LABORATÓRIO: ______________________________________________________________ PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO ALFA-AMILASE

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica

Índice
ÁCIDO ÚRICO - Método Enzimático Colorimétrico - UOD-PAP............................................ ALBUMINA - Método Colorimétrico Verde de Bromocresol................................................... ALFA-AMILASE - Método Cinético Gal G2 – CNP................................................................ BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL - Método Colorimétrico Malloy-Evelyn – DMSO………. CÁLCIO ASX -Método ARSENAZO III ................................................................................. CÁLCIO - Método Colorimétrico (o-CRESOLFTALEÍNA)...................................................... CLORO - Método Colorimétrico (Mercúrio – Tiocianato) ...................................................... COLESTEROL - Método Enzimático Colorimétrico .............................................................. HDL COLESTEROL DIRETO - Método Enzimático Colorimétrico Direto – Sem precipitação............................................................................................................................. HDL COLESTEROL - Método Precipitante – Ácido Fosfotúngstico...................................... CREATININA - Método Cinético Colorimétrico...................................................................... CREATINO QUINASE (CK-NAC) -Método Cinético – UV..................................................... CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) - Método Cinético – UV............................................. FERRO Ferrozine - Método Colorimétrico............................................................................. FERRO CRX - Método Cromazurol B .................................................................................... FOSFATASE ALCALINA - Método Cinético Colorimétrico (DGKC – DEA).......................... FÓSFORO – UV - Método Molibdato .................................................................................... FRUTOSAMINA – Método Cinético Colorimétrico................................................................. γ - GLUTAMILTRANSFERASE (GAMA - GT) - Método Cinético Colorimétrico.................... GLICOSE - Método Enzimático Colorimétrico ....................................................................... MAGNÉSIO MONO - Método colorimétrico - MAGON SULFONADO................................... PROTEÍNA TOTAL - Método Colorimétrico .......................................................................... PROTEÍNA URINÁRIA - Método Vermelho de Pirgalol......................................................... TGO / AST - Método Cinético – UV........................................................................................ TGP / ALT - Método Cinético – UV........................................................................................ TRIGLICÉRIDES - Método Enzimático Colorimétrico............................................................ URÉIA ENZIMÁTICA - Método Enzimático Colorimétrico ..................................................... URÉIA UV - Método Cinético Enzimático – UV ..................................................................... Página 03 07 11 16 20 24 28 32 36 41 45 50 54 58 62 66 70 74 77 81 85 90 94 98 102 106 110 114 Revisão 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00

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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ÁCIDO ÚRICO
Método Enzimático Colorimétrico UOD-PAP 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de enfermidades renais, doenças metabólicas genéticas e patologias como leucemias, linfomas, etc. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o ácido úrico é o produto final do metabolismo das purinas, estando elevado em várias situações clínicas além da gota. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia têm gota. Níveis elevados também são encontrados na insuficiência renal, etilismo, cetoacidose diabética, psoríase, pré-eclâmpsia, dieta rica em purinas, neoplasias, pós-quimioterapia e radioterapia, uso de paracetamol, ampicilina, aspirina (doses baixas), didanosina, diuréticos, beta-bloqueadores, dentre outras drogas. Diminuição dos níveis é encontrada na dieta pobre em purinas, defeitos dos túbulos renais, porfiria, uso de tetraciclina, alopurinol, aspirina, corticóides, indometacina, metotrexato, metildopa, verapamil, intoxicação por metais pesados e no aumento do “clearance” renal. Urina: cerca de 70% do ácido úrico é eliminado pelos rins. Esta dosagem é útil em pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção urinária de urato aumentada. Álcool causa diminuição do urato urinário. Antiinflamatórios, vitamina C, diuréticos e warfarim podem interferir no resultado. Líquido sinovial: pode ser útil no diagnóstico diferencial de artropatias. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO No presente método, o ácido úrico da amostra sofre a ação da uricase, na presença de oxigênio, produzindo alantoína e peróxido de hidrogênio, este em presença de um reagente fenólico (TOOS) e da 4-aminoantipirina, sofre a ação da peroxidase produzindo um complexo violáceo (quinonimina), com máximo de absorção em 500 nm. Ácido Úrico + O2 + 2H2O
uricase

Alantoína + CO2 + H2O2
peroxidase

2H2O2 + 4-aminoantipirina + TOOS 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA

Quinonimina + 3H2O

Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, urina e líquido sinovial. Não usar plasma, pois obtem-se resultados falsamente diminuídos. Soro: obtido da maneira usual. Separar dentro das próximas 2 horas da coleta. Soros ictéricos ou com hemólise produzem valores falsamente elevados. O fluoreto inibe a Uricase. Urina: de 24 horas, separar 10 mL, acertar o pH entre 7,0 e 9,0 com hidróxido de sódio a 5% e aquecer 10 minutos a 56°C para dissolver os cristais de urato e ácido úrico, evitando resultados falsamente diminuídos. Diluir a urina 1:20 com água destilada ou deionizada e fazer a determinação. Multiplicar o resultado por 20. Líquido sinovial: a coleta não deve ser feita antes de decorridos 07 dias da última punção, ou antes de 30 dias após a administração de medicamento intra-articular. Armazenamento e estabilidade das amostras: o o o Soro: O analito é estável 03 dias entre 2-8 C ou 06 meses a –10 C (10 C negativos). Não utilizar plasma, pois apresenta resultados falsamente diminuídos. Urina: Manter refrigerado. Líquido sinovial: Até 15 dias entre 2-8oC. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Urina: presença de ácido ascórbico. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material. 5. COMPONENTES DO KIT ÁCIDO ÚRICO - UOD-PAP Registro M.S.: 80027310038 Códigos: BT 10.001 – 1 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2,0 mL. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil.

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Procedimento automatizado Indicar nome. NÃO CONGELAR. O reagente. sua estabilidade será de 2 semanas O reativo é estável até a data de validade do Kit. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. evitando assim a deterioração das enzimas. plasma ou urina. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. lavar abundantemente com água corrente. Peroxidase 2500 U/L. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Se o reagente for mantido de 15 – 25°C. 7. para a obtenção de resultados exatos. Pipetas automáticas. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Uricase 450 U/L. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.com. 7.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Tel/Fax: 0 (XX) 35 . fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.biotecnicaltda.0 – 50 mmol. 8. lavar o local com água corrente. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510). Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Em caso de vazamento acidental. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Em caso de contato com os olhos ou pele. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.4646 Site: www. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.3214.com. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio. Seguir com rigor a metodologia proposta.3 mmol/L. Conservar entre 2 – 8 º C 6. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.br Reagente: Tampão Fosfato pH. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. protegido da luz. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Padrão: Solução de Ácido Úrico (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. com cubetas. TOOS 0. eventualmente infectado. contém soro. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.34 mmol/L e conservantes. código). Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. 4 . 9. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Banho de água a 37 °C. 4-aminoantipirina 0. uma vez usado.

que pode ser obtida com a metodologia.0mL Padrão 20μL 1. sem prejuízos para o desempenho do teste. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL ácido úrico Abs.1 mL de urina + 0. Ler em 520 nm ou filtro verde. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco a 500 nm (490-510nm). 5.9 mL de água destilada ou deionizada). para que resultados falsamente diminuídos não sejam obtidos. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Diminuir a absorbância assim obtida. evitando resultados falsamente diminuídos.0 mL de NaCl 0. Para espectrofotômetros que requeiram volumes de leitura superiores aos indicados. acertando o zero com água. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Teste → Absorbância do teste Abs. controle (se utilizado) e reagente. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Em caso de redução dos volumes é fundamental que se observe o volume mínimo necessário para a leitura fotométrica. 4. sendo o último. pois aumentam a imprecisão da medição. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido à ótima reprodutibilidade. • Multiplicar o resultado obtido por 10. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente (16-25 °C) ou durante 10 minutos a 37°C. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Padrão Onde: Abs. Os volumes de amostra e de reagentes podem ser modificados proporcionalmente.01 mL) são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. medir o volume e separar uma amostra de cerca de 20 mL. Isso evitará contaminação cruzada. pode-se utilizar o método do fator: 5 . 2. • Diluir a urina assim tratada 1:10 (0. com água destilada ou deionizada. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. 10. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Para soro lipêmico e/ou com bilirrubina superior a 10 mg/dL. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. usar 50 μl de amostra ou padrão e 2. o que poderia causar resultados errôneos.9% e 0.02 mL de soro. CÁLCULOS Abs. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). procedendo à dosagem como descrito acima para o soro. Dosagem na urina: • Homogeneizar a urina. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1.0 mL de reagente. A cor é estável durante 30 minutos. Ajustar o pH para a faixa entre 7 e 9 com NaOH 5% e aquecer a amostra durante 10 minutos a 56ºC.0mL 3.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Volume de amostra menores que 10 μL (10 microlitros = 0. misturar 1. O enxágüe deve ser exaustivo.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.0mL Amostra 20μL 1. Os cálculos permanecem inalterados. Este procedimento dissolve cristais de ácido úrico presentes. deixar o soro em repouso durante 90 minutos antes de iniciar a dosagem. Se houver suspeita da presença de ácido ascórbico. Os reagentes devem estar à temperatura ambiente. 11. da absorbância do teste e calcular a concentração. Pipetar em tubos de ensaio: Água destilada Padrão Amostra Reagente Branco 20μL 1.

Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. acetohexamida.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Fator de calibração = Conc. Guyton. Para amostras de Líquido sinovial: Valores próximos ao do soro colhido na mesma ocasião. salicilatos.. alopurinol. Falsos Valores elevados: acetozolamida. 13. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. 27:142-145. probemicida. Esses valores são unicamente orientativos.5 = mmol/L ácido úrico Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: Homens: 2. do Padrão . 26:227-231. : Mosby’s diagnostic and laboratory test reference 1992. 1997. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Qualitymark ed. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. A lipemia pode afetar os resultados. a hemoglobina > 1g/L e bilirrubina > 15 mg/dL interferem. clorotiazida. fenotiazida. etc. Prencipe L. 5ªedição.5 a 7. azatiopina. etc. metildopa. Ltda – Revisão Maio/2005.3 mmol/L.5 a 6. furosemida. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20 mg/dL (1190 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.0 mg/dL = 148 a 416 mmol/L Mulheres: 1. Falsos Valores baixos: vitamina C (ácido ascórbico). Manual de exames – Laboratório H. sulfinpirazona. Clin Chem 1980. Pardini – 2002 – 58-59 6 . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL ácido úrico x 59. Rio de Janeiro.0 mg/dL = 89 a 356 mmol/L Para amostras de Urina: 250 a 750 mg/24horas. Analyst 1972. Interferências O ácido ascórbico > 0. Trinder P. coumarim. mercaptopurina. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Barham D. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993. Ácido Úrico – Bula do Kit – Biotécnica Ind e Com. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.D. 14. Bert G. Pagana K. Ácido Úrico (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator Cálculo p/ Urina: Urina (mg/24 h) = mg/dL x volume urinário (em mL) 100 12. estrógenos. 754-758. Fossati P.

br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com. Variações nos níveis séricos de albumina não são específicos já que podem ser devido a um grande número de alterações. levando a uma diminuição da pressão coloidosmótica do plasma provocando um aumento de reabsorção de sódio e água e conseqüentemente causando edema.2 .002 . Soro: obtido da maneira usual.: 80027310032 BT 10. Hiperalbuminemia: é observada em casos de desidratação grave e queimaduras externas.com.88 mmol – pH 4.) Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. o conhecimento dos níveis de albumina é suficiente e até pode oferecer algumas vantagens em relação à proteína. 3. Realizar a coleta pela manhã Amostras: Soro.2.biotecnicaltda. Padrão: Solução de Albumina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro: O analito é estável 3 dias entre 2 – 8°C e 7 dias a – 10oC (10°C negativos. líquido pleural ou líquido ascítico. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente: O paciente deve estar em jejum de. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . enfermidades renais e casos de desidratação grave. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. pelo menos. Vila Verônica . 2.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ALBUMINA Método Colorimétrico Verde de Bromocresol 1. Essa redução está relacionada a diminuição da síntese hepática ou perda excessiva renal. 7 . formando um complexo colorido que é quantificado espectrofotometricamente. Líquido pleural ou líquido ascítico: O material não é colhido no laboratório. no entanto é útil para monitorar o estado do paciente. icterícia e anemia dilucional.17 mmol/L. COMPONENTES DO KIT ALBUMINA Códigos: Registro M. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A albumina é uma proteína globular produzida pelo fígado que é o principal componente protéico de um soro humano normal. 5.G. verde de bromocresol 0.3214. 08 horas.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão . O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta. PRINCÍPIO DO MÉTODO A albumina presente na amostra reage com o verde de bromocresol em meio ácido. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação do estado nutricional. Havendo lesão hepática ou renal teremos distúrbios que podem ser resumidos em: Hipoalbuminemia: que ocorre nas doenças hepáticas crônicas. 4. separação e distribuição do material. Isto é possível devido a zona hidrofóbica que existe em sua estrutura. Manutenção da pressão osmótica sangüínea. Nutrição. Em algumas situações clínicas.S. Esta característica é utilizada para dosar a albumina.4646 Site: www.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. .M. de enfermidades hepáticas avançadas. azida sódica 9mmol. Critérios para a rejeição de amostras Presença de lipemia intensa.br Reagente: Tampão Succinato 0.Varginha . na síndrome nefrótica e casos de desnutrição grave.Brasil. onde teremos a perda excessiva de água causando uma hemoconcentração. Tem diversas funções importantes: Transporte de moléculas hidrofóbicas como a bilirrubina e os ácidos graxos.

Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. lavar o local com água corrente. O enxágüe deve ser exaustivo. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Seguir com rigor a metodologia proposta. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Em caso de contato com os olhos ou pele. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 630 nm (620-640). fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. O reagente. Em caso de vazamento acidental. lavar abundantemente com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. sendo o último. 7. com água destilada ou deionizada. Conservar a temperatura ambiente 6. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Pipetas automáticas. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. uma vez usado. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. eventualmente infectado. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Procedimento automatizado Indicar nome. para a obtenção de resultados exatos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. 8 . 9. contém soro. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. código). CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. plasma ou urina. 8. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. com cubetas Banho de água a 37 °C. Manter ao abrigo da luz. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O reativo é estável até a data de validade do Kit. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente.

usar 0. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Os volumes de amostra e de reagentes podem ser modificados proporcionalmente. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência.0 mL Padrão 5 μL 1. controle (se utilizado) e reagente. Isso evitará contaminação cruzada. Padrão → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido a grande reprodutibilidade. Amostra x conc. lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. Amostra → Absorbância da Amostra Abs. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. Padrão → Absorbância do Padrão Conc. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Albumina Amostra Reagente Branco 1. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco a 630 nm. 4.9 g/L = g/dL x 10 Valores de referência Os valores são normais entre 3. CÁLCULOS Abs. que pode ser obtida com a metodologia. aplicar as normas de segurança estabelecidas. Em caso de redução dos volumes é fundamental que se observe o volume mínimo necessário para a leitura fotométrica. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. do Padrão .0 mL Amostra 5 μL 1. usar bastante água. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : g/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): µmol/L = g/dL x 144. A cor é estável durante 30 minutos.0 mL 2. No descarte do reagente. pois aumentam a imprecisão da medição. sem prejuízos para o desempenho do teste. O reagente contém azida sódica que é tóxica. Agitar bem e deixar nos tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. o que poderia causar resultados errôneos. portanto.05 ml de amostra ou padrão e 2 mL de reagente. Para espectrofotômetros que requeiram volumes de leitura superiores aos indicados. Os cálculos permanecem inalterados. Volume de amostra menores que 10 μL (10 microlitros = 0. Albumina (g/dL) = Absorbância do Teste x Fator Globulina = Proteína Total – Albumina Relação A/G = Albumina / Globulina 12. 3. 9 .01 mL) são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela.5 e 4. 11. tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos. Estes valores são unicamente orientativos. 10. Padrão = g/dL Albumina Abs. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. Padrão Onde Abs. Fazer referência ao Manual ou POP de Segurança. pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc.8 g/dL. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.

BL. Jacobs DS. fornecem resultados falsamente diminuídos. Chim. Acta. Pardini – 2002 – 58-59 10 . 1997. 1996. Hudson. Albumina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Henry. Falsos Valores baixos: plasmas obtidos com heparina. Ltda – Revisão Maio/2005. – Laboratory Test Handbook. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 6 g/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Rio de Janeiro. C. WA & Biggs H. 66. R. Kasten Jr. – Anal. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Sobel. Interferências A bilirrubina > 25 mg/dL e a hemoglobina > 1 g/L interferem no método. Chem. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Lexi-Comp Inc. lítio e oxalato de potássio combinando com fluoreto de sódio. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Doumas B. 1971. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. T: Watson. & Berkman. S. 29/10:1491 (1957). 14. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. Falsos Valores elevados: o uso de torniquete por mais de 3 minutos provoca um aumento no valor.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 13.. Qualitymark ed.G. – Clin. Manual de exames – Laboratório H..31:1:87.

A amilase urinária parece atingir níveis mais elevados. Isso é caracterizado por amilase sérica elevada e urinária normal e pode ocorrer em indivíduos sadios. Em torno de 25% da amilase sérica é normalmente eliminada na urina. persistindo por períodos mais longos. A macroamilasemia se caracteriza por elevação dos níveis séricos de amilase com valores urinários normais.: imunoglobulinas). 2. São conhecidas duas isoenzimas: a pancreática e a salivar. quando comparada com a sérica. Níveis aumentados Parotidite Pancreatite aguda Macroamilasemia Gravidez ectópica Oclusão mesentérica Queimaduras graves Lesão de glândula salivar Doença intra-abdominal (peritonite. com o objetivo de compensar as variações de atividade da amilase em amostras obtidas de cada micção. sendo. PRINCÍPIO DO MÉTODO A α-amilase catalisa a hidrólise do 2-cloro-4-nitrofenil-α-galactosilmatóside (Gal-G2-α-CNP) liberando 2-cloro-4-nitrofenol. Na insuficiência renal está aumentada em proporção à extensão do comprometimento renal. pelo menos. Na maioria dos pacientes com pancreatite aguda. predominantemente. um diagnóstico de pancreatite aguda. na proporção de 40:60 em soro de indivíduos sadios. porém. A amilase pode ligar-se a proteínas (ex. diminuída na macroamilasemia e normal ou pouco diminuída na hiperamilasemia salivar. portanto. urina. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades pancreáticas agudas ou crônicas e no diagnóstico da parotidite (caxumba). líquido pleural ou líquido ascítico. níveis de amilase podem estar ligeiramente aumentados.) Intoxicação alcoólica Insuficiência renal grave Obstrução das vias biliares Obstrução intestinal Obstrução do canal pancreático Câncer de pâncreas Cetoacidose diabética Neoplasias (pulmão ou ovário) Níveis diminuídos Insuficiência pancreática Fibrose cística avançada Hepatopatias graves AMILASE URINÁRIA Uma quantidade significativa de amilase sérica é excretada na urina e. permanecem em níveis normais. 3. A relação normal é de 1% a 4%. atingindo pico em 24 horas e retornando ao normal entre 48 a 72 horas. elevações séricas serão refletidas na mesma. 11 . A relação entre o clearance de amilase/creatinina auxilia no diagnóstico diferencial da macroamilasemia (clearance muito baixo). Urina: de 2 a 24 horas. As dosagens da amilase sérica e urinária são amplamente utilizadas no diagnóstico de doenças do pâncreas. bem como na investigação da função pancreática. seus níveis séricos elevam-se duas a 12 horas após o início do episódio.CNP 1. Aumentos da amilase sérica não são necessariamente devidos à pancreatite. apendicite aguda etc. Soro: obtido da maneira usual. Colhido de maneira usual. com grande probabilidade. Quando se determina a amilase na amostra de urina. Tumores de pulmão e de ovário podem produzir hiperamilasemia em torno de 50 vezes do intervalo de referência. Amostras Pode ser usado soro. sem conservantes. Realizar a coleta pela manhã. 4. O resultado deverá ser reportado com Relação amilase/Creatinina (U/g). Encontra-se aumentada na pancreatite aguda. A quantidade de 2-cloro-4-nitrofenol liberada é medida a 405 nm. formando complexos de alto peso molecular denominados macroamilases. freqüentemente. Em episódios agudos de pancreatite crônica. de origem pancreática e da glândula salivar. Amilase sérica normal pode ser encontrada (em torno de 20%) em pacientes com pacreatite aguda. sendo proporcional à atividade da enzima no soro. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. deve-se também determinar a creatinina na mesma amostra. A magnitude da elevação sérica não é diretamente relacionada com a gravidade do envolvimento pancreático. 08 horas. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A α – amilase é uma hidrolase que degrada complexos de carboidratos.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica ALFA-AMILASE Método Cinético Gal G2 . mas indica.

CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.: 80027310013 BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Não utilizar o reagente quando sua absorbância. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Cronômetro.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta.M. COMPONENTES DO KIT α . 6.22 mmol/L Reagente pronto para uso.001. o A dosagem da amilase urinária deve ser feita em urina de 2 a 24 horas.S. Segundo estudos de estabilidade a absorbância do substrato. apresenta um acréscimo de 0. sem conservantes.biotecnicaltda. evitando assim a deterioração das enzimas.com. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.Gal G2 . separação e distribuição do material 5. Cloreto de cálcio – 6 mmol/L.4646 Site: www. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Vila Verônica .CNP Códigos: BT 11. NÃO CONGELAR. Gal G2 – CNP 2.Varginha .br Reagente Substrato: Tampão biológico pH 6.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica Líquido pleural ou líquido ascítico: O material não é colhido no laboratório. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. medida contra a água. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. O reativo é estável até a data de validade do Kit. soprar no substrato. Elevações repentinas da absorbância do substrato indicam contaminação com saliva ou suor.001.AMILASE . Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 nm. usar material contaminado com saliva e suor e conversar junto ao frasco destampado são ações que podem contaminar o reagente com quantidades microscópicas de saliva ou suor. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana. 7. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .00 – 50 mmol/L.00 – 2 fr com 15mL BT 11. for igual ou maior que 0. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. 12 .com. mantida entre 2 e 8 C. medida contra a água em 405 nm.Brasil. A heparina não interfere como anticoagulante. capazes de deteriorar irreversivelmente o substrato. capazes de deteriorar irremediavelmente o substrato. .3214. Armazenamento e estabilidade das amostras: A α-amilase em soro e plasma é estável pelo menos por 5 dias a 2-8ºC. Outros líquidos biológicos também devem ser colhidos sem conservantes.G. Cloreto de sódio – 70 mmol/L.003 por mês.005 ou quando mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.00 – 2 fr com 30mL Registro M. Centrífuga. Conservar entre 2 – 8 º C Cuidados especiais: Pipetar o substrato com a boca.

O enxágüe deve ser exaustivo. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso OBS: Leituras de absorbância do reativo superiores a 0. 13 . a temperatura desejada. sendo o último. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. com água destilada ou deionizada. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. lavar o local com água corrente. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.0 mL 10μl Líquidos Pleural / Ascítico 1. 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. código).PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 8. 2. para evitar a contaminação do reativo. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. É necessário o uso de proteção respiratória. Isso evitará contaminação cruzada. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. O reagente. Em caso de vazamento acidental. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. uma vez usado.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Pré-aquecer o Reagente durante alguns minutos. o que poderia causar resultados errôneos. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.600 A com o aparelho zerado em 405 nm com água deionizada indicam deterioração do reativo. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Seguir com rigor a metodologia proposta. Pipetar em uma cubeta: Soro / Plasma Reativo Amostra 3. para a obtenção de resultados exatos. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. lavar abundantemente com água corrente. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. contém soro. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. controle (se utilizado) e reagente. 10. eventualmente infectado. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Não soprar a pipeta utilizada. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Evitar contaminações com íons metálicos. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Procedimento manual 1. Em caso de contato com os olhos ou pele. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. 9.0 mL 10μl Urina 1. plasma ou urina. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.0 mL 10μl Misturar e inserir no porta-cubetas termostatizado.

INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS VT x 1000 Fator = Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L Valores de referência: Para os Líquidos Pleural / Ascítico os valore são iguais aos do soro. Interferências: Temperatura de incubação: A determinação deve efetuar-se a 37ºC. Incluir o procedimento a ser adotado diante de um resultado crítico. 14 . Os anticoagulantes fluoreto. salicilatos.Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. diluir a amostra com solução salina 0.9) 12. pH 6. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear entre 10 e 1038 (0. 2 e 3 minutos (A1.150 a 405nm)U/L.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO – Bioquímica 4. codeína. CÁLCULOS Para linearidade: ΔA / min x 7537 a 37oC Amilase Urinária/Hora Amilase (U/l) x volume urinário (ml) Amilase urinária (U/h) = 1000 x tempo de coleta (h) Relação Amilase/Creatinina Amilase (U/l) x 100 Relação Amilase/Creatinina (U/g) = Creatinina (mg/dl) Relação depuração da amilase / depuração da creatinina Determinar a atividade da amilase e a concentração da creatinina no soro e em uma amostra de urina e aplicar os resultados na seguinte fórmula: Amilase na urina (U/l) x Creatinina no soro (mg/dl) Relação (%): Amilase no soro (U/l) x Creatinina na urina (mg/dl) Método para cálculo do fator VT = volume total do ensaio VA = volume da amostra 1000 = conversão de U/ml para U/l ε x VA x d d = espessura da solução ε = absortividade milimolar do 2-cloro-4-nitrofenol em 405 nm.Valores maiores que 3 vezes o limite superior de referência indicam aumento considerável da atividade da amilase sérica. citrato e EDTA interferem. Valores de bilirrubina até 20 mg/dL e hiperlipemia (triglicerides até 1500 mg/dL) não interferem. oxalato. A2 e A3 respectivamente). Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Anotar a absorbância após 1 minuto e efetuar novas leituras após mais 1. 13. Multiplicar o valor obtido pelo fator de diluição. tetraciclina. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).9% e repetir a dosagem. Para valores acima de 1038 U/L. diuréticos. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Falsos Valores elevados: Meperidina.0 a 37 ºC (12. amostra contaminada. Soro/Plasma Urina 37ºC < 86 U/L < 470 U/L x 100 Esses valores são unicamente orientativos. Amostras com hemólises produzem resultados falsamente diminuídos. álcool. 11. morfina.

Cambridge. 27: 493-501.V. Rio de Janeiro. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 1996. Freeman. Hunt MR.Procedimento Operacional Padrão .. 34.Bioquímica Falsos Valores baixos: Citratos. Saunders Company. Hudson: Lexi-Comp Inc.Sigler E.. Wootton and H. Clin Chem 1980.. Ltda – Revisão Maio/2005. Pardini – 2002 – 58-59 15 . Louis: The C. oxalatos e fluoretos.D. Clin Chem.. Jacobs DS. Kaplan LA. 1996. 525-527. Pesce AJ. Rosenblum JL.. Kaufman RA. Qualitymark ed. Manual de exames – Laboratório H..S. Microanalysis Medical Biochemistry (1982). amd Chavez R. 1-35. 26: 846-853.10. Rauscher. H.. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. DAVID. 1987. 1997. Tietz NW.(1988). 817-830. Barry PL. Clin Chem 1992.1:14 (1985) I. Laboratory Test Handbook.. Philadelphia: W. Methods in Clinical Chemistry. et al. 38:920. Westgard JO. E. Kasten Jr BL. Clin Chem 1981.P. E.. 79-80. Clinical Diagnosis and Management by Laboratory Methods.B. St. Henry JB. 2005. 1996.. CNPG3 Technology: Genzyme Manual. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Winn-Deen. Alfa-Amilase – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Clin Chem. 91. 31. Mosby Co.

