LABORATÓRIO: ______________________________________________________________ PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO ALFA-AMILASE

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica

Índice
ÁCIDO ÚRICO - Método Enzimático Colorimétrico - UOD-PAP............................................ ALBUMINA - Método Colorimétrico Verde de Bromocresol................................................... ALFA-AMILASE - Método Cinético Gal G2 – CNP................................................................ BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL - Método Colorimétrico Malloy-Evelyn – DMSO………. CÁLCIO ASX -Método ARSENAZO III ................................................................................. CÁLCIO - Método Colorimétrico (o-CRESOLFTALEÍNA)...................................................... CLORO - Método Colorimétrico (Mercúrio – Tiocianato) ...................................................... COLESTEROL - Método Enzimático Colorimétrico .............................................................. HDL COLESTEROL DIRETO - Método Enzimático Colorimétrico Direto – Sem precipitação............................................................................................................................. HDL COLESTEROL - Método Precipitante – Ácido Fosfotúngstico...................................... CREATININA - Método Cinético Colorimétrico...................................................................... CREATINO QUINASE (CK-NAC) -Método Cinético – UV..................................................... CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) - Método Cinético – UV............................................. FERRO Ferrozine - Método Colorimétrico............................................................................. FERRO CRX - Método Cromazurol B .................................................................................... FOSFATASE ALCALINA - Método Cinético Colorimétrico (DGKC – DEA).......................... FÓSFORO – UV - Método Molibdato .................................................................................... FRUTOSAMINA – Método Cinético Colorimétrico................................................................. γ - GLUTAMILTRANSFERASE (GAMA - GT) - Método Cinético Colorimétrico.................... GLICOSE - Método Enzimático Colorimétrico ....................................................................... MAGNÉSIO MONO - Método colorimétrico - MAGON SULFONADO................................... PROTEÍNA TOTAL - Método Colorimétrico .......................................................................... PROTEÍNA URINÁRIA - Método Vermelho de Pirgalol......................................................... TGO / AST - Método Cinético – UV........................................................................................ TGP / ALT - Método Cinético – UV........................................................................................ TRIGLICÉRIDES - Método Enzimático Colorimétrico............................................................ URÉIA ENZIMÁTICA - Método Enzimático Colorimétrico ..................................................... URÉIA UV - Método Cinético Enzimático – UV ..................................................................... Página 03 07 11 16 20 24 28 32 36 41 45 50 54 58 62 66 70 74 77 81 85 90 94 98 102 106 110 114 Revisão 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ÁCIDO ÚRICO
Método Enzimático Colorimétrico UOD-PAP 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de enfermidades renais, doenças metabólicas genéticas e patologias como leucemias, linfomas, etc. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o ácido úrico é o produto final do metabolismo das purinas, estando elevado em várias situações clínicas além da gota. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia têm gota. Níveis elevados também são encontrados na insuficiência renal, etilismo, cetoacidose diabética, psoríase, pré-eclâmpsia, dieta rica em purinas, neoplasias, pós-quimioterapia e radioterapia, uso de paracetamol, ampicilina, aspirina (doses baixas), didanosina, diuréticos, beta-bloqueadores, dentre outras drogas. Diminuição dos níveis é encontrada na dieta pobre em purinas, defeitos dos túbulos renais, porfiria, uso de tetraciclina, alopurinol, aspirina, corticóides, indometacina, metotrexato, metildopa, verapamil, intoxicação por metais pesados e no aumento do “clearance” renal. Urina: cerca de 70% do ácido úrico é eliminado pelos rins. Esta dosagem é útil em pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção urinária de urato aumentada. Álcool causa diminuição do urato urinário. Antiinflamatórios, vitamina C, diuréticos e warfarim podem interferir no resultado. Líquido sinovial: pode ser útil no diagnóstico diferencial de artropatias. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO No presente método, o ácido úrico da amostra sofre a ação da uricase, na presença de oxigênio, produzindo alantoína e peróxido de hidrogênio, este em presença de um reagente fenólico (TOOS) e da 4-aminoantipirina, sofre a ação da peroxidase produzindo um complexo violáceo (quinonimina), com máximo de absorção em 500 nm. Ácido Úrico + O2 + 2H2O
uricase

Alantoína + CO2 + H2O2
peroxidase

2H2O2 + 4-aminoantipirina + TOOS 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA

Quinonimina + 3H2O

Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, urina e líquido sinovial. Não usar plasma, pois obtem-se resultados falsamente diminuídos. Soro: obtido da maneira usual. Separar dentro das próximas 2 horas da coleta. Soros ictéricos ou com hemólise produzem valores falsamente elevados. O fluoreto inibe a Uricase. Urina: de 24 horas, separar 10 mL, acertar o pH entre 7,0 e 9,0 com hidróxido de sódio a 5% e aquecer 10 minutos a 56°C para dissolver os cristais de urato e ácido úrico, evitando resultados falsamente diminuídos. Diluir a urina 1:20 com água destilada ou deionizada e fazer a determinação. Multiplicar o resultado por 20. Líquido sinovial: a coleta não deve ser feita antes de decorridos 07 dias da última punção, ou antes de 30 dias após a administração de medicamento intra-articular. Armazenamento e estabilidade das amostras: o o o Soro: O analito é estável 03 dias entre 2-8 C ou 06 meses a –10 C (10 C negativos). Não utilizar plasma, pois apresenta resultados falsamente diminuídos. Urina: Manter refrigerado. Líquido sinovial: Até 15 dias entre 2-8oC. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Urina: presença de ácido ascórbico. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material. 5. COMPONENTES DO KIT ÁCIDO ÚRICO - UOD-PAP Registro M.S.: 80027310038 Códigos: BT 10.001 – 1 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2,0 mL. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil.

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7. protegido da luz.0 – 50 mmol. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Se o reagente for mantido de 15 – 25°C. 8. código). CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. com cubetas. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Seguir com rigor a metodologia proposta. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. lavar o local com água corrente. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. plasma ou urina. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Pipetas automáticas. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. 4 . Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.3214. para a obtenção de resultados exatos. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.34 mmol/L e conservantes. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. uma vez usado. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.4646 Site: www.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. lavar abundantemente com água corrente. sua estabilidade será de 2 semanas O reativo é estável até a data de validade do Kit. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. eventualmente infectado. Procedimento automatizado Indicar nome. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Padrão: Solução de Ácido Úrico (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. evitando assim a deterioração das enzimas. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.biotecnicaltda.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. 7.e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio. Conservar entre 2 – 8 º C 6. Em caso de contato com os olhos ou pele. 9.br Reagente: Tampão Fosfato pH. Uricase 450 U/L. Banho de água a 37 °C. NÃO CONGELAR. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510).3 mmol/L. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. contém soro. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Em caso de vazamento acidental. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.com.com. 4-aminoantipirina 0. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. TOOS 0. Peroxidase 2500 U/L. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. O reagente.

Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco a 500 nm (490-510nm).PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. da absorbância do teste e calcular a concentração. O enxágüe deve ser exaustivo. 4. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.9% e 0.9 mL de água destilada ou deionizada). Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Padrão Onde: Abs. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL ácido úrico Abs. Em caso de redução dos volumes é fundamental que se observe o volume mínimo necessário para a leitura fotométrica. Os reagentes devem estar à temperatura ambiente. o que poderia causar resultados errôneos. procedendo à dosagem como descrito acima para o soro. medir o volume e separar uma amostra de cerca de 20 mL. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Ajustar o pH para a faixa entre 7 e 9 com NaOH 5% e aquecer a amostra durante 10 minutos a 56ºC. • Diluir a urina assim tratada 1:10 (0. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido à ótima reprodutibilidade. deixar o soro em repouso durante 90 minutos antes de iniciar a dosagem.01 mL) são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela. • Multiplicar o resultado obtido por 10. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Pipetar em tubos de ensaio: Água destilada Padrão Amostra Reagente Branco 20μL 1. Diminuir a absorbância assim obtida. Volume de amostra menores que 10 μL (10 microlitros = 0. Para soro lipêmico e/ou com bilirrubina superior a 10 mg/dL. Ler em 520 nm ou filtro verde. pode-se utilizar o método do fator: 5 . Dosagem na urina: • Homogeneizar a urina. Se houver suspeita da presença de ácido ascórbico. Os cálculos permanecem inalterados. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Os volumes de amostra e de reagentes podem ser modificados proporcionalmente. sem prejuízos para o desempenho do teste. Isso evitará contaminação cruzada. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1.02 mL de soro.0mL 3.0mL Padrão 20μL 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. sendo o último. Para espectrofotômetros que requeiram volumes de leitura superiores aos indicados. pois aumentam a imprecisão da medição. controle (se utilizado) e reagente.1 mL de urina + 0. misturar 1. CÁLCULOS Abs.0 mL de NaCl 0. que pode ser obtida com a metodologia. A cor é estável durante 30 minutos. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente (16-25 °C) ou durante 10 minutos a 37°C.0 mL de reagente. evitando resultados falsamente diminuídos. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. com água destilada ou deionizada. Este procedimento dissolve cristais de ácido úrico presentes. Teste → Absorbância do teste Abs. usar 50 μl de amostra ou padrão e 2. 2. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. para que resultados falsamente diminuídos não sejam obtidos. 5. acertando o zero com água. 10.0mL Amostra 20μL 1. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 11.

alopurinol. a hemoglobina > 1g/L e bilirrubina > 15 mg/dL interferem. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Barham D. Clin Chem 1980. estrógenos. Analyst 1972. do Padrão . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL ácido úrico x 59. 27:142-145. Guyton. 26:227-231. Prencipe L. Pardini – 2002 – 58-59 6 . : Mosby’s diagnostic and laboratory test reference 1992. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.. Fossati P. Falsos Valores baixos: vitamina C (ácido ascórbico). azatiopina.D. Para amostras de Líquido sinovial: Valores próximos ao do soro colhido na mesma ocasião. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. sulfinpirazona. etc. metildopa. probemicida.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Fator de calibração = Conc.3 mmol/L. furosemida. Rio de Janeiro.5 = mmol/L ácido úrico Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: Homens: 2. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993. salicilatos.0 mg/dL = 148 a 416 mmol/L Mulheres: 1. 754-758. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20 mg/dL (1190 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. A lipemia pode afetar os resultados. clorotiazida. Bert G. Manual de exames – Laboratório H. Qualitymark ed. 14. mercaptopurina. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Esses valores são unicamente orientativos. Ácido Úrico (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator Cálculo p/ Urina: Urina (mg/24 h) = mg/dL x volume urinário (em mL) 100 12.5 a 6. 1997. Ltda – Revisão Maio/2005. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Interferências O ácido ascórbico > 0. 5ªedição. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. Ácido Úrico – Bula do Kit – Biotécnica Ind e Com. acetohexamida. 13. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Pagana K. Trinder P. Falsos Valores elevados: acetozolamida.0 mg/dL = 89 a 356 mmol/L Para amostras de Urina: 250 a 750 mg/24horas. etc. fenotiazida.5 a 7. coumarim.

icterícia e anemia dilucional.S. 7 . Essa redução está relacionada a diminuição da síntese hepática ou perda excessiva renal. no entanto é útil para monitorar o estado do paciente.3214. COMPONENTES DO KIT ALBUMINA Códigos: Registro M.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão . Líquido pleural ou líquido ascítico: O material não é colhido no laboratório. .M. 08 horas. Hiperalbuminemia: é observada em casos de desidratação grave e queimaduras externas.2. o conhecimento dos níveis de albumina é suficiente e até pode oferecer algumas vantagens em relação à proteína. Realizar a coleta pela manhã Amostras: Soro.17 mmol/L. Havendo lesão hepática ou renal teremos distúrbios que podem ser resumidos em: Hipoalbuminemia: que ocorre nas doenças hepáticas crônicas. Isto é possível devido a zona hidrofóbica que existe em sua estrutura. na síndrome nefrótica e casos de desnutrição grave.88 mmol – pH 4. PRINCÍPIO DO MÉTODO A albumina presente na amostra reage com o verde de bromocresol em meio ácido. 2.002 . Esta característica é utilizada para dosar a albumina. de enfermidades hepáticas avançadas. Padrão: Solução de Albumina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.com.: 80027310032 BT 10. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação do estado nutricional.) Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ALBUMINA Método Colorimétrico Verde de Bromocresol 1. enfermidades renais e casos de desidratação grave. onde teremos a perda excessiva de água causando uma hemoconcentração.com.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A albumina é uma proteína globular produzida pelo fígado que é o principal componente protéico de um soro humano normal. 3. levando a uma diminuição da pressão coloidosmótica do plasma provocando um aumento de reabsorção de sódio e água e conseqüentemente causando edema.G.4646 Site: www.2 . O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta. Tem diversas funções importantes: Transporte de moléculas hidrofóbicas como a bilirrubina e os ácidos graxos.Brasil. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro: O analito é estável 3 dias entre 2 – 8°C e 7 dias a – 10oC (10°C negativos. pelo menos. Variações nos níveis séricos de albumina não são específicos já que podem ser devido a um grande número de alterações.Varginha . Manutenção da pressão osmótica sangüínea. Critérios para a rejeição de amostras Presença de lipemia intensa. Nutrição. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente: O paciente deve estar em jejum de. verde de bromocresol 0. formando um complexo colorido que é quantificado espectrofotometricamente. Soro: obtido da maneira usual.br Reagente: Tampão Succinato 0.biotecnicaltda. líquido pleural ou líquido ascítico. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Vila Verônica . separação e distribuição do material. 5. Em algumas situações clínicas. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . 4. azida sódica 9mmol.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.

código). com cubetas Banho de água a 37 °C. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. lavar o local com água corrente. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. contém soro. Procedimento automatizado Indicar nome. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar a temperatura ambiente 6. 8 . Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. O enxágüe deve ser exaustivo. Seguir com rigor a metodologia proposta. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. 8. Em caso de vazamento acidental. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Manter ao abrigo da luz. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio. eventualmente infectado. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. 9. plasma ou urina. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. 7. para a obtenção de resultados exatos. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Em caso de contato com os olhos ou pele. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Pipetas automáticas. uma vez usado. com água destilada ou deionizada. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 630 nm (620-640). A data de validade aparece no rótulo da embalagem. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. O reativo é estável até a data de validade do Kit. lavar abundantemente com água corrente. sendo o último. O reagente.

Volume de amostra menores que 10 μL (10 microlitros = 0. Padrão → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido a grande reprodutibilidade. 3. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Padrão = g/dL Albumina Abs. A cor é estável durante 30 minutos. o que poderia causar resultados errôneos.5 e 4. lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. Fazer referência ao Manual ou POP de Segurança. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. usar bastante água. 4.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. do Padrão .01 mL) são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela.0 mL Amostra 5 μL 1. Para espectrofotômetros que requeiram volumes de leitura superiores aos indicados. pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : g/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): µmol/L = g/dL x 144. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Os volumes de amostra e de reagentes podem ser modificados proporcionalmente. Amostra → Absorbância da Amostra Abs. controle (se utilizado) e reagente. pois aumentam a imprecisão da medição. CÁLCULOS Abs. Albumina (g/dL) = Absorbância do Teste x Fator Globulina = Proteína Total – Albumina Relação A/G = Albumina / Globulina 12. sem prejuízos para o desempenho do teste. que pode ser obtida com a metodologia. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco a 630 nm. aplicar as normas de segurança estabelecidas. Estes valores são unicamente orientativos. Padrão → Absorbância do Padrão Conc.9 g/L = g/dL x 10 Valores de referência Os valores são normais entre 3.0 mL Padrão 5 μL 1. tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos.0 mL 2. O reagente contém azida sódica que é tóxica. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Padrão Onde Abs.8 g/dL. 10.05 ml de amostra ou padrão e 2 mL de reagente. portanto. No descarte do reagente. usar 0. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Agitar bem e deixar nos tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Albumina Amostra Reagente Branco 1. Os cálculos permanecem inalterados. 11. Em caso de redução dos volumes é fundamental que se observe o volume mínimo necessário para a leitura fotométrica. Amostra x conc. Isso evitará contaminação cruzada. 9 .

Lexi-Comp Inc. Chim. Falsos Valores baixos: plasmas obtidos com heparina. Hudson. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. WA & Biggs H. Qualitymark ed. – Laboratory Test Handbook. Interferências A bilirrubina > 25 mg/dL e a hemoglobina > 1 g/L interferem no método. fornecem resultados falsamente diminuídos. Albumina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 6 g/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. C. 14.G. 1997.31:1:87. – Anal. Sobel. R. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.. Acta. Ltda – Revisão Maio/2005. Falsos Valores elevados: o uso de torniquete por mais de 3 minutos provoca um aumento no valor. Rio de Janeiro. 1971. Chem. T: Watson. 1996. – Clin. lítio e oxalato de potássio combinando com fluoreto de sódio.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 13. 29/10:1491 (1957). Manual de exames – Laboratório H. Pardini – 2002 – 58-59 10 . REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Doumas B. BL. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Jacobs DS. & Berkman. Henry. S. Kasten Jr. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 66.

Encontra-se aumentada na pancreatite aguda.CNP 1. deve-se também determinar a creatinina na mesma amostra. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. 08 horas. freqüentemente. A amilase pode ligar-se a proteínas (ex. 3. A relação entre o clearance de amilase/creatinina auxilia no diagnóstico diferencial da macroamilasemia (clearance muito baixo). Urina: de 2 a 24 horas. atingindo pico em 24 horas e retornando ao normal entre 48 a 72 horas. apendicite aguda etc. persistindo por períodos mais longos. Amostras Pode ser usado soro. sendo. um diagnóstico de pancreatite aguda. Níveis aumentados Parotidite Pancreatite aguda Macroamilasemia Gravidez ectópica Oclusão mesentérica Queimaduras graves Lesão de glândula salivar Doença intra-abdominal (peritonite. líquido pleural ou líquido ascítico. portanto. Tumores de pulmão e de ovário podem produzir hiperamilasemia em torno de 50 vezes do intervalo de referência. com grande probabilidade. 4. O resultado deverá ser reportado com Relação amilase/Creatinina (U/g). São conhecidas duas isoenzimas: a pancreática e a salivar. sendo proporcional à atividade da enzima no soro. A macroamilasemia se caracteriza por elevação dos níveis séricos de amilase com valores urinários normais. na proporção de 40:60 em soro de indivíduos sadios. As dosagens da amilase sérica e urinária são amplamente utilizadas no diagnóstico de doenças do pâncreas. formando complexos de alto peso molecular denominados macroamilases. permanecem em níveis normais. A relação normal é de 1% a 4%. Na insuficiência renal está aumentada em proporção à extensão do comprometimento renal. 11 .) Intoxicação alcoólica Insuficiência renal grave Obstrução das vias biliares Obstrução intestinal Obstrução do canal pancreático Câncer de pâncreas Cetoacidose diabética Neoplasias (pulmão ou ovário) Níveis diminuídos Insuficiência pancreática Fibrose cística avançada Hepatopatias graves AMILASE URINÁRIA Uma quantidade significativa de amilase sérica é excretada na urina e. Em torno de 25% da amilase sérica é normalmente eliminada na urina. Soro: obtido da maneira usual. Aumentos da amilase sérica não são necessariamente devidos à pancreatite. diminuída na macroamilasemia e normal ou pouco diminuída na hiperamilasemia salivar. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades pancreáticas agudas ou crônicas e no diagnóstico da parotidite (caxumba). 2.: imunoglobulinas). bem como na investigação da função pancreática. pelo menos. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A α – amilase é uma hidrolase que degrada complexos de carboidratos. A amilase urinária parece atingir níveis mais elevados. urina. sem conservantes. PRINCÍPIO DO MÉTODO A α-amilase catalisa a hidrólise do 2-cloro-4-nitrofenil-α-galactosilmatóside (Gal-G2-α-CNP) liberando 2-cloro-4-nitrofenol. mas indica. níveis de amilase podem estar ligeiramente aumentados. A quantidade de 2-cloro-4-nitrofenol liberada é medida a 405 nm. Isso é caracterizado por amilase sérica elevada e urinária normal e pode ocorrer em indivíduos sadios. elevações séricas serão refletidas na mesma. predominantemente. Colhido de maneira usual. com o objetivo de compensar as variações de atividade da amilase em amostras obtidas de cada micção. Realizar a coleta pela manhã. Na maioria dos pacientes com pancreatite aguda. quando comparada com a sérica. A magnitude da elevação sérica não é diretamente relacionada com a gravidade do envolvimento pancreático. de origem pancreática e da glândula salivar.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ALFA-AMILASE Método Cinético Gal G2 . Em episódios agudos de pancreatite crônica. seus níveis séricos elevam-se duas a 12 horas após o início do episódio. Quando se determina a amilase na amostra de urina. porém. Amilase sérica normal pode ser encontrada (em torno de 20%) em pacientes com pacreatite aguda.

medida contra a água em 405 nm.G. A heparina não interfere como anticoagulante. Não utilizar o reagente quando sua absorbância. Cloreto de sódio – 70 mmol/L.003 por mês.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Líquido pleural ou líquido ascítico: O material não é colhido no laboratório. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. apresenta um acréscimo de 0.3214. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Conservar entre 2 – 8 º C Cuidados especiais: Pipetar o substrato com a boca. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.: 80027310013 BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.001. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 nm. separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT α .com. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome.S. sem conservantes.com. medida contra a água. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. o A dosagem da amilase urinária deve ser feita em urina de 2 a 24 horas. Segundo estudos de estabilidade a absorbância do substrato. Cloreto de cálcio – 6 mmol/L. Armazenamento e estabilidade das amostras: A α-amilase em soro e plasma é estável pelo menos por 5 dias a 2-8ºC. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.M. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Gal G2 – CNP 2.biotecnicaltda. Outros líquidos biológicos também devem ser colhidos sem conservantes. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana.22 mmol/L Reagente pronto para uso.005 ou quando mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. .00 – 2 fr com 30mL Registro M. 6. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.001. capazes de deteriorar irremediavelmente o substrato. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. Cronômetro. Vila Verônica . usar material contaminado com saliva e suor e conversar junto ao frasco destampado são ações que podem contaminar o reagente com quantidades microscópicas de saliva ou suor. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.4646 Site: www. O reativo é estável até a data de validade do Kit.Varginha . for igual ou maior que 0.Brasil.Gal G2 .br Reagente Substrato: Tampão biológico pH 6. 12 . soprar no substrato.00 – 2 fr com 15mL BT 11. NÃO CONGELAR.00 – 50 mmol/L. 7. Elevações repentinas da absorbância do substrato indicam contaminação com saliva ou suor.AMILASE . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Centrífuga. capazes de deteriorar irreversivelmente o substrato. mantida entre 2 e 8 C. evitando assim a deterioração das enzimas.CNP Códigos: BT 11.

lavar o local com água corrente. sendo o último. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor.0 mL 10μl Líquidos Pleural / Ascítico 1. O enxágüe deve ser exaustivo. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase.0 mL 10μl Misturar e inserir no porta-cubetas termostatizado. Não soprar a pipeta utilizada. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. eventualmente infectado. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. 10. 13 . lavar abundantemente com água corrente. O reagente. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. para evitar a contaminação do reativo. 9. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Seguir com rigor a metodologia proposta. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Evitar contaminações com íons metálicos. 1. código). Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. controle (se utilizado) e reagente. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. o que poderia causar resultados errôneos. com água destilada ou deionizada. uma vez usado.0 mL 10μl Urina 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Pré-aquecer o Reagente durante alguns minutos. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. a temperatura desejada. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Em caso de contato com os olhos ou pele. Pipetar em uma cubeta: Soro / Plasma Reativo Amostra 3. Procedimento manual 1. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. É necessário o uso de proteção respiratória. plasma ou urina. Isso evitará contaminação cruzada. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Não misturar diferentes lotes de reagentes.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 8. 2. contém soro.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.600 A com o aparelho zerado em 405 nm com água deionizada indicam deterioração do reativo. para a obtenção de resultados exatos. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso OBS: Leituras de absorbância do reativo superiores a 0. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Em caso de vazamento acidental.

Soro/Plasma Urina 37ºC < 86 U/L < 470 U/L x 100 Esses valores são unicamente orientativos. álcool. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 11. Amostras com hemólises produzem resultados falsamente diminuídos. Multiplicar o valor obtido pelo fator de diluição. Os anticoagulantes fluoreto.0 a 37 ºC (12. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS VT x 1000 Fator = Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L Valores de referência: Para os Líquidos Pleural / Ascítico os valore são iguais aos do soro. Falsos Valores elevados: Meperidina.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 4. Interferências: Temperatura de incubação: A determinação deve efetuar-se a 37ºC. 2 e 3 minutos (A1. Valores de bilirrubina até 20 mg/dL e hiperlipemia (triglicerides até 1500 mg/dL) não interferem. Anotar a absorbância após 1 minuto e efetuar novas leituras após mais 1.150 a 405nm)U/L. diluir a amostra com solução salina 0. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear entre 10 e 1038 (0. pH 6. A2 e A3 respectivamente). Para valores acima de 1038 U/L. 13. morfina. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). CÁLCULOS Para linearidade: ΔA / min x 7537 a 37oC Amilase Urinária/Hora Amilase (U/l) x volume urinário (ml) Amilase urinária (U/h) = 1000 x tempo de coleta (h) Relação Amilase/Creatinina Amilase (U/l) x 100 Relação Amilase/Creatinina (U/g) = Creatinina (mg/dl) Relação depuração da amilase / depuração da creatinina Determinar a atividade da amilase e a concentração da creatinina no soro e em uma amostra de urina e aplicar os resultados na seguinte fórmula: Amilase na urina (U/l) x Creatinina no soro (mg/dl) Relação (%): Amilase no soro (U/l) x Creatinina na urina (mg/dl) Método para cálculo do fator VT = volume total do ensaio VA = volume da amostra 1000 = conversão de U/ml para U/l ε x VA x d d = espessura da solução ε = absortividade milimolar do 2-cloro-4-nitrofenol em 405 nm. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.9% e repetir a dosagem. amostra contaminada. tetraciclina. oxalato. diuréticos. codeína. salicilatos.9) 12.Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.Valores maiores que 3 vezes o limite superior de referência indicam aumento considerável da atividade da amilase sérica. 14 . Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. citrato e EDTA interferem. Incluir o procedimento a ser adotado diante de um resultado crítico.

