nível de albumina – ao redor do torniquete forme um gradiente de concentração de cálcio. má absorção. algumas neoplasias com ou sem metástases ósseas. Amostras Podem ser utilizados soro. O exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. mieloma. e em situações que cursam com fósforo elevado (insuficiência renal. separação e distribuição do material 5.0 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. INDICAÇÃO MÉDICA Para determinação dos níveis de Cálcio sérico. síndrome de imobilidade. O hormônio paratireoideano e a Vitamina D aumentam a absorção do cálcio do trato gastrointestinal. osteomalácia. deficiência vitamina D. Hipercalcemia é encontrada no hiperparatireoidismo. Urina: é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea. Níveis críticos de cálcio total são aqueles inferiores a 6 mg/dL e superiores a 14 mg/dL. Esta é a amostra teste.: 80027310027 Códigos: BT 12001 – 1 fr. feocromocitoma. pancreatite. Urina recente pode ser utilizada realizando a razão cálcio / creatinina. com 50. Padrão – 2. hipervolemia. Urina: Coletar todo volume da micção de 24 horas. hipomagnesemia. raquitismo. Níveis baixos de cálcio total são encontrados na osteomalácia. hipervitaminose D. sarcoidose. Urina: até 02 semanas em HCl 50% à temperatura ambiente. é recomendável o uso da técnica espectrofotométrica de Absorção Atômica. diminuições da albumina. plasma (heparina). hepatopatias. A dosagem do cálcio iônico independe da albumina. liberando-o para os ossos em caso de déficit desse íon. 3. distúrbios da reabsorção tubular de cálcio. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. diminui na alcalose). corticoterapia. 2. Sua determinação é preferida na urina de 24 h. Cushing. A determinação na urina requer uma dieta prévia de pelo menos 3 dias livres de cálcio (eliminar leite e derivados). pelo menos. hipoparatireoidismo). uso de diuréticos e estrógenos. Hemólise pode elevar seus resultados.5 mg/dL (0. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o cálcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). Este íon atua como mediador na contração muscular. Hipocalciúria pode ser secundária à hipocalcemia. 4. A amostra deve ser obtida por via venosa. Cálcio iônico: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. Evitar amostra de plasma contendo EDTA. desidratação. com 50. acromegalia. separar 5.0 mL 24 .S.Procedimento Operacional Padrão .O soro deve ser separado do coágulo o mais rápido possível. O uso do torniquete pode aumentar o nível de cálcio em 0. entretanto varia com o pH (aumenta na acidose. Armazenamento e estabilidade das amostras: Cálcio na amostra de soro ou plasma é estável 7 dias entre 2-8oC ou 6 meses à –20 ºC. hipertireoidismo. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.0 mL RA + 1 fr. Também utilizado na avaliação de nefrolitíase. Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã.

Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.3214. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.M.30º C Manter ao abrigo da luz. eventualmente infectado. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 570 nm (550-590) com cubetas. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. 25 . Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. . modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.com. para a obtenção de resultados exatos.4646 Site: www. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. plasma ou urina. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O reativo é estável até a data de validade do Kit.Brasil. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 . CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Seguir com rigor a metodologia proposta.biotecnicaltda. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. O reagente. 8. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Vila Verônica .Varginha . Tel/Fax: 0 (XX) 35 .com. lavar o local com água corrente. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.62 mmol/L.Procedimento Operacional Padrão .G. 8-hidroxiquinoleína 69 mmol/L. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Cronômetro Tubos de ensaio. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. 9.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. contém soro.br Reativo A: Tampão Etanolamina 500 mmol/L. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Pipetas automáticas e ponteiras. Padrão de Cálcio: Solução estabilizada de Cálcio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. 7. Procedimento automatizado Indicar nome. código). Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. uma vez usado. Banho de água a 37 ºC. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Conservar entre 15 e 30º C 6. Reativo B: orto-cresolftaleína complexona 0. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Em caso de vazamento acidental. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.

Branco 1.200 de Absorbância indicam contaminação grosseira por cálcio e os reativos devem ser desprezados. Isso evitará contaminação cruzada. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos Reativos: Reativo de Trabalho: Mistura na proporção de 1 mL de Reativo A + 1 mL de Reativo B. Decorridos os 10 minutos. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. com água destilada ou deionizada. 11.Procedimento Operacional Padrão .0 mL Amostra 10 μL 1. 10. Procedimento manual 1. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reat. Sugerimos a lavagem com ácido nítrico 6N ou com detergente não iônico. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Um novo reativo de trabalho deve ser preparado. leituras acima de 0. Depois lavar várias vezes com água deonizada. 3. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Em caso de ingestão procurar atendimento médico.0 mL Padrão 10 μL 1. 2. Cuidados especiais O material utilizado na preparação do reativo de trabalho deverá estar completamente isento de íons cálcio. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.. lavar abundantemente com água corrente. sendo o último. Teste x FC Dosagem de Cálcio na urina de 24 horas: mg/24 = cálcio urina (mg/dL) x vol urinário 24 h (mL) 100 FC = Fator de Calibração Cálculo do Cálcio Ionizável: Cal ioniz. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.. o que poderia causar resultados errôneos. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Teste x FC Cálcio Urinário Ca Urina (mg/dL) = Abs. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.Bioquímica Em caso de contato com os olhos ou pele. O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com cálcio. O enxágüe deve ser exaustivo. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Trab. controle (se utilizado) e reagente. A técnica se caracteriza por Absorbâncias dos brancos muito baixas. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. ler a absorbância do Padrão e da Amostra frente ao Branco do reativo à 570 nm. Estável por 24 horas a temperatura ambiente.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.0 mL Agitar bem e deixar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. = cálcio ionizável Ca = Cálcio26 sérico em mg/dL P = Proteína Total (g/dL) A = Albumina (g/dL) . CÁLCULOS Determinar a absorbância do padrão Ap e Calcular o Fator de calibração: FC = concentração do padrão Absorbância padrão Cálcio Sérico: Cálculo da concentração de Cálcio: (Multiplicar a absorbância pelo fator de calibração) Concentração Cálcio (mg/dL) = Abs.

Groth T.12 . REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Martineck. meticilina.25 = mmol/L cálcio Cal ioniz.J. cloreto de s´dio intravenoso.0 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20 mg/dL (5. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.200 mg/24 horas = 1. Pardini – 2002 – 58-59 27 .5 .. Hunt MR.2.5 g/L). vitamina D. Kasten Jr BL. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Henry. dieta rica em cálcio.5 mg/dL = 2. Interferências A hemoglobina (1. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Harper & Row Publishers (1964).0 . Falsos Valores elevados: estrógenos. Manual de exames – Laboratório H.5 .03 mmol/24 horas 13. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. Principles and Techniques. 96-98. Laboratory Test Handbook. Rio de Janeiro. o magnésio (10 mg/dL) e os fosfatos (20 mg/dL) não interferem. R. Ltda – Revisão Maio/2005.Procedimento Operacional Padrão .10. R. Clin Chem 1981. Cálcio – o-Cresolftaleína – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 27: 493-501. Westgard JO. sais de cálcio. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL cálcio x 0. Med. 1997.19 x P) + A 3 (0. 14.35 mmol/L Urina: 60 . Falsos Valores baixos: cortisona.5. heparina. – J. 1996.G. dieta pobre em cálcio.Bioquímica 6 x Ca – (0. Triglicérides acima de 900 mg/dL produzem resultados falsamente elevados por interferência fotométrica.5. a bilirrubina (20 mg/dL). Hudson: Lexi-Comp Inc.. gentamicina.19 x P) + A + 6 12. – Clinical Chemistry. uso excessivo de laxante.4 mg/dL = 1.0 – 1. Qualitymark ed.= Valores de referência Cálcio no Soro: 8. 33:416 (1971).Am. Jacobs DS. antiácidos.63 mmol/L Cálcio iônico: 4. Barry PL. Tech.

SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Cloro Sérico É o principal ânion extracelular. está envolvido na manutenção da pressão osmótica e balanço hidroeletrolítico. PRINCÍPIO DO MÉTODO O íon cloreto reage com o íon mercúrico liberando uma quantidade equivalente de íon tiocianato que em presença de ferro trivalente forma um complexo colorido violeta. A intensidade da coloração do complexo é proporcional a concentração do íon cloreto presente na amostra. 2. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na dosagem de íons cloretos no sangue. São observados níveis fisiologicamente aumentados na diurese pós-menstrual e diminuídos na retenção hídrica pré-menstrual.Procedimento Operacional Padrão . Diminuindo na meningite tuberculosa e outras meningites bacterianas. Juntamente com o sódio. A maior parte do cloro ingerido é absorvida e o excesso excretado na urina. Níveis Aumentados Insuficiência renal aguda Níveis Diminuídos Acidose metabólica associada a elevação de ânions orgânicos(cetoacidose diabética e insuficiência renal) Acidose respiratória Acidose metabólica associada à diarréia prolongada com perda de bicarbonato Acidose tubular renal Alcalose respiratória Alguns casos e hiperparatireoidismo primário Desidratação Diabetes insipidus Hiperfunção adrenocortical Intoxicação por salicilato Alcalose metabólica Aldosteronismo Doença de Addison Hipersudorese Nefrite perdedora de sal Secreção gástrica persistente Vômito prolongado Cloro Urinário Normalmente a excreção urinária de cloro se aproxima da ingestão. 28 .Bioquímica CLORO Método Colorimétrico (Mercúrio – Tiocianato) 1. Desta forma. 3. representa a maioria dos constituintes osmoticamente ativos do plasma. Líquor Acompanha as alterações (diminuição ou elevação) dos níveis séricos. A dosagem do cloreto no suor é útil no diagnóstico da fibrose cística. A determinação dos cloretos em amostras de sangue e urina faz parte da avaliação dos distúrbios hidro-eletrolíticos e ácido-básicos. Níveis Aumentados Aumento da ingestão Uso de diurético Depleção de potássio Doença de Addison Necrose tubular aguda Pielonefrites Rim policístico Síndrome de Bartter Uso de teofilina Níveis Diminuídos Diminuição da ingestão de sal Vômito Diarréia Aspiração gástrica Diabetes insipidus Fístulas gastrointestinais Síndrome de Cushing Cloro.

Soro ou plasma: obtido da maneira usual.com. heparina). Amostras Usar soro ou plasma (EDTA. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.9 mM. Pipetas automáticas e ponteiras. Armazenamento e estabilidade das amostras: O íon cloreto é estável na amostra até 04 dias se armazenado entre 2-8oC. 7. Conservar entre 15 – 30ºC.br Reagente: Tiocianato de mercúrio 12. O reativo é estável até a data de validade do Kit.Brasil. COMPONENTES DO KIT CLORETO Códigos: Registro M. suor e líquor. utilizar amostras centrifugadas.biotecnicaltda. Cronômetro. O analito é estável por 7 (sete) dias entre 15 – 30oC e vários meses a 10oC negativos.: 80027310028 BT 12003 – 1 fr com 50mL. código).M. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Vila Verônica .Bioquímica 4. 6. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Banho de água a 37 ºC. pelo menos. devem ser separados até 1 hora após a coleta. citrato.com. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 29 . MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 460 . nitrato de ferro (III) 170 mM. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Manter protegido da luz.G. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. o plasma ou soro. 8. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.S. + 1 fr Padrão – 2. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Para evitar a passagem do cloreto para as hemácias.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Diluir a urina 1:2. Reagente pronto para uso. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. . ácido nítrico 50 mM.Varginha . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 a 30º C.Procedimento Operacional Padrão . urina (colhida com intervalo de 24 horas). Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Urina ou líquor: Para dosagem no líquor ou na urina. separação e distribuição do material 5. Multiplicar o resultado obtido por 2.3214.4646 Site: www. Urina de 24 horas. oxalato. Padrão: Solução de íons Cloreto (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). 08 horas. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.500 nm com cubetas.

e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. controle (se utilizado) e reagente. A cor é estável durante 30 minutos. uma vez usado. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reagente Branco 2. plasma ou urina. Em caso de vazamento acidental. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.Procedimento Operacional Padrão . Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.0 mL Padrão 5 μL 2. sendo o último. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Cuidados especiais Cuidados especiais com a água utilizada! Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.0 mL 2. lavar abundantemente com água corrente. Isso evitará contaminação cruzada. 11. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações.0 mL Amostra 5 μL 2. 9. contém soro. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Em caso de contato com os olhos ou pele.Bioquímica Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. lavar o local com água corrente. O enxágüe deve ser exaustivo. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. CÁLCULOS Abs. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. eventualmente infectado. Padrão 30 . O reagente. 10. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. 3. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco á 460-500 nm. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Seguir com rigor a metodologia proposta. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). para a obtenção de resultados exatos. com água destilada ou deionizada. o que poderia causar resultados errôneos. Amostra X Concentração do padrão = mEq/L cloreto Abs. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Homogeneizar bem e incubar os tubos durante 5 minutos à temperatura ambiente.

Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Zall D.Procedimento Operacional Padrão . fazer o branco da amostra com água destilada. Chem. Garner D. 27: 493-501.28. Rio de Janeiro.Bioquímica Onde: Abs. Padrão Absorbância da Amostra Absorbância do Padrão Devido à ótima reprodutibilidade. Clin Chem 1981. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Líquor: 118 a 132 mEq/L Esses valores são unicamente orientativos. que pode ser obtida com a metodologia. Interferências Para amostras Lipêmica. Ltda – Revisão Maio/2005. Barry PL. ictéricas e hemolizadas.1665 (1956) Skeggs L. Westgard JO.. Manual de exames – Laboratório H. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 200 mEq/L (100 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.5 Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: 98 – 110 mEq/L = 49 – 55 mmol/L Para amostras de Urina: 170 – 250 mEq/24h = 85 – 125 mmol/L Suor até 40 mEq/L. do Padrão . 14. 1997..O. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mEq/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L = mEq/L x 0. Metodologia Technicon. Hunt MR. Pardini – 2002 – 58-59 31 . Cloro – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.Fisher D. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.M. Cloreto (mEq/L) = Absorbância do Teste x Fator 12.. Amostra Abs.. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência 13.Anal. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. Qualitymark ed.

O colesterol é o principal lipídio associado à doença vascular aterosclerótica. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O colesterol é um componente estrutural importante da membrana celular e precursor para biossíntese de ácidos biliares e hormônio esteróides.lipoproteína. A enzima colesterol oxidase. que apresenta máximo de absorção em 500 nm. septicemia. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. Soro ou plasma heparinizado. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Uma dosagem de colesterol elevada é uma boa indicação dos riscos de aterosclerose. em presença de 4-aminoantipirina. após pancreatectomia. catalisa a oxidação do colesterol livre. hepatite por vírus. separação e distribuição do material. A aterosclerose desencadeia várias disfunções em vários órgãos principalmente no coração. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação dos riscos de aterosclerose e monitoramento de pacientes diabéticos.de Gaucher. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente: O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. Soro: obtido da maneira usual. S.Bioquímica COLESTEROL Método Enzimático Colorimétrico 1. hepatoma. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. graxo Colesterol +1/2 O2 ----------------> Colestenona + H2O2 2 H2O2 + 4-Aminoantipirina + Fenol -------------> Quinonaimina +4H2O 4. anemia perniciosa. AUMENTO: icterícia obstrutiva. anorexia nervosa. D. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta Armazenamento e estabilidade das amostras: As amostras de soro / plasma podem ser guardadas 2 – 8OC por uma semana ou – 20OC por 2 meses. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do reagente fenólico (fenol) pelo peróxido de hidrogênio formado. anemia hemolítica . produzindo peróxido de hidrogênio. 3. S. de Cushing. oxidase col. aterosclerose. Amostras: Soro ou plasma. D. hemofilia. grandes queimados. Drogas: corticosteróides. D. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). pancreatite crônica. a qual é uma degeneração de artérias de grande e médio calibre através da deposição de lipoproteínas. má nutrição. Líquido ascítico ou líquido pleural: O material não é colhido no laboratório. 2. hipertireoidismo. gravidez. Separar dentro das próximas 2 horas da coleta. linfangiectasia intestinal. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). nefrótica. dentre elas o colesterol. outros anticoagulantes podem interferir no resultado final. obesos e com hipotiroidismo. peroxidase col. inanição. com conseqüente inflamação e fibrose de suas paredes. Volumes mínimos e ideais A serem definidos pelo próprio laboratório. Colesterol esterificado + H2O ------------------>Colesterol + Ac. diabetes mellitus. PRINCÍPIO DO MÉTODO Os ésteres de colesterol existentes na amostra são hidrolisados pela enzima colesterol esterase produzindo o colesterol livre. O colesterol total compreende todo colesterol encontrado em várias lipoproteínas. hipercolesterolemia familiar(deficiência de receptores LDL). uremia terminal. de Von Gierke. cérebro e rins. DIMINUIÇÃO: hepatopatias graves. cirrose porta. hipercolesterolemia poligênica. de Tangier. hiperlipidemia familiar combinada. Esterase 32 . D. S. de má absorção. de Addison. Não usar amostras visivelmente hemolisadas. acantocitose. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise intensa. porfiria intermitente aguda. sendo cerca de 60% a 70% transportados pela LDL. líquido ascítico ou líquido pleural. anemia hipocrômica severa. hipotireoidismo. disbetalipoproteinemia familiar. abetalipoproteinemia. 20% a 35% pela HDL-lipoproteina e 5% a 12% pela VLDL-lipoproteina. uso de ACTH e corticóides. gota.Procedimento Operacional Padrão . em presença de oxigênio.

9.Procedimento Operacional Padrão .0 mL. uma vez usado. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.42 mmol/L– pH 7. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.br Reagente: Tampão fosfato 182. Cronômetro Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome.004 – 4 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 4-Clorofenol 20 mmol/L. 4-Aminoantipirina 0. Colesterol esterase (CHE) > 750 U/L. código). plasma ou urina. contém soro.com. eventualmente infectado. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Colesterol oxidase > 200 U/L. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510) com cubetas. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .com.3214. Colato de Sodio 8 mM. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. 33 .Bioquímica 5. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.0 mL BT 10.G. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.: 80027310039 BT 10. Vila Verônica . O reativo é estável até a data de validade do Kit. Pipetas automáticas e ponteiras. Peroxidase > 2000 KU/L. 8. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.Varginha . COMPONENTES DO KIT COLESTEROL Códigos: Registro M. . Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.4646 Site: www. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Conservar entre 2 – 8 º C 6. Padrão: Solução de Colesterol (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. O reagente. para a obtenção de resultados exatos. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.2.biotecnicaltda. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.M.S.6 mmol/L. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. evitando assim a deterioração das enzimas. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. 7.004 – 1 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Banho de água a 37 °C. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Seguir com rigor a metodologia proposta.Brasil.

Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente ou durante 10 minutos a 37ºC. O enxágüe deve ser exaustivo. do Padrão . CÁLCULOS Colesterol (mg/dL) = Abs. com água destilada ou deionizada. Padrão Devido à ótima reprodutibilidade. 2. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. A cor é estável durante 30 minutos.Procedimento Operacional Padrão . Colesterol (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12.0 mL Amostra 10 µL 1. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.0 mL Padrão Amostra Reagente 3. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. o que poderia causar resultados errôneos. que pode ser obtida com a metodologia. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L = mg/dL x 0. Amostra X Concentração do Padrão Abs. lavar abundantemente com água corrente. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.026 Valores de referência Faixa Etária 2 a 19 anos 20 anos ou acima Valor (mg/dL) Menor que 170 De 170 a 199 Maior que 200 Menor que 200 De 200 a 239 Maior que 240 Interpretação Desejável Limítrofe Aumentado Ótimo Limítrofe Alto 34 . 4. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. sendo o último. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Isso evitará contaminação cruzada. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. Em caso de contato com os olhos ou pele. lavar o local com água corrente. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Deixar o Reagente durante alguns minutos á temperatura ambiente ou em um banho de água. controle (se utilizado) e reagente. 10. 11. Ler a absorbância (AP) do Padrão e a (AA) da Amostra frente ao Branco á 500 nm.Bioquímica O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Em caso de vazamento acidental.0 mL Padrão 10 µL 1.