M. ácido clorídrico 60 mmol/L. -250 mL R1 (Bilirrubina Direta )+ 1 fr. Amostras Soro: obtido da maneira usual. biliar e nas doenças hemolíticas. Reagente 2– Bilirrubina Total: Ácido sulfanílico 40 mmol/L. pois uma elevação acentuada da Bilirrubina Indireta. A Bilirrubina livre. muito polar. antes da próxima mamada. A Bilirrubina conjugada.50 mL R1 (Bilirrubina Direta )+ 1 fr. 04 horas.Varginha . Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.biotecnicaltda. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. não dá uma reação direta e é preciso adicionar um terceiro reativo para que seja produzida a reação de diazotação com o aparecimento da cor.3214. conhecidos como estercobilinogenio. 12 horas entre 2-8 ºC ou 24 horas congelado. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. . -250 mL R2 (Bilirrubina Total) + 1 fr. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro. 3. COMPONENTES DO KIT BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL – DMSO Registro M. Conservar protegido da luz.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.S. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação hepática. 16 . onde é metabolisada pela flora bacteriana residente. .com. transformando-se assim em Bilirrubina Direta ou Bilirrubina Conjugada. pouco polar. veiculada pela albumina.Brasil.br Reagente 1 – Bilirrubina Direta: Ácido sulfanílico 35 mmol/L. Esta eliminação se dá de maneira praticamente completa. pelo menos. de coloração vermelha. 2.4646 Site: www. mediante a atuação da enzima uridil difosfato glucoroniltransferase. -25 mL R3 (Nitrito) BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Nesta fase a bilirrubina é insolúvel em água e é conhecida como Bilirrubina Não Conjugada ou Bilirrubina Indireta. Estável por 8 horas a temperatura ambiente. à um grupo de produtos complexo. ácido clorídrico 180 mmol/L. Dimetilsulfóxido 10 mmol/L Reagente 3 – Nitrito: Nitrito de sódio 33 mmol/L. doenças hemolíticas e na insuficiência hepática. Proteger da luz. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . O monitoramento da Bilirrubina do neonato.G. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. A Bilirrubina Total é a soma das duas bilirrubinas (Direta + Indireta). No caso de recém-nascidos. . reage em meio aquoso com o reativo de diazotação. Bilirrubina Direta. Esta Bilirrubina apresenta níveis séricos elevados na presença de obstrução das vias biliares. A Bilirrubina Conjugada ou Bilirrubina Direta é excretada pelas vias biliares até o intestino. em particular do prematuro é de suma importância. Reagente pronto para uso. Vila Verônica . separação e distribuição do material 5. a coloração aparece após o contato do soro e o reativo.Procedimento Operacional Padrão .: 80027310029 Códigos: BT 10003 – 1 fr.5 mL R3 (Nitrito) BT 10003 – 1 fr.50 mL R2 (Bilirrubina Total) + 1 fr.com. quando a bilirrubina reage sob determinadas condições com o ácido sulfanílico diazotado. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A bilirrubina é formada principalmente pela degradação da molécula heme e é transportada até o fígado. por este motivo se chama Bilirrubina Indireta. No fígado. . 4. PRINCÍPIO DO MÉTODO Quase todas as técnicas de quantificação da Bilirrubina se baseiam na reação de Malloy-Evelyn.azida sódica 16 mmol/L.Bioquímica BILIRRUBINA DIRETA E TOTAL Método Colorimétrico Malloy-Evelyn – DMSO 1. superando a barreira hemato-encefálica podendo causar danos cerebrais irreversíveis. a bilirrubina se liga ao ácido glicurônico para formar a Bilirrubina Conjugada. que quantifica colorimetricamente a formação de azobilirrubina.

sendo o último. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. 8. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. NÃO CONGELAR. O reagente. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. 17 . Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Centrífuga. evitando assim a deterioração das enzimas. uma vez usado. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Em caso de vazamento acidental. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. plasma ou urina. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Cronômetro. com água destilada ou deionizada. 9. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 550 nm.(530 . para a obtenção de resultados exatos.570) com cubeta.Procedimento Operacional Padrão . Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.Bioquímica Conservar entre 2 – 8 º C 6. O reativo é estável até a data de validade do Kit. código). em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Em caso de contato com os olhos ou pele. contém soro. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. 7. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Seguir com rigor a metodologia proposta. Pipetas automáticas e ponteiras Banho Maria. O enxágüe deve ser exaustivo. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Manter ao abrigo da luz. Procedimento automatizado Indicar nome. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. lavar abundantemente com água corrente. eventualmente infectado. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. lavar o local com água corrente. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.

8.ABD = 0. Pipetar em tubos de ensaio: (Nota 1) Branco Total 1. 18 .020 AB. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.0 mL 50 μL Total -1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Modo mono-reativo: Preparar alíquotas na proporção de 30 partes de Reativo 1 (Bilirrubina Direta) ou Reativo 2 (Bilirrubina Total) + 1 parte de Reativo 3 (Nitrito).5 e BT = 60. 10.033 ABD =0.1 = μmol/L bilirrubina Exemplo: AT = 0. o que poderia causar resultados errôneos. 11.Bioquímica Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.052 x 25 = 1.040 AT . controle (se utilizado) e reagente. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Para pediatria pode-se variar os volumes proporcionalmente: R – 1 / R . Total R-3 .ABT =0. Nota: 1) Agitar bem e deixar reagir durante 5 minutos a temperatura ambiente. quando mantido em frasco fechado a 2-8°C e realizadas calibrações diárias.092 ABT = 0. Procedimento manual 1.013 x 15 = 0. Estável por 48 horas.0 UNIDADES SI: mg/dL bilirrubina x 17. Ler as absorbâncias.Nitrito Amostra/Padrão 2. Os reativos de trabalho desenvolvem uma coloração alaranjada.Procedimento Operacional Padrão . porém isto não interfere no resultado final.052 AD = 0.2 = 1000 μL R–3 = 30 μL Amostra = 20 μL Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.0 mL 30 μL 50 μL R-1 – Bil Direta R-2 – Bil. com volume de amostra reduzido para 20 μL. CÁLCULOS CÁLCULOS Cálculos: Bilirrubina Total = AT – ABT x Concentração da Padrão AP – ABP Bilirrubina Direta = AD – ABD x Concentração da Padrão AP – ABP Onde: AT = Absorbância amostra Bilirrubina Total ABT = Absorbância branco da amostra de Bilirrubina Total AD = Absorbância amostra Bilirrubina Direta ABD = Absorbância branco da amostra de Bilirrubina Direta AP = Absorbância do Padrão ABD = Absorbância do Branco de Padrão Com fator: Bilirrubina Total (mg/dL) = AT – ABT x 25. Isso evitará contaminação cruzada.30 mg/dL Para amostras pediátricas. Cuidados especiais Conservar a amostra e o reativo protegidos da luz. os valores de fator se modificam para: BD = 36.013 Bilirrubina Direta = (mg/dL) = 0.0 mL 50 μL Direta 1.0 Bilirrubina Direta (mg/dL) = AD – ABD x 15.19 mg/dL Bilirrubina Total = (mg/dL) = 0.0 mL 30 μL 50 μL Branco Direta 1.

0 12.0 Termo 2. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: até 15 mg/dL = 256 μmol/L Para valores superiores diluir a amostra 1:2 com solução salina e repetir a determinação multiplicando o resultado por 2.0 15.T.. Biochem. 13. Bilirrubina Total (Recém-nascidos) – mg/dL Idade Cordão < 24 horas < 48 horas 3 a 5 dias 7 dias Pré-maturo 2.0 10.5 μmol/L) Bilirrubina Direta: até 0. Muller P. Microchem 15.4 mg/dL (6. hemólise ou turbidez dos soros liofilizados. Horn C.Bioquímica 12. 231 (1970). KA. Am J Clin Path 1958.1 = μmol/L bilirrubina Valores de referência Bilirrubina Total: até 1. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Manual de exames – Laboratório H.Procedimento Operacional Padrão .5 6. Barry PL. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL bilirrubina x 17.9 8. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Westgard JO. Chem.0 15. Pardini – 2002 – 62 19 . 28: 412.0 12. Rio de Janeiro. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. J. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 69. Clin Chem 1981.. and Evelyn. 481 (1937). 161 (1966). 1997.Biol. Qualitymark ed. Chim. Matimek. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Hijmans Van der Bergh AA. RG Clin..0 10.8 μmol/L).0 Esses valores são unicamente orientativos. Interferências A leitura da amostra de branco evita a interferência da lipemia. Bilirrubina Direta e Total – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 77. Ltda – Revisão Maio/2005. 119. Gerarde RW.2 mg/dL (20. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 90 (1916). Walters MI. 27: 493-501 Sims FH. Acta. Hunt MR. Malloy. H. 13. Falsos Valores baixos: Soros fortemente hemolisados podem fornecer valores falsamente diminuídos 14. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.

insuficiência renal. O hormônio paratireoideano e a Vitamina D aumentam a absorção do cálcio do trato gastrointestinal. diminuições de albumina e em situações que cursam com fósforo elevado (insuficiência renal. distúrbios da reabsorção tubular de cálcio. feocromocitoma. hipertireoidismo. Urina: é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea. diminui na alcalose). Este íon atua como mediador na contração muscular. liberando-o para os ossos em caso de déficit desse íon. desidratação. separar 5. 08 horas. porém sem deixar o torniquete por muito tempo. plasma (heparina). urina recente pode ser utilizada realizando a razão cálcio: creatinina. transmissão nervosa e mediação da coagulação sanguínea. deficiência da vitamina D. A amostra deve ser obtida por via venosa. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Exame deve ser realizado após 4 dias de dieta.0 mL cada + 1 fr. O uso do torniquete pode aumentar o nível de cálcio em 0. hipoparatireoidismo). corticoterapia. hipomagnesemia. Padrão – 2. Sua determinação é preferida na urina de 24 h. hiperabsorção intestinal de cálcio.Bioquímica CÁLCIO ASX Método ARSENAZO III 1.: 80027310052 20 . Neste caso. Amostras Podem ser utilizados soro. osteomálacia.S. cuja intensidade é medida a 650 nm. 2. acromegalia. Urina: Coletar todo volume da micção de 24 horas. Na interpretação dos valores normais deve-se levar em conta níveis de albumina. hepatopatias. Esta é a amostra teste. 4. Evitar amostra de plasma contendo EDTA. pelo menos.5 mg/dL (0. com 50.Procedimento Operacional Padrão . COMPONENTES DO KIT CÁLCIO ASX (ARSENAZO III) Códigos: BT 12002 – 2 fr. Níveis críticos de cálcio total são aqueles inferiores a 6 mg/dL e superiores a 14 mg/dL. separação e distribuição do material 5. pancreatite. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o cálcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). Urina: até 02 semanas em HCl 50% à temperatura ambiente. Hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias. sarcoidose. entretanto varia com o pH (aumenta na acidose. síndrome de imobilidade. citrato ou oxalato. raquitismo.10 mol/L) Não utilizar soro proveniente de pacientes em Terapia com EDTA – hiperparatireoidismo. Também utilizado na avaliação de nefrolitíase. alcalose. Não é observada nenhuma interferência do magnésio no pH mencionado. uso de diuréticos e estrógenos. Hipercalcemia é encontrada no hiperparatireoidismo. INDICAÇÃO MÉDICA Para determinação dos níveis de Cálcio sérico. mieloma. insuficiência renal. homogeneizar bem todo o volume de 24 horas.0 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. plasma ou urina Soro não hemolisado. A determinação na urina requer uma dieta prévia de pelo menos 3 dias livres de cálcio (eliminar leite e derivados). Cushing. Níveis baixos de cálcio total são encontrados na osteomalácia. Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã. PRINCÍPIO DO MÉTODO A pH levemente ácido o cálcio forma com o arsenazo (III) um complexo azul. Armazenamento e estabilidade das amostras: Cálcio na amostra de soro ou plasma é estável 7 dias entre 2-8oC ou 6 meses à –20 ºC. A dosagem do cálcio iônico independe da albumina. Critérios para a rejeição de amostras Não deve ser utilizado soro hemolisado. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. má absorção. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de.O soro deve ser separado do coágulo o mais rápido possível. Hipocalciúria pode ser secundária à hipocalcemia. hipervitaminose D. osteoporose. hipervolemia. é recomendável o uso da técnica espectrofotométrica de Absorção Atômica. hipertireoidismo. algumas neoplasias com ou sem metástases ósseas. linfoma. uso de diuréticos e estrógenos.0 mL Registro M. Cálcio Iônico: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. para evitar que alterações no nível de albumina – ao redor do torniquete forme um gradiente de concentração de cálcio. A hemólise pode elevar os resultados. A intensidade de cor é proporcional a quantidade de cálcio presente na amostra. representando 43% desse. 3.

30º C Manter ao abrigo da luz. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Tampão MÊS 1. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. código). para a obtenção de resultados exatos.com. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.3214.18 mmol/L. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. conservantes Padrão: Solução de Cálcio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações.G.biotecnicaltda.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. plasma ou urina. lavar o local com água corrente. pH 6. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. 7. Em caso de contato com os olhos ou pele. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 650 nm (600-660) com cubetas. Vila Verônica . Pipetas automáticas e ponteiras.br Reagente: Arsenazo III 0. Procedimento automatizado Indicar nome. contém soro. Em caso de vazamento acidental. Seguir com rigor a metodologia proposta.Procedimento Operacional Padrão . lavar abundantemente com água corrente.M. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.com. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.30 ºC. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . uma vez usado. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. . A data de validade aparece no rótulo da embalagem. O reagente. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.8.Varginha . Banho de água a 37 ºC. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.4646 Site: www. Cronômetro Tubos de ensaio. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.Brasil. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. 6. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. 9.6 mmol/L. 21 . O reativo é estável até a data de validade do Kit. 8. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. eventualmente infectado. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 . o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Conservar entre 15 . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.

Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. o que poderia causar resultados errôneos. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reagente 2.0 mL Agitar bem e deixar os tubos durante 2 minutos à temperatura ambiente.= 6 x Ca – (0.. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA)da Amostra frente ao Branco á 650 nm (600 – 660 nm). com água destilada ou deionizada.. controle (se utilizado) e reagente. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos.19 x P) + A 3 Cal ioniz. Depois lavar várias vezes com água deionizada.. Branco 1. 3. A cor é estável durante 20 minutos.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Sugerimos a lavagem com ácido nítrico 6N ou com detergente não iônico. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL cálcio x 0.25 = mmol/L cálcio 22 . CÁLCULOS Determinar a absorbância do padrão Ap e Calcular o Fator de calibração: FC = concentração do padrão Absorbância padrão FC = Fator de Calibração Cálcio Sérico: Cálculo da concentração de Cálcio: (Multiplicar a absorbância pelo fator de calibração) Concentração Cálcio (mg/dL) = Abs. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com cálcio.0 mL Padrão 10 μL 1.Procedimento Operacional Padrão . Teste x FC Dosagem de Cálcio na urina de 24 horas: mg/24 = cálcio urina (mg/dL) x vol urinário 24 h (mL) 100 Cálculo do Cálcio Ionizável: Cal ioniz. Para análise bicromática utilizar filtro de referência: 700 nm. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. = cálcio ionizável Ca = Cálcio sérico em mg/dL P = Proteína Total (g/dL) A = Albumina (g/dL) (0. Teste x FC Cálcio Urinário Ca Urina (mg/dL) = Abs. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. O enxágüe deve ser exaustivo. sendo o último..19 x P) + A + 6 12.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico.0 mL Amostra 10 μL 1. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Isso evitará contaminação cruzada. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O material utilizado na preparação do reativo deverá estar completamente isento de íons cálcio. 10. 11. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação.

5 . Laboratory Test Handbook. o magnésio (10 mg/dL) e os fosfatos (20 mg/dL) não interferem. uso excessivo de laxante. cloreto de s´dio intravenoso.2 – 2. Barry PL. sais de cálcio. Cálcio – Arsenazo III – Bula do Kit – Biotecnica Ind e Com. Hunt MR. Groth T.0 –11.6 mg/dL = 2.Bioquímica Valores de referência Soro e plasma: Crianças: 10.. Qualitymark ed. 14. gentamicina.8 – 10. 1996. Kasten Jr BL. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Falsos Valores baixos: cortisona..5 mmol/24 horas Esses valores são unicamente orientativos. heparina. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 96-98. Guyton.. Triglicérides acima de 900 mg/dL produzem resultados falsamente diminuídos. Pardini – 2002 – 58-59 23 .. 195 – 212 (1975).9 mmol/L Adultos: 8. Epstein E. Jacobs DS. Babinski E. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.8 mg/dL = 2.7 mmol/L Urina: 100-300 mg/24 horas = 25 – 87. a bilirrubina (20 mg/dL).5 g/L). dieta rica em cálcio. 1997. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Clin Chem 1981.Procedimento Operacional Padrão . Rio de Janeiro.2. Interferências A hemoglobina (1. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Zak B. 13. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Review of Calcium Methodologies . vitamina D. dieta pobre em cálcio..S. 27: 493-501. antiácidos. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Ltda – Revisão Maio/2005. 5 ª edição Westgard JO.Annals of Clinical and laboratory Science 5. meticilina. Falsos Valores elevados: estrógenos. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20mg/dL = 5 mmol/L. Hudson: Lexi-Comp Inc. Manual de exames – Laboratório H. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993.

Sua determinação é preferida na urina de 24 h. Evitar amostra de plasma contendo EDTA.0 mL RB + 1 fr.5 mg/dL (0. O uso do torniquete pode aumentar o nível de cálcio em 0. acromegalia. Urina: é útil na investigação dos efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorção óssea. hiperabsorção intestinal de cálcio. porém sem deixar o torniquete por muito tempo. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Sangue: o cálcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). 3. insuficiência renal. plasma (heparina). COMPONENTES DO KIT CÁLCIO o-CRESOLFTALEÍNA-Complexona (CFC) Registro M. Urina recente pode ser utilizada realizando a razão cálcio / creatinina.0 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. pelo menos. corticoterapia. Neste caso. alcalose. hipervitaminose D.Bioquímica CÁLCIO Método Colorimétrico (o-CRESOLFTALEÍNA) 1. entretanto varia com o pH (aumenta na acidose. Esta é a amostra teste. síndrome de imobilidade. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.10 mol/L) Não utilizar soro proveniente de pacientes em Terapia com EDTA – hiperparatireoidismo. 4. mieloma. hipomagnesemia. deficiência vitamina D. plasma ou urina Soro não hemolisado. uso de diuréticos e estrógenos. desidratação. PRINCÍPIO DO MÉTODO O composto o-cresolftaleína (CFC) reage com Cálcio presente na amostra em meio alcalino originando um complexo colorido que se pode quantificar espectrofotometricamente. O exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. hipervolemia. hipoparatireoidismo). para evitar que alterações no nível de albumina – ao redor do torniquete forme um gradiente de concentração de cálcio. feocromocitoma. O hormônio paratireoideano e a Vitamina D aumentam a absorção do cálcio do trato gastrointestinal. separação e distribuição do material 5. Urina: até 02 semanas em HCl 50% à temperatura ambiente. separar 5. Armazenamento e estabilidade das amostras: Cálcio na amostra de soro ou plasma é estável 7 dias entre 2-8oC ou 6 meses à –20 ºC. Hipocalciúria pode ser secundária à hipocalcemia. A determinação na urina requer uma dieta prévia de pelo menos 3 dias livres de cálcio (eliminar leite e derivados). hipertireoidismo. Cushing. algumas neoplasias com ou sem metástases ósseas. insuficiência renal. hipertireoidismo. 08 horas. Cálcio iônico: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. Hipercalcemia é encontrada no hiperparatireoidismo. é recomendável o uso da técnica espectrofotométrica de Absorção Atômica. pancreatite. e em situações que cursam com fósforo elevado (insuficiência renal.: 80027310027 Códigos: BT 12001 – 1 fr. 2. A amostra deve ser obtida por via venosa. Hemólise pode elevar seus resultados. A dosagem do cálcio iônico independe da albumina. Na interpretação dos valores normais deve-se levar em conta níveis de albumina. Níveis críticos de cálcio total são aqueles inferiores a 6 mg/dL e superiores a 14 mg/dL. Amostras Podem ser utilizados soro. diminui na alcalose). Critérios para a rejeição de amostras Não deve ser utilizado soro hemolisado. má absorção. representando 43% desse. com 50. distúrbios da reabsorção tubular de cálcio. Níveis baixos de cálcio total são encontrados na osteomalácia. osteoporose. INDICAÇÃO MÉDICA Para determinação dos níveis de Cálcio sérico.S. liberando-o para os ossos em caso de déficit desse íon.Procedimento Operacional Padrão . raquitismo. homogeneizar bem todo o volume de 24 horas.0 mL 24 . sarcoidose. Também utilizado na avaliação de nefrolitíase. Urina: Coletar todo volume da micção de 24 horas. Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã. diminuições da albumina. linfoma.O soro deve ser separado do coágulo o mais rápido possível. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Este íon atua como mediador na contração muscular. com 50. transmissão nervosa e mediação da coagulação sanguínea. Padrão – 2. osteomalácia. hepatopatias. Hipercalciúria é encontrada nas hipercalcemias. uso de diuréticos e estrógenos. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. citrato ou oxalato.0 mL RA + 1 fr.

Brasil. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. 8-hidroxiquinoleína 69 mmol/L. plasma ou urina. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.62 mmol/L.M. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. O reagente. . Em caso de vazamento acidental. Conservar entre 15 e 30º C 6. Vila Verônica . instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.Procedimento Operacional Padrão .4646 Site: www.br Reativo A: Tampão Etanolamina 500 mmol/L. eventualmente infectado. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 570 nm (550-590) com cubetas. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. código). A data de validade aparece no rótulo da embalagem.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.Varginha . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Cronômetro Tubos de ensaio. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 . em lugar apropriado para material potencialmente infectante.biotecnicaltda. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.com. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Reativo B: orto-cresolftaleína complexona 0. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Pipetas automáticas e ponteiras. Padrão de Cálcio: Solução estabilizada de Cálcio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Seguir com rigor a metodologia proposta. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.G. Procedimento automatizado Indicar nome. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.com. uma vez usado. para a obtenção de resultados exatos. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. contém soro. 9. 25 . Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 8. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.3214. lavar o local com água corrente. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. 7. Banho de água a 37 ºC. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.30º C Manter ao abrigo da luz. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.

CÁLCULOS Determinar a absorbância do padrão Ap e Calcular o Fator de calibração: FC = concentração do padrão Absorbância padrão Cálcio Sérico: Cálculo da concentração de Cálcio: (Multiplicar a absorbância pelo fator de calibração) Concentração Cálcio (mg/dL) = Abs. lavar abundantemente com água corrente.. Sugerimos a lavagem com ácido nítrico 6N ou com detergente não iônico. ler a absorbância do Padrão e da Amostra frente ao Branco do reativo à 570 nm. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Estável por 24 horas a temperatura ambiente. O enxágüe deve ser exaustivo. 10.Procedimento Operacional Padrão . Trab. Depois lavar várias vezes com água deonizada. 2.. A técnica se caracteriza por Absorbâncias dos brancos muito baixas. Teste x FC Cálcio Urinário Ca Urina (mg/dL) = Abs. Isso evitará contaminação cruzada.0 mL Padrão 10 μL 1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.0 mL Amostra 10 μL 1. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Teste x FC Dosagem de Cálcio na urina de 24 horas: mg/24 = cálcio urina (mg/dL) x vol urinário 24 h (mL) 100 FC = Fator de Calibração Cálculo do Cálcio Ionizável: Cal ioniz. = cálcio ionizável Ca = Cálcio26 sérico em mg/dL P = Proteína Total (g/dL) A = Albumina (g/dL) . Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Cuidados especiais O material utilizado na preparação do reativo de trabalho deverá estar completamente isento de íons cálcio. 11.Bioquímica Em caso de contato com os olhos ou pele. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. com água destilada ou deionizada. controle (se utilizado) e reagente.200 de Absorbância indicam contaminação grosseira por cálcio e os reativos devem ser desprezados. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reat. 3. sendo o último. Procedimento manual 1. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. leituras acima de 0. Decorridos os 10 minutos. o que poderia causar resultados errôneos. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos Reativos: Reativo de Trabalho: Mistura na proporção de 1 mL de Reativo A + 1 mL de Reativo B. O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com cálcio. Branco 1. Um novo reativo de trabalho deve ser preparado. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).0 mL Agitar bem e deixar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente.

diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.G.2. Pardini – 2002 – 58-59 27 .Bioquímica 6 x Ca – (0. Triglicérides acima de 900 mg/dL produzem resultados falsamente elevados por interferência fotométrica. Hunt MR. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Martineck. Hudson: Lexi-Comp Inc. Groth T. o magnésio (10 mg/dL) e os fosfatos (20 mg/dL) não interferem. dieta pobre em cálcio.Am. uso excessivo de laxante.35 mmol/L Urina: 60 .4 mg/dL = 1. – J. 1996. cloreto de s´dio intravenoso. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Henry.5 . Med.12 . Kasten Jr BL.25 = mmol/L cálcio Cal ioniz.200 mg/24 horas = 1. Westgard JO. Rio de Janeiro.5. Manual de exames – Laboratório H. R. 96-98. Barry PL. Tech. 14. heparina. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 20 mg/dL (5. vitamina D.63 mmol/L Cálcio iônico: 4. Harper & Row Publishers (1964). sais de cálcio.0 – 1. meticilina.5 ..03 mmol/24 horas 13.Procedimento Operacional Padrão .= Valores de referência Cálcio no Soro: 8. Jacobs DS. 33:416 (1971). Falsos Valores elevados: estrógenos. Ltda – Revisão Maio/2005. 27: 493-501. Qualitymark ed.0 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.5. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL cálcio x 0.19 x P) + A + 6 12. Falsos Valores baixos: cortisona..5 g/L). gentamicina.J. Principles and Techniques. Clin Chem 1981. 1997.5 mg/dL = 2. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.19 x P) + A 3 (0.0 . Laboratory Test Handbook. Cálcio – o-Cresolftaleína – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.10. antiácidos. – Clinical Chemistry. a bilirrubina (20 mg/dL). Interferências A hemoglobina (1. dieta rica em cálcio. R.