. Clinical Diagnosis and Management by Laboratory Methods. 34.. Qualitymark ed. Clin Chem 1980. Methods in Clinical Chemistry. Hudson: Lexi-Comp Inc. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Kaufman RA. St. 91. Laboratory Test Handbook. Henry JB. DAVID.Sigler E. Ltda – Revisão Maio/2005. oxalatos e fluoretos. Hunt MR.D. Rauscher. Clin Chem 1981. 525-527. Pesce AJ. Saunders Company. 27: 493-501. E.10. Jacobs DS. 2005. 1987. 1-35. Manual de exames – Laboratório H. Clin Chem. Freeman. Cambridge. Kasten Jr BL. et al... H.. Alfa-Amilase – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 1996. Clin Chem 1992.V. Microanalysis Medical Biochemistry (1982). 1997. Rio de Janeiro.Procedimento Operacional Padrão . Rosenblum JL. Wootton and H. Clin Chem. Pardini – 2002 – 58-59 15 .1:14 (1985) I. Barry PL. Mosby Co. 1996. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. 79-80. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Winn-Deen. 26: 846-853. CNPG3 Technology: Genzyme Manual.. 1996. 14. Philadelphia: W. 817-830. Kaplan LA.(1988)..Bioquímica Falsos Valores baixos: Citratos.S. 31. 38:920.P.. amd Chavez R.B. E.. Louis: The C.. Westgard JO. Tietz NW.

Estável por 8 horas a temperatura ambiente.com.5 mL R3 (Nitrito) BT 10003 – 1 fr. não dá uma reação direta e é preciso adicionar um terceiro reativo para que seja produzida a reação de diazotação com o aparecimento da cor.G. onde é metabolisada pela flora bacteriana residente.biotecnicaltda. Esta Bilirrubina apresenta níveis séricos elevados na presença de obstrução das vias biliares. Esta eliminação se dá de maneira praticamente completa. Proteger da luz. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . a coloração aparece após o contato do soro e o reativo. pois uma elevação acentuada da Bilirrubina Indireta. antes da próxima mamada. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação hepática. Reagente 2– Bilirrubina Total: Ácido sulfanílico 40 mmol/L.3214.M.com. separação e distribuição do material 5.Procedimento Operacional Padrão . Vila Verônica . ácido clorídrico 60 mmol/L. muito polar. Dimetilsulfóxido 10 mmol/L Reagente 3 – Nitrito: Nitrito de sódio 33 mmol/L. Conservar protegido da luz. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro. Amostras Soro: obtido da maneira usual. A Bilirrubina livre. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. .Brasil.50 mL R2 (Bilirrubina Total) + 1 fr. quando a bilirrubina reage sob determinadas condições com o ácido sulfanílico diazotado.50 mL R1 (Bilirrubina Direta )+ 1 fr. O monitoramento da Bilirrubina do neonato. Bilirrubina Direta. Nesta fase a bilirrubina é insolúvel em água e é conhecida como Bilirrubina Não Conjugada ou Bilirrubina Indireta.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. 12 horas entre 2-8 ºC ou 24 horas congelado. . 4. a bilirrubina se liga ao ácido glicurônico para formar a Bilirrubina Conjugada. reage em meio aquoso com o reativo de diazotação. superando a barreira hemato-encefálica podendo causar danos cerebrais irreversíveis. 2. COMPONENTES DO KIT BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL – DMSO Registro M. A Bilirrubina Conjugada ou Bilirrubina Direta é excretada pelas vias biliares até o intestino. biliar e nas doenças hemolíticas.Varginha . 04 horas. ácido clorídrico 180 mmol/L. pelo menos. veiculada pela albumina.: 80027310029 Códigos: BT 10003 – 1 fr. transformando-se assim em Bilirrubina Direta ou Bilirrubina Conjugada. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A bilirrubina é formada principalmente pela degradação da molécula heme e é transportada até o fígado. doenças hemolíticas e na insuficiência hepática. No caso de recém-nascidos. -250 mL R1 (Bilirrubina Direta )+ 1 fr. por este motivo se chama Bilirrubina Indireta. -250 mL R2 (Bilirrubina Total) + 1 fr.azida sódica 16 mmol/L.Bioquímica BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL Método Colorimétrico Malloy-Evelyn – DMSO 1. conhecidos como estercobilinogenio. No fígado. A Bilirrubina conjugada. em particular do prematuro é de suma importância.4646 Site: www. 3. -25 mL R3 (Nitrito) BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. de coloração vermelha.S. pouco polar. A Bilirrubina Total é a soma das duas bilirrubinas (Direta + Indireta). que quantifica colorimetricamente a formação de azobilirrubina. . Reagente pronto para uso. 16 . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. PRINCÍPIO DO MÉTODO Quase todas as técnicas de quantificação da Bilirrubina se baseiam na reação de Malloy-Evelyn.br Reagente 1 – Bilirrubina Direta: Ácido sulfanílico 35 mmol/L. à um grupo de produtos complexo. mediante a atuação da enzima uridil difosfato glucoroniltransferase. .

Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.(530 . lavar abundantemente com água corrente. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. contém soro. O reagente. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. lavar o local com água corrente. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.Bioquímica Conservar entre 2 – 8 º C 6. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. 8. Seguir com rigor a metodologia proposta. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 550 nm. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. com água destilada ou deionizada. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. plasma ou urina.Procedimento Operacional Padrão . evitando assim a deterioração das enzimas. sendo o último. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.570) com cubeta. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. NÃO CONGELAR. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. eventualmente infectado. Procedimento automatizado Indicar nome. 9. Manter ao abrigo da luz. 17 . Em caso de contato com os olhos ou pele. Pipetas automáticas e ponteiras Banho Maria. Em caso de vazamento acidental. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Cronômetro. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 7. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. O enxágüe deve ser exaustivo. uma vez usado. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. código). para a obtenção de resultados exatos. Centrífuga. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.

Cuidados especiais Conservar a amostra e o reativo protegidos da luz.092 ABT = 0.0 mL 50 μL Total -1.Bioquímica Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. CÁLCULOS CÁLCULOS Cálculos: Bilirrubina Total = AT – ABT x Concentração da Padrão AP – ABP Bilirrubina Direta = AD – ABD x Concentração da Padrão AP – ABP Onde: AT = Absorbância amostra Bilirrubina Total ABT = Absorbância branco da amostra de Bilirrubina Total AD = Absorbância amostra Bilirrubina Direta ABD = Absorbância branco da amostra de Bilirrubina Direta AP = Absorbância do Padrão ABD = Absorbância do Branco de Padrão Com fator: Bilirrubina Total (mg/dL) = AT – ABT x 25. 11.Procedimento Operacional Padrão .1 = μmol/L bilirrubina Exemplo: AT = 0. porém isto não interfere no resultado final. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Estável por 48 horas. os valores de fator se modificam para: BD = 36.013 Bilirrubina Direta = (mg/dL) = 0. Nota: 1) Agitar bem e deixar reagir durante 5 minutos a temperatura ambiente.013 x 15 = 0. Total R-3 .2 = 1000 μL R–3 = 30 μL Amostra = 20 μL Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Isso evitará contaminação cruzada.040 AT .ABD = 0. Ler as absorbâncias. Para pediatria pode-se variar os volumes proporcionalmente: R – 1 / R . com volume de amostra reduzido para 20 μL. quando mantido em frasco fechado a 2-8°C e realizadas calibrações diárias. 10.0 mL 30 μL 50 μL Branco Direta 1.052 AD = 0.8. Pipetar em tubos de ensaio: (Nota 1) Branco Total 1.0 mL 50 μL Direta 1.ABT =0. o que poderia causar resultados errôneos. controle (se utilizado) e reagente.052 x 25 = 1.0 mL 30 μL 50 μL R-1 – Bil Direta R-2 – Bil.19 mg/dL Bilirrubina Total = (mg/dL) = 0. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.020 AB. Procedimento manual 1. Os reativos de trabalho desenvolvem uma coloração alaranjada.Nitrito Amostra/Padrão 2.5 e BT = 60.033 ABD =0.0 UNIDADES SI: mg/dL bilirrubina x 17. 18 .30 mg/dL Para amostras pediátricas.0 Bilirrubina Direta (mg/dL) = AD – ABD x 15. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Modo mono-reativo: Preparar alíquotas na proporção de 30 partes de Reativo 1 (Bilirrubina Direta) ou Reativo 2 (Bilirrubina Total) + 1 parte de Reativo 3 (Nitrito).

Pardini – 2002 – 62 19 . 161 (1966). hemólise ou turbidez dos soros liofilizados.0 Termo 2. Bilirrubina Direta e Total – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.. Qualitymark ed.0 12. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 13. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 69. J. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 231 (1970).5 6.1 = μmol/L bilirrubina Valores de referência Bilirrubina Total: até 1.0 12. 27: 493-501 Sims FH. Chim.0 10. Walters MI.0 15. Muller P. Manual de exames – Laboratório H. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Chem.Procedimento Operacional Padrão . Ltda – Revisão Maio/2005. Microchem 15. Malloy.2 mg/dL (20. 90 (1916). Rio de Janeiro. KA. H. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL bilirrubina x 17. and Evelyn. Horn C. 13. Falsos Valores baixos: Soros fortemente hemolisados podem fornecer valores falsamente diminuídos 14. 77. 481 (1937). Westgard JO.8 μmol/L). CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: até 15 mg/dL = 256 μmol/L Para valores superiores diluir a amostra 1:2 com solução salina e repetir a determinação multiplicando o resultado por 2. Biochem. Gerarde RW.5 μmol/L) Bilirrubina Direta: até 0. Clin Chem 1981. Am J Clin Path 1958. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 119.T. 28: 412. Matimek. Bilirrubina Total (Recém-nascidos) – mg/dL Idade Cordão < 24 horas < 48 horas 3 a 5 dias 7 dias Pré-maturo 2. 1997. Barry PL. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.. Acta.Bioquímica 12.9 8.0 10.0 Esses valores são unicamente orientativos. Hunt MR.0 15. Interferências A leitura da amostra de branco evita a interferência da lipemia.Biol.4 mg/dL (6.. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Hijmans Van der Bergh AA. RG Clin.

hipoparatireoidismo).: 80027310052 20 . desidratação.10 mol/L) Não utilizar soro proveniente de pacientes em Terapia com EDTA – hiperparatireoidismo. insuficiência renal. Amostras Podem ser utilizados soro. PRINCÍPIO DO MÉTODO A pH levemente ácido o cálcio forma com o arsenazo (III) um complexo azul. COMPONENTES DO KIT CÁLCIO ASX (ARSENAZO III) Códigos: BT 12002 – 2 fr. Padrão – 2. A determinação na urina requer uma dieta prévia de pelo menos 3 dias livres de cálcio (eliminar leite e derivados). deficiência da vitamina D. Cálcio Iônico: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. liberando-o para os ossos em caso de déficit desse íon.S. hipomagnesemia. acromegalia. Hipocalciúria pode ser secundária à hipocalcemia. 2. A intensidade de cor é proporcional a quantidade de cálcio presente na amostra. A dosagem do cálcio iônico independe da albumina. separação e distribuição do material 5. 3. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. síndrome de imobilidade. INDICAÇÃO MÉDICA Para determinação dos níveis de Cálcio sérico. sarcoidose. corticoterapia. insuficiência renal. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. diminuições de albumina e em situações que cursam com fósforo elevado (insuficiência renal. cuja intensidade é medida a 650 nm. hipertireoidismo.0 mL cada + 1 fr. A amostra deve ser obtida por via venosa. para evitar que alterações no nível de albumina – ao redor do torniquete forme um gradiente de concentração de cálcio. Sua determinação é preferida na urina de 24 h. alcalose. Neste caso. pancreatite. separar 5. Esta é a amostra teste. Também utilizado na avaliação de nefrolitíase. Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã. hipervitaminose D.O soro deve ser separado do coágulo o mais rápido possível.Bioquímica CÁLCIO ASX Método ARSENAZO III 1. Hipercalcemia é encontrada no hiperparatireoidismo.Procedimento Operacional Padrão . pelo menos. Níveis baixos de cálcio total são encontrados na osteomalácia. homogeneizar bem todo o volume de 24 horas. Armazenamento e estabilidade das amostras: Cálcio na amostra de soro ou plasma é estável 7 dias entre 2-8oC ou 6 meses à –20 ºC. é recomendável o uso da técnica espectrofotométrica de Absorção Atômica.0 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. representando 43% desse. porém sem deixar o torniquete por muito tempo. Não é observada nenhuma interferência do magnésio no pH mencionado. hepatopatias. Cushing. Na interpretação dos valores normais deve-se levar em conta níveis de albumina. transmissão nervosa e mediação da coagulação sanguínea. má absorção. hipervolemia. feocromocitoma. mieloma. Evitar amostra de plasma contendo EDTA. osteomálacia. 4. Hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias. distúrbios da reabsorção tubular de cálcio. Urina: Coletar todo volume da micção de 24 horas.5 mg/dL (0. hipertireoidismo. Critérios para a rejeição de amostras Não deve ser utilizado soro hemolisado. Níveis críticos de cálcio total são aqueles inferiores a 6 mg/dL e superiores a 14 mg/dL. Exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. 08 horas. plasma (heparina). plasma ou urina Soro não hemolisado. com 50. O hormônio paratireoideano e a Vitamina D aumentam a absorção do cálcio do trato gastrointestinal. Este íon atua como mediador na contração muscular. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o cálcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). uso de diuréticos e estrógenos.0 mL Registro M. diminui na alcalose). raquitismo. Urina: até 02 semanas em HCl 50% à temperatura ambiente. Urina: é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea. osteoporose. hiperabsorção intestinal de cálcio. entretanto varia com o pH (aumenta na acidose. A hemólise pode elevar os resultados. linfoma. uso de diuréticos e estrógenos. algumas neoplasias com ou sem metástases ósseas. urina recente pode ser utilizada realizando a razão cálcio: creatinina. citrato ou oxalato. O uso do torniquete pode aumentar o nível de cálcio em 0. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.

Tampão MÊS 1.18 mmol/L. Seguir com rigor a metodologia proposta.6 mmol/L. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. 21 . plasma ou urina. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.4646 Site: www. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. 8.G. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 . O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações.Varginha . Conservar entre 15 . Procedimento automatizado Indicar nome. .30 ºC. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.br Reagente: Arsenazo III 0.com. Em caso de contato com os olhos ou pele. Banho de água a 37 ºC. uma vez usado. 6. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. para a obtenção de resultados exatos. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.com. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. pH 6. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. contém soro.3214. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.M.30º C Manter ao abrigo da luz. Vila Verônica . fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Cronômetro Tubos de ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Em caso de vazamento acidental. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.Procedimento Operacional Padrão . conservantes Padrão: Solução de Cálcio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.Brasil. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. 9. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 650 nm (600-660) com cubetas. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. eventualmente infectado. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. lavar abundantemente com água corrente. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . lavar o local com água corrente.8.biotecnicaltda.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. O reagente. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. 7. código). Pipetas automáticas e ponteiras. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.

Sugerimos a lavagem com ácido nítrico 6N ou com detergente não iônico. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reagente 2. = cálcio ionizável Ca = Cálcio sérico em mg/dL P = Proteína Total (g/dL) A = Albumina (g/dL) (0. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.= 6 x Ca – (0.0 mL Amostra 10 μL 1. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. sendo o último. Depois lavar várias vezes com água deionizada. Isso evitará contaminação cruzada.0 mL Agitar bem e deixar os tubos durante 2 minutos à temperatura ambiente.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. O material utilizado na preparação do reativo deverá estar completamente isento de íons cálcio. Teste x FC Dosagem de Cálcio na urina de 24 horas: mg/24 = cálcio urina (mg/dL) x vol urinário 24 h (mL) 100 Cálculo do Cálcio Ionizável: Cal ioniz. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.19 x P) + A + 6 12. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 10. o que poderia causar resultados errôneos. 3. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. com água destilada ou deionizada. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com cálcio. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL cálcio x 0.Procedimento Operacional Padrão . Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA)da Amostra frente ao Branco á 650 nm (600 – 660 nm). A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.. CÁLCULOS Determinar a absorbância do padrão Ap e Calcular o Fator de calibração: FC = concentração do padrão Absorbância padrão FC = Fator de Calibração Cálcio Sérico: Cálculo da concentração de Cálcio: (Multiplicar a absorbância pelo fator de calibração) Concentração Cálcio (mg/dL) = Abs. Para análise bicromática utilizar filtro de referência: 700 nm. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.19 x P) + A 3 Cal ioniz. O enxágüe deve ser exaustivo. A cor é estável durante 20 minutos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.25 = mmol/L cálcio 22 . 11. Branco 1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1...Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico.0 mL Padrão 10 μL 1. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Teste x FC Cálcio Urinário Ca Urina (mg/dL) = Abs. controle (se utilizado) e reagente.

Groth T.0 –11. Epstein E. Hudson: Lexi-Comp Inc.S. Qualitymark ed. Interferências A hemoglobina (1. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. sais de cálcio. Hunt MR. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Review of Calcium Methodologies . Manual de exames – Laboratório H. Babinski E. Kasten Jr BL. Cálcio – Arsenazo III – Bula do Kit – Biotecnica Ind e Com. vitamina D. Barry PL.Bioquímica Valores de referência Soro e plasma: Crianças: 10. antiácidos.. Falsos Valores elevados: estrógenos. meticilina.2 – 2.. Pardini – 2002 – 58-59 23 .2. Jacobs DS. Rio de Janeiro. a bilirrubina (20 mg/dL).. 27: 493-501. Clin Chem 1981.. Ltda – Revisão Maio/2005. 5 ª edição Westgard JO. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Zak B. 195 – 212 (1975). Falsos Valores baixos: cortisona.7 mmol/L Urina: 100-300 mg/24 horas = 25 – 87.9 mmol/L Adultos: 8. Guyton. Laboratory Test Handbook.5 g/L). Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 1997. cloreto de s´dio intravenoso. gentamicina.5 . 13. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. heparina.8 – 10. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.Procedimento Operacional Padrão . 1996..8 mg/dL = 2. dieta pobre em cálcio.Annals of Clinical and laboratory Science 5. uso excessivo de laxante. o magnésio (10 mg/dL) e os fosfatos (20 mg/dL) não interferem. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20mg/dL = 5 mmol/L. 14.6 mg/dL = 2. dieta rica em cálcio. 96-98. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993.5 mmol/24 horas Esses valores são unicamente orientativos. Triglicérides acima de 900 mg/dL produzem resultados falsamente diminuídos. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.

entretanto varia com o pH (aumenta na acidose. hepatopatias. Esta é a amostra teste.0 mL 24 . sarcoidose. porém sem deixar o torniquete por muito tempo. mieloma. plasma (heparina). Níveis baixos de cálcio total são encontrados na osteomalácia. alcalose. com 50. Amostras Podem ser utilizados soro. diminuições da albumina.: 80027310027 Códigos: BT 12001 – 1 fr. representando 43% desse. Cushing. distúrbios da reabsorção tubular de cálcio. corticoterapia. é recomendável o uso da técnica espectrofotométrica de Absorção Atômica. 2. Urina: é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea.Bioquímica CÁLCIO Método Colorimétrico (o-CRESOLFTALEÍNA) 1. hipertireoidismo. Na interpretação dos valores normais deve-se levar em conta níveis de albumina. COMPONENTES DO KIT CÁLCIO o-CRESOLFTALEÍNA-Complexona (CFC) Registro M.S. PRINCÍPIO DO MÉTODO O composto o-cresolftaleína (CFC) reage com Cálcio presente na amostra em meio alcalino originando um complexo colorido que se pode quantificar espectrofotometricamente. Cálcio iônico: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. osteoporose. linfoma. Neste caso. síndrome de imobilidade. A dosagem do cálcio iônico independe da albumina. Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã. Hipocalciúria pode ser secundária à hipocalcemia. Urina: até 02 semanas em HCl 50% à temperatura ambiente. Hemólise pode elevar seus resultados. Urina recente pode ser utilizada realizando a razão cálcio / creatinina. Armazenamento e estabilidade das amostras: Cálcio na amostra de soro ou plasma é estável 7 dias entre 2-8oC ou 6 meses à –20 ºC. separar 5. hipervitaminose D. pancreatite. transmissão nervosa e mediação da coagulação sanguínea. pelo menos. Sua determinação é preferida na urina de 24 h. hipertireoidismo. hipoparatireoidismo). Critérios para a rejeição de amostras Não deve ser utilizado soro hemolisado. Urina: Coletar todo volume da micção de 24 horas.Procedimento Operacional Padrão . Evitar amostra de plasma contendo EDTA. liberando-o para os ossos em caso de déficit desse íon. para evitar que alterações no nível de albumina – ao redor do torniquete forme um gradiente de concentração de cálcio. INDICAÇÃO MÉDICA Para determinação dos níveis de Cálcio sérico. citrato ou oxalato.10 mol/L) Não utilizar soro proveniente de pacientes em Terapia com EDTA – hiperparatireoidismo. osteomalácia. feocromocitoma.O soro deve ser separado do coágulo o mais rápido possível. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o cálcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). algumas neoplasias com ou sem metástases ósseas.0 mL RB + 1 fr. Este íon atua como mediador na contração muscular. Hipercalcemia é encontrada no hiperparatireoidismo. plasma ou urina Soro não hemolisado. O hormônio paratireoideano e a Vitamina D aumentam a absorção do cálcio do trato gastrointestinal. e em situações que cursam com fósforo elevado (insuficiência renal.0 mL RA + 1 fr.5 mg/dL (0. 08 horas. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Também utilizado na avaliação de nefrolitíase. 4. O uso do torniquete pode aumentar o nível de cálcio em 0. A determinação na urina requer uma dieta prévia de pelo menos 3 dias livres de cálcio (eliminar leite e derivados). homogeneizar bem todo o volume de 24 horas. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. hiperabsorção intestinal de cálcio. desidratação. insuficiência renal. Padrão – 2. 3. Níveis críticos de cálcio total são aqueles inferiores a 6 mg/dL e superiores a 14 mg/dL. acromegalia. com 50. diminui na alcalose). hipervolemia. deficiência vitamina D. uso de diuréticos e estrógenos. separação e distribuição do material 5. uso de diuréticos e estrógenos. hipomagnesemia. Hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias. insuficiência renal. má absorção. A amostra deve ser obtida por via venosa.0 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. raquitismo. O exame deve ser realizado após 4 dias de dieta.

62 mmol/L. Padrão de Cálcio: Solução estabilizada de Cálcio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Vila Verônica .biotecnicaltda.30º C Manter ao abrigo da luz. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. eventualmente infectado. Conservar entre 15 e 30º C 6. Cronômetro Tubos de ensaio. 9. Pipetas automáticas e ponteiras. O reativo é estável até a data de validade do Kit. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 . e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. código). CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.4646 Site: www. para a obtenção de resultados exatos. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.com. Seguir com rigor a metodologia proposta. 8.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Reativo B: orto-cresolftaleína complexona 0.br Reativo A: Tampão Etanolamina 500 mmol/L. plasma ou urina. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.com.Brasil. contém soro. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reagente. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. 8-hidroxiquinoleína 69 mmol/L. 25 . Em caso de vazamento acidental.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. .Procedimento Operacional Padrão .3214. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. lavar o local com água corrente. uma vez usado. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.G. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 570 nm (550-590) com cubetas.M. Procedimento automatizado Indicar nome.Varginha . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Banho de água a 37 ºC. 7. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.

lavar abundantemente com água corrente. Branco 1. Procedimento manual 1.Bioquímica Em caso de contato com os olhos ou pele.200 de Absorbância indicam contaminação grosseira por cálcio e os reativos devem ser desprezados.0 mL Agitar bem e deixar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. Um novo reativo de trabalho deve ser preparado. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.Procedimento Operacional Padrão . Teste x FC Dosagem de Cálcio na urina de 24 horas: mg/24 = cálcio urina (mg/dL) x vol urinário 24 h (mL) 100 FC = Fator de Calibração Cálculo do Cálcio Ionizável: Cal ioniz. A técnica se caracteriza por Absorbâncias dos brancos muito baixas. Sugerimos a lavagem com ácido nítrico 6N ou com detergente não iônico. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Estável por 24 horas a temperatura ambiente. O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com cálcio. 10. CÁLCULOS Determinar a absorbância do padrão Ap e Calcular o Fator de calibração: FC = concentração do padrão Absorbância padrão Cálcio Sérico: Cálculo da concentração de Cálcio: (Multiplicar a absorbância pelo fator de calibração) Concentração Cálcio (mg/dL) = Abs. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.. Decorridos os 10 minutos. Cuidados especiais O material utilizado na preparação do reativo de trabalho deverá estar completamente isento de íons cálcio. = cálcio ionizável Ca = Cálcio26 sérico em mg/dL P = Proteína Total (g/dL) A = Albumina (g/dL) .0 mL Padrão 10 μL 1.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 2. Trab. 3.0 mL Amostra 10 μL 1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. O enxágüe deve ser exaustivo. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos Reativos: Reativo de Trabalho: Mistura na proporção de 1 mL de Reativo A + 1 mL de Reativo B. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reat. o que poderia causar resultados errôneos.. sendo o último. Isso evitará contaminação cruzada. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. com água destilada ou deionizada. Depois lavar várias vezes com água deonizada. leituras acima de 0. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. ler a absorbância do Padrão e da Amostra frente ao Branco do reativo à 570 nm. 11. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Teste x FC Cálcio Urinário Ca Urina (mg/dL) = Abs. controle (se utilizado) e reagente.