– Current Prescribing 6177: 39 (1977).Bioquímica * Dados das III Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2001. Qualitymark ed. 148. 276:24. tetraciclina. Manual de exames – Laboratório H.. Falsos valores elevados: Esteróides. agentes hipoglicemiantes.. Kendalll. Izawa S. bromatos. New Engl J Med 1967. Singh RMM. Good NE. 215. B. Levy. kanamicina. 14. L. Biol. 1997. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Colesterol – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Trinder P. 94. 276.E. Bilirrubina: Bilirrubina até 15 mg/dL não interfere no resultado do teste. Falsos valores diminuídos: neomicina.. Fredriickson DS.B. Winter W.L. Winger GD.Procedimento Operacional Padrão . Biochemistry 1966. . 1970. Chem. 195-357 (1952) Castelli. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.Ácido Ascórbico: mesmo em baixas concentrações (abaixo de 2 mg/dL) o ácido ascórbico induz a resultados falsamente diminuídos.:J. Lee RS. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Bull Org Mond Santé. 13. colchicina. Levy RJ. .Ann Clin Biochem 6124 (1969).43:891. fenitoína. F. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 800 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.Hemoglobina e Triglicérides elevados (amostra com turvação evidente): Hemoglobina acima de 150mg/dL (hemólise significativa) e hiperlipemia acentuada induzem a resultados falsamente aumentados. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.P. aspirina e epinefrina. sulfonamidas. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 125. anticoncepcional oral.5:467. Abell. Rio de Janeiro. Pardini – 2002 – 67-68 35 . Connoly TN. W. Ltda – Revisão Maio/2005. Líquido Ascítico ou Líquido Pleural: Inferior ao soro com triglicérides elevados: = quiloso Superior ao soro com triglicérides normal: = quiliforme Esses valores são unicamente orientativos. heparina. Interferências . fenotiazina.

Tel/Fax: 0 (XX) 35 .Brasil. PRINCÍPIO DO MÉTODO O anticorpo antiβ-lipoproteína humana presente no Reagente A se liga as lipoproteínas (LDL. R-B com 15 mL + 1 fr Calibrador – 1. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Valores de C–HDL são dependentes de sexo e idade. Anti-hipertensivo. Amostras Soro não hemolisado.Varginha . em presença de peroxidase. Critérios para a rejeição de amostras Soro hemolisado.androgênios. Hipertrigliceridemia. O peróxido de hidrogênio produzido pela reação enzimática produz um complexo de cor azul sob condensação oxidativa com F-DAOS e 4-AAP. Fatores que contribuem para o decréscimo do colesterol HDL Fatores genéticos: hipoalfalipoproteinemia. progestágenos. Isso devese ao fato da HDL-lipoproteína estar envolvida no chamado transporte reverso do colesterol para ser metabolizado no fígado (sítio de maior excreção do colesterol). Sedentarismo. tiazídicos. Bloqueadores beta adrenérgicos.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Vários estudos sugerem existir uma forte correlação inversa entre os níveis de C-HDL e o risco de aterosclerose.Bioquímica HDL COLESTEROL DIRETO Método Enzimático Colorimétrico Direto – Sem precipitação 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de dislipidemias associadas a patologias coronárias. 5.S. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. visto que o hipotireoidismo aumenta e o hipertireoidismo diminui seus níveis. plasma (heparina ou EDTA) Armazenamento e estabilidade das amostras: O Colesterol é estável na amostra 7 dias à 2-8 ºC ou 30 dias à –20 ºC. somente o Colesterol HDL reage com a cadeia enzimática (CHE-CO). separação e distribuição do material. seus valores não devem ser usados como estimativa de risco de aterosclerose. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. 3. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. + 1 fr. 4. Esteróides. anabólicos.3214. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total.DIRETO Registro M. Neomicina. COMPONENTES DO KIT COLESTEROL HDL . Obesidade. .006 – 1 fr R-A com 45 mL. VLDL e Quilomicrons) deixando a lipoproteína HDL livre.M. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). medida à 600 nm.Procedimento Operacional Padrão . Valores de HDL – colesterol são aproximadamente 1/5 do colesterol total. Quando é adicionado o Reagente B. A concentração do HDL presente na amostra é proporcional a absorbância. tendendo a decrescer temporariamente após infarto agudo do miocárdio. Vila Verônica .G.4646 36 .: 80027310035 Códigos: BT 10. Fumo. Em doenças da tireóide.

mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. plasma ou urina. lavar o local com água corrente. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. evitando assim a deterioração das enzimas. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Anticorpos antiβ-lipoproteína humana 2. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Em caso de contato com os olhos ou pele. Banho de água a 37 °C. eventualmente infectado. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 600 nm. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.Procedimento Operacional Padrão . POD > 2400 U/L. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Cronômetro Tubos de ensaio. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Tampão MES 30 mM. O reagente. 6. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.com. Reativo B: Colesterol esterase > 4000 U/L. Procedimento automatizado Indicar nome. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. com cubetas. Calibrador: Soro liofilizado (Valor da concentração vide etiqueta do frasco). em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Seguir com rigor a metodologia proposta. uma vez usado.0. NÃO CONGELAR. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. 9. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.9 mM.8 mM. Ascorbato oxidase > 2700 U/L. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. contém soro. F-DAOS 0. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Conservar entre 2 e 8º C.br Reativo A: 4-aminoantipirina 0. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.com. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.Bioquímica Site: www. Colesterol oxidase > 2000 U/L. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 7.biotecnicaltda. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Reagente pronto para uso. Pipetas automáticas e ponteiras. 37 . Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. para a obtenção de resultados exatos. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.0 U/L. código). Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. pH 7. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Em caso de vazamento acidental. lavar abundantemente com água corrente. 8.

Adicionar: Reativo B 250 µL 250 µL 250 µL 4. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. se conservados de 2-8ºC e tomados os devidos cuidados para evitar contaminação. 38 . com água destilada ou deionizada. incubar a 37 ºC por 5 minutos. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. se protegida da luz. o que poderia causar resultados errôneos. sendo o último.Procedimento Operacional Padrão . após o frasco aberto. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.Bioquímica Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Procedimento manual Técnica Micro: 1. Fechar o frasco e homogeneizar cuidadosamente. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 10 μL 750 μL Calibrador 10 μL 750 μL Amostra 10 μL 750 μL Água destilada Calibrador Amostra Reativo A 2. Homogeneizar cuidadosamente depois de descongelado. 6. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 4 μL 300 μL Calibrador 4 μL 300 μL Amostra 4 μL 300 μL Água destilada Calibrador Amostra Reativo A 2. O calibrador é estável 03 dias se conservado entre 2-8ºC ou 30 dias a –20ºC. Homogeneizar e incubar 5 minutos a 37 º C. Deixar em repouso por 30 minutos antes do uso. 6.0 mL de água destilada ou deionizada. A reação é estável por 30 min. Técnica Macro: 1. depois de reconstituído. 5. pronto para uso.. Homogeneizar. controle (se utilizado) e reagente. Adicionar: 3. se protegida da luz. Congelar e descongelar somente uma vez. Ler a absorbância a 600 nm (A1) da amostra e (A1p) do padrão. Ler a absorbância (A2p) do Padrão e (A2) da amostra frente ao Branco a 600 nm. Adicionar: 100 µL 100 µL 100 µL Reativo B 4. 3. Homogeneizar. Ler a absorbância (A2p) do Padrão e (A2) da Amostra frente ao Branco a 600 nm. 5. Homegeneizar e incubar 5 minutos a 37 ºC. Evitar a formação de espuma. Reagentes: Os reagentes são fornecidos na forma líquida. para dissolver todo o liofilizado. incubar a 37 ºC por 5 minutos. O enxágüe deve ser exaustivo. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. A reação é estável por 30 min. Ler a absorbância a 600 nm (A1) da amostra e (A1p) do padrão. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. A estabilidade dos reativos é de pelo menos 60 dias. 10. Isso evitará contaminação cruzada. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Calibrador: Reconstituir o calibrador com exatamente 1. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.

Procedimento Operacional Padrão . HDL . sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência.138 ΔA padrão= 0. Interferências Ácido Ascórbico (até 50 mg/dL).026 Valores de referência Desejável Colesterol LDL Colesterol Total Col.056 [P] = 35 mg/dL ΔA amostra= 0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L Colesterol = mg/dL colesterol x 0.111 Colesterol HDL (mg/dL) = 0.Bioquímica Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 11.142 A2p= 0.167 A1p= 0.111 Fator = 35 = 315.3 = 43. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. HDL – Homens Col.142=0. Bilirrubina (até 40 mg/dL) e lipídios (até 5 g/dL) não interferem.280-0. como mostrado na tabela abaixo: Faixa Etária Até 10 anos De 10 a 19 anos 20 anos ou acima Diabéticos 13. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 180 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. os valores de referência para HDL Colesterol podem ser consultados por faixa etária. CÁLCULOS A1p = ΔA padrão A2-A1 = ΔA amostra [P]= Concentração do Padrão ΔA padrão x valor da concentração do padrão = mg/dL de HDL-c ΔA amostra Com Fator: Fator de calibração = [P] ΔA padrão Concentração de HDL em mg/dL = ΔA amostra x Fator Calibração Exemplo: A2 = 0. 12.Mulheres < 130 < 200 > 55 > 65 Risco moderado 130 – 159 200 – 239 35 – 55 45 – 65 Alto risco ≥160 ≥ 240 < 35 < 45 Estes valores são unicamente orientativos. Hemoglobina (até 500 mg/dL). Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.167-0.280 A1= 0.5 mg/dL.3 0. Valor (mg/dL) Maior que 40 Maior que 35 Menor que 40 Maior que 60 Maior que 45 Interpretação Desejável Desejável Baixo Alto Desejável 39 .138 x 315. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).056=0. Pelas últimas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose.

Procedimento Operacional Padrão . Pardini – 2002 – 67-68 40 .Sci. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Gordon T et al. Qualitymark ed..: High density lipoprotein as a protective factor against coronary heart disease. 37 (1997) HDL Colesterol –Direto – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.Med.707 (1977). 62. Med.: A new direct method for measuring HDL – Cholesterol which does not produce any biased values. The Framingham Study.. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. J. Sachiko Izawa et al. Ltda – Revisão Maio/2005.. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 241.Bioquímica 14. 1997. And Pharm. Manual de exames – Laboratório H. Rio de Janeiro. Am J. 1385-1388.

Bioquímica HDL COLESTEROL Método Precipitante – Ácido Fosfotúngstico 1. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Vários estudos sugerem existir uma forte correlação inversa entre os níveis de C-HDL e o risco de aterosclerose. Anti-hipertensivo 3. visto que o hipotireoidismo aumenta e o hipertireoidismo diminui seus níveis. Amostras Soro não hemolisado. Fumo. anabólicos. Em doenças da tireóide. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação dos riscos de doenças coronarianas e renais causadas por aterosclerose. precipitam em presença de fosfotungstato e íons magnésio. Sedentarismo. Armazenamento e estabilidade das amostras: O Colesterol é estável na amostra 3 dias à 2-8 ºC. Fatores que contribuem para o decréscimo do colesterol HDL: Fatores genéticos: hipoalfalipoproteinemia. plasma (heparina ou EDTA). esterase 41 . tiazídicos. oxidase col. Isso se deve ao fato da HDL-lipoproteína estar envolvida no chamado transporte reverso do colesterol para ser metabolizado no fígado (sítio de maior excreção do colesterol). separação e distribuição do material 5. seus valores não devem ser usados como estimativa de risco de aterosclerose. PRINCÍPIO DO MÉTODO Os quilomicrons e as lipoproteínas de baixíssima densidade (VLDL) e de baixa densidade (LDL) presentes na amostra. cujo colesterol quantifica-se espectrofotometricamente mediante as reações acopladas descritas abaixo. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Obesidade. graxo Colesterol + ½ O2 + H2O --------------> Colestenona + H2O2 2H2O2 + 4-Aminoantipirina +DCFS ------------->Quinonaimina+4H2O 4. COMPONENTES DO KIT HDL COLESTEROL (PRECIPITANTE) Códigos: BT 10.Procedimento Operacional Padrão . Valores de HDL – colesterol são aproximadamente 1/5 do colesterol total. Hipertrigliceridemia. Colesterol esterificado + H2O -------------> Colesterol + Ac. Esteróides.0 mL Registro M. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. + 1 fr Padrão – 2. Neomicina.: 80027310054 peroxidase col. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise intensa.S. O sobrenadante da centrifugação contém as lipoproteínas de elevada densidade (HDL).androgênios. tendendo a decrescer temporariamente após infarto agudo do miocárdio. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. Valores de C–HDL são dependentes de sexo e idade. Bloqueadores beta adrenérgicos. 2. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. progestágenos.005 – 1 fr com 50mL.

Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 600 nm. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. lavar o local com água corrente. 9. Em caso de vazamento acidental.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. 7. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. uma vez usado. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.com. para a obtenção de resultados exatos.Varginha . Tel/Fax: 0 (XX) 35 .br Reagente: Ácido Fosfotúngstíco 16 mmol/L. NÃO CONGELAR. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. contém soro. Procedimento automatizado Indicar nome.4646 Site: www.3214. Vila Verônica .Brasil. Banho de água a 37 °C. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. plasma ou urina. evitando assim a deterioração das enzimas. Cronômetro Tubos de ensaio. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.5 mmol/L. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 8. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. 6. código). Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.biotecnicaltda. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. O reagente. Padrão: Solução padrão de Colesterol (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. lavar abundantemente com água corrente. Pipetas automáticas e ponteiras. Seguir com rigor a metodologia proposta. eventualmente infectado. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.com. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.Procedimento Operacional Padrão .M. Em caso de contato com os olhos ou pele. Conservar entre 2 e 8º C. com cubetas.G. . Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. cloreto de magnésio 3. 42 .

Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.0 mL Água destilada Padrão de colesterol HDL Sobrenadante Reagente do Colesterol 7. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.Procedimento Operacional Padrão . Amostra X 40 * = mg/dL Colesterol HDL Abs. 5. 10. sendo o último. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual Precipitação 1.. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco à 500 nm. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Amostras lipêmicas e ocasionalmente amostras não lipêmicas podem apresentar o sobrenadante turvo. o que poderia causar resultados errôneos. 4.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Após a centrifugação. Deixar o Reagente durante alguns minutos á temperatura ambiente ou em um banho de água. Caso o sobrenadante permaneça ainda turvo a amostra não pode ser utilizada para determinar o colesterol HDL. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 100 μL 1. Agitar bem e incubar nos tubos durante 30 minutos à temperatura ambiente ou durante 10 minutos a 37ºC 8.1 Exemplo: AA = 0. Padrão Com Fator: Fc (Fator de calibração)= 40 Ap Concentração de HDL em mg/dL= Aa x Fc. CÁLCULOS Aa= Absorbância da amostra Ap= Absorbância do padrão ( ) [P]= Concentração do Padrão = 40 mg/dL * ( ) * 40 equivale ao valor do padrão (20 mg/dL) corrigido de acordo com o fator de diluição (1:2) usado na precipitação. Pipetar em tubo de centrífuga Amostra Reagente precipitante 2. Recolher com cuidado o sobrenadante. O enxágüe deve ser exaustivo.0 mL Padrão 100 μL 1. A cor é estável durante pelo menos 30 minutos. 3. Isso evitará contaminação cruzada. Multiplicar o resultado final por 2. 250 μL 250 μL Agitar e deixar durante 10 minutos à temperatura ambiente. 6. Fc = 40 = 131. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. controle (se utilizado) e reagente.0 mL Amostra 100 μL 1. ( ) Abs. para evitar resultados falsamente elevados. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. remover o sobrenadante límpido dentro de 15 minutos.244 43 . Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 11. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Cuidados especiais Manter sempre a relação Amostra/Preciptante igual a 1:1.000 rpm. com água destilada ou deionizada. Centrifugar durante 10 minutos a um mínimo de 4. Neste caso diluir a amostra 1:2 com NaCI 150 mmol/l e repetir a precipitação. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.

244 x 131.305 Concentração de HDL(mg/dL)= 0.) Methods of Enzymatic Analysis. Clin Chem 25(6):939. Clin Chem. Clin. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.M. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. et al. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 150 mg/dL. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L Colesterol = mg/dL colesterol x 0. H. 18:707. 1997. Pelas últimas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose. Kostner.U. Pardini – 2002 – 67-68 Valor (mg/dL) Maior que 40 Maior que 35 Menor que 40 Maior que 60 Maior que 45 Interpretação Desejável Desejável Baixo Alto Desejável 44 .T. Friedwald W. 14.305 0.Mulheres < 130 < 200 > 55 > 65 Risco moderado 130 – 159 200 – 239 35 – 55 45 – 65 Alto risco ≥160 ≥ 240 < 35 < 45 Estes valores são unicamente orientativos. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 241. p. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.148. et al. Academic Press 2 ed. Morfin R. (Ed. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Warnick.1977. M. R.F.99 mg/dL 12. 25:560. 11: 583.25 mmol/L interferem.1979. Scholnick HR. Clin Chem 1979. HDL . Virella.1985.Bioquímica Ap= 0.. G.1985. J Lipid Res 1970. Rio de Janeiro. Clin Chem. os valores de referência para HDL Colesterol podem ser consultados por faixa etária.. Burstein M.Procedimento Operacional Padrão .G. 2:217. HDL – Homens Col. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 23:882.026 Valores de referência Desejável Colesterol LDL Colesterol Total Col. a hemoglobina >3 g/L e a bilirrubina >0. Manual de exames – Laboratório H. nd Bergmeyer.1977. Qualitymark ed.3 mmol/L. et al. Interferências Àcido ascórbico >0. sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência.L. et al. Chem. HDL Colesterol (Precipitante) – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Ltda – Revisão Maio/2005. como mostrado na tabela abaixo: Faixa Etária Até 10 anos De 10 a 19 anos 20 anos ou acima Diabéticos 13.1= 31. Grove TH..

desidratação Insuficiência renal por decréscimo da Desnutrição filtração glomerular Obstrução do trato urinário Diminuição da massa muscular Intoxicação por metanol Doença hepática severa Terapia com metildopa. EDTA. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO CREATININA SÉRICA Trata-se de um produto metabólico formado pela descarboxilação da creatina-fosfato no músculo. A secreção tubular da creatinina pode ser inibida por drogas como: cimetidina. pelo menos. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Adenoma hipofisário Distrofia muscular Diabetes mellitos Doença muscular inflamatória Doenças infecciosas Doenças com diminuição da massa muscular Encefalite Doença renal avançada Hipotireoidismo Hipertireoidismo Anemia Leucemia Paralisia 3. A creatinina não é afetada normalmente pela dieta. a creatinina eleva-se mais lentamente que a uréia. trimetoprim e probenecide. não interferem. Os anticoagulantes como a heparina. uma relação direta com a massa muscular.Procedimento Operacional Padrão . como: diabetes melittus. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Diminuição do fluxo sanguíneo renal: Baixa estatura insuficiência cardíaca congestiva. a reação do picrato com outros cromogênios presentes na amostra é lenta. Armazenamento e estabilidade das amostras: A creatinina em soro ou plasma é estável 24 horas a 2-8ºC. o que não interfere na dosagem da creatinina. porém. oxalato ou fluoreto. 4. se quantidades excessivas de carnes forem consumidas. idosos e mulheres em geral. plasma ou urina. Gravidez hidantoína. os níveis séricos poderão sofrer aumento por um período de 48 horas.Homens e atletas produzem maiores quantidades de creatinina que crianças. A concentração de creatinina somente torna-se anormal quando aproximadamente metade ou mais de néfrons tenham sido comprometidos. enquanto a diminuição da massa muscular nos idosos provoca diminuição.Bioquímica CREATININA Método Cinético Colorimétrico 1. tendo. 08 horas. portanto. trimetoprim. O decréscimo da massa muscular no idoso deve ser considerado na interpretação dos resultados. 2. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação da função renal. 45 . insuficiência cardíaca congestiva etc. A determinação da creatinina urinária em mg/kg de peso é um parâmetro indicativo do volume correto da urina colhida no período de 24 horas. ocorrendo nos períodos finais da reação. Amostras: Soro. PRINCÍPIO DO MÉTODO A creatinina presente na amostra reage com o picrato em meio alcalino originando um complexo de cor vermelhoamarelada. choque. Com a redução do fluxo sanguineo renal. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. cefalosporinas e ácido ascórbico CREATININA URINÁRIA É filtrada livremente pelos glomérulos somente sendo reabsorvida em certas condições clínicas. Mede-se a velocidade de formação desse complexo utilizando uma cinética de 2 pontos durante os períodos iniciais da reação. Exercícios severos e ingestão de altas quantidades de carne podem causar aumentos significativos na excreção de creatinina.