Juntamente com o sódio. São observados níveis fisiologicamente aumentados na diurese pós-menstrual e diminuídos na retenção hídrica pré-menstrual. Desta forma. A determinação dos cloretos em amostras de sangue e urina faz parte da avaliação dos distúrbios hidro-eletrolíticos e ácido-básicos. 3. Líquor Acompanha as alterações (diminuição ou elevação) dos níveis séricos. Níveis Aumentados Aumento da ingestão Uso de diurético Depleção de potássio Doença de Addison Necrose tubular aguda Pielonefrites Rim policístico Síndrome de Bartter Uso de teofilina Níveis Diminuídos Diminuição da ingestão de sal Vômito Diarréia Aspiração gástrica Diabetes insipidus Fístulas gastrointestinais Síndrome de Cushing Cloro.Bioquímica CLORO Método Colorimétrico (Mercúrio – Tiocianato) 1. está envolvido na manutenção da pressão osmótica e balanço hidroeletrolítico. Níveis Aumentados Insuficiência renal aguda Níveis Diminuídos Acidose metabólica associada a elevação de ânions orgânicos(cetoacidose diabética e insuficiência renal) Acidose respiratória Acidose metabólica associada à diarréia prolongada com perda de bicarbonato Acidose tubular renal Alcalose respiratória Alguns casos e hiperparatireoidismo primário Desidratação Diabetes insipidus Hiperfunção adrenocortical Intoxicação por salicilato Alcalose metabólica Aldosteronismo Doença de Addison Hipersudorese Nefrite perdedora de sal Secreção gástrica persistente Vômito prolongado Cloro Urinário Normalmente a excreção urinária de cloro se aproxima da ingestão. Diminuindo na meningite tuberculosa e outras meningites bacterianas. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na dosagem de íons cloretos no sangue. A intensidade da coloração do complexo é proporcional a concentração do íon cloreto presente na amostra. A maior parte do cloro ingerido é absorvida e o excesso excretado na urina. PRINCÍPIO DO MÉTODO O íon cloreto reage com o íon mercúrico liberando uma quantidade equivalente de íon tiocianato que em presença de ferro trivalente forma um complexo colorido violeta. A dosagem do cloreto no suor é útil no diagnóstico da fibrose cística. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Cloro Sérico É o principal ânion extracelular. 2. 28 . representa a maioria dos constituintes osmoticamente ativos do plasma.Procedimento Operacional Padrão .

instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. o plasma ou soro. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. separação e distribuição do material 5. Pipetas automáticas e ponteiras. devem ser separados até 1 hora após a coleta. pelo menos. Reagente pronto para uso. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 a 30º C. + 1 fr Padrão – 2. 08 horas. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.: 80027310028 BT 12003 – 1 fr com 50mL. Para evitar a passagem do cloreto para as hemácias.9 mM.G. Vila Verônica .br / e-mail: sac@biotecnicaltda.3214. código). heparina). suor e líquor.500 nm com cubetas.com. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. 6.4646 Site: www. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Diluir a urina 1:2. Multiplicar o resultado obtido por 2. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Soro ou plasma: obtido da maneira usual. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . 7. Padrão: Solução de íons Cloreto (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.S. nitrato de ferro (III) 170 mM. Cronômetro. Urina de 24 horas. Manter protegido da luz. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 460 . Urina ou líquor: Para dosagem no líquor ou na urina. ácido nítrico 50 mM. Banho de água a 37 ºC.br Reagente: Tiocianato de mercúrio 12.com. oxalato.Brasil. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. urina (colhida com intervalo de 24 horas). Conservar entre 15 – 30ºC. 8.Procedimento Operacional Padrão . COMPONENTES DO KIT CLORETO Códigos: Registro M. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. citrato. utilizar amostras centrifugadas. .M.biotecnicaltda.Bioquímica 4. 29 .Varginha . Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Amostras Usar soro ou plasma (EDTA. O analito é estável por 7 (sete) dias entre 15 – 30oC e vários meses a 10oC negativos. Armazenamento e estabilidade das amostras: O íon cloreto é estável na amostra até 04 dias se armazenado entre 2-8oC. O reativo é estável até a data de validade do Kit.

Padrão 30 . Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.0 mL 2. 9. para a obtenção de resultados exatos. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. O reagente. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.Bioquímica Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Em caso de vazamento acidental. Amostra X Concentração do padrão = mEq/L cloreto Abs. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. sendo o último. 3. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. CÁLCULOS Abs. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Pipetar em tubos de ensaio: Padrão Amostra Reagente Branco 2. Homogeneizar bem e incubar os tubos durante 5 minutos à temperatura ambiente. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. A cor é estável durante 30 minutos. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco á 460-500 nm. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. lavar o local com água corrente. com água destilada ou deionizada. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. contém soro. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. o que poderia causar resultados errôneos. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. uma vez usado. Cuidados especiais Cuidados especiais com a água utilizada! Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente. 10. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Seguir com rigor a metodologia proposta. Isso evitará contaminação cruzada. 11.0 mL Amostra 5 μL 2.0 mL Padrão 5 μL 2. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Em caso de contato com os olhos ou pele. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.Procedimento Operacional Padrão . plasma ou urina. eventualmente infectado. O enxágüe deve ser exaustivo. lavar abundantemente com água corrente. controle (se utilizado) e reagente. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).

M. 1997. Amostra Abs. Cloreto (mEq/L) = Absorbância do Teste x Fator 12. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Zall D. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco.28. Cloro – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.Procedimento Operacional Padrão . 14. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Rio de Janeiro. que pode ser obtida com a metodologia. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 200 mEq/L (100 mmol/L) Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.. Interferências Para amostras Lipêmica. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mEq/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L = mEq/L x 0. Padrão Absorbância da Amostra Absorbância do Padrão Devido à ótima reprodutibilidade.. ictéricas e hemolizadas. Chem. Qualitymark ed. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc.Fisher D.. Metodologia Technicon. Garner D. Pardini – 2002 – 58-59 31 . Barry PL. fazer o branco da amostra com água destilada. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.5 Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: 98 – 110 mEq/L = 49 – 55 mmol/L Para amostras de Urina: 170 – 250 mEq/24h = 85 – 125 mmol/L Suor até 40 mEq/L..1665 (1956) Skeggs L. Manual de exames – Laboratório H. Westgard JO. Líquor: 118 a 132 mEq/L Esses valores são unicamente orientativos. Hunt MR.. do Padrão . Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.Bioquímica Onde: Abs. 27: 493-501. Clin Chem 1981.O. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência 13.Anal. Ltda – Revisão Maio/2005. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 11-12.

Drogas: corticosteróides. de Addison. obesos e com hipotiroidismo. com conseqüente inflamação e fibrose de suas paredes. A enzima colesterol oxidase. hipercolesterolemia familiar(deficiência de receptores LDL).Bioquímica COLESTEROL Método Enzimático Colorimétrico 1. anemia hemolítica . hipotireoidismo. aterosclerose. anorexia nervosa. em presença de 4-aminoantipirina. grandes queimados. DIMINUIÇÃO: hepatopatias graves. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente: O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. Líquido ascítico ou líquido pleural: O material não é colhido no laboratório. catalisa a oxidação do colesterol livre. hepatoma. gota. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do reagente fenólico (fenol) pelo peróxido de hidrogênio formado. cirrose porta. de Von Gierke. 2. de má absorção. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O colesterol é um componente estrutural importante da membrana celular e precursor para biossíntese de ácidos biliares e hormônio esteróides. Separar dentro das próximas 2 horas da coleta. Soro: obtido da maneira usual. septicemia. pancreatite crônica. outros anticoagulantes podem interferir no resultado final. acantocitose. abetalipoproteinemia. hepatite por vírus. produzindo peróxido de hidrogênio. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). O colesterol total compreende todo colesterol encontrado em várias lipoproteínas. A aterosclerose desencadeia várias disfunções em vários órgãos principalmente no coração.de Gaucher. nefrótica.Procedimento Operacional Padrão . D. uso de ACTH e corticóides. dentre elas o colesterol. que apresenta máximo de absorção em 500 nm. O colesterol é o principal lipídio associado à doença vascular aterosclerótica. separação e distribuição do material. PRINCÍPIO DO MÉTODO Os ésteres de colesterol existentes na amostra são hidrolisados pela enzima colesterol esterase produzindo o colesterol livre. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. hipertireoidismo. S. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise intensa. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). diabetes mellitus. sendo cerca de 60% a 70% transportados pela LDL. cérebro e rins. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. má nutrição. D. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. uremia terminal. linfangiectasia intestinal. 3.lipoproteína. inanição. graxo Colesterol +1/2 O2 ----------------> Colestenona + H2O2 2 H2O2 + 4-Aminoantipirina + Fenol -------------> Quinonaimina +4H2O 4. em presença de oxigênio. Esterase 32 . Uma dosagem de colesterol elevada é uma boa indicação dos riscos de aterosclerose. 20% a 35% pela HDL-lipoproteina e 5% a 12% pela VLDL-lipoproteina. de Cushing. disbetalipoproteinemia familiar. a qual é uma degeneração de artérias de grande e médio calibre através da deposição de lipoproteínas. de Tangier. gravidez. S. hipercolesterolemia poligênica. D. anemia perniciosa. oxidase col. Amostras: Soro ou plasma. D. após pancreatectomia. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação dos riscos de aterosclerose e monitoramento de pacientes diabéticos. Colesterol esterificado + H2O ------------------>Colesterol + Ac. Volumes mínimos e ideais A serem definidos pelo próprio laboratório. hiperlipidemia familiar combinada. Não usar amostras visivelmente hemolisadas. peroxidase col. AUMENTO: icterícia obstrutiva. hemofilia. anemia hipocrômica severa. porfiria intermitente aguda. S. líquido ascítico ou líquido pleural. Soro ou plasma heparinizado. O exame é feito somente com material enviado até 06 horas depois da coleta Armazenamento e estabilidade das amostras: As amostras de soro / plasma podem ser guardadas 2 – 8OC por uma semana ou – 20OC por 2 meses.

br Reagente: Tampão fosfato 182. evitando assim a deterioração das enzimas.com. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510) com cubetas. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.com.42 mmol/L– pH 7. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Colesterol oxidase > 200 U/L. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.Bioquímica 5.3214. para a obtenção de resultados exatos.: 80027310039 BT 10.4646 Site: www. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Padrão: Solução de Colesterol (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.Brasil. Colato de Sodio 8 mM. código). Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. 8.2. Vila Verônica .Varginha . Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. plasma ou urina.0 mL. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Cronômetro Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Colesterol esterase (CHE) > 750 U/L. 7. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.0 mL BT 10.004 – 1 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.S. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .M. eventualmente infectado.G. 33 .6 mmol/L. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. contém soro. COMPONENTES DO KIT COLESTEROL Códigos: Registro M.biotecnicaltda. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Banho de água a 37 °C.Procedimento Operacional Padrão . Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Conservar entre 2 – 8 º C 6. Pipetas automáticas e ponteiras. 4-Aminoantipirina 0. 4-Clorofenol 20 mmol/L. Peroxidase > 2000 KU/L. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. uma vez usado. Seguir com rigor a metodologia proposta. 9. .004 – 4 fr com 250mL + 1 fr Padrão – 2. O reagente. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.

Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.Procedimento Operacional Padrão . Ler a absorbância (AP) do Padrão e a (AA) da Amostra frente ao Branco á 500 nm. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. o que poderia causar resultados errôneos. lavar abundantemente com água corrente. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. sendo o último. 2. Deixar o Reagente durante alguns minutos á temperatura ambiente ou em um banho de água. Amostra X Concentração do Padrão Abs. Em caso de vazamento acidental. lavar o local com água corrente. 11. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. Colesterol (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. 4. O enxágüe deve ser exaustivo.Bioquímica O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Em caso de contato com os olhos ou pele. que pode ser obtida com a metodologia. Isso evitará contaminação cruzada. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Padrão Devido à ótima reprodutibilidade.0 mL Padrão Amostra Reagente 3.0 mL Amostra 10 µL 1. A cor é estável durante 30 minutos. 10. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente ou durante 10 minutos a 37ºC. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). do Padrão .026 Valores de referência Faixa Etária 2 a 19 anos 20 anos ou acima Valor (mg/dL) Menor que 170 De 170 a 199 Maior que 200 Menor que 200 De 200 a 239 Maior que 240 Interpretação Desejável Limítrofe Aumentado Ótimo Limítrofe Alto 34 . controle (se utilizado) e reagente. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. com água destilada ou deionizada. CÁLCULOS Colesterol (mg/dL) = Abs. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L = mg/dL x 0.0 mL Padrão 10 µL 1. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações.

kanamicina.P. Pardini – 2002 – 67-68 35 . bromatos. fenitoína. Levy RJ. Winter W. Chem. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 800 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Kendalll. Falsos valores diminuídos: neomicina.. 1997. Qualitymark ed.Ácido Ascórbico: mesmo em baixas concentrações (abaixo de 2 mg/dL) o ácido ascórbico induz a resultados falsamente diminuídos. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. F. Abell. Levy. Manual de exames – Laboratório H. Fredriickson DS. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 125. sulfonamidas. anticoncepcional oral. Biochemistry 1966. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Bull Org Mond Santé. Líquido Ascítico ou Líquido Pleural: Inferior ao soro com triglicérides elevados: = quiloso Superior ao soro com triglicérides normal: = quiliforme Esses valores são unicamente orientativos. 195-357 (1952) Castelli. .5:467.43:891. Izawa S. Singh RMM.B. New Engl J Med 1967. colchicina. B.L. fenotiazina. 1970. – Current Prescribing 6177: 39 (1977).Hemoglobina e Triglicérides elevados (amostra com turvação evidente): Hemoglobina acima de 150mg/dL (hemólise significativa) e hiperlipemia acentuada induzem a resultados falsamente aumentados. . Connoly TN. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Trinder P. 276..Procedimento Operacional Padrão . Bilirrubina: Bilirrubina até 15 mg/dL não interfere no resultado do teste. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. 276:24. Winger GD. 215. 14. L. aspirina e epinefrina.E. tetraciclina.:J.. W.Bioquímica * Dados das III Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – 2001. Rio de Janeiro. Ltda – Revisão Maio/2005. 13. agentes hipoglicemiantes. Good NE.Ann Clin Biochem 6124 (1969). Lee RS. 148. Colesterol – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. heparina. Interferências . 94. Biol. Falsos valores elevados: Esteróides.

4.Brasil. Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Obesidade. Vila Verônica .G. anabólicos. Bloqueadores beta adrenérgicos. medida à 600 nm.DIRETO Registro M.Bioquímica HDL COLESTEROL DIRETO Método Enzimático Colorimétrico Direto – Sem precipitação 1.Procedimento Operacional Padrão .S. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. Valores de C–HDL são dependentes de sexo e idade. PRINCÍPIO DO MÉTODO O anticorpo antiβ-lipoproteína humana presente no Reagente A se liga as lipoproteínas (LDL. 3. Fatores que contribuem para o decréscimo do colesterol HDL Fatores genéticos: hipoalfalipoproteinemia. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. Fumo. Isso devese ao fato da HDL-lipoproteína estar envolvida no chamado transporte reverso do colesterol para ser metabolizado no fígado (sítio de maior excreção do colesterol).0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Anti-hipertensivo.Varginha . separação e distribuição do material. Valores de HDL – colesterol são aproximadamente 1/5 do colesterol total. Em doenças da tireóide. Hipertrigliceridemia.androgênios. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). 5.4646 36 . tendendo a decrescer temporariamente após infarto agudo do miocárdio. Quando é adicionado o Reagente B. Esteróides. somente o Colesterol HDL reage com a cadeia enzimática (CHE-CO). A concentração do HDL presente na amostra é proporcional a absorbância. O peróxido de hidrogênio produzido pela reação enzimática produz um complexo de cor azul sob condensação oxidativa com F-DAOS e 4-AAP.006 – 1 fr R-A com 45 mL.: 80027310035 Códigos: BT 10. seus valores não devem ser usados como estimativa de risco de aterosclerose. visto que o hipotireoidismo aumenta e o hipertireoidismo diminui seus níveis. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. R-B com 15 mL + 1 fr Calibrador – 1. Amostras Soro não hemolisado. progestágenos. VLDL e Quilomicrons) deixando a lipoproteína HDL livre. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de dislipidemias associadas a patologias coronárias. tiazídicos. COMPONENTES DO KIT COLESTEROL HDL . Neomicina. . plasma (heparina ou EDTA) Armazenamento e estabilidade das amostras: O Colesterol é estável na amostra 7 dias à 2-8 ºC ou 30 dias à –20 ºC. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Vários estudos sugerem existir uma forte correlação inversa entre os níveis de C-HDL e o risco de aterosclerose. em presença de peroxidase. 2.M. + 1 fr. Sedentarismo. Critérios para a rejeição de amostras Soro hemolisado. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .3214.

9. Tampão MES 30 mM. 8.br Reativo A: 4-aminoantipirina 0. pH 7.Procedimento Operacional Padrão . Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Reativo B: Colesterol esterase > 4000 U/L. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. O reativo é estável até a data de validade do Kit. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. evitando assim a deterioração das enzimas. eventualmente infectado. plasma ou urina. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória.biotecnicaltda. F-DAOS 0. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 37 . Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. lavar o local com água corrente. Procedimento automatizado Indicar nome. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Conservar entre 2 e 8º C. Anticorpos antiβ-lipoproteína humana 2. lavar abundantemente com água corrente.com. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.0. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Em caso de contato com os olhos ou pele. O reagente. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.9 mM. Colesterol oxidase > 2000 U/L. Em caso de vazamento acidental.8 mM. uma vez usado. para a obtenção de resultados exatos. Ascorbato oxidase > 2700 U/L. Calibrador: Soro liofilizado (Valor da concentração vide etiqueta do frasco). 7. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. 6. com cubetas. Banho de água a 37 °C. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.com. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 600 nm. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. código). NÃO CONGELAR.Bioquímica Site: www. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Seguir com rigor a metodologia proposta. Reagente pronto para uso. POD > 2400 U/L. Pipetas automáticas e ponteiras. contém soro. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.0 U/L. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Cronômetro Tubos de ensaio.

Adicionar: 100 µL 100 µL 100 µL Reativo B 4. Homegeneizar e incubar 5 minutos a 37 ºC. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 4 μL 300 μL Calibrador 4 μL 300 μL Amostra 4 μL 300 μL Água destilada Calibrador Amostra Reativo A 2. Evitar a formação de espuma. Técnica Macro: 1. Ler a absorbância a 600 nm (A1) da amostra e (A1p) do padrão.Procedimento Operacional Padrão . Isso evitará contaminação cruzada. 10. 5. Ler a absorbância (A2p) do Padrão e (A2) da amostra frente ao Branco a 600 nm. incubar a 37 ºC por 5 minutos. incubar a 37 ºC por 5 minutos. Homogeneizar e incubar 5 minutos a 37 º C. sendo o último. se protegida da luz. Adicionar: 3. A estabilidade dos reativos é de pelo menos 60 dias. depois de reconstituído. 38 . PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Calibrador: Reconstituir o calibrador com exatamente 1. Homogeneizar. Procedimento manual Técnica Micro: 1. Reagentes: Os reagentes são fornecidos na forma líquida. O calibrador é estável 03 dias se conservado entre 2-8ºC ou 30 dias a –20ºC. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 10 μL 750 μL Calibrador 10 μL 750 μL Amostra 10 μL 750 μL Água destilada Calibrador Amostra Reativo A 2. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Congelar e descongelar somente uma vez. 3. para dissolver todo o liofilizado. 6. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. se protegida da luz. Ler a absorbância a 600 nm (A1) da amostra e (A1p) do padrão. controle (se utilizado) e reagente.Bioquímica Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. A reação é estável por 30 min. Homogeneizar. o que poderia causar resultados errôneos. Deixar em repouso por 30 minutos antes do uso. com água destilada ou deionizada. Homogeneizar cuidadosamente depois de descongelado. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Adicionar: Reativo B 250 µL 250 µL 250 µL 4. Fechar o frasco e homogeneizar cuidadosamente. O enxágüe deve ser exaustivo. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.0 mL de água destilada ou deionizada. pronto para uso. após o frasco aberto. A reação é estável por 30 min. 5. se conservados de 2-8ºC e tomados os devidos cuidados para evitar contaminação. 6.. Ler a absorbância (A2p) do Padrão e (A2) da Amostra frente ao Branco a 600 nm. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.

12. sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Hemoglobina (até 500 mg/dL). Pelas últimas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose. Bilirrubina (até 40 mg/dL) e lipídios (até 5 g/dL) não interferem. CÁLCULOS A1p = ΔA padrão A2-A1 = ΔA amostra [P]= Concentração do Padrão ΔA padrão x valor da concentração do padrão = mg/dL de HDL-c ΔA amostra Com Fator: Fator de calibração = [P] ΔA padrão Concentração de HDL em mg/dL = ΔA amostra x Fator Calibração Exemplo: A2 = 0. HDL – Homens Col. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.167-0. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).280 A1= 0.3 0.056=0.026 Valores de referência Desejável Colesterol LDL Colesterol Total Col.142 A2p= 0. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.111 Fator = 35 = 315. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 180 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L Colesterol = mg/dL colesterol x 0.5 mg/dL.111 Colesterol HDL (mg/dL) = 0. 11. como mostrado na tabela abaixo: Faixa Etária Até 10 anos De 10 a 19 anos 20 anos ou acima Diabéticos 13. Valor (mg/dL) Maior que 40 Maior que 35 Menor que 40 Maior que 60 Maior que 45 Interpretação Desejável Desejável Baixo Alto Desejável 39 .138 ΔA padrão= 0.Bioquímica Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Interferências Ácido Ascórbico (até 50 mg/dL). os valores de referência para HDL Colesterol podem ser consultados por faixa etária.056 [P] = 35 mg/dL ΔA amostra= 0.Procedimento Operacional Padrão .138 x 315.167 A1p= 0.3 = 43.142=0. HDL .280-0.Mulheres < 130 < 200 > 55 > 65 Risco moderado 130 – 159 200 – 239 35 – 55 45 – 65 Alto risco ≥160 ≥ 240 < 35 < 45 Estes valores são unicamente orientativos.

Pardini – 2002 – 67-68 40 . 1385-1388. 37 (1997) HDL Colesterol –Direto – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.Bioquímica 14. Am J. J.Med. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Gordon T et al.. The Framingham Study. And Pharm. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 241. Med.Procedimento Operacional Padrão .: High density lipoprotein as a protective factor against coronary heart disease. Manual de exames – Laboratório H. 62. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Qualitymark ed. Sachiko Izawa et al.707 (1977). 1997. Ltda – Revisão Maio/2005.Sci. Rio de Janeiro...: A new direct method for measuring HDL – Cholesterol which does not produce any biased values.

Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. + 1 fr Padrão – 2.0 mL Registro M. esterase 41 . 2. graxo Colesterol + ½ O2 + H2O --------------> Colestenona + H2O2 2H2O2 + 4-Aminoantipirina +DCFS ------------->Quinonaimina+4H2O 4. PRINCÍPIO DO MÉTODO Os quilomicrons e as lipoproteínas de baixíssima densidade (VLDL) e de baixa densidade (LDL) presentes na amostra. Bloqueadores beta adrenérgicos. Anti-hipertensivo 3. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação dos riscos de doenças coronarianas e renais causadas por aterosclerose. Hipertrigliceridemia.Bioquímica HDL COLESTEROL Método Precipitante – Ácido Fosfotúngstico 1.005 – 1 fr com 50mL. O sobrenadante da centrifugação contém as lipoproteínas de elevada densidade (HDL). Evitar garroteamento por período superior a 2 minutos e colher em posição sentada com o paciente em repouso por 5 minutos. Em doenças da tireóide. Amostras Soro não hemolisado. progestágenos. Fatores que contribuem para o decréscimo do colesterol HDL: Fatores genéticos: hipoalfalipoproteinemia. cujo colesterol quantifica-se espectrofotometricamente mediante as reações acopladas descritas abaixo. anabólicos. mas o é para a determinação dos triglicérides e frações do colesterol). Valores de HDL – colesterol são aproximadamente 1/5 do colesterol total. tiazídicos. visto que o hipotireoidismo aumenta e o hipertireoidismo diminui seus níveis. Valores de C–HDL são dependentes de sexo e idade. A abstinência alcoólica é desejável nas 72 horas que antecedem o teste. Obesidade. separação e distribuição do material 5. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Sedentarismo. Colesterol esterificado + H2O -------------> Colesterol + Ac. COMPONENTES DO KIT HDL COLESTEROL (PRECIPITANTE) Códigos: BT 10. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Vários estudos sugerem existir uma forte correlação inversa entre os níveis de C-HDL e o risco de aterosclerose. Esteróides. Isso se deve ao fato da HDL-lipoproteína estar envolvida no chamado transporte reverso do colesterol para ser metabolizado no fígado (sítio de maior excreção do colesterol). Neomicina.S.: 80027310054 peroxidase col. precipitam em presença de fosfotungstato e íons magnésio. tendendo a decrescer temporariamente após infarto agudo do miocárdio. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise intensa.Procedimento Operacional Padrão . PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar com peso e dieta estáveis por três semanas e em jejum de 12 a 14 horas (O jejum não é imprescindível para a dosagem de colesterol total. oxidase col.androgênios. Armazenamento e estabilidade das amostras: O Colesterol é estável na amostra 3 dias à 2-8 ºC. seus valores não devem ser usados como estimativa de risco de aterosclerose. plasma (heparina ou EDTA). Fumo.

MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 600 nm. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. uma vez usado. O reagente. Procedimento automatizado Indicar nome. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.3214. Padrão: Solução padrão de Colesterol (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Banho de água a 37 °C. cloreto de magnésio 3. código). Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Seguir com rigor a metodologia proposta. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.Brasil. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.5 mmol/L. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. O reativo é estável até a data de validade do Kit. NÃO CONGELAR. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. 42 . com cubetas. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 9. eventualmente infectado.Procedimento Operacional Padrão . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. 7. evitando assim a deterioração das enzimas. Vila Verônica . contém soro. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.4646 Site: www. Cronômetro Tubos de ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 8.br Reagente: Ácido Fosfotúngstíco 16 mmol/L. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. plasma ou urina. lavar o local com água corrente. para a obtenção de resultados exatos.com. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.G.M.Varginha . 6.biotecnicaltda. Em caso de vazamento acidental. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Em caso de contato com os olhos ou pele. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Pipetas automáticas e ponteiras. . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Conservar entre 2 e 8º C. lavar abundantemente com água corrente.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.

4. 6. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Deixar o Reagente durante alguns minutos á temperatura ambiente ou em um banho de água. A cor é estável durante pelo menos 30 minutos. 250 μL 250 μL Agitar e deixar durante 10 minutos à temperatura ambiente. Amostras lipêmicas e ocasionalmente amostras não lipêmicas podem apresentar o sobrenadante turvo. Após a centrifugação. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. remover o sobrenadante límpido dentro de 15 minutos. CÁLCULOS Aa= Absorbância da amostra Ap= Absorbância do padrão ( ) [P]= Concentração do Padrão = 40 mg/dL * ( ) * 40 equivale ao valor do padrão (20 mg/dL) corrigido de acordo com o fator de diluição (1:2) usado na precipitação.0 mL Padrão 100 μL 1.0 mL Água destilada Padrão de colesterol HDL Sobrenadante Reagente do Colesterol 7. Agitar bem e incubar nos tubos durante 30 minutos à temperatura ambiente ou durante 10 minutos a 37ºC 8. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Recolher com cuidado o sobrenadante. Isso evitará contaminação cruzada.. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.0 mL Amostra 100 μL 1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Padrão Com Fator: Fc (Fator de calibração)= 40 Ap Concentração de HDL em mg/dL= Aa x Fc. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 5. controle (se utilizado) e reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Centrifugar durante 10 minutos a um mínimo de 4. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Pipetar em tubo de centrífuga Amostra Reagente precipitante 2. Neste caso diluir a amostra 1:2 com NaCI 150 mmol/l e repetir a precipitação. 10. 11. Amostra X 40 * = mg/dL Colesterol HDL Abs. 3.000 rpm. Ler a absorbância (A) do Padrão e da Amostra frente ao Branco à 500 nm. o que poderia causar resultados errôneos. Fc = 40 = 131. Caso o sobrenadante permaneça ainda turvo a amostra não pode ser utilizada para determinar o colesterol HDL. Multiplicar o resultado final por 2. com água destilada ou deionizada.244 43 . para evitar resultados falsamente elevados. ( ) Abs. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra.1 Exemplo: AA = 0. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. O enxágüe deve ser exaustivo.Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 100 μL 1. Cuidados especiais Manter sempre a relação Amostra/Preciptante igual a 1:1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual Precipitação 1. sendo o último.Procedimento Operacional Padrão .