27: 493-501. sais de cálcio. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL cálcio x 0.0 – 1.Bioquímica 6 x Ca – (0. Ltda – Revisão Maio/2005. R.19 x P) + A + 6 12. gentamicina. Kasten Jr BL.. – Clinical Chemistry.G.2. 14.Procedimento Operacional Padrão .5. R.35 mmol/L Urina: 60 . Falsos Valores elevados: estrógenos.5 .0 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Med. o magnésio (10 mg/dL) e os fosfatos (20 mg/dL) não interferem. Pardini – 2002 – 58-59 27 . Hudson: Lexi-Comp Inc. Interferências A hemoglobina (1. cloreto de s´dio intravenoso.200 mg/24 horas = 1. 1997. Laboratory Test Handbook. heparina.J.03 mmol/24 horas 13.19 x P) + A 3 (0. Falsos Valores baixos: cortisona. Hunt MR.5 g/L). Triglicérides acima de 900 mg/dL produzem resultados falsamente elevados por interferência fotométrica.0 . Rio de Janeiro. dieta pobre em cálcio. Manual de exames – Laboratório H.10. Westgard JO. Qualitymark ed..5 .5.= Valores de referência Cálcio no Soro: 8. 96-98.12 . antiácidos.63 mmol/L Cálcio iônico: 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Martineck. – J. Clin Chem 1981.25 = mmol/L cálcio Cal ioniz. vitamina D. 33:416 (1971).Am. Harper & Row Publishers (1964). Principles and Techniques. a bilirrubina (20 mg/dL).5 mg/dL = 2. Tech. dieta rica em cálcio. Cálcio – o-Cresolftaleína – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20 mg/dL (5. uso excessivo de laxante.4 mg/dL = 1. Jacobs DS. Groth T. Henry. meticilina. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Barry PL. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 1996.

Líquor Acompanha as alterações (diminuição ou elevação) dos níveis séricos. A dosagem do cloreto no suor é útil no diagnóstico da fibrose cística. A intensidade da coloração do complexo é proporcional a concentração do íon cloreto presente na amostra. São observados níveis fisiologicamente aumentados na diurese pós-menstrual e diminuídos na retenção hídrica pré-menstrual. Níveis Aumentados Aumento da ingestão Uso de diurético Depleção de potássio Doença de Addison Necrose tubular aguda Pielonefrites Rim policístico Síndrome de Bartter Uso de teofilina Níveis Diminuídos Diminuição da ingestão de sal Vômito Diarréia Aspiração gástrica Diabetes insipidus Fístulas gastrointestinais Síndrome de Cushing Cloro. está envolvido na manutenção da pressão osmótica e balanço hidroeletrolítico. 28 . 3. Desta forma. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Cloro Sérico É o principal ânion extracelular. representa a maioria dos constituintes osmoticamente ativos do plasma. 2. PRINCÍPIO DO MÉTODO O íon cloreto reage com o íon mercúrico liberando uma quantidade equivalente de íon tiocianato que em presença de ferro trivalente forma um complexo colorido violeta. Diminuindo na meningite tuberculosa e outras meningites bacterianas.Bioquímica CLORO Método Colorimétrico (Mercúrio – Tiocianato) 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na dosagem de íons cloretos no sangue. A maior parte do cloro ingerido é absorvida e o excesso excretado na urina.Procedimento Operacional Padrão . Níveis Aumentados Insuficiência renal aguda Níveis Diminuídos Acidose metabólica associada a elevação de ânions orgânicos(cetoacidose diabética e insuficiência renal) Acidose respiratória Acidose metabólica associada à diarréia prolongada com perda de bicarbonato Acidose tubular renal Alcalose respiratória Alguns casos e hiperparatireoidismo primário Desidratação Diabetes insipidus Hiperfunção adrenocortical Intoxicação por salicilato Alcalose metabólica Aldosteronismo Doença de Addison Hipersudorese Nefrite perdedora de sal Secreção gástrica persistente Vômito prolongado Cloro Urinário Normalmente a excreção urinária de cloro se aproxima da ingestão. A determinação dos cloretos em amostras de sangue e urina faz parte da avaliação dos distúrbios hidro-eletrolíticos e ácido-básicos. Juntamente com o sódio.

br / e-mail: sac@biotecnicaltda. suor e líquor. ácido nítrico 50 mM. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Conservar entre 15 – 30ºC. Multiplicar o resultado obtido por 2. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Armazenamento e estabilidade das amostras: O íon cloreto é estável na amostra até 04 dias se armazenado entre 2-8oC. heparina).Varginha . MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 460 . .Procedimento Operacional Padrão . Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Urina de 24 horas. O analito é estável por 7 (sete) dias entre 15 – 30oC e vários meses a 10oC negativos. Amostras Usar soro ou plasma (EDTA.M.Bioquímica 4. Reagente pronto para uso. citrato.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. separação e distribuição do material 5.9 mM.br Reagente: Tiocianato de mercúrio 12. COMPONENTES DO KIT CLORETO Códigos: Registro M. utilizar amostras centrifugadas. 6. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Vila Verônica . modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. 7. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. o plasma ou soro. O reativo é estável até a data de validade do Kit. devem ser separados até 1 hora após a coleta. Banho de água a 37 ºC. Para evitar a passagem do cloreto para as hemácias. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.Brasil. Diluir a urina 1:2.: 80027310028 BT 12003 – 1 fr com 50mL.com.S. 08 horas. urina (colhida com intervalo de 24 horas). Tel/Fax: 0 (XX) 35 . código). + 1 fr Padrão – 2.G. Soro ou plasma: obtido da maneira usual.500 nm com cubetas.com. nitrato de ferro (III) 170 mM. oxalato. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. pelo menos. Cronômetro.4646 Site: www.biotecnicaltda. Urina ou líquor: Para dosagem no líquor ou na urina. 8. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 a 30º C. Manter protegido da luz. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Pipetas automáticas e ponteiras.3214. 29 . Padrão: Solução de íons Cloreto (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). A data de validade aparece no rótulo da embalagem.

Procedimento Operacional Padrão . Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. o que poderia causar resultados errôneos. com água destilada ou deionizada. 9. plasma ou urina. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. CÁLCULOS Abs. Homogeneizar bem e incubar os tubos durante 5 minutos à temperatura ambiente.Bioquímica Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. eventualmente infectado. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. O enxágüe deve ser exaustivo. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. lavar abundantemente com água corrente. 11. Padrão 30 . contém soro. sendo o último. Em caso de contato com os olhos ou pele. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. lavar o local com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.0 mL 2.0 mL Padrão 5 μL 2. para a obtenção de resultados exatos. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 3. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reagente Branco 2. Isso evitará contaminação cruzada. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).0 mL Amostra 5 μL 2. Cuidados especiais Cuidados especiais com a água utilizada! Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. A cor é estável durante 30 minutos. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reagente. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. uma vez usado. Amostra X Concentração do padrão = mEq/L cloreto Abs. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco á 460-500 nm. Seguir com rigor a metodologia proposta. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Em caso de vazamento acidental. 10. controle (se utilizado) e reagente.

Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. fazer o branco da amostra com água destilada. Metodologia Technicon. Cloro – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Líquor: 118 a 132 mEq/L Esses valores são unicamente orientativos. Cloreto (mEq/L) = Absorbância do Teste x Fator 12. 14. Barry PL. Westgard JO. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência 13. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 200 mEq/L (100 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. Chem. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco.. Pardini – 2002 – 58-59 31 . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mEq/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L = mEq/L x 0. Hunt MR. Garner D.. do Padrão .. que pode ser obtida com a metodologia. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. ictéricas e hemolizadas. 1997. Ltda – Revisão Maio/2005. Rio de Janeiro.M. 27: 493-501. Clin Chem 1981..5 Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: 98 – 110 mEq/L = 49 – 55 mmol/L Para amostras de Urina: 170 – 250 mEq/24h = 85 – 125 mmol/L Suor até 40 mEq/L. Amostra Abs. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Interferências Para amostras Lipêmica.O. Padrão Absorbância da Amostra Absorbância do Padrão Devido à ótima reprodutibilidade. Manual de exames – Laboratório H.Procedimento Operacional Padrão .28. Qualitymark ed.Bioquímica Onde: Abs.1665 (1956) Skeggs L.Anal.Fisher D.. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Zall D.

Soro ou plasma heparinizado. DIMINUIÇÃO: hepatopatias graves. oxidase col. AUMENTO: icterícia obstrutiva. anorexia nervosa. Não usar amostras visivelmente hemolisadas. em presença de 4-aminoantipirina. após pancreatectomia.de Gaucher. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise intensa. hipercolesterolemia familiar(deficiência de receptores LDL). que apresenta máximo de absorção em 500 nm. Líquido ascítico ou líquido pleural: O material não é colhido no laboratório. de má absorção. diabetes mellitus. hepatite por vírus. Drogas: corticosteróides. Amostras: Soro ou plasma. A enzima colesterol oxidase. D. nefrótica. cérebro e rins. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente: O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. líquido ascítico ou líquido pleural. S. peroxidase col. acantocitose. má nutrição. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do reagente fenólico (fenol) pelo peróxido de hidrogênio formado. hemofilia. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). linfangiectasia intestinal. Esterase 32 . porfiria intermitente aguda. hepatoma. hipertireoidismo. com conseqüente inflamação e fibrose de suas paredes. graxo Colesterol +1/2 O2 ----------------> Colestenona + H2O2 2 H2O2 + 4-Aminoantipirina + Fenol -------------> Quinonaimina +4H2O 4. Volumes mínimos e ideais A serem definidos pelo próprio laboratório. 3.Procedimento Operacional Padrão . grandes queimados. em presença de oxigênio. de Addison. a qual é uma degeneração de artérias de grande e médio calibre através da deposição de lipoproteínas. 20% a 35% pela HDL-lipoproteina e 5% a 12% pela VLDL-lipoproteina. Separar dentro das próximas 2 horas da coleta. 2. dentre elas o colesterol. catalisa a oxidação do colesterol livre. sendo cerca de 60% a 70% transportados pela LDL. inanição. de Von Gierke. PRINCÍPIO DO MÉTODO Os ésteres de colesterol existentes na amostra são hidrolisados pela enzima colesterol esterase produzindo o colesterol livre. separação e distribuição do material. Uma dosagem de colesterol elevada é uma boa indicação dos riscos de aterosclerose. abetalipoproteinemia. hiperlipidemia familiar combinada. gota. S. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O colesterol é um componente estrutural importante da membrana celular e precursor para biossíntese de ácidos biliares e hormônio esteróides. hipercolesterolemia poligênica. S. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta Armazenamento e estabilidade das amostras: As amostras de soro / plasma podem ser guardadas 2 – 8OC por uma semana ou – 20OC por 2 meses. obesos e com hipotiroidismo. de Cushing. disbetalipoproteinemia familiar. produzindo peróxido de hidrogênio. anemia hipocrômica severa. de Tangier. gravidez. Colesterol esterificado + H2O ------------------>Colesterol + Ac. aterosclerose. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. Soro: obtido da maneira usual. hipotireoidismo. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. O colesterol total compreende todo colesterol encontrado em várias lipoproteínas. O colesterol é o principal lipídio associado à doença vascular aterosclerótica. A aterosclerose desencadeia várias disfunções em vários órgãos principalmente no coração. septicemia. cirrose porta. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos.Bioquímica COLESTEROL Método Enzimático Colorimétrico 1. uso de ACTH e corticóides. D.lipoproteína. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação dos riscos de aterosclerose e monitoramento de pacientes diabéticos. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). D. anemia hemolítica . pancreatite crônica. D. outros anticoagulantes podem interferir no resultado final. anemia perniciosa. uremia terminal.

Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Colesterol oxidase > 200 U/L. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.M.S.004 – 4 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2. 9.br Reagente: Tampão fosfato 182. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Padrão: Solução de Colesterol (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Conservar entre 2 – 8 º C 6. 8. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Cronômetro Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Seguir com rigor a metodologia proposta.3214. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Colato de Sodio 8 mM. Colesterol esterase (CHE) > 750 U/L. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.42 mmol/L– pH 7.: 80027310039 BT 10. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.com. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.6 mmol/L.0 mL. 4-Clorofenol 20 mmol/L. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. evitando assim a deterioração das enzimas.com. .biotecnicaltda.Procedimento Operacional Padrão . CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. código). para a obtenção de resultados exatos. COMPONENTES DO KIT COLESTEROL Códigos: Registro M.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. plasma ou urina.Brasil.4646 Site: www. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. eventualmente infectado. uma vez usado. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. 33 . Vila Verônica . Peroxidase > 2000 KU/L. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510) com cubetas.0 mL BT 10.G.2. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Banho de água a 37 °C. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O reagente. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Pipetas automáticas e ponteiras. 7.004 – 1 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2.Bioquímica 5. 4-Aminoantipirina 0.Varginha . O reativo é estável até a data de validade do Kit. contém soro.

Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Isso evitará contaminação cruzada.Bioquímica O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O enxágüe deve ser exaustivo. Amostra X Concentração do Padrão Abs. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente ou durante 10 minutos a 37ºC.Procedimento Operacional Padrão . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L = mg/dL x 0. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. o que poderia causar resultados errôneos. Deixar o Reagente durante alguns minutos á temperatura ambiente ou em um banho de água. com água destilada ou deionizada. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Padrão Devido à ótima reprodutibilidade. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 2. Em caso de contato com os olhos ou pele. Colesterol (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12.026 Valores de referência Faixa Etária 2 a 19 anos 20 anos ou acima Valor (mg/dL) Menor que 170 De 170 a 199 Maior que 200 Menor que 200 De 200 a 239 Maior que 240 Interpretação Desejável Limítrofe Aumentado Ótimo Limítrofe Alto 34 . Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.0 mL Padrão Amostra Reagente 3. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. controle (se utilizado) e reagente. CÁLCULOS Colesterol (mg/dL) = Abs. 4. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. 11. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1.0 mL Amostra 10 µL 1. A cor é estável durante 30 minutos. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Ler a absorbância (AP) do Padrão e a (AA) da Amostra frente ao Branco á 500 nm. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. lavar o local com água corrente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. do Padrão . lavar abundantemente com água corrente.0 mL Padrão 10 µL 1. 10. Em caso de vazamento acidental. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. que pode ser obtida com a metodologia. sendo o último.

. 276:24. Bull Org Mond Santé. 148. Manual de exames – Laboratório H. Fredriickson DS. Kendalll. . New Engl J Med 1967. 276. B. Qualitymark ed. aspirina e epinefrina.Ácido Ascórbico: mesmo em baixas concentrações (abaixo de 2 mg/dL) o ácido ascórbico induz a resultados falsamente diminuídos.Bioquímica * Dados das III Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2001. tetraciclina. 215. fenotiazina. Izawa S.5:467. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 800 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Biol. 1970. 14. Singh RMM. heparina. agentes hipoglicemiantes. Winger GD. Pardini – 2002 – 67-68 35 .Hemoglobina e Triglicérides elevados (amostra com turvação evidente): Hemoglobina acima de 150mg/dL (hemólise significativa) e hiperlipemia acentuada induzem a resultados falsamente aumentados.43:891.. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. sulfonamidas.E. – Current Prescribing 6177: 39 (1977). Líquido Ascítico ou Líquido Pleural: Inferior ao soro com triglicérides elevados: = quiloso Superior ao soro com triglicérides normal: = quiliforme Esses valores são unicamente orientativos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Trinder P. Colesterol – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 1997. Lee RS. colchicina. Biochemistry 1966. Connoly TN. Abell. Chem. Bilirrubina: Bilirrubina até 15 mg/dL não interfere no resultado do teste.Ann Clin Biochem 6124 (1969). Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 125. Good NE. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. kanamicina.B. Ltda – Revisão Maio/2005. .Procedimento Operacional Padrão .P. bromatos. Falsos valores diminuídos: neomicina. Interferências . 195-357 (1952) Castelli. Levy. Falsos valores elevados: Esteróides.. Rio de Janeiro. 13. Winter W. F.L. Levy RJ. anticoncepcional oral. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. W.:J. L. 94. fenitoína.

Obesidade. Amostras Soro não hemolisado. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. Vila Verônica . Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Bioquímica HDL COLESTEROL DIRETO Método Enzimático Colorimétrico Direto – Sem precipitação 1. anabólicos. em presença de peroxidase.4646 36 .DIRETO Registro M.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. tiazídicos. Bloqueadores beta adrenérgicos. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Isso devese ao fato da HDL-lipoproteína estar envolvida no chamado transporte reverso do colesterol para ser metabolizado no fígado (sítio de maior excreção do colesterol). SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Vários estudos sugerem existir uma forte correlação inversa entre os níveis de C-HDL e o risco de aterosclerose. Valores de HDL – colesterol são aproximadamente 1/5 do colesterol total. medida à 600 nm. Hipertrigliceridemia. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de dislipidemias associadas a patologias coronárias. Fumo. progestágenos.006 – 1 fr R-A com 45 mL. Critérios para a rejeição de amostras Soro hemolisado. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. R-B com 15 mL + 1 fr Calibrador – 1. PRINCÍPIO DO MÉTODO O anticorpo antiβ-lipoproteína humana presente no Reagente A se liga as lipoproteínas (LDL. VLDL e Quilomicrons) deixando a lipoproteína HDL livre.Brasil.G. visto que o hipotireoidismo aumenta e o hipertireoidismo diminui seus níveis. + 1 fr. tendendo a decrescer temporariamente após infarto agudo do miocárdio. Em doenças da tireóide. Fatores que contribuem para o decréscimo do colesterol HDL Fatores genéticos: hipoalfalipoproteinemia. separação e distribuição do material. . 4. 5. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . seus valores não devem ser usados como estimativa de risco de aterosclerose. Valores de C–HDL são dependentes de sexo e idade. Esteróides. Neomicina.Varginha . A concentração do HDL presente na amostra é proporcional a absorbância. plasma (heparina ou EDTA) Armazenamento e estabilidade das amostras: O Colesterol é estável na amostra 7 dias à 2-8 ºC ou 30 dias à –20 ºC.: 80027310035 Códigos: BT 10. O peróxido de hidrogênio produzido pela reação enzimática produz um complexo de cor azul sob condensação oxidativa com F-DAOS e 4-AAP. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). Sedentarismo.androgênios.M.Procedimento Operacional Padrão . somente o Colesterol HDL reage com a cadeia enzimática (CHE-CO).3214. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. Quando é adicionado o Reagente B. 3. COMPONENTES DO KIT COLESTEROL HDL . Anti-hipertensivo. 2.S.

Cronômetro Tubos de ensaio. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Seguir com rigor a metodologia proposta. 37 . POD > 2400 U/L. com cubetas.0 U/L. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. 6.br Reativo A: 4-aminoantipirina 0. Conservar entre 2 e 8º C. Pipetas automáticas e ponteiras. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. O reagente. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. contém soro. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.0. Calibrador: Soro liofilizado (Valor da concentração vide etiqueta do frasco).br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. 7. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. evitando assim a deterioração das enzimas. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. lavar o local com água corrente. Colesterol oxidase > 2000 U/L. Em caso de contato com os olhos ou pele. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Tampão MES 30 mM. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. uma vez usado. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Em caso de vazamento acidental. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.Bioquímica Site: www. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. 8. para a obtenção de resultados exatos. pH 7. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Reagente pronto para uso. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. F-DAOS 0. Banho de água a 37 °C.9 mM. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. eventualmente infectado.com. Reativo B: Colesterol esterase > 4000 U/L. NÃO CONGELAR.biotecnicaltda. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 600 nm.8 mM.Procedimento Operacional Padrão . plasma ou urina. Ascorbato oxidase > 2700 U/L. Procedimento automatizado Indicar nome. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. lavar abundantemente com água corrente. 9. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.com. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. código). Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Anticorpos antiβ-lipoproteína humana 2.

5. Deixar em repouso por 30 minutos antes do uso. Adicionar: 3. sendo o último. 6. Homogeneizar e incubar 5 minutos a 37 º C. Evitar a formação de espuma. 5. Técnica Macro: 1.Bioquímica Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. A estabilidade dos reativos é de pelo menos 60 dias. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 4 μL 300 μL Calibrador 4 μL 300 μL Amostra 4 μL 300 μL Água destilada Calibrador Amostra Reativo A 2. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. incubar a 37 ºC por 5 minutos. Adicionar: Reativo B 250 µL 250 µL 250 µL 4.. Homogeneizar. se protegida da luz. Homogeneizar. para dissolver todo o liofilizado. pronto para uso. Adicionar: 100 µL 100 µL 100 µL Reativo B 4. o que poderia causar resultados errôneos. 10. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Calibrador: Reconstituir o calibrador com exatamente 1. Congelar e descongelar somente uma vez. se protegida da luz. 38 . 3. Ler a absorbância (A2p) do Padrão e (A2) da amostra frente ao Branco a 600 nm. depois de reconstituído. se conservados de 2-8ºC e tomados os devidos cuidados para evitar contaminação.0 mL de água destilada ou deionizada. Homegeneizar e incubar 5 minutos a 37 ºC. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 10 μL 750 μL Calibrador 10 μL 750 μL Amostra 10 μL 750 μL Água destilada Calibrador Amostra Reativo A 2. com água destilada ou deionizada. Procedimento manual Técnica Micro: 1. após o frasco aberto. Ler a absorbância (A2p) do Padrão e (A2) da Amostra frente ao Branco a 600 nm. Ler a absorbância a 600 nm (A1) da amostra e (A1p) do padrão. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Fechar o frasco e homogeneizar cuidadosamente. Reagentes: Os reagentes são fornecidos na forma líquida. incubar a 37 ºC por 5 minutos. O enxágüe deve ser exaustivo. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. 6.Procedimento Operacional Padrão . A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Homogeneizar cuidadosamente depois de descongelado. O calibrador é estável 03 dias se conservado entre 2-8ºC ou 30 dias a –20ºC. Isso evitará contaminação cruzada. A reação é estável por 30 min. A reação é estável por 30 min. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. controle (se utilizado) e reagente. Ler a absorbância a 600 nm (A1) da amostra e (A1p) do padrão.

Interferências Ácido Ascórbico (até 50 mg/dL).280-0.138 ΔA padrão= 0. Bilirrubina (até 40 mg/dL) e lipídios (até 5 g/dL) não interferem.142 A2p= 0.5 mg/dL.Mulheres < 130 < 200 > 55 > 65 Risco moderado 130 – 159 200 – 239 35 – 55 45 – 65 Alto risco ≥160 ≥ 240 < 35 < 45 Estes valores são unicamente orientativos.138 x 315. CÁLCULOS A1p = ΔA padrão A2-A1 = ΔA amostra [P]= Concentração do Padrão ΔA padrão x valor da concentração do padrão = mg/dL de HDL-c ΔA amostra Com Fator: Fator de calibração = [P] ΔA padrão Concentração de HDL em mg/dL = ΔA amostra x Fator Calibração Exemplo: A2 = 0. Valor (mg/dL) Maior que 40 Maior que 35 Menor que 40 Maior que 60 Maior que 45 Interpretação Desejável Desejável Baixo Alto Desejável 39 .142=0. Hemoglobina (até 500 mg/dL). 12.167 A1p= 0. HDL .056 [P] = 35 mg/dL ΔA amostra= 0. sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. HDL – Homens Col. 11. os valores de referência para HDL Colesterol podem ser consultados por faixa etária.111 Fator = 35 = 315.Procedimento Operacional Padrão . Pelas últimas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose.111 Colesterol HDL (mg/dL) = 0.3 = 43.056=0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L Colesterol = mg/dL colesterol x 0. como mostrado na tabela abaixo: Faixa Etária Até 10 anos De 10 a 19 anos 20 anos ou acima Diabéticos 13.3 0.280 A1= 0. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).167-0.Bioquímica Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.026 Valores de referência Desejável Colesterol LDL Colesterol Total Col. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 180 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.

707 (1977). And Pharm. Am J.. Med.Bioquímica 14.Procedimento Operacional Padrão . Qualitymark ed..: High density lipoprotein as a protective factor against coronary heart disease. 1385-1388.Med. 62. Rio de Janeiro. Sachiko Izawa et al. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Manual de exames – Laboratório H.: A new direct method for measuring HDL – Cholesterol which does not produce any biased values. J. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 241. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Gordon T et al. The Framingham Study.. Ltda – Revisão Maio/2005.Sci. 1997. Pardini – 2002 – 67-68 40 . 37 (1997) HDL Colesterol –Direto – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.

Isso se deve ao fato da HDL-lipoproteína estar envolvida no chamado transporte reverso do colesterol para ser metabolizado no fígado (sítio de maior excreção do colesterol). visto que o hipotireoidismo aumenta e o hipertireoidismo diminui seus níveis. Obesidade. tendendo a decrescer temporariamente após infarto agudo do miocárdio. Valores de HDL – colesterol são aproximadamente 1/5 do colesterol total. separação e distribuição do material 5. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação dos riscos de doenças coronarianas e renais causadas por aterosclerose. Amostras Soro não hemolisado. Fumo. tiazídicos. O sobrenadante da centrifugação contém as lipoproteínas de elevada densidade (HDL). Armazenamento e estabilidade das amostras: O Colesterol é estável na amostra 3 dias à 2-8 ºC. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. 2. Anti-hipertensivo 3. Esteróides. PRINCÍPIO DO MÉTODO Os quilomicrons e as lipoproteínas de baixíssima densidade (VLDL) e de baixa densidade (LDL) presentes na amostra. Colesterol esterificado + H2O -------------> Colesterol + Ac. plasma (heparina ou EDTA). Neomicina. precipitam em presença de fosfotungstato e íons magnésio. Bloqueadores beta adrenérgicos. oxidase col.: 80027310054 peroxidase col. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Procedimento Operacional Padrão . Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. seus valores não devem ser usados como estimativa de risco de aterosclerose.005 – 1 fr com 50mL. COMPONENTES DO KIT HDL COLESTEROL (PRECIPITANTE) Códigos: BT 10. Hipertrigliceridemia. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. Sedentarismo. Fatores que contribuem para o decréscimo do colesterol HDL: Fatores genéticos: hipoalfalipoproteinemia. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Vários estudos sugerem existir uma forte correlação inversa entre os níveis de C-HDL e o risco de aterosclerose.Bioquímica HDL COLESTEROL Método Precipitante – Ácido Fosfotúngstico 1. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. + 1 fr Padrão – 2. esterase 41 . cujo colesterol quantifica-se espectrofotometricamente mediante as reações acopladas descritas abaixo. progestágenos.androgênios.S. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise intensa. Valores de C–HDL são dependentes de sexo e idade. Em doenças da tireóide.0 mL Registro M. graxo Colesterol + ½ O2 + H2O --------------> Colestenona + H2O2 2H2O2 + 4-Aminoantipirina +DCFS ------------->Quinonaimina+4H2O 4. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). anabólicos.

biotecnicaltda. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Seguir com rigor a metodologia proposta. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 600 nm. Em caso de contato com os olhos ou pele. Banho de água a 37 °C. contém soro.. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. lavar o local com água corrente. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.Varginha .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. para a obtenção de resultados exatos.com. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. 7.com.Brasil. lavar abundantemente com água corrente. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.M. eventualmente infectado. 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. 8. Em caso de vazamento acidental. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. uma vez usado. Pipetas automáticas e ponteiras.5 mmol/L. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. cloreto de magnésio 3. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. evitando assim a deterioração das enzimas. Cronômetro Tubos de ensaio. plasma ou urina. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . O reativo é estável até a data de validade do Kit.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Vila Verônica . . instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. NÃO CONGELAR. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O reagente. Procedimento automatizado Indicar nome. código). 42 .G. Conservar entre 2 e 8º C. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. com cubetas. 9. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.br Reagente: Ácido Fosfotúngstíco 16 mmol/L. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.Procedimento Operacional Padrão .4646 Site: www. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.3214. Padrão: Solução padrão de Colesterol (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.