007 – 1 fr.Bioquímica Urina: amostra de urina de 24 horas deve ser conservada em geladeira durante o período de coleta e até o momento da dosagem.3214.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. 8. código).4646 Site: www. Estável 4 dias a 2-8oC. Padrão: Solução de Creatinina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. COMPONENTES DO KIT CREATININA Códigos: Registro M. 7. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou intensa turvação. Vila Verônica . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. separação e distribuição do material 5. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.com.Varginha . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. 50mL RA + 1 fr. Procedimento automatizado Indicar nome.Brasil. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.0 mL BT 10. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .8 mmol/L. Multiplicar o resultado obtido por 100. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. com cubeta termostatizável.G. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. 250mL RA + 1 fr. Padrão – 2.com. Conservar entre 15-30oC 6. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Padrão – 2.M.br Reagente A: Ácido pícrico 18 mmol/L. 250mL RB + 1 fr.: 80027310025 BT 10. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.007 – 1 fr. 50mL RB + 1 fr. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura a 500 nm (490-510). CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. . Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.biotecnicaltda. Diluir a urina fresca 1/100 com água destilada. Tetraborato sódico 20 mmol/L. Reagente B: Hidróxido sódico 1. Manter ao abrigo da luz. 46 .Procedimento Operacional Padrão .S. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Cronômetro Tubos de ensaio. Pipetas automáticas e ponteiras. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.

Isso evitará contaminação cruzada. 5. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Pipetar em uma cubeta pré-aquecida a 37ºC: Reagente de Trabalho 4. Centrifugar uma alíquota de 10 mL. contém soro. Fazer referência ao Manual ou POP de Segurança. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Procedimento manual 1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes: Reagente de Trabalho: Misturar volumes iguais de Reativo A e Reativo B. com água destilada ou deionizada. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. As amostras muito leitosas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Dosagem em urina: 1. Ler a absorbância à 500 nm aos 30 segundos (A1) e aos 90 segundos (A2). nestes casos. Multiplicar o resultado obtido por 50. 47 . Ajustar o espectrofotômetro em zero frente a água destilada.Procedimento Operacional Padrão . Pré-aquecer o Reagente de Trabalho e a amostra ou padrão a 37ºC durante alguns minutos. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. 3. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. para a obtenção de resultados exatos. eventualmente infectado. 4. lavar o local com água corrente. Inserir em porta-cubetas termostatizado a 37ºC. Homogeneizar. aplicar as normas de segurança estabelecidas. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. 100 µL 1.Bioquímica 9. Seguir com rigor a metodologia proposta. o procedimento corretivo com desproteinização não é eficiente e. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 7. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O Reativo B é caustico. Medir o volume urinário de 24 horas. uma vez usado. O reagente. para o soro. Proceder a dosagem conforme o procedimento descrito acima. Quando a temperatura no interior da cubeta alcançar 37ºC pipetar : Padrão ou Amostra 6. plasma ou urina. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. O enxágüe deve ser exaustivo. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. por 10 minutos a 3000 rpm. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Em caso de vazamento acidental. sendo o último. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 10. controle (se utilizado) e reagente. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 3. não é possível dosar a creatinina com exatidão. o que poderia causar resultados errôneos. Fazer uma diluição do sobrenadante na proporção de 1:50 com água destilada ou deionizada. Estável por 10 dias a temperatura ambiente. 5. 2. 2.0 mL Misturar e acionar imediatamente o cronômetro. lavar abundantemente com água corrente. Em caso de contato com os olhos ou pele. Evitar contato com a pele.

222 A2 . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL Fc = = 2 0.5 mL/min 1.7= 0.425 x A0.007184 Onde: 2 SC = superfície corporal em m P = peso em Kg A = altura em cm Determinação do Clearence: 2 Clearence (mL/min/1. dividido por 1440 minutos) Atenção: A depuração deverá ser corrigida para a superfície corporal do paciente. Cálculo da Superfície Corporal sem utilização do Nomograma: SC = P0.25 Peso = 70 kg Altura = 170 cm Superfície corporal = 1.91 Depuração (mL/min/1.73 m ) = Depuração(mL/min) x 1.83 x 1.222 2 0.137) x 10.A1) amostra x Fc Exemplo: A1 – p = 0. CÁLCULOS (A2 .A = 0.73 Superfície corporal Exemplo: Creatinina na urina (mg/dl) = 120 Creatinina no soro (mg/dl) = 0.137 A2 _ A = 0.409 A1 .25 = 164.222 – 0.p = 0.187 = 10.409-0.83 mL/min.7 Creatinina (mg/dl)=(0.91 mg/dl 48 .A1) padrão Creatinina (mg/dl) = (A2 . (A2 – A1) Padrão Creatinina em mg/dl = (A2 – A1) amostra x Fc Creatinina Urina (mg/24 horas) = Creatinina mg/dL x Volume urinário 24hs (mL) 100 Creatinina em mg/kg peso/24 horas: Urina mg/kg peso /24 horas = Creatinina urina mg/ 24 horas Peso (kg) Depuração Da Creatinina Endógena (Clearence): Depuração (mL/minuto) = U x VM S Onde: U = creatinina na urina (mg/dL) S = creatinina no soro (mg/dL) VM = volume minuto (Vol.A1) amostra x valor padrão = mg/dL creatinina (A2 .A1) padrão COM FATOR: Fc = Valor do padrão (A2 .222 Valor do Padrão: 2 mg/dl Cálculo na Urina Fc = Valor Padrão . em mL.91 Volume de 24 horas = 1800 mL Volume/minuto = 1800/1440 = 1.Bioquímica 11. Urinário de 24 h.81 m2 Depuração (mL/min) = 120 x 1.81 12.73 m2) = 164.73 = 157.Procedimento Operacional Padrão . 0.725 x 0.

. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Esses valores são unicamente orientativos.2 mg/dL = 53 . Manual de exames – Laboratório H. Creatinina na Urina (mg/kg/24 horas) • Crianças 2 . a bilirrubina (10 mg/dL).0 mg/dL = 44-80 μmol/L Urina (mg/24 horas) • Adultos: Homem: 1000 a 2000 mg/24 horas Mulher: 800 a 1800 mg/24 horas. Qualitymark ed.73 m Adultos: Homem: 98 a 160 mL/minuto/1. 14. ácido ascórbico e levodopa. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Ertinghausen G. Rio de Janeiro. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 32: 81.Procedimento Operacional Padrão .73 m Obs: mg/Kg = mg/24 horas dividido pelo peso corporal do paciente. A determinação pode ser afetada por concentrações elevadas de substâncias redutoras. Falsos Valores baixos: Urinas muito acidificadas podem apresentar forte interferência negativa. cefalosporinas. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.1.6 .3 anos: 6 a 22 mg/Kg/24 horas.73 m2 2 Mulher: 95 a 150 mL/minuto/1. Interferências A hemoglobina (0. Ltda – Revisão Maio/2005. 17: 696 Creatinina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. • Adultos: Mulheres: 16 a 22 mg/Kg peso/24 horas Homens: 21 a 26 mg/Kg peso/24 horas Clearence 2 • Criança: 70 a 140 mL/minuto/1. Clin Chem Acta 1971. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 13.4 = μmol/L creatinina Valores de referência Soro ou Plasma • Homens: 0. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 143.1 g/L). • Crianças maiores de 3 anos: 12 a 30 mg/Kg peso/24 horas. Clin Chem 1971. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 12 mg/dL = 1768 μmol/L. Falsos Valores elevados: A creatinina urinária aumenta com dietas hiperprotéicas. Pardini – 2002 – 70-71 49 .5 .1. Bohmer M.97 μmol/L • Mulheres: 0. 1997. Fabiny DL.Bioquímica UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL creatinina x 88. a proteína e compostos cetônicos não interferem. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • Bartels H.

chamadas M (muscle) e B (brain). A CK é um dímero. A CK-MB está presente no miocárdio. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro. isto é. trauma muscular etc). A CK-MB é encontrada também no músculo estriado esquelético em pequena proporção (entre 1% e 4%.UV 1. onde representa cerca de 20% da CK contra 80% de CK-MM. porém os resultados não são específicos para lesão miocárdica. Não utilizar amostras hemolizadas. A CK total é encontrada em concentrações muito altas na musculatura esquelética e cardíaca. Amostras Usar soro ou plasma colhido em EDTA. A atividade enzimática é estável por 24 horas entre 15 – 25 ºC e 7 dias entre 2 – 8 ºC. estômago e bexiga. Fosfato de creatino + ADP ------------> Creatino + ATP ATP + Glicose ------------> ADP + Glicose-6-fosfato Glicose-6-fosfato + NADP+------------->Gluconato-6-fosfato + NADPH + H+ 4. empregando-se as reações acopladas da hexoquinase e glicose-6-fosfato desidrogenase. dermatomiosites. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Creatino Quinase (CK) também denominada ATP-Creatino-N-fosfotransferase. e CK-BB. Níveis Aumentados Infarto do miocárdio Lesões da musculatura cardíaca ou esquelética Miopatias congênitas e adquiridas Acidente vascular cerebral Fisioterapia Injeções intramusculares Hipotireoidismo Doenças infecciosas Embolia pulmonar Hipertermia maligna Convulsões generalizadas Neoplasias de próstata. A concentração catalítica é determinada. G6P-DH HK CK Níveis Diminuídos Diminuição da massa muscular Doenças do tecido conjuntivo Doença alcoólica do fígado Terapia com esteróides 50 . compõe-se de duas cadeias diferentes. PRINCÍPIO DO MÉTODO A creatino quinase (CK) catalisa a fosforização do ADP pelo fosfato de creatino. A CK-BB é a isoenzima encontrada no cérebro. A CK-MM é encontrada em grande quantidade principalmente na musculatura estriada. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. íleo. a partir da velocidade de formação do NADPH. e é uma importante enzima reguladora da produção e utilização de fosfatos de alta energia nos tecidos contráteis. Estas duas cadeias podem combinar-se de três formas. obtendo-se creatino e ATP. CK-MB. sendo predominante também no cólon. existe sob a forma de um dímero.Bioquímica CREATINO QUINASE (CK-NAC) Método Cinético . 2. Várias condições não relacionadas ao miocárdio provocam elevação da CK total. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Evitar exercícios físicos antes da colheita do material. formando as chamadas isoenzimas da CK: CK-MM. vesícula e trato gastrintestinal 3. A CK não é encontrada no fígado. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada nos casos de infarto do miocárdio e miopatias (distrofia muscular progressiva. estando presente também no intestino e nos pulmões. medido à 340 nm.Procedimento Operacional Padrão . A CK total possui alta sensibilidade clínica para o diagnóstico do IAM (>90%). Quantidades apreciáveis são encontradas no cérebro. sendo o restante CK-MM).

M. código). Seguir com rigor a metodologia proposta.biotecnicaltda. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.br Reagente A: Imidazol 100 mmol/L. 9.7. Conservar entre 2-8oC. hexoquinase > 3000 U/L. Vila Verônica .Procedimento Operacional Padrão . glicose – 6 . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO o Conservar o KIT a 2-8 C. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. EDTA 2 mmol/L.G. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. pH 6. N-acetil-cisteína 20 mmol.com. NADP 2 mmol/L. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.1 fr.S. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro. 6. ADP 2 mmol. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. para a obtenção de resultados exatos. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Reagente B: Fosfato de creatina 30 mmol/L.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. separação e distribuição do material 5. AMP 5 mmol.Varginha .Bioquímica Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.4646 Site: www. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. D-glicose 20 mmol/L. com 5 mL Registro M. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro com cubeta termostatizada para leituras a 340 nm.3214. . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. COMPONENTES DO KIT CREATINO QUINASE (CK-NAC) Códigos: BT 11002 . com 20 mL + 1 fr. acetato de magnésio 10 mmol/L. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.: 80027310034 BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.com. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 51 . Os reativos são estáveis até a data de validade indicada no rótulo. 7. Reagente pronto para uso. sempre que conservados bem fechados e se evitada a contaminação durante o uso.fosfato desidrogenase > 2500 U/L. di (adenosina-5) pentafosfato 10 μmol/L. Evitar exposição à luz intensa.Brasil. EDTA 2 mmol/L. 8.

plasma ou urina. calcular a média da variação de absorbância por minuto (ΔA/min).Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Pipetar: Amostra Reativo de trabalho 3. sendo o último. 2 e 3. 10. Acionar o cronômetro. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. uma vez usado.Procedimento Operacional Padrão . anotar a absorbância inicial (A0) e efetuar novas leituras após 1. Em caso de vazamento acidental. Isso evitará contaminação cruzada. O enxágüe deve ser exaustivo. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. com água destilada ou deionizada. respectivamente) Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. Procedimento manual 1. Evitar contaminações com íons metálicos. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Após a preparação do Reativo de Trabalho. 4. mantê-lo protegido da luz. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Calcular a média das absorbâncias por minuto: ΔA/min = (A1 – A0) + (A2 – A1) + (A 3– A2) 3 Multiplicar o valor abaixo pelo valor do ΔA/min: 340 nm . A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.minutos (A1.8095 `a 37°C 52 . Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Pré-aquecer o Reativo de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. Inserir nas porta-cubetas termostatizado. o que poderia causar resultados errôneos. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). o Estável 20 dias a 2-8 C. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 20 μL 1. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Aos 3 minutos. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Em caso de contato com os olhos ou pele. lavar o local com água corrente. 2. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Não soprar a pipeta utilizada. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. lavar abundantemente com água corrente. 5. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. contém soro. aplicar as normas estabelecidas de segurança. eventualmente infectado. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias encontradas.Bioquímica O reagente. controle (se utilizado) e reagente. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. A2 e A3. 11. Não conversar nas proximidades do frasco destampado.0 mL Misturar e transferir de imediato a uma cubeta.

Para valores superiores repetir a reação com amostra diluída em solução fisiológica. Qualitymark ed.0167 Valores de referência 37ºC Mulheres < 170 U/L Homens < 195 U/L Estes valores são unicamente orientativos. Falsos Valores elevados: Injeções intramusculares. Scandinavian Society for Clinical Chemistry: Scand. Rio de Janeiro. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. clofibrato.. 33:291 (1974). Temperatura de incubação: A determinação também pode efetuar-se a 30º C (método IFCC).Procedimento Operacional Padrão . é recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 1997. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 10:281 (1972). Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 142. Cin. 14. ampicilina. Pardini – 2002 – 71. A hemólise interfere. clorpromazine. cirurgias. 13. multiplicando o resultado final pelo fator de diluição. CK-NAC – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até ΔA/min = 0. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Klin. Ltda – Revisão Maio/2005.Bioquímica 12. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS International federation of Clinical Chemistry Clinica Chimica Acta. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): μkat/L = U/L x 0. 53 . Chem. Lab Invest. Interferências: Concentrações de hemoglobina acima de 200 mg/dL interferem no teste. Manual de exames – Laboratório H. anfotericína B. traumas. carbenicilina. 105:147F (1980) Deutschen gesellschaft fur Klinische Chemie Z. J. intoxicação por barbitúricos.250 à 340nm (2023 U/L).

a partir da velocidade de formação do NADPH. relação ao CK total. sem afetar o monômero B das isoenzimas CK-MB e CK-BB.Bioquímica CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) Método Cinético . INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação da extensão da lesão causada nos casos de infarto do miocárdio e em paciente com doenças ou traumas na musculatura esquelética. Multiplicar o resultado pelo fator de diluição. A elevação inicial dos níveis de CK-MB ocorre entre 4 e 6 horas após o início dos sintomas atingindo o seu pico após 24 horas e retornando ao normal entre 48 e 72 horas. Amostras: Usar soro ou plasma colhido em EDTA ou heparina. A elevação e a queda características da CK-MB. Não utilizar amostras hemolizadas Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro ou plasma Diluir as amostras que possuam uma atividade de CK total superior ou igual a 1000 U/L com solução salina (NaCl 0. correspondente à metade da atividade CK-MB é determinada. Evitar exposição à luz solar intensa. No infarto agudo do miocárdio é importante a proporção do CK-MB em. em termos de diagnóstico. têm sido a base para comparação com outros marcadores. separação e distribuição do material 5. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. PRINCÍPIO DO MÉTODO O método baseia-se na determinação da atividade da CK na presença de um anticorpo contra o monômero M. 2. A CK-MB encontra-se basicamente no músculo estriado e miocárdio. o músculo esquelético possui maior atividade de CK total por grama de tecido.9%). A isoenzima CK-MB têm sido considerada o marcador bioquímico de referência para o diagnóstico de lesão miocárdica e. a determinação da quantidade do monômero B é praticamente específica para a forma CK-MB. A CK-MB em soro é estável pelo menos por 7 dias a 2-8º C. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. não havendo quantidade de CK-MB absoluta. recomenda-se a dosagem seriada ao longo de um período de 8 a 12 horas. em uma dosagem seriada são quase patognomônicas para o diagnóstico de infarto do miocárdio. o que se utiliza quase que unicamente para diagnóstico do infarto do miocárdio. com 5 mL Registro M. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A CK é um dímero composto por duas subunidades: B (cérebro) e M (músculo) no qual encontra-se 3 isoenzimas distintas: CK-BB.UV 1. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Evitar exercícios físicos antes da coleta do material.S. Assim qualquer dano ou lesão nestes tecidos provoca uma elevação dos níveis de CK-MB em soro. 3. Para um diagnóstico com alta sensibilidade e especificidade. por isso. medido à 340 nm. Creatina Fosfato + ADP ------------> Creatino + ATP ATP + Glicose ------------> ADP + Glicose-6-fosfato + + Glicose-6-fosfato + NADP ------------->Gluconato-6-fosfato + NADPH + H G6P-DH HK CK-B 4. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Como normalmente a isoenzima CK-BB não encontra-se no sangue.: 80027310036 54 . específica para lesão do miocárdio. CK-MB e CK-MM.Procedimento Operacional Padrão . empregando-se as reações acopladas da hexoquinase (HK) e Glicose-6-fosfato desidrogenase (G6P-DH). Apesar da CK-MB ser. e pode ter até 4% de CK-MB. A concentração catalítica de CK-B. Este anticorpo inibe totalmente a isoenzima CK-MM e a metade da atividade da forma CK-MB. com 20 mL + 1 fr. A atividade enzimática é estável por 8 horas entre 15 – 25°C. Isto pode diminuir a especificidade especialmente em paciente com lesões concomitantes na musculatura esquelética e cardíaca. COMPONENTES DO KIT CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) Códigos: BT 11003 – 1 fr.

Brasil. para a obtenção de resultados exatos.com. NÃO UTILIZAR COMO CALIBRADOR. Em caso de contato com os olhos ou pele. O reagente.fosfato desidrogenase 2000 U/L.7. Conservar entre 2 . Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.3214. Evitar exposição à luz intensa. eventualmente infectado. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Conservar o KIT a 2-8oC. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Os reativos são estáveis até a data de validade indicada no rótulo. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Verifique valores na etiqueta do frasco.Procedimento Operacional Padrão . o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. 8.br Reagente A: Tampão Imidazol 100 mmol/L. AMP 5 mmol. contém soro. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. uma vez usado. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Em caso de vazamento acidental. Reagente pronto para uso. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro com cubeta termostatizada para leituras a 340 nm. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. ADP 2 mmol. Reagente B: Creatino-fosfato 30 mmol/L. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Vila Verônica . Seguir com rigor a metodologia proposta. Anticorpo anti-CK-MM policlonal >2000U/L. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. 9. pH 6.Varginha . NADP 2 mmol/L. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro..biotecnicaltda.4646 Site: www. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.M. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. D-glicose 20 mmol/L. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Acetato de Magnésio 10 mmol/L. Controle: Soro controle de CK-MB. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. lavar abundantemente com água corrente. hexoquinase 2500 U/L. sempre que conservados bem fechados e se evitada a contaminação durante o uso.G. plasma ou urina. 7. di (adenosina-5) pentafosfato 10 μmol/L. glicose – 6 . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. código). 55 .Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. lavar o local com água corrente. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.8ºC 6. . Tel/Fax: 0 (XX) 35 .com.

Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Misturar e transferir de imediato a uma cubeta. A diluição é realizada para que a atividade de CK total fique menor que 1000 U/L. Inserir nas porta-cubetas termostatizadas. sendo o último. uma vez preparado. 10. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. o que poderia causar resultados errôneos. Diluir as amostras que possuam uma atividade de CK Total superior a 1000 U/L. O reativo. 11.0 mL 8. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Calcular a diferença das absorbâncias A10 . Isso evitará contaminação cruzada. Estes valores são unicamente orientativos. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 U/L. Pipetar: Amostra Reativo de trabalho 20 μL 1. 10. o Estável por 10 dias a 2-8 C. controle (se utilizado) e reagente. anotar a absorbância inicial (A10) e aos 10 minutos anotar novamente(A15). Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Não soprar a pipeta utilizada. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. mantê-lo protegido da luz. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Neste caso multiplicar o resultado obtido por 2. É recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência 13. Pré-aquecer o Reativo de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. Não misturar diferentes lotes de reagentes. 9. com uma solução de cloreto de sódio 9 g/L 1:1. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. com água destilada ou deionizada. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. x 1350 12. 56 . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Aos 5 minutos. Evitar contaminações com íons metálicos. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. 7. em quantidade suficiente para inibir até 1500 U/L de CK-MM.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Procedimento manual 6. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O enxágüe deve ser exaustivo. Após a preparação do Reativo de Trabalho. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Acionar o cronômetro. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.67 = nkat/L Valores de referência: Temperatura 37ºC U/L <25 A atividade de CK-MB representa de 6 a 20% da atividade de CK total. CK-MB (U/L) = ΔAbs. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. possui um anticorpo anti CK-M humano. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. CÁLCULOS Determine a diferença de absorbância: A10– A5= ΔAbs.Procedimento Operacional Padrão .A5 (ΔA).

. A hemólise interfere. Fundamentais of Clinical Chemis”. Concentrações de CK-MM superiores a 1500 U/L não são inibidas pelo anticorpo e interferirá na determinação. Chem. Qualitymark ed. Ltda – revisão Maio/2005.572 (1985).: Med.B. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 116. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Falsos Valores baixos: Podem ser obtidos se o exame for realizado muito precocemente. 1997. Saunders. CK-MB – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Rio de Janeiro. Wu.N. W. A.B.H. Falsos Valores positivos: Pode ocorrer em algumas doenças neurológicas.2 Ed.: Clin. PA (1976). Bowers. 14. W. antes de 2 horas ou após 48 horas do IM.2017 (1982) S..W.. C. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS S.Procedimento Operacional Padrão . diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. International Federation of Clinical Chemistry Clinica Chimica Acta. Interferências: Hemoglobina acima de 200 mg/dL interfere nos resultados. STEIN. Pardini – 2002 – 72. Manual de exames – Laboratório H. N.Bioquímica Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 28. Weit 36. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Weit 36: 572(1985). 57 .Stein Med. Philadelphia. 105:147F (1980) nd Tietz.

drogas mielossupressoras.25 mL + 1 fr de padrão com 2 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Esse aumento ocorre pelo fato da liberação do ferro da sua forma de armazenamento no fígado (nas lesões hepatocelulares). cloridrato de guanidina 4. PRINCÍPIO DO MÉTODO O íon férrico presente na amostra e unido a transferrina é liberado por ação do guanidinio e reduzido a ferroso pela hidroxilamina. principalmente no fígado sob forma de ferritina. hidroxilamina 0. é aconselhável colher a amostra sempre no mesmo horário. devido a variações diurnas do ferro sérico. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. 3.1 mmol/L. 2. Padrão de Ferro: Solução de Ferro (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES.: 80027310026 BT 12005 – 1 fr. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. hepatopatias virais e crônicas. crianças alimentadas unicamente com leite. a citocromo oxidase. 58 . anemias hemolíticas. COMPONENTES DO KIT FERRO (Ferrozine) Códigos: Registro M. Portanto.4646 Site: www. mioglobina e outras substâncias como os citocromos. neoplasias da medula óssea e hepatopatias. Cerca de 4% estão presentes sob forma de mioglobina. Vila Verônica .1% combinado à proteína transferrina no plasma sangüíneo e 15 a 30% armazenados.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. diminuição da sua utilização na formação da hemoglobina principalmente nas neoplasias da medula óssea e na hemólise aumentada nas doenças hemolíticas.com.9.M. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE.G. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de anemias. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise e lipemia excessiva. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. 0. dos quais cerca de 65% estão presentes na forma de hemoglobina. Amostras: Usar soro.biotecnicaltda. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O ferro é um íon importante para a formação da hemoglobina. Armazenamento e estabilidade da amostra O analito é estável 4 dias entre 2 – 8º C. a peroxidase e a catalase.Brasil. O íon ferroso forma um complexo colorido com a ferrozina que se pode quantificar através de leitura espectrofotométrica.Bioquímica FERRO Ferrozine Método Colorimétrico 1. 0.br Reativo A: Tampão acetato 100 mmol – pH 4. A quantidade total de ferro no corpo é em média de cerca de 4 g. é essencial se conhecer os meios pelos quais o ferro é utilizado no corpo.1% sob forma dos diversos compostos hêmicos que promovem a oxidação celular. separação e distribuição do material 5. Para controle terapêutico. com 50 mL + 1 fr com 1. Reativo B: Ferrozine 40 mmol/L. onde teremos uma elevação na destruição da hemoglobina liberada e conseqüentemente liberação de ferro.3214. anemia hemolítica e perniciosa.com. Reagente pronto para uso. 4.Procedimento Operacional Padrão . . neoplasia da medula óssea. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Conservar entre 2-8 ºC.Varginha . nos casos de grandes hemorragias e menstruação abundante. A diminuição sérica ocorrerá na gravidez.5 mmol/L. Haverá um aumento de ferro sérico no tratamento de anemias com ferro.S.

CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. evitando assim a deterioração das enzimas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Seguir com rigor a metodologia proposta. para a obtenção de resultados exatos. O reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. sendo o último. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. 9. o que poderia causar resultados errôneos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 8.Procedimento Operacional Padrão . uma vez usado. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Em caso de vazamento acidental. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Procedimento automatizado Indicar nome. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. 59 . Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. eventualmente infectado. Em caso de contato com os olhos ou pele. lavar o local com água corrente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio de acrílico ou plástico. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. contém soro. lavar abundantemente com água corrente. 7. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.Bioquímica 6. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 560 nm (546-570). Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. NÃO CONGELAR. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. O enxágüe deve ser exaustivo. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. descartáveis. Isso evitará contaminação cruzada. plasma ou urina. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. controle (se utilizado) e reagente. código). com água destilada ou deionizada. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. com cubetas Banho de água a 37 °C.

A2 da amostra. Homogeneizar suavemente.7 µmol/L 60 . Deve-se deixar o mesmo submerso em uma solução de Ácido Nítrico ou Clorídrico 10-15%. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).0 mL ---Amostra ---250μL ---1. CÁLCULOS Ferro(μg/dL)= A2 – A1 P2 .156-0.5 . ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES.0 mL 25μL Branco Amostra ---250μL ---1. Todo material utilizado nos procedimentos deve ser de plástico ou acrílico. 3.156 A1 = 0.108-0.Procedimento Operacional Padrão .01 μSiemens.006 [P] = 100 mg/dL Ferro (μg/dL) = 111. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativos prontos pra uso Procedimento manual Dois tubo/amostra 1. Ler as absorbâncias a 560 nm.Ferrozine 2. Pipetar: Branco Reativo ---------1. (P2 – P1) Ferro(μg/dL)= 0. Ler as absorbâncias:P1 do branco do padrão.Bioquímica 10. condutividade menor que 0.102 x 100 Exemplo: A2 = 0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : µg/dL UNIDADES Sistema Internacional (SI) : µg/dL ferro x 0. eliminar a acidez com numerosas lavagens com água deionizada (livre de ferro). A2 = Absorbância da amostra A1 = absorbância do Branco da amostra P2 = absorbância do padrão P1 = absorbância do Branco do Padrão [P] = valor do padrão Com Fator : Fator Calibração = [P] .27. Cuidados especiais Limpeza do material: todo material a ser utilizado na técnica deve estar livre de íons ferro.P1 x [P] onde. 11.108P1 = 0.006 Ferro (μg/dL) = 0. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE.0 mL 25μL Água destilada Amostra Padrão de Ferro Reativo A . Incubar 10 minutos à Temperatura ambiente. por 6 horas e. A1 do branco da amostra. após.0 mL ---Branco Padrão 250μL ------1. zerando o parelho com o branco do reativo.Tampão Reativo B . Secar o material a no máximo 80ºC em estantes de aço inox ou revestidos de plástico.179 = µmol/L ferro Valores de Referência: Para amostras de Soro e Plasma: Homens: 70-155 µg/dL = 12.042 P2 = 0.042 x 100 0.114 0.0 mL ---Padrão ------250μL 1.8 mg/dl 12. P2 do padrão. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.

CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 500 µg/dL = 89. Zak B. Am J Clin Pathol 1978. Manual de exames – Laboratório H. Interferências Não devem ser usados soros lipêmicos. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO 61 . Pardini – 2002 – 74 FERRO CRX Método Cromazurol B 1.Procedimento Operacional Padrão . INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de anemias. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Itano M. neoplasias da medula óssea e hepatopatias. Vinogradov S. Ltda – Revisão Maio/2005. 70:516-22. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Stookey LL.25.5 µmol/L Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 1997.84 . anemias hemolíticas. 42:779-81. Clin Biochem 1981. Qualitymark ed.. ictéricos ou hemolisados. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 200. Falsos Valores elevados: Falsos Valores baixos: 14.Bioquímica Mulheres: 55-140 µg/dL = 9. 2. 13. Rio de Janeiro. Anal Chem 1970. Artiss JD.1 µmol/L Esses valores são unicamente orientativos. 14:311-15 Ferro Ferrozine – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.

COMPONENTES DO KIT FERRO CRX Códigos: Registro M. 4. Padrão de Ferro: Solução de Ferro (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. anemia hemolítica e perniciosa. 1% sob forma dos diversos compostos hêmicos que promovem a oxidação celular. a peroxidase e a catalase. a citocromo oxidase. Vila Verônica .com.Procedimento Operacional Padrão . nos casos de grandes hemorragias e menstruação abundante. Haverá um aumento de ferro sérico no tratamento de anemias com ferro. Não utilizar amostra hemolisada.br Reagente: Cromazurol B 0. A intensidade de cor do complexo é proporcional a concentração de ferro presente na amostra. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 630 nm (620-640).com. 62 . de padrão 2 mL.Brasil. drogas mielossupressoras. PRINCÍPIO DO MÉTODO O ferro sérico reage com o cromazurol B do CTMA-Br para formar um complexo colorido azul. é aconselhável colher a amostra sempre no mesmo horário.S. . A diminuição sérica ocorrerá na gravidez.4646 Site: www. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. com 50 mL + 01 fr.13 mM. 6. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. 3.G. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. brometo de CTMA 0. separação e distribuição do material 5. dos quais cerca de 65% estão presentes na forma de hemoglobina. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. mioglobina e outras substâncias como os citocromos. neoplasia da medula óssea. A quantidade total de ferro no corpo é em média de cerca de 4g. com cubetas.Bioquímica O ferro é um íon importante para a formação da hemoglobina. Conservar em temperatura ambiente. hepatopatias virais e crônicas. por isso é essencial conhecer os meios pelos quais o ferro é utilizado no corpo.biotecnicaltda. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes em temperatura ambiente. principalmente no fígado sob forma de ferritina.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.82 mM. 0. Esse aumento ocorre pelo fato da liberação do ferro da sua forma de armazenamento no fígado (nas lesões hepatocelulares).1% combinado à proteína transferrina no plasma sangüíneo e 15 à 30% armazenados. O reativo é estável até a data de validade do Kit.Varginha . devido a variações diurnas do ferro sérico. Para controle terapêutico. Armazenamento e estabilidade da amostra O analito é estável 4 dias entre 2 – 8º C. crianças alimentadas unicamente com leite. Amostras: Usar soro. Reagente pronto para uso. tampão acetato pH 4.75. 7. Cerca de 4% estão presentes sob forma de mioglobina.: 80027310053 BT 12004 – 2 fr. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise e lipemia excessiva.M. onde teremos uma elevação na destruição da hemoglobina liberada e conseqüentemente liberação de ferro. diminuição da sua utilização na formação da hemoglobina principalmente nas neoplasias da medula óssea e na hemólise aumentada nas doenças hemolíticas.3214. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .

Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. para a obtenção de resultados exatos. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 9. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. lavar abundantemente com água corrente. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Em caso de vazamento acidental. plasma ou urina. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. com água destilada ou deionizada. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. 10. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. O reagente. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. o que poderia causar resultados errôneos. eventualmente infectado. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. controle (se utilizado) e reagente. sendo o último. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Pipetar em tubos de ensaio: Branco Reativo ---Padrão ---Amostra 40μL Amostra 63 . Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Cronômetro Tubos de ensaio de acrílico ou plástico. Seguir com rigor a metodologia proposta.Procedimento Operacional Padrão . Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. descartáveis. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Em caso de contato com os olhos ou pele. lavar o local com água corrente. contém soro. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Isso evitará contaminação cruzada. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.Bioquímica Pipetas automáticas e ponteiras. Procedimento automatizado Indicar nome. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. uma vez usado. 8. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. código). Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. O enxágüe deve ser exaustivo.

3 μmol/L Mulheres: 37 .6 . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : μg/dL UNIDADES Sistema Internacional : μg/dL ferro x 0.7 F= 100 0. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993.9 μmol/L Esses valores são unicamente orientativos. Todo material utilizado nos procedimentos deve ser de plástico ou acrílico. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.Procedimento Operacional Padrão . ---1. CÁLCULOS Aa Ap [P] Absorbância da Amostra Absorbância do Padrão Concentração do Padrão Ferro (μg/dL) = Aa X [P] Ap COM FATOR: Fator = [P] Ap Ferro (μg/dL) = Aa x fator Exemplo: Aa=0. ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. 94 : 115-119.7 = 102.117 [P]=100 μg/dL = 854. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 44 : 511-516.28.0 mL 40μL 1.6 μg/dL 12.0 mL ---1. Guyton.5 μmol/L Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Interferências Não devem ser utilizados soros hemolisados. Deve-se deixar o mesmo submerso em uma solução de Ácido Nítrico ou Clorídrico 10-15%.117 Ferro (μg/dL) = 0.12 X 854. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Garcic A Clin Chim Acta 1979. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Paris M. Recomenda-se utilizar um branco da amostra com água destilada se a amostra for fortemente ictérica (Bilirrubina Total > 3 mg/dL).62 – 25. 14.0 mL Agitar bem e deixar reagir durante 5 minutos a temperatura ambiente. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.120 Ap=0. 13.145 µg/dL = 6. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 500 μg/dL = 89.01 μSiemens. Ler a absorbância (Ap) do Padrão e (Aa) da amostra contra o Branco de Reagente a 630 nm (620-640).Ann Biol Clin 1986. Cuidados especiais Limpeza do material: todo material a ser utilizado na técnica deve estar livre de íons ferro. A cor é estável por 2 horas ao abrigo da luz. 11. eliminar a acidez com numerosas lavagens com água deionizada (livre de ferro). por 6 horas e.Bioquímica Padrão de Ferro Reativo 2. Soros lipêmicos ou hemolisados não são apropriados para esta Técnica. condutividade menor que 0. 5 ª edição. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE.179 = μmol/L ferro Valores de Referência Homens: 59 .158 µg/dL = 10. 64 . após. 3. Secar o material a no máximo 80ºC em estantes de aço inox ou revestidos de plástico.

Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 200. Manual de exames – Laboratório H. 2.. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de afecções ósseas e hepatobiliares. Rio de Janeiro.Bioquímica Ferro CRX – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Qualitymark ed. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO 65 . Pardini – 2002 – 74 FOSFATASE ALCALINA Método Cinético Colorimétrico (DGKC – DEA) 1. 1997. Ltda – Revisão Maio/2005.Procedimento Operacional Padrão .

devido a adicional fração placentária.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. cuja velocidade de formação. liberando o 4-nitrofenol.: 80027310018 BT 11005 – 1 fr. 66 . Reagente pronto para uso. Em osteomalácia.5 mmol/L. Visto elevar-se em metástases do fígado e ósseas. túbulo renal. Os níveis mais altos de fosfatase alcalina são encontrados na doença de Paget.08 1. esta enzima pode funcionar como marcador tumoral. Mulheres no terceiro trimestre de gravidez podem apresentar aumentos em torno de duas a três vezes do intervalo normal. Vila Verônica .M. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Amostras Soro e plasma. Sua função precisa no metabolismo ainda não está de todo compreendida e parece estar associada ao transporte lipídico no intestino e processos de calcificação óssea.8. cloreto de magnésio 0. simples ou combinado com androgênio Acromegalia Doença de Paget Hipertireoidismo Raquitismo Mononucleose infecciosa Hiperparatireoidismo Crescimento ósseo fisiológico 3..4646 Site: www. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de.com.Procedimento Operacional Padrão . fígado e placenta. . Reagente B:: 4-nitrofenilfosfato 10 mmol/L.biotecnicaltda. 08 horas. quando expostas a altas temperaturas. o 4-nitrofenilfosfato de sódio é hidrolisado especificamente pela fosfatase alcalina do soro em pH9. podem ser encontrados aumentados moderados. medida a 405 nm. separação e distribuição do material 5.G. pode ser mais um auxílio na identificação de suas isoenzimas. é proporcional à atividade da enzima presente. Neste método. com 40 mL + 1 fr.0 mmol/L. com 10 mL FAL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.S.3214. PRINCÍPIO DO MÉTODO A determinação de fosfatase alcalina é feita através de método cinético com emprego do 4-nitrofenilfosfato de sódio.Brasil. Sua dosagem é de interesse na investigação de doenças hepatobiliares e ósseas associadas com hiperatividade osteoblástica. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Doenças hepáticas e do trato biliar Hipotireoidismo Metástases para fígado e osso Uso de estrogênio. baseado na DGKC. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Varginha . COMPONENTES DO KIT FOSFATASE ALCALINA Códigos: Registro M. A resposta de suas frações. Armazenamento e estabilidade das amostras: A fosfatase alcalina em soro ou plasma é estável até 7 dias a 2-8ºC A heparina não interfere como anticoagulante. pelo menos. que diminuem lentamente em resposta à terapia por vitamina D.br Reagente A: Dietanolamina pH 9.Bioquímica A fosfatase alcalina é uma enzima com atividade ótima in vitro em pH próximo de 10.com. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. A forma presente no soro de adultos normais origina-se principalmente do fígado e esqueleto e são acentuadamente dependentes da idade. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. osteoblastos. presente em muitos tecidos. 4-Nitrofenilfosfato + H2O ---------------> 4-Nitrofenol + fosfato 4. particularmente no epitélio intestinal.

CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. 9. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Pipetas automáticas e ponteiras. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Conservar entre 2-8ºC. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Em caso de vazamento acidental. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. lavar abundantemente com água corrente. eventualmente infectado. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. 67 . Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Centrífuga. Não soprar a pipeta utilizada. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. uma vez usado. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Cronômetro.Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. lavar o local com água corrente. 7. para a obtenção de resultados exatos.Procedimento Operacional Padrão . evitando assim a deterioração das enzimas. com cubetas termostatizadas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Seguir com rigor a metodologia proposta. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. O reagente. NÃO CONGELAR. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Em caso de contato com os olhos ou pele. código). Não misturar diferentes lotes de reagentes. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Evitar contaminações com íons metálicos. contém soro. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. 6. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. plasma ou urina. 8. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 nm.

225)+ (1. Estável 30 dias a 2-8°C.266) 3 ΔA/min = 0.044 Fosfatase alcalina (U/L) = 0. controle (se utilizado) e reagente.179) + (1.044 x 2757 = 121.225 – 1. Procedimento manual 1. 11. 1. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos.266-1. 4. com água destilada ou deionizada. Aos 60 segundos. 5.1200 U/L 68 .225 A2 = 1. O enxágüe deve ser exaustivo. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.01667 = µkat/L Valores de Referência Adultos Crianças 37ºC 100 . 2. Isso evitará contaminação cruzada. Agitar suavemente. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.Bioquímica A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 10. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho a temperatura desejada durante uns minutos. (A1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B.266 A3 = 1. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.290 U/L 180 . A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 0. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática.179 A1 = 1.312 ΔA/min = (1.Procedimento Operacional Padrão . o que poderia causar resultados errôneos.0 mL 20μL Misturar e inserir no porta-cubetas termostatizado a 37ºC. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 3. A2 e A3 respectivamente). Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais.3 U/L 12. calcular a média da variação da absorbância por minuto (ΔA/min): ΔA/min = (A1 – A0) + (A2 – A1) + (A3-A2) 3 A atividade da fosfatase alcalina na amostra é calculada pela multiplicação do ΔA/min pelo seguinte fator: ΔA/min x 2757 = U/L Exemplo: A0 = 1. sendo o último. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias.312-1.