Clin Chem 1979.148. (Ed.1977. 18:707. Clin Chem. HDL .99 mg/dL 12. 1997. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. HDL – Homens Col. 14.25 mmol/L interferem. Virella.1985. Burstein M. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. H. 23:882.M. os valores de referência para HDL Colesterol podem ser consultados por faixa etária.305 Concentração de HDL(mg/dL)= 0. a hemoglobina >3 g/L e a bilirrubina >0. Ltda – Revisão Maio/2005.3 mmol/L.244 x 131. Manual de exames – Laboratório H. et al. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mmol/L Colesterol = mg/dL colesterol x 0. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 150 mg/dL. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 241.1= 31.1985. Kostner. como mostrado na tabela abaixo: Faixa Etária Até 10 anos De 10 a 19 anos 20 anos ou acima Diabéticos 13. Rio de Janeiro. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Warnick. Clin Chem 25(6):939. Clin Chem. Morfin R. J Lipid Res 1970.F. et al. Qualitymark ed.T. Academic Press 2 ed. p. sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência.305 0.. M.Bioquímica Ap= 0.) Methods of Enzymatic Analysis. Pelas últimas Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose. 2:217. 25:560.. R. Chem.1977. Pardini – 2002 – 67-68 Valor (mg/dL) Maior que 40 Maior que 35 Menor que 40 Maior que 60 Maior que 45 Interpretação Desejável Desejável Baixo Alto Desejável 44 . Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. et al.U.Mulheres < 130 < 200 > 55 > 65 Risco moderado 130 – 159 200 – 239 35 – 55 45 – 65 Alto risco ≥160 ≥ 240 < 35 < 45 Estes valores são unicamente orientativos. Scholnick HR.026 Valores de referência Desejável Colesterol LDL Colesterol Total Col.. Clin.L. Friedwald W.G. Grove TH. Interferências Àcido ascórbico >0. G. nd Bergmeyer. 11: 583.1979. et al.Procedimento Operacional Padrão . HDL Colesterol (Precipitante) – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.

não interferem. porém. Amostras: Soro. pelo menos. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Diminuição do fluxo sanguíneo renal: Baixa estatura insuficiência cardíaca congestiva. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO CREATININA SÉRICA Trata-se de um produto metabólico formado pela descarboxilação da creatina-fosfato no músculo. tendo. trimetoprim. 08 horas. a reação do picrato com outros cromogênios presentes na amostra é lenta. uma relação direta com a massa muscular. cefalosporinas e ácido ascórbico CREATININA URINÁRIA É filtrada livremente pelos glomérulos somente sendo reabsorvida em certas condições clínicas. trimetoprim e probenecide. se quantidades excessivas de carnes forem consumidas. desidratação Insuficiência renal por decréscimo da Desnutrição filtração glomerular Obstrução do trato urinário Diminuição da massa muscular Intoxicação por metanol Doença hepática severa Terapia com metildopa. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. como: diabetes melittus. oxalato ou fluoreto. 2. o que não interfere na dosagem da creatinina. 45 . portanto. choque. EDTA. ocorrendo nos períodos finais da reação. Armazenamento e estabilidade das amostras: A creatinina em soro ou plasma é estável 24 horas a 2-8ºC. Gravidez hidantoína. idosos e mulheres em geral. A creatinina não é afetada normalmente pela dieta. insuficiência cardíaca congestiva etc.Homens e atletas produzem maiores quantidades de creatinina que crianças. A concentração de creatinina somente torna-se anormal quando aproximadamente metade ou mais de néfrons tenham sido comprometidos. A determinação da creatinina urinária em mg/kg de peso é um parâmetro indicativo do volume correto da urina colhida no período de 24 horas. Os anticoagulantes como a heparina. PRINCÍPIO DO MÉTODO A creatinina presente na amostra reage com o picrato em meio alcalino originando um complexo de cor vermelhoamarelada. Com a redução do fluxo sanguineo renal. a creatinina eleva-se mais lentamente que a uréia. Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Adenoma hipofisário Distrofia muscular Diabetes mellitos Doença muscular inflamatória Doenças infecciosas Doenças com diminuição da massa muscular Encefalite Doença renal avançada Hipotireoidismo Hipertireoidismo Anemia Leucemia Paralisia 3. plasma ou urina. O decréscimo da massa muscular no idoso deve ser considerado na interpretação dos resultados. Exercícios severos e ingestão de altas quantidades de carne podem causar aumentos significativos na excreção de creatinina. Mede-se a velocidade de formação desse complexo utilizando uma cinética de 2 pontos durante os períodos iniciais da reação.Bioquímica CREATININA Método Cinético Colorimétrico 1. os níveis séricos poderão sofrer aumento por um período de 48 horas. A secreção tubular da creatinina pode ser inibida por drogas como: cimetidina. enquanto a diminuição da massa muscular nos idosos provoca diminuição.Procedimento Operacional Padrão . 4. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação da função renal.

7.007 – 1 fr. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.biotecnicaltda.: 80027310025 BT 10. COMPONENTES DO KIT CREATININA Códigos: Registro M. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.G. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. 50mL RB + 1 fr. Vila Verônica . Padrão – 2. . separação e distribuição do material 5.S. 250mL RB + 1 fr. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. 8. Multiplicar o resultado obtido por 100. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.Procedimento Operacional Padrão . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.4646 Site: www. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Reagente B: Hidróxido sódico 1. Manter ao abrigo da luz. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.007 – 1 fr.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. O reativo é estável até a data de validade do Kit.0 mL BT 10.Varginha .3214. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Padrão: Solução de Creatinina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.com.Bioquímica Urina: amostra de urina de 24 horas deve ser conservada em geladeira durante o período de coleta e até o momento da dosagem. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Estável 4 dias a 2-8oC. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente.br Reagente A: Ácido pícrico 18 mmol/L. Padrão – 2. Tetraborato sódico 20 mmol/L. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Conservar entre 15-30oC 6. Procedimento automatizado Indicar nome.com. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. 46 . 250mL RA + 1 fr. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura a 500 nm (490-510). código).M. 50mL RA + 1 fr. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Pipetas automáticas e ponteiras. Cronômetro Tubos de ensaio. com cubeta termostatizável.Brasil.8 mmol/L. Diluir a urina fresca 1/100 com água destilada. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou intensa turvação.

não é possível dosar a creatinina com exatidão. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Isso evitará contaminação cruzada. para o soro. o procedimento corretivo com desproteinização não é eficiente e.Bioquímica 9. Inserir em porta-cubetas termostatizado a 37ºC. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Estável por 10 dias a temperatura ambiente. lavar o local com água corrente. Quando a temperatura no interior da cubeta alcançar 37ºC pipetar : Padrão ou Amostra 6.0 mL Misturar e acionar imediatamente o cronômetro. 47 . A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. 100 µL 1. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. 3. As amostras muito leitosas. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). por 10 minutos a 3000 rpm. 10. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes: Reagente de Trabalho: Misturar volumes iguais de Reativo A e Reativo B. Centrifugar uma alíquota de 10 mL. O enxágüe deve ser exaustivo. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Medir o volume urinário de 24 horas. aplicar as normas de segurança estabelecidas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho e a amostra ou padrão a 37ºC durante alguns minutos. Fazer referência ao Manual ou POP de Segurança. 3. O Reativo B é caustico. Proceder a dosagem conforme o procedimento descrito acima. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. para a obtenção de resultados exatos. Dosagem em urina: 1. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Em caso de vazamento acidental. controle (se utilizado) e reagente. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. 5. Multiplicar o resultado obtido por 50. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Em caso de contato com os olhos ou pele. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. 7. eventualmente infectado. Homogeneizar. Evitar contato com a pele. nestes casos. Fazer uma diluição do sobrenadante na proporção de 1:50 com água destilada ou deionizada. 5. o que poderia causar resultados errôneos. Seguir com rigor a metodologia proposta. Ler a absorbância à 500 nm aos 30 segundos (A1) e aos 90 segundos (A2). 4. com água destilada ou deionizada.Procedimento Operacional Padrão . Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. O reagente. uma vez usado. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Ajustar o espectrofotômetro em zero frente a água destilada. Procedimento manual 1. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. 2. contém soro. lavar abundantemente com água corrente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Pipetar em uma cubeta pré-aquecida a 37ºC: Reagente de Trabalho 4. 2. plasma ou urina. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. sendo o último.

73 Superfície corporal Exemplo: Creatinina na urina (mg/dl) = 120 Creatinina no soro (mg/dl) = 0.91 mg/dl 48 . CÁLCULOS (A2 .7= 0.25 Peso = 70 kg Altura = 170 cm Superfície corporal = 1.409 A1 .A = 0.222 2 0.73 m ) = Depuração(mL/min) x 1.91 Volume de 24 horas = 1800 mL Volume/minuto = 1800/1440 = 1.7 Creatinina (mg/dl)=(0.A1) padrão Creatinina (mg/dl) = (A2 .A1) padrão COM FATOR: Fc = Valor do padrão (A2 .83 mL/min.409-0. (A2 – A1) Padrão Creatinina em mg/dl = (A2 – A1) amostra x Fc Creatinina Urina (mg/24 horas) = Creatinina mg/dL x Volume urinário 24hs (mL) 100 Creatinina em mg/kg peso/24 horas: Urina mg/kg peso /24 horas = Creatinina urina mg/ 24 horas Peso (kg) Depuração Da Creatinina Endógena (Clearence): Depuração (mL/minuto) = U x VM S Onde: U = creatinina na urina (mg/dL) S = creatinina no soro (mg/dL) VM = volume minuto (Vol. em mL.A1) amostra x Fc Exemplo: A1 – p = 0.222 – 0.25 = 164. Cálculo da Superfície Corporal sem utilização do Nomograma: SC = P0.p = 0.007184 Onde: 2 SC = superfície corporal em m P = peso em Kg A = altura em cm Determinação do Clearence: 2 Clearence (mL/min/1.425 x A0.725 x 0.81 12.222 Valor do Padrão: 2 mg/dl Cálculo na Urina Fc = Valor Padrão .187 = 10.91 Depuração (mL/min/1. dividido por 1440 minutos) Atenção: A depuração deverá ser corrigida para a superfície corporal do paciente.Procedimento Operacional Padrão .73 = 157.81 m2 Depuração (mL/min) = 120 x 1.Bioquímica 11. 0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL Fc = = 2 0.137) x 10.73 m2) = 164.137 A2 _ A = 0. Urinário de 24 h.83 x 1.222 A2 .5 mL/min 1.A1) amostra x valor padrão = mg/dL creatinina (A2 .

73 m Adultos: Homem: 98 a 160 mL/minuto/1.5 . cefalosporinas. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.4 = μmol/L creatinina Valores de referência Soro ou Plasma • Homens: 0. Pardini – 2002 – 70-71 49 . REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • Bartels H. 17: 696 Creatinina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.1. Qualitymark ed. Manual de exames – Laboratório H.6 .1. Clin Chem Acta 1971. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 12 mg/dL = 1768 μmol/L. • Adultos: Mulheres: 16 a 22 mg/Kg peso/24 horas Homens: 21 a 26 mg/Kg peso/24 horas Clearence 2 • Criança: 70 a 140 mL/minuto/1.73 m Obs: mg/Kg = mg/24 horas dividido pelo peso corporal do paciente.73 m2 2 Mulher: 95 a 150 mL/minuto/1. Ertinghausen G. Clin Chem 1971. Rio de Janeiro. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 13. Bohmer M. Ltda – Revisão Maio/2005. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. a bilirrubina (10 mg/dL).3 anos: 6 a 22 mg/Kg/24 horas.0 mg/dL = 44-80 μmol/L Urina (mg/24 horas) • Adultos: Homem: 1000 a 2000 mg/24 horas Mulher: 800 a 1800 mg/24 horas. 1997. A determinação pode ser afetada por concentrações elevadas de substâncias redutoras. Interferências A hemoglobina (0. a proteína e compostos cetônicos não interferem. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Falsos Valores elevados: A creatinina urinária aumenta com dietas hiperprotéicas.Bioquímica UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL creatinina x 88. Fabiny DL.. Esses valores são unicamente orientativos.1 g/L).2 mg/dL = 53 .97 μmol/L • Mulheres: 0. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 143. • Crianças maiores de 3 anos: 12 a 30 mg/Kg peso/24 horas.Procedimento Operacional Padrão . Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Creatinina na Urina (mg/kg/24 horas) • Crianças 2 . ácido ascórbico e levodopa. 32: 81. 14. Falsos Valores baixos: Urinas muito acidificadas podem apresentar forte interferência negativa.

Amostras Usar soro ou plasma colhido em EDTA. A atividade enzimática é estável por 24 horas entre 15 – 25 ºC e 7 dias entre 2 – 8 ºC. A CK é um dímero.Bioquímica CREATINO QUINASE (CK-NAC) Método Cinético . vesícula e trato gastrintestinal 3. Fosfato de creatino + ADP ------------> Creatino + ATP ATP + Glicose ------------> ADP + Glicose-6-fosfato Glicose-6-fosfato + NADP+------------->Gluconato-6-fosfato + NADPH + H+ 4.UV 1. onde representa cerca de 20% da CK contra 80% de CK-MM. G6P-DH HK CK Níveis Diminuídos Diminuição da massa muscular Doenças do tecido conjuntivo Doença alcoólica do fígado Terapia com esteróides 50 . Níveis Aumentados Infarto do miocárdio Lesões da musculatura cardíaca ou esquelética Miopatias congênitas e adquiridas Acidente vascular cerebral Fisioterapia Injeções intramusculares Hipotireoidismo Doenças infecciosas Embolia pulmonar Hipertermia maligna Convulsões generalizadas Neoplasias de próstata. Estas duas cadeias podem combinar-se de três formas. e CK-BB. 2. A CK-MB está presente no miocárdio. formando as chamadas isoenzimas da CK: CK-MM. A CK total possui alta sensibilidade clínica para o diagnóstico do IAM (>90%). SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Creatino Quinase (CK) também denominada ATP-Creatino-N-fosfotransferase. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Evitar exercícios físicos antes da colheita do material. íleo. CK-MB. compõe-se de duas cadeias diferentes. medido à 340 nm. A CK-MB é encontrada também no músculo estriado esquelético em pequena proporção (entre 1% e 4%. existe sob a forma de um dímero. chamadas M (muscle) e B (brain). A CK total é encontrada em concentrações muito altas na musculatura esquelética e cardíaca. trauma muscular etc). estando presente também no intestino e nos pulmões. a partir da velocidade de formação do NADPH.Procedimento Operacional Padrão . sendo predominante também no cólon. empregando-se as reações acopladas da hexoquinase e glicose-6-fosfato desidrogenase. A CK-BB é a isoenzima encontrada no cérebro. obtendo-se creatino e ATP. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro. A CK não é encontrada no fígado. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada nos casos de infarto do miocárdio e miopatias (distrofia muscular progressiva. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. PRINCÍPIO DO MÉTODO A creatino quinase (CK) catalisa a fosforização do ADP pelo fosfato de creatino. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. porém os resultados não são específicos para lesão miocárdica. Quantidades apreciáveis são encontradas no cérebro. Várias condições não relacionadas ao miocárdio provocam elevação da CK total. A concentração catalítica é determinada. estômago e bexiga. e é uma importante enzima reguladora da produção e utilização de fosfatos de alta energia nos tecidos contráteis. dermatomiosites. isto é. sendo o restante CK-MM). Não utilizar amostras hemolizadas. A CK-MM é encontrada em grande quantidade principalmente na musculatura estriada.

br Reagente A: Imidazol 100 mmol/L.S. Reagente B: Fosfato de creatina 30 mmol/L.com. AMP 5 mmol. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. sempre que conservados bem fechados e se evitada a contaminação durante o uso.: 80027310034 BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. D-glicose 20 mmol/L. Reagente pronto para uso.Bioquímica Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Seguir com rigor a metodologia proposta. ADP 2 mmol. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.G. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. di (adenosina-5) pentafosfato 10 μmol/L.biotecnicaltda. 6. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. acetato de magnésio 10 mmol/L.fosfato desidrogenase > 2500 U/L.M. Os reativos são estáveis até a data de validade indicada no rótulo. Vila Verônica . o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Evitar exposição à luz intensa. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. N-acetil-cisteína 20 mmol. 51 . hexoquinase > 3000 U/L. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro com cubeta termostatizada para leituras a 340 nm. com 5 mL Registro M.com. 8. separação e distribuição do material 5.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. NADP 2 mmol/L. EDTA 2 mmol/L. para a obtenção de resultados exatos. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . com 20 mL + 1 fr.7. glicose – 6 . CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. EDTA 2 mmol/L. Conservar entre 2-8oC. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.4646 Site: www. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO o Conservar o KIT a 2-8 C.Varginha . código). 9.Procedimento Operacional Padrão . .1 fr.Brasil. COMPONENTES DO KIT CREATINO QUINASE (CK-NAC) Códigos: BT 11002 . pH 6.3214. 7. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio.

Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase.minutos (A1. 2. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Não soprar a pipeta utilizada. Aos 3 minutos. com água destilada ou deionizada. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). aplicar as normas estabelecidas de segurança. controle (se utilizado) e reagente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 20 μL 1.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. o Estável 20 dias a 2-8 C. Pipetar: Amostra Reativo de trabalho 3.Procedimento Operacional Padrão . O enxágüe deve ser exaustivo. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Procedimento manual 1. 4. Calcular a média das absorbâncias por minuto: ΔA/min = (A1 – A0) + (A2 – A1) + (A 3– A2) 3 Multiplicar o valor abaixo pelo valor do ΔA/min: 340 nm . Pré-aquecer o Reativo de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. Evitar contaminações com íons metálicos. lavar o local com água corrente. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. A2 e A3. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.0 mL Misturar e transferir de imediato a uma cubeta. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. lavar abundantemente com água corrente. respectivamente) Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Isso evitará contaminação cruzada. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. 10. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. eventualmente infectado. 5. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor.8095 `a 37°C 52 . Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Inserir nas porta-cubetas termostatizado. calcular a média da variação de absorbância por minuto (ΔA/min). Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias encontradas. o que poderia causar resultados errôneos. Acionar o cronômetro. 2 e 3. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Cuidados especiais Para manusear e descartar reagentes e material biológico. Em caso de contato com os olhos ou pele. Não misturar diferentes lotes de reagentes. sendo o último. anotar a absorbância inicial (A0) e efetuar novas leituras após 1. Após a preparação do Reativo de Trabalho. mantê-lo protegido da luz. plasma ou urina. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Em caso de vazamento acidental. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. uma vez usado. 11. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. contém soro.Bioquímica O reagente.

INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): μkat/L = U/L x 0. Klin. 33:291 (1974). Pardini – 2002 – 71.250 à 340nm (2023 U/L).0167 Valores de referência 37ºC Mulheres < 170 U/L Homens < 195 U/L Estes valores são unicamente orientativos. Falsos Valores elevados: Injeções intramusculares. Ltda – Revisão Maio/2005.Procedimento Operacional Padrão . Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Qualitymark ed. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS International federation of Clinical Chemistry Clinica Chimica Acta. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. carbenicilina. Chem. multiplicando o resultado final pelo fator de diluição. Scandinavian Society for Clinical Chemistry: Scand. Lab Invest. ampicilina. J. CK-NAC – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 105:147F (1980) Deutschen gesellschaft fur Klinische Chemie Z. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. traumas. é recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Manual de exames – Laboratório H. Temperatura de incubação: A determinação também pode efetuar-se a 30º C (método IFCC). Cin. 1997. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 142. Rio de Janeiro. 53 .Bioquímica 12. intoxicação por barbitúricos. clorpromazine. 13. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. A hemólise interfere. Para valores superiores repetir a reação com amostra diluída em solução fisiológica. anfotericína B. 14. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até ΔA/min = 0. 10:281 (1972).. cirurgias. clofibrato. Interferências: Concentrações de hemoglobina acima de 200 mg/dL interferem no teste.

e pode ter até 4% de CK-MB. 2. específica para lesão do miocárdio. recomenda-se a dosagem seriada ao longo de um período de 8 a 12 horas. o que se utiliza quase que unicamente para diagnóstico do infarto do miocárdio. não havendo quantidade de CK-MB absoluta. com 5 mL Registro M. Isto pode diminuir a especificidade especialmente em paciente com lesões concomitantes na musculatura esquelética e cardíaca. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Procedimento Operacional Padrão .S. CK-MB e CK-MM. A elevação inicial dos níveis de CK-MB ocorre entre 4 e 6 horas após o início dos sintomas atingindo o seu pico após 24 horas e retornando ao normal entre 48 e 72 horas. No infarto agudo do miocárdio é importante a proporção do CK-MB em. Evitar exposição à luz solar intensa. a determinação da quantidade do monômero B é praticamente específica para a forma CK-MB. sem afetar o monômero B das isoenzimas CK-MB e CK-BB. em termos de diagnóstico. em uma dosagem seriada são quase patognomônicas para o diagnóstico de infarto do miocárdio. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. empregando-se as reações acopladas da hexoquinase (HK) e Glicose-6-fosfato desidrogenase (G6P-DH). A isoenzima CK-MB têm sido considerada o marcador bioquímico de referência para o diagnóstico de lesão miocárdica e. A concentração catalítica de CK-B.Bioquímica CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) Método Cinético . 3. Não utilizar amostras hemolizadas Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro ou plasma Diluir as amostras que possuam uma atividade de CK total superior ou igual a 1000 U/L com solução salina (NaCl 0. A CK-MB em soro é estável pelo menos por 7 dias a 2-8º C. correspondente à metade da atividade CK-MB é determinada. Multiplicar o resultado pelo fator de diluição. A CK-MB encontra-se basicamente no músculo estriado e miocárdio. por isso. COMPONENTES DO KIT CREATINO QUINASE – MB (CK-MB) Códigos: BT 11003 – 1 fr. Amostras: Usar soro ou plasma colhido em EDTA ou heparina. Assim qualquer dano ou lesão nestes tecidos provoca uma elevação dos níveis de CK-MB em soro. relação ao CK total. Apesar da CK-MB ser. a partir da velocidade de formação do NADPH. com 20 mL + 1 fr.9%). Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. Este anticorpo inibe totalmente a isoenzima CK-MM e a metade da atividade da forma CK-MB. medido à 340 nm. têm sido a base para comparação com outros marcadores.UV 1. Para um diagnóstico com alta sensibilidade e especificidade. PRINCÍPIO DO MÉTODO O método baseia-se na determinação da atividade da CK na presença de um anticorpo contra o monômero M. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação da extensão da lesão causada nos casos de infarto do miocárdio e em paciente com doenças ou traumas na musculatura esquelética. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A CK é um dímero composto por duas subunidades: B (cérebro) e M (músculo) no qual encontra-se 3 isoenzimas distintas: CK-BB. A atividade enzimática é estável por 8 horas entre 15 – 25°C. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Evitar exercícios físicos antes da coleta do material. Como normalmente a isoenzima CK-BB não encontra-se no sangue.: 80027310036 54 . A elevação e a queda características da CK-MB. separação e distribuição do material 5. o músculo esquelético possui maior atividade de CK total por grama de tecido. Creatina Fosfato + ADP ------------> Creatino + ATP ATP + Glicose ------------> ADP + Glicose-6-fosfato + + Glicose-6-fosfato + NADP ------------->Gluconato-6-fosfato + NADPH + H G6P-DH HK CK-B 4.

7. sempre que conservados bem fechados e se evitada a contaminação durante o uso. NADP 2 mmol/L. pH 6. AMP 5 mmol. Os reativos são estáveis até a data de validade indicada no rótulo.3214. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso.4646 Site: www. hexoquinase 2500 U/L. ADP 2 mmol.M.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. glicose – 6 . O reagente. para a obtenção de resultados exatos. Acetato de Magnésio 10 mmol/L. Reagente B: Creatino-fosfato 30 mmol/L. eventualmente infectado. código). o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.fosfato desidrogenase 2000 U/L. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Vila Verônica . Seguir com rigor a metodologia proposta.7. Controle: Soro controle de CK-MB.Brasil. NÃO UTILIZAR COMO CALIBRADOR. lavar abundantemente com água corrente. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Anticorpo anti-CK-MM policlonal >2000U/L.com.8ºC 6. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. uma vez usado. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.biotecnicaltda.br Reagente A: Tampão Imidazol 100 mmol/L. 9. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. di (adenosina-5) pentafosfato 10 μmol/L. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro com cubeta termostatizada para leituras a 340 nm. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Verifique valores na etiqueta do frasco. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Em caso de vazamento acidental. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. lavar o local com água corrente. contém soro. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 8. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Conservar o KIT a 2-8oC.Varginha . Em caso de contato com os olhos ou pele.Procedimento Operacional Padrão . . instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. plasma ou urina. Conservar entre 2 . Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. D-glicose 20 mmol/L. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.Bioquímica BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.G. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. 55 . modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Evitar exposição à luz intensa. Reagente pronto para uso. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.com. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.

Bioquímica Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 U/L. 11. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Evitar contaminações com íons metálicos. A diluição é realizada para que a atividade de CK total fique menor que 1000 U/L. Aos 5 minutos. possui um anticorpo anti CK-M humano. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Neste caso multiplicar o resultado obtido por 2. Pré-aquecer o Reativo de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. controle (se utilizado) e reagente. Estes valores são unicamente orientativos. sendo o último. Misturar e transferir de imediato a uma cubeta. É recomendável que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência 13. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos.Procedimento Operacional Padrão . 9. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. 10. Não soprar a pipeta utilizada. 56 . Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Pipetar: Amostra Reativo de trabalho 20 μL 1. Acionar o cronômetro. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. anotar a absorbância inicial (A10) e aos 10 minutos anotar novamente(A15). o que poderia causar resultados errôneos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reagentes Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. com água destilada ou deionizada. x 1350 12. em quantidade suficiente para inibir até 1500 U/L de CK-MM. CÁLCULOS Determine a diferença de absorbância: A10– A5= ΔAbs. Diluir as amostras que possuam uma atividade de CK Total superior a 1000 U/L.67 = nkat/L Valores de referência: Temperatura 37ºC U/L <25 A atividade de CK-MB representa de 6 a 20% da atividade de CK total.A5 (ΔA). Isso evitará contaminação cruzada. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. uma vez preparado. o Estável por 10 dias a 2-8 C. Após a preparação do Reativo de Trabalho.0 mL 8. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. mantê-lo protegido da luz. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Calcular a diferença das absorbâncias A10 . O reativo. com uma solução de cloreto de sódio 9 g/L 1:1. 7. O enxágüe deve ser exaustivo. Procedimento manual 6.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 10. Inserir nas porta-cubetas termostatizadas. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. CK-MB (U/L) = ΔAbs.

N. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Concentrações de CK-MM superiores a 1500 U/L não são inibidas pelo anticorpo e interferirá na determinação.: Clin. Falsos Valores positivos: Pode ocorrer em algumas doenças neurológicas. Philadelphia. A. Weit 36.: Med.Stein Med.N. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 116. Saunders. Bowers.B.W. Ltda – revisão Maio/2005. 105:147F (1980) nd Tietz. Manual de exames – Laboratório H. W. Chem. Weit 36: 572(1985).H.. 57 . Wu.2 Ed.. STEIN. 1997. Interferências: Hemoglobina acima de 200 mg/dL interfere nos resultados. C. International Federation of Clinical Chemistry Clinica Chimica Acta. antes de 2 horas ou após 48 horas do IM.2017 (1982) S.Procedimento Operacional Padrão . Fundamentais of Clinical Chemis”. W. 28. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS S.Bioquímica Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Qualitymark ed. Pardini – 2002 – 72. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. A hemólise interfere. 14.572 (1985). PA (1976). Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Falsos Valores baixos: Podem ser obtidos se o exame for realizado muito precocemente.. Rio de Janeiro.B. CK-MB – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.

devido a variações diurnas do ferro sérico. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de anemias.5 mmol/L.com. nos casos de grandes hemorragias e menstruação abundante. Amostras: Usar soro.3214. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O ferro é um íon importante para a formação da hemoglobina. A quantidade total de ferro no corpo é em média de cerca de 4 g.4646 Site: www. drogas mielossupressoras. a peroxidase e a catalase.1% combinado à proteína transferrina no plasma sangüíneo e 15 a 30% armazenados. O íon ferroso forma um complexo colorido com a ferrozina que se pode quantificar através de leitura espectrofotométrica. 0. separação e distribuição do material 5.S. .25 mL + 1 fr de padrão com 2 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.1% sob forma dos diversos compostos hêmicos que promovem a oxidação celular.Brasil. Reagente pronto para uso.9. Vila Verônica . principalmente no fígado sob forma de ferritina.M.Procedimento Operacional Padrão . 4. Padrão de Ferro: Solução de Ferro (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. hidroxilamina 0. Haverá um aumento de ferro sérico no tratamento de anemias com ferro. 0.Bioquímica FERRO Ferrozine Método Colorimétrico 1. a citocromo oxidase. crianças alimentadas unicamente com leite.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Para controle terapêutico.1 mmol/L. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. Reativo B: Ferrozine 40 mmol/L. PRINCÍPIO DO MÉTODO O íon férrico presente na amostra e unido a transferrina é liberado por ação do guanidinio e reduzido a ferroso pela hidroxilamina. A diminuição sérica ocorrerá na gravidez. cloridrato de guanidina 4. 3.: 80027310026 BT 12005 – 1 fr.Varginha .com. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. é essencial se conhecer os meios pelos quais o ferro é utilizado no corpo. Conservar entre 2-8 ºC. diminuição da sua utilização na formação da hemoglobina principalmente nas neoplasias da medula óssea e na hemólise aumentada nas doenças hemolíticas. Portanto. mioglobina e outras substâncias como os citocromos. COMPONENTES DO KIT FERRO (Ferrozine) Códigos: Registro M. hepatopatias virais e crônicas. Esse aumento ocorre pelo fato da liberação do ferro da sua forma de armazenamento no fígado (nas lesões hepatocelulares). anemias hemolíticas. neoplasias da medula óssea e hepatopatias. 58 .biotecnicaltda. Armazenamento e estabilidade da amostra O analito é estável 4 dias entre 2 – 8º C. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. onde teremos uma elevação na destruição da hemoglobina liberada e conseqüentemente liberação de ferro.G.br Reativo A: Tampão acetato 100 mmol – pH 4. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. com 50 mL + 1 fr com 1. anemia hemolítica e perniciosa. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . 2. dos quais cerca de 65% estão presentes na forma de hemoglobina. é aconselhável colher a amostra sempre no mesmo horário. Cerca de 4% estão presentes sob forma de mioglobina. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise e lipemia excessiva. neoplasia da medula óssea.

Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. descartáveis. O enxágüe deve ser exaustivo. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. evitando assim a deterioração das enzimas. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. controle (se utilizado) e reagente. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. com cubetas Banho de água a 37 °C. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. contém soro. o que poderia causar resultados errôneos. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 560 nm (546-570). Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. 9. NÃO CONGELAR. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. lavar abundantemente com água corrente. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Em caso de vazamento acidental. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. lavar o local com água corrente. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Seguir com rigor a metodologia proposta. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Em caso de contato com os olhos ou pele. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. eventualmente infectado. código). Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. O reativo é estável até a data de validade do Kit.Bioquímica 6. uma vez usado. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. sendo o último. 7. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Pipetas automáticas e ponteiras Cronômetro Tubos de ensaio de acrílico ou plástico. 59 . com água destilada ou deionizada.Procedimento Operacional Padrão . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Isso evitará contaminação cruzada. para a obtenção de resultados exatos. 8. Procedimento automatizado Indicar nome. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. O reagente. plasma ou urina.

108P1 = 0.108-0.102 x 100 Exemplo: A2 = 0.5 . Ler as absorbâncias:P1 do branco do padrão.0 mL ---Amostra ---250μL ---1. Todo material utilizado nos procedimentos deve ser de plástico ou acrílico. zerando o parelho com o branco do reativo. após. A2 da amostra.Procedimento Operacional Padrão .006 [P] = 100 mg/dL Ferro (μg/dL) = 111. condutividade menor que 0. A2 = Absorbância da amostra A1 = absorbância do Branco da amostra P2 = absorbância do padrão P1 = absorbância do Branco do Padrão [P] = valor do padrão Com Fator : Fator Calibração = [P] .0 mL ---Padrão ------250μL 1.7 µmol/L 60 . (P2 – P1) Ferro(μg/dL)= 0. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativos prontos pra uso Procedimento manual Dois tubo/amostra 1. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. Cuidados especiais Limpeza do material: todo material a ser utilizado na técnica deve estar livre de íons ferro.042 x 100 0. CÁLCULOS Ferro(μg/dL)= A2 – A1 P2 . Secar o material a no máximo 80ºC em estantes de aço inox ou revestidos de plástico. 11. Ler as absorbâncias a 560 nm.01 μSiemens. P2 do padrão. A1 do branco da amostra.179 = µmol/L ferro Valores de Referência: Para amostras de Soro e Plasma: Homens: 70-155 µg/dL = 12. 3.156-0.0 mL ---Branco Padrão 250μL ------1. Pipetar: Branco Reativo ---------1. Deve-se deixar o mesmo submerso em uma solução de Ácido Nítrico ou Clorídrico 10-15%.8 mg/dl 12.156 A1 = 0. Incubar 10 minutos à Temperatura ambiente. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. eliminar a acidez com numerosas lavagens com água deionizada (livre de ferro).0 mL 25μL Branco Amostra ---250μL ---1.Bioquímica 10. por 6 horas e.114 0. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES.0 mL 25μL Água destilada Amostra Padrão de Ferro Reativo A . Homogeneizar suavemente.042 P2 = 0.27.Tampão Reativo B . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : µg/dL UNIDADES Sistema Internacional (SI) : µg/dL ferro x 0.Ferrozine 2.P1 x [P] onde.006 Ferro (μg/dL) = 0.

ictéricos ou hemolisados. Manual de exames – Laboratório H. Rio de Janeiro. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Stookey LL. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 500 µg/dL = 89. 70:516-22.5 µmol/L Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Anal Chem 1970. Am J Clin Pathol 1978. Ltda – Revisão Maio/2005. neoplasias da medula óssea e hepatopatias. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO 61 . Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.Bioquímica Mulheres: 55-140 µg/dL = 9.84 .1 µmol/L Esses valores são unicamente orientativos. 13. 42:779-81.25. Clin Biochem 1981. Falsos Valores elevados: Falsos Valores baixos: 14.. Pardini – 2002 – 74 FERRO CRX Método Cromazurol B 1. anemias hemolíticas. Itano M. 2. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada principalmente na avaliação de anemias. Zak B. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 200. 1997. Qualitymark ed. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Artiss JD.Procedimento Operacional Padrão . 14:311-15 Ferro Ferrozine – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Interferências Não devem ser usados soros lipêmicos. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Vinogradov S.

com. Reagente pronto para uso. principalmente no fígado sob forma de ferritina. crianças alimentadas unicamente com leite.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. . Vila Verônica . 7.75.G. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.1% combinado à proteína transferrina no plasma sangüíneo e 15 à 30% armazenados. Armazenamento e estabilidade da amostra O analito é estável 4 dias entre 2 – 8º C.Varginha . COMPONENTES DO KIT FERRO CRX Códigos: Registro M. Não utilizar amostra hemolisada. BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. 1% sob forma dos diversos compostos hêmicos que promovem a oxidação celular. Esse aumento ocorre pelo fato da liberação do ferro da sua forma de armazenamento no fígado (nas lesões hepatocelulares). neoplasia da medula óssea. Conservar em temperatura ambiente. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes em temperatura ambiente. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.13 mM.biotecnicaltda. 4. Amostras: Usar soro. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.82 mM. hepatopatias virais e crônicas. onde teremos uma elevação na destruição da hemoglobina liberada e conseqüentemente liberação de ferro. Cerca de 4% estão presentes sob forma de mioglobina. dos quais cerca de 65% estão presentes na forma de hemoglobina. 0.3214. a peroxidase e a catalase. por isso é essencial conhecer os meios pelos quais o ferro é utilizado no corpo. drogas mielossupressoras. mioglobina e outras substâncias como os citocromos.4646 Site: www. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise e lipemia excessiva. com cubetas. brometo de CTMA 0. A quantidade total de ferro no corpo é em média de cerca de 4g. Padrão de Ferro: Solução de Ferro (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. Haverá um aumento de ferro sérico no tratamento de anemias com ferro. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. anemia hemolítica e perniciosa. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. 62 . diminuição da sua utilização na formação da hemoglobina principalmente nas neoplasias da medula óssea e na hemólise aumentada nas doenças hemolíticas. a citocromo oxidase. com 50 mL + 01 fr. tampão acetato pH 4.Brasil.Procedimento Operacional Padrão . MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 630 nm (620-640).br Reagente: Cromazurol B 0. de padrão 2 mL. 6. nos casos de grandes hemorragias e menstruação abundante.com. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. separação e distribuição do material 5.S.: 80027310053 BT 12004 – 2 fr. Para controle terapêutico.M.Bioquímica O ferro é um íon importante para a formação da hemoglobina. A intensidade de cor do complexo é proporcional a concentração de ferro presente na amostra. A diminuição sérica ocorrerá na gravidez. PRINCÍPIO DO MÉTODO O ferro sérico reage com o cromazurol B do CTMA-Br para formar um complexo colorido azul. 3. é aconselhável colher a amostra sempre no mesmo horário. devido a variações diurnas do ferro sérico. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .

instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Isso evitará contaminação cruzada. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. O reagente. contém soro. sendo o último. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. uma vez usado. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório.Procedimento Operacional Padrão . Pipetar em tubos de ensaio: Branco Reativo ---Padrão ---Amostra 40μL Amostra 63 . modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. descartáveis. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. O enxágüe deve ser exaustivo. lavar o local com água corrente. Seguir com rigor a metodologia proposta. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. controle (se utilizado) e reagente. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.Bioquímica Pipetas automáticas e ponteiras. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. lavar abundantemente com água corrente. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. eventualmente infectado. código). fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. 8. plasma ou urina. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. o que poderia causar resultados errôneos. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. 10. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Em caso de contato com os olhos ou pele. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1. Procedimento automatizado Indicar nome. Cronômetro Tubos de ensaio de acrílico ou plástico. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Em caso de vazamento acidental. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. para a obtenção de resultados exatos. com água destilada ou deionizada. 9.

7 F= 100 0. Recomenda-se utilizar um branco da amostra com água destilada se a amostra for fortemente ictérica (Bilirrubina Total > 3 mg/dL).28. Paris M. eliminar a acidez com numerosas lavagens com água deionizada (livre de ferro).145 µg/dL = 6. Interferências Não devem ser utilizados soros hemolisados.Bioquímica Padrão de Ferro Reativo 2.Ann Biol Clin 1986. A cor é estável por 2 horas ao abrigo da luz. após. Ler a absorbância (Ap) do Padrão e (Aa) da amostra contra o Branco de Reagente a 630 nm (620-640).01 μSiemens. Deve-se deixar o mesmo submerso em uma solução de Ácido Nítrico ou Clorídrico 10-15%. Fisiologia humana e Mecanismos das doenças 1993.9 μmol/L Esses valores são unicamente orientativos. ATENÇÃO: OS REAGENTES SÃO NOCIVOS E IRRITANTES. 13. 64 . Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.0 mL 40μL 1. 5 ª edição. por 6 horas e.6 . CÁLCULOS Aa Ap [P] Absorbância da Amostra Absorbância do Padrão Concentração do Padrão Ferro (μg/dL) = Aa X [P] Ap COM FATOR: Fator = [P] Ap Ferro (μg/dL) = Aa x fator Exemplo: Aa=0. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Cuidados especiais Limpeza do material: todo material a ser utilizado na técnica deve estar livre de íons ferro. 11.120 Ap=0. Todo material utilizado nos procedimentos deve ser de plástico ou acrílico. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 500 μg/dL = 89.3 μmol/L Mulheres: 37 . Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).12 X 854. Secar o material a no máximo 80ºC em estantes de aço inox ou revestidos de plástico. Soros lipêmicos ou hemolisados não são apropriados para esta Técnica. 3.179 = μmol/L ferro Valores de Referência Homens: 59 . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada : μg/dL UNIDADES Sistema Internacional : μg/dL ferro x 0. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.117 Ferro (μg/dL) = 0.62 – 25.0 mL Agitar bem e deixar reagir durante 5 minutos a temperatura ambiente. ---1.Procedimento Operacional Padrão . 44 : 511-516.7 = 102.158 µg/dL = 10. Guyton.5 μmol/L Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. condutividade menor que 0. 14.117 [P]=100 μg/dL = 854.0 mL ---1.6 μg/dL 12. 94 : 115-119. NÃO PIPETAR COM A BOCA E EVITAR O CONTATO COM OS OLHOS E A PELE. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Garcic A Clin Chim Acta 1979.

Pardini – 2002 – 74 FOSFATASE ALCALINA Método Cinético Colorimétrico (DGKC – DEA) 1. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO 65 . INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de afecções ósseas e hepatobiliares. Ltda – Revisão Maio/2005..Procedimento Operacional Padrão . 1997. Qualitymark ed.Bioquímica Ferro CRX – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 2. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Manual de exames – Laboratório H. Rio de Janeiro. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 200.

Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Vila Verônica . com 10 mL FAL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. 08 horas.Bioquímica A fosfatase alcalina é uma enzima com atividade ótima in vitro em pH próximo de 10. quando expostas a altas temperaturas.com.Brasil. com 40 mL + 1 fr. 66 . Níveis Aumentados Níveis Diminuídos Doenças hepáticas e do trato biliar Hipotireoidismo Metástases para fígado e osso Uso de estrogênio. Os níveis mais altos de fosfatase alcalina são encontrados na doença de Paget. Sua dosagem é de interesse na investigação de doenças hepatobiliares e ósseas associadas com hiperatividade osteoblástica..biotecnicaltda.3214. PRINCÍPIO DO MÉTODO A determinação de fosfatase alcalina é feita através de método cinético com emprego do 4-nitrofenilfosfato de sódio. Reagente B:: 4-nitrofenilfosfato 10 mmol/L.08 1. baseado na DGKC. podem ser encontrados aumentados moderados.M. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise. Amostras Soro e plasma.br Reagente A: Dietanolamina pH 9. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Em osteomalácia. liberando o 4-nitrofenol. que diminuem lentamente em resposta à terapia por vitamina D. A resposta de suas frações. medida a 405 nm. 4-Nitrofenilfosfato + H2O ---------------> 4-Nitrofenol + fosfato 4. esta enzima pode funcionar como marcador tumoral. COMPONENTES DO KIT FOSFATASE ALCALINA Códigos: Registro M.5 mmol/L. túbulo renal.Procedimento Operacional Padrão . A forma presente no soro de adultos normais origina-se principalmente do fígado e esqueleto e são acentuadamente dependentes da idade.com. devido a adicional fração placentária. Sua função precisa no metabolismo ainda não está de todo compreendida e parece estar associada ao transporte lipídico no intestino e processos de calcificação óssea.0 mmol/L.8. cuja velocidade de formação.Varginha . pelo menos. simples ou combinado com androgênio Acromegalia Doença de Paget Hipertireoidismo Raquitismo Mononucleose infecciosa Hiperparatireoidismo Crescimento ósseo fisiológico 3. fígado e placenta. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. Armazenamento e estabilidade das amostras: A fosfatase alcalina em soro ou plasma é estável até 7 dias a 2-8ºC A heparina não interfere como anticoagulante. Visto elevar-se em metástases do fígado e ósseas. . cloreto de magnésio 0.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. particularmente no epitélio intestinal. pode ser mais um auxílio na identificação de suas isoenzimas. osteoblastos.: 80027310018 BT 11005 – 1 fr. Reagente pronto para uso. o 4-nitrofenilfosfato de sódio é hidrolisado especificamente pela fosfatase alcalina do soro em pH9.G. separação e distribuição do material 5. Neste método.4646 Site: www. Mulheres no terceiro trimestre de gravidez podem apresentar aumentos em torno de duas a três vezes do intervalo normal.S. é proporcional à atividade da enzima presente. presente em muitos tecidos.

Pipetas automáticas e ponteiras. 67 . CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. 9. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 6. lavar o local com água corrente. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. eventualmente infectado. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Cronômetro. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Evitar contaminações com íons metálicos. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. evitando assim a deterioração das enzimas. NÃO CONGELAR. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. com cubetas termostatizadas. O reagente. Em caso de vazamento acidental. Não misturar diferentes lotes de reagentes. para a obtenção de resultados exatos. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Conservar entre 2-8ºC. uma vez usado. código). Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Centrífuga. Seguir com rigor a metodologia proposta. plasma ou urina. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. 8. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Não soprar a pipeta utilizada. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. contém soro. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. 7. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 nm. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.Procedimento Operacional Padrão . lavar abundantemente com água corrente. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Em caso de contato com os olhos ou pele. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas.Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.

312-1. O enxágüe deve ser exaustivo. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 0.312 ΔA/min = (1.290 U/L 180 . 1. Isso evitará contaminação cruzada.266) 3 ΔA/min = 0.266 A3 = 1. Agitar suavemente. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 3. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho a temperatura desejada durante uns minutos. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. 2. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. com água destilada ou deionizada. sendo o último.266-1.1200 U/L 68 .0 mL 20μL Misturar e inserir no porta-cubetas termostatizado a 37ºC. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.Bioquímica A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.225 A2 = 1.179 A1 = 1.044 x 2757 = 121.179) + (1. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. controle (se utilizado) e reagente. Aos 60 segundos.044 Fosfatase alcalina (U/L) = 0.01667 = µkat/L Valores de Referência Adultos Crianças 37ºC 100 . Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).3 U/L 12. o que poderia causar resultados errôneos. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 11. Procedimento manual 1. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. A2 e A3 respectivamente). Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.225)+ (1. (A1.Procedimento Operacional Padrão . 5. Estável 30 dias a 2-8°C. 4.225 – 1. calcular a média da variação da absorbância por minuto (ΔA/min): ΔA/min = (A1 – A0) + (A2 – A1) + (A3-A2) 3 A atividade da fosfatase alcalina na amostra é calculada pela multiplicação do ΔA/min pelo seguinte fator: ΔA/min x 2757 = U/L Exemplo: A0 = 1. 10.

Procedimento Operacional Padrão . 14. Symp. D. produz um aumento nos resultados. Klin. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até ΔA/min: 0. função da paratireóide. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.. 69 . Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 205. Med. Chem Klin. Biochem. citrato e EDTA interferem. 13. 8 (21973). • • • • • • Interferências: Ácido ascórbico (vitamina C) maior que 400 mg/L Glicose maior que 500 mg/dL Triglicérides maior que 1200 mg/dL Os anticoagulantes fluoreto. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Z. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação.Bioquímica Estes valores são unicamente orientativos. oxalato. 21: 731 – 748 Fosfatase Alcalina – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. A presença de Mg2+ e Zn2+. 1997.UV Método Molibdato 1. Pardini – 2002 – 76 FÓSFORO . Deutsch Ges fur Lab. fraturas ósseas e em lesões musculares extensas. Qualitymark ed. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação da insuficiência renal. 8 (1970) 658. 10 (1972) 182. Rio de Janeiro. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Clin Chem Clin Biochem 1983. É recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. Manual de exames – Laboratório H. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. A hemólise interfere devido a fosfatase alcalina eritrocitária. Kubler W. J.250 = 700U/L. Ltda – Revisão Maio/2005.

função renal. aumento da reabsorção tubular renal e aporte exógeno ou endógeno. originando o complexo fosfomolibdato. ácidos nucléicos. carboidratos e incorporados a outras substâncias orgânicas como fosfolipídios. A absorbância é proporcional a quantidade de fósforo inorgânico presente na amostra.Procedimento Operacional Padrão . Cerca de 90% do fósforo plasmático é filtrado pelos glomérulos e quase totalmente reabsorvido pelos túbulos. 70 . 08 horas. massa muscular. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO O fósforo é um importante elemento. Em torno de 85% dos 600g deste elemento (medido como fósforo inorgânico) em adultos está presente no esqueleto. A diminuição ocorre por desordens tubulares e aumento das perdas. rins (filtração e reabsorção) e esqueleto (estocagem). pelo menos. 7H3PO4 + 12(Mo7O24)-6 → 7H3PO4(MoO3)12 + 36 O-2 Níveis Diminuidos Hipoparatireoidismo Pseudo-hipoparatireoidismo Osteomalácia 4.Bioquímica 2. que quantifica-se por espectrofotometria à 340 nm. em meio ácido. PRINCÍPIO DO MÉTODO O fósforo inorgânico presente na amostra reage com o molibdato de amônio. amplamente distribuído pelo organismo na forma de fosfato orgânico ou inorgânico. devido a sua variação diária. hora do dia e dieta. proteínas. Os níveis séricos de fósforo são inversamente proporcionais aos do cálcio sérico. A absorção é aumentada no decréscimo da ingestão de cálcio. O aumento do fósforo sérico ocorre por diminuição da filtração glomerular. Níveis Aumentados Insuficiência renal Hipoparatireoidismo Pseudo-hipoparatireoidismo Hipervitaminose D Osteoporose Acromegalia Mieloma múltiplo Leucemia mielóide crônica Metástase óssea Hipocalcemia Diabetes mellitus descompensada Desidratação e hipovolemia Exercícios Níveis diminuídos Defeitos tubulares de reabsorção (síndrome de Fanconi) Hiperparatireoidismo primário Hiperparatireoidismo secundário Hipotireoidismo Esteatorréias Osteomalácia Hipovitaminose D Raquitismo Hemodiálise Doença hepática Alimentação parenteral prolongada Antiácidos Diuréticos Alcolismo Tratamento da cetoacidose diabética Fósforo Urinário Fosfato urinário varia com idade. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. Níveis Aumentados Hiperpareatireoidismo primário Hipervitaminose D Acidose tubular renal Uso de diurético Doença de Paget Defeitos tubulares de reabsorção (síndrome de Fancini) 3. fosfoproteinas e compostos de alta energia envolvidos na integridade celular (estocagem e troca de energia). hormônio da paratireóide. O restante é principalmente combinado com lipídios. A ação do hormônio da paratireóide (PTH) na sua absorção é provavelmente um efeito indireto do metabolismo da vitamina D. na acidez do conteúdo intestinal e também pela ação da vitamina D e hormônio de crescimento (GH). O PTH inibe a sua reabsorção tubular renal. Em torno de 2/3 do fosfato ingerido é absorvido (absorção ativa) principalmente no jejuno e o restante é excretado pelas fezes. É recomendada a coleta pela manhã devido a relatos de variações diurnas. Este parâmetro é mais informativo quando efetuado em urina de 24 horas. Três órgãos são majoritariamente comprometidos com a homeostasia do fósforo: intestino delgado (absorção).

modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.3214. Na utilizar fluoreto de sódio como anticoagulante. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. código). CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.4646 Site: www. Multiplicar o resultado obtido por 20. .: 80027310033 Códigos: BT 12006 – 1 fr.S. 71 . O reativo é estável até a data de validade do Kit.Procedimento Operacional Padrão .com.br Reagente: Solução de Molibdato de Amônio 0. A amostra de urina não acidificada e que esteve refrigerada. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Padrão – 2. Vila Verônica . Reagente pronto para uso. Procedimento automatizado Indicar nome. pode-se obter valores falsamente baixos. deve-se lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico.5 mmoL. com 50 mL + 1 fr. A amostra de urina deve ser diluída 1:20 com água deionizada ou destilada antes da análise. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 340 nm (335-366). Conservar entre 2 – 8oC. COMPONENTES DO KIT FÓSFORO – UV Registro M. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Cronômetro Tubos de ensaio. Urina: Coletar a urina de 24 horas e acidificar com 15 mL de HCl 37% (concentrado). Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Padrão: Solução de fósforo inorgânico (Vide valor da concentração do padrão na etiqueta do frasco) O reagente de fósforo é cáustico e pode produzir queimaduras. Importante: a amostra de urina acidificada não deve ser utilizada para dosagem de creatinina. plasma (heparina ou EDTA). NÃO CONGELAR. 7.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. evitando assim a deterioração das enzimas. Pipetas automáticas e ponteiras.biotecnicaltda. Ácido sulfúrico 220 mmol/L.1%. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . separação e distribuição do material 5. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro ou plasma: utilizar soro não hemolisado. 8. 6.G. A amostra pode ser conservada por 7 dias à 4oC.Varginha .Brasil.com. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. plasma ou urina. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Triton X 0.M. com cubetas.Bioquímica Amostras Soro. deve ser acidificada e/ou aquecida até 56 ºC durante 15 minutos até completa redissolução do precipitado. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Banho de água a 37 °C.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. No caso de contato com os olhos. Deve-se utilizar os equipamentos de proteção adequados para manipular reagentes cáusticos.