250 μL 250 μL Agitar e deixar durante 10 minutos à temperatura ambiente. Deixar o Reagente durante alguns minutos á temperatura ambiente ou em um banho de água. 4. 5.0 mL Padrão 100 μL 1. o que poderia causar resultados errôneos. sendo o último. 3. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Neste caso diluir a amostra 1:2 com NaCI 150 mmol/l e repetir a precipitação. ( ) Abs. Fc = 40 = 131. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual Precipitação 1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Agitar bem e incubar nos tubos durante 30 minutos à temperatura ambiente ou durante 10 minutos a 37ºC 8. 11.244 43 . Após a centrifugação. com água destilada ou deionizada. Centrifugar durante 10 minutos a um mínimo de 4. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 100 μL 1. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.. Pipetar em tubo de centrífuga Amostra Reagente precipitante 2.Procedimento Operacional Padrão . A cor é estável durante pelo menos 30 minutos. Recolher com cuidado o sobrenadante. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. CÁLCULOS Aa= Absorbância da amostra Ap= Absorbância do padrão ( ) [P]= Concentração do Padrão = 40 mg/dL * ( ) * 40 equivale ao valor do padrão (20 mg/dL) corrigido de acordo com o fator de diluição (1:2) usado na precipitação. Amostras lipêmicas e ocasionalmente amostras não lipêmicas podem apresentar o sobrenadante turvo.000 rpm. 6. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Caso o sobrenadante permaneça ainda turvo a amostra não pode ser utilizada para determinar o colesterol HDL. remover o sobrenadante límpido dentro de 15 minutos. para evitar resultados falsamente elevados. Multiplicar o resultado final por 2. controle (se utilizado) e reagente. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 10. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Padrão Com Fator: Fc (Fator de calibração)= 40 Ap Concentração de HDL em mg/dL= Aa x Fc.0 mL Amostra 100 μL 1. Cuidados especiais Manter sempre a relação Amostra/Preciptante igual a 1:1. O enxágüe deve ser exaustivo.0 mL Água destilada Padrão de colesterol HDL Sobrenadante Reagente do Colesterol 7. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco à 500 nm.1 Exemplo: AA = 0. Isso evitará contaminação cruzada. Amostra X 40 * = mg/dL Colesterol HDL Abs.

U. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Scholnick HR. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 11: 583. 23:882. et al. Manual de exames – Laboratório H. Virella. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Academic Press 2 ed. HDL Colesterol (Precipitante) – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com..M. 1997. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. et al.. R.1985. Chem. HDL – Homens Col.244 x 131. Burstein M. sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência.1977. 25:560. Clin Chem. Clin Chem 1979.25 mmol/L interferem.1979. (Ed. Clin.1= 31. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 241. G. et al. J Lipid Res 1970. 18:707. 2:217.Mulheres < 130 < 200 > 55 > 65 Risco moderado 130 – 159 200 – 239 35 – 55 45 – 65 Alto risco ≥160 ≥ 240 < 35 < 45 Estes valores são unicamente orientativos. 14.) Methods of Enzymatic Analysis. a hemoglobina >3 g/L e a bilirrubina >0. Kostner. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L Colesterol = mg/dL colesterol x 0.. Interferências Àcido ascórbico >0. p. Clin Chem 25(6):939. Ltda – Revisão Maio/2005. HDL . Grove TH. como mostrado na tabela abaixo: Faixa Etária Até 10 anos De 10 a 19 anos 20 anos ou acima Diabéticos 13.Bioquímica Ap= 0. Pardini – 2002 – 67-68 Valor (mg/dL) Maior que 40 Maior que 35 Menor que 40 Maior que 60 Maior que 45 Interpretação Desejável Desejável Baixo Alto Desejável 44 . et al. H. Pelas últimas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose. Morfin R.G.305 0.L.Procedimento Operacional Padrão . Qualitymark ed.1985.026 Valores de referência Desejável Colesterol LDL Colesterol Total Col.148. Friedwald W. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Warnick.99 mg/dL 12. Rio de Janeiro. nd Bergmeyer. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 150 mg/dL. os valores de referência para HDL Colesterol podem ser consultados por faixa etária.3 mmol/L.T. Clin Chem.F.1977.305 Concentração de HDL(mg/dL)= 0. M.

porém. Com a redução do fluxo sanguineo renal. 45 . tendo. idosos e mulheres em geral. enquanto a diminuição da massa muscular nos idosos provoca diminuição. trimetoprim e probenecide. 08 horas. portanto. Amostras: Soro. 2. Armazenamento e estabilidade das amostras: A creatinina em soro ou plasma é estável 24 horas a 2-8ºC. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO CREATININA SÉRICA Trata-se de um produto metabólico formado pela descarboxilação da creatina-fosfato no músculo. Os anticoagulantes como a heparina. a creatinina eleva-se mais lentamente que a uréia. oxalato ou fluoreto. a reação do picrato com outros cromogênios presentes na amostra é lenta. desidratação Insuficiência renal por decréscimo da Desnutrição filtração glomerular Obstrução do trato urinário Diminuição da massa muscular Intoxicação por metanol Doença hepática severa Terapia com metildopa. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Adenoma hipofisário Distrofia muscular Diabetes mellitos Doença muscular inflamatória Doenças infecciosas Doenças com diminuição da massa muscular Encefalite Doença renal avançada Hipotireoidismo Hipertireoidismo Anemia Leucemia Paralisia 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO A creatinina presente na amostra reage com o picrato em meio alcalino originando um complexo de cor vermelhoamarelada. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. A determinação da creatinina urinária em mg/kg de peso é um parâmetro indicativo do volume correto da urina colhida no período de 24 horas. 4. o que não interfere na dosagem da creatinina. não interferem. Gravidez hidantoína. pelo menos. Mede-se a velocidade de formação desse complexo utilizando uma cinética de 2 pontos durante os períodos iniciais da reação. ocorrendo nos períodos finais da reação. choque. trimetoprim. A creatinina não é afetada normalmente pela dieta. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Diminuição do fluxo sanguíneo renal: Baixa estatura insuficiência cardíaca congestiva. Exercícios severos e ingestão de altas quantidades de carne podem causar aumentos significativos na excreção de creatinina. EDTA. insuficiência cardíaca congestiva etc. A concentração de creatinina somente torna-se anormal quando aproximadamente metade ou mais de néfrons tenham sido comprometidos. O decréscimo da massa muscular no idoso deve ser considerado na interpretação dos resultados. cefalosporinas e ácido ascórbico CREATININA URINÁRIA É filtrada livremente pelos glomérulos somente sendo reabsorvida em certas condições clínicas.Procedimento Operacional Padrão . uma relação direta com a massa muscular. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação da função renal. se quantidades excessivas de carnes forem consumidas. os níveis séricos poderão sofrer aumento por um período de 48 horas. como: diabetes melittus.Bioquímica CREATININA Método Cinético Colorimétrico 1. plasma ou urina. A secreção tubular da creatinina pode ser inibida por drogas como: cimetidina.Homens e atletas produzem maiores quantidades de creatinina que crianças.

Brasil. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.007 – 1 fr. 250mL RA + 1 fr. código). O reativo é estável até a data de validade do Kit.007 – 1 fr.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.biotecnicaltda. Multiplicar o resultado obtido por 100. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . 250mL RB + 1 fr. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Pipetas automáticas e ponteiras. 50mL RB + 1 fr.Varginha .4646 Site: www. Vila Verônica . COMPONENTES DO KIT CREATININA Códigos: Registro M. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. . Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Reagente B: Hidróxido sódico 1. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Padrão: Solução de Creatinina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.G. 46 . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou intensa turvação. Conservar entre 15-30oC 6.Procedimento Operacional Padrão .br Reagente A: Ácido pícrico 18 mmol/L. 8. Padrão – 2.S. com cubeta termostatizável. Estável 4 dias a 2-8oC. 50mL RA + 1 fr. Diluir a urina fresca 1/100 com água destilada. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.M. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.0 mL BT 10.8 mmol/L.com. Manter ao abrigo da luz. Procedimento automatizado Indicar nome.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. 7.: 80027310025 BT 10.Bioquímica Urina: amostra de urina de 24 horas deve ser conservada em geladeira durante o período de coleta e até o momento da dosagem. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Tetraborato sódico 20 mmol/L.com. Padrão – 2. Cronômetro Tubos de ensaio. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura a 500 nm (490-510). Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. separação e distribuição do material 5.3214.

Procedimento Operacional Padrão . Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. As amostras muito leitosas. Homogeneizar. Inserir em porta-cubetas termostatizado a 37ºC. Ajustar o espectrofotômetro em zero frente a água destilada. não é possível dosar a creatinina com exatidão. controle (se utilizado) e reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. 3. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho e a amostra ou padrão a 37ºC durante alguns minutos. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. 10. Em caso de contato com os olhos ou pele. para a obtenção de resultados exatos. aplicar as normas de segurança estabelecidas. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Quando a temperatura no interior da cubeta alcançar 37ºC pipetar : Padrão ou Amostra 6. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. com água destilada ou deionizada.0 mL Misturar e acionar imediatamente o cronômetro. contém soro. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. 2. plasma ou urina. o que poderia causar resultados errôneos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Isso evitará contaminação cruzada. lavar abundantemente com água corrente. O enxágüe deve ser exaustivo. por 10 minutos a 3000 rpm. 100 µL 1. 4. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. 7. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. uma vez usado. Procedimento manual 1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes: Reagente de Trabalho: Misturar volumes iguais de Reativo A e Reativo B. 3. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). O Reativo B é caustico. sendo o último. Proceder a dosagem conforme o procedimento descrito acima. Evitar contato com a pele. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Fazer uma diluição do sobrenadante na proporção de 1:50 com água destilada ou deionizada. 5. para o soro. Centrifugar uma alíquota de 10 mL. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O reagente. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Pipetar em uma cubeta pré-aquecida a 37ºC: Reagente de Trabalho 4. Fazer referência ao Manual ou POP de Segurança. o procedimento corretivo com desproteinização não é eficiente e. Seguir com rigor a metodologia proposta. Multiplicar o resultado obtido por 50. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Em caso de vazamento acidental. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 47 . lavar o local com água corrente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Medir o volume urinário de 24 horas. 5. 2. Estável por 10 dias a temperatura ambiente. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.Bioquímica 9. Ler a absorbância à 500 nm aos 30 segundos (A1) e aos 90 segundos (A2). Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. nestes casos. eventualmente infectado. Dosagem em urina: 1. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.

0.A1) amostra x valor padrão = mg/dL creatinina (A2 .25 Peso = 70 kg Altura = 170 cm Superfície corporal = 1.91 Volume de 24 horas = 1800 mL Volume/minuto = 1800/1440 = 1.222 Valor do Padrão: 2 mg/dl Cálculo na Urina Fc = Valor Padrão .25 = 164. CÁLCULOS (A2 .5 mL/min 1. Urinário de 24 h.007184 Onde: 2 SC = superfície corporal em m P = peso em Kg A = altura em cm Determinação do Clearence: 2 Clearence (mL/min/1.187 = 10.91 mg/dl 48 .137) x 10.409 A1 .A1) amostra x Fc Exemplo: A1 – p = 0.Bioquímica 11.A1) padrão COM FATOR: Fc = Valor do padrão (A2 .73 = 157. Cálculo da Superfície Corporal sem utilização do Nomograma: SC = P0.73 m2) = 164.7= 0.83 mL/min.222 – 0.73 m ) = Depuração(mL/min) x 1. dividido por 1440 minutos) Atenção: A depuração deverá ser corrigida para a superfície corporal do paciente.222 2 0.91 Depuração (mL/min/1. em mL.425 x A0.A1) padrão Creatinina (mg/dl) = (A2 . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL Fc = = 2 0.Procedimento Operacional Padrão .p = 0.137 A2 _ A = 0.409-0.725 x 0.83 x 1. (A2 – A1) Padrão Creatinina em mg/dl = (A2 – A1) amostra x Fc Creatinina Urina (mg/24 horas) = Creatinina mg/dL x Volume urinário 24hs (mL) 100 Creatinina em mg/kg peso/24 horas: Urina mg/kg peso /24 horas = Creatinina urina mg/ 24 horas Peso (kg) Depuração Da Creatinina Endógena (Clearence): Depuração (mL/minuto) = U x VM S Onde: U = creatinina na urina (mg/dL) S = creatinina no soro (mg/dL) VM = volume minuto (Vol.81 12.222 A2 .7 Creatinina (mg/dl)=(0.73 Superfície corporal Exemplo: Creatinina na urina (mg/dl) = 120 Creatinina no soro (mg/dl) = 0.81 m2 Depuração (mL/min) = 120 x 1.A = 0.

1 g/L). Esses valores são unicamente orientativos.1. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.97 μmol/L • Mulheres: 0. Manual de exames – Laboratório H.Bioquímica UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL creatinina x 88. 14. 17: 696 Creatinina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. • Adultos: Mulheres: 16 a 22 mg/Kg peso/24 horas Homens: 21 a 26 mg/Kg peso/24 horas Clearence 2 • Criança: 70 a 140 mL/minuto/1. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 143. A determinação pode ser afetada por concentrações elevadas de substâncias redutoras. Clin Chem Acta 1971. Fabiny DL.2 mg/dL = 53 . • Crianças maiores de 3 anos: 12 a 30 mg/Kg peso/24 horas. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.6 . Qualitymark ed. Rio de Janeiro. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. a proteína e compostos cetônicos não interferem. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.73 m Adultos: Homem: 98 a 160 mL/minuto/1. a bilirrubina (10 mg/dL). Ertinghausen G.4 = μmol/L creatinina Valores de referência Soro ou Plasma • Homens: 0. Ltda – Revisão Maio/2005. Interferências A hemoglobina (0.0 mg/dL = 44-80 μmol/L Urina (mg/24 horas) • Adultos: Homem: 1000 a 2000 mg/24 horas Mulher: 800 a 1800 mg/24 horas. Clin Chem 1971. Bohmer M.3 anos: 6 a 22 mg/Kg/24 horas.1. Creatinina na Urina (mg/kg/24 horas) • Crianças 2 .73 m2 2 Mulher: 95 a 150 mL/minuto/1. Pardini – 2002 – 70-71 49 .73 m Obs: mg/Kg = mg/24 horas dividido pelo peso corporal do paciente. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • Bartels H. 1997..Procedimento Operacional Padrão . Falsos Valores elevados: A creatinina urinária aumenta com dietas hiperprotéicas. Falsos Valores baixos: Urinas muito acidificadas podem apresentar forte interferência negativa. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.5 . 13. ácido ascórbico e levodopa. 32: 81. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 12 mg/dL = 1768 μmol/L. cefalosporinas.

Estas duas cadeias podem combinar-se de três formas. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Creatino Quinase (CK) também denominada ATP-Creatino-N-fosfotransferase. A atividade enzimática é estável por 24 horas entre 15 – 25 ºC e 7 dias entre 2 – 8 ºC. obtendo-se creatino e ATP. A concentração catalítica é determinada. e CK-BB. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Evitar exercícios físicos antes da colheita do material. Níveis Aumentados Infarto do miocárdio Lesões da musculatura cardíaca ou esquelética Miopatias congênitas e adquiridas Acidente vascular cerebral Fisioterapia Injeções intramusculares Hipotireoidismo Doenças infecciosas Embolia pulmonar Hipertermia maligna Convulsões generalizadas Neoplasias de próstata. A CK não é encontrada no fígado. Fosfato de creatino + ADP ------------> Creatino + ATP ATP + Glicose ------------> ADP + Glicose-6-fosfato Glicose-6-fosfato + NADP+------------->Gluconato-6-fosfato + NADPH + H+ 4. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada nos casos de infarto do miocárdio e miopatias (distrofia muscular progressiva. A CK total é encontrada em concentrações muito altas na musculatura esquelética e cardíaca. A CK-MM é encontrada em grande quantidade principalmente na musculatura estriada. compõe-se de duas cadeias diferentes. íleo. Amostras Usar soro ou plasma colhido em EDTA. Não utilizar amostras hemolizadas. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro. CK-MB. estando presente também no intestino e nos pulmões. 2. G6P-DH HK CK Níveis Diminuídos Diminuição da massa muscular Doenças do tecido conjuntivo Doença alcoólica do fígado Terapia com esteróides 50 . trauma muscular etc). porém os resultados não são específicos para lesão miocárdica. dermatomiosites. sendo predominante também no cólon. e é uma importante enzima reguladora da produção e utilização de fosfatos de alta energia nos tecidos contráteis. sendo o restante CK-MM). A CK-MB é encontrada também no músculo estriado esquelético em pequena proporção (entre 1% e 4%. onde representa cerca de 20% da CK contra 80% de CK-MM. formando as chamadas isoenzimas da CK: CK-MM. chamadas M (muscle) e B (brain). Quantidades apreciáveis são encontradas no cérebro.UV 1. PRINCÍPIO DO MÉTODO A creatino quinase (CK) catalisa a fosforização do ADP pelo fosfato de creatino. empregando-se as reações acopladas da hexoquinase e glicose-6-fosfato desidrogenase. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise.Procedimento Operacional Padrão . Várias condições não relacionadas ao miocárdio provocam elevação da CK total.Bioquímica CREATINO QUINASE (CK-NAC) Método Cinético . A CK-MB está presente no miocárdio. a partir da velocidade de formação do NADPH. medido à 340 nm. A CK é um dímero. A CK-BB é a isoenzima encontrada no cérebro. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. vesícula e trato gastrintestinal 3. A CK total possui alta sensibilidade clínica para o diagnóstico do IAM (>90%). isto é. estômago e bexiga. existe sob a forma de um dímero.

fosfato desidrogenase > 2500 U/L. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Os reativos são estáveis até a data de validade indicada no rótulo.biotecnicaltda. EDTA 2 mmol/L. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. glicose – 6 . Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. EDTA 2 mmol/L. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. hexoquinase > 3000 U/L. Conservar entre 2-8oC.1 fr. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. AMP 5 mmol. COMPONENTES DO KIT CREATINO QUINASE (CK-NAC) Códigos: BT 11002 . separação e distribuição do material 5. NADP 2 mmol/L. . Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.Brasil. 51 . CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. acetato de magnésio 10 mmol/L. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. ADP 2 mmol. código). CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO o Conservar o KIT a 2-8 C. pH 6. 6.G. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.3214. sempre que conservados bem fechados e se evitada a contaminação durante o uso. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome.com.S. Evitar exposição à luz intensa. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Vila Verônica . para a obtenção de resultados exatos. 9. N-acetil-cisteína 20 mmol.7. com 5 mL Registro M.M. com 20 mL + 1 fr.: 80027310034 BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. di (adenosina-5) pentafosfato 10 μmol/L.Procedimento Operacional Padrão . Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.com. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.Bioquímica Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. 8. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro com cubeta termostatizada para leituras a 340 nm.br Reagente A: Imidazol 100 mmol/L. 7. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Reagente pronto para uso. Seguir com rigor a metodologia proposta.4646 Site: www. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.Varginha . D-glicose 20 mmol/L. Reagente B: Fosfato de creatina 30 mmol/L.

o Estável 20 dias a 2-8 C. Em caso de vazamento acidental. Pré-aquecer o Reativo de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. lavar o local com água corrente. controle (se utilizado) e reagente. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Em caso de contato com os olhos ou pele. 20 μL 1. 2. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. 10. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. com água destilada ou deionizada. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. 4. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Procedimento manual 1. contém soro. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.minutos (A1. Evitar contaminações com íons metálicos. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Isso evitará contaminação cruzada.Bioquímica O reagente. 2 e 3. plasma ou urina.8095 `a 37°C 52 . O enxágüe deve ser exaustivo. sendo o último. mantê-lo protegido da luz. uma vez usado.0 mL Misturar e transferir de imediato a uma cubeta. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Inserir nas porta-cubetas termostatizado. anotar a absorbância inicial (A0) e efetuar novas leituras após 1. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. calcular a média da variação de absorbância por minuto (ΔA/min). A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Pipetar: Amostra Reativo de trabalho 3. Aos 3 minutos. Não misturar diferentes lotes de reagentes. 5. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias encontradas. lavar abundantemente com água corrente. Acionar o cronômetro. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). Não soprar a pipeta utilizada. A2 e A3. aplicar as normas estabelecidas de segurança. respectivamente) Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. Após a preparação do Reativo de Trabalho. eventualmente infectado. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado.Procedimento Operacional Padrão . Não conversar nas proximidades do frasco destampado. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. 11. o que poderia causar resultados errôneos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. Calcular a média das absorbâncias por minuto: ΔA/min = (A1 – A0) + (A2 – A1) + (A 3– A2) 3 Multiplicar o valor abaixo pelo valor do ΔA/min: 340 nm .

Falsos Valores elevados: Injeções intramusculares. traumas. 1997. intoxicação por barbitúricos.250 à 340nm (2023 U/L). J. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 142. Temperatura de incubação: A determinação também pode efetuar-se a 30º C (método IFCC). Manual de exames – Laboratório H. 13. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. clorpromazine. Interferências: Concentrações de hemoglobina acima de 200 mg/dL interferem no teste. A hemólise interfere. Pardini – 2002 – 71. Qualitymark ed. 105:147F (1980) Deutschen gesellschaft fur Klinische Chemie Z. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Klin. Ltda – Revisão Maio/2005. CK-NAC – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 53 . Scandinavian Society for Clinical Chemistry: Scand. é recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 10:281 (1972).0167 Valores de referência 37ºC Mulheres < 170 U/L Homens < 195 U/L Estes valores são unicamente orientativos. clofibrato. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): μkat/L = U/L x 0.Procedimento Operacional Padrão . multiplicando o resultado final pelo fator de diluição. anfotericína B. Cin. ampicilina. Rio de Janeiro.. Chem. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS International federation of Clinical Chemistry Clinica Chimica Acta. Lab Invest. cirurgias. carbenicilina. Para valores superiores repetir a reação com amostra diluída em solução fisiológica. 33:291 (1974).Bioquímica 12. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até ΔA/min = 0. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 14.

Assim qualquer dano ou lesão nestes tecidos provoca uma elevação dos níveis de CK-MB em soro.9%). por isso. sem afetar o monômero B das isoenzimas CK-MB e CK-BB. o músculo esquelético possui maior atividade de CK total por grama de tecido. A isoenzima CK-MB têm sido considerada o marcador bioquímico de referência para o diagnóstico de lesão miocárdica e. A concentração catalítica de CK-B. Como normalmente a isoenzima CK-BB não encontra-se no sangue. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação da extensão da lesão causada nos casos de infarto do miocárdio e em paciente com doenças ou traumas na musculatura esquelética. 2. têm sido a base para comparação com outros marcadores. com 20 mL + 1 fr. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Evitar exercícios físicos antes da coleta do material. No infarto agudo do miocárdio é importante a proporção do CK-MB em. PRINCÍPIO DO MÉTODO O método baseia-se na determinação da atividade da CK na presença de um anticorpo contra o monômero M. Isto pode diminuir a especificidade especialmente em paciente com lesões concomitantes na musculatura esquelética e cardíaca. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. com 5 mL Registro M. separação e distribuição do material 5. em uma dosagem seriada são quase patognomônicas para o diagnóstico de infarto do miocárdio.Bioquímica CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) Método Cinético . em termos de diagnóstico. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. A CK-MB encontra-se basicamente no músculo estriado e miocárdio. CK-MB e CK-MM. A atividade enzimática é estável por 8 horas entre 15 – 25°C.: 80027310036 54 . específica para lesão do miocárdio. Multiplicar o resultado pelo fator de diluição.S. Creatina Fosfato + ADP ------------> Creatino + ATP ATP + Glicose ------------> ADP + Glicose-6-fosfato + + Glicose-6-fosfato + NADP ------------->Gluconato-6-fosfato + NADPH + H G6P-DH HK CK-B 4. a partir da velocidade de formação do NADPH. correspondente à metade da atividade CK-MB é determinada. A elevação inicial dos níveis de CK-MB ocorre entre 4 e 6 horas após o início dos sintomas atingindo o seu pico após 24 horas e retornando ao normal entre 48 e 72 horas. Este anticorpo inibe totalmente a isoenzima CK-MM e a metade da atividade da forma CK-MB. a determinação da quantidade do monômero B é praticamente específica para a forma CK-MB. recomenda-se a dosagem seriada ao longo de um período de 8 a 12 horas. Evitar exposição à luz solar intensa. empregando-se as reações acopladas da hexoquinase (HK) e Glicose-6-fosfato desidrogenase (G6P-DH). A CK-MB em soro é estável pelo menos por 7 dias a 2-8º C. o que se utiliza quase que unicamente para diagnóstico do infarto do miocárdio. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A CK é um dímero composto por duas subunidades: B (cérebro) e M (músculo) no qual encontra-se 3 isoenzimas distintas: CK-BB. não havendo quantidade de CK-MB absoluta. Não utilizar amostras hemolizadas Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro ou plasma Diluir as amostras que possuam uma atividade de CK total superior ou igual a 1000 U/L com solução salina (NaCl 0. Apesar da CK-MB ser. A elevação e a queda características da CK-MB. COMPONENTES DO KIT CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) Códigos: BT 11003 – 1 fr.UV 1. Para um diagnóstico com alta sensibilidade e especificidade. relação ao CK total. e pode ter até 4% de CK-MB. medido à 340 nm.Procedimento Operacional Padrão . 3. Amostras: Usar soro ou plasma colhido em EDTA ou heparina.

. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Evitar exposição à luz intensa. .Brasil. Seguir com rigor a metodologia proposta. hexoquinase 2500 U/L.Varginha .M. 55 . Anticorpo anti-CK-MM policlonal >2000U/L. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Conservar o KIT a 2-8oC. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.7. Controle: Soro controle de CK-MB. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Reagente pronto para uso. Conservar entre 2 . fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. plasma ou urina. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro com cubeta termostatizada para leituras a 340 nm. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.com. 9. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. código). Tel/Fax: 0 (XX) 35 . NÃO UTILIZAR COMO CALIBRADOR.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. lavar o local com água corrente. glicose – 6 . Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. AMP 5 mmol. D-glicose 20 mmol/L. contém soro. Reagente B: Creatino-fosfato 30 mmol/L.8ºC 6. Em caso de contato com os olhos ou pele. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Verifique valores na etiqueta do frasco.com. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. lavar abundantemente com água corrente. uma vez usado. Os reativos são estáveis até a data de validade indicada no rótulo.3214.biotecnicaltda. NADP 2 mmol/L.G. sempre que conservados bem fechados e se evitada a contaminação durante o uso. 8. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.4646 Site: www. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.fosfato desidrogenase 2000 U/L. Em caso de vazamento acidental. ADP 2 mmol. para a obtenção de resultados exatos. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. pH 6. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. 7. O reagente. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Acetato de Magnésio 10 mmol/L. di (adenosina-5) pentafosfato 10 μmol/L. Vila Verônica .br Reagente A: Tampão Imidazol 100 mmol/L.Procedimento Operacional Padrão . e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. eventualmente infectado. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.

Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. com água destilada ou deionizada. 9. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. o que poderia causar resultados errôneos. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.67 = nkat/L Valores de referência: Temperatura 37ºC U/L <25 A atividade de CK-MB representa de 6 a 20% da atividade de CK total. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. 11. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Inserir nas porta-cubetas termostatizadas. Procedimento manual 6. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. controle (se utilizado) e reagente. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Aos 5 minutos. Acionar o cronômetro. 10. Pré-aquecer o Reativo de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos.0 mL 8. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 U/L. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Estes valores são unicamente orientativos.Procedimento Operacional Padrão . O enxágüe deve ser exaustivo. uma vez preparado. Pipetar: Amostra Reativo de trabalho 20 μL 1. É recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência 13. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Diluir as amostras que possuam uma atividade de CK Total superior a 1000 U/L. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. 56 . com uma solução de cloreto de sódio 9 g/L 1:1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Após a preparação do Reativo de Trabalho.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Calcular a diferença das absorbâncias A10 . CÁLCULOS Determine a diferença de absorbância: A10– A5= ΔAbs.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Neste caso multiplicar o resultado obtido por 2. possui um anticorpo anti CK-M humano. O reativo. anotar a absorbância inicial (A10) e aos 10 minutos anotar novamente(A15). Não soprar a pipeta utilizada. Misturar e transferir de imediato a uma cubeta. 10. A diluição é realizada para que a atividade de CK total fique menor que 1000 U/L. x 1350 12. CK-MB (U/L) = ΔAbs. mantê-lo protegido da luz. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 7. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. sendo o último.A5 (ΔA). Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. em quantidade suficiente para inibir até 1500 U/L de CK-MM. Isso evitará contaminação cruzada. o Estável por 10 dias a 2-8 C. Evitar contaminações com íons metálicos.

Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Ltda – revisão Maio/2005. International Federation of Clinical Chemistry Clinica Chimica Acta.. Philadelphia. Weit 36: 572(1985). 105:147F (1980) nd Tietz.H. Rio de Janeiro. CK-MB – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Chem. Weit 36. Qualitymark ed. 57 . A hemólise interfere. STEIN. Wu. PA (1976).572 (1985). Manual de exames – Laboratório H.. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.B. 28. Bowers. Falsos Valores baixos: Podem ser obtidos se o exame for realizado muito precocemente. C.. 1997. 14. antes de 2 horas ou após 48 horas do IM. A.2 Ed. Falsos Valores positivos: Pode ocorrer em algumas doenças neurológicas.Stein Med.B.N. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 116.2017 (1982) S. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS S.Bioquímica Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Concentrações de CK-MM superiores a 1500 U/L não são inibidas pelo anticorpo e interferirá na determinação.W. Fundamentais of Clinical Chemis”.Procedimento Operacional Padrão . Pardini – 2002 – 72. Interferências: Hemoglobina acima de 200 mg/dL interfere nos resultados.: Med. N. W. Saunders. W.: Clin.

cloridrato de guanidina 4. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE.1% sob forma dos diversos compostos hêmicos que promovem a oxidação celular. 3. é aconselhável colher a amostra sempre no mesmo horário. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de anemias.9.3214. Portanto.com. 0. com 50 mL + 1 fr com 1. Padrão de Ferro: Solução de Ferro (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. anemias hemolíticas. onde teremos uma elevação na destruição da hemoglobina liberada e conseqüentemente liberação de ferro. PRINCÍPIO DO MÉTODO O íon férrico presente na amostra e unido a transferrina é liberado por ação do guanidinio e reduzido a ferroso pela hidroxilamina. neoplasia da medula óssea.Brasil. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O ferro é um íon importante para a formação da hemoglobina. 4. Esse aumento ocorre pelo fato da liberação do ferro da sua forma de armazenamento no fígado (nas lesões hepatocelulares). Conservar entre 2-8 ºC. Para controle terapêutico. Armazenamento e estabilidade da amostra O analito é estável 4 dias entre 2 – 8º C. é essencial se conhecer os meios pelos quais o ferro é utilizado no corpo. crianças alimentadas unicamente com leite. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Amostras: Usar soro.Procedimento Operacional Padrão . Cerca de 4% estão presentes sob forma de mioglobina. 0. devido a variações diurnas do ferro sérico.Varginha . a peroxidase e a catalase.1% combinado à proteína transferrina no plasma sangüíneo e 15 a 30% armazenados. nos casos de grandes hemorragias e menstruação abundante. . A quantidade total de ferro no corpo é em média de cerca de 4 g.4646 Site: www.G. mioglobina e outras substâncias como os citocromos. hidroxilamina 0. anemia hemolítica e perniciosa.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. COMPONENTES DO KIT FERRO (Ferrozine) Códigos: Registro M. hepatopatias virais e crônicas. 58 .Bioquímica FERRO Ferrozine Método Colorimétrico 1. neoplasias da medula óssea e hepatopatias.1 mmol/L.25 mL + 1 fr de padrão com 2 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.br Reativo A: Tampão acetato 100 mmol – pH 4. A diminuição sérica ocorrerá na gravidez. Reativo B: Ferrozine 40 mmol/L. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. a citocromo oxidase. dos quais cerca de 65% estão presentes na forma de hemoglobina.S. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .biotecnicaltda. Vila Verônica . diminuição da sua utilização na formação da hemoglobina principalmente nas neoplasias da medula óssea e na hemólise aumentada nas doenças hemolíticas.: 80027310026 BT 12005 – 1 fr.5 mmol/L.com.M. O íon ferroso forma um complexo colorido com a ferrozina que se pode quantificar através de leitura espectrofotométrica. Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. principalmente no fígado sob forma de ferritina. separação e distribuição do material 5. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise e lipemia excessiva. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. Haverá um aumento de ferro sérico no tratamento de anemias com ferro. drogas mielossupressoras.

9. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. O reativo é estável até a data de validade do Kit. lavar o local com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. 7. NÃO CONGELAR.Bioquímica 6. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. plasma ou urina. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Isso evitará contaminação cruzada. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.Procedimento Operacional Padrão . mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. contém soro. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 560 nm (546-570). em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Em caso de contato com os olhos ou pele. evitando assim a deterioração das enzimas. código). Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. controle (se utilizado) e reagente. Procedimento automatizado Indicar nome. o que poderia causar resultados errôneos. 59 . para a obtenção de resultados exatos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Em caso de vazamento acidental. eventualmente infectado. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. 8. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. com água destilada ou deionizada. sendo o último. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio de acrílico ou plástico. descartáveis. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. O reagente. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. com cubetas Banho de água a 37 °C. uma vez usado. O enxágüe deve ser exaustivo. lavar abundantemente com água corrente. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Seguir com rigor a metodologia proposta. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.

(P2 – P1) Ferro(μg/dL)= 0. zerando o parelho com o branco do reativo.0 mL ---Branco Padrão 250μL ------1.179 = µmol/L ferro Valores de Referência: Para amostras de Soro e Plasma: Homens: 70-155 µg/dL = 12. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativos prontos pra uso Procedimento manual Dois tubo/amostra 1. CÁLCULOS Ferro(μg/dL)= A2 – A1 P2 . Pipetar: Branco Reativo ---------1.8 mg/dl 12. P2 do padrão. ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES.27.108P1 = 0.108-0. condutividade menor que 0.5 .042 P2 = 0. A2 = Absorbância da amostra A1 = absorbância do Branco da amostra P2 = absorbância do padrão P1 = absorbância do Branco do Padrão [P] = valor do padrão Com Fator : Fator Calibração = [P] . A1 do branco da amostra. Homogeneizar suavemente. Secar o material a no máximo 80ºC em estantes de aço inox ou revestidos de plástico. eliminar a acidez com numerosas lavagens com água deionizada (livre de ferro).0 mL ---Amostra ---250μL ---1.01 μSiemens.Tampão Reativo B . NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. A2 da amostra. após.114 0.Ferrozine 2.0 mL 25μL Branco Amostra ---250μL ---1. por 6 horas e. Ler as absorbâncias a 560 nm.Bioquímica 10.156-0. Incubar 10 minutos à Temperatura ambiente.0 mL ---Padrão ------250μL 1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.006 Ferro (μg/dL) = 0.042 x 100 0. Cuidados especiais Limpeza do material: todo material a ser utilizado na técnica deve estar livre de íons ferro.P1 x [P] onde.156 A1 = 0. 3. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).006 [P] = 100 mg/dL Ferro (μg/dL) = 111.7 µmol/L 60 . 11. Deve-se deixar o mesmo submerso em uma solução de Ácido Nítrico ou Clorídrico 10-15%.102 x 100 Exemplo: A2 = 0. Todo material utilizado nos procedimentos deve ser de plástico ou acrílico.0 mL 25μL Água destilada Amostra Padrão de Ferro Reativo A .Procedimento Operacional Padrão . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : µg/dL UNIDADES Sistema Internacional (SI) : µg/dL ferro x 0. Ler as absorbâncias:P1 do branco do padrão.

neoplasias da medula óssea e hepatopatias. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO 61 .5 µmol/L Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Falsos Valores elevados: Falsos Valores baixos: 14. 1997.84 . Vinogradov S. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.Bioquímica Mulheres: 55-140 µg/dL = 9. Anal Chem 1970. Interferências Não devem ser usados soros lipêmicos. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Ltda – Revisão Maio/2005.Procedimento Operacional Padrão . Zak B. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Stookey LL. 2. Artiss JD. ictéricos ou hemolisados. Rio de Janeiro. anemias hemolíticas.25. Qualitymark ed. 70:516-22. 13. 42:779-81. Am J Clin Pathol 1978.. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de anemias. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 500 µg/dL = 89. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 200. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Itano M. Manual de exames – Laboratório H. 14:311-15 Ferro Ferrozine – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Pardini – 2002 – 74 FERRO CRX Método Cromazurol B 1. Clin Biochem 1981.1 µmol/L Esses valores são unicamente orientativos.

Procedimento Operacional Padrão . 3. Conservar em temperatura ambiente. Haverá um aumento de ferro sérico no tratamento de anemias com ferro. devido a variações diurnas do ferro sérico. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. mioglobina e outras substâncias como os citocromos.biotecnicaltda. anemia hemolítica e perniciosa. Armazenamento e estabilidade da amostra O analito é estável 4 dias entre 2 – 8º C.com. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. por isso é essencial conhecer os meios pelos quais o ferro é utilizado no corpo. 6.M. separação e distribuição do material 5.Brasil. 7. 62 . 4.82 mM. O reativo é estável até a data de validade do Kit. é aconselhável colher a amostra sempre no mesmo horário. A quantidade total de ferro no corpo é em média de cerca de 4g.S.br Reagente: Cromazurol B 0. Para controle terapêutico. Cerca de 4% estão presentes sob forma de mioglobina.Varginha . dos quais cerca de 65% estão presentes na forma de hemoglobina.com. . Padrão de Ferro: Solução de Ferro (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES.75. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. crianças alimentadas unicamente com leite. nos casos de grandes hemorragias e menstruação abundante. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise e lipemia excessiva. a peroxidase e a catalase. diminuição da sua utilização na formação da hemoglobina principalmente nas neoplasias da medula óssea e na hemólise aumentada nas doenças hemolíticas. a citocromo oxidase. neoplasia da medula óssea. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Esse aumento ocorre pelo fato da liberação do ferro da sua forma de armazenamento no fígado (nas lesões hepatocelulares). brometo de CTMA 0. 1% sob forma dos diversos compostos hêmicos que promovem a oxidação celular. A intensidade de cor do complexo é proporcional a concentração de ferro presente na amostra. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. onde teremos uma elevação na destruição da hemoglobina liberada e conseqüentemente liberação de ferro.1% combinado à proteína transferrina no plasma sangüíneo e 15 à 30% armazenados. drogas mielossupressoras. Reagente pronto para uso. 0. hepatopatias virais e crônicas. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 630 nm (620-640). com cubetas.G. de padrão 2 mL.: 80027310053 BT 12004 – 2 fr. Não utilizar amostra hemolisada. COMPONENTES DO KIT FERRO CRX Códigos: Registro M.13 mM. PRINCÍPIO DO MÉTODO O ferro sérico reage com o cromazurol B do CTMA-Br para formar um complexo colorido azul. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . A diminuição sérica ocorrerá na gravidez. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE.4646 Site: www. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes em temperatura ambiente. com 50 mL + 01 fr. tampão acetato pH 4.3214. Vila Verônica .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Amostras: Usar soro. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.Bioquímica O ferro é um íon importante para a formação da hemoglobina. principalmente no fígado sob forma de ferritina.

A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. para a obtenção de resultados exatos. 8. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.Procedimento Operacional Padrão . CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. código). fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. eventualmente infectado. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. 9. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. descartáveis. lavar o local com água corrente. Em caso de contato com os olhos ou pele. o que poderia causar resultados errôneos. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. lavar abundantemente com água corrente. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Isso evitará contaminação cruzada. contém soro. controle (se utilizado) e reagente. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Em caso de vazamento acidental. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.Bioquímica Pipetas automáticas e ponteiras. Pipetar em tubos de ensaio: Branco Reativo ---Padrão ---Amostra 40μL Amostra 63 . Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O reagente. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. plasma ou urina. com água destilada ou deionizada. Cronômetro Tubos de ensaio de acrílico ou plástico. Seguir com rigor a metodologia proposta. O enxágüe deve ser exaustivo. uma vez usado. Procedimento automatizado Indicar nome. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. sendo o último. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. 10.

diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. condutividade menor que 0. 14. Paris M. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE.179 = μmol/L ferro Valores de Referência Homens: 59 . Deve-se deixar o mesmo submerso em uma solução de Ácido Nítrico ou Clorídrico 10-15%. 11.117 [P]=100 μg/dL = 854.6 μg/dL 12. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Ler a absorbância (Ap) do Padrão e (Aa) da amostra contra o Branco de Reagente a 630 nm (620-640). ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES.62 – 25. Todo material utilizado nos procedimentos deve ser de plástico ou acrílico. A cor é estável por 2 horas ao abrigo da luz. CÁLCULOS Aa Ap [P] Absorbância da Amostra Absorbância do Padrão Concentração do Padrão Ferro (μg/dL) = Aa X [P] Ap COM FATOR: Fator = [P] Ap Ferro (μg/dL) = Aa x fator Exemplo: Aa=0. 44 : 511-516.117 Ferro (μg/dL) = 0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : μg/dL UNIDADES Sistema Internacional : μg/dL ferro x 0. Soros lipêmicos ou hemolisados não são apropriados para esta Técnica. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 500 μg/dL = 89. 94 : 115-119. após.Ann Biol Clin 1986. Guyton. 3.158 µg/dL = 10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Garcic A Clin Chim Acta 1979. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993.7 = 102. ---1. eliminar a acidez com numerosas lavagens com água deionizada (livre de ferro). Interferências Não devem ser utilizados soros hemolisados.28.01 μSiemens.145 µg/dL = 6. 13.9 μmol/L Esses valores são unicamente orientativos.6 . Recomenda-se utilizar um branco da amostra com água destilada se a amostra for fortemente ictérica (Bilirrubina Total > 3 mg/dL).5 μmol/L Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. por 6 horas e. 5 ª edição.120 Ap=0. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.Bioquímica Padrão de Ferro Reativo 2.0 mL ---1.7 F= 100 0.3 μmol/L Mulheres: 37 .12 X 854. Cuidados especiais Limpeza do material: todo material a ser utilizado na técnica deve estar livre de íons ferro.Procedimento Operacional Padrão . Secar o material a no máximo 80ºC em estantes de aço inox ou revestidos de plástico.0 mL 40μL 1. 64 .0 mL Agitar bem e deixar reagir durante 5 minutos a temperatura ambiente.

Ltda – Revisão Maio/2005. Manual de exames – Laboratório H. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 200..Procedimento Operacional Padrão . Pardini – 2002 – 74 FOSFATASE ALCALINA Método Cinético Colorimétrico (DGKC – DEA) 1. Rio de Janeiro. 1997. 2. Qualitymark ed.Bioquímica Ferro CRX – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de afecções ósseas e hepatobiliares. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO 65 . Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.

Vila Verônica . quando expostas a altas temperaturas. liberando o 4-nitrofenol. devido a adicional fração placentária.S. Os níveis mais altos de fosfatase alcalina são encontrados na doença de Paget. Armazenamento e estabilidade das amostras: A fosfatase alcalina em soro ou plasma é estável até 7 dias a 2-8ºC A heparina não interfere como anticoagulante. 08 horas.M.biotecnicaltda. .Brasil. pode ser mais um auxílio na identificação de suas isoenzimas. Mulheres no terceiro trimestre de gravidez podem apresentar aumentos em torno de duas a três vezes do intervalo normal. presente em muitos tecidos. separação e distribuição do material 5. osteoblastos. 66 . medida a 405 nm.com.com. fígado e placenta. túbulo renal.Procedimento Operacional Padrão .08 1. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. 4-Nitrofenilfosfato + H2O ---------------> 4-Nitrofenol + fosfato 4. pelo menos. PRINCÍPIO DO MÉTODO A determinação de fosfatase alcalina é feita através de método cinético com emprego do 4-nitrofenilfosfato de sódio. cloreto de magnésio 0. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Visto elevar-se em metástases do fígado e ósseas. que diminuem lentamente em resposta à terapia por vitamina D. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. podem ser encontrados aumentados moderados. baseado na DGKC.8. Reagente pronto para uso.. com 10 mL FAL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.br Reagente A: Dietanolamina pH 9. A resposta de suas frações. Em osteomalácia. com 40 mL + 1 fr.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Doenças hepáticas e do trato biliar Hipotireoidismo Metástases para fígado e osso Uso de estrogênio.Varginha . esta enzima pode funcionar como marcador tumoral.4646 Site: www. Sua dosagem é de interesse na investigação de doenças hepatobiliares e ósseas associadas com hiperatividade osteoblástica. Sua função precisa no metabolismo ainda não está de todo compreendida e parece estar associada ao transporte lipídico no intestino e processos de calcificação óssea. cuja velocidade de formação. simples ou combinado com androgênio Acromegalia Doença de Paget Hipertireoidismo Raquitismo Mononucleose infecciosa Hiperparatireoidismo Crescimento ósseo fisiológico 3. COMPONENTES DO KIT FOSFATASE ALCALINA Códigos: Registro M. o 4-nitrofenilfosfato de sódio é hidrolisado especificamente pela fosfatase alcalina do soro em pH9. Neste método.Bioquímica A fosfatase alcalina é uma enzima com atividade ótima in vitro em pH próximo de 10. Reagente B:: 4-nitrofenilfosfato 10 mmol/L. Amostras Soro e plasma. particularmente no epitélio intestinal. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise.: 80027310018 BT 11005 – 1 fr.3214.5 mmol/L.G. A forma presente no soro de adultos normais origina-se principalmente do fígado e esqueleto e são acentuadamente dependentes da idade. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.0 mmol/L. é proporcional à atividade da enzima presente.

plasma ou urina. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Em caso de vazamento acidental. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. com cubetas termostatizadas. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não soprar a pipeta utilizada. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Em caso de contato com os olhos ou pele. para a obtenção de resultados exatos. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. 8. eventualmente infectado. 67 . Cronômetro. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. lavar abundantemente com água corrente. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Pipetas automáticas e ponteiras. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. evitando assim a deterioração das enzimas. Seguir com rigor a metodologia proposta. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. código). Não misturar diferentes lotes de reagentes. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. contém soro. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Centrífuga. NÃO CONGELAR. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Evitar contaminações com íons metálicos. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. 9. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 7.Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.Procedimento Operacional Padrão . Conservar entre 2-8ºC. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. lavar o local com água corrente. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. O reagente. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 nm. uma vez usado. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. 6. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.

Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).179 A1 = 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B.266-1.0 mL 20μL Misturar e inserir no porta-cubetas termostatizado a 37ºC. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. 2. 11. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. (A1. A2 e A3 respectivamente).Bioquímica A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.044 x 2757 = 121. Agitar suavemente.266 A3 = 1.290 U/L 180 .225 A2 = 1. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho a temperatura desejada durante uns minutos. calcular a média da variação da absorbância por minuto (ΔA/min): ΔA/min = (A1 – A0) + (A2 – A1) + (A3-A2) 3 A atividade da fosfatase alcalina na amostra é calculada pela multiplicação do ΔA/min pelo seguinte fator: ΔA/min x 2757 = U/L Exemplo: A0 = 1.179) + (1. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.1200 U/L 68 . Aos 60 segundos.044 Fosfatase alcalina (U/L) = 0. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos.01667 = µkat/L Valores de Referência Adultos Crianças 37ºC 100 . Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. Estável 30 dias a 2-8°C. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 0. O enxágüe deve ser exaustivo. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.Procedimento Operacional Padrão . 4. o que poderia causar resultados errôneos. sendo o último. 1. Procedimento manual 1. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 3.3 U/L 12.225 – 1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.312 ΔA/min = (1. Isso evitará contaminação cruzada.266) 3 ΔA/min = 0.225)+ (1. controle (se utilizado) e reagente. com água destilada ou deionizada. 10. 5.312-1. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias.

Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 205. Pardini – 2002 – 76 FÓSFORO . citrato e EDTA interferem. Rio de Janeiro. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação da insuficiência renal.UV Método Molibdato 1. 21: 731 – 748 Fosfatase Alcalina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 69 . Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Klin. Biochem. Clin Chem Clin Biochem 1983. Kubler W. Deutsch Ges fur Lab. Ltda – Revisão Maio/2005. função da paratireóide. Chem Klin. oxalato. É recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.Bioquímica Estes valores são unicamente orientativos.Procedimento Operacional Padrão . Med. J. 8 (21973). A presença de Mg2+ e Zn2+. Symp. D. Qualitymark ed. 8 (1970) 658. produz um aumento nos resultados. fraturas ósseas e em lesões musculares extensas. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.250 = 700U/L. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até ΔA/min: 0. 10 (1972) 182. A hemólise interfere devido a fosfatase alcalina eritrocitária. • • • • • • Interferências: Ácido ascórbico (vitamina C) maior que 400 mg/L Glicose maior que 500 mg/dL Triglicérides maior que 1200 mg/dL Os anticoagulantes fluoreto. Manual de exames – Laboratório H. 13.. 14. 1997. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Z.

SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O fósforo é um importante elemento. PRINCÍPIO DO MÉTODO O fósforo inorgânico presente na amostra reage com o molibdato de amônio. aumento da reabsorção tubular renal e aporte exógeno ou endógeno. Em torno de 85% dos 600g deste elemento (medido como fósforo inorgânico) em adultos está presente no esqueleto. originando o complexo fosfomolibdato. Em torno de 2/3 do fosfato ingerido é absorvido (absorção ativa) principalmente no jejuno e o restante é excretado pelas fezes. Este parâmetro é mais informativo quando efetuado em urina de 24 horas. hormônio da paratireóide. Níveis Aumentados Hiperpareatireoidismo primário Hipervitaminose D Acidose tubular renal Uso de diurético Doença de Paget Defeitos tubulares de reabsorção (síndrome de Fancini) 3. O aumento do fósforo sérico ocorre por diminuição da filtração glomerular. O restante é principalmente combinado com lipídios. em meio ácido. A ação do hormônio da paratireóide (PTH) na sua absorção é provavelmente um efeito indireto do metabolismo da vitamina D. É recomendada a coleta pela manhã devido a relatos de variações diurnas. ácidos nucléicos. função renal. Os níveis séricos de fósforo são inversamente proporcionais aos do cálcio sérico. 70 . O PTH inibe a sua reabsorção tubular renal. A diminuição ocorre por desordens tubulares e aumento das perdas. amplamente distribuído pelo organismo na forma de fosfato orgânico ou inorgânico. devido a sua variação diária. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. carboidratos e incorporados a outras substâncias orgânicas como fosfolipídios.Procedimento Operacional Padrão . hora do dia e dieta. A absorbância é proporcional a quantidade de fósforo inorgânico presente na amostra. na acidez do conteúdo intestinal e também pela ação da vitamina D e hormônio de crescimento (GH). Três órgãos são majoritariamente comprometidos com a homeostasia do fósforo: intestino delgado (absorção). A absorção é aumentada no decréscimo da ingestão de cálcio. 7H3PO4 + 12(Mo7O24)-6 → 7H3PO4(MoO3)12 + 36 O-2 Níveis Diminuidos Hipoparatireoidismo Pseudo-hipoparatireoidismo Osteomalácia 4.Bioquímica 2. proteínas. pelo menos. rins (filtração e reabsorção) e esqueleto (estocagem). 08 horas. que quantifica-se por espectrofotometria à 340 nm. Cerca de 90% do fósforo plasmático é filtrado pelos glomérulos e quase totalmente reabsorvido pelos túbulos. Níveis Aumentados Insuficiência renal Hipoparatireoidismo Pseudo-hipoparatireoidismo Hipervitaminose D Osteoporose Acromegalia Mieloma múltiplo Leucemia mielóide crônica Metástase óssea Hipocalcemia Diabetes mellitus descompensada Desidratação e hipovolemia Exercícios Níveis diminuídos Defeitos tubulares de reabsorção (síndrome de Fanconi) Hiperparatireoidismo primário Hiperparatireoidismo secundário Hipotireoidismo Esteatorréias Osteomalácia Hipovitaminose D Raquitismo Hemodiálise Doença hepática Alimentação parenteral prolongada Antiácidos Diuréticos Alcolismo Tratamento da cetoacidose diabética Fósforo Urinário Fosfato urinário varia com idade. fosfoproteinas e compostos de alta energia envolvidos na integridade celular (estocagem e troca de energia). massa muscular.

Brasil. deve ser acidificada e/ou aquecida até 56 ºC durante 15 minutos até completa redissolução do precipitado. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Multiplicar o resultado obtido por 20. 7.br Reagente: Solução de Molibdato de Amônio 0. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro ou plasma: utilizar soro não hemolisado. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Triton X 0. Conservar entre 2 – 8oC.biotecnicaltda. Procedimento automatizado Indicar nome. Ácido sulfúrico 220 mmol/L. 71 . A amostra de urina deve ser diluída 1:20 com água deionizada ou destilada antes da análise. A amostra de urina não acidificada e que esteve refrigerada.1%.M.3214.com. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Urina: Coletar a urina de 24 horas e acidificar com 15 mL de HCl 37% (concentrado). pode-se obter valores falsamente baixos. Padrão: Solução de fósforo inorgânico (Vide valor da concentração do padrão na etiqueta do frasco) O reagente de fósforo é cáustico e pode produzir queimaduras. Vila Verônica .br / e-mail: sac@biotecnicaltda.Bioquímica Amostras Soro. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Importante: a amostra de urina acidificada não deve ser utilizada para dosagem de creatinina. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 340 nm (335-366).: 80027310033 Códigos: BT 12006 – 1 fr. com 50 mL + 1 fr. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.4646 Site: www.Varginha . Cronômetro Tubos de ensaio. Reagente pronto para uso. Banho de água a 37 °C. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. deve-se lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Na utilizar fluoreto de sódio como anticoagulante. No caso de contato com os olhos.com.S. evitando assim a deterioração das enzimas. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. NÃO CONGELAR. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. com cubetas. 6. plasma (heparina ou EDTA).Procedimento Operacional Padrão . A amostra pode ser conservada por 7 dias à 4oC. Deve-se utilizar os equipamentos de proteção adequados para manipular reagentes cáusticos. 8. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.5 mmoL. plasma ou urina. Pipetas automáticas e ponteiras. . COMPONENTES DO KIT FÓSFORO – UV Registro M.G. separação e distribuição do material 5. Padrão – 2.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. código).

O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. uma vez usado. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Em caso de contato com os olhos ou pele. 3. Procedimento manual 1. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Seguir com rigor a metodologia proposta. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com íons de fósforo. contém soro.. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparo do reagente: Reagente pronto para uso. lavar o local com água corrente. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. controle (se utilizado) e reagente. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. 10.Procedimento Operacional Padrão . Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL Fósforo Abs. Em caso de vazamento acidental. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1000 µL Padrão 10 μL 1000 µL Amostra 10 μL 1000 µL Padrão de fósforo Amostra Reagente o 2. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. plasma ou urina. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. para a obtenção de resultados exatos. Padrão 72 . A cor é estável por 1 hora. eventualmente infectado. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 11. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Homogeneizar.Bioquímica Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. sendo o último. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. o que poderia causar resultados errôneos. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O enxágüe deve ser exaustivo. Isso evitará contaminação cruzada. com água destilada ou deionizada. 9. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. CÁLCULOS Abs. zerando o aparelho com o Branco à 340 nm. O reagente. incubar à 37 C por 5 minutos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. lavar abundantemente com água corrente. Ler a absorbância do Padrão e da Amostra.

alendronato. 14.Bioquímica Onde: Abs. Manual de exames – Laboratório H. Obtendo-se o valor da absorbância da amostra (Aamostra). Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Ltda – Revisão Maio/2005. Qualitymark ed. oxalados. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.. H. desprezar o reativo. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido a ótima reprodutibilidade. Plasmas citratados. lítio e prometazina podem interferir nos resultados. 14. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. Fósforo (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Interferências Valores do branco elevados indicam contaminação.0 – 6. Para amostra hiperlipêmicas ou com conteúdo elevado de Bilirrubina é preferível fazer um branco da amostra adicionando 100 μL de amostra + 3 mL de água destilada. azatioprina. Pardini – 2002 – 77-78 FRUTOSAMINA Método Cinético Colorimétrico 1. – Clin.1000 mg/24 horas Esses valores são unicamente orientativos.84 mmol/L .323 = mmol/L fósforo Valores de referência • Soro. fluoretados ou com EDTA produzem resultados falsamente diminuídos. INDICAÇÃO MÉDICA 73 . Chem. plasma: Adultos: 3. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 15 mg/dL = 4.Procedimento Operacional Padrão . 13. acetazolamida.5 mg/dL Crianças: 4. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 208-209.0 – 4. Rio de Janeiro. 1997. Anticoncepcionais. que pode ser obtida com a metodologia.600 A.5 mg/dL • Urina : 300 . pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. do Padrão . Teste → Absorbância do teste Abs. se os valores forem superiores a 0. isoniazida. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. salbutamol. Fósforo UV – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Yee. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL fósforo x 0. 898 (1968).Y.

os níveis de Frutosamina no sangue são um reflexo direto dos níveis de glicose sanguíneo tendo sua determinação grande utilidade no controle glicêmico de pacientes diabéticos ou de pacientes hipoglicêmicos.Bioquímica Esta dosagem é utilizada na avaliação da basicamente das glicoproteínas do soro. Logo. Potencialmente Infectante.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.Varginha .br Reagente: Tampão Carbonato 200 mmol/L pH 10. 08 horas. Calibrador – 3. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Brasil. num segundo momento. PRINCÍPIO DO MÉTODO Em meio alcalino as frutosaminas (proteínas séricas glicadas) presentes na amostra reduzem o reagente azul de nitrotetrazol formando cor roxo-azulada.M. pelo menos.8 oC.25 mmol/L. Não usar amostras hemolisadas e separar o soro o mais rapidamente o possível.3. Calibrador: Soro liofilizado contendo albumina glicada (Valor da concentração: vide rótulo do frasco de calibrador). NÃO CONGELAR. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Vila Verônica . se transformam irreversivelmente em cetoaminas estáveis (frutosaminas). as quais. A concentração de Frutosamina reflete o índice de variação de glicose durantes as últimas duas a três semanas prévias à coleta da amostra.0 mL 2 fr. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. com 50 mL + 1 fr. 6. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Armazenamento e estabilidade da amostra: Estável 7 dias de 2 a 8 ºC. . Azul de Nitrotetrazol 0. Amostras Soro.: 80027310069 Códigos: BT 10017 – 1 fr.Procedimento Operacional Padrão . Desta forma. Esta reação se dá através da ligação covalente da glicose com resíduos de lisina das proteínas sanguíneas dando origem a bases de Schiff.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.4646 Site: www. A intensidade desta coloração é proporcional a concentração de frutosamina presente na amostra e é então determinada em espectrofotômetro a 520 nm. 4. com 50 mL + 1 fr.3214. separação e distribuição do material 5. Reagente pronto para uso. Conservar entre 2 . a determinação de frutosamina trata-se basicamente da medição destas glicoproteínas no soro. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual 74 . Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Calibrador – 3. COMPONENTES DO KIT FRUTOSAMINA Registro M.com.biotecnicaltda. 7. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.G. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A glicose presente no plasma humano reage com diversas proteínas formando glicoproteínas estáveis sendo a principal delas a albumina. 3.com. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. 2.S.

Utilizar os EPI’s de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico. 9. Procedimento manual 4. As informações de Descarte. controle. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Não misturar diferentes lotes de reagentes. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. código). Em caso de vazamento acidental. 8. Não usar o reagente quando este mostrar-se com sinais de contaminação. lavar abundantemente com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Medir a absorbância a 520 nm (500-550) aos 10 minutos (A1) e aos 15 minutos (A2). fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparo do reagente: Reagente pronto para uso. As amostras a serem analisadas devem ser tratadas como material potencialmente infectante. Procedimento automatizado Indicar nome. CUIDADOS E PRECAUÇÕES • • • • • • • • • • • O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. pele ou mucosa. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. padrão/calibrador e reagente. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 5.Procedimento Operacional Padrão . Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Tubos de ensaio. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Pipetas de vidro e/ou automáticas. 75 . Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais devem ser observados. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. contato com os olhos. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Banho de água a 37 ºC. Relógio ou Cronômetro. Não trocar as tampas dos frascos dos reagentes. Segurança e Primeiros Socorros estão descritas na Ficha Individual de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) deste produto. Homogeneizar e inserir no porta-cubetas termostatizado. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1000 µL Padrão 50 μL 1000 µL Amostra 50 μL 1000 µL Calibrador de Frutosamina Amostra Reagente 4. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico em local próprio para materiais potencialmente infectantes.Bioquímica Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura em 520 nm (500-550) com cubeta termostatizada. a fim de evitar contaminação cruzada. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. 10.

588 0. O.9%).1981. Barry P.9 mmol/L 13. 1987.146 A1A = 0. Chem.5 mmol/L. Hunt M. Chem.R. P. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear de 0. Chem. Ambruster D A.588 Fc = 2. Groth T. Para valores superiores a 8. CÁLCULOS (A2 . 33/10: 1947. realizar nova dosagem e multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. 1985. A multi-rule Shewhart chart quality control in clinical chemistry.630) x 16.37 = 2. 76 .0..734-0.9 a 2. Clin.A1) Calibrador COM FATOR: Fc = Valor do Calibrador (A2 . 1987.79 mmol/L Valor do Calibrador: 2.2 a 8. 14.23 A2C = 0.37 mmol/L 12. Westgard J...23 A2 A = 0. diluir a amostra com NaCl 150 mM (0.. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Clin.Procedimento Operacional Padrão .A1) Calibrador Frutosamina (mmol/L) = (A2 .802 = 2.Bioquímica 11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • • • Baker J R et al. 33/12: 2153. 31/9: 1550-1554. Hurst. Chem..A1) amostra x Fc Exemplo: A1C = 0.734 0. Clin.630 Frutosamina (mmol/L) = (0.A1) amostra x valor Calibrador = mmol/L Frutosamina (A2 ..37 = 16. L.802 . Clin. 27:493-501.5 mmol/L. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mmol/L Valores de referência Soro: 1.

4646 Site: www. COMPONENTES DO KIT γ .com. Diminuição dos valores podem ocorrer no uso de azatioprina. ácido valpróico e contraceptivos. com 10 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. pâncreas e fígado. L−γ−glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida + glicilglicina ⎯⎯→ L-γ−glutamil. A concentração catalítica é determinada a partir da velocidade de formação do 5-amido-2-nitrobenzoato.pH 8.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. separação e distribuição do material 5. .com. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. carbamazepina.S. e no acompanhamento do tratamento de alcólatras.Procedimento Operacional Padrão . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.GLUTAMILTRANSFERASE (GAMA .glicilglicina + 5-amido-2-nitrobenzoato 4. doença obstrutiva da árvore biliar. 3. Reagente B: L-y-Glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida 4mmol/L.: 80027310012 Códigos: BT 11006 – 1 fr. Amostras: Soro ou plasma.GLUTAMILTRANSFERASE (γ . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. doenças obstrutivas da árvore biliar e no monitoramento da administração de algumas drogas.Varginha .G. Reagente pronto para uso. Anticoagulantes contendo citrato. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. É usada na avaliação das colestases hepática. fenobarbital.Glicilglicina 100 mmol/L. nas neoplasias do fígado valores elevados podem ocorrer. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. no uso prolongado de drogas que induzem o sistema microssomal hepático. Plasma (EDTA ou heparina).GT) Método Cinético Colorimétrico 1.br Reagente A:Tampão TRIS 100 mmol/L .M.Brasil. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Esta enzima está presente em numerosos tecidos. Critérios para a rejeição de amostras Evitar amostras com hemólise. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. Conservar entre 2-8 ºC 6.Bioquímica γ . Vila Verônica . fluoreto ou oxalato inibem a atividade da GGT. γ-GT 77 . 2. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. O reativo é estável até a data de validade do Kit. estrógenos e metrovidazol. fenitoína.biotecnicaltda. NÃO CONGELAR.GT) Registro M. A y-Glutamiltransferase em soro é estável pelo menos por 7 dias a 2-8 ºC Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. clofibrato. mas a concentração mais elevada está nos rins. liberando 5-amido-2-nitrobenzoato. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . PRINCÍPIO DO MÉTODO A gama-glutamiltransferase (γ−GT) catalisa a transferência do grupo γ−glutamilo da γ−glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida a glicilglicina. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação das colestases hepáticas. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.3214. com 40 mL + 1 fr. como exemplo.25.

Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Evitar contaminações com íons metálicos. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Centrífuga. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. 8. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 ou 410 nm. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. lavar o local com água corrente. com água destilada ou deionizada. Cronômetro. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Em caso de vazamento acidental. o que poderia causar resultados errôneos. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.Bioquímica 7. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. Não soprar a pipeta utilizada. Em caso de contato com os olhos ou pele. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Não misturar diferentes lotes de reagentes. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Seguir com rigor a metodologia proposta.Procedimento Operacional Padrão . controle (se utilizado) e reagente. contém soro. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. sendo o último. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. eventualmente infectado. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. uma vez usado. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. 78 . 9. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. O reagente. O enxágüe deve ser exaustivo. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. para a obtenção de resultados exatos. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. plasma ou urina. Isso evitará contaminação cruzada. código). em lugar apropriado para material potencialmente infectante. lavar abundantemente com água corrente.

16 A1 = 1.67 = µkat/L Valores de referência Homens Mulheres 37°C 10 – 47 7 – 30 Fator de correlação: 37°C / 30°C – 1’24 37°C / 25°C – 1’68 Estes valores são unicamente orientativos. ΔA/min = (1.Bioquímica 10. Procedimento manual 1. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos.03 x 1158 = 34. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. Pré-incubar o reativo por 5 minutos.18)+(1. 2. calcular a média da variação da absorbância por minuto (ΔA/min). a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. É recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.25-1. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.7 U/L 12. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos.22 A3 = 1.03 γ-GT (U/L)= 0. (A1. 5. Inserir no porta-cubeta termostatizado a 37º C.22 -1.25. 11. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.22) 3 ΔA/min = 0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 U/L.0 mL 100 µL 3. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). ΔA/min = (A1 . 79 . Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min).A0) + (A2 – A1) + (A3 – A2) 3 A atividade de γ-GT na amostra é calculada pela multiplicação do ΔA/min.18-1.Procedimento Operacional Padrão . Estável 6 semanas a 2-8°C. 4.18 A2 = 1. 13. A2 e A3 respectivamente). utilizando –se o seguinte fator Fator (F) = 1158 γ-GT = ΔA/min X F Exemplo: A0 = 1. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. Aos 60 segundos.16)+(1. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. Pipetar: Reativo de Trabalho Amostras 1.

ácido valpróico e contraceptivos. Anticoagulantes contendo citrato. 2051 (1976). Soc. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. γ . Valores de Bilirrubina até 38 mg/dL. J.Procedimento Operacional Padrão . 14. também podem aumentar o valor da GGT. estrogenose metronidazol... 366. carbamazepina. 1997. Invest. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Commitee of the Scand. 22. Falsos Valores baixos: O uso de azatioprina. Pardini – 2002 – 78 80 . – Clin Chem. O uso de fenitoína. Qualitymark ed. 119 (1976). Chem. clofibrato. Lab. fluoreto ou oxalato inibem a atividade da GGT. fenobarbital.Bioquímica Interferências: O etanol e vários fármacos induzem a síntese hepática da y-glutamiltransferase.glutamiltransferase (Gama GT) – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Falsos Valores elevados: Valores de Triglicérides entre 1800 e 3500 mg/dL produzem resultados falsamente elevados. Clin. for Clin. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 215 Manual de exames – Laboratório H. – Scand. Rio de Janeiro. Ltda – Revisão Maio/2005. Hemoglobina até 180 mg/dL e Triglicérides até 1800 mg/dL não produzem interferências significativas. Szasz G. podem causar resultados diminuídos.

dopamina. necrose hepática fulminante) Várias drogas** * Ácido Acetilsalicílico. A intensidade de cor é proporcional à concentração de glicose na amostra. furosemida). em presença de oxigênio. Níveis Elevados Diabetes Hipertireoidismo Feocromocitoma Pancreatite aguda Extresse Várias drogas * Níveis Diminuídos Insulinomas Tumores extrapancreáticos (fibromas. na avaliação de distúrbios do metabolismo de carboidratos. Glicose + O2 + H2O --------------------> Ácido Glucônico + H2O2 peroxidase glicose oxidase 81 . Líquor Níveis Aumentados Hiperglicemia diabética Encefalite epidêmica Glicose sérica aumentada Níveis Diminuídos Hemorragias subaracnóides Meningoencefalites não bacterianas Meningite piogênica aguda Meningite tuberculósica Meningite criptocócica Sífilis neurológica Sarcoidose Tumor primário ou metastático das meninges 3. em parentes em 1º grau de pacientes diabéticos. ** Bloqueadores pela adrenérgicos. produzindo peróxido de hidrogênio. em presença de 4-amino-antipirina. etanol. adrenalina. corticóide. anticonvulsivantes. Esta faixa etária e freqüência de investigação devem ser reconsideradas nos obesos (índice de massa corpórea > 27 Kg/m2). A avaliação laboratorial deve ser considerada em todos os indivíduos acima de 45 anos de idade. hipoglicemias e na avaliação da secreção inapropriada de insulina. indometacina. Glicose. 2. etc. com o objetivo de desacelerar a progressão da doença e o aparecimento de suas complicações tardias. estrogênios. pacientes hipertensos e naqueles com níveis baixos de HDL-Colesterol (<35 mg/dL) e /ou elevados de triglicerídeos (250 mg/dL). rifampicina. acetaminofen. ácido ascórbico. sarcomas. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Útil no estabelecimento do diagnóstico e monitoração terapêutica do diabetes mellitus. contraceptivos orais. atropina. que apresenta um máximo de absorção em 500 nm. etc. tiabendazol. levodopa. em etnias de alto risco. diuréticos (tiazídicos.Bioquímica GLICOSE Método Enzimático Colorimétrico 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação do controle de produção. consumo e armazenamento da glicose no organismo. desidratações. clortalidona. A reformulação dos critérios diagnósticos do diabetes mellitus pela American Diabetes Association (ADA) visou sua precocidade diagnóstica. anti-histamínicos. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do fenol pelo peróxido de hidrogênio formado. em mães de bebês macrossômicos ou que desenvolveram Diabetes Mellitus Gestacional (DMG). inibidora da MAO. carbonato de lítio. hepatomas. esteróides anabólicos. mesoteliomas) Insuficiência adrenal (doença de Addison) Hipotireoidismo Hipopituitarismo Hiperinsulinismo Pancreatite crônica Desnutrição síndrome de máabsorção Alcoolismo Dano hepático (insuficiência cardíaca severa. PRINCÍPIO DO MÉTODO A enzima glicose oxidase catalisa a oxidação da glicose existente na amostra. ácido etacrínico. no diagnóstico diferencial das acidoses metabólicas.Procedimento Operacional Padrão . produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina).

Outra forma de se evitar este problema é a coleta de uma fração do líquido em fluoreto. CONTROLE DE QUALIDADE 82 . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.0 mL BT 10008 – 4 fr. Padrão: Solução de Glicose (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Conservar entre 2 . Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro límpido.G.0. por centrifugação.42 mmol/L .0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.Bioquímica 2H2O2 + 4-Aminoantipirina + Fenol --------------> Quinonimina + 4 H2O 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Glicemia de jejum: recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. Procedimento automatizado Indicar nome. para evitar a glicólise (falso baixo) ou plasma obtido com anticoagulante fluoretado. O reativo é estável até a data de validade do Kit. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. COMPONENTES DO KIT GLICOSE Códigos: Registro M. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.3 mmol/L. Cronômetro Tubos de ensaio. Vila Verônica . Tel/Fax: 0 (XX) 35 . 8. com 250 mL + 1 fr. 6.com.com. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.pH 7. Padrão com 2. Pipetas automáticas e ponteiras. 4-Aminoantipirina 0.Procedimento Operacional Padrão . Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. . obtido no máximo duas horas após a coleta. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 505 nm (490-510).4646 Site: www.8ºC.S. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. POD-Peroxidase > 1200 U/L. Padrão com 2.M.br Reagente: Tampão fosfato 182.: 80027310031 BT 10008 – 1 fr com 250 mL + 1 fr. leucócitos e outras células) deve ser feita de forma imediata. Banho de água a 37 °C. separação e distribuição do material 5. Amostras Soro.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Observações para todas as amostras: a separação da parte fluida dos elementos figurados (hemácias.biotecnicaltda. evitando assim a deterioração das enzimas. Critérios para a rejeição de amostras Presença de coágulo. com cubetas.Brasil. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.Varginha . Fenol 10 mmol/L. 7. GOD-Glicose oxidase > 15000 U/L. para que não haja consumo do analíto.3214.

CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 505 nm. Isso evitará contaminação cruzada. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. com água destilada ou deionizada. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1.0 mL Amostra 10 µL 1. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. eventualmente infectado. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. sendo o último. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Deixar o Reagente durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em banho de água. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. contém soro.Procedimento Operacional Padrão . Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 4. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Agitar bem e incubar os tubos durante 10 minutos a 37ºC ou durante 15 minutos a temperatura ambiente 25ºC. para a obtenção de resultados exatos. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. uma vez usado.Bioquímica Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).0 mL Padrão 10 µL 1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. A cor é estável durante pelo menos 1 hora. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. 2. o que poderia causar resultados errôneos. lavar o local com água corrente. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. O reagente. Procedimento manual 1. Em caso de vazamento acidental. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. 9. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 83 . plasma ou urina. Seguir com rigor a metodologia proposta. O enxágüe deve ser exaustivo. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. 10.0 mL Padrão de glicose Amostra Reagente 3. Em caso de contato com os olhos ou pele. lavar abundantemente com água corrente. código). controle (se utilizado) e reagente.

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
11. CÁLCULOS Abs. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL Glicose Abs. Padrão Onde: Abs. Teste → Absorbância do teste Abs. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco)

Devido a ótima reprodutibilidade, que pode ser obtida com a metodologia, pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. do Padrão . Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco.

Glicose (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL

UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL glicose x 0,0555 = mmol/L glicose
Valores de referência Soro ou plasma: 70 a 110 mg/dL Líquor: 40 a 75 mg/dL, (2/3 da glicemia) Esses valores são unicamente orientativos. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 13. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: Até 400 mg/dL = 22 mmol/L Para valores superiores, diluir a amostra 1:2 ou 1:4 com NaCl 0,85%, repetir a dosagem e multiplicar o resultado pelo fator de diluição. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade, diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Interferências: O ácido ascórbico (5 mg/dL), a hemoglobina (0,2 g/dL) e a bilirrubina (40 mg/dL) não interferem. A lipemia moderada não afeta os resultados. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Trinder R. - Ann Clin Biochem 1969; 6:24. Henry, R. J. Cannon, D.C. Winkelman, J. – Clinical Chemistry Principles and Techniques, 2 ed. Harper and Row Publishers Inc. N.Y.; p. 1288 (1974). Glicose – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Ltda – Revisão Maio/2005. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação, Qualitymark ed., Rio de Janeiro, 1997. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 231-233 Manual de exames – Laboratório H. Pardini – 2002 – 81-82

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
MAGNÉSIO MONO
Método colorimétrico MAGON SULFONADO 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada como auxílio na detecção de hipoparatireoidismo, hiperaldosteronismo e hipertireoidismo. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Magnésio Sérico É o quarto mais abundante cátion no organismo humano. Atua como um c-fator essencial para enzimas ligadas à respiração celular, glicólise e transporte (através da membrana) de outros cátions (cálcio e sódio). O magnésio é essencial para a preservação da estrutura molecular de DNA, RNA e ribossomas. Um terço do magnésio sérico é ligado à proteína, principalmente à albumina; os outros 2/3 existem predominantemente como íon livre e um pequeno percentual como complexo de ânions. O magnésio ingerido é absorvido no intestino delgado e excretado na urina. O processo de absorção parece ser de controle deficiente, sendo afetado por síndromes de má-absorção, com sua homeostase exercida basicamente pela excreção renal (a qual é regulada pela reabsorção tubular). Diminuições do magnésio são mais significativas e frequentes que o excesso, e sintomas dessa depleção não ocorrem em níveis séricos até 1,0 mEq/L. Severas diminuições estão ligadas à função neuromuscular como tetania, convulsão, fraqueza, irritabilidade e delírio. Níveis baixos de magnésio, após um infarto do miocárdio, podem indicar um mau prognóstico.