69 . CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até ΔA/min: 0. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Z. produz um aumento nos resultados. J. A hemólise interfere devido a fosfatase alcalina eritrocitária. 14. Pardini – 2002 – 76 FÓSFORO . 1997. Qualitymark ed. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. citrato e EDTA interferem. Ltda – Revisão Maio/2005. Symp. Deutsch Ges fur Lab. Rio de Janeiro.Bioquímica Estes valores são unicamente orientativos. 8 (1970) 658. Kubler W. D. Biochem. Med. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 21: 731 – 748 Fosfatase Alcalina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.Procedimento Operacional Padrão . A presença de Mg2+ e Zn2+. função da paratireóide. Manual de exames – Laboratório H. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 13. Clin Chem Clin Biochem 1983. • • • • • • Interferências: Ácido ascórbico (vitamina C) maior que 400 mg/L Glicose maior que 500 mg/dL Triglicérides maior que 1200 mg/dL Os anticoagulantes fluoreto. fraturas ósseas e em lesões musculares extensas.UV Método Molibdato 1.. Klin.250 = 700U/L. Chem Klin. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 205. É recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação da insuficiência renal. 8 (21973). 10 (1972) 182. oxalato.

devido a sua variação diária. Este parâmetro é mais informativo quando efetuado em urina de 24 horas. Em torno de 85% dos 600g deste elemento (medido como fósforo inorgânico) em adultos está presente no esqueleto. Em torno de 2/3 do fosfato ingerido é absorvido (absorção ativa) principalmente no jejuno e o restante é excretado pelas fezes.Bioquímica 2. que quantifica-se por espectrofotometria à 340 nm. originando o complexo fosfomolibdato. PRINCÍPIO DO MÉTODO O fósforo inorgânico presente na amostra reage com o molibdato de amônio. O PTH inibe a sua reabsorção tubular renal. em meio ácido. na acidez do conteúdo intestinal e também pela ação da vitamina D e hormônio de crescimento (GH). rins (filtração e reabsorção) e esqueleto (estocagem). ácidos nucléicos. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. hormônio da paratireóide. Três órgãos são majoritariamente comprometidos com a homeostasia do fósforo: intestino delgado (absorção). A ação do hormônio da paratireóide (PTH) na sua absorção é provavelmente um efeito indireto do metabolismo da vitamina D. O restante é principalmente combinado com lipídios.Procedimento Operacional Padrão . proteínas. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O fósforo é um importante elemento. função renal. Cerca de 90% do fósforo plasmático é filtrado pelos glomérulos e quase totalmente reabsorvido pelos túbulos. pelo menos. aumento da reabsorção tubular renal e aporte exógeno ou endógeno. amplamente distribuído pelo organismo na forma de fosfato orgânico ou inorgânico. Os níveis séricos de fósforo são inversamente proporcionais aos do cálcio sérico. É recomendada a coleta pela manhã devido a relatos de variações diurnas. Níveis Aumentados Hiperpareatireoidismo primário Hipervitaminose D Acidose tubular renal Uso de diurético Doença de Paget Defeitos tubulares de reabsorção (síndrome de Fancini) 3. A diminuição ocorre por desordens tubulares e aumento das perdas. Níveis Aumentados Insuficiência renal Hipoparatireoidismo Pseudo-hipoparatireoidismo Hipervitaminose D Osteoporose Acromegalia Mieloma múltiplo Leucemia mielóide crônica Metástase óssea Hipocalcemia Diabetes mellitus descompensada Desidratação e hipovolemia Exercícios Níveis diminuídos Defeitos tubulares de reabsorção (síndrome de Fanconi) Hiperparatireoidismo primário Hiperparatireoidismo secundário Hipotireoidismo Esteatorréias Osteomalácia Hipovitaminose D Raquitismo Hemodiálise Doença hepática Alimentação parenteral prolongada Antiácidos Diuréticos Alcolismo Tratamento da cetoacidose diabética Fósforo Urinário Fosfato urinário varia com idade. 7H3PO4 + 12(Mo7O24)-6 → 7H3PO4(MoO3)12 + 36 O-2 Níveis Diminuidos Hipoparatireoidismo Pseudo-hipoparatireoidismo Osteomalácia 4. carboidratos e incorporados a outras substâncias orgânicas como fosfolipídios. A absorbância é proporcional a quantidade de fósforo inorgânico presente na amostra. massa muscular. 08 horas. A absorção é aumentada no decréscimo da ingestão de cálcio. 70 . hora do dia e dieta. fosfoproteinas e compostos de alta energia envolvidos na integridade celular (estocagem e troca de energia). O aumento do fósforo sérico ocorre por diminuição da filtração glomerular.

evitando assim a deterioração das enzimas. 7. Procedimento automatizado Indicar nome. Reagente pronto para uso. Triton X 0.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Banho de água a 37 °C.1%. Padrão – 2. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Conservar entre 2 – 8oC. A amostra pode ser conservada por 7 dias à 4oC.biotecnicaltda. NÃO CONGELAR. Na utilizar fluoreto de sódio como anticoagulante.Bioquímica Amostras Soro.M. 8. pode-se obter valores falsamente baixos.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. plasma ou urina. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Varginha . Pipetas automáticas e ponteiras. Padrão: Solução de fósforo inorgânico (Vide valor da concentração do padrão na etiqueta do frasco) O reagente de fósforo é cáustico e pode produzir queimaduras. código). Deve-se utilizar os equipamentos de proteção adequados para manipular reagentes cáusticos. Multiplicar o resultado obtido por 20. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.5 mmoL. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. separação e distribuição do material 5. O reativo é estável até a data de validade do Kit.Procedimento Operacional Padrão . Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro ou plasma: utilizar soro não hemolisado. deve-se lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.: 80027310033 Códigos: BT 12006 – 1 fr. A amostra de urina não acidificada e que esteve refrigerada. A amostra de urina deve ser diluída 1:20 com água deionizada ou destilada antes da análise. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.4646 Site: www. Urina: Coletar a urina de 24 horas e acidificar com 15 mL de HCl 37% (concentrado). modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Ácido sulfúrico 220 mmol/L. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . plasma (heparina ou EDTA).S.Brasil.com. deve ser acidificada e/ou aquecida até 56 ºC durante 15 minutos até completa redissolução do precipitado. Importante: a amostra de urina acidificada não deve ser utilizada para dosagem de creatinina.G. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.com. No caso de contato com os olhos.3214. com cubetas. 71 . com 50 mL + 1 fr.br Reagente: Solução de Molibdato de Amônio 0. . MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 340 nm (335-366). COMPONENTES DO KIT FÓSFORO – UV Registro M. Vila Verônica . Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Cronômetro Tubos de ensaio. 6.

Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. sendo o último. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. lavar o local com água corrente. O reagente. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 10. Em caso de vazamento acidental. Seguir com rigor a metodologia proposta. Em caso de contato com os olhos ou pele. 11. Isso evitará contaminação cruzada. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparo do reagente: Reagente pronto para uso. uma vez usado. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Ler a absorbância do Padrão e da Amostra. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. o que poderia causar resultados errôneos. incubar à 37 C por 5 minutos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. para a obtenção de resultados exatos. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. eventualmente infectado. Procedimento manual 1. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Homogeneizar. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.Procedimento Operacional Padrão . Padrão 72 . Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.Bioquímica Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. com água destilada ou deionizada. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL Fósforo Abs. 3. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1000 µL Padrão 10 μL 1000 µL Amostra 10 μL 1000 µL Padrão de fósforo Amostra Reagente o 2. lavar abundantemente com água corrente. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). contém soro. A cor é estável por 1 hora. controle (se utilizado) e reagente. zerando o aparelho com o Branco à 340 nm. O enxágüe deve ser exaustivo. plasma ou urina. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com íons de fósforo. 9. CÁLCULOS Abs. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle..

Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 208-209. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.5 mg/dL • Urina : 300 . Teste → Absorbância do teste Abs. acetazolamida. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. alendronato. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 1997. Qualitymark ed. Fósforo UV – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. H. que pode ser obtida com a metodologia.0 – 4. Obtendo-se o valor da absorbância da amostra (Aamostra). Rio de Janeiro. 898 (1968). Plasmas citratados. plasma: Adultos: 3. INDICAÇÃO MÉDICA 73 . Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.5 mg/dL Crianças: 4. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 15 mg/dL = 4.323 = mmol/L fósforo Valores de referência • Soro. Pardini – 2002 – 77-78 FRUTOSAMINA Método Cinético Colorimétrico 1. – Clin. Ltda – Revisão Maio/2005. azatioprina. oxalados. salbutamol. Manual de exames – Laboratório H. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL fósforo x 0. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Yee. lítio e prometazina podem interferir nos resultados.0 – 6. 13. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.Y. Chem.600 A. fluoretados ou com EDTA produzem resultados falsamente diminuídos.. Fósforo (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido a ótima reprodutibilidade. 14. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Para amostra hiperlipêmicas ou com conteúdo elevado de Bilirrubina é preferível fazer um branco da amostra adicionando 100 μL de amostra + 3 mL de água destilada.1000 mg/24 horas Esses valores são unicamente orientativos. Interferências Valores do branco elevados indicam contaminação. isoniazida. Anticoncepcionais. 14.Procedimento Operacional Padrão .Bioquímica Onde: Abs. do Padrão . desprezar o reativo. se os valores forem superiores a 0.84 mmol/L .

MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual 74 . 7. Calibrador – 3. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Calibrador: Soro liofilizado contendo albumina glicada (Valor da concentração: vide rótulo do frasco de calibrador).G. Vila Verônica . Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. 6. pelo menos.Procedimento Operacional Padrão .8 oC. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. Potencialmente Infectante.com. Esta reação se dá através da ligação covalente da glicose com resíduos de lisina das proteínas sanguíneas dando origem a bases de Schiff. Armazenamento e estabilidade da amostra: Estável 7 dias de 2 a 8 ºC. . Amostras Soro.biotecnicaltda. 08 horas. Logo. NÃO CONGELAR. COMPONENTES DO KIT FRUTOSAMINA Registro M. Reagente pronto para uso.3214.Brasil.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.0 mL 2 fr. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. com 50 mL + 1 fr. Calibrador – 3. a determinação de frutosamina trata-se basicamente da medição destas glicoproteínas no soro. Desta forma. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .com. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.: 80027310069 Códigos: BT 10017 – 1 fr. 3. Conservar entre 2 .br Reagente: Tampão Carbonato 200 mmol/L pH 10. 4.S. separação e distribuição do material 5.4646 Site: www. Não usar amostras hemolisadas e separar o soro o mais rapidamente o possível.Varginha .3. os níveis de Frutosamina no sangue são um reflexo direto dos níveis de glicose sanguíneo tendo sua determinação grande utilidade no controle glicêmico de pacientes diabéticos ou de pacientes hipoglicêmicos. A concentração de Frutosamina reflete o índice de variação de glicose durantes as últimas duas a três semanas prévias à coleta da amostra. 2.M. PRINCÍPIO DO MÉTODO Em meio alcalino as frutosaminas (proteínas séricas glicadas) presentes na amostra reduzem o reagente azul de nitrotetrazol formando cor roxo-azulada. A intensidade desta coloração é proporcional a concentração de frutosamina presente na amostra e é então determinada em espectrofotômetro a 520 nm. se transformam irreversivelmente em cetoaminas estáveis (frutosaminas). num segundo momento. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Azul de Nitrotetrazol 0. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A glicose presente no plasma humano reage com diversas proteínas formando glicoproteínas estáveis sendo a principal delas a albumina.Bioquímica Esta dosagem é utilizada na avaliação da basicamente das glicoproteínas do soro. com 50 mL + 1 fr. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.25 mmol/L. as quais.

Não misturar diferentes lotes de reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Tubos de ensaio.Bioquímica Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura em 520 nm (500-550) com cubeta termostatizada. Banho de água a 37 ºC. As informações de Descarte. Não trocar as tampas dos frascos dos reagentes. 75 . Procedimento manual 4. Medir a absorbância a 520 nm (500-550) aos 10 minutos (A1) e aos 15 minutos (A2). Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico em local próprio para materiais potencialmente infectantes. Não usar o reagente quando este mostrar-se com sinais de contaminação. pele ou mucosa. CUIDADOS E PRECAUÇÕES • • • • • • • • • • • O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais devem ser observados. Homogeneizar e inserir no porta-cubetas termostatizado. Procedimento automatizado Indicar nome. código). Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. padrão/calibrador e reagente. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. a fim de evitar contaminação cruzada. 9. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. contato com os olhos. As amostras a serem analisadas devem ser tratadas como material potencialmente infectante. 10. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 5. controle. Em caso de vazamento acidental. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1000 µL Padrão 50 μL 1000 µL Amostra 50 μL 1000 µL Calibrador de Frutosamina Amostra Reagente 4. 8. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparo do reagente: Reagente pronto para uso. Pipetas de vidro e/ou automáticas. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.Procedimento Operacional Padrão . Segurança e Primeiros Socorros estão descritas na Ficha Individual de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) deste produto. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. lavar abundantemente com água corrente. Relógio ou Cronômetro. Utilizar os EPI’s de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico.

Bioquímica 11. Clin. O. 1987.0. realizar nova dosagem e multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição.. Clin.A1) Calibrador COM FATOR: Fc = Valor do Calibrador (A2 .A1) Calibrador Frutosamina (mmol/L) = (A2 . 33/12: 2153. Westgard J.23 A2 A = 0. 76 . L. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • • • Baker J R et al. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear de 0. Chem. Hunt M. A multi-rule Shewhart chart quality control in clinical chemistry. CÁLCULOS (A2 .A1) amostra x Fc Exemplo: A1C = 0.5 mmol/L.37 = 2. 1987.802 = 2..2 a 8.630 Frutosamina (mmol/L) = (0. Clin. Groth T.588 Fc = 2.9%). Chem.. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mmol/L Valores de referência Soro: 1.734-0. 27:493-501.146 A1A = 0.R. Clin. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Hurst. P. Chem. Chem. Ambruster D A.802 ..588 0.23 A2C = 0.5 mmol/L.79 mmol/L Valor do Calibrador: 2.37 = 16..9 a 2. 1985. 33/10: 1947..630) x 16. Para valores superiores a 8. Barry P.734 0.37 mmol/L 12. 14.1981. 31/9: 1550-1554.9 mmol/L 13.A1) amostra x valor Calibrador = mmol/L Frutosamina (A2 .Procedimento Operacional Padrão . diluir a amostra com NaCl 150 mM (0.

L−γ−glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida + glicilglicina ⎯⎯→ L-γ−glutamil.S.glicilglicina + 5-amido-2-nitrobenzoato 4.com. Não utilizar reativos com a data de validade vencida.Varginha . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. nas neoplasias do fígado valores elevados podem ocorrer.3214. 2. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . ácido valpróico e contraceptivos. liberando 5-amido-2-nitrobenzoato. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. estrógenos e metrovidazol.G. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Esta enzima está presente em numerosos tecidos. Anticoagulantes contendo citrato.25.Procedimento Operacional Padrão . Conservar entre 2-8 ºC 6.GLUTAMILTRANSFERASE (GAMA .GLUTAMILTRANSFERASE (γ . carbamazepina. como exemplo. e no acompanhamento do tratamento de alcólatras. A concentração catalítica é determinada a partir da velocidade de formação do 5-amido-2-nitrobenzoato. fluoreto ou oxalato inibem a atividade da GGT. Reagente pronto para uso.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.Brasil.GT) Método Cinético Colorimétrico 1. com 10 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.com. clofibrato. γ-GT 77 . Amostras: Soro ou plasma. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.Glicilglicina 100 mmol/L. Plasma (EDTA ou heparina). no uso prolongado de drogas que induzem o sistema microssomal hepático. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. fenitoína. com 40 mL + 1 fr. O reativo é estável até a data de validade do Kit. fenobarbital.M. mas a concentração mais elevada está nos rins. . É usada na avaliação das colestases hepática. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. COMPONENTES DO KIT γ .biotecnicaltda. PRINCÍPIO DO MÉTODO A gama-glutamiltransferase (γ−GT) catalisa a transferência do grupo γ−glutamilo da γ−glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida a glicilglicina.4646 Site: www. Critérios para a rejeição de amostras Evitar amostras com hemólise.pH 8.br Reagente A:Tampão TRIS 100 mmol/L . Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Diminuição dos valores podem ocorrer no uso de azatioprina. A y-Glutamiltransferase em soro é estável pelo menos por 7 dias a 2-8 ºC Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. separação e distribuição do material 5. doença obstrutiva da árvore biliar. Vila Verônica . pâncreas e fígado.Bioquímica γ . doenças obstrutivas da árvore biliar e no monitoramento da administração de algumas drogas. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado.GT) Registro M.: 80027310012 Códigos: BT 11006 – 1 fr. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação das colestases hepáticas. NÃO CONGELAR. Reagente B: L-y-Glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida 4mmol/L. 3.

Não soprar a pipeta utilizada. controle (se utilizado) e reagente. Centrífuga. uma vez usado. plasma ou urina. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. O enxágüe deve ser exaustivo. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 ou 410 nm. Em caso de contato com os olhos ou pele. para a obtenção de resultados exatos. lavar o local com água corrente. sendo o último. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. eventualmente infectado. Isso evitará contaminação cruzada. contém soro. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. com água destilada ou deionizada. 8. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 78 . Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. código). Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Cronômetro. O reagente. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Evitar contaminações com íons metálicos. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.Bioquímica 7. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 9. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. lavar abundantemente com água corrente. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. o que poderia causar resultados errôneos.Procedimento Operacional Padrão . CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Seguir com rigor a metodologia proposta. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Em caso de vazamento acidental. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.

ΔA/min = (1.67 = µkat/L Valores de referência Homens Mulheres 37°C 10 – 47 7 – 30 Fator de correlação: 37°C / 30°C – 1’24 37°C / 25°C – 1’68 Estes valores são unicamente orientativos. Aos 60 segundos.16)+(1. 13. utilizando –se o seguinte fator Fator (F) = 1158 γ-GT = ΔA/min X F Exemplo: A0 = 1.25-1. Pré-incubar o reativo por 5 minutos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B.22) 3 ΔA/min = 0.Bioquímica 10. 5. calcular a média da variação da absorbância por minuto (ΔA/min). 79 . 2.18-1. Procedimento manual 1.0 mL 100 µL 3. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 U/L.18 A2 = 1. É recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.03 γ-GT (U/L)= 0. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais.16 A1 = 1.A0) + (A2 – A1) + (A3 – A2) 3 A atividade de γ-GT na amostra é calculada pela multiplicação do ΔA/min. Estável 6 semanas a 2-8°C. 11. Inserir no porta-cubeta termostatizado a 37º C. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. A2 e A3 respectivamente). Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Pipetar: Reativo de Trabalho Amostras 1.Procedimento Operacional Padrão . ΔA/min = (A1 . Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min).03 x 1158 = 34. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. 4. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. (A1. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).25.7 U/L 12.22 A3 = 1.18)+(1.22 -1.