O enxágüe deve ser exaustivo.Bioquímica Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Padrão 72 . Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. contém soro. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. incubar à 37 C por 5 minutos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. para a obtenção de resultados exatos. O reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. 9. Procedimento manual 1.Procedimento Operacional Padrão . lavar o local com água corrente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Em caso de contato com os olhos ou pele. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes.. Em caso de vazamento acidental. Homogeneizar. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1000 µL Padrão 10 μL 1000 µL Amostra 10 μL 1000 µL Padrão de fósforo Amostra Reagente o 2. Isso evitará contaminação cruzada. o que poderia causar resultados errôneos. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. plasma ou urina. 11. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. uma vez usado. com água destilada ou deionizada. eventualmente infectado. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com íons de fósforo. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. lavar abundantemente com água corrente. 3. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. 10. A cor é estável por 1 hora. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. zerando o aparelho com o Branco à 340 nm. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL Fósforo Abs. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Seguir com rigor a metodologia proposta. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparo do reagente: Reagente pronto para uso. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. sendo o último. Ler a absorbância do Padrão e da Amostra. CÁLCULOS Abs. controle (se utilizado) e reagente. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.

diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. acetazolamida. Pardini – 2002 – 77-78 FRUTOSAMINA Método Cinético Colorimétrico 1. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco) Devido a ótima reprodutibilidade. Rio de Janeiro.5 mg/dL • Urina : 300 . desprezar o reativo. 13. Manual de exames – Laboratório H. azatioprina. oxalados.5 mg/dL Crianças: 4. Fósforo (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL fósforo x 0. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade Reação linear até 15 mg/dL = 4. pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc.84 mmol/L . 14. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. isoniazida. Anticoncepcionais. fluoretados ou com EDTA produzem resultados falsamente diminuídos. Interferências Valores do branco elevados indicam contaminação. – Clin.Bioquímica Onde: Abs.1000 mg/24 horas Esses valores são unicamente orientativos.600 A.. Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco. H. alendronato. lítio e prometazina podem interferir nos resultados. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. plasma: Adultos: 3. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Qualitymark ed.0 – 4. do Padrão . INDICAÇÃO MÉDICA 73 .Y. 898 (1968). Plasmas citratados. Obtendo-se o valor da absorbância da amostra (Aamostra).323 = mmol/L fósforo Valores de referência • Soro. Para amostra hiperlipêmicas ou com conteúdo elevado de Bilirrubina é preferível fazer um branco da amostra adicionando 100 μL de amostra + 3 mL de água destilada. Ltda – Revisão Maio/2005. que pode ser obtida com a metodologia. 1997. 14. Chem.Procedimento Operacional Padrão . se os valores forem superiores a 0. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 208-209. Fósforo UV – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. salbutamol. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Yee.0 – 6. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Teste → Absorbância do teste Abs.

0 mL 2 fr. se transformam irreversivelmente em cetoaminas estáveis (frutosaminas). 08 horas. separação e distribuição do material 5. Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. com 50 mL + 1 fr.Bioquímica Esta dosagem é utilizada na avaliação da basicamente das glicoproteínas do soro. as quais.M. Não usar amostras hemolisadas e separar o soro o mais rapidamente o possível. Potencialmente Infectante. A data de validade aparece no rótulo da embalagem.25 mmol/L. Reagente pronto para uso. num segundo momento. A intensidade desta coloração é proporcional a concentração de frutosamina presente na amostra e é então determinada em espectrofotômetro a 520 nm. a determinação de frutosamina trata-se basicamente da medição destas glicoproteínas no soro.Brasil. Vila Verônica . 7. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.br Reagente: Tampão Carbonato 200 mmol/L pH 10.3214. Calibrador – 3. Amostras Soro. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.Varginha . PRINCÍPIO DO MÉTODO Em meio alcalino as frutosaminas (proteínas séricas glicadas) presentes na amostra reduzem o reagente azul de nitrotetrazol formando cor roxo-azulada. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A glicose presente no plasma humano reage com diversas proteínas formando glicoproteínas estáveis sendo a principal delas a albumina.G.S.Procedimento Operacional Padrão . Conservar entre 2 . A concentração de Frutosamina reflete o índice de variação de glicose durantes as últimas duas a três semanas prévias à coleta da amostra. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas.8 oC.com. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual 74 . Azul de Nitrotetrazol 0. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Desta forma.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. os níveis de Frutosamina no sangue são um reflexo direto dos níveis de glicose sanguíneo tendo sua determinação grande utilidade no controle glicêmico de pacientes diabéticos ou de pacientes hipoglicêmicos. COMPONENTES DO KIT FRUTOSAMINA Registro M. Calibrador – 3.: 80027310069 Códigos: BT 10017 – 1 fr.com. 6. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Esta reação se dá através da ligação covalente da glicose com resíduos de lisina das proteínas sanguíneas dando origem a bases de Schiff. Calibrador: Soro liofilizado contendo albumina glicada (Valor da concentração: vide rótulo do frasco de calibrador). pelo menos. 3. 4. . 2. com 50 mL + 1 fr. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .biotecnicaltda. NÃO CONGELAR. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Armazenamento e estabilidade da amostra: Estável 7 dias de 2 a 8 ºC.3. Logo.4646 Site: www.

75 . Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.Bioquímica Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura em 520 nm (500-550) com cubeta termostatizada. pele ou mucosa. Pipetas de vidro e/ou automáticas. Banho de água a 37 ºC. As amostras a serem analisadas devem ser tratadas como material potencialmente infectante. Utilizar os EPI’s de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico. As informações de Descarte. Medir a absorbância a 520 nm (500-550) aos 10 minutos (A1) e aos 15 minutos (A2). 9.Procedimento Operacional Padrão . controle. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Procedimento automatizado Indicar nome. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Não usar o reagente quando este mostrar-se com sinais de contaminação. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 8. padrão/calibrador e reagente. Homogeneizar e inserir no porta-cubetas termostatizado. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Tubos de ensaio. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais devem ser observados. Relógio ou Cronômetro. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. código). Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Em caso de vazamento acidental. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico em local próprio para materiais potencialmente infectantes. CUIDADOS E PRECAUÇÕES • • • • • • • • • • • O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. contato com os olhos. Não trocar as tampas dos frascos dos reagentes. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1000 µL Padrão 50 μL 1000 µL Amostra 50 μL 1000 µL Calibrador de Frutosamina Amostra Reagente 4. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. 5. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Segurança e Primeiros Socorros estão descritas na Ficha Individual de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) deste produto. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. 10. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparo do reagente: Reagente pronto para uso. Procedimento manual 4. a fim de evitar contaminação cruzada. lavar abundantemente com água corrente.

INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mmol/L Valores de referência Soro: 1. Groth T.. Clin.23 A2C = 0.5 mmol/L. L. Chem.630) x 16. A multi-rule Shewhart chart quality control in clinical chemistry. Clin.9 a 2. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • • • Baker J R et al.588 Fc = 2. 76 . diluir a amostra com NaCl 150 mM (0.0.9 mmol/L 13.Bioquímica 11. O..23 A2 A = 0.A1) amostra x valor Calibrador = mmol/L Frutosamina (A2 . Para valores superiores a 8..802 = 2. Westgard J.R. realizar nova dosagem e multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição.588 0. 33/12: 2153. P. 1987. Barry P.2 a 8. Ambruster D A.802 .734-0. 27:493-501. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.A1) amostra x Fc Exemplo: A1C = 0.5 mmol/L. Chem. 1985. 31/9: 1550-1554. Chem.A1) Calibrador Frutosamina (mmol/L) = (A2 ... Clin. 33/10: 1947.37 mmol/L 12.9%).146 A1A = 0.79 mmol/L Valor do Calibrador: 2.37 = 2.Procedimento Operacional Padrão . CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear de 0.630 Frutosamina (mmol/L) = (0. 1987.A1) Calibrador COM FATOR: Fc = Valor do Calibrador (A2 . Clin. CÁLCULOS (A2 . 14.734 0.37 = 16. Hurst.. Hunt M. Chem.1981.

25. e no acompanhamento do tratamento de alcólatras.M. doença obstrutiva da árvore biliar. Vila Verônica . Conservar entre 2-8 ºC 6.Bioquímica γ . com 10 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.br Reagente A:Tampão TRIS 100 mmol/L . Critérios para a rejeição de amostras Evitar amostras com hemólise.Varginha .glicilglicina + 5-amido-2-nitrobenzoato 4.com. A y-Glutamiltransferase em soro é estável pelo menos por 7 dias a 2-8 ºC Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. pâncreas e fígado.com. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação das colestases hepáticas.GT) Registro M. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. 3. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. PRINCÍPIO DO MÉTODO A gama-glutamiltransferase (γ−GT) catalisa a transferência do grupo γ−glutamilo da γ−glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida a glicilglicina.G. fenitoína. É usada na avaliação das colestases hepática. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . L−γ−glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida + glicilglicina ⎯⎯→ L-γ−glutamil.GT) Método Cinético Colorimétrico 1. Anticoagulantes contendo citrato. 2. liberando 5-amido-2-nitrobenzoato. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Plasma (EDTA ou heparina). fenobarbital.3214. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. γ-GT 77 . . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.GLUTAMILTRANSFERASE (γ . A concentração catalítica é determinada a partir da velocidade de formação do 5-amido-2-nitrobenzoato.GLUTAMILTRANSFERASE (GAMA . Diminuição dos valores podem ocorrer no uso de azatioprina. fluoreto ou oxalato inibem a atividade da GGT.S. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. no uso prolongado de drogas que induzem o sistema microssomal hepático. Reagente pronto para uso. separação e distribuição do material 5. com 40 mL + 1 fr. NÃO CONGELAR. Reagente B: L-y-Glutamil-3-carboxi-4-nitroanilida 4mmol/L.Procedimento Operacional Padrão .Glicilglicina 100 mmol/L. Amostras: Soro ou plasma. mas a concentração mais elevada está nos rins. COMPONENTES DO KIT γ . carbamazepina. doenças obstrutivas da árvore biliar e no monitoramento da administração de algumas drogas.: 80027310012 Códigos: BT 11006 – 1 fr. nas neoplasias do fígado valores elevados podem ocorrer. ácido valpróico e contraceptivos.biotecnicaltda. estrógenos e metrovidazol. O reativo é estável até a data de validade do Kit. clofibrato.4646 Site: www.pH 8.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. como exemplo.Brasil. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Esta enzima está presente em numerosos tecidos.

instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. plasma ou urina. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 9.Procedimento Operacional Padrão . Não soprar a pipeta utilizada. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Em caso de vazamento acidental. controle (se utilizado) e reagente. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. Evitar contaminações com íons metálicos. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Centrífuga. Seguir com rigor a metodologia proposta. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. Em caso de contato com os olhos ou pele. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 405 ou 410 nm. o que poderia causar resultados errôneos. 8. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. uma vez usado. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. sendo o último. lavar o local com água corrente. Cronômetro. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. código). lavar abundantemente com água corrente. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Isso evitará contaminação cruzada. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. com água destilada ou deionizada. O reagente. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. eventualmente infectado. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. 78 . O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Em caso de ingestão procurar atendimento médico.Bioquímica 7. para a obtenção de resultados exatos. O enxágüe deve ser exaustivo. contém soro. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados.

5.Bioquímica 10. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos.16)+(1. 4. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias.7 U/L 12.22 A3 = 1. Inserir no porta-cubeta termostatizado a 37º C. Pipetar: Reativo de Trabalho Amostras 1.22 -1. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. Estável 6 semanas a 2-8°C.A0) + (A2 – A1) + (A3 – A2) 3 A atividade de γ-GT na amostra é calculada pela multiplicação do ΔA/min. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 U/L. utilizando –se o seguinte fator Fator (F) = 1158 γ-GT = ΔA/min X F Exemplo: A0 = 1.03 x 1158 = 34. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.22) 3 ΔA/min = 0.18-1. 11. calcular a média da variação da absorbância por minuto (ΔA/min). Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. 79 . É recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. (A1. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho a temperatura desejada durante alguns minutos. Aos 60 segundos. Procedimento manual 1.03 γ-GT (U/L)= 0. Pré-incubar o reativo por 5 minutos. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.18)+(1. 2. 13.0 mL 100 µL 3. ΔA/min = (A1 . Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.Procedimento Operacional Padrão .25-1.67 = µkat/L Valores de referência Homens Mulheres 37°C 10 – 47 7 – 30 Fator de correlação: 37°C / 30°C – 1’24 37°C / 25°C – 1’68 Estes valores são unicamente orientativos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min). Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório.25.16 A1 = 1. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). A2 e A3 respectivamente). ΔA/min = (1.18 A2 = 1.

Chem. Ltda – Revisão Maio/2005. Soc. – Scand.. também podem aumentar o valor da GGT. J. fluoreto ou oxalato inibem a atividade da GGT. carbamazepina. Qualitymark ed. Falsos Valores baixos: O uso de azatioprina. Anticoagulantes contendo citrato.. estrogenose metronidazol. Valores de Bilirrubina até 38 mg/dL. 2051 (1976). Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 215 Manual de exames – Laboratório H. O uso de fenitoína. 14.glutamiltransferase (Gama GT) – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 22. podem causar resultados diminuídos. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Invest. 1997. Falsos Valores elevados: Valores de Triglicérides entre 1800 e 3500 mg/dL produzem resultados falsamente elevados. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Commitee of the Scand. 119 (1976). γ . Pardini – 2002 – 78 80 . Szasz G. – Clin Chem. fenobarbital.Bioquímica Interferências: O etanol e vários fármacos induzem a síntese hepática da y-glutamiltransferase. 366. Hemoglobina até 180 mg/dL e Triglicérides até 1800 mg/dL não produzem interferências significativas. ácido valpróico e contraceptivos. Clin. for Clin. Rio de Janeiro.Procedimento Operacional Padrão . clofibrato. Lab.

clortalidona. estrogênios. etc. pacientes hipertensos e naqueles com níveis baixos de HDL-Colesterol (<35 mg/dL) e /ou elevados de triglicerídeos (250 mg/dL). em presença de oxigênio. A avaliação laboratorial deve ser considerada em todos os indivíduos acima de 45 anos de idade. hipoglicemias e na avaliação da secreção inapropriada de insulina. contraceptivos orais. etanol. Líquor Níveis Aumentados Hiperglicemia diabética Encefalite epidêmica Glicose sérica aumentada Níveis Diminuídos Hemorragias subaracnóides Meningoencefalites não bacterianas Meningite piogênica aguda Meningite tuberculósica Meningite criptocócica Sífilis neurológica Sarcoidose Tumor primário ou metastático das meninges 3.Bioquímica GLICOSE Método Enzimático Colorimétrico 1. com o objetivo de desacelerar a progressão da doença e o aparecimento de suas complicações tardias. Esta faixa etária e freqüência de investigação devem ser reconsideradas nos obesos (índice de massa corpórea > 27 Kg/m2). carbonato de lítio. etc. anti-histamínicos. produzindo peróxido de hidrogênio. hepatomas. anticonvulsivantes. A reformulação dos critérios diagnósticos do diabetes mellitus pela American Diabetes Association (ADA) visou sua precocidade diagnóstica. furosemida). diuréticos (tiazídicos. levodopa. A enzima peroxidase catalisa a oxidação do fenol pelo peróxido de hidrogênio formado. na avaliação de distúrbios do metabolismo de carboidratos. adrenalina. em presença de 4-amino-antipirina.Procedimento Operacional Padrão . Glicose + O2 + H2O --------------------> Ácido Glucônico + H2O2 peroxidase glicose oxidase 81 . ácido ascórbico. indometacina. necrose hepática fulminante) Várias drogas** * Ácido Acetilsalicílico. inibidora da MAO. mesoteliomas) Insuficiência adrenal (doença de Addison) Hipotireoidismo Hipopituitarismo Hiperinsulinismo Pancreatite crônica Desnutrição síndrome de máabsorção Alcoolismo Dano hepático (insuficiência cardíaca severa. em etnias de alto risco. esteróides anabólicos. Níveis Elevados Diabetes Hipertireoidismo Feocromocitoma Pancreatite aguda Extresse Várias drogas * Níveis Diminuídos Insulinomas Tumores extrapancreáticos (fibromas. ácido etacrínico. A intensidade de cor é proporcional à concentração de glicose na amostra. em mães de bebês macrossômicos ou que desenvolveram Diabetes Mellitus Gestacional (DMG). consumo e armazenamento da glicose no organismo. em parentes em 1º grau de pacientes diabéticos. desidratações. atropina. tiabendazol. dopamina. que apresenta um máximo de absorção em 500 nm. acetaminofen. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). corticóide. 2. PRINCÍPIO DO MÉTODO A enzima glicose oxidase catalisa a oxidação da glicose existente na amostra. sarcomas. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação do controle de produção. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Útil no estabelecimento do diagnóstico e monitoração terapêutica do diabetes mellitus. ** Bloqueadores pela adrenérgicos. rifampicina. no diagnóstico diferencial das acidoses metabólicas. Glicose.

A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Outra forma de se evitar este problema é a coleta de uma fração do líquido em fluoreto.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.8ºC. Padrão com 2. leucócitos e outras células) deve ser feita de forma imediata.0. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Glicemia de jejum: recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. evitando assim a deterioração das enzimas.4646 Site: www. Padrão com 2. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. com 250 mL + 1 fr.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 505 nm (490-510).0 mL BT 10008 – 4 fr.3214. Padrão: Solução de Glicose (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Amostras Soro. com cubetas.: 80027310031 BT 10008 – 1 fr com 250 mL + 1 fr.Procedimento Operacional Padrão . Estabilidade: Estável até a data de validade do kit.3 mmol/L. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.br Reagente: Tampão fosfato 182. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. obtido no máximo duas horas após a coleta. para evitar a glicólise (falso baixo) ou plasma obtido com anticoagulante fluoretado.M. para que não haja consumo do analíto. Procedimento automatizado Indicar nome. COMPONENTES DO KIT GLICOSE Códigos: Registro M.Bioquímica 2H2O2 + 4-Aminoantipirina + Fenol --------------> Quinonimina + 4 H2O 4. . 6. por centrifugação.42 mmol/L . Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro límpido. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. POD-Peroxidase > 1200 U/L.S. Conservar entre 2 .biotecnicaltda. CONTROLE DE QUALIDADE 82 . Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Banho de água a 37 °C. Critérios para a rejeição de amostras Presença de coágulo. separação e distribuição do material 5. 7. GOD-Glicose oxidase > 15000 U/L. 4-Aminoantipirina 0. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Fenol 10 mmol/L.Brasil. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico.Varginha . Pipetas automáticas e ponteiras. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Cronômetro Tubos de ensaio.pH 7. Vila Verônica . 8. Observações para todas as amostras: a separação da parte fluida dos elementos figurados (hemácias.com.G.

4. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. código). O reagente. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança.Procedimento Operacional Padrão . Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. lavar abundantemente com água corrente. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. uma vez usado. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. com água destilada ou deionizada. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Isso evitará contaminação cruzada. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. para a obtenção de resultados exatos. Agitar bem e incubar os tubos durante 10 minutos a 37ºC ou durante 15 minutos a temperatura ambiente 25ºC. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. controle (se utilizado) e reagente. 10. sendo o último. Em caso de contato com os olhos ou pele.0 mL Amostra 10 µL 1.0 mL Padrão 10 µL 1. 83 . lavar o local com água corrente. Seguir com rigor a metodologia proposta. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Procedimento manual 1. 2. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. plasma ou urina. Deixar o Reagente durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em banho de água. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. A cor é estável durante pelo menos 1 hora. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1.0 mL Padrão de glicose Amostra Reagente 3. Em caso de vazamento acidental. eventualmente infectado. O enxágüe deve ser exaustivo. 9. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. o que poderia causar resultados errôneos. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações.Bioquímica Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 505 nm. contém soro.

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
11. CÁLCULOS Abs. Teste x Valor padrão mg/dL = mg/dL Glicose Abs. Padrão Onde: Abs. Teste → Absorbância do teste Abs. Padrão → Absorbância do Padrão Valor padrão mg/dL → valor da concentração do Padrão (vide etiqueta do frasco)

Devido a ótima reprodutibilidade, que pode ser obtida com a metodologia, pode-se utilizar o método do fator: Fator de calibração = Conc. do Padrão . Absorbância do Padrão Concentração do Padrão – Vide etiqueta do frasco.

Glicose (mg/dL) = Absorbância do Teste x Fator 12. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL

UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL glicose x 0,0555 = mmol/L glicose
Valores de referência Soro ou plasma: 70 a 110 mg/dL Líquor: 40 a 75 mg/dL, (2/3 da glicemia) Esses valores são unicamente orientativos. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 13. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: Até 400 mg/dL = 22 mmol/L Para valores superiores, diluir a amostra 1:2 ou 1:4 com NaCl 0,85%, repetir a dosagem e multiplicar o resultado pelo fator de diluição. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade, diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Interferências: O ácido ascórbico (5 mg/dL), a hemoglobina (0,2 g/dL) e a bilirrubina (40 mg/dL) não interferem. A lipemia moderada não afeta os resultados. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Trinder R. - Ann Clin Biochem 1969; 6:24. Henry, R. J. Cannon, D.C. Winkelman, J. – Clinical Chemistry Principles and Techniques, 2 ed. Harper and Row Publishers Inc. N.Y.; p. 1288 (1974). Glicose – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Ltda – Revisão Maio/2005. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação, Qualitymark ed., Rio de Janeiro, 1997. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 231-233 Manual de exames – Laboratório H. Pardini – 2002 – 81-82

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
MAGNÉSIO MONO
Método colorimétrico MAGON SULFONADO 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada como auxílio na detecção de hipoparatireoidismo, hiperaldosteronismo e hipertireoidismo. 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Magnésio Sérico É o quarto mais abundante cátion no organismo humano. Atua como um c-fator essencial para enzimas ligadas à respiração celular, glicólise e transporte (através da membrana) de outros cátions (cálcio e sódio). O magnésio é essencial para a preservação da estrutura molecular de DNA, RNA e ribossomas. Um terço do magnésio sérico é ligado à proteína, principalmente à albumina; os outros 2/3 existem predominantemente como íon livre e um pequeno percentual como complexo de ânions. O magnésio ingerido é absorvido no intestino delgado e excretado na urina. O processo de absorção parece ser de controle deficiente, sendo afetado por síndromes de má-absorção, com sua homeostase exercida basicamente pela excreção renal (a qual é regulada pela reabsorção tubular). Diminuições do magnésio são mais significativas e frequentes que o excesso, e sintomas dessa depleção não ocorrem em níveis séricos até 1,0 mEq/L. Severas diminuições estão ligadas à função neuromuscular como tetania, convulsão, fraqueza, irritabilidade e delírio. Níveis baixos de magnésio, após um infarto do miocárdio, podem indicar um mau prognóstico.

Níveis aumentados Uso de sais de magnésio Antiácidos e laxantes Doença de Addison Desidratação grave Insuficiência renal Acidose diabética Hipertireoidismo Hipercalcemia Níveis diminuídos Associados com hipocalemia e hipocalcemia Alcoolismo crônico Pancreatite aguda Má-absorção Lactação excessiva Diálise Diarréia grave Diabetes mellitus Terapia diurética Dietas pobres em magnésio Hiperaldosteronismo primário Má-nutrição Nefropatias tubulares Hiperparatireoidismo Hiperaldosteronismo

Magnésio Urinário A excreção do magnésio está intimamente ligada à dieta. Sua análise tem sido utilizada antes e após administração terapêutica de magnésio.

Níveis Aumentados Álcool Diuréticos Síndrome de Bartter Glomerulonefrite crônica Aldosteronismo 85

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
Terapia com drogas (ciclosporina, diuréticos tiazídicos, corticosteróides) Níveis Diminuídos Dieta pobre Má-absorção Hipoparatireoidismo Decréscimo da função renal
3. PRINCÍPIO DO MÉTODO O magnésio presente na amostra reage com azul de xilidina II (Magon Sulfonado) em meio alcalino formando um complexo intensamente corado com máximo de absorção em 510 nm. O desenvolvimento de um monoreagente líquido estável, sem solventes orgânicos voláteis, torna o método especialmente adaptável a analisadores automáticos. 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, plasma e urina. Armazenamento e estabilidade das amostras: o Soro ou plasma obtido com heparina. Sob refrigeração o magnésio é estável por 15 dias entre 2-8 C. Urina e líquido céfalo-raquidiano. Dosagem na urina: efetuar a homogeneização prévia de todo o material, tomar uma amostra de cerca de 5 mL e adicionar 1 gota de HCl concentrado. Tal procedimento transforma todos os sais de magnésio presentes na urina em sais solúveis. Diluir a urina 1:5 (1,0 mL de urina + 4,0 mL de água destilada ou deionizada). Proceder a seguir como descrito para o soro. Multiplicar o resultado obtido por 5. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise, mesmo discreta. Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT MAGNÉSIO Códigos: Registro M.S.: 80027310015 BT 12007 – 1 fr com 50 mL. + 1 fr Padrão – 2,0 mL

BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil. Tel/Fax: 0 (XX) 35 - 3214.4646 Site: www.biotecnicaltda.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.br Reagente: Carbonato de potássio 120 mM, EGTA 40 mM, Magon sulfonado (xilidil blue) 0,1 mM e azida sódica 18,5 mM. Padrão: Solução aquosa de íons Magnésio (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 15 e 30º C. 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 15 e 30º C. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 510 nm, com cubetas. Banho de água a 37 °C.

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Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. lavar abundantemente com água corrente. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. O enxágüe deve ser exaustivo. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. lavar o local com água corrente. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. O reagente. 8. portanto. pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. Pipetar em tubos de ensaio: 87 . 2. com água destilada ou deionizada. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Em caso de vazamento acidental. 10. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. sendo o último. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Isso evitará contaminação cruzada. para a obtenção de resultados exatos.Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. usar bastante água. controle (se utilizado) e reagente. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.Procedimento Operacional Padrão . lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. No descarte do reagente. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Procedimento manual 1. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reagente contém azida sódica que é tóxica. uma vez usado. contém soro. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Seguir com rigor a metodologia proposta. tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos. Os reagentes devem estar a temperatura ambiente. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. 9. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Em caso de contato com os olhos ou pele. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos: Reativo pronto para uso. Cronômetro Tubos de ensaio. o que poderia causar resultados errôneos.Bioquímica Pipetas automáticas e ponteiras. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. eventualmente infectado. plasma ou urina. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. Procedimento automatizado Indicar nome. código).

CÁLCULOS Aa x Valor padrão = mg/dL Magnésio Ap Onde Aa → Absorbância da Amostra Ap → Absorbância do Padrão Padrão → Valor da Concentração do Padrão Urina (mg/24horas) = Magnésio Urina (mg/dL) x volume de 24 h em mL 100 Com Fator: F = Valor padrão Ap Magnésio (mg/dL) = Aa x F Exemplo: Aa = 0. Gindler EM. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear até 4.191 Valor Padrão = 2. ácido ascórbico.5 0.5 = 1. Interferências Hiperlipemia. 11. 17:662. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Chauman UPS.5 mmol/L. Não utilizar amostras hemolisadas. Agitar bem e deixar os tubos durante 2 minutos à temperatura ambiente. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.Bioquímica Branco 1.9 – 2. Heth DA.175 Ap = 0.0 mL Amostra 10 μL 1.41 = mmol/L magnésio Valores de referência Para amostras de Soro e Plasma: 1. Ler a absorbância (Ap) do Padrão e da Amostra(Aa) frente ao Branco a 510 nm. mesmo em elevadas concentrações (acima de 26 mg/dL) e bilirrubina (até 20 mg/dL) não interferem. 13.8 mg/dL 88 .Procedimento Operacional Padrão . 31/3.5 mg/dL Para amostras de Urina/24 h: 48 – 152 mg/24h Liquido Céfalo Raquidiano: 2. 520-522 (1982) F= 2 = 10.0 mg/dL 12. Maxwell et al. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. – Clin Chem.5 – 3.5 mg/dL Esses valores são unicamente orientativos.191 Magnésio(mg/dL) = 0. Clin Chem 1971. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).0 mL Padrão 10 μL 1.0 mL Padrão Amostra Reagente 3. Anal Biochem 1969. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL magnésio x 0. 14. 32:70. 4. Cuidados especiais O uso de detergente iônico para limpar o material é outra fonte de contaminação com íons magnésio. Ray Sarkar BC. hemólises mesmo discretas interferem significativamente. Devido ao alto conteúdo intracelular de megnésio.175 x 10.