Níveis aumentados Uso de sais de magnésio Antiácidos e laxantes Doença de Addison Desidratação grave Insuficiência renal Acidose diabética Hipertireoidismo Hipercalcemia Níveis diminuídos Associados com hipocalemia e hipocalcemia Alcoolismo crônico Pancreatite aguda Má-absorção Lactação excessiva Diálise Diarréia grave Diabetes mellitus Terapia diurética Dietas pobres em magnésio Hiperaldosteronismo primário Má-nutrição Nefropatias tubulares Hiperparatireoidismo Hiperaldosteronismo

Magnésio Urinário A excreção do magnésio está intimamente ligada à dieta. Sua análise tem sido utilizada antes e após administração terapêutica de magnésio.

Níveis Aumentados Álcool Diuréticos Síndrome de Bartter Glomerulonefrite crônica Aldosteronismo 85

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
Terapia com drogas (ciclosporina, diuréticos tiazídicos, corticosteróides) Níveis Diminuídos Dieta pobre Má-absorção Hipoparatireoidismo Decréscimo da função renal
3. PRINCÍPIO DO MÉTODO O magnésio presente na amostra reage com azul de xilidina II (Magon Sulfonado) em meio alcalino formando um complexo intensamente corado com máximo de absorção em 510 nm. O desenvolvimento de um monoreagente líquido estável, sem solventes orgânicos voláteis, torna o método especialmente adaptável a analisadores automáticos. 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, plasma e urina. Armazenamento e estabilidade das amostras: o Soro ou plasma obtido com heparina. Sob refrigeração o magnésio é estável por 15 dias entre 2-8 C. Urina e líquido céfalo-raquidiano. Dosagem na urina: efetuar a homogeneização prévia de todo o material, tomar uma amostra de cerca de 5 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. Tal procedimento transforma todos os sais de magnésio presentes na urina em sais solúveis. Diluir a urina 1:5 (1,0 mL de urina + 4,0 mL de água destilada ou deionizada). Proceder a seguir como descrito para o soro. Multiplicar o resultado obtido por 5. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise, mesmo discreta. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT MAGNÉSIO Códigos: Registro M.S.: 80027310015 BT 12007 – 1 fr com 50 mL. + 1 fr Padrão – 2,0 mL

BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil. Tel/Fax: 0 (XX) 35 - 3214.4646 Site: www.biotecnicaltda.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.br Reagente: Carbonato de potássio 120 mM, EGTA 40 mM, Magon sulfonado (xilidil blue) 0,1 mM e azida sódica 18,5 mM. Padrão: Solução aquosa de íons Magnésio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 15 e 30º C. 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 e 30º C. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 510 nm, com cubetas. Banho de água a 37 °C.

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usar bastante água. Seguir com rigor a metodologia proposta. 2. código). Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. lavar abundantemente com água corrente. uma vez usado. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Os reagentes devem estar a temperatura ambiente. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Procedimento manual 1. 10. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Reativo pronto para uso.Bioquímica Pipetas automáticas e ponteiras. lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. Em caso de contato com os olhos ou pele. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O reagente. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. o que poderia causar resultados errôneos. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. O enxágüe deve ser exaustivo. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Pipetar em tubos de ensaio: 87 . O reagente contém azida sódica que é tóxica. Em caso de vazamento acidental. controle (se utilizado) e reagente. Procedimento automatizado Indicar nome. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. plasma ou urina. 9.Procedimento Operacional Padrão . Isso evitará contaminação cruzada. 8. tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos. contém soro. eventualmente infectado. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. com água destilada ou deionizada. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Cronômetro Tubos de ensaio. sendo o último. pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. lavar o local com água corrente. para a obtenção de resultados exatos. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. No descarte do reagente. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. portanto.

Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.9 – 2. – Clin Chem.0 mL Padrão 10 μL 1. 17:662. 520-522 (1982) F= 2 = 10. 4. Agitar bem e deixar os tubos durante 2 minutos à temperatura ambiente. Gindler EM. Heth DA. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.5 = 1.175 x 10. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.0 mL Padrão Amostra Reagente 3. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Chauman UPS. Não utilizar amostras hemolisadas. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Ler a absorbância (Ap) do Padrão e da Amostra(Aa) frente ao Branco a 510 nm.0 mg/dL 12. 31/3. 11.5 0. hemólises mesmo discretas interferem significativamente. Anal Biochem 1969. CÁLCULOS Aa x Valor padrão = mg/dL Magnésio Ap Onde Aa → Absorbância da Amostra Ap → Absorbância do Padrão Padrão → Valor da Concentração do Padrão Urina (mg/24horas) = Magnésio Urina (mg/dL) x volume de 24 h em mL 100 Com Fator: F = Valor padrão Ap Magnésio (mg/dL) = Aa x F Exemplo: Aa = 0.5 – 3. ácido ascórbico. Clin Chem 1971. 32:70. Interferências Hiperlipemia. 14. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com íons magnésio.175 Ap = 0. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear até 4. mesmo em elevadas concentrações (acima de 26 mg/dL) e bilirrubina (até 20 mg/dL) não interferem. 13. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.0 mL Amostra 10 μL 1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).191 Magnésio(mg/dL) = 0. Devido ao alto conteúdo intracelular de megnésio. Maxwell et al. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL magnésio x 0.Procedimento Operacional Padrão .191 Valor Padrão = 2.Bioquímica Branco 1.5 mg/dL Esses valores são unicamente orientativos.41 = mmol/L magnésio Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: 1. Ray Sarkar BC.5 mg/dL Para amostras de Urina/24 h: 48 – 152 mg/24h Liquido Céfalo Raquidiano: 2.5 mmol/L.8 mg/dL 88 .

Ltda – Revisão Maio/2005. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 324-325 Manual de exames – Laboratório H. Pardini – 2002 – 87 89 . 1997.Procedimento Operacional Padrão .Bioquímica Magnésio .Magon – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.. Qualitymark ed. Rio de Janeiro.

desnutrição grave. nefrose. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. macroglobulinemia. linfogranuloma e endocardite bacteriana sub-aguda. O nível de proteínas séricas é basicamente um reflexo de sínteses hepáticas ou de perda de proteínas devido a enfermidade renal. COMPONENTES DO KIT PROTEÍNAS TOTAIS Códigos: Registro M. 90 . Reagente pronto para uso.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão . iodeto de potássio 15 mM. tartarato de sódio e potássio 15 mM. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. .3214. queimaduras graves. sarcoidose.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. porque a alteração em uma das frações pode ser compensada por alteração oposta de outra fração. PRINCÍPIO DO MÉTODO A proteína presente na amostra reage com os íons cobre (II) em meio alcalino. desnutrição severa. que aumenta a reabsorção de sódio e água levando a edema. deficiência de cálcio e vitamina D. Amostras Soro e plasma. A eliminação excessiva de proteínas pelos rins ou a diminuição da síntese hepática provoca uma diminuição na pressão coloidosmótica do plasma.Procedimento Operacional Padrão . queimaduras graves e hemodiluição.Brasil.S.com. cuja absorbância em 550 nm é proporcional à concentração protéica da amostra. Valores Diminuídos A concentração de proteína total do soro está diminuída na hiperhidratação. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades hepáticas e renais. em que há diminuição de albumina com aumento de gamaglobulina. pelo menos. Padrão: Solução de Albumina bovina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). 08 horas. síndrome de má absorção. artrite reumatóide.2. crioglobulinemia.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.: 80027310030 BT 10.Bioquímica PROTEÍNA TOTAL Método Colorimétrico 1. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . 2. insuficiência renal. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.biotecnicaltda. 3. 4. como ocorre nas doenças crônicas. 6. separação e distribuição do material 5.4646 Site: www.009 . Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro e plasma heparinizado. originando um complexo de cor violácea. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de.G.M.Varginha . mieloma múltiplo. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A dosagem isolada da proteína total tem pouco valor clínico. hidróxido de sódio 140 mM. lupus eritematoso. Estável 8 dias à 2-8º C. Valores Aumentados A concentração de proteína total do soro está comumente aumentada em pacientes com desidratação. Vila Verônica . infecções crônicas.com.br Reagente: Sulfato de cobre 10 mM. Conservar entre 15-30 ºC.

O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Cronômetro Tubos de ensaio. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. o que poderia causar resultados errôneos. código). sendo o último. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. contém soro. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Isso evitará contaminação cruzada. com cubetas. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 9. controle (se utilizado) e reagente. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Em caso de vazamento acidental. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.Bioquímica Manter ao abrigo da luz. uma vez usado. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. com água destilada ou deionizada. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. O reagente. eventualmente infectado. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. plasma ou urina. lavar o local com água corrente. lavar abundantemente com água corrente. 8. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. para a obtenção de resultados exatos. Banho de água a 37 °C. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. O enxágüe deve ser exaustivo. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Procedimento automatizado Indicar nome. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 545 nm (535-555).Procedimento Operacional Padrão . Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. O reativo é estável até a data de validade do Kit. 91 . CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Seguir com rigor a metodologia proposta. Em caso de contato com os olhos ou pele. Pipetas automáticas e ponteiras. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.

04 g/dL Globulina = Proteína Total . Pipetar em tubos de ensaio: Branco 10 μL 1.0 mL Padrão 10 μL 1. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.3 g/dL Estes valores são unicamente orientativos.25 Concentração do padrão = 5 g/dL Proteína (g/dL) = 0.0 mL Água destilada Padrão Proteína Amostra Reagente 2. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.0 mL Amostra 10 μL 1. fornecem valores elevados. O soro deve ser obtido o mais breve possível. A padrão = Absorbância do padrão. 11. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear até 12 g/dL.0 = 20 0.25 Proteína (g/dL) = 7. 13. A amostra = Absorbância da amostra.Albumina 12.352 A padrão = 0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: g/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): g/L = g/dL x 10 Valores de referência Valores Normais Soro : 6. Agitar bem e deixar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. Interferências Interferências: a hemoglobina (0. 92 . 3.Procedimento Operacional Padrão . As amostras de soro hemolisado ou contendo expansores plasmáticos (Dextram. A cor é estável durante pelo menos 2 horas. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco à 545 nm. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Hemacel ou PVP). Com fator Fator de calibração (FC) = concentração do padrão A do padrão Exemplo: A amostra = 0.8 – 8.352 x 20 FC= 5. CÁLCULOS A Amostra X Valor da concentração do padrão = g/dL proteína A Calibrador onde.5 – 8. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).Bioquímica 10.2 g/L) e a bilirrubina (15 mg/dL) interferem.0 g/dL Plasma: 6.

No inverno. Rio de Janeiro. a concentração de proteína total é maior que no verão. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Bardawill CS. Henry. em geral. C. S Anal Chem 29/10: 1491 (1957). Acta 31/1:87 (1971). Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 398-400 Manual de exames – Laboratório H.Procedimento Operacional Padrão . B.Bioquímica Soros fortemente lipêmicos podem causar turvação. Proteína Total – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 1997. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Gornall AG. A concentração de proteína total aumenta com o passar do dia. Vários íons de amônio interferem no teste pela formação de complexo cúprico amônio. & Berkman. Chim. WA & Biggs. H. Doumas.. Qualitymark ed. J Biol Chem 1949. Ltda – Revisão Maio/2005. 177:751. Pardini – 2002 – 90-91 93 . R. 14. T: Watson. David MM.G Clin.: Sobel.

formando um complexo colorido.Brasil. normalmente o glomérulo evita a passagem das mesmas do sangue para o filtrado glomerular. Ácido succínico 0.biotecnicaltda. SDS 0.Varginha .04 mmol/L. A presença persistente de proteína na urina indica enfermidade renal. em associação a outros achados.Utilizar o sobrenadante para proceder o ensaio. medir o volume e separar uma amostra de cerca de 20 mL.Bioquímica PROTEÍNA URINÁRIA Método Colorimétrico 1.5. Dessa forma.05 Mol/L.1mmol/L. 4. 2.com. Armazenamento e estabilidade das amostras: Urina . PRINCÍPIO DO MÉTODO A proteína presente na amostra reage com o vermelho de pirogalol e o molibdato.Centrifugar por 10 minutos a 3000 rpm. Padrão: Solução de Albumina (valor de padrão: vide rótulo do frasco). Conservar entre 2 . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Amostras Urina e Líquor.G.2.35 mmol/L. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação renais.: 80027310128 BT 10. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A proteinúria é um marcador de doença renal e constitui um fator de risco independente para a sua progressão.S. separação e distribuição do material 5.br Reagente: Vermelho de pirogalol 0. Líquor: Utilizar amostra centrifugada. A urina de pessoas saudáveis não contém proteínas ou contém somente em pequenas quantidades. Concentrações elevadas de proteínas no líquido cefalorraquidiano (Líquor) podem ser devidas a infecções ou à pressão intracraniana elevada. A sua presença e a determinação do seu grau podem. . em meio ácido.3214. Molibdato de sódio 0.009 . pH 2. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Utilizar amostra colhida no período de 24 horas. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Reagente pronto para uso. .0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.com.Procedimento Operacional Padrão . A intensidade da cor formada é proporcional à concentração protéica da amostra. Aumentos ou decréscimos no valor de proteinúria são importantes marcadores do prognóstico renal do paciente.13 mmol/L. ajudar a estabelecer o diagnóstico de certas síndromes ou entidades patológicas cujos achados renais são conhecidos.4646 Site: www. Alterações glomerulares causam o aumento da permeabilidade das proteínas plasmáticas o que ocasiona a proteinúria. Vila Verônica . O diagnóstico clínico deve ser realizado levando-se em conta todos os dados clínicos e de laboratório.M. .br / e-mail: sac@biotecnicaltda.Homogeneizar a urina. . Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Benzoato de sódio 0. COMPONENTES DO KIT PROTEÍNAS URINÁRIA Códigos: Registro M. Oxalato de sódio 1 mmol/L. em pacientes com doença renal a pesquisa de proteinúria constitui um elemento importante no diagnóstico e no acompanhamento. não havendo necessidade de adicionar conservantes. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . 94 .8 ºC.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão . 3.

A data de validade aparece no rótulo da embalagem. padrão/calibrador e reagente. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. controle. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes 2 a 8 ºC. O reativo é estável até a data de validade do Kit. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 10. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura em 598 nm com cubetas termostatizada. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Segurança e Primeiros Socorros estão descritas na Ficha Individual de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) deste produto. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Pipetas de vidro e/ou automáticas.Bioquímica 6. As informações de Descarte. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.Procedimento Operacional Padrão . Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. 8. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. Relógio ou Cronômetro. Manter ao abrigo da luz. As amostras a serem analisadas (urina ou líquor) devem ser tratadas como material potencialmente infectante. lavar abundantemente com água corrente. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não trocar as tampas dos frascos dos reagentes. contato com os olhos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos devem ser observados. a fim de evitar contaminação cruzada. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 9. código). CUIDADOS E PRECAUÇÕES • • • • • • • • • • • O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Em caso de vazamento acidental. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico em local próprio para materiais potencialmente infectantes. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. pele ou mucosa. Procedimento automatizado Indicar nome. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Não usar o reagente quando este mostrar-se com sinais de contaminação. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso 95 . Utilizar os EPI’s de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico. Tubos de ensaio.

3. 13.0 mL 1.025 A padrão = 0. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Para valores superiores. Medir a absorbância do Padrão (Ap) e da Amostra (Aa) frente ao Branco a 600 nm. Pipetar em tubos de ensaio: BRANCO PADRÃO Padrão --20 μL Amostra ----Reagente 1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: g/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): g/L = Proteinúria (mg/L) x 0.(L) urina 24h = mg proteínas/24h A Padrão Líquor (LCR): A Amostra X concentração do padrão = mg/L proteínas A Padrão onde.001 Valores Normais CRIANÇAS 300 .133 Concentração do padrão = 1000 mg/L Volume urinário 24h = 1.133 Proteína (mg/24h) = 0.025 x 1. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A linearidade da reação é de 3000 mg/L. A padrão = Absorbância do padrão. Com fator Fator de calibração (FC) = concentração do padrão A Padrão Exemplo: A amostra = 0.Bioquímica Procedimento manual 1. A cor é estável durante 30 minutos. Homogeneizar manter os tubos durante 5 a 37 ºC. CÁLCULOS Urina de 24horas: A Amostra X concentração do padrão X vol.Procedimento Operacional Padrão . Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.450 mg/L GESTANTES < 150 mg/24h Líquor Urina ADULTOS E CRIANÇAS < 100 mg/24h Estes valores são unicamente orientativos.1000 mg/L ADULTOS 150 . 11.0 mL AMOSTRA --20 μL 1. diluir a amostra com água deionizada ou destilada.2L FC = 1000 = 7519 0. realizar nova dosagem e multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. 96 .2 x 7519 Proteína Urinária = 226 mg/24 h 12.0 mL 2. A amostra = Absorbância da amostra.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • Watanabe... 3rd ed. L. 13161324 and 418. Oshawa.. Mosby Co. Kamei. • Burtis A et al. 27: 493-501. An Improved Pyrogallol Red-Molybdate Method for Determing Total Urinary Protein..V. • Orsonneau JL et al. O. AACC 1995. Tests. • Westgard J. Yamanaka. Chem. Tietz Testbook of Clinical Chemistry. 35:2233-22236.. • Koller A. AACC Press. 1995. Clin. Groth T. A multi-rule Shewhart chart quality control in clinical chemistry.1%) e Triton X100 (1%) também interferem na reação. Barry P. Effects of disease on Clinical Lab. AACC 1999. 3rd ed. Effects of drugs on Clinical Lab. M. A. 1981. St Louis. N. Clin Chem The C.. Total serum protein. • Young DS. 4th ed. S. AACC Press. Al. A presença de detergentes (surfactantes) na amostra ou seus resíduos em materiais e/ou equipamentos de laboratório interferem com a reação. Tests.. • Tietz N W et al..Procedimento Operacional Padrão . A presença de Lauril sulfato de sódio (0. Princeton 1984. 2001. Clinical Guide to Laboratory tests. • Young DS. 97 . S. 4th ed. Hunt M. Ohkubo. Toronto. Clin Chem 1989.Bioquímica Interferências Interferências: hemólise (LCR). 14. Chem. Clin. R. 32: 1551 (1986). Kaplan A et.

pancreatite aguda.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. anemias hemolíticas. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Transaminase Oxalacética – TGO (sinonímia. cirrose hepática. hipotireoidismo. separação e distribuição do material 5. 2-Oxoglutarato: 12mmol. queimaduras severas. rim e cérebro. A concentração catalítica se determina.. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado.: 80027310017 BT 11007 – 1 fr com 40 mL R-A + 1 fr. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.S. Reagente pronto para uso.). com 200 mL R-A + 1 fr. com 50 mL R-B BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.br Reagente A: Tampão Tris 80 mmol . INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de hepatites agudas e é um bom indicador no diagnóstico de infarto agudo do miocárdio. Níveis aumentados também são encontrados em necrose hepática. icterícia obstrutiva.Brasil.Procedimento Operacional Padrão . medido à 340 nm. mononucleose. dermatomiosites.M. com 10 mL R-B BT 11007 – 1 fr. cateterização e angioplastia cardíaca.pH 7. Reagente B: Malato desidrogenase 0. Inúmeras drogas comumente usadas podem elevar os níveis de AST (isoniazida.G. MDH . LDH . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. Pequenas elevações são observadas durante a gravidez. fígado. . Níveis elevados dessa enzima auxiliam no diagnóstico de doenças cardíacas. Aspartato Aminotransferase (AST)). Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. plasma (EDTA ou heparina). a partir da velocidade de desaparecimento do NADH. é uma enzima encontrada no miocárdio.com.Bioquímica TGO / AST Método Cinético . AST L-Aspartato + 2-Oxoglutarato -----------> Oxaloacetato + L-Glutamato Oxalacetato + NADH + H+ ------------> Malato + NAD+ LDH MDH Piruvato endógeno + NADH ------------> L. atingindo um pico em 24 horas e retornando ao normal por volta do quinto dia. A atividade dessa enzima no infarto do miocárdio eleva-se dentro das primeiras 12 horas. L-aspartato 240 mmol.18 mmol. lesões da musculatura esquelética. A atividade enzimática é estável por 4 dias entre 2 – 8°C.biotecnicaltda. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . sendo usada na monitoração de terapias que utilizam drogas hepatotóxicas.UV 1. 2.lactato desidrogenase > 1200 U/L. eritromicina. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. 98 .3214. progesterona. esteróides anabólicos etc. formando oxalacetato e glutamato.Varginha .malato desidrogenase > 600 U/L. Amostra Soro ou plasma. trauma e necrose cerebral. 3. musculatura esquelética.com. hepatites. Vila Verônica .4646 Site: www. COMPONENTES DO KIT TGO / AST Códigos: Registro M. PRINCÍPIO DO MÉTODO O Aspartato aminotransferase (AST ou GOT) catalisa a transferência do grupo amino do aspartato a 2-oxo-glutarato.8. empregando a reação acoplada de malato desidrogenase (MDH).Lactato + NAD 4. hepáticas e musculares. distrofias musculares.

Em caso de vazamento acidental. Evitar contaminações com íons metálicos. O reativo é estável até a data de validade do Kit. eventualmente infectado. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Conservar entre 2-8 ºC 6. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 99 . CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 340 nm. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. 7. Cronômetro. contém soro. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Seguir com rigor a metodologia proposta. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Não misturar diferentes lotes de reagentes. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. O reagente. código). pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. NÃO CONGELAR. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. 8. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Em caso de contato com os olhos ou pele. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. plasma ou urina. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. lavar abundantemente com água corrente. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Não soprar a pipeta utilizada. lavar o local com água corrente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. uma vez usado. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. para a obtenção de resultados exatos. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Centrífuga. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. 9. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.Procedimento Operacional Padrão .

= 0. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. O enxágüe deve ser exaustivo.Bioquímica A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.039 TGO (U/L) = 0. Isso evitará contaminação cruzada. Procedimento manual 1.189 A3= 1. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias.800 a 340 nm.228 – 1. sendo o último. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. A2 e A3 respectivamente). controle (se utilizado) e reagente. (A1.Procedimento Operacional Padrão . Acionar o cronômetro.).152) 3 ∆A/min. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 3. com água destilada ou deionizada. 11.268 A1= 1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. calcular a média da variação da absorbância por minuto (∆A/min. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. 5. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min).= (1. 10. (∆A/min. 4.268 – 1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Estável 2 semanas a 2-8°C.189 – 1. Descartar o reativo de trabalho quando a leitura da absorbância contra água for < 0. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho durante 5 minutos. Proteger o reativo de trabalho da luz.228 A2= 1. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.228) + (1. Aos 60 segundos.189) + (1.039 x 1746 = 67. 37oC 1000 μL 100 μL Misturar e inserir nas porta-cubetas termostatizadas. à 37ºC.) = (A0 – A1) + (A1 – A2) + (A2 – A3) 3 A atividade da TGO na amostra é calculada pela multiplicação do ∆A/minuto pelo seguinte fator: Fator (37ºC) Exemplo: Temperatura = 37ºC A0= 1. 2.67 x 10–9 Kat/L = µkat/L Valores Normais: 1746 100 .5 U/L 12. o que poderia causar resultados errôneos. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos.152 ∆A/min.

Qualitymark ed. Falsos valores baixos: Salicilatos (aspirina) 14. 1997. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Alopurinol. Anfotericina B. Anticoncepcionais orais. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Interferências: Falsos valores elevados: Acetaminofem. Rio de Janeiro. Corticoesteróides.Bioquímica 37ºC até 37 U/L até 31 U/L HOMENS MULHERES Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Barbiturados. Fenotiazinas.. Chem. 21. et al. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • • • • • Karmen A. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Colchicina. 5 (1975) TGO – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até: ΔA/min de 0. 34. Metildopa. el al. 126 (1955) Young D. 13. Narcóticos. Invest.250 = 440 U/L. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 455 Manual de exames – Laboratório H. Ltda – Revisão Maio/2005.S.Procedimento Operacional Padrão . Pardini – 2002 – 93 101 . – Clin. – J. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Clin.

Lactato + NAD+ LDH 4. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. a partir da velocidade de desaparecimento do NADH. PRINCÍPIO DO MÉTODO A Alanina Aminotransferase (ALT ou GPT) catalisa a transferência do grupo amino da alanina a 2-oxoglutarato. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. plasma (EDTA ou heparina).lactato desidrogenase > 1200 U/L.biotecnicaltda. Vila Verônica . com 200 mL R-A + 1 fr.5. doença pancreática.3214.com. Reagente pronto para uso. tóxicas e cirrose. a ALT é mais sensível para detecção de danos do hepatócito do que para obstrução biliar. L-alanina 500 mmol. é uma enzima intracelular presente em grandes quantidades no fígado e rim. Amostra: Soro ou plasma. separação e distribuição do material 5.Bioquímica TGP / ALT Método Cinético . LDH . Entretanto.S. Reagente B: Malato desidrogenase 0.malato desidrogenase > 600 U/L. e pequenas quantidades na musculatura esquelética e coração.Varginha .UV 1. 3.Brasil. .alanina + 2-Oxoglutarato -----------> Piruvato + L-Glutamato Piruvato + NADH ------------> D . empregando a reação acoplada de lactato desidrogenase (LDH). Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. insuficiência cardíaca ou choque com necrose hepática concomitante pode levar a elevações de seus níveis.com. sendo considerada um excelente marcador hepatocelular. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Transaminase Pirúvica – TGP (sinonímia: Alanina Aminotransferase (ALT). INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de pacientes com lesões hepáticas virais. MDH . formando piruvato e glutamato. com 10 mL R-B BT 11008 – 1 fr.G. Níveis elevados são encontrados na hepatite infecciosa e tóxica. 2-Oxoglutarato: 15mM.pH 7.br Reagente A: Tampão Tris 100 mmol . cirrose. COMPONENTES DO KIT TGP / ALT Códigos: Registro M.M.: 80027310019 BT 11008 – 1 fr com 40 mL R-A + 1 fr. A concentração catalítica se determina. 102 . Tel/Fax: 0 (XX) 35 . medido à 340 nm. 2. Como teste de função hepática.18 mM. A atividade enzimática é estável por 4 dias entre 2 – 8°C e 2 semanas. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. LDH Piruvato endógeno + NADH -----------> L-Lactato + NAD ALT L . icterícia obstrutiva e carcinoma metastático. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Procedimento Operacional Padrão . Em pacientes com infarto do miocárdio a ALT geralmente está normal ou ligeiramente elevada.4646 Site: www. com 50 mL R-B BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.

Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. com água destilada ou deionizada. Não misturar diferentes lotes de reagentes. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente 103 . O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. NÃO CONGELAR. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. O reativo é estável até a data de validade do Kit. plasma ou urina. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. para a obtenção de resultados exatos. lavar o local com água corrente. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Evitar contaminações com íons metálicos. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Cronômetro. uma vez usado. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. 7. lavar abundantemente com água corrente. código). A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Centrífuga. Em caso de contato com os olhos ou pele. 8. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.Procedimento Operacional Padrão . contém soro. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. sendo o último. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. eventualmente infectado. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 340 nm. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. O enxágüe deve ser exaustivo. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Seguir com rigor a metodologia proposta. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.Bioquímica Conservar entre 2-8 ºC 6. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 9. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Em caso de vazamento acidental. Não soprar a pipeta utilizada. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. O reagente. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor.

calcular a média da variação da absorbância por minuto (∆A/min.Procedimento Operacional Padrão . Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 8. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos.67 x 10-9 Kat/L = 16. Isso evitará contaminação cruzada.278 – 1.017 TGO (U/L) = 0. 7. 10.= (1.278) + (1.263 A3 = 1. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Descartar o reativo de trabalho quando a leitura da absorbância contra água for < 0.): (∆A/min. 10.245 ∆A/min.297 – 1. o que poderia causar resultados errôneos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 37 C 1000 μL 100 μL o Misturar e inserir nas porta-cubetas termostatizadas. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min).245) 3 ∆A/min = 0. Estável 2 semanas a 2-8°C. Proteger o reativo de trabalho da luz. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.297 A1 = 1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L Sistema Internacional . Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. `37ºC. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho durante 5 minutos.800 a 340 nm.6 U/L 12.67 x 10 µKat/L 1 µkat/L = 60 U/L Valores Normais -3 104 .017 x 1746 = 29.SI 1 U/L = 16. 11. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. controle (se utilizado) e reagente. Procedimento manual 6. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). (A1.263) + (1.) = (A0 – A1) + (A1 – A2) + (A2 – A3) 3 A atividade da TGP na amostra é calculada pela multiplicação do ∆A/minuto pelo seguinte fator: Fator (37ºC) 1746 Exemplo: Temperatura: 37ºC A0 = 1.Bioquímica A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.278 A2 = 1. A2 e A3 respectivamente).263 – 1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. 9. Aos 60 segundos. Acionar o cronômetro.

Chem. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Scandinavian Society for Clinical Chemistry (SSCC) Scand. TGP – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 1960. Pardini – 2002 – 93 105 .. et al. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Wroblewski F.Bioquímica HOMENS MULHERES 37ºC até 42 U/L até 32 U/L Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Jnl. 10: 281 (1972). And med. LaDue JS. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até: ΔA/min de 0. Clin. Interferências: Falsos valores elevados: hemólise 14. 1997. Qualitymark ed. Rio de Janeiro. International Federation of Clinical Chemistry (IFCC) Clinica Chimica Acta 105: 147 (1980). 33: 291 (1974).Proc.Procedimento Operacional Padrão . Sec. 1956.. 13. Ltda – Revisão Maio/2005. Clin. – Am. Biol. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 455 Manual de exames – Laboratório H. Path. Lab. Deustchen Gesellschaft fur Klinische Chemie (DGKC) Z. Invest.J.200 = 350 U/L. J. Exp.. Klin. 34:381 Henry R.

na uremia.com.com. que são transportados via ducto torácico para a circulação. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). Esta dosagem serve como parâmetro na avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares. em presença de oxigênio e sob a ação catalítica da enzima glicerol-Poxidase. que apresenta um máximo de absorção em 500 nm.M. Padrão com 2.0 mL BT 10010 – 2 fr. no diabetes. são hidrolisados a glicerol e ácidos graxos.: 80027310014 BT 10010 – 1 fr. produzindo glicerol livre. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Após absorção são ressintetisados nas células epiteliais intestinais e combinados com colesterol e apolipoproteínas para formar quilomícrons.biotecnicaltda.Procedimento Operacional Padrão . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas e jejum alcoólico de 24 horas. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Os triglicerídeos são ésteres de glicerol.0 mL peroxidase L-Glicerolfosfato-oxidase glicerol quinase lipase BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . A enzima glicerol quinase fosforila o glicerol livre formado cujo produto.4646 Site: www. na obesidade e nos hábitos alimentares errôneos.Bioquímica TRIGLICÉRIDES Método Enzimático Colorimétrico 1. Os triglicerídeos provenientes da dieta sofrem digestão no duodeno e íleo proximal. Triglicérides ⎯⎯⎯→ Glicerol + Ácidos graxos Glicerol + ATP ⎯⎯⎯⎯⎯⎯→ L-Glicerolfosfato + ADP L-Glicerolfosfato + O2 ⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯→ Dihidroxiacetona-P + H2O2 2H2O2 + Clorofenol + 4-AF ⎯⎯⎯⎯⎯→ p-benzoquinona monoímio fenazona + 4 H2O 4. Amostra Soro ou plasma Armazenamento e estabilidade das amostras: O analito é estável por 3 dias a 2-8 ºC. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.br 106 . Vila Verônica .3214.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.G. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada como parâmetro na avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares.Varginha . 3.Brasil. O aumento dos triglicerídeos no diabetes está relacionado ao aumento da mobilização das áreas de armazenamento de lipídeos (triglicerídeos) em decorrência da diminuição da insulina. O aumento de triglicerídeos no plasma é indicativo de distúrbios metabólicos. na pancreatite aguda. produz peróxido de hidrogênio. com 250 mL + 1 fr. em presença da 4-amino-antipirina. no hipotireoidismo. separação e distribuição do material 5. PRINCÍPIO DO MÉTODO A enzima lípase lipoprotéica hidrolisa os triglicerídeos existentes na amostra. COMPONENTES DO KIT TRIGLICÉRIDES Códigos: Registro M. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do reagente fenólico (p-clorofenol) pelo peróxido de hidrogênio formado. produzindo seu metabolismo anormal e depósito de lipídeos nas paredes vasculares levando à arteriosclerose. Através da ação de lípases e ácidos biliares. Padrão com 2. com 250 mL + 1 fr. .S.

código). contém soro. Pipetas automáticas e ponteiras. O reativo é estável até a data de validade do Kit. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Em caso de contato com os olhos ou pele. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.Bioquímica Reagente de Trabalho: GK – glicerolquinase > 1000 U/L. plasma ou urina. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Seguir com rigor a metodologia proposta. eventualmente infectado. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. com cubetas. Procedimento automatizado Indicar nome. 6. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reagente. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.Procedimento Operacional Padrão . modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.3 mM. 107 . A data de validade aparece no rótulo da embalagem. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Padrão: Solução de Glicerol equivalente à concentração de Triglicérides (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. para a obtenção de resultados exatos. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. tampão Tris 50. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 4-aminoantipirina 0.adenosina trifosfato 2.7 mM. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. lavar o local com água corrente. Cronômetro Tubos de ensaio. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. ATP .0 mM pH 7. Banho de água a 37 °C. lavar abundantemente com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 9. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. GPO – Glicerol-3-fosfato oxidase > 5000 U/L.0 mM. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. POD – Peroxidase > 1000 U/L.2. Em caso de vazamento acidental. Conservar entre 2-8 ºC. uma vez usado. 7. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. evitando assim a deterioração das enzimas. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510). 8. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 4 clorofenol 2. LPL – Lipoproteína lípase > 2000 U/L.

O enxágüe deve ser exaustivo. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso.170 mg/dl = 0. controle (se utilizado) e reagente. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. 108 .276 x 806. Deixar ambientar o Reagente durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em banho de água. o que poderia causar resultados errôneos. sendo o último. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.Procedimento Operacional Padrão . Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 500 nm.248 Valor do padrão: 200 mg/dL F= 200 0. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. 11. 10. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.Bioquímica Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.0 mL Padrão 10 µL 1.1. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente (16-25º C) ou durante 10 minutos a 37º C.248 = 806.70 . Isso evitará contaminação cruzada. 2. A cor é estável durante pelo menos 1 hora.0113 = mmol/L Trigliceridese Valores de referência 30 . Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 4. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.6 mg/dL 12. com água destilada ou deionizada. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL Triglicerides x 0.70 mmol/L Esses valores são unicamente orientativos. Procedimento manual 1.5 Triglicérides= 0. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.276 Apadrão = 0. Cuidados especiais Cuidado com a limpeza do material utilizado para os testes. Lavar no mínimo 3 vezes com água deionizada para eliminar qualquer vestígio de Glicerol que é um forte contaminante nas reações do triglicérides. CÁLCULOS Com calibrador ou padrão: A Amostra X valor do padrão = mg/dL Triglicérides A Padrão onde: A amostra = absorbância da amostra A padrão = absorbância do padrão Com fator: ƒc = valor do padrão Apadrão Triglicérides (mg/dL) = Aamostra X ƒc Exemplo: Aamostra = 0.5= 222.0 mL Amostra 10 µL 1.0 mL Padrão triglicérides Amostra Reagente 3.

Triglicérides – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Umbreit. Arb. Kodischek.. Ltda – Revisão Maio/2005. N.J. Bacteriol. Biophys.K.Procedimento Operacional Padrão . P. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Qualitymark ed. And Nussel E. 10 (1975) 25. Med. a hemoglobina (3 g/L) e a bilirrubina (0.. W. Biochem.. Med. . 98 (1969) 1063-1068. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 250-255.. Aarch.W. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Schettler G.25 mmol/L) interferem. 1997. Jacobs.J.Ann Clin Biochem 6 (1969). Trinder P. 14. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Van Denmark.. 24-27.Bioquímica 13. L. 88 (1960).3 mmol/L).. Rio de Janeiro. Interferências O ácido ascórbico (0. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 460-461 Manual de exames – Laboratório H. Prav. A lipemia não afeta os resultados. Pardini – 2002 – 94 109 .

originando uma coloração verde (reação de Berthelot modificada). 2. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. queimaduras etc. Multiplicar o resultado obtido por 50. causando uma hiperamoniemia. Obstrução do trato urinário (cálculo.Pré-renal Condições em que a circulação através dos rins é menos eficiente que o normal Desidratação (diarréia persistente) Choque Diminuição do volume sangüíneo (hemorragias digestivas) Catabolismo protéico aumentado (febre. Diluir a urina 1/50 com água destilada. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades renais e hepáticas. obstrução prostática etc. pelo menos.Pós Renal Resultado de uma obstrução do trato urinário. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A uréia é o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das proteínas. na infância. doença celíaca.Renal Diminuição da filtração glomerular como conseqüência de uma doença renal aguda ou crônica Nefropatias Tratamento com glicocorticóides (efeito antianabólico) C . A amônia formada reage com salicilato e hipoclorito de sódio em meio alcalino. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. Níveis aumentados A . A lesão renal provoca uma retenção de substâncias tóxicas como a uréia através de distúrbios da filtração. Armazenamento e estabilidade das amostras: A uréia no soro é estável por 7 dias a 2 – 8 º C. A urina de 24 horas deve ser colhida em frasco contendo 2mL de HCl a 50% (v/v). Não usar anticoagulantes fluoretados e nem contendo sais de amônio. dieta protéica e função renal. 08 horas. insuficiência renal aguda e carcinomas no trato urinário. gravidez. ela passa para a circulação sangüínea. É livremente filtrada pelos glomérulos dependendo do estado de hidratação e 40% a 80% da uréia filtrada são passivamente reabsorvidas nos túbulos proximais. 110 . plasma (heparina) e urina.Procedimento Operacional Padrão . O aumento da absorbância em 580 nm é proporcional a concentração de uréia na amostra. Sua concentração varia em indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores como: grau de hidratação. haverá uma diminuição da conversão de amônia em uréia. aumento da diurese e redução do catabolismo protéico. PRINCÍPIO DO MÉTODO A uréia é hidrolisada na presença da enzima urease e água. A uremia é observada na dieta rica em proteínas. 3. A diminuição da uréia está relacionada a insuficiência hepática grave. 4. Na lesão hepática. Produzida no fígado.Bioquímica URÉIA ENZIMÁTICA Método Enzimático Colorimétrico 1. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. reabsorção. Amostras Soro. insuficiência cardíaca congestiva.) Níveis diminuídos Caquexia. com produção de NH3 e CO2. estresse. É utilizada na avaliação do estado do funcionamento renal. insuficiência hepática aguda e ingestão protéica diminuída. separação e distribuição do material. trato gastrintestinal e rim. Centrifugar antes de processar. nefrite.) Insuficiência cardíaca B . hemodiluição. secreção e excreção. onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo suor.

000 U/L. Seguir com rigor a metodologia proposta.0 mL R-C fr + Padrão com 2. Procedimento automatizado Indicar nome. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Reagente B: Hipoclorito de sódio 140 mmol/L e hidróxido de sódio 150 mmol/L. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Padrão: Solução de Uréia (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.G. Pipetas automáticas e ponteiras.M.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.Bioquímica 5.0 mL R-C fr + Padrão com 2. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 8. EDTA 2 mmol/L. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.70 – 50 mmol/L. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.S. 7.Brasil. para a obtenção de resultados exatos.com. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Nitroprussiato de sódio 3.Procedimento Operacional Padrão . 9. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Conservar entre 2 e 8º C 6. Cronômetro Tubos de ensaio. O reativo é estável até a data de validade do Kit. COMPONENTES DO KIT URÉIA ENZIMÁTICA Registro M.br Reagente A: Tampão fosfato pH 6. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Reagente C: Urease – 30. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 580 nm. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.2 mmol/L. 111 .3214. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. com cubetas Banho de água a 37 °C. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.: 80027310068 Códigos: BT 10013 – 1 fr com 50 mL R-A + 1 fr com 50 mL R-B + 1fr com 2. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Vila Verônica . .0 mL BT 10013 – 1 fr com 250 mL R-A + 1 fr com 250 mL R-B + 1fr com 10. Salicilato sódico 60 mmol/L.com. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. código).biotecnicaltda.Varginha . evitando assim a deterioração das enzimas.4646 Site: www. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .

Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.0 mL Padrão de uréia Amostra Reagente A de trabalho 3. Pipetar: Reagente B 1. sendo o último. Procedimento manual 1.0 mL de Reativo A-1 + 1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Agitar bem e incubar os tubos durante 5 minutos a 37º C. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Em caso de vazamento acidental. controle (se utilizado) e reagente. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.Procedimento Operacional Padrão . 11. Em caso de contato com os olhos ou pele.0 mL Amostra 10 μL 1. Reativo B: pronto para uso. 6.0 mL Padrão 10 μL 1.0 mL 5. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. se refrigerado. com água destilada ou deionizada. plasma ou urina. O enxágüe deve ser exaustivo. lavar o local com água corrente. Agitar bem e incubar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente (15-30º C) ou durante 5 minutos a 37º C. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 2. CÁLCULOS A Amostra x Valor Padrão = mg/dL uréia.Bioquímica O reagente. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. A Calibrador Onde. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 580 nm.0 mL de Reativo A-2 Estabilidade do Reativo A de Trabalho: 15 dias. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo A de Trabalho: Misturar na proporção de 25. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Aamostra = Absorbância da amostra Apadrão = Absorbância do padrão Com fator: F = Valor do Padrão Apadrão Uréia = Aamostra x F 112 . contém soro. lavar abundantemente com água corrente. 4. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 10. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).0 mL 1. uma vez usado. Isso evitará contaminação cruzada. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. o que poderia causar resultados errôneos.0 mL 1. Deixar ambientar os Reagentes durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em um banho de água. A cor é estável por 30 minutos. eventualmente infectado.

4 = 32.109 x 295. & Scott. já que interferem na reação. Foreman JA. Uréia Enzimática – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.. 14. (Ed.4 0. Clin Chem 1979. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Chaney AL.237 Valor padrão = 70mg/dL F= 70 = 295. J.1980. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 467 Manual de exames – Laboratório H.109 Apadrão = 0.K. 13. 1985. Searcy RL. mesmo em concentrações elevadas (acima de 20 mg/dL). Fawcet.49 mmol/L) Urina: 20 – 35 g / 24 horas Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.) Methods of Enzymatic Analysis.49 – 7. Pardini – 2002 – 94 113 . Ltda – Revisão Maio/2005. Brit. Valores de referência Soro e plasma: 15 – 45 mg/dL (2. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 200 mg/dL. 8:130. Rio de Janeiro. 33:15.E. : 13:156. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. não interferem nos resultados.Bioquímica Exemplo: Aamostra = 0. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. J. hemoglobina até 400 mg/dL. p. Tobacco A.166 = mmol/L uréia mg/24h ÷ 1000 = g/24h uréia. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): Soro / plasma: Urina: mg/dL uréia x 0. Reardon JE. et al. hiperlipemia e bilirrubina até 20 mg/dL.449.U. 1997. Qualitymark ed. 25:336.237 Uréia(mg/dL) = 0. Bergmeyer.Procedimento Operacional Padrão . Interferências: O ácido ascórbico. Amer J Med Technol 1967. Clin Chem 1962. Clin Path. J.2mg/dL Dosagem na urina (mg/24 hs): mg/24 hs = Uréia urinária (mg/dL) X Volume urinário de 24 horas (mL) 100 Uréia urina (g/24 h) = Uréia urina (mg/24 h) 1000 12. Não devem utilizar-se sais de amônia como anticoagulantes. H. Academic Press. Marbach CP. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
URÉIA UV
Método Cinético Enzimático - UV 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades renais e hepáticas 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A uréia é o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das proteínas. Produzida no fígado, ela passa para a circulação sangüínea, onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo suor, trato gastrintestinal e rim. É livremente filtrada pelos glomérulos dependendo do estado de hidratação e 40% a 80% da uréia filtrada são passivamente reabsorvidas nos túbulos proximais. Sua concentração varia em indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores como: grau de hidratação, dieta protéica e função renal. É utilizada na avaliação do estado do funcionamento renal. A uremia é observada na dieta rica em proteínas, insuficiência cardíaca congestiva, nefrite, insuficiência renal aguda e carcinomas no trato urinário. A diminuição da uréia está relacionada a insuficiência hepática grave, aumento da diurese e redução do catabolismo protéico. A lesão renal provoca a retenção de substâncias tóxicas como a uréia devido aos distúrbios da filtração, reabsorção, secreção e excreção. Na lesão hepática, haverá uma diminuição da conversão de amônia em uréia, causando uma hiperamoniemia. Níveis aumentados A - Pré-renal Condições em que a circulação através dos rins é menos eficiente que o normal Desidratação (diarréia persistente) Choque Diminuição do volume sangüíneo (hemorragias digestivas) Catabolismo protéico aumentado (febre, estresse, queimaduras etc.) Insuficiência cardíaca B - Renal Diminuição da filtração glomerular como conseqüência de uma doença renal aguda ou crônica Nefropatias Tratamento com glicocorticóides (efeito antianabólico) C - Pós Renal Resultado de uma obstrução do trato urinário (cálculo, obstrução prostática etc.) Níveis diminuídos Caquexia, gravidez, doença celíaca, hemodiluição, na infância, insuficiência hepática aguda e ingestão protéica diminuída. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO A uréia da amostra é hidrolisada pela enzima urease com produção de gás carbônico e íons amônio. Estes são captados por uma segunda enzima, a glutamato desidrogenase, a qual em presença de outros substratos como o NADH2 e αcetoglutarato, produz NAD e glutamato. A diminuição da concentração de NADH2 no meio pode ser medida espectrofotometricamente em 340 nm, sendo proporcional à concentração de uréia na amostra. Uréia + H2O ---------------> 2 NH4+ + CO2 NH4+ + NADH + H+ + 2-Oxoglutarato ------------------------>Glutamato + NAD+ 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, plasma ou urina. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro e plasma (heparina ou EDTA): Estáveis por 7 dias a 2-8ºC. Urina de 24 horas: Centrifugar antes de processar. Diluir a amostra 1/50 com água destilada (0,1 mL de urina + 4,9 mL de H2O destilada ou deionizada). Multiplicar o resultado obtido por 50.
glutamato desidrogenase Urease

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT URÉIA UV Códigos: Registro M.S.: 80027310045 BT 10012 – 1 fr com 40,0 mL R-A + 1 fr com 10,0 mL R-B + 1 fr com Padrão 2,0 mL BT 10012 – 1 fr com 200,0 mL R-A + 1 fr com 10,0 mL R-B fr + + 1 fr com Padrão 2,0 mL

BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil. Tel/Fax: 0 (XX) 35 - 3214.4646 Site: www.biotecnicaltda.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.br Reagente A : Tampão TRIS 115mmol/L pH 7,6; α-cetoglutarato 7,5 mmol/L. Reagente B: Enzimático: NADH 0,25 mmol/L; Urease ≥ 8 KU/L, glutamato desidrogenase > 800 U/L, ADP 1,2 mmol/L. Padrão: Solução de Uréia (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 2-8 ºC 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados, evitando assim a deterioração das enzimas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 340 nm (330-350) com cubeta termostatizada. Pipetas automáticas e ponteiras. Cronômetro Tubos de ensaio. Procedimento automatizado Indicar nome, modelo e local onde se encontra o equipamento analítico, fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 8. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante, código), instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância, o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
9. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Seguir com rigor a metodologia proposta, para a obtenção de resultados exatos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reagente, uma vez usado, contém soro, plasma ou urina, eventualmente infectado, e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório, em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Em caso de vazamento acidental, lavar o local com água corrente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória, mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Em caso de contato com os olhos ou pele, lavar abundantemente com água corrente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O enxágüe deve ser exaustivo, sendo o último, com água destilada ou deionizada. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra, controle (se utilizado) e reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Isso evitará contaminação cruzada, o que poderia causar resultados errôneos. O reagente contém azida sódica que é tóxica, portanto, tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos, lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. No descarte do reagente, usar bastante água, pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. 10. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 50,0 mL de Reativo A + 0,5 mL de Reativo B + 0,5 mL de Reativo C. Estabilidade do Reativo A de Trabalho: 15 dias, se refrigerado. Descartar o reativo de trabalho se sua absorbância em 340 nm, medida frente a água, for inferior a 1,00. Procedimento manual Reagente de Trabalho: Misturar 4 (quatro) partes do Ragente A com 1 (uma) parte do Reagente B. Ex: Adicionar 4,0 mL de Reagente A – Tampão a 1,0 mL de Reagente B – Enzimático. O reagente de trabalho é estável por 4 semanas se mantido ao abrigo da luz, refrigerado de 2 a 8ºC e fora de refrigeração somente o tempo necessário para as dosagens. • Desprezar o Reagente de Trabalho se sua absorbância em 340 nm, medida frente a água, for inferior a 0,900.

B) Procedimento 1. 2. Pré-aquecer o reagente de trabalho e a amostra a 37ºC durante 2 minutos. Pipetar em uma cubeta pré-aquecida a 37ºC. Reagente de Trabalho Padrão ou amostra 3. 4. 1,0 mL 10 μL

Misturar e acionar o cronômetro simultaneamente Anotar a absorbância aos 30 segundos (A1) e aos 120 segundos (A2) da amostra e do padrão, a 340 nm.

Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 11. CÁLCULOS (A2 - A1) amostra x Valor padrão = mg/dL Uréia. (A2 - A1) padrão

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CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear entre 6 e 250 mg/dL. J. Multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. salicilato.A1) padrão Uréia (mg/dL) = ΔAteste x Fator Exemplo: A1.Procedimento Operacional Padrão .7 F= 70 (0.. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.amostra = 0. p. Hallet C.145 Valor do padrão = 70 mg/dL = 70 = 752. 1971.052 A2..145 – 0. Uréia UV – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.166 = mmol/L uréia mg/24h ÷ 1000 = g/24h uréia. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.G. J.023 A2.023) x 752. 43:174. Falsos Valores Diminuídos: fenotiazinas. 13. timol. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): Soro / plasma: Urina: mg/dL uréia x 0. Sensibilidade: 6 mg/dL 14. Ltda – Revisão Maio/2005. furosemida. 1997. Qualitymark ed.Bioquímica Fator de calibração = Valor do padrão / (A2 . J. Acta 35:37.052) 0. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. lítio. morfina. 285: 385. Med.1971.amostra = 0.) Methods of Enzymatic Analysis. tianterene. mitramicina. guanetimidina. meticilina. Schubert GE. bacitracina. vancomicina. & Cook. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Talke H.7 Uréia (mg/dL) = 23.054-0. pois os mesmos interferem na reação.093 Uréia (mg/dL) = (0. gentamicina. Bergmeyer HU. Interferências: Não devem ser utilizados sais de amônia como anticoagulantes. Kassirer. Academic Press. Para valores acima de 250 mg/dL. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 467 Manual de exames – Laboratório H.P. Rio de Janeiro. Klin Wschr 1965. 444. 1985. é recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de normalidade. Falsos Valores elevados: Hidroclorotiazida. New Engl. propanolol.054 A1-padrão = 0. sulfonamidas.34 mg/dL Dosagem na Urina (mg/24 horas) mg/24 horas = Uréia urinária (mg/dL) x Volume urinário de 24 h/mL 100 12.J. Ácido Ascórbico e Hemoglobina: Ácido Ascórbico apenas em concentrações elevadas (acima de 20 mg/dL) e hemoglobina (acima de 200 mg/dL) induzem a resultados falsamente elevados.M. neomicina. Valores de referência Soro e plasma: 15-45 mg/dL Urina: 20-35 g/24 horas Estes valores são unicamente a título orientativo. (Ed. diluir a amostra com água destilada. metildopa. Chim. Bilirrubina: A bilirrubina até 15 mg/dL não interfere.padrão = 0. Pardini – 2002 – 94 117 . kanamicina. ácido Etacrínico. cefalosporida. Clin. cloranfenicol.

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