Chem. Hemoglobina até 180 mg/dL e Triglicérides até 1800 mg/dL não produzem interferências significativas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Commitee of the Scand. 119 (1976). Ltda – Revisão Maio/2005. – Scand. podem causar resultados diminuídos. O uso de fenitoína. estrogenose metronidazol. carbamazepina. Soc. γ . Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 215 Manual de exames – Laboratório H. Clin. J. 14. Szasz G. Rio de Janeiro. Invest.Bioquímica Interferências: O etanol e vários fármacos induzem a síntese hepática da y-glutamiltransferase. fluoreto ou oxalato inibem a atividade da GGT.glutamiltransferase (Gama GT) – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Valores de Bilirrubina até 38 mg/dL.Procedimento Operacional Padrão . ácido valpróico e contraceptivos. Anticoagulantes contendo citrato. fenobarbital. Lab. 2051 (1976).. clofibrato.. Qualitymark ed. Pardini – 2002 – 78 80 . 22. for Clin. 366. também podem aumentar o valor da GGT. 1997. Falsos Valores elevados: Valores de Triglicérides entre 1800 e 3500 mg/dL produzem resultados falsamente elevados. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Falsos Valores baixos: O uso de azatioprina. – Clin Chem.

levodopa. em presença de oxigênio. pacientes hipertensos e naqueles com níveis baixos de HDL-Colesterol (<35 mg/dL) e /ou elevados de triglicerídeos (250 mg/dL). A reformulação dos critérios diagnósticos do diabetes mellitus pela American Diabetes Association (ADA) visou sua precocidade diagnóstica. inibidora da MAO. contraceptivos orais. tiabendazol. clortalidona. etc. PRINCÍPIO DO MÉTODO A enzima glicose oxidase catalisa a oxidação da glicose existente na amostra. produzindo peróxido de hidrogênio. esteróides anabólicos. diuréticos (tiazídicos. mesoteliomas) Insuficiência adrenal (doença de Addison) Hipotireoidismo Hipopituitarismo Hiperinsulinismo Pancreatite crônica Desnutrição síndrome de máabsorção Alcoolismo Dano hepático (insuficiência cardíaca severa. Glicose. na avaliação de distúrbios do metabolismo de carboidratos. hepatomas. carbonato de lítio. em presença de 4-amino-antipirina. Níveis Elevados Diabetes Hipertireoidismo Feocromocitoma Pancreatite aguda Extresse Várias drogas * Níveis Diminuídos Insulinomas Tumores extrapancreáticos (fibromas. necrose hepática fulminante) Várias drogas** * Ácido Acetilsalicílico. anti-histamínicos. atropina. desidratações. no diagnóstico diferencial das acidoses metabólicas. indometacina. hipoglicemias e na avaliação da secreção inapropriada de insulina. anticonvulsivantes.Procedimento Operacional Padrão . que apresenta um máximo de absorção em 500 nm. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação do controle de produção. em parentes em 1º grau de pacientes diabéticos. etanol. ácido etacrínico. estrogênios. em mães de bebês macrossômicos ou que desenvolveram Diabetes Mellitus Gestacional (DMG). A enzima peroxidase catalisa a oxidação do fenol pelo peróxido de hidrogênio formado. rifampicina. A avaliação laboratorial deve ser considerada em todos os indivíduos acima de 45 anos de idade. Líquor Níveis Aumentados Hiperglicemia diabética Encefalite epidêmica Glicose sérica aumentada Níveis Diminuídos Hemorragias subaracnóides Meningoencefalites não bacterianas Meningite piogênica aguda Meningite tuberculósica Meningite criptocócica Sífilis neurológica Sarcoidose Tumor primário ou metastático das meninges 3. ácido ascórbico. sarcomas. em etnias de alto risco. Esta faixa etária e freqüência de investigação devem ser reconsideradas nos obesos (índice de massa corpórea > 27 Kg/m2). Glicose + O2 + H2O --------------------> Ácido Glucônico + H2O2 peroxidase glicose oxidase 81 . 2. consumo e armazenamento da glicose no organismo.Bioquímica GLICOSE Método Enzimático Colorimétrico 1. furosemida). ** Bloqueadores pela adrenérgicos. com o objetivo de desacelerar a progressão da doença e o aparecimento de suas complicações tardias. acetaminofen. A intensidade de cor é proporcional à concentração de glicose na amostra. adrenalina. dopamina. corticóide. etc. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Útil no estabelecimento do diagnóstico e monitoração terapêutica do diabetes mellitus.

Padrão: Solução de Glicose (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Procedimento automatizado Indicar nome. Observações para todas as amostras: a separação da parte fluida dos elementos figurados (hemácias. POD-Peroxidase > 1200 U/L. CONTROLE DE QUALIDADE 82 .3 mmol/L.com. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.4646 Site: www.pH 7.Brasil. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. 7.M. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Amostras Soro.Bioquímica 2H2O2 + 4-Aminoantipirina + Fenol --------------> Quinonimina + 4 H2O 4.Varginha . separação e distribuição do material 5. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 505 nm (490-510). Cronômetro Tubos de ensaio. para que não haja consumo do analíto. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro límpido.3214. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Glicemia de jejum: recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. leucócitos e outras células) deve ser feita de forma imediata. GOD-Glicose oxidase > 15000 U/L. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. 6.0 mL BT 10008 – 4 fr. obtido no máximo duas horas após a coleta. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.: 80027310031 BT 10008 – 1 fr com 250 mL + 1 fr. com cubetas.com.8ºC. com 250 mL + 1 fr.42 mmol/L .0.S.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Outra forma de se evitar este problema é a coleta de uma fração do líquido em fluoreto. Padrão com 2. Conservar entre 2 . Padrão com 2. Critérios para a rejeição de amostras Presença de coágulo. evitando assim a deterioração das enzimas. Pipetas automáticas e ponteiras.G.biotecnicaltda. por centrifugação. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.Procedimento Operacional Padrão . Vila Verônica . 8. Banho de água a 37 °C. 4-Aminoantipirina 0. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . . O reativo é estável até a data de validade do Kit.br Reagente: Tampão fosfato 182. COMPONENTES DO KIT GLICOSE Códigos: Registro M. Fenol 10 mmol/L. para evitar a glicólise (falso baixo) ou plasma obtido com anticoagulante fluoretado.

controle (se utilizado) e reagente. para a obtenção de resultados exatos. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1.0 mL Amostra 10 µL 1. Procedimento manual 1. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 505 nm. o que poderia causar resultados errôneos. Isso evitará contaminação cruzada. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.Procedimento Operacional Padrão . Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. contém soro. Agitar bem e incubar os tubos durante 10 minutos a 37ºC ou durante 15 minutos a temperatura ambiente 25ºC. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. uma vez usado. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. sendo o último. 9. O enxágüe deve ser exaustivo. código). Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. 10. lavar o local com água corrente. 4.Bioquímica Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. plasma ou urina. O reagente. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Deixar o Reagente durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em banho de água. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. eventualmente infectado. 2. A cor é estável durante pelo menos 1 hora. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Seguir com rigor a metodologia proposta. Em caso de contato com os olhos ou pele. com água destilada ou deionizada. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso. 83 . Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. lavar abundantemente com água corrente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Em caso de vazamento acidental. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.0 mL Padrão 10 µL 1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).0 mL Padrão de glicose Amostra Reagente 3. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
11. CÁLCULOS Abs. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL Glicose Abs. Padrão Onde: Abs. Teste → Absorbância do teste Abs. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco)

Devido a ótima reprodutibilidade, que pode ser obtida com a metodologia, pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. do Padrão . Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco.

Glicose (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL

UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL glicose x 0,0555 = mmol/L glicose
Valores de referência Soro ou plasma: 70 a 110 mg/dL Líquor: 40 a 75 mg/dL, (2/3 da glicemia) Esses valores são unicamente orientativos. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 13. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: Até 400 mg/dL = 22 mmol/L Para valores superiores, diluir a amostra 1:2 ou 1:4 com NaCl 0,85%, repetir a dosagem e multiplicar o resultado pelo fator de diluição. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade, diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Interferências: O ácido ascórbico (5 mg/dL), a hemoglobina (0,2 g/dL) e a bilirrubina (40 mg/dL) não interferem. A lipemia moderada não afeta os resultados. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Trinder R. - Ann Clin Biochem 1969; 6:24. Henry, R. J. Cannon, D.C. Winkelman, J. – Clinical Chemistry Principles and Techniques, 2 ed. Harper and Row Publishers Inc. N.Y.; p. 1288 (1974). Glicose – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Ltda – Revisão Maio/2005. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação, Qualitymark ed., Rio de Janeiro, 1997. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 231-233 Manual de exames – Laboratório H. Pardini – 2002 – 81-82

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
MAGNÉSIO MONO
Método colorimétrico MAGON SULFONADO 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada como auxílio na detecção de hipoparatireoidismo, hiperaldosteronismo e hipertireoidismo. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Magnésio Sérico É o quarto mais abundante cátion no organismo humano. Atua como um c-fator essencial para enzimas ligadas à respiração celular, glicólise e transporte (através da membrana) de outros cátions (cálcio e sódio). O magnésio é essencial para a preservação da estrutura molecular de DNA, RNA e ribossomas. Um terço do magnésio sérico é ligado à proteína, principalmente à albumina; os outros 2/3 existem predominantemente como íon livre e um pequeno percentual como complexo de ânions. O magnésio ingerido é absorvido no intestino delgado e excretado na urina. O processo de absorção parece ser de controle deficiente, sendo afetado por síndromes de má-absorção, com sua homeostase exercida basicamente pela excreção renal (a qual é regulada pela reabsorção tubular). Diminuições do magnésio são mais significativas e frequentes que o excesso, e sintomas dessa depleção não ocorrem em níveis séricos até 1,0 mEq/L. Severas diminuições estão ligadas à função neuromuscular como tetania, convulsão, fraqueza, irritabilidade e delírio. Níveis baixos de magnésio, após um infarto do miocárdio, podem indicar um mau prognóstico.

Níveis aumentados Uso de sais de magnésio Antiácidos e laxantes Doença de Addison Desidratação grave Insuficiência renal Acidose diabética Hipertireoidismo Hipercalcemia Níveis diminuídos Associados com hipocalemia e hipocalcemia Alcoolismo crônico Pancreatite aguda Má-absorção Lactação excessiva Diálise Diarréia grave Diabetes mellitus Terapia diurética Dietas pobres em magnésio Hiperaldosteronismo primário Má-nutrição Nefropatias tubulares Hiperparatireoidismo Hiperaldosteronismo

Magnésio Urinário A excreção do magnésio está intimamente ligada à dieta. Sua análise tem sido utilizada antes e após administração terapêutica de magnésio.

Níveis Aumentados Álcool Diuréticos Síndrome de Bartter Glomerulonefrite crônica Aldosteronismo 85

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
Terapia com drogas (ciclosporina, diuréticos tiazídicos, corticosteróides) Níveis Diminuídos Dieta pobre Má-absorção Hipoparatireoidismo Decréscimo da função renal
3. PRINCÍPIO DO MÉTODO O magnésio presente na amostra reage com azul de xilidina II (Magon Sulfonado) em meio alcalino formando um complexo intensamente corado com máximo de absorção em 510 nm. O desenvolvimento de um monoreagente líquido estável, sem solventes orgânicos voláteis, torna o método especialmente adaptável a analisadores automáticos. 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, plasma e urina. Armazenamento e estabilidade das amostras: o Soro ou plasma obtido com heparina. Sob refrigeração o magnésio é estável por 15 dias entre 2-8 C. Urina e líquido céfalo-raquidiano. Dosagem na urina: efetuar a homogeneização prévia de todo o material, tomar uma amostra de cerca de 5 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. Tal procedimento transforma todos os sais de magnésio presentes na urina em sais solúveis. Diluir a urina 1:5 (1,0 mL de urina + 4,0 mL de água destilada ou deionizada). Proceder a seguir como descrito para o soro. Multiplicar o resultado obtido por 5. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise, mesmo discreta. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT MAGNÉSIO Códigos: Registro M.S.: 80027310015 BT 12007 – 1 fr com 50 mL. + 1 fr Padrão – 2,0 mL

BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil. Tel/Fax: 0 (XX) 35 - 3214.4646 Site: www.biotecnicaltda.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.br Reagente: Carbonato de potássio 120 mM, EGTA 40 mM, Magon sulfonado (xilidil blue) 0,1 mM e azida sódica 18,5 mM. Padrão: Solução aquosa de íons Magnésio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 15 e 30º C. 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 e 30º C. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 510 nm, com cubetas. Banho de água a 37 °C.

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A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. para a obtenção de resultados exatos. portanto. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. controle (se utilizado) e reagente. Em caso de vazamento acidental. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 9. sendo o último. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. O enxágüe deve ser exaustivo. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. O reagente contém azida sódica que é tóxica. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.Bioquímica Pipetas automáticas e ponteiras. 2. lavar abundantemente com água corrente. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. lavar o local com água corrente. o que poderia causar resultados errôneos. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. No descarte do reagente. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Os reagentes devem estar a temperatura ambiente. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. 8. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Procedimento automatizado Indicar nome. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. usar bastante água. Seguir com rigor a metodologia proposta.Procedimento Operacional Padrão . plasma ou urina. tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. uma vez usado. contém soro. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Isso evitará contaminação cruzada. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Cronômetro Tubos de ensaio. com água destilada ou deionizada. Pipetar em tubos de ensaio: 87 . CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Em caso de contato com os olhos ou pele. lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. Procedimento manual 1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Reativo pronto para uso. eventualmente infectado. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. código). pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. 10. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. O reagente. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.

0 mL Amostra 10 μL 1.0 mL Padrão 10 μL 1. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear até 4. 32:70. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 31/3. Interferências Hiperlipemia. 520-522 (1982) F= 2 = 10. 13.Procedimento Operacional Padrão . mesmo em elevadas concentrações (acima de 26 mg/dL) e bilirrubina (até 20 mg/dL) não interferem. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Heth DA.8 mg/dL 88 . Ray Sarkar BC.5 mg/dL Para amostras de Urina/24 h: 48 – 152 mg/24h Liquido Céfalo Raquidiano: 2. Gindler EM. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.191 Magnésio(mg/dL) = 0. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com íons magnésio.9 – 2. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Chauman UPS.5 mg/dL Esses valores são unicamente orientativos.Bioquímica Branco 1.5 = 1.0 mg/dL 12.191 Valor Padrão = 2.41 = mmol/L magnésio Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: 1. Devido ao alto conteúdo intracelular de megnésio. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL magnésio x 0.175 x 10.5 – 3. Anal Biochem 1969. 4. Clin Chem 1971.175 Ap = 0.0 mL Padrão Amostra Reagente 3. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.5 mmol/L. Maxwell et al. 11. 17:662.5 0. Não utilizar amostras hemolisadas. – Clin Chem. CÁLCULOS Aa x Valor padrão = mg/dL Magnésio Ap Onde Aa → Absorbância da Amostra Ap → Absorbância do Padrão Padrão → Valor da Concentração do Padrão Urina (mg/24horas) = Magnésio Urina (mg/dL) x volume de 24 h em mL 100 Com Fator: F = Valor padrão Ap Magnésio (mg/dL) = Aa x F Exemplo: Aa = 0. hemólises mesmo discretas interferem significativamente. ácido ascórbico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 14. Ler a absorbância (Ap) do Padrão e da Amostra(Aa) frente ao Branco a 510 nm. Agitar bem e deixar os tubos durante 2 minutos à temperatura ambiente.

Pardini – 2002 – 87 89 . Ltda – Revisão Maio/2005.Bioquímica Magnésio . Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.Procedimento Operacional Padrão .Magon – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 1997. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 324-325 Manual de exames – Laboratório H.. Qualitymark ed. Rio de Janeiro.

009 . A eliminação excessiva de proteínas pelos rins ou a diminuição da síntese hepática provoca uma diminuição na pressão coloidosmótica do plasma.G. 3.M. queimaduras graves. mieloma múltiplo.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. que aumenta a reabsorção de sódio e água levando a edema.3214. Valores Diminuídos A concentração de proteína total do soro está diminuída na hiperhidratação.S. insuficiência renal. hidróxido de sódio 140 mM. porque a alteração em uma das frações pode ser compensada por alteração oposta de outra fração.com.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão . Conservar entre 15-30 ºC. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .biotecnicaltda. iodeto de potássio 15 mM.Procedimento Operacional Padrão . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. queimaduras graves e hemodiluição. Vila Verônica . macroglobulinemia. Estável 8 dias à 2-8º C.4646 Site: www. Amostras Soro e plasma. nefrose.Bioquímica PROTEÍNA TOTAL Método Colorimétrico 1. tartarato de sódio e potássio 15 mM. infecções crônicas. pelo menos. Padrão: Solução de Albumina bovina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). PRINCÍPIO DO MÉTODO A proteína presente na amostra reage com os íons cobre (II) em meio alcalino. lupus eritematoso. 2.2. desnutrição grave. 6. 08 horas. desnutrição severa. Valores Aumentados A concentração de proteína total do soro está comumente aumentada em pacientes com desidratação. sarcoidose. cuja absorbância em 550 nm é proporcional à concentração protéica da amostra. como ocorre nas doenças crônicas. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro e plasma heparinizado. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. crioglobulinemia.br Reagente: Sulfato de cobre 10 mM. . linfogranuloma e endocardite bacteriana sub-aguda. Reagente pronto para uso. em que há diminuição de albumina com aumento de gamaglobulina. síndrome de má absorção. O nível de proteínas séricas é basicamente um reflexo de sínteses hepáticas ou de perda de proteínas devido a enfermidade renal. deficiência de cálcio e vitamina D. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades hepáticas e renais. originando um complexo de cor violácea.com. 90 . COMPONENTES DO KIT PROTEÍNAS TOTAIS Códigos: Registro M. separação e distribuição do material 5.: 80027310030 BT 10.Varginha .Brasil. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A dosagem isolada da proteína total tem pouco valor clínico. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. 4. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. artrite reumatóide.

A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.Procedimento Operacional Padrão . lavar o local com água corrente. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O enxágüe deve ser exaustivo. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. 91 . mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Procedimento automatizado Indicar nome. código). Banho de água a 37 °C. o que poderia causar resultados errôneos. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. eventualmente infectado. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Cronômetro Tubos de ensaio. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. O reagente. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Em caso de vazamento acidental. uma vez usado. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. para a obtenção de resultados exatos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Pipetas automáticas e ponteiras. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 8. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. controle (se utilizado) e reagente. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. sendo o último. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 7. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 9. Isso evitará contaminação cruzada. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. com água destilada ou deionizada. Em caso de contato com os olhos ou pele. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. contém soro. com cubetas.Bioquímica Manter ao abrigo da luz. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 545 nm (535-555). Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. plasma ou urina. Seguir com rigor a metodologia proposta. lavar abundantemente com água corrente.

INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: g/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): g/L = g/dL x 10 Valores de referência Valores Normais Soro : 6.25 Proteína (g/dL) = 7. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.3 g/dL Estes valores são unicamente orientativos.0 g/dL Plasma: 6.0 mL Padrão 10 μL 1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.25 Concentração do padrão = 5 g/dL Proteína (g/dL) = 0. O soro deve ser obtido o mais breve possível.352 A padrão = 0.Procedimento Operacional Padrão .04 g/dL Globulina = Proteína Total . A padrão = Absorbância do padrão. Agitar bem e deixar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco à 545 nm. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. A amostra = Absorbância da amostra.0 mL Amostra 10 μL 1. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 10 μL 1.Bioquímica 10. CÁLCULOS A Amostra X Valor da concentração do padrão = g/dL proteína A Calibrador onde. 11. A cor é estável durante pelo menos 2 horas.0 mL Água destilada Padrão Proteína Amostra Reagente 2. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear até 12 g/dL.5 – 8. Com fator Fator de calibração (FC) = concentração do padrão A do padrão Exemplo: A amostra = 0. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.2 g/L) e a bilirrubina (15 mg/dL) interferem. fornecem valores elevados.0 = 20 0. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Interferências Interferências: a hemoglobina (0. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Hemacel ou PVP). 13.8 – 8.352 x 20 FC= 5. 3. As amostras de soro hemolisado ou contendo expansores plasmáticos (Dextram. 92 .Albumina 12.

1997.: Sobel. Proteína Total – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. T: Watson. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Gornall AG. Henry. Vários íons de amônio interferem no teste pela formação de complexo cúprico amônio. Qualitymark ed. R. Ltda – Revisão Maio/2005. Doumas. J Biol Chem 1949. 14. a concentração de proteína total é maior que no verão. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 398-400 Manual de exames – Laboratório H. Bardawill CS.G Clin. C. 177:751. A concentração de proteína total aumenta com o passar do dia. No inverno. Chim. Pardini – 2002 – 90-91 93 . WA & Biggs. em geral. S Anal Chem 29/10: 1491 (1957).. & Berkman. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.Procedimento Operacional Padrão . David MM. B. H. Rio de Janeiro.Bioquímica Soros fortemente lipêmicos podem causar turvação. Acta 31/1:87 (1971).