Rio de Janeiro. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 324-325 Manual de exames – Laboratório H.Procedimento Operacional Padrão .Bioquímica Magnésio . Ltda – Revisão Maio/2005. Pardini – 2002 – 87 89 ..Magon – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Qualitymark ed. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 1997.

hidróxido de sódio 140 mM. Amostras Soro e plasma. lupus eritematoso.2. 08 horas. tartarato de sódio e potássio 15 mM. 2.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. queimaduras graves. PRINCÍPIO DO MÉTODO A proteína presente na amostra reage com os íons cobre (II) em meio alcalino. 90 .Procedimento Operacional Padrão . desnutrição severa.009 .com. originando um complexo de cor violácea. Vila Verônica . Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro e plasma heparinizado. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. linfogranuloma e endocardite bacteriana sub-aguda. 4. desnutrição grave.Brasil.3214.: 80027310030 BT 10. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de. Conservar entre 15-30 ºC. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A dosagem isolada da proteína total tem pouco valor clínico. COMPONENTES DO KIT PROTEÍNAS TOTAIS Códigos: Registro M. iodeto de potássio 15 mM. 3. separação e distribuição do material 5. mieloma múltiplo.br Reagente: Sulfato de cobre 10 mM. deficiência de cálcio e vitamina D. Estável 8 dias à 2-8º C. cuja absorbância em 550 nm é proporcional à concentração protéica da amostra.M. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. nefrose. que aumenta a reabsorção de sódio e água levando a edema. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes a temperatura ambiente. Valores Aumentados A concentração de proteína total do soro está comumente aumentada em pacientes com desidratação. . crioglobulinemia.S. pelo menos. O nível de proteínas séricas é basicamente um reflexo de sínteses hepáticas ou de perda de proteínas devido a enfermidade renal. macroglobulinemia. porque a alteração em uma das frações pode ser compensada por alteração oposta de outra fração. infecções crônicas.Varginha . queimaduras graves e hemodiluição. 6.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. artrite reumatóide. em que há diminuição de albumina com aumento de gamaglobulina.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão . síndrome de má absorção. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.Bioquímica PROTEÍNA TOTAL Método Colorimétrico 1. sarcoidose. Reagente pronto para uso. como ocorre nas doenças crônicas. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades hepáticas e renais.biotecnicaltda.com.4646 Site: www.G. Padrão: Solução de Albumina bovina (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco). Valores Diminuídos A concentração de proteína total do soro está diminuída na hiperhidratação. A eliminação excessiva de proteínas pelos rins ou a diminuição da síntese hepática provoca uma diminuição na pressão coloidosmótica do plasma. insuficiência renal.

plasma ou urina. com cubetas. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Isso evitará contaminação cruzada. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Em caso de vazamento acidental. código). mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. O reagente. 8. Seguir com rigor a metodologia proposta. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. lavar o local com água corrente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Pipetas automáticas e ponteiras. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. controle (se utilizado) e reagente. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Banho de água a 37 °C. para a obtenção de resultados exatos. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 545 nm (535-555).Bioquímica Manter ao abrigo da luz. 9. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. 91 . Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. sendo o último. contém soro. uma vez usado. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Cronômetro Tubos de ensaio. com água destilada ou deionizada. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. lavar abundantemente com água corrente. O enxágüe deve ser exaustivo. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. eventualmente infectado.Procedimento Operacional Padrão . 7. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Em caso de contato com os olhos ou pele. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. o que poderia causar resultados errôneos. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Procedimento automatizado Indicar nome.

O soro deve ser obtido o mais breve possível. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A reação é linear até 12 g/dL. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). Agitar bem e deixar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente. Hemacel ou PVP).352 A padrão = 0. Interferências Interferências: a hemoglobina (0.25 Proteína (g/dL) = 7.2 g/L) e a bilirrubina (15 mg/dL) interferem. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco à 545 nm.Albumina 12.Bioquímica 10. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso Procedimento manual 1.5 – 8. As amostras de soro hemolisado ou contendo expansores plasmáticos (Dextram. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 10 μL 1. 13. 3.0 mL Amostra 10 μL 1. A cor é estável durante pelo menos 2 horas.04 g/dL Globulina = Proteína Total .0 mL Água destilada Padrão Proteína Amostra Reagente 2.Procedimento Operacional Padrão . INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: g/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): g/L = g/dL x 10 Valores de referência Valores Normais Soro : 6. A padrão = Absorbância do padrão.3 g/dL Estes valores são unicamente orientativos. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.0 g/dL Plasma: 6.8 – 8.25 Concentração do padrão = 5 g/dL Proteína (g/dL) = 0. CÁLCULOS A Amostra X Valor da concentração do padrão = g/dL proteína A Calibrador onde. fornecem valores elevados.0 = 20 0. 11.352 x 20 FC= 5. 92 . Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Com fator Fator de calibração (FC) = concentração do padrão A do padrão Exemplo: A amostra = 0. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.0 mL Padrão 10 μL 1. A amostra = Absorbância da amostra.

No inverno. Pardini – 2002 – 90-91 93 . Vários íons de amônio interferem no teste pela formação de complexo cúprico amônio. David MM. H. Qualitymark ed.Procedimento Operacional Padrão . Doumas. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 398-400 Manual de exames – Laboratório H. Chim. Henry. C. S Anal Chem 29/10: 1491 (1957). J Biol Chem 1949. Acta 31/1:87 (1971). em geral. Bardawill CS.: Sobel.G Clin. a concentração de proteína total é maior que no verão. Proteína Total – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. R. & Berkman. A concentração de proteína total aumenta com o passar do dia.Bioquímica Soros fortemente lipêmicos podem causar turvação. WA & Biggs. 1997. T: Watson.. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Rio de Janeiro. B. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Gornall AG. 14. 177:751. Ltda – Revisão Maio/2005.

Varginha .Procedimento Operacional Padrão . Líquor: Utilizar amostra centrifugada. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação renais.3214.Bioquímica PROTEÍNA URINÁRIA Método Colorimétrico 1. .009 .4646 Site: www.biotecnicaltda.S.com. A urina de pessoas saudáveis não contém proteínas ou contém somente em pequenas quantidades.2.G. Padrão: Solução de Albumina (valor de padrão: vide rótulo do frasco). Molibdato de sódio 0. .br / e-mail: sac@biotecnicaltda. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. SDS 0. Dessa forma. Benzoato de sódio 0. Concentrações elevadas de proteínas no líquido cefalorraquidiano (Líquor) podem ser devidas a infecções ou à pressão intracraniana elevada.: 80027310128 BT 10. pH 2. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96.com. A sua presença e a determinação do seu grau podem.Utilizar o sobrenadante para proceder o ensaio. 94 . não havendo necessidade de adicionar conservantes.13 mmol/L. A intensidade da cor formada é proporcional à concentração protéica da amostra. A presença persistente de proteína na urina indica enfermidade renal.05 Mol/L. Conservar entre 2 . Armazenamento e estabilidade das amostras: Urina . em associação a outros achados. 2. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Amostras Urina e Líquor. 3.04 mmol/L.Utilizar amostra colhida no período de 24 horas. normalmente o glomérulo evita a passagem das mesmas do sangue para o filtrado glomerular. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Reagente pronto para uso.35 mmol/L. medir o volume e separar uma amostra de cerca de 20 mL.8 ºC.Brasil.1 fr de 250 mL + 1 fr de Padrão . . SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A proteinúria é um marcador de doença renal e constitui um fator de risco independente para a sua progressão.br Reagente: Vermelho de pirogalol 0.M. Oxalato de sódio 1 mmol/L. Aumentos ou decréscimos no valor de proteinúria são importantes marcadores do prognóstico renal do paciente. COMPONENTES DO KIT PROTEÍNAS URINÁRIA Códigos: Registro M. em pacientes com doença renal a pesquisa de proteinúria constitui um elemento importante no diagnóstico e no acompanhamento.Centrifugar por 10 minutos a 3000 rpm. 4. separação e distribuição do material 5. Vila Verônica . Ácido succínico 0. em meio ácido. O diagnóstico clínico deve ser realizado levando-se em conta todos os dados clínicos e de laboratório.Homogeneizar a urina. Alterações glomerulares causam o aumento da permeabilidade das proteínas plasmáticas o que ocasiona a proteinúria. ajudar a estabelecer o diagnóstico de certas síndromes ou entidades patológicas cujos achados renais são conhecidos.5. formando um complexo colorido.1mmol/L. PRINCÍPIO DO MÉTODO A proteína presente na amostra reage com o vermelho de pirogalol e o molibdato. .

controle. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. Não trocar as tampas dos frascos dos reagentes. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso 95 . contato com os olhos. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. As informações de Descarte. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. padrão/calibrador e reagente. Pipetas de vidro e/ou automáticas. Manter ao abrigo da luz. a fim de evitar contaminação cruzada. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 7. Em caso de vazamento acidental. pele ou mucosa. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos devem ser observados. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico em local próprio para materiais potencialmente infectantes. 9. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. código). CUIDADOS E PRECAUÇÕES • • • • • • • • • • • O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Utilizar os EPI’s de acordo com as Boas Práticas de Laboratório Clínico. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura em 598 nm com cubetas termostatizada. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Procedimento automatizado Indicar nome. As amostras a serem analisadas (urina ou líquor) devem ser tratadas como material potencialmente infectante. Segurança e Primeiros Socorros estão descritas na Ficha Individual de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) deste produto. 8. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Relógio ou Cronômetro. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes 2 a 8 ºC. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. lavar abundantemente com água corrente. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Não usar o reagente quando este mostrar-se com sinais de contaminação. Tubos de ensaio. 10. O reativo é estável até a data de validade do Kit.Bioquímica 6.Procedimento Operacional Padrão .

0 mL 1.2L FC = 1000 = 7519 0.133 Concentração do padrão = 1000 mg/L Volume urinário 24h = 1.2 x 7519 Proteína Urinária = 226 mg/24 h 12.(L) urina 24h = mg proteínas/24h A Padrão Líquor (LCR): A Amostra X concentração do padrão = mg/L proteínas A Padrão onde. Medir a absorbância do Padrão (Ap) e da Amostra (Aa) frente ao Branco a 600 nm. Pipetar em tubos de ensaio: BRANCO PADRÃO Padrão --20 μL Amostra ----Reagente 1. 13.1000 mg/L ADULTOS 150 . CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade A linearidade da reação é de 3000 mg/L. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 3.Bioquímica Procedimento manual 1.133 Proteína (mg/24h) = 0. CÁLCULOS Urina de 24horas: A Amostra X concentração do padrão X vol.025 A padrão = 0. Para valores superiores. 96 . 11.Procedimento Operacional Padrão .001 Valores Normais CRIANÇAS 300 . realizar nova dosagem e multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. A cor é estável durante 30 minutos.450 mg/L GESTANTES < 150 mg/24h Líquor Urina ADULTOS E CRIANÇAS < 100 mg/24h Estes valores são unicamente orientativos. diluir a amostra com água deionizada ou destilada. A amostra = Absorbância da amostra. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: g/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): g/L = Proteinúria (mg/L) x 0.0 mL 2. A padrão = Absorbância do padrão.0 mL AMOSTRA --20 μL 1.025 x 1. Recomendamos que cada laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Com fator Fator de calibração (FC) = concentração do padrão A Padrão Exemplo: A amostra = 0. Homogeneizar manter os tubos durante 5 a 37 ºC.

. Kaplan A et. AACC 1999.1%) e Triton X100 (1%) também interferem na reação. Princeton 1984. St Louis. • Young DS. Tests. 32: 1551 (1986).. 27: 493-501. Chem. 3rd ed. L. Clin.. 14. 35:2233-22236. N. Effects of drugs on Clinical Lab.. Oshawa. A multi-rule Shewhart chart quality control in clinical chemistry. R. 97 .. AACC Press. 1981. AACC 1995. Clin. A. Mosby Co. • Young DS. Toronto. Clinical Guide to Laboratory tests. Al. Tests. • Westgard J. Effects of disease on Clinical Lab. Total serum protein. Clin Chem The C. O. Groth T.Procedimento Operacional Padrão . Hunt M. M. Barry P. • Orsonneau JL et al. 2001..V. 4th ed. S. • Tietz N W et al. • Burtis A et al. A presença de detergentes (surfactantes) na amostra ou seus resíduos em materiais e/ou equipamentos de laboratório interferem com a reação. A presença de Lauril sulfato de sódio (0. Yamanaka. Tietz Testbook of Clinical Chemistry. • Koller A.. Clin Chem 1989. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • Watanabe. AACC Press. Chem.. 4th ed. An Improved Pyrogallol Red-Molybdate Method for Determing Total Urinary Protein.Bioquímica Interferências Interferências: hemólise (LCR). Ohkubo. Kamei. 3rd ed. 1995. S. 13161324 and 418.

: 80027310017 BT 11007 – 1 fr com 40 mL R-A + 1 fr. distrofias musculares. Níveis aumentados também são encontrados em necrose hepática.G.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. esteróides anabólicos etc. a partir da velocidade de desaparecimento do NADH. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado. Amostra Soro ou plasma. L-aspartato 240 mmol.18 mmol. com 50 mL R-B BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. é uma enzima encontrada no miocárdio. 3.Lactato + NAD 4. A concentração catalítica se determina. atingindo um pico em 24 horas e retornando ao normal por volta do quinto dia. icterícia obstrutiva. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana.UV 1. fígado. com 10 mL R-B BT 11007 – 1 fr. 98 . progesterona. medido à 340 nm. . LDH . AST L-Aspartato + 2-Oxoglutarato -----------> Oxaloacetato + L-Glutamato Oxalacetato + NADH + H+ ------------> Malato + NAD+ LDH MDH Piruvato endógeno + NADH ------------> L. Pequenas elevações são observadas durante a gravidez. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. Inúmeras drogas comumente usadas podem elevar os níveis de AST (isoniazida.S. PRINCÍPIO DO MÉTODO O Aspartato aminotransferase (AST ou GOT) catalisa a transferência do grupo amino do aspartato a 2-oxo-glutarato. A atividade dessa enzima no infarto do miocárdio eleva-se dentro das primeiras 12 horas.Varginha . hepatites. rim e cérebro.com.lactato desidrogenase > 1200 U/L. hipotireoidismo.3214.com.malato desidrogenase > 600 U/L.Procedimento Operacional Padrão . plasma (EDTA ou heparina).4646 Site: www. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . Aspartato Aminotransferase (AST)). mononucleose.). anemias hemolíticas. queimaduras severas.biotecnicaltda. 2. Níveis elevados dessa enzima auxiliam no diagnóstico de doenças cardíacas. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de hepatites agudas e é um bom indicador no diagnóstico de infarto agudo do miocárdio. Reagente B: Malato desidrogenase 0. 2-Oxoglutarato: 12mmol.. hepáticas e musculares. separação e distribuição do material 5. dermatomiosites. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. COMPONENTES DO KIT TGO / AST Códigos: Registro M.pH 7. cateterização e angioplastia cardíaca. Reagente pronto para uso. pancreatite aguda. musculatura esquelética. MDH .Brasil. sendo usada na monitoração de terapias que utilizam drogas hepatotóxicas. Vila Verônica . A atividade enzimática é estável por 4 dias entre 2 – 8°C. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Transaminase Oxalacética – TGO (sinonímia. eritromicina. lesões da musculatura esquelética. trauma e necrose cerebral.8.Bioquímica TGO / AST Método Cinético . Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.br Reagente A: Tampão Tris 80 mmol . empregando a reação acoplada de malato desidrogenase (MDH). com 200 mL R-A + 1 fr. formando oxalacetato e glutamato. cirrose hepática.M.

CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Em caso de vazamento acidental. contém soro. 99 .Procedimento Operacional Padrão . Evitar contaminações com íons metálicos. Conservar entre 2-8 ºC 6. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. para a obtenção de resultados exatos. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Não conversar nas proximidades do frasco destampado. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. NÃO CONGELAR. lavar o local com água corrente. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. lavar abundantemente com água corrente. 7. Não misturar diferentes lotes de reagentes. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Em caso de contato com os olhos ou pele. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. Centrífuga. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 340 nm. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Não soprar a pipeta utilizada. plasma ou urina. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. código). pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. Cronômetro. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. O reagente. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante.Bioquímica Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. uma vez usado. O reativo é estável até a data de validade do Kit. eventualmente infectado. 9. Seguir com rigor a metodologia proposta. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. 8. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação.

(A1. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Estável 2 semanas a 2-8°C. com água destilada ou deionizada. 5.228 – 1.189 – 1. Acionar o cronômetro. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho durante 5 minutos. 11.228 A2= 1. Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min).268 A1= 1. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.228) + (1. A2 e A3 respectivamente).268 – 1. Proteger o reativo de trabalho da luz.152) 3 ∆A/min.Procedimento Operacional Padrão .152 ∆A/min. Procedimento manual 1. Descartar o reativo de trabalho quando a leitura da absorbância contra água for < 0. (∆A/min.800 a 340 nm.= 0. 2.67 x 10–9 Kat/L = µkat/L Valores Normais: 1746 100 . A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. calcular a média da variação da absorbância por minuto (∆A/min. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).189) + (1. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. 10. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L UNIDADES: Sistema Internacional (SI): U/L x 16.189 A3= 1.) = (A0 – A1) + (A1 – A2) + (A2 – A3) 3 A atividade da TGO na amostra é calculada pela multiplicação do ∆A/minuto pelo seguinte fator: Fator (37ºC) Exemplo: Temperatura = 37ºC A0= 1. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 3.039 TGO (U/L) = 0.5 U/L 12.). Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Aos 60 segundos. sendo o último.Bioquímica A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.039 x 1746 = 67.= (1. 4. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. o que poderia causar resultados errôneos. controle (se utilizado) e reagente. Isso evitará contaminação cruzada. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias. O enxágüe deve ser exaustivo. 37oC 1000 μL 100 μL Misturar e inserir nas porta-cubetas termostatizadas. à 37ºC.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS • • • • • • Karmen A. Falsos valores baixos: Salicilatos (aspirina) 14. Colchicina.250 = 440 U/L. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Barbiturados. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até: ΔA/min de 0.S. 13. Ltda – Revisão Maio/2005. Interferências: Falsos valores elevados: Acetaminofem. Anfotericina B. 21. – J. Rio de Janeiro. Clin.Bioquímica 37ºC até 37 U/L até 31 U/L HOMENS MULHERES Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Alopurinol. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Qualitymark ed. Anticoncepcionais orais. 126 (1955) Young D. 5 (1975) TGO – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. Fenotiazinas. Pardini – 2002 – 93 101 . Invest. Narcóticos. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 455 Manual de exames – Laboratório H. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.Procedimento Operacional Padrão .. el al. Corticoesteróides. Chem. – Clin. Metildopa. 34. et al. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 1997.

com 50 mL R-B BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. icterícia obstrutiva e carcinoma metastático. formando piruvato e glutamato. A atividade enzimática é estável por 4 dias entre 2 – 8°C e 2 semanas. Amostra: Soro ou plasma.com.4646 Site: www.18 mM.Procedimento Operacional Padrão .5. Reagente B: Malato desidrogenase 0. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A Transaminase Pirúvica – TGP (sinonímia: Alanina Aminotransferase (ALT). L-alanina 500 mmol. é uma enzima intracelular presente em grandes quantidades no fígado e rim. 2-Oxoglutarato: 15mM.S.br Reagente A: Tampão Tris 100 mmol . Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. Níveis elevados são encontrados na hepatite infecciosa e tóxica. LDH . Reagente pronto para uso.malato desidrogenase > 600 U/L. sendo considerada um excelente marcador hepatocelular.pH 7. com 10 mL R-B BT 11008 – 1 fr.Lactato + NAD+ LDH 4. PRINCÍPIO DO MÉTODO A Alanina Aminotransferase (ALT ou GPT) catalisa a transferência do grupo amino da alanina a 2-oxoglutarato. 2. com 200 mL R-A + 1 fr.Brasil. 102 . A concentração catalítica se determina. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. MDH .lactato desidrogenase > 1200 U/L. . Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro não hemolisado.UV 1. e pequenas quantidades na musculatura esquelética e coração.alanina + 2-Oxoglutarato -----------> Piruvato + L-Glutamato Piruvato + NADH ------------> D . Vila Verônica . a ALT é mais sensível para detecção de danos do hepatócito do que para obstrução biliar. 3.M. Entretanto. medido à 340 nm.: 80027310019 BT 11008 – 1 fr com 40 mL R-A + 1 fr.Varginha . a partir da velocidade de desaparecimento do NADH.G. Em pacientes com infarto do miocárdio a ALT geralmente está normal ou ligeiramente elevada.com. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . insuficiência cardíaca ou choque com necrose hepática concomitante pode levar a elevações de seus níveis. Critérios para a rejeição de amostras Presença de hemólise ou sinais de contaminação bacteriana.biotecnicaltda. Como teste de função hepática.3214. COMPONENTES DO KIT TGP / ALT Códigos: Registro M. LDH Piruvato endógeno + NADH -----------> L-Lactato + NAD ALT L . plasma (EDTA ou heparina). separação e distribuição do material 5. cirrose. doença pancreática.Bioquímica TGP / ALT Método Cinético . tóxicas e cirrose.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de pacientes com lesões hepáticas virais. empregando a reação acoplada de lactato desidrogenase (LDH).

Não conversar nas proximidades do frasco destampado. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. pois o reagente pode se contaminar irreversivelmente. código). Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. O enxágüe deve ser exaustivo. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leituras a 340 nm. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. com cubetas termostatizadas Pipetas automáticas e ponteiras. Evitar contaminação microbiana do reagente e não utilizar reagentes que tenham sinais de contaminação ou precipitação. eventualmente infectado. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. O reagente. uma vez usado.Bioquímica Conservar entre 2-8 ºC 6. Não misturar diferentes lotes de reagentes. para a obtenção de resultados exatos. 8. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. O aparecimento de cor amarelada no reagente é sinal de contaminação por α-amilase. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Em caso de vazamento acidental. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Evitar contaminações com íons metálicos. Não dispensar o reagente em tubulação contendo ferro galvanizado. 7. Não utilizar reativos com a data de validade vencida. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. contém soro. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente 103 . A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.Procedimento Operacional Padrão . CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8 °C. Cronômetro. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Não contaminar a vidraria ou o reagente com saliva ou suor. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade. sendo o último. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Os reagentes não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. 9. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Centrífuga. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Tubos de ensaio Procedimento automatizado Indicar nome. Não soprar a pipeta utilizada. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. plasma ou urina. lavar o local com água corrente. Seguir com rigor a metodologia proposta. lavar abundantemente com água corrente. Em caso de contato com os olhos ou pele. com água destilada ou deionizada. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. devido aos seus altos conteúdos de α-amilase. NÃO CONGELAR.

Estável 2 semanas a 2-8°C.017 x 1746 = 29.6 U/L 12.) = (A0 – A1) + (A1 – A2) + (A2 – A3) 3 A atividade da TGP na amostra é calculada pela multiplicação do ∆A/minuto pelo seguinte fator: Fator (37ºC) 1746 Exemplo: Temperatura: 37ºC A0 = 1. Comprovar que as diferenças entre absorbâncias sejam sensivelmente iguais. Pré-aquecer o Reagente de Trabalho durante 5 minutos.245 ∆A/min. 9. 7.297 – 1. Isso evitará contaminação cruzada.): (∆A/min.= (1. 10.278 – 1. calcular a média da variação da absorbância por minuto (∆A/min. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. Proteger o reativo de trabalho da luz.Bioquímica A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico.Procedimento Operacional Padrão . controle (se utilizado) e reagente. 11. o que poderia causar resultados errôneos.297 A1 = 1.67 x 10-9 Kat/L = 16. Aos 60 segundos. A2 e A3 respectivamente). 37 C 1000 μL 100 μL o Misturar e inserir nas porta-cubetas termostatizadas.278 A2 = 1. a rigorosa observação do tempo e da temperatura de incubação é de grande importância para a qualidade dos resultados obtidos. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação dos reativos Reativo de Trabalho: Misturar 04 partes de Reativo A + 01 parte de Reativo B.263 – 1. Procedimento manual 6. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).800 a 340 nm. CÁLCULOS Usando as leituras das absorbâncias.SI 1 U/L = 16.67 x 10 µKat/L 1 µkat/L = 60 U/L Valores Normais -3 104 . Calcular o incremento médio de absorbância por minuto (ΔA/min).278) + (1. Cuidados especiais Como ocorre com toda reação enzimática. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: U/L Sistema Internacional .263 A3 = 1. Acionar o cronômetro.017 TGO (U/L) = 0. (A1.263) + (1. 10.245) 3 ∆A/min = 0. `37ºC. anotar a absorbância inicial e efetuar novas leituras cada minuto durante 3 minutos. Pipetar em uma cubeta: Reagente de Trabalho Amostra 8. Descartar o reativo de trabalho quando a leitura da absorbância contra água for < 0.

– Am. 1956. Qualitymark ed. et al. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. Inmetro – Boas Práticas de laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Sec. Lab. Rio de Janeiro. Clin. International Federation of Clinical Chemistry (IFCC) Clinica Chimica Acta 105: 147 (1980).. And med. Pardini – 2002 – 93 105 . 1960. Interferências: Falsos valores elevados: hemólise 14. 10: 281 (1972). Exp. J. LaDue JS.Bioquímica HOMENS MULHERES 37ºC até 42 U/L até 32 U/L Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que laboratório estabeleça seus próprios intervalos de referência. Biol. 34:381 Henry R. Clin. 1997. Klin. 13. Ltda – Revisão Maio/2005. Invest.200 = 350 U/L. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Chem. Path. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade.Proc..Procedimento Operacional Padrão . Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 455 Manual de exames – Laboratório H.J.. Deustchen Gesellschaft fur Klinische Chemie (DGKC) Z. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Wroblewski F. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até: ΔA/min de 0. TGP – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 33: 291 (1974). Scandinavian Society for Clinical Chemistry (SSCC) Scand. Jnl.

O aumento dos triglicerídeos no diabetes está relacionado ao aumento da mobilização das áreas de armazenamento de lipídeos (triglicerídeos) em decorrência da diminuição da insulina. são hidrolisados a glicerol e ácidos graxos.com. Esta dosagem serve como parâmetro na avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares.M. na uremia. na obesidade e nos hábitos alimentares errôneos. produz peróxido de hidrogênio. Os triglicerídeos provenientes da dieta sofrem digestão no duodeno e íleo proximal. com 250 mL + 1 fr.4646 Site: www. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO Os triglicerídeos são ésteres de glicerol. produzindo seu metabolismo anormal e depósito de lipídeos nas paredes vasculares levando à arteriosclerose. . separação e distribuição do material 5.br 106 . Vila Verônica . Padrão com 2. Através da ação de lípases e ácidos biliares. produzindo um composto róseo-avermelhado (quinonimina). com 250 mL + 1 fr.Varginha . A enzima peroxidase catalisa a oxidação do reagente fenólico (p-clorofenol) pelo peróxido de hidrogênio formado.br / e-mail: sac@biotecnicaltda. em presença de oxigênio e sob a ação catalítica da enzima glicerol-Poxidase. Amostra Soro ou plasma Armazenamento e estabilidade das amostras: O analito é estável por 3 dias a 2-8 ºC. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas e jejum alcoólico de 24 horas.biotecnicaltda. Padrão com 2. em presença da 4-amino-antipirina. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta.com. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada como parâmetro na avaliação dos riscos de doenças cardiovasculares. no hipotireoidismo. 3.S.Procedimento Operacional Padrão . na pancreatite aguda. que apresenta um máximo de absorção em 500 nm.Bioquímica TRIGLICÉRIDES Método Enzimático Colorimétrico 1.G. Triglicérides ⎯⎯⎯→ Glicerol + Ácidos graxos Glicerol + ATP ⎯⎯⎯⎯⎯⎯→ L-Glicerolfosfato + ADP L-Glicerolfosfato + O2 ⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯→ Dihidroxiacetona-P + H2O2 2H2O2 + Clorofenol + 4-AF ⎯⎯⎯⎯⎯→ p-benzoquinona monoímio fenazona + 4 H2O 4.: 80027310014 BT 10010 – 1 fr.0 mL peroxidase L-Glicerolfosfato-oxidase glicerol quinase lipase BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. que são transportados via ducto torácico para a circulação. no diabetes. 2. Tel/Fax: 0 (XX) 35 .3214. PRINCÍPIO DO MÉTODO A enzima lípase lipoprotéica hidrolisa os triglicerídeos existentes na amostra. COMPONENTES DO KIT TRIGLICÉRIDES Códigos: Registro M. Após absorção são ressintetisados nas células epiteliais intestinais e combinados com colesterol e apolipoproteínas para formar quilomícrons.0 mL BT 10010 – 2 fr. Volumes mínimos e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Brasil. O aumento de triglicerídeos no plasma é indicativo de distúrbios metabólicos. A enzima glicerol quinase fosforila o glicerol livre formado cujo produto. produzindo glicerol livre.

O reativo é estável até a data de validade do Kit. uma vez usado. para a obtenção de resultados exatos. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.2.7 mM. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. lavar abundantemente com água corrente. ATP . Em caso de contato com os olhos ou pele. Seguir com rigor a metodologia proposta. contém soro.Procedimento Operacional Padrão . Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.adenosina trifosfato 2. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. 4-aminoantipirina 0. 8. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. com cubetas. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. lavar o local com água corrente. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. POD – Peroxidase > 1000 U/L. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 500 nm (490-510).3 mM. 9. GPO – Glicerol-3-fosfato oxidase > 5000 U/L. Em caso de vazamento acidental. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. 107 . e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Banho de água a 37 °C. Procedimento automatizado Indicar nome. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. Cronômetro Tubos de ensaio. Padrão: Solução de Glicerol equivalente à concentração de Triglicérides (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Pipetas automáticas e ponteiras. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. plasma ou urina. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. LPL – Lipoproteína lípase > 2000 U/L. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. código). O reagente.Bioquímica Reagente de Trabalho: GK – glicerolquinase > 1000 U/L. em lugar apropriado para material potencialmente infectante.0 mM. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Conservar entre 2-8 ºC. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. evitando assim a deterioração das enzimas. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. eventualmente infectado. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. 4 clorofenol 2. instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos.0 mM pH 7. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. tampão Tris 50. 7. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 6.

70 mmol/L Esses valores são unicamente orientativos. Agitar bem e incubar os tubos durante 15 minutos à temperatura ambiente (16-25º C) ou durante 10 minutos a 37º C. com água destilada ou deionizada. o que poderia causar resultados errôneos.6 mg/dL 12. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro.Procedimento Operacional Padrão . Isso evitará contaminação cruzada.0 mL Padrão 10 µL 1. CÁLCULOS Com calibrador ou padrão: A Amostra X valor do padrão = mg/dL Triglicérides A Padrão onde: A amostra = absorbância da amostra A padrão = absorbância do padrão Com fator: ƒc = valor do padrão Apadrão Triglicérides (mg/dL) = Aamostra X ƒc Exemplo: Aamostra = 0. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes.Bioquímica Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. 10. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes.248 Valor do padrão: 200 mg/dL F= 200 0. 2. sendo o último.248 = 806. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo).70 . Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 500 nm.5= 222.0 mL Amostra 10 µL 1. Procedimento manual 1.0 mL Padrão triglicérides Amostra Reagente 3. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1.0113 = mmol/L Trigliceridese Valores de referência 30 . Deixar ambientar o Reagente durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em banho de água.5 Triglicérides= 0. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência. 4. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais.276 Apadrão = 0. Cuidados especiais Cuidado com a limpeza do material utilizado para os testes.170 mg/dl = 0. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): mg/dL Triglicerides x 0. 108 . O enxágüe deve ser exaustivo. Lavar no mínimo 3 vezes com água deionizada para eliminar qualquer vestígio de Glicerol que é um forte contaminante nas reações do triglicérides. A cor é estável durante pelo menos 1 hora.1. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo pronto pra uso. 11. controle (se utilizado) e reagente.276 x 806.

3 mmol/L).Ann Clin Biochem 6 (1969). Biophys.. Arb. Aarch.. 250-255. N. Med. 14. Interferências O ácido ascórbico (0. Pardini – 2002 – 94 109 . 88 (1960).K. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. Van Denmark. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 10 (1975) 25. Trinder P. . Prav. P.. Triglicérides – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com.25 mmol/L) interferem.Procedimento Operacional Padrão . W.J. Med. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 460-461 Manual de exames – Laboratório H. Kodischek. Ltda – Revisão Maio/2005. L. Bacteriol. Jacobs. 1997. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 1000 mg/dL Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade.J. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Schettler G.W.. Qualitymark ed.. Umbreit. a hemoglobina (3 g/L) e a bilirrubina (0. 98 (1969) 1063-1068.. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. And Nussel E. A lipemia não afeta os resultados. Biochem.Bioquímica 13. Rio de Janeiro. 24-27.

Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta. na infância. ela passa para a circulação sangüínea. secreção e excreção. hemodiluição. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades renais e hepáticas. Amostras Soro. Não usar anticoagulantes fluoretados e nem contendo sais de amônio. plasma (heparina) e urina. estresse. insuficiência hepática aguda e ingestão protéica diminuída. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A uréia é o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das proteínas. obstrução prostática etc. A urina de 24 horas deve ser colhida em frasco contendo 2mL de HCl a 50% (v/v). haverá uma diminuição da conversão de amônia em uréia. Centrifugar antes de processar. insuficiência cardíaca congestiva. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de.Bioquímica URÉIA ENZIMÁTICA Método Enzimático Colorimétrico 1. queimaduras etc. A uremia é observada na dieta rica em proteínas. Multiplicar o resultado obtido por 50. dieta protéica e função renal. Na lesão hepática. 08 horas. doença celíaca. reabsorção. causando uma hiperamoniemia. 4. Níveis aumentados A .) Insuficiência cardíaca B . gravidez. Sua concentração varia em indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores como: grau de hidratação.) Níveis diminuídos Caquexia. aumento da diurese e redução do catabolismo protéico. A lesão renal provoca uma retenção de substâncias tóxicas como a uréia através de distúrbios da filtração. Produzida no fígado. separação e distribuição do material. 3. 110 .Pré-renal Condições em que a circulação através dos rins é menos eficiente que o normal Desidratação (diarréia persistente) Choque Diminuição do volume sangüíneo (hemorragias digestivas) Catabolismo protéico aumentado (febre. Armazenamento e estabilidade das amostras: A uréia no soro é estável por 7 dias a 2 – 8 º C. A diminuição da uréia está relacionada a insuficiência hepática grave.Renal Diminuição da filtração glomerular como conseqüência de uma doença renal aguda ou crônica Nefropatias Tratamento com glicocorticóides (efeito antianabólico) C . É utilizada na avaliação do estado do funcionamento renal. Obstrução do trato urinário (cálculo. pelo menos. Diluir a urina 1/50 com água destilada. insuficiência renal aguda e carcinomas no trato urinário. Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório.Procedimento Operacional Padrão . É livremente filtrada pelos glomérulos dependendo do estado de hidratação e 40% a 80% da uréia filtrada são passivamente reabsorvidas nos túbulos proximais.Pós Renal Resultado de uma obstrução do trato urinário. onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo suor. nefrite. originando uma coloração verde (reação de Berthelot modificada). PRINCÍPIO DO MÉTODO A uréia é hidrolisada na presença da enzima urease e água. A amônia formada reage com salicilato e hipoclorito de sódio em meio alcalino. 2. trato gastrintestinal e rim. com produção de NH3 e CO2. O aumento da absorbância em 580 nm é proporcional a concentração de uréia na amostra.

instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados.Varginha . Vila Verônica . Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.0 mL BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 580 nm. 111 .Bioquímica 5.2 mmol/L. para a obtenção de resultados exatos.: 80027310068 Códigos: BT 10013 – 1 fr com 50 mL R-A + 1 fr com 50 mL R-B + 1fr com 2.S.0 mL R-C fr + Padrão com 2. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Procedimento automatizado Indicar nome. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados.Procedimento Operacional Padrão . Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. .70 – 50 mmol/L. modelo e local onde se encontra o equipamento analítico. fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo.3214. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. 9. Padrão: Solução de Uréia (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. 8. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle.br Reagente A: Tampão fosfato pH 6.com.G. EDTA 2 mmol/L. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.4646 Site: www. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. O reativo é estável até a data de validade do Kit. Nitroprussiato de sódio 3.com. Seguir com rigor a metodologia proposta.M. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. evitando assim a deterioração das enzimas.Brasil. Reagente B: Hipoclorito de sódio 140 mmol/L e hidróxido de sódio 150 mmol/L. Pipetas automáticas e ponteiras.0 mL BT 10013 – 1 fr com 250 mL R-A + 1 fr com 250 mL R-B + 1fr com 10. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. COMPONENTES DO KIT URÉIA ENZIMÁTICA Registro M. Tel/Fax: 0 (XX) 35 . código).br / e-mail: sac@biotecnicaltda.biotecnicaltda. Reagente C: Urease – 30. com cubetas Banho de água a 37 °C. Salicilato sódico 60 mmol/L. Conservar entre 2 e 8º C 6. 7. o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites.0 mL R-C fr + Padrão com 2. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. Cronômetro Tubos de ensaio.000 U/L.

Procedimento Operacional Padrão . 4.0 mL 1. A cor é estável por 30 minutos.Bioquímica O reagente. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório. Agitar bem e incubar os tubos durante 5 minutos a 37º C. CÁLCULOS A Amostra x Valor Padrão = mg/dL uréia. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. sendo o último. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). com água destilada ou deionizada. e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo A de Trabalho: Misturar na proporção de 25. Ler a absorbância (AP) do Padrão e (AA) da Amostra frente ao Branco a 580 nm. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória. Aamostra = Absorbância da amostra Apadrão = Absorbância do padrão Com fator: F = Valor do Padrão Apadrão Uréia = Aamostra x F 112 . A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra. plasma ou urina. em lugar apropriado para material potencialmente infectante. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. Pipetar em tubos de ensaio: Branco 1. Pipetar: Reagente B 1. lavar abundantemente com água corrente. 10. Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. se refrigerado. contém soro. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. 6.0 mL Padrão de uréia Amostra Reagente A de trabalho 3.0 mL 1..0 mL de Reativo A-1 + 1. 2. uma vez usado. Em caso de contato com os olhos ou pele. Reativo B: pronto para uso. controle (se utilizado) e reagente. O enxágüe deve ser exaustivo. Deixar ambientar os Reagentes durante alguns minutos à temperatura ambiente ou em um banho de água. mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias.0 mL de Reativo A-2 Estabilidade do Reativo A de Trabalho: 15 dias. eventualmente infectado. Procedimento manual 1. o que poderia causar resultados errôneos. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Agitar bem e incubar os tubos durante 10 minutos à temperatura ambiente (15-30º C) ou durante 5 minutos a 37º C. lavar o local com água corrente. A Calibrador Onde.0 mL Amostra 10 μL 1. Isso evitará contaminação cruzada.0 mL Padrão 10 μL 1. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Em caso de vazamento acidental.0 mL 5. 11.

Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. 13.) Methods of Enzymatic Analysis. Clin Chem 1962. Ltda – Revisão Maio/2005. hiperlipemia e bilirrubina até 20 mg/dL. Fawcet. Qualitymark ed. já que interferem na reação.. Interferências: O ácido ascórbico. 33:15. Academic Press. Rio de Janeiro. J. J.U. (Ed. Reardon JE. & Scott. Clin Chem 1979. Amer J Med Technol 1967. J. 25:336. mesmo em concentrações elevadas (acima de 20 mg/dL). Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. p.166 = mmol/L uréia mg/24h ÷ 1000 = g/24h uréia.449. H. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 467 Manual de exames – Laboratório H.49 mmol/L) Urina: 20 – 35 g / 24 horas Estes valores são unicamente orientativos sendo recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência.E.1980. Brit.4 = 32. Marbach CP. Uréia Enzimática – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. 1985.49 – 7. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. Foreman JA. hemoglobina até 400 mg/dL. Não devem utilizar-se sais de amônia como anticoagulantes. Bergmeyer. : 13:156.237 Valor padrão = 70mg/dL F= 70 = 295. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Chaney AL.Bioquímica Exemplo: Aamostra = 0.109 Apadrão = 0. et al. 8:130.109 x 295. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. 14. Searcy RL. Valores de referência Soro e plasma: 15 – 45 mg/dL (2. Pardini – 2002 – 94 113 .237 Uréia(mg/dL) = 0. 1997. não interferem nos resultados.K.2mg/dL Dosagem na urina (mg/24 hs): mg/24 hs = Uréia urinária (mg/dL) X Volume urinário de 24 horas (mL) 100 Uréia urina (g/24 h) = Uréia urina (mg/24 h) 1000 12.4 0. Clin Path. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): Soro / plasma: Urina: mg/dL uréia x 0.Procedimento Operacional Padrão . Tobacco A. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear até 200 mg/dL.

Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
URÉIA UV
Método Cinético Enzimático - UV 1. INDICAÇÃO MÉDICA Esta dosagem é utilizada na avaliação de enfermidades renais e hepáticas 2. SIGNIFICADO CLÍNICO E FISIOPATOLÓGICO A uréia é o metabólito quantitativamente mais importante do catabolismo das proteínas. Produzida no fígado, ela passa para a circulação sangüínea, onde é degradada em nível intersticial e eliminada pelo suor, trato gastrintestinal e rim. É livremente filtrada pelos glomérulos dependendo do estado de hidratação e 40% a 80% da uréia filtrada são passivamente reabsorvidas nos túbulos proximais. Sua concentração varia em indivíduos sadios e é influenciada por diversos fatores como: grau de hidratação, dieta protéica e função renal. É utilizada na avaliação do estado do funcionamento renal. A uremia é observada na dieta rica em proteínas, insuficiência cardíaca congestiva, nefrite, insuficiência renal aguda e carcinomas no trato urinário. A diminuição da uréia está relacionada a insuficiência hepática grave, aumento da diurese e redução do catabolismo protéico. A lesão renal provoca a retenção de substâncias tóxicas como a uréia devido aos distúrbios da filtração, reabsorção, secreção e excreção. Na lesão hepática, haverá uma diminuição da conversão de amônia em uréia, causando uma hiperamoniemia. Níveis aumentados A - Pré-renal Condições em que a circulação através dos rins é menos eficiente que o normal Desidratação (diarréia persistente) Choque Diminuição do volume sangüíneo (hemorragias digestivas) Catabolismo protéico aumentado (febre, estresse, queimaduras etc.) Insuficiência cardíaca B - Renal Diminuição da filtração glomerular como conseqüência de uma doença renal aguda ou crônica Nefropatias Tratamento com glicocorticóides (efeito antianabólico) C - Pós Renal Resultado de uma obstrução do trato urinário (cálculo, obstrução prostática etc.) Níveis diminuídos Caquexia, gravidez, doença celíaca, hemodiluição, na infância, insuficiência hepática aguda e ingestão protéica diminuída. 3. PRINCÍPIO DO MÉTODO A uréia da amostra é hidrolisada pela enzima urease com produção de gás carbônico e íons amônio. Estes são captados por uma segunda enzima, a glutamato desidrogenase, a qual em presença de outros substratos como o NADH2 e αcetoglutarato, produz NAD e glutamato. A diminuição da concentração de NADH2 no meio pode ser medida espectrofotometricamente em 340 nm, sendo proporcional à concentração de uréia na amostra. Uréia + H2O ---------------> 2 NH4+ + CO2 NH4+ + NADH + H+ + 2-Oxoglutarato ------------------------>Glutamato + NAD+ 4. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA Preparo do paciente O paciente deve estar em jejum de, pelo menos, 08 horas. Amostras Soro, plasma ou urina. Armazenamento e estabilidade das amostras: Soro e plasma (heparina ou EDTA): Estáveis por 7 dias a 2-8ºC. Urina de 24 horas: Centrifugar antes de processar. Diluir a amostra 1/50 com água destilada (0,1 mL de urina + 4,9 mL de H2O destilada ou deionizada). Multiplicar o resultado obtido por 50.
glutamato desidrogenase Urease

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
Volumes mínimo e ideal A serem definidos pelo próprio laboratório. Critérios para a rejeição de amostras Fazer referência ao Manual ou POP de coleta, separação e distribuição do material 5. COMPONENTES DO KIT URÉIA UV Códigos: Registro M.S.: 80027310045 BT 10012 – 1 fr com 40,0 mL R-A + 1 fr com 10,0 mL R-B + 1 fr com Padrão 2,0 mL BT 10012 – 1 fr com 200,0 mL R-A + 1 fr com 10,0 mL R-B fr + + 1 fr com Padrão 2,0 mL

BioTécnica Indústria e Comércio Ltda Rua Ignácio Alvarenga nº 96, Vila Verônica - Varginha - M.G. - Brasil. Tel/Fax: 0 (XX) 35 - 3214.4646 Site: www.biotecnicaltda.com.br / e-mail: sac@biotecnicaltda.com.br Reagente A : Tampão TRIS 115mmol/L pH 7,6; α-cetoglutarato 7,5 mmol/L. Reagente B: Enzimático: NADH 0,25 mmol/L; Urease ≥ 8 KU/L, glutamato desidrogenase > 800 U/L, ADP 1,2 mmol/L. Padrão: Solução de Uréia (valor da concentração do padrão vide etiqueta do frasco) Reagente pronto para uso. Estabilidade: Estável até a data de validade do kit. Conservar entre 2-8 ºC 6. CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO Manter todos os componentes entre 2 e 8º C Evitar deixar em Temperatura Ambiente por períodos prolongados, evitando assim a deterioração das enzimas. O reativo é estável até a data de validade do Kit. A data de validade aparece no rótulo da embalagem. Não utilizar reativos que estejam com as datas de validade expiradas. 7. MATERIAL ADICIONAL NÃO FORNECIDO Procedimento técnico manual Espectrofotômetro ou fotômetro para leitura de 340 nm (330-350) com cubeta termostatizada. Pipetas automáticas e ponteiras. Cronômetro Tubos de ensaio. Procedimento automatizado Indicar nome, modelo e local onde se encontra o equipamento analítico, fazendo referencia ao Manual ou POP para utilização do mesmo. Procedimento alternativo Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para a medição do ensaio. Enumerar as diferenças separadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados. 8. CONTROLE DE QUALIDADE Materiais Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante, código), instruções de preparo e freqüência da utilização dos mesmos. Limites de tolerância Descrever os procedimentos para os limites de tolerância, o sistema adotado para a utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante dos valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao Manual ou POP para utilização dos materiais de controle. Verificação de novo lote de controle e/ou reagente Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e/ou reagentes. Gerenciamento dos dados Definir como os dados relativos ao controle de qualidade são arquivados e gerenciados. Fazer referência ao Manual ou POP da garantia da qualidade.

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Procedimento Operacional Padrão - Bioquímica
9. CUIDADOS E PRECAUÇÕES O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro. Seguir com rigor a metodologia proposta, para a obtenção de resultados exatos. Os procedimentos higiênicos normais para o manuseio de materiais bioquímicos e biológicos devem ser observados. O reagente, uma vez usado, contém soro, plasma ou urina, eventualmente infectado, e deve ser tratado como material potencialmente infeccioso. Descartar as sobras das reações de acordo com as Boas Práticas de Laboratório, em lugar apropriado para material potencialmente infectante. O reagente e o padrão não contêm substâncias perigosas nas quantidades reportadas. O nível de água no banho-maria deve ser superior ao dos tubos de ensaio que contém as reações. Em caso de vazamento acidental, lavar o local com água corrente. Não é necessário nenhum tipo de proteção respiratória, mas recomenda-se o uso de óculos de segurança e de luvas descartáveis durante o manuseio das substâncias. Em caso de contato com os olhos ou pele, lavar abundantemente com água corrente. Em caso de ingestão procurar atendimento médico. Fazer referência ao Manual ou POP de segurança. Não misturar ou trocar diferentes lotes de reativos. Não utilizar o reativo quando este mostrar-se turvo ou com sinais de contaminação. A água utilizada na limpeza do material deve ser recente e isenta de agentes contaminantes. A limpeza da vidraria deve ser feita com detergente neutro. O enxágüe deve ser exaustivo, sendo o último, com água destilada ou deionizada. Fazer referência ao manual ou POP de Controle de Qualidade de Água ou Água Reagente A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Fazer referência ao Manual ou POP de limpeza e validação da qualidade da limpeza dos materiais. Usar pipetas de vidro e ponteiras descartáveis separadas para cada amostra, controle (se utilizado) e reagente. Não trocar as tampas dos frascos de reagentes. Isso evitará contaminação cruzada, o que poderia causar resultados errôneos. O reagente contém azida sódica que é tóxica, portanto, tomar cuidado para evitar a ingestão e no caso de contato com os olhos, lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. No descarte do reagente, usar bastante água, pois a azida pode formar compostos explosivos com tubulações de cobre e chumbo. 10. PROCEDIMENTO TÉCNICO Preparação do reativo: Reativo de Trabalho: Misturar na proporção de 50,0 mL de Reativo A + 0,5 mL de Reativo B + 0,5 mL de Reativo C. Estabilidade do Reativo A de Trabalho: 15 dias, se refrigerado. Descartar o reativo de trabalho se sua absorbância em 340 nm, medida frente a água, for inferior a 1,00. Procedimento manual Reagente de Trabalho: Misturar 4 (quatro) partes do Ragente A com 1 (uma) parte do Reagente B. Ex: Adicionar 4,0 mL de Reagente A – Tampão a 1,0 mL de Reagente B – Enzimático. O reagente de trabalho é estável por 4 semanas se mantido ao abrigo da luz, refrigerado de 2 a 8ºC e fora de refrigeração somente o tempo necessário para as dosagens. • Desprezar o Reagente de Trabalho se sua absorbância em 340 nm, medida frente a água, for inferior a 0,900.

B) Procedimento 1. 2. Pré-aquecer o reagente de trabalho e a amostra a 37ºC durante 2 minutos. Pipetar em uma cubeta pré-aquecida a 37ºC. Reagente de Trabalho Padrão ou amostra 3. 4. 1,0 mL 10 μL

Misturar e acionar o cronômetro simultaneamente Anotar a absorbância aos 30 segundos (A1) e aos 120 segundos (A2) da amostra e do padrão, a 340 nm.

Procedimento automatizado Fazer referência ao Manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático (Programação ou Protocolo). 11. CÁLCULOS (A2 - A1) amostra x Valor padrão = mg/dL Uréia. (A2 - A1) padrão

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cefalosporida. Med. Acta 35:37.amostra = 0.023) x 752.A1) padrão Uréia (mg/dL) = ΔAteste x Fator Exemplo: A1.Bioquímica Fator de calibração = Valor do padrão / (A2 .amostra = 0. tianterene.052 A2. 1997. Manual de exames – Laboratório Fleury – 1999 – 467 Manual de exames – Laboratório H.7 F= 70 (0. pois os mesmos interferem na reação.M. p. 43:174. Interferências: Não devem ser utilizados sais de amônia como anticoagulantes. Rio de Janeiro. Bergmeyer HU.P. Multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição.34 mg/dL Dosagem na Urina (mg/24 horas) mg/24 horas = Uréia urinária (mg/dL) x Volume urinário de 24 h/mL 100 12. propanolol. Clin.. cloranfenicol. Indicar o procedimento de diluição adotado pelo laboratório. CARACTERÍSTICAS DO MÉTODO Linearidade: A reação é linear entre 6 e 250 mg/dL.145 Valor do padrão = 70 mg/dL = 70 = 752. diluir a amostra de modo que o valor encontrado fique dentro dos valores de linearidade. 1971. diluir a amostra com água destilada. 1985. 444.052) 0.) Methods of Enzymatic Analysis. (Ed. salicilato. Schubert GE. & Cook. Falsos Valores Diminuídos: fenotiazinas. Valores de referência Soro e plasma: 15-45 mg/dL Urina: 20-35 g/24 horas Estes valores são unicamente a título orientativo. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação. Academic Press. meticilina. Caso sejam encontrados valores superiores à linearidade. é recomendável que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de normalidade.023 A2. Ácido Ascórbico e Hemoglobina: Ácido Ascórbico apenas em concentrações elevadas (acima de 20 mg/dL) e hemoglobina (acima de 200 mg/dL) induzem a resultados falsamente elevados. guanetimidina. Pardini – 2002 – 94 117 . ácido Etacrínico. lítio. Kassirer. New Engl.166 = mmol/L uréia mg/24h ÷ 1000 = g/24h uréia. vancomicina. Klin Wschr 1965.054-0. sulfonamidas.1971. timol. Ltda – Revisão Maio/2005. gentamicina. neomicina. Bilirrubina: A bilirrubina até 15 mg/dL não interfere. J. Qualitymark ed.J.054 A1-padrão = 0. furosemida. 285: 385. Uréia UV – Bula do Kit – BioTécnica Ind e Com. kanamicina.7 Uréia (mg/dL) = 23. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Unidade utilizada: mg/dL UNIDADES: Sistema Internacional (SI): Soro / plasma: Urina: mg/dL uréia x 0.145 – 0.. Para valores acima de 250 mg/dL. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Talke H.093 Uréia (mg/dL) = (0. Falsos Valores elevados: Hidroclorotiazida. Chim. bacitracina.Procedimento Operacional Padrão . metildopa. 13. Hallet C. J.G.padrão = 0. morfina. mitramicina. Sensibilidade: 6 mg/dL 14. J.