Utilizar o sobrenadante para proceder o ensaio.2. Benzoato de sódio 0.5.biotecnicaltda. 94 . 2. Aumentos ou decréscimos no valor de proteinúria são importantes marcadores do prognóstico renal do paciente. A presença persistente de proteína na urina indica enfermidade renal.Brasil.Homogeneizar a urina. Vila Verônica . Reagente pronto para uso.4646 Site: www. formando um complexo colorido. Conservar entre 2 . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Amostras Urina e Líquor.: 80027310128 BT 10. A sua presença e a determinação do seu grau podem.8 ºC.009 .Utilizar amostra colhida no período de 24 horas. em pacientes com doença renal a pesquisa de proteinúria constitui um elemento importante no diagnóstico e no acompanhamento.Bioquímica PROTEÍNA URINÁRIA Método Colorimétrico 1.Procedimento Operacional Padrão .M. A intensidade da cor formada é proporcional à concentração protéica da amostra. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. normalmente o glomérulo evita a passagem das mesmas do sangue para o filtrado glomerular. A urina de pessoas saudáveis não contém proteínas ou contém somente em pequenas quantidades. ajudar a estabelecer o diagnóstico de certas síndromes ou entidades patológicas cujos achados renais são conhecidos.13 mmol/L. Ácido succínico 0. Dessa forma. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . separação e distribuição do material 5.1mmol/L. Padrão: Solução de Albumina (valor de padrão: vide rótulo do frasco). Armazenamento e estabilidade das amostras: Urina . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A proteinúria é um marcador de doença renal e constitui um fator de risco independente para a sua progressão.com.com. Oxalato de sódio 1 mmol/L. . Concentrações elevadas de proteínas no líquido cefalorraquidiano (Líquor) podem ser devidas a infecções ou à pressão intracraniana elevada.br Reagente: Vermelho de pirogalol 0. em meio ácido. 4. . . não havendo necessidade de adicionar conservantes.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. SDS 0. O diagnóstico clínico deve ser realizado levando-se em conta todos os dados clínicos e de laboratório. Alterações glomerulares causam o aumento da permeabilidade das proteínas plasmáticas o que ocasiona a proteinúria.G. em associação a outros achados.Varginha .S.Centrifugar por 10 minutos a 3000 rpm.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão .35 mmol/L. COMPONENTES DO KIT PROTEÍNAS URINÁRIA Códigos: Registro M. medir o volume e separar uma amostra de cerca de 20 mL. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. PRINCÍPIO DO MÉTODO A proteína presente na amostra reage com o vermelho de pirogalol e o molibdato. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação renais. Líquor: Utilizar amostra centrifugada.04 mmol/L. Molibdato de sódio 0. .3214. pH 2.05 Mol/L. 3.

Bioquímica 6. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 8. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. 9. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Pipetas de vidro e/ou automáticas. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso 95 . Tubos de ensaio. código). Utilizar os EPI’s de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. O reativo é estável até a data de validade do Kit. contato com os olhos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos devem ser observados. Relógio ou Cronômetro. 10.Procedimento Operacional Padrão . Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Segurança e Primeiros Socorros estão descritas na Ficha Individual de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) deste produto. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico em local próprio para materiais potencialmente infectantes. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura em 598 nm com cubetas termostatizada. As informações de Descarte. Não usar o reagente quando este mostrar-se com sinais de contaminação. As amostras a serem analisadas (urina ou líquor) devem ser tratadas como material potencialmente infectante. pele ou mucosa. Não misturar diferentes lotes de reagentes. 7. Não trocar as tampas dos frascos dos reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. lavar abundantemente com água corrente. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Em caso de vazamento acidental. Manter ao abrigo da luz. controle. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. a fim de evitar contaminação cruzada. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Procedimento automatizado Indicar nome. CUIDADOS E PRECAUÇÕES • • • • • • • • • • • O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes 2 a 8 ºC. padrão/calibrador e reagente.

0 mL 1.001 Valores Normais CRIANÇAS 300 .133 Proteína (mg/24h) = 0. realizar nova dosagem e multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. Com fator Fator de calibração (FC) = concentração do padrão A Padrão Exemplo: A amostra = 0.Bioquímica Procedimento manual 1. diluir a amostra com água deionizada ou destilada. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: g/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): g/L = Proteinúria (mg/L) x 0. CÁLCULOS Urina de 24horas: A Amostra X concentração do padrão X vol. Para valores superiores.(L) urina 24h = mg proteínas/24h A Padrão Líquor (LCR): A Amostra X concentração do padrão = mg/L proteínas A Padrão onde.1000 mg/L ADULTOS 150 . A padrão = Absorbância do padrão. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.2L FC = 1000 = 7519 0. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A linearidade da reação é de 3000 mg/L. Homogeneizar manter os tubos durante 5 a 37 ºC. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.025 x 1. Pipetar em tubos de ensaio: BRANCO PADRÃO Padrão --20 μL Amostra ----Reagente 1. A amostra = Absorbância da amostra. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 13.0 mL 2. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. 3.0 mL AMOSTRA --20 μL 1. 96 . A cor é estável durante 30 minutos.450 mg/L GESTANTES < 150 mg/24h Líquor Urina ADULTOS E CRIANÇAS < 100 mg/24h Estes valores são unicamente orientativos.2 x 7519 Proteína Urinária = 226 mg/24 h 12. Medir a absorbância do Padrão (Ap) e da Amostra (Aa) frente ao Branco a 600 nm.025 A padrão = 0.Procedimento Operacional Padrão .133 Concentração do padrão = 1000 mg/L Volume urinário 24h = 1. 11.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • Watanabe. Hunt M. Total serum protein. Princeton 1984. Barry P.. • Burtis A et al. Al.. St Louis.1%) e Triton X100 (1%) também interferem na reação. S. AACC Press. Clin Chem 1989. Clinical Guide to Laboratory tests. • Young DS.. 2001. Tests. Toronto. Oshawa. 32: 1551 (1986). • Tietz N W et al. 27: 493-501. Tietz Testbook of Clinical Chemistry. AACC 1995. 3rd ed. Chem. 1995. A presença de detergentes (surfactantes) na amostra ou seus resíduos em materiais e/ou equipamentos de laboratório interferem com a reação.. Effects of disease on Clinical Lab. AACC Press. Tests.. Mosby Co. 13161324 and 418.V. • Young DS. Groth T. L. Clin Chem The C. 3rd ed. Clin. Chem. • Koller A.. Kamei. AACC 1999. S. 14. Ohkubo. 1981. • Orsonneau JL et al. Clin. 4th ed.Bioquímica Interferências Interferências: hemólise (LCR). Effects of drugs on Clinical Lab. N. M. 97 . O. R. Kaplan A et.. A. 4th ed. A multi-rule Shewhart chart quality control in clinical chemistry. A presença de Lauril sulfato de sódio (0.. • Westgard J. 35:2233-22236. An Improved Pyrogallol Red-Molybdate Method for Determing Total Urinary Protein. Yamanaka.Procedimento Operacional Padrão .

Aspartato Aminotransferase (AST)). eritromicina. L-aspartato 240 mmol. hipotireoidismo. queimaduras severas. lesões da musculatura esquelética. Inúmeras drogas comumente usadas podem elevar os níveis de AST (isoniazida.com.Brasil. 98 .malato desidrogenase > 600 U/L. 3. AST L-Aspartato + 2-Oxoglutarato -----------> Oxaloacetato + L-Glutamato Oxalacetato + NADH + H+ ------------> Malato + NAD+ LDH MDH Piruvato endógeno + NADH ------------> L. empregando a reação acoplada de malato desidrogenase (MDH). trauma e necrose cerebral. Reagente pronto para uso. Vila Verônica .pH 7. separação e distribuição do material 5.UV 1. plasma (EDTA ou heparina). Amostra Soro ou plasma.G.Varginha . com 200 mL R-A + 1 fr. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. cateterização e angioplastia cardíaca. hepatites. atingindo um pico em 24 horas e retornando ao normal por volta do quinto dia.8.18 mmol.lactato desidrogenase > 1200 U/L. fígado. A atividade enzimática é estável por 4 dias entre 2 – 8°C. 2.. com 10 mL R-B BT 11007 – 1 fr. COMPONENTES DO KIT TGO / AST Códigos: Registro M. progesterona.: 80027310017 BT 11007 – 1 fr com 40 mL R-A + 1 fr. PRINCÍPIO DO MÉTODO O Aspartato aminotransferase (AST ou GOT) catalisa a transferência do grupo amino do aspartato a 2-oxo-glutarato. 2-Oxoglutarato: 12mmol. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. cirrose hepática. musculatura esquelética. pancreatite aguda. Níveis elevados dessa enzima auxiliam no diagnóstico de doenças cardíacas.4646 Site: www.com. MDH . Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. LDH . Reagente B: Malato desidrogenase 0. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .S. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Transaminase Oxalacética – TGO (sinonímia. Pequenas elevações são observadas durante a gravidez. formando oxalacetato e glutamato. . mononucleose. icterícia obstrutiva. A concentração catalítica se determina. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. rim e cérebro. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas.Bioquímica TGO / AST Método Cinético .M.3214. Níveis aumentados também são encontrados em necrose hepática. sendo usada na monitoração de terapias que utilizam drogas hepatotóxicas. hepáticas e musculares. medido à 340 nm. distrofias musculares. A atividade dessa enzima no infarto do miocárdio eleva-se dentro das primeiras 12 horas.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. anemias hemolíticas. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de hepatites agudas e é um bom indicador no diagnóstico de infarto agudo do miocárdio. é uma enzima encontrada no miocárdio. dermatomiosites.biotecnicaltda.br Reagente A: Tampão Tris 80 mmol .). esteróides anabólicos etc. a partir da velocidade de desaparecimento do NADH.Procedimento Operacional Padrão .Lactato + NAD 4. com 50 mL R-B BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.

Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Centrífuga. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. 7. Em caso de contato com os olhos ou pele. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Cronômetro. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Não soprar a pipeta utilizada. lavar abundantemente com água corrente. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Conservar entre 2-8 ºC 6. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. NÃO CONGELAR. Em caso de vazamento acidental.Procedimento Operacional Padrão . devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 340 nm. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. código). O reagente. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Evitar contaminações com íons metálicos. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. O reativo é estável até a data de validade do Kit. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. para a obtenção de resultados exatos. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Seguir com rigor a metodologia proposta. uma vez usado. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. lavar o local com água corrente. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. 9. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. 99 . Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. contém soro. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. plasma ou urina. 8. eventualmente infectado.

Descartar o reativo de trabalho quando a leitura da absorbância contra água for < 0.5 U/L 12. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. (∆A/min. 4. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais.152) 3 ∆A/min.152 ∆A/min.039 TGO (U/L) = 0. O enxágüe deve ser exaustivo. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.Procedimento Operacional Padrão . Pré-aquecer o Reagente de Trabalho durante 5 minutos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos.189) + (1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.). sendo o último. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min).039 x 1746 = 67. com água destilada ou deionizada. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.228) + (1. 10. o que poderia causar resultados errôneos.67 x 10–9 Kat/L = µkat/L Valores Normais: 1746 100 .189 A3= 1. à 37ºC. 37oC 1000 μL 100 μL Misturar e inserir nas porta-cubetas termostatizadas. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. calcular a média da variação da absorbância por minuto (∆A/min. Procedimento manual 1. A2 e A3 respectivamente). Proteger o reativo de trabalho da luz.) = (A0 – A1) + (A1 – A2) + (A2 – A3) 3 A atividade da TGO na amostra é calculada pela multiplicação do ∆A/minuto pelo seguinte fator: Fator (37ºC) Exemplo: Temperatura = 37ºC A0= 1. Isso evitará contaminação cruzada. controle (se utilizado) e reagente.189 – 1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16.268 A1= 1. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 3. 11.228 A2= 1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Estável 2 semanas a 2-8°C.800 a 340 nm. 2.Bioquímica A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática.= (1.228 – 1. 5. Acionar o cronômetro. (A1.= 0.268 – 1. Aos 60 segundos.

Anfotericina B.S. – Clin. Narcóticos. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 21. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • • • • • Karmen A. 5 (1975) TGO – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Corticoesteróides. 34. Chem. 1997. Fenotiazinas. Clin. Pardini – 2002 – 93 101 . 126 (1955) Young D. – J.Bioquímica 37ºC até 37 U/L até 31 U/L HOMENS MULHERES Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Colchicina. Barbiturados. Ltda – Revisão Maio/2005.250 = 440 U/L. Invest. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até: ΔA/min de 0. 13. Rio de Janeiro. Metildopa. Alopurinol. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. et al. el al. Interferências: Falsos valores elevados: Acetaminofem. Qualitymark ed. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 455 Manual de exames – Laboratório H. Anticoncepcionais orais. Falsos valores baixos: Salicilatos (aspirina) 14..Procedimento Operacional Padrão .

Em pacientes com infarto do miocárdio a ALT geralmente está normal ou ligeiramente elevada.4646 Site: www.lactato desidrogenase > 1200 U/L.malato desidrogenase > 600 U/L.Procedimento Operacional Padrão .UV 1. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado.Varginha . 102 . doença pancreática. empregando a reação acoplada de lactato desidrogenase (LDH). PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. Vila Verônica .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de pacientes com lesões hepáticas virais. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. COMPONENTES DO KIT TGP / ALT Códigos: Registro M. formando piruvato e glutamato. LDH .com.com.alanina + 2-Oxoglutarato -----------> Piruvato + L-Glutamato Piruvato + NADH ------------> D . PRINCÍPIO DO MÉTODO A Alanina Aminotransferase (ALT ou GPT) catalisa a transferência do grupo amino da alanina a 2-oxoglutarato.: 80027310019 BT 11008 – 1 fr com 40 mL R-A + 1 fr. é uma enzima intracelular presente em grandes quantidades no fígado e rim. A concentração catalítica se determina.Brasil. Níveis elevados são encontrados na hepatite infecciosa e tóxica.3214. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Transaminase Pirúvica – TGP (sinonímia: Alanina Aminotransferase (ALT). Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. sendo considerada um excelente marcador hepatocelular. Como teste de função hepática. 2-Oxoglutarato: 15mM. tóxicas e cirrose. LDH Piruvato endógeno + NADH -----------> L-Lactato + NAD ALT L . icterícia obstrutiva e carcinoma metastático.5. Reagente B: Malato desidrogenase 0. a ALT é mais sensível para detecção de danos do hepatócito do que para obstrução biliar.biotecnicaltda. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . plasma (EDTA ou heparina). MDH . A atividade enzimática é estável por 4 dias entre 2 – 8°C e 2 semanas. com 200 mL R-A + 1 fr.18 mM. separação e distribuição do material 5. e pequenas quantidades na musculatura esquelética e coração. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Reagente pronto para uso.S. 2.br Reagente A: Tampão Tris 100 mmol . Entretanto.pH 7.G. a partir da velocidade de desaparecimento do NADH. . cirrose. 3. medido à 340 nm. insuficiência cardíaca ou choque com necrose hepática concomitante pode levar a elevações de seus níveis. com 50 mL R-B BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.Lactato + NAD+ LDH 4. L-alanina 500 mmol. Amostra: Soro ou plasma.Bioquímica TGP / ALT Método Cinético . com 10 mL R-B BT 11008 – 1 fr.M.

O enxágüe deve ser exaustivo. 8. Em caso de contato com os olhos ou pele. para a obtenção de resultados exatos. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. O reagente. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. contém soro. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.Procedimento Operacional Padrão . O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase.Bioquímica Conservar entre 2-8 ºC 6. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 340 nm. eventualmente infectado. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. lavar o local com água corrente. uma vez usado. Centrífuga. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente 103 . Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Não soprar a pipeta utilizada. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Em caso de vazamento acidental. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Não misturar diferentes lotes de reagentes. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. lavar abundantemente com água corrente. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. NÃO CONGELAR. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Cronômetro. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. com água destilada ou deionizada. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Seguir com rigor a metodologia proposta. Evitar contaminações com íons metálicos. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. sendo o último. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. 9. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. código). 7. plasma ou urina.

CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. 11. Isso evitará contaminação cruzada.Bioquímica A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). o que poderia causar resultados errôneos.263 A3 = 1.263 – 1. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.800 a 340 nm. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L Sistema Internacional . Estável 2 semanas a 2-8°C. (A1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B.297 A1 = 1. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos.67 x 10 µKat/L 1 µkat/L = 60 U/L Valores Normais -3 104 . 37 C 1000 μL 100 μL o Misturar e inserir nas porta-cubetas termostatizadas. Acionar o cronômetro. `37ºC. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho durante 5 minutos. 9. calcular a média da variação da absorbância por minuto (∆A/min.245 ∆A/min.278 A2 = 1.) = (A0 – A1) + (A1 – A2) + (A2 – A3) 3 A atividade da TGP na amostra é calculada pela multiplicação do ∆A/minuto pelo seguinte fator: Fator (37ºC) 1746 Exemplo: Temperatura: 37ºC A0 = 1.017 x 1746 = 29. 7. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.278) + (1. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 8.SI 1 U/L = 16.263) + (1.= (1. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.297 – 1.278 – 1. Proteger o reativo de trabalho da luz. Descartar o reativo de trabalho quando a leitura da absorbância contra água for < 0.): (∆A/min. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática.67 x 10-9 Kat/L = 16.6 U/L 12. 10. Aos 60 segundos.245) 3 ∆A/min = 0. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. controle (se utilizado) e reagente. 10.Procedimento Operacional Padrão . Procedimento manual 6.017 TGO (U/L) = 0. A2 e A3 respectivamente). Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.

33: 291 (1974). 34:381 Henry R.. 1960.. Qualitymark ed.200 = 350 U/L. Clin. Scandinavian Society for Clinical Chemistry (SSCC) Scand. Deustchen Gesellschaft fur Klinische Chemie (DGKC) Z. LaDue JS. Lab. Jnl. Rio de Janeiro. International Federation of Clinical Chemistry (IFCC) Clinica Chimica Acta 105: 147 (1980). 10: 281 (1972). Chem. Exp. Clin. – Am. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Wroblewski F. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 455 Manual de exames – Laboratório H. 1997. Sec. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Interferências: Falsos valores elevados: hemólise 14. Pardini – 2002 – 93 105 . 13. Invest. 1956. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. TGP – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Klin.Procedimento Operacional Padrão . CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até: ΔA/min de 0.Bioquímica HOMENS MULHERES 37ºC até 42 U/L até 32 U/L Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Biol. et al. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.J..Proc. Path. Ltda – Revisão Maio/2005. And med. J.

0 mL peroxidase L-Glicerolfosfato-oxidase glicerol quinase lipase BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. A enzima glicerol quinase fosforila o glicerol livre formado cujo produto.S.: 80027310014 BT 10010 – 1 fr. PRINCÍPIO DO MÉTODO A enzima lípase lipoprotéica hidrolisa os triglicerídeos existentes na amostra. na uremia. O aumento de triglicerídeos no plasma é indicativo de distúrbios metabólicos. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada como parâmetro na avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares. produzindo glicerol livre. Padrão com 2. produz peróxido de hidrogênio. que apresenta um máximo de absorção em 500 nm. 2. produzindo seu metabolismo anormal e depósito de lipídeos nas paredes vasculares levando à arteriosclerose. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina).Varginha . 3. na obesidade e nos hábitos alimentares errôneos.G.0 mL BT 10010 – 2 fr. O aumento dos triglicerídeos no diabetes está relacionado ao aumento da mobilização das áreas de armazenamento de lipídeos (triglicerídeos) em decorrência da diminuição da insulina. Amostra Soro ou plasma Armazenamento e estabilidade das amostras: O analito é estável por 3 dias a 2-8 ºC. em presença da 4-amino-antipirina. Os triglicerídeos provenientes da dieta sofrem digestão no duodeno e íleo proximal. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . que são transportados via ducto torácico para a circulação.biotecnicaltda.com. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas e jejum alcoólico de 24 horas. separação e distribuição do material 5. em presença de oxigênio e sob a ação catalítica da enzima glicerol-Poxidase. Através da ação de lípases e ácidos biliares.com. são hidrolisados a glicerol e ácidos graxos. Padrão com 2.M. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Os triglicerídeos são ésteres de glicerol. COMPONENTES DO KIT TRIGLICÉRIDES Códigos: Registro M.br 106 .4646 Site: www.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.Procedimento Operacional Padrão . Após absorção são ressintetisados nas células epiteliais intestinais e combinados com colesterol e apolipoproteínas para formar quilomícrons. Esta dosagem serve como parâmetro na avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares.Brasil.3214. com 250 mL + 1 fr. com 250 mL + 1 fr. no hipotireoidismo. Vila Verônica . . Triglicérides ⎯⎯⎯→ Glicerol + Ácidos graxos Glicerol + ATP ⎯⎯⎯⎯⎯⎯→ L-Glicerolfosfato + ADP L-Glicerolfosfato + O2 ⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯→ Dihidroxiacetona-P + H2O2 2H2O2 + Clorofenol + 4-AF ⎯⎯⎯⎯⎯→ p-benzoquinona monoímio fenazona + 4 H2O 4. na pancreatite aguda. no diabetes. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do reagente fenólico (p-clorofenol) pelo peróxido de hidrogênio formado.Bioquímica TRIGLICÉRIDES Método Enzimático Colorimétrico 1.

Conservar entre 2-8 ºC. evitando assim a deterioração das enzimas. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.7 mM. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510). Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 7. uma vez usado. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.Bioquímica Reagente de Trabalho: GK – glicerolquinase > 1000 U/L. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. ATP . O reagente. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. código). 4 clorofenol 2. GPO – Glicerol-3-fosfato oxidase > 5000 U/L. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. lavar abundantemente com água corrente. com cubetas. tampão Tris 50. Procedimento automatizado Indicar nome.0 mM pH 7. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 107 . 6. Em caso de vazamento acidental. eventualmente infectado. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 9. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.Procedimento Operacional Padrão . Cronômetro Tubos de ensaio. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. POD – Peroxidase > 1000 U/L.adenosina trifosfato 2. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Seguir com rigor a metodologia proposta.3 mM. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.0 mM. plasma ou urina. para a obtenção de resultados exatos. LPL – Lipoproteína lípase > 2000 U/L. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Banho de água a 37 °C. lavar o local com água corrente. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Padrão: Solução de Glicerol equivalente à concentração de Triglicérides (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. contém soro. 4-aminoantipirina 0. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. 8. Pipetas automáticas e ponteiras. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Em caso de contato com os olhos ou pele. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.2.

Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.0 mL Amostra 10 µL 1.0 mL Padrão triglicérides Amostra Reagente 3. 2. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente (16-25º C) ou durante 10 minutos a 37º C. Deixar ambientar o Reagente durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em banho de água.1. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 500 nm. A cor é estável durante pelo menos 1 hora.0113 = mmol/L Trigliceridese Valores de referência 30 .Bioquímica Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. com água destilada ou deionizada. o que poderia causar resultados errôneos. sendo o último.70 mmol/L Esses valores são unicamente orientativos. Isso evitará contaminação cruzada. O enxágüe deve ser exaustivo. 10.5= 222.Procedimento Operacional Padrão . Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. Procedimento manual 1.6 mg/dL 12.170 mg/dl = 0. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 108 .276 Apadrão = 0. controle (se utilizado) e reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Cuidados especiais Cuidado com a limpeza do material utilizado para os testes. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL Triglicerides x 0.70 .5 Triglicérides= 0. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 4. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. 11. CÁLCULOS Com calibrador ou padrão: A Amostra X valor do padrão = mg/dL Triglicérides A Padrão onde: A amostra = absorbância da amostra A padrão = absorbância do padrão Com fator: ƒc = valor do padrão Apadrão Triglicérides (mg/dL) = Aamostra X ƒc Exemplo: Aamostra = 0.276 x 806.248 = 806. Lavar no mínimo 3 vezes com água deionizada para eliminar qualquer vestígio de Glicerol que é um forte contaminante nas reações do triglicérides.0 mL Padrão 10 µL 1.248 Valor do padrão: 200 mg/dL F= 200 0.

. Ltda – Revisão Maio/2005.. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 460-461 Manual de exames – Laboratório H. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Rio de Janeiro. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.J. 250-255. 1997. Qualitymark ed. Biophys. Van Denmark. Med. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Biochem.3 mmol/L). 24-27. A lipemia não afeta os resultados.. W.Procedimento Operacional Padrão . Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Kodischek. 14. Bacteriol. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Schettler G. And Nussel E.W. Umbreit.K. Aarch. Jacobs. 88 (1960). 98 (1969) 1063-1068.J. Arb. Trinder P. L. a hemoglobina (3 g/L) e a bilirrubina (0. Pardini – 2002 – 94 109 .. P.Bioquímica 13.25 mmol/L) interferem.. 10 (1975) 25. N. Prav.. Triglicérides – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Interferências O ácido ascórbico (0. . Med.Ann Clin Biochem 6 (1969).

com produção de NH3 e CO2. A amônia formada reage com salicilato e hipoclorito de sódio em meio alcalino. haverá uma diminuição da conversão de amônia em uréia. Armazenamento e estabilidade das amostras: A uréia no soro é estável por 7 dias a 2 – 8 º C. gravidez. A urina de 24 horas deve ser colhida em frasco contendo 2mL de HCl a 50% (v/v). insuficiência renal aguda e carcinomas no trato urinário. Na lesão hepática. A uremia é observada na dieta rica em proteínas.Pós Renal Resultado de uma obstrução do trato urinário. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A uréia é o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das proteínas. causando uma hiperamoniemia. pelo menos. 3. A diminuição da uréia está relacionada a insuficiência hepática grave. estresse. separação e distribuição do material. Obstrução do trato urinário (cálculo. É livremente filtrada pelos glomérulos dependendo do estado de hidratação e 40% a 80% da uréia filtrada são passivamente reabsorvidas nos túbulos proximais. secreção e excreção. Produzida no fígado. queimaduras etc. originando uma coloração verde (reação de Berthelot modificada). Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. aumento da diurese e redução do catabolismo protéico. 4. 2. reabsorção. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades renais e hepáticas. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. obstrução prostática etc. trato gastrintestinal e rim. O aumento da absorbância em 580 nm é proporcional a concentração de uréia na amostra. A lesão renal provoca uma retenção de substâncias tóxicas como a uréia através de distúrbios da filtração. 110 . insuficiência cardíaca congestiva.Bioquímica URÉIA ENZIMÁTICA Método Enzimático Colorimétrico 1. É utilizada na avaliação do estado do funcionamento renal. Multiplicar o resultado obtido por 50. onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo suor. Não usar anticoagulantes fluoretados e nem contendo sais de amônio. dieta protéica e função renal.Renal Diminuição da filtração glomerular como conseqüência de uma doença renal aguda ou crônica Nefropatias Tratamento com glicocorticóides (efeito antianabólico) C .) Níveis diminuídos Caquexia. insuficiência hepática aguda e ingestão protéica diminuída. Diluir a urina 1/50 com água destilada. nefrite. hemodiluição. Amostras Soro.Pré-renal Condições em que a circulação através dos rins é menos eficiente que o normal Desidratação (diarréia persistente) Choque Diminuição do volume sangüíneo (hemorragias digestivas) Catabolismo protéico aumentado (febre. Sua concentração varia em indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores como: grau de hidratação. Centrifugar antes de processar. ela passa para a circulação sangüínea. na infância. doença celíaca.Procedimento Operacional Padrão . 08 horas.) Insuficiência cardíaca B . plasma (heparina) e urina. Níveis aumentados A . PRINCÍPIO DO MÉTODO A uréia é hidrolisada na presença da enzima urease e água.

Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.G.70 – 50 mmol/L. 111 .Brasil. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. 7.3214.Bioquímica 5. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.M. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. para a obtenção de resultados exatos. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.0 mL BT 10013 – 1 fr com 250 mL R-A + 1 fr com 250 mL R-B + 1fr com 10.S. COMPONENTES DO KIT URÉIA ENZIMÁTICA Registro M. Conservar entre 2 e 8º C 6. com cubetas Banho de água a 37 °C.0 mL R-C fr + Padrão com 2. 8. evitando assim a deterioração das enzimas. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.com. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.000 U/L. Salicilato sódico 60 mmol/L.2 mmol/L. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Procedimento automatizado Indicar nome. Vila Verônica . Reagente C: Urease – 30. . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. EDTA 2 mmol/L. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Cronômetro Tubos de ensaio. Seguir com rigor a metodologia proposta. 9. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Padrão: Solução de Uréia (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.0 mL R-C fr + Padrão com 2.br Reagente A: Tampão fosfato pH 6.4646 Site: www.biotecnicaltda. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.Procedimento Operacional Padrão . Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.com.: 80027310068 Códigos: BT 10013 – 1 fr com 50 mL R-A + 1 fr com 50 mL R-B + 1fr com 2. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 580 nm. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Reagente B: Hipoclorito de sódio 140 mmol/L e hidróxido de sódio 150 mmol/L. Pipetas automáticas e ponteiras. código).Varginha . Nitroprussiato de sódio 3.

Pipetar: Reagente B 1. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. 2. 6. eventualmente infectado. o que poderia causar resultados errôneos. A cor é estável por 30 minutos. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. lavar abundantemente com água corrente. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Em caso de contato com os olhos ou pele. plasma ou urina. Reativo B: pronto para uso.0 mL de Reativo A-2 Estabilidade do Reativo A de Trabalho: 15 dias. Aamostra = Absorbância da amostra Apadrão = Absorbância do padrão Com fator: F = Valor do Padrão Apadrão Uréia = Aamostra x F 112 .0 mL Amostra 10 μL 1. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Em caso de vazamento acidental. Agitar bem e incubar os tubos durante 5 minutos a 37º C. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo A de Trabalho: Misturar na proporção de 25. 10. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. lavar o local com água corrente.0 mL Padrão de uréia Amostra Reagente A de trabalho 3. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.0 mL 1. CÁLCULOS A Amostra x Valor Padrão = mg/dL uréia. com água destilada ou deionizada. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.Bioquímica O reagente. Deixar ambientar os Reagentes durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em um banho de água. controle (se utilizado) e reagente. O enxágüe deve ser exaustivo. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. sendo o último. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. se refrigerado. Procedimento manual 1.0 mL 5. A Calibrador Onde.Procedimento Operacional Padrão . Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 580 nm. Agitar bem e incubar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente (15-30º C) ou durante 5 minutos a 37º C. 11. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Isso evitará contaminação cruzada.0 mL Padrão 10 μL 1.0 mL 1.. contém soro.0 mL de Reativo A-1 + 1. 4. uma vez usado. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.

já que interferem na reação. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Chaney AL. J. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 13.237 Uréia(mg/dL) = 0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): Soro / plasma: Urina: mg/dL uréia x 0. Searcy RL.1980. Ltda – Revisão Maio/2005. Reardon JE. Academic Press.Procedimento Operacional Padrão . Marbach CP. Bergmeyer. J. : 13:156. Clin Chem 1962. et al. Clin Path.) Methods of Enzymatic Analysis. 14.237 Valor padrão = 70mg/dL F= 70 = 295.2mg/dL Dosagem na urina (mg/24 hs): mg/24 hs = Uréia urinária (mg/dL) X Volume urinário de 24 horas (mL) 100 Uréia urina (g/24 h) = Uréia urina (mg/24 h) 1000 12. Brit. Não devem utilizar-se sais de amônia como anticoagulantes. p. Interferências: O ácido ascórbico. & Scott. H. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 200 mg/dL.109 x 295.449. Tobacco A. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.K.E. Pardini – 2002 – 94 113 . Clin Chem 1979. não interferem nos resultados. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 467 Manual de exames – Laboratório H.4 = 32. 1985. 25:336.49 – 7. Valores de referência Soro e plasma: 15 – 45 mg/dL (2. Qualitymark ed. Uréia Enzimática – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 8:130. 33:15. hemoglobina até 400 mg/dL. Amer J Med Technol 1967. hiperlipemia e bilirrubina até 20 mg/dL. Rio de Janeiro.Bioquímica Exemplo: Aamostra = 0. J. 1997. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. (Ed. Fawcet.4 0. Foreman JA.49 mmol/L) Urina: 20 – 35 g / 24 horas Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência..U. mesmo em concentrações elevadas (acima de 20 mg/dL).166 = mmol/L uréia mg/24h ÷ 1000 = g/24h uréia.109 Apadrão = 0.

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
URÉIA UV
Método Cinético Enzimático - UV 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades renais e hepáticas 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A uréia é o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das proteínas. Produzida no fígado, ela passa para a circulação sangüínea, onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo suor, trato gastrintestinal e rim. É livremente filtrada pelos glomérulos dependendo do estado de hidratação e 40% a 80% da uréia filtrada são passivamente reabsorvidas nos túbulos proximais. Sua concentração varia em indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores como: grau de hidratação, dieta protéica e função renal. É utilizada na avaliação do estado do funcionamento renal. A uremia é observada na dieta rica em proteínas, insuficiência cardíaca congestiva, nefrite, insuficiência renal aguda e carcinomas no trato urinário. A diminuição da uréia está relacionada a insuficiência hepática grave, aumento da diurese e redução do catabolismo protéico. A lesão renal provoca a retenção de substâncias tóxicas como a uréia devido aos distúrbios da filtração, reabsorção, secreção e excreção. Na lesão hepática, haverá uma diminuição da conversão de amônia em uréia, causando uma hiperamoniemia. Níveis aumentados A - Pré-renal Condições em que a circulação através dos rins é menos eficiente que o normal Desidratação (diarréia persistente) Choque Diminuição do volume sangüíneo (hemorragias digestivas) Catabolismo protéico aumentado (febre, estresse, queimaduras etc.) Insuficiência cardíaca B - Renal Diminuição da filtração glomerular como conseqüência de uma doença renal aguda ou crônica Nefropatias Tratamento com glicocorticóides (efeito antianabólico) C - Pós Renal Resultado de uma obstrução do trato urinário (cálculo, obstrução prostática etc.) Níveis diminuídos Caquexia, gravidez, doença celíaca, hemodiluição, na infância, insuficiência hepática aguda e ingestão protéica diminuída. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO A uréia da amostra é hidrolisada pela enzima urease com produção de gás carbônico e íons amônio. Estes são captados por uma segunda enzima, a glutamato desidrogenase, a qual em presença de outros substratos como o NADH2 e αcetoglutarato, produz NAD e glutamato. A diminuição da concentração de NADH2 no meio pode ser medida espectrofotometricamente em 340 nm, sendo proporcional à concentração de uréia na amostra. Uréia + H2O ---------------> 2 NH4+ + CO2 NH4+ + NADH + H+ + 2-Oxoglutarato ------------------------>Glutamato + NAD+ 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, plasma ou urina. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro e plasma (heparina ou EDTA): Estáveis por 7 dias a 2-8ºC. Urina de 24 horas: Centrifugar antes de processar. Diluir a amostra 1/50 com água destilada (0,1 mL de urina + 4,9 mL de H2O destilada ou deionizada). Multiplicar o resultado obtido por 50.
glutamato desidrogenase Urease

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT URÉIA UV Códigos: Registro M.S.: 80027310045 BT 10012 – 1 fr com 40,0 mL R-A + 1 fr com 10,0 mL R-B + 1 fr com Padrão 2,0 mL BT 10012 – 1 fr com 200,0 mL R-A + 1 fr com 10,0 mL R-B fr + + 1 fr com Padrão 2,0 mL

BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil. Tel/Fax: 0 (XX) 35 - 3214.4646 Site: www.biotecnicaltda.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.br Reagente A : Tampão TRIS 115mmol/L pH 7,6; α-cetoglutarato 7,5 mmol/L. Reagente B: Enzimático: NADH 0,25 mmol/L; Urease ≥ 8 KU/L, glutamato desidrogenase > 800 U/L, ADP 1,2 mmol/L. Padrão: Solução de Uréia (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 2-8 ºC 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados, evitando assim a deterioração das enzimas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 340 nm (330-350) com cubeta termostatizada. Pipetas automáticas e ponteiras. Cronômetro Tubos de ensaio. Procedimento automatizado Indicar nome, modelo e local onde se encontra o equipamento analítico, fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 8. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante, código), instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância, o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
9. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Seguir com rigor a metodologia proposta, para a obtenção de resultados exatos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reagente, uma vez usado, contém soro, plasma ou urina, eventualmente infectado, e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório, em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Em caso de vazamento acidental, lavar o local com água corrente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória, mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Em caso de contato com os olhos ou pele, lavar abundantemente com água corrente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O enxágüe deve ser exaustivo, sendo o último, com água destilada ou deionizada. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra, controle (se utilizado) e reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Isso evitará contaminação cruzada, o que poderia causar resultados errôneos. O reagente contém azida sódica que é tóxica, portanto, tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos, lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. No descarte do reagente, usar bastante água, pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. 10. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 50,0 mL de Reativo A + 0,5 mL de Reativo B + 0,5 mL de Reativo C. Estabilidade do Reativo A de Trabalho: 15 dias, se refrigerado. Descartar o reativo de trabalho se sua absorbância em 340 nm, medida frente a água, for inferior a 1,00. Procedimento manual Reagente de Trabalho: Misturar 4 (quatro) partes do Ragente A com 1 (uma) parte do Reagente B. Ex: Adicionar 4,0 mL de Reagente A – Tampão a 1,0 mL de Reagente B – Enzimático. O reagente de trabalho é estável por 4 semanas se mantido ao abrigo da luz, refrigerado de 2 a 8ºC e fora de refrigeração somente o tempo necessário para as dosagens. • Desprezar o Reagente de Trabalho se sua absorbância em 340 nm, medida frente a água, for inferior a 0,900.

B) Procedimento 1. 2. Pré-aquecer o reagente de trabalho e a amostra a 37ºC durante 2 minutos. Pipetar em uma cubeta pré-aquecida a 37ºC. Reagente de Trabalho Padrão ou amostra 3. 4. 1,0 mL 10 μL

Misturar e acionar o cronômetro simultaneamente Anotar a absorbância aos 30 segundos (A1) e aos 120 segundos (A2) da amostra e do padrão, a 340 nm.

Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 11. CÁLCULOS (A2 - A1) amostra x Valor padrão = mg/dL Uréia. (A2 - A1) padrão

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cloranfenicol.) Methods of Enzymatic Analysis. Rio de Janeiro.padrão = 0.166 = mmol/L uréia mg/24h ÷ 1000 = g/24h uréia. Valores de referência Soro e plasma: 15-45 mg/dL Urina: 20-35 g/24 horas Estes valores são unicamente a título orientativo. Pardini – 2002 – 94 117 . & Cook. lítio. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.1971.023 A2.054 A1-padrão = 0.M. 1985.145 – 0. gentamicina. Falsos Valores elevados: Hidroclorotiazida. propanolol. cefalosporida. Para valores acima de 250 mg/dL.34 mg/dL Dosagem na Urina (mg/24 horas) mg/24 horas = Uréia urinária (mg/dL) x Volume urinário de 24 h/mL 100 12. Klin Wschr 1965. kanamicina. New Engl. morfina. Acta 35:37.amostra = 0. Ácido Ascórbico e Hemoglobina: Ácido Ascórbico apenas em concentrações elevadas (acima de 20 mg/dL) e hemoglobina (acima de 200 mg/dL) induzem a resultados falsamente elevados. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.052) 0. vancomicina.093 Uréia (mg/dL) = (0. Sensibilidade: 6 mg/dL 14. Hallet C. Clin.7 F= 70 (0. bacitracina. Interferências: Não devem ser utilizados sais de amônia como anticoagulantes. ácido Etacrínico. Med.Procedimento Operacional Padrão . 444.052 A2. pois os mesmos interferem na reação. 1997.7 Uréia (mg/dL) = 23. é recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de normalidade.A1) padrão Uréia (mg/dL) = ΔAteste x Fator Exemplo: A1. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.Bioquímica Fator de calibração = Valor do padrão / (A2 . neomicina. 13.amostra = 0. Bilirrubina: A bilirrubina até 15 mg/dL não interfere.145 Valor do padrão = 70 mg/dL = 70 = 752. 285: 385. Falsos Valores Diminuídos: fenotiazinas. J. Schubert GE. 1971. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): Soro / plasma: Urina: mg/dL uréia x 0. salicilato. metildopa. J. timol. meticilina. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear entre 6 e 250 mg/dL. Uréia UV – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.023) x 752. J. Qualitymark ed. p. Bergmeyer HU. tianterene.J.. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 467 Manual de exames – Laboratório H. Multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. furosemida.. 43:174. guanetimidina. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Talke H. sulfonamidas. diluir a amostra com água destilada. Chim. Ltda – Revisão Maio/2005.G. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.054-0. (Ed.P. Kassirer. Academic Press. mitramicina.